– Dois SPFC?

O São Paulo da Libertadores da América é um time aguerrido, copeiro e que não costuma decepcionar na competição.

O São Paulo do Brasileirão, cá entre nós, não é a mesma coisa. Tanto que está em 15º colocado, pertinho da Zona do Rebaixamento.

A questão é: a paixão pela competição internacional faz com que não se dedique o suficiente no torneio nacional, fazendo com que se sacrifique jogos e/ou pontuação? Ou nada disso?

Enfim: vale tanto esforço pela Libertadores, em detrimento do Brasileirão?

Deixe o seu comentário:

– E se nosso campeonato imitasse a Premiere League?

O Atlético Mineiro, o Botafogo, o Palmeiras (na Série A) e o Athletico Paranaense (na Série B), são os clubes que jogam com o piso sintético em nosso país. É muita gente… Na Inglaterra (a Liga mais rentável) isso é proibido.

Também na Premiere League está se transitando para que não seja permitido que Casas de Apostas patrocinem clubes de Futebol. Aqui no Brasil, de 20 clubes da 1ª divisão, 18 contam com esse tipo de patrocínio master.

Fico pensando: se é para imitarmos coisas boas, por que não as medidas de outros pares que dão certo em seus países?

Esse é o nosso Brasil…

– Aparência dos Treinadores influencia dentro de campo?

O Jornal Internacional de Psicologia dos Esportes (http://www.ijsp-online.com/) publicou um trabalho curioso da Universidade de Portsmouth: a aparência dos treinadores influencia no desempenho dos atletas. Quanto mais formal, maior inspiração aos atletas, sendo que o uso do terno e gravata traria a sensação de maior eficiência à equipe do que equipes cujo treinador usa agasalho esportivo!

E você, concorda com essa pesquisa? Deixe seu comentário:

Extraído de: International Journal of Sport Psychology

COACHES WEARING A SUIT WERE PERCEIVED AS BEING MORE STRATEGICALLY COMPETENT THAN THOSE WEARING SPORTING ATTIRE.

SPORTS coaches who wear suits on match days and tracksuits on training days are more likely to get the best out of their teams, according to new research.

Sports scientists at the University of Portsmouth studied the effect a coach’s appearance had on the players’ impressions of their competence.

Dr Richard Thelwell said: “We have found that the clothing that coaches wear can have a direct effect on the players’ perceptions of the coach’s ability.

“Players look to their coach to provide technical skills, to motivate them and to lead them. ” A coach in a suit suggests strategic prowess which is obviously ideal for a match.
“In our study, coaches wearing a suit were perceived as being more strategically competent than those wearing sporting attire.

“However, when wearing sporting attire, they were perceived to be more technically competent than those in a suit.”

For the research, published in the International Journal of Sport Psychology, the researchers asked 97 men and women to observe and give their reactions to static photographs of four different coaches.

The pictures depicted coaches who were of lean physique and dressed in a tracksuit, large physique and dressed in a tracksuit, lean physique and dressed in a suit and large physique and dressed in a suit.

The coach who was of large build and wearing smart clothes was uniformly ranked the lowest in terms of their competence to motivate, develop technique, develop game strategy, and build athlete character.

The coach who was lean and wearing a tracksuit was rated best for technical and character-building abilities which were skills most required at training and development of players and was rated equal best for “ability to motivate players.”

The coach who was lean and smartly dressed was rated best as a strategist, the skill most expected and required at matches. Dr Thelwell said: “First impressions can have a powerful and long-lasting effect, no matter how quickly judgements were made.

“From research, we know that sportsmen and women make snap decisions about their opponents based on first impressions.

“Such impressions then often influence the expectations of the performance outcome that results in success or failure.

“In coaching it is vital a strong rapport develops between the coach and the athlete.

“Sportsmen and women have to be willing to be persuaded to push the boundaries physically and mentally because the coach believes they can push harder or even because the coach just tells them to, but, to date, very little research has been done on what happens in those first few moments, and more importantly whether the athlete is prepared to go along with the coach’s ideals.

“While we are more aware of how athletes might judge coaches, we are still unaware of the processes that athletes go through to be able to develop impressions of coaches and this is something we are starting to look at.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Vai punir todo mundo, STJD?

O primeiro árbitro a ser punido por não dar escanteio em mais de 8 segundos de retenção de bola por parte do goleiro, foi Ramon Abel Abatti. Todos serão punidos?

Corroboro a pergunta do Sálvio, abaixo: vai punir todo mundo?

Em tempo: “punido” entre aspas. Gancho de 15 dias, que virou advertência!

Vide:

– Não se discorde de Rogério Ceni:

Para pensar. Indiscutível:

– Leão no Brasileirão:

E os Leões do Brasileirão…

Abençoados pelo Papa Leão XIV?

Veja a imagem:

– 40 dias sem treinador…

E continuamos sem treinador na Seleção Brasileira…

Não é uma várzea tal situação? Lamentável…

– Diniz no Vasco?

E o Vasco da Gama contratou Fernando Diniz como técnico.

Será que alguém por lá questionou que o esquema de jogo do treinador leva tempo para funcionar, e não é o mais recomendado para times que estejam na Zona do Rebaixamento?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio x Red Bull Bragantino (Rodada 8 do Brasileirão Série A 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho,

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Douglas Pagung – ES
Árbitro Assistente 2: Pedro Amorim de Freitas – ES
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia – RJ
Assessor: Vital Cordeiro Lopes  -BA
VAR: Caio Max Augusto Vieira – RN
AVAR: Sidmar dos Santos Meurer – PR
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade – ES
Observador de VAR: Márcio Eustáquio de Souza Santiago -MG
Quality Manager: Larissa Ramos Monteiro – RJ

Davi tem tido várias oportunidades na Série A do Brasileirão (e deverá ser FIFA em breve, pois é desejo da CBF). Quando começou a ser escalado, “sentiu a pressão” e teve atuações irregulares. Ele não foi bem quando trabalhou em Fortaleza x Red Bull Bragantino, mas quando o Massa Bruta jogou contra o Bahia, aí ele desempenhou melhor trabalho. Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3rn)

Com a sequência de jogos que a CBF tem dado a ele, está “aprendendo a apitar na marra”, e corrigiu o erro que cometia, de confundir “permitir maior contato físico” com “faltas reais não marcadas”.

Me preocupa o VAR: Caio Max é conhecido, estava revezando na função de árbitro central e VAR. E como VAR, recordo-me de alguns erros – inclusive sugerindo a expulsão equivocada de Cleiton contra o CAP em 2024, vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/25/pobres-palmeiras-x-vitoria-e-fortaleza-x-sao-paulo/

Acompanhe conosco o jogo entre Grêmio vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 10/05, 18h30. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Os valores dos patrocínios das Bets nos clubes de futebol no Brasil:

As Casas de Apostas, inegavelmente, financiam o futebol brasileiro.

O que os clubes fariam sem elas hoje?

Vide o quadro:

– Vai punir todo mundo, STJD?

O primeiro árbitro a ser punido por não dar escanteio em mais de 8 segundos de retenção de bola por parte do goleiro, foi Ramon Abel Abatti. Todos serão punidos?

Corroboro a pergunta do Sálvio, abaixo: vai punir todo mundo?

Em tempo: “punido” entre aspas. Gancho de 15 dias, que virou advertência!

Vide:

– O bônus em treinar a Seleção Brasileira, ao mesmo tempo, é ônus!

O mundo utópico dos treinadores de futebol:

Já imaginou ter os melhores jogadores do mundo à sua disposição, sem se preocupar com o salário deles, ou se o cartola vai contratá-los ou não?

Ver os seus atletas treinando e jogando nos melhores gramados possíveis, com o mais moderno e tecnológico material esportivo que existe?

Adicione a isso: ter a seu lado profissionais de alto desempenho, escolhidos por você, te dando tranquilidade para apenas exercer seu trabalho de treinador?

Importante: leve em conta o ótimo salário, o status, os excepcionais hotéis, os voos em primeira classe, a tietagem…

Tudo isso, em tese, se refere a ser técnico da Seleção Brasileira de Futebol!

Há muita ilusão sobre o cargo. Claro, ele povoa o imaginário do brasileiro, pela magia causada com o Escrete Canarinho de suas melhores versões (1970, que dispensa comentários, e de 1982, que por um capricho dos deuses da bola, não levou a Taça do Mundo), ou das versões não tão apaixonantes, mas que foram vitoriosas (1994 e 2002).

Me recordo que Vagner Mancini, certa vez, era treinador do Atlético Goianiense e estava muito bem no Brasileirão daquele ano, e saiu do Dragão para ir ao Corinthians, em crise, devendo para todo mundo, e correndo risco de rebaixamento. Questionado pela troca, disse: “Poxa, foi um convite do Corinthians!”. Agora, troque o nome do Atlético Goianiense por qualquer clube da Série A do Brasileirão e substitua o nome Corinthians pelo da Seleção Brasileira: aconteceria a mesma coisa!

Todo treinador que está no Brasil, creio, aceitaria ser o novo técnico da Seleção, por todas as benesses que foram citadas no início desse texto, independente de como ela esteja. Elas são o grande bônus.

Até mesmo Tite, que um dia assinou um manifesto de protesto contra a CBF e Marco Polo Del Nero, quando convidado pelo próprio, sucumbiu ao desejo e virou técnico (de duas Copa do Mundo, inclusive). A exceção foi Muricy Ramalho, que não quis sair do Fluminense por respeito ao contrato (além de não gostar da conversa do então presidente Ricardo Teixeira).

O curioso é que, o que parece ser bônus, benefício, vantagem, ou um conjunto de fatores positivos, pode ser, ao mesmo tempo, um ledo engano!

Veja só: o que parece “coisa boa”, pode virar um tiro no próprio pé. Quem disse que o treinador da Seleção Brasileira tem os melhores jogadores do mundo? O Brasil não resolve o problema das laterais e não tem atacantes unânimes em campo. Se Raphinha ou Vinícius Jr não rendem na equipe nacional o mesmo que jogam no Barcelona ou no Real Madrid, a culpa é do treinador. Se o conjunto não tem liga, idem. Se perde o amistoso, idem-idem. Se isso, se aquilo, se acolá… tudo vai na conta do treinador!

Não temos os melhores jogadores, mas muitos torcedores crêem que somos o Dream Team do Basquetebol dos EUA, e não é verdade. Temos bons jogadores, como outras Seleções hoje têm. E as críticas são sempre as mesmas: “os atletas têm mordomia, melhores hotéis, ganham ótimo salário”, ou: “são todos mercenários, não têm amor ao país”, etc..
A verdade é: todas as vantagens que os técnicos têm, se revertem em desvantagem ao mesmo tempo. Com um detalhe: a função de técnico de futebol é diferente na Seleção! Além de não ter a rotina de treinos diárias de um clube, correndo o risco de enferrujar, acaba tendo que “evitar que os adversários se reforcem”, e convocam jogadores de qualidade duvidosa, ou ilustres desconhecidos, a fim de que, naturalizados, não joguem por outros países. Galeno, do Porto, foi chamado algumas vezes e não se firmou – mas antes foi convidado a jogar pela Seleção Portuguesa e recusou quando recebeu o convite de convocação do Brasil! A Amarelinha seduz… mas às vezes, nem tanto. Diego Costa, por exemplo, foi jogar pela Espanha.

Enfim: pode ser um orgulho dirigir a Seleção Brasileira, mas acaba sendo uma tarefa árdua e dolorosa

Em tempo: no Exterior, nenhum técnico de ponta almeja dirigir a Seleção do seu país, quando está no auge da carreira (por questão de salários altos dos milionários times e dos torneios que disputam na UEFA). Dirigir o Time Nacional, só quando em fim de carreira. Vide Mourinho, Klopp, Guardiola e o próprio Ancelotti.

– Como explicar o Flamengo na Libertadores?

Confesso não entender: nas competições domésticas, o Mengão vai muito bem. Filipe Luís até foi cotado para ser treinador da Seleção Brasileira! Mas na Libertadores

Mesmo elenco, mesmo técnico e mesmo “tudo”. E consegue perder 5 pontos de 6 jogados contra o Central Córdoba, um “Paulista de Jundiaí da Argentina” (origem ferroviária, venceu a Copa do seu país e chegou à Libertadores).

Como explicar? Salto alto, talvez? O certo é que o Flamengo corre o risco de ser eliminado ainda na primeira fase do torneio continental… que prejuízo esportivo e financeiro, caso aconteça.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio x Red Bull Bragantino (Rodada 8 do Brasileirão Série A 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho,

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Douglas Pagung – ES
Árbitro Assistente 2: Pedro Amorim de Freitas – ES
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia – RJ
Assessor: Vital Cordeiro Lopes  -BA
VAR: Caio Max Augusto Vieira – RN
AVAR: Sidmar dos Santos Meurer – PR
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade – ES
Observador de VAR: Márcio Eustáquio de Souza Santiago -MG
Quality Manager: Larissa Ramos Monteiro – RJ

Davi tem tido várias oportunidades na Série A do Brasileirão (e deverá ser FIFA em breve, pois é desejo da CBF). Quando começou a ser escalado, “sentiu a pressão” e teve atuações irregulares. Ele não foi bem quando trabalhou em Fortaleza x Red Bull Bragantino, mas quando o Massa Bruta jogou contra o Bahia, aí ele desempenhou melhor trabalho. Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3rn)

Com a sequência de jogos que a CBF tem dado a ele, está “aprendendo a apitar na marra”, e corrigiu o erro que cometia, de confundir “permitir maior contato físico” com “faltas reais não marcadas”.

Me preocupa o VAR: Caio Max é conhecido, estava revezando na função de árbitro central e VAR. E como VAR, recordo-me de alguns erros – inclusive sugerindo a expulsão equivocada de Cleiton contra o CAP em 2024, vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/25/pobres-palmeiras-x-vitoria-e-fortaleza-x-sao-paulo/

Acompanhe conosco o jogo entre Grêmio vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 10/05, 18h30. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Ainda sobre o lance polêmico em Internazionale 4×3 Barcelona:

Obrigado pelo carinho e confiança, Pilhado.

Explico o detalhe em Yamal e ele replica, no vídeo em: https://youtube.com/shorts/3j_0IfiAGxk?si=Y9r6cTnlZh6Odwfa

 

– A Coluna no JJ de hoje:

Minha coluna no Jornal de Jundiaí de hoje (Coluna OPINIÃO, página 2): sobre as mazelas da Conmebol!

Prestigie:

– Afinal, Zubeldía “fora” ou “Zubeldía” fica? Toda semana, muda-se o tom? E como a arbitragem o vê?

Parece “biruta de aeroporto”, quando o vento bate e ela muda de rota: assim é a opinião de muita gente sobre Zubeldía, o treinador do SPFC.

Quando aumenta-se o número de jogos empatados no Campeonato Brasileiro (o Tricolor tem apenas 9 pontos, está em 11º lugar na tabela com apenas 1 vitória em 7 jogos e 6 empates), surge o coro de “fora Zubeldía”, “burro” ou vaias. Quando o time ganha 3 partidas como visitante na Libertadores da América, os mais exaltados, assustadoramente, acabam o chamando de “ZubelDíos”. Barbaridade…

A verdade é: penso que se tirarmos a paixão dos comentários de torcedores pró e contra o treinador, os analistas mais racionais dirão que o argentino é um treinador comum. Um bom técnico, mas nada de excepcional. Se perguntassem ao saudoso Mário Sergio Pontes de Paiva, provavelmente ele o chamaria de “medíocre” (certa vez, Mário Sérgio foi questionado sobre as qualidades do Fluminense, e ele chamou a equipe de medíocre, gerando muita polêmica – e ele teve que explicar: na língua portuguesa, medíocre significa “estar na média dos demais pares”, embora muita gente o tenha com tom pejorativo).

Mas como os árbitros enxergam o treinador?

Conversando dias atrás com alguns quarto-árbitros (quem melhor pode avaliar Zubeldía são eles, pois passam muito tempo à beira do gramado ao lado dele – e como temos vários quarto-árbitros paulistas nas escalas do Brasileirão por conta de confrontos domésticos, eles se tornam fidedignos de relato), um deles me deu o adjetivo perfeito sobre como o vejo: “xarope”.

As caras e bocas que ele faz à orla do campo, as invasões dentro das quatro-linhas, os “aviõezinhos” que ele faz nas comemorações e as reclamações teatrais em excesso, para muitos, sugerem “um personagem criado”. Uma “forçação de barra equivocada”, a fim de criar um folclore de que ele é intenso e dá a vida durante as partidas.

O número absurdo de cartões que ele recebe me faz realmente ter essa impressão, muitas vezes. Por exemplo: a última advertência que ele recebeu no Morumbi, foi tremendamente curiosa: sem polêmica no jogo, ele foi ao árbitro logo após o final do primeiro tempo e ficou “enchendo o saco”. A imagem da TV mostrava o juizão pedindo para ele se retirar e parar com a insistência, e ele continuava ainda mais! Ao receber o Cartão Amarelo (não tinha o que fazer, deveria ser aplicado mesmo) ele se calou, aplaudiu e foi embora…

Pode?

Quantas ausências ele já proporcionou desde que chegou? Será que nenhum diretor o cobra sobre isso, e, pior: não tem noção de que está VISADO pela arbitragem pelo seu mau comportamento?

Talvez o grande erro de Zubeldía seja “não cuidar da sua gestão de imagem”. Há treinadores com a mesma competência do que ele, e que são menos contestados por trabalharem mais respeitosamente.

(Imagem: Print de tela).

– O bônus em treinar a Seleção Brasileira, ao mesmo tempo, é ônus!

O mundo utópico dos treinadores de futebol:

Já imaginou ter os melhores jogadores do mundo à sua disposição, sem se preocupar com o salário deles, ou se o cartola vai contratá-los ou não?

Ver os seus atletas treinando e jogando nos melhores gramados possíveis, com o mais moderno e tecnológico material esportivo que existe?

Adicione a isso: ter a seu lado profissionais de alto desempenho, escolhidos por você, te dando tranquilidade para apenas exercer seu trabalho de treinador?

Importante: leve em conta o ótimo salário, o status, os excepcionais hotéis, os voos em primeira classe, a tietagem…

Tudo isso, em tese, se refere a ser técnico da Seleção Brasileira de Futebol!

Há muita ilusão sobre o cargo. Claro, ele povoa o imaginário do brasileiro, pela magia causada com o Escrete Canarinho de suas melhores versões (1970, que dispensa comentários, e de 1982, que por um capricho dos deuses da bola, não levou a Taça do Mundo), ou das versões não tão apaixonantes, mas que foram vitoriosas (1994 e 2002).

Me recordo que Vagner Mancini, certa vez, era treinador do Atlético Goianiense e estava muito bem no Brasileirão daquele ano, e saiu do Dragão para ir ao Corinthians, em crise, devendo para todo mundo, e correndo risco de rebaixamento. Questionado pela troca, disse: “Poxa, foi um convite do Corinthians!”. Agora, troque o nome do Atlético Goianiense por qualquer clube da Série A do Brasileirão e substitua o nome Corinthians pelo da Seleção Brasileira: aconteceria a mesma coisa!

Todo treinador que está no Brasil, creio, aceitaria ser o novo técnico da Seleção, por todas as benesses que foram citadas no início desse texto, independente de como ela esteja. Elas são o grande bônus.

Até mesmo Tite, que um dia assinou um manifesto de protesto contra a CBF e Marco Polo Del Nero, quando convidado pelo próprio, sucumbiu ao desejo e virou técnico (de duas Copa do Mundo, inclusive). A exceção foi Muricy Ramalho, que não quis sair do Fluminense por respeito ao contrato (além de não gostar da conversa do então presidente Ricardo Teixeira).

O curioso é que, o que parece ser bônus, benefício, vantagem, ou um conjunto de fatores positivos, pode ser, ao mesmo tempo, um ledo engano!

Veja só: o que parece “coisa boa”, pode virar um tiro no próprio pé. Quem disse que o treinador da Seleção Brasileira tem os melhores jogadores do mundo? O Brasil não resolve o problema das laterais e não tem atacantes unânimes em campo. Se Raphinha ou Vinícius Jr não rendem na equipe nacional o mesmo que jogam no Barcelona ou no Real Madrid, a culpa é do treinador. Se o conjunto não tem liga, idem. Se perde o amistoso, idem-idem. Se isso, se aquilo, se acolá… tudo vai na conta do treinador!

Não temos os melhores jogadores, mas muitos torcedores crêem que somos o Dream Team do Basquetebol dos EUA, e não é verdade. Temos bons jogadores, como outras Seleções hoje têm. E as críticas são sempre as mesmas: “os atletas têm mordomia, melhores hotéis, ganham ótimo salário”, ou: “são todos mercenários, não têm amor ao país”, etc..
A verdade é: todas as vantagens que os técnicos têm, se revertem em desvantagem ao mesmo tempo. Com um detalhe: a função de técnico de futebol é diferente na Seleção! Além de não ter a rotina de treinos diárias de um clube, correndo o risco de enferrujar, acaba tendo que “evitar que os adversários se reforcem”, e convocam jogadores de qualidade duvidosa, ou ilustres desconhecidos, a fim de que, naturalizados, não joguem por outros países. Galeno, do Porto, foi chamado algumas vezes e não se firmou – mas antes foi convidado a jogar pela Seleção Portuguesa e recusou quando recebeu o convite de convocação do Brasil! A Amarelinha seduz… mas às vezes, nem tanto. Diego Costa, por exemplo, foi jogar pela Espanha.

Enfim: pode ser um orgulho dirigir a Seleção Brasileira, mas acaba sendo uma tarefa árdua e dolorosa

Em tempo: no Exterior, nenhum técnico de ponta almeja dirigir a Seleção do seu país, quando está no auge da carreira (por questão de salários altos dos milionários times e dos torneios que disputam na UEFA). Dirigir o Time Nacional, só quando em fim de carreira. Vide Mourinho, Klopp, Guardiola e o próprio Ancelotti.

– Rivais no campo, opostos no caixa: Palmeiras lucra, enquanto Corinthians, São Paulo e Santos afundam em déficits.

💰 Rivalidade também nas finanças! Corinthians, São Paulo e Santos somam um prejuízo de R$ 575 milhões em 2024. Enquanto isso, o Palmeiras lucra R$ …

Continua em: Rivais no campo, opostos no caixa: Palmeiras lucra, enquanto Corinthians, São Paulo e Santos afundam em déficits

– Lamine Yamal, sensacional.

O que esse jovem Lamine Yamal joga de futebol, é brincadeira!

Na partida de ida pela UCL (Barcelona vs Internazionale), ele “comeu a bola”. Hoje, apesar do placar desfavorável momentaneamente, ele ainda mostra tamanha competência.

Será um dos melhores do mundo, sem dúvida.

– Os líderes do Brasileirão:

Palmeiras e Red Bull Bragantino conquistaram 16 dos 21 pontos possíveis no Brasileirão! E são seguidos pelo Flamengo, com 14, depois pelo Cruzeiro e Fluminense com 13.

Quem vai ter fôlego até o final do longo Campeonato Brasileiro? Não nos esqueçamos que muitos times disputam Copa do Brasil, Libertadores e, alguns, disputarão o Mundial de Clubes.

Haja elenco e preparo físico, não?

Fico pensando: e o Santos FC, com ¼ dos pontos do seu rival ponteiro? Apenas 4 pontos em 7 jogosAbra o olho, Peixe!

– Seleção vai na contramão do mundo… amistoso contra a Rússia?

Galvão Bueno revelou em seu programa na TV Bandeirantes que a Seleção Brasileira acordou um amistoso contra a Seleção Russa, banida da FIFA e da UEFA desde 26 de fevereiro de 2022, pela invasão ao território ucraniano, gerando a guerra entre os dois países.

Clubes e Seleção da Federação Russa não podem disputar torneios oficias, pois o termo classificado pela FIFA foi de “banimento”. Em tese, o futebol da Rússia é independente da FIFA e das Regras do Futebol também.

Talvez, jogadores suspeitos de apostas ilegais encontrem ali um refúgio para seguirem suas carreiras. Luiz Henrique, do Botafogo, acusado juntamente com Paquetá de manipulação de resultados, foi jogar no Zenit. Se considerado culpado, não cumprirá as sanções por lá. O próprio Lucas Paquetá, se punido, poderia continuar sua carreira em algum time russo.

Não vivemos um mundo à parte do futebol? Sem histórico relevante de serviços prestados, por jogadas políticas tivemos Cel Nunes, Caboclo e tantos outros no comando da CBF. E somente isso explica o fato de termos Ednaldo Rodrigues à frente da entidade.

O que a FIFA dirá, caso se confirme o amistoso? 

Sugestão: em Moscou, será um excelente local para a pseudo-camisa vermelha da Seleção Brasileira estrear(contém ironia).

Acréscimo: ao assistir o trecho do Programa Galvão e Amigos, o apresentador leu um trecho da carta de aceite do jogo, enviada pela CBF:

“Acreditamos que a colaboração entre a Confederação Brasileira de Futebol e a União Russa de Futebol será fundamental para estreitar laços e engrandecer ainda mais o ecossistema do futebol mundial”.

Barbaridade… dispensa comentários.

Ops: sobre a camisa vermelha da Seleção, citada acima, já falamos em outra oportunidade: seria uma fake news, ou um teste de mercado do patrocinador: https://professorrafaelporcari.com/2025/04/27/e-a-camisa-vermelha-da-selecao-brasileira-2/ 

 

– Miguelito é solto após acusação de injúria racial em jogo da Série B: caso segue sob investigação.

Miguelito, do América-MG, foi preso em flagrante por injúria racial após ofender Allano, do Operário-PR, em jogo da Série B. Foi solto no dia …

Continua em: Miguelito é solto após acusação de injúria racial em jogo da Série B: caso segue sob investigação

– A nova relação entre Árbitro e VAR a partir do Mundial de Clubes 2025.

O jornal espanhol Marca trouxe uma importante notícia: a FIFA reuniu os árbitros selecionados para o Mundial de Clubes e pediu uma nova relação entre Árbitro e VAR. Estiveram presentes e fizeram discursos Gianni Infantino (presidente da FIFA), Pierluigi Colina (chefe da arbitragem) e David Ellary (secretário-geral da International Board).

A ideia é: o árbitro de vídeo deve mudar o enfoque de procurar erros claros e ajudar a “melhorar o jogo”.

E o que é “melhorar o jogo”?

É: “Reforçar o papel do árbitro de campo como autoridade máxima da partida, com o VAR atuando como suporte — e não como ferramenta de correção automática”.

Trocando em miúdos: ao invés do VAR procurar o árbitro a toda hora, sugerindo situações, é o árbitro quem deve buscar o VAR, sem medo, nos lances duvidosos.

Veremos isso a partir do Mundial mesmo? No Brasileirão, nunca vemos o árbitro pedindo ajuda ao VAR, mas vemos o VAR fazendo o que a FIFA quer evitar.

– A virada do Cruzeiro se deu pela segurança do treinador?

Fernando Seabra e Fernando Diniz sofreram com o “cai-não-cai” quando treinadores do Cruzeiro.

O primeiro, com um áudio vazado do presidente Pedrinho BH ameaçando o demitir; o segundo, com a notícia conseguida pela Rádio Itatiaia de que iria ser demitido.

Quando os jogadores sentem a insegurança da continuidade de um treinador, não morrem abraçados com ele. E ambos caíram.

Agora, Leonardo Jardim afastou Dudu, colocou Gabigol no banco e demonstrou firmeza em suas decisões. O próprio presidente da Raposa se manifestou estar feliz com a autoridade do seu técnico. E agora outro vazamento, na última semana: supostamente, Pedro Lourenço disse que “mando embora o time inteiro e não mando embora o Jardim”.

Não é que o Cruzeiro voltou a jogar bola?

Treinador que balança no cargo, se não tiver respaldo, cai mesmo. E quando a direção o abraça de verdade (e não de mentirinha, protocolar para a imprensa), há a “virada de chave”. Vide o Red Bull Bragantino: Fernando Seabra quase caiu no Paulistão, mas quando a Matriz definiu que ele não iria ser demitido, o treinador teve paz e, nessa segunda-feira, se vencer o Mirassol (primeira partida no novo e ajeitado estádio ‘provisório”, enquanto se reforma o Nabizão), o Massa Bruta pode ser líder do Brasileirão.

A questão é: mais do que defender estabilidade nos cargos, há dos clubes transmitirem SEGURANÇA da permanência dos treinadores.

– A novidade da FIFA na arbitragem do Mundial de Clubes.

No meu blog “Pergunte Ao Árbitro”, conto: a nova relação entre VAR e Árbitros que a FIFA quer!

Texto no link em: pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/05/03/a-n
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– Gabigol marca nos acréscimos, tira Flamengo da liderança e decide para o Cruzeiro.

⚽🔥 Gabigol precisou de só 10 minutos para decidir contra o Flamengo! De pênalti nos acréscimos, deu a vitória ao Cruzeiro, tirou o ex-clube da …

Continua em: Gabigol marca nos acréscimos, tira Flamengo da liderança e decide para o Cruzeiro

– Os líderes do Brasileirão:

Palmeiras e Red Bull Bragantino conquistaram 16 dos 21 pontos possíveis no Brasileirão! E são seguidos pelo Flamengo, com 14, depois pelo Cruzeiro e Fluminense com 13.

Quem vai ter fôlego até o final do longo Campeonato Brasileiro? Não nos esqueçamos que muitos times disputam Copa do Brasil, Libertadores e, alguns, disputarão o Mundial de Clubes.

Haja elenco e preparo físico, não?

Fico pensando: e o Santos FC, com ¼ dos pontos do seu rival ponteiro? Apenas 4 pontos em 7 jogosAbra o olho, Peixe!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Mirassol (Rodada 7 do Brasileirão Série A):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão,

Árbitro: Lucas Canetto Bellote – SP
Árbitro Assistente 1: Alex And Ribeiro – SP
Árbitro Assistente 2: Evandro de Melo Lima – SP
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo – SP
Assessor: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Ilbert Estevam da Silva – SP
AVAR: Fabrício Porfírio de Souza – SP
AVAR2: Vinícius Furlan – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Jr – SP
Quality manager: Lucas Dias Almeida – RJ

Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores em São Paulo. Na CBF, nunca chegou a ter chances boas. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço e foi voltando a ter chances. Em 2025, voltou a apitar vários jogos da Série A do Paulistão (incluindo Red Bull Bragantino 2×1 Noroeste). Imagino que ficou surpreso, mas feliz, ao ver seu nome estreando na Série A do Brasileirão nessa escala contra o Mirassol.

Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Mirassol pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Segunda-Feira, 05/05, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E todo mundo reclama!

O Internacional reclama, o Corinthians reclama, o torcedor neutro reclama…

Sinal que o árbitro Zanovelli, de lambanças anteriores, não agradou. Né?

– Milton Leite no Ticaracaticast:

Muito legal! Para quem gosta de futebol, Milton Leite numa bacana entrevista:

(E ele falou sobre Jundiaí e da Rádio Difusora).

“Fernando Vieira de Melo tinha uma casa em Cabreúva, ia para lá descansar e ouvia a Rádio Difusora de Jundiaí no caminho. Por isso ele me levou para a Jovem Pan”: https://www.youtube.com/live/rS5dc4xUTO4?si=pfADkLbwMyNaqF8X

– Corinthians 4×2 Internacional: quem apitou, foi o árbitro ou o VAR?

Eu concordo que houve falta no primeiro gol anulado do Corinthians. Idem no segundo gol anulado. Ambos na origem da jogada, e corretamente fez a intervenção o VAR. É a Regra, gostemos ou não.

No pênalti nos minutos derradeiros, confesso, eu não marcaria. Chamou o VAR e o árbitro marcou.

O detalhe da partida não são os dois gols anulados, mas sim: em 3 lances capitais, o árbitro tomou a sua decisão e nas 3 vezes mudou de opinião quando o VAR chamou.

Questiono: Paulo César Zanovelli (o mesmo árbitro do jogo do erro de direito em Fluminense x São Paulo) é ruim tecnicamente, pois concordou em mudar sua decisão 3 vezes, ou faltou personalidade para bater no peito e assumir sua decisão? Ou… quem apitou, de fato, foi o VAR Daniel Nobre Bins?

A FIFA quer mudar a relação VAR e Árbitro, a partir do Mundial de clubes, Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/05/03/a-nova-relacao-entre-arbitro-e-var-a-partir-do-mundial-de-clubes-2025/

– Tudo para depois do dia 11? A questão da Governança Corporativa da CBF:

Ensino aos meus alunos da Faculdade de Administração, na disciplina de “Governança Corporativa”, que em hipótese alguma os interesses pessoais de um gestor podem sobrepujar os interesses da corporação. E é exatamente o que “não se pode”, que acontece na CBF.

Vejamos:

  • Ednaldo Rodrigues já tomou dois “nãos” de Ancelotti. A CBF aceita tomar o 3º, ou é uma questão pessoal do gestor para que seja o italiano?
  • Jorge Jesus, que está livre no mercado, foi procurado? Se a corporação precisa de um colaborador, o gestor não foi atrás por qual motivo? Seria o de… não ser do agrado de Neymar? Mas aí não é um interesse pessoal de terceiro se sobrepondo ao da CBF?
  • O outro nome da lista seria mesmo o de Abel Ferreira? Mas… é condição de quem escolhe que seja um estrangeiro? É desejo da CBF ou de Ednaldo? Por que não um treinador brasileiro? Aqui, não estamos falando xenofobicamente, mas sim da questão meritocrática: se “gringo”, que seja melhor do que os locais. Ser estrangeiro por si só não pode ser condição para dirigir a Seleção.

Enfim: até dia 11, quando o Real Madrid decidirá o seu futuro ou não (e o de Ancelotti), parece que não teremos novidades… E os interesses (ou vaidade) do gestor ficam acima dos da Confederação Brasileira de Futebol.

 

– Scaloni como treinador da Seleção Brasileira?

Privilégio em ser amigo do Flávio Prado.

Que “bullying aos hermanos” fantástico:

– A nova relação entre Árbitro e VAR a partir do Mundial de Clubes 2025.

O jornal espanhol Marca trouxe uma importante notícia: a FIFA reuniu os árbitros selecionados para o Mundial de Clubes e pediu uma nova relação entre Árbitro e VAR. Estiveram presentes e fizeram discursos Gianni Infantino (presidente da FIFA), Pierluigi Colina (chefe da arbitragem) e David Ellary (secretário-geral da International Board).

A ideia é: o árbitro de vídeo deve mudar o enfoque de procurar erros claros e ajudar a “melhorar o jogo”.

E o que é “melhorar o jogo”?

É: “Reforçar o papel do árbitro de campo como autoridade máxima da partida, com o VAR atuando como suporte — e não como ferramenta de correção automática”.

Trocando em miúdos: ao invés do VAR procurar o árbitro a toda hora, sugerindo situações, é o árbitro quem deve buscar o VAR, sem medo, nos lances duvidosos.

Veremos isso a partir do Mundial mesmo? No Brasileirão, nunca vemos o árbitro pedindo ajuda ao VAR, mas vemos o VAR fazendo o que a FIFA quer evitar.