Agora, o assunto é: o São Paulo “entregaria o jogo” para a Ponte Preta, a fim de complicar a vida do Palmeiras no Campeonato Paulista?
Ora, os atletas são profissionais… não creio nisso, em pleno século 21. Mas, sem puritanismo: às vezes, acontece…
Agora, o assunto é: o São Paulo “entregaria o jogo” para a Ponte Preta, a fim de complicar a vida do Palmeiras no Campeonato Paulista?
Ora, os atletas são profissionais… não creio nisso, em pleno século 21. Mas, sem puritanismo: às vezes, acontece…
E para o confronto do Galo contra o Touro, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Pietro tem 33 anos de idade e há 12 temporadas apita pela FPF. Costuma deixar o jogo correr e não gosta de indisciplina. Já apitou em diversas divisões o Galo, sem nenhum problema (contra o Manthiqueira, Grêmio Prudente e São José). Em uma Copa São Paulo, Paulista 1×5 Athlético Paranaense, foi muito bem (exceto quanto ao posicionamento em bola parada, fruto da sua inexperiência à época).
Resumindo: um típico árbitro dessa divisão, tentando voos mais altos, assim como os próprios times.
Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe Barretos x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Luiz Henrique Gurian, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 20h00 (19/02), mas desde às 19h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?
Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço. A árbitra reage e tira seu braço.
Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.
Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.
A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?
Veja:
Estamos acompanhando o movimento dos jogadores brasileiros de futebol contra o gramado sintético. Aqui em nosso país, Palmeiras, Botafogo e Athlético tem esse piso. Obviamente, jogadores desses clubes não participaram desse protesto.
A queixa é: as lesões! E é por esse motivo que na Europa não se joga no “artificial”.
Eu me lembro que no começo dos anos 2000, houve um Mundial Sub 15 na Finlândia, com estádios de gramado sintético. Dizia-se que esse piso seria o futuro do esporte, pois a manutenção seria mais fácil, além de outras benesses (os finlandeses estão próximos ao Círculo Polar Ártico, então justificaria-se tal tentativa).
No Brasil, já dissemos, se questiona demais as lesões dos atletas. Na Europa, em sua maioria, as grandes ligas não adotam esse modelo justamente para prevenção. Com a ideia de arenas multi-uso, também o Pacaembu adotou o sintético e a Arena MRV terá o piso trocado.
Com exceção de alguns clubes amadores, havia poucas partidas profissionais em sintético na minha época. E para esses pisos (bem como para gramados duros / secos), eu apitava usando uma chuteira de trava baixa com amortecedor (me recordo até hoje: me custou caríssimos R$ 880,00, da Adidas, comprada na Bayard do Shopping Center Norte, e que posteriormente Wilson Luís Seneme adquiriu uma igual). Nunca me lesionei com ela.
Nos gramados naturais diversos, eu usava uma trava mais alta ou outra mais moderada, sempre tomando cuidado para evitar lesões. E era justamente por culpa dos gramados esburacados do Interior Paulista.
Se me perguntassem o que eu preferiria hoje, responderia sem titubear: para eu correr (com calçado adequado) no sintético! Mas para apitar, no natural (desde que de boa qualidade), pois a bola pula mais, os jogadores deslizam mais no carrinho e, um macete, é você calibrar a bola “com um pouquinho menos de pressão”.
Aqui, me colocando no lugar dos jogadores: se eles, que sofrem mais do que os árbitros, não querem o sintético, que se privilegie o natural!

Times que não se preocuparam com a qualidade do jogo, treinadores que mandaram “matar as jogadas” no melhor estilo Felipão / Marcelo Veiga, além do árbitro que não estava a fim de jogo.
Devolverão o ingresso a quem pagou caro para assistir Palmeiras x São Paulo?
Um desabafo de quem gosta de futebol: esses técnicos estrangeiros ganham tanto e são badalados para mandar a campo “isso”?
E se Santos, São Paulo ou Palmeiras ficarem fora da próxima fase do Campeonato Paulista?
Além do prejuízo financeiro, haverá constrangimento. O Palmeiras tem um treinador caro, o SPFC investiu em Oscar e o Santos repatriou Neymar.
Ouvi tal ideia do amigo Flávio Prado: “Se caírem fora, já pensou um amistoso Santos x Palmeiras? Vai ter mais público do que os mata-matas do Paulistão”.
E não é que ele tem razão? O Santos lotaria qualquer estádio só para verem o Neymar, por exemplo. É hora de afinar o time e faturar.
E aí, o que você pensa sobre isso?
Debaixo de um forte sol, tivemos no Estádio Jayme Cintra uma arbitragem regular/ruim (com poucos momentos altos e muitos baixos) de Jeferson Silvestrini.
Ele não teve erros técnicos (o que é bom). Correu bastante no forte calor (isso é ótimo), mas deixou de expulsar Wesllen por Segundo Amarelo ainda no primeiro tempo (o que foi ruim) e não conseguiu se fazer atendido nas advertências verbais (o que é péssimo).
Vide nossas anotações abaixo:
O árbitro começou bem a partida, deixando a bola rolar. Porém, com 10 minutos de jogo, os atletas começaram a dar entradas mais fortes. Pedro Lima (UAB) tomou um correto amarelo por falta temerária contra um atacante, Mariano (PFC) por atitude inconveniente e Wesllen (BAR) por uma pegada em Marolla (PFC). Tudo isso em 4 minutos, e aí o jogo “acalmou mais”.
João Choco (7 PFC) deu uma entrada forte e desnecessária em Mastherson (13 UAB). O árbitro provavelmente não viu e demorou a marcar; orientado pelo assistente, o fez. Poderia até ter recebido Cartão Amarelo, e não recebeu. Desse lance, na lateral do campo, a falta foi cobrada e resultou no gol.
Aos 31 minutos, o erro maior do árbitro: Wesllen (UAB) já tinha Cartão Amarelo e comete uma falta dura. Era para receber o segundo amarelo e consequentemente vermelho. Ficou só na advertência verbal, mas Chichota (UAB), por reclamação, foi amarelado.
Se expulso Wesllen, teríamos 11×10 por pelo menos 59 minutos.
Mais nervoso, o Paulista começou a se desesperar e cometer faltas bobas. Vitinho Nascimento (PFC), por exemplo, tentou roubar um bola no ataque e deu uma forte entrada no zagueiro. Cartão Amarelo bem aplicado.
47m: Lucas Silva (PFC) perdeu a bola, permitiu o ataque do adversário e apelou com um puxão na camisa. Também recebeu Amarelo.
No segundo tempo, a partida continuou pegada e o árbitro foi apitando as faltas conforme ocorriam. Talvez a maior dificuldade foi conter a cera. Faltou se impor mais nas advertências.
Irritou, na segunda etapa, as quedas dos atletas. Árbitro experiente intimida e adverte a contento, e os atletas respeitam. Não foi isso o que aconteceu.
Por 4 vezes, ele chamou a advertência verbal do goleiro. Somente aos 73 minutos, na 5ª oportunidade, deu cartão ao goleiro.
No último minuto de jogo, Givigi (PFC) foi atingido com um pontapé por Vitor Zaga (UAB), corretamente expulso. Porém, no bololô, ele tenta revidar com um chute, que não atinge o adversário (que já tinha recebido o Vermelho). Se tivesse VAR, Givigi bisonhamente seria expulo também.
Até o quarto árbitro João Avelino bobeou: entrou o 18 no 9, e ele acendeu a placa com o número 20… depois consertou.
Me impressionou negativamente o desespero do Paulista ao tomar o primeiro gol. Estando sem ser vazado e com 100% de aproveitamento na A4, não era o fim do mundo perder. Jogava bem, e deveria manter o ritmo. Mas emocionalmente bateu a ansiedade, parecendo que estava perdendo o título. CALMA! E isso se viu nas falhas bisonhas da zaga (vide a falha no segundo gol sofrido).
Gols: 1×3
Faltas: 16×20
Cartões Amarelos: 3×7 , Cartões Vermelhos 0x1.
Público: 3.523 pagantes
Renda: R$ 67.310,00
E para o confronto do Massa Bruta contra o Norusca, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Lucas Canetto Bellote
Árbitro Assistente 1: Ricardo Pavanelli Lanutto
Árbitro Assistente 2: Juliana Vicentin Esteves
Quarto Árbitro: Henrique Otto Cruz Hengstmam
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR1: Leonardo Augusto Villa
AVAR2: Adeli Mara Monteiro
Observador VAR: Marcelo Rogério
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Video: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Marcela Barroso P Camillo
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes
Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço com a atual gestão, mas vem voltando a ter chances.
Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.
Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Noroeste pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 15/02, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Em Janeiro de 2014, eu ostentava orgulhosamente essa mesma camisa e estava com esse mesmo tênis (novo à época). Era o início da A1 daquela temporada (a última do Galo na primeira divisão) contra o Audax.
Hoje, mesmo na 4a divisão, vamos com igual entusiasmo torcendo para o Paulista FC subir à A3, alcançando nesse sábado a 7ª vitória consecutiva, sem tomar gols no campeonato. Assim, acompanhe conosco Paulista x Barbarense pela Rádio Difusora.

Perguntar não ofende: pra que tanta frescura da FPF na divulgação das escalas?
Agora, 21h, e não se sabe quem apitará Palmeiras x São Paulo. Deverá ser Flávio Rodrigues de Souza ou Matheus Candançan (já que Abel esperneou contra Claus no jogo do Corinthians).
Mas a demora…
E para o confronto do Galo contra o Leão,
Árbitro: Jeferson Silvestrini
Árbitro Assistente 1: Douglas Marcel Borges
Árbitro Assistente 2: Leonardo Franzoni Guarnieri
Quarto Árbitro: João Batista do Nascimento Avelino
Analista de Vídeo: Hélio Mauro Viana Martins
Jeferson tem 39 anos e há 13 temporadas atua na FPF. Chegou a trabalhar na A2, mas perdeu espaço. Ultimamente, tem apitado categorias amadoras, A3 e A4 (como árbitro e como 4º árbitro).
Experiência ele tem, mas poucos jogos testados em partidas difíceis. Como o Paulista vem jogando bem (exceto na questão do excesso de cartões recebidos, isso me preocupa), creio que teremos um jogo tranquilo.
Acompanhe Paulista de Jundiaí x União Barbarense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (15/02), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Eu tive a cautela de esperar algum tempo para entender e escrever sobre a nova Comissão de Arbitragem da CBF. E, ao meu ver, parece ser mais uma grande “jabuticaba”. Ou seja: um modelo que só existe aqui.
Assim como a regra do chute na bandeira ou dos pênaltis de queimada, uma nova forma surgiu: há um Comitê, que supostamente é uma Comissão, onde um gestor orienta o trabalho de seus comandados. Paralelamente, nomes importantes da arbitragem palpitam sobre as decisões em forma de Consultoria ao Comitê, que acata ou não os aconselhamentos.
Em tese: Rodrigo Martins Cintra, ex-árbitro que se aposentou jovem, organiza os trabalhos da Comissão de Arbitragem com uma equipe com ex-bandeiras e ex-árbitros (Marcelo Van Gassen, Fabrício Vilarinho, Luiz Câmara Bezerra, Eveliny Almeida e tendo o nome mais conhecido o de Luiz Flávio de Oliveira, que ainda apita por São Paulo e deve parar). Na retaguarda, atualizando e palpitando está o ex-árbitro italiano Nicola Rizolli (apitou a final da Copa de 2014), o ex-árbitro argentino Nestor Pitana (apitou a final da Copa de 2018) e o ex-árbitro Sandro Meira Ricci.
Na prática: Cintra, que tem um estilo bem centralizador, será o chefe da Comissão de Árbitros. E da mesma forma que peitava jogadores, peitará cartolas (será inevitável). Luiz Flávio, que não tem o estilo de liderança, será apenas um contraponto pelo seu estilo low profile. Os consultores renomados, enfim, foram árbitros de destaque mas que não são cartolas com bagagem suficiente (Pitana ficou pouco dias como chefe da Comissão do Equador). Eles palpitarão e Cintra, se quiser, mudará ou não sua opinião.
Aliás, vide que a CBF copia a FPF, que trouxe o argentino Patrício Loustau (nesse caso, como chefe da Comissão). À boca pequena, fala-se que quem trouxe e tirou Seneme foi Reinaldo Carneiro Bastos, o verdadeiro chefe da CBF. Aliás, a mudança da CA da CBF aconteceu igualzinho ao que acontece na FPF: um ou dois meses antes do torneio principal acontecer, com a entidade ainda em compasso de espera.
A ironia: por muito tempo, Cintra, aspirante à FIFA, quase herdou o escudo internacional de Wilson Luís Seneme. E hoje, ele herda a cadeira do próprio Seneme.
Por fim: antes de Seneme assumir o cargo, tentou-se o português Victor Pereira (homônimo do treinador). Os clubes não gostaram da ideia. Eles, no fundo, preferem brasileiros (pela obvia facilidade de fazer pressão). Justo os clubes que contratam treinadores estrangeiros aos montes…
Torço para que dê certo, mas não acredito que o modelo funcionará. Conheço, trabalhei e me relacionei bastante com Cintra, Luiz Flávio, Eveleny e outros. São / foram honestos e competentes dentro das quatro linhas. Mas todos serão marinheiros de primeira viagem.
Me chamou a atenção a frase de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF: ele quer “um futebol mais alegre, disciplinado e purificado”. O que seria alegria, disciplina e purificação da arbitragem?
Foto pesada… olhe só:

E se Santos, São Paulo ou Palmeiras ficarem fora da próxima fase do Campeonato Paulista?
Além do prejuízo financeiro, haverá constrangimento. O Palmeiras tem um treinador caro, o SPFC investiu em Oscar e o Santos repatriou Neymar.
Ouvi tal ideia do amigo Flávio Prado: “Se caírem fora, já pensou um amistoso Santos x Palmeiras? Vai ter mais público do que os mata-matas do Paulistão”.
E não é que ele tem razão? O Santos lotaria qualquer estádio só para verem o Neymar, por exemplo. É hora de afinar o time e faturar.
E aí, o que você pensa sobre isso?
Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?
Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço. A árbitra reage e tira seu braço.
Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.
Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.
A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?
Veja:
Estando na UEFA, um dia, o ex-árbitro Pierluigi Colina defendeu a ideia sugerida pelo lendário Sir Alex Fergunson: a de que, em jogos eliminatórios com possível decisão por pênaltis, os tiros penais fossem cobrados ANTES, e não depois das partidas. A proposta não foi para frente (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-kw).
Agora, estando na Comissão de Árbitros da FIFA, Colina sugere a mudança na Regra 14: Tiro Penal. Para ele, os pênaltis não deveriam ter rebotes válidos!
A ideia é: se o cobrador fizer o gol, valeu o gol. Se bater na trave, o goleiro defender ou alguém chutar para fora, se reinicia com tiro livre indireto para a defesa ou com tiro de meta (conforme for o desfecho). De tal forma, uma bola rebotada em cobrança de tiro penal não permitiria a sequência do lance.
Uma das justificativas do italiano é: com tal medida, se evitaria o aglomerado de atletas à beira da grande área, tentando invadir o espaço.
O que você acha da ideia? Deixe seu comentário:
Ops: a proposta não tem chance de ser aprovada a curto prazo. Precisa ser discutida em 2025, para ser testada na temporada 2025/2026 e daí pra frente ser colocada “para valer”, caso os testes tenham bom resultado.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Norusca, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Lucas Canetto Bellote
Árbitro Assistente 1: Ricardo Pavanelli Lanutto
Árbitro Assistente 2: Juliana Vicentin Esteves
Quarto Árbitro: Henrique Otto Cruz Hengstmam
VAR: Adriano de Assis Miranda
AVAR1: Leonardo Augusto Villa
AVAR2: Adeli Mara Monteiro
Observador VAR: Marcelo Rogério
Quality Manager: Eduardo César Coronado Coelho
Analista de Video: Adriano Stange
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Marcela Barroso P Camillo
Técnico de Garantia Estádio: Robson Custódio
Assistente de Área de Revisão: Lucas Wilson Rodrigo de Menezes
Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço com a atual gestão, mas vem voltando a ter chances.
Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.
Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Noroeste pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 15/02, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Eu tive a cautela de esperar algum tempo para entender e escrever sobre a nova Comissão de Arbitragem da CBF. E, ao meu ver, parece ser mais uma grande “jabuticaba”. Ou seja: um modelo que só existe aqui.
Assim como a regra do chute na bandeira ou dos pênaltis de queimada, uma nova forma surgiu: há um Comitê, que supostamente é uma Comissão, onde um gestor orienta o trabalho de seus comandados. Paralelamente, nomes importantes da arbitragem palpitam sobre as decisões em forma de Consultoria ao Comitê, que acata ou não os aconselhamentos.
Em tese: Rodrigo Martins Cintra, ex-árbitro que se aposentou jovem, organiza os trabalhos da Comissão de Arbitragem com uma equipe com ex-bandeiras e ex-árbitros (Marcelo Van Gassen, Fabrício Vilarinho, Luiz Câmara Bezerra, Eveliny Almeida e tendo o nome mais conhecido o de Luiz Flávio de Oliveira, que ainda apita por São Paulo e deve parar). Na retaguarda, atualizando e palpitando está o ex-árbitro italiano Nicola Rizolli (apitou a final da Copa de 2014), o ex-árbitro argentino Nestor Pitana (apitou a final da Copa de 2018) e o ex-árbitro Sandro Meira Ricci.
Na prática: Cintra, que tem um estilo bem centralizador, será o chefe da Comissão de Árbitros. E da mesma forma que peitava jogadores, peitará cartolas (será inevitável). Luiz Flávio, que não tem o estilo de liderança, será apenas um contraponto pelo seu estilo low profile. Os consultores renomados, enfim, foram árbitros de destaque mas que não são cartolas com bagagem suficiente (Pitana ficou pouco dias como chefe da Comissão do Equador). Eles palpitarão e Cintra, se quiser, mudará ou não sua opinião.
Aliás, vide que a CBF copia a FPF, que trouxe o argentino Patrício Loustau (nesse caso, como chefe da Comissão). À boca pequena, fala-se que quem trouxe e tirou Seneme foi Reinaldo Carneiro Bastos, o verdadeiro chefe da CBF. Aliás, a mudança da CA da CBF aconteceu igualzinho ao que acontece na FPF: um ou dois meses antes do torneio principal acontecer, com a entidade ainda em compasso de espera.
A ironia: por muito tempo, Cintra, aspirante à FIFA, quase herdou o escudo internacional de Wilson Luís Seneme. E hoje, ele herda a cadeira do próprio Seneme.
Por fim: antes de Seneme assumir o cargo, tentou-se o português Victor Pereira (homônimo do treinador). Os clubes não gostaram da ideia. Eles, no fundo, preferem brasileiros (pela obvia facilidade de fazer pressão). Justo os clubes que contratam treinadores estrangeiros aos montes…
Torço para que dê certo, mas não acredito que o modelo funcionará. Conheço, trabalhei e me relacionei bastante com Cintra, Luiz Flávio, Eveleny e outros. São / foram honestos e competentes dentro das quatro linhas. Mas todos serão marinheiros de primeira viagem.
Me chamou a atenção a frase de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF: ele quer “um futebol mais alegre, disciplinado e purificado”. O que seria alegria, disciplina e purificação da arbitragem?
Comparar jogadores de futebol ao longo da história, dá certo?
Uma boa discussão sobre isso é o que temos na minha coluna no Jornal de Jundiaí de hoje, abaixo:
Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?
Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço. A árbitra reage e tira seu braço.
Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.
Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.
A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?
Veja:
No último Grenal, o auxiliar técnico do treinador Roger Machado foi expulso, e pela regra do Campeonato Gaúcho, quando um assistente ou membro de Comissão Técnica é expulso, ele, treinador, mesmo não tendo feito nada, deve sair de campo.
Aqui, configura-se um DESVIO da Regra Oficial do Futebol. O que provavelmente a Federação Gaúcha criou foi uma alteração da própria alteração da Regra 12 (Faltas e Conditas Incorretas).
Desde 2023, a regra mudou: se um membro da Comissão Técnica ou um jogador substituto reclamar contra a arbitragem e esse não for identificado para receber o Cartão Amarelo, o treinador passa a ser responsável pelo banco e recebe, ele, a Advertência (justamente por não se ter identificado quem cometeu a infração). Se já tiver recebido Amarelo outrora, deve ser expulso. No RS, o caso é diferente: se um membro da Comissão Técnica identificado receber uma expulsão, é punido também o treinador. Isso não existe! A Regra responsabiliza o técnico quando não há identificação; quando há, não pode fazer isso.
Questiono: a FIFA sabe que a FGF faz isso? Se souber, evidentemente proibirá, pois é uma alteração não permitida da Regra Oficial do Jogo.
E para o confronto do Galo da Japi contra o Leão da Caneleira no Estádio Espanha, a FPF escalou:
Camilo tem 44 anos e é árbitro “das antigas”. Apitou muitos jogos da A3 e A2, e ultimamente (apesar de ter mais de 20 anos de FPF) só tem apitado Bzinha e A4. Trabalhou, inclusive, como 4º árbitro nessa divisão recentemente.
Ele sabe apitar, tem experiência, se impõe bem e entende do ramo (provavelmente, está escaldo pra suprir a ”falta de pulso” do juizão de sábado). A questão é: estaria motivado? Afinal, a gestão de carreira da FPF tem sido desrespeitosa com muita árbitros…
Torço para um bom jogo e uma ótima arbitragem
Acompanhe Paulista de Jundiaí x Colorado Caieiras pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Luiz Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (12/02), mas desde às 14h30 o Time Forte do Esporte já estará no ar.
Eu ouvi as queixas de Alexandre Mattos, dirigente do Cruzeiro, questionando a honestidade do VAR no jogo contra o Atlético Mineiro por conta do seu estado de origem (sim, ele fez isso ao realizar uma analogia indevida, após a derrota no clássico pelo Campeonato Mineiro). Rodolpho Toski Marques, responsável pela arbitragem de vídeo, é paranaense de nascimento, mesmo estado de Cuca, treinador do Atlético.
Ora, se for assim, que se invalide e questione os jogos da Raposa apitados por árbitros gaúchos quando Mano Menezes era o treinador. Ou árbitros cariocas quando Vanderlei Luxemburgo por lá passou. E por aí vai!
E fica a dica: que se entregue à Comissão de Árbitros os locais de nascimento dos atletas e dos integrantes das Comissões Técnicas. Em breve, não se poderá apitar árbitro paulista, cearenses, baiano, argentino, paraguaio ou português. E dentro dessa isenção total, escale-se árbitros da China, da Eslováquia, do Uzbequistão e de demais países que não tenham jogadores no Campeonato Mineiro ou Brasileirão.
Confesso: eu senti constrangimento alheio. Vergonha total em saber que um dirigente do esporte que tanto gosto, consegue transferir a culpa de uma derrota com um argumento tão vagabundo como esse. Lamentável!
Vale a pena entender o caso: Paquetá jogou a carreira fora… e provavelmente se verá Luiz Henrique enrolado também.
Na manchete:

A linha do tempo do Facebook surpreende: olhe aqui um dia bacana, lá no Bate Pronto da Jovem Pan!
Sou o “minhoquinha” no meio dessas feras! De fato, preciso aprender muito com eles.

Estando na UEFA, um dia, o ex-árbitro Pierluigi Colina defendeu a ideia sugerida pelo lendário Sir Alex Fergunson: a de que, em jogos eliminatórios com possível decisão por pênaltis, os tiros penais fossem cobrados ANTES, e não depois das partidas. A proposta não foi para frente (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-kw).
Agora, estando na Comissão de Árbitros da FIFA, Colina sugere a mudança na Regra 14: Tiro Penal. Para ele, os pênaltis não deveriam ter rebotes válidos!
A ideia é: se o cobrador fizer o gol, valeu o gol. Se bater na trave, o goleiro defender ou alguém chutar para fora, se reinicia com tiro livre indireto para a defesa ou com tiro de meta (conforme for o desfecho). De tal forma, uma bola rebotada em cobrança de tiro penal não permitiria a sequência do lance.
Uma das justificativas do italiano é: com tal medida, se evitaria o aglomerado de atletas à beira da grande área, tentando invadir o espaço.
O que você acha da ideia? Deixe seu comentário:
Ops: a proposta não tem chance de ser aprovada a curto prazo. Precisa ser discutida em 2025, para ser testada na temporada 2025/2026 e daí pra frente ser colocada “para valer”, caso os testes tenham bom resultado.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Botafogo, a FPF escalou:
Guilherme vai para a sua 8ª temporada na FPF e tem 30 anos. Todo ano, foi subindo uma divisão na carreira, e nessa 3ª feira fará apenas sua terceira partida como árbitro na série A1.
Tem bom porte físico, corre bastante, procura deixar o jogo correr e aplica bem os cartões. Mas não foi testado ainda em jogos difíceis.
Detalhe: nesse ano, tem sido “8 ou 80” nas escalas: ou FIFAs, ou novatos. E de novo, Matheus Candançan, que apitou Red Bull Bragantino x Corinthians e depois uma sequência grande de jogos, vai para uma partida como… VAR!
Não entendo essa incoerência, sinceramente.
Acompanhe conosco o jogo entre Botafogo vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça 11/02, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Sobre os detalhes (e a correção ou não) das expulsões de Juninho Capixaba e Gabigol, em: https://youtu.be/XkJ4CbbaqkI?si=FEc8_4ngW295G_uH
No último Grenal, o auxiliar técnico do treinador Roger Machado foi expulso, e pela regra do Campeonato Gaúcho, quando um assistente ou membro de Comissão Técnica é expulso, ele, treinador, mesmo não tendo feito nada, deve sair de campo.
Aqui, configura-se um DESVIO da Regra Oficial do Futebol. O que provavelmente a Federação Gaúcha criou foi uma alteração da própria alteração da Regra 12 (Faltas e Conditas Incorretas).
Desde 2023, a regra mudou: se um membro da Comissão Técnica ou um jogador substituto reclamar contra a arbitragem e esse não for identificado para receber o Cartão Amarelo, o treinador passa a ser responsável pelo banco e recebe, ele, a Advertência (justamente por não se ter identificado quem cometeu a infração). Se já tiver recebido Amarelo outrora, deve ser expulso. No RS, o caso é diferente: se um membro da Comissão Técnica identificado receber uma expulsão, é punido também o treinador. Isso não existe! A Regra responsabiliza o técnico quando não há identificação; quando há, não pode fazer isso.
Questiono: a FIFA sabe que a FGF faz isso? Se souber, evidentemente proibirá, pois é uma alteração não permitida da Regra Oficial do Jogo.
Eu ouvi as queixas de Alexandre Mattos, dirigente do Cruzeiro, questionando a honestidade do VAR no jogo contra o Atlético Mineiro por conta do seu estado de origem (sim, ele fez isso ao realizar uma analogia indevida, após a derrota no clássico pelo Campeonato Mineiro). Rodolpho Toski Marques, responsável pela arbitragem de vídeo, é paranaense de nascimento, mesmo estado de Cuca, treinador do Atlético.
Ora, se for assim, que se invalide e questione os jogos da Raposa apitados por árbitros gaúchos quando Mano Menezes era o treinador. Ou árbitros cariocas quando Vanderlei Luxemburgo por lá passou. E por aí vai!
E fica a dica: que se entregue à Comissão de Árbitros os locais de nascimento dos atletas e dos integrantes das Comissões Técnicas. Em breve, não se poderá apitar árbitro paulista, cearenses, baiano, argentino, paraguaio ou português. E dentro dessa isenção total, escale-se árbitros da China, da Eslováquia, do Uzbequistão e de demais países que não tenham jogadores no Campeonato Mineiro ou Brasileirão.
Confesso: eu senti constrangimento alheio. Vergonha total em saber que um dirigente do esporte que tanto gosto, consegue transferir a culpa de uma derrota com um argumento tão vagabundo como esse. Lamentável!
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista,
Edina Alves completa o número de árbitros FIFA que trabalharam nos jogos do Braga. Em algumas partidas, contra pequenos, árbitros bem jovens. Contra grandes, árbitros experientes. Tem sido a toada da FPF nas escalas.
Ela está trabalhando em bastante jogos (6 partidas de 8 possíveis), está com muito ritmo de jogo e bem condicionada. Torço para que não tenhamos problemas de ordem técnica / interpretativa.
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 08/02, 18h30. Mas desde às 17h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!