– Brumadinho chora. Outros chorarão?

Depois do rompimento da barragem de Mariana, agora é a vez da de Brumadinho se romper.

Será que essas obras são vistoriadas quanto a manutenção? Viram o que está acontecendo nos viadutos que cederam em São Paulo? O que mais falta ruir?

Tá na cara que, lamentavelmente, se constrói algo e depois se larga ao Deus-dará. Quantas tragédias poderão ainda acontecer…

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– Banheiro Família e trocador Unissex, por favor!

Já escrevi algumas vezes: pai de menina pequena sofre ao sair de casa para ir a shoppings ou eventos diversos.

Quando minha filha mais velha era uma bebezinha, sempre tive que ser bem seletivo quando saía sozinho com ela: afinal, poucos estabelecimentos possuem os “banheiros famílias” e trocadores “unissex”. Digo isso pois uma mãe pode levar seu filhinho ou filhinha para um banheiro feminino em caso de urgência. E quando é o pai que precisa levar sua filha ao banheiro? Vai no Masculino? Esquece… Pior quando os trocadores de fralda são dentro do Feminino… como o coitado do papai faz?

Compartilho um relato do UOL de quem padeceu do mesmo problema,

Extraído de: http://trib.al/fXeRqiI

FALTA DE TROCADOR DE FRALDAS OBRIGA PAI A USAR BANHEIRO FEMININO

O que faz um pai quando sai sozinho com o seu bebê e se depara com a seguinte situação: o filho com a fralda com cocô vazando até as costas e o trocador exclusivamente no banheiro feminino? Se está de carro, muitos trocam no banco do veículo, outros juntam algumas cadeiras e há aqueles que se viram e trocam em qualquer cantinho – até no chão se preciso for. Sim, é terrível, nada confortável e apropriado.

Tem pai que quando enfrentou essa dificuldade não hesitou e invadiu o banheiro feminino para trocar a fralda do bebê. O ilustrador Rodrigo Bueno, 36, diz que isso já aconteceu várias vezes. Pai das gêmeas Iolanda e Margarida, 2 anos, conta que agora está mais fácil pois as meninas estão maiores, mas que não hesitou em usar o trocador no banheiro das mulheres.

“A reação delas era de me apoiar, algumas ofereciam ajuda. Sempre entenderam a minha situação de pai”, comenta Rodrigo, que usa as charges para contar a sua rotina com as meninas. O ilustrador, que fez a charge especialmente para o blog Mães de Peito,  lançará um livro contando as suas aventuras com a sua duplinha. Rodrigo, assim como muitos pais de hoje em dia, trabalha em casa e fica a maior parte do tempo com as gêmeas já que é a mulher quem trabalha fora.

Rodrigo comenta que divide seu tempo para trabalhar e os cuidados com as meninas. “Uma vez um amigo brincou que virei babá das crianças, falei que não. Que tinha virado pai. Esses preconceitos nunca me atingiram. A grande maioria admira como resolvemos as coisas aqui em casa”, afirma.

Assim como Rodrigo, a nova geração de pais é bem diferente da dos nossos pais ou avós.  Os cuidados com os filhos para não serem terceirizados precisam ser compartilhados, ou seja, pai também dá banho, troca fralda, brinca, prepara ou pelo menos serve o almoço ou o jantar da garotada. As partes mais difíceis como educar, impor as regras e limites também fica a cargo dos dois em casa.

Ao sair de casa, no entanto, a sociedade machista em que vivemos parece ainda não estar pronta para os pais que dividem os cuidados dos filhos. Como não? Basta ir a um restaurante, padaria ou em qualquer loja de departamento e procurar o fraldário. Normalmente, ele está instalado no banheiro feminino.

Para tentar conscientizar os estabelecimentos, a Bepantol Baby, marca de pomadas de assaduras, criou a campanha Papai Manda Bem e vai doar mil trocadores para os estabelecimentos que tiverem espaço para instalar o trocador no banheiro masculino ou em um espaço unissex. O objetivo é incentivar a participação dos pais nos cuidados com as crianças. As empresas interessadas em ganhar o trocador devem se cadastrar no site da empresa.

Além da falta de fraldários, são poucos os banheiros familiares onde o pai ou a mãe pode acompanhar seu filho pequeno. Quem é pai de menina, por exemplo, sabe como é desagradável ter que levá-la no banheiro masculino ou vice-versa. Então, shoppings, padarias, estabelecimentos comerciais em geral pensem em oferecer esses espaço, com privadinhas menores,  para seus clientes pois faz toda a diferença. O que mais se nota é pais que procuram locais que são baby friendly para passear com seus filhos.

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– E o Sinal do Celular?

Caramba… na minha casa, sofro com o sinal da Telefonia Celular. Idem no meu trabalho.

Ao ver essa charge, após ter feito testes com Claro, Oi, Vivo e Tim, tenho que concordar. Veja:

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– Que vergonha, Conmebol!

E o pedido do árbitro Andrés Cunha para que na decisão da Libertadores entre River x Boca os atletas desfrutassem do momento e “se jogasse apenas futebol?Faltou combinar com a torcida, hein?

(Relembre essa postagem com as devidas considerações sobre a importância dessa decisão aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/11/24/atletas-de-river-plate-e-boca-jrs-obedecerao-o-juizao-e-desfrutarao-do-momento-decisivo/)

Ridículo, cafajeste, vergonhoso e constrangedor o que foi visto na Argentina no sábado à tarde e entrando na noite. São seres humanos ou animais quadrúpedes disfarçados de bípedes se passando por gente que protagonizaram uma guerra do hotel dos Ximenes até o Monumental de Nuñes?

Mas sejamos justos: lembremo-nos da preocupação do Presidente Macri para que, nas finais, não desse “uma decisão portenha”, por culpa da segurança em Buenos Aires (que também recebe a reunião de cúpula do G20).

É claro e notório que os “hooligans argentinos” (ou barra-bravas) estavam esperando tal oportunidade para tumultuar, já que houve o episódio de gás pimenta contra o River Plate, anos atrás, e agora veio o contra-golpe. A solução de torcida única não adiantou. O que fazer agora? Jogo sem torcida? Cidade sem população? Estádio sem jogador? Sei lá. O certo é que as empresas de ônibus que transportam os atletas deveriam pensar em veículos blindados.

Uma sacada genial: vamos levar o jogo para a Europa, daqui uma semana? Do ponto de vista do marketing e da segurança, seria ótimo (embora seria também o atestado de incompetência da Conmebol…)! E ainda queremos fazer a Copa de 2030 por aqui! Imagine só…

Por fim, bem direto: o que vimos realmente foi a comprovação de que nosso continente está contaminado pela má-educação, péssima organização de eventos grandiosos, corrupção (ou foi “à toa” que queria-se obrigar os atletas do Boca Juniors a entrar em campo, mesmo com tapa-olho e muleta?), além, claro, da prova cabal de que a Conmebol faliu moralmente.

Se eu fosse algum líder de clube de futebol (infelizmente não temos nenhuma referência como dirigente), aproveitaria o momento, sugeriria que River e Boca boicotassem a final e promoveria o levante contra a Conmebol. É hora de criar uma Liga Sulamericana Profissional! “Com quem” e “como”, seria outro problema, óbvio…

– Mais uma vergonha do futebol brasileiro

Quando aceitaram a dispensável Copa do Mundo de 2014 (aquela que tomamos de 7 da Alemanha e que gastamos bilhões me corrupção), os organizadores prometiam uma verdadeira revolução no futebol e na sua estrutura.

Pois bem: agora, em 2018, o Maracanã está com um ridículo gramado e Flamengo x Vasco jogaram nem Brasília. E quando o vascaíno Bruno Silva se lesionou e precisou de atendimento médico com a ambulância… a viatura médica precisou ser empurrada!

Mico. Vergonha. Desrespeito. As imagens:

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– E ninguém liga para o alongamento da nossa via?

Quando chove, a nossa Avenida Reynaldo Porcari (Bairro Medeiros – Jundiaí/SP) fica intransitável. Como ter asfalto desnivelado a tal ponto e sem bueiro?

Olhe só que “piscinão” forma toda vez… uma verdadeira lagoa! Mas, infelizmente, nada se faz. É aquela velha história: obra que não aparece, não vale a pena – como, por exemplo, BUEIROS!

Veja só a foto como fica a via DEPOIS da chuva. Durante ela, deve-se andar de barco! Abaixo:

– A Greve dos Caminhoneiros: motivo justo, operação injusta!

Eu sofro na pele com o aumento do preço do Óleo Diesel, devido ao meu ramo de atividade. É assustador que o produto tenha atingido quase 60% em 10 meses, sendo que aumentou muito nos últimos dias – e com reajustes diários sucessivos.

Aliás, não há brasileiro lúcido que discorde que os caminhoneiros – cujo combustível dos seus veículos é o Diesel – estão fazendo legítimos protestos. A causa é justa (incluindo-se a Gasolina e o Etanol)Mas fica a questão: parar as estradas é o correto?

risco REAL de desabastecimento, não só de combustíveis, mas de outros produtos que dependem de transporte.

Que se pense razoavelmente em outra forma de se protestar…

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– A política de preços da Petrobrás e os absurdos aumentos sucessivos.

Reparou como os combustíveis tiveram os preços majorados nestes últimos dias?

Em alguns lugares, já se fala na venda da Gasolina parceladamente no cartão. Pudera, está caro para encher o tanque dos carros.

Você sabia que em 10 meses já subiu 42% o valor do Petróleo em geral no Brasil? Tivemos cinco aumentos seguidos, de percentual alto, somente nesta semana (por culpa da alta do dólar, segundo a Petrobrás.

Isso fez com que o consumo do Etanol aumentasse por ser um produto mais barato. Conclusão: aumentou o consumo, aumentou também o preço do litro devido a menor oferta.

Talvez não se tenha dado a devida importância, mas o combustível que mais sentiu os sucessivos reajustes foi o Óleo Diesel (que move o Brasil). Com isso, encarece-se o frete e consequentemente os produtos.

Mas fiquemos tranquilos, pois, segundo o Governo, a inflação é de apenas 0,5% ao mês…

No Rio de Janeiro, pasmem, já está próximo de R$ 5,00 / litro.

Abaixo, extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/05/16/preco-gasolina-posto-combustivel-petrobras-consumidor-bomba.htm

GASOLINA ESTÁ TÃO CARA QUE POSTO PARCELA COMBUSTÍVEIS EM 6 VEZES NO CARTÃO

Por Marcela Lemos e Cristiane Bonfanti

No Rio, etanol com desconto. Em Brasília, combustível parcelado em até seis vezes sem juros no cartão de crédito. Os postos têm apelado para promoções para não perder a clientela com a gasolina perto dos R$ 5.

Nesta terça-feira (15), a Petrobras anunciou uma nova alta nos preços da gasolina para as distribuidoras. Desde 3 de julho, quando a estatal adotou sua nova política de preços, a gasolina vendida nas refinarias já subiu 50,04% e o diesel, 52,15%. O salto ficou bem acima da inflação do período, que foi de 2,68%.

Em um posto BR na avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, a gasolina aumentou R$ 0,20 por litro nesta semana: passou de R$ 4,769 para R$ 4,969. O preço fez muita gente desistir de encher o tanque.

Na mesma avenida, um posto Ipiranga também vendia gasolina por R$ 4,969. Para não desagradar tanto os clientes, fez uma promoção de etanol, que baixou de R$ 3,699 para R$ 3,399.

“A gente tenta convencer o motorista de carro flex a abastecer com álcool. Alguns ficam aqui pesquisando na internet e fazendo conta para saber se vale a pena”, disse um dos funcionários.

PARCELADO EM 6X NO CARTÃO

Em um posto Shell em Brasília, a saída encontrada foi facilitar o pagamento. Desde 2006, o posto parcelava o pagamento em três vezes no cartão de crédito. Agora, aumentou para até seis vezes.

O posto mantém o mesmo valor para os pagamentos à vista e no cartão de crédito. Desde segunda (14), o preço da gasolina comum passou de R$ R$ 4,159 para R$ 4,469.

‘R$ 100 DE GASOLINA NÃO REPRESENTAM NADA’

O estudante Gabriel Mendes, 22, diz que as pessoas ficam reféns da alta dos combustíveis. “Em Brasília, não temos como andar a pé. Eu uso o carro para tudo e tenho de arcar com o custo.”

Para o engenheiro Marcello Gusmão, 37, do Rio, está inviável manter o carro rodando. Ele diz que passou a usar o veículo apenas três vezes por semana.

POLÍTICA DE PREÇOS DA PETROBRÁS

Desde 3 de julho, a Petrobras adota uma política que prevê reajustes nos preços dos combustíveis com mais frequência, inclusive diariamente, nos preços dos combustíveis vendidos nas refinarias. As mudanças de preços acontecem nas refinarias, e podem ou não ser repassadas pelos postos para o consumidor.

Segundo a estatal, a ideia da nova política é repassar as variações do dólar e do petróleo no mercado internacional e, com isso, competir “de maneira mais ágil e eficiente”.

A política de preços da Petrobras foi alvo de críticas no passado, principalmente no governo da presidente Dilma Rousseff. Quando a cotação do petróleo no mercado internacional caiu a níveis históricos, a Petrobras decidiu não repassar essa queda para o preço dos combustíveis. Ao importar combustível mais barato e vendê-lo pelo mesmo preço de antes, os ganhos da Petrobras com a revenda aumentaram.

Na época, críticos afirmaram que, ao manter os preços artificialmente, o governo estava usando a política de preços para recuperar parte do que perdeu quando o petróleo estava caro lá fora –e o preço não subiu aqui– e para tentar aliviar as contas da Petrobras, em meio a um endividamento muito grande da companhia.

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Posto em Brasília parcela combustível em 6 vezes no cartão

– ANP libera a venda de Gasolina Formulada no Brasil. Cuidado com essa porcaria!

Taí um malefício para os motoristas: a Agência Nacional de Petróleo regulamentou em nosso país a venda da Gasolina Formulada, um produto “exclusivo” do Brasil.

Bem mais barata (em 2018, com quase 30% de diferença da Gasolina Tradicional de Petróleo), esse produto polui mais e rende menos. Mas o grande problema é: o consumidor está sendo informado que abastece essa Gasolina alternativa, que é composta por quase 200 solventes e prejudica o carro?

Claro que não. O que espanta é: a troco de quê os órgãos reguladores permitem a venda desse tipo de Gasolina e não cobra que o consumidor seja informado adequadamente para que tenha ciência do que está abastecendo?

Sobre as diferenças básicas desse combustível que era aprovado, mas não regulamentado, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2017/05/16/gasolina-formulada-versus-gasolina-refinada-2/

A matéria do Jornal da Band, em texto, aqui,

extraída de: http://noticias.band.uol.com.br/noticias/100000898187/anp-libera-venda-de-gasolina-formulada.html

ANP LIBERA VENDA DE GASOLINA “FORMULADA”

Mecânicos afirmam que a essa gasolina entope bicos injetores e o uso prolongado pode levar a problemas mais graves

Com anuência da ANP (Agência Nacional do Petróleo), os postos de todo o Brasil já podem vender um tipo de gasolina chamado de “formulada”.

De acordo com especialistas, o composto é feito pela combinação de cerca de 200 solventes e “se aproxima” da composição molecular da gasolina comum, derivada do petróleo.

Além de render 15% menos, a “formulada” pode causar danos aos veículos, segundo o colunista do Metro Jornal Cláudio Humberto.

Mecânicos afirmam que a essa gasolina entope bicos injetores e o uso prolongado pode levar a problemas mais graves, e mais caros.

O Procon (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor) é taxativo e reitera que, mesmo permitida a venda, deve ficar claro para o consumidor o que está comprando. Mas, segundo o colunista, não é o que acontece.

O preço da gasolina “formulada” deve ser inferior ao da derivada do petróleo. Ou o posto pode ser multado em até R$ 6 milhões.

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– Petrobrás anunciou produção recorde de petróleo em 2017!

Nunca antes nesse país produzimos tanto Diesel e Gasolina.

E daí?

Com a história da paridade internacional de preços e variação flutuante quase que diária, de nada adianta tal benefício ao consumidor de combustível. Vide os preços absurdos da Gasolina e do Diesel!

Insisto: estamos pagando ainda o custo-corrupção da empresa…

Aliás: saiba que a produção é recorde pelo QUARTO ANO SEGUIDO, e atingiu a incrível marca de 2,15 milhões de barris de petróleo por dia (bpd)!

Uau… Para se ter uma ideia, na camada do Pré-Sal a média também foi recorde: 1,29 mi bpd.

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– De novo o Petróleo aumentando nesse país?

Com a política flutuante de preços instaurada pela Petrobrás, ao invés de grandes aumentos específicos nos combustíveis em determinados períodos de tempo, agora eles são diários – variando conforme a cotação internacional.

Entretanto, esses micro-aumentos diários são frequentes, mas não há a redução com a mesma frequência e percentual, como ocorre lá fora.

O certo é que para esse final de semana (o penúltimo do ano), teremos um reajuste violento na Gasolina e no Diesel, já autorizado.

Cadê os panelaços de protesto?

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– A China e as Riquezas do Brasil, por Bolsonaro

Antes de mais nada, não sou de direita, nem de esquerda e nem partidário. Mas também não sou apolítico, sou um simples cidadão que gosta de reflexões. Portanto, fanáticos e militantes, não venham tecer críticas aqui.

Na “blogosfera”, leio uma reportagem do mês passado que me passou batida: “a entrevistas do pré-candidato a Presidência da República Jair Bolsonaro nos EUA”, com um discurso bem repetido do que foi sua aparição em Belo Horizonte, em Setembro.

Eu acho o militar extremamente radical. Mas não posso deixar de concordar com as seguintes palavras (extraídas da Folha):

“A China está tomando conta do subsolo do Brasil, (…) nós seremos “inquilinos dos chineses em nosso próprio território. Não podemos entregar nosso subsolo a outros países como vem sendo feito. É justo entregar Catalão (GO) e Araxá (MG), ricos em nióbio, às estatais chinesas? (…) Vamos explorar nossas riquezas, quem sabe até abrindo uma saída pro mar para Minas Gerais. Nós vamos satisfazer o desejo do mar de ganhar Minas, podem ter certeza disso. (…) A Renca [Reserva Nacional de Cobre e seus Associados] deve ser explorada, mas não como Temer propôs, abrindo para empresas estrangeiras. Eu topo fazer negócio com partilha com alguns países do mundo: Estados Unidos, Coreia do Sul, Japão, Israel. Só que os chineses ‘estão jogando War’ e temos que nos preocupar com isso”.

Nessa, estou com Jair Bolsonaro (mesmo com muita coisa contra ele, por entender que Jair seja um “Lulinha ‘Paz e Amor’ de extrema direita”). É questão de visão estratégica e de cuidar das nossas riquezas. Aliás, por que pouco se tem feito sobre isso?

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– A queda de preço “de mentirinha” dos combustíveis!

O aumento acumulado da Gasolina nos últimos meses (de Julho a Novembro) atingiu a marca de 27%, em diversos e contínuos micro aumentos (foram 85 reajustes). Praticamente, a Petrobrás faz esses reajustes (ou como ela gosta de dizer: realinhamentos) diariamente.

Depois de 3 significativos aumentos no feriado, onerando o preço à vista na bomba em quase R$ 0,12 no prazo de 4 dias, há um anúncio em todas as mídias sobre uma redução de preço para a Gasolina, em… 0,38%.

Você não se enganou: depois de subir tanto o preço, resolveu diminuir o impacto com uma “merreca” insignificante, que em reais, significaria R$ 0,01!

É o chamado “engana que eu gosto”… deveria fazer a mesma publicidade dos aumentos como faz quando raramente reduz.

A propósito, você tem acompanhado a confusão nos postos do Estado de Goiás? Lá, dizem que há a prática de cartel. Mas aqui no estado de São Paulo, a “guerra” é outra: a do lucro mínimo, onde alguns maus comerciantes adulteram produtos, roubam na galonagem e praticam preços impensáveis do ponto de vista da revenda honesta. Aos corretos, beira-se a insolvência…

Enfim: a política de preço flutuante, mas que somente aumenta o valor, tem maltratado postos e clientes. Quem ganha é apenas a Petrobrás!

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– Petrobrás aumenta os preços dos combustíveis devido ao Harvey!

Atenção motoristas: a Petrobrás anuncia aumento de preço em 0,5% na gasolina e 2,5% no Diesel para a 5a feira.

Motivo: o furacão Harvey, que está atingindo o Texas, grande produtor de petróleo. Dentro da política de preços flutuantes, embora não tenha ventado por aqui, o preço aumenta devido ao aumento internacional do produto.

Aliás, cadê o petróleo do pré-sal da costa brasileira? Por lógica, não deveria aumentar os preços no Brasil.

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– E o novo aumento de Diesel?

Será que o Governo não sabe que o Brasil “roda movido a Diesel”?

Nesta 3a feira, mais um aumento no preço dos combustíveis: cerca de R$ 0,032 a mais no Óleo Diesel.

Já perceberam quantos aumentos tivemos nos últimos tempos? A cada dois ou três dias há um pequeno reajuste. Acumule tudo isso para você ver quanto dá!

Mais do que isso, o reajuste dos fretes é inevitável, fazendo com que se onere ainda mais o transporte de alimentos.

Mas calma… segundo Temer, está “tudo em ordem”…

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– 3o Aumento dos Combustíveis e a Liminar contra o Governo!

Esse país enlouqueceu, definitivamente.

Eis que a Petrobrás anunciou um novo reajuste na Gasolina em 1,9% e do Diesel em 1,4% a partir de 4a feira, dia 26 de julho.

Se não bastasse isso, sabemos que na última semana tivemos dois aumentos: os dos impostos e do combustível em si (vide sobre o ocorrido aqui: http://wp.me/p4RTuC-jxx). Será o 3o reajuste em menos de 7 dias!

Há pouco, o juiz federal Renato Coelho Borelli, da 20a Vara de Brasília, concedeu uma liminar que suspende o 1o aumento, o de impostos, alegando que “esse tipo de aumento não pode ser por decreto, mas só por projeto de lei”.

Quanto tempo a cassarão?

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– O Governador do Pará não se trata no próprio Pará?

Leio que Simão Jatene, o Governador do Estado do Pará, sofreu um problema no coração e vai se tratar em São Paulo.

A pergunta provocativa é inevitável: por que ele não se trata no próprio estado, nos hospitais construídos por ele para a população? Ou será que o governo paraense não tem preocupação em equipar com competência as unidades de saúde para tratar o povo e, incluindo-se, o Governador (já que teve que sair do seu local)?

Pois é… quando se trabalha para o povo deve-se fazer o melhor para seus eleitores ou não – e isso inclua-se: dar condições dignas para que qualquer um (do pobre ao rico) possam utilizar.

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– Angra 3: 17 bilhões para terminar ou 12 bi para derrubar a Usina Nuclear?

Mas que país é este?

Viram a fortuna que se precisa gastar para terminar a terceira Usina Nuclear de Angra dos Reis, a Angra 3, em obras há “apenas” 33 anos?

Saiba mais, extraído de: OESP, ed 04/06/17, pg A8.

PARA CONCLUIR ANGRA 3, GOVERNO TERÁ DE DESEMBOLSAR MAIS R$ 17 BI

Por André Borges

Em obras de 1984, usina nuclear já consumiu R$ 7 bilhões, mas ainda está longe de ver as obras terminadas

Trinta e três anos depois de ter as obras iniciadas, a usina nuclear de Angra 3, na praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ), se tornou um problema bilionário para o governo. Entre idas e vindas, a construção já consumiu R$ 7 bilhões, e é necessário tomar uma decisão: concluir o projeto, que está parado, ou abandoná-lo de vez. Seja qual for a escolha, porém, a certeza que existe é que será necessário desembolsar bem mais do que já foi gasto até agora.

Os números que estão em análise na Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia, conforme apurou o Estado, apontam que seria necessário injetar mais R$ 17 bilhões para concluir Angra 3, usina que está com 58% de seu projeto executado. Desistir dela, porém, pouco aliviaria as contas. Os cálculos sinalizam que seria preciso desembolsar R$ 12 bilhões para “descontinuar” Angra 3, entre a quitação de seus empréstimos bilionários, desmonte de estrutura, destinação de máquinas e uma infinidade de dívidas. Neste momento, portanto, a decisão do governo é buscar formas de reduzir esse custo e concluir a usina.

Projeto do período militar, Angra 3 começou a ser erguida em 1984. Suas obras prosseguiram até 1986, quando foram paralisadas por conta de dificuldades políticas e econômicas, além da ocorrência do maior desastre nuclear do mundo, a explosão do reator da usina de Chernobyl, na Ucrânia. O projeto brasileiro ficou na gaveta por 25 anos, até ser retomado em 2009 como um dos destaques do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Naquele ano, o custo estimado para o término do projeto era de R$ 8,3 bilhões. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometia colocar a usina para funcionar em maio de 2014.

Agora, com os R$ 17 bilhões estimados para sua conclusão, se chegaria a um gasto total de R$ 24 bilhões para colocar em operação uma usina com capacidade de 1.405 megawatts (MW). Para se ter uma ideia do que isso significa, a hidrelétrica de Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará, que tem potência de 1.820 MW e entrou em operação no fim de 2015, custou R$ 3,9 bilhões. Com o custo total de Angra 3, portanto, seria possível construir seis hidrelétricas de Teles Pires, com uma geração total de 10.920 MW.

O MME e a Eletronuclear, responsável pela usina, não quiseram se manifestar sobre o assunto. Na quinta-feira, o drama de Angra 3 – que nos últimos anos andou frequentando muito mais as páginas policiais, pelas denúncias de esquemas de corrupção nas obras – deve ser debatido em reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), em Brasília.

Parceria. Hoje, a geração nuclear é um monopólio federal, com a Eletronuclear à frente das duas únicas usinas em operação no País, Angra 1 e Angra 2, que têm capacidade total de 1.990 MW. O plano é abrir as portas do setor para empresas de fora. A Eletronuclear tem mantido conversas com várias empresas, como CNNC e SNPTC (chinesas), EDF (francesa), Kepco (coreana) e Rosatom (russa). É consenso de que não há meios de avançar nas obras sem a participação de um parceiro privado.

A situação financeira da Eletronuclear fala por si. Mesmo com as operações de Angra 1 e 2 em pleno funcionamento, a estatal fechou o ano com prejuízo líquido de R$ 4,075 bilhões. Somado aos anos anteriores, o prejuízo acumulado chegou a R$ 10,952 bilhões. No horizonte, o que se vê são mais contas para pagar. A Eletronuclear precisa quitar nos próximos anos outros R$ 7,718 bilhões em empréstimos tomados com a Caixa e o BNDES.

Para dar manutenção constante nas máquinas de geração nuclear de Angra 3, a Eletronuclear já gastou mais de R$ 1 bilhão. Estudos realizados pela consultoria Deloitte apontam que ainda serão necessários pelo menos 55 meses de trabalho para concluir a usina, a partir do momento em que suas obras forem retomadas. No papel, a Eletronuclear trabalha com a hipótese de retomar as obras em junho de 2018, para concluí-la em dezembro de 2022.

A conclusão da usina pode ser importante para a Eletronuclear, mas não tem papel crucial no abastecimento energético do País. Na realidade, o que se tem hoje é um cenário com certa sobra de energia, por conta da queda na atividade econômica. A geração nuclear atual responde por apenas 1,3% da geração nacional.

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– Até quando o Hopi Hari sobreviverá?

Hopi Hari e sua crise infinita: devendo para a CPFL, para os funcionários e com público de 160 visitantes!  Vai aguentar até quando?

Extraído de Estadão.com (http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,sem-luz-sem-seguro-e-com-r-700-mi-em-dividas-hopi-hari-esta-perto-de-fechar,70001768813), abaixo:

SEM LUZ, SEM SEGURO E COM R$ 700 MI EM DÍVIDAS, HOPI HARI ESTÁ PERTO DE FECHAR

Na semana passada, direção chegou a tirar site do ar para evitar venda de ingressos e planejou interromper funcionamento. ‘Sei do risco que é operar sem seguro, mas meu compromisso é não fechar’, diz proprietário

Por Renato Jakitas

Autoapelidado de o lugar mais feliz do mundo, o parque de diversões mais famoso de São Paulo, o Hopi Hari, se aproxima dos 18 anos de existência à beira da pane seca. Está atolado em uma dívida de R$ 700 milhões, com a luz cortada, sem seguro e “aviso prévio” para fechar as portas. Os quase 300 funcionários não recebem salários desde o dia 5 de fevereiro. 

Em abril, o parque teve o fornecimento de energia cancelado por causa de uma conta de R$ 580 mil em aberto com a CPFL. Se não levantar R$ 100 mil nesta semana, o novo proprietário José Luiz Abdalla terá de devolver na segunda-feira os geradores alugados justamente para evitar o fechamento das portas. 

Para piorar, desde 25 de março o Hopi Hari opera sem cobertura de seguro para acidentes com frequentadores ou eventuais danos aos equipamentos. Abdalla vem batendo na porta das seguradoras, mas não encontra uma única empresa que encare o risco do negócio, tanto do ponto de vista da segurança dos brinquedos como da capacidade de pagamento da apólice. “A gente não tem crédito na praça”, reconhece o empresário.

A situação é tão crítica que até o processo de recuperação judicial, solicitado em 24 de agosto de 2016, está praticamente paralisado, já que o parque não conta com um profissional que saiba lidar com esse tipo de processo – segundo Abdalla, o último especializado, o advogado tributarista Julio Mandel, retirou-se por falta de pagamento.

Com tantos problemas, o público sumiu e o parque – que chegou a receber 24 mil pessoas em um único dia, no segundo semestre de 2011 – tinha 160 visitantes no sábado. No dia anterior, uma sexta-feira, foram 20 pessoas. 

Alvo de uma investigação do Ministério Público, que apura relatos de que o parque, em diversos dias, conta com poucos brinquedos funcionando, apesar de vender os passaportes normalmente e sem nenhum tipo de aviso aos visitantes, a direção do Hopi Hari redobrou os avisos. Já no estacionamento, que cobra R$ 55 por carro, o funcionário de uma empresa terceirizada recomenda a atenção do cliente. “Eu peço que todo mundo vá até a placa lá fora e veja quais os brinquedos que estão parados. Uns 20% vão embora direto”, diz. 

Na bilheteria, que foi aberta exclusivamente para atender a reportagem, mais um aviso. “Você quer mesmo entrar? A gente está só com esses brinquedos aqui”, alerta a funcionária, indicando um papel colado no balcão com 12 atrações abertas em quase 60 possíveis – 3 para o público adulto. O passaporte custa R$ 99. 

No sábado, ao entrar no parque, o Estado se deparou à primeira vista com uma cidade fantasma do velho oeste americano. Somente depois de caminhar por alguns minutos encontrou um grupo com cinco visitantes, vindos de São Paulo. “É triste de ver o estado do parque”, lamentou o visitante Ricardo Cipriano. Um pouco mais à frente, Luiz Antonio Corol reclamava em frente a uma fonte de água adornada por personagens da Warner Bross. “Só para estar aqui com a minha família eu gastei mais de R$ 600.”

Dois dias antes, a direção do parque estava decidida a não abrir as portas. Segundo relatos de pessoas ligadas à gestão, o dono do parque chegou a retirar o site do Hopi Hari do ar para evitar compras. Após uma reunião na noite de quinta-feira, contudo, a direção recuou. “O Abdalla não pode abrir, mas também sabe que, se fechar, corre o risco de não abrir mais”, diz uma pessoa que pediu para não ser identificada. 

“O que é que eu vou fazer?”, indaga Abdalla. “Sei do risco que é operar o parque sem seguro, mas o meu compromisso é não fechá-lo”, conta o empresário, egresso do mercado imobiliário e de uma família de banqueiros (o pai, Anésio Abdalla, foi sócio do BCN). 

Ele comprou 80% do Hopi Hari de Luciano Correa, seu amigo de infância, por R$ 0,01, assumindo todo o histórico de passivo de R$ 700 milhões na pessoa física, uma operação inédita e que deixou representantes do mercado com o queixo caído. “Eu não sei como esse Abdalla consegue dormir a noite”, diz um operador do mercado. “É dívida para a vida inteira e para muitas outras gerações.”

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– E quando chove…

Mesma história: choveu, a Avenida Reynaldo Porcari vira uma piscina. Sem bueiros e as autoridades não estão nem aí…

Lamentável!

– Alagamentos que deveriam ser evitados

Há certas coisas que são facilmente resolvidas, e não são por má vontade.

Aqui no Bairro Medeiros, no trecho conhecido como “Retão” da Avenida Reynaldo Porcari, é só chover que a água acumula.

É claro que os motoristas sofrem ali. Mas quem mais sente são os pedestres… como andar nas calçadas ali? Sem dizer que o Batalhão da PM fica inacessível, pois não há como a água escoar.

Embora naquele trecho seja tributado como IPTU de zona urbana, não se tem esgoto (é mole) nem BUEIROS!

Não está fácil resolver?

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– Bairro Medeiros abandonado quando chove!

Com chuva, a Avenida Reynaldo Porcari (Bairro Medeiros) vira uma piscina. Aquaplanagem total!

Claro, ninguém fez bueiros… Mostro o descaso das autoridades (no minuto 1’05”, veja que situação absurda),

Em: http://www.youtube.com/watch?v=UzTeT0Frwjg

– E o gramado do Maraca?

Depois de gastos bilionários para o Panamericano de 2007, para a Copa de 2014 e para a Rio 2016, olha só como está abandonado o Maracanã. Pode?

Abaixo:

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– É na surdina que o Governo reajusta o preço dos Combustíveis.

A estratégia é velha: a Petrobrás anuncia redução ínfima de preços nos combustíveis e a explora maciçamente na mídia. Porém, os índices de queda quase não são perceptíveis nas bombas pois a cadeia intermediária entre a estatal e os postos faz com que isso se dilua sensivelmente. E anuncia duas reduções, mas sempre de pouquíssimos centavos (ou quase nada)!

Entretanto, a mesma Petrobrás anuncia o reajuste quando o noticiário está voltado para outras informações mais populares (a queda do avião da Lamia, o raio que atingiu o voo da Xuxa, o afastamento de Renan, e outras tantas coisas que dão mais IBOPE), fazendo com que naturais críticas do aumento de preços repercutam menos.

O desejo é que tudo seja feito “às escuras”, na surdina, sem tanto alarde. E o consumidor só perceberá isso na hora em que abastecer seu veículo.

Foi assim na virada dessa 2a para 3a feira: o Governo aumentou consideravelmente o preço da Gasolina em 8,1% e do Óleo Diesel em 9,5%. Aproximadamente, o impacto nas bombas será de R$ 0,12 a R$ 0,14 na G e de R$ 0,15 a R$ 0,18 no D. No Diesel S10 (o “Biodiesel”) deverá chegar de R$ 0,16 a R$ 0,19).

Me lembrei da demagoga queda de preço da eletricidade: recordam-se que a presidente Dilma Rousseff convocou cadeia nacional de Rádio e TV para anunciar a redução de preços da energia elétrica? Pouco tempo depois, criou as bandeiras tarifárias e as contas dispararam!

Mudam os políticos e os hábitos na Economia são os mesmos. Cortar as mordomias e combater, DE FATO, a corrupção, não querem.

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– Até quando?

Constantemente, há sempre muitos problemas na Rodovia Vice Prefeito Hermenegildo Tonoli (que liga Jundiaí a Itupeva).

A via virou uma avenida, perigosa e sem passarelas. E as autoridades nada fazem!

Anteontem, mega congestionamento nela e, pra variar, era por culpa de outro acidente…

Já nos acostumamos e nada faremos?

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– Cuidado: grande quantidade de Etanol adulterado com Metanol em Usina!

Está acontecendo no Rio de Janeiro, e tomara que não aconteça no restante do Brasil: pode faltar Álcool Etílico Combustível por culpa de mega esquema de adulteração.

Abaixo, extraído de Folha de SP, ed 15/11/2016

POSTOS PARAM VENDA DE ÁLCOOL NO RIO APÓS DETECTAREM PRESENÇA DE METANOL

Postos das bandeiras BR, Shell e Ipiranga suspenderam a venda de etanol depois que foi identificado metanol misturado ao álcool em suas bombas, na quarta-feira (10) da semana passada.

A venda foi suspensa na última terça (14), depois que a presença do produto foi confirmada.

Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo), o metanol foi encontrado por equipes de monitoramento de qualidade da agência em postos na Ilha do Governador, zona norte do Rio.

O produto foi recolhido e as empresas terão de reprocessar o combustível, a fim de retirar da mistura o metanol, produto altamente inflamável, mais poluente que o álcool hidratado e que traz perigos à saúde.

Nem a ANP nem as empresas envolvidas informaram a quantidade de metanol encontrado, bem como o volume de combustível retirado dos postos ou o número de bombas lacradas.

Questionada, a agência garantiu não haver risco de desabastecimento na cidade.

A venda de álcool pelos postos das três bandeiras no município do Rio foi suspensa enquanto amostras de combustíveis dos distribuidores dessas empresas seja concluída, o que ainda não tem data.

De acordo com o Sindicomb, o sindicato dos postos do município do Rio, pode haver problema de abastecimento de 48 horas a 72 horas a partir desta terça, mas a maioria já estaria sendo substituída.

Segundo a presidente da entidade, Maria Aparecida Siufo, não dá para saber se haverá aumento de preços quando o novo produto, em conformidade com legislação, estiver de volta às bombas.

“Não posso dizer se haverá ou não aumento de preços porque eles são livres, mas acredito que os postos, ao se certificarem que a culpa não foi deles, terão sensibilidade de não aumentar os preços”, disse.

ORIGEM

Foi aberto processo administrativo na ANP para apurar responsabilidades. Distribuidores e revendedores estão sujeitos a multas que vão de R$ 20 mil a R$ 5 milhões.

Segundo as empresas, o produto adulterado veio de uma usina de álcool em Campos dos Goytacazes. Os postos não têm capacidade de identificar metanol nos testes feitos quando o produto chega dos distribuidores às bombas.

A adulteração de combustíveis é uma prática usada por distribuidores com o intuito de melhorar suas margens de lucro, o que é irregular.

A BR informou que “tão logo foi detectada não conformidade no etanol hidratado comercializado em postos do grande Rio, suspendeu a venda do produto em sua rede revendedora e determinou o recolhimento e reposição dos volumes em sua rede de postos na região”.

Já a Raízen, que detém a licença para a marca Shell, informou que o produto já foi retirado do sistema e a comercialização de etanol seja suspensa. Em nota divulgada na terça, disse que o processo de substituição do produto nos distribuidores e revendedores deve ser finalizado “nas próximas 24 horas”.

O mesmo se deu com a Ipiranga, que suspendeu a venda e providenciou a substituição do produto. A empresa diz que seus postos revendedores já estão com o produto dentro dos padrões exigidos por lei.

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– Radicalismo, Paixão ou Substituição de Alvo?

Dizeres de faixas entre manifestantes contra a corrupção do Governo e protestos em favor da necessária retomada do crescimento econômico:

Menos Venezuela e Mais Argentina

Correto! Em Caracas, observa-se o sucateamento e a carestia de um país maltratado pelos anos da ditadura de Hugo Chávez e Nicolas Maduro (ambos idolatrados por alguns políticos brasileiros). Em Buenos Aires, a saída da esquerdista Cristina Kirchner trouxe ânimo e desenvolvimento imediato aos Hermanos.

Dá para contrariar tal necessidade de mudar os rumos do Brasil?

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– Brasil é como uma Zona de Guerra para a Aviação?

Devido ao grande número de balões que se solta no Brasil, as autoridades internacionais que regulam a aviação determinaram que nosso país está classificado como Black Star: ou seja, voar no Brasil é tão perigoso quanto voar em zonas de guerra!

O “risco baloeiro” por aqui (de ser atingido por um balão) é o mesmo de ser atingido por um míssil, por exemplo!

Eu não tinha essa percepção de quão perigoso é esse indicador, nem imaginava que soltar balões (uma irresponsabilidade indefensável) era tão comum em nosso país.

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– Feriados às 6as feiras na Venezuela? E eles ainda nos emprestam energia elétrica…

A Roraima utiliza boa parte de sua energia elétrica através de uma acordo com a Venezuela, pois a distribuição é mais fácil partindo dos nossos vizinhos do que de dentro do próprio Brasil.

Entretanto, algo que assusta: com a crise que vive o país-irmão, Nicolas Maduro, o presidente chavista, resolveu acabar com o problema da falta de energia que tem sido comum ao povo venezuelano: a partir de agora, por dois meses, toda sexta-feira será feriado! E começa neste dia 15.

Que coisa! Reduz o consumo ao invés de melhorar a infraestrutura…

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– Alças da Anhanguera? Aleluia! E todo mundo quer ser o responsável pela conquista…

Quantas vezes você ouviu falar que começariam as obras das alças de acesso da Rodovia Anhanguera facilitando a ligação para o Centro de Jundiaí?

Desde muito tempo, enésimas notícias… mas agora parece que é para valer!

O que mais chateia é o claro oportunismo político. Sim, ano eleitoral e início das obras para 15 de abril. Já vi no Facebook gente louvando o prefeito Bigardi pois a conquista seria dele. Gerson Sartori (ou seus correligionários) também tem postagem tirando uma casquinha política. Luiz Fernando Machado vangloriou-se de ter defendido a obra e supostamente conseguido viabilizá-la. O Governador Alckmin, logicamente, aproveitará do fato. E tudo começará no dia 15 de abril de 2016, bem depois do que já houvera sido anunciado um dia pelo já falecido prefeito Ary Fossen.

A verdade é: todo mundo quer ser “pai da criança” e ganhar votos pela obra, seja de direita ou de esquerda.

Ah, Eleições… ninguém inaugura/ anuncia obra nova em 1o ano de mandato, né?

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– Os Boatos da Redução do preço da Gasolina e Lula no Comando!

Muita calma nessa hora: a presidente Dilma não negou nem confirmou uma suposta redução de preços dos combustíveis. E a boataria corre solta sobre isso!

Na prática, com os preços internacionais do petróleo em baixa e sobrando no mercado, os preços deveriam ter sido reduzidos há mais de um ano. Agora, com a Petrobrás quebrada, não seria o ideal, pois as ações e a lucratividade da empresa despencariam.

Diz-se “a boca pequena” que, assim que Lula assumir a Casa Civil, o anúncio da redução seria divulgado, com o propósito de dar “um novo ar” para o Governo e melhorar a popularidade de muitos interessados.

Será como aquela demagógica redução de preços da Energia Elétrica de anos atrás: anuncia a queda e depois aumenta-se muito mais, aos poucos, disfarçadamente.

Vamos aguardar!

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– Brasil inaugura hospital na… Palestina?

Está no site do Itamaraty: nosso país inauguro uma unidade médica para os necessitados de Jericó, na Palestina, a um custo de R$ 40 milhões.

A pergunta é óbvia: não há necessitados aqui no Brasil? A prioridade não seria ajudar na saúde pública dos brasileiros?

Extraído de: http://cooperacaohumanitaria.itamaraty.gov.br/noticias/146-inaugurado-centro-de-saude-na-palestina-financiado-pelo-governo-brasileiro

INAUGURADO CENTRO DE SAÚDE NA PALESTINA

Os habitantes da cidade de Jericó, na Palestina, contam com um novo Centro de Saúde (“Jericho Public Health Department”) desde o início do mês de fevereiro. Com financiamento do Governo brasileiro, a construção do centro de saúde faz parte de uma série de iniciativas que vem sendo desenvolvidas nas áreas de saúde, agricultura e educação, resultado do anúncio de uma doação brasileira de USD 10 milhões, durante a Conferência de Paris de 2007, para projetos de cooperação humanitária para a reconstrução de Gaza.

O evento contou com a participação do Ministro da Saúde da Palestina, Sr. Jawad Awad, e do Governador de Jericó e Aghwar, Sr. Majed Futyani, que agradeceram não apenas a construção do Centro de Saúde, que representa uma contribuição significativa para a melhora da qualidade de vida dos cidadãos da região, mas, também, o papel político desempenhado pelo Brasil na defesa da dignidade do povo palestino e na busca da retomada do processo de paz.

A cerimônia de inauguração contou com auditório lotado (que tem capacidade para 350 pessoas), em área contígua ao Centro de Saúde, seguida pela instalação da placa comemorativa da inauguração do hospital. Distribuído por uma área de 1.500 metros quadrados, o edifício é composto por três pisos que incluem todas as áreas médicas, além da parte administrativa e salas de reuniões.

A escolha da cidade de Jericó dá-se também pela sua localização geográfica, na medida em que têm ligações com outras províncias do Estado da Palestina, assim como com outros países. Além disso, a região conta com um alto fluxo de turistas ao longo do ano (mais de um milhão de pessoas), o que aumenta também a importância de conseguir prover um bom serviço de saúde a todos que necessitem, além de estarem previstas campanhas de conscientização e de vacinação para a população local.

A contribuição brasileira, feita por meio da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA), e em caráter de cooperação humanitária, visa atividades de reconstrução de Gaza, no seguimento de um compromisso brasileiro assumido na “Conferência Internacional do Cairo em Apoio à economia Palestina para a Reconstrução de Gaza”, de 2/3/2009.

O Centro de Saúde de Jericó é uma das iniciativas, entre outras ainda em andamento, cujas áreas principais são (i) segurança alimentar e nutricional, inclusive alimentação escolar; (ii) apoio ao desenvolvimento agrário por intermédio de aquisição de alimentos diretamente dos produtores locais; (iii) piscicultura artesanal; (iv) reparo e/ou reconstrução de escolas e hospitais; e (v) redução do risco de desastres, a exemplo de verificação de resiliência e fortalecimento de infra-estrutura crítica e de ações educativas sobre resposta rápida a calamidades.

Além destas, foram identificadas prioridades na área da saúde, tendo sido parte dos recursos utilizada para a construção de um laboratório em um dos andares do prédio onde está localizado o Ministério palestino; construção do Centro Médico de Dura (além deste em Jericó); construção de duas clínicas de dermatologia, de grande porte, dentro dos centros médicos de Dura e de Jericó; entre outros desenvolvidos em diferentes cidades na Cisjordânia.

Para o Brasil, a inauguração do Centro de Saúde de Jericó contribui não apenas para a melhoria do padrão sanitário local, mas, também, para a consolidação da imagem do país como parceiro solidário do povo palestino e atuante nos campos da assistência humanitária e da cooperação bilateral.

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– Quem vai dar um jeito no Trevo da Avenida Jundiaí?

Um caos! É assim diariamente no Trevo da Avenida Jundiaí, que liga a Anhanguera a uma das principais entradas da cidade. Ou se preferir: que permite a saída do Centro à Rodovia Anhanguera.

Todo dia há congestionamento. Há quantas administrações se ouve falar da remodelação? Mais do que isso: a construção das alças da Avenida Nove de Julho para ajudar a desafogar o trânsito daquele local.

O Governador Alckmim já cansou de prometer e nada fez. Sempre há desculpas: licenças ambientais, demora na licitação, blábláblá. O Prefeito Bigard prometeu solucionar e ficou só no discurso.

Enquanto isso, políticos locais se aproveitam e criticam os mandatários para ganhar simpatia do eleitor. Discurso demagógico, só conversa furada. A esquerda critica o Governador. A direita o Prefeito. Mas no fundo, são todos iguais.

Há quanto tempo esperamos uma solução e as palavras vazias de ambos passam… Quem resolverá esse problema do trânsito caótico? 

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– O Ranking dos Estádios Brasileiros do Ministério dos Esportes

Você sabe qual é o melhor estádio de futebol do Brasil?

Segundo o Sisbrace, o Sistema Brasileiro de Classificação de Estádios recém criado pelo Ministério dos Esportes, é a ARENA DAS DUNAS (Natal – RN).

Foram 3 itens avaliados pelas autoridades:

1 – Segurança,

2 – Condições Sanitárias Alimentícias e Higiênicas,

3 – Conforto e Acessibilidade.

O Estádio Marinho Chagas (a arena de Natal), levou nota máxima em todos os itens. As avaliações são de 1 a 5 bolas (uma analogia de notas de hotéis em estrelas). Dos estádios da Copa do Mundo de 2014, somente a Arena Pantanal não levou 5 bolas (nota 4).

Dos estádios que não participaram do Mundial, o Morumbi é o melhor avaliado (nota 4).

Foram 155 estádios em 129 cidades vistoriados. Apenas 13 conseguiram a Nota Máxima. Outros 4 são 4 bolas, 51 com 3, 59 com 2 e 29 com 1 bola.

Para consultar os estádios e suas notas, clique em:

http://sistema.ivig.coppe.ufrj.br/estadio_mais/frm_classificacao.aspx

Curiosidade: o Estádio Jayme Cintra, em Jundiaí, de propriedade particular do Paulista FC levou nota 1 (para os itens “Segurança, Condições Sanitárias e Higiene, nota 1. Conforto e Acessibilidade, nota 3”). Outros estádios com nota mínima no estado de SP: Primeiro de Maio (São Bernardo do Campo), Major Levy Sobrinho (Limeira) e Barão de Serra Negra (Piracicaba).

Perceba: os itens se referem a condições para os torcedores; aos atletas, não. Dessa forma, não se avaliaram fatores como Qualidade do Gramado e Vestiários

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– Redução Pífia da Conta de Energia Elétrica

Mantenha a empolgação de lado: quando você ouvir à exaustão que a energia elétrica vai ter redução significativa de preços, saiba que será de valor ínfimo!

Após quase dobrar de preço (através de reajustes e taxas acrescentadas ao longo do ano), a “Tarifa de Bandeira Vermelha” vai ser subdividida pelo tipo e valor de consumo. Ela está sendo chamada de “bandeira rosa”.

Dessa forma, o preço não será proporcionalmente reduzido com a mesma voracidade que foi aumentado, infelizmente.

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