– Novorizontino 4×0 Palmeiras: e a fala de Abel?

Abra o olho, Abel. Essa fala contra os seus comandados não pega bem em vestiário…

Abordamos em: https://youtu.be/lLShLwDJlKE?si=FkKxloDo6ELfF25f

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista vs Itapirense (Rodada 1 do Paulistão da Série A3).

E para o confronto do Galo contra a Itapirense, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro:Fernando Bartz Guedes
Árbitro Assistente 1: Ademilson Lopes da Silva Filho
Árbitro Assistente 2: Raphael Martinasso Lima
Quarto Árbitro: Rodrigo Santos
Analista de Vídeo: Sérgio Ricardo de Oliveira

Fernando tem 36 anos de idade e 9 temporadas atuando como árbitro. Em 2022, apitava apenas Sub20. Mas em 2023, de repente, foi galgado para a série A3, onde fez vários jogos (e continuou apitando a A3, com passagem na A2 em 2024).

O único jogo em que o árbitro apitou jogos do Galo, foi contra o ECUS em Jayme Cintra (1×1), e foi mal… Perdeu-se na autoridade, não se impôs e permitiu a cera. Embora tenha idade de veterano para a divisão, mostrou-se inexperiente (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3um). Neste ano, apitou a Copa São Paulo em Taubaté, onde registrou na súmula os gritos homofóbicos da torcida local.

Os bandeiras, bem como o quarto-árbitro, são experientes.

Torcerei para uma boa jornada do árbitro e ótima partida.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Itapirense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 20h00 (23/01), mas desde às 19h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– As Paradas de Hidratação no futebol paulista: entenda!

Para quem está acompanhando o Paulistão, repare: no meio de cada tempo, há uma parada obrigatória para os jogadores se hidratarem (com ou sem calor, de dia ou de noite, com tempo aberto ou com chuva).

Isso foi uma determinação da FPF (que contesto, pois não faz sentido parar o jogo com a chuva por tal motivo). Mas o que a regra diz? Ela diz que existem dois tipos específicos de paradas… Veja só abaixo (texto extraído das Regras oficiais):

1- Paradas para arrefecimento:
No interesse do bem-estar e segurança dos jogadores, os Regulamento das Competições podem permitir, sob certas condições climatéricas (alta umidade e temperatura), paradas para resfriamento (normalmente entre noventa segundos e três minutos) a fim de permitir baixar a temperatura corporal; isto é diferente das paradas para hidratação.

2- Paradas para hidratação:
Os Regulamento das Competições podem permitir paradas para hidratação (não mais de um minuto) para permitir aos jogadores se hidratarem; isto é diferente das paradas para arrefecimento.

Ao ler o texto, já deu para perceber: temos um vício em dizer que no Brasil fazemos Parada para Hidratação. São, na verdade, Paradas de Resfriamento. Um detalhe da regra… e que aqui mudou de sentido: são Paradas TÉCNICAS (como a de 1996, criada por Eduardo José Farah – e que alguns treinadores utilizam muito bem).

– A arapuca do Regulamento do Paulistão 2026.

Com a mudança do calendário do futebol brasileiro, os Campeonatos Estaduais (que um dia eram importantíssimos) se apequenaram ainda mais. Faz parte dos ciclos e da evolução dos tempos.

Em São Paulo, são apenas 8 datas na primeira fase. E aí vira “covardia”: em 4 jogos em casa e 4 fora, uma equipe define se continua na sua própria divisão ou é rebaixado. A sorte para muitos é que, com o número de 16 clubes, há bastante time ruim “se esforçando para cair”.

Mas há um problema sério na fórmula (inspirada no modelo da UEFA Champions League): para que seja atrativo, o sorteio dos jogos foi direcionado, e assim todos os 4 grandes se enfrentarão. Consequentemente, as outras equipes não terão o mesmo grau de dificuldade que os grandões, pois não os enfrentarão em sua totalidade (o Primavera de Indaiatuba, por exemplo, subiu de divisão e só jogará contra o SPFC).

– No que isso pode resultar?

Num tiro no pé da própria FPF. Com tantos clássicos na 1ª fase, se muitos clubes empatarem, eles “se matam” mutuamente. Enquanto isso, com adversários mais fáceis, equipes bem montadas podem chegar à fase do mata-mata.

Mais ainda: com a proximidade do Brasileirão, o que se priorizará? Corre-se o risco dos grandes “abandonarem” o Paulistão, pequenos e médios se classificarem e o torneio de SP premiar um campeão inédito, do Interior. O que seria o clímax para a FPF com estádios lotados na Capital ou no Litoral, pode mudar de localidade…

Em suma, os times do Paulistão sofrem o que a Premiere League combate: a falta de igualdade de condições na disputa. Lá, os gramados devem ser todos naturais (não pode ser sintético) e um time só pode mandar os jogos no estádio indicado (para não existir clube que jogue contra X em um estádio mais amplo e outro clube que jogue com esse mesmo X em uma praça mais acanhada, distante e/ou dificultosa).

Aguardemos a próxima fase do Campeonato Paulista.

– Novorizontino 4×0 Palmeiras: e a fala de Abel?

Abra o olho, Abel. Essa fala contra os seus comandados não pega bem em vestiário…

Abordamos em: https://youtu.be/lLShLwDJlKE?si=FkKxloDo6ELfF25f

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Mirassol x Red Bull Bragantino (Rodada 4 do Campeonato Paulista 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão,

Árbitro: João Vitor Gobi
Árbitro Assistente 1: Rafael Tadeu Alves de Souza
Árbitro Assistente 2: Enderson Emanoel Turbiani da Silva
Quarto Árbitro: Guilherme Nunes de Santana
VAR: Ilbert Estevam da Silva
AVAR1: Vitor Carmona Metestaine
AVAR2: Renan Pantoja de Quequi
Observador VAR: Antonio Rogério Batista do Prado
Quality Manager: Elton de Andrade Santos
Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Guilherme das Dores
Técnico de Garantia Estádio: Leonardo Padilha Lasquevite
Assistente de Área de Revisão: Rafael de Jesus Dias Marques de Oliveira

Gobi está com moral na FPF, pois foi escalado em todas as rodadas do Campeonato Paulista até agora. É o desejo da entidade em formar um novo árbitro do quadro da FIFA.

Na primeira rodada, apitou Noroeste 0x1 Red Bull Bragantino (analisamos aqui: https://wp.me/p55Mu0-3ML), depois apitou Palmeiras 1×0 Santos e no domingo, Corinthians 1×1 São Paulo (sobre esse jogo, aqui: https://wp.me/p55Mu0-3MT).

Sua dificuldade continua sendo o Critério Disciplinar! No primeiro clássico, demorou para dar cartões; criticado, quando foi para o segundo clássico, aí aplicou cedo demais

Acompanhe conosco o jogo entre Mirassol vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta, 21/01, 20h00. Mas desde às 19h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Já não era hora de alguém fiscalizar melhor as SAFs?

As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.

Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?

Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).

De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?

A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.

– E Vágner Mancini, em 11 jogos à frente do Red Bull Bragantino, não empatou.

O Red Bull Bragantino é líder do Paulistão 2026 (3 vitórias, 9 gols marcados e nenhum sofrido – sequência de: 1×0 fora de casa diante do Noroeste, 3×0 contra o Corinthians em casa, 5×0 ontem contra o Botafogo).

A campanha de Vágner Mancini, desde sua contratação, mostra que o time “ganha ou perde” (nas 11 partidas, incluindo Brasileirão, nenhum empate). Foram:

7 vitórias
0 Empates
4 Derrotas

20 gols marcados
10 gols sofridos.

Me lembrei do dito de Vanderlei Luxemburgo: ao invés de 3 empates, prefiro sempre uma vitória e duas derrotas.

– As Paradas de Hidratação no futebol paulista: entenda!

Para quem está acompanhando o Paulistão, repare: no meio de cada tempo, há uma parada obrigatória para os jogadores se hidratarem (com ou sem calor, de dia ou de noite, com tempo aberto ou com chuva).

Isso foi uma determinação da FPF (que contesto, pois não faz sentido parar o jogo com a chuva por tal motivo). Mas o que a regra diz? Ela diz que existem dois tipos específicos de paradas… Veja só abaixo (texto extraído das Regras oficiais):

1- Paradas para arrefecimento:
No interesse do bem-estar e segurança dos jogadores, os Regulamento das Competições podem permitir, sob certas condições climatéricas (alta umidade e temperatura), paradas para resfriamento (normalmente entre noventa segundos e três minutos) a fim de permitir baixar a temperatura corporal; isto é diferente das paradas para hidratação.

2- Paradas para hidratação:
Os Regulamento das Competições podem permitir paradas para hidratação (não mais de um minuto) para permitir aos jogadores se hidratarem; isto é diferente das paradas para arrefecimento.

Ao ler o texto, já deu para perceber: temos um vício em dizer que no Brasil fazemos Parada para Hidratação. São, na verdade, Paradas de Resfriamento. Um detalhe da regra… e que aqui mudou de sentido: são Paradas TÉCNICAS (como a de 1996, criada por Eduardo José Farah – e que alguns treinadores utilizam muito bem).

– Outros tempos do futebol…

O Campeonato Paulista da Divisão Especial de 1987: uma preciosidade de Placar!

“Prato cheio” para o saudosismo…

– Sobre a arbitragem de Corinthians 1×1 São Paulo.

Em 2023, João Vitor Gobbi apitava a 4ª divisão paulista e, em jogos que o observei apitar (especialmente em Jundiaí, no Estádio Jayme Cintra), escrevi: tem potencial, corre bastante, tem o porte físico que a FPF quer e precisa ter um plano de carreira.

Em 2025, apitou vários jogos da A1. Em 2026, a Comissão de Árbitros começou a forçar ele em clássicos seguidamente. Isso desgasta o árbitro, pois o coloca em exposição máxima na quarta-feira e no domingo (Palmeiras x Santos e Corinthians x São Paulo). Para quem nunca apitou clássicos, deve ir com calma.

No “Clássico da Saudade”, foi criticado por contemporizar e demorar para dar cartões. E árbitro lê tudo o que a mídia escreve. No “Majestoso”, como resposta, exagerou e logo a 1 minuto deu cartão a Wendell. Se mantivesse o critério, teríamos vários expulsos.

Sejamos justos: João Vitor Gobbi não teve influência no placar, embora o critério (ou a falta de) tenha sido um problema. Mas os jogadores não colaboram: Yuri Alberto sente o braço do zagueiro e se joga; Tápia discute com Hugo e finge agressão no olho (e não toma cartão por simulação). Com a bola no meio do campo para o reinício, Luciano vai lá e dá um bico (e não quer receber o Amarelo)?

Que a FPF faça um gerenciamento mais coerente da carreira de jovens árbitros, e que alguém reeduque o comportamento dos jogadores (não se vê esses unfair-plays em ligas de alto nível).

– Não estamos criando uma bolha no futebol?

Eu sei que as receitas de Flamengo e Palmeiras são fabulosas, e que permitem as contratações milionárias que fazem. O Cruzeiro, por sua vez, não tem as mesmas entradas, mas possui um mecenas.

Mas… Vitor Roque por 25 milhões de euros, Gerson por 30, Paquetá por 35 ou 40…

Até onde irá essa corrida milionária?

Eu acho preocupante (mas respeito o mercado).

Me preocupa: será assim sempre?

– REPOST: Destaques da minha coluna no Bom Dia Jundiaí

De algum tempo…

Compartilho com meus amigos e leitores a minha coluna impressa nos jornais da Rede Bom Dia /Diário de São Paulo.

Hoje, dois assuntos em destaque: “Os campeonatos jabuticabas“, sobre os estaduais; além de “10 dicas para jogadores não se ‘darem mal’ com os árbitros no Paulistão. Confira esta coluna e outros assuntos também no Blog do jornal, 

link em: http://www.redebomdia.com.br/blog/109/rafael-porcari/1

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo (Rodada 3 do Paulistão 2026):

E para o confronto do Massa Bruta contra a Pantera, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marianna Nanni Batalha
Árbitro Assistente 1: Anderson José de Moraes Coelho
Árbitro Assistente 2: Dênis Matheus Afonso Ferreira
Quarto Árbitro: Renan Pantoja de Quequi
VAR: Thiago Luis Scarascati
AVAR1: Fábio Rogério Baesteiro
AVAR2: Márcio Mattos dos Santos
Observador VAR: Márcio Luiz Augusto
Quality Manager: Bernardo Campos Martins
Analista de Vídeo: Sílvia Regina de Oliveira
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Rodrigo de Lima
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custódio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

A árbitra Marianna tem 33 anos de idade e 8 temporadas. Até 2024, tinha poucos jogos profissionais trabalhados, e foi então que teve a oportunidade de apitar a final da 5ª divisão. No ano seguinte, pulou para A3, A2 e estreou na A1.

Apesar de ser seu segundo ano na A1, ainda está ganhando experiência. Tem melhorado no posicionamento dentro de campo, e tecnicamente é razoável. Disciplinarmente, tem ido bem. Curiosamente, ela foi 4ª árbitra em Red Bull Bragantino 3×0 Corinthians.

Desejo boa arbitragem e uma ótima partida.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs XXXX pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 18/01, 18h15. Mas desde às 17h15 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E teremos mais jogos!

Quem vai se destacar nessa rodada?

Olhem os jogos do Paulistão:

– Já não era hora de alguém fiscalizar melhor as SAFs?

As primeiras sociedades anônimas de futebol do Brasil foram polêmicas: a do Botafogo, de Textor, sofreu recentemente Transfer ban. A do Vasco, a 777, nem existe mais. A do Cruzeiro foi vendida por Ronaldo a Pedrinho BH. E outras, por aí, mostram-se questionáveis.

Ser SAF não significa ser bem administrada ou honesta. É uma empresa como outra qualquer, mas voltada ao negócio futebol. E, recentemente, surgiu a indagação: algumas SAFs ou Mecenas estariam lavando dinheiro no esporte?

Vide o noticiário policial… a SAF do Atlético Mineiro está sendo investigada pelos aportes de Daniel Vorcaro, do Banco Master, ligando-o até mesmo com uma relação junto ao PCC (o CAM afastou Vorcaro do clube).

De onde vem o dinheiro investido, em muitos clubes (incluindo os que não são SAF)?

A transparência no futebol se faz necessária, principalmente nesses dias conturbados.

– Situação e oposição são “farinha do mesmo saco” no SP?

Ao serem reveladas conversas escusas entre a dona Rita de Cássia Adriana Prado e os diretores Douglas Schwartzmann e Mara Casares, envolvendo os camarotes do Morumbi, o presidente Júlio Casares ficou em maus lençóis. 

Pois bem: na véspera da votação do impeachment, eis que surge uma carta (um recibo) de que os oposicionistas Vinícius Pinotti, Fabio Mariz e Denis Ormrod compraram da própria Rita Adriana o “áudio vazado”, além de uma gravação sobre como justificar o vazamento (sugerindo que mentisse que o celular houvera sido roubado).

Vejo muita gente “diminuindo o ímpeto” ou escrevendo “reviravolta”. Ora, a pendenga continua igualmente ruim para a situação. O fato novo é: a oposição, aparentemente, age igualmente sem ética e de maneira desonesta.

Aqui, nada de aliviar para Casares (se tudo realmente for comprovado). E nada de “passar pano” para os opositores igualmente enrolados.

Pobre SPFC… não sobrará ninguém com moral, credibilidade incontestada e competência para assumir o clube?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo (Rodada 3 do Paulistão 2026):

E para o confronto do Massa Bruta contra a Pantera, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marianna Nanni Batalha
Árbitro Assistente 1: Anderson José de Moraes Coelho
Árbitro Assistente 2: Dênis Matheus Afonso Ferreira
Quarto Árbitro: Renan Pantoja de Quequi
VAR: Thiago Luis Scarascati
AVAR1: Fábio Rogério Baesteiro
AVAR2: Márcio Mattos dos Santos
Observador VAR: Márcio Luiz Augusto
Quality Manager: Bernardo Campos Martins
Analista de Vídeo: Sílvia Regina de Oliveira
Técnico de Garantia FPF: Germano Araújo
Operador de Replay: Rodrigo de Lima
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custódio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

A árbitra Marianna tem 33 anos de idade e 8 temporadas. Até 2024, tinha poucos jogos profissionais trabalhados, e foi então que teve a oportunidade de apitar a final da 5ª divisão. No ano seguinte, pulou para A3, A2 e estreou na A1.

Apesar de ser seu segundo ano na A1, ainda está ganhando experiência. Tem melhorado no posicionamento dentro de campo, e tecnicamente é razoável. Disciplinarmente, tem ido bem. Curiosamente, ela foi 4ª árbitra em Red Bull Bragantino 3×0 Corinthians.

Desejo boa arbitragem e uma ótima partida.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs XXXX pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 18/01, 18h15. Mas desde às 17h15 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Não estamos criando uma bolha no futebol?

Eu sei que as receitas de Flamengo e Palmeiras são fabulosas, e que permitem as contratações milionárias que fazem. O Cruzeiro, por sua vez, não tem as mesmas entradas, mas possui um mecenas.

Mas… Vitor Roque por 25 milhões de euros, Gerson por 30, Paquetá por 35 ou 40…

Até onde irá essa corrida milionária?

Eu acho preocupante (mas respeito o mercado).

Me preocupa: será assim sempre?

– Caro ou barato?

Eu sei que estou na carestia financeira (portanto, tudo custa caro).

Mas R$ 30,00 para um jogo de 3ª divisão estadual, não é exagerado? Aqui, do jornal Tribuna de Jundiaí, sobre Paulista x Itapirense:

– A Regra do Jogo permite “Frigideira” ou “Geladeira”?

A Regra 8 (início e reinício do jogo) traz em seu texto:

“O Árbitro lançará uma moeda ao ar e a equipe que ganhar o sorteio decidirá entre executar o tiro de saída ou escolher a meta que prefere atacar no primeiro tempo de jogo.”

Normalmente, é o “Cara ou Coroa” que o árbitro faz com os capitães das equipes. E, curiosamente, essa moeda (chamada de Toss) costuma ser na cor dos cartões (Amarela de um lado, Vermelha de outro) ou preta-e-branca. Isso não importa. O árbitro avisa que quem ganhar o sorteio escolherá bola ou campo.

No Paulistão 2026, que é patrocinado pelas Casas Bahia, por questão de marketing, ao invés de “Cara ou Coroa”, “Vermelho ou Amarelo”, o árbitro oferece aos jogadores escolherem “Frigideira ou Geladeira”!

Óbvio, é inusitado, mas permitido pela Regra (pois é uma moeda lançada). Resta saber: por que os árbitros, que são os garotos propagandas nesse momento, não recebem nenhum adicional pela publicidade?

Imagem extraída de Zona Livre Sports (site de vendas de material esportivo).

– O São Paulo FC nas páginas policiais…

O que estão fazendo com o SPFC!

Pobre Tricolor… o pessoal do Crime Organizado terá que investigar as contas do clube…

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– Situação e oposição são “farinha do mesmo saco” no SP?

Ao serem reveladas conversas escusas entre a dona Rita de Cássia Adriana Prado e os diretores Douglas Schwartzmann e Mara Casares, envolvendo os camarotes do Morumbi, o presidente Júlio Casares ficou em maus lençóis. 

Pois bem: na véspera da votação do impeachment, eis que surge uma carta (um recibo) de que os oposicionistas Vinícius Pinotti, Fabio Mariz e Denis Ormrod compraram da própria Rita Adriana o “áudio vazado”, além de uma gravação sobre como justificar o vazamento (sugerindo que mentisse que o celular houvera sido roubado).

Vejo muita gente “diminuindo o ímpeto” ou escrevendo “reviravolta”. Ora, a pendenga continua igualmente ruim para a situação. O fato novo é: a oposição, aparentemente, age igualmente sem ética e de maneira desonesta.

Aqui, nada de aliviar para Casares (se tudo realmente for comprovado). E nada de “passar pano” para os opositores igualmente enrolados.

Pobre SPFC… não sobrará ninguém com moral, credibilidade incontestada e competência para assumir o clube?

– Minha coluna no JJ: E o Neymar?

Minha coluna no Jornal de Jundiaí de hoje (página 2, em “Opinião”): qual Neymar teremos em 2026?

Leia em: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2954537/opinioes/2026/01/neymar-e-o-seu-ano-decisivo

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians (Rodada 2 do Paulistão 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Timão, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Alex Ang Ribeiro
Árbitro Assistente 2: Raphael de Albuquerque Lima
Quarto Árbitro: Marianna Nanni Batalha
VAR: Thiago Duarte Peixoto
AVAR1: Herman Brumel Vani
AVAR2: Rafael Gomes Felix da Silva
Observador VAR: Luiz Vanderlei Martinucho
Quality Manager: Alysson Fernandes Matias
Analista de Vídeo: Adriano Stange
Operador de Replay: Rodrigo de Lima
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custódio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

Neste Paulistão, alguns árbitros trabalham e viram VAR em outras rodadas; outros, viram AVAR 2; outros, ainda, têm uma sequência de jogos. Por fim, alguns ainda não estrearam. Difícil entender os critérios…

Por exemplo: Raphael Claus ainda não apitou, por estar se preparando nessa semana no seminário da Copa do Mundo com Ramon Abatti Abel e Wilton Pereira Sampaio. Já Edina Alves foi VAR nas duas rodadas. Daiane Muniz foi VAR em Santos x Novorizontino e apitou Corinthians x Ponte Preta.

Nessa rodada, alguns árbitros repetirão escala: Matheus Candançan, que apitou São Paulo x Mirassol, apitará Ponte Preta x Velo Clube; João Vitor Gobbi que apitou Noroeste x Red Bull Bragantino, apitará seu primeiro clássico: Palmeiras x Santos (vide aqui sobre ele: https://wp.me/p55Mu0-3MG). Já Flávio Rodrigues de Souza, árbitro de Santos x Novorizontino, apitará Red Bull Bragantino x Corinthians.

Flávio ficou marcado no Paulistão do ano passado no lance de Arboleda em Victor Roque (pênalti inexistente), foi suspenso e apitou a final da A2. Apostava-se que ele pediria o escudo FIFA nesse ano, mas a CBF surpreendentemente não mudou ninguém do quadro nacional (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3Mq).

Nos últimos jogos, o árbitro têm-se destacado em ser cumpridor nos detalhes: tem marcado os 8 segundos para a reposição de bola (Léo Jardim, do Vasco, que o diga) e exigido reposição rápida de bola. Que esteja bem tecnicamente, já que esse tem sido um problema.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 15/01, 19h30. Mas desde às 18h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O gramado sintético que “pegou fogo” na Copinha!

Por várias vezes, falamos sobre as principais ligas de futebol do mundo proibirem jogos em gramados sintéticos (devido a lesões, em especial). A Seleção Brasileira (e as principais do mundo) não jogam em tal piso. Craques abdicam de jogar nele. Os EUA, “os pais” de estádios de soccer com essa opção, não terão nenhuma arena que não seja com gramado natural em 2026.

Aqui no Brasil, vários clubes usam o gramado sintético, com o argumento de economia. Pois bem: em Itaquaquecetuba, uma das sedes da Copa São Paulo de Futebol Jr 2026, na partida disputada no Estádio Ildeu Silvestre do Carmo, jogaram Novorizontino vs Juventude Samas (domingo, 13h), por 8 (OITO) vezes, segundo a súmula do árbitro, a partida foi paralisada pelo fato do gramado superaquecer, prejudicando os jogadores (nesse piso, usa-se chuteira sem travas altas, e o calor sobe aos pés).

A justificativa do Itaquá, que administra o local?

É a do Brasil ser um país de clima tropical!

O clube alega que precisa de gramado sintético, pois se fosse natural não seria possível se jogar o Sub 11, 13, 15, 17, 20 (e, em breve, o profissional), porque ali se treina e se joga, e seria inviável economicamente outra opção.

Abaixo, o comunicado do clube:

O Itaquá Athletico Clube vem, por meio desta, esclarecer e contextualizar informações veiculadas em matérias publicadas, especialmente no que diz respeito às altas temperaturas e ao uso de gramados sintéticos.
 
Primeiramente, é importante pontuar que o Itaquá Athletico, em nenhum momento, desconsidera o fato de o Brasil ser um país tipicamente tropical, sujeito a períodos de temperaturas elevadas, como os registrados nos últimos meses. Essas condições climáticas aumentam naturalmente o grau de dificuldade das partidas, tanto em gramados sintéticos quanto em gramados naturais.
 
É reconhecido que o gramado sintético possui maior absorção de calor, porém o clube faz uma análise responsável e estrutural do seu uso. Atualmente, o Itaquá Athletico conta com categorias do Sub-11 ao Sub-20 e, a partir do próximo ano, contará também com o Sub-23 profissional, totalizando sete categorias utilizando o estádio e o gramado de forma contínua.
 
Caso o gramado fosse natural, a manutenção seria significativamente maior, o que acarretaria períodos mais longos de interdição para recuperação do campo, impactando diretamente o calendário de treinos e jogos. A opção pelo gramado sintético se dá pela durabilidade, regularidade e viabilidade diante do alto número de atividades esportivas realizadas no local.
 
Mesmo diante das condições climáticas, o Itaquá Athletico Clube informa que passará a adotar também medidas de irrigação do gramado sintético, especialmente em dias de altas temperaturas, com o objetivo de reduzir a temperatura da superfície e proporcionar melhores condições de jogo e maior segurança aos atletas.
 
Durante a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026, o clube tem adotado protocolos rigorosos de prevenção, entre eles:
 
• Hidratação constante antes, durante e após as partidas;
• Pausas estratégicas e acompanhamento contínuo dos atletas;
• Cuidados com troca de chuteiras e conforto térmico;
• Monitoramento físico individualizado.
 
A questão climática foge ao controle dos clubes. Ainda assim, o Itaquá Athletico tem buscado minimizar seus impactos por meio de planejamento, prevenção e responsabilidade profissional.
 
Vale destacar que o uso de gramados sintéticos já é uma realidade consolidada no futebol brasileiro. Clubes como Palmeiras, Botafogo, Athletico Paranaense, Chapecoense, Atlético Mineiro, entre outros, utilizam esse tipo de gramado em competições oficiais, justamente pela durabilidade e pela necessidade de suportar calendários intensos de jogos. Cada instituição adota seus próprios protocolos de prevenção e cuidado com seus atletas.
 
No caso do Itaquá Athletico, mesmo em duas partidas realizadas às 13h, os atletas não sofreram impactos severos relacionados ao calor excessivo. Isso se deve ao trabalho preventivo conduzido pelo preparador físico Rodrigo Larson, que antecipou a preparação, realizando treinos nos mesmos horários das partidas, adaptando os atletas às condições reais de jogo.
 
Por fim, o Itaquá Athletico Clube reafirma seu compromisso absoluto com a integridade física e o bem-estar de seus atletas, assegurando que continuará adotando todas as medidas necessárias para oferecer um ambiente seguro, responsável e profissional para o desenvolvimento esportivo.
 
Itaquá Athletico Clube
Assessoria de Comunicação
 

– É muito dinheiro…

As maiores contratações do futebol brasileiro, abaixo.

Estamos inflacionando demais?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Corinthians (Rodada 2 do Paulistão 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Timão, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Alex Ang Ribeiro
Árbitro Assistente 2: Raphael de Albuquerque Lima
Quarto Árbitro: Marianna Nanni Batalha
VAR: Thiago Duarte Peixoto
AVAR1: Herman Brumel Vani
AVAR2: Rafael Gomes Felix da Silva
Observador VAR: Luiz Vanderlei Martinucho
Quality Manager: Alysson Fernandes Matias
Analista de Vídeo: Adriano Stange
Operador de Replay: Rodrigo de Lima
Técnico de Garantia Estádio: Daniel Custódio
Assistente de Área de Revisão: Sérgio Augusto Garcia

Neste Paulistão, alguns árbitros trabalham e viram VAR em outras rodadas; outros, viram AVAR 2; outros, ainda, têm uma sequência de jogos. Por fim, alguns ainda não estrearam. Difícil entender os critérios…

Por exemplo: Raphael Claus ainda não apitou, por estar se preparando nessa semana no seminário da Copa do Mundo com Ramon Abatti Abel e Wilton Pereira Sampaio. Já Edina Alves foi VAR nas duas rodadas. Daiane Muniz foi VAR em Santos x Novorizontino e apitou Corinthians x Ponte Preta.

Nessa rodada, alguns árbitros repetirão escala: Matheus Candançan, que apitou São Paulo x Mirassol, apitará Ponte Preta x Velo Clube; João Vitor Gobbi que apitou Noroeste x Red Bull Bragantino, apitará seu primeiro clássico: Palmeiras x Santos (vide aqui sobre ele: https://wp.me/p55Mu0-3MG). Já Flávio Rodrigues de Souza, árbitro de Santos x Novorizontino, apitará Red Bull Bragantino x Corinthians.

Flávio ficou marcado no Paulistão do ano passado no lance de Arboleda em Victor Roque (pênalti inexistente), foi suspenso e apitou a final da A2. Apostava-se que ele pediria o escudo FIFA nesse ano, mas a CBF surpreendentemente não mudou ninguém do quadro nacional (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3Mq).

Nos últimos jogos, o árbitro têm-se destacado em ser cumpridor nos detalhes: tem marcado os 8 segundos para a reposição de bola (Léo Jardim, do Vasco, que o diga) e exigido reposição rápida de bola. Que esteja bem tecnicamente, já que esse tem sido um problema.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Corinthians pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 15/01, 19h30. Mas desde às 18h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– A Regra do Jogo permite “Frigideira” ou “Geladeira”?

A Regra 8 (início e reinício do jogo) traz em seu texto:

“O Árbitro lançará uma moeda ao ar e a equipe que ganhar o sorteio decidirá entre executar o tiro de saída ou escolher a meta que prefere atacar no primeiro tempo de jogo.”

Normalmente, é o “Cara ou Coroa” que o árbitro faz com os capitães das equipes. E, curiosamente, essa moeda (chamada de Toss) costuma ser na cor dos cartões (Amarela de um lado, Vermelha de outro) ou preta-e-branca. Isso não importa. O árbitro avisa que quem ganhar o sorteio escolherá bola ou campo.

No Paulistão 2026, que é patrocinado pelas Casas Bahia, por questão de marketing, ao invés de “Cara ou Coroa”, “Vermelho ou Amarelo”, o árbitro oferece aos jogadores escolherem “Frigideira ou Geladeira”!

Óbvio, é inusitado, mas permitido pela Regra (pois é uma moeda lançada). Resta saber: por que os árbitros, que são os garotos propagandas nesse momento, não recebem nenhum adicional pela publicidade?

Imagem extraída de Zona Livre Sports (site de vendas de material esportivo).

– Abra o olho, São Paulo FC…

Dos seis times paulistas que estão no Brasileirão da Série A (Santos, Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Red Bull Bragantino e Mirassol), somente o Tricolor Paulista perdeu (todos os outros venceram, jogando em casa ou fora).

Com todo respeito, mas foi um “futebolzinho” mostrado…

Curiosamente, na Record o time passava vexame em campo. Simultaneamente, na Globo os diretores eram destaque por supostas irregularidades.

O que acontecerá com o “Time da Fé”?

– Se tivéssemos Fair Play Financeiro no Paulistão…

Corinthians x Ponte Preta foi o jogo de quem tinha Transfer Ben versus quem tem restrições. Dos salários atrasados, das contas enroladas e tudo mais.

A Macaca jogou com um time de garotos por conta dos seus problemas financeiros. E, lembrando, se existisse “transfer ban” por dívidas domésticas, o Timão também estaria com problemas (o Cuiabá, que tem a receber, que o diga).

A pergunta é: vai vingar o Fair Play Financeiro Nacional? E haverá punição de verdade?

Se for a “ferro-e-fogo”, sobrarão poucos times… mas eles gostam de gastar (e gastam mal).

– O gramado sintético que “pegou fogo” na Copinha!

Por várias vezes, falamos sobre as principais ligas de futebol do mundo proibirem jogos em gramados sintéticos (devido a lesões, em especial). A Seleção Brasileira (e as principais do mundo) não jogam em tal piso. Craques abdicam de jogar nele. Os EUA, “os pais” de estádios de soccer com essa opção, não terão nenhuma arena que não seja com gramado natural em 2026.

Aqui no Brasil, vários clubes usam o gramado sintético, com o argumento de economia. Pois bem: em Itaquaquecetuba, uma das sedes da Copa São Paulo de Futebol Jr 2026, na partida disputada no Estádio Ildeu Silvestre do Carmo, jogaram Novorizontino vs Juventude Samas (domingo, 13h), por 8 (OITO) vezes, segundo a súmula do árbitro, a partida foi paralisada pelo fato do gramado superaquecer, prejudicando os jogadores (nesse piso, usa-se chuteira sem travas altas, e o calor sobe aos pés).

A justificativa do Itaquá, que administra o local?

É a do Brasil ser um país de clima tropical!

O clube alega que precisa de gramado sintético, pois se fosse natural não seria possível se jogar o Sub 11, 13, 15, 17, 20 (e, em breve, o profissional), porque ali se treina e se joga, e seria inviável economicamente outra opção.

Abaixo, o comunicado do clube:

O Itaquá Athletico Clube vem, por meio desta, esclarecer e contextualizar informações veiculadas em matérias publicadas, especialmente no que diz respeito às altas temperaturas e ao uso de gramados sintéticos.
 
Primeiramente, é importante pontuar que o Itaquá Athletico, em nenhum momento, desconsidera o fato de o Brasil ser um país tipicamente tropical, sujeito a períodos de temperaturas elevadas, como os registrados nos últimos meses. Essas condições climáticas aumentam naturalmente o grau de dificuldade das partidas, tanto em gramados sintéticos quanto em gramados naturais.
 
É reconhecido que o gramado sintético possui maior absorção de calor, porém o clube faz uma análise responsável e estrutural do seu uso. Atualmente, o Itaquá Athletico conta com categorias do Sub-11 ao Sub-20 e, a partir do próximo ano, contará também com o Sub-23 profissional, totalizando sete categorias utilizando o estádio e o gramado de forma contínua.
 
Caso o gramado fosse natural, a manutenção seria significativamente maior, o que acarretaria períodos mais longos de interdição para recuperação do campo, impactando diretamente o calendário de treinos e jogos. A opção pelo gramado sintético se dá pela durabilidade, regularidade e viabilidade diante do alto número de atividades esportivas realizadas no local.
 
Mesmo diante das condições climáticas, o Itaquá Athletico Clube informa que passará a adotar também medidas de irrigação do gramado sintético, especialmente em dias de altas temperaturas, com o objetivo de reduzir a temperatura da superfície e proporcionar melhores condições de jogo e maior segurança aos atletas.
 
Durante a disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior 2026, o clube tem adotado protocolos rigorosos de prevenção, entre eles:
 
• Hidratação constante antes, durante e após as partidas;
• Pausas estratégicas e acompanhamento contínuo dos atletas;
• Cuidados com troca de chuteiras e conforto térmico;
• Monitoramento físico individualizado.
 
A questão climática foge ao controle dos clubes. Ainda assim, o Itaquá Athletico tem buscado minimizar seus impactos por meio de planejamento, prevenção e responsabilidade profissional.
 
Vale destacar que o uso de gramados sintéticos já é uma realidade consolidada no futebol brasileiro. Clubes como Palmeiras, Botafogo, Athletico Paranaense, Chapecoense, Atlético Mineiro, entre outros, utilizam esse tipo de gramado em competições oficiais, justamente pela durabilidade e pela necessidade de suportar calendários intensos de jogos. Cada instituição adota seus próprios protocolos de prevenção e cuidado com seus atletas.
 
No caso do Itaquá Athletico, mesmo em duas partidas realizadas às 13h, os atletas não sofreram impactos severos relacionados ao calor excessivo. Isso se deve ao trabalho preventivo conduzido pelo preparador físico Rodrigo Larson, que antecipou a preparação, realizando treinos nos mesmos horários das partidas, adaptando os atletas às condições reais de jogo.
 
Por fim, o Itaquá Athletico Clube reafirma seu compromisso absoluto com a integridade física e o bem-estar de seus atletas, assegurando que continuará adotando todas as medidas necessárias para oferecer um ambiente seguro, responsável e profissional para o desenvolvimento esportivo.
 
Itaquá Athletico Clube
Assessoria de Comunicação
 

– Análise da Arbitragem de Noroeste 0x1 Red Bull Bragantino.

Jogo tranquilo apitado por João Vitor Gobbi. Sem lances polêmicos na partida do Norusca vs Massa Bruta, com apenas um cartão não aplicado. O erro foi por duas vezes do bandeira 2 Alexandre Nascimento da Silva, em impedimentos inexistentes (leia abaixo esses relatos).

Destaque negativo: o VAR, que quase não apareceu, mas que na validação do gol de John John, demorou horrores para analisar.

Segue o lance-a-lance:

5m: Red Bull Bragantino reclama de pênalti de um carrinho exclusivamente na bola, acertou o árbitro.

7m: Bola sobra para Mosquera, e o impedimento é sancionado. Errou o bandeira, pois houve uma disputa d ebola do zagueiro que a desviou para o atacante, e esse detalhe tira o impedimento.

Aos 19m, de novo o bandeira Alexandre Nascimento da Silva errou. Jhon Jhon estava em condição legal (bem legal) e ele marcou impedimento.

28m: Gabriel sai para atendimento médico e o árbitro autoriza ele voltar em cima do lance do Noroeste (e o jogador rouba a bola). Errou o timing, faltou experiência.

38m: Nova falta de Tauµa, agora mais forte, merecendo o Cartão Amarelo. Árbitro preferiu conversar, errou.

52m: Cartão Amarelo a Peixoto, com correção.

53m: Cartão Amarelo para Carlão, por abrir o braço de maneira temerária e atingir Alix. Por muito pouco, quase virou um Cartão Vermelho por agressão.

61m: Cartão Amarelo para Gustavo Marques.

64m: Cartão Amarelo para o treinador Guilherme Alves.

75m: Cartão Amarelo para Maycon, por agarrar Vinicinho.

– Fábio Capello contra o VAR! E se tivesse um ex-jogador junto aos árbitros?

Fábio Capello está bravo com a arbitragem na Europa. Lá, onde o VAR é muito menos intervencionista do que no Brasil, as críticas são contra a falta de critério. E sugere uma ideia: que se coloque ex-jogadores junto à cabine do VAR!

Disse ele:

“Os árbitros são uma máfia. Eles não querem usar ex-jogadores no VAR, jogadores que conhecem os meandros do futebol, os movimentos que um atleta faz para parar, para se defender… e muitas vezes tomam decisões incorretas porque não jogaram e não conhecem esses movimentos (…) Um jogador é tocado no rosto, cai no chão e eles apitam. Mas por que apitar? Se eu tenho um 1,90 m e o outro 1,75, quando eu me movimento, o meu braço vai estar na altura do rosto dele (adversário). Então por que apitar? Essa história toda me deixa louco, completamente louco. (…) Coloque alguém lá que possa dizer ao árbitro: ‘bem, eu não acho que seja pênalti, ou talvez eu ache’. Com a Uefa, analisamos 20 situações em que pênaltis foram marcados, revisados por ex-jogadores e treinadores. Nessa análise, seis delas eram pênalti e 14 não”.

O que você acha da ideia de ex-jogadores junto aos árbitros? Deixe o seu comentário:

– Hoje tem Paulistão!

Daqui há pouco, temos Noroeste vs Red Bull Bragantino pelo Paulistão A1. 

Acompanhe tudo conosco pela Rádio Futebol Total, em: https://professorrafaelporcari.com/2026/01/10/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-noroeste-vs-red-bull-bragantino-rodada-01-do-paulistao-2026-2/

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