– O Vírus FIFA nas Seleções existe. O que fazer?

Eu me recordo do Márcio Santos, que jogava na Holanda e foi convocado para a Seleção Brasileira. Pouco tempo em campo, se lesionou. E a CBF o devolveu ao seu time com o atleta precisando de meses de recuperação.

Vários jogadores sofrem com isso, e agora foi a vez de Gérson, do Flamengo.

E o que fazer?

Temos muitas datas-FIFA… e não há quem aguente, Os clubes pagam o atleta, vai de graça para a Seleção e volta lesionado.

– Sobre o caso do convite dos torcedores para associação ao Paulista FC, abaixo:

Para quem não viu a polêmica, uma explicação respeitosa em: https://youtu.be/QeajsZJNO08?si=nwFwzL09EUJUZbpl

– Que pisada na bola, Flamengo!

Curto e Grosso: enquanto que diversos clubes assinaram um manifesto anti-racista contra a Conmebol, o Flamengo se omitiu.

Justificativa da Diretoria: as relações institucionais devem ser de CBF (que representaria os clubes) para a Conmebol!

Que coisa feia… Manifeste-se por você, Mengão.

– Abra o olho com a Conmebol, Palmeiras.

Eu tive um instrutor de arbitragem honestíssimo, que dizia eventualmente: “Não brigue com a Conmebol. O [Nicolás] Leóz é rancoroso.”

Certa vez, ele viu uma escala de Libertadores da América, e disse: “Nunca confie em árbitro do Paraguai quando tem clube brasileiro brigado com a Conmebol”.

Tempos depois, o Corinthians teve que jogar com os portões fechados devido ao ocorrido com o garoto Kevin Spada. E colocou meia dúzia de torcedores e diretores na arquibancada, com liminar na Justiça, contrariando a decisão da Conmebol.

Na rodada seguinte… Corinthians x Boca Jrs jogaram com a arbitragem do paraguaio Carlos Amarilla, e vimos uma arbitragem direcionada (não costumo usar esses termos, mas os erros foram de árbitro iniciante, e Amarilla era experientíssimo).

Ao ler que Leila Pereira deu uma resposta contestando Alejandro Rodriguez no episódio da Macaca Chita (ela foi firme, confrontante e assertiva), pensei: “Abra o olho, Palmeiras…”.

– E se a Seleção fraquejar…

Se nos dois próximos jogos da Seleção Brasileira (que não está jogando bem), que serão contra Colômbia e Argentina, o time perderDorival Jr corre risco de demissão?

Eu acho que, apesar da colocação ruim na tabela, dificilmente o Brasil correrá risco de não ir ao Mundial 2026. Mas como a direção da CBF costuma rifar cabeças

– O Brasil é a macaca Chita para a Conmebol?

Alejandro Dominguez, o presidente da Conmebol, perguntado sobre uma possível saída dos clubes brasileiros da Libertadores para disputarem a Concacaf, disse que:

Seria como o Tarzan sem a Chita.

Ora, os clubes do Brasil são os protagonistas, portanto, o Tarzan. Mas…

Muita gente viu racismo na fala (já que a pouca eficácia da instituição no combate ao Racismo é nítida). O motivo: Chita é a macaca de estimação do Tarzan…

Que tal mudar para Batman sem o Robin? Mas o Brasil, insisto seria o Batman, pois os valores altos se devem à presença dos clubes do Brasil.

(em tempo: Alejandro Dominguez pediu desculpas pela fala).

– Raphael Claus e Bruno Arleu. Ambos da FIFA, mas…

Como ter uma arbitragem de critério uniforme no Brasileirão, se vemos contradições entre colegas de FIFA nos estaduais?

Abaixo, separados por algumas horas no domingo:

Em São PauloMemphis Depay (COR) divide uma bola com Maike (PAL), que cai dentro da área. Lance de contato físico normal em disputa de bola (embora Abel Ferreira tenha reclamado bastante), e Raphael Claus, sem titubear, manda jogar e nem permite reclamação. Se o VAR fez uma checagem ou não, é irrelevante, pois claramente Claus chamou para a si a responsabilidade.

No Rio de JaneiroJuninho (FLA) está disputando a bola com Inágcio (FLU), e ambos se desequilibram pela velocidade. Há contato físico por movimento natural, sendo que isso não é infração. Da jogada resulta o gol do Flamengo, anulado pois o VAR entende que houve falta do flamenguista no adversário. O árbitro Bruno Arleu sucumbe ao seu colega de vídeo e equivocadamente anula o gol do Mengão (Juninho estava jogando no Exterior e não tentou cavar uma falta; seu adversário, entretanto, o fez e o árbitro “entrou”. Se Juninho estivesse mais “aculturado” com o nosso país, talvez no primeiro contato com Ignácio se jogaria e pederia falta a ele).

Como é que Rodrigo Cintra, Luiz Flávio de Oliveira, Sandro Meira Ricci, Nestor Pitana, Nicola Rizzoli e todos os demais membros do Comitê da CBF consertarão esse disparate de critérios?

– Sorteio da Conmebol 2025:

Estão aí: os grupos sorteados da Libertadores e Sulamericana!

Quem se deu bem ou mal?

Aqui: 

– Abra o olho com a Conmebol, Palmeiras.

Eu tive um instrutor de arbitragem honestíssimo, que dizia eventualmente: “Não brigue com a Conmebol. O [Nicolás] Leóz é rancoroso.”

Certa vez, ele viu uma escala de Libertadores da América, e disse: “Nunca confie em árbitro do Paraguai quando tem clube brasileiro brigado com a Conmebol”.

Tempos depois, o Corinthians teve que jogar com os portões fechados devido ao ocorrido com o garoto Kevin Spada. E colocou meia dúzia de torcedores e diretores na arquibancada, com liminar na Justiça, contrariando a decisão da Conmebol.

Na rodada seguinte… Corinthians x Boca Jrs jogaram com a arbitragem do paraguaio Carlos Amarilla, e vimos uma arbitragem direcionada (não costumo usar esses termos, mas os erros foram de árbitro iniciante, e Amarilla era experientíssimo).

Ao ler que Leila Pereira deu uma resposta contestando Alejandro Rodriguez no episódio da Macaca Chita (ela foi firme, confrontante e assertiva), pensei: “Abra o olho, Palmeiras…”.

– O Brasil é a macaca Chita para a Conmebol?

Alejandro Dominguez, o presidente da Conmebol, perguntado sobre uma possível saída dos clubes brasileiros da Libertadores para disputarem a Concacaf, disse que:

Seria como o Tarzan sem a Chita.

Ora, os clubes do Brasil são os protagonistas, portanto, o Tarzan. Mas…

Muita gente viu racismo na fala (já que a pouca eficácia da instituição no combate ao Racismo é nítida). O motivo: Chita é a macaca de estimação do Tarzan…

Que tal mudar para Batman sem o Robin? Mas o Brasil, insisto seria o Batman, pois os valores altos se devem à presença dos clubes do Brasil.

(em tempo: Alejandro Dominguez pediu desculpas pela fala).

– Perguntar não ofende: e os haters de Claus?

O que “encheram o saco” sobre “Claus ser palmeirense”, e outras bobagens em forma de texto e meme divulgadas na Web

Raphael Claus (apesar de não termos lances polêmicos e outras exigências) foi muito bem no Derby. E aconteceu o que prevíamos: não deixou polêmicas do apito para Candançan, que apitará o segundo jogo e não terá pressão de erros de outrora em suas costas.

– E as quartas-de-finais da UCL?

Na Liga dos Campeões da Europa, teremos jogos imperdíveis!

Qual é aquele que lhe dará mais ansiedade?

Para mim: Bayern e Internazionale deve ser o confronto mais equilibrado. 

Aguardemos!

– Palmeiras 0x1 Corinthians: e o Yuri Alberto?

Jogo meia-boca na primeira partida da decisão do Paulistão 2025. Muito boa arbitragem de Raphael Claus.

Ao ver o gol de Yuri Alberto, pensei: e se ele fosse o centroavante palmeirense?

Penso ele ser um ótimo jogador, mas que estava sem companheiros à altura. Fatalmente teria feito mais gols…

– Claus e Arleu. Ambos da FIFA, mas…

Como ter uma arbitragem de critério uniforme no Brasileirão, se vemos contradições entre colegas de FIFA nos estaduais?

Abaixo, separados por algumas horas no domingo:

Em São PauloMemphis Depay (COR) divide uma bola com Maike (PAL), que cai dentro da área. Lance de contato físico normal em disputa de bola (embora Abel Ferreira tenha reclamado bastante), e Raphael Claus, sem titubear, manda jogar e nem permite reclamação. Se o VAR fez uma checagem ou não, é irrelevante, pois claramente Claus chamou para a si a responsabilidade.

No Rio de JaneiroJuninho (FLA) está disputando a bola com Inágcio (FLU), e ambos se desequilibram pela velocidade. Há contato físico por movimento natural, sendo que isso não é infração. Da jogada resulta o gol do Flamengo, anulado pois o VAR entende que houve falta do flamenguista no adversário. O árbitro Bruno Arleu sucumbe ao seu colega de vídeo e equivocadamente anula o gol do Mengão (Juninho estava jogando no Exterior e não tentou cavar uma falta; seu adversário, entretanto, o fez e o árbitro “entrou”. Se Juninho estivesse mais “aculturado” com o nosso país, talvez no primeiro contato com Ignácio se jogaria e pederia falta a ele).

Como é que Rodrigo Cintra, Luiz Flávio de Oliveira, Sandro Meira Ricci, Nestor Pitana, Nicola Rizzoli e todos os demais membros do Comitê da CBF consertarão esse disparate de critérios?

– Por que Claus no primeiro jogo e Candançan na finalíssima do Paulistão?

Muita gente (assim como eu) tinha certeza que Matheus Candançan e Raphael Claus apitariam os jogos finais do Paulistão. Mas não na ordem inversa.

A lógica manda: o último jogo, deve estar nas mãos do melhor árbitro. Ao escalar Claus na primeira partida, a leitura que faço é: não alimentar polêmicas para a finalíssima.

Como tem a questão da simulação de Vitor Roque (se fosse Claus quem tivesse apitado, ele levaria Amarelo, como ocorreu com Yuri Alberto no último derby) e a pressão sobre Ramon Díaz, imagino que tal escala é para deixar Candançan à vontade no segundo jogo, já que Raphael Claus não costuma deixar polêmicas para partidas seguintes, e sua atuação não permitiria as velhas discussões de arbitragem.

Outra possibilidade, que não consegui apurar devido à falta de tempo motivada pelos meus problemas de saúde: Raphael Claus estaria escalado nas Eliminatórias da Copa do Mundo, e assim chegaria muito desgastado fisicamente para o último jogo? Talvez.

Torço para boas arbitragens.

– Sobrou até para o Vojvoda…

O futebol é, sem dúvida, muito passional.

Eis que nos últimos dias, assustadoramente, alguns torcedores do Fortaleza criticaram… Juan Pablo Vojvoda e os jogadores.

Vejam só:

Screenshot

– Eita, Neymar… seja profissional!

A capacidade de estar em polêmica do Neymar, é impressionante!

Mas e o profissionalismo?

Falamos um pouco em: https://youtu.be/WAxUSe0A7ug?si=f-ZvYol2e-ybZv4c

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Grêmio São-Carlense.

E para o confronto do Galo contra o Lobo, a FPF escalou:

Árbitro: Leandro Carvalho de Oliveira
Árbitro Assistente 1: Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva
Árbitro Assistente 2: Anna Beatriz Scagnolato
Quarto Árbitro: Rafael de Souza
Analista de Vídeo: Robson Rodrigo da Silva

Leandro é um árbitro de 38 anos, mas que está na FPF apenas há 7 temporadas. Somente em 2024 engrenou em jogos profissionais, e em 2025 tem revezado como árbitro e quarto-árbitro na A4.

Para ele, Paulista x São-Carlense será o grande jogo até então em sua carreira. Que aproveite e mostre serviço. O conheceremos melhor nessa oportunidade.

Como de costume, a FPF tem escalado sempre um bandeira experiente para ajudar um árbitro iniciante: Claudenir Donizeti, veteraníssimo, será esse suporte ao árbitro.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Grêmio São-Carlense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Luís henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (15/03), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Os árbitros das finais do Paulistão.

Agora: Quinta-feira, meio-dia. Ainda não foi divulgada a escala de árbitros das finais do Paulistão, e aposto em Candançan ou Edina ou Daiane Muniz no primeiro jogo, e Claus na finalíssima. É a lógica, pois são os 4 FIFAs e é o que a CA-FPF está sinalizando.

Vejo muitas federações estaduais trazendo árbitros de outros estados. São Paulo não fará isso, mas se eu fosse consultado, pelo atual momento, sugeriria: árbitros de outros países.

Eles desembarcam em nosso país, apitam e vão embora. Não se preocupam com veto, fazer média ou escala futura. E sinto ser a melhor solução pelo que vimos.

E você, o que pensa sobre isso?

– Por que Claus no primeiro jogo e Candançan na finalíssima?

Muita gente (assim como eu) tinha certeza que Matheus Candançan e Raphael Claus apitariam os jogos finais do Paulistão. Mas não na ordem inversa.

A lógica manda: o último jogo, deve estar nas mãos do melhor árbitro. Ao escalar Claus na primeira partida, a leitura que faço é: não alimentar polêmicas para a finalíssima.

Como tem a questão da simulação de Vitor Roque (se fosse Claus quem tivesse apitado, ele levaria Amarelo, como ocorreu com Yuri Alberto no último derby) e a pressão sobre Ramon Díaz, imagino que tal escala é para deixar Candançan à vontade no segundo jogo, já que Raphael Claus não costuma deixar polêmicas para partidas seguintes, e sua atuação não permitiria as velhas discussões de arbitragem.

Outra possibilidade, que não consegui apurar devido à falta de tempo motivada pelos meus problemas de saúde: Raphael Claus estaria escalado nas Eliminatórias da Copa do Mundo, e assim chegaria muito desgastado fisicamente para o último jogo? Talvez.

Torço para boas arbitragens.

– E as quartas-de-finais da UCL?

Na Liga dos Campeões da Europa, teremos jogos imperdíveis!

Qual é aquele que lhe dará mais ansiedade?

Para mim: Bayern e Internazionale deve ser o confronto mais equilibrado. 

Aguardemos!

– Sobrou até para o Vojvoda…

O futebol é, sem dúvida, muito passional.

Eis que nos últimos dias, assustadoramente, alguns torcedores do Fortaleza criticaram… Juan Pablo Vojvoda e os jogadores.

Vejam só:

Screenshot

– “O medo do árbitro em chamar o VAR, diante do VAR que gosta de chamar o árbitro”.

Muitos me perguntam: por que somente o VAR pode chamar o árbitro, e não o contrário?”

Ops! Nada disso. O árbitro pode acionar o VAR sim. Mas não costumamos ver isso…

Vamos explicar: no Brasil, o VAR costuma ser um “caçador de pelo em ovo”. Procura os detalhes quase irrelevantes do jogo e quer ser protagonista. Muitas vezes, o torcedor se irrita com tantas intervenções. Mas em algumas oportunidades, pode até se questionar quando o árbitro não é chamado, pensando que o VAR se omitiu. Na verdade, o VAR interpelou sim, mas o poupou de ir ao monitor, pois resolveu-se a checagem via rádio.

Aí começam as diferenças: existe a CHECAGEM e a REVISÃO.

De maneira perturbadora, em muitos momentos o VAR fala com o árbitro e o torcedor nem percebe. De coisas rápidas às demoradas, nós só vemos algo acontecendo quando o árbitro retarda um reinício de jogo (por conta da demora de uma checagem). Assim, checagem se refere ao trabalho do VAR em verificar os lances.

Quando o VAR acha pertinente que o árbitro discuta uma situação, ele sugere uma revisão. Ou seja: revisão é quando o árbitro vai rever o lance pois pode não ter percebido algo importante, e precisa da imagem no monitor.

  • Didaticamente: Checagem é a conferência do VAR. Revisão é a conferência do árbitro.

Abaixo, do Manual de Instrução do VAR da FPF (você pode conferir no original em: https://www.fifa.com/en/var), onde tudo é bem explicado. Leia, para que possamos aprofundar mais a frente com os exemplos reais.

Para garantir que o VAR não tenha impacto no processo decisório do árbitro e seja somente usado para os incidentes / decisões no protocolo, o árbitro deverá:

ESQUECER do VAR ANTES de decidir;

LEMBRAR do VAR DEPOIS de decidir.
Isto quer dizer que o árbitro (e os demais membros da arbitragem) devem decidir como senão houvesse um VAR – não devem arriscar achando que o VAR irá salvá-los.

No entanto, assim que uma decisão é tomada em uma situação passível de revisão, o árbitro deve lembrar que o VAR necessitará de tempo para checar a decisão / incidente. Portanto, o árbitro deve estar pronto para segurar o reinício, permitindo que o VAR complete esse processo (os VARs deverão alertar o árbitro proativamente sobre situações passíveis de revisão).

Se o árbitro precisar adiar o reinício da partida enquanto o VAR completa uma “checagem” (ex., antes de passar para o estágio de revisão), o árbitro deverá mostrar o motivo do atraso claramente apontando para seu fone de ouvido.

Passos da revisão (resumo):
1o Passo – O árbitro informa ao VAR ou o VAR recomenda ao árbitro (geralmente baseado numa checagem) que uma decisão / incidente deve ser revisada;

2o Passo(2) – As imagens do vídeo são revisadas pelo VAR, que informa ao árbitro o que o vídeo mostra;

3o Passo – O árbitro aceita a informação do VAR e toma a medida / decisão adequada ou decide revisar o vídeo na ARA (RRA) antes de tomar a medida / decisão adequada.

No final do processo de revisão, o árbitro indicará claramente o resultado da revisão: tomará / mudará / cancelará qualquer ação disciplinar (quando apropriado) e assegurará o reinício correto do jogo. Se o árbitro tomar / mudar / cancelar qualquer ação disciplinar, é muito importante que isso seja feito muito claramente para todos (os outros árbitros, jogadores, treinadores, espectadores, etc.). Isto é especialmente importante quando um jogador tem uma advertência (CA) cancelada e, mais tarde, recebe outra advertência (CA) e não é expulso, pois isso pode causar confusão, crítica e controvérsia.

Perceba que na maioria das situações, é o VAR quem chama o árbitro para revisão (e constantemente o avisa que há uma checagem). Como o VAR brasileiro é bem intervencionista, costuma aparecer bastante (em muitas vezes, vira a personagem principal e ilude o árbitro em decisões).

Entretanto, fato raro, o árbitro pode ter dúvida de uma decisão que ele tomou e querer ver a imagem. Assim, ele pode solicitar uma revisão ao VAR (que colocará as imagens na tela). Mas, como é perceptível, isso pouco acontece, pois o árbitro de campo tem medo de ser rotulado como alguém inseguro, que está vacilante ou que não sabe apitar sem uso do árbitro de vídeo.

Imagine o pênalti inexistente de Palmeiras 1×0 São Paulo. Poderíamos ter vários cenários:

  • Após a marcação do pênalti, o VAR checa e concorda com a decisão do árbitro (como ocorreu, dispensando a revisão no monitor). Erram todos juntos.
  • Após a marcação do pênalti, o VAR checa, discorda do árbitro e sugere a ele a revisão (o árbitro vai ao monitor, e pode manter ou não ou pênalti).
  • Após a marcação do pênalti, o próprio árbitro sente dúvida do que marcou e solicita a revisão. O VAR prepara as imagens e o árbitro vai ao monitor (não por sugestão do VAR, mas por desejo dele próprio, árbitro de campo).

Tudo isso poderá mudar no futuro, se a International Board aprovar o FVS (ou VS, ou ainda VFS – o suporte de vídeo). Como no “desafio de outros esportes”, não se tem árbitro de vídeo, mas uma pessoa responsável para salvar as imagens. Os atletas poderão pedir a revisão de lances, e o árbitro (sem interferência de um VAR) vai ao monitor rever o que decidiu. Explicamos aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/01/13/o-fvs-devera-ser-ainda-mais-usado-nos-testes/

Já insisti algumas vezes: o problema, em si, não é o VAR, mas as pessoas que atuam no sistema. Há de se treinar e entender muito a proposta tão boa e que é mal usada.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Grêmio São-Carlense.

E para o confronto do Galo contra o Lobo, a FPF escalou:

Árbitro: Leandro Carvalho de Oliveira
Árbitro Assistente 1: Claudenir Donizeti Gonçalves da Silva
Árbitro Assistente 2: Anna Beatriz Scagnolato
Quarto Árbitro: Rafael de Souza
Analista de Vídeo: Robson Rodrigo da Silva

Leandro é um árbitro de 38 anos, mas que está na FPF apenas há 7 temporadas. Somente em 2024 engrenou em jogos profissionais, e em 2025 tem revezado como árbitro e quarto-árbitro na A4.

Para ele, Paulista x São-Carlense será o grande jogo até então em sua carreira. Que aproveite e mostre serviço. O conheceremos melhor nessa oportunidade.

Como de costume, a FPF tem escalado sempre um bandeira experiente para ajudar um árbitro iniciante: Claudenir Donizeti, veteraníssimo, será esse suporte ao árbitro.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Grêmio São-Carlense pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Luís henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (15/03), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Os árbitros das finais do Paulistão.

Agora: Quinta-feira, meio-dia. Ainda não foi divulgada a escala de árbitros das finais do Paulistão, e aposto em Candançan ou Edina ou Daiane Muniz no primeiro jogo, e Claus na finalíssima. É a lógica, pois são os 4 FIFAs e é o que a CA-FPF está sinalizando.

Vejo muitas federações estaduais trazendo árbitros de outros estados. São Paulo não fará isso, mas se eu fosse consultado, pelo atual momento, sugeriria: árbitros de outros países.

Eles desembarcam em nosso país, apitam e vão embora. Não se preocupam com veto, fazer média ou escala futura. E sinto ser a melhor solução pelo que vimos.

E você, o que pensa sobre isso?

– As regras do futebol estão mudando…

Minha coluna no Jornal de Jundiaí Regional de hoje: as Mudanças da Regra do Futebol, que entrarão em vigor brevemente.

Gostaram delas?

Você pode acessá-la no link em: https://sampi.net.br/jundiai/categoria/id/16153/rafael-porcari

– Neymar colocou o “bumbum na janela”…

Neymar estava fazendo tudo certinho na sua volta ao Santos FC: jogando todas as partidas, indo até o Interior, capitaneando a equipe… também sendo educado com as pessoas, cortês e sorridente.

Um show de técnica em campo e de simpatia fora dele. Mas a tentação da carne…

Mesmo se ele não perdeu treino, estando machucado e às véspera de um jogo decisivo, não deveria ir à Marquês de Sapucaí. Cuidar do seu corpo (sua ferramenta de trabalho) é importante.

A boa quantidade de repouso é um dos aliados para qualquer recuperação. Ao fazer exatamente o contrário (a viagem ao Sambódromo, a folia, o tempo de exposição, as horas diminutas de sono), se expôs aos críticos. O ápice das queixas foi não estar à disposição do decisivo jogo do Peixe contra o Corinthians.

Enquanto isso, o atacante Hulk, do Atlético Mineiro, fazia um tratamento intensivo de fisioterapia em meio ao Carnaval… impossível não comparar.

Não é apenas ser profissional, é parecer ser profissional! Tão rico e mega assessorado, algum amigo poderia ter dado um toque ao Menino Ney sobre as possíveis consequências, nê?

– O impedimento automático da FPF.

Quer dizer que em 5 dias, a FPF vai implantar o impedimento semi automático da UEFA Champions League?

Se era tão fácil, por que não implantou antes?

– O Peteleco e a Lei de Gérson. Isso me enoja…

Matheus Firmino, jogador camisa 10 da Jacuipense, quis fazer uma graça e deu um “peteleco” na orelha de Rodrigo Nestor, do Bahia. O atleta, malandramente, desabou no chão como se tivesse levado um sopapo.

O VAR Pablo Ramon (que é da FIFA e atua em Libertadores da América), imediatamente chamou o árbitro Eziquiel Souza, que o expulsou e relatou na súmula:

“Em um ato hostil o atleta desferiu um peteleco (ação realizada com os dedos em modo de gatilho), atingindo o rosto do seu adversário fora da disputa de bola. O atleta atingido não precisou de atendimento médico”.

Fico pensando: quem foi o pior elemento do futebol nessa situação?

  1. O Matheus: de onde ele tirou que havia a necessidade de dar um peteleco no adversário? Pra quê?
  2. O Nestor: que simulação bizarra, vergonhosa, antidesportiva!
  3. O VAR: chamar o juizão para esse lance? Fale via rádio que nada foi.
  4. O árbitro: por decidir dar cartão vermelho.

Num país sério, todos seriam suspensos por essas falhas. Mas lamentavelmente há quem aplauda Rodrigo Nestor, por ter cavado o Cartão Vermelho. É a “Lei de Gérson” (a de querer levar vantagem em tudo) que entrou em campo novamente…

Eu me envergo de tudo isso.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Taquaritinga x Paulista (Rodada 13 da A4).

E para o confronto do Galo contra o CAT,

Árbitro: Nelson Marques da Silva
Árbitro Assistente 1: Lucas Lascasas Junior
Árbitro Assistente 2: Viviane Pereira Lopes
Quarto Árbitro: Paulo Sérgio dos Santos
Analista de Vídeo: Mauricio Francisco do Nascimento Junior

Nelson tem 29 anos e 6 temporadas na FPF. Em 2022, pulou da Bezinha para a A2! Em 2023 voltou para a A3 e depois A4 no ano seguinte.

Tem poucos jogos profissionais na carreira, teve uma oportunidade para “pular etapas” e não aproveitou.

Aguardemos para conhecê-lo melhor dentro de campo.

Acompanhe Taquaritinga x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Luiz Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15hoo (12/03), mas desde às 14h30 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– O áudio do VAR de Palmeiras 1×0 São Paulo (semifinal do Paulistão 2025).

Já falamos sobre o lance de Arboleda e Vitor Roque (leia a nossa análise aqui: https://wp.me/p4RTuC-15pu).

Ao ouvir o áudio do VAR, divulgado há pouco, penso: nós todos estamos loucos, ou a loucura invadiu a cabine do VAR e contaminou a todos os presentes ali?

Não havia uma alma viva para dizer: “peraí, o cara está caindo antes do toque, isso é simulação, estamos brigando com a imagem”!

É uma bizarrice sem fim… vide aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2025/03/11/perdeu-timing-fpf-divulga-audio-do-var-de-penalti-em-palmeiras-x-spfc.htm

.

– Palmeiras 1×0 São Paulo: o pênalti de Arboleda em Vitor Roque: foi ou não?

Lance capital e equivocado em Palmeiras x São Paulo: o árbitro Flávio Rodrigues de Souza estava posicionado esperando uma saída de bola para frente do SPFC (e assim, fez errado a leitura de jogo e ficou longe da jogada). Porém, Vitor Roque busca a disputa de bola com Arboleda (que recolhe a perna). O atacante se joga contra o defensor e o árbitro marca pênalti. Errou.

Repare que Arboleda não ataca Vitor Roque, mas o contrário. É a “cavada” clássica, para cartão amarelo por simulação. Aparentemente, o VAR Rodrigo Guarizzo do Amaral respeita a decisão de campo e não chama Flávio para uma revisão no monitor. E errou também… não é uma questão interpretativa, é um erro crasso, e deve se chamar o árbitro de acordo com o protocolo.

A lamentar que esse ano era, sem dúvida, o melhor ano da carreira de Flávio Rodrigues de Souza. Fez um excelente jogo no São Paulo x Corinthians no Morumbi debaixo de muita chuva e estava se garantindo como o grande nome paulista de 2025 (já que Claus foi nitidamente poupado, diferente do ano passado, visando menos desgaste físico em ano de Mundial de Clubes da FIFA).

A chiadeira será enorme (e com razão). Não só pelas polêmicas que antecederam o jogo, mas pelo trivial: um erro capital e que Abel Ferreira (costumeiro reclamador do apito) não admitirá ter sido beneficiado.

Aguardemos alguma manifestação da FPF com áudio entre árbitro e VAR.

Uma sensação: não houve má fé, mas sim uma incompetência enorme… parece que a arbitragem, nesse lance, foi muito pueril, sem malícia, inexperiente… parece ainda que não conhecem a dinâmica do futebol e a cultura dos atacantes. Aloísio Chulapa, Marcelinho Carioca e tantos outros “cavadores” de pênalti fariam a festa com essa interpretação tão infantil que vimos.

O áudio do VAR, em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2025/03/11/perdeu-timing-fpf-divulga-audio-do-var-de-penalti-em-palmeiras-x-spfc.htm

Em tempo: quanta gente na escala, para tal lambança… veja abaixo:

– Hard Rock Stadium: O Palco da Abertura do Mundial de Clubes 2025.

O Hard Rock Stadium, em Miami, será o palco da abertura do Mundial de Clubes 2025, com a partida entre Inter Miami e Al Ahly. O estádio, que tem …

Continua em: Hard Rock Stadium: O Palco da Abertura do Mundial de Clubes 2025

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino / SP x EC São José / RS (2ª fase da Copa do Brasil 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Zequinha, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rodrigo José Pereira de Lima – PE / FIFA
Árbitro Assistente 1: Fernanda Kruger – MT
Árbitro Assistente 2: Francisco Chaves Bezerra Júnior – PE
Quarto Árbitro: Guilherme Nunes de Santana – SP
Assessor da Arbitragem: Márcio Verri Brandão – SP
Observador: Anderson Carlos Gonçalves – PR

A nova Comissão de Árbitros da CBF não está testando árbitros nessa Copa do Brasil (mesmo estando apenas na 2ª fase, e sem VAR). Boa parte dos árbitros FIFAs estão sendo escalados nas rodadas iniciais, e é o caso do jogo no Nabizão.

Rodrigo José Pereira de Lima, desde que se tornou árbitro internacional, está tentando se firmar. O problema é que no Brasileirão ele oscilou demais, sendo rigoroso em alguns jogos, mas benevolente em outros.

Não o vi ainda em jogos mais pegados. Até agora, em jogos de média dificuldade, um ou outro erro técnico (além da questão da irregularidade citada acima).

Torço para um bom jogo e uma grande arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs São José pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Terça-feira, 11/03, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O Peteleco e a Lei de Gérson. Isso me enoja…

Matheus Firmino, jogador camisa 10 da Jacuipense, quis fazer uma graça e deu um “peteleco” na orelha de Rodrigo Nestor, do Bahia. O atleta, malandramente, desabou no chão como se tivesse levado um sopapo.

O VAR Pablo Ramon (que é da FIFA e atua em Libertadores da América), imediatamente chamou o árbitro Eziquiel Souza, que o expulsou e relatou na súmula:

“Em um ato hostil o atleta desferiu um peteleco (ação realizada com os dedos em modo de gatilho), atingindo o rosto do seu adversário fora da disputa de bola. O atleta atingido não precisou de atendimento médico”.

Fico pensando: quem foi o pior elemento do futebol nessa situação?

  1. O Matheus: de onde ele tirou que havia a necessidade de dar um peteleco no adversário? Pra quê?
  2. O Nestor: que simulação bizarra, vergonhosa, antidesportiva!
  3. O VAR: chamar o juizão para esse lance? Fale via rádio que nada foi.
  4. O árbitro: por decidir dar cartão vermelho.

Num país sério, todos seriam suspensos por essas falhas. Mas lamentavelmente há quem aplauda Rodrigo Nestor, por ter cavado o Cartão Vermelho. É a “Lei de Gérson” (a de querer levar vantagem em tudo) que entrou em campo novamente…

Eu me envergo de tudo isso.