– Mal de Alzheimer pode estar em vias de se descobrir a cura!

Vejam só: uma esperança àqueles que tem amigos e/ou parentes com Alzheimer. Um grupo de pesquisas conseguiu parar a degeneração causada em alguns casos, e em outros, reverteu o processo!

Extraído de:

http://brasiliaempauta.com.br/artigo/ver/id/2294/nome/Pela_primeira_vez_Doenca_de_Alzheimer_e_revertida_em_paciente

PELA PRIMEIRA VEZ DOENÇA DE ALZHEIMER É REVERTIDA EM PACIENTE

Por Simone de Moraes

A doença de Alzheimer foi revertida pela primeira vez no Canadá e com sucesso. Uma equipe de investigadores canadenses, da Universidade de Toronto, liderada por Andres Lozano, usou uma técnica de estimulação cerebral profunda, diretamente no cérebro de seis pacientes, conseguindo travar a doença. O estudo vem publicado na «Annals of Neurology».

Em dois destes pacientes, a deterioração da área do cérebro associada à memória não só parou de encolher como voltou a crescer. Nos outros quatro, o processo de deterioração parou por completo.

Nos portadores de Alzheimer, a região do hipocampo é uma das primeiras a encolher. O centro de memória funciona nessa área cerebral, convertendo as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo. Sendo assim, a degradação do hipocampo revela alguns dos primeiros sintomas da doença, como a perda de memória e a desorientação.

Imagens cerebrais revelam que o lobo temporal, onde está o hipocampo e o cingulado posterior, usam menos glicose do que o normal, sugerindo que estão desligadas e ambas têm um papel importante na memória.

Para tentar reverter esse quadro degenerativo, Lozano e sua equipa recorreram à estimulação cerebral – enviar impulsos elétricos para o cérebro através de eléctrodos implantados.

O grupo instalou os dispositivos perto do fórnix – um aglomerado de neurónios que enviam sinais para o hipocampo – dos pacientes diagnosticados com Alzheimer há pelo menos um ano. Os investigadores aplicaram pequenos impulsos eléctricos 130 vezes por segundo.

Testes realizados um ano depois mostram que a redução da glicose foi revertida nas seis pessoas. Esta descoberta pode levar a novos caminhos para tratamentos de Alzheimer, uma vez que é a primeira vez que foi revertida.

Os cientistas admitem, no entanto, que a técnica ainda não é conclusiva e que necessita de mais investigação. A equipe vai agora iniciar um novo teste que envolvem 50 pessoas.

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– O grande enigma de se estudar O TEMPO!

Compartilho uma matéria bem bacana, de dias atrás, sobre o estudo do TEMPO, a partir do físico quântico Carlo Rovelli.

Acha que estudar o tempo é coisa nova? Aristóteles e Santo Agostinho já falaram dele.

Extraído de: Veja, 02/05/2018.

O MAIOR ENIGMA DA FÍSICA

Em sua nova obra, o físico best-seller Carlo Rovelli se debruça sobre a questão que vem intrigando pensadores há milênios: a natureza do tempo.

No século VI a.C., o filósofo grego Anaximandro especulava: “As coisas se transformam umas nas outras segundo a necessidade e reconhecem o valor uma das outras segundo a ordem do tempo”. Essa é a constatação mais antiga de um pensador sobre qual elemento explicaria o fluxo do mundo — a saber, o tempo. Como ensina o físico quântico italiano Carlo Rovelli em seu novo livro, o impacto dessa ideia foi duradouro: “A astronomia e a física se desenvolveram seguindo a sugestão de Anaximandro: compreender como os fenômenos acontecem segundo a ordem do tempo”. Ao nomear seu tratado sobre o tema de A Ordem do Tempo, Rovelli faz referência óbvia ao postulado com mais de dois milênios de idade. Pensadores da Antiguidade explicavam os movimentos de estrelas e planetas de acordo com ciclos temporais. Equações só ganham sentido ao se considerar como as coisas mudam com o passar do tempo. Ocorre que Rovelli também contesta a concepção ancestral que vai, não sem ironia, embutida no título de seu livro. O tempo, afinal, é o maior enigma da física, e, quanto mais a ciência evolui, menos certezas há sobre sua natureza — e até existência.

– Se não usar, Enferruja!

Essa eu retirei do Twitter do amigo prof José Renato Santiago Sátiro:

A inteligência é como o ferro: por falta de uso, enferruja.” (Eugene Ionescu)

Alguém duvida?

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– Stephen Hawking vai para onde?

Morreu o físico britânico Stephen Hawking, coincidentemente no dia de nascimento de Albert Einstein. 

Dias atrás, escrevi sobre sua polêmica declaração de que o “Universo não fora criado por um Deus”.

Agora que ele se foi, a pergunta: pelas suas convicções e QI muito acima da média, ele diria que está indo para onde? Para o Céu? Para o Inferno? Para um outro Corpo? Para um Buraco Negro? Ou para lugar nenhum?

Abaixo:

O INTELIGENTÍSSIMO HAWKING E O SEU CETICISMO BURRO

Há pessoas que têm inteligência acima da média. O famoso físico britânico Hawking é um deles. Mas às vezes tanto conhecimento científico cega algumas pessoas à Luz da Fé.

Infelizmente, para muitos, há uma dificuldade de se conciliar Fé e Razão.

Leiam esse artigo sobre a criação do universo, recentemente publicado sobre o pesquisador tão renomado:

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,nao-e-preciso-um-deus-para-criar-o-universo-diz-hawking,639475,0.htm

“NÃO É PRECISO UM DEUS PARA CRIAR O UNIVERSO”, DIZ HAWKING

Cientista britânico polemiza papel da religião na criação do universo em seu novo livro

Em seu mais recente livro, “The Grand Design” (O Grande Projeto, em tradução livre), o cientista britânico Stephen Hawking, afirma que “não é preciso um Deus para criar o Universo”, pois o Big Bang seria “uma consequência” de leis da Física.

O fato de que nosso Universo pareça milagrosamente ajustado em suas leis físicas, para que possa haver vida, não seria uma demonstração conclusiva de que foi criado por Deus com a intenção de que a vida exista, mas um resultado do acaso”, explicou um dos tradutores da obra, o professor de Física da Matéria Condensada David Jou, da Universidade Autônoma de Barcelona.

Há 22 anos, em seu livro “Uma Nova História do Tempo”, Hawking via na racionalidade das leis cósmicas uma “mente de Deus”. O cientista inglês acredita agora que as próprias leis físicas produzem universos sem necessidade de que um Deus exterior a elas “ateie fogo” às equações e faça com que suas soluções matemáticas adquiram existência material.

Assim, aquela “mente que regia nosso mundo” se perde na distância dessa multiplicidade cósmica, segundo o tradutor.

Hawking admite a existência das equações como fundamento da realidade, mas despreza se perguntar se tais equações poderiam ser obras de um Deus que as superasse e que transcendesse todos os universos.

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– A Pior Fase do Ensino Brasileiro

Amigos, compartilho ótimo material do Portal IG a respeito do pior dos níveis de ensino no Brasil: o Ensino Médio.

De 9,4 milhões de jovens entre 14 e 17 anos, 1 milhão está fora da escola.

Dos que estudam, 49,8% não concluem o Ensino Médio.

Daquele que concluem, apenas 10% tem desempenho verdadeiramente aceitável.

Estarrecedor!

Extraído de: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/ensino+medio+a+pior+etapa+da+educacao+do+brasil/n1238031482488.html

ENSINO MÉDIO: A PIOR FASE DA EDUCAÇÃO DO BRASIL

Por Cinthia Rodrigues

Há duas avaliações possíveis em relação à educação brasileira em geral. Pode-se ressaltar os problemas apontados nos testes nacionais e a má colocação do País nos principais rankings internacionais ou olhar pelo lado positivo, de que o acesso à escola está perto da universalização e a comparação de índices de qualidade dos últimos anos aponta uma trajetória de melhora. Já sobre o ensino médio, não há opção: os dados de abandono são alarmantes e não há avanço na qualidade na última década. Para entender por que a maioria dos jovens brasileiros entra nesta etapa escolar, mas apenas metade permanece até o fim e uma pequena minoria realmente aprende o que deveria, o iG Educação apresenta esta semana  uma serie de reportagens sobre o fracasso do ensino médio.

O problema é antigo, mas torna-se mais grave e urgente. As tecnologias reduziram os postos de trabalho mecânicos e aumentaram a exigência mínima intelectual para os empregos. A chance de um jovem sem ensino médio ser excluído na sociedade atual é muito maior do que há uma década, por exemplo. “Meus pais só fizeram até a 5ª série, mas eram profissionais bem colocados no mercado. Hoje teriam pouquíssimas e péssimas chances”, resume Wanda Engel, superintendente do Instituto Unibanco, voltado para pesquisas educacionais.

Ao mesmo tempo, a abundância de jovens no País está com tempo contado, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). O Brasil entrou em um momento único na história de cada País em que há mais adultos do que crianças e idosos. Os especialistas chamam o fenômeno de bônus demográfico, pelo benefício que traz para a economia. Para os educadores, isso significa que daqui para frente haverá menos crianças e adolescentes para educar.

“É agora ou nunca”, diz a doutoranda em Educação e presidente do Centro de Estudos e Memória da Juventude, Fabiana Costa. “A fase do ensino médio é crucial para ganhar ou perder a geração. Ali são apresentadas várias experiências aos adolescentes. Ele pode se tornar um ótimo cidadão pelas décadas de vida produtiva que tem pela frente ou cair na marginalidade”, afirma.

HISTÓRIA DESFAVORÁVEL

O problema do ensino médio é mais grave do que o do fundamental porque até pouco tempo – e para muitos até agora – a etapa não era vista como essencial. A média de escolaridade dos adultos no Brasil ainda é de 7,8 anos e só em 2009 a constituição foi alterada para tornar obrigatórios 14 anos de estudo, somando aos nove do ensino fundamental, dois do infantil e três do médio. O prazo para a universalização dessa obrigatoriedade é 2016.

Por isso, governo, ONGs e acadêmicos ainda concentram os esforços nas crianças. A expectativa era de que os pequenos bem formados fizessem uma escola melhor quando chegassem à adolescência, mas a melhoria no fundamental não tem se refletido no médio.

Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a questão envolve dinheiro. Quando o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef) foi criado, em 1996, repassava a Estados e municípios verba conforme o número de matrículas só naquela etapa. “O dinheiro não era suficiente para investir em tudo e foi preciso escolher alguma coisa”, diz o especialista.

A correção foi feita em 2007, quando o “F “da sigla foi trocado por um “B”, de Educação Básica, e os repasses de verba passaram a valer também para o ensino médio. “Só que aí, as escolas para este público já estavam sucateadas”, lamenta Cara.

A diferença é percebida pelos estudantes. Douglas Henrique da Silva, de 16 anos, estudava na municipal Guiomar Cabral, em Pirituba, zona oeste de São Paulo, até o ano passado quando se formou no 9º ano. Conta que frequentava a sala de informática uma vez por semana e o laboratório de ciências pelo menos uma vez por mês.

Em 2010, no 1º ano do ensino médio, conseguiu vaga na escola estadual Cândido Gomide, que fica exatamente em frente à anterior. Só pelos muros de uma e outra, qualquer pessoa que passa por ali já pode notar alguma diferença de estrutura, mas os colegas veteranos de Douglas contam que ele vai perceber na prática uma mudança maior.

“Aqui nunca usam os computadores e não tem laboratório de ciências”, afirma Wilton Garrido Medeiros, de 19 anos, que também estranhou a perda de equipamentos quando saiu de uma escola municipal de Guarulhos, onde estudou até 2009. Agora começa o 2º ano na estadual de Pirituba, desanimado: “Lá também tinha mais professor, aqui muitos faltam e ninguém se dedica.”

Até a disponibilidade de indicadores de qualidade do ensino médio é precária. Enquanto todos os alunos do fundamental são avaliados individualmente pela Prova Brasil desde 2005, o ensino médio continua sendo avaliado por amostragem, o que impossibilita a implantação e o acompanhamento de metas por escola e aluno e um bom planejamento do aprendizado.

A amostra, no entanto, é suficiente para produzir o Índice da Educação Básica (Ideb), em que a etapa é a que tem pior conceito das avaliadas pelo Ministério da Educação. Foi assim desde a primeira edição em 2005, quando o ensino médio ficou com nota 3,4; a 8ª série, 3,5; e a 4ª série, 3,8; em uma escala de zero a 10. Se no ensino fundamental ocorreu uma melhora e em 2009 o conceito subiu, respectivamente, para 4 e 4,6, os adolescentes do ensino médio não conseguiram passar de 3,6.

“A etapa falha na escolha do conteúdo, que não é atrativo para o estudante, e também não consegue êxito no ensino do que se propõe a ensinar”, diz Mateus Prado, presidente do Instituto Henfil e colunista do iG que escreverá artigos especialmente para esta série, que durante os próximos dias conduzirá o leitor a conhecer o tamanho do problema e refletir sobre possíveis soluções.

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– O Cérebro nos bancos dos réus!

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no Banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro “Who’s in charge”?, onde ele diz que:

A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade. O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

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– A ignorância e a insensatez

Foi dito há milênios, mas continua atual:

O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete.”

Aristóteles, na Grécia Antiga

Não necessita de maiores discussões.

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– Um Diretor Sensível e Humanista

Alexandre Versignassi é diretor-superintendente da Revista Superinteressante. E o executivo teve uma atitude magnífica, dias atrás!

Tudo começou com a Marina, minha filhota de 8 anos. Ela adora ler jornais e revistas comigo, e, questionadora do jeito que ela é, imaginem a “indignação” dela ao ler uma matéria da revista sobre a “Teoria dos Terraplanistas” (criada pelas pessoas que defendem que o planeta Terra seja plano).

O link da matéria está aqui: https://super.abril.com.br/ciencia/a-ciencia-da-terra-plana/

Não deu outra! A Marina resolveu escrever uma carta, redigida à mão e com outras partes em computador, ilustrada e didaticamente montada falando sobre as provas de que a Terra era redonda e pontuando erros dos terraplanistas.

O bacana é que Alexandre Versignassi não só leu com tanta atenção, mas foi extremamente gentil publicando carinhosamente a cartinha dela, tecendo elogiosos comentários e compartilhando com amigos. Confesso que, ocupado como ele deve ser, surpreendeu-me positivamente!

Escreveu com as fotos em sua rede social:

Coisa linda essa leitora de 8 anos da Super. Ela leu com o pai nossa matéria sobre as sandices dos terraplanistas, e fez questão de mandar uma carta mostrando as provas empíricas que colheu sobre o fato de que sim, vivemos sobre uma bola gigante.

Olha só as explicações da Marina:

Papai coruja fica orgulhoso…

– O Manual dos Bixos da Unicamp

Trote em universidade é coisa velha. Está ultrapassado, fora de moda. Bolinar sobre os calouros não tem graça.

Há dois anos, eis que um grupo de veteranos da Unicamp pisou na bola: criou um “manual dos bixos”; grosseiro, machista e indevido.

Como o assunto volta à discussão nesse período de início (ou reinício) de aulas para muitos no pós-Carnaval, compartilho abaixo, a fim de que se discuta e se evite tais bobagens como essas, abaixo.

Extraído de: http://www.istoe.com.br/assuntos/semana/detalhe/447423_?platform=hootsuite

MANUAL DOS BIXOS

Um manual de calouros causou polêmica e revolta entre alunos do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O Manual de Sobrevivência do Bixo, com cerca de dez páginas, diz que “os bixos deve ser submisso ao veterano” e que “são uma raça inferior e por isso não podem exigir nada”. Há menção ao consumo de bebida alcoólica, mesmo que prejudique os estudos, e traz ainda frases machistas como “ache a beleza por partes: um dia você pega uma feia com coxa boa, outro dia uma feia com o peito bom”.

O manual dos calouros, tradicionalmente divulgado durante a recepção dos estudantes, traz dicas para se familiarizar ao ambiente universitário e mostra quais são as festas organizadas pelos alunos, entre outras informações. Mas o guia da Engenharia Mecânica foi “além” e traz até um “guia das mulheres”, com cantadas e frases consideradas machistas.

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– Uma Doutora em Química.

Ufa, ACABOU!

Com alegria, eis a mais nova DOUTORA: Dra Andréia de Melo Porcari, que há pouco defendeu sua tese no Doutorado em Química (e foi aprovada com louvor).

Parabéns, esposa Querida!

– Família proibida de praticar homeschooling no Brasil: atraso ou não?

Educar os filhos em casa é uma questão sempre muito discutida. O ensino formal realizado pelos pais ainda é um tabu por aqui.

No Brasil, recentemente um casal foi proibido de tal prática pela Justiça.

Correto ou não? O que você pensa sobre isso?

Abaixo, extraído de: https://veja.abril.com.br/blog/parana/familia-adepta-de-ensino-domiciliar-pode-perder-guarda-de-filhos/

FAMÍLIA ADEPTA DE ENSINO DOMICILIAR PODE PERDER GUARDA DE FILHOS

Juíza obriga pais a matricularem filhos em escola regular, mas família diz que vê vantagens na prática e não pensa em voltar atrás

Por Guilherme Voitch

Um casal de São Pedro do Paraná, no Noroeste do estado, deve matricular seus três filhos em idade escolar em um colégio da cidade, sob pena de perder a guarda deles, que têm 16, 13 e seis anos de idade. A juíza de família Stephanie Assis Pinto de Oliveira deu prazo de 15 dias para que a ordem seja cumprida.

O casal adota a prática do homeschooling, quando a educação formal dos filhos é feita em casa. O modelo de ensino domiciliar é bastante comum e aceito nos EUA, por exemplo, mas ainda não tem regulamentação no Brasil. Estima-se que cerca de três mil famílias sejam adeptas da prática no país.

Em seu despacho, a juíza afirma que os pais estão “se omitindo nos deveres decorrentes do poder familiar”. Diz a magistrada no despacho: “Por mais instruída e culta que seja uma pessoa, é praticamente impossível que tenha conhecimento aprofundado em todas as áreas, nunca chegando a se igualar a profissionais especializados em matérias específicas”.

O advogado da família, Frederico Junkert, fez um pedido de reconsideração à juíza com base em uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Roberto Barroso. “Ao analisar um recurso extraordinário em um caso de homeschooling, o ministro determinou a suspensão de todos os processos referentes à matéria até que o Supremo consolide um entendimento.”

Junkert afirma ainda que vai utilizar na defesa a avaliação de um psicólogo, feita a pedido do próprio Ministério Público do Paraná (MP-PR). “O laudo evidencia que não há nenhum prejuízo para as crianças. Pelo contrário. O psicólogo atesta que elas são educadas, calmas e sociáveis”, ressalta.

Procurada, a assessoria do MP informou apenas que o entendimento do Centro de Apoio Operacional das Promotorias da Criança e do Adolescente (Caop) é de que “afastar o aluno do ambiente escolar configura grave lesão ao direito à educação”.

Sem volta

A família, por sua vez, afirma que não pensa em voltar atrás. “Temos certeza do que estamos fazendo o melhor para nossos filhos, garantindo a eles uma educação mais ampla”, diz a mãe Iliani Maria da Silva Vieira, que é formada em Pedagogia — o casal ainda tem dois filhos mais novos, de três e um ano. Segundo ela, a ideia de adotar o ensino domiciliar veio de uma insatisfaçãocom o modelo de educação tradicional.

“O resultado é bem claro. Eles não aprendem mais algo só para passar de ano. Tornaram-se mais curiosos e estão sempre pesquisado”, diz a mãe, principal tutora das crianças. “Meu marido é servidor público e trabalha fora, mas ele ajuda muito. Toda família ajuda. O relacionamento das crianças com outras pessoas melhorou muito. Hoje elas sabem respeitar uma criança mais nova, pessoas de mais idade.”

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– Os Analfabetos Funcionais Brasileiros

Segundo a Unesco em seu relatório divulgado no Dia Internacional da Alfabetização, o Brasil é o 8o maior país do mundo com analfabetos funcionais adultos. Ou seja: sabe ler e escrever com muita dificuldade mas que praticamente não consegue interpretar textos.

E esse número representa, pasmem, 33 milhões de brasileiros (ou 18% da população). É muita coisa… e isso deixa claro que a qualidade do ensino é péssima, já que boa parte deles tem primeiro grau completo.

Essa foto mostra a situação em 2009 de forma irônica. Como seria em 2017? Igual, infelizmente?

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– Leonardo Da Vinci antecipou em 500 anos a existência do Mesentério

O Mesentério, descoberto há algumas semanas, é a prova de que Leonardo Da Vinci (o primeiro a relatar o desconhecido órgão do corpo humano – há 500 anos) era um gênio incrível!

Extraído de: http://istoe.com.br/da-vinci-ja-sabia/

DA VINCI JÁ SABIA

Médicos da Irlanda anunciam a descoberta de novo órgão do corpo humano, localizado no abdome. Mas o gênio italiano havia descrito o mesentério cinco séculos atrás

Por Cilene Pereira

Entre outros tesouros, Leonardo da Vinci (1452-1519) deixou para a humanidade desenhos de objetos que só se materializariam séculos depois, como o helicóptero. Na semana passada, outra demonstração da genialidade do artista italiano foi revelada com o anúncio da descoberta de um novo órgão no corpo humano. Localizado no abdome, o mesentério é uma dobra dupla do peritônio, o revestimento da cavidade abdominal. Até hoje, era visto apenas como um ligamento do aparelho digestivo, mas estudos realizados ao longo de seis anos pelo irlandês John Calvin Coffey, da Universidade de Limerick, na Irlanda, demonstraram que ele é mais do que isso. “É, na verdade, uma estrutura única e contínua, ao contrário do que pensávamos”, explicou o médico. “Trata-se de um órgão.”

Em suas magistrais ilustrações sobre o corpo, da Vinci antecipou o que a ciência agora referenda. Entre suas anotações, está uma na qual ele dedica ao mesentério um desenho próprio, incrivelmente parecido com o órgão descrito na semana passada. As anotações de da Vinci a respeito da anatomia humana seguem até hoje exercendo fascínio. No Homem Vitruviano, espetacular desenho criado por volta do ano de 1490, o artista retrata uma figura masculina sobreposta em duas posições diferentes. Os traços são considerados uma das mais refinadas demonstrações das proporções do corpo feitas até hoje.

Os registros de da Vinci são fruto de sua curiosidade sobre as formas humanas – característica que marcou os artistas do Renascimento, período no qual a figura do homem readquiriu relevância, enfraquecida na Idade Média. Ao longo da vida, ele dissecou pelo menos vinte cadáveres no intuito de conhecer o interior do organismo. A descoberta de Coffey, cerca de cinco séculos depois, aconteceu após análise anatômica – muito com base em exames de imagem – e funcional/metabólica do mesentério. O mistério que ainda persiste é saber para que serve o novo órgão. “É preciso decifrar como ele funciona e qual seu papel”, diz o médico Sérgio Roll, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo. A princípio, acredita-se que pode ter impacto na diabete tipo 2 ou na Doença de Chron (patologia inflamatória que atinge o intestino).

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– Dica de Monteiro Lobato

Sabedoria indiscutível:

Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê.”

Monteiro Lobato

Quer discordar? Eu não ousaria…

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– “Pele Humana” em Laboratório? Já é possível…

A inteligência humana, se bem usada, impressiona pela sua grandiosidade!

Para testar seus produtos, o Boticário criou PELE em laboratório.

Uau!…

Abaixo, extraído de: https://t.co/mZbp2xtJBi

BOTICÁRIO CRIA PELE EM LABORATÓRIO PARA TESTAR CREMES E MAQUIAGENS

O Grupo Boticário está usando uma pele criada em laboratório, para testar produtos, como cremes e maquiagens. A tecnologia foi desenvolvida pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento do grupo, localizado em São José dos Pinhais (PR).

Para fazer a pele, a empresa usa células isoladas a partir de tecido descartado de cirurgias plásticas. Segundo a empresa, O uso desse tecido só é feito quando há o consentimento do doador e autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

É possível realizar vários testes numa mesma unidade de pele reconstituída, que dura sete dias.

Segundo a empresa, além de evitar testes em animais, a tecnologia leva a uma redução no número de testes com humanos. Permite, ainda, maior fidelidade e confiabilidade aos testes.

Camada por camada

De acordo com o grupo, no laboratório, a pele é formada célula a célula, camada por camada, para se assemelhar à pele humana.

Primeiro, é feita a derme, composta por fibroblastos, que são responsáveis pela produção de proteínas que dão firmeza e elasticidade à pele.

A camada formada a seguir é a epiderme, composta por células chamadas de queratinócitos (responsáveis pelas funções de barreira e proteção do corpo) e melanócitos (que dão coloração à pele).

“A companhia já não realiza testes em animais nos produtos que desenvolve há mais de 15 anos e apoia a eliminação dessa atividade com a adoção das melhores práticas para o desenvolvimento dos produtos”, afirma, em nota, o gerente de pesquisa biomolecular do Grupo Boticário, Márcio Lorencini.

Segundo a assessoria de imprensa, a empresa não tem a intenção de comercializar sua tecnologia, mas está disposta a compartilhar conhecimento a partir da Rede Nacional de Métodos Alternativos (Renama).

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– Invenções práticas e inteligentes: falta somente o empurrãozinho…

Muitas pessoas são natas empreendedoras, faltando apenas o dinheiro para que suas boas ideias se concretizem. Às vezes, são pequenos e práticos inventos criativos que ajudam no dia-a-dia e ninguém nunca pensou nisso.

Digo isso pois conheci a página virtual do inventor Paulo Gannam, que nunca vi pessoalmente, mas me admirei pelo seu trabalho e inteligência

Recebi a mensagem dele e faço questão de compartilhar. E quem quiser investir em seus empreendimentos, acho muito pertinente. Abaixo, alguns exemplos:

Veja estes 4 posts das minhas invenções que já estão com patente requerida no INPI:
 
 
 
 
 
 Além destes produtos, tenho mais de 800 ideias “cruas” estocadas (não desenvolvidas e sem patente, somente breve descrição apontando um problema e sua solução pela criação de um novo produto), e procuro startups, empreendedor, investidor etc, para me ajudar a peneirar estas ideias, desenvolvê-las, patenteá-las e lançá-las no mercado.
 
Procuro ainda apoio para inserir projeto de alteração da lei de propriedade industrial, da lei de inovação e de alteração na CF para melhorar as condições de trabalho e direitos de inventores autônomos, pessoas físicas.
 
Escrevi alguns artigos sobre o tema invenções e inovações que poderiam ajudar
 
Veja dois deles:
 
 
Aqui um videozinho que fiz em meu celular, de 11 minutos, falando sobre o meu trabalho como inventor
 
Paulo é um cara de ideias e propósitos incríveis, como se vê. Que tal ajudá-lo? Quem tiver parceiros ou contatos que possam viabilizar tais empregos, replique!

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– Que raça é esse boi?

Investir em pesquisa científica vale a pena!

A Embrapa e a Universidade do Piauí conseguiram com sucesso cruzar bovinos nelores com curraleiras “pé-duro”. Resultado: uma raça de boi com 25% a mais de carne macia aproveitável!

Ah se investíssemos em nossas cabeças pensantes… 

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– Um Atlas que ensina errado?

Dias atrás, comprei para minha filha o “Meu Primeiro Atlas em 3D”, da Editora Happy Books. A Marina tem 8 anos e adora mapas, globos terrestres (tem 5, é mole?) e está craque em capitais de países e estados.

Mas não é que hoje, estudando por conta própria Geografia com ela (sim, sobrou tempo no domingo para isso) descobrimos que, no Atlas, está escrito que a América do Norte agrupa 23 países?

Isso mesmo: 23 (vinte e três)! Ora bolas, são apenas 3 (três) nações: México, Estados Unidos e Canadá. E aqui nem adianta falar que houve a confusão com a América Anglo-Saxônica (que são os de colonização de língua inglesa: Canadá e EUA) ou América Latina (do México para baixo) ou ainda a América Central, ou Inteira, ou blá-blá-blá!

Ô caríssima Happy Books, cuidado na revisão. Não se pode ensinar as crianças errado. E custou caro: R$ 49,00!

– E se você tivesse uma Memória que não esquecesse nada?

Imagine uma “Supermemória”, uma espécie de “Amnésia ao contrário”?

Algo incrível, não?

Pois existem pessoas com essa memória fantástica, onde você lembra de mínimos detalhes de coisas normalmente esquecíveis. Porém, não são mais do que 20 “escolhidos”.

Abaixo, extraído de: Isto É, ed 2238,pg 27

O HOMEM DA SUPERMEMÓRIA

por Antonio Carlos Prado e Laura Daudén

A OMS acredita que não mais de 20 pessoas em todo o planeta sejam portadoras de hipertimésia – espécie de amnésia ao contrário que leva a pessoa a lembrar com exatidão e nos mínimos detalhes as situações mais rotineiras vivenciadas no dia a dia de duas décadas atrás. Um desses portadores é o britânico Aurelien Hayman. A causa de sua supermemória: na esmagadora maioria das pessoas, é o lobo frontal direito do cérebro que armazena memórias de longo prazo. No caso de Hayman, também o lobo frontal esquerdo e o lobo occipital cumprem essa função.

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– A Preguiça é o segredo do sucesso!

Curioso. Walcyr Carrasco, autor de novelas, escreveu em sua coluna semanal na Revista Época que sua grande fonte de inspiração é a… preguiça!

Além disso, para ele:

A preguiça é uma vantagem para a sobrevivência, que faço questão de exercer.

Como eu não tenho um salário polpudo como noveleiro da Globo, não posso exercer minha vontade de nada fazer. Que pena!

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– A Microsoft e o Projeto Hanover em busca da Cura do Câncer

Quanto mais gente investir na cura do câncer, melhor. Eis que a Microsoft quer, em 10 anos, alcançar esse objetivo com o Projeto Hanover.

Sobre ele, abaixo, extraído da IstoÉ desta semana:

MICROSOFT E A CURA DO CÂNCER

Estudiosos de todo o mundo debruçam-se em pesquisas em busca da cura do câncer. Cada tese formulada gera uma imensidão de dados, e utilizar essas informações de maneira organizada e conjunta pode ser o passo que falta para o avanço científico. É por isso que a Microsoft, indústria de softwares, anunciou que pretende descobrir a cura da doença nos próximos 10 anos com o projeto Hanover, uma base de dados que, com algoritmos gerados a partir de pesquisas, irá ajudar os cientistas.

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– Confiança no seu trabalho: você a tem?

Ótimo artigo para profissionais de qualquer ramo: o quanto “você confia no seu taco?”

Compartilho esse comprido, irreverente, diferente e ótimo texto!

UM PAPO SOBRE CONFIANÇA E BUNDAS-MOLES

Por Matheus de Souza (https://www.linkedin.com/in/matheusdesouza)

Tem tantas pessoas talentosas por aí desperdiçando seu potencial por falta de confiança. Elas esperam que os outros acreditem nelas, mas não acreditam em si mesmas. Isso dói, cara.

A confiança é a base onde nossas vidas estão construídas. A confiança deve estar presente em relacionamentos, parcerias de negócio, lançamentos de produtos. Deve estar no botão enviar. No publicar. A confiança leva as coisas adiante.

Viver socialmente requer que, na maioria das vezes, não compartilhemos nossas opiniões, pensamentos e pontos de vida sobre o mundo. A sociedade quer que você seja um trabalhador dócil. Que escute as regras e faça seu trabalho para que as engrenagens continuem rodando.

Ah, e não podemos esquecer de bater o ponto. A sociedade pira quando não o fazemos. Já que, pra ela, o que importa são as horas trabalhadas, não o resultado entregue. E os prazos? Amigo e amiga, foda-se a criatividade quando se tem um prazo. É engraçado que a palavra inglesa pra isso seja deadline. Numa tradução literal, data limite. Pra nossa criatividade, a data da morte. Aos poucos os deadlines, cada vez mais apertados, vão nos corroendo por dentro. E nos matando.

Só há uma versão de você — por que desperdiçar seu talento?

Pra começar, saiba que você é um ser singular. Não há ninguém como você no mundo. Ninguém com suas experiências de vida, suas vivências ou seus pontos de vista.

Eu sei que isso soa meio insosso, mas é verdade, parceiro. Ninguém sabe a merda que você passou e acredito que você deva ter algum dom para compartilhar com o mundo.

O meu eu acho que é a escrita. Ela tem me proporcionado momentos únicos cada vez que clico em publicar. Das trocas de experiências nos comentários à mais recente loucura que a internet me proporcionou: hermano traduziu texto meu pro espanhol e saí numa revista de negócios gringa. E aí te/me questiono: se no primeiro comentário negativo — e acredite, mano, tem uma galera que não pega leve — eu tivesse abandonado a escrita?

Para ter uma confiança inabalável em si mesmo, você precisa ser razoável. E você precisa violar algumas normas sociais. Provavelmente uma das melhores coisas que aprendi na faculdade foi que muitas dessas regras nos são autoimpostas. E aí te digo que nossos destinos podem ser controlados se alterarmos essas regras. Pise fora da zona de conforto e você nunca mais terá vontade de voltar pra ela. Desafie os outros, desafie os conceitos de certo e errado.

Eu meio que tô fazendo isso nesse texto. O padrão imposto pelas normas de marketing de conteúdo, ou melhor, pelos algoritmos dos mecanismos de busca, é que eu use um conjunto de técnicas de SEO. Sabe aqueles textos que eu e muitos por aí fazemos do tipo “X dicas pra você”? Fazemos isso porque é mais fácil você clicar no texto com um título desses. As dicas numeradas, inclusive, utilizam um recurso chamado heading tags. São esses subtítulos que garantem que você nos encontre no Google quando faz uma pesquisa.

Me pergunta se curto escrever nesse estilo? Acho uma bosta. Meu autor favorito é o Jack Kerouac, não o insira o autor mais vendido de autoajuda do momento. Mas a parada é que eu tô no jogo, sacou? Meu negócio é o texto corrido, uns palavrões, umas gírias. Não tenho paciência pra esses artigos enlatados — o que pode soar completamente contraditório, já que também faço isso e, inclusive, vendo isso —, mas é como falei: eu tô no jogo. Não fossem esses padrões (veja eles aí novamente), você provavelmente não teria lido meus outros textos. E talvez nem leia esse, já que tô fugindo do padrão.

O ponto é que tem muita gente querendo passar uma mensagem legal, mas essa galera acaba sendo obrigada a se colocar dentro de um padrão para que o seu trabalho chegue a um público maior. Pode nos chamar de vendidos, se você se sentir melhor com esse termo. E aí, cara, acabamos todos no mesmo balaio. Essa é a real. Você sai no G1, as pessoas te elogiam, seu ego vai nas alturas, todo mundo fica feliz. E vão surgindo as alcunhas. Guru do empreendedorismo, empreendedor de palco, meninos e meninas do Vale. E quando rola uma treta tipo o lance da Bel Pesce, toda uma geração é posta em xeque. A sociedade não perdoa.

Mas vamos falar sobre empreendedorismo. E vou mudar de assunto sem colocar uma tag h3 como subtítulo. Vemos as notícias e histórias do Vale do Silício e tentamos replicá-las aqui. Mas é foda, cara. São poucas as sociedades que incentivam o empreendedorismo. E o Brasil não é uma delas. Os americanos, com quem temos uma relação de amor e ódio, desde pequenos são incentivados a pensarem por conta própria e expressarem seus talentos para o mundo. É por isso que eles são fodas em várias áreas. Tem os melhores atores, os melhores esportistas, os melhores tudo — tá, não é só por isso, mas ajuda muito.

Sem falar das leis fiscais. Tenta abrir uma empresa nos EUA e uma no Brasil. E os programas de apoio e fomento à startups? Ah, mas no Brasil tem vários editais. Vou contar um caso pra vocês, então. Sou sócio do Projeto CR.U.SH, uma startup de mobiliário digital open source. Na metade do ano fomos contemplados no Sinapse da Inovação, um programa de incentivo a criação de empresas de tecnologia do estado de Santa Catarina. Prêmio de R$60 mil e uma bolsa de R$2.500,00 durante 1 ano. Estamos em meados de setembro. Pergunta se já recebemos? Três meses de atraso — até agora. Cê acha que os gringos iam dar um mole desse?

A real sobre confiança

Tem outro princípio sobre o uso das heading tags que é a escaneabilidade. Essa não tem haver com os mecanismos de busca. O negócio é com o elemento humano atrás da tela. Esses subtítulos ajudam o leitor a escanear o texto em busca de informações relevantes. Do contrário, há o risco do cara pensar “ah, não tô com saco pra textão”. E aí ele clica no x e aquelas horas que você passou escrevendo não valeram 10 segundos do tempo dele.

Mas voltemos pra confiança. Eu tenho uma troca muito legal com o meu público no LinkedIn e sempre rolam alguns insights lendo os comentários. Uma coisa que notei esses tempos é que muitos de nós somos extremamente idealistas quando jovens, mas com o passar do tempo, quando precisamos nos estabelecer num trabalho comum das 08h às 18h e, principalmente, que pague nossas contas, muitos dos nossos sonhos e esperanças desaparecem e começamos a perder a confiança em nós mesmos. Perdemos aquele brilho nos olhos, saca? Nossos dias ficam cinzentos, você entra em modo automático e apenas torce para que o final de semana chegue logo.

Mas, cara, é seu dever ter confiança em si. Quando você tem um forte senso de dever, seus medos tornam-se menos reais e fica mais fácil compartilhar seus dons com os outros. Eu morria de medo de publicar meus textos online. Nos 20 primeiros, por aí, fechei a seção de comentários. Não estava preparado para o feedback. Aí um dia recebi um e-mail de um cara dizendo que adorava meus textos, mas nunca teve a oportunidade de comentar isso neles. Pensei: porra, cara! Ó o que eu tô perdendo.

Cada vez que me sento nessa cadeira é uma luta pra escrever e fazer o trabalho criativo. Tem vários dias que sento aqui, fico olhando o cursor do editor de texto piscar e não acontece nada. Pego um café, perco um tempo procurando uma playlist com o termo concentração no Spotify e tento de novo. O tempo passa e vou me frustrando. Será que não tenho mais nada para contribuir com os outros? A fonte secou? Secou nada, cara. Tu és foda. Eu sou foda. Cadê a confiança?

Minha confiança aumentou muito quando percebi que fragmentos do que eu escrevo podem ajudar alguma situação vivida por alguma pessoa em algum lugar do mundo. Sim, em algum lugar do mundo. Tenho leitores de toda a comunidade que compartilha a língua portuguesa. Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor Leste, Macau, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e, claro, Portugal. Esqueci de alguém? Escrevi de cabeça, hoje acordei meio puto com o Google. Ah, tem também a galera que leu aquele meu texto em espanhol. A AmerícaEconomía circula em toda a América Latina, então o texto chegou pra muita gente.

E aí me perguntam: Tá, Matheus, mas estás ganhando dinheiro com o blog? Mas porque o foco de tudo o que fazemos é o dinheiro, porra? Não sou hipócrita, gosto de dinheiro, mas pô… Não tem dinheiro que pague a sensação de ver que, de alguma maneira, você fez a diferença na vida de alguma pessoa. E isso é o tipo de coisa que só rola quando você destrói seus medos e tem confiança em si. No meu caso, só rolou quando permiti que as pessoas comentassem em meus textos.

Muitos de nós não deixamos um legado porque temos medo de que nossas necessidades básicas, ou melhor, as necessidades básicas impostas pela sociedade não sejam atendidas. O carro novo, a casa maior, as roupas de marca. E digo legado porque você sabe, né, um dia todos nós vamos embora dessa vida. Serião. Ou seja, cê tem uma chance, parceiro.

Seja um tolo

Tô sendo tolo ao pensar que terei quase 1 milhão de visualizações com este escrito igual tive neste texto. Mas eu precisava disso. Qualquer um que vai contra as regras da sociedade é visto como um tolo. Foi assim com vários caras fodões que fizeram coisas grandiosas. Pra nossa geração o mito dessa descrição é, certamente, Steve Jobs. Mas vamos voltar um pouco e deixar a tecnologia de lado. Vamos falar de caras que pensaram na coletividade. Vamos falar de Gandhi, Mandela, Luther King Jr. Muitos heróis, santos ou mártires colocaram suas vidas em risco para defenderem suas crenças. Sacrificaram suas vidas pelo coletivo e conduziram a raça humana adiante.

Para qualquer trabalho criativo que você faça ou qualquer coisa que você faça fora das normas, tenha a certeza de que será ridicularizado. Os caras que citei foram. As pessoas não gostam de outras pessoas que fazem coisas diferentes. Já contei aqui da vez em que fui ao Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York e achei tudo aquilo uma merda. O fato é que cheguei lá cheio de preconceitos e com a ideia pré-concebida de que qualquer risco é arte. Ignorância. Mesmo.

Agora te encorajo a ser um desajustado — não vou copiar e colar a propaganda épica da Apple, relaxa. Não siga o rebanho, abra seu próprio caminho. É meio loko eu escrever isso porque eu realmente estava seguindo o rebanho. Quero dizer, eu tô no jogo, mas eu posso ter meu próprio estilo. Uns headlines tags aqui e ali, mas eu posso fazer o meu trampo, não apenas seguir uma fórmula mágica de sucesso que promete máximo engajamento e trocentas mil curtidas. Eu não quero só visualizações, curtidas e o caralho à quatro, eu quero dar tapas na cara das pessoas. Tapas metafóricos, evidentemente.

Haters

A internet é foda. A linha tênue entre sucesso e fracasso é realmente fina por aqui. Uma palavra mal colocada e pronto. Já era. A galera cai de pau. E dói. Se meu texto tem 100 comentários, sendo 98 positivos e 2 negativos, aqueles 2 filhos da puta mexem comigo. Mas aí entra a confiança. Aprendi a me apegar aos 98 e ignorar os 2. Porque pô… São 98. Independente da sua proporção de haters, se apegue aos comentários positivos da galera que te quer bem. Críticas? Só se forem construtivas. O resto deixa pra lá.

A melhor maneira de lidar com esses caras? Fazendo um trabalho melhor ainda. Confiança, mano.

Onde está a sua rebeldia natural?

Ontem enviei um e-mail pro pessoal da minha newsletter perguntando qual o maior desafio profissional que as pessoas tem enfrentado. A galera se engajou e já recebi mais de 100 respostas — agora quero ver dar conta de responder todo mundo, haha.

Esse meu texto é sobre confiança por dois motivos:

Percebi que tem muita gente na pior justamente pela falta dela.

Teve um cara, que vou chamar carinhosamente de Leo Tolstoy, que me respondeu de volta com algumas sugestões e questionamentos. Na real, ele me abriu os olhos.

Em determinado trecho ele chama minha geração de bundas-moles e diz para eu fugir do politicamente correto. O Tolstoy tem razão. O sucesso por vezes nos cega. É muito cômodo pra mim fazer um texto caça-níquel de cliques com um título “X dicas para você” ou “Como fazer tal coisa” e 500 palavras do que este meu manifesto com mais de 2000 palavras.

Tolstoy cita, com razão, nossa falta de culhões. Nosso medo de tocar o dedo na ferida e deixar de fazer parte do clubinho.

Por isso a necessidade desse texto. Ele foi escrito pra aumentar a minha confiança, a sua e a do Tolstoy em nossa geração.

Vamos ter mais confiança em nós mesmos. Vamos fazer a diferença nessa porra de mundo. Vamos deixar um legado.

Não quero mais ser um bunda-mole.

Boa semana.

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– A Ciência do Brasil mostrando valor: a caneta que diagnostica o câncer!

Coisa boa, de gente inteligente e esforçada, que trabalha para um mundo melhor: um equipamento em forma de caneta que identifica certos tumores. E é desenvolvido por brasileira!

Abaixo, extraído de: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2017/09/07/interna_ciencia_saude,624131/caneta-criada-por-quimica-brasileira-identifica-canceres-solidos.shtml

CANETA CRIADA POR QUÍMICA BRASILEIRA IDENTIFICA CÂNCERES SÓLIDOS

A ferramenta ajudará cirurgiões a diferenciar os tecidos doentes dos sadios durante a retirada do tumor

Paloma Oliveto

Uma ferramenta de diagnóstico do câncer idealizada por uma cientista brasileira reduz em 150 vezes o tempo necessário para diferenciar tecidos doentes dos saudáveis com quase 100% de precisão. O método, que em 10 segundos faz essa identificação, foi testado com sucesso em 253 amostras retiradas de pacientes e em animais vivos. De acordo com a química Livia S. Eberlin, principal investigadora do trabalho, publicado na capa da revista Science Translational Medicine, no ano que vem, serão realizados os estudos com humanos na sala de cirurgia, durante procedimento de remoção de tumor, assim como se fez, agora, com roedores. A tecnologia vai ajudar cirurgiões a delimitar a área de resseção de cânceres sólidos, além de reduzir, significativamente, a espera pelo resultado de biópsias.

Nascida em Campinas e graduada na Unicamp, Livia vive nos Estados Unidos há uma década, onde fez doutorado e pós-doutorado. Pesquisadora do Departamento de Química da Universidade do Texas em Austin, ela conta que, desde que começou os estudos de pós-graduação, sonhava em desenvolver um projeto que tivesse aplicação prática na medicina. Como trabalha com espectrômetro de massa, equipamento que identifica as propriedades de moléculas e, portanto, consegue caracterizá-las, a química idealizou um método capaz de reconhecer tecidos doentes no momento em que o cirurgião faz a resseção do câncer. “A maioria das pesquisas com espectrômetro fica no laboratório. Desde o começo, meu interesse era utilizá-lo para resolver um problema real”, revela.

Com a colaboração de uma equipe multidisciplinar, incluindo engenheiros, a cientista desenvolveu um dispositivo automatizado, descartável e biocompatível que, para realizar o diagnóstico, precisa apenas de uma gota d’água, além do espectrômetro de massa e de um software treinado para reconhecer o câncer. Por enquanto, o sistema consegue caracterizar tumores malignos de mama, pulmão, tireoide e ovário, incluindo seus subtipos, algo fundamental para a orientação do tratamento.

No momento, os cientistas trabalham para ampliar a gama de cânceres sólidos que poderão ser identificados. “A ideia é ajudar o médico a achar a margem cirúrgica”, conta a pesquisadora. Ela lembra que, quando o paciente oncológico é submetido ao procedimento de remoção do câncer, é difícil estabelecer o tamanho exato de tecido que deve ser removido, de forma a retirar toda a parte afetada, sem, contudo, avançar por tecidos saudáveis.

O oncologista Carlos Henrique dos Anjos, da unidade de Brasília do Centro de Oncologia do Hospital Sírio-Libanês, explica como funciona o procedimento padrão. “Quando se opera um câncer, poupar tecido não é prioridade, pois prioridade é remover o câncer. Para alguns órgãos, a retirada de tecido a mais não é problema, caso do intestino, que é muito grande”, exemplifica. “Mas digamos que o cirurgião esteja operando um tumor de mama muito próximo do mamilo. Ele não sabe se o tumor encosta no mamilo. Então,  poderá ter de retirar o mamilo, que é uma estrutura de grande importância estética para a paciente”, observa. Por outro lado, caso o cirurgião retire material de menos, a doença não terá sido curada.

Para tomar a decisão, dentro da sala de cirurgia, um patologista faz o exame chamado biópsia de congelação, ou transoperatório. Ou seja, ele examina o tecido no microscópio, ali mesmo. O laudo, que vai guiar o procedimento, sai em cerca de 15 minutos e, dependendo do resultado, o médico tem de continuar operando o paciente ou pode encerrar a cirurgia. Além de não ser um diagnóstico definitivo, a acurácia não é tão alta quanto a obtida pelo método desenvolvido na Universidade do Texas em Austin.

FACILIDADE

O procedimento proposto pela equipe liderada por Livia S. Eberlin se propõe a resolver todos esses problemas. A facilidade de manuseio do dispositivo chama a atenção: o cirurgião encosta a caneta descartável no tecido e, com o pé, aciona um pedal que vai liberar uma gota d’água. A água absorve as moléculas contidas na superfície e é sugada por um cano de 1,5m a 2m, ligado ao aparelho de espectrometria de massa. Em menos de um segundo, o equipamento revela a estrutura das moléculas. Essa informação é lida por um computador conectado à máquina e, em 10 segundos, o diagnóstico é feito: câncer ou tecido normal.

A cientista brasileira explica que o software é treinado para fazer esse reconhecimento e, para exemplificar, compara-o ao Facebook: da mesma forma que o algoritmo da rede social aprende a reconhecer rostos à medida que são marcados nas fotos, passando, ele mesmo, a dizer quem é quem nas imagens postadas, o programa utilizado pelos pesquisadores da Universidade do Texas em Austin vai sendo instruído para distinguir diversos perfis moleculares. Por isso, embora por enquanto ele esteja restrito a quatro tumores (com os respectivos subtipos), em tese, é capaz de dar o veredito a respeito de qualquer tumor maligno sólido (cânceres de plasma ou sangue, como leucemia, não podem ser identificados pelo método).

Por enquanto, o sistema testou 253 amostras de tecidos humanos — saudáveis e doentes —, além de ter sido utilizado em roedores vivos, durante a cirurgia. A precisão foi de 96,6%. Segundo Livia S. Eberlin, no ano que vem, devem ser realizados os primeiros procedimentos com pacientes na sala de operação, tal como o método foi idealizado.

Para o oncologista do Grupo Oncologia D’Or Carlos Gil Ferreira, coordenador da Rede Nacional de Pesquisa Clínica de Câncer, o trabalho publicado na Science Translational Medicine pode ser considerado um grande avanço. Embora destaque que, antes de ser incorporado à prática clínica, ainda serão necessários alguns anos de pesquisa, ele observa que o resultado obtido é um marco. “Na minha visão, o futuro da patologia muda a partir desse artigo”, considera. “É um trabalho de altíssimo nível. A comunidade científica talvez esperasse esse resultado somente para daqui a três anos. Agora, o desafio é trazê-lo para a prática”, diz.

Ferreira calcula em cinco anos o tempo para que a tecnologia esteja disponível nos centros de excelência norte-americanos. Além da necessidade de se replicar os resultados em outros centros médicos, o oncologista destaca a diminuição do tamanho do espectrômetro e a redução dos valores desse aparelho, ainda muito caro, para a transladação da pesquisa para a prática.

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– Jogar ou não em data Fifa? O Grêmio, se perdesse…

O Grêmio goleou o Sport no jogo isolado do Campeonato Brasileiro no último sábado. O time estava desfalcado de Luan (na Seleção Brasileira) e de Barrios (na Seleção Paraguaia).

Não é injusto algumas equipes folgarem e outras não? E se o time gaúcho perdesse, poderia reclamar que seus adversários não jogaram desfalcados devido as Eliminatórias da Copa, e ele sim?

Imagine um hipotético cenário onde Lucas Pratto fosse convocado pela Seleção Argentina, além das convocações reais de Cueva (Seleção Peruana), Arboleda (Seleção Equatoriana) e Rodrigo Caio (Seleçnao Brasileira)? É muito titular fora do time do São Paulo FC, por exemplo?

Por outro lado, sem futebol aos domingos (pelo desagradável calendário das Eliminatórias que marca partidas às 3as feiras, dia útil de serviço, às 17h30), e com tantas outras equipes sem jogadores convocados, não seria melhor repensar em tudo isso?

Fica a discussão. E reitero o questionamento: os gaúchos reclamariam muito se perdessem para o Sport?

Aliás, e a infeliz fala do Vanderlei Luxemburgo pós-jogo lá em Porto Alegre? Como é que pode um treinador tão experiente “perder a mão” com o grupo como ele fez? Jogou o grupo de atletas contra ele ao falar tão mal do elenco.

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– Lecionar em Universidade Federal ou Estadual?

O reitor da Unicamp, Prof Dr José Tadeu Jorge, escreveu um brilhante e esclarecedor artigo na Folha de São Paulo, Página A3, “Tendências e Debates”, sobre as diferenças e dificuldades dos professores de universidades públicas. E alerta: quem dá aula em Universidade Federal, hoje, pode ganhar até R$ 12.000,00 a mais do que seu colega de Universidade Estadual!

Abaixo:

O COMEÇO DO FIM

Não é por acaso que USP e Unicamp são as melhores universidades da América Latina e se situam, juntamente com a Unesp (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”), entre as melhores do mundo. Um fator decisivo para conquistar suas posições destacadas foi o processo de autonomia com vinculação orçamentária iniciado no ano de 1989.

Desde então, responsabilidade, compromisso social e planejamento tornaram-se princípios fundamentais dos projetos dessas universidades, propiciando indicadores de qualidade e produtividade muito acima da média nacional.

A carreira de um professor universitário em instituições públicas é baseada no mérito. Nas universidades estaduais paulistas só é possível ingressar por concurso público e depois da obtenção do título de doutor. Um programa de doutorado exige, no mínimo, de quatro a cinco anos de intensa dedicação. O cargo final da carreira é o de professor titular, alcançado por cerca de 40% dos professores após 20 a 25 anos, em média.

Ao longo desses 26 anos de autonomia plena, as universidades públicas paulistas estabeleceram uma carreira atrativa, condição indispensável para conquistar a liderança qualitativa que hoje ostentam. Sem contar com os melhores professores e pesquisadores jamais teriam conseguido chegar aos níveis de qualidade que hoje ocupam.

Todo esse cenário, construído com muito esforço e dedicação, começa a ruir. Uma sequência de equívocos está conduzindo as universidades estaduais paulistas à vala comum dos serviços públicos burocráticos e pouco qualificados.

A raiz dos acontecimentos pode ser identificada em uma mudança constitucional aprovada em 2003, desrespeitando o conceito básico da própria Constituição, que permitiu tetos salariais distintos para atividades, fundamentalmente, iguais.

Tanto a Constituição Federal, com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação consagram o caráter nacional da educação. Não há distinção entre universidades federais e estaduais. Pelo contrário, os textos legais destacam a necessária articulação e integração entre os diferentes sistemas e níveis.

Trata-se de conceito idêntico ao que se aplica aos membros da magistratura federal e estadual, que, por decisão do Supremo Tribunal Federal, têm o mesmo teto salarial.

O teto salarial do sistema federal é de R$ 33.763. Assim, um professor universitário de uma universidade federal pode receber até esse valor. Entretanto, cada Estado da Federação pode fixar seu subteto. Dezesseis Estados optaram por definir o subteto com base no subsídio do desembargador (R$ 30.471,11) e quatro escolheram o de ministro do Supremo Tribunal Federal (R$ 33.763).

Apenas sete Estados fizeram a opção de limitar os salários aos subsídios dos seus governadores, entre eles São Paulo, onde o limite é de R$ 21.613,05. Esse valor só não é menor do que os subtetos dos Estados de Espírito Santo e Ceará.

A evidência é estarrecedora! Ser professor de uma universidade do sistema federal permite ganhar, por mês, cerca de R$ 12 mil a mais do que o mesmo professor em uma universidade estadual paulista, as melhores da América Latina.

Ótimo para as universidades federais, sentença de morte para as estaduais paulistas, que não mais conseguirão atrair os melhores professores e pesquisadores.

Dirigentes e legisladores estão, portanto, diante de opções que impactarão decisivamente a história: consolidar a conquista da condição de melhores universidades da América Latina ou condenarem essas instituições ao papel de meras figurantes no enredo do desenvolvimento social e econômico.

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– Unicamp supera USP e é eleita a melhor da América Latina!

O renomado Times Higher Education divulgou: entre as 10 melhores universidades latino-americanas, metade são brasileiras e o topo é ocupado pela UNICAMP.

Extraído de: https://educacao.uol.com.br/noticias/2017/07/20/unicamp-ultrapassa-usp-e-ocupa-1-lugar-em-ranking-de-universidades-latinas.htm

UNICAMP PASSA USP E É A MELHOR INSTITUIÇÃO DA AMÉRICA LATINA SEGUNDO RANKING

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) é a melhor universidade da América Latina, segundo avaliação de um dos principais rankings universitários do mundo, o Times Higher Education, divulgado nesta quinta (20).

Com isso, a universidade ultrapassou a USP (Universidade de São Paulo), uma das instituições de ensino mais tradicionais do Brasil, que ocupou a primeira posição no ranking do ano passado e aparece em segundo lugar na avaliação de 2017.

O Times Higher Education é uma publicação britânica, considerada uma das principais avaliações educacionais do mundo todo, que analisa universidades desde 2011. No ranking global, a USP sempre esteve à frente da Unicamp. No ano passado, por exemplo, ficou no grupo das instituições entre o 251º e o 300º lugar, enquanto a universidade do interior paulista ficou no grupo 401º-500º. A classificação é feita em grupos a partir da posição 200.

Em 2016, a publicação britânica passou a fazer um recorte específico sobre as instituições de ensino superior da América Latina. 

Na avaliação, critérios como ensino, pesquisa, citações, visão internacional e transferência de conhecimento são utilizados como indicadores de desempenho das universidades.

Para Marcelo Knobel, reitor da Unicamp, a liderança da instituição na América Latina “é um orgulho”. Ele afirma que a universidade se destaca por ser inovadora desde a sua fundação, mantendo “um foco muito grande nas ciências aplicadas”, e por seu pioneirismo na criação da Inova, uma agência de inovação que estimula a pesquisa e o empreendedorismo dentro da própria Unicamp.

Knobel diz ainda que a “flutuação” de posições entre a USP e a Unicamp é algo que “faz parte do processo de rankings”. “As duas têm um corpo de professores, estudantes e funcionários de excelência”, avalia.

O reitor destaca que o desafio atual da Unicamp e de outras universidades paulistas é manter a qualidade de ensino em um momento “dramático” de crise financeira.

Assim como a USP, a Unicamp afirma ter um comprometimento com a folha de pagamento dos servidores superior à verba repassada pelo Estado de São Paulo, que vem de impostos como o ICMS.

Atualmente, o deficit da universidade está previsto em R$ 250 milhões. “A principal preocupação, agora, é atingir o equilíbrio financeiro”, afirma Knobel.

Procurada pelo UOL, a reitoria da USP ainda não comentou a listagem.

O Brasil no ranking

Ao todo, o Times Higher Education avaliou 81 universidades da América Latina. No quadro das 10 melhores instituições, o Brasil é o país mais presente, com 5 universidades na lista: além da Unicamp e da USP, aparecem no topo a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a Ufrj (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e a PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro).

Considerando as 50 melhores universidades da região, 18 são brasileiras –uma piora em relação ao ano passado, quando eram 23 instituições nesse quadro. 

“Muitas destas universidades melhoraram a sua pontuação total desde o ano passado, mas perderam terreno devido ao aumento da concorrência e porque outras instituições melhoraram em um ritmo mais rápido”, afirmou Phil Baty, editor dos rankings da Times Higher Education, em relatório.

Entre os países que ascenderam rapidamente no ranking da América Latina estão o Chile, com 15 universidades entre as 50 melhores (11 a mais do que no ano passado), a Colômbia, com cinco (no ano passado eram quatro), e a Argentina, que entra na avaliação pela primeira vez, com duas colocações nessa lista.

Segundo Baty, apesar de o Brasil gastar mais em pesquisa e desenvolvimento do que os outros países da região, o investimento ainda é pequeno. “Os salários dos pesquisadores também são muito baixos para os padrões internacionais e estão entre os mais baixos da região”, disse.

A análise do Times Higher Education é de que junto ao pouco financiamento para pesquisas, ao excesso de burocracia e a políticas mal-definidas para pesquisas, os baixos salários dos pesquisadores podem incentivar a saída desses estudiosos do país.

– A indevida brincadeira do “E se nada der certo”?

Em tempos politicamente corretos, valorizar todas as profissões e respeitar o trabalho alheio é fundamental. Não só por educação, mas por cidadania. Todo trabalho, sendo honesto, é plausível.

Ganhou atenção o evento “E se nada der certo?”, promovido pelos alunos do Instituto Evangélico de Novo Hamburgo (IENH-RS), que fizeram a seguinte brincadeira (com aval do próprio IENH): se você não passar no vestibular, e se nada der certo, você vai… (e se vestiam conforme a profissão do que se tornariam se não entrassem numa boa faculdade).

Pois bem: os alunos da elite gaúcha se vestiram de garçons, frentistas, domésticas, caixas de supermercado, atendentes do McDonalds, garis, cozinheiros, faxineiras…

Que sem graça e que sarro desrespeitoso! Não são nobres tais profissões / profissionais?

Se você estiver desempregado e precisar trabalhar honestamente, não aceitaria ser varredor de ruas? Qual o pecado?

Retrato uma consideração de Maurício Bento do Huffpost Brasil (vide em: https://is.gd/kDNqwZ), onde ele lembra quais empregos tiveram profissionais de sucesso:

O primeiro emprego de Michael Dell, fundador da marca de computadores Dell, foi lavador de louça.

O primeiro emprego de Marissa Mayer, CEO do Yahoo, foi caixa de supermercado.

O primeiro emprego de Doug McMillon, CEO do Walmartfoi descarregador de caminhão no almoxarifado da empresa.

Eles deram certo duas vezes, por reconhecerem a dignidade dessas profissões, como por terem aproveitado as oportunidades e crescido na carreira.

Quem não deu certo foi Eduardo Cunha, que já foi presidente da Câmara, mas foi cassado e preso.

Quem não deu certo foi Antonio Palocci, que já foi ministro da Fazenda de Lula, mas está preso.

Quem não deu certo foi Aécio Neves, que foi grampeado pedindo dinheiro ilegal, contribuiu para a prisão da própria irmã, Andrea Neves, teve seu mandato suspenso e pode ser preso a qualquer momento.

Quem não deu certo foi Dilma Rousseff, cujas políticas destruíram a economia do País, abriram espaço para corruptos como Joesley Batista se tornarem grandes e que acabou em impeachment.

Quem não deu certo foi Marcelo Odebrecht, que já foi presidente de uma das maiores empreiteiras do mundo e hoje está preso.

As pessoas humildes e honestas que ajudam e servem mais de 200 milhões de brasileiros diariamente, essas deram muito certo. Jovens que não reconhecem isso é que podem acabar dando muito errado.

Perfeito! Bons profissionais começam com humildade, dignificando o trabalho duro e respeitando o seu próximo!

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– Bons Cursos via Web de Ótimas Universidades

A divulgação é pequena, mas as ofertas são boas: cursos a distância (EAD) da Unicamp e da USP.

Vale a divulgação e o compartilhamento entre amigos.

Abaixo, extraído de: http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/05/11/usp-e-unicamp-lancam-cursos-a-distancia-gratuitos.htm

USP E UNICAMP LANÇAM CURSOS A DISTÂNCIA GRATUITOS

O Coursera, uma das principais plataformas de ensino online do mundo, lançou neste mês seus primeiros cursos em língua portuguesa. As formações, gratuitas, são ministradas por instituições renomadas, como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos.

Os cursos da plataforma – com vídeos, simulações e exercícios – não têm data para começar ou terminar, o que facilita a participação dos alunos. O conteúdo é gratuito e cobra-se apenas uma taxa de 85 dólares (cerca de R$ 300) para emissão de certificado. O Coursera tem 12 milhões de usuários no mundo, sendo 500 mil no Brasil.

A USP oferece dois cursos: um sobre história da contabilidade e outro sobre linguagem de negócios nessa área. O primeiro estará disponível na próxima semana e o segundo, em agosto. Outras formações da USP já devem ser abertas nos próximos meses.

A Unicamp oferece, a partir deste mês, um curso de processamento digital de sinais, voltado para engenheiros. A ideia é mostrar como se criam aplicativos para converter músicas, imagens, vídeos e outros sinais em formato digital.

O segundo programa, para julho, mira interessados em empreender. A Unicamp também planeja criar cursos online abertos de Português para Estrangeiros e Física Básica.

Os chamados Moocs (sigla em inglês para cursos gratuitos, online e dirigidos ao grande público) são uma tendência em grandes universidades estrangeiras. A oferta dessas aulas virtuais também é uma estratégia para aumentar o alcance de instituições brasileiras de ponta.

Já a Fundação Lemann lança neste mês o programa de gestão para aprendizagem. O objetivo é discutir novos conceitos de planejamento estratégico nas escolas.

O Coursera ainda traduziu dois dos seus cursos mais populares. Um deles, da Universidade da Califórnia, trata de como o cérebro absorve informações para melhorar hábitos de aprendizado. O outro, da Universidade de Michigan, discute estratégias de sucesso nos negócios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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– Design Inteligente versus Teoria da Evolução em Destaque.

Um debate respeitoso e de ideias opostas: foi assim que aconteceu sobre a discussão do Prof Dr Marcos Eberlin e o Prof Fábio Amaral, da USP, no Programa Morning Show da Rádio Jovem Pan.

Enquanto o 1o defende que a vida surgiu da combinação de elementos através de uma “mão inteligente” (um Criador, Deus, Força Maior, Mente Pensante ou Ser Cósmico), o 2o defende a evolução das espécies sem interferência divina.

Para mim, não se deve fazer um embate de Fé e Razão, pois Religião e Ciência não são concorrentes, mas complementares. Além disso, a TDI (Teoria do Design Inteligente) não é uma nova religião, como erroneamente alguns pensam. Reunem Batistas, Luteranos, Católicos e outras crenças com diversos estudiosos.

Um adendo: três papas (sim, os 3 últimos pontífices) defenderam tais ideias (vide em: https://professorrafaelporcari.com/2014/11/17/design-inteligente-papas-e-revista/).

Assista o vídeo no YouTube, a partir de 30’56” até 55’30”. Vale a pena, em: https://www.youtube.com/watch?v=1Z0yEqqMU7c

A chamada da notícia está abaixo:

Extraído de: http://jovempanfm.uol.com.br/morning-show/defensores-do-design-inteligente-e-teoria-da-evolucao-divergem-sobre-origem-do-universo.html

DEFENSORES DO DESIGN INTELIGENTE E TEORIA DA EVOLUÇÃO DIVERGEM SOBRE ORIGEM DO UNIVERSO

Falar sobre a origem da vida e do universo é sempre complicado por conta dos diversos pontos de vista e teorias evolucionistas. A mais nova polêmica gira em torno da teoria do Design Inteligente, que ganhou um núcleo de estudos na Universidade Presbiteriana Mackenzie de São Paulo.

O Morning Show desta quinta-feira (25) trouxe Marcos Eberlin e Fábio Raposo do Amaral, que possuem opiniões diferentes em relação a origem da vida. Eberlin é presidente-executivo da Sociedade Brasileira do Design inteligente, enquanto Amaral é vice-chefe do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade Federal de São Paulo.

O defensor do “DI” explica que a teoria estuda e analisa dados científicos mais recentes sobre os eventos que deram origem ao universo e aos seres vivo. Eberlin acredita que o ser humano é tão complexo que não seria possível ter surgido por meios naturais.

“Vemos que os avanços científicos em química e biologia mostram a incapacidade de causas naturais como origem da vida e que foi uma mente inteligente deu origem ao universo”, opinou.

Ateu, Fábio relembra que a evolução científica tem o seu método utilizado há 150 anos e ressaltou que respeita o espaço do Design Inteligente, praticamente colocando-a como uma nova religião. Para ele, porém, é necessário haver uma separação onde a teoria deve se envolver.

“Há 150 anos usamos o método cientifico para explicar a evolução e em nenhum momento precisamos de motivos divinos para explica-la”, aponta.

– Generoso Vencedor e Generoso Perdedor nas Organizações

Normalmente, em nossas aulas às turmas de Administração de Empresas, falamos muito sobre as qualidades de um líder. E um dos tópicos tratados se tornou matéria de capa da Revista Época desta semana (Ed 817, pg 70-74, por Marcos Coronato), que é a Generosidade dos Chefes.

Mas aqui se fala sobre dois tipos de Generosos: o Vencedor e o Perdedor Organizacional.

Compartilho:

GENEROSO TRIUNFANTE

– tem metas, é ambicioso, sabe o que quer e define um rumo;

– organiza-se, compartilha como forma de trabalhar, não como interrupção ou distração;

– Usa bem o tempo, preservando ele para dedicar a seus interesses profissionais e pessoais;

– Escolhe o que com quem compartilha, em especial sobre os recursos que tenham impacto para o beneficiado; e o faz até para desconhecidos.

GENEROSO ESGOTADO

– é disperso, desvia-se de seus objetivos para ajudar os outros;

– produz pouco ao atender a muitos pedidos, tornando-se improdutivo;

– não controla o tempo e trabalha demais, permitindo que todos invadam seu tempo pessoal;

– Compartilha tudo com todos, atraindo pessoas que tentar extrair vantagem do relacionamento.

E você? Como líder generoso, em qual dos dois modelos você se encaixa?

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– A Geração Z vem aí!

Nós constantemente falamos sobre a Geração Y, que, afinal de contas, são os jovens executivos que estão tentando revolucionar a Administração de Empresas.

Mas e a Geração Z (chamada por muitos como Geração @)?

Compartilho um interessante material da Revista Exame, sobre quem são esses adolescentes / jovens que poderão revolucionar ainda mais o mundo dos negócios, e, por que não, a sociedade!

Destaque para as crenças e valores dessa moçada que vem por aí.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/geracao-quem-sao-e-como-se-comportam

GERAÇÃO Z: QUEM SÃO E COMO SE COMPORTAM

Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.

O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.

Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.

Geração Display

As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.

Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.

É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.

Atitudes diferentes, mas nem tanto

Em meio a uma fase de transição, os novos teens se mostram materialistas e extremistas em relação às suas emoções. Assim como a Geração Y, querem tudo para ontem e alguns deles já sentem falta de tempo para fazer tudo que gostam. É um fenômeno decorrente da maior gama de atividades diárias além da escola, principalmente nas classes AB. Seus ídolos não estão no esporte, mas sim na família, sendo a mãe a principal.

Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.

A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.

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– Sirius e o investimento de R$ 1,5 bi

Talvez uma das últimas ou (poucas) grandes obras do Brasil. O impressionante, bilionário e futurista acelerador de partículas síncroton, em forma de anel, que está sendo construído em Campinas, supervisionado pelo LNLS.

Extraído de: http://epoca.globo.com/ciencia-e-meio-ambiente/noticia/2017/01/o-acelerador-de-particulas-de-r-15-bilhao.html

A MÁQUINA DE 1,5 BILHÃO DE REAIS

No meio da maior crise econômica da história recente, o Brasil concentra seu investimento tecnológico em um novo acelerador de partículas.

Quem circula pelo polo de alta tecnologia de Campinas, no interior de São Paulo, cruza estradinhas bucólicas pontuadas pelos campi de algumas grandes empresas. São, na maioria, instalações de concreto, cercadas por imensos estacionamentos e quase monótonas quando vistas pelo lado de fora. Um prédio branco salta à vista: parece um estádio de futebol construído em um lugar improvável. “Aqui do meio é que você tem uma noção do real tamanho do prédio”, diz o engenheiro Oscar Vigna, um homem alto e vermelho, queimado das muitas horas passadas sob o sol,  supervisionando as obras do prédio que vai abrigar o Sirius, um equipamento que funciona como um microscópio gigante.

A máquina tem um nome complicado: acelerador de partículas do tipo síncrotron. É a ferramenta que os cientistas usam para entender a estrutura atômica das substâncias com as quais vão trabalhar. Algo importante para o desenvolvimento de novos medicamentos, para o aprimoramento de materiais usados na construção civil, na exploração de petróleo e em uma infinidade de outras áreas. Uma máquina imensa, usada para desbravar universos em miniatura. Quando estiver pronto, o Sirius acumulará números parrudos. O prédio de 68.000 metros quadrados abrigará um equipamento com formato de anel e circunferência de 500 metros. Para proteger as pessoas da radiação liberada pelo funcionamento da máquina, planejada para ser a mais avançada desse tipo em todo o mundo, o conjunto será blindado por 1 quilômetro de paredes de concreto. Uma barreira com 1,5 metro de espessura e 3 metros de altura.

Dos números do Sirius, o que mais impressiona é o preço: R$ 1,5 bilhão. É o projeto científico mais ambicioso já levado a cabo no Brasil. Ou é essa a esperança de seus construtores. Sua construção ainda está em andamento. Espera-se que esteja pronto em 2019. E, com a crise econômica e política que aflige o Brasil, o gigantismo do projeto parece ameaçado. “O Sirius é prioritário, mas seria ingenuidade nossa dizer que não há preocupação”, afirma o físico Antônio José Roque, diretor do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), que encabeça o projeto. Desde que o Sirius começou a ser discutido em Brasília, em 2008, a ciência nacional foi do melhor ao pior dos mundos. Entre 2000 e 2013, as verbas para fazer ciência no Brasil cresceram a patamares inéditos para depois despencar, levadas pelos reveses econômicos do segundo governo Dilma. Cientistas deixaram o país e projetos foram postos de lado. O Ministério da Ciência não admite que o Sirius esteja ameaçado: “Num momento como o atual, um projeto como o Sirius traz oportunidades que ajudam o Brasil a sair da crise”, diz a Pasta em nota. Manter as obras dentro do cronograma exigirá repasses de R$ 500 milhões em  2017, nos cálculos do pessoal do LNLS. Mas a primeira versão de 2017, encaminhada pelo governo ao Congresso, fala em destinar apenas R$ 365 milhões. Em 2016, o orçamento proposto pelo governo – R$ 270 milhões – já sofrera reduções. Fechou em R$ 182 millhões.

O Brasil já conta com um acelerador de partículas, o UVX, também localizado em Campinas. O projeto começou em 1985, por iniciativa dos físicos Ricardo Lago e Ricardo Rodrigues. Foi inaugurado em 1997 com pompa e a presença do então presidente Fernando Henrique Cardoso.  Era o início do LNLS, uma instalação com tecnologia avançada e – coisa inédita no Brasil – aberta para ser usada por pesquisadores de qualquer universidade ou empresa do país e do mundo. Seus construtores entraram para a história do laboratório como heróis improváveis: em um país assolado pela inflação, puseram de pé um equipamento único em toda a América Latina e raro no mundo inteiro. Mas, no começo dos anos 2000, a máquina dava sinais de cansaço. A tecnologia avançara e o UVX ficara obsoleto, em comparação a outros síncrotrons espalhados pelo mundo. “Nós sabíamos que precisávamos construir um acelerador novo”, diz José Antônio Brum, diretor do LNLS entre 2001 e 2008. “Era isso ou fechar as portas.” Em 2008, Brum pediu à equipe do laboratório que desenhasse um pré-projeto do novo acelerador. A proposta foi entregue ao então ministro da Ciência, o físico Sérgio Rezende, durante uma visita ao laboratório. As avaliações preliminares adiantavam que seria um projeto caro,  de R$ 600 milhões. Rezende não se incomodou: “Eu disse ao Brum: ‘Vá em frente, que a gente arruma o dinheiro’”, afirma o ex-ministro.

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– O pós-doutoramento não existe?

Um polêmico artigo do Professor Cláudio de Moura Castro em sua coluna na Revista Veja, (ed 2513, pg 75). Ele fala que o título de pós-doutor é pura invencionice brasileira!

Imagine terminar seu doutorado, se esforçar em busca da honraria de um Ph.D (philosophy doctor). e…

Leia e tire as suas próprias conclusões do texto do autor: exagero com ar de arrogância ou realidade que põe o dedo na ferida?

CRIAÇÕES BRASILEIRAS

No campo da educação, os inventos brasileiros são poucos. Mas pipocou um novo. Já havia percebido, e avivou-me a memória um blog de Simon Schwartzman: inventamos o pós-doutor! Em todas as sociedades, em algumas mais do que em outras, há palavras mágicas que se acoplam ao nome de certas pessoas. No Império, alguns eram premiados com o título de barão, conde ou visconde. Mais adiante, o título de coronel era oficialmente atribuído a potentados locais — ou usurpado com impunidade. No Vaticano, sempre houve o comércio de ungir comendadores, a bom dinheiro.
Quando um título universitário era uma prenda rara, ser “doutor” separava os escolhidos da plebe. Os anéis, um para cada profissão, identificavam os seus envaidecidos portadores. Durante o curso, antes da assinatura de cartas, convinha apor a expressão ”saudações universitárias”. Até hoje, há prisão especial para os sacrificados que conseguiram vencer a barreira do diploma.
Mas inflou-se o número de diplomados. E, pela lei da oferta e da procura, “doutor” deixou de ser grande coisa. Providencialmente, aparecem os cursos de mestrado, criando um degrau acima para diferenciar do povaréu os seus detentores. Mas a palavra tem fragilidades. Qualquer mestre-escola é chamado de mestre. E havia mestres-ferradores, instalando ferraduras em muares.

Vivas, aparece um novo título, o Ph.D.! É o verdadeiro doutor, com tese defendida diante da namorada, da mulher ou até dos netos. Recupera-se assim a superioridade, nos píncaros nobiliárquicos da vida acadêmica. É até possível comprar baratinho um desses diplomas, em países vizinhos. Mas não é fácil escapar incólume, pois o território é bem defendido pelas autoridades do MEC. Até aqui, nada de novo, pois quase todos querem ser um pouquinho mais do que o próximo.

Tampouco há algo de errado nisso, que, aliás, só faz enriquecer intelectualmente o proprietário. E, como atesta quem vos escreve, obter um doutorado em uma universidade de primeira linha é um processo longo, penoso e merecedor de algum reconhecimento.

Mas acontece que os Ph.Ds. se autorreproduzem. Mais se formam, mais professores disponíveis para os programas de doutoramento que pipocam por aí. A cada ano, produzimos 17000 doutores. Essa inflação é ótima para o país, mas uma catástrofe para os previamente glorificados por tal diploma.

Era preciso providenciar um novo patamar de status. Entra em cena a criatividade brasileira: cria-se o pós-doutor. Mas acontece que o tal pós-doutor é um título vazio ou inexistente, pois não há cursos de pós-doutoramento. Na prática, autointitulam-se pós-doutores aqueles que passaram alguns meses em uma universidade no exterior.

Dado o isolamento acadêmico do Brasil, nada mais bem-vindo do que arejar nossos professores com um período no exterior. Mas, como há milhares de universidades, das esplêndidas às vergonhosas, só Deus sabe por onde andaram e o que realizaram os pós-doutores. Um ano trabalhando em um estudo conjunto com um pesquisador de boa cepa é um uso irreprochável dos recursos do patrocinador. Mas acontece que não há nenhum filtro para conseguir uma salinha em alguma universidade e lá passar um tempo. Alguns são convidados para ministrar seminários ou cursos. Há os que fazem pesquisa e interagem com colegas. Alguns assistem a aulas como ouvintes, não é má ideia. Outros passeiam pelo campus ou fazem turismo. Ninguém fica sabendo o que aconteceu. Inexiste o prêmio de ser aceito por boas universidades, pois, como elas não oferecem notas, diplomas nem mesmo certificados, aceitam alegremente quem aparece. Afinal, não há desempenho, bom ou ruim, para comprometer a instituição. Quase qualquer um pode ser visiting scholar, mesmo em universidades de primeira linha. É uma alternativa para autoridades destronadas. Pode ser uma esplêndida ideia passar um ano em uma boa universidade estrangeira. Documentando que o tempo foi bem aplicado, contribui para o currículo. Mas o título de pós-doutor é pura invencionice brasileira. Simplesmente, não existe.

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– Coisas incríveis da Medicina: uma bebê de 23 semanas é retirada, operada e devolvida ao útero da mãe!

Viva a ciência e o dom da inteligência.

Mulher grávida descobre problema em seu bebê, que é operado em meio a gestação.

Abaixo, extraído de Uol.com (http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2016/10/25/nascida-duas-vezes-bebe-e-retirada-de-utero-operada-e-colocada-de-volta-por-mais-tres-meses.htm?cmpid=tw-uolnot)

NASCIDA DUAS VEZES: BEBÊ É RETIRADA DE ÚTERO, OPERADA, E COLOCADA DE VOLTA POR MAIS TRÊS MESES

Nascer costuma ser uma experiência única e irreplicável, mas não foi assim com Lynlee Boemer. A bebê de Lewisville, no Estado do Texas, “veio ao mundo” duas vezes.

Primeiro, quando pesava apenas 530 gramas. Ela foi retirada do útero de sua mãe por 20 minutos para uma cirurgia vital após um ultrassom de rotina na 16ª semana de gestação revelar um tumor na sua coluna.

Esse tumor, teratoma sacrococcígeo, vinha competindo com o feto por sangue – e elevando seu risco de ter uma falência cardíaca.

A mãe de Lynlee, Margaret Boemer, estava esperando gêmeos, mas perdeu um dos bebês no primeiro trimestre de gravidez. Quando veio o diagnóstico do bebê sobrevivente, os médicos recomendaram que ela interrompesse a gestação por completo.

Porém, havia uma opção: uma arriscada cirurgia que seria a vida ou morte para a criança. A bebê teria 50% de chances de viver.

O tumor e Lynlee tinham quase o mesmo tamanho quando a operação foi realizada, na 23ª semana de gestação.

“A escolha era entre deixar o tumor fazer o coração dela parar ou dar a ela uma chance de vida”, diz Margaret. “Foi uma decisão fácil: escolhemos dar vida a ela.”

‘SEU CORAÇÃO PAROU’

O teratoma sacrococcígeo é o tipo mais comum de tumor encontrado em bebês, segundo o médico Darrel Cass, que fez parte da equipe do Hospital Infantil do Texas que operou Lynlee.

Ainda assim, é bastante raro, sendo registrado em um a cada 30 mil a 70 mil nascimentos. Sua causa é desconhecida, e é quatro vezes comum em meninas que em meninos.

Cass disse que o tumor de Lynlee era tão grande que foi necessária uma incisão “enorme” para retirá-lo. Em dado momento, o coração da bebê parou de funcionar e um especialista a manteve viva enquanto a maioria do tumor era retirado.

Ao fim do procedimento, ela foi colocada de volta no útero de sua mãe. Margaret passou 12 semanas em total repouso, e Lynlee “nasceu pela segunda vez” em 6 de junho, através de uma cirurgia cesariana feita próximo do fim da gravidez.

Ela veio ao mundo saudável e pesando 2,4 kg. O nome, Lynlee, é uma homenagem às suas avós.

Aos oito dias de vida, teve de ser operada de novo para remover o restante do tumor de seu cóccix. Hoje, está em casa e se recupera muito bem, segundo seu médico.

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Paul V. Kuntz/Texas Children’s Hospital

– Tite diz o que qualquer profissional deve sempre fazer!

Estou me tornando cada vez mais fã da conduta e das ideias de Adenor Bacchi. Veja se esse dito não serve para todos nós, independente da área profissional.

Eu desafio o meu progresso e aquilo que eu posso melhorar. Eu tenho que me desafiar. Assim, eu posso crescer“.

Tite, treinador da Seleção Brasileira, no “Esporte em Debate” da Rádio Bandeirantes (20h, 25/10).

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