– Ninguém vai consertar o site da CBF?

Desde 5ª feira o site da CBF está com vários problemas. Uma entidade como ela precisa de transparência, mas parece que os cartolas não se importam!

não era para ter arrumado?

– As péssimas práticas comportamentais no futebol brasileiro.

Quem assiste o Campeonato Brasileiro e o compara com os da Europa, vê alguns hábitos condenáveis (especialmente os de unfair-play). É muita reclamação por parte de jogador, treinador, preparador físico e até de atleta reserva!

Cansa, a cada partida, ver gritos e gestos de protestos até para marcação de um simples arremesso lateral. Não condiz com o verdadeiro espírito esportivo, pois parece que as equipes querem ganhar a qualquer custo, legalmente ou não, sem se importar com a lisura e os bons exemplos.

Foi pênalti “roubado”? Ops: no jargão esportivo, “roubado” significa “mal marcado, errado, equivocado”… Mas a seu favor, pode.

Quer exemplos?

Quando é que os recordistas em cartões amarelos Zubeldía e Abel Ferreira reclamaram que foram beneficiados pela arbitragem? Quando os erros são contrários (e até quando não há erros), fazem um enorme escândalo e acabam mascarando erros de suas escalações, esquemas táticos que não deram certo ou substituições fracassadas, arranjando a temática “arbitragem” como motivo de discussão.

A propósito deles, impressiona como não evitam tomar cartões e promovem rodízio de reclamações. Repare: os assistentes técnicos e seus preparadores físicos são igualmente mal comportados, e recebem advertência tanto quanto os técnicos. É uma estratégia de pressão, igualmente condenável.

Obviamente, nossa qualidade técnica da arbitragem está aquém do desejado se comparado com a das principais ligas europeias. Mas lá, mesmo quando ocorrem os erros, não se vê toda essa bagunça com árbitro e quarto-árbitro.

Estenda-se a percepção de mau comportamento para alguns atletas. Assisti São Paulo x Flamengo e me assustei: Raphinha tumultou o jogo, foi desagradável, deselegante e inconveniente. Quando ele fez isso lá na Alemanha, no período em que jogou a Bundesliga?

Quando o VAR é acionado… aí vira bagunça. Compare na Premiere League: não há rodas em torno do árbitro, ele vai tranquilamente ao monitor e toma a decisão. Já no nosso capenga VAR tupiniquim, há quase uma conferência entre atletas “favoráveis” a uma marcação e a outros “não favoráveis”. E nada disso pode! Ficou conversando com o árbitro durante o diálogo com a cabine ou foi junto ao monitor, obrigatoriamente é lance para cartão amarelo. Aliás, para se coibir isso, algumas ligas estão adotando a regra proposta para discussão em 2025 (e que usam na condição de teste): somente o capitão tem permissão para conversar com o árbitro. Se implantada universalmente, esqueça do seu sucesso aqui. Todo mundo ficará em cima do juizão, como já é.

Outro comportamento indesejável: as simulações! Qualquer contato físico, o atingido se joga, berra, geme, pede ambulância e socorro. E em boa parte das vezes… nada foi. Um empurrão leve vira um atropelamento. Um esbarrão vira agressão. E o pior: os jogadores insistem em cavar faltas e muitas pessoas aplaudem a malandragem. Não pode! Sem contar as tentativas de pênalti… Na Europa, atacante que se joga na área e finge ter sofrido infração, é vaiado pela atitude antidesportiva. Aqui é exaltado…

Só que repare: atletas como Luciano (SPFC), Hulk (CAM), Deyverson e tantos outros, se jogassem na Europa e tivessem os mesmos comportamentos incorretos, seriam sacados do jogo. Só que os torcedores gostam disso! É como a situação desnecessária de uma bola que vai sair pela linha lateral e não tem chance de ser salva: o atleta corre, dá carrinho, faz um teatro e é ovacionado! Ele sabia que não salvaria a bola, mas sabia também que o coração apaixonado de um torcedor não fala com a razão, mas somente com a emoção.

Em resumo, tudo isso só acontece pois temos a cultura do vitimismo: todo mundo diz que seu time é o mais prejudicado do campeonato. Ué, e quem são os mais ajudados, se todos são prejudicados?

Por um futebol mais correto e limpo, amigos…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Athletico Paranaense (Copa do Brasil):

Para o confronto entre o Massa Bruta e o Furacão, valendo vaga para a próxima fase da Copa do Brasil, a CBF escalou:

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO
Árbitro Assistente 1: Fabrício Vilarinho da Silva – GO
Árbitro Assistente 2: Eduardo Gonçalves da Cruz – MS
Quarto Árbitro: Bruno Prado Nogueira – BA
Assessor de Arbitragem: José Alexandre Barbosa Lima – RJ 
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro – RN
AVAR1: Cleriston Clay Barreto – SE
AVAR2: Rodrigo Nunes de Sá– RJ
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ

Sabidamente, Wilton é um árbitro experiente e participou da Copa do Mundo Catar 2022 e Copa América EUA 2024. Entretanto, apesar de ter feitos bons jogos no Mundial, foi mal em Inglaterra x França e “não saiu desse jogo” ainda (tanto tempo depois). Vive um “inferno técnico” desde então, com erros diversos nas partidas, bem longe do que foi no auge da carreira.

Deixou o “pau comer” no ano passado em Boca x Racing, sendo permissivo demais (veja aqui: https://wp.me/p55Mu0-3kF), depois exagerou no rigor num Fla-Flu (aqui: https://wp.me/p55Mu0-3n0), acrescentando o erro crasso no Corinthians 4×4 Grêmio (partida em que Renato Gaúcho reclama até agora que lhe tiraram o título, aqui: https://wp.me/p55Mu0-3lt), e, por fim, pela Copa do Brasil, ufa, o erro que eliminou o Bahia (aqui: https://wp.me/p4RTuC-O3O).

É bom árbitro, mas há tempos que tem errado em muita quantidade e de maneira bizarra.

Torço para um grande jogo e uma boa arbitragem!

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x Athletico Paranaense pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 07/08, às 19h. Mas desde às 18h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Juventude ou Vivência para apitar um jogo de futebol?

Compartilho artigo de minha autoria, publicado aqui no blog em 2010 e extremamente pertinente:

JOVIALIDADE CONTRA EXPERIÊNCIA NA ARBITRAGEM

Poderia até soar demagogo o título deste artigo. Ao contrário, ele vem dar o tom para um debate que certamente ocorrerá ao longo do ano: a renovação do quadro de árbitros do futebol brasileiro.

A Comissão de Árbitros da CBF anunciou que os árbitros a ingressarem no Quadro Nacional em 2010 deverão ter até 30 anos de idade. Tal medida servirá de subsídio para aplausos e vaias, de acordo com o enfoque desejado.

Uma renovação com nomes jovens e desconhecidos, a fim de realizar um trabalho de base, com treinamento técnico e teórico, é uma medida sensacional. Porém, dificultosa por alguns motivos: terão os clubes paciência para o amadurecimento desses árbitros? O trabalho de preparação dos nomes em treinamentos seria feito como? A estrutura financeira do futebol permitiria tal trabalho? Os jovens teriam a garantia de escalas?

Um grande ponto a favor seria o condicionamento físico, num momento em que o futebol é muito mais corrido do que jogado. O ponto negativo, claro, a inexperiência.

Já a renovação com nomes alternativos (não necessariamente tão jovens), a fim de oxigenar a atual relação, dando oportunidades a talentos das federações estaduais que até então, por número de vagas escassas, não apareceram no cenário nacional, se adotada para 2010 será contestada: de onde viriam esses nomes jovens a serem indicados? Quem os garantiriam ou os respaldariam em caso de pressão de dirigentes? Como não queimar jovens talentos e lançá-los em jogos adequados?

Um grande ponto a favor de nomes “alternativos” seria a experiência adquirida em campo em contrapartida dos novatos. O ponto negativo, claro, é o vício que poderão carregar pelos anos de apito (e entenda-se na linguagem do árbitro de futebol como “vício” os costumes e hábitos adquiridos na maneira de apitar e no estilo de arbitragem, difíceis de serem eliminados ao longo do tempo).

E aí virá a discussão. O que é mais necessário hoje: jovialidade ou experiência?

Para responder tal questão, leve em conta os fatores:

– Condicionamento físico;
– Capacidade de fazer a leitura do jogo durante a partida;
– Conhecimento de artimanhas e características de atletas já trabalhados em outras partidas;
– Histórico de arbitragem;
– Rodagem em campeonatos e clubes diversos;
– Respeitabilidade adquirida ao longo dos anos;
– Idade madura do árbitro (qual é a maturidade do jogador e a do árbitro?)

Tal tema é de dificílimo trato. E a implantação de tal projeto carece de força e apoio. Desejo boa sorte a Sérgio Correa nesta ousada empreitada. E que os clubes tenham paciência em entender o processo de renovação proposto.

Vale lembrar que tal assunto não se restringe apenas ao mundo do futebol. No dia-a-dia, em qualquer seara, se discute sobre a renovação profissional, o momento dela, e o costumeiro debate: jovens ou seniors? No mundo corporativo, isso é cotidianamente questionado.

Por fim, talvez algo a ser exaltado: a troca de informações entre gerações! Um jovem inexperiente interagindo com alguém tarimbado é ótimo, bem como um experiente aprendendo inovações com os mais novos.

Tipos de intercâmbio: experiências que podem mudar a sua vida!

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– As péssimas práticas comportamentais no futebol brasileiro.

Quem assiste o Campeonato Brasileiro e o compara com os da Europa, vê alguns hábitos condenáveis (especialmente os de unfair-play). É muita reclamação por parte de jogador, treinador, preparador físico e até de atleta reserva!

Cansa, a cada partida, ver gritos e gestos de protestos até para marcação de um simples arremesso lateral. Não condiz com o verdadeiro espírito esportivo, pois parece que as equipes querem ganhar a qualquer custo, legalmente ou não, sem se importar com a lisura e os bons exemplos.

Foi pênalti “roubado”? Ops: no jargão esportivo, “roubado” significa “mal marcado, errado, equivocado”… Mas a seu favor, pode.

Quer exemplos?

Quando é que os recordistas em cartões amarelos Zubeldía e Abel Ferreira reclamaram que foram beneficiados pela arbitragem? Quando os erros são contrários (e até quando não há erros), fazem um enorme escândalo e acabam mascarando erros de suas escalações, esquemas táticos que não deram certo ou substituições fracassadas, arranjando a temática “arbitragem” como motivo de discussão.

A propósito deles, impressiona como não evitam tomar cartões e promovem rodízio de reclamações. Repare: os assistentes técnicos e seus preparadores físicos são igualmente mal comportados, e recebem advertência tanto quanto os técnicos. É uma estratégia de pressão, igualmente condenável.

Obviamente, nossa qualidade técnica da arbitragem está aquém do desejado se comparado com a das principais ligas europeias. Mas lá, mesmo quando ocorrem os erros, não se vê toda essa bagunça com árbitro e quarto-árbitro.

Estenda-se a percepção de mau comportamento para alguns atletas. Assisti São Paulo x Flamengo e me assustei: Raphinha tumultou o jogo, foi desagradável, deselegante e inconveniente. Quando ele fez isso lá na Alemanha, no período em que jogou a Bundesliga?

Quando o VAR é acionado… aí vira bagunça. Compare na Premiere League: não há rodas em torno do árbitro, ele vai tranquilamente ao monitor e toma a decisão. Já no nosso capenga VAR tupiniquim, há quase uma conferência entre atletas “favoráveis” a uma marcação e a outros “não favoráveis”. E nada disso pode! Ficou conversando com o árbitro durante o diálogo com a cabine ou foi junto ao monitor, obrigatoriamente é lance para cartão amarelo. Aliás, para se coibir isso, algumas ligas estão adotando a regra proposta para discussão em 2025 (e que usam na condição de teste): somente o capitão tem permissão para conversar com o árbitro. Se implantada universalmente, esqueça do seu sucesso aqui. Todo mundo ficará em cima do juizão, como já é.

Outro comportamento indesejável: as simulações! Qualquer contato físico, o atingido se joga, berra, geme, pede ambulância e socorro. E em boa parte das vezes… nada foi. Um empurrão leve vira um atropelamento. Um esbarrão vira agressão. E o pior: os jogadores insistem em cavar faltas e muitas pessoas aplaudem a malandragem. Não pode! Sem contar as tentativas de pênalti… Na Europa, atacante que se joga na área e finge ter sofrido infração, é vaiado pela atitude antidesportiva. Aqui é exaltado…

Só que repare: atletas como Luciano (SPFC), Hulk (CAM), Deyverson e tantos outros, se jogassem na Europa e tivessem os mesmos comportamentos incorretos, seriam sacados do jogo. Só que os torcedores gostam disso! É como a situação desnecessária de uma bola que vai sair pela linha lateral e não tem chance de ser salva: o atleta corre, dá carrinho, faz um teatro e é ovacionado! Ele sabia que não salvaria a bola, mas sabia também que o coração apaixonado de um torcedor não fala com a razão, mas somente com a emoção.

Em resumo, tudo isso só acontece pois temos a cultura do vitimismo: todo mundo diz que seu time é o mais prejudicado do campeonato. Ué, e quem são os mais ajudados, se todos são prejudicados?

Por um futebol mais correto e limpo, amigos…

– Análise da Arbitragem de Vasco da Gama 2×2 Red Bull Bragantino.

Gustavo Ervino Bauermann é um árbitro jovem, e dos diversos novatos que estrearam na Série A neste ano, é o que melhor está aproveitando as oportunidades.

No estádio São Januário, fez um primeiro tempo muito bom (não foi muito exigido, mas cumpriu a regra quando foi chamado). Deixou o jogo correr, não marcou qualquer faltinha e se posicionou bem em campo. Aliás, nos primeiros 45 minutos, tivemos um número curioso: em faltas, Vasco 2×10 Red Bull Bragantino. Mas as duas do Vascão resultaram em cartões amarelos (Souza por matar um contra-ataque de Borbas agarrando-o pela cintura e Adson por um jogo temerário no final da etapa).

O detalhe: a maior parte das faltas do Red Bull Bragantino foram em situações de ataque, na etapa inicial. Talvez, pela leitura de jogo, por serem atletas reservas que queriam mostrar serviço ao treinador Caixinha e foram afoitos.

No Segundo Tempo, o jogo ficou mais nervoso e Bauermann precisou usar as advertências verbais, mas sem problemas também. Todos os cartões amarelos foram necessários e corretos (4×1). Em faltas, no segundo tempo: 6×8. Tecnicamente, só bobeou em uma falta em Helinho (eu marcaria, mas foi coerente com seu estilo de apitar, pois não marcou lances semelhantes).

Se bem trabalhado, Gustavo pode ser um bom nome para a CBF em um futuro próximo.

– Um camisa 10 do Brasileirão na Seleção. Caberia?

A camisa 10 é mítica e sempre foi sinônimo de grande categoria. Orgulha-se quem a veste!

Apenas uma perturbação: qual jogador “camisa 10” (ou “posição de camisa 10”) que está jogando o Campeonato Brasileiro poderia usá-la na Seleção Brasileira hoje?

Os 10 maiores camisas 10 da história da Seleção Brasileira | 90min

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Vasco da Gama x Red Bull Bragantino.

E para o confronto entre o Vascão e o Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Gustavo Ervino Bauermann – SC
Árbitro Assistente 1: Alex dos Santos
Árbitro Assistente 2: Henrique Neu Ribeiro
Quarto Árbitro: Fernando Mendes
Assessor de Arbitragem:
VAR: Emerson Ferreira – MG
AVAR1:
AVAR2:
Observador de VAR: (A CBF ainda não disponibilizou a escala completa).

Gustavo Bauermann tem somente 28 anos e é de Francisco Beltrão / PR (embora apite por SC). Ele apitou a série C e D em 2022. Em 2023, apitou dois jogos da série B. E, sem muita experiência, estreou na série A em Bahia × Red Bull Bragantino. Depois apitou Botafogo x Red Bull Bragantino.

Além desses jogos, Gustavo apitou vários outros da serie A e da Copa do Brasil. Dos novatos, sem dúvida, tem sido o melhor árbitro até agora.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Vasco x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 03/08, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A torcida contra Abel Ferreira?

O treinador do Palmeiras Abel Ferreira é chato, reclamão, teimoso, mas… campeão! Uma coisa que não se pode é reclamar de suas conquistas. E, surpreendentemente, leio que uma das torcidas organizadas tentou invadir o CT para conversar com ele para, digamos, “orientá-lo” ou “conversar à miúda”.

Será que a maioria dos torcedores palmeirenses pensa assim? Não estariam reclamando de barriga cheia?

Que Abel tem seus defeitos, é óbvio que tem. Mas não há exagero?

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Foto: Ettore Chiereguini/AGIF, extraída de: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/torcedores-do-palmeiras-detonam-abel-ferreira-apos-derrota-para-o-flamengo-falta-humildade.html

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Inter de Bebedouro:

A FPF escalou para o confronto entre Paulista Futebol Clube vs Internacional de Bebedouro a seguinte equipe de arbitragem:

Henrique tem apenas 5 anos de carreira, Apitava as categorias amadoras no ano passado, e nesse ano estreou na A4. Como o jogo do Galo, em tese, é apenas para cumprir tabela, a Comissão de Árbitros opta por dar chance a um jovem.

Me surpreende o 4º árbitro: Flavio Mineiro pulou da Bzinha para a A1 como um raio, fez uma lambança no Morumbi e… da forma como subiu, desceu! Ser reserva na 5ª divisão em jogo de cumprimento de tabela, não dá.

Acompanhe Manthiqueira x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo, no sábado, começa às 15h, mas desde às 14h o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Paulista FC, Raça Tricolor e Aderlan: como resolver?

Nos bastidores de futebol, cansei de ver situações envolvendo jogadores e torcedores. Das coisas mais incríveis possíveis… Por exemplo: jogador dando dinheiro para torcida organizada gritar o seu nome na arquibancada (eu presenciei isso), jogador combinando entrada em casa noturna com torcedores, bate-bocas e cobranças… de tudo, um pouco.

Havia um tempo (e eu vivi esse tempo, quando moleque) que “no estádio tudo podia”. Ali era o momento do cara espairecer, desestressar e fazer tudo o que não fazia na rua.

Os tempos, obviamente, mudaram, e mudam! Xingar jogador negro de macaco, hoje não pode mais (ainda bem, pois isso acontecia – e infelizmente, em alguns lugares, acontece). Idem à homofobia. Mas a intolerância ainda existe em algumas situações (somente na Bahia, por exemplo, você vê faixa de torcida organizada LGBT).

E discutir com jogador?

No caso específico: contra a Internacional de Bebedouro, o jogador do Paulista Aderlan discutiu com torcedor que estava na arquibancada, e na saída do estádio, ofendeu membros da Raça Tricolor.

Por que ele fez isso? Foi do nada? Ou foi xingado anteriormente?

Pera lá! Eu fui árbitro de futebol, e com mais de 700 partidas nas costas, eu sei que por 90 minutos o cara é xingado (como eu era, acertando ou errando nas minhas atuações). Você tem que ser um cara frio, ter controle emocional e não revidar (já que você só tem como torcida a sua família). Mas a questão é: “eu vou na firma do cidadão e ofendo ele durante o seu trabalho”?

Assim é o jogador de futebol. Ele é um trabalhador! Ninguém entra para perder, e se o cara não rende, é por que ele tem suas limitações. O atleta está cansado, suado, desgostoso com o placar, e é obrigado a ficar quieto ouvindo besteiras? Um jogador de 5ª divisão não ganha pra isso, não tem tratamento psicológico e social no seu time para essas questões, e é natural que, por ser garoto, não se controle e revide xingamentos (não estou dizendo que deva). É bem diferente de quem tem maior inteligência emocional e maior formação educacional!

Não quer dizer que Aderlan, a torcida ou quem quer que seja este errado. Mas você pode ofender a pessoa gratuitamente e quer que ela lhe devolva com um”obrigado” e lhe “mande beijos”? Não funciona assim.

Eu sei que a Raça Tricolor (e estendo à Gamor) são formadas por torcedores apaixonados, que se dedicam a seguir o clube. Viajam distâncias grandes, se esforçam e merecem todos os aplausos da comunidade jundiaiense. Mas deveriam saber que é natural uma revide desse. Isso mostrou que o jogador teve brio, se sentiu incomodado.

O que não me entra na cabeça é: o fato de pedirem ao técnico para não escalar mais o atleta! Ôpa, cadê o profissionalismo? Se houve um comportamento inadequado, puna-se conforme a natureza disso. E tal situação se resolveria com um Diretor de Futebol. Comando, amigos! 

No mundo do futebol profissional, de alto rendimento, treinador não recebe formalmente pedidos de torcedores. O técnico tem muitos outros problemas a resolver do que isso! Aliás, justo agora que o time está rendendo, uma pendenga dessa não é necessária.

Sobre a ameaça da torcida boicotar o time? Ora, quem perde é o próprio torcedor! Ou alguém ainda acha, em pleno 2024, que a presença de torcida organizada ganha ou perde jogo? Digo isso, insisto, respeitosamente, pois é a realidade! Jogador profissional não vai perder ou ganhar por grito da torcida. Vide São Paulo x Fortaleza, Corinthians x Cuiabá, Palmeiras x Vitóriaas enormes arenas lotadas não fizeram diferença aos times em seus domínios.

Repito, para que exista clareza: admiro demais as organizadas do Galo, mas entendo que a Raça é muito maior do que essa situação para se submeter ao trabalho de pedir afastamento de jogador. Não é cabível no profissionalismo. Vaiem o atleta, façam suas manifestações na arquibancada, mas não dêem pilha a tal questão.

Palavras de quem era xingado dentro de campo, via outros serem xingados e entende de xingamento. Estamos em tempos de profissionalismo no esporte, mesmo que seja na última divisão estadual.

ATUALIZAÇÃO: Aparentemente, o problema foi resolvido. O atleta foi à sede da organizada e pediu desculpas. Abaixo:

| NOTA OFICIAL RAÇA |
Paulista FC nosso maior patrimônio!
Após a propalação da nossa última nota oficial, o jogador abrangido e outras lideranças do clube entraram em contato com a nossa instituição, a fim de se retratar e colocar um fim nesta contrariedade.
Na noite de ontem (31/07) o atleta Adelan e outros componentes do time estiveram presentes na nossa sede, onde o jogador se desculpou pelo ocorrido e a torcida pôde conversar diretamente com parte do elenco.
Estamos nas quartas de final, poucos jogos nos separam do acesso. É nosso objetivo principal e para isso estamos unidos para apoiar ao máximo o Paulista FC nessa direção.
Não faltará apoio ao elenco no decorrer do campeonato.
Só o acesso importa, jogadores e torcida fechados.
UM VÍCIO INEXPLICÁVEL.

– A expulsão de Marta.

Considero Marta a “Rainha do Futebol”, respeito sua brilhante trajetória, a admiro, mas… não tinha o que fazer no lance da Seleção Brasileira contra a Espanha pelas Olimpíadas. Ela mereceu a expulsão.

Também respeito o Juca Kfouri, brilhante jornalista, mas discordo totalmente da opinião dele (vide abaixo): a Regra do Futebol é universal, e tem que ser cumprida desde o desconhecido Zézinho da Esquina até o famoso Lionel Messi.

Marta simplesmente deveria ter sido mais cuidadosa. E errou. Paciência. O cartão vermelho foi bem aplicado.

– Minha Coluna Esportiva no Jornal de Jundiaí:

Para quem não pode ler, meu texto no JJ dessa semana, onde abordo a confusão e falta de critérios para se dar os acréscimos no futebol:

Regras e orientações para isso, obviamente há. Se não se cumpre, é outro assunto

Em: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2850479/opinioes/2024/08/de-onde-vem-os-acrescimos-exagerados

– Os lances polêmicos de Flamengo x Palmeiras, Corinthians x Grêmio e Athlético Paranaense x Red Bull Bragantino: por que eles ocorreram?

Para ficar o entendimento dos lances a seguir, um preâmbulo didático: estamos no começo dos anos 90, na Escola de Árbitros Flávio Iazzetti da FPF, na fala do instrutor FIFA Gustavo Caetano Rogério:

“Quando alguém for com a trava da chuteira no adversário, não tem que administrar, porra, é Cartão Vermelho. Se quiser fazer média não vai apitar”.

O saudoso e querido professor Gustavo odiava que se utilizasse a expressão “administrar o jogo”, pois o árbitro deve cumprir a regra. E eu não me esqueci da resposta, a anotei, pois a pergunta estúpida (sobre administrar jogo) era minha… jovem, recém formado em Administração, fiz uso indevido do termo. 

Dito isso: muitos árbitros estão administrando situações para não se comprometerem! E transferem a responsabilidade, malandramente falando, para o VAR. As decisões são sempre omissas, esperando o chamado da cabine, pois lá tem VAR e AVARes no ar condicionado com inúmeras câmeras (embora, sem sentirem o calor do jogo e sem o elemento principal: a visão privilegiada do árbitro dentro de campo, coisa que câmera alguma tem).

Em torneios eliminatórios de dois jogos (mata-matas), um erro de árbitro no primeiro jogo pode repercutir no segundo e ser decisivo. Por exemplo: e se o Raphael Veiga (que entrou de sola na perna de Eric Pulgar e deveria ter sido expulso e não foi) “arrebentar” no jogo de volta e ser decisivo no Allianz Parque? Não-expulso no Maracanã, decidindo… se expulso, seria um desfalque importante (aliás, o Palmeiras com 10 atletas no jogo de ida poderia tomar mais gols, hipoteticamente).

E por que o árbitro Bráulio da Silva Machado  não expulsou?

Antigamente, muito árbitro evitava expulsar atleta no primeiro jogo para “não se comprometer”, com a maldita ideia de que “estragaria o jogo de volta”. Ora, quem estraga é o jogador! Se o árbitro tem que expulsar e isso vai desfalcar um time, não é culpa dele, pois se cumpre a regra e acabou! E há jornalista que defende isso: poupar vermelhos para o bem do espetáculo. Será que Bráulio pensou nisso?

O VAR Igor Junio Benevenuto de Oliveira deveria ter chamado, pois para lances de possíveis cartões vermelhos e erros crassos, o protocolo precisa ser acionado. A única explicação é: Igor não achou lance crasso e respeitou a interpretação do árbitro. Se assim o fez, errou. Veiga vai com as travas em Pulgar, já tinha perdido o tempo da bola e nem esboça movimento de evitar contato com o adversário.  

Na Neo Química Arena, houve o lance de Raniele que “meteu o pé” em Villasanti e Gustavo Nunes que deu uma braçada/cotovelada em Pedro Henrique (desde 2021 há a orientação para expulsão nesse tipo de atitude com mãos e braços no adversário). Ambos mereceram o Cartão Vermelho. Mas o detalhe é: não se pode passar batido que o veteraníssimo Marcelo de Lima Henrique, com 52 anos, na frente dele, tenha contemporizado a entrada de Raniele e dado apenas o Cartão Amarelo. Felizmente o VAR Rodolpho Toski Marques corrigiu o cartão. Nesse momento, pensei: Marcelo “deu uma de Bráulio”, em relação, a Veiga, e tentou poupar o atleta também?

Em Curitiba, o Red Bull Bragantino fazia um abafa no Athlético Paranaense e não deixava o adversário jogar. Num contra-ataque, tomou o primeiro gol. Na sequência, tomou o segundo gol. E no final do primeiro tempo, quase tomou o terceiro num pênalti de queimada!

A bola é levantada na área, o atacante do Furacão cabeceia para o gol e a bola bate no braço de Nathan Mendes. O defensor estava de costas, pois tinha saltado e perdido a bola. Seus braços estavam em movimento natural e é a bola que bate nele! Não tem nada de intenção ou movimento antinatural, e o árbitro carioca Wagner Magalhães nada marca. Eis que o VAR pernambucano Gilberto Rodrigues Castro Júnior o chama e ele muda de opinião. Errou! Faltou personalidade ao juizão… e aqui, novamente: transferência de responsabilidade! 

Eu, sinceramente, não sei o que é pior: a deficiência técnica dos árbitros ou se falta “culhão” para se bater no peito, agradecer a sugestão do VAR e dizer: “fico com a minha interpretação de campo”. Má intenção ou desonestidade não é, esqueça.

Em tempo: e o torcedor corintiano bobão (para usar um termo publicável) que fez gestos de natação ironizando insensivelmente os gaúchos com a tragédia da enchente? Parabéns ao clube por repudiar, mas deveria proibir o sujeito de voltar a entrar no estádio. Aliás, o que os filhos e os netos desse “cidadão” devem estar pensando, né?

– A torcida contra Abel Ferreira?

O treinador do Palmeiras Abel Ferreira é chato, reclamão, teimoso, mas… campeão! Uma coisa que não se pode é reclamar de suas conquistas. E, surpreendentemente, leio que uma das torcidas organizadas tentou invadir o CT para conversar com ele para, digamos, “orientá-lo” ou “conversar à miúda”.

Será que a maioria dos torcedores palmeirenses pensa assim? Não estariam reclamando de barriga cheia?

Que Abel tem seus defeitos, é óbvio que tem. Mas não há exagero?

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Foto: Ettore Chiereguini/AGIF, extraída de: https://www.lance.com.br/fora-de-campo/torcedores-do-palmeiras-detonam-abel-ferreira-apos-derrota-para-o-flamengo-falta-humildade.html

– O sucesso do Sfera FC.

Nesse momento de clubes-empresa, SAFs e outras modalidades de gestão no futebol, o Sfera FC  (cujo apelido é Raio Amado), que joga na vizinha Salto e treina em Jarinu, tem se destacado bastante.

A ideia é: ser um time que forma jogadores sem perder a preocupaçã0 com a formação da pessoa. E o retorno tem acontecido, financeiramente falando.

Em tempo: o Alexandre Costa Curta, que trabalhou no Paulista FC, faz parte desse sucesso colaborando com seus serviços profissionais por lá.

Olhe que história bacana, extraída de: InvestNews.com

FUTEBOL, NEGÓCIOS E FAMÍLIA: A APOSTA TOTAL DE UM FARIALIMER NO SFERA FC

Futebol, negócios e família: a aposta total de um faria limer no Sfera FC

Gustavo Aranha investe em (e busca investidores para) empresa que ganha com atletas bons de jogo e de cabeça

Foi na última sessão de terapia que ele percebeu como as férias escolares passadas junto ao avô alimentaram as decisões profissionais tomadas décadas depois – e que levaram à grande aposta empresarial da sua vida. Cria do mercado financeiro, Gustavo Aranha é hoje um dos três sócios-fundadores de um time diferente dos tradicionais clubes brasileiros: o Sfera Futebol Clube, “uma empresa que é um clube de futebol”. 

“Meu avô era diretor do São Paulo e eu passava as férias no centro de treinamento, conhecia os jogadores. Vivi muito o São Paulo com ele, é parecido com o que eu vivo aqui no Sfera”, elabora Aranha enquanto relembra ao InvestNews sua relação com Herman Koester, diretor do SPFC nos anos 1990.

As quase duas décadas e meia de Faria Lima deram a Gustavo Aranha os recursos, a experiência e a lista de contatos necessários para botar de pé o projeto de um time de futebol em que o modelo de negócio não é enfileirar títulos, mas formar atletas e vendê-los para outros clubes, especialmente no exterior. E, assim, dar retorno para os investidores.

Cria da Faria Lima, Gustavo Aranha é sócio-investidor e fundador do Sfera FC

Uma explicação rápida: quando se diz que determinado clube “comprou o jogador tal”, na verdade o time comprou os direitos econômicos do atleta, o “passe”. Geralmente, o time que revela um jogador é dono de uma parte dos direitos econômicos e é remunerado a cada transação feita para adquirir o vínculo. 

Este é o modelo de negócios do Sfera: formar jogadores e ganhar uma parte do valor sempre que um atleta ali revelado for vendido para um clube. O Sfera costuma ficar com 20% a 40% do valor da transação. 

Por ora, os “clientes” do Sfera são clubes gringos menores, que não tem bolsos fundos o suficiente para concorrer com os tradicionais por jogadores brasileiros que se destacam nas principais ligas daqui. Na última janela de transferências, um dos atletas Sfera foi para um clube de Portugal, outro para a República Tcheca. 

Essas primeiras transações, portanto, não costumam envolver aqueles valores que rendem manchetes, na casa das dezenas de milhões de euros. Por outro lado, dão ao atleta formado pelo Sfera FC uma vitrine com potencial para valorizar o “passe” do jogador, o que eventualmente pode se reverter numa bolada – sem trocadilho – para o time fundado por Aranha. 

“No modelo tradicional dos clubes brasileiros o que importa é fazer a primeira transação e ganhar o máximo com ela. O nosso modelo é maximizar a segunda, a terceira, a quarta venda. Formamos atletas e cidadãos para que eles tenham carreiras longevas, focamos no longo prazo e vamos dar mais lucro assim”, explica Aranha, misturando o faria limer e o dono de clube de futebol. 

Segundo Aranha, embora clubes tradicionais tenham em média 20% das receitas advindas da venda de jogadores, o investimento nas categorias de base não costuma ir além dos 5%. No Sfera, o foco é total na base. Depois dos quatro grandes de São Paulo e do Red Bull Bragantino, o maior orçamento do Estado para atletas iniciantes é o do Sfera FC. Para este ano, são R$ 12 milhões previstos. 

ATLETAS BONS DE JOGO E DE CABEÇA

Essa aposta na longevidade das carreiras dos atletas marca outra diferença do Sfera em relação à estrutura de formação típica dos clubes brasileiros. Primeiro porque a ideia não é depender financeiramente da revelação de um Endrick por ano. Segundo porque, embora não seja um projeto social, a preocupação aqui é que a formação seja a melhor e mais completa possível, “do pescoço para baixo e do pescoço para cima”, como Gustavo costuma destacar. 

O projeto atrai jogadores jovens, paga a eles uma ajuda de custos, plano de saúde e os aloja na estrutura do Sfera que fica em Jarinu (SP), a cerca de uma hora e meia da capital paulista. São jovens atletas entre 11 e 18 anos, com possibilidade de alojamento a partir dos 14. Recentemente, o Sfera também começou a investir no futebol feminino, mas as garotas ainda não ficam alojadas. 

Partida entre Atlético Mineiro e Sfera, válida pela partida da segunda fase da Copa São Paulo de futebol Júnior 2023. Divulgação/Sfera FC

Lá, os 82 atletas mirins atualmente residentes fazem a preparação física, os treinamentos e as refeições. São avaliados individualmente, acompanhados por psicólogos, conversam com atletas em atividade e com aposentados. Além de estudarem em uma escola da região, passam por reforço escolar, têm aulas de inglês, educação financeira e assistem a palestras com temas que vão do racismo estrutural ao machismo. 

“Se você visitar uma base tradicional, vai ver que os meninos são pouco incentivados a serem seres pensantes”, critica Aranha. A proposta do Sfera, explica, é formar atletas capazes de ler e agir sobre as complexidades do jogo e da vida. “Não tem como isso atrapalhar. Quanto melhor for a cabeça do jogador, melhor ele joga”, arremata. 

Isso tudo custa, claro. Até aqui, o dinheiro tem vindo principalmente dos bolsos de Gustavo e seus dois sócios. O projeto nasceu oficialmente em 2021 e o equilíbrio entre gastos e receita deve acontecer em 2028. 

Até lá, o Sfera aposta em novos sócio-investidores para continuar investindo na formação dos atletas. Os sócios decidiram oferecer 40% do clube, organizado como uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF), para novos investidores. Cada percentil custa R$ 1,25 milhão. 

Acostumado a fazer a ponte entre investidores abastados e as gestoras por onde passou – Hedging-Griffo, Bratus e GEO Capital – Gustavo agora roda São Paulo na sua scooter 150 cilindradas para conversar com jornalistas e interessados no projeto do Sfera FC. Ossos do ofício, ele projeta a rentabilidade do investimento, mas não faz promessas. 

“Sou zero bullshiteiro. Eu botei meu dinheiro e tenho certeza que serei muito bem remunerado, mas não sei dizer quando vem o retorno porque não sei como será o processo inteiro”, admite. “É uma conversa muito de dono para dono, não é todo mundo que tem esse perfil”. 

Vender o Sfera aos possíveis novos investidores fica mais fácil quando os sócios potenciais conhecem o projeto, destaca Aranha. Ele explica que o carrego – período entre a alocação e o retorno, no jargão do mercado – do investimento no Sfera FC é “extremamente prazeroso” porque os investidores “percebem a transformação que estamos fazendo”. 

“Meu filho diz que o dia mais feliz da vida dele foi quando a gente ganhou no Galo [Atlético-MG] na Copinha. Ele estava no estádio com uns 15 amigos e foi um transe coletivo”, diz, orgulhoso. 

Família, negócios e futebol continuam uma mistura essencial na vida de Gustavo. Apostando boa parte da herança dos dois filhos – o mais velho, de 17 anos, e a caçula, de 15 – no Sfera, ele diz que a decisão só foi tomada depois de uma conversa séria com eles e com a esposa. O resultado? Apoio total.

“Eu acho que, no fim, é um assunto de família, é uma decisão de família”. Freud explica. 

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– A expulsão de Marta.

Considero Marta a “Rainha do Futebol”, respeito sua brilhante trajetória, a admiro, mas… não tinha o que fazer no lance da Seleção Brasileira contra a Espanha pelas Olimpíadas. Ela mereceu a expulsão.

Também respeito o Juca Kfouri, brilhante jornalista, mas discordo totalmente da opinião dele (vide abaixo): a Regra do Futebol é universal, e tem que ser cumprida desde o desconhecido Zézinho da Esquina até o famoso Lionel Messi.

Marta simplesmente deveria ter sido mais cuidadosa. E errou. Paciência. O cartão vermelho foi bem aplicado.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Athletico Paranaense x Red Bull Bragantino (Copa do Brasil):

E para o confronto entre o Furacão x Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães – RJ
Árbitro Assistente 1: Fabrício Vilarinho da Silva – GO
Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Correa Farinha – RJ
Quarto Árbitro: João Marcos Gonçalves Fernandes – RJ
Assessor de Arbitragem: José Antonio Chaves Franco Junior – RS 
VAR: Gilberto Rodrigues Castro Júnior – PE
AVAR1: Diogo Carvalho Silva – RJ
AVAR2: Vinícius Gomes do Amaral – MG
Observador de VAR: Alício Pena Jr – MG

Me preocupa essa escala. Wagner Magalhães está em péssima fase! Cometeu dias atrás seu 3º erro seguido em jogo do Palmeiras, no lance de Aníbal Moreno e Baralhas. Terceiro jogo com equívocos e ainda é prestigiado! Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/12/o-polemico-penalti-nao-marcado-em-palmeiras-x-atletico-go-e-o-3o-erro-a-favor-do-mesmo-arbitro/

O juizão foi quem apitou o jogo contra o Sousa-PB também pela Copa do Brasil, e responsável pela ruim atuação na eliminação do mesmo torneio no ano passado contra o Ypiranga. Relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/03/15/analise-da-arbitragem-de-ypiranga-3×1-red-bull-bragantino/

Uma das piores atuações dele, sem dúvida, foi num Coritiba x Santos, onde pareceu um ex-árbitro em campo. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/10/26/e-pra-ir-dormir-o-penalti-para-o-coritiba-contra-o-santos/

Enfim: que esteja bem condicionado fisicamente nessa partida.

Acompanhe conosco o jogo do Athletico Paranaense x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 31/07, às 19h. Mas desde às 18h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A saúde financeira dos clubes de futebol brasileiros.

Os clubes de futebol brasileiros, sabidamente, são grandes devedores. Estão com problemas de inadimplência com impostos, salários, fornecedores e outros tantos credores.

Um documento divulgado pelas consultorias Galápagos Capital e Outfield, chamado de “Relatório Convocados”, traz os números compilados do último exercício fiscal dos clubes. E eles são assustadores!

Veja que loucura: a soma das dívidas dos 20 clubes da Série A do Brasileirão se aproxima de 12 bilhões de reais! Repare: não está sendo contabilizado o Santos FC, que tem problemas financeiros e está na Série B.

Se considerarmos em ordem de valores devidos (e aí se inclui o Peixe), os maiores devedores são:

  1. Corinthians: R$ 1,894 bilhão
  2. Botafogo: R$ 1,301 bilhão
  3. Atlético-MG: R$ 998 milhões
  4. São Paulo: R$ 856 milhões
  5. Cruzeiro: R$ 811 milhões
  6. Fluminense: R$ 736 milhões
  7. RB Bragantino: R$ 696 milhões
  8. Vasco: R$ 696 milhões
  9. Internacional: R$ 650 milhões
  10. Santos: R$ 548 milhões
  11. Athletico-PR: R$ 492 milhões
  12. Palmeiras: R$ 466 milhões
  13. Grêmio: R$ 441 milhões
  14. Flamengo: R$ 391 milhões
  15. Bahia: R$ 366 milhões

Temos que tomar cuidado para interpretrar os números: você “ter dívida” não significa que você é um caloteiro. Simplesmente, as contas existem e serão pagas no dia do vencimento (em tese). Por exemplo: o Flamengo deve aproximadamente 400 milhões de reais (a vencer), e as receitas ultrapassam R$ 1 bi (portanto, não tem problemas). O Bahia (pertencente ao City Group) e o Bragantino (Red Bull) têm contas a pagar, mas conseguem quitar as suas pendências em dia pois são superavitários.

Os problemas residem nos clubes que são deficitários: São Paulo e Corinthians têm saldos devedores assustadores, e não conseguem há tempos fechar suas contas no azul. E por que isso acontece?

Por causa de vários fatores, que se resumem a: má gestão e gasto ruim do dinheiro.

Já repararam os valores absurdos pagos a determinados atletas, que não entregam em campo aquilo que recebem? Alguns nem titulares são. Outros, contratados a peso de ouro por empréstimos de agentes. E isso traz um outro problema: os juros cobrados pelos empresários “agiotas”. É só dar uma olhada no balanço dos clubes, e se verificará até empréstimos feitos pelos empresários de atletas.

Será que os gestores dos clubes de futebol administram suas empresas da mesma forma que o fazem na gestão das agremiações esportivas? Penso que não… E isso tem uma resposta fácil: os presidentes de clubes gastam horrores pensando em conquistar títulos, imaginando que as premiações valerão o esforço, e se esquecem: somente um time é campeão! Aí as contas ficam eternizadas, as conquistas não aparecem e o déficit aumenta.

Não é diferente aos pequenos clubes, com contas impagáveis. A dívida do Paulista FC se especula entre 50 a 67 milhões de reais (para um time na 5ª divisão estadual, de onde virá a receita?). Os valores são incertos pois sempre se fala em auditoria e o torcedor nunca sabe o valor real. Mas o certo é: dinheiro para se pagar, evidentemente não se tem.

Fico pensando: como administrar tais contas com responsabilidade? Para um time grande, não há como fazer, se não aceitar o que Palmeiras e Flamengo fizeram no período de vacas magras: cortar despesas, contratar barato, abdicar da disputa de títulos e se esforçar em não cair para a segunda divisão. E com uma gestão financeira responsável, hoje estão entre os clubes mais saneados financeiramente do continente.

O trabalho é árduo para os gestores esportivos, mas é necessário para a saúde do futebol brasileiro.

– Pelé, Neymar e Pituca.

O saudoso Zito representa a importância de ser capitão na história do Santos FC. Foi ele quem orientou Pelé quando o jovem atleta chegou ao Peixe. Depois de seu falecimento, a faixa de Capitão do clube, ao invés do C, passou a ter um Z, em sua homenagem.

Evidentemente, muitas pessoas não conhecem histórias tão bonitas no futebol. E um repórter (o poupemos) após CRB x Santos, perguntou no pós-jogo a Carille:

“Pituca, Pelé e Neymar foram capitães desse clube. Qual a diferenciação que você pode fazer entre esses três jogadores?”

Além de se esquecer de Zito, o profissional não sabia que Pelé não foi capitão no Santos. Mas o difícil é: pedir para comparar Pituca e o Rei do Futebol.

Certamente, quando soube da pergunta, o próprio Pituca deve ter ficado sem graça

– Brasileirão 2025 com 7 times de SP?

Será que teremos 7 times na Série A em 2025?

Talvez!

– Textor é processado por VAR devido as acusações de manipulação:

E o VAR Rafael Traci, de Botafogo 3×4 Palmeiras, pede na Justiça indenização e demais providências contra John Textor, por acusação de manipulação de resultados.

Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2024/07/25/arbitro-de-video-de-botafogo-x-palmeiras-de-2023-processa-john-textor-por-danos-morais.ghtml

ÁRBITRO DE VÍDEO DE BOTAFOGO X PALMEIRAS PROCESSA JOHN TEXTOR

por Andrés Ribas.

Rafael Traci pede R$ 100 mil e retirada de postagens de dirigente, sob pena de multa

O árbitro Rafael Traci entrou com uma ação contra o dono da SAF do Botafogo, John Textor. Ele cobra R$ 100 mil por danos morais, pelo dirigente ter acusado o VAR de Botafogo e Palmeiras, no Brasileirão de 2023, de manipulação. Traci era o árbitro de vídeo da partida.

Textor acusa VAR de manipulação em expulsão de Adryelson em análise

Traci entrou com a ação no dia 25 de julho, na 4ª Vara Cível de Curitiba, no estado do Paraná. No documento, a defesa do árbitro alega que Textor o acusou de manipulação, via Instagram (vídeo acima).

” Na data de 05 de junho de 2024, o réu o qual é o sócio proprietário da SAF – Sociedade Anônima de Futebol do time profissional Botafogo de Futebol de Regatas, publicou em suas redes sociais (Instagram) dois vídeo no qual acusa o autor que atuava junto ao VAR do jogo entre o Botafogo e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro de 2023, que este teria induzido o arbitro principal à expulsão do jogador Adryelson, situação que teria colaborado para a derrota do Botafogo pelo placar de 4 x 3″.

Segundo a defesa, as postagens do dirigente atacam a honra de Traci, bem como classe de árbitros do futebol brasileiro.

No processo, eles destacam que o Tribunal Superior de Justiça Desportiva – STJD – julgou as denúncias feitas por Textor e trataram como “imprestáveis” e concluiu que as ações configuram ilícitos desportivos contra a honra de sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros.

No documento, a defesa também pede, em tutela de urgência, que Textor retire as postagens feitas, contra o árbitro, das redes sociais sob pena de multa, além de abster de mencionar o nome de Traci.

O norte-americano publicou uma análise sobre a intervenção do VAR na expulsão de Adryelson na partida entre Botafogo 3 x 4 Palmeiras, no Brasileirão 2023.

Em vídeo publicado no Instagram, ele questiona Rafael Traci, árbitro de vídeo daquele jogo, pela maneira como interferiu e nas câmeras que mostrou ao árbitro Bráulio da Silva Machado para justificar a expulsão do camisa 34. Na ocasião, o Botafogo vencia por 3 a 1. Com um a menos, não segurou a pressão e viu o rival paulista conseguir uma virada histórica.

A análise divulgada por Textor indica que Traci não mostrou as melhores imagens do lance para Bráulio. Na visão do dono da SAF Botafogo, Adryelson não merecia ter sido expulso porque Breno Lopes, atacante do Palmeiras que sofre a falta, não estava na direção do gol.

“Traci instrui o operador de replay a parar o vídeo em uma “imagem congelada”… para dar a FALSA impressão de que a bola está perfeitamente dominada no pé do jogador do Palmeiras. TRACI manipula o replay do vídeo para que MACHADO veja uma imagem da perfeita posse e controle de bola que, na verdade, NUNCA existiu.

MACHADO confirma sua chegada ao monitor do VAR para ver uma imagem parada que está enganosamente pausada para mostrar posse e controle de bola… mas as condições exigidas pelo DOGSO de posse e controle de bola NUNCA foram configuradas.

Nenhuma das quatro condições de um DOGSO foram atendidas, e o DOGSO exige que TODAS as condições sejam atendidas. Como resultado da manipulação da visualização do vídeo por TRACI para estabelecer de forma enganosa duas condições de DOGSO que NÃO foram cumpridas (posse e controle de bola), MACHADO decidiu confirmar um DOGSO e expulsar o nº 34 Adryelson

Então, além da aparente manipulação de uma “imagem congelada” para mostrar uma posse de bola que não existia, o que o Oficial do VAR TRACI escolheu NÃO mostrar ao árbitro da partida?

Havia um ângulo de câmera melhor para mostrar?

…porque este é o ângulo da câmera [veja no vídeo acima] que o árbitro de VAR TRACI não permitiu que o árbitro de campo visse.

Isso prova (1) que havia possibilidade de chance domínio da bola por parte do Adryelson, (2), que Adryelson realmente tocou na bola primeira, (3) que não houve posse ou controle da bola pelo jogador do Palmeiras, e (4) que o engano da “imagem congelada” mostrando posse de bola não passou de um breve desvio

O Tribunal de Justiça Desportiva decidiu duas vezes que a decisão do VAR de expulsar o jogador foi um erro, um erro que levou o Palmeiras a superar uma desvantagem de 1 a 3, e vencer o jogo decisivo do campeonato… e transformar uma provável desvantagem de 9 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro em uma desvantagem de 3 pontos.

Resta uma pergunta ao Sr. Traci: Por que a apresentação do vídeo foi manipulada para dar a falsa impressão de posse e controle; e porque a o melhor ângulo não foi compartilhado com o árbitro de campo?

A manipulação da apresentação do vídeo pelo árbitro do VAR Traci claramente destruiu o campeonato de 2023, mas não houve qualquer pedido para que ele esclarecesse as suas ações.”

John Textor - Botafogo x Atlético-GO — Foto: Vítor Silva/Botafogo

Foto: Vitor Silva / Botafogo, extraído do link acima:

– Proteger o rosto ou tirar proveito? Sobre o pênalti de Atlético Mineiro x Corinthians.

Hulk cobrou uma falta chutando com toda a sua potência, e a bola bateu na mão de Garro na barreira.

Pênalti ou não?

No geral, depende. Naquela situação, é pênalti.

Explico: você pode usar as mãos para proteger o rosto e as partes baixas de uma forte bolada no futebol masculino (e inclua-se os seios no futebol feminino). Entretanto, repare: a bola não vai ao rosto do corintiano, ele ergue o braço e a toca após passar a altura da cabeça.

Se ela fosse bater nele, não seria pênalti. Mas se ele não fizesse uso das mãos, ela iria ao gol. Ou seja: movimento antinatural (pois não protegeu o rosto e tirou proveito).

Acertou o árbitro.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Athletico Paranaense x Red Bull Bragantino (Copa do Brasil):

E para o confronto entre o Furacão x Massa Bruta, a CBF escalou:

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães – RJ
Árbitro Assistente 1: Fabrício Vilarinho da Silva – GO
Árbitro Assistente 2: Thiago Henrique Neto Correa Farinha – RJ
Quarto Árbitro: João Marcos Gonçalves Fernandes – RJ
Assessor de Arbitragem: José Antonio Chaves Franco Junior – RS 
VAR: Gilberto Rodrigues Castro Júnior – PE
AVAR1: Diogo Carvalho Silva – RJ
AVAR2: Vinícius Gomes do Amaral – MG
Observador de VAR: Alício Pena Jr – MG

Me preocupa essa escala. Wagner Magalhães está em péssima fase! Cometeu dias atrás seu 3º erro seguido em jogo do Palmeiras, no lance de Aníbal Moreno e Baralhas. Terceiro jogo com equívocos e ainda é prestigiado! Vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/12/o-polemico-penalti-nao-marcado-em-palmeiras-x-atletico-go-e-o-3o-erro-a-favor-do-mesmo-arbitro/

O juizão foi quem apitou o jogo contra o Sousa-PB também pela Copa do Brasil, e responsável pela ruim atuação na eliminação do mesmo torneio no ano passado contra o Ypiranga. Relembre aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/03/15/analise-da-arbitragem-de-ypiranga-3×1-red-bull-bragantino/

Uma das piores atuações dele, sem dúvida, foi num Coritiba x Santos, onde pareceu um ex-árbitro em campo. Aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2023/10/26/e-pra-ir-dormir-o-penalti-para-o-coritiba-contra-o-santos/

Enfim: que esteja bem condicionado fisicamente nessa partida.

Acompanhe conosco o jogo do Athletico Paranaense x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Facebook: https://www.facebook.com/futeboltotalbraganca, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 31/07, às 19h. Mas desde às 18h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A saúde financeira dos clubes de futebol brasileiros.

Os clubes de futebol brasileiros, sabidamente, são grandes devedores. Estão com problemas de inadimplência com impostos, salários, fornecedores e outros tantos credores.

Um documento divulgado pelas consultorias Galápagos Capital e Outfield, chamado de “Relatório Convocados”, traz os números compilados do último exercício fiscal dos clubes. E eles são assustadores!

Veja que loucura: a soma das dívidas dos 20 clubes da Série A do Brasileirão se aproxima de 12 bilhões de reais! Repare: não está sendo contabilizado o Santos FC, que tem problemas financeiros e está na Série B.

Se considerarmos em ordem de valores devidos (e aí se inclui o Peixe), os maiores devedores são:

  1. Corinthians: R$ 1,894 bilhão
  2. Botafogo: R$ 1,301 bilhão
  3. Atlético-MG: R$ 998 milhões
  4. São Paulo: R$ 856 milhões
  5. Cruzeiro: R$ 811 milhões
  6. Fluminense: R$ 736 milhões
  7. RB Bragantino: R$ 696 milhões
  8. Vasco: R$ 696 milhões
  9. Internacional: R$ 650 milhões
  10. Santos: R$ 548 milhões
  11. Athletico-PR: R$ 492 milhões
  12. Palmeiras: R$ 466 milhões
  13. Grêmio: R$ 441 milhões
  14. Flamengo: R$ 391 milhões
  15. Bahia: R$ 366 milhões

Temos que tomar cuidado para interpretrar os números: você “ter dívida” não significa que você é um caloteiro. Simplesmente, as contas existem e serão pagas no dia do vencimento (em tese). Por exemplo: o Flamengo deve aproximadamente 400 milhões de reais (a vencer), e as receitas ultrapassam R$ 1 bi (portanto, não tem problemas). O Bahia (pertencente ao City Group) e o Bragantino (Red Bull) têm contas a pagar, mas conseguem quitar as suas pendências em dia pois são superavitários.

Os problemas residem nos clubes que são deficitários: São Paulo e Corinthians têm saldos devedores assustadores, e não conseguem há tempos fechar suas contas no azul. E por que isso acontece?

Por causa de vários fatores, que se resumem a: má gestão e gasto ruim do dinheiro.

Já repararam os valores absurdos pagos a determinados atletas, que não entregam em campo aquilo que recebem? Alguns nem titulares são. Outros, contratados a peso de ouro por empréstimos de agentes. E isso traz um outro problema: os juros cobrados pelos empresários “agiotas”. É só dar uma olhada no balanço dos clubes, e se verificará até empréstimos feitos pelos empresários de atletas.

Será que os gestores dos clubes de futebol administram suas empresas da mesma forma que o fazem na gestão das agremiações esportivas? Penso que não… E isso tem uma resposta fácil: os presidentes de clubes gastam horrores pensando em conquistar títulos, imaginando que as premiações valerão o esforço, e se esquecem: somente um time é campeão! Aí as contas ficam eternizadas, as conquistas não aparecem e o déficit aumenta.

Não é diferente aos pequenos clubes, com contas impagáveis. A dívida do Paulista FC se especula entre 50 a 67 milhões de reais (para um time na 5ª divisão estadual, de onde virá a receita?). Os valores são incertos pois sempre se fala em auditoria e o torcedor nunca sabe o valor real. Mas o certo é: dinheiro para se pagar, evidentemente não se tem.

Fico pensando: como administrar tais contas com responsabilidade? Para um time grande, não há como fazer, se não aceitar o que Palmeiras e Flamengo fizeram no período de vacas magras: cortar despesas, contratar barato, abdicar da disputa de títulos e se esforçar em não cair para a segunda divisão. E com uma gestão financeira responsável, hoje estão entre os clubes mais saneados financeiramente do continente.

O trabalho é árduo para os gestores esportivos, mas é necessário para a saúde do futebol brasileiro.

– O sucesso do Sfera FC.

Nesse momento de clubes-empresa, SAFs e outras modalidades de gestão no futebol, o Sfera FC  (cujo apelido é Raio Amado), que joga na vizinha Salto e treina em Jarinu, tem se destacado bastante.

A ideia é: ser um time que forma jogadores sem perder a preocupaçã0 com a formação da pessoa. E o retorno tem acontecido, financeiramente falando.

Em tempo: o Alexandre Costa Curta, que trabalhou no Paulista FC, faz parte desse sucesso colaborando com seus serviços profissionais por lá.

Olhe que história bacana, extraída de: InvestNews.com

FUTEBOL, NEGÓCIOS E FAMÍLIA: A APOSTA TOTAL DE UM FARIALIMER NO SFERA FC

Futebol, negócios e família: a aposta total de um faria limer no Sfera FC

Gustavo Aranha investe em (e busca investidores para) empresa que ganha com atletas bons de jogo e de cabeça

Foi na última sessão de terapia que ele percebeu como as férias escolares passadas junto ao avô alimentaram as decisões profissionais tomadas décadas depois – e que levaram à grande aposta empresarial da sua vida. Cria do mercado financeiro, Gustavo Aranha é hoje um dos três sócios-fundadores de um time diferente dos tradicionais clubes brasileiros: o Sfera Futebol Clube, “uma empresa que é um clube de futebol”. 

“Meu avô era diretor do São Paulo e eu passava as férias no centro de treinamento, conhecia os jogadores. Vivi muito o São Paulo com ele, é parecido com o que eu vivo aqui no Sfera”, elabora Aranha enquanto relembra ao InvestNews sua relação com Herman Koester, diretor do SPFC nos anos 1990.

As quase duas décadas e meia de Faria Lima deram a Gustavo Aranha os recursos, a experiência e a lista de contatos necessários para botar de pé o projeto de um time de futebol em que o modelo de negócio não é enfileirar títulos, mas formar atletas e vendê-los para outros clubes, especialmente no exterior. E, assim, dar retorno para os investidores.

Cria da Faria Lima, Gustavo Aranha é sócio-investidor e fundador do Sfera FC

Uma explicação rápida: quando se diz que determinado clube “comprou o jogador tal”, na verdade o time comprou os direitos econômicos do atleta, o “passe”. Geralmente, o time que revela um jogador é dono de uma parte dos direitos econômicos e é remunerado a cada transação feita para adquirir o vínculo. 

Este é o modelo de negócios do Sfera: formar jogadores e ganhar uma parte do valor sempre que um atleta ali revelado for vendido para um clube. O Sfera costuma ficar com 20% a 40% do valor da transação. 

Por ora, os “clientes” do Sfera são clubes gringos menores, que não tem bolsos fundos o suficiente para concorrer com os tradicionais por jogadores brasileiros que se destacam nas principais ligas daqui. Na última janela de transferências, um dos atletas Sfera foi para um clube de Portugal, outro para a República Tcheca. 

Essas primeiras transações, portanto, não costumam envolver aqueles valores que rendem manchetes, na casa das dezenas de milhões de euros. Por outro lado, dão ao atleta formado pelo Sfera FC uma vitrine com potencial para valorizar o “passe” do jogador, o que eventualmente pode se reverter numa bolada – sem trocadilho – para o time fundado por Aranha. 

“No modelo tradicional dos clubes brasileiros o que importa é fazer a primeira transação e ganhar o máximo com ela. O nosso modelo é maximizar a segunda, a terceira, a quarta venda. Formamos atletas e cidadãos para que eles tenham carreiras longevas, focamos no longo prazo e vamos dar mais lucro assim”, explica Aranha, misturando o faria limer e o dono de clube de futebol. 

Segundo Aranha, embora clubes tradicionais tenham em média 20% das receitas advindas da venda de jogadores, o investimento nas categorias de base não costuma ir além dos 5%. No Sfera, o foco é total na base. Depois dos quatro grandes de São Paulo e do Red Bull Bragantino, o maior orçamento do Estado para atletas iniciantes é o do Sfera FC. Para este ano, são R$ 12 milhões previstos. 

ATLETAS BONS DE JOGO E DE CABEÇA

Essa aposta na longevidade das carreiras dos atletas marca outra diferença do Sfera em relação à estrutura de formação típica dos clubes brasileiros. Primeiro porque a ideia não é depender financeiramente da revelação de um Endrick por ano. Segundo porque, embora não seja um projeto social, a preocupação aqui é que a formação seja a melhor e mais completa possível, “do pescoço para baixo e do pescoço para cima”, como Gustavo costuma destacar. 

O projeto atrai jogadores jovens, paga a eles uma ajuda de custos, plano de saúde e os aloja na estrutura do Sfera que fica em Jarinu (SP), a cerca de uma hora e meia da capital paulista. São jovens atletas entre 11 e 18 anos, com possibilidade de alojamento a partir dos 14. Recentemente, o Sfera também começou a investir no futebol feminino, mas as garotas ainda não ficam alojadas. 

Partida entre Atlético Mineiro e Sfera, válida pela partida da segunda fase da Copa São Paulo de futebol Júnior 2023. Divulgação/Sfera FC

Lá, os 82 atletas mirins atualmente residentes fazem a preparação física, os treinamentos e as refeições. São avaliados individualmente, acompanhados por psicólogos, conversam com atletas em atividade e com aposentados. Além de estudarem em uma escola da região, passam por reforço escolar, têm aulas de inglês, educação financeira e assistem a palestras com temas que vão do racismo estrutural ao machismo. 

“Se você visitar uma base tradicional, vai ver que os meninos são pouco incentivados a serem seres pensantes”, critica Aranha. A proposta do Sfera, explica, é formar atletas capazes de ler e agir sobre as complexidades do jogo e da vida. “Não tem como isso atrapalhar. Quanto melhor for a cabeça do jogador, melhor ele joga”, arremata. 

Isso tudo custa, claro. Até aqui, o dinheiro tem vindo principalmente dos bolsos de Gustavo e seus dois sócios. O projeto nasceu oficialmente em 2021 e o equilíbrio entre gastos e receita deve acontecer em 2028. 

Até lá, o Sfera aposta em novos sócio-investidores para continuar investindo na formação dos atletas. Os sócios decidiram oferecer 40% do clube, organizado como uma Sociedade Anônima de Futebol (SAF), para novos investidores. Cada percentil custa R$ 1,25 milhão. 

Acostumado a fazer a ponte entre investidores abastados e as gestoras por onde passou – Hedging-Griffo, Bratus e GEO Capital – Gustavo agora roda São Paulo na sua scooter 150 cilindradas para conversar com jornalistas e interessados no projeto do Sfera FC. Ossos do ofício, ele projeta a rentabilidade do investimento, mas não faz promessas. 

“Sou zero bullshiteiro. Eu botei meu dinheiro e tenho certeza que serei muito bem remunerado, mas não sei dizer quando vem o retorno porque não sei como será o processo inteiro”, admite. “É uma conversa muito de dono para dono, não é todo mundo que tem esse perfil”. 

Vender o Sfera aos possíveis novos investidores fica mais fácil quando os sócios potenciais conhecem o projeto, destaca Aranha. Ele explica que o carrego – período entre a alocação e o retorno, no jargão do mercado – do investimento no Sfera FC é “extremamente prazeroso” porque os investidores “percebem a transformação que estamos fazendo”. 

“Meu filho diz que o dia mais feliz da vida dele foi quando a gente ganhou no Galo [Atlético-MG] na Copinha. Ele estava no estádio com uns 15 amigos e foi um transe coletivo”, diz, orgulhoso. 

Família, negócios e futebol continuam uma mistura essencial na vida de Gustavo. Apostando boa parte da herança dos dois filhos – o mais velho, de 17 anos, e a caçula, de 15 – no Sfera, ele diz que a decisão só foi tomada depois de uma conversa séria com eles e com a esposa. O resultado? Apoio total.

“Eu acho que, no fim, é um assunto de família, é uma decisão de família”. Freud explica. 

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– E os times de SP?

Caramba, nenhum time paulista venceu pelo Brasileirão da série A nessa rodada.

O Palmeiras perdeu em casa para o Vitória, idem ao Red Bull Bragantino contra o Fluminense. Acrescente, como visitantes, o São Paulo derrotado pelo Fortaleza e o Corinthians pelo Atlético Mineiro.

Que fase, hein?

– Os dois lances polêmicos em Palmeiras 0x2 Vitória:

Já havíamos falado dos erros recentes do árbitro / VAR Caio Max, que apitou o jogo Palmeiras x Vitória (aqui: https://wp.me/p4RTuC-YVM). Numa rodada ele é VAR, em outra é árbitro… A CBF está confusa!

No jogo de sábado, dois lances polêmicos com ele (em situações envolvendo Flaco López). Vamos à eles:

1- O erro que virou acerto: José Breno vai com a sola da chuteira na perna do Flaco López. Uma entrada perigosa, e, por que não, criminosa. Afinal, isso machuca bastante e pode lesionar um companheiro de profissão. Somente após o chamado do VAR, é que o árbitro expulsou (ele havia dado Cartão Amarelo). O juizão precisa receber um puxão de orelha: como precisa da interferência do árbitro de vídeo para entender tal lance como o típico “jogo brusco grave?”. É vermelho direto.

2- O acerto: Ainda envolvendo Flaco López, a falta reclamada por uma cotovelada recebida que antecedeu o 2º gol do Vitória-BA: não foi absolutamente nada! O atleta abre os braços em movimento NATURAL para ganhar impulso e não altera o seu movimento em busca de atingir o adversário. Aqui, parece-me mais o péssimo hábito de reclamar da arbitragem por qualquer momento e de cavar faltas (ambos comportamento notoriamente comuns em nosso país, lamentavelmente).

Foto: Marcello Zambrana/AGIF, extraída de: https://br.bolavip.com/amp/palmeiras/abel-reclama-de-falta-em-flaco-lopez-em-gol-do-vitoria-contra-palmeiras-cotovelada-clara

– Textor é processado por VAR devido as acusações de manipulação:

E o VAR Rafael Traci, de Botafogo 3×4 Palmeiras, pede na Justiça indenização e demais providências contra John Textor, por acusação de manipulação de resultados.

Extraído de: https://ge.globo.com/futebol/times/botafogo/noticia/2024/07/25/arbitro-de-video-de-botafogo-x-palmeiras-de-2023-processa-john-textor-por-danos-morais.ghtml

ÁRBITRO DE VÍDEO DE BOTAFOGO X PALMEIRAS PROCESSA JOHN TEXTOR

por Andrés Ribas.

Rafael Traci pede R$ 100 mil e retirada de postagens de dirigente, sob pena de multa

O árbitro Rafael Traci entrou com uma ação contra o dono da SAF do Botafogo, John Textor. Ele cobra R$ 100 mil por danos morais, pelo dirigente ter acusado o VAR de Botafogo e Palmeiras, no Brasileirão de 2023, de manipulação. Traci era o árbitro de vídeo da partida.

Textor acusa VAR de manipulação em expulsão de Adryelson em análise

Traci entrou com a ação no dia 25 de julho, na 4ª Vara Cível de Curitiba, no estado do Paraná. No documento, a defesa do árbitro alega que Textor o acusou de manipulação, via Instagram (vídeo acima).

” Na data de 05 de junho de 2024, o réu o qual é o sócio proprietário da SAF – Sociedade Anônima de Futebol do time profissional Botafogo de Futebol de Regatas, publicou em suas redes sociais (Instagram) dois vídeo no qual acusa o autor que atuava junto ao VAR do jogo entre o Botafogo e Palmeiras pelo Campeonato Brasileiro de 2023, que este teria induzido o arbitro principal à expulsão do jogador Adryelson, situação que teria colaborado para a derrota do Botafogo pelo placar de 4 x 3″.

Segundo a defesa, as postagens do dirigente atacam a honra de Traci, bem como classe de árbitros do futebol brasileiro.

No processo, eles destacam que o Tribunal Superior de Justiça Desportiva – STJD – julgou as denúncias feitas por Textor e trataram como “imprestáveis” e concluiu que as ações configuram ilícitos desportivos contra a honra de sete entidades desportivas, nove atletas e nove árbitros.

No documento, a defesa também pede, em tutela de urgência, que Textor retire as postagens feitas, contra o árbitro, das redes sociais sob pena de multa, além de abster de mencionar o nome de Traci.

O norte-americano publicou uma análise sobre a intervenção do VAR na expulsão de Adryelson na partida entre Botafogo 3 x 4 Palmeiras, no Brasileirão 2023.

Em vídeo publicado no Instagram, ele questiona Rafael Traci, árbitro de vídeo daquele jogo, pela maneira como interferiu e nas câmeras que mostrou ao árbitro Bráulio da Silva Machado para justificar a expulsão do camisa 34. Na ocasião, o Botafogo vencia por 3 a 1. Com um a menos, não segurou a pressão e viu o rival paulista conseguir uma virada histórica.

A análise divulgada por Textor indica que Traci não mostrou as melhores imagens do lance para Bráulio. Na visão do dono da SAF Botafogo, Adryelson não merecia ter sido expulso porque Breno Lopes, atacante do Palmeiras que sofre a falta, não estava na direção do gol.

“Traci instrui o operador de replay a parar o vídeo em uma “imagem congelada”… para dar a FALSA impressão de que a bola está perfeitamente dominada no pé do jogador do Palmeiras. TRACI manipula o replay do vídeo para que MACHADO veja uma imagem da perfeita posse e controle de bola que, na verdade, NUNCA existiu.

MACHADO confirma sua chegada ao monitor do VAR para ver uma imagem parada que está enganosamente pausada para mostrar posse e controle de bola… mas as condições exigidas pelo DOGSO de posse e controle de bola NUNCA foram configuradas.

Nenhuma das quatro condições de um DOGSO foram atendidas, e o DOGSO exige que TODAS as condições sejam atendidas. Como resultado da manipulação da visualização do vídeo por TRACI para estabelecer de forma enganosa duas condições de DOGSO que NÃO foram cumpridas (posse e controle de bola), MACHADO decidiu confirmar um DOGSO e expulsar o nº 34 Adryelson

Então, além da aparente manipulação de uma “imagem congelada” para mostrar uma posse de bola que não existia, o que o Oficial do VAR TRACI escolheu NÃO mostrar ao árbitro da partida?

Havia um ângulo de câmera melhor para mostrar?

…porque este é o ângulo da câmera [veja no vídeo acima] que o árbitro de VAR TRACI não permitiu que o árbitro de campo visse.

Isso prova (1) que havia possibilidade de chance domínio da bola por parte do Adryelson, (2), que Adryelson realmente tocou na bola primeira, (3) que não houve posse ou controle da bola pelo jogador do Palmeiras, e (4) que o engano da “imagem congelada” mostrando posse de bola não passou de um breve desvio

O Tribunal de Justiça Desportiva decidiu duas vezes que a decisão do VAR de expulsar o jogador foi um erro, um erro que levou o Palmeiras a superar uma desvantagem de 1 a 3, e vencer o jogo decisivo do campeonato… e transformar uma provável desvantagem de 9 pontos na tabela do Campeonato Brasileiro em uma desvantagem de 3 pontos.

Resta uma pergunta ao Sr. Traci: Por que a apresentação do vídeo foi manipulada para dar a falsa impressão de posse e controle; e porque a o melhor ângulo não foi compartilhado com o árbitro de campo?

A manipulação da apresentação do vídeo pelo árbitro do VAR Traci claramente destruiu o campeonato de 2023, mas não houve qualquer pedido para que ele esclarecesse as suas ações.”

John Textor - Botafogo x Atlético-GO — Foto: Vítor Silva/Botafogo

Foto: Vitor Silva / Botafogo, extraído do link acima:

– Análise da Arbitragem para Manthiqueira 0x3 Paulista.

Faz tempo que eu não comentava uma partida tão tranquila: pouquíssimas faltas, sem lances polêmicos, bastante fair play… Manthiqueira e Paulista não deram trabalho para o árbitro Rafael Gomes Félix da Silva. Para o juizão, existem duas observações: não houve exigência (é ruim para quem avalia o árbitro, pois não há muito o que dizer) e bom para o espetáculo, pois nem se lembrou de que havia alguém apitado.

Destaque para o jogo “encaixado” do Galo. Em que pese a fragilidade do adversário, o Paulista fez tudo certinho: Caveira foi bem, o esquema tático funcionou e o time ganhou moral. Para o campeonato, imagino que os outros adversários aumentaram a preocupação em enfrentar o Tricolor Jundiaiense.

– Há 18 anos, num certo Brasileirão…

Olhem só como o Campeonato Brasileiro era diferente em 2006:  Paraná Clube, São Caetano, Santa Cruz e Figueirense (que quase foi à Libertadores) estavam no torneio. O Palmeiras flertava com a série B e o São Paulo reinava.

Veja como as coisas mudam:

– Firmino no Corinthians?

Agenda positiva?

Roberto Firmino no Corinthians é “forçação de barra”… onde vai arranjar dinheiro para pagá-lo?

E tem gente que “compra a ideia…”.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Fluminense.

E para o confronto entre o Massa Bruta e o Tricolor Carioca, a CBF escalou:

Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Árbitro Assistente 1: Fernanda Nandréa Gomes Antunes – MG
Árbitro Assistente 2: Rafael Trombeta – PR
Quarto Árbitro: Fábio Augusto Santos Sá Junior – SE
Assessor de Arbitragem: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR1: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Adriano Barros Carneiro – RS
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia – RJ

Paranaense de Campo Largo e com 41 anos, embora desconhecido no Brasileirão para muitos, Lucas tem muita experiência no Campeonato Paranaense. Estreou na Série A do Brasileirão somente nesse ano, e pelas diversas competições da CBF, já apitou os 4 grandes paulistas.

Eu gosto do estilo de jogo dele: não vulgariza cartões, nem marca qualquer faltinha. Lembra, muitas vezes, o estilo de arbitragem europeia.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo do Red Bull Bragantino x Fluminense pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 28/07, às 11h. Mas desde às 10h estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Pobres Palmeiras x Vitória e Fortaleza x São Paulo…

Caio Max Ribeiro foi o VAR intrometido que cometeu um erro grave na partida Red Bull Bragantino x Athletico Paranaense, sugerindo a expulsão equivocada do goleiro Cleiton. Veja só: https://professorrafaelporcari.com/2024/07/22/o-erro-na-expulsao-do-goleiro-cleiton-explicado-e-ilustrado-com-imagens-do-jogo/

Ele também era o VAR do pênalti inexistente de Pedro no Flamengo x Fortaleza (aquele que o flamenguista chutou o chão). Relembre: https://professorrafaelporcari.com/2024/07/11/o-penalti-em-pedro-no-flamengo-x-fortaleza/

Pois bem: a CBF o premia na próxima rodada o escalando para Palmeiras x Vitória!

Aliás, o novato Davi de Oliveira Lacerda, o árbitro capixaba da polêmica em Palmeiras x Cruzeiro, vai apitar Fortaleza x São Paulo!

Depois a CBF não quer receber críticas…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Manthiqueira x Paulista:

A FPF escalou para o confronto entre Academia Desportiva Manthiqueira x Paulista Futebol Clube a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rafael Gomes Félix da Silva
Árbitro Assistente 1: Osvaldo Apipe de Medeiros Filho
Árbitro Assistente 2: Ítalo Magno de Paula Andrade
Quarto Árbitro: Marcelo de Jesus Santos
Analista de Video: Cláudio Roberto da Costa

Uma escala curiosa: em 2018 e 2019, Rafael apitou bem a série A1. E aí, em 4 anos, caiu para a série A4. Nesse ano, foi quarto-árbitro na semana passada em ECUS x Paulista. Aliás, ele também foi quarto-árbitro na final do amador jundiaiense no ano passado (Ponte Preta x Sampdória).

É um árbitro regular, que apita como outro qualquer e com experiência na A1. Não sei se houve algum problema extra-campo para o rebaixamento de divisão do meu xará.

Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Manthiqueira x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo, no sábado, começa às 15h, mas desde às 14h o Time Forte do Esporte já estará no ar.