– Ipad Nova Geração: esgotado…

Ora, ora… dia 16 de março os novos IPads serão colocados à venda nos EUA e em mais 9 países (aqui no Brasil, não se tem data prevista). E já se esgotaram!

Naqueles países, quem quiser o Ipad da 3ª geração pode entrar numa fila de espera e solicitar, no máximo, 2 aparelhos!

A Apple é uma máquina de ganhar dinheiro ou não? Claro, gasta uma fortuna em P&D, e o retorno compensa!

– Vettel & Red Bull, Massa & TNT

Se a equipe de fórmula 1 Red Bull é a melhor na atualidade, e tem o campeão Sebastian Vettel como garoto propaganda, agora teremos um “concorrente”: A cervejaria Petrópolis, dona da Itaipava, anunciou o ousado patrocínio na Ferrari e em Felipe Massa, estampando seu energético TNT, visando entrar no mercado internacional!

O energético da RBR ou o TNT farão bonito nessa temporada da F1?

Extraído de:  http://www.mktesportivo.com/2012/03/apos-ferrari-tnt-fecha-com-felipe-massa/

APÓS FERRARI, TNT FECHA COM FELIPE MASSA

Após fechar patrocínio a escuderia Ferrari (leia aqui), a TNT acertou com o piloto brasileiro Felipe Massa. Pelo acordo, Felipe utilizará squeeze da marca e será utilizado em campanhas promocionais e comerciais.

O acordo com a escuderia e Felipe Massa será o início do projeto de internacionalização da TNT, através do Grupo Petrópolis. Segundo dados divulgados pela Exame, hoje a TNT possui 4% do mercado de energéticos no Brasil.

Assim como o patrocínio a Ferrari, a TNT fechou com Felipe Massa até 2014.

– Quando a Cultura Decide

Americanos, japoneses, chineses, argentinos e mexicanos: o que os diferem na tomada de decisões?

A Cultura.

Robson Viturino e Álvaro Oppermann, no Caderno Inteligência de Época Negócios, Ed 44, explicam:

QUANDO A CULTURA DECIDE

Fatores culturais podem determinar o sucesso ou o fracasso de uma negociação. Eis a tarefa do negociador: decifrar o código cultural no outro lado do balcão

Em Xangai, na China, o consultor Andrew Kakabadse aprendeu uma lição importante sobre negociação internacional. Ele estava num restaurante de comida italiana na companhia de altos dignitários do governo chinês. Depois do jantar, um dos figurões pediu ao garçom uma garrafa de vinho de arroz, oferecendo um copo cheio ao consultor, naquele tom de quem não aceita recusa. Tomar a bebida forte, e manter-se sóbrio, foi o teste de Kakabadse. Queriam verificar sua virilidade e autocontrole. Este exemplo pode ser antipoliticamente correto, e talvez até meio surrealista. “Algumas pessoas veem o mundo cada vez mais em convergência. Em parte, elas estão certas. Mas em parte não”, escreveu ele no prefácio do novo livro Rice Wine with the Minister (“Vinho de arroz com o ministro”), que trata de negociações no palco internacional. A lição aprendida? A globalização é uma aparência que muitas vezes engana. A cultura local ainda é um fator preponderante na arte de negociar.

O conhecimento, ou desconhecimento, do código cultural no outro lado do balcão pode alterar dramaticamente o andamento de uma negociação. A primeira fricção surge justamente por causa das visões opostas que ocidentais e orientais costumam ter do objetivo da negociação. Para 77% dos negociadores espanhóis, por exemplo, o mais importante é fechar o contrato. Para 90% dos indianos e japoneses, o objetivo primordial é estabelecer uma relação de confiança. O contrato é consequência. Chineses e japoneses costumam ser negociadores duríssimos. Mas a mentalidade que impera é a do win-win (“ganha-ganha”) – a negociação só é frutífera quando os dois lados saem satisfeitos. Já o estilo europeu é o da confrontação. Espanhóis e alemães são adeptos do win-lose (“ganha-perde”). Para um lado ganhar, o outro tem de perder. A mentalidade do win-win é comum a 100% dos executivos japoneses, mas só a 33% dos espanhóis.

A sensibilidade ao tempo de negociação também varia. Japoneses, e asiáticos em geral, não se importam – e aliás preferem – manter-se por longos períodos à mesa. Isso pode exasperar brasileiros e norte-americanos, que são negociadores de perfil objetivo e direto. Porém, a pressa já fez os norte-americanos perderem muito dinheiro na Índia, por exemplo. Quando a Enron ainda estava de pé, ela deixou escapar por descuido um grande contrato no país, ao tentar acelerar a negociação. Isso causou desconfiança nos indianos, para quem a rapidez era sinônimo de que a empresa escamoteava algum detalhe escuso. Os indianos abandonaram as conversas. Para eles, negociar lentamente era uma forma de demonstrar apreço pelo interlocutor.

Mas não existe um padrão exato, como mostra Kakabadse. Argentinos e mexicanos, apesar da herança espanhola comum, são opostos no modo de negociar. Para os argentinos, a essência está em concordar em alguns pontos-chave, que fornecerão o esqueleto do resto da negociação. Para os mexicanos, a negociação se traduz numa lista de pontos, que devem ser negociados um a um. “São nuances locais que fazem toda a diferença”, diz Kakabadse.

– A Venda da Ri Happy para os americanos da Carlyle

O fundo americano Carlyle, dono da CVC Viagens e das meias Trifil, comprou a rede de brinquedos Ri Happy, de Ricardo Sayon.

Você sabia que a Ri Happy sozinha vendia 1/5 dos brinquedos do país?

Extraído de: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,fundo-carlyle-compra-85-da-ri-happy,104680,0.htm

FUNDO CARLYLE COMPRA 85% DA “RI HAPPY”

Segundo estimativas do mercado, valor da operação ficou próximo de R$ 600 milhões

SÃO PAULO – O fundo de private equity Carlyle fechou a compra de 85% do capital da loja de brinquedos Ri Happy, depois de um ano e meio de negociações. Com 114 lojas, a Ri Happy concentra 20% da venda de brinquedos no País e teve faturamento de cerca de R$ 800 milhões no ano passado. Segundo cálculos de mercado, o valor da operação ficou próximo de R$ 600 milhões (o fundo não revela os dados oficiais).

A negociação entre o Carlyle e o fundador da Ri Happy, Ricardo Sayon, começou ainda em 2010. Em novembro do ano passado, as duas partes firmaram um pré-contrato relativo à venda, mas o martelo só foi batido mesmo na última quarta-feira. Sayon deixa o comando da operação e assume uma cadeira no Conselho de Administração.

Para garantir uma expansão mais rápida do número de lojas, o Carlyle vai colocar R$ 200 milhões em dinheiro novo na empresa nos próximos três anos. O objetivo é começar devagar, com a abertura de cerca de 20 novas lojas até o fim deste ano, e acelerar esse projeto a partir de 2013.

De acordo com Juan Carlos Felix, diretor geral do Carlyle no Brasil, a aquisição se justifica pelo potencial de crescimento do mercado de brinquedos no Brasil – a participação do segmento no Produto Interno Bruto (PIB), segundo ele, é equivalente a um terço do número do México. “Com o aumento da renda disponível da população, a tendência é que a fatia cresça”, ressalta.

Ao mesmo tempo, o fundo vê grande potencial para a Ri Happy fora da Região Sudeste, onde estão cerca de 70% das lojas da marca. “Não existe uma oferta adequada de brinquedos no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste”, diz Felix. “Além disso, a relação entre lojistas e fornecedores é muito boa e a relação com o consumidor não se baseia somente no preço, mas no serviço.”

– General Motors entra na PSA Peugeot-Citroen com força total

Depois de quase ter quebrado, e se salvado com a ajuda do governo dos EUA (por interferência de Barack Obama, que disse que a empresa era patrimônio americano), a GM entra com tudo na participação acionária da francesa PSA Peugeot Citroen: US$ 1 bilhão inicialmente!

Além de se tornar acionista da empresa, a sinergia que a GM busca com tal investimento procura uma redução de operações em até 2 bilhões de dólares, valor estimado pela redução de despesas pela aliança operacional.

– Franquias em Busca da Globalização: a Yogoberry no Irã!

Eu, particularmente, detesto esses “sorvetes de iogurte”. Mas há quem goste e muito! E um desses apreciadores, um iraniano em visita ao Brasil, a partir de seu gosto e de seu espírito empreendedor, decidiu expandir a marca como franqueado. E agora leva a brasileira Yogoberry para o Oriente Médio!

Extraído de: OESP, caderno Negócios, 27/02/2011, pg N3

IOGURTE BRASILEIRO NA TERRA DOS AITOLÁS

por Roberto Simon

A saga do empreendedor iraniano que driblou sanções internacionais e levou para Teerã franquia da carioca Yogoberry

Três amores brasileiros adoçaram a vida do empresário iraniano Kian Khaleghian, de 37 anos. O primeiro, o Rio de Janeiro, onde passou férias, em 2008. Na visita, ele caiu nos encantos da mulher com quem viria a se casar, a carioca Renata Rique. E, no calor da cidade e da nova amada, Khaleghian descobriu a terceira paixão: o iogurte gelado.

A relação entre o empresário, que deixou o Irã logo após a Revolução Islâmica, em 1979, e os copinhos de iogurte gelado começou sem compromisso, coisa de férias no Rio. Mas, quando se deu conta, viu que o amor era para valer.

Passados três anos da primeira visita ao Rio, Khaleghian deixou seu emprego no mercado financeiro londrino – ele cresceu na Grã-Bretanha – e, ao lado da esposa brasileira, abriu a primeira loja da marca carioca Yogoberry fora do Brasil. O endereço: Teerã. Os negócios vão bem e Khaleghian já pensa em inaugurar pelo menos mais uma na capital iraniana, ainda em 2012. “Quando viajava ao Brasil para encontrar a Renata, fosse por uma semana ou por um mês, o iogurte gelado era um programa diário”, relembra.

Da rotina, veio o conhecimento do métier. Ele entendeu as diferenças de gosto, textura e opções de cobertura entre as marcas. Elegeu a cadeia Yogoberry sua predileta.

Em uma das expedições por iogurte com Renata, começou a bater papo com o dono de uma franquia da marca em Copacabana. “Disse para ele: “Há duas razões pelas quais venho ao Brasil. A primeira é esta mulher ao meu lado. A segunda é você.”” Caíram na gargalhada os três.

O proprietário deu os contatos da empresa e, em pouco tempo, Khaleghian estava trocando e-mails com a Yogoberry, fundada por Un Ae, Jong Ae e Marcelo Bae. Com o fuso horário entre os dois países, as mensagens via internet eram a forma mais eficiente para trocar informações.

Três semanas depois, o iraniano e a empresa chegaram a um acordo: Khaleghian teria exclusividade da marca em quase todo o Golfo Pérsico – Irã, Emirados Árabes, Kuwait, Catar, Bahrein, Omã e Arábia Saudita.

O empresário começou então a fazer as contas para descobrir qual seria o mercado mais promissor. O Irã tem 75 milhões de habitantes, enquanto as seis monarquias árabes, somadas, não passam de 40 milhões. Outro fator que pesou na decisão foi a ausência de concorrentes no Irã. Nos últimos anos, outras cadeias de iogurte gelado começaram a operar nos países árabes, mas não se arriscaram no inóspito mercado iraniano.

Decidido o país, Teerã era a escolha inevitável por ser a maior cidade e ter uma classe média vibrante – e com padrões de consumo ocidentais.

Sanções internacionais. Fazer negócios em um país alvo de dezenas de sanções internacionais e ameaças diárias de bombardeio não é simples. Khaleghian, por exemplo, não pôde comprar as máquinas Taylor, usadas nas lojas brasileiras para preparar a pasta do iogurte. A marca é dos Estados Unidos, arqui-inimigo dos aiatolás, e obviamente não tem representação no Irã. Não haveria, portanto, como cuidar da manutenção.

O caminho foi optar pela italiana Gelmatic, que tem uma representação em Teerã. Os demais insumos, da colher de plástico às coberturas, são “made in Iran”.

Embora estraguem o ambiente de negócios no Irã, as sanções impostas por EUA e União Europeia não prejudicam Khaleghian, uma vez que existe uma espécie de trégua para o setor médico e o de alimentos.

Mas há consequências indiretas, como a forte desvalorização da moeda iraniana, o rial – fenômeno agravado com o aumento da tensão no Estreito de Ormuz, por onde passa aproximadamente 30% dos suprimentos mundiais de petróleo.

Um dia após o anúncio do embargo europeu ao petróleo iraniano, no mês passado, Teerã aumentou numa tacada só em 50% sua taxa de juros para segurar o câmbio.

Relação. Por ironia, o iogurte gelado apareceu em Teerã em meio a um notável esfriamento da relação entre Brasil e Irã. Em seu primeiro ano, o governo Dilma Rousseff se afastou da república islâmica e chegou a adotar posições duras contra os iranianos no Conselho de Direitos Humanos da ONU – algo impensável na era Lula. O Irã continua a ser o segundo destino da carne brasileira, mas exportadores de frango reclamam da crescente demora na concessão de licenças. Em 2011, Teerã passou do 65.º para o 80.º lugar na lista de fornecedores do Brasil.

A entrada da Yogoberry no Irã agradou ao Itamaraty. Quem cortou a fita na inauguração da loja foi o embaixador brasileiro em Teerã, Antonio Salgado. Ao seu lado, sorridentes, estavam Khaleghian e Renata.

– Foxconn acha o Brasil um Péssimo Negócio? Por que veio?

E o fanfarrão presidente da FoxConn?

O bilionário Terry Gou, em um programa de TV, ironizou o país. Disse que no Brasil:

(…) o Brasil apenas me oferece o mercado local (…) [Os brasileiros] não trabalham tanto, pois estão num paraíso”.

Pois é…  se não é atrativo, por quê veio? De certo, a mão de obra escrava chinesa utilizada por lá é mais barata… Disso, não tenho dúvida!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1052729-brasil-so-oferece-mercado-local-diz-foxconn.shtml

BRASIL SÓ OFERECE MERCADO LOCAL

Brasil só oferece mercado local, diz Foxconn

O presidente da Foxconn, o taiwanês Terry Gou, afirmou que o Brasil é uma “terra cheia de potencial”, mas ressalvou que o país oferece “apenas” o mercado local e ainda exige transferência de tecnologia, informa reportagem de Fabiano Maisonnave publicada na edição desta sexta-feira da Folha.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

“Temos três fábricas no continente chinês, e cada uma ocupa 5 km²”, disse Gou na terça-feira, durante programa de TV em que interagia com jovens de Taiwan.

“Tem gente que diz que é preciso dispersar os negócios. Também quero dispersar, mas o Brasil apenas me oferece o mercado local, de 190 milhões, e ainda é preciso transferir tecnologia.”

Apesar da crítica, Gou, que vestia jeans, camisa polo e jaqueta de couro, mostrou-se otimista com o Brasil. Ao falar que é um país com “potencial”, perguntou aos estudantes: “Quem daqui quer ir ao Brasil? Vocês podem se registrar comigo, sério. Vou lhes dar o meu e-mail”.

O presidente da Foxconn afirmou ainda que os brasileiros “não trabalham tanto, pois estão num paraíso”. E o país, em comparação com Taiwan, “não conta com tecnologia avançada”: “Estou treinando os brasileiros, dando as tecnologias para eles”.

– Brasil e Imigrantes: o país da Receptividade!

Em tempos de Globalização, essa pesquisa realizada mundialmente pela consultoria Heidrick & Struggles, sobre a relação dos povos e seus imigrantes, é curiosa e importantíssima.

Reproduzida pela Revista Época, Ed 20/02/2012, pg 24 (por Luciana Vicária), mostrou que:

45% das pessoas no mundo dizem que a imigração é algo ruim para suas nações; no Brasil, apenas 11% pensam assim.

39% do resto do mundo dizem que seu país fica mais interessante com pessoas de outra cultura; no Brasil, o índice sobe para 49%.

28% acreditam no exterior que a economia de sua pátria melhorará com os estrangeiros; aqui, o otimismo é de 47%.

Além disso, em termos de receptividade, a Índia é o país mais acolhedor/ assistencialista (o Brasil está em 6º nesse critério). Os menos receptivos são belgas (1), sulafricanos (2), russos (3), ingleses (4), turcos (5), americanos (6) e italianos (7).

E você, o que pensa sobre imigrantes em seu país? Deixe seu comentário:

– Quase ¼ é de fora!

Vejam só: dos produtos industrializados consumidos no Brasil, cerca de 23% são importados. Motivos: valor do real frente ao dólar, competitividade estrangeira, acomodação de alguns setores da indústria nacional…

Mas um detalhe: destes, mais da metade é Made in China.

Vou ser sincero: produto chinês… hum… faço vista grossa mesmo.

– A Ilusão dos Donos de Carros a Álcool Brasileiros

Terra de Oportunidades? Cinturão da Economia Verde? Fonte Inesgotável de Bioenergia e de Combustíveis Alternativos?

Tudo isso é verdade quando referido ao nosso país em relação à produção de Combustíveis ecologicamente corretos, e, em especial, a do Álcool Etílico Hidratado (etanol). Mas uma outra verdade não dita: não conseguiremos atender nem o Consumo Interno de Etanol, nem as exportações do produto! Motivo? Produtividade!

Extraído de Época Negócios, fevereiro/2012, pg 30.

TEM, MAS ACABOU

Justo agora que os EUA finalmente se abriram ao Etanol Brasileiro, a produção não dá conta nem do mercado doméstico. Aguenta aí, tio Sam!

No fim de 2011, os Estados Unidos acabaram com o incentivo à produção de etanol. Por 30 anos, o subsídio e a sobretaxa impediram o acesso dos usineiros brasileiros ao mercado americano. Mas justamente quando o caminho ficou mais fácil, falta produto – até para o mercado interno. Pela primeira vez em uma década, a safra brasileira de cana-de-açúcar terá uma quebra de 10%, por causa dos escassos investimentos, da baixa produtividade dos canaviais e de problemas climáticos. Na colheita de 2011/12, a produção de etanol chegará a 21 bilhões de litros (o potencial de mercado é de 35 bilhões). As usinas vão deixar de faturar mais de R$ 15 bilhões.

Sem excedentes, o Brasil deve permanecer um exportador apenas pontual. Os próprios Estados Unidos exportam mais que nós, hoje (gráfico ao lado). “A demanda potencial no Brasil será, nos próximos três a cinco anos, maior que a oferta real”, diz José Carlos Grubisich, presidente da ETH Bioenergia, do grupo Odebrecht. Segundo um levantamento do setor, o Brasil precisará investir US$ 67 bilhões para construir 172 usinas que moam 516 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. É como dobrar a capacidade atual. Para complicar, um canavial leva cinco anos para estar no ponto de corte.

As empresas não estão paradas. O etanolduto, com investimentos de R$ 6,5 bilhões para reduzir os custos de transporte do combustível do Centro-Oeste para São Paulo, deve ficar pronto em 2015. Um terminal no porto de Itaqui (MA), da Raízen, deve ficar pronto em 2018, ao custo de R$ 600 milhões, diz Luiz Eduardo Osorio, vice-presidente da empresa. Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), 114 usinas, de 40 grupos, estão certificadas pela agência ambiental dos Estados Unidos. “Mais que o subsídio, a boa notícia é que o etanol brasileiro foi considerado pelos americanos um combustível limpo”, diz Antonio de Pádua Rodrigues, diretor da Unica. “A questão ambiental ainda pesa.”

– Indústria que Vende Direto ao Consumidor…

… por força do costume local, é um problema sério para o revendedor!

Leio na revista América Economia, edição de janeiro / 2011, pg 16 (Matéria: ‘Além das Fronteiras’, por Daniel Cardoso) uma interessante reportagem sobre as empresas brasileiras que crescem nos países vizinhos e sofrem com a adaptação.

Gostaria de destacar a Tigre (tubos e conexões). Na Bolívia, ela só começou a ter sucesso depois que começou a vender direto aos consumidores. E o lógico problema, claro, é o comerciante que fica emburrado com tal situação.

Aqui nós temos o fenômeno dos Outlets, lojas ‘direto das fábricas’ que costumam vender produtos com pequenas avarias ou fora de linha. Lá na Bolívia não! É o produto final em boas condições.

Se já não bastasse o Evo Morales para os comerciantes de lá… Santa Cruz de la Sierra que o diga!

– Vender Carros no Brasil dá Lucro!

Tempos áureos na venda de carros no Brasil. As montadoras enviaram para suas matrizes no exterior quase 6 bilhões de dólares.

Será que é o lucro ou parte dele?

Em: http://is.gd/sBAr2F

MONTADORAS ENVIAM ÀS MATRIZES O RECHEIO DO BOLO

Por Luís Nassif, original de Pedro Kutney (UOL)

A julgar pelos lucros que receberam, as matrizes de diversas montadoras de automóveis não tiveram do que reclamar de suas subsidiárias brasileiras em 2011. Os dados estão fresquinhos, foram divulgados pelo Banco Central na última terça-feira (24): a indústria automotiva no Brasil foi o setor que mais remeteu dinheiro ao exterior no ano passado, à frente até de bancos e empresas de telecomunicações, que ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Não se trata de números frívolos: foram os próprios fabricantes de veículos que registraram junto ao BC remessas de lucros e dividendos no total de US$ 5,58 bilhões, o maior valor de todos os tempos, equivalente a 19% de todas as operações desse tipo no ano no Brasil e 36% superior aos US$ 4,1 bilhões de 2010.

Não por acaso, as remessas recordistas de lucros e dividendos das montadoras instaladas no país aumentaram justamente no momento em que as matrizes mais sofrem nos mercados maduros de Europa e América do Norte, e por isso precisam sustentar seus resultados financeiros com o caixa das subsidiárias em países emergentes. O BC não publica a lista de empresas remetentes de dinheiro nem os valores individuais, muito menos as empresas informam qualquer dado sobre o tema, alegando que só divulgam balanços no exterior — mas lá também não se encontram os lucros recebidos de cada subsidiária; e assim tudo fica por isso mesmo.

Nada contra o lucro, tudo contra esconder esses números como se fosse coisa ilegal. Não é. Contudo, é no mínimo desconfortável, tendo em vista que as montadoras, em maior ou menor grau, estão alinhadas ao discurso da falta de competitividade brasileira, que torna difícil a vida por aqui, e que por isso precisaria ser compensada com generosos incentivos fiscais e financiamento público de investimentos. Os dividendos remetidos mostram que a vida no Brasil pode ser complicada, mas também pode ser altamente lucrativa.

CONCEITO ALOPRADO

É fato que existem problemas de competitividade. Por isso mesmo é surpreendente que, em ambiente tão adverso como pintam as montadoras, as remessas de lucros e dividendos tenham aumentado tanto.

Vale destacar que esses resultados foram conseguidos, em sua maioria, com a venda de carros que têm graus de sofisticação e conforto bastante inferiores em comparação com os modelos fabricados nos países de origem das empresas instaladas aqui, porque no Brasil o poder aquisitivo dos consumidores também é menor — ainda que esteja em ascensão. Em tese, são produtos menos rentáveis, que — para piorar — no Brasil recebem uma das maiores cargas tributárias do mundo para competir com a margem de lucro.

Cabe ressaltar, também, que a produção das fábricas brasileiras de veículos avançou muito pouco em 2011, apenas 0,7% sobre 2010 — ou seja, produziu-se quase o mesmo e, ainda assim, foi possível remeter muito mais lucro: US$ 1,5 bilhão a mais do que no exercício anterior.

Portanto, temos no Brasil um caso inusitado, digno de estudos acadêmicos ainda a serem feitos: fabricantes de veículos dizem enfrentar aqui custos altos de toda natureza, fazem produtos considerados de baixa rentabilidade, com alta incidência de impostos, a produção não avança — e, ainda assim, remetem lucros bilionários às matrizes.

Além disso, ainda sobra algum para prometer investimentos combinados que já passam de US$ 26 bilhões nos próximos cinco anos, considerando somente os anúncios feitos até dezembro passado. Só lucros generosos — e financiamentos públicos idem — podem justificar a aplicação de tamanha fortuna para fazer no Brasil novos produtos e aumentar a capacidade de 18 fábricas de carros e nove de caminhões, além da construção de oito novas plantas de automóveis e seis de veículos comerciais pesados, elevando o número total de unidades de produção das atuais 24 para 38, com capacidade para fazer 6,5 milhões de unidades por ano a partir de 2015.

Por mais aloprado que o conceito pareça, é preciso reconhecer que “Custo Brasil” e “Lucro Brasil” são como irmãos siameses: andam grudados, um puxando o outro, mas sempre na mesma direção: para cima, no preço dos carros, relativamente altos em relação ao que oferecem.

BOM EXEMPLO

O Brasil tem, sim, problemas de competitividade a enfrentar, mas por certo o lucro não está entre eles. Portanto, não há nenhuma justificativa para aumentá-los por meio das medidas de incentivo ao setor automotivo nacional (ou seria transnacional?), que estão em gestação no governo e podem ser anunciadas em fevereiro.

Muito pelo contrário: assim como o país deveria reduzir impostos sobre veículos, as montadoras deveriam dar o bom exemplo de diminuir lucros e incluir mais qualidade tecnológica nos modelos produzidos aqui.

– Barbies Censuradas?

Há coisas que nem o melhor administrador pode lidar… Talebans incediavam as bonecas Barbies que chegavam por contrabando ao Afeganistão, pois elas não usavam burcas.

Agora, o Irã, através da Polícia Moral, retira das prateleiras as Barbies porque “elas representam o espírito sujo americano”.

Democracia é isso aí.

– Barcelona 2 X 2 Real Madrid. Nada a ver com Paulistão…

Depois de assistir a Barcelona X Real Madrid pela Copa do Rei, ontem, dá desgosto assistir qualquer outra partida. Seja o jogo que for, vira pelada!

Partida gostosa de se ver, jogada, brigada, disputada e com altíssima qualidade.

O Real Madrid dominou o começo do jogo. Na verdade, abafou o adversário até 26m. Incrivelmente, o Barcelona levou um sufoco dos merengues que impressionou a qualquer um. Depois, o jogo se equilibrou e no primeiro ataque do Barça aos 42m, saiu o gol. Destaques para os golaços de Daniel Alves e Benzema.

Isso sim é jogo de futebol! Tudo ajuda. E como jogam bola Cristiano Ronaldo e Messi… Eles chamam a responsabilidade para eles. Pena que não façam o mesmo em suas seleções.

Quem não assistiu a esse jogo, perdeu uma partidaça. Vale o VT!

– Foi bem, Negão

Pelé não se importa com o apelido carinhoso de Negão, mas não abre mal da sua majestade. Ao Le Monde, ontem, quando questionado sobre Lionel Messi, rasgou elogios ao argentino; mas sobre a comparação entre ambos, disse que:

Quando marcar 1.283 gols e conquistar três mundiais, falamos

Foi bem, hein?

Menotte, argentino da gema e megacampeão por seleção ou clube, disse (não me recordo a quem):

Junte Maradona, Di Stefano, Cruyff e Messi num só. O resultado é o Pelé“.

Messi é sensacional. Mas eu comecei a ver futebol desde criança e vi o Maradona, naqueles maravilhosos jogos da TV Bandeirantes às 10h da manhã aos domingos, com Sílvio Luiz e Sílvio Lancelloti. Me recordo do televisor na casa da minha avó que era preto-e-branco (com seletor, lógico), e odiava quando o Napoli jogava contra times de cor clara, pois ficavam todos iguais na tela.

Lionel Messi está para Maradona. Pelé não vi, mas por vídeo ele é melhor que ambos.

Já imaginaram se a mídia de hoje fosse tão evoluída, equipada, onipresente e de alta tecnologia como a de hoje? Seria covardia comparar o Negão com alguém.

– Acredite: só agora a China deixa de ser um país rural…

Coisas inimagináveis: Só agora a população urbana da China ultrapassa a do campo. Com todo o poderio que vemos da indústria chinesa, até agora ele era um país agrícola!

Há 30 anos, a população chinesa na zona rural correspondia a 80% do país, contra 20% dos moradores nas cidades. Hoje, zona rural = 49%, zona urbana = 51%.

Imaginaram quando esses números se distanciarem? E aí fica a questão: com 1,5 bi de pessoas, com os agricultores indo para as indústrias, quem alimentará a China? Só aumentar a produtividade da área plantada dará certo?

– Invasão Estrangeira no Brasil

O Ministro Celso Amorim diz que estamos passando por uma situação nova: a vinda de refugiados do Haiti, a volta de brasileiros que foram trabalhar no Exterior e europeus que chegam em terras tupiniquins para tentar a sorte. Tudo em decorrência do desenvolvimento econômico local.

Estamos vivendo um novo momento de imigração maciça, comparável ao do começo do século XX, onde italianos vinham “fazer América” por ser terra de oportunidades?

Agora, muitos aportam no Brasil pelas oportunidades naturais e pela crise em seus países. E isso é bom para o país? Haverá trabalho para nativos e imigrantes?

– Guerra em Ano Eleitoral: a Velha Estratégia…

Barack Obama, presidente dos EUA e candidato à reeleição pelos democratas nesse ano, disse que não tolerará as ameaças do Irã sobre possível fechamento do estreito Ormuz, importante rota para transporte de petróleo, e que usará a força se necessário. Já Teerã alega que o cientista nuclear iraniano morto nesta semana foi obra dos americanos. Troca perceptível de acusações.

Perceberam que as Guerras do Iraque e Afeganistão, entre outras, ocorreram em época eleitoral? E que sempre os americanos se preocupam na manutenção do presidente por questão de segurança nacional para eles?

Velha estratégia política… e quem perde é a Paz Mundial!

– E o Prêmio do Neymar?

Neymar levou o Prêmio Puskas, concedido a Fifa pelo gol mais bonito do ano.

Li em alguns lugares: Neymar bate Messi e leva prêmio da FIFA.

Ora, respeitosamente, a manchete a se destacar deveria ser: Messi é eleito pela 3ª vez o melhor do mundo; Neymar é o 10º (que é o prêmio maior da noite).

Sem dúvida o gol de Neymar foi bonito. Mas Messi ser eleito o melhor do mundo pela 3ª vez consecutiva só com 24 anos, é muito mais destaque.

Aliás, o destaque negativo foi Marta não ter levado o prêmio de melhor jogadora do Mundo e ter perdido o posto para uma jogadora do Japão. Negativo, claro, pois mostra que os investimentos no futebol feminino são minguados por aqui.

Cada vez mais me rendo ao que não queria me render: se Neymar não for para a Europa, nunca se consolidará no exterior. É uma dura realidade. Hoje, não é possível fazer um jogador como melhor do mundo jogando somente em nosso país.

– A SUV 100% Brasileira de Produção Global da Ford

Segundo a Revista Veja dessa semana, na coluna de Fábio Portela, pg 39, a Ford montará em Camaçari o seu carro projetado para quebrar o recorde de exportação em 2015! Será o Novo Ecosport, 100% com design brasileiro, montado na Bahia e exportado para Índia, China e EUA. Deverá ser lançado em meados de 2012 em 100 países, atingindo o pico daqui 3 anos.

E ficamos pensando: como um carro produzido no nosso país pode ser competitivo no exterior, com a alta carga de impostos?

Um Honda Civic Brasileiro custa metade do preço nos EUA e ¼ do valor no Japão. Será que são impostos apenas ou também outros fatores do custo Brasil que oneram a produção?

Fico pensando se não chegou a hora da ANFAVEA brigar pra valer com o Governo Federal. Os benefícios existentes para exportação não deveriam também chegar ao consumidor local?

Não tenha dúvida: o Novo Ecosport (que é a cara do i35 da Hyundai, conforme meu primo Fábio alertou e que eu pude compovar) sairá mais barato para um consumidor chinês que está do outro lado do mundo, mesmo com todo o custo logístico, do que para nós que estamos no Brasil.

– Porque não me Ufano!

Somos a 6ª economia do Mundo, né?

Falamos sobre isso em: http://is.gd/1xqOmw e em: http://is.gd/xSlTDv

Agora, leio alguns índices:

-> PIB Total: 6º do mundo. Ótimo, certo? Mas… veja os outros:

-> PIB PER CAPITA: 47º (9,390.00 dólares)o 1º é a Noruega (84,290.00 dólares)

-> ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO: 84º.

-> ARTIGOS CIENTÍFICOS: 13º em publicações.

Longe de sermos um país desenvolvido, não?

– Os Chineses no Paulistão

Em 2012, teremos novidades no Campeonato Estadual: Corinthians e Paulista de Jundiaí contrataram atletas da China!

Chen Zhi-Zao ou Bing Chang Bao? Quem será o craque do Paulistão-2012?

Em tempos de globalização, os clubes de futebol tomam atitudes ousadas. Muitos duvidaram do sul-coreano Park, quando contratado pelo Manchester United, inicialmente como estratégia para a venda de camisas do clube inglês na Ásia e que depois funcionou efetivamente como reforço ao time. Agora, é o Corinthians quem imita a estratégia, contratando o chinês Zhi-Zao para o seu elenco. Divulgação do clube e vendas de camisas num mercado de mais de quase 2 bilhões de consumidores é o motivo.

E dentro de campo?

Aí é outra história… segundo a imprensa especializada, Chen Zhi-Zao já passou por algumas equipes fora da China e não vingou. Terá sucesso no Coringão?

Outro chinês é Chang Bao, novo reforço do Paulista de Jundiaí. Desde os 15 anos no Brasil e tendo jogado em pequenas equipes, é outra aposta no escuro. Barata, mas incerta.

Será que algum deles será o novo Kazú, japonês que surgiu no XV de Jaú, jogou no Santos e virou ídolo no Japão?

E você, o que acha disso: alguns dos chineses será sucesso no Paulistão? Deixe seu comentário:

– O Fim do Etanol Combustível nas Bombas dos Postos Brasileiros…

Sensacional, não? Na véspera de Natal, um acordo entre Brasil e EUA acaba com a sobretaxa do álcool.

Bom?

Ótimo para exportadores brasileiros, pois eles poderão vender 10 vezes mais Etanol para os americanos.

E para o mercado interno?

Péssimo. Temos “apenas” a expectativa de mais aumento no preço do álcool combustível, pois o que há por aqui, venderemos para os gringos!

Uma pena…

Extraído da Revista eletrônica Posto Hoje, Ed 26/12/2011

FIM DOS SUBSÍDIOS

O recesso de fim de ano do Congresso americano, a partir de sexta-feira, assegura o fim da política de subsídios ao etanol americano, com data de expiração no próximo dia 31. Sem mais possibilidades de uma renovação da lei pelo voto parlamentar ainda em 2011, perderão a validade a tarifa de importação do etanol brasileiro de U$ 0,54 por galão (equivalente a 3,78 litros), e também o crédito tributário de U$ 0,45 por galão ao etanol misturado à gasolina nos EUA, encerrando uma era de benefícios que perdurou por mais de 30 anos, a um custo atual de cerca de US$ 6 bilhões por ano ao governo americano. Em tese, o Congresso poderá aprovar a qualquer momento no ano que vem uma nova lei de subsídios, mas a maioria das associações de produtores de etanol dos EUA vê muito poucas probabilidades nesta hipótese, em tempos de rigidez fiscal, e acredita que a era de auxílio do governo não retornará pelo menos em curto prazo. O fim da taxação de importação abre o mercado dos EUA para o etanol brasileiro de cana-de-açúcar, uma antiga reivindicação dos produtores brasileiros contra o lobby protecionista americano.

– Apple terá que abrir mão do iPad na China

E é por essas e outras que não dá para confiar nos chineses, na hora de fazer negócios. Uma empresa chinesa registrou o nome de iPad por lá, e se a Apple quiser comercializar o famoso tablet na China com o seu nome verdadeiro, deverá pagar ‘apenas’ 1,6 bilhão de dólares para o uso da sua própria marca!

Ou seja: ou dá uns trocados (e que trocados) para os chineses, ou terá que vender o seu próprio iPad com outro nome.

Eu sou do tempo em que dizer “negócio da China” se referia a ter bons resultados…

– Chrome, do Google, desbanca o Internet Explorer, da Microsoft

E o Google conseguiu uma expressiva marca: com o navegador Chrome, desbancou o Internet Explorer (da Microsoft) no Brasil e deixou o FireFox (da Mozilla) para trás. A briga está em: 39,81% para o Chrome, 34,43% para o Internet Explorer e 23,83% para o FireFox. Outros: o Safari (Apple) está em 1,9% e o Opera com 0,5%.

Porém, hoje, o Internet Explorer ainda lidera no mundo com cerca de 40%, contra 25% do Chrome.

Há 5 anos, uma notícia como essa é inimaginável…

Extraído de OESP, pg E4, Ed 02/12/2011

NAVEGADOR CHROME, DO GOOGLE, ASSUME A LIDERANÇA NO BRASIL

Por Filipe Serrano

O browser do Google, o Chrome, tornou-se o programa mais usado para navegar na internet no Brasil no mês passado, desbancando o longo reinado do Internet Explorer, da Microsoft, de acordo com os dados da empresa de análise de dados StatCounter. A companhia também divulgou ontem que, mundialmente, o Chrome se tornou o segundo browser mais usado, ultrapassando o Firefox pela primeira vez.

Em novembro, o Chrome foi usado em 39,81% dos acessos registrados pela StatCounter no Brasil, enquanto o Internet Explorer foi escolhido por 34,43% dos internautas brasileiros – a estatística leva em consideração todas as versões disponíveis do navegador.

O Firefox, da fundação Mozilla, teve uma pequena recuperação na queda de uso que vinha sofrendo no Brasil desde fevereiro de 2010, quando conseguiu somar 34,7% do mercado nacional. Em novembro, o programa foi usado em 23,83% dos acessos, de acordo com a StatCounter, o que representa um aumento de quase 1 ponto porcentual em relação ao mês anterior.

A comparação dos resultados de novembro com os dados do mesmo mês do ano passado mostra que o Internet Explorer teve uma queda de 23,3% em 12 meses, enquanto o Chrome teve um aumento de 48,7%. O Firefox, que antes disputava a vice-liderança com o navegador do Google, teve uma queda menor, porém contínua, embora mostre uma leve recuperação no último mês. O Safari, da Apple, teve participação de 1,9% em novembro, enquanto o Opera somou fatia de 0,5%.

Desde que foi lançado, em setembro de 2008, o Chrome teve um rápido crescimento no Brasil. No mesmo período, o uso do Internet Explorer entre os internautas brasileiros caiu para menos da metade. O programa tinha 71,28% da preferência dos usuários em outubro de 2008; hoje, sua fatia foi reduzida para 34,43% do mercado.

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A chegada do Chrome à primeira posição no Brasil coincide com uma recente campanha de televisão que o Google fez para promover o seu navegador, veiculada na TV aberta desde setembro. Nesse período, o Chrome ganhou quase 10 pontos porcentuais de participação no País.

Não é a primeira vez que o Chrome se torna o navegador mais popular de um país. Além do Brasil, ele é o mais usado em outras 28 nações, entre as 228 analisados pelo StatCounter.

Na América do Sul, o navegador da empresa de buscas lidera na Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia e Chile. O Chrome também é o mais popular em países asiáticos como Índia e Paquistão. O primeiro país em que o programa conquistou a primeira posição no mercado foi a Albânia, em setembro de 2010.

Mundo
Entre as regiões analisadas pelo StatCounter (África, América do Norte, América do Sul, Antártica, Ásia, Europa, Oceania), a América do Sul é a única em que o Chrome é o navegador mais usado.

Na soma de todas as regiões, o Chrome é o segundo navegador mais popular, atrás do Internet Explorer, mas já um pouco acima do Firefox. O navegador da Microsoft segue líder, com seus 40,6%, mas com uma queda acentuada em relação aos 48,1% de um ano atrás. O Chrome praticamente dobrou sua fatia, passando de 13,3%, em 2010, para os atuais 25,7%.

O Firefox perdeu menos terreno que o Internet Explorer, mas mesmo assim saiu de 31,1% para 25,2%, na mesma base de comparação. Os “lanternas” do mercado de buscas são o Safari, com 5,9% de participação, e o Opera, com 1,8%. / COLABOROU MURILO RONCOLATO

– Os Muppets no Cinema. Eles voltaram. Mas cadê o Caco?

Os Muppets, bonecos que faziam sucesso entre a garota do final dos anos 70/80, voltaram! E agora pertencem à Disney, ganham nova roupagem e estréiam no cinema nesse final de semana.

Entretanto, nesse mundo cada vez mais globalizado, o Sapo Caco mudará de nome: virará Kermit, para ser conhecido mundialmente. É a mesma estratégia que fez a fadinha que conhecíamos como Sininho mudar o nome para Thinker Bell, do Ursinho Puff virar Pooh, ou do Super-Homem virar Superman…

Extraído de: http://is.gd/AQ75jJ

POR QUE ELES MUDARAM DE NOME?

A mudança de Caco para Kermit segue uma estratégia da indústria de entretenimento de unificar a identidade de personagens em todo o mundo. Por que abrir mão de nomes que marcaram a infância pode ser uma ideia lucrativa

Antes do início de Os Muppets nos cinemas brasileiros, os espectadores assistirão a uma cena em que Kermit explica a mudança de nome. Numa visita ao Rio nos anos 1970, quando foi se apresentar a um produtor de cinema, o personagem tossiu. O som foi interpretado como “Caco”, o que gerou uma confusão. A personagem Piggy nega a história. Diz que Kermit usou um nome falso para aprontar no Carnaval e que agora ele deve ser chamado de Kermit, o nome pelo qual sempre foi conhecido nos Estados Unidos.

Curiosamente, essa é a única justificativa dada pela Disney para a mudança de nome: questionados, representantes do setor comercial da empresa dizem que essa é a versão oficial. A mudança também será adotada em outros países. Em Portugal, Kermit deixará de ser o Sapo Cocas, e na Espanha não atenderá mais pelo nome de Gustavo.

Segundo o empresário Jaime Troiano, autor do livro As marcas no divã, a adoção de uma identidade global para os personagens segue uma tendência criada na indústria de alimentos e produtos de limpeza. “Nos anos 1970, quando o mercado era mais fragmentado, as empresas adotavam nomes diferentes para aumentar o apelo regional”, diz. “Hoje, como é muito mais fácil ter acesso a informações sobre produtos de outros países, as marcas se unificaram para fortalecer sua identidade.” A mudança também reduz os custos, pois evita a necessidade de adaptar embalagens de brinquedos e produtos relacionados aos personagens em cada país.

– Globalização do Futebol: Arsenal joga com atletas de 14 países diferentes.

Há 3 anos, o Arsenal, grande time inglês, entrou em campo com 11 atletas estrangeiros, escalados pelo seu treinador francês, Arséne Wenger, e quebrou um recorde: foi a primeira equipe da história da Premier League a atuar sem nenhum jogador nascido na Inglaterra.

Na Itália, por volta de 2 anos, a Internazionale de Milão pela primeira vez jogou sem nenhum atleta italiano entre os titulares.

Hoje, o próprio Arsenal quebrou um recorde mais impressionante: contou com os 11 titulares e 3 jogadores substitutos que entraram em campo contra o Fulham, nascidos em 14 países diferentes!

Foram eles:

Wojciech Szczesny – Polônia
Per Mertesacker – Alemanha
Thomas Vermaelen – Bélgica
Johan Djourou – Suíça
André Santos – Brasil
Mikel Arteta – Espanha
Alexander Song – Camarões
Theo Walcott – Inglaterra
Aaron Ramsey – País de Gales
Andrey Arshavin – Rússia
Robin Van Persie – Holanda
Abou Diaby – França
Marouane Chamakh – Marrocos
Gervinho – Costa do Marfim

A globalização chegou para ficar. Mas não é estranho que um time de futebol possua em campo 14 nacionalidades diferentes (e 1 só do seu próprio país)?

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Neymar X Messi, Maradona X Pelé

Sexta-Feira, conversando com o amigo Bruno Crispim, ele foi perfeito em uma colocação sobre comparar Neymar X Messi:

Comparar hoje Neymar e Messi é que nem Maradona x Pelé. Só lá na Argentina o Maradona é melhor do que Pelé. E só aqui no Brasil o Neymar é melhor do que Messi”.

Matou a pau! Talvez, nos anos seguintes, Neymar possa igualar ou superar Messi. Potencial ele tem. Idade a menos também (não sei de pronto a idade de ambos, mas há uma razoável diferença entre eles). Mas não podemos nos esquecer do 1º semestre de Messi: na Champions League, ele arebentou.

– Chineses Compram Terra, Compram Terra… e Compram Terras!

Os jornais de ontem noticiaram que a presidente Dilma quer endurecer a compra de terras por parte de estrangeiros.

Cá entre nós: é uma inteligentíssima estratégia deles, e, em particular, dos chineses.

Dois golpes sensacionais:

1- Eles compram terras no interior do Brasil, plantam, e depois vendem os produtos agrícolas à eles mesmos lá China. Ou seja, exportam a preço de custo, diminuindo os impostos, barateando o produto (pra eles, claro) e quebra as exportações de gente brasileira.

2- Para aproveitar acordos do Mercosul, a China monta escritórios de distribuição na Argentina, Uruguai ou Paraguai, exporta lá do Oriente para nossos vizinhos, e, tecnicamente, a filial desses países re-exporta sem impostos (aproveitando dos benefícios fiscais) a nós. Se exportasse direto da China a nós, pagaria imposto. Então, ludibriam fazendo de conta que são produtos do Mercado do Cone Sul.

Danados, hein?

– As Empresas mais Éticas do Mundo são de…

A ONG Transparência Internacional manda avisar: em pesquisa que envolveu 28 nações sobre HONESTIDADE EMPRESARIAL, medalhas de Ouro, Prata e Bronze para: Holanda, Suíça e Bélgica. Lá, as empresas se preocupam acima da média em serem éticas e honestas.

O Brasil? Ficou no meio da tabela: posição número 14, e o péssimo exemplo para ser evitado ficou com a Rússia (última posição).

– A Grande Diferença do Tratamento aos Árbitros na Inglaterra e no Brasil

Vejam só que curioso: aqui no Brasil, há treinadores que passam o jogo inteiro fazendo caras e bocas contra as marcações dos árbitros, reclamam gesticulando o tempo inteiro, desviam a incompetência das suas equipes em entrevistas coletivas acusatórias contra o árbitro, e quase nunca são punidos.

Na Inglaterra, André Villas-Boas, treinador do Chelsea, reclamou que na partida entre Queens Park Rangers 0 X 1 Chelsea, o árbitro Chris Foy teve um desempenho muito, muito pobre, pois deve ter sentido a pressão da torcida presente no estádio”.

Por essas palavras, a Federação Inglesa o julgará por conduta imprópria, seguida de comentários indevidos à figura do árbitro para a imprensa”.

Perceberam que lá, jogar a culpa no árbitro e difamá-lo pelos microfones dá gancho? Já aqui no Brasil…

Imagine se os treinadores daqui fizessem o que fazem na Premier League? Sorte do Felipão que quando passou por lá não reclamava em inglês…

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

– Volkswagen desbanca Toyota

Após investimentos de longo prazo, a Volks alcança o topo das vendas mundiais, segundo as estimativas de 2011. A líder Toyota cai para a 4ª posição.

Fatores? Competência da marca alemã e dificuldades de outros fabricantes.

Extraído da Revista Veja, pg 82-83, Ed 02/11/2011

A VOLKS ACELERA

Por Érica Oyama

A fabricante alemã assume a liderança mundial nas vendas de veículos, graças a um plano de longo prazo bem traçado – e também aos problemas da concorrência

O seleto clube das montadoras campeãs mundiais em vendas está prestes a ganhar um novo sócio – apenas o quarto desde que Henry Ford lançou o modelo T, há 103 anos. Ao fim de 2011, ninguém terá vendido mais carros do que a alemã Volkswagen (7,8 milhões de unidades), à frente da japonesa Toyota, que liderava desde 2007, e da americana General Motors (GM). A ascensão premia o grupo que melhor resistiu à crise econômica, principalmente por sua estratégia certeira de investir no mercado chinês há mais de 25 anos. A fabricante controla ao todo nove marcas, de carros de luxo (Audi e Bentley) a ultraesportivos (Lamborghini) e caminhões (Scania). Uma lista que deve incluir em breve a legendária Porsche. A liderança antecipa em sete anos um plano ambicioso, revelado em 2008, para tornar a Volks uma referência em qualidade e satisfação do consumidor até 2018.

A conquista foi antecipada com a crise de 2008 e 2009. Enquanto a GM e Toyota sofreram com a recessão na economia americana, a Volks colheu frutos de seus investimentos nos emergentes (neste ano, pela primeira vez, a venda de carros nesses mercados vai superar o total comercializado nos países desenvolvidos, segundo a consultoria PwC). Na China, que se tornou o maior mercado automotivo do mundo, as vendas da alemão dobraram, entre 2008 e 2010, para 2 milhões de veículos. Ao mesmo tempo, a empresa voltou a investir nos Estados Unidos, abrindo uma fábrica no país depois de duas décadas fora. A escolha do estado do Tennessee não se deu por acaso. Sem ter de negociar com sindicatos fortes, ela pode operar com um custo de mão de obra que equivale a 65% do que é gasto por Ford, GM e Toyota em suas fábricas no país. O episódio ajuda a entender por que a montadora obteve o maior lucro do setor  no ano passado. “Na Volks, modelos diferentes podem ser montados em plataformas comuns, como Audi A3 e o Golf. Isso proporciona economia de escala.”, diz Fábio Takaki, da consultoria Booz & Company.

Enquanto isso, as principais concorrentes lutam para se reestruturar. A Toyota, que busca recuperar parte da credibilidade perdida com a série de falhas mecânicas reveladas nos últimos anos, teve de reduzir a produção após o terremoto e o tsunami que atingiram o Japão em março. Já a GM ainda se ajusta para se tornar mais competitiva depois de sair da concordata – ela só evitou a quebra em 2009 graças ao socorro do governo. Em setembro, a montadora acertou com o principal sindicato americano um novo contrato trabalhista, que lhe permitirá aumentar em apenas 1% ao ano suas despesas com salários e benefícios até 2013. As duas são seguidas cada vez mais de perto pela franco-nipônica Renault-Nissan e também pela sul-coreana Hyundai, cujas as vendas mundiais aumentaram 38% em cinco anos.

No Brasil, a Volks disputa a liderança do mercado com a italiana Fiat. Para atender ao aumento da demanda, o grupo alemão estuda a construção de mais uma fábrica no país – existem cinco atualmente. Especula-se que a nova unidade produzirá o seu futuro modelo Up!, aposta mundial da montadora no segmento de compactos. Uma espécie de sucessor do Fusca, carro popular que projetou a marca alemã mundialmente.

– Clássicos Regionais nos EUA?

E aí? O portal IG, através de Gabriel Cardoso, noticiou que uma multinacional dos EUA quer levar 4 clássicos brasileiros para serem jogados nos EUA: Grêmio X Internacional, Cruzeiro X Atlético, um clássico Carioca e outro clássico Paulista.

Gostou da idéia? Deixe seu comentário:

Extraído de: http://esporte.ig.com.br/futebol/estaduais-2012-podem-ter-quatro-classicos-nos-estados-unidos/n1597355049437.html

ESTADUAIS 2012 PODEM TER QUATRO CLÁSSICOS NOS EUA

Multinacional norte-americana quer levar jogos do Paulista, Carioca, Mineiro e Gaúcho

Quatro estaduais de 2012 podem ter clássicos realizados nos Estados Unidos. Uma multinacional norte-americana fez a oferta de levar grandes jogos do início do ano que vem para a América do Norte.

Os Campeonatos Paulista, Carioca, Gaúcho e Mineiro são os pretendidos. No Rio Grande do Sul, a ideia é levar o Gre-Nal da fase classificatória para Boston, nos Estados Unidos.

“Gre-Nal pode ser jogado em Boston, mas é um assunto que preciso debater com os presidentes. É a cidade que reúne mais brasileiros”, disse Francis Noveletto, presidente da Federação Gaúcha de Futebol, em entrevista para a Rádio Bandeirantes.

A ideia de Noveletto é conversar com os presidentes de Inter e Grêmio. Caso aceitem o projeto, a logística começará a ser organizada para o ano que vem.

O jogo de Minas Gerais também já está decidido. Envolveria Cruzeiro x Atlético-MG. Faltaria a definição de qual o clássico paulista seria escolhido. Valendo o mesmo para o Rio de Janeiro.

– Facebook repleto de Amigos, Colegas ou Contatos?

Que o Brasil é um país simpático, povo acolhedor e que gosta de interagir, é fato. Mas esse número é interessante: segundo estatísticas do próprio Facebook, o Brasil é o país onde as pessoas têm o maior número de amigos na sua página: 231. A média mundial de amigos no Facebook é de 130. Na Alemanha, é de 78.

Explicação: aqui, conhecidos ou contatos antigos viram “amigos” diretamente.

Amigo, pra valer, é coisa rara…

– Deu no Wall Street Journal: a ituana Schincariol agora é 100% Japonesa!

Deu até no Wall Street Journal: Kirin compra o restante das ações da Schincariol e agora é dona 100% da empresa.

Em: http://online.wsj.com/article/SB10001424052970203716204577016774143596152.html

KIRIN BUYS REMAINING SHARES OF BRAZIL’S SCHINCARIOL

By HIROYUKI KACHI

TOKYO—Kirin Holdings Co. said Friday it has bought all the shares it doesn’t already own in Brazilian brewer Schincariol for around $1.3 billion, continuing its march into emerging markets after a three-month wrangle with Schincariol shareholders opposed to the deal.

Coming the same day as it halved its net profit outlook for the current fiscal year, the Tokyo-based beverage company said it has bought all outstanding quotas of Jadangil Participacoes e Representacoes Ltda., which holds 49.54% of Schincariol’s outstanding shares, as well as a 0.01% stake from other minority shareholders. The purchase, valued at 2.35 billion reals, or ¥105 billion, will be funded through cash and loans.

In August, Kirin agreed to buy a 50.45% stake in the closely held Brazilian beer and soft drinks company in a deal valued at about $2.56 billion. But Kirin’s attempts to take over the rest of the company hit a snag after Schincariol minority shareholders gained a provisional injunction in a local court to block its efforts.

A Brazilian court last month lifted the injunction, however, clearing the way for Kirin to take over the rest of Schincariol.

“We believe the latest deal will allow us manage with lots of flexibility,” said Kirin managing director Hirotake Kobayashi at a news conference. He said all Schincariol family members will withdraw eventually from the company.

Buoyed by the strong yen, Japanese food and beverage companies are ramping up their overseas merger-and-acquisition activities as domestic demand stagnates due to a shrinking population, changing consumer tastes and weak economic growth.

Brazil’s beer consumption jumped 11% in 2010, according to the country’s National Brewing Association, compared with a growth rate of about 1%-2% in the U.S. and shrinking Japanese beer consumption. For Kirin, which owns all of Australia’s Lion Nathan Ltd. and 48% of San Miguel Brewery Inc. of the Philippines, the takeover will give it access to a fast-growing emerging market outside of Asia and Oceania.

Schincariol started out in 1939 as a seller of soft drinks, and now also has a range of popular beer brands. Its soft drink Itubaina is still popular in the interior of Sao Paulo state, where Schincariol’s headquarters are located.

Asked about a combined price tag worth ¥300 billion to buy the entire stake, Mr. Kobayashi said “the amount of the purchase is reasonable on a basis of anticipated strong growth potential in the Brazilian market.”

He said Kirin initially sought to manage the Brazilian brewer with the cooperation of minority shareholders.

But Mr. Kobayashi said further large-scale M&As for Kirin, which would mean additional bank loans, would be difficult at this moment. He said Kirin has no intention of using equity financing to conduct more M&As.

Separately on Friday, Kirin, which will include Schincariol in its earnings results starting in the next business year, which ends December 2012, halved its net profit outlook for this fiscal year to ¥27 billion from ¥52 billion due to writedowns on its stock holdings amid recent financial market turmoil. It left its sales estimate unchanged at ¥2.11 trillion.