– E aí, Zuckerberg? WhatsApp caiu com Facebook e Instagram?

Usuários de 3 Redes Sociais (WhatsApp, Facebook e Instagram) estão reclamando: elas estão fora do ar desde a hora do almoço!

Se as pessoas estão se queixando porque a usam por ludismo, paciência. Mas para quem trabalha com elas, aí a coisa pega…

E aí, Zuckerberg, o que acontece? O Twitter e o Telegram, redes que não lhe pertencem, são muito mais instáveis…

– Quem disse que em Rede Social “Pode Tudo”?

Redes Sociais não são território sem lei. Carece-se de respeito, ética e educação.

Claro que em alguns ambientes, elas são mais flexíveis e permitem a descontração, mas, conforme se observa, a pessoa reflete o que ela é no dia-a-dia quando posta em Rede Social.

Convido a leitura desta postagem sobre Reputação Digital, em: https://professorrafaelporcari.com/2018/11/23/como-anda-a-sua-reputacao-digital/

Se preferir, ao invés da leitura, compartilho em vídeo, uma rápida abordagem do tema, em: https://www.youtube.com/watch?v=1ihS4XUC9XA

– Precisamos moldar o cotidiano em busca da nossa paz interior.

Por questões pessoais, quis (ou precisei) ficar um pouco fora da Internet nesse final de semana. E fez bem…

Sabe aquele momento que você tem coisas mais importantes a fazer e pensar do que responder pacientemente um comentário mal-educado? Ou que você se silencia para não ser grosseiro? Ou simplesmente não tem disposição de ver entrando na sua tela assuntos cansativos e coisas que não lhe são prioritárias?

O mundo virtual tem seus limites. E o meu, quanto a ele, confesso, deve ser no momento em que ele “rouba tempo e humor” na vida real.

Fica a dica: se estiver em um dia problemático, evite a Web, especialmente as Redes Sociais. Esteja com as pessoas que você ama, apoie-as e seja apoiado. Será ótimo para sua paz interior, além da saúde mental. E aí, outra observação: a paciência, a temperança e o equilíbrio emocional devem ser trabalhados diariamente, moldando sempre nosso comportamento. Afinal, são elementos para a construção da paz.

– Smartphone ontem e hoje.

Celular AINDA é algo relativamente novo à minha geração, que não pode se acomodar nem deixar de se atualizar tecnologicamente.

Para a minha filha pequena, celular é algo que sempre existiu e faz parte do dia-a-dia. Aliás: celular não, mas sim SMARTPHONE.

Sou do tempo antigo BIP, o precursor do “teletrim”. Mas eis que vejo algo curioso: uma propaganda da Nokia sobre, acredite, fazer envio de mensagem de texto!

Parece coisa de séculos atrás, mas deve ter no máximo uns 15 anos. Abaixo:

– Os Tipos de Comentaristas na Internet

Existe muita gente bacana comentando posts na Internet, não? Há os chatos, há os fanáticos e os malucos também.

Abaixo, uma classificação bem verdadeira:

(Extraído da Superinteressante, Ed Outubro/2014, pg 89).

COMO IDENTIFICAR OS BICHOS DIGITAIS

– Povo da Zoeira:

Posta conteúdos engraçados em discussões alheias, muitas vezes mudando o rumo da conversa para coisas anárquicas.

– Extremista Político:

De direita ou de esquerda, uns defendem o nazismo ou chamam de nazista quem discorda deles. Radicais.

– Sabichão:

Sommelier de qualquer coisa, tem opinião formada sobre tudo. Gosta de insultar a suposta ignorância ao seu redor.

– Ista:

Sonistas (fãs da Sony) e nintendistas (da Nintendo). Defendem suas marcas de games como torcidas organizadas. Ocorre também com Apple x Google x Windows.

– Conspirador:

Culpa tudo na conta do Governo. Ou duvida de tudo o que a grande mídia diz.

– Monossilábico:

Limita a participação como “legal” ou somente “lixo”.

– Troll de raiz:

Usa o anonimato para assediar outros usuários, sutil ou agressivamente.

– Fofo:

Traz sempre novas informações as discussões e responde pacientemente a todos.

– Confuso:

Xinga, mas é difícil dizer o quê e por quê. Dispara um repertório de clichês e preconceitos, mas não dá para entender o que defende.

E aí, que tipo de comentarista você é na Internet?

– Infoxicação: já sofreu disso?

Cuidado: nossa sociedade apresenta males do século XXI que são novos mas constantes. Um deles seria a intoxicação por excesso de informação, misto de contaminação com carência de atualizações.

Compartilho interessante material, extraído da revista Isto É, Ed 2168, pg 76, por Patrícia Diguê e João Loes. Abaixo:

INTOXICADOS DE INFORMAÇÃO

O estresse causado pela hiperconectividade e a sensação de estar sempre desatualizado causam a chamada infoxicação. Saiba quais são os sintomas e como se livrar desse mal

A publicitária Larissa Meneghini, 24 anos, toma café da manhã com os olhos grudados num livro. No caminho para o trabalho, parada no trânsito de São Paulo, aproveita para escutar notícias pelo rádio do carro e ler mais um pouco. Passa o dia conectada, respondendo a e-mails, checando redes sociais e pesquisando sites relacionados ao trabalho. “Chego a ficar tonta com tanta informação, a ponto de ter de sair da frente do computador e esperar passar”, conta a paulistana, que recentemente abriu mão do celular com internet para tentar reduzir o estresse com a hiperconectividade. Apesar de antenada com tudo, se sente constantemente desatualizada. “Estou sempre com medo de ficar de fora”, lamenta. A angústia de Larissa diante do grande volume de informação é tema que vem gerando manifestações acaloradas desde o início da era digital e agora ganhou nome: infoxicação.
O neologismo, uma mistura das palavras “informação” e “intoxicação”, foi cunhado por um físico espanhol especialista em tendências da informação, Alfons Cornellá. Segundo ele, uma pessoa está infoxicada quando o volume de informação que recebe é muito maior do que o que ela pode processar. “Quando ainda nem terminamos de digerir algo, já chega outra coisa”, afirma o especialista. As consequências são a ansiedade diante de tantas opções e a superficialidade.

Na mesma corrente, está o psicólogo britânico David Lewis, que criou o conceito da Síndrome da Fadiga Informativa, que se dá em pessoas que têm de lidar com toneladas de informação e acabam se sentindo paralisadas em sua capacidade analítica, ansiosas e cheias de dúvidas, o que pode resultar em decisões mal tomadas e conclusões erradas. Outros sintomas são danos às relações pessoais, baixa satisfação no trabalho e tensão com os colegas. “O excesso é mais prejudicial do que proveitoso”, afirma. Se há duas décadas só contávamos com alguns canais de televisão, hoje o volume de dados no mundo equivale à leitura de 174 jornais por dia por pessoa, aponta estudo da USC Annenberg School for Communication & Journalism, publicado em fevereiro (leia quadro).
Apesar dos perigos do excesso de informação, a maioria dos especialistas ainda enxerga mais vantagens do que desvantagens na era digital. Só alertam para a necessidade de as pessoas aprenderem a amenizar os efeitos colaterais dessa nova realidade. “Não temos como reverter esse processo, então é preciso aprender a lidar com ele”, defende a psicóloga Rosa Farah, do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “E não podemos subestimar a capacidade de o ser humano de adaptar-se a essa realidade.”
Para não ser contaminado pelo turbilhão de bytes a que está exposto diariamente, o engenheiro naval Guilherme Malzoni Rabello, 27 anos, inventou uma dieta da informação. “Eu escolho cuidadosamente o que merece minha atenção antes de sair atirando para qualquer lado, atentando principalmente para a origem da fonte. “Quanto mais gabaritada e reconhecida, mais vale a pena consumir”, diz. O engenheiro é exemplo de quem conseguiu exercer a escolha criativa, segundo o psicanalista Jorge Forbes, que não concorda com a patologização do mundo online. “Será que alguém fica gordo porque vai a um restaurante de bufê e se acha obrigado a comer de tudo para não fazer desfeita?”, compara Forbes. A professora Rosa, da PUC, ressalta, porém, que há pessoas mais vulneráveis a essa abundância e, para elas, recomenda escutar os alertas do organismo. “O corpo dá sinais de que estamos ultrapassando limites. Aí é hora de reavaliar prioridades”, ensina. Por enquanto, a quantidade de informação no mundo ainda equivale a menos de 1% da que está armazenada nas moléculas de DNA de um ser humano, indício de que a espécie deverá sobreviver a mais esse impacto.

– Record e YouTube no Paulistão. Mas quem disse que é prejuízo para a Globo?

É sabido que o futebol não tem atraído muita audiência, em especial os torneios regionais. O apelo tem sido para os jogos mais importantes do Brasileirão, Libertadores da América e a fase final do Paulistão.

Aliás, os Estaduais andam em baixa faz tempo. A própria Rede Globo já havia deixado de transmitir alguns jogos no meio de semana por conta da má audiência. Assim, ela deixar de se interessar e não brigar com altos valores por alguns produtos é estratégia e posição de mercado (assim como foi com a Fórmula 1).

Compare a audiência dos produtos: o que tem dado mais audiência: a Libertadores no SBT ou a novela / programas da Globo no mesmo horário?

Compare, parte 2: a audiência de quando a Libertadores estava na Globo, e a atual.

Tudo isso para dizer: a FPF anunciou ontem que a Record na TV aberta e o YouTube na Internet transmitirão o Campeonato Paulista 2022 (16 jogos para cada um), substituindo a Globo nessas plataformas. Ótimo, maior diversidade de canais e competição financeira. Mas…

Eu amo o futebol, acho sensacional mais players no mercado e outras frentes de emprego a todos. Quanto mais gente e emissoras, melhor. Mas não caia no engôdo de que (como “bomba” nas Redes Sociais”) a Globo está falindo. É simplesmente questão de custo-benefício.

Talvez os mais “afoitos” estão lotando a Web de memes contra a Venus Platinada por questões políticas? Lembrando que os Lulistas, no alto do Petrolão, cunharam o termo pejorativo de “Globolixo” contra as denúncias de esquemas petistas. Hoje, os Bolsonaristas fazem igual às matérias sobre má gestão na pandemia…

Boa sorte a todas as emissoras, honestas e competentes, que se dedicam à transmissão esportiva. SBT, Record, Band e Globo estão felizes pelo que transmitirão e pelo que abriram mão. Tudo normal, tudo negócio.

– Ser esquecido na Internet é um direito!

Cada vez mais ouço notícias de pessoas que querem sumir da Web”. Seja qual for o motivo – se por crimes no passado e penas já cumpridas, se por motivos tristes ou constrangedores, ou simplesmente para manter a privacidade.

Para isso, entram na Justiça contra o Google ou sei lá contra quem for necessário! O fato é que enquanto alguns querem aparecer, outros (por motivos particulares e justos) querem desaparecer.

O que você pensa sobre isso? Eu, pessoalmente, não tenho problemas em aparecer em links de buscas por nada me desabonar. Mas confesso: a idéia em sair da Internet é interessante (mas talvez um pouco burocrática), caso por algum motivo eu queira.

– Sorrisos no Vocabulário Global da Web

Achei curiosa essa matéria da última edição da Revista Superinteressante. Ela aborda como se escrevem os “risos” em diversos outros países.

No Brasil, um modismo é escrever “kkkk”.

Sabia que na Grécia os internautas usam “Xaxaxaaxa”?

Na Inglaterra é “Lol”; na Coréia do Sul é “Kekekkeke”; em francês há duas formas: “MDR” (morrendo de rir) e “PDR” (peidando de rir).

Já em japonês são várias letras w: “wwwwwwwww”; na Dinamarca é “GGGG”; por fim, na Tailândia, o mais esquisito: “555555”.

Coisas de um mundo globalizado mas que guarda as suas coisas regionais. É por isso que gosto dos escritos da minha sogra na Internet. A Zabezinha, minha segunda mãe, escreve docemente: “ki ki ki”.

– O TikTok tentará educar os usuários contra os excessos das Redes Sociais. Conseguirá?

Eu tenho muita preocupação com os vícios – sejam eles de qualquer natureza. E leio que, especialmente, os da Internet estão em alta.

Ficar preso às Redes Sociais é um dos perigos! E leio que o TikTok quer conscientizar os usuários sobre os perigos do uso excessivo.

Extraído de: https://www.istoedinheiro.com.br/tiktok-pretende-educar-os-usuarios-sobre-os-efeitos-negativos-das-redes-sociais/

TIKTOK QUER EDUCAR USUÁRIOS SOBRE OS EFEITOS NEGATIVOS DAS REDES SOCIAS

Questões associadas à saúde mental não devem ser negligenciadas, nem esquecidas. Nesse sentido, o TikTok anunciou que vai implementar uma nova estratégia, para ajudar os usuários mais jovens a perceber os impactos negativos das redes sociais na saúde mental de cada um.

O guia da rede social pretende também encorajar o compartilhamento das histórias pessoais com o objetivo de ajudar quem possa estar travando batalhas semelhantes.

De nome “Guia do Bem-Estar”, a funcionalidade poderá ser utilizada no Centro de Segurança e dará cobertura a vários tópicos de relevo. Estando todos ele relacionados com a temática da saúde mental, destacam-se temas como os distúrbios alimentares, ansiedade e depressão. Através deste guia os usuarios podem se redirecionar para a visualização de busca que apresentarão resultados sobre os conteúdos.

Além de abordar os vários temas, o “Guia do Bem-Estar” do TikTok também encorajará os usuários a considerarem o impacto que compartilhar de histórias pessoais poderá ter nas batalhas que outros usuarios podem estar travando. Afinal, por ter um algoritmo tão específico, a rede social pode potencializar esses relatos e fazê-los chegar a muita gente.

O novo “Guia de Bem-Estar” é desenvolvido em parceria com Crisis Text Line, International Association for Suicide Prevention, Samaritans of Singapore, Live For Tomorrow, e Samaritans UK.

Antes desta nova estratégia, o TikTok direcionava os usuarios para linhas de ajuda aquando do surgimento de palavras ou frases consideradas um gatilho. No entanto, agora, a plataforma compartilhará conteúdos com todos os usuarios para que a comunidade possa se ajudar.

Estas alterações levadas a cabo pelo TikTok surgem na sequência de um estudo feito em 2019 que mostrou que três horas passadas numa rede social já podem surtir efeitos negativos na saúde mental de uma pessoa, principalmente dos usuarios jovens. Afinal, assim como acontece com o TikTok, 40% dos usuarios do Instagram têm idade inferior a 22 anos – só nos EUA, 22 milhões de adolescentes entram todos os dias na rede social.

Não sendo o debate sobre a saúde mental uma questão nova, com as redes sociais este ecoa muito mais. Portanto, é importante que as plataformas trabalhem no sentido de fazer os usuarios pensar duas vezes antes de compartilhar alguma coisa, assim como é importante apresentar meios para apoiar os mais vulneráveis aos conteúdos que por lá circulam.

– Recrutamento de trainees via Redes Sociais: cuidado com suas postagens…

Há 8 anos, publicamos essa matéria. Mas o tema é atualíssimo! Abaixo:

Cada vez mais as empresas usam Twitter, Orkut e Facebook para interação com candidatos a boas vagas de emprego. Compartilho interessante material do Estadão aos estudantes e recém-formados:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup481942,0.shtm

SELEÇÃO DE TRAINEES USA REDE SOCIAIS

por Carolina Stanisci

SÃO PAULO – Os longos e penosos processos seletivos de trainees têm ficado mais criativos e dinâmicos com as ferramentas online, como redes sociais. Ambev, Natura, Unilever e Reckitt Benckiser são algumas das que intensificaram o uso desses recursos este ano.    

Em agosto, a Natura postou no Youtube o vídeo “Próximos líderes”, que não revelava o nome da empresa. O material se disseminou na internet e ao todo 13,4 mil candidatos se inscreveram. “Queríamos alinhamento de valores, de visão de mundo”, diz Denise Asnis, gerente de Recursos Humanos da Natura.

Os inscritos ficaram hospedados em uma comunidade, onde analisavam vídeos e escreviam textos. “A abordagem foi excelente”, diz Amarílis Ventura, de 22 anos. Formada em Jornalismo e Empreendedorismo na PUC-RJ, ela aprova as etapas online nas seleções, menos as provas. “São padronizadas. Às vezes, é igual à nota de corte”, diz. Na da Unilever, ela viu um diferencial. O teste consistia num jogo de negócios online. “Você era ambientado na empresa e tinha que tomar decisões.”    

A Unilever também inovou em uma das fases eliminatórias. Os candidatos tiveram de criar um blog com a sua “visão de mundo”. Para enfrentar a tarefa, podiam usar a imaginação. Foi o que Flora Faria Rosa, de 25 anos, formada em Administração na Universidade Federal de Juiz de Fora, fez. “Escrevi sobre valores importantes para mim, como a diversidade e a educação”, diz ela, que frequenta a comunidade Trainee Brasil, no Orkut, para saber dicas.    

Apesar dos elogios, Flora foi eliminada na entrevista por telefone na Unilever. Seu colega de faculdade Miguel De Vito, de 22 anos, assim como Flora, foi eliminado numa entrevista por telefone. “O bom de fazer as coisas online é que é menos custoso e otimiza o tempo. Mas frente a frente você vê melhor as reações das pessoas”, diz Miguel, que ainda está no páreo no concurso da Natura.    

As empresas só veem vantagens no uso do online. “A qualidade dos currículos recebidos melhorou este ano”, conta Ricardo Monteiro, da área de recrutamento da Reckitt Benckiser, multinacional do setor de produtos de limpeza. A empresa tem um blog e uma página no Twitter alimentados por estagiários de vários países, incluindo o Brasil.  “Começamos com um blog, depois passamos para o Facebook e o Twitter”, conta. “Ano que vem, vamos fazer um jogo.”    

“As redes ajudam muito”, endossa Thiago Porto, gerente corporativo da Ambev. O Orkut foi usado para divulgar a empresa entre os jovens, com o jogo “Vai uma aí?”, em que eles provavam conhecer as marcas da empresa. O aplicativo vinha com link para o hotsite da Ambev, onde o candidato poderia se inscrever no programa, encerrado em setembro. O resultado foi o aumento significativo do número de inscrições: de 33 mil em 2008 para 60 mil.

– Visite meu canal no YouTube!

DISCUTINDO CONTEMPORANEIDADES, de Rafael Porcari, em vídeo?

Meu tradicional blog, numa simples versão em vlog. Conheça-o! É bem informal, feito sem muitos recursos, mas com muita coisa legal.

Ficarei grato com sua inscrição no canal e possível divulgação. 

Em: 

https://www.youtube.com/channel/UCRT3Ds8ExBZppf6iTwFTsuA

– Modere sua paciência no mundo virtual!

A internet é heroína para muitos e vilã para outras. Então, vale a dica: SAIBA usá-la!

Refletindo em: https://www.youtube.com/watch?v=8hmCziTcTqk

– Feliz Aniversário, Internet!

Eu estava em meio ao Mestrado quando a conheci! E tudo foi forçado. Um dos meus professores queria que tivéssemos uma conta de e-mail para que nos comunicássemos.

Era 1998. Ela, quem era? A Internet! Muito cara, lenta e pouco acessível. Ter um endereço eletrônico parecia uma “frescura” sem fim! Mas, na marra, acabei me relacionando com ela até hoje.

O certo é que as crianças do século XXI não imaginam como era o mundo sem Internet, numa infância diferente do que a nossa. Elas já nascem meio que “infoway”.

Há apenas 30 anos nascia a Web (ou Internet, se preferir), exatamente em 06 de agosto de 1991.

Que revolução em nossas vidas, não?

– Muitas vezes, a Web chateia.

De saco cheio da Internet!

Muitos compromissos a resolver e as timelines lotadas de Fakenews! Como tem idiota publicando manchete mentirosa, “pagando pau pra político” e disseminando notícias para enganar os outros.

É de torrar a paciência… E tem coitado que lê e diz todo pimpão: “mas eu vi na Internet, eu vi”!

INTERNET É COMO PAPEL. ACEITA TUDO.

Fui. Dando um tempo em ver o que se passa nas Redes Sociais que se transformaram em Anti Sociais por algumas horas.

– Fleets? Bye, bye…

E agora que “peguei o jeito” da ferramenta “Fleets”, do Twitter, descubro que eles deixam de funcionar a partir de hoje…

Motivo?

Era pouco usado, segundo a empresa.

E você, também está sentindo falta deles?

Compartilho sobre eles em: https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2021/08/02/fleets-famosos-se-despedem-da-ferramenta-com-nudes-e-brincadeiras-no-twitter.ghtml

– Publicações descuidadas nas redes sociais

Cada vez mais as Redes Sociais podem trazer constrangimentos, saias-justas ou problemas diversos de quem não toma cuidado com elas.

Quer exemplos?

Dias atrás, a grande impressa publicou que o INSS cortou o benefício para uma pessoa afastada do trabalho por se sentir depressiva. Peritos entraram no Facebook dela e encontraram fotos de confraternizações, passeios e legendas como “não me agüento de tanta felicidade. Sendo assim, perceberam que a depressão não era mais um problema (ou nunca tinha sido).

Para a contratação de funcionários, além da obviedade do LinkedIn, selecionadores acabam por “fuçar” a vida do candidato em outros canais. Publicações em situações constrangedoras, fotos marcadas com imagens que demonstram bebedeiras, retuítes de mensagens de apologia a causas polêmicasTudo isso é levado em conta na hora da contratação. 

E o que dizer de bate-papos abertos e descuidados? Dias desses presenciei uma pessoa fazendo publicidade de seu negócio e nos comentários a cobrança de alguém: que bom que te encontrei nessa comunidade, você não atende minhas ligações, pague o que me deve pois preciso receber essa dívida“.

Talvez a mais complicada das publicações são as de ostentação! Claro, ninguém tem o direito de criticar o que o outro tem, mas o exibicionismo e a vaidade tornam-se perigosos em dias de tamanha insegurança.

E os desabafos? E as brigas de casais? E as alfinetadas em quem não se gosta?

Instagram, Twitter, Facebook, Google Plus… Tudo isso é muito legal, desde que use com parcimônia e no devido limite de tempo. 

Aliás, perceberam quanto tempo a gente gasta nelas? De maneira produtiva/construtiva, de entretenimento ou desperdiçada?

Vale a reflexão.

– O STF do nosso dia-a-dia: Supremo Tribunal do Facebook

Li em algum lugar e concordo: as Redes Sociais (em especial o Facebook) tornaram a vida de muitas pessoas baseadas em opiniões virtuais, fake news e outras bobagens.

De tão bom uso, a Internet se transforma, indevidamente, num Tribunal que condena, absolve ou divide pessoas.

Isso é bom?

Claro que não. A Web é como papel: aceita tudo, de verdades a mentiras.

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– A pandemia nos fez mais “digitais”, e ao mesmo tempo, mais humanos!

A pandemia adiantou a digitalização de muitas coisas, devido ao fato da reclusão. Quem não tinha hábito de comprar pela internet, o fez pela 1a, 2a, 3a vez… Idem às conferências e reuniões pelas plataformas eletrônicas – que estão ocorrendo desde os compromissos de trabalho ao simples “parabéns à você” à distância.

Forçadamente, alguns anos foram adiantados na evolução do “comportamento e do comércio digital. Mas outro fator deve ser observado: nunca valorizamos tanto o contato humano, o trato físico, o “estar junto”, ou, se preferir, um simples abraço de calor!

Acabe logo, Covid-19. Queremos respirar novamente a liberdade.

VIRTUAL REAL

Criador: Picassa. Informação extraída do IPTC Photo Metadata.

– As boas dicas para Criadores de Conteúdo na Internet.

Você gosta de escrever na Internet? Tem assunto para compartilhar? É “blogueiro”?

Saiba: ser “criador de conteúdo” pode ser um bom negócio!

Extraído de: https://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2021/05/16/veja-dicas-de-criadores-de-conteudo-para-faturar-na-internet.ghtml

DICAS DE CRIADORES DE CONTEÚDO PRA FATURAR NA INTERNET

O brasileiro vive grudado no celular, e a pandemia força todos a usar os negócios online. Com essa mudança, quem ganha destaque na internet é o criador de conteúdo. Ele é o profissional que usa as plataformas digitais para publicar vídeos, textos e fotos e atrair o público.

O criador de conteúdo é a profissão do momento e se equipara ao sonho de ser jogador de futebol de anos atrás. E a previsão do faturamento mundial para este ano da economia dos criadores é de R$ 84 bilhões.

Edson Castro virou criador de conteúdo em 2012, com um blog voltado para o público masculino. Com o passar dos anos, ele partiu para outras plataformas: vídeo, podcasts e redes sociais. Hoje, com a divulgação, fatura R$ 50 mil por mês.

Bia Granja tem uma consultoria de influência. Ela explica que a explosão digital de 2014, quando o brasileiro passou a usar a internet com mais frequência, chamou a atenção das grandes empresas para vender com esse trabalho.

“As marcas começaram a olhar para isso e a usar a potência dessa comunicação de uma forma direta para vender seus produtos e serviços”, explica.

Para Castro, a profissão é o futuro, e os criadores de conteúdo já começam a vender inteligência para as empresas.

“Então a gente consegue ver isso no Brasil, como ser um criador de conteúdo se tornou uma chance de as pessoas ascenderem. E isso é uma coisa que a internet traz pra gente, ela empodera as pessoas. Então quanto mais você entende todos os mecanismos ao redor daquilo, mais poder você tem”, aponta Castro.

Os criadores nas plataformas digitais precisam pesquisar, escrever, gravar e postar. E, para se dar bem na internet, é preciso pensar na atividade como uma empresa desde o começo.

“Meu trabalho não é um hobby, eu não sou um menino no quarto com uma câmera, eu sou uma empresa. Eu tenho sete funcionários e tenho uma responsabilidade com meus funcionários e para a família dos meus funcionários”, diz Castro.

Bia Granja indica pensar nas revistas na hora de criar os conteúdos. “Se você fosse uma revista, sobre o que você falaria, como você falaria, com quem você vai falar, frequência e qual sua visão sobre esse assunto. A partir daí, você começa a entender como ganhar dinheiro a partir desse conteúdo que você cria.”

Além dos anúncios e de conteúdo pago por empresas (publieditorial), o criador pode fazer programas de afiliados, em que recebe uma porcentagem para indicar produtos de um parceiro. Pode ainda fazer assinaturas com conteúdo exclusivo ou uma loja virtual com seus próprios produtos.

“Eu acho que tem que toda uma grande nova área aqui de monetização que é o criador vendendo a expertise dele na criação do conteúdo”, diz Bia.

É preciso ainda abusar da ligação com o público: saber bem os gostos e criar soluções para esta comunidade.

Segundo Castro, para não ser vítima da barra de rolagem e passar despercebido da tela do público, é necessário deixar bem claro quem você é na comunicação. “E aí eu expresso nesse conteúdo a minha personalidade, a minha identidade”, diz.

5 dicas de como ser um criador de conteúdo freelancer bem-sucedido

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos.

– #tbt 3 – O mundo antissocial das redes sociais é, da forma que é, por conta do cérebro não conseguir entender a relação e não ser algo natural. Além, claro, dos algoritmos…

Diante de tantas fake news e demais bobagens, um texto pedindo sobriedade! Vale relembrá-lo:

Leio na edição 1046 da Revista Época, uma entrevista muito bacana, com Janaína Brizante (ela é uma neurocientista da USP e da Duke University). A doutora, dias atrás, falou sobre como nosso cérebro está despreparado para lidar com as redes sociais!

A especialista critica o fato de pais permitirem crianças usarem o WhatsApp, alegando que estranhos podem entrar na vida do menor sem o conhecimento deles (pelo uso das funções que permitem apagar as conversas e pais não saberem do ocorrido). Fala ainda sobre como os adultos perdem tempo no mundo virtual fuçando a vida dos outros ou discutindo coisas com vários usuários, sem se preocupar com conversar fisicamente, que gasta muito menos tempo para as mesmas discussões.

O exemplo mais citado da dificuldade nas relações físicas e virtuais é que estamos nos dedicando ao contato virtual com tamanho “empenho”, que as pessoas já não conseguem enxergar o quanto sacrificam a falta de contato físico real. O usuário de Facebook, Twitter, Instagram e Whatsapp, que fica preso a esse mundo e seus amigos da Web, é a personificação do indivíduo anti-social real por conta das redes sociais virtuais!

Enfim: o natural é interagir, agarrar, tocar, abraçar, ver, sentir. Pela Web, não dá.

Mas há outro fator a abordar, que a Dra Janaína não foi questionada mas se observa no dia-a-dia: a questão dos algoritmos do Facebook, onde a Rede Social impõe o que mais visitamos, sem ordem cronológica sequencial e com todas as postagens de usuários à vista. Uma pessoal fanática de alguma crença, tende a ver preferencialmente aquilo que ela crê e repulsas ao que não crê. Em outras searas, idem, tornando a pessoa radical!

Não é mais fácil ajudar o mundo a ser mais tolerante acabando com esses algoritmos e permitindo todas as opiniões? De radicalismo virtual o mundo já está cheio e o cérebro sensato não suporta (e nem consegue), como lembrado acima.

– A Sociedade dos Esquizofrênicos: se o cara não gosta de um perfil na Web, por quê o segue na Rede Social? RESPEITE-SE A OPINIÃO!

Uma das coisas que mais me assusta no mundo virtual é a observação de que, em meio às pessoas de bem e sensatas que publicam suas opiniões, infiltram-se fanáticos que não aceitam as ideias alheias e querem impor a todo custo suas ideias.

São “donos da verdade”, “mestres do assunto” e justiceiros dos “tribunais de Facebook e Twitter”.

Cansa só de visualisá-los nas timelines, não?

E eles se fazem presentes nas 3 áreas mais conflitantes que o ditado popular tanto prega para se evitar discussão: Política, Futebol e Religião!

  1. Na POLÍTICA, se você critica o atual governo por alguma coisa qualquer, torna-se anti-Bolsonaro e por tabela lulista (mesmo tendo criticado Lula quando presidente e na época sendo taxado de fascista – termo que poucos conhecem profundamente mas que se usa popularmente desde  algum tempo). É Deus no Céu e Bolsonaro na Terra (ou: Deus no Céu e Lula na Terra, na visão extrema do outro radicalismo). Na verdade: bando de “paga-pau” de antes, que se tornam bajuladores de hoje e infelizmente podem ser influenciadores do amanhã. Isso vale àqueles que tem cargo de confiança em Prefeituras ou no Estado e se desesperam em garantir o emprego como ovelhas doutrinadas pelo pastor. Chega a ser nojento o fanatismo insensato e de conduta interesseira.
    Ops: não reclamo de quem apoia esse ou aquele, mas me perturba o “seguir cegamente” e querer impor sua opinião sobre a minha, desrespeitosamente.
  2. No FUTEBOL, acontece algo parecido. Se você criticar o Corinthians, é porque você é palmeirense. Na semana seguinte, dependendo do assunto, vira são-paulino. Dias depois santista ou volta a ser corintiano. E há aqueles que xingam, ofendem, falam o que querem pois alegam que “estão nas Redes Sociais”. E daí? A Educação só vale para o mundo real, no virtual prostitui-se a dignidade?
  3. Na RELIGIÃO, ficou tão chato quanto os outros tópicos. Dispensa se alongar no assunto.

Ô mundo complicado, vaidoso e de ocasiões oportunas…

Dito isso, fica a pertinente colocação: o cara se incomoda com o perfil do outro mas não deixa de seguir no Facebook, no Instagram ou no Twitter? Incompreensível! A Rede Social é livre, segue-se a quem quiser (ou não se segue a quem não se quer). Ponto final.

E pensar que as pessoas brigam por homens que buscam o poder, por alguns que jogam bola ou ainda por aqueles que se dizem ser mais íntimos dos outros junto a Deus…

– A água tônica é o grande remédio?

‪Cada pérola que se acha na Internet... e a moça não fica nem vermelha?‬

Quer dizer que a água tônica é boa contra o Covid-19? E a informacao secreta enfim foi revelada!

Só pode ter gravado essa barbaridade para aparecer… tal insanidade não é possível.

‪Em: https://twitter.com/WalfridoWarde/status/1250228747732647936/video/1‬

 

 

– O perigo do vício pela Internet.

Você sofre de compulsão digital?

Se auto-avalie,

Em: https://www.youtube.com/watch?v=6-YqQ2ag1S4

– Espelhos e Azulejos prejudicam o sinal da Internet

Parece “mito popular”, mas não é: banheiros, quartos espelhados e cozinhas podem prejudicar a qualidade do Wi-Fi, e por um motivo bem simples: a interferência de vidros e espelhos.

Olhe só, em: https://www.techtudo.com.br/listas/2018/11/entenda-por-que-o-sinal-da-internet-wi-fi-e-mais-lento-no-banheiro.ghtml

ENTENDA POR QUE O SINAL DA INTERNET WI-FI É MAIS LENTO NO BANHEIRO

Você tem a sensação de que o sinal de Wi-Fi fica mais fraco no banheiro do que em outros cômodos? Saiba que esso não é um mito e existe uma explicação para isso. Como a Internet sem fio é, na verdade, um conjunto de ondas de rádio que viajam pelo ar, está sujeita a diversos tipos de interferência, e o banheiro possui diversos “inimigos” da rede wireless.

Espelhos, azulejos, objetos de metal e até a água são os “vilões” de quem quer usar a Internet no cômodo sem sofrer com falhas de transmissão ou mesmo queda de sinal. A seguir, confira quais itens do banheiro que atrapalham sua rede Wi-Fi e o que fazer para driblar esse problema.

Os grandes vilões do Wi-Fi no banheiro são os espelhos. Quanto maior seu tamanho, maior é a chance dele interferir no sinal da Internet. Isso porque, por trás do vidro, há uma camada de metal, responsável por refletir a luz.

Dependendo do tipo de material, essa camada pode absorver parte do sinal de rádio, justamente porque o metal é um bom condutor de eletricidade. Outro problema é que, teoricamente, a reflexão das ondas eletromagnéticas pelo espelho pode anular as ondas de Wi-Fi que viajam em sentido contrário, o que prejudicaria a transmissão.

Da mesma forma que os espelhos, alguns tipos de azulejo também podem refletir sinal Wi-Fi. Outro problema é que, para colocar o azulejo na parede, é preciso usar cimento, e o material forma uma barreira que dificulta a penetração de ondas de radiofrequência. Se não fosse pela porta, isso tornaria o banheiro uma caixa isolante do sinal de Internet.

No banheiro, há também outros objetos de metal que podem interferir na conexão com a Internet. Pia, chuveiro e maçaneta são alguns exemplos. Como os materiais usados nesses produtos são condutores de eletricidade, logo, eles podem absorver algumas ondas eletromagnéticas emitidas pela rede Wi-Fi.

Cada objeto, por si só, não afeta tanto o sinal. O problema é que, no banheiro, existem mais de um, e o conjunto pode acabar deixando a velocidade de conexão mais baixa.

Outro item encontrado em qualquer banheiro, a água também afeta a intensidade do sinal Wi-Fi. Como já explicamos, a rede Wi-Fi nada mais é do que um emissor de ondas eletromagnéticas, e a água corrente é condutora de eletricidade. Logo, o líquido tende a absorver essas ondas, prejudicando o sinal. Muito por isso, aquários precisam ficar longe do roteador de uma casa, por exemplo.

Para entender melhor essa característica da água, é só lembrar como funcionam os micro-ondas – que, inclusive, operam na frequência de 2,4 GHz, a mesma de muitas redes wireless. A água presente na comida absorve as ondas eletromagnéticas emitidas pelo eletrodoméstico, espalhando calor.

Como não dá para tirar o espelho do banheiro ou arrancar o azulejo, a melhor saída para ter um sinal de Internet satisfatório nesse ambiente é mexendo no roteador. Uma opção é trocar o aparelho de lugar, de preferência para um ponto alto e centralizado do imóvel, posicionando as antenas corretamente. Lembre-se também de deixá-lo longe de dispositivos que interfiram na rede, como telefones sem fio e micro-ondas.

Se essa não é uma alternativa conveniente, uma saída é investir em um roteador novo, de preferência que opere também na frequência 5 GHz. Apesar de operar em um espaço mais curto, o sinal estará menos sujeito à interferência de roteadores vizinhos.

Quem já conta com esse recurso também pode avaliar comprar um repetidor ou um powerline, que compartilha o sinal de internet via rede elétrica. Ambos têm vantagens e desvantagens que precisam ser levadas em conta de acordo com as características da sua casa ou escritório.Por fim, uma opção barata é fazer um amplificador de sinal Wi-Fi caseiro, com uma garrafa PET e papel alumínio. Apesar do improviso, já foi comprovado que essa técnica funciona.

Não é mito: o truque da garrafa PET funciona — Foto: Thiago Rocha/TechTudo

– A cultura de ofender (sem sentir vergonha) nas Redes Sociais por política: UM APELO!

Se você não tem medo do Covid-19 e é partidário de que a quarentena é uma bobagem, saia para a rua. Se estiver temeroso, fique em casa.

Se achar que o povo está criando uma histeria desnecessária, mantenha a calma. Se acha que as precauções são necessárias, se policie.

Se você for de Esquerda ou de Direita, gay ou hétero, crente em qualquer crença ou ateu, palmeirense ou corintiano, caipira ou caiçara, moderninho ou conservador, que seja.

MAS… respeite quem não pensa igual! Não insista para que eu tenha a mesma opinião que a sua, que aja como você e tampouco tenha os seus mesmos anseios e valores.

A minha opinião é minha, sem viés, sem manipulação de ninguém. Só minha. Assim como creio que a sua, seja qual for, seja somente de você – sem influência de Fake News ou de lavagens ideológicas de quem for.

Mais especificamente, não estou nem aí se você é Bolsonaro, Lula, Dória, Marronzinho, Enéias ou Eymael. Seja da ARENA ou do PCO, respeitarei seu direito de expressão. Respeite o meu também.

Vivemos numa sociedade onde a pessoa quer ser seu amigo em Rede Social (seja qual for), mas vai lá encher o saco dela. E depois fica “magoadinha” porquê é bloqueada. Mas por quê isso ocorreu? Sou obrigado a aguentar chato tentando me catequisar, converter, lavar minha mente?

O pior: você emite educadamente sua ideia, procura manter o bom senso e, de repente, aparecem as pessoas que discordam de você que, ao invés de recíproca e educadamente escrever no mesmo tom de educação que leu, enche seu espaço de CTRL C + CTRL V com um monte de argumentos dos outros, já prontos e com palavras raivosas. Abarrota de palavrões, ofensas, e outras bobagens, achando que é natural fazer isso (sim, sou politicamente correto e entendo ser necessária a boa conduta). Se a pessoa não teve tom ofensivo mas sim opinativo, que raio de sanha maldosa e imbecil que o outro tem em perder tempo e ir te ofender gratuitamente? Eu não vou na sua página escrever coisas que você possa se ofender, não vá à minha também. E se veio, por quê insiste em ser amigo virtual?

O cara escreve te chamando de vários “nomes”, mas depois diz que não se referiu a você. Então cite a quem! Saiba escrever, arranhe e arrisque algumas palavras entendíveis e inteligentes. Mas o principal: seja educado, cidadão, democrático e justo.

As pessoas falam nas Redes Sociais como se “tudo pudesse”, um mundo sem escrúpulos nem leis de convivência. “Rasga a saia” e desanda a digitar o que não tem coragem de falar no frente-a-frente. Se dói por qualquer coisa. Liberdade de expressão não é direito de calúnia!

Insisto: argumentar e discutir é ótimo, mas IMPOR a sua opinião é desrespeito, fanatismo ou falta de educação.

Enfim, vida que segue onde as pessoas gratuitamente perdem tempo de entrar na postagem alheia simplesmente para exercer a atividade da imbecilidade, sem entender que se pode opinar contrariamente e não percebendo e nem tendo a sensibilidade de que não pode é atacar simplesmente por ignorância.

Que necessidade idiota é essa de atacar? A maldita ideia do “nós contra eles” dos anos 2000 voltou a todo vapor em 2021.

O apelo é: cada um respeitando o próximo, é o mínimo que a cidadania exige.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Trainees via… Orkut?

Calma! É apenas um repost para mostrar como o mundo se recicla e muda seus hábitos num período muito curto de tempo. Há apenas 10 anos, ganhava destaque o papel das Redes Sociais para a contratação de pessoas. E, o detalhe que chamava a atenção: o uso do Orkut, que nem existe mais! Compartilho: 

Cada vez mais as empresas usam Twitter, Orkut e Facebook para interação com candidatos a boas vagas de emprego. Compartilho interessante material do Estadão aos estudantes e recém-formados:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup481942,0.shtm

SELEÇÃO DE TRAINEES USA REDE SOCIAIS

por Carolina Stanisci

SÃO PAULO – Os longos e penosos processos seletivos de trainees têm ficado mais criativos e dinâmicos com as ferramentas online, como redes sociais. Ambev, Natura, Unilever e Reckitt Benckiser são algumas das que intensificaram o uso desses recursos este ano.    

Em agosto, a Natura postou no Youtube o vídeo “Próximos líderes”, que não revelava o nome da empresa. O material se disseminou na internet e ao todo 13,4 mil candidatos se inscreveram. “Queríamos alinhamento de valores, de visão de mundo”, diz Denise Asnis, gerente de Recursos Humanos da Natura.    

 Os inscritos ficaram hospedados em uma comunidade, onde analisavam vídeos e escreviam textos. “A abordagem foi excelente”, diz Amarílis Ventura, de 22 anos. Formada em Jornalismo e Empreendedorismo na PUC-RJ, ela aprova as etapas online nas seleções, menos as provas. “São padronizadas. Às vezes, é igual à nota de corte”, diz. Na da Unilever, ela viu um diferencial. O teste consistia num jogo de negócios online. “Você era ambientado na empresa e tinha que tomar decisões.”    

A Unilever também inovou em uma das fases eliminatórias. Os candidatos tiveram de criar um blog com a sua “visão de mundo”. Para enfrentar a tarefa, podiam usar a imaginação. Foi o que Flora Faria Rosa, de 25 anos, formada em Administração na Universidade Federal de Juiz de Fora, fez. “Escrevi sobre valores importantes para mim, como a diversidade e a educação”, diz ela, que frequenta a comunidade Trainee Brasil, no Orkut, para saber dicas.    

Apesar dos elogios, Flora foi eliminada na entrevista por telefone na Unilever. Seu colega de faculdade Miguel De Vito, de 22 anos, assim como Flora, foi eliminado numa entrevista por telefone. “O bom de fazer as coisas online é que é menos custoso e otimiza o tempo. Mas frente a frente você vê melhor as reações das pessoas”, diz Miguel, que ainda está no páreo no concurso da Natura.    

As empresas só veem vantagens no uso do online. “A qualidade dos currículos recebidos melhorou este ano”, conta Ricardo Monteiro, da área de recrutamento da Reckitt Benckiser, multinacional do setor de produtos de limpeza. A empresa tem um blog e uma página no Twitter alimentados por estagiários de vários países, incluindo o Brasil.  “Começamos com um blog, depois passamos para o Facebook e o Twitter”, conta. “Ano que vem, vamos fazer um jogo.”    

“As redes ajudam muito”, endossa Thiago Porto, gerente corporativo da Ambev. O Orkut foi usado para divulgar a empresa entre os jovens, com o jogo “Vai uma aí?”, em que eles provavam conhecer as marcas da empresa. O aplicativo vinha com link para o hotsite da Ambev, onde o candidato poderia se inscrever no programa, encerrado em setembro. O resultado foi o aumento significativo do número de inscrições: de 33 mil em 2008 para 60 mil.

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– INTERNET: Liberdade de Expressão ou Falta de Educação?

Já repararam que existe uma “molecada” que confunde Liberdade de Expressão com Desrespeito?

Quem disse que na Internet, tudo pode? Aparece cada valentão nas Redes Sociais… Pra começar, alguns textos parecem ser “raivosos”! Vai discutir com o autor para ver o que acontece…

Em: https://www.youtube.com/watch?v=8ghBg1hFl5g

– A criatividade e inovação proporcionadas pela Internet.

Gostei dessa imagem que retrata alguns gigantes empreendedores e sua relação com a Internet.

Impossível desprezar essas características tão marcantes dessas empresas:

– E o momento exato da surpresa de algo nunca imaginado?

Sempre me impressionou essa foto. Repost de 1 ano:

Já pensou o susto que os indígenas tiveram quando conheceram os artefatos portugueses em 1500 (arcaicos para nós hoje, comuns para as pessoas daqueles dias e inusitados para os silvícolas)?

Essa foto representa mais do que isso – quando pobres meninos de uma comunidade tribal do interior da África vêem um… iPad!

Extraído da publicação de Fotos de Fatos (@FotosDeFatos) no Twitter:

“O viajante inglês Louis Cole uma vez postou uma fotografia incomum no instagram, mostrando a reação dessas crianças de uma tribo africana vendo pela primeira vez um tablet. A fotografia logo viralizou na internet, em 2015”:

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A referência do crédito da foto está na citação do twitter acima.

– WhatsApp e os dados compartilhados com o Facebook: qual a novidade?

“Bombou” na Web a palavra #Telegram hoje. E por quê?

Porque o WhatsApp anunciou que forçará o usuário a permitir o compartilhamento de dados com o Facebook. Assim, clientes insatisfeitos fizeram subir a Rede Social concorrente Telegram como opção.

Que ninguém nos ouça: será que o Facebook já não usa dados das suas outras redes, como o próprio WhatsApp e o Instagram?

É de se ficar com a pulga atrás da orelha…

– Nunca os homens serão substituídos pelas máquinas em plenitude!

INTELIGÊNCIAOs aprendizados que as máquinas não conseguem ter e, só nós, humanos, poderemos adquirir!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=ClUgD_BUNq8

– E quando não existia a Internet em nossas vidas?

Ouço que em um levantamento da ONU registrou-se que no Brasil há 98 milhões de pessoas que não acessam a Internet. É mais ou menos a metade da população do país. A maioria por serem “analfabetos digitais”.

A comodidade da Internet nos ajuda (E MUITO), mas há 20 anos o acesso eram ínfimoHá 30 anos ela nem existia por aqui.

Criamos a necessidade de ter Internet, pois quando não a tínhamos, não sentíamos falta (ou achávamos isso). Idem ao telefone celular. Idem nossos antepassados com a energia elétrica. E é esse o ciclo das necessidades.

Enfim: precisamos da Internet no dia-a-dia, só que não podemos nos fazermos reféns dela!

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Como anda sua imagem nas Redes Sociais?

Você toma cuidado com o que posta na Internet?

Faz bom uso das Redes Sociais?

Sobre Reputação Digital, em: https://www.youtube.com/watch?v=4Om0jFCanyc

– Viciados por Redes Sociais?

A Revista Saúde trouxe uma interessante matéria sobre como as Redes Sociais podem fazer mal, principalmente “entristecendo a vida” das pessoas.

Duvida?

Veja, extraído de Revista Saúde é Vital, ed Out/13, pg 90

UM EFEITO COLATERAL DAS REDES SOCIAIS

Por Theo Ruprecht

Entre mais de 500 milhões de internautas interagindo no Facebook, 82 participaram de um estudo da Universidade de Michigan, sobre participam em Redes Sociais. Os cientistas descobriram que os momentos de menor satisfação com a vida coincidiam com os de maior número de visitas às páginas do Facebook. Por outro lado, quando conversavam com amigos pessoalmente ou por telefone, dificilmente as pessoas apresentavam melancolia.

“Em uma primeira análise, o site em questão parece ser um meio valioso de atender à necessidade humana por conexões sociais” afirma o psicólogo Ethan Kross, autor do trabalho. “Mas nossos achados sugerem que, em vez de aumentar o bem-estar, ele pode, na verdade, diminuí-lo”, conclui. Para não sabotar a própria alegria, melhor maneirar no tempo dedicado às redes sociais.

Na Noruega, a Universidade de Bergen detecta o vício pelo Facebook através do seguinte questionário:

  • 1- Você gasta muito tempo pensando no Facebook?
  • 2- Sente anseio de visitá-lo?
  • 3- Utiliza-o com o objetivo de esquecer seus problemas pessoais?
  • 4- Tentou, sem sucesso, controlar o uso do Facebook?
  • 5- Fica agitado ou preocupado se não consegue acessá-lo?
  • 6- Usa tanto que isso impacta no trabalho ou nos estudos?

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