– #tbt 3: Uma visita ao laboratório LNLS.

Repost bem bacana, há 4 anos:

Que legal. No último sábado, eu e minha filha Marina fomos em Campinas ao LNLS e seus outros laboratórios agregados, onde a comunidade pode conhecer as pesquisas agrícolas, o acelerador de partículas (parece o do seriado FLASH), a área de robótica com suas inúmeras pecinhas Lego e participar de desafios de criatividade!

A filhota, bem esperta, resolveu criar uma… ecoflora! Um equipamento portátil de jardinagem com irrigação e outros acessórios, feito por ela!

Abaixo, algumas imagens de um lugar que não parece Brasil, pois ali, há Ciência, Educação, Empreendedorismo e Inteligência (tudo apartidário) em abundância!

– A quem interessa o Analfabetismo Funcional de muitos brasileiros?

O Brasil (números oficiais) possui 6,6% da sua população composta por analfabetos acima de 15 anos, ou, se preferir, 11 milhões de brasileiros. É muita gente! A taxa de analfabetismo salta para 13,9% da população no Nordeste.

Mas um número mais assustador ainda pode ser o de analfabetos funcionais. O Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF) mostrou que 30% da população não consegue interpretar textos simples! É quase 1/3 da população e que, sabemos, boa parte está na escola e não consegue melhorar seus conhecimentos.

Aí vem outra observação: o que se tem feito para acabar com esse problema? Nos diversos últimos governos (sabidamente, de ideologias diferentes entre si) não tivemos nenhuma medida drástica / prioritária. Seria, portanto, má gestão da Educação, falta de recursos para investimentos ou, na pior das hipóteses, manter o povo ignorante?

Triste o país que não se preocupa com o ensino.

Analfabetismo Funcional Afeta Ensino Superior

– A sua Inteligência “sozinha” + a Inteligência “sozinha” de outro é = a…?

Pesquisa mostra:

“A soma da inteligência de várias pessoas inteligentes é menor do que a inteligência somada de pessoas inteligentes em grupo”.

Você concorda?

Em: https://www.youtube.com/watch?v=S5-QMlZ574Y

– O Sucesso e o Fracasso no Empreendedorismo.

Raymond Kurzweil, um dos futurólogos mais renomados no mundo da Administração de Empresas, fala sobre o sucesso e o fracasso de empreendedores inventores. E ressalta: o fracassado, no Brasil, era rotulado e praticamente fadado ao ostracismo; mas, hoje, os que passam pela experiência do fracasso acabam usando da experiência negativa para evitar novos erros no futuro. E avisa: a prática da inovação deve começar desde a infância!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137055-16363,00-COMO+INVENTAR+SEGUNDO+O+INVENTOR.html

COMO INVENTAR, SEGUNDO UM INVENTOR

O termo singularidade, quando aplicado à tecnologia, designa um momento em que os homens superarão os limites da biologia. Farão isso a partir dos avanços em áreas como a genética e a nanotecnologia, que permitirão às pessoas desenvolverem uma inteligência sobre-humana, fundindo-se com as máquinas. Nesse instante, serão eternas. Essa ideia, por mais ficcional e maluca que pareça, tem defensores aguerridos. O inventor americano Raymond Kurzweil, 62 anos, é o mais notório deles e até estabeleceu uma data para essa guinada: 2045.

Formado pelo MIT, Kurzweil é um futurista com currículo realista. Criou o primeiro sistema computacional de reconhecimento de voz, e um sintetizador musical histórico, comprado por Stevie Wonder. É, contudo, tão inventivo quanto polêmico. Sonha, por exemplo, trazer seu pai, Fredric, morto em 1970, à vida. Para tanto, usaria amostras de DNA e um sistema de inteligência artificial estruturado a partir de reminiscências de sua própria memória.

Em fevereiro de 2009, Kurzweil participou da fundação da Singularity University (SU), na Califórnia, apadrinhada pelos fundadores do Google. Desde março, a instituição firmou uma parceria no Brasil, com a Faculdade de Tecnologia da Informação (Fiap), em São Paulo. Nos Estados Unidos, a SU oferece um curso de dez semanas para 80 universitários, com foco na formação de líderes empreendedores. Mas Kurzweil crê que essa preparação deva começar na infância. De que forma? O inventor responde: “É preciso que as crianças tenham prazer em aprender e o façam conectando diferentes habilidades”, disse a Época NEGÓCIOS. Kurzweil cita o exemplo de seu filho. Aos 13 anos, ele envolveu-se em um projeto que resultou no primeiro website de um escritório de advocacia do mundo. “A maior parte de projetos como este não terá êxito. Calculo que dois em cada 100 resultem em sucessos como o Facebook ou o Google. Mas é importante mostrar aos jovens que eles podem correr riscos”, diz. Em inovação, o americano crê que o Brasil pode se beneficiar se souber estimular crianças e jovens. “Muitas sociedades encaram a falha como vergonha. Isso não acontece nos Estados Unidos e no Brasil. As pessoas estão abertas a tendências e isso é positivo”, afirma Kurzweil, autor de livros como A Era das Máquinas Espirituais e The Singularity Is Near (“A singularidade está próxima”).

– Anitta e o Nubank: pra quê ironias contra a moça?

Dias atrás, a cantora Anitta foi convidada (e aceitou) para fazer parte do Conselho de Administração do Nubank. Para muitos, um “pecado grave”!

Ora, tal pensamento pode ser levado pelo desconhecimento das pessoas sobre “o que ela fará”. Anitta não vai ser a CEO do Nubank, mas fará parte do rol de pessoas que compartilham suas experiências na área de atuação delas (que não precisam ser as mesmas da empresa), a fim de troca de conhecimentos.

Cá entre nós: não gosto dos ritmos e letras da cantora (música não é a minha área), mas é inegável que, pelo sucesso e pela carreira internacional, Anitta é uma vencedora no que faz.

Extraído de: https://brasil.estadao.com.br/blogs/macaco-eletrico/anitta-nubank-e-a-irracionalidade-das-redes/

ANITTA, NUBANK E A IRRACIONALIDADE DAS REDES

por Paulo Silvestre

Na semana passada, um dos assuntos mais comentados nas redes sociais foi Anitta assumindo uma cadeira no conselho de administração do Nubank. Infelizmente a maior parte dos comentários não tratava das estratégias envolvidas, e sim de ofensas generalizadas contra o banco e principalmente a cantora.

Muitos detratores não são fãs de Anitta ou clientes do Nubank. Ainda assim, se dão o direito de fazer críticas muito pesadas a ambos. E isso não é a causa de um problema maior, e sim o sintoma de um cenário autodestrutivo de nossa sociedade: a cultura do ódio, impulsionada pelas redes sociais, impactando carreiras e empresas.

Os argumentos desses críticos têm a profundidade de um pires, mas eles fazem muito barulho, o que pode arranhar a imagem do Nubank, ainda que apenas momentaneamente. Tanto que a empresa decidiu cancelar, de última hora, uma coletiva de imprensa que faria na semana passada para apresentar sua nova conselheira e explicar os motivos da escolha.

Para melhor entender o caso, vale explicar o próprio funcionamento e composição de um conselho de administração. Esse órgão não tem função executiva e seus membros são pessoas de notório saber em suas áreas de atuação, que se reúnem de tempos em tempos para ajudar a empresa a tomar decisões sobre que caminhos deve seguir para ampliar e melhorar seus negócios.

Os integrantes de um conselho de administração não precisam ser oriundos do mesmo segmento de mercado da empresa. Aliás, cresce o conceito de que conselhos devem apresentar diversidade de ideias e de valores, o que potencialmente torna suas decisões mais eficientes e representativas para atender clientes que são igualmente diversos.

Além disso, apesar de existirem “conselheiros profissionais”, formados em cursos desproporcionalmente caros, isso não é uma profissão. Na verdade, não raro os conselheiros exercem outras atividades e têm carreiras bem diferentes dessa função, o que tende a aumentar o valor de suas observações. Em outras palavras, o que faz de alguém um bom conselheiro não são essas formações, e sim a excelência na sua área profissional.

Isso descontrói um dos principais argumentos dos detratores do caso Anitta-Nubank, que atacam a instituição por colocar alguém “que não sabe nada de finanças” no conselho. Ela não foi convidada por seu conhecimento nessa área, e sim no que ela faz inegavelmente bem, que é o marketing, especialmente digital. Além disso, com milhões de seguidores em diferentes plataformas, ela tem uma inegável conexão com o público mais jovem e de diferentes classes sociais.

Ainda assim, vemos pessoas dizendo nas redes sociais que encerrarão suas contas no Nubank por causa de Anitta no conselho de administração. Muitos dos que dizem isso sequer são correntistas, mas sentem prazer em “jogar lenha na fogueira”.

Não se trata, portanto, de não entender o funcionamento de um conselho de administração. A origem desse problema é mais grave e permeia a nossa sociedade.

O bom e o ruim da exposição

Além do que Anitta pode contribuir com o Nubank pelos seus conhecimentos e sua popularidade, é inegável que há aí uma jogada de marketing envolvida. Afinal, muita gente a admira, até mesmo pessoas que não gostam da sua música.

Esse não é um caso isolado. Vários artistas têm sido convidados, no exterior e no Brasil, para integrar conselhos de administração ou assumir diretorias de empresas. A própria Anitta acumula o cargo de chefe de criatividade e inovação da Beats, na Ambev, desde setembro de 2019. Nesse papel, ela já assinou os lançamentos de vários produtos, como a Skol Beats 150 BPM e a linha Beats Zodiac.

Mas ter uma celebridade em seus quadros pode trazer problemas, especialmente em um cenário de polarização exacerbada na sociedade, como o que vivemos há alguns anos. Afinal, ninguém agrada todo mundo! Sempre foi assim, mas, graças aos algoritmos das redes sociais, o amor e o ódio aparecem agora com muita força. E o pessoal que odeia parece ter uma incrível disponibilidade de demonstrar esse sentimento, mais que os que amam.

Ninguém chega ao patamar de sucesso e admiração de Anitta sem fazer muitos desafetos. E seu estilo passa por responder aos críticos, o que alimenta a polêmica (que retroalimenta seu sucesso).

Além disso, a cantora não esconde suas opiniões políticas, bastante críticas ao grupo que está no poder agora. Mas os seguidores desse grupo são reconhecidos pela sua truculência digital e por fazer o que a manada manda. São especialistas em destruir reputações e causar alvoroço prejudicial a qualquer um que não se submeta a sua “seita”.

Anitta é vítima de ataques dessas hordas há tempos, e aparentemente convive bem com isso. Agora, assumindo a cadeira no conselho do Nubank, esse tsunami de ódio acertou o banco, que normalmente é um “queridinho” nas redes sociais, com incontáveis manifestações de apoio de seus clientes.

O Nubank sabe o que faz. Com 40 milhões de clientes em apenas sete anos de vida, já rivaliza com bancos centenários e que despejam milhões de reais em publicidade, em um segmento absurdamente consolidado, monolítico até.

No início do mês, a empresa recebeu um aporte de US$ 1,15 bilhão, US$ 500 milhões deles vindos do megainvestidor americano Warren Buffett. Com isso, não se tornou apenas a principal startup da América Latina, mas a sétima startup mais valiosa do mundo, segundo um ranking da consultoria CBS Insights.

Isso não é resultado de “sorte”: eles sabem o que fazem. Entendo que, da mesma forma, a empresa sabia do bônus e do ônus de chamar Anitta ao seu conselho. Por isso, não deixa de ser estranho terem cancelado a coletiva na semana passada diante da enxurrada de críticas.

Abandonar o barco?

Não é hora de encerra a conta no Nubank!

Por mais que Anitta eventualmente traga ideias muito absurdas, que prejudiquem a operação do Nubank (o que acho absolutamente improvável de acontecer), ela não estará sozinha no conselho. Suas outras cadeiras são ocupadas por Anita Sands (ex-UBS), Jacqueline Reses (presidente do conselho consultivo econômico do FED, o Banco Cental americano), Daniel Goldberg (ex-Morgan Stanley), Luiz Alberto Moreno (ex-BID), Doug Leone (da Sequoia) e David Vélez, fundador e CEO do próprio Nubank.

Em outras palavras, as características que fazem do Nubank um sucesso de público e de crítica devem continuar existindo normalmente. Todo esse barulho nas redes sociais resulta muito mais do fenômeno de intolerância da nossa sociedade atual, viabilizado pelo megafone de alcance global das redes sociais.

Com tudo isso, Anitta no conselho de administração do Nubank deve trazer muito mais coisas boas que ruins para a empresa e seus correntistas. O tempo e os clientes do banco dirão isso.

Até lá, como diz o ditado, “os cães ladram e a caravana passa”.

– Evolução Profissional dos Químicos – da Idade Média aos Dias Atuais!

Hoje é Dia do Químico. Com as novas tecnologias e cada vez mais novas descobertas, a profissão se revoluciona diariamente e a ritmo frenético.

Pois bem: para celebrar a data, um especial da Revista Superinteressante sobre os Químicos na Idade Média!

Bacana, extraído de: http://is.gd/3grQ0S

COMO ERA O LABORATÓRIO DE UM ALQUIMISTA MEDIEVAL?

por Luiz Fujita

Era escuro e bagunçado, ou seja, nada parecido com um laboratório de química atual. No meio dessa zona, os alquimistas eram pessoas comuns que manipulavam ingredientes minerais e vegetais a fim de produzir ouro a partir de outros metais. Essa busca pelo nobre metal tinha uma motivação mais espiritual do que materialista, já que, para eles, transformar metais comuns em ouro seria um jeito de libertar a essência divina que existe em todas as coisas. O nobre ideal, porém, não convenceu a Igreja Católica, que, no século 14, proibiu a alquimia – nessa época, os alquimistas eram perseguidos como servos do demônio – e a prática só voltou a ser socialmente aceita no século 15.

Ouro que é bom, nada… Banho-maria, porcelana e uma série de compostos químicos surgiram nos porões dos alquimistas!

VOVÔ DA MARVADA
O destilador, criado pelos alquimistas por volta do ano 800, é usado até hoje em laboratórios químicos. O instrumento separa líquidos misturados e funciona assim: a mistura é fervida e o líquido que evapora mais cedo sobe até o topo do destilador, onde vira gotas que escorrem para outro recipiente

BRINCANDO COM FOGO
O fogo era usado na maioria dos experimentos, para queimar materiais e para ferver líquidos. Por isso, era comum instalar o laboratório na cozinha. Para tocar as experiências em outros cômodos da casa, usava-se um fogareiro, parecido com uma churrasqueira portátil, e um soprador, que mantinha o fogo aceso

QUÍMICA DO AVESSO
Os alquimistas foram mais eficientes para destruir do que para criar ouro. É que eles descobriram uma substância chamada água-régia, que corrói o precioso metal amarelo
Vitriol (cristal de sulfato) + Nitrato de potássio (cinzas de madeira + xixi) + Água-forte (ácido nítrico) + Cloreto de amônia (sal de vulcão) + Água-régia (ácidos nítrico e clorídrico)

BALANÇA, MAS NÃO CAI
Outros recipientes usados na química atual têm origem na alquimia, como os cadinhos – potes de metal ou porcelana, de alta resistência, usados para fundir metais. Os alquimistas também mediam as quantidades de ingredientes com balanças para poder repetir os experimentos que dessem certo

MAGOS DO PORÃO
O ambiente de trabalho dos ancestrais dos químicos era sujo e escuro. Para manter segredo sobre suas atividades e descobertas, o alquimista realizava experimentos sozinho, enfurnado em um sótão ou em um porão, à luz de velas. O cheiro era forte por causa da mistureba de materiais

PROJETOS PARALELOS
Transformar metais comuns em ouro era fichinha para aqueles que também tentavam descobrir um elixir que curasse tudo e desse a vida eterna. Outro desafio era misturar ingredientes para fazer surgir uma criatura surreal: o homúnculo – havia até receita de como criar o pequeno ser!

RECEITA DE SUCESSO
Rodeados por livros e pergaminhos, os alquimistas registravam os experimentos e descobertas a fim de compartilhar com os colegas. Para evitar que roubassem fórmulas e instruções, os caras faziam anotações cifradas – com gravuras no lugar das palavras, por exemplo:
• A alquimista Maria, a Judia, esquentava recipientes com água fervente, dando origem ao termo “banho-maria”
• Explosões eram comuns e, às vezes, tão violentas que matavam o alquimista
• A porcelana foi trazida para o Ocidente pelo alquimista alemão Johann Böttger, no século 18
• Uma das receitas de homúnculo leva sêmen humano magnetizado, enterrado em cocô de cavalo!

O sonho dourado de alquimistas europeus e árabes nunca virou realidade. Chineses buscaram, em vão, a receita da vida eterna.

EUROPEUS
Não fabricaram ouro, mas revelaram alguns tesouros. O inglês Roger Bacon criou uma lente que concentrava raios do Sol e acendia velas. O suíço Paracelso foi um dos primeiros médicos a tratar a epilepsia como doença

ÁRABES
Fizeram grandes descobertas químicas. Abu Musa Jabir Hayyan, por exemplo, descobriu o ácido nítrico. Até algumas palavras usadas na química, como álcool, foram introduzidas pelos alquimistas árabes

ASIÁTICOS
Os chineses perseguiam a imortalidade por meio de boa alimentação, prática de exercícios físicos e poções. Algumas receitas, porém, levavam direto para a cova, contendo arsênico e mercúrio na fórmula.

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– Por quê a NASA está enviando filhotes de Lula para o espaço?

Contra a inteligência humana, nada se pode fazer. Ela surpreende cada vez mais!

Veja que curioso: a Nasa está enviando através da SpaceX para a EEI (Estação Espacial Internacional) Lulas e Tardígrados! E sabe por qual motivo?

Compartilho, extraído de: https://super.abril.com.br/ciencia/entenda-por-que-a-spacex-esta-enviando-filhotes-de-lula-ao-espaco/

ENTENDA POR QUE A SPACEX ESTÁ ENVIANDO FILHOTES DE LULA PARA O ESPAÇO

Nesta quinta-feira (3), a SpaceX lançou sua 22ª missão de reabastecimento de carga para a Estação Espacial Internacional. A espaçonave da empresa de transporte espacial do bilionário Elon Musk partiu do Centro Espacial Kennedy da NASA, na Flórida (EUA), transportando suprimentos e itens para experimentos científicos.

A carga que partiu rumo ao espaço inclui 5 mil tardígrados – também conhecidos como ursos d’água – e 128 lulas bebês que brilham no escuro.

Estes pequenos seres são parte de duas experiências científicas que se dirigem à Estação Espacial. No laboratório orbital, os astronautas supervisionam os experimentos e contam as novidades aos cientistas na superfície terrestre.

A ideia desses projetos é compreender como a vida se comporta em microgravidade para melhorar a qualidade de vida dos astronautas – e também entender melhor a própria vida na Terra.

Os experimentos científicos

Mas onde os tardígrados e os filhotes de lula entram nessa história?

Os tardígrados são animais minúsculos conhecidos como os mais resistentes do planeta. Eles suportam temperaturas congelantes e quentíssimas, para além do ponto de ebulição da água. Eles também sobrevivem à intensa radiação e continuam vivos mesmo submetidos ao vácuo do espaço.

Os cientistas envolvidos no experimento sequenciaram o genoma do tardígrado Hypsibius exemplaris e desenvolveram métodos para medir como as condições ambientais o afetam. Ao caracterizar a biologia molecular e identificar os genes envolvidos na adaptação e sobrevivência dos bichinhos, os pesquisadores querem analisar o que está por trás de tanta resistência.

O pesquisador principal Thomas Boothby afirma em nota: “Estamos realmente entusiasmados para entender como os tardígrados sobrevivem e se reproduzem nesses ambientes [extremos] e se podemos aprender alguma coisa sobre os truques que eles usam, e então adaptá-los para proteger os astronautas”.

Já os filhotes de lula fazem parte de outro experimento, que pretende examinar os efeitos do voo espacial nas interações químicas e moleculares entre micróbios e seus hospedeiros animais. 

Humanos e outros animais dependem de microrganismos para o bom funcionamento do sistema digestivo e imunológico. “Não entendemos totalmente como o voo espacial altera essas interações benéficas”, diz Jamie Foster, pesquisador principal do experimento. Segundo ele, a lula seria capaz de resolver questões importantes para a saúde animal.

Os 128 filhotes de lula, que ficam congelados durante a ida e a volta da viagem, podem ser um modelo para estudar as relações simbióticas entre duas espécies. As lulas são da espécie Euprymna scolopes. Elas medem apenas 3 milímetros de comprimento e brilham no escuro graças a algumas bactérias que vivem em seu organismo.

O animal nasce sem essas bactérias, mas as adquire do oceano ao seu redor. As lulas enviadas ao espaço ainda são bebês, então não possuem as bactérias. A ideia dos pesquisadores é adicioná-las às lulas quando forem descongeladas na Estação Espacial. Assim, será possível observar as lulas à medida que se relacionam com as bactérias, e verificar se o voo espacial altera essa interação.

Compreendendo a interação entre micróbios e tecidos animais, os pesquisadores pretendem identificar maneiras de proteger e aprimorar essas relações no sistema intestinal e imunológico humano – tanto de astronautas quanto de quem está na Terra.

Outros experimentos

Os tardígrados e as lulas bebês são acompanhados por outras pesquisas científicas e demonstrações de tecnologia na missão de reabastecimento rumo à Estação Espacial Internacional.

Outros experimentos a bordo da espaçonave da SpaceX são um ultrassom portátil que acompanha um dispositivo de computação móvel; uma operação remota de braços robóticos e veículos espaciais que usa realidade virtual; e um estudo sobre os efeitos da microgravidade na formação de cálculos renais, algo que prejudica a saúde de astronautas em missão.

Também está rumo ao espaço um experimento sobre a produção de um algodão que seria mais resistente no cultivo em órbita. O pesquisador principal Simon Gilroy afirma: “Esperamos revelar características da formação das raízes da planta, que podem melhorar a resistência à seca ou absorção de nutrientes, ambos fatores-chave nos impactos ambientais da agricultura moderna”.

Além disso, a missão da SpaceX está levando à Estação Espacial novos painéis solares para aumentar a energia disponível para as pesquisas e outras atividades a bordo.

Imagem: David_Slater/Getty Images

– As 14 ótimas considerações de Obama.

Barack Obama, o ex-presidente democrata dos Estados Unidos, esteve há 2 anos em São Paulo. E na sua palestra no evento Vtex Day, deu algumas dicas / fez apontamentos extremamente úteis.

Recebi e compartilho (destaque-se os ítens 7 e 14).

Extraído de: https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/frases-inspiradoras-obama-brasil/

OBAMA NO BRASIL

1. Não tenha medo do que nunca foi feito.

2. Quando mais eu trabalho, mais sorte eu tenho.

3. Seja curioso. Aprenda sempre.

4. Minhas melhores decisões eram quando tinha gente discordando de mim.

5. Quando deixei a presidência, decidi inspirar e treinar a próxima geração de líderes.

6. Vi meninos jogando bola na favela. Somos iguais. Eles só precisam da chance que eu tive.

7. Capital humano conta mais que conhecimento técnico (ter atitude, saber trabalhar em time). Os países têm que investir nisso.

8. Inovações tecnológicas vão além das fronteiras físicas e tradições (ex: Alibaba). Basta ter atitude.

9. Você deveria estar feliz em pagar impostos porque eles ajudam os negócios.

10. A mulher precisa ser incluída pra gente ter igualdade, assim como já ocorre no basquete dos EUA.

11. Hoje tenho mais $ do que posso gastar. Mas ver minhas filhas sorrindo é o que me faz feliz de verdade.

12. Não adianta a gente ter tudo isso sem água pra beber e ar pra respirar.

13. Para ser um bom líder, você não precisa saber todas as respostas. Basta fazer as perguntas certas. Ter pessoas melhores que você no time. Servir e empoderar os outros.

14. Nunca abra mão da sua integridade por causa de poder.

– Não se pode crer que Deus utilizou da Natureza para explicar os Fenômenos? Parélio que coincidiu ou Providência Divina em Fátima?

Por que tanta necessidade em descreditar (e, talvez também desacreditar) em Deus forçosamente, como muitos fazem?

Anos atrás celebrou-se os 100 anos do Milagre de Fátima. Leio que a Ciência pode explicar a misteriosa “dança do sol” que assustou e ao mesmo tempo maravilhou milhares de pessoas que foram ver a Virgem Maria. Teria sido o PARÉLIO, um fenômeno da Natureza?

Nossa, que coincidência, não? Um raríssimo evento (incomum ao extremo) ocorreu na mesma data das aparições, na mesma hora e ainda por cima no mesmo lugar delas!!! Mais ainda: tudo por acaso, sem a ação de Deus.

A essa suposta coincidência prefiro chamar de PROVIDÊNCIA. Deus não precisa fazer mágica, ele pode usar dos elementos naturais que Ele mesmo criou. E até mesmo fazer o sol dançar para sua serva predileta, Maria, a mãe de Jesus, seu Filho Amado, a quem carinhosamente chamamos de Nossa Senhora.

Abaixo, extraído de: http://super.abril.com.br/blog/alexandre-versignassi/como-a-ciencia-explica-o-milagre-de-fatima/

A “ALUCINAÇÃO COLETIVA” DO MILAGRE DE FÁTIMA EXPLICADA.

70 mil pessoas viram o Sol fazer ziguezagues no céu há 100 anos. Veja o que realmente aconteceu.

Por Alexandre Versignassi

O milagre de Fátima mais conhecido é o da aparição da Virgem Maria para as crianças que foram canonizadas agora em maio. Mas existe outro, menos célebre: o da “Dança do Sol”, registrado  em 13 de outubro de 1917, alguns meses depois da aparição, por 70 mil romeiros que tinham ido para Fátima, a 130 km de Lisboa, na esperança de ver a Virgem.

Segundo a multidão, o Sol ziguezagueou pelo céu, de ponta  a ponta. Milagre? Alucinação coletiva? Antes de seguir, um aposto de Richard Dawkins, o melhor divulgador de ciência vivo: “Não é fácil explicar como 70 mil pessoas puderam compartilhar da mesma alucinação. Ainda mais difícil de aceitar, porém, é que isso tenha acontecido sem que o resto do mundo tivesse visto. Não só visto, mas sentido, já que tal deslocamento do Sol significaria  a destruição do Sistema Solar, com direito a uma aceleração gravitacional suficiente para tragar todo mundo para o espaço sideral”.

Perfeito. Mas o milagre pode ter uma explicação que não envolva a pouco digerível ideia de alucinação coletiva. O maior consenso hoje entre cientistas e céticos e em geral é o de que os romeiros vira uma versão de um efeito da natureza. Trata-se de um “parélio”. Um fenômeno raro, que só aparece a certas latitudes. Ele acontece quando a luz do Sol atravessa um cirro (um tipo de nuvem) feito de cristais de gelo. Se os cristais estiverem em posições bem específicas, eles repartem a luz solar, fazendo aparecerem “mais sóis” no céu.

Em 13 de outubro de 1917,  o céu de Fátima era um daqueles pós-chuva, com nuvens escuras esparsas. Essas nuvens escuras, mais baixas, teriam escondido dois dos “três sóis” quando o parélio começava, dando a impressão de que o Sol se deslocou instantaneamente para um canto do horizonte. A dança das nuvens pode ter continuado, encobrindo uma imagem do Sol e revelando outras, dando a impressão nítida de que quem dançava ali não eram as nuvens, mas o próprio Sol.

Um espetáculo bizarro, bonito, e, claro: para os 70 mil fiéis não poderia parecer outra coisa que não um sinal de intervenção divina.

Mas linda mesmo é a ciência. Que privilégio viver numa época em que mesmo um ziguezague do Sol pode ser explicado à luz da razão.

Parélio | Fenômenos naturais, Por do sol, Auroras boreais

– A Troca de Maçãs e Idéias

Disse alguém:

Se eu tiver uma maçã e você outra, e se resolvermos trocá-las, ambos continuaremos a ter uma maçã. Mas se eu tiver uma idéia e você outra, e resolvermos trocá-las, ambos teremos 2 coisas importantes”.

Bobinho, mas profundo, não?

– Por que fazer um Doutorado?

A Revista Science traz pesquisa que mostra: nem sempre os doutorandos, tão inteligentes e batalhadores, tem um bom planejamento de carreira.

Vide abaixo, extraído de: http://educacao.uol.com.br/noticias/2016/05/13/para-que-fazer-doutorado-afinal.htm

PARA QUE FAZER DOUTORADO, AFINAL?

Alunos de doutorado são mais parecidos com o resto do mundo do que costumávamos imaginar: eles também não sabem direito o que querem fazer da vida.

Quando decidem o que fazer após a formatura, costumam continuar na mesma direção, buscando uma instituição onde possam desenvolver uma pesquisa de pós-doutorado.

Em um estudo publicado na semana passada pela revista Science, os pesquisadores tentaram descobrir o porquê, tendo em vista as chances limitadas de se conseguir um emprego em tempo integral em nível superior, que geralmente representa o objetivo desse tipo de trabalho.

Os resultados não foram conclusivos. Contudo, os autores encontraram evidências de que muitos estudantes buscam um pós-doutorado no embalo do doutorado, ou como parte de uma estratégia de espera até que o emprego dos sonhos apareça.

Os autores, que ainda não fizeram o pós-doutorado, demonstraram claramente a necessidade de mais planejamento de carreira para estudantes de pós-graduação, além do fato de que estes devem refletir sobre as possibilidades de carreira antes mesmo de ingressar em um programa de doutorado.

Essa provavelmente não é uma conclusão controversa“, afirmou Henry Sauermann, professor associado na Georgia Tech e um dos autores do estudo.

Contudo, o interessante aqui é pensar se o doutorado é realmente o caminho certo em primeiro lugar.

Uma lição talvez seja não fazer o doutorado até saber o que se quer fazer com ele. Mas isso talvez exija um estudo mais aprofundado.

– Refletindo…

‪Puxa, é algo para se pensar tal dito, abaixo. Não é bem assim, como está escrito; mas é assim também…‬

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Você usa a inteligência que tem?

Sabia que se não usamos a capacidade máxima dos neurônios, em determinado momento, eles costumam se acomodar / atrofiar? Isso é científico. 

Por isso, gostei desse ditado:

“A inteligência é como o ferro: por falta de uso, enferruja.”

(Eugene Ionescu)

Alguém duvida?

The inside of Homer Simpson's head! | Desenhos De animes | Imagens ...

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O embate entre o Darwinismo e o DI

Ganha cada vez mais força uma teoria nascida nos EUA que é contraponto à Teoria da Origem das Espécies, de Charles Darwin. É o “Designer Inteligente“. Explico: a ideia é de que uma força superior seria responsável por toda a criação. Tal força ou entidade seria extremamente criativa e perfeita, já que a evolução se tornou como ela é hoje graças a inteligência de quem a criou (a desenhou perfeita, por isso o termo: designer inteligente).

Há oito anos, o Mackenzie sediou um encontro sobre defensores dessas ideias. Num primeiro momento, não seria uma teoria de cunho religioso, defendida por algum grupo exclusivo (embora fundamentalistas cristãos identifiquem essa força ou entidade como Deus). Seria uma teoria alternativa para a de Charles Darwin (defensor de que a evolução seria uma grande combinação de coisas que deu certo aleatoriamente, sem a mão de um Criador).

Sabe de uma coisa? Eu, particularmente, acredito ser impossível de que se evoluímos e somos inteligentes, Deus não teria participação. É possível conciliar que evoluímos, como disse Darwin, apoiados pela força de Deus.

E viva os defensores dessa ideia ou teoria!

Compartilho abaixo, extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/69291_DEUS+CHEGA+AS+AULAS+DE+BIOLOGIA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

DEUS CHEGA AS AULAS DE BIOLOGIA

por Helio Gomes

Escola adota teoria baseada na intervenção de uma inteligência superior na criação da vida, opondo-se às ideias de Darwin

Uma das maiores polêmicas a chacoalhar a sociedade e a comunidade científica dos Estados Unidos nos últimos anos desembarcou no Brasil. Ao longo da semana passada, um ciclo de debates realizado no Colégio Presbiteriano Mackenzie, um dos mais tradicionais da capital paulista, apresentou a teoria do design inteligente a centenas de estudantes. Criada nos Estados Unidos na metade dos anos 80, ela se opõe à teoria da evolução de Charles Darwin – amplamente aceita pela ciência desde a publicação do clássico “A Origem das Espécies” (1859) – e se baseia na ideia de que uma entidade superior seria a responsável pela criação de todas as formas de vida do Universo. Para os cientistas que defendem o conceito, tal força criativa é chamada de “designer inteligente”. Para os cristãos fundamentalistas americanos, ela é Deus.

A grande questão envolvendo o design inteligente (DI) é a sua introdução em algumas escolas americanas durante as aulas de biologia, e não nas de religião, que, a exemplo do Brasil, não fazem parte do currículo escolar no ensino público. Conceitos pseudocientíficos e ainda não aceitos pela maioria da academia, como a chamada complexidade irredutível – que sustenta que certos micro-organismos biológicos são intrincados demais para terem evoluído de formas mais simples de vida –, são usados por biólogos, químicos e filósofos da ciência integrantes do movimento DI em sala de aula como uma alternativa à teoria da evolução. Em 2005, os pais de 11 alunos de uma escola pública de Dover, no Estado da Pensilvânia, entraram na Justiça para tentar impedir o ensino do DI, alegando que, na verdade, ele seria um conceito criacionista e, portanto, religioso. Eles ganharam a disputa judicial e a teoria foi banida da disciplina na escola.

O evento realizado em São Paulo nos últimos dias trouxe ao Brasil dois dos mais célebres defensores do DI nos Estados Unidos. Stephen C. Meyer, doutor em história e em filosofia da ciência, é um dos criadores do movimento e um de seus mais atuantes portavozes. Autor de três livros, entre os quais o recente “Signature in the Cell” (Assinatura na Célula, inédito no Brasil), ele afirma que sua missão em terras brasileiras era simples: “Viemos para suscitar a discussão – nosso trabalho é científico, e não político ou educacional”, diz Meyer, um dos membros mais atuantes do Instituto Discovery, centro de pesquisas sem fins lucrativos ligado a setores conservadores da sociedade americana. “Como eu creio em Deus, acredito que ele é o designer inteligente. Mas existem cientistas ateus que aceitam a teoria de outras formas”, completa o pesquisador.

Não é o caso do bió logo americano Scott A. Minnich, também presente no ciclo de debates para apresentar os conceitos do DI aos estudantes brasileiros. “Sim, eu sou religioso”, afirma Minnich. Ele conta que já sofreu preconceito por fazer parte do movimento. “É assim que as coisas funcionam na ciência. Algumas pessoas tentaram convencer o presidente da universidade na qual leciono de que eu estava incluindo o DI nas minhas aulas de microbiologia, o que não era verdade”, diz o biólogo, que também participou das missões que buscaram indícios da produção de armas bioquímicas no Iraque em 2004.

A confusão gerada por uma teoria que se apropria de conceitos científicos para chegar a conclusões com forte viés religioso despertou a ira da ala ateísta. Entre as vozes mais ácidas contra o DI, destaca-se a do biólogo evolucionista britânico Richard Dawkins. Também chamado de “rottweiler de Darwin”, ele ganhou notoriedade graças ao livro “Deus, um Delírio” (lançado no Brasil em 2007 pela Cia das Letras), também transformado em documentário. “É pertinente ensinar controvérsias científicas às crianças”, disse Dawkins em entrevista ao jornal inglês “The Times”. “Só não podemos dizer: ‘Temos dois conceitos sobre o surgimento da vida – um é a teoria da evolução e o outro é o livro do Gênesis. Se abrirmos esse precedente, também teremos de ensinar a elas a crença nigeriana que diz que o mundo foi criado a partir do excremento de formigas”, provoca o biólogo.

Voltando ao cenário brasileiro, vale lembrar que o colégio Mackenzie é uma instituição particular, com origens americanas e de cunho religioso desde a sua fundação. Portanto, o ensino do DI nas aulas de biologia, que acontece desde 2008, é tão válido quanto as aulas de religião ministradas em instituições de ensino católicas. “Acreditamos que a fé influencia todos os aspectos da nossa vida, inclusive a ciência”, resume Davi Charles Gomes, chanceler em exercício do Mackenzie e pastor presbiteriano.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

Algumas outras impressões sobre DI, e o que a Igreja Católica já abordou, em: https://professorrafaelporcari.com/2020/11/07/design-inteligente-papas-e-revista/

– Deepak Chopra dá a Boa Dica sobre Qualidade de Vida!

O médico e consultor em administração indiano, Deepak Chopra, esteve num evento em Campinas há 3 anos (Fórum da Saúde e Bem-Estar). E deixou uma reflexão importante:

Ser muito rico ou muito pobre é algo que prejudica a qualidade de vida, porque em ambos os casos a pessoa pensa em dinheiro o tempo todo.

Alguma dúvida dessas sábias palavras?

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– Desafiando a mente para uma nova forma de ver a vida:

O cérebro e a sua necessidade de enxergar as coisas por outros ângulos. Na imagem:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar.

– O espetacular registro do Buraco Negro e a comprovação de Einstein

Há exatamente dois anos a Ciência viveu esse capítulo marcante. Relembre:

Dá para acreditar que há 100 anos (sim, foi em 1919), com suas teorias e super-inteligência (sem os recursos tecnológicos tão avançados do século XXI), o físico Albert Einstein descrevia com exatidão como seria um buraco negro, e agora em 2019 comprova-se tudo o que o gênio pensava, ao conseguir retratar pela 1a vez um fenômeno como esse?

Palmas para a jovem cientista Katie Bouman, de apenas 29 anos, que liderou o trabalho que comprovou o que Einstein disse há tanto tempo, através da fotografia tirada na galáxia M87, a 40 bilhões de km da Vida Láctea!

Extraído de: https://ciencia.estadao.com.br/blogs/telescopio/a-sombra-de-einstein/

A SOMBRA DE EINSTEIN

Há bastante tempo o ano de 2019 já estava sendo aguardado com expectativa no mundo da Astronomia. Neste ano celebram-se algumas efemérides científicas importantes: os 50 anos da chegada do homem à Lua, o aniversário de 100 anos da União Astronômica Internacional, e o centenário da observação do eclipse total do Sol que comprovou a Teoria da Relatividade Geral de Einstein. Em todo o mundo, eventos de comemoração estão sendo planejados para festejar essas importantes conquistas da ciência.

Mas uma festa só fica completa com presentes, e é isso que acabamos de ganhar nesta quarta-feira (10/4), quando cientistas anunciaram os resultados de um experimento científico que provavelmente será lembrado daqui a 100 anos: a primeira observação direta de um dos fenômenos mais enigmáticos do universo: um buraco negro.

O buraco negro no centro da galáxia M87. Crédito: EHT Collaboration.

O anúncio feito em 5 países pelos membros da colaboração do Telescópio do Horizonte de Eventos (EHT, na sigla em inglês) foi acompanhado com curiosidade por jornalistas e aficionados por astronomia. Havia muita expectativa sobre qual o alvo observado pelo experimento, e mais ainda pela tão aguardada “foto” do buraco negro.

Ainda é cedo para avaliar a repercussão do anúncio, mas podemos desde já comentar a magnitude científica dessa descoberta. O feito só foi possível graças a mais de uma década de esforços coordenado de centenas de cientistas em institutos de pesquisa espalhados pelo globo.

Telescópios da colaboração Telescópio do Horizonte de Eventos. Crédito: EHT Collaboration.

A observação utilizou a capacidade combinada de 8 observatórios situados em algumas das regiões mais inóspitas do planeta, como o deserto do Atacama, o topo de um vulcão dormente no Havaí, e até mesmo o pólo Sul.

Localização dos telescópios da rede EHT. Crédito: ESO/ L. Calçada

Os dados coletados pelos radiotelescópios foram sincronizados utilizando uma técnica desenvolvida nos anos 1970 chamada Interferometria de Base Muito Longa (VLBI), que permite obter imagens com detalhes iguais ao que seria possível com um telescópio do tamanho da Terra.

A galáxia elíptica gigante M87, em cujo centro está o buraco negro observado pelo EHT. Crédito: ESO

Ao contrário do que muitos esperavam, a imagem divulgada não veio do buraco negro do centro da nossa galáxia, a Via Láctea, mas de muito mais longe, do coração da galáxia gigante M87, a 55 milhões de anos luz daqui.  A posição dessa galáxia no céu permitiu que ela fosse observada por todos os observatórios de modo a se obter a resolução necessária para conseguir identificar a estrutura. Na entrevista coletiva, os pesquisadores comentaram que os dados do centro da nossa galáxia deverão ser publicados num futuro próximo.

Trajetória dos fótons na vizinhança de um buraco negro. Crédito: NSF.

Mas o que a imagem mostra afinal? O buraco negro não emite luz. O que vemos é na realidade a sombra que ele provoca na sua vizinhança brilhante. Os raios de luz nas redondezas do buraco negro são desviados e distorcidos pelo seu intenso campo gravitacional.  A fronteira do buraco negro, conhecida como horizonte de eventos, que marca o ponto onde nem a luz consegue escapar da gravidade, é 2,5 vezes menor que a sombra que projeta e mede 40 bilhões de km de um lado ao outro.

Comparação da imagem do EHT (acima) e da simulação (abaixo). Créditos: EHT Collaboration/Bronzwaer, Moscibrodzka, Davelaar and Falcke (Radboud University)

A imagem obtida pelo EHT é incrivelmente semelhante às simulações, um belo exemplo de concordância entre teoria e observação. A massa do buraco negro central de M87 é 6,4 bilhões de massas solares, mais de mil vezes a massa do buraco negro no centro da nossa galáxia!

Os resultados detalhados das observações foram publicados numa série de seis artigos científicos na renomada revista Astrophysical Journal Letters.Cientistas de todo o mundo devem passar os próximos dias analisando os resultados e trabalhando nas suas implicações.

Para o público geral, recomendo material do site preparado pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), com conteúdos produzidos especialmente para essa ocasião memorável. Em particular, não deixem de conferir o fantástico vídeo “In The Shadow Of The Black Hole”, que conta em 17 minutos e meio essa saga do conhecimento.

– Ignorância, Orgulho ou Intolerância: o que é pior para o enfrentamento da expansão do Coronavírus no Brasil?

PRECONCEITO vem de PRÉ – CONCEITO, ou seja, conceituar algo anteriormente. 

Se você acha que o Coronavírus, meses atrás, era uma bobagem, você tinha preliminarmente um conceito. O pré-conceito de que não era perigoso.

Porém, depois de tudo o que aconteceu (mortes e contágio pandêmico), aquele pré-conceito deixou de ser verdadeiro. Se você o mantém como correto, tornou-se um preconceituoso (aceitou o pré-conceito e não mais o mudou).

Em nosso país, há uma divergência grande entre governadores estaduais e presidente da República em gerir a crise pandêmica, e isso influência a vida do brasileiro.

Assim, independente se os políticos estão preparados para o combate efetivo, se auto-avalie:

  • Se você discordar de alguma ideia, respeitando a diferença do próximo, é algo democrático (e isso é bom!) Mas…
  • Se você discordar de alguma ideia, e querer prevalecer unicamente a sua, é intolerância.
  • Se você discordar de alguma ideia por desconhecimento e mantê-la, é ignorância.
  • Se você discordar de alguma ideia por birra, aí é orgulho.

Enfim: qual o grande empecilho para o Brasil frente o Covid-19?

 

– O Avanço no Diagnóstico de Câncer de Mama

Compartilho este programa da Unicamp onde um Médico Pesquisador e uma Doutoranda em Química (que orgulhosamente é minha esposa Andréia) falam sobre as novas metodologias que estão sendo trabalhadas para a detecção do câncer, em especial o de mama.

Através da espectrometria de massas, cientistas poderão ter mais segurança em suas avaliações e as mulheres poderão se tratar com mais certeza e antecipação.

Vale a pena assistir, está em: http://youtu.be/29UKGGUhYvg

– Bons líderes pensam diferente de subordinados.

Estudos mostram que a cabeça de um chefe pensa diferente da de um subordinado. E até querem “reprogramar” os funcionários!

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI110230-15224-2,00-VOCE+TEM+UM+CEREBRO+DE+LIDER.html

VOCÊ TEM UM CÉREBRO DE LÍDER

por Marcos Coronato

Os cientistas descobriram que a mente do bom chefe funciona de jeito diferente. Agora querem “programar” qualquer pessoa para ser assim

Ficou pior do que já era a rotina dos alunos da Academia Militar de West Point, a elite dos aspirantes a oficial do Exército dos Estados Unidos. Eles vêm participando de uma experiência que parece extraída de um filme B de Hollywood. Com fios conectados à cabeça e fones de ouvido, cada jovem militar é confrontado com problemas hipotéticos variados, que envolvem o comando de um grupo de soldados e exigem concentração e capacidade de tomar decisões. Dependendo da resposta, o aspirante pode ouvir pelo fone um desagradável ruído de alerta. O alerta não significa que houve uma resposta “errada”, nem o sistema se preocupa com “erros” e “acertos”. Ele busca detectar algo muito mais profundo – o jeito de o cérebro de cada um começar a avaliar uma questão.

A experiência vem sendo conduzida pelo psicólogo Pierre Balthazard, professor na Universidade do Estado do Arizona. Ele acredita ter encontrado um jeito “certo” de pensar para coordenar bem equipes, fazer boas escolhas e tomar decisões acertadas. O Exército americano aceita que seus jovens estudantes sirvam de cobaia, na esperança de que aprenderão a pensar “certo” antes de liderar grupos em situações de combate. Segundo Balthazard, já há empresas interessadas em participar das experiências com seus funcionários em cargos de chefia.

O método de Balthazard ainda enfrentará um campo minado de dúvidas e saudável ceticismo, por parte de neurologistas, psicólogos e especialistas em treinamento. Ele evoca dúvidas muito comuns, existentes em qualquer organização e que já devem ter passado pela sua cabeça: seu chefe merece o cargo que tem? (Não que essa dúvida passe pela minha, é claro.) A organização em que você trabalha sabe identificar as melhores cabeças? Quais deveriam ser promovidas? Quem é chefe foi treinado devidamente para isso? Mais importante ainda: sua cabeça funciona do jeito certo, para que você possa ser promovido e coordenar outras pessoas com facilidade e eficiência?

O jeito como a cabeça de cada um lida com situações diversas já vinha sendo mapeado desde os anos 80, graças ao advento de métodos como ressonância magnética, eletroencefalografia e tomografia (também chamada PET scan, ou “escaneamento por tomografia por emissão de pósitrons”). Não se trata de ler pensamentos, mas de detectar padrões de atividade elétrica e circulação sanguínea, e perceber quais porções do cérebro atuam mais nessa ou naquela situação. Tornou-se possível enxergar claramente o que acontece no cérebro de uma pessoa quando ela negocia, desconfia, pechincha, se esforça para manter a calma, reage impulsivamente, compara preços, sofre prejuízos ou pensa em si mesma ou nos outros.

Quando os médicos e os neurologistas passaram a ler o que ocorria na cabeça praticamente em tempo real, uma multidão de especialistas de outras áreas os procurou, a fim de aproveitar esse conhecimento. Esse encontro de especialidades, embora promissor, resultou em dois discursos bem diferentes. Enquanto parte dos profissionais (principalmente os neurologistas) trata o funcionamento do cérebro de maneira cerimoniosa e cheia de dúvidas, especialistas de outras áreas – como psicólogos, administradores, economistas, teóricos de marketing e carreira – passaram a falar do tema sem embaraço algum. “Neuroadministração”, “neurocontabilidade”, “neuroempreendedorismo”, “neuromarketing” e “neuroeconomia” são algumas das áreas de estudo nascidas dos novos conhecimentos sobre o cérebro humano – e da vontade de muita gente de faturar com eles.

Enquanto a lista das “neurotendências” aumenta, cresce também o coro dos céticos. Entender o que se passa no cérebro é uma empreitada ambiciosa. Ensiná-lo a funcionar dessa ou daquela forma parece muito mais difícil. “Liderança envolve experiência, aprendizado, é um tema amplo demais. Quem se entusiasma muito com essas ideias pode se decepcionar”, diz o neurologista Armando da Rocha, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que realiza pesquisas em neuroeconomia com a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). O cientista, que já estudou padrões cerebrais de crianças com dificuldade de aprendizado, vem avaliando como funciona a cabeça de investidores enquanto negociam na Bolsa. Por enquanto, ele só quer entendê-los melhor, e não modificá-los.

O empenho das Forças Armadas americanas tampouco significa que a teoria de reeducar mentes funcione. Os militares nos Estados Unidos são famigerados consumidores de novidades na área da administração, testam muitos métodos ao mesmo tempo, para depois abandonar a maioria. O próprio Balthazard apresenta suas dúvidas. “Ainda é cedo para prever nossa habilidade de usar esse conhecimento para desenvolver líderes melhores”, diz. Ele e outros otimistas se diferenciam da maior parte da comunidade científica, porém, por confiar em obter bons resultados com uma técnica usada no tratamento de hiperatividade, epilepsia e formas brandas de autismo, chamada neurofeedback.

As experiências em andamento na Academia de West Point nasceram de um estudo feito na Escola de Administração W. P. Carey, no Arizona, por Balthazard e pelo psicólogo Jeffrey Fannin. Primeiro, os pesquisadores foram buscar indivíduos que pudessem ser considerados bons líderes, entre empresários, banqueiros, advogados, médicos (e um guia de montanhismo). “Líder”, no caso, é o sujeito que podemos considerar bom chefe ou merecedor do cargo, por conseguir coordenar um grupo e fazê-lo atingir objetivos determinados, deixando os liderados satisfeitos enquanto perseguem uma meta comum. Como parecem existir muitas formas de liderar bem (e muitas mais ainda de liderar mal), os pesquisadores tentaram medir essa habilidade de maneira objetiva, dando notas para os entrevistados. Para isso, aplicaram dois testes (um deles, chamado CAL, ou Liderança Complexa Adaptativa, é usado por militares nos EUA).

Os testes se propunham a “medir” capacidades como adaptabilidade, facilidade para delegar responsabilidades, disciplina mental, otimismo e carisma (subordinados de cada participante também foram entrevistados). Em seguida, os participantes que obtiveram as notas mais altas nos testes de liderança passaram por sessões de eletroencefalografia. Balthazard e Fannin saíram do outro lado dessa aventura intelectual com o que consideram um tesouro: o modelo de funcionamento mental de 55 ótimos líderes. Mais ainda: eles afirmam ter identificado muita coisa em comum no funcionamento desses 55 cérebros privilegiados. Começou aí a parte mais difícil. Seria possível ensinar os cérebros de outras pessoas a se comportar de forma parecida?

Eles acreditam que isso seja possível com o neurofeedback, o método até agora usado somente como terapia. Ele consiste em monitorar a atividade cerebral do indivíduo e induzi-lo a funcionar mais de certa forma – por exemplo, usando mais determinadas áreas. Quando o cérebro funciona da maneira desejada, o paciente tem uma resposta positiva, como a continuidade de um vídeo em exibição ou, o que é mais comum, a repetição de sons agradáveis. Caso o cérebro atue da maneira “errada”, a resposta é negativa, com a interrupção do vídeo ou a repetição de sons incômodos. “É incrível como o cérebro rapidamente aprende o que é necessário! Repetindo o exercício muitas vezes, o cérebro aprende como tem de se comportar”, afirma Balthazard.

Hoje, podem-se tomar estimulantes, tranquilizantes, antidepressivos, ansiolíticos e outros tipos de medicamento, muitos deles agindo diretamente sobre o sistema nervoso central, para provocar mudanças que se considerem úteis no comportamento ou no desempenho. Pesquisadores como a endocrinologista Angela Stanton, da Universidade de Claremont, nos EUA, e do Instituto Max Planck, na Alemanha, acreditam que isso é apenas o começo. “Aprimoramento artificial já é usado em muitas atividades. Pense nos esportes”, diz Angela. “Não é diferente se você pensar em líderes e administradores, embora seja importante lembrar as limitações impostas a cada um pela genética.” A cientista organiza um livro a ser publicado em 2010, chamado Neuroeconomics and the firm (A neuroeconomia e a empresa).

Se cientistas como Angela e Balthazard estiverem certos, você poderá mudar o comportamento de seu cérebro com objetivos bem definidos – por exemplo, enfrentar melhor situações complexas, ser mais empático (ou seja, capaz de se colocar no lugar de outras pessoas ao decidir), mais sereno diante de situações estressantes ou mais concentrado –, tudo isso sem perder a agudeza mental. O estudo só ignora um detalhe importante. Quando pensamos ver um grande líder conduzindo um grupo de satisfeitos liderados, podemos estar na verdade diante de um grupo bem-sucedido pelo mérito coletivo de seus integrantes – e não individual do líder. Talvez seja necessária uma nova pesquisa, desta vez ligando os cérebros dos aspirantes de West Point uns aos outros.

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– Os mais inteligentes estão fugindo do Brasil?

Uma matéria da Revista Veja do ano passado (ed 21/02/18, pg 30), despretensiosamente encontrada no meu revisteiro, traz uma informação importante: pessoas mais estudadas estão indo embora do nosso país para viver no Exterior.

Abaixo esse assunto tão interessante:

QUATRO SINAIS DE QUE O PAÍS VIVE UMA FUGA DE CÉREBROS

  1. Mais emigrantes têm nível superior – levantamento realizado pela consultoria especializada em expatriação JPJ Partners sobre uma base de dados composta de 240 clientes revela que, nos últimos quatro anos, o porcentual de pessoas com formação superior que se mudaram para os Estados Unidos subiu de 83% para 93%.
  2. Mais famílias inteiras se mudaram – Há quatro anos, 41% dos expatriados pesquisados eram casados e, destes, 63% tinham pelo menos um filho. Hoje, o percentual de expatriados casados subiu para 68% e o dos expatriados casados copm um filho ou mais atingiu 83%.
  3. A faixa etária dos expatriados aumentou – Até 2013, 61% dos pesquisados que haviam se mudado para os Estados Unidos tinham até 29 anos. Hoje, a massa migratória majoritária, que chega a 57% do total, tem entre 30 e 49 anos – justamente a fase em que os indivíduos tendem a ter uma carreira mais consolidada e maior poder aquisitivo.
  4. Quem foi não pretende voltar – 92% dos pesquisados dizem não ter planos de voltar a viver no Brasil nos próximos três anos. As principais razões para a saída são, pela ordem: a violência, a instabilidade econômica e a corrupção.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida

– Como anda sua imagem nas Redes Sociais?

Você toma cuidado com o que posta na Internet?

Faz bom uso das Redes Sociais?

Sobre Reputação Digital, em: https://www.youtube.com/watch?v=4Om0jFCanyc

– As pessoas acima de 50 anos aumentam a presença em universidades!

Um número bom, mas que pode ser alarmante também: as instituições de ensino estão recebendo alunos mais velhos, que quando jovens não tiveram oportunidade para estudar. Por outro lado, fica a questão: os jovens de hoje estão priorizando o Estudo (ou só o farão quando mais idosos)?

Abaixo, extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2018/11/faculdades-do-pais-recebem-cada-vez-mais-alunos-acima-dos-50-anos.shtml

FACULDADES DO PAÍS RECEBEM CADA VEZ MAIS ALUNOS ACIMA DOS 50 ANOS

Em 2017, 73 mil estudantes nessa faixa etária entraram no primeiro ano do ensino superior

Por Elaine Granconato

Universidade não é lugar só para jovens, mas também para a turma dos cinquentões para cima. Em 2017, 73.048 alunos com 50 anos ou mais ingressaram no primeiro ano do ensino superior no país, dos quais, 62% optaram pelo ensino a distância, modalidade que tem despertado interesse dos estudantes nos últimos anos.

O levantamento é do Quero Bolsa, plataforma na internet para inclusão de estudantes no ensino superior. A empresa se baseou no Censo de Educação Superior 2017, realizado anualmente pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão ligado ao Ministério da Educação, e divulgado recentemente.

De 2010 a 2017, o número de alunos com 50 anos ou mais que entraram em faculdades cresceu 73,6%. Se observadas as modalidades de ensino, o a distância registrou alta de 162% entre este público no período, contra 9,82% do presencial.

Desde 2014, ano em que o governo federal reduziu a oferta de vagas no Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante), tem caído o número de alunos nessa faixa etária em cursos presenciais. Dos 73.048 universitários acima de 50 anos inscritos no primeiro ano no ano passado, 37,5% representaram essa modalidade.

MAIS FLEXÍVEL

Para Marcelo Lima, diretor de relações institucionais do Quero Bolsa, o ensino a distância, realizado pela internet, tem despertado o interesse do público acima de 50 anos por vários motivos, entre os quais, a flexibilidade do tempo e o preço mais baixo. “O aluno pode escolher o melhor horário para estudar em sua casa, além do que, em média, o valor cai 65% no valor da mensalidade”, afirma Lima.

Afrânio Mendes Catani, professor da Faculdade de Educação da USP, diz que, a rigor, não é favorável ao ensino a distância. “Se for como primeira graduação, então, acho condenável”, afirma. Mas, para os estudantes acima de 50 anos, pode ser uma opção aceitável. “Nos casos daqueles que já têm outras graduações ou mesmo visam uma aposentadoria com valor mensal melhor. Até por satisfação pessoal.”

O MEC afirmou que apoia a educação a distância e diz que a ideia é democratizá-la. Disse que ela é inclusiva e propicia a inserção de tecnologia e novas ferramentas de aprendizagem.

SONHO DE JUVENTUDE

O fim de ano será para lá de especial para Jucineide Farias da Cruz, 54 anos, moradora no Jardim Helena (zona leste). Após décadas de luta, realizará finalmente o sonho da conquista do diploma em pedagogia.
Nascida em Tucano, distante 252 km de Salvador (BA), a ex-funcionária do Mappin, entre outros empregos, concluirá a graduação presencial na Universidade Cruzeiro do Sul em São Miguel Paulista (zona leste).

Seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) será sobre dificuldades de aprendizagem. Mãe de quatro filhos, entre 18 e 26 anos, ela conciliou trabalho e estudo, incluindo um estágio obrigatório em escola municipal, ao longo dos últimos três anos.

“Sempre tive uma vida difícil financeiramente, com pais de origem humilde”, diz Jucineide, ao contar que, aos 19 anos, se viu obrigada a trancar o curso de economia, ainda no segundo semestre.

Mais velha da turma de pedagogia, Jucineide já tem planos futuros. “Quero dar aulas para crianças de educação infantil”, afirma a futura pedagoga, que acaba de ter a notícia que será avó em junho de 2019.

DIREITO A DISTÂNCIA

Ao longo da vida foram 19 profissões, entre marceneiro, torneiro mecânico, soldador e pintor, mas, futuramente, o hoje aposentado Vanderlei Sasso, 72 anos, morador na Vila Esperança, na Penha (zona leste), terá uma mais que especial: advogado.

Para isso, basta concluir o curso de direito na Unip, onde está matriculado no ensino a distância. Ele faz o quinto semestre, ou o terceiro ano de graduação.

O gosto pela área de direito entrou em sua vida quando teve de provar – e provou – a união estável, ao longo de 26 anos, de sua mãe, América Leandro Sasso, com seu padrasto. Foram idas e vindas na Defensoria Pública, segundo Sasso, pai de quatro filhos e avô de sete netos.

Já a opção pelo ensino a distância foi por conta da mãe, hoje com 91 anos. “De casa, consigo cuidar dela e estudar com as aulas que recebo e vejo pelo computador”, diz o mais experiente da turma, que, pelo menos uma vez por semana vai até o campus da faculdade.

– A inteligência emocional é o diferencial!

Cada vez mais as empresas buscam pessoas equilibradas como colaboradores.

Em meio ao mundo pandêmico, ter inteligência e usar as emoções controladamente é fundamental!

Compartilho a reflexão, em: https://youtu.be/ewWsHGqD330

– Despertar a Criatividade por Conviver com Gente Diferente!

Compartilho sensacional texto de Howard Schultz – o presidente da Starbucks– sobre Inovação e Criatividade. Ele defende que conversemos com pessoas que não tenha nada a ver com a gente para aprender com as diferenças e inovar. Concordo!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI270128-16284,00-UM+GOLE+DO+DESCONHECIDO.html

UM GOLE DO DESCONHECIDO

Que tal explorar novos segmentos, mudar o hábito de leitura ou conversar com gente que nada tem a ver com você? Isso pode fazer um grande bem ao seu negócio

Inspiração e ideias novas podem vir dos lugares mais inesperados. O segredo está na curiosidade de explorar o desconhecido. Muita gente esquece disso. Prefere fincar o pé no que já conhece porque se sente mais segura. Acontece que esse apego ao que é mais cômodo costuma ser perigoso para os negócios, principalmente porque aquilo que hoje funciona pode, facilmente, não funcionar mais amanhã. Há sempre algo a aprender, sobretudo numa época em que o comportamento do consumidor muda com a velocidade da luz, estimulado, em parte, pelas tecnologias em constante desenvolvimento.

Exatamente por isso entrei recentemente para a diretoria do Groupon, o site de compras coletivas. Aos 58 anos, acho que posso absorver muita coisa de uma geração mais jovem de empreendedores de internet, principalmente no que diz respeito às mudanças avassaladoras nos hábitos do consumidor.

Não é fácil sair de um segmento que você domina. É preciso se expor e estar disposto a admitir que existem coisas que você não sabe. Há algumas maneiras bem tranquilas de fazer isso. Ler artigos sobre empresas – ou biografias – que não fazem a sua cabeça é um bom exercício. Num jantar ou reunião, sente-se perto de um desconhecido e comece a conversar. Procure ouvir mais do que falar. Preste atenção nas ruas por onde você passa todos os dias e, ao viajar, não fique dentro do hotel. Saia. Mas, principalmente, esteja aberto ao inesperado.

Sempre procuro fazer esse tipo de coisa. Hoje, quando visito alguma cidade do mundo, deixo livre parte da minha agenda para conhecer os estabelecimentos que servem café, mas também as lojas de segmentos completamente diferentes.

Faz alguns anos, visitei uma lojinha despretensiosa em uma das ruas mais badaladas de Milão. A Coltelleria G.Lorenzi tinha um estoque espetacular de facas, navalhas e talheres artesanais. Na hora em que entrei, percebi que não era uma loja qualquer. Lembrava um museu. Um mostruário solene com iluminação suave exibia tesouras de todos os tipos, grande parte delas feita de aço forjado.

Milhares de itens dispostos meticulosamente atrás de uma lâmina de vidro chamaram minha atenção. Seria impossível a alguém que entrasse ali não perceber a paixão do proprietário por aqueles itens e seu desejo de compartilhá-los. A loja havia transformado ferramentas práticas de corte em obras de arte. Visitá-la foi uma experiência emocional semelhante à que se tem no teatro.

Eu precisava conhecer o homem por trás daquela façanha sutil. Um amigo me informou que a loja pertencia ao senhor Aldo Lorenzi. Demorou um pouco para que eu conseguisse marcar um encontro. Por fim, o sr. Lorenzi concordou em me receber. Quando voltei à loja (acompanhado de um amigo italiano que me serviu de intérprete), um senhor alto e elegante, de terno e gravata impecáveis, nos cumprimentou e, silenciosamente, nos conduziu ao escritório do dono. Agradeci ao sr. Lorenzi aqueles momentos que ele havia me concedido do seu tempo. Ele nunca tinha ouvido falar da Starbucks, e não era minha intenção tocar no assunto. Estava ali para ouvir a sua história. Os minutos transformaram-se em horas à medida que o senhor Lorenzi contava, com toda a humildade, a história da sua família, da sua arte, do comércio que o pai havia fundado em 1929, e o que significava para ele ser comerciante. Eu anotava tudo numa caderneta.

No final da visita, ele me deu um livro de capa cinza em que narrava a história da loja e sua filosofia de trabalho. Comecei a lê-lo no voo de volta para os Estados Unidos e fiquei encantado. Não parecia um livro de negócios, mas o diário de um amigo.

Em quase todos os capítulos, assim como durante o tempo em que conversamos, havia algo a aprender: um pensamento inspirador, uma lição que me levava a reconsiderar meus pressupostos pessoais, ou até mesmo a repensar como a Starbucks poderia continuar a melhorar. O mais importante de tudo, porém, foi que a paixão de Aldo Lorenzi ajudou a reacender em mim a chama da empolgação pelo meu trabalho.

A parte principal dessa história não foi o que o senhor Lorenzi me ensinou. O mais importante foi que eu estava aberto para ouvir o que ele tinha a dizer. Mentores não deveriam ser apenas pessoas iguais a você – ou indivíduos a quem você deseja imitar. Pode-se aprender muita coisa com gente de outras áreas, bem como com pessoas de culturas e gerações diferentes. Antes, porém, você precisa convidá-las a fazer parte da sua vida.

Aldo Lorenzi é dono de uma loja. A Starbucks tem milhares de lojas. Ele se especializou em instrumentos cortantes. Eu entendo de café. Somos de épocas diferentes e não falamos o mesmo idioma. Contudo, ele tinha um monte de coisas a me ensinar. Sempre há algo a aprender, desde que estejamos dispostos a ouvir.

Howard Schultz é fundador, presidente e executivo-chefe da Starbucks. Ele é autor do livro Onward: How Starbucks Fought For Its Life Without Losing Its Soul (Na tradução brasileira, Dedique-se de Coração – Starbucks Coffee)

Imagem extraída do link acima.

– Dia Mundial da Ciência pela Paz e Desenvolvimento

Hoje a UNESCO celebra a Ciência em prol da humanidade, e como a razão e a fé são duas asas que nos elevam para Deus, sabiamente escreveu o Papa Francisco nesta data:

A sociedade se enriquece com o diálogo entre ciência e fé, que abre novos horizontes ao pensamento. Os progressos científicos devem ser iluminados com a luz da fé, para que respeitem a centralidade da pessoa humana.”

É isso aí! A inteligência serve para ajudar o próximo.

#WorldScienceDay

Imagem extraída da Web.

– Dia Nacional da Língua Portuguesa

Neste dia 05, data de nascimento de Rui Barbosa, celebra-se nota língua-mãe!

Cá entre nós, do Português Antigo ao Português do recente Acordo Ortográfico, muita coisa mudou no jeito que falamos e escrevemos. Inclua-se gírias, modismos e estrangeirismos. Ainda assim, em muitos momentos pensa-se em Língua Brasileira, ao invés da Língua Portuguesa

Sobre essa data, uma postagem bacana e simpática, em: https://inspiracoesparalelas.wordpress.com/2020/11/05/dc-dia-nacional-da-lingua-portuguesa/

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Fígados pequenos em 3D?

A ciência tem sido fantástica: veja esse caso impressionante da criação de “mini-fígados”!

O que mais se poderá fazer, não?

Extraído de: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-brasileiros-criam-mini-figado-funcional-impresso-em-3d/

CIENTISTAS BRASILEIROS CRIAM MINI-FÍGADO FUNCIONAL IMPRESSO EM 3D

Eles são minúsculos, mas funcionam como um fígado normal e podem ser o futuro dos transplantes hepáticos.

Por Maria Clara Rossini

Depois que cientistas israelenses imprimiram o primeiro mini-coração 3D usando tecido humano, chegou a hora do Brasil entrar em cena. Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) usaram células sanguíneas humanas para desenvolver organóides hepáticos — em português claro, mini-fígados.

Os mini-órgãos fazem as mesmas funções que um fígado normal: sintetizam proteínas, armazenam e secretam substâncias exclusivas do órgão, como a albumina. Mas a sua aparência é bem diferente de um órgão tradicional. Como você pode ver no vídeo abaixo, a versão 3D em miniatura parece uma espécie de rosquinha amarela.

Para produzir os fígados, os cientistas utilizaram amostras de sangue de três voluntários. As células sanguíneas são reprogramadas para se tornarem pluripotentes, ou seja, poderem se “transformar” em qualquer outro tecido humano (uma característica típica das células-tronco). Elas se diferenciam em células hepáticas e são misturadas à biotinta da impressora.

A grande inovação do grupo de brasileiros está em como incluir essas células na tinta. Normalmente, as impressoras 3D costumam imprimir células individualizadas, o que acaba prejudicando o contato entre elas e fazendo com que percam a funcionalidade.

Os pesquisadores desenvolveram uma técnica que agrupa as células antes de serem misturadas na biotinta, formando pequenos esferóides. Esses agrupamentos de células garantem que o contato entre elas não seja perdido. Assim, o órgão é capaz de funcionar por muito mais tempo.

A impressão em si demora alguns minutos, mas o processo não para por aí. Depois que o órgão foi impresso, ele ainda precisa passar por um período de maturação de 18 dias. Todo o processo, desde a coleta do sangue até chegar no órgão funcional, demora cerca de 90 dias.

O artigo que descreve a criação do mini-órgão foi publicado na revista Biofabrication. Os mini-fígados, é claro, estão longe de estarem prontos para serem transplantados em humanos, mas essa é uma possibilidade viável. Em entrevista à Agência FAPESP, o pesquisador e autor do estudo Ernesto Goulart disse que é fácil progredir para a produção de órgãos inteiros se houver interesse e investimento.

“Ainda existem etapas a serem alcançadas até obtermos um órgão completo, mas estamos em um caminho muito promissor. É possível que, em um futuro próximo, em vez de esperar por um transplante de órgão seja possível pegar a célula da própria pessoa e reprogramá-la para construir um novo fígado em laboratório. Outra vantagem importante é que, como são células do próprio paciente, a chance de rejeição seria, em teoria, zero” disse a pesquisadora Mayana Zatz, coautora do estudo.

Em: https://youtu.be/tKjUjFYWSGM

– Terraplanistas e seu Congresso!

É muito difícil levar a sério o pessoal que crê na ideia de um planeta Terra plano, não global!

Se você tentar dar atenção à eles, ficará louco. Compartilho uma entrevista (do ano passado) que me surpreendeu como esse pessoal acredita piamente no que fala, ao ponto de promover um Congresso sobre o assunto. Mais ainda: eles duvidam que o homem chegou à Lua!

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=cHHxxcH_T6o

– Encontro de Catequese para o Sacramento do Crisma: Ciência e Fé, ser Ateu e ser Crente, Religião e Ciência.

Já falava o saudoso Papa Peregrino, hoje carinhosamente São João Paulo II, em uma de suas mais belas encíclicas: “fé e razão são duas asas que nos elevam para o céu”!
Por que é tão difícil para alguns aceitar que a Ciência e a Fé são complementares, não rivais?
 
Qual o motivo que faz ateus serem cada vez mais racionais e antiteístas cada vez mais sedentos de “contra-catequizar” sobre Deus?
 
Grandes padres e grandes universidades católicas apoiaram a Ciência e por eles nasceram maravilhosos inventos e significativas descobertas. Isso não se lembra?
 
Enfim: tudo que circunda o infinito do Universo é por acaso, assim como a vida, na qual se crê por céticos cientistas que bilhões de combinações químicas a formaram, ao invés de ser um dom generoso pela Providência do Criador? Ou que esse próprio Deus moldou com sua criação o surgimento da célula vital?
 
Como é difícil falar da Fé e da Razão (de Religião e Ciência) a um mundo cada vez mais racionalista, materialista e descrente de esperança.
 
Abaixo, alguns tópicos criados para discussão com os crismandos da Paróquia São João Bosco, meses atrás, a respeito desses embates de “provar ou não” a existência do Criador:
​Enfim: é tão bom, estudar, aprender, pesquisar, descobrir e revelar a partir da Inteligência que nos é dada pelo Espírito Santo, fonte de Amor do Pai e revelada pelo Filho que em Comunhão estão!​ A figura abaixo com a frase de Einstein é perfeita:
albert-einsten1

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Educação Emocional e os Jovens Esponjas.

Li uma entrevista muito bacana do psicoterapeuta, filósofo e educador australiano Richard Robbins na Revista Época. Ele fala bastante coisa sobre Equilíbrio Emocional, como, por exemplo, da relação dos jovens e seus problemas cotidianos.

Para o professor, os jovens, quando incomodados por dificuldades no cotidiano, precisam de estabilidade emocional para produzirem. E defende que se crie nas universidades uma disciplina voltada para o “Ensino de Emoções” a fim de maiores ganhos econômicos e produtividade na sociedade.

É dele a frase:

Jovens são esponjas que assimilam rapidamente atitudes que se mostram eficazes para eles.”

Interessante. Mas… será que isso vale somente aos jovens?

Certamente, aos jovens de espírito também!

Imagem extraída de: https://blog.psiqueasy.com.br/2018/10/18/como-aproveitar-as-oportunidade-de-aprendizado/

– A Tecnologia “Emburrece” o Homem?

Dias atrás, Susan Greenfield, importante neurocientista reconhecida mundialmente, deu entrevista à Revista Veja, nas “Páginas Amarelas” (ed 09/01/13).

Sob o título de “O Lado Sombrio da Tecnologia”, ela dissertou sobre como estamos ficando menos inteligentes com o excesso dela, nos esforçando menos no aprendizado. Ela lembrou que:

É um suicídio viver em uma sociedade dependente de ciência e tecnologia e não saber nada sobre ciência e tecnologia [segundo Carl Sagan, divulgador científico](…) Não acho que a distribuição de tablets nas escolas possa ajudar a prender a atenção das crianças, que estão cada vez mais dispersas pelo excesso de estímulos digitais. Só bons professores são capazes de cativá-las.”

E então: concorda com a opinião da cientista?

– Dicas para a Inteligência Produtiva

Alguns hábitos podem nos ajudar a melhorar nossa produtividade – e de maneira inteligente!

Compartilho, em: https://www.youtube.com/watch?v=WIiI5GAjNcM

– Sinergia ou Entropia?

Mente aberta (buscando sinergia) ou mente fechada (promovendo entropia)?

É você quem decide o rumo da sua vida.

Refletindo em: https://youtu.be/J1_edvD9QLk

 

– A quem interessa o Analfabetismo Funcional de muitos brasileiros?

O Brasil (números oficiais) possui 6,6% da sua população composta por analfabetos acima de 15 anos, ou, se preferir, 11 milhões de brasileiros. É muita gente! A taxa de analfabetismo salta para 13,9% da população no Nordeste.

Mas um número mais assustador ainda pode ser o de analfabetos funcionais. O Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF) mostrou que 30% da população não consegue interpretar textos simples! É quase 1/3 da população e que, sabemos, boa parte está na escola e não consegue melhorar seus conhecimentos.

Aí vem outra observação: o que se tem feito para acabar com esse problema? Nos diversos últimos governos (sabidamente, de ideologias diferentes entre si) não tivemos nenhuma medida drástica / prioritária. Seria, portanto, má gestão da Educação, falta de recursos para investimentos ou, na pior das hipóteses, manter o povo ignorante?

Triste o país que não se preocupa com o ensino.

Analfabetismo Funcional Afeta Ensino Superior