Novas regras do IR 2026 exigem atenção aos prazos e dados. #Linkezine 📊 O post Imposto de Renda 2026: novas regras exigem atenção redobrada do …
Continua em: Imposto de Renda 2026: novas regras exigem atenção redobrada do contribuinte

Novas regras do IR 2026 exigem atenção aos prazos e dados. #Linkezine 📊 O post Imposto de Renda 2026: novas regras exigem atenção redobrada do …
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Hoje foi deflagrada a operação “Poço do Lobato”, visando a cobrança de impostos da Refit, dona da Refinaria de Manguinhos.
Pasmem: ela é a maior devedora de impostos do Brasil, totalizando R$ 26 bilhões, usando 189 empresas para fraudar a Receita. Mais: como se permitiu tudo isso?

O novo iPhone custa R$ 10.500,00! E, acredite, mais de R$ 6.500,00 são de impostos.
Pode?
Abaixo, extraído do Blog do iPhone, em: https://blogdoiphone.com/financas/iphone-air-brasil-impostos/
IPHONE AIR NO BRASIL CUSTA MAIS DE R$ 6.520,00 DE IMPOSTOS.
Você não leu errado. Do preço que você paga em um iPhone novo, mais de 60% do valor não vai para a Apple. Isso a gente já sabe há anos, mas quando vemos o valor numérico, assusta.
Não é a toa que o Brasil sempre figura como um dos países com o preço mais alto de iPhone.
Neste artigo, vamos mostrar um exemplo real da compra de um iPhone Air de 256 GB, detalhando os tributos pagos, e também explicar como funciona a cobrança de impostos no Brasil — que varia de estado para estado.
Fizemos o teste e encomendamos um iPhone Air de 256 GB no Brasil, com entrega em Brasília. Por ser parcelado, pagamos o preço cheio: R$ 10.499.
E aqui vem o choque: na nota fiscal, é possível ver que, desse valor, R$ 6.520,33 são só de impostos. Isso significa que quase dois terços do que você desembolsa vão direto para os cofres públicos.
Olha só como ficou a divisão:
No fim das contas, a carga tributária chega a 62,1% do preço do iPhone. É de cair o queixo.
Pra entender melhor:
No exemplo de Brasília, a alíquota interna é de 18%.
Como o iPhone saiu de São Paulo (onde a alíquota interestadual é de 12%), o DF cobrou a diferença de 6%. Esse cálculo deu os R$ 1.679,84 extras no boleto de impostos.
Aí que está: não existe um valor único de imposto para todo o Brasil. Cada estado tem sua própria regra de ICMS, e isso impacta diretamente no preço final.
Ou seja, o imposto varia de acordo com o CEP de quem compra.
Pior que não. Entra governo, sai governo e o preço do iPhone sempre sofreu pesados impostos de importação.
Usuários de iPhone já conhecem há décadas o conceito de “tarifaço“, pois sempre pagaram mais por comprar o aparelho no Brasil.
Até mesmo Steve Jobs já reclamava dos impostos brasileiros na importação de eletrônicos, chamando de “política maluca de taxação super alta“.
Bom, se fizermos a matemática dessa história toda, concluímos que a Apple Brasil acaba ficando apenas com R$ 3.979 por este iPhone Air, que é bem menos do preço do mesmo modelo nos Estados Unidos.
É insano.
Tudo isso deixa claro aquilo que muitos já sabem: o grande vilão do preço do iPhone no Brasil é a carga tributária altíssima.
No caso do nosso iPhone Air de 256 GB, R$ 6.520 de um total de R$ 10.499 foram parar em impostos. E dependendo de onde você mora, esse número pode ser ainda maior ou menor, mas sempre alto.
Enquanto isso não muda, o brasileiro segue pagando um dos preços mais altos do mundo para ter um iPhone novo no bolso.

(matéria de Ale Salvatori).
O novo iPhone custa R$ 10.500,00! E, acredite, mais de R$ 6.500,00 são de impostos.
Pode?
Abaixo, extraído do Blog do iPhone, em: https://blogdoiphone.com/financas/iphone-air-brasil-impostos/
IPHONE AIR NO BRASIL CUSTA MAIS DE R$ 6.520,00 DE IMPOSTOS.
Você não leu errado. Do preço que você paga em um iPhone novo, mais de 60% do valor não vai para a Apple. Isso a gente já sabe há anos, mas quando vemos o valor numérico, assusta.
Não é a toa que o Brasil sempre figura como um dos países com o preço mais alto de iPhone.
Neste artigo, vamos mostrar um exemplo real da compra de um iPhone Air de 256 GB, detalhando os tributos pagos, e também explicar como funciona a cobrança de impostos no Brasil — que varia de estado para estado.
Fizemos o teste e encomendamos um iPhone Air de 256 GB no Brasil, com entrega em Brasília. Por ser parcelado, pagamos o preço cheio: R$ 10.499.
E aqui vem o choque: na nota fiscal, é possível ver que, desse valor, R$ 6.520,33 são só de impostos. Isso significa que quase dois terços do que você desembolsa vão direto para os cofres públicos.
Olha só como ficou a divisão:
No fim das contas, a carga tributária chega a 62,1% do preço do iPhone. É de cair o queixo.
Pra entender melhor:
No exemplo de Brasília, a alíquota interna é de 18%.
Como o iPhone saiu de São Paulo (onde a alíquota interestadual é de 12%), o DF cobrou a diferença de 6%. Esse cálculo deu os R$ 1.679,84 extras no boleto de impostos.
Aí que está: não existe um valor único de imposto para todo o Brasil. Cada estado tem sua própria regra de ICMS, e isso impacta diretamente no preço final.
Ou seja, o imposto varia de acordo com o CEP de quem compra.
Pior que não. Entra governo, sai governo e o preço do iPhone sempre sofreu pesados impostos de importação.
Usuários de iPhone já conhecem há décadas o conceito de “tarifaço“, pois sempre pagaram mais por comprar o aparelho no Brasil.
Até mesmo Steve Jobs já reclamava dos impostos brasileiros na importação de eletrônicos, chamando de “política maluca de taxação super alta“.
Bom, se fizermos a matemática dessa história toda, concluímos que a Apple Brasil acaba ficando apenas com R$ 3.979 por este iPhone Air, que é bem menos do preço do mesmo modelo nos Estados Unidos.
É insano.
Tudo isso deixa claro aquilo que muitos já sabem: o grande vilão do preço do iPhone no Brasil é a carga tributária altíssima.
No caso do nosso iPhone Air de 256 GB, R$ 6.520 de um total de R$ 10.499 foram parar em impostos. E dependendo de onde você mora, esse número pode ser ainda maior ou menor, mas sempre alto.
Enquanto isso não muda, o brasileiro segue pagando um dos preços mais altos do mundo para ter um iPhone novo no bolso.

(matéria de Ale Salvatori).
Trump é um duro negociador. Ele pede “lá no alto” qualquer coisa que deseja. Depois que assustou a todos, na última hora, negocia o valor real desejado.
Foi assim com Japão, União Europeia e outras nações que viram as taxas altíssimas outrora divulgadas, caírem. Será igual com o Brasil, se não tivermos vaidade.
Donald Trump somente pensa nele, é óbvio. Mas sabe que, apesar de todo poder, não pode isolar o próprio consumidor americano dos produtos que depende e gerar inflação interna.
O Brasil deve agir com sabedoria, sem politizar a questão (embora o presidente americano tenha feito isso, mas não podemos cair em seu jogo), e negociar da melhor forma.
Virou moda: Nicolás Maduro, ditador da Venezuela, aumenta as tarifas de produtos brasileiros entre 15 a 77%. Pode?
Abaixo, por Ricardo Amorim, extraído da Rede Social X:
O governo venezuelano aproveitou a posição já fragilizada do Brasil por conta das tarifas do Trump e pegou os brasileiros de surpresa com o anúncio da aplicação de tarifas de importação que variam entre 15% e 77% sobre produtos vindos do Brasil.
A decisão contraria um acordo firmado em 2014 que previa isenção para mercadorias com certificado de origem. A medida pode impactar diretamente as exportações, principalmente em estados que mantêm forte relação comercial com a Venezuela, como a Roraima. A Venezuela possui uma dívida bilionária em atraso com o Brasil, mas o governo brasileiro vem concedendo condições benéficas de rolagem à Venezuela. Além disso, o presidente brasileiro não se posicionou contr indícios claros de fraude nas últimas eleições presidenciais na Venezuela.
Para o bem do Brasil e dos próprios venezuelanos, já passou muito da hora de Lula mudar sua postura de conivência com o atual governo venezuelano.

#tarifas #venezuela #brasil #acordo #comercio #economia #3os #manchete
It’s become a trend: Nicolás Maduro, Venezuela’s dictator, is increasing tariffs on Brazilian products by 15% to 77%. Is that acceptable?
Below, by Ricardo Amorim, extracted from the social media platform X:
The Venezuelan government took advantage of Brazil’s already weakened position due to Trump’s tariffs and caught Brazilians by surprise with the announcement of import tariffs ranging from 15% to 77% on products coming from Brazil.
This decision contradicts an agreement signed in 2014 that provided for exemption for goods with certificates of origin. The measure could directly impact exports, especially in states that maintain strong commercial ties with Venezuela, such as Roraima. Venezuela has a billion-dollar overdue debt with Brazil, yet the Brazilian government has been granting beneficial rollover conditions to Venezuela.Furthermore, the Brazilian president has not taken a stand against clear indications of fraud in the last Venezuelan presidential elections.
For the good of Brazil and the Venezuelans themselves, it’s long past time for Lula to change his stance of complicity with the current Venezuelan government.
Hoje é dia da Revolução Francesa. Muitos dos comandantes da época, quando perdiam o poder, eram costumeiramente guilhotinados.
Uma das maiores causas para se condenar à morte por guilhotina era a “culpa por cobrança de impostos abusivos”. Tal pena não se reservava apenas aos legisladores, mas a seus simpatizantes.
Já pensou tal medida no Brasil? A quantidade de políticos-sem-cabeça seria absurda…
Imagem extraída de: https://fernandomagalhaescosta.jusbrasil.com.br/artigos/1246399051/revolucao-francesa-qual-foi-a-influencia-em-nossa-vida-atual
IN ENGLISH –
Today marks Bastille Day, commemorating the French Revolution. In that era, many commanders who lost power were customarily guillotined.
One of the main reasons for a death sentence by guillotine was “guilt for abusive tax collection.” This punishment wasn’t reserved just for legislators, but for their sympathizers too.
Can you imagine such a measure in Brazil? The number of headless politicians would be absurd…
Nesses tempos de “Pejotização” do trabalho, vale conferir.
Na imagem:
Tiradentes é simbolo de abnegados de um país revoltado com tantos impostos.
Caramba, e hoje é diferente daquele cenário? Some-se a violência, a falta de escolas, saúde precária…O José Joaquim ficaria mais fulo ainda se observasse tudo isso…
Conheça, extraído de: http://educacao.uol.com.br/biografias/joaquim-jose-da-silva-xavier-tiradentes.jhtm
TIRADENTES
Líder da Inconfidência Mineira e primeiro mártir da Independência do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu em Minas Gerais em 1746, filho do proprietário rural português Domingos da Silva Santos. Antes mesmo de freqüentar a escola, já havia aprendido a ler e escrever com a mãe. Órfão de mãe e pai desde a juventude, ficou sob a tutela de um tio até a maioridade, quando resolveu conhecer o Brasil. Já adulto, foi tropeiro, mascate e dentista (daí o apelido). Trabalhou em mineração e tentou a carreira militar, chegando ao posto de alferes no Regimento de Cavalaria Regular. Foi na tropa que Tiradentes entrou em contato com as ideias iluministas, que o entusiasmaram e inspirariam a Inconfidência Mineira, a primeira revolta no Brasil Colônia a manifestar claramente sua intenção de romper laços com Portugal, marcando o início do processo de emancipação política do Brasil. A revolta foi motivada ainda pela decisão da coroa de cobrar a derrama, uma dívida em atraso. A conspiração foi delatada por Joaquim Silvério dos Reis e todos os seus participantes foram presos. Sobre Tiradentes, recaiu a responsabilidade total pelo movimento, sendo o único conspirador condenado à morte. Enforcado em 21 de abril de 1792, teve seu corpo esquartejado. Seus membros foram espalhados pelo caminho que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua cabeça foi exposta em Vila Rica. Com a morte de Tiradentes, o Estado português queria demonstrar uma punição exemplar para desencorajar qualquer revolta contra o regime colonial. Tiradentes tornou-se mártir da Independência e da República.
Com informações da Nova Enciclopédia Ilustrada Folha

Pintura de Oscar Pereira da Silva traz um rosto idealizado de quem seria Tiradentes Imagem: Acervo do Museu Paulista da USP (de UOL).
Hoje fiz minha declaração de imposto de renda. Porém, como todo abnegado que tenta ser honesto no Brasil, passo dias e dias calculando, pagando e depositando dinheiro na conta do meu maior sócio: o Governo! Trabalho, trabalho, trabalho muito… mas não sobra nada. O único lugar em que você paga imposto sobre faturamento (e não sobre lucro) é o Brasil.
Chega de impostos!!!

Trump Confirma Tarifas de 25% para Importações de Aço e Alumínio pelos EUA v09c19g40024cul92n7og65n741uehag O presidente dos Estados Unidos, Donald …
Continua em: Trump Confirma Tarifas de 25% para Importações de Aço e Alumínio pelos EUA

E temos um novo pacote para “cortar gastos públicos” e “aumentar a arrecadação”. Dentre eles, o novo limite de R$ 5.000,00 para o IRPF (a se começar em 2026).
Após a fala do ministro Fernando Haddad, o dólar disparou! E a sensação foi: “tais medidas foram para ‘inglês ver’, pois diminuir o tamanho da máquina pública, considerado por muitos o grande problema do país – o tamanho do Estado– nada teve de efetivo…

No Comércio Exterior, a Lei da Reciprocidade é muito comum. O que um país toma de decisão a respeito de taxação, compra, retaliação ou algo que o valha, outra nação age igualmente como medida recíproca.
Eis que o Carrefour da França anunciou deixar de comprar carne do Mercosul, devido a medidas protecionistas aos produtores do agronegócio francês. A carne lá é mais cara, mas mesmo assim, preferem deixar de comprar o produto brasileiro, por exemplo.
Em contrapartida, os produtores brasileiros, boicotados por tal medida, deixaram de vender carne ao Carrefour Brasil e suas empresas (Sam’s Club e Atacadão). E isso mexeu como o grupo europeu!
Espera-se, em breve, um pedido de reconciliamento do Carrefour Global, pois quer queira ou não, eles precisam da carne brasileira. Ou as lojas do nosso país importarão carne bovina da França? Claro, contém ironia…
É, simplesmente, a Lei do Mercado.

Puxa, é incrível a falta de bom senso do presidente Lula!
Em evento na cidade de Buri-SP, o Chefe do Estado disse que “Imposto de até 8% sobre herança no Brasil ‘não é nada’ perto do que é nos EUA”.
Nos EUA, o imposto varia de 18 a 40%. No Brasil, de 1 a 8%. E lá, grandes milionários doam para universidades e demais instituições parte desse patrimônio, ao invés de pagar imposto. Na mesma fala, Lula disse que o imposto é baixo no Brasil a tal ponto da pessoa “não querer doar seu patrimônio”.
Que pensamento sacana! Você trabalhou a vida inteira, e o patrimônio que você construiu é seu, fruto do seu suor! Você doa se quiser. E se quiser, deixa para seus filhos. Por quê doar ao Estado?
Vivemos dias difíceis…. Primeiro que não estamos nos EUA, onde se ganha 5 vezes mais. Segundo, que tal desejo nada mais é de arrecadar dinheiro para continuar a gastança desenfreada em órgãos públicos.
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Foto: Reprodução/Canal Gov. Extraído de: https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/07/23/lula-diz-que-imposto-sobre-heranca-no-brasil-e-nada-perto-do-que-e-pago-nos-estados-unidos.ghtml
Nesses tempos de “Pejotização” do trabalho, vale conferir.
Na imagem:
Hoje fiz minha declaração de imposto de renda. Porém, como todo abnegado que tenta ser honesto no Brasil, passo dias e dias calculando, pagando e depositando dinheiro na conta do meu maior sócio: o Governo! Trabalho, trabalho, trabalho muito… mas não sobra nada. O único lugar em que você paga imposto sobre faturamento (e não sobre lucro) é o Brasil.
Chega de impostos!!!

Tiradentes é simbolo de abnegados de um país revoltado com tantos impostos.
Caramba, e hoje é diferente daquele cenário? Some-se a violência, a falta de escolas, saúde precária…O José Joaquim ficaria mais fulo ainda se observasse tudo isso…
Conheça, extraído de: http://educacao.uol.com.br/biografias/joaquim-jose-da-silva-xavier-tiradentes.jhtm
TIRADENTES
Líder da Inconfidência Mineira e primeiro mártir da Independência do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu em Minas Gerais em 1746, filho do proprietário rural português Domingos da Silva Santos. Antes mesmo de freqüentar a escola, já havia aprendido a ler e escrever com a mãe. Órfão de mãe e pai desde a juventude, ficou sob a tutela de um tio até a maioridade, quando resolveu conhecer o Brasil. Já adulto, foi tropeiro, mascate e dentista (daí o apelido). Trabalhou em mineração e tentou a carreira militar, chegando ao posto de alferes no Regimento de Cavalaria Regular. Foi na tropa que Tiradentes entrou em contato com as ideias iluministas, que o entusiasmaram e inspirariam a Inconfidência Mineira, a primeira revolta no Brasil Colônia a manifestar claramente sua intenção de romper laços com Portugal, marcando o início do processo de emancipação política do Brasil. A revolta foi motivada ainda pela decisão da coroa de cobrar a derrama, uma dívida em atraso. A conspiração foi delatada por Joaquim Silvério dos Reis e todos os seus participantes foram presos. Sobre Tiradentes, recaiu a responsabilidade total pelo movimento, sendo o único conspirador condenado à morte. Enforcado em 21 de abril de 1792, teve seu corpo esquartejado. Seus membros foram espalhados pelo caminho que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua cabeça foi exposta em Vila Rica. Com a morte de Tiradentes, o Estado português queria demonstrar uma punição exemplar para desencorajar qualquer revolta contra o regime colonial. Tiradentes tornou-se mártir da Independência e da República.
Com informações da Nova Enciclopédia Ilustrada Folha

Pintura de Oscar Pereira da Silva traz um rosto idealizado de quem seria Tiradentes Imagem: Acervo do Museu Paulista da USP (de UOL).
Os microempresários, tão esquecidos pelas autoridades políticas e financeiras do país, cada vez mais se destacam pela força na empregabilidade e produção. Compartilho esse artigo sobre como esses nanoempresários corajosos vencem as adversidades e se firmam cada vez mais no cenário econômico nacional.
Extraído de: http://colunas.epoca.globo.com/trabalhoevida/2010/06/04/os-trabalhadores-mais-corajosos-do-brasil/
OS TRABALHADORES MAIS CORAJOSOS DO PAÍS
por Thiago Cid
O trabalho dos microempresários é uma força poderosa para o bem-estar de todos nós. Eles mostraram isso ao contribuir para que o Brasil não afundasse na crise {da década passada}: durante 2008 e 2009, houve mais contratações do que demissões no país principalmente por causa das “nanoempresas”, com até quatro funcionários.
Entre os bravos brasileiros que escolhem abrir um negócio próprio, há os mais corajosos de todos — a tropa de elite da economia, os caras que não podem errar, os heróis exemplares para as nossas crianças. São os microempresários das classes mais baixas.
Eles têm pouca margem de manobra. Fazer um movimento errado, para esses caras, não quer dizer apenas reduzir lucros ou adiar investimentos. Perder pequenas quantias pode significar a morte do negócio ou menos dinheiro para colocar comida na mesa.
Por isso, as histórias de sucesso desses microempresários vêm carregadas de exemplos de superação, criatividade, uso inteligente de recursos e aproveitamento de oportunidades. Eles detectam nichos promissores, avaliam circunstâncias que exijam mudanças, mantêm a imaginação solta, negociam bem com os fornecedores e atendem aos mais exigentes consumidores.
Para isso, usam a experiência de antigos empregos, tomam empréstimos de microcrédito, exploram as preferências da população local para fazer produtos adaptados. Lições como essas foram apresentadas em uma reportagem de Época de novembro de 2009 (o Araújo, aí na foto, foi um dos casos apresentados). A história recebeu nesta semana o Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo, que agracia os trabalhos que mais contribuíram para a promoção do empreendedorismo no Brasil. Repito aqui alguns dos ensinamentos aprendidos com os empreendedores. São úteis para todos que desejam emplacar o próprio negócio e prosperar.
1. Atenção às pequenas necessidades – O empreendedor das classes emergentes cresce percebendo pequenas necessidades não atendidas. O segredo é lembrar que, com uma economia cada vez mais complexa, surgem nichos dentro de nichos.
2. Com dinheiro emprestado não se brinca – Não importa a fonte de crédito, dinheiro emprestado não é dinheiro seu. Ele precisa ter uso controlado, resultado concreto e devolução conforme o previsto.
3. Flexibilidade para mudar de rumo – Pequenos negócios das classes C e D sofrem duramente com mudanças no ambiente – nos hábitos de consumo, nas leis, na economia. Empreendedor de sucesso é aquele que consegue se adaptar sempre que necessário.
4. Objetividade no networking – Um empreendedor emergente não diz que faz “networking” (o cultivo de contatos profissionais que podem ser úteis no futuro). Mas a maioria deles faz, e bem. Em vez de gastar tempo em eventos sociais, o emergente busca contatos que possam lhe trazer oportunidades, informações e serviços.
5. Tenha sempre um dinheiro extra – O conselho vale para todos, mas para o pequeno é determinante. Ele já viveu ou já viu de perto os efeitos da falta de emprego, de infraestrutura e de serviços básicos. E sabe que uma poupança, mesmo modesta, pode significar tanto a sobrevivência do negócio quanto ter dinheiro para pagar as contas e encher a geladeira.
6. Aproveite ao máximo os recursos que tem – Quem escapa da pobreza precisa de resultados rápidos. Não há recursos sobrando. Esse empreendedor evita adiar projetos à espera da obtenção dos recursos ideais. Em vez disso, avalia o que existe a seu dispor.
7. Busque valor no que já conhece – O pesquisador Benson Honig, da Universidade Stanford, nos EUA, constatou que conhecimento prévio é um fator de sucesso tão importante quanto a capacitação do empreendedor. Entram nessa conta conhecimentos sobre um tipo de cliente, um grupo ou uma demanda.

Imagem: extraída do link acima.
Hoje é dia da Revolução Francesa. Muitos dos comandantes da época, quando perdiam o poder, eram costumeiramente guilhotinados.
Uma das maiores causas para se condenar à morte por guilhotina era a “culpa por cobrança de impostos abusivos”. Tal pena não se reservava apenas aos legisladores, mas a seus simpatizantes.
Já pensou tal medida no Brasil? A quantidade de políticos-sem-cabeça seria absurda…
Imagem extraída de: https://fernandomagalhaescosta.jusbrasil.com.br/artigos/1246399051/revolucao-francesa-qual-foi-a-influencia-em-nossa-vida-atual
Qual o percentual que representa o custo de um iPhone 14 PRO 128 GB, se comparado com o salário médio anual de um país?
Abaixo (extraído de: https://blogdoiphone.com/analise/preco-iphone-relacao-salario/):
| País |
Porcentagem do Salário Anual |
| Suíça |
1,8% |
| Estados Unidos (US$ 999) |
2,0% |
| Singapura |
2,0% |
| Emirados Árabes Unidos |
2,8% |
| Austrália |
2,9% |
| Canadá |
3,0% |
| Hong Kong |
3,2% |
| Noruega |
3,3% |
| Nova Zelândia |
3,5% |
| Países Baixos |
3,5% |
| Dinamarca |
3,7% |
| Alemanha |
3,9% |
| Japão |
3,9% |
| Reino Unido |
4,0% |
| Irlanda |
4,1% |
| Coreia do Sul |
4,1% |
| Finlândia |
4,3% |
| Áustria |
4,4% |
| Bélgica |
4,6% |
| França |
4,8% |
| Suécia |
4,5% |
| Espanha |
6,2% |
| Taiwan |
6,3% |
| Itália |
7,2% |
| República Tcheca |
8,0% |
| China |
9,3% |
| Polônia |
11,2% |
| Portugal |
11,3% |
| Malásia |
11,8% |
| Hungria |
14,8% |
| Rússia |
16,3% |
| México |
16,9% |
| Tailândia |
18,5% |
| Argentina |
23,1% |
| Índia |
23,4% |
| Indonésia |
32,2% |
| Filipinas |
34,5% |
| Turquia |
34,7% |
| Brasil (R$ 7900 / US$ 1580) |
38,0% |
| Irã |
43,9% |
| Venezuela |
59,0% |
| Egito |
88,4% |
| Paquistão |
104,1% |
| Nigéria |
105,3% |

Imagem extraída de: Apple Orchard Road, Singapura
Por José Horta Manzano – Os adjetivos automotor, automotivo e automóvel são sinônimos. Veículo automotor (ou veículo automotivo ou ainda veículo automóvel)…
Continua no link em: IPVA

Depois de um dia repleto de atividades, começando nesse final de tarde a PIOR das tarefas: preparar a documentação / comprovantes / informes do Imposto de Renda…
É para perder os cabelos, não?
… um bobão!
Acabei de pagar os IPVAs deste ano.
Sabe a sensação que me inflama? A de trouxa, tonto, enganado por um valor irrecuperável…
Pra quê pagar IPVA? Não pagamos uma quantidade absurda de impostos quando compramos um veículo? Ele se desvaloriza e continuo pagando imposto, além de seguro e pedágio?
É uma sede arrecadatória incansável.

Costumo dormir pouco (e muitas vezes, dormir mal), e isso é uma rotina que estou acostumado.
Mas e quando você tenta “engatar” um bom sono, e sonha que está tentando pagar o IPVA e não consegue?
Caracoles… devo ser traumatizado por impostos…

Imagem extraída de: https://gringo.com.vc/blog/ipva-2021-sao-paulo/
Os microempresários, tão esquecidos pelas autoridades políticas e financeiras do país, cada vez mais se destacam pela força na empregabilidade e produção. Compartilho esse artigo sobre como esses nanoempresários corajosos vencem as adversidades e se firmam cada vez mais no cenário econômico nacional.
Extraído de: http://colunas.epoca.globo.com/trabalhoevida/2010/06/04/os-trabalhadores-mais-corajosos-do-brasil/
OS TRABALHADORES MAIS CORAJOSOS DO PAÍS
por Thiago Cid
O trabalho dos microempresários é uma força poderosa para o bem-estar de todos nós. Eles mostraram isso ao contribuir para que o Brasil não afundasse na crise {da década passada}: durante 2008 e 2009, houve mais contratações do que demissões no país principalmente por causa das “nanoempresas”, com até quatro funcionários.
Entre os bravos brasileiros que escolhem abrir um negócio próprio, há os mais corajosos de todos — a tropa de elite da economia, os caras que não podem errar, os heróis exemplares para as nossas crianças. São os microempresários das classes mais baixas.
Eles têm pouca margem de manobra. Fazer um movimento errado, para esses caras, não quer dizer apenas reduzir lucros ou adiar investimentos. Perder pequenas quantias pode significar a morte do negócio ou menos dinheiro para colocar comida na mesa.
Por isso, as histórias de sucesso desses microempresários vêm carregadas de exemplos de superação, criatividade, uso inteligente de recursos e aproveitamento de oportunidades. Eles detectam nichos promissores, avaliam circunstâncias que exijam mudanças, mantêm a imaginação solta, negociam bem com os fornecedores e atendem aos mais exigentes consumidores.
Para isso, usam a experiência de antigos empregos, tomam empréstimos de microcrédito, exploram as preferências da população local para fazer produtos adaptados. Lições como essas foram apresentadas em uma reportagem de Época de novembro de 2009 (o Araújo, aí na foto, foi um dos casos apresentados). A história recebeu nesta semana o Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo, que agracia os trabalhos que mais contribuíram para a promoção do empreendedorismo no Brasil. Repito aqui alguns dos ensinamentos aprendidos com os empreendedores. São úteis para todos que desejam emplacar o próprio negócio e prosperar.
1. Atenção às pequenas necessidades – O empreendedor das classes emergentes cresce percebendo pequenas necessidades não atendidas. O segredo é lembrar que, com uma economia cada vez mais complexa, surgem nichos dentro de nichos.
2. Com dinheiro emprestado não se brinca – Não importa a fonte de crédito, dinheiro emprestado não é dinheiro seu. Ele precisa ter uso controlado, resultado concreto e devolução conforme o previsto.
3. Flexibilidade para mudar de rumo – Pequenos negócios das classes C e D sofrem duramente com mudanças no ambiente – nos hábitos de consumo, nas leis, na economia. Empreendedor de sucesso é aquele que consegue se adaptar sempre que necessário.
4. Objetividade no networking – Um empreendedor emergente não diz que faz “networking” (o cultivo de contatos profissionais que podem ser úteis no futuro). Mas a maioria deles faz, e bem. Em vez de gastar tempo em eventos sociais, o emergente busca contatos que possam lhe trazer oportunidades, informações e serviços.
5. Tenha sempre um dinheiro extra – O conselho vale para todos, mas para o pequeno é determinante. Ele já viveu ou já viu de perto os efeitos da falta de emprego, de infraestrutura e de serviços básicos. E sabe que uma poupança, mesmo modesta, pode significar tanto a sobrevivência do negócio quanto ter dinheiro para pagar as contas e encher a geladeira.
6. Aproveite ao máximo os recursos que tem – Quem escapa da pobreza precisa de resultados rápidos. Não há recursos sobrando. Esse empreendedor evita adiar projetos à espera da obtenção dos recursos ideais. Em vez disso, avalia o que existe a seu dispor.
7. Busque valor no que já conhece – O pesquisador Benson Honig, da Universidade Stanford, nos EUA, constatou que conhecimento prévio é um fator de sucesso tão importante quanto a capacitação do empreendedor. Entram nessa conta conhecimentos sobre um tipo de cliente, um grupo ou uma demanda.

Imagem: extraída do link acima.
Aconteceu o ano retrasado, mas de novo ele ressurgiu. Repost:
Há bandidos e estelionatários de grande criatividade. Digo isso pois essa aqui é incrível: mal o Cadastro Positivo se fez conhecido, já existe um golpe na praça (com formulário bem vigarista).
Abaixo, extraído de: https://dcomercio.com.br/categoria/leis-e-tributos/cuidado-com-golpe-envolvendo-o-cadastro-positivo
CUIDADO COM O GOLPE DO CADASTRO POSITIVO
*com informações da Receita Federal
A Receita Federal identificou uma nova modalidade de golpe aplicado com uso do nome da Instituição. Trata-se de notificação postal falsa por meio da qual se exige pagamento de um suposto Imposto Verificador de Score Concretizado.
Como é o golpe:
A falsa carta indica que o contribuinte estaria com uma pendência em seu CPF e que, para regularizar a situação, precisaria quitar o chamado Imposto Verificador de Score Concretizado, tributo inexistente.
A mensagem atinge principalmente pessoas interessadas em aumentar a pontuação em “cadastros de bons pagadores”.
Na tentativa de dar ilusão de veracidade ao documento, os golpistas utilizam indevidamente o logotipo da Receita Federal e o nome de um auditor-fiscal, cuja assinatura é falsificada.
Para se proteger:
A Receita Federal informa que não fornece dados bancários para o recolhimento de tributos federais via depósito ou transferência.
O recolhimento de tributos é feito via Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf).
Via de regra, os golpistas cometem erros que possibilitam identificar que trata-se de um golpe. Fique atento a erros de português, informações confusas ou incorretas e orientações desencontradas. Esses são alguns dos indícios de que a correspondência pode ser falsa.
Em caso de dúvidas, os contribuintes que forem vítimas deste golpe podem comparecer a uma unidade de atendimento da Receita Federal, pessoalmente, ou enviar denúncia à Ouvidoria-Geral do Ministério da Economia, pela internet, no site da Receita.
Os indivíduos que aplicam o golpe – fazendo-se passar por servidores da Receita Federal – poderão responder pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e falsa identidade, podendo responder, ainda, pelos danos causados à imagem da Instituição e do próprio servidor indevidamente envolvido.
Veja abaixo a imagem da notificação postal falsa:

Imagem extraída do link acima.
Hoje fiz minha declaração de imposto de renda. Porém, como todo abnegado que tenta ser honesto no Brasil, passo dias e dias calculando, pagando e depositando dinheiro na conta do meu maior sócio: o Governo! Trabalho, trabalho, trabalho muito… mas não sobra nada. O único lugar em que você paga imposto sobre faturamento (e não sobre lucro) é o Brasil.
Chega de impostos!!!

Nesta pasta de cor “sem-graça”, estão os documentos para minha declaração do Imposto de Renda, que acabei de organizar. Dói muiiiiiiito trabalhar demais e pagar imposto.
Faço tudo corretamente, mas confesso: chorando.
Se ao menos esse dinheiro fosse bem revertido, não?

Você acredita que político abre mão da arrecadação de impostos, quando chega ao poder?
A redução de impostos de determinados produtos é ilusão. Se reduz com pompa de algumas coisas, e desforra-se em outros tributos / encargos. Digo isso pois o economista Samy Dana, nesta 2a feira, trouxe na Rádio Jovem Pan um dado impressionante: NUNCA um governo entregou para outro uma carga de imposto menor do que quando assumiu.
Foi assim de Sarney para Collor, e dele para Itamar. Idem para FHC, para Lula, para Dilma, para Temer e para Bolsonaro. Ele próprio, Bolsonaro, entregará para outro ou para ele mesmo uma carga maior, ao final desse mandato.
Portanto, saibamos que os discursos dos candidatos, a respeito de redução de impostos, são sempre uma falácia. Afinal, os dois atuais candidatos principais à Presidência não reduziram a carga tributária em nosso país, estando no poder…

Imagem extraída de: https://conube.com.br/blog/principais-impostos/
Nesta situação ocorrida no ano passado, infelizmente parece que a “Uninove não foi 10”, parafraseando seu bordão de outrora.
Para quem não viu: a universidade teve o bloqueio de mais de ½ bilhão de reais por multa em decorrência de suposta sonegação de impostos após pagamento de propinas a envolvidos na “Máfia dos Fiscais”.
Que tudo possa ser esclarecido. Afinal, uma importante instituição de ensino como ela precisa explicar publicamente tal fato grave. E não vi mais nada no noticiário…
Extraído na época de: https://www1.folha.uol.com.br/amp/cotidiano/2021/04/justica-bloqueia-r-562-mi-da-uninove-por-suposta-participacao-em-esquema-de-corrupcao.shtml
JUSTIÇA BLOQUEIA R$ 562 MILHÕES DA UNINOVE POR SUPOSTA PARTICIPAÇÃO EM ESQUEMA DE CORRUPÇÃO.
por Rogério Pagnam e Artur Rodrigues
A Justiça de São Paulo determinou na noite desta segunda-feira (26) o bloqueio de bens de mais de R$ 560 milhões da Uninove, uma das maiores faculdades privadas do país, por suposta participação em esquema de corrupção para fugir do pagamento de impostos ao município de São Paulo.
A decisão do juiz José Eduardo Cordeiro Rocha, da 14ª Vara da Fazenda Pública da capital, atende pedido do Ministério Público de São Paulo em ação civil pública. A decisão, em caráter liminar, estende-se a ex-fiscais do município e a empresário que forneceu notas fiscais frias à universidade.
De acordo com a ação civil pública proposta pela Promotoria do Patrimônio Público na semana passada, o esquema durou de 2003 a 2012 e teve participação direta de integrantes da cúpula da instituição e de fiscais corruptos, integrantes da chamada máfia de fiscais.
Entre os funcionários da universidade que estariam envolvidos está o reitor, Eduardo Storópoli, e o pró-reitor administrativo, Marco Antônio Malva, que admitiram o pagamento de propina aos agentes municipais, mas se colocam como vítimas de extorsão praticada por fiscais.
Um deles é José Rodrigues Freitas, então fiscal da prefeitura de São Paulo que ficou conhecido como rei dos fiscais, cujo patrimônio milionário foi revelado pela Folha em 2015.
Na esfera criminal, tanto Freitas quanto lideranças da Uninove foram condenados em primeira instância em razão desse esquema.
Agora, na área cível, o promotor Silvio Marques quer reaver aos cofres municipais os valores devidos, R$ 556 milhões relativos a isenções de ISS, IPTU e ITBI a que a universidade supostamente não tinha direito, mas conseguiu graças ao esquema montado pelos servidores.
Também requer devolução dos valores recebidos pelos fiscais a título de propina, R$ 4,6 milhões.
Caso não ocorra acordo durante o processo, uma condenação por improbidade administrativa pode prever multa, o que elevaria o valor a ser pago em mais de R$ 2 bilhões.
A Promotoria afirma que a instituição de ensino deveria ter procurado a Polícia Civil ou o Ministério Público para relatar a suposta extorsão. Não o fez porque, segundo a ação, a imunidade concedida pelos fiscais era indevida e poderia ser suspensa facilmente.
De acordo com a ação, a Uninove não tinha direito à imunidade tributária porque, concluiu a prefeitura, diretores e mantenedores alugavam imóveis à própria instituição por valores acima dos praticados no mercado. “Em alguns casos, o valor da locação pago aos mantenedores era superior ao dobro do total considerado razoável”, afirma a Promotoria.
Essa prática gera conflito de interesses e, também, caracteriza obtenção de lucros por parte desses dirigentes, algo vedado para a obtenção de imunidade tributária por instituições sem fins lucrativos.
Segundo a ação, Freitas procurou a Uninove em 2003, quando teria pedido propina ao então pró-reitor administrativo Marco Antônio Malva para manter a imunidade tributária da universidade.
Após conversar com o reitor Storópoli, diz a ação, Malva decidiu ir à Secretaria de Finanças para pedir informações sobre o processo administrativo. Depois disso, segundo o relato, o fiscal voltou à Uninove.
“O demandado [Freitas] afirmou, então, que todo o setor estava envolvido no ‘esquema de propina’ e que ele representava a organização criminosa. Os representantes da Uninove, então, concordaram em realizar o pagamento de vantagem indevida a José Rodrigo de Freitas, de modo a garantir à instituição de ensino a imunidade tributária”, diz a ação.
Os pagamentos, de R$ 1.607.962,50 entre 2003 e 2009, foram feitos por meio de várias empresas que não prestavam qualquer serviço à universidade, aponta a Promotoria. De 64 cheques, 43 foram destinados à Emsergraf Serviços Gráficos Ltda., segundo a documentação.
Segundo a Promotoria, a Emsergraf Serviços Gráficos, hoje extinta, tinha como sócio-administrador Ilcio Alves Lucas, que era amigo de José Rodrigo de Freitas.
De acordo com a Promotoria, em 2008, a universidade foi procurada pelo auditor fiscal Leonardo Leal Dias da Silva. “O demandado apresentou-se como ‘chefe dos fiscais’ e, valendo-se do mesmo modus operandi de José Rodrigo, solicitou pagamento de valores indevidos com idêntica finalidade de não cassar ou suspender a imunidade da entidade de ensino”, diz a ação.
Segundo a ação, o auditor disse que tinha poderes para indeferir o pedido de imunidade tributária “e deixou claro que os valores por ele arrecadados também eram destinados a outros agentes públicos, cujos nomes não foram revelados”. “O demandado recebeu da Uninove em 2009, a título de propina, o total de R$ 1 milhão, em espécie, dividido em quatro parcelas”, diz.