– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Coquimbo Unido.

E para o desafio do Massa Bruta contra Los Piratas de Coquimbo pela Copa Sulamericana, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Ivo Méndez (BOL)
Bandeira 1: Carlos Tapia (BOL)
Bandeira 2: Juan Montaño (BOL)
Quarto Árbitro: Christian Aleman (BOL)
VAR: Yadir Acuña (COL)
AVAR: Leonard Mosquera (COL)
Quality Manager: Ricardo Casas (ARG)
Assessor de Arbitragem: Marcelo Rogério (BRA)

Natural de Santa Cruz de La Sierra, Ivo Nígel Méndes Cháves é um dos árbitros mais jovens da Conmebol, com 33 anos. Tem pouquíssima experiência internacional. No ano passado, atuou numa única partida da Libertadores da fase de grupos, e no Mundial Sub 17 em jogos “discretos”: Irã 5×0 Nova Caledônia e Uzbequistão 3×0 Canadá.

Nos poucos jogos internacionais, tem média baixa de cartões (menor que 4). Nas partidas do campeonato boliviano, ao contrário, quase 8 cartões por partida.

Certamente, a partida no Nabizão será a mais importante do continente para a carreira ainda iniciante do árbitro.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Coquimbo Unido pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Quarta 03/03, 21h00. Mas desde às 20h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O dilema do Palmeiras.

E se fosse você o treinador palmeirense Abel Ferreira

Escalaria o time principal para jogar contra o San Lorenzo na Argentina, afinal é uma partida válida pela Libertadores da América, correndo o risco de desgaste e/ou contusão de atletas para a decisão do Paulistão no domingo contra o Santos FC (que não tem jogo no meio de semana), ou escalaria os reservas, descansando o time principal, e assim correndo o risco de “sacrificar 3 pontos” na principal competição da América do Sul?

Difícil responder… Mas, cá entre nós: quem recebe alto salário como ele, está capacitado teoricamente para tomar tais decisões.

Palmeiras x Santos ao vivo: veja onde assistir, horário e escalações

Imagem extraída de: https://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/2024/01/palmeiras-x-santos-ao-vivo-veja-onde-assistir-horario-e-escalacoes-edsoftwares.ghtml

– Quem é o julgador a serviço de John Textor? Não se comece o Brasileirão…

Estamos vendo mais uma série de acusações de John Textor, o dono do Botafogo SAF, falando sobre manipulação de resultados nos últimos campeonatos brasileiros. O problema é: quem declara que há maracutaia, e orientado por quem.

Vamos lá:

1- Quem declara que há desonestidade e que tem provas, é um investidor americano endinheirado, homem de negócios inteligente e de sucesso. Textor não é um “qualquer”. E isso faz com que deveríamos levar a sério suas acusações.

2- Quem diz a ele que há problemas são “especialistas” (não sabemos quem são – se são ex-árbitros que viram ou souberam de problemas, jogadores que estiveram em esquemas ou investigadores diversos) e uma empresa francesa chamada Good Game (que produziu o primeiro relatório a Textor e que foi contratada pela FERJ para monitorar o Cariocão 2024). Acrescente-se a isso o fato dele alegar que tem provas por Inteligência Artificial de que o jogo Palmeiras 5×0 São Paulo houve manipulação de jogadores tricolores para o placar ter esse elástico marcador.

3- Tudo o que foi dito no item 2, faz eu descredibilizar o item 1, onde tento levar a sério… e é esse o problema: a falta de provas concretas, reais e que mostrem nomes que cometeram de fato algo errado.

Considere: não vemos o nome do árbitro que reclama de propina ter sido divulgado; não vemos nomes de jogadores envolvidos em esquema; não sabemos como andam as investigações no Ministério Público, e me custa crer que um homem supostamente esperto como Textor, acreditaria que a Inteligência Artificial conseguiria diferenciar erro de jogo com má atuação de atleta com a intenção de desonestidade. Afinal: alguém acredita que em um clássico de tamanha rivalidade como Palmeiras x São Paulo, os atletas perderiam propositalmente de 5×0? Sendo assim, a defesa formada pelo goleiro Rafael, os zagueiros Beraldo e Diego Costa, além dos laterais Caio Paulista e Rafinha, em tese, são suspeitos e deveriam ser investigados. Também os árbitros pela declaração anterior de que não houve pagamento de um suposto suborno. E por fim, até o Fortaleza que foi envolvido no rolo. E cá entre nós: pelo que se escuta de Textor, o mundo conspirou contra o seu time, que não teve um único benefício no Brasileirão 2023 (ao contrário, só prejuízos), e por isso o Glorioso perdeu a diferença de 15 pontos.

Ironia a parte, antes de começar o Brasileirão, tudo isso deve ser resolvido, pois os atores do futebol (atletas, árbitros, treinadores e cartolas) são suspeitos pela denúncia de Textor. E se não existir nada disso, Textor deve ser punido pela irresponsabilidade da falsa alegação.

Fiquei pensando: se num dos inúmeros pênaltis polêmicos que vemos de movimento antinatural, se usasse a Inteligência Artificial para avaliar a lisura da situação, como ela julgaria o lance?

  • Desafio 1: distinguir causalidade, movimento antinatural ou intencional.
  • Desafio 2: distinguir se o atleta provocou o pênalti propositalmente ou acidentalmente.
  • Desafio 3: se o árbitro marcou certo ou errado. E se errado, por incompetência ou má fé.

Se a Inteligência Humana tem dificuldade de interpretar tudo isso e precisa ainda avaliar as nuances a fim de ter a sensibilidade de compreender a jogada, como a Inteligência Artificial, fria, mecanizada e insensível, poderia dizer algo?

Textor será um homem magnífico como desportista se provar tudo o que está dizendo. Deverá até ser homenageado pela FIFA com algumas daquelas premiações diversas do The Best. Mas se for apenas devaneios ou uma forma de justificar o vexame do seu time na reta final do Brasileirão passado (e tudo leva crer que seja isso mesmo), o dono do Botafogo será eternamente ironizado pelo mico cometido.

Anaf repudia acusações de John Textor sobre arbitragem: "Tem que ser banido do futebol"

Imagem: Botafogo, divulgação.

– As receitas dos clubes e a falta de gestão qualificada.

Quem pode, pode. Mas tem muito clube não podendo…

As receitas dos clubes em 2023 (extraído de Sports Value, pelo consultor em finanças do esporte Amir Somoggi), abaixo, mostram: há ótima arrecadação, mas a gestão desse dinheiro (por exemplo: gastar mal) faz com que os times estejam sempre na pindaíba…

Vide quanto “grandão” arrecadando menos que emergente:

1. Flamengo: US$ 280 milhões,
2. Corinthians: US$ 191 milhões,
3. Palmeiras: US$ 185 milhões,
4. São Paulo: US$ 139 milhões,
5. Athletico Paranaense: US$ 104 milhões,
6. Red Bull Bragantino: US$ 100 milhões,
7. Fluminense: US$ 98 milhões,
8. Grêmio: US$ 95 milhões,
9. Atlético Mineiro: US$ 90 milhões,
10. Santos: US$ 87 milhões,
11. Internacional: US$ 86 milhões,
12. Botafogo: US$ 79 milhões,
13. Vasco da Gama: US$ 74 milhões,
14. Fortaleza: US$ 53 milhões,
15. América Mineiro: US$ 38 milhões,
16. Bahia: US$ 36 milhões,
17. Cuiabá: US$ 29 milhões,
18. Ceará: US$ 27 milhões,
19. Coritiba: US$ 20 milhões,
20. Goiás: US$ 20 milhões.

Se convertemos em reais, Flamengo e Corinthians arrecadaram mais de 1 bilhão no último ano (receitas são: patrocínios, arrecadação de prêmios por vitória, direitos de transmissão, comercialização de produtos, bilheterias e venda de jogadores). Entretanto, as despesas podem ou não ser proporcionais: vejam os salários tão altos que são pagos a alguns atletas: Igor Coronado, do Timão, recebe mais de R$ 1,5 mi mensalmente e quase não joga.

Por outro lado, há clubes com contas equilibradas: destaque-se o próprio Flamengo, o Palmeiras e até o Red Bull Bragantino (as despesas estão em dia, não são tão altas quanto aos dos seus co-irmãos, e ganham muito dinheiro com jogadores negociados e marketing).

Aqui, vale a seguinte verdade: não adianta ter competência financeira se não existir competência administrativa, e ela só é obtida através de responsabilidade dos gestores.

O problema passa a ser: se discutimos a existência de craques no futebol brasileiro dentro de campo, precisamos também questionar: existem craques para dirigir administrativamente os clubes? E a resposta é: não!

Por mais que desejemos bons administradores, falta gente gabaritada. Por exemplo: qual Diretor de Futebol de qualquer clube brasileiro pode falar com um treinador sobre esquema tático, característica de jogador e outras nuances, a fim de debater sobre a necessidade de contratação de reforços? Não vejo um! Eles ouvem nomes, oferecem alternativas oferecidas por empresários, mas não tem poder de contestar o técnico pois não tem know-how para isso. Talvez somente Muricy Ramalho e Paulo Autuori, por terem trabalhado nessa função, conseguiriam (mas exercem outros cargos em suas agremiações).

Com a chegada das SAFs, pensou-se que esse cenário mudaria, mas isso não ocorreu; afinal, onde estão esses profissionais? As próprias empresas que assumiram os clubes não conseguem arranjar esse tipo de mão de obra, e para trazer estrangeiros, haveria de mudar a filosofia e a cultura do Brasil, o que não é tão fácil, cá entre nós. Talvez esse caos esteja surtindo efeito contrário: vide o Vasco da Gama, que perdeu a gestão da 777 na Justiça, ou Ronaldo Nazário, que vendeu sua participação do Cruzeiro.

Falta muita coisa para melhorar a gestão do futebol no Brasil…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Coquimbo Unido.

E para o desafio do Massa Bruta contra Los Piratas de Coquimbo pela Copa Sulamericana, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Ivo Méndez (BOL)
Bandeira 1: Carlos Tapia (BOL)
Bandeira 2: Juan Montaño (BOL)
Quarto Árbitro: Christian Aleman (BOL)
VAR: Yadir Acuña (COL)
AVAR: Leonard Mosquera (COL)
Quality Manager: Ricardo Casas (ARG)
Assessor de Arbitragem: Marcelo Rogério (BRA)

Natural de Santa Cruz de La Sierra, Ivo Nígel Méndes Cháves é um dos árbitros mais jovens da Conmebol, com 33 anos. Tem pouquíssima experiência internacional. No ano passado, atuou numa única partida da Libertadores da fase de grupos, e no Mundial Sub 17 em jogos “discretos”: Irã 5×0 Nova Caledônia e Uzbequistão 3×0 Canadá.

Nos poucos jogos internacionais, tem média baixa de cartões (menor que 4). Nas partidas do campeonato boliviano, ao contrário, quase 8 cartões por partida.

Certamente, a partida no Nabizão será a mais importante do continente para a carreira ainda iniciante do árbitro.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Coquimbo Unido pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Quarta 03/03, 21h00. Mas desde às 20h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O dilema do Palmeiras.

E se fosse você o treinador palmeirense Abel Ferreira

Escalaria o time principal para jogar contra o San Lorenzo na Argentina, afinal é uma partida válida pela Libertadores da América, correndo o risco de desgaste e/ou contusão de atletas para a decisão do Paulistão no domingo contra o Santos FC (que não tem jogo no meio de semana), ou escalaria os reservas, descansando o time principal, e assim correndo o risco de “sacrificar 3 pontos” na principal competição da América do Sul?

Difícil responder… Mas, cá entre nós: quem recebe alto salário como ele, está capacitado teoricamente para tomar tais decisões.

Palmeiras x Santos ao vivo: veja onde assistir, horário e escalações

Imagem extraída de: https://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/2024/01/palmeiras-x-santos-ao-vivo-veja-onde-assistir-horario-e-escalacoes-edsoftwares.ghtml

– Santos 1×0 Palmeiras: que bom jogo!

Eu não esperava que o primeiro jogo da decisão do Campeonato Paulista fosse bom. Afinal, sempre tais partidas costumam ser “fraquinhas” e decididas no 2º jogo.

E não é que foi ótimo?

Tudo pode acontecer no Allianz Arena, mas o resultado da Vila Belmiro muda muita coisa: se o Peixe não tomar gol, será campeão!

E será?

Aguardemos.

– Carlinhos, o gigante!

É para que todos nós vejamos o quanto sofreu Carlinhos, do Nova Iguaçu e que foi para o Flamengo. Que história de vida incrível!

Leia até o fim. Você se impressionará:

(Texto de Venê Casagrande no X):

Como torcer contra um jogador desse? Relatos fortes de Carlinhos, novo reforço do Flamengo, em recente entrevista ao Jornal O Globo. Que tenha muito sucesso na carreira:

“Cada gol neste Campeonato Carioca significou o prazer de retomar minha carreira. Um alívio. Eu passei por muitas humilhações. Pessoas falavam na minha cara: ‘Você vai ser uma eterna promessa, não vai chegar mais’. Esses gols simbolizam a persistência.”

“No Corinthians eu me perdi um pouco. Subi muito jovem, na esperança de ser um fenômeno e receber propostas. Fui na onda. Mas subi para o profissional tendo que fazer duas cirurgias. Começaram a bater as frustrações, a imprensa e a torcida criticando, e eu não sabia lidar. Nasci em Jaú-SP e estava sozinho em São Paulo, não tinha ninguém para desabafar. Eu peguei uma depressão feia. Agora estou voltando a ser feliz. Eu chorava à toa no campo, só queria ficar deitado, não tinha vontade de nada, não conseguia dormir à noite.”

 “A gente não cresce com maturidade. Vamos ser sinceros, a gente que é de periferia é criado pelo sistema. O que é o sistema? O sistema é ‘Carlinhos vai ganhar dinheiro, fazer bagunça, filho, e depois morrer de cirrose’. Se você não tiver uma blindagem emocional, vai de ralo. Eu precisava recomeçar. Saí do Corinthians e dei aquelas rodadas pelos clubes, para pegar bagagem.” 

“Em 2021, eu estava no Audax e meu pai me ligou, falando que minha mãe estava tendo uns desmaios. Ela tinha caído e batido o rosto. Aí meu pai falou que ela estava com um tumor do tamanho de um limão no crânio. Eu desabei. Foi a primeira vez que chorei um choro da alma. Depois da cirurgia, minha mãe só respondia apertando meu dedo. Eu decidi parar de jogar. Parei por um ano. Sei que o futebol passa rápido, mas decidi cuidar dela, porque mãe é uma só, o amor ao futebol não é superior à família. Hoje, minha mãe está melhor, falando, comendo, mas está cega. A operação tem 3 anos. São as pessoas que se importam com você de verdade, o resto é conversa.”

“Voltei a jogar no ano passado e foi muito difícil, porque jogador não pode parar nem por dois dias. Fui para o Camboriú (SC) e joguei muito bem. O Nova Iguaçu me ligou e eu vim. Aqui, me trataram como ser humano. Todo dia me chamaram para conversar, perguntando como estava minha mãe. Eu trabalho mais feliz. Esse acolhimento está sendo importante.”

“Além da Bíblia, eu gosto de ler bastante sobre desenvolvimento pessoal. Nós, jogadores, crescemos com aquele complexo de que ‘jogador já nasceu burro, não sabe ler’. Não. Tem muito jogador inteligente.”

Foto: Vitor Silva / Botafogo

– A previsão sobre os árbitros das finais se concretizou. Mas foi fácil…

Dias atrás falamos sobre as possíveis escalas para as finais do Paulistão. Com muita antecendência (nas oitavas), havíamos cravado: Flávio Souza e Claus, respectivamente, apitariam o 1º e o 2º jogo da final.

Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/03/25/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-santos-x-red-bull-bragantino-semifinal/

Não é ter bola de cristal ou ser sabichão, é pela lógica: não temos árbitros! Como o Campeonato Paulista teve muitas reclamações, evidentemente se deixaria os dois árbitros da FiFA homens e que são os melhores ranqueados em São Paulo preservados até esse momento. É assim que a FPF pensa.

Se um deles “apita antes e vai mal”, o “caldo teria entornado…

E imaginar que já tivemos temporadas com 5 ou 6 nomes fortes para apitar uma decisão

– A falácia do respeito à Data-FIFA e os jogos decisivos dos clubes.

No Brasil, a CBF ousou dizer que respeita as datas-FIFAS. Mentira, isso é uma ilusão. Na Copa América, por exemplo, as equipes estarão desfalcadas (e nesse momento em que todos os clubes têm jogadores sul-americanos de diversas Seleções, o prejuízo será grande). Mas também nos amistosos isso é um problema, afinal, não se joga no dia em que a Seleção entra em campo, porém se joga no dia seguinte.

Respeitar a data-FIFA é levar e devolver os jogadores em condições de jogo, dando tempo para a recuperação do desgaste de ter treinado, entrado em campo e descansado da viagem desgastante. Não adianta dizer que não tem jogo na data-Fifa, e no dia posterior (como Santos x Red Bull Bragantino) ter uma partida válida para ver quem vai à final de um estadual.

O caso emblemático talvez seja o do Palmeiras, com Richard Ríos, Endrick e os demais convocados. O jovem atacante, por exemplo, participou do Estadual, viajou para a Europa, treinou, jogou em Londres no Sábado, na 3ª em Madrid e na 5ª em São Paulo. Quem disse que ele entrou em campo nas suas melhores condições físicas e técnicas? Se não tivesse ido à Seleção, sua condição atlética e preparação seria totalmente diferente (para melhor, obviamente).

Há de se repensar o calendário urgentemente.

Imagem: reprodução do Instagram, extraída de: https://sportbuzz.uol.com.br/amp/noticias/futebol/endrick-brilha-palmeiras-vence-novorizontino-e-vai-final-do-paulista.phtml

– James Rodríguez e o seu desempenho: como explicar?

Como será que a diretoria do São Paulo encarou o desempenho de James Rodríguez nos amistosos internacionais?

Jogou pouco tempo, como ocorre aqui no Brasil. Mas o pouco que jogou, “deu o sangue”… coisa que não demonstra em jogos domésticos.

Afinal, o colombiano não se dedica aos treinos por aqui (o famoso “chinelinho”), mas quando serve ao seu país, mostra o entusiasmo que lhe falta? Ou não é bem assim?

Que não se culpe Thiago Carpini por ele não render no SPFC. Foi assim também com Dorival Jr. E, sejamos justos, James nunca jogou como joga pela Colômbia nos tempos de Real Madrid-ESP, Bayern-GER, Porto, Mônaco-FRA, Everton-ING…

 James Rodriguez é o novo reforço do São Paulo!

Imagem extraída de: https://spfc.net/news.asp?nID=240278

– Santos 3×1 Red Bull Bragantino: uma hora, o Massa Bruta passa.

De novo, em um mata-mata, o Red Bull Bragantino não conseguiu avançar. Foi assim no ano passado (eliminado nas semi-finais) e foi assim nesse ano também. 

Ficar pelo menos entre os 4 colocados de um torneio, é um bom resultado. Mas nos dois últimos anos, poderia ter passado de fase e jogado a final. Na Sulamericana, quando foi finalista, também não conseguiu êxito. Na Copa do Brasil, no ano passado, foi eliminado precocemente.

O problema tem sido: em partidas eliminatórias, não conseguir o resultado positivo na hora de decidir. E por quê isso ocorre?

A juventude do elenco (por isso, a inexperiência) pode ser uma resposta. O melhor em campo ontem foi o mais veterano: Sasha.

Outro fator: a ansiedade. De tanto se cobrar o resultado positivo, “vira o fio”. Que tal um psicólogo permanente junto à equipe profissional?

A questão é: nas outras franquias Red Bulls, o trabalho também é bem feito. O Leipzig, que começou a empreitada em 2009, venceu a Copa da Alemanha na temporada 2021/2022. Portanto, tenha-se paciência e avalie-se o que pode melhorar.

Santos x Red Bull Bragantino: onde assistir, horário e escalação das equipes

Arte: Estadão.com.br

– Espanha 3×3 Brasil: sobre a arbitragem e o desempenho das Seleções.

Para quem gosta de futebol, o amistoso de 3ª feira foi um ótimo entretenimento. Aliás, em alguns momentos, nada de amistoso devido às discussões e entradas mais viris.

António Nobre, o árbitro português, foi muito mal. Ele deu dois pênaltis inexistentes à Seleção Espanhola (embora, pelo futebol jogado, a Fúria merecia a vitória). Em ambos os lances ele confundiu o contato físico natural com infração (no 1ª, após simulação e no 2ª, por domínio legal após um tranco). Errou por duas vezes e nos fez questionar: desaprendeu-se apitar sem VAR? São situações de jogo em que não precisava de árbitro de vídeo, você deveria ter acertado a marcação dentro de campo.

Nobre é natural de “Caldas da Rainha”, trabalha como Tradutor, e não é daqueles árbitros da FIFA escalados em grandes jogos internacionais (como acontece com muitos árbitros brasileiros daqui, que mesmo com o escudo da FIFA, quase não saem do país). Ele substituiu João Pinheiro, que na véspera do jogo se machucou (Pinheiro tem 8 anos de escudo internacional e trabalhou em jogos mais importantes que Nobre).

O grande problema do árbitro foi: não vibrou no mesmo clima do jogo e nem controlou os ânimos como deveria (somado aos pênaltis já citados).

Sobre a partida: valeu a pena vermos o Brasil jogar contra europeus, em especial o jogo da Espanha, onde vimos uma intensidade inexistente aos nossos campeonatos domésticos. Também fica evidenciada a estrela de Endrick (com 17 anos, marcou pela Seleção Principal em Wembley e no Santiago Bernabéu), além da ótima atuação do Lamine Yamal. A propósito, a joia espanhola tem cidadania de Guiné Oriental e de Marrocos, devido aos seus pais, e a multa contratual é de 1 bilhão de euros.

Espanha x Brasil: prováveis escalações, onde assistir, retrospecto e  palpites

– Quem fará mais sucesso: Endrick ou Lamine Yamal?

No amistoso de Madrid, Brasil e Espanha mostraram suas maiores promessas: Endrick (17 anos) e Lamine Yamal (16 anos).

Ambos “furaram” as etapas do Sub 17, Sub 20 e Sub 23, e já estão em suas seleções principais. Mass. quem vai mais longe na carreira?

Difícil dizer. Craques jovens e de futuro promissor.

Screenshot

– James Rodríguez e o seu desempenho: como explicar?

Como será que a diretoria do São Paulo encarou o desempenho de James Rodríguez nos amistosos internacionais?

Jogou pouco tempo, como ocorre aqui no Brasil. Mas o pouco que jogou, “deu o sangue”… coisa que não demonstra em jogos domésticos.

Afinal, o colombiano não se dedica aos treinos por aqui (o famoso “chinelinho”), mas quando serve ao seu país, mostra o entusiasmo que lhe falta? Ou não é bem assim?

Que não se culpe Thiago Carpini por ele não render no SPFC. Foi assim também com Dorival Jr. E, sejamos justos, James nunca jogou como joga pela Colômbia nos tempos de Real Madrid-ESP, Bayern-GER, Porto, Mônaco-FRA, Everton-ING…

 James Rodriguez é o novo reforço do São Paulo!

Imagem extraída de: https://spfc.net/news.asp?nID=240278

– Vinícius Jr, a bandeira viva da luta contra o racismo.

Disse Vini Jr, na coletiva da Seleção Brasileira em Madrid, sobre sua luta contra o racismo (de maneira emocionada, chorando):

 “Cada vez estou mais triste, tenho menos vontade de jogar. Mas vou seguir lutando”.

Falou também do que seu pai sofreu com o racismo e a necessidade de lutar pelos outros, em especial pelo seu irmão de 5 anos, para que não passe pelo que ele passou.

Se eu que sou branco e não sofro com o racismo, fico amargurado com o que esse jovem rapaz está passando (ele só tem 23 anos), imagine ele, que literalmente sente na pele e no coração todo tipo de ofensa. Não há como ter empatia, pois não conseguimos sentir a dor que ele sente pois não temos a bagagem de sofrimento que ele sofreu.

Me assusto e entristeço ao ver a La Liga tomar ações tão leves nesse assunto, e, pior, a UEFA simplesmente lavando as mãos, dizendo que não tem instrumentos legais para fazer nada.

Se a FIFA quer realmente acabar com o racismo, tome atitudes duras. Se a sociedade quer resolver o assunto, aja!

Mas como crer que isso pode acontecer, se vemos a Espanha dando exemplo de racismo nos estádios toda semana? Ao que parece, não é uma minoria racista, mas sim a maioria. Até em jogo em que não participa, Vini é chamado de macaco.

Fico pensando: nenhuma autoridade vê que esse rapaz, na luta solitária que está (não é fácil, pois nem os demais negros do Real Madrid parecem querer ajudá-lo, quiça os brancos) está debilitado mentalmente? Sim, é um caso de ataque à sua Saúde Mental, e o choro é uma manifestação disso. Ao dizer que perdeu a vontade de jogar, dá sinais de depressão.

O bulyling / racismo / ataque pessoal e qualquer outro nome que venha a ter, poderá culminar em algo pior. E os racistas nem se importarão…

Senhores que têm o poder à mão: use-o, em benefício de um coletivo. De uma raça. De uma causa urgente. Determinem medidas REAIS contra o racismo. E urgente.

Boneco amarrado em uma ponte, do ano passado.

– Minha aposta para Espanha x Brasil:

Apostei 2×2 com meu pai, sendo um dos gols brasileiros de Endrick. Vale a louça da janta lavada!

Colaborem, Seleções.

– Projetando as semifinais do Paulistão e a arbitragem:

Os jogos das semifinais do Campeonato Paulista 2024 estão chegando! E o que esperar?

Aqui: https://youtu.be/O1yxYZlGH-U?si=ALDFwPA48ssQc7En

– Espanha 3×3 Brasil: sobre a arbitragem e o desempenho das Seleções.

Para quem gosta de futebol, o amistoso de 3ª feira foi um ótimo entretenimento. Aliás, em alguns momentos, nada de amistoso devido às discussões e entradas mais viris.

António Nobre, o árbitro português, foi muito mal. Ele deu dois pênaltis inexistentes à Seleção Espanhola (embora, pelo futebol jogado, a Fúria merecia a vitória). Em ambos os lances ele confundiu o contato físico natural com infração (no 1ª, após simulação e no 2ª, por domínio legal após um tranco). Errou por duas vezes e nos fez questionar: desaprendeu-se apitar sem VAR? São situações de jogo em que não precisava de árbitro de vídeo, você deveria ter acertado a marcação dentro de campo.

Nobre é natural de “Caldas da Rainha”, trabalha como Tradutor, e não é daqueles árbitros da FIFA escalados em grandes jogos internacionais (como acontece com muitos árbitros brasileiros daqui, que mesmo com o escudo da FIFA, quase não saem do país). Ele substituiu João Pinheiro, que na véspera do jogo se machucou (Pinheiro tem 8 anos de escudo internacional e trabalhou em jogos mais importantes que Nobre).

O grande problema do árbitro foi: não vibrou no mesmo clima do jogo e nem controlou os ânimos como deveria (somado aos pênaltis já citados).

Sobre a partida: valeu a pena vermos o Brasil jogar contra europeus, em especial o jogo da Espanha, onde vimos uma intensidade inexistente aos nossos campeonatos domésticos. Também fica evidenciada a estrela de Endrick (com 17 anos, marcou pela Seleção Principal em Wembley e no Santiago Bernabéu), além da ótima atuação do Lamine Yamal. A propósito, a joia espanhola tem cidadania de Guiné Oriental e de Marrocos, devido aos seus pais, e a multa contratual é de 1 bilhão de euros.

Espanha x Brasil: prováveis escalações, onde assistir, retrospecto e  palpites

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos x Red Bull Bragantino (semifinal).

E para o confronto entre o Peixe vs o Massa Bruta, a Federação Paulista escalou a seguinte Equipe de Arbitragem:

Árbitro: Matheus Delgado Candançan
Árbitro Assistente 1: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Árbitro Assistente 2: Evandro de Melo Lima
Quarto Árbitro: Thiago Luís Scarascatti
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
AVAR1: Vitor Carmona Metestaine
Observador VAR: Ednilson Corona

A FPF escolheu a FIFA Edna Alves Batista para Palmeiras x Novorizontino, e um aspirante a FIFA para Santos x Red Bull Bragantino. Pela lógica, os dois FIFAS (Flávio Rodrigues de Souza e Raphael Claus) apitarão as finais.

Candançan é jovem, ainda está aprendendo a apitar e demonstra muita insegurança. Tem potencial, mas estão forçando a barra para amadurecê-lo na marra. Seu último jogo do Santos foi na última rodada, contra a Inter de Limeira,  eo último jogo dele com o Massa Bruta foi na derrota por 1×0 para o Palmeiras.

O problema é que ele causou má impressão em São Paulo 1×1 Palmeiras, especialmente com a conversa dele com a VAR. Para quem não viu o absurdo, está em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/03/05/o-audio-do-var-de-sao-paulo-1×1-palmeiras-e-a-grande-bobagem-sobre-posse-de-bola/

Desejo que não tenhamos exigência para o árbitro na partida e que seja um bom jogo. Veremos como Candançan reagirá se for pressionado.

Acompanhe conosco o jogo entre Santos x Red Bull Bragantino  pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Quarta 27/03, 20h30. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

 

– Dia Nacional do Orgulho Gay: Reflexões.

Do ano retrasado, para refletir:

Quando ocorreu o “Dia Nacional do Orgulho Gay (25/03)”, o SPFC (assim como outros times de futebol) fizeram postagens nas Redes Sociais pedindo o fim da homofobia (e o ambiente das arquibancadas é carregado disso).

A foto da esquerda é uma postagem do São Paulo, e nos comentários, há elogios e muitas críticas, beirando a própria homofobia, e algumas mais descaradas como “desnecessário” e outras com palavrões que me recuso a publicar aqui.

A foto da direita tem uma pergunta pertinente do perfil de “Estrelinha @Lekass_”: Me diga, se fosse 2 homens tirando uma foto dessa na arquibancada laranja?”

Enfim, a questão é: por mais que se peça respeito nas arquibancadas, haverá o machismo, o preconceito e a confusão de que “respeitar é fazer apologia”.

Parabéns por quem, ao menos, tenta respeitar e promover o respeito no futebol. E paciência pelas críticas que surgirão.

– Uma Seleção surpreendente. Mas daqui há alguns meses surgirá a pergunta: caberá Neymar?

Uma Seleção leve foi vista em Wembley. Me surpreendi com o time de Dorival Jr, não esperava tal desempenho positivo. A Inglaterra estava entrosada (não vale falar que estava desfalcada, pois o Brasil estava sem Casemiro e Marquinhos, titularissimos) e a chance de derrota era grande. 

Paquetá jogou muita bola. Wendell, idem. Beraldo parecia um veterano. E a estrela de Endrick… nem precisa falar, certo?

Dorival Jr, repito, me surpreendeu com a coragem. E mesmo no segundo tempo, tentou segurar a bola lá na frente, encarando o English Team. O problema é: tudo aquilo que se lê (e a empolgação que se vê) deixarão de existir se o Brasil perder para a Espanha, pois o futebol é assim mesmo. Aí Dorival e a Seleção não servirão mais… 

A pergunta que surgirá, se o time continuar mostrando bom desempenho: vale Dorival Jr mudar o esquema para Neymar jogar, quando ele se recuperar?

Outra coisa importante: nada de “meia hora de VAR”, no gol do Brasil. Vinicius está em posição legal no primeiro lance duvidoso e Endrick idem, no segundo lance da jogada. Se fosse aqui no Campeonato Brasileiro, o VAR, AVAR1 e AVAR1 estariam traçando as linhas ainda e fariam uma maçaroca para falar dos dois momentos duvidosos do gol.

Endrick comemorando gol pela Seleção Brasileira sobre a Inglaterra em amistoso

Imagem: Rafael Ribeiro / CBF.

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– Vinícius Jr, a bandeira viva da luta contra o racismo.

Disse Vini Jr, na coletiva da Seleção Brasileira em Madrid, sobre sua luta contra o racismo (de maneira emocionada, chorando):

 “Cada vez estou mais triste, tenho menos vontade de jogar. Mas vou seguir lutando”.

Falou também do que seu pai sofreu com o racismo e a necessidade de lutar pelos outros, em especial pelo seu irmão de 5 anos, para que não passe pelo que ele passou.

Se eu que sou branco e não sofro com o racismo, fico amargurado com o que esse jovem rapaz está passando (ele só tem 23 anos), imagine ele, que literalmente sente na pele e no coração todo tipo de ofensa. Não há como ter empatia, pois não conseguimos sentir a dor que ele sente pois não temos a bagagem de sofrimento que ele sofreu.

Me assusto e entristeço ao ver a La Liga tomar ações tão leves nesse assunto, e, pior, a UEFA simplesmente lavando as mãos, dizendo que não tem instrumentos legais para fazer nada.

Se a FIFA quer realmente acabar com o racismo, tome atitudes duras. Se a sociedade quer resolver o assunto, aja!

Mas como crer que isso pode acontecer, se vemos a Espanha dando exemplo de racismo nos estádios toda semana? Ao que parece, não é uma minoria racista, mas sim a maioria. Até em jogo em que não participa, Vini é chamado de macaco.

Fico pensando: nenhuma autoridade vê que esse rapaz, na luta solitária que está (não é fácil, pois nem os demais negros do Real Madrid parecem querer ajudá-lo, quiça os brancos) está debilitado mentalmente? Sim, é um caso de ataque à sua Saúde Mental, e o choro é uma manifestação disso. Ao dizer que perdeu a vontade de jogar, dá sinais de depressão.

O bulyling / racismo / ataque pessoal e qualquer outro nome que venha a ter, poderá culminar em algo pior. E os racistas nem se importarão…

Senhores que têm o poder à mão: use-o, em benefício de um coletivo. De uma raça. De uma causa urgente. Determinem medidas REAIS contra o racismo. E urgente.

Boneco amarrado em uma ponte, do ano passado.

– 8 anos sem Johan Cruyff.

Puxa, já faz 8 anos que o craque holandês nos deixou. Compartilho o que escrevemos naquele triste dia e algumas frases de efeito dele:

O CIGARRO LEVOU CRUYFF

O incrível jogador holandês Johan Cruyff faleceu. Vítima do câncer de pulmão, era tabagista compulsivo. Após largar o vício  (20 anos depois), descobriu que estava enfermo.

“Cróife” era um gênio com as bolas no pé. São dele algumas das 25 frases magistrais do futebol (extraídas de futebol.com), como:

  1. Técnica não é poder fazer 100 embaixadas. Qualquer um pode fazer isso se praticar. Da até para trabalhar no circo. Técnica é passar a bola com um toque, na velocidade correta, no pé certo do seu companheiro.
  2. Alguém que faz graça com a bola no ar durante um jogo, dando tempo para os quatro defensores adversários voltarem, é o jogador que as pessoas pensam ser ótimo. Eu digo que ele deve ir para o circo.
  3. Escolha o melhor jogador para cada posição e você não terá a melhor equipe, apenas 11 bons de cada uma.
  4. No meu time, o goleiro é o primeiro atacante e o atacante, o primeiro defensor.
  5. Por que não se pode vencer um clube rico? Nunca vi um saco de dinheiro marcar gol.
  6. Eu sempre jogava a bola para frente porque se eu a recebesse de volta, era o único jogador desmarcado.
  7. Sou um ex-jogador, ex-dirigente, ex-treinador, ex-presidente honorário. Uma lista bacana que, mais uma vez, mostra que tudo chega a um fim.
  8. Jogadores que não são verdadeiros líderes mas tentam ser, sempre brigam com os outros depois de um erro. Líderes de verdade dentro de campo já sabem que os outros vão errar.
  9. O que é velocidade? A mídia esportiva sempre confunde velocidade com visão. Veja, se eu começar a correr antes que os outros vou sempre parecer mais rápido.
  10. Tem apenas um momento em que você pode chegar na hora. Se você não estiver lá. Você estará sempre adiantado ou atrasado.
  11. Antes de cometer um erro, eu não cometo esse erro.
  12. Em uma partida de futebol, é estatisticamente provado que os jogadores tem a posse de bola por 3 minutos, em média. Então, o mais importante é: o que fazer nos 87 minutos em que você não tem a bola. Isso é o que determina se você é um bom jogador ou não.
  13. Depois de ganhar alguma coisa, você não estará mais 100%, mas 90%. É como uma garrafa de água com gás quando fica sem tampa. Pouco tempo depois fica com menos gás dentro.
  14. Tem apenas uma bola, então você precisa tê-la.
  15. Não sou religioso. Na Espanha todos os 22 jogadores faziam o sinal da cruz antes de entrar em campo. Se isso funcionasse, todas as partidas terminariam empatadas.
  16. Precisamos fazer com que o pior jogador deles tenha a posse da bola. Teremos ela de volta em pouco tempo.
  17. Se você tem a posse da bola, precisa fazer com que o campo seja o maior possível, mas se você não tem, precisa fazer com que fiquei o menor possível.
  18. Todo jogador profissional de golfe tem um treinador para suas tacadas, outro para suas colocadas, para seus tiros. No futebol temos um treinador para 15 jogadores. Isso é absurdo.
  19. Sobreviver à primeira fase nunca é o meu objetivo. O ideal seria estar com Brasil, Argentina e Alemanha no mesmo grupo. Assim eu teria eliminado dois rivais na primeira fase. É como eu penso. Idealista.
  20. Os jogadores hoje só sabem chutar com o peito do pé. Eu podia chutar com o peito, de chapa e a parte de fora de ambos os pés. Em outras palavras, eu era seis vezes melhor que os jogadores de hoje.
  21. Qualidade sem resultado é inútil. Resultado sem qualidade é entediante.
  22. Existem poucos jogadores que sabem o que fazer quando não estão marcados. Então as vezes você fala para o seu jogador: aquele atacante é muito bom, mas não marque ele.
  23. Acho ridículo quando um talento é rejeitando baseado em estatísticas de computador. Baseado nos critérios do Ajax de hoje eu teria sido rejeitado. Quando tinha 15 anos não conseguia chutar uma bola mais de 15 metros com minha perna esquerda e talvez 20 com a direita. Minhas qualidades, técnicas e visões não podem ser detectadas por um computador.
  24. Jogar futebol é muito simples, mas jogar um futebol simples é a parte mais difícil do jogo.
  25. Se eu quisesse que você entendesse isso, eu teria explicado melhor.

Que descanse em paz!

Imagem extraída de: https://www.voetbalshirtskoning.nl/blog/top-10-mooiste-voetbalshirts/

– Uma Seleção surpreendente. Mas daqui há alguns meses surgirá a pergunta: caberá Neymar?

Uma Seleção leve foi vista em Wembley. Me surpreendi com o time de Dorival Jr, não esperava tal desempenho positivo. A Inglaterra estava entrosada (não vale falar que estava desfalcada, pois o Brasil estava sem Casemiro e Marquinhos, titularissimos) e a chance de derrota era grande. 

Paquetá jogou muita bola. Wendell, idem. Beraldo parecia um veterano. E a estrela de Endrick… nem precisa falar, certo?

Dorival Jr, repito, me surpreendeu com a coragem. E mesmo no segundo tempo, tentou segurar a bola lá na frente, encarando o English Team. O problema é: tudo aquilo que se lê (e a empolgação que se vê) deixarão de existir se o Brasil perder para a Espanha, pois o futebol é assim mesmo. Aí Dorival e a Seleção não servirão mais… 

A pergunta que surgirá, se o time continuar mostrando bom desempenho: vale Dorival Jr mudar o esquema para Neymar jogar, quando ele se recuperar?

Outra coisa importante: nada de “meia hora de VAR”, no gol do Brasil. Vinicius está em posição legal no primeiro lance duvidoso e Endrick idem, no segundo lance da jogada. Se fosse aqui no Campeonato Brasileiro, o VAR, AVAR1 e AVAR1 estariam traçando as linhas ainda e fariam uma maçaroca para falar dos dois momentos duvidosos do gol.

Endrick comemorando gol pela Seleção Brasileira sobre a Inglaterra em amistoso

Imagem: Rafael Ribeiro / CBF.

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– Ditos de George Best, no dia do seu aniversário.

Se vivo fosse, o craque George Best, norte-irlandês que virou ídolo do Manchester United, estaria com 78 anos!

Alcoólatra e politicamente incorreto, são dele frases irônicas e marcantes como:

Em 1969 dei um tempo com bebidas e mulheres. Foram os piores 20 minutos da minha vida“.

Gastei muito dinheiro com mulheres, bebidas e carros velozes. O resto eu desperdicei“.

No final da vida, com apenas 58 anos, disse:

Todos viam que eu estava doente. Menos eu. Não morram como eu morri“.

Que pena que uma bela carreira terminar assim…

George_Best.jpg

Imagem extraída de: https://www.belfastlive.co.uk/news/belfast-news/george-best-statue-unveiled-belfast-16222029

– Inglaterra vs Brasil.

Não sei se assistirei Inglaterra x Brasil, mas um pitaco: a zebra será a vitória da Seleção Brasileira.

Os motivos são óbvios: o entrosamento do English Team e a qualidade dos atletas.
Dorival está apenas começando o seu trabalho.

– Daniel Alves e Robinho: por quê?

O futebol, cansa-se de dizer, é um microcosmo social. Ele reflete a sociedade em uma proporção relativa dentro do campo de jogo, nas arquibancadas e nos bastidores. Nele se vê e se discute o racismo, a pobreza, a inserção no mundo da fama, os sonhos, as frustrações, os desabafos, a meritocracia ou não, a justiça ou a injustiça, e, por último, os crimes.

Ops: os crimes no meio do futebol?não se discute… os jogadores evitam esses temas polêmicos e raramente se posicionam. Alguém, por exemplo, viu algum boleiro criticar Daniel Alves por ter sido condenado por estupro? Ou Robinho?

Ninguém. Nenhum jogador brasileiro ou estrangeiro. Nenhum treinador. Nenhum diretor de futebol. A exceção foi a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. E a parabenizo por não fugir do assunto e dizer claramente que “Daniel Alves pagar pela liberdade é um tapa na cara de todas nós, cada caso de impunidade é a semente do crime seguinte”.

Pois bem, precisamos discutir o seguinte: por que tais situações (a dos estupros cometidos por jogadores famosos) acontece. E para isso, algumas observações pertinentes precisam ser feitas:

1. O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), um órgão seríssimo do nosso país, publicou no ano passado que seu último levantamento sobre estupros (considerando o ano de 2022) mostrou que a cada minuto, 2 mulheres foram estupradas no Brasil (totalizando 822 mil casos naquele período, de janeiro a dezembro). É um número assustador! Portanto, “por acaso” Daniel Alves e Robinho são jogadores de futebol, mas poderiam ser pedreiros, médicos, pintores, engenheiros ou ter qualquer profissão, já que os estupradores do Brasil são numerosos e de várias camadas sociais.

2. Robinho e Daniel Alves vivem em um ambiente privilegiado: o dos atletas que ascendem socialmente muito rápido, que surgem de comunidades paupérrimas e, graças ao seu talento e trabalho, passam do salário mínimo aos milhares de reais (e em muitos casos, milhões) por mês. Se não tiverem uma estrutura emocional sólida, caem na perdição pela tentação da fama. Nisso, os clubes de futebol têm sua culpa, pois poucos oferecem assistência social, psicólogos e orientadores de carreira. O choque social e financeiro, do anonimato para a fama, que pode ser grande para as pessoas mais estudadas, acaba sendo preponderante para o desequilíbrio daqueles que não tiveram estudo e que saíram cedo de casa em busca do sucesso pelo esporte.

3. Os atores sociais do mundo do futebol também não colaboram: amigos que não alertam os atletas dos erros cometidos (afinal, desfrutam da riqueza dos atletas e não querem criar constrangimento), agentes que sempre dizem “tudo bem” aos gostos e vontades dos seus clientes e, sabidamente, moças que querem se relacionar com esses endinheirados homens e que não têm pudor em se oferecerem (as chamadas “Maria-Chuteiras). Nesse ambiente, a pessoa acaba achando que “tudo quero, tudo posso, tudo terei”. E torna-se uma arapuca para o equilíbrio: dinheiro, paparicos e sexo.

Sendo assim, fica mais claro entender o porquê de Daniel Alves e Robinho não respeitarem limites (e estamos falando sim de criminosos, pois já foram julgados e condenados por estupro). Esses jovens que se enriqueceram acabaram se tornando mimados, neo-adolescentes, não aceitando ouvir um “não” ou uma voz contrária. Como eles, que costumam ter tudo o que querem, em meio a beijos e carícias das moças que se relacionaram, aceitariam tranquilamente um “chega”, ou ainda, um “paremos por aqui”?

Mais perturbador do que isso, insisto, é o silêncio dos demais jogadores de futebol que nada declaram sobre o assunto. Teriam eles medo de serem algum dia acusados por algo semelhante?

Imagem de Rafael Ribeiro / CBF / Divulgação, extraído de: https://www.otempo.com.br/sports/futebol/caso-daniel-alves-trouxe-novamente-a-tona-condenacao-de-robinho-por-estupro-1.2819308

– Onde está o dinheiro de Daniel Alves?

Publicado no “O Globo”, baseado no Jornal La Vanguardia: Daniel Alves tem patrimônio de 60 milhões de euros, mas está todo bloqueado.

E por que não pode usá-lo para pagar a fiança de 1 milhão de euros, tendo que fazer um empréstimo?

Porque sua 1ª mulher, Dinnorah Santana, conseguiu o bloqueio na Justiça por falta de pagamento de pensão aos seus dois filhos.

Um pobre homem rico… em todos os sentidos.

A citação em: https://oglobo.globo.com/esportes/noticia/2024/03/22/com-patrimonio-de-mais-de-60-milhoes-de-euros-daniel-alves-nao-consegue-levantar-o-dinheiro-para-pagar-a-fianca-entenda.ghtml#

.Daniel vai receber mais de R$ 16 milhões da Fazenda espanhola

Imagem: Antonio Lacerda / EFE

– Que pena, Paulista FC…

Clube Vital de Ibiúna, Santa Fé de Santa Fé do Sul, Sfera de Salto, Metropolitano de Campo Limpo Paulista, I9 de Ribeirão, Cosmopolitano de Cosmópolis e outras tantas equipes que ainda nem disputam futebol profissional (mas que fazem um trabalho sério nas categorias de base) disputarão o Paulistão Sub 15 e Sub 17. Nosso querido Paulista FC, não jogará.

Recordo-me da entrevista da diretoria do Galo no final do ano à Rádio Difusora, falando sobre os fortes investimentos nas categorias de base. Ora, disputar “Paulista Cup” e outros torneios inexpressivos (sim, são competições apócrifas das entidades realmente não-representativas do futebol brasileiro) de nada adianta. O Campeonato Paulista Sub 15 e Sub 17 da FPF é o supra-sumo das competições, e estar fora dele, é um retrocesso.

Gostaria muito de saber qual a justificativa pela ausência, já que, sabidamente, não são mais objetos de desejo os jogadores de 20 anos pois são “velhos” para o mercado, mas sim os de 17 anos, conforme falamos algumas vezes (em especial, nesse artigo no Jornal de Jundiaí, intitulado: Subsistência ou Exportação: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2810657/opinioes/2024/01/subsistencia-ou-exportacao).

As categorias de base são a fonte de riqueza das principais equipes do Brasil. Vide o trabalho do Mirassol, que com a venda de jovens jogadores construiu um maravilhoso CT e mantém o time profissional na série A do Paulistão e quase subindo para a elite do Brasileirão. Ou qualquer outro time bem gerido.

Uma pena que isso esteja acontecendo com o Tricolor da Terra da Uva.

Detalhes do Paulista Sub-17 e Sub-15 foram definidos em Conselho Técnico ~ O Curioso do Futebol

Imagem: Divulgação FPF

– Os motivos que levam jogadores famosos a fazerem barbaridades com as mulheres. (Não é Não).

Sobre Robinho e Daniel Alves: o futebol (e a sociedade) tentando explicar porque cometeram os estupros.

Endinheirados, neo-adolescentes, mimados e que gostam de sexo… como ter limites?

E o silêncio dos seus colegas de trabalho?

Em: https://wp.me/p4RTuC-Vhk

Ou no blog “Pergunte Ao Árbitro”: (https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/)

Ou ainda no blog “Discutindo Contemporaneidades”: (https://professorrafaelporcari.com/)

No meu Canal no YouTube, aqui: https://youtu.be/vchXkTiDSSU?si=LSniwwXAwQAJ34dn

– Sobre a demissão de Felipão e os Regionais.

Tem gente que diz que os Campeonatos Estaduais não valem nada, nos dias atuais. Para muitas equipes, ganhá-lo é uma forma de massagear o ego do torcedor, que nem se importa com o peso da conquista. Mas se perdê-lo…

Vide o inferno que virou a vida de Thiago Carpini, treinador do São Paulo. Vide também o que houve com Mano Menezes, Tiago Nunes, e outros técnicos Brasil afora.

A última vítima foi Felipão

Luiz Felipe Scolari estava aposentado no Athlético Paranaense, trabalhando numa função diretiva. “Desaposentou-se” para ser técnico no Galo Mineiro, perdeu vários jogos seguidos e, no final do ano, fez uma excelente campanha no Brasileirão (o Atlético foi campeão do 2º turno).

E não é que exaltado há 4 meses, foi demitido?

O futebol brasileiro não tem paciência com ninguém mesmo. Fala-se em Vojvoda ou Pedro Caixinha (aliás, sempre surgem esses dois nomes, além de vários outros esporádicos). Ambos já mostraram que querem estabilidade e preferem onde estão, pois já gozam dessa situação. Por que sairiam para um clube de massa, com inúmeras pessoas querendo palpitar em seus trabalhos e com a rotina diária sendo a de se segurar no cargo?

Em tempo: Felipão é um vencedor, um homem rico e experiente. Se eu fosse ele, iria curtir os netinhos. Ele não precisa mais do futebol.

Felipão vai para a quarta final de Libertadores — Foto: Foto: José Tramontin/athletico.com.br/Arquivo

José Tramontin/athletico.com.br/Arquivo

– Daniel Alves e Robinho: por quê?

O futebol, cansa-se de dizer, é um microcosmo social. Ele reflete a sociedade em uma proporção relativa dentro do campo de jogo, nas arquibancadas e nos bastidores. Nele se vê e se discute o racismo, a pobreza, a inserção no mundo da fama, os sonhos, as frustrações, os desabafos, a meritocracia ou não, a justiça ou a injustiça, e, por último, os crimes.

Ops: os crimes no meio do futebol?não se discute… os jogadores evitam esses temas polêmicos e raramente se posicionam. Alguém, por exemplo, viu algum boleiro criticar Daniel Alves por ter sido condenado por estupro? Ou Robinho?

Ninguém. Nenhum jogador brasileiro ou estrangeiro. Nenhum treinador. Nenhum diretor de futebol. A exceção foi a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. E a parabenizo por não fugir do assunto e dizer claramente que “Daniel Alves pagar pela liberdade é um tapa na cara de todas nós, cada caso de impunidade é a semente do crime seguinte”.

Pois bem, precisamos discutir o seguinte: por que tais situações (a dos estupros cometidos por jogadores famosos) acontece. E para isso, algumas observações pertinentes precisam ser feitas:

1. O IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), um órgão seríssimo do nosso país, publicou no ano passado que seu último levantamento sobre estupros (considerando o ano de 2022) mostrou que a cada minuto, 2 mulheres foram estupradas no Brasil (totalizando 822 mil casos naquele período, de janeiro a dezembro). É um número assustador! Portanto, “por acaso” Daniel Alves e Robinho são jogadores de futebol, mas poderiam ser pedreiros, médicos, pintores, engenheiros ou ter qualquer profissão, já que os estupradores do Brasil são numerosos e de várias camadas sociais.

2. Robinho e Daniel Alves vivem em um ambiente privilegiado: o dos atletas que ascendem socialmente muito rápido, que surgem de comunidades paupérrimas e, graças ao seu talento e trabalho, passam do salário mínimo aos milhares de reais (e em muitos casos, milhões) por mês. Se não tiverem uma estrutura emocional sólida, caem na perdição pela tentação da fama. Nisso, os clubes de futebol têm sua culpa, pois poucos oferecem assistência social, psicólogos e orientadores de carreira. O choque social e financeiro, do anonimato para a fama, que pode ser grande para as pessoas mais estudadas, acaba sendo preponderante para o desequilíbrio daqueles que não tiveram estudo e que saíram cedo de casa em busca do sucesso pelo esporte.

3. Os atores sociais do mundo do futebol também não colaboram: amigos que não alertam os atletas dos erros cometidos (afinal, desfrutam da riqueza dos atletas e não querem criar constrangimento), agentes que sempre dizem “tudo bem” aos gostos e vontades dos seus clientes e, sabidamente, moças que querem se relacionar com esses endinheirados homens e que não têm pudor em se oferecerem (as chamadas “Maria-Chuteiras). Nesse ambiente, a pessoa acaba achando que “tudo quero, tudo posso, tudo terei”. E torna-se uma arapuca para o equilíbrio: dinheiro, paparicos e sexo.

Sendo assim, fica mais claro entender o porquê de Daniel Alves e Robinho não respeitarem limites (e estamos falando sim de criminosos, pois já foram julgados e condenados por estupro). Esses jovens que se enriqueceram acabaram se tornando mimados, neo-adolescentes, não aceitando ouvir um “não” ou uma voz contrária. Como eles, que costumam ter tudo o que querem, em meio a beijos e carícias das moças que se relacionaram, aceitariam tranquilamente um “chega”, ou ainda, um “paremos por aqui”?

Mais perturbador do que isso, insisto, é o silêncio dos demais jogadores de futebol que nada declaram sobre o assunto. Teriam eles medo de serem algum dia acusados por algo semelhante?

Imagem de Rafael Ribeiro / CBF / Divulgação, extraído de: https://www.otempo.com.br/sports/futebol/caso-daniel-alves-trouxe-novamente-a-tona-condenacao-de-robinho-por-estupro-1.2819308

– Dorival Júnior ensaia Seleção para o confronto contra a Inglaterra.

O técnico da Seleção Brasileira, Dorival Júnior, comandou nesta terça-feira (19) o segundo treino em Londres. Ele começou a ensaiar a formação para o…

Continua em: Dorival Júnior ensaia Seleção para o confronto contra a Inglaterra

– Semifinais do Paulistão definidas:

Na Arena do Corinthians e na Arena do Palmeiras, na quarta e na quinta-feira: