Algumas nuances de Seleção Argentina 4×1 Seleção Brasileira, em: https://youtu.be/SEXEW4ZDTuc?si=NNj8n0GosujRwOkm
Futebol
– Romeu Pelliciari, 114.
Se vivo fosse, o jundiaiense Romeu Pelliciari completaria 114 anos!
E sobre esse craque do futebol, extraído do Facebook de “Jundiahy Ontem, Hoje & Amanhã”, no texto de Carlos Zagotti:
ROMEU PELLICIARI
Atacante e meia nasceu em Jundiaí no dia 26 de março de 1911.
Pelo São João jogou entre 1928 e 1929, quando ainda o clube era amador. Antes disso, jogou no Clube Amador Barranco, que fundou com um irmão, primos e vizinhos.
Aos 15 anos, Pelicciari era ídolo no clube, que tinha na época a melhor equipe da cidade.
Peitudo e ombros largos, tinha uma calvície precoce, por isso, diz a lenda, usava um gorro que era sua marca registrada. Apresentava certa finura no trato com a bola, dibles curtos e sutis.
Na década de 30 foi jogar no Palmeiras. Jogou também no Fluminense, onde ajudou o tricolor a levantar as taças de 1936, 1937, 1938, 1940 e 1941.
Em sete anos, marcou 86 gols em 201 jogos.
O craque jogou a Copa da França, em 1938, mas pela Seleção Brasileira jogou 13 vezes, com quatro vitórias, três empates, seis derrotas e três gols marcado.
Encerrou a carreira em 1947 e voltou para São Paulo, onde montou um restaurante na Rua Pamplona, chamado Cantina do Romeu.
Em sua homenagem teve seu nome marcado, a Avenida Romeu Pelicciari, uma das maiores avenida no Jardim Pacaembu, em nossa querida Jundiaí.
👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏
#CABEZA!
– Sobre a arbitragem para Corinthians x Palmeiras (Jogo de volta da Decisão do Paulistão 2025).
Matheus Delgado Candançan, 26 anos, o FIFA mais jovem da América Latina, será o árbitro do Derby derradeiro do Paulistão. Mas por que ele está escalado nesse jogo, e não Raphael Claus, o melhor árbitro do Brasil?
A lógica mandaria Candançan na primeira partida e Claus na segunda. Porém, Patrício Loustau, o argentino chefe dos árbitros da FPF, entendeu o seguinte:
Como o Palmeiras vinha da polêmica da classificação após o lance do pênalti inexistente em Vitor Roque, e o Corinthians da eliminação na Libertadores da América, o clima da decisão seria pesado. Se Candançan não fosse bem e tivéssemos lances duvidosos, você teria 10 dias de discussões até o segundo jogo (e isso, no mundo do futebol, é uma eternidade). Assim, escalou Raphael Claus, muito mais experiente, com Copa do Mundo no curriculum e pré-selecionado para o Mundial de Clubes da FIFA, para apitar e não deixar nenhum resquício de reclamação para o segundo jogo. Assim, Candançan “recebe” a partida final com muito mais tranquilidade.
E por que Candançan?
Porque os outros FIFAs não poderiam estar nesse jogo. É “muito pesado” para Daiane Muniz. Edina Alves está em mau momento e Flávio Rodrigues de Souza foi mal na semifinal. Candançan foi bem regular, é disciplinado e ao mesmo tempo disciplinador, e a grande aposta da FPF para os próximos anos. Contra ele, apenas a “pipocada” em Corinthians x Santos, onde precisou da ajuda do VAR para expulsar Zé Ivaldo (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-3C4).
Torcerei para um grande jogo e uma ótima arbitragem.
Em tempo, são 22 nomes na escala da decisão. E ao verificar João Vitor Gobbi como 4º árbitro, a FPF sinaliza: seria ele a herdar, no final do ano, o escudo FIFA de Flávio Rodrigues de Souza?
– Argentina 3×1 Brasil (parcial).
Me corrijam se eu estiver errado:
Léo Ortiz, titular do Flamengo e melhor zagueiro do futebol nacional desde os tempos de Red Bull Bragantino, só é banco na Seleção porque o Murilo tem mais carimbo no passaporte.
Confere?
Que coisa…
– Como anda a SAF da EXA com o Paulista FC?
Há pouco, conversei com a secretária de Pedro Mesquita, proprietário da EXA Capital. Ele não quer dar entrevista no momento (nem falada, nem escrita).
Perguntei como andava a negociação entre EXA e Paulista FC, se estava “avançando, estagnada ou encerrada“.
A resposta foi:
“Por orientação do nosso jurídico, não podemos falar sobre transações”.
Questionei que, se não é possível falar, é porque ainda existe uma transação, correto?
E a devolutiva:
“Sabe como os advogados são cautelosos…
Ou seja: nada disse! Ou deu a entender que existe algo ainda sendo conversado?
– Dia Nacional do Orgulho Gay: Reflexões.
Do ano retrasado, para refletir:
Quando ocorreu o “Dia Nacional do Orgulho Gay (25/03)”, o SPFC (assim como outros times de futebol) fizeram postagens nas Redes Sociais pedindo o fim da homofobia (e o ambiente das arquibancadas é carregado disso).
A foto da esquerda é uma postagem do São Paulo, e nos comentários, há elogios e muitas críticas, beirando a própria homofobia, e algumas mais descaradas como “desnecessário” e outras com palavrões que me recuso a publicar aqui.
A foto da direita tem uma pergunta pertinente do perfil de “Estrelinha @Lekass_”: “Me diga, se fosse 2 homens tirando uma foto dessa na arquibancada laranja?”
Enfim, a questão é: por mais que se peça respeito nas arquibancadas, haverá o machismo, o preconceito e a confusão de que “respeitar é fazer apologia”.
Parabéns por quem, ao menos, tenta respeitar e promover o respeito no futebol. E paciência pelas críticas que surgirão.
– Andrés Rojas (o árbitro de Argentina vs Brasil) e… Raphinha!
Jogador de futebol precisa ser mais inteligente emocionalmente. Li a declaração polêmica de Raphinha sobre “dar porrada” e outras questões que soam como provocação ao adversário.
Cá entre nós: em tempos nos quais o Brasil está brigando com os vizinhos sulamericanos por questões de racismo, e tem como contrapartida de que existe recepção violenta da polícia contra estrangeiros em nosso país, me questiono: a fala de Raphinha agrega o quê?
O único prejudicado com isso é o próprio Raphinha. Se um adversário dividir a bola com ele, não terá a preocupação de “tirar o pé” para evitar uma lesão. No futebol, brinca-se que em determinados atletas, quando o jogador vai fazer a falta, vai “bater com gosto”.
- E a arbitragem, como fica?
Apitará Andrés Rojas, colombiano, que não é “primeira linha da Conmebol”. Foi ele que, em um Atlético x Boca Jrs pela Libertadores (2021) fez uma lambança e pegou um gancho de 6 meses por ter prejudicado os argentinos. Apitou há algum tempo Fortaleza x Corinthians e Corinthians x Red Bull Bragantino.
Rojas costuma usar muito os cartões amarelos e vermelhos. Em seus últimos jogos arbitrados (exceto o Campeonato Colombiano), tem 12 partidas trabalhadas com 10 vitórias do mandante e dois empates.
Pensando como árbitro: se apitarei um Argentina x Brasil, quero saber tudo o que se fala do jogo para me preparar. E ao ouvir a entrevista de Raphinha e a polêmica, tenho duas opções:
- Fico atento para protegê-lo de possíveis tentativas do adversário em atingi-lo; ou,
- Na primeira oportunidade, aplico-lhe o cartão amarelo e, se merecer, o vermelho para livrar-me do problema.
Árbitro de primeira linha pensa em cumprir a regra. Outros, em não se comprometer… especialmente com o jogo sendo no Monumental de Nuñes.
– A CBF é o retrato de muitos clubes Brasil afora…
O calendário brasileiro é péssimo; os clubes reclamam da maratona de jogos; a Seleção Brasileira virou piada; os gramados são discutíveis; a arbitragem é um horror; a transparência é contestada; a politicagem sempre é levantada. Mas…
Ednaldo Rodrigues foi reeleito por unanimidade como presidente da CBF. A chapa “Por um Futebol mais inclusivo e sem nenhuma Discriminação de qualquer natureza” (o tema é bom, mas soou – por quem defende – demagógico e de agenda positiva) conquistou todos os votos das Federações, todos os votos dos clubes da série A e também todos os votos dos clubes da Série B.
Candidatos da oposição? Não conseguem concorrer.
Votar contra? Ninguém. Afinal, as verbas oficiais destinadas aos parceiros, ou melhor, às Federações votantes, são polpudas.
Muitos clubes do nosso Interior Paulista agem da mesma forma… só mudando os atores esportivos.
Lamentável.
– Vou torcer para os times da nossa região!
Ao ver as semifinais da A2, acho muito legal se Primavera de Indaiatuba e o Ituano conseguirem o acesso da A2 para a A1. São times simpáticos e que trabalham profissionalmente na gestão, com ex-jogadores à frente (Deco e Juninho Paulista).
Óbvio, da A4 para A3 torcerei para o nosso Paulista de Jundiaí! Que não seja como o Botafogo de 2023, que liderou e não levou… afinal, o Galo Jundiaiense liderou metade do campeonato e depois parou de vencer.
– Que vergonha a decisão do Baianão 2025!
– A CBF orientou os clubes: dará certo? Sobre os mudanças da Regra do Jogo para 2025/2026 e o que há de mais relevante.
As regras do futebol terão alterações a partir de primeiro de junho. Entretanto, para campeonatos que comecem antes, a FIFA dá permissão para antecipação (é o caso do Brasileirão com o seu calendário diferente do europeu).
Abaixo, estão as mudanças. E de todas elas, a Regra 3 tem um item opcional:
- Ninguém pode questionar as decisões do árbitro. As ligas mundo afora, a partir de agora, poderão instituir a permissão ao Capitão para que ele converse respeitosamente com o árbitro, e todos os demais jogadores que tentarem argumentar, OBRIGATORIAMENTE deverão receber cartão amarelo.
A CBF optou pela permissão de que os capitães possam conversar e já informou as mudanças aos clubes. Dará certo?
Segue:
AS MUDANÇAS NAS REGRAS
Como de costume nessa época do ano, a International Board (a “dona das Regras do Jogo”) se reuniu para discutir mudanças e estudos sobre o futebol. Foi o 139º encontro da história!
Em Belfast, na Irlanda do Norte (lembre-se: a IFAB é composta pelos “inventores do futebol”: Irlanda, Escócia, País de Gales e Inglaterra, além da FIFA), decidiram mudanças leves nas seguintes regras:
Regra 3, Os Jogadores: Estava em teste a orientação de que apenas o Capitão de cada equipe poderia conversar com o árbitro, de maneira respeitosa, e os demais jogadores que se manifestassem receberiam Cartão Amarelo. Na Europa isso foi visto em algumas ligas, e agora passa a ser facultativo por torneio: ou seja, se no Campeonato Brasileiro quiser se adotar tal regra, será permitido (há diretrizes para isso que serão redigidas em breve); porém, se não desejar, ficará como antes: ninguém pode contestar a autoridade do árbitro (embora observamos o quanto se tem de reclamação).
Para essa mudança, creio que as diretrizes a serem divulgadas terão mecanismos para que evite o “rodízio de capitães”, uma burla que se têm feito para que diversos atletas possam reclamar.
Regra 8, Início e Reinício do Jogo: O bola ao chão mudou há algum tempo, e agora se vê lances paralisados com a devolução de posse para quem estava com o domínio. Aqui, o texto melhorou e discerniu uma situação: fora da área, quando ocorrer um bola ao chão, se devolve a bola para quem tinha o domínio ou para quem TERIA o domínio. Uma sútil melhoria no entendimento.
Regra 9, Bola em Jogo e Bola fora de Jogo: Se um jogador substituto, treinador ou membro da comissão técnica, ou qualquer atleta que esteja temporariamente fora de campo, tocar na bola quando ela ainda estiver em campo e saindo, se marcará um tiro livre indireto, sem aplicação de cartão.
VAR: Oficialmente, a Regra permitirá anúncios por microfone ao público de decisões que tenham sido demoradas para verificação (essa situação estava em teste e agora entra para a Regra do Jogo).
Bandeiras: em cobranças de pênalti, se existir VAR no torneio, é ele quem deve fiscalizar avanço do goleiro ou invasões de área, além da validade do gol. Os árbitros assistentes ficarão posicionados alinhados à marca penal (na prática, imagino uma demora enorme para validar um gol de pênalti e muitos VARs querendo “caçar pelo em ovo” mandando voltar tiros penais).
Regra 12, Faltas e Incorreções: Ao invés de, depois de 6 segundos que o goleiro dominar a bola ele ter que a repor em jogo, e caso contrário marcaria-se um tiro livre indireto, passará a ser 8 segundos, e se ela não for reposta, se marcará um escanteio ao adversário.
Aqui, fica a observação: a Regra dos 6 segundos nunca foi cumprida, e passará a ser exigida com os 8 segundos.
Na prática, o árbitro contará o tempo de maneira regressiva (8,7,6…) e quando chegar aos 5 segundos, mostrará com os dedos da mão que o tempo está se esgotando (5, 4, 3, 2, 1, recolhendo os dedos até a mão se fechar). Essa regra foi proposta pela Federação de Futebol dos Estados Unidos, no ano passado, e testada em alguns torneios. Juntamente a ela, havia a proposta de paralisação para “paradas técnicas dentro da área penal, para orientação dos treinadores”, mas não foi aprovada.
O impedimento de corpo inteiro, tão falado nos últimos anos, ficou para ser testado e rediscutido na reunião 2026/2027.
As regras valem para os campeonatos iniciados a partir de 01 de julho de 2025, exceto o Mundial de Clubes da FIFA (que começará antes dessa data, mas com aval para usar essas mudanças) e torneios que sejam feito um pedido expresso (como o Brasileirão 2025, pelo calendário atípico ao europeu).
E aí, gostou das mudanças? Deixe o seu comentário:
– Vou torcer para os times da nossa região!
Ao ver as semifinais da A2, acho muito legal se Primavera de Indaiatuba e o Ituano conseguirem o acesso da A2 para a A1. São times simpáticos e que trabalham profissionalmente na gestão, com ex-jogadores à frente (Deco e Juninho Paulista).
Óbvio, da A4 para A3 torcerei para o nosso Paulista de Jundiaí! Que não seja como o Botafogo de 2023, que liderou e não levou… afinal, o Galo Jundiaiense liderou metade do campeonato e depois parou de vencer.
– O Vírus FIFA nas Seleções existe. O que fazer?
Eu me recordo do Márcio Santos, que jogava na Holanda e foi convocado para a Seleção Brasileira. Pouco tempo em campo, se lesionou. E a CBF o devolveu ao seu time com o atleta precisando de meses de recuperação.
Vários jogadores sofrem com isso, e agora foi a vez de Gérson, do Flamengo.
E o que fazer?
Temos muitas datas-FIFA… e não há quem aguente, Os clubes pagam o atleta, vai de graça para a Seleção e volta lesionado.
– Ser honesto é o mínimo que se deve exigir dos sócios (e de todos) para estar no Paulista FC.
Hoje é dia de jogo do Paulista! O Galo pega o VOCEM no Tonicão, em Assis. Falamos da arbitragem desse jogo em: https://wp.me/p4RTuC-15Fk.
Nessa semana, houve a tentativa de Torcedores se associar ao clube. Ótima e democrática iniciativa! Falamos também aqui: https://wp.me/p4RTuC-15Ez.
Porém, quando chegaram ao Estádio Jayme Cintra, se surpreenderam com uma recente mudança do programa de sócio-contribuinte: subiu de R$ 120,00 para R$ 420,00, além da necessidade de indicação da Diretoria atual e uma série de documentos exigidos para provar a idoneidade.
Lembrei-me dos meus tempos de árbitro de futebol: tanto CBF quanto FPF exigiam “nada consta civil e criminal”, SPC e Serasa, além de outras provas de honestidade para estar no quadro de árbitros.
O meu amigo Zé Boca de Bagre, que não tem papas na língua, não se conformava e dizia à época: “Como pode o Marco Polo Del Nero, com FIFAGate nas costas, proibido de entrar nos EUA, exigir honestidade de alguém? É a banana comendo o macaco!”.
Eu concordo com todas as exigências de idoneidade. Há de se mostrar lisura em todos os lugares, e ressalto: do patrão ao subordinado, do presidente ao sócio-comum, todos deveriam ter essa comprovação.
Aliás, por pura curiosidade: para assumir cargos de direção em qualquer atividade esportiva, exige-se tudo isso hoje?
Ser honesto não deve ser vantagem, mas obrigação.
– León, do grupo do Flamengo no Mundial de Clubes, é excluído do torneio.
Dias atrás falamos da questão dos multiclubes no Mundial da FIFA, sendo que León e Pachuca, que tem o mesmo dono, deveriam decidir quem ficaria com a vaga.
Agora a FIFA decidiu: excluiu o León, que está no grupo do Flamengo. Relembre:
O DILEMA DE PATIÑO
O mega empresário mexicano Jesús Martínz Patiño é dono de um conglomerado de clubes latinos: a única “SAF” argentina, o Talleres, pertence a ele, bem como os mexicanos Coyotes, León, Pachuca, Mineros e o chileno Everton.
Porém…
Léon e Pachuca ganharam a Liga dos Campeões da Concacaf (2023 e 2024, respectivamente), e se classificaram ao Supermundial de Clubes 2025. A FIFA foi importunada pelo Alajuelense, da Costa Rica, que alega o fato do regulamento não permitir (artigo 10.1) que mais de um clube de controle de grupos multipropriedades participem do torneio (e ele ser parte interessada da vaga, pelo ranking do continente). Sendo assim, Patiño terá que decidir quem jogará o Supermundial!
Já imaginaram isso no Brasil? O dono ter que decidir “a quem desagradará”? Se for o León o time escolhido para o torneio, ele conhecerá a ira dos torcedores do Pachuca, e vice-versa.
Fica a sugestão: que tal ele promover um confronto entre as duas equipes e… que vença o melhor?
São os novos momentos desses conglomerados de futebol, como Eagle, City Group, Red Bull e outros.
– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Vocem x Paulista.
Para a última rodada da primeira fase do Paulistão A4, a FPF escalou (vide abaixo):
José de Araújo Ribeiro é um árbitro formado em 2011, mas que nunca teve grandes oportunidades na sua jornada. Estava apitando com frequência as categorias amadoras, e há 3 anos na 4ª divisão.
A impressão é: a Federação Paulista escalou toda essa equipe somente para cumprir tabela. Não investirá na carreira deles…
Acompanhe o jogo no sábado, às 15h, pelo Time Forte do Esporte na Difusora!
– E se a Seleção fraquejar…
Se nos dois próximos jogos da Seleção Brasileira (que não está jogando bem), que serão contra Colômbia e Argentina, o time perder… Dorival Jr corre risco de demissão?
Eu acho que, apesar da colocação ruim na tabela, dificilmente o Brasil correrá risco de não ir ao Mundial 2026. Mas como a direção da CBF costuma rifar cabeças…
– O Vírus FIFA nas Seleções existe. O que fazer?
Eu me recordo do Márcio Santos, que jogava na Holanda e foi convocado para a Seleção Brasileira. Pouco tempo em campo, se lesionou. E a CBF o devolveu ao seu time com o atleta precisando de meses de recuperação.
Vários jogadores sofrem com isso, e agora foi a vez de Gérson, do Flamengo.
E o que fazer?
Temos muitas datas-FIFA… e não há quem aguente, Os clubes pagam o atleta, vai de graça para a Seleção e volta lesionado.
– Sobre o caso do convite dos torcedores para associação ao Paulista FC, abaixo:
Para quem não viu a polêmica, uma explicação respeitosa em: https://youtu.be/QeajsZJNO08?si=nwFwzL09EUJUZbpl
– Abra o olho com a Conmebol, Palmeiras.
Eu tive um instrutor de arbitragem honestíssimo, que dizia eventualmente: “Não brigue com a Conmebol. O [Nicolás] Leóz é rancoroso.”
Certa vez, ele viu uma escala de Libertadores da América, e disse: “Nunca confie em árbitro do Paraguai quando tem clube brasileiro brigado com a Conmebol”.
Tempos depois, o Corinthians teve que jogar com os portões fechados devido ao ocorrido com o garoto Kevin Spada. E colocou meia dúzia de torcedores e diretores na arquibancada, com liminar na Justiça, contrariando a decisão da Conmebol.
Na rodada seguinte… Corinthians x Boca Jrs jogaram com a arbitragem do paraguaio Carlos Amarilla, e vimos uma arbitragem direcionada (não costumo usar esses termos, mas os erros foram de árbitro iniciante, e Amarilla era experientíssimo).
Ao ler que Leila Pereira deu uma resposta contestando Alejandro Rodriguez no episódio da Macaca Chita (ela foi firme, confrontante e assertiva), pensei: “Abra o olho, Palmeiras…”.
– E se a Seleção fraquejar…
Se nos dois próximos jogos da Seleção Brasileira (que não está jogando bem), que serão contra Colômbia e Argentina, o time perder… Dorival Jr corre risco de demissão?
Eu acho que, apesar da colocação ruim na tabela, dificilmente o Brasil correrá risco de não ir ao Mundial 2026. Mas como a direção da CBF costuma rifar cabeças…
– O Brasil é a macaca Chita para a Conmebol?
Alejandro Dominguez, o presidente da Conmebol, perguntado sobre uma possível saída dos clubes brasileiros da Libertadores para disputarem a Concacaf, disse que:
“Seria como o Tarzan sem a Chita”.
Ora, os clubes do Brasil são os protagonistas, portanto, o Tarzan. Mas…
Muita gente viu racismo na fala (já que a pouca eficácia da instituição no combate ao Racismo é nítida). O motivo: Chita é a macaca de estimação do Tarzan…
Que tal mudar para Batman sem o Robin? Mas o Brasil, insisto seria o Batman, pois os valores altos se devem à presença dos clubes do Brasil.
(em tempo: Alejandro Dominguez pediu desculpas pela fala).
– Raphael Claus e Bruno Arleu. Ambos da FIFA, mas…
Como ter uma arbitragem de critério uniforme no Brasileirão, se vemos contradições entre colegas de FIFA nos estaduais?
Abaixo, separados por algumas horas no domingo:
Em São Paulo – Memphis Depay (COR) divide uma bola com Maike (PAL), que cai dentro da área. Lance de contato físico normal em disputa de bola (embora Abel Ferreira tenha reclamado bastante), e Raphael Claus, sem titubear, manda jogar e nem permite reclamação. Se o VAR fez uma checagem ou não, é irrelevante, pois claramente Claus chamou para a si a responsabilidade.
No Rio de Janeiro – Juninho (FLA) está disputando a bola com Inágcio (FLU), e ambos se desequilibram pela velocidade. Há contato físico por movimento natural, sendo que isso não é infração. Da jogada resulta o gol do Flamengo, anulado pois o VAR entende que houve falta do flamenguista no adversário. O árbitro Bruno Arleu sucumbe ao seu colega de vídeo e equivocadamente anula o gol do Mengão (Juninho estava jogando no Exterior e não tentou cavar uma falta; seu adversário, entretanto, o fez e o árbitro “entrou”. Se Juninho estivesse mais “aculturado” com o nosso país, talvez no primeiro contato com Ignácio se jogaria e pederia falta a ele).
Como é que Rodrigo Cintra, Luiz Flávio de Oliveira, Sandro Meira Ricci, Nestor Pitana, Nicola Rizzoli e todos os demais membros do Comitê da CBF consertarão esse disparate de critérios?
– Sorteio da Conmebol 2025:
Estão aí: os grupos sorteados da Libertadores e Sulamericana!
Quem se deu bem ou mal?
Aqui:


– Abra o olho com a Conmebol, Palmeiras.
Eu tive um instrutor de arbitragem honestíssimo, que dizia eventualmente: “Não brigue com a Conmebol. O [Nicolás] Leóz é rancoroso.”
Certa vez, ele viu uma escala de Libertadores da América, e disse: “Nunca confie em árbitro do Paraguai quando tem clube brasileiro brigado com a Conmebol”.
Tempos depois, o Corinthians teve que jogar com os portões fechados devido ao ocorrido com o garoto Kevin Spada. E colocou meia dúzia de torcedores e diretores na arquibancada, com liminar na Justiça, contrariando a decisão da Conmebol.
Na rodada seguinte… Corinthians x Boca Jrs jogaram com a arbitragem do paraguaio Carlos Amarilla, e vimos uma arbitragem direcionada (não costumo usar esses termos, mas os erros foram de árbitro iniciante, e Amarilla era experientíssimo).
Ao ler que Leila Pereira deu uma resposta contestando Alejandro Rodriguez no episódio da Macaca Chita (ela foi firme, confrontante e assertiva), pensei: “Abra o olho, Palmeiras…”.
– O Brasil é a macaca Chita para a Conmebol?
Alejandro Dominguez, o presidente da Conmebol, perguntado sobre uma possível saída dos clubes brasileiros da Libertadores para disputarem a Concacaf, disse que:
“Seria como o Tarzan sem a Chita”.
Ora, os clubes do Brasil são os protagonistas, portanto, o Tarzan. Mas…
Muita gente viu racismo na fala (já que a pouca eficácia da instituição no combate ao Racismo é nítida). O motivo: Chita é a macaca de estimação do Tarzan…
Que tal mudar para Batman sem o Robin? Mas o Brasil, insisto seria o Batman, pois os valores altos se devem à presença dos clubes do Brasil.
(em tempo: Alejandro Dominguez pediu desculpas pela fala).
– Perguntar não ofende: e os haters de Claus?
O que “encheram o saco” sobre “Claus ser palmeirense”, e outras bobagens em forma de texto e meme divulgadas na Web…
Raphael Claus (apesar de não termos lances polêmicos e outras exigências) foi muito bem no Derby. E aconteceu o que prevíamos: não deixou polêmicas do apito para Candançan, que apitará o segundo jogo e não terá pressão de erros de outrora em suas costas.
– Claus e Arleu. Ambos da FIFA, mas…
Como ter uma arbitragem de critério uniforme no Brasileirão, se vemos contradições entre colegas de FIFA nos estaduais?
Abaixo, separados por algumas horas no domingo:
Em São Paulo – Memphis Depay (COR) divide uma bola com Maike (PAL), que cai dentro da área. Lance de contato físico normal em disputa de bola (embora Abel Ferreira tenha reclamado bastante), e Raphael Claus, sem titubear, manda jogar e nem permite reclamação. Se o VAR fez uma checagem ou não, é irrelevante, pois claramente Claus chamou para a si a responsabilidade.
No Rio de Janeiro – Juninho (FLA) está disputando a bola com Inágcio (FLU), e ambos se desequilibram pela velocidade. Há contato físico por movimento natural, sendo que isso não é infração. Da jogada resulta o gol do Flamengo, anulado pois o VAR entende que houve falta do flamenguista no adversário. O árbitro Bruno Arleu sucumbe ao seu colega de vídeo e equivocadamente anula o gol do Mengão (Juninho estava jogando no Exterior e não tentou cavar uma falta; seu adversário, entretanto, o fez e o árbitro “entrou”. Se Juninho estivesse mais “aculturado” com o nosso país, talvez no primeiro contato com Ignácio se jogaria e pederia falta a ele).
Como é que Rodrigo Cintra, Luiz Flávio de Oliveira, Sandro Meira Ricci, Nestor Pitana, Nicola Rizzoli e todos os demais membros do Comitê da CBF consertarão esse disparate de critérios?





















