– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo (Rodada 8 do Brasileirão Série A 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Casagrande – PR
Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos – PR
Árbitro Assistente 2: Andrey Luiz de Freitas – PR
Quarto Árbitro: Diego da Costa Cidral – SC
Assessor: Janette Mara Arcanjo – MG
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Daniel Victor Costa Silva – MG
Observador de VAR: Márcio Eustaquio Sousa Santiago – MG
Quality manager: Walter de Lima Coelho Junior – SP

Lucas é um jovem árbitro paranaense que está sendo preparado para ser um juiz da FIFA em breve. Com 25 anos, é oCandançan do Paraná. No ano passado, esteve em 25 escalas pela CBF, nos diversos torneios profissionais. Até que… foi mal em Red Bull Bragantino e Grêmio, no mesmo final de semana em que Ramon Abatti Abel errou em São Paulo x Palmeiras, e ambos foram suspensos.

Curiosamente, os dois árbitros que só voltaram recentemente a apitar jogos pela CBF, foram escalados em sequência em jogos do Massa Bruta: Abatti Abel na 4a, feira, Casagrande no sábado.

Como explicar?

Até a suspensão, apesar da má arbitragem naquele jogo, Lucas Casagrande estava apitando muito bem. Que faça um bom jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Botafogo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 21/03, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Catanduva FC x Paulista FC (última rodada da 1ª fase do Paulistão A3).

E para o confronto do Galo contra o Catanduva na “Capital do Ventilador”, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Salim Fende Chavez
Árbitro Assistente 1: Osvaldo Apipe de Medeiros Filho
Árbitro Assistente 2: Guilherme Victor Pereira Francisco
Quarto Árbitro: Hermínio Henrique Kuhn Daldem
Analista de Vídeo: Adriano Stange

Salim Fende Chavez é um árbitro que já esteve por anos da Série A1, mas nas duas últimas comissões de arbitragem da FPF foi deixado de lado. Já fez arbitragens muito ruins no Jayme Cintra, e ainda assim era escalado. 

Gosta de dar cartões e tecnicamente comete algumas falhas. É experiente, mas está apitando há algum tempo A2 e A3.

Há 20 dias, esteve em Jundiaí na partida contra o Bandeirante de Birigui. Não teve influência no resultado, mas seguiu a risca o que se previa: a arbitragem foi “enrolada”, com pausas e irritante na dinâmica.

Acompanhe Catanduva x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15h00 (21/03), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– A histórica montagem ruim do Santos pela atual gestão…

Quem não se lembra daquele Santos dos anos 2000, com Rincón, Edmundo, Carlos Germano, Valdo e Dodô? Um elenco caríssimo montado por Marcelo Teixeira, e que não chegou a lugar algum.

Curiosamente, quando o presidente abdicou dos nomes caros e, sem planejamento algum, fez Emerson Leão apostar nos garotos, venceu o Brasileirão revelando Diego e Robinho.

Eis que agora a mesma gestão, anos depois, remonta um time ruim: quem teve a ideia de contratar Billal a alto salário ou Pedro Caixinha como treinador (com multas elevadíssimas)? Não bastasse, mais outra multa alta, a de Vojvoda.

Fica a pergunta: Neymar foi um “achismo” que por si só faria o time jogar bola e não lutar contra o rebaixamento? Sozinho, não dá.

– O que o Daronco fará em campo, depois da pressão de Palmeiras e São Paulo?

Teremos mais um Choque-Rei nesse final de semana, e de novo as presepadas* ocorrem.

Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, se diz perseguido desde o último São Paulo x Palmeiras pelo Brasileirão, alegando que os árbitros têm medo de marcar as coisas para o seu time e irem para a geladeira (lance que Ramon Abatti Abel foi suspenso). É uma narrativa de pressão e de distorção, já que o erro da arbitragem favoreceu à sua equipe, e o mesmo treinador nunca admitiu isso.

Rui Costa, diretor do SPFC, rebateu e fez a mesma preparação “pré-jogo de pressão contra a arbitragem“.

Anderson Barros, diretor da SEP, fez o “contra-rebate”, igualmente promovendo pressão.

  • E o que fará Daronco, escalado para esse jogo, dentro de campo?

Fará o óbvio: travará o jogo, não teremos tempo de bola rolando, matará as jogadas com faltinhas no meio de campo e dificilmente veremos jogadores entrando dentro da área.

É o futebol brasileiro… 

(Anotem o tempo de bola rolando dessa partida e comparem com o da Premiere League, La Liga ou Bundesliga).

  • Presepadas são situações ridículas, palhaçadas, desordens, ou comportamentos extravagantes e exagerados. O termo, comumente usado no Brasil, refere-se a confusões ou brincadeiras de mau gosto, frequentemente associadas a atitudes de fanfarrice ou cenas constrangedoras. Também pode indicar algo mal feito ou de má qualidade.

– Afinal, o Irã irá para a Copa do Mundo ou não?

Como a FIFA fará com o Irã se recusando ir aos EUA, como disse dias atrás?

Não pode se dar a vaga para a Seleção seguinte na classificação, pois há a repescagem asiática e os direitos dos jogos já foram vendidos. 

Por outro lado, surgiu a especulação na Internet de que o Irã aceitaria jogar no México, se recusando a entrar no território dos Estados Unidos.

É obvio que, mesmo com boa vontade, o Irã não tem chance de jogar a final do Mundial. Mas mesmo se fosse, duvido que a FIFA tiraria a final da terra de Donald Trump…

 

– Neymar 2026 poderia ter o mesmo desfecho de Ronaldo 2002?

Eu me recordo como se fosse hoje: Romário estava fazendo “campanha” para ir à Copa do Mundo Japão – Coréia do Sul, e Felipão o fiscalizava de todas as formas. Até que o Baixinho, num vôo depois de um amistoso, “aprontou” com uma aeromoça (conforme reza a lenda). Assim, o treinador da Seleção Brasileira o deixou de fora e ficou à espera de Ronaldo Nazário (na época, chamado de Ronaldinho e posteriormente Ronaldo Fenômeno).

Ronaldo havia se contundindo gravemente, e na sua volta, depois de muitos meses se tratando, entrou no segundo tempo numa partida do Campeonato Italiano (Internazionale vs Lazio) e, ao vivo, se contundiu gravemente sozinho. Um drama que trouxe tristeza a todos (pelo carinho dos aficcionados por futebol a ele, pelo tempo que estava fora e pela nova lesão).

Eis que o atacante se cuidou, abdicou de festas e, mesmo com grandes chances de não voltar a jogar em alto nível (em algum momento, até de não levar uma vida normal), conseguiu voltar se preparando para o Mundial 2002.

A simpatia e a torcida do povo brasileiro foram grandes. Havia carisma enorme do atleta com os torcedores (hoje, menor, devido a visão de empresário que se formou em torno dele e a magia do seu futebol não ser conhecida ou assistida pelos mais jovens).

Neymar seria um ídolo substituto ao Ronaldo. Garoto, de cabelo moicano e futebol magistral, um talento à altura dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Impensável que não seria camisa 10 da Seleção Brasileira e com ele poderíamos ganhar o Hexacampeonato.

Seu grande público?

Talvez não eram somente os torcedores de futebol, mas as crianças! Inegável o sucesso entre os garotos, com camisas do menino Ney e cabelo imitando o jovem ídolo.

O tempo passou e… vieram as mulheres, os filhos fora do casamento, e até (injusto) escândalo sexual, no qual foi vítima. A magia parecia estar se dividindo com a badalação.

Neymar pode ser definido literalmente como um Peter Pan, um garoto que não quer crescer. Pudera, desde garotinho já era exposto, não viveu a infância como um menino qualquer. Tenho a impressão de que Ney Jr vive a mesma situação que Ronaldinho Gaúcho viveu (desde cedo bancando a família, trabalhando na adolescência e passando a fase mais lúdica do noviciado de concentração em concentração). E, quando as coisas não davam certo… as cobranças!

A Joia Santista era debochado. Jogava fácil, e em alguns momentos irritava os adversários com o seu talento. Em outras, com sua provocação. E apanhava. E em outras, simulava. Foi aumentando a simpatia de uns e a antipatia por outros.

Natural sucessor de Lionel Messi no Barcelona, por um caminhão de petrodólares cataris resolveu ir para o PSG, onde não levou a tão sonhada Champions League aos franceses. Na Arábia Saudita, um fiasco. Mais se contundiu do que jogou, e por problemas físicos, foi sendo deixado de lado por Jorge Jesus, seu treinador lá na Ásia. Nitidamente, Neymar não foi ao Al-Hilal para ser jogador, mas para ser embaixador da Copa do Mundo 2034 (e nisso, obteve êxito).

Voltando ao Santos FC, já não tinha mais a mesma condição física de antes e, apesar do altíssimo talento, não era mais o Neymar do Barcelona. E aí ficou a questão: o novo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, o convocaria para os últimos amistosos do Escrete Canarinho?

O certo é que Ney Jr fez um ou outro jogo decisivo contra times fortes. Lógico, contra os pequenos clubes paulistas ou com equipes mais fracas brasileiras, tirou de letra e foi bem. Vide o jogo contra o Vasco, tão recente.

Na convocação derradeira, Ancelotti foi extremamente correto: “Se Neymar estiver 100% fisicamente, poderá ser convocado”. E aí fica a questão: Ele fará como Ronaldo? Abdicará das festas, se dedicará aos treinos, se tornará um recluso e entrará de corpo e alma à preparação para uma possível volta à Seleção?

Tenho, na minha humilde opinião, que “as Copa do Mundo de Neymar” já passaram. E ele ficará sem um título de campeão mundial (Anderson Polga, um volante botinudo, por exemplo, ironicamente, o tem).

Quem viu Neymar no auge, viu. Não voltará (lamentavelmente) à mesma forma.

– E o Renato Gaúcho no Vasco da Gama?

Alguém consegue imaginar Renato Gaúcho trabalhando em algum time paulista?

Impensável e improvável. Ele é a cara do RJ (embora o Grêmio seja também sua marca).

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Botafogo (Rodada 8 do Brasileirão Série A 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Casagrande – PR
Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos – PR
Árbitro Assistente 2: Andrey Luiz de Freitas – PR
Quarto Árbitro: Diego da Costa Cidral – SC
Assessor: Janette Mara Arcanjo – MG
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Daniel Victor Costa Silva – MG
Observador de VAR: Márcio Eustaquio Sousa Santiago – MG
Quality manager: Walter de Lima Coelho Junior – SP

Lucas é um jovem árbitro paranaense que está sendo preparado para ser um juiz da FIFA em breve. Com 25 anos, é oCandançan do Paraná. No ano passado, esteve em 25 escalas pela CBF, nos diversos torneios profissionais. Até que… foi mal em Red Bull Bragantino e Grêmio, no mesmo final de semana em que Ramon Abatti Abel errou em São Paulo x Palmeiras, e ambos foram suspensos.

Curiosamente, os dois árbitros que só voltaram recentemente a apitar jogos pela CBF, foram escalados em sequência em jogos do Massa Bruta: Abatti Abel na 4a, feira, Casagrande no sábado.

Como explicar?

Até a suspensão, apesar da má arbitragem naquele jogo, Lucas Casagrande estava apitando muito bem. Que faça um bom jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Botafogo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 21/03, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Catanduva FC x Paulista FC (última rodada da 1ª fase do Paulistão A3).

E para o confronto do Galo contra o Catanduva na “Capital do Ventilador”, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Salim Fende Chavez
Árbitro Assistente 1: Osvaldo Apipe de Medeiros Filho
Árbitro Assistente 2: Guilherme Victor Pereira Francisco
Quarto Árbitro: Hermínio Henrique Kuhn Daldem
Analista de Vídeo: Adriano Stange

Salim Fende Chavez é um árbitro que já esteve por anos da Série A1, mas nas duas últimas comissões de arbitragem da FPF foi deixado de lado. Já fez arbitragens muito ruins no Jayme Cintra, e ainda assim era escalado. 

Gosta de dar cartões e tecnicamente comete algumas falhas. É experiente, mas está apitando há algum tempo A2 e A3.

Há 20 dias, esteve em Jundiaí na partida contra o Bandeirante de Birigui. Não teve influência no resultado, mas seguiu a risca o que se previa: a arbitragem foi “enrolada”, com pausas e irritante na dinâmica.

Acompanhe Catanduva x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15h00 (21/03), mas desde às 14h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– A histórica montagem ruim do Santos pela atual gestão…

Quem não se lembra daquele Santos dos anos 2000, com Rincón, Edmundo, Carlos Germano, Valdo e Dodô? Um elenco caríssimo montado por Marcelo Teixeira, e que não chegou a lugar algum.

Curiosamente, quando o presidente abdicou dos nomes caros e, sem planejamento algum, fez Emerson Leão apostar nos garotos, venceu o Brasileirão revelando Diego e Robinho.

Eis que agora a mesma gestão, anos depois, remonta um time ruim: quem teve a ideia de contratar Billal a alto salário ou Pedro Caixinha como treinador (com multas elevadíssimas)? Não bastasse, mais outra multa alta, a de Vojvoda.

Fica a pergunta: Neymar foi um “achismo” que por si só faria o time jogar bola e não lutar contra o rebaixamento? Sozinho, não dá.

– E Ancelotti errou…

Acontece, professor…

– Marlon Freitas e o erro ao falar dos títulos com Palmeiras e Botafogo.

Nem o próprio Marlon Freitas acreditou! Disse o atleta que o título mais importante dele na carreira foi o Paulistão pelo Palmeiras.

Ué, vale mais do que o Brasileirão e a Libertadores pelo Botafogo?

Jogador fala, muitas vezes, o que a torcida quer…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Bahia x Red Bull Bragantino (Rodada 7 do Brasileirão Série A 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Baêa em Salvador, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Ramon Abatti Abel – SC
Árbitro Assistente 1: Alex dos Santos – SC
Árbitra Assistente 2: Gizeli Casaril – SC
Quarto Árbitro: Jackson Rodrigues da Silva – AC
Assessor: Francisco de Assis Almeida Filho – CE
VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC
AVAR: Johnny Barros de Oliveira – SC
AVAR2: Alexandre Vargas Tavares de Jesus – RJ
Observador de VAR: Péricles Bassols Pegado Cortez – RJ
Quality manager: Nayara Pereira dos Santos – RJ

Todos nós já conhecemos Ramon Abatti Abel! Nos jogos internacionais, vai muito bem (apitou a final da última Olimpíadas e foi excelente no Mundial de Clubes da FIFA). Em jogos aqui no Brasil… já é outra história.

Diferente do que mostra no Exterior, no Brasileirão “pica mais o jogo” e comete erros técnicos relevantes. Ficou de fora do restante do Brasileirão do ano passado depois do erro grotesco em São Paulo x Palmeiras. Voltou somente em 2026 a apitar, e em jogos “mais escondidos” do eixo Rio-SP.

Daqui a alguns dias, será confirmado (junto com Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio) como árbitro da Copa do Mundo 2026. Portanto, não pode errar para não ser (mais) questionado ainda.

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Bahia vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 18/03, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Neymar 2026 poderia ter o mesmo desfecho de Ronaldo 2002?

Eu me recordo como se fosse hoje: Romário estava fazendo “campanha” para ir à Copa do Mundo Japão – Coréia do Sul, e Felipão o fiscalizava de todas as formas. Até que o Baixinho, num vôo depois de um amistoso, “aprontou” com uma aeromoça (conforme reza a lenda). Assim, o treinador da Seleção Brasileira o deixou de fora e ficou à espera de Ronaldo Nazário (na época, chamado de Ronaldinho e posteriormente Ronaldo Fenômeno).

Ronaldo havia se contundindo gravemente, e na sua volta, depois de muitos meses se tratando, entrou no segundo tempo numa partida do Campeonato Italiano (Internazionale vs Lazio) e, ao vivo, se contundiu gravemente sozinho. Um drama que trouxe tristeza a todos (pelo carinho dos aficcionados por futebol a ele, pelo tempo que estava fora e pela nova lesão).

Eis que o atacante se cuidou, abdicou de festas e, mesmo com grandes chances de não voltar a jogar em alto nível (em algum momento, até de não levar uma vida normal), conseguiu voltar se preparando para o Mundial 2002.

A simpatia e a torcida do povo brasileiro foram grandes. Havia carisma enorme do atleta com os torcedores (hoje, menor, devido a visão de empresário que se formou em torno dele e a magia do seu futebol não ser conhecida ou assistida pelos mais jovens).

Neymar seria um ídolo substituto ao Ronaldo. Garoto, de cabelo moicano e futebol magistral, um talento à altura dos grandes jogadores do futebol brasileiro. Impensável que não seria camisa 10 da Seleção Brasileira e com ele poderíamos ganhar o Hexacampeonato.

Seu grande público?

Talvez não eram somente os torcedores de futebol, mas as crianças! Inegável o sucesso entre os garotos, com camisas do menino Ney e cabelo imitando o jovem ídolo.

O tempo passou e… vieram as mulheres, os filhos fora do casamento, e até (injusto) escândalo sexual, no qual foi vítima. A magia parecia estar se dividindo com a badalação.

Neymar pode ser definido literalmente como um Peter Pan, um garoto que não quer crescer. Pudera, desde garotinho já era exposto, não viveu a infância como um menino qualquer. Tenho a impressão de que Ney Jr vive a mesma situação que Ronaldinho Gaúcho viveu (desde cedo bancando a família, trabalhando na adolescência e passando a fase mais lúdica do noviciado de concentração em concentração). E, quando as coisas não davam certo… as cobranças!

A Joia Santista era debochado. Jogava fácil, e em alguns momentos irritava os adversários com o seu talento. Em outras, com sua provocação. E apanhava. E em outras, simulava. Foi aumentando a simpatia de uns e a antipatia por outros.

Natural sucessor de Lionel Messi no Barcelona, por um caminhão de petrodólares cataris resolveu ir para o PSG, onde não levou a tão sonhada Champions League aos franceses. Na Arábia Saudita, um fiasco. Mais se contundiu do que jogou, e por problemas físicos, foi sendo deixado de lado por Jorge Jesus, seu treinador lá na Ásia. Nitidamente, Neymar não foi ao Al-Hilal para ser jogador, mas para ser embaixador da Copa do Mundo 2034 (e nisso, obteve êxito).

Voltando ao Santos FC, já não tinha mais a mesma condição física de antes e, apesar do altíssimo talento, não era mais o Neymar do Barcelona. E aí ficou a questão: o novo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, o convocaria para os últimos amistosos do Escrete Canarinho?

O certo é que Ney Jr fez um ou outro jogo decisivo contra times fortes. Lógico, contra os pequenos clubes paulistas ou com equipes mais fracas brasileiras, tirou de letra e foi bem. Vide o jogo contra o Vasco, tão recente.

Na convocação derradeira, Ancelotti foi extremamente correto: “Se Neymar estiver 100% fisicamente, poderá ser convocado”. E aí fica a questão: Ele fará como Ronaldo? Abdicará das festas, se dedicará aos treinos, se tornará um recluso e entrará de corpo e alma à preparação para uma possível volta à Seleção?

Tenho, na minha humilde opinião, que “as Copa do Mundo de Neymar” já passaram. E ele ficará sem um título de campeão mundial (Anderson Polga, um volante botinudo, por exemplo, ironicamente, o tem).

Quem viu Neymar no auge, viu. Não voltará (lamentavelmente) à mesma forma.

– E a próxima data-FIFA?

Cá entre nós: de novo, a data-FIFA prejudicará os clubes pelo conturbado calendário brasileiro.

Como o cara pode sair do país, jogar no Exterior e no dia seguinte se reapresentar ao seu time?

Isso não existe…

– Democracia Tricolor? A fala de Roger sobre decisões compartilhadas:

Muitos treinadores de futebol têm a vaidade de estarem em um patamar de sapiência acima do demonstrado. Vários “professores” ignoram conversas com seus comandados, impondo suas ideias.

Obviamente, um treinador é o líder de uma equipe à beira do gramado, orientando a parte tática. Entretanto, a liderança não pode ser centralizada, e sim compartilhada. Por isso, muitas vezes, as falas de seus assistentes são levadas em consideração.

Mais do que isso: ouvir os seus comandados (na vida esportiva ou profissional) ajuda no processo de descentralização e de novas ideias.

Roger Machado, técnico do São Paulo FC, declarou após o jogo contra o Red Bull Bragantino que iria colocar Luan em campo, mas trocou a substituição por sugestão dos seus atletas. Vide:

“Eu preciso deixar um espaço para que eles tenham autonomia dentro de campo. Não tenho vaidade nesse sentido. Em algumas vezes eu vou atender; em outras, eu vou procurar fazer o que está na minha primeira opção (…) Imaginei que poderíamos bloquear esse avanço do Red Bull Bragantino no campo fazendo uma linha de cinco na primeira linha de ataque: botando um tripé de meio, o Cauly por um lado e o Ferreira por outro, trazendo o André para marcar o volante e liberando os dois zagueiros. E os atletas, que estão sentindo o jogo e vivendo o jogo, me sinalizaram de lá. E está tudo certo. O líder sou eu, mas nem sempre eu vou ter razão em tudo”.

A pergunta é: tal atitude ganha o grupo ou fragiliza o comando?

Eu achei pertinente o propósito de Roger, especialmente quando ponderou os momentos citados.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Bahia x Red Bull Bragantino (Rodada 7 do Brasileirão Série A 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Baêa em Salvador, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Ramon Abatti Abel – SC
Árbitro Assistente 1: Alex dos Santos – SC
Árbitra Assistente 2: Gizeli Casaril – SC
Quarto Árbitro: Jackson Rodrigues da Silva – AC
Assessor: Francisco de Assis Almeida Filho – CE
VAR: Charly Wendy Straub Deretti – SC
AVAR: Johnny Barros de Oliveira – SC
AVAR2: Alexandre Vargas Tavares de Jesus – RJ
Observador de VAR: Péricles Bassols Pegado Cortez – RJ
Quality manager: Nayara Pereira dos Santos – RJ

Todos nós já conhecemos Ramon Abatti Abel! Nos jogos internacionais, vai muito bem (apitou a final da última Olimpíada e foi excelente no Mundial de Clubes da FIFA). Em jogos aqui no Brasil… já é outra história.

Diferente do que mostra no Exterior, no Brasileirão “pica mais o jogo” e comete erros técnicos relevantes. Ficou de fora do restante do Brasileirão do ano passado depois do erro grotesco em São Paulo x Palmeiras. Voltou somente em 2026 a apitar, e em jogos “mais escondidos” do eixo Rio-SP.

Daqui a alguns dias, será confirmado (junto com Raphael Claus e Wilton Pereira Sampaio) como árbitro da Copa do Mundo 2026. Portanto, não pode errar para não ser (mais) questionado ainda.

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Bahia vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 18/03, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Futebol Feminino Proibido no Brasil!

Calma, não é nenhuma lei atual. Foi no tempo do presidente Getúlio Vargas, onde o governante decretou que o futebol “não era condizente para senhoras que seriam futuras mães”. As que insistiam, eram rotuladas de “grosseiras e mal-cheirosas”. E como o futebol feminino está em alta nos últimos dias com a Copa do Mundo da modalidade, vale relembrar o fato!

Abaixo, material da Folha de São Paulo (25/05/2003 – 12h06)

FUTEBOL FEMININO PROBIDO NO BRASIL NA ÉPOCA VARGAS

por João Carlos Assunção

Futebol no Brasil não é como nos Estados Unidos, na China ou na Noruega. No país pentacampeão do mundo, o espaço reservado à mulher tem sido a beira do gramado, onde pode trabalhar como animadora de espetáculo.

No campo, com a bola nos pés, é difícil cavar um lugar. A modalidade, afinal, não pegou como em outros países. Os obstáculos para a prática do futebol feminino no Brasil continuam muito grandes.

Foi para detectar essas barreiras que o pesquisador Eriberto Lessa Moura, 37, mestrando em estudos do lazer pela Faculdade de Educação Física da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), resolveu debruçar-se sobre as origens do esporte no país.

“Desde o início, as dificuldades para a mulher [jogar futebol] foram grandes, mas elas se tornaram ainda maiores durante o Estado Novo [período do governo Vargas entre 1937 e 1945]“, disse Moura à Folha, por telefone.

Em 1937, Getúlio Vargas se antecipou à eleição que aconteceria no ano seguinte e desencadeou um golpe de Estado, implantando uma nova Constituição e uma ditadura, que duraria até 1945.

No período, aprofundou o vetor centralizador do Estado, criando o Departamento de Administração do Serviço Público, o Dops, espécie de polícia política, e o Departamento de Imprensa e Propaganda, dedicado à censura e à exaltação dos feitos do governo.

Na área esportiva, a história não foi diferente. Criou leis para o setor e passou a controlá-lo com mão-de-ferro. “Foi aí que a pressão para as mulheres se afastarem do futebol aumentou muito. Elas deveriam se limitar a praticar esportes que o governo considerasse condizentes com suas funções de mães ou futuras mães.”

Leonardo Pereira, autor de “Footballmania”, livro sobre as origens do futebol no Rio, concorda com o colega. “A visão que temos, que faz do futebol um jogo essencialmente masculino, foi construída historicamente, fruto de um amplo movimento que, desde o final dos anos 30, tratou de atacar a participação feminina e construiu a idéia de que o jogo não seria adequado às mulheres.”

O Estado Novo criou o decreto 3.199, que proibia às mulheres a prática de esportes considerados incompatíveis com as condições femininas. Segundo Moura, o futebol estava incluso entre eles, ao lado de halterofilismo, beisebol e de lutas de qualquer natureza.

Quando o decreto foi regulamentado pelo regime militar (1964-1985), em 1965, o futebol feminino foi proibido no Brasil. Só 16 anos depois foi revogado pelo Conselho Nacional do Desporto.

Mas, muito antes disso, o futebol no Brasil já era um esporte eminentemente masculino. A mulher que o praticasse era vista com preconceito, já que a trajetória da modalidade no país foi diferente da vivida pelos homens.

De acordo com a pesquisadora Heloísa Bruhns, autora de “Futebol, Carnaval e Capoeira – Entre as gingas do corpo brasileiro”, enquanto os homens da elite começaram a praticá-lo no final do século 19 em São Paulo e no Rio, o grupo feminino que aderiu à prática do futebol era pertencente às classes menos favorecidas.

Do preconceito social ao esportivo teria sido um passo. Segundo Bruhns, mulheres que jogavam eram consideradas “grosseiras, sem classe e malcheirosas”.

Às mulheres da elite cabia o papel de torcedoras. “As partidas de futebol [masculino] eram um evento da alta sociedade e as mulheres se arrumavam para ir assistir aos jogos”, afirmou Moura.

Mas, com o passar dos anos, o preconceito chegou às arquibancadas -e a violência também- e até lá a mulher perdeu espaço.

Como disse a professora Heloísa Reis, estudiosa do comportamento das torcidas em estádios de futebol, “quando as mulheres participam das organizadas, elas tendem a adotar o comportamento agressivo masculino, o que talvez seja uma tática para ser aceita mais facilmente pelo grupo”. E, no final, só serve para aumentar o estereótipo e o preconceito contra a mulher no futebol.

– A convocação da Seleção Brasileira:

Sobre a convocação da Seleção Brasileira: sem novidades, não?

Talvez a “surpresa” seja Gabriel Sara, que está jogando muito.

  • Neymar?

Eu não achava que seria chamado. Não está jogando bem, e Ancelotti já houver dito que quer todos 100% técnica e fisicamente.

– A SAF do Paulista foi anunciada. E já tem até diretor?

Ao jornalista Marcel Capretz no SBT Sorocaba, o vice-presidente do Paulista FC Rodrigo Peternelli Alves anunciou que está tudo certo entre Paulista e a EXA Capital, e a SAF será anunciada após a conclusão da A3, pois foi aprovada por todos os conselheiros e sócios..

A questão é: muitas perguntas precisam ser respondidas…

  • Por quanto a SAF do Paulista FC foi vendida?
  • Como será o pagamento?
  • O Estádio Jayme Cintra foi cedido como comodato ou foi vendido?
  • Onde está o contrato?
  • Algo tão importante, não deveria ser anunciado pelo presidente, e não pelo vice?

E as perguntas que eu faria ao pessoal da EXA Capital:

  • Os recursos são privados da empresa de Pedro Mesquita ou é um Fundo de cotistas?
  • O valor, com o time na 5ª divisão, era de quanto? Agora que está na 3ª divisão, passou para quanto (claro, se está em divisão acima, deve ser mais valorizado).
  • Como será o ROI? Isso é importantíssimo, ninguém rasga dinheiro. Não vi ninguém perguntar isso, e insisto: todo empresário faz negócio para ter lucro. Como conseguir isso com um time que deve 100 milhões de reais, sem divisão no Nacional a curto prazo, sendo de uma cidade de 450 mil habitantes? Ou seja: não é time de projeção de torcida nacional (como Flamengo ou Corinthians)?

Fazendo uma busca na Web, vi muito material sobre a SAF (matérias antigas, inclusive).

Por coincidência, ao pesquisar a SAF do Paulista na Junta Comercial (é uma consulta pública, não tem sigilo), aparece como diretor Alexandre Cobra.

Cobra trabalhou para Ronaldo Nazário, na SAF do Cruzeiro antes da venda. Hoje ele é funcionário da Exa Capital.

Aqui, sobre Alexandre Cobra: https://exacapital.com.br/alexandre-cobra/

Aqui, o documento do Paulista na Junta Comercial: VisualizaTicket

A SAF do Paulista FC já está em outras mãos e não sabíamos, antes mesmo do anúncio? Confesso ignorância sobre o assunto… Ou tudo que tem sido feito, não é tão esclarecedor?

– E o Cruzeiro demitiu Tite… Quem será o novo treinador da Raposa?

Já havíamos falado anteriormente: os estaduais enganam e o cargo de Tite, treinador do Cruzeiro, estava “à prêmio” (em: https://professorrafaelporcari.com/2026/03/13/e-o-cruzeiro-3/).

A campanha do time mineiro, de fato, é vexatória (como a do Internacional-RS). A demissão era prevista. E o problema passa a ser: a falta de critério nas contratações de um treinador com filosofia alinhada aos interesses do clube. De Fernando Diniz, Seabra, Leonardo Jardim até Tite, os estilos são bem diferentes…

Ops: Filipe Luís? Esquece. Ele deve ir à Europa e só voltará no ano que vem, com o passe valorizado (o que faz bem).

– Democracia Tricolor? A fala de Roger sobre decisões compartilhadas:

Muitos treinadores de futebol têm a vaidade de estarem em um patamar de sapiência acima do demonstrado. Vários “professores” ignoram conversas com seus comandados, impondo suas ideias.

Obviamente, um treinador é o líder de uma equipe à beira do gramado, orientando a parte tática. Entretanto, a liderança não pode ser centralizada, e sim compartilhada. Por isso, muitas vezes, as falas de seus assistentes são levadas em consideração.

Mais do que isso: ouvir os seus comandados (na vida esportiva ou profissional) ajuda no processo de descentralização e de novas ideias.

Roger Machado, técnico do São Paulo FC, declarou após o jogo contra o Red Bull Bragantino que iria colocar Luan em campo, mas trocou a substituição por sugestão dos seus atletas. Vide:

“Eu preciso deixar um espaço para que eles tenham autonomia dentro de campo. Não tenho vaidade nesse sentido. Em algumas vezes eu vou atender; em outras, eu vou procurar fazer o que está na minha primeira opção (…) Imaginei que poderíamos bloquear esse avanço do Red Bull Bragantino no campo fazendo uma linha de cinco na primeira linha de ataque: botando um tripé de meio, o Cauly por um lado e o Ferreira por outro, trazendo o André para marcar o volante e liberando os dois zagueiros. E os atletas, que estão sentindo o jogo e vivendo o jogo, me sinalizaram de lá. E está tudo certo. O líder sou eu, mas nem sempre eu vou ter razão em tudo”.

A pergunta é: tal atitude ganha o grupo ou fragiliza o comando?

Eu achei pertinente o propósito de Roger, especialmente quando ponderou os momentos citados.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x São Paulo FC (Rodada 6 do Brasileirão da Série A 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bruno Arleu de Araujo – RJ
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ
Árbitro Assistente 2: Thayse Marques Fonseca – RJ
Quarto Árbitro: Felipe da Silva Gonçalves Paludo – RJ
Inspetora: Evelyne Pereira de Almeida – CE
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Luciano Roggenbaum – PR
AVAR2: Marcelo de Lima Henrique – CE
Observador de VAR: José Henrique de Carvalho – SP

Antes das observações da arbitragem, vale notar: nos outros jogos menos midiáticos, tivemos bandeiras do AM, de RR, do AP, da RO… quarto Árbitro de longe… e cada membro da equipe de arbitragem de estados diferentes do Brasil. Nesse jogo, com bom apelo e necessitando excelência, escala-se quarteto do mesmo estado, VAR entrosado… Como entender o critério?

Enfim: Bruno Arleu pode ter uma boa ou uma péssima atuação, depende do humor do dia. Já cometeu tanto erros bizarros (o Goiás que não o esquece na Vila Belmiro contra o Santos) quanto arbitragens aceitáveis. Tecnicamente, bem irregular. Menos mal disciplinarmente. Fisicamente muito bom.

Torcendo para que ele acorde em um bom domingo e faça uma boa arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs São Paulo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 15/03, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E a camisa Air Jordan da Seleção Brasileira?

Gosto é gosto. Mas eu não gostei da nova camisa da Seleção Brasileira… linha Air Jordan “não combinou”. Mas é só opinião.

E você, gostou?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista de Jundiaí x União São João de Araras (Rodada 14 do Paulistão A3)

E para o confronto do Galo contra o União, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Gustavo Alencar Rodrigues
Árbitro Assistente 1: Fausto Augusto Viana Moretti
Árbitro Assistente 2: Rodrigo Schmidt
Quarto Árbitro: Gabriel Petrini Rodrigues Cruz
Analista de Vídeo: Adriano Stange

Gustavo tem só 24 anos de idade e é de São Carlos (conhecido por lá carinhosamente como “Gustavinho”, pois é muito querido na cidade), e tem se destacado como excelente árbitro até agora. Já faz parte dos árbitros profissionais da FPF (Programa Jovens Talentos), e foi indicado para o Quadro Nacional (pela CBF, apitou o Brasileirão Sub 20 – partida Red Bull Bragantino/SP 4×6 Flamengo/RJ – um jogo espetacular com arbitragem muito boa).

Veja que curioso: Gustavo Alencar Rodrigues se formou em 2024, e nesse mesmo ano apitou até a divisão Sub 15. De repente, teve uma chance em Paulista x Penapolense (A4 2025), apitando muito bem! Esteve impecável fisica, técnica e disciplinarmente (em que pese a pouca idade). Depois disso, trabalhou em Paulista x Primavera pela Copa Paulista.

Ele tem sido considerado a grande promessa da arbitragem (apitou A2 nesse ano, inclusive, com apenas 2 anos de carreira em jogos profissionais). Torço para um bom jogo e boa arbitragem (que não decepcione, pois é jovem e está ganhando experiência ainda).

Acompanhe Paulista de Jundiaí x União São João de Araras pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15h00 (14/03), mas desde às 16h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– Batatal do Vasco da Gama?

O João Martins, auxiliar técnico do Palmeiras, polemizou ao dizer que parece que plantaram batatas no campo do Vasco, e reclamou que criticam o gramado sintético do seu time.

Ora, nem campo artificial, nem campo natural ruim. Precisamos de campo em grama boa. Simples.

– E o Cruzeiro?

Os estaduais são, de fato, enganosos. O Cruzeiro é o atual campeão mineiro, mas não está jogando nada. Mal no Brasileirão (lembrando que contra o Mirassol deixou de perder por um pênalti inexistente), as críticas a Tite continuam fortes.

Fico pensando: o que faz um treinador que participou de duas Copas do Mundo, ganhou muitos títulos e financeiramente está bem resolvido, continuar aceitando tal pressão?

Quem é do meio do futebol, não quer parar. Essa é a verdade…

– Roger Machado: de Ted Lasso a Guardiola?

O futebol brasileiro é incrível: Roger Machado foi bombardeado pelas Redes Sociais quando chegou ao São Paulo, dando a impressão de que não entendia nada de futebol. Parecia a mesma situação do seriado da Apple TV+, Ted Lasso (um treinador americano que chega à Inglaterra e imediatamente é odiado pelos torcedores do seu clube, o AF Richmond).

Bastou uma vitória do Tricolor… virou Guardiola para alguns. E o São Paulo tornou-se líder do campeonato (5 jogos, sendo 4 V e 1 E, com 80% dos jogos disputados com Crespo).

O torcedor vai do Céu ao Inferno com muita facilidade, não? Roger não é o pior nem o melhor dos treinadores. Deixemos ele trabalhar.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x São Paulo FC (Rodada 6 do Brasileirão da Série A 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Paulista, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bruno Arleu de Araujo – RJ
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha – RJ
Árbitro Assistente 2: Thayse Marques Fonseca – RJ
Quarto Árbitro: Felipe da Silva Gonçalves Paludo – RJ
Inspetora: Evelyne Pereira de Almeida – CE
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Luciano Roggenbaum – PR
AVAR2: Marcelo de Lima Henrique – CE
Observador de VAR: José Henrique de Carvalho – SP

Antes das observações da arbitragem, vale notar: nos outros jogos menos midiáticos, tivemos bandeiras do AM, de RR, do AP, da RO… quarto Árbitro de longe… e cada membro da equipe de arbitragem de estados diferentes do Brasil. Nesse jogo, com bom apelo e necessitando excelência, escala-se quarteto do mesmo estado, VAR entrosado… Como entender o critério?

Enfim: Bruno Arleu pode ter uma boa ou uma péssima atuação, depende do humor do dia. Já cometeu tanto erros bizarros (o Goiás que não o esquece na Vila Belmiro contra o Santos) quanto arbitragens aceitáveis. Tecnicamente, bem irregular. Menos mal disciplinarmente. Fisicamente muito bom.

Torcendo para que ele acorde em um bom domingo e faça uma boa arbitragem.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs São Paulo pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 15/03, 20h30. Mas desde às 19h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista de Jundiaí x União São João de Araras (Rodada 14 do Paulistão A3 2026).

E para o confronto do Galo contra o União, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Gustavo Alencar Rodrigues
Árbitro Assistente 1: Fausto Augusto Viana Moretti
Árbitro Assistente 2: Rodrigo Schmidt
Quarto Árbitro: Gabriel Petrini Rodrigues Cruz
Analista de Vídeo: Adriano Stange

Gustavo tem só 24 anos de idade e é de São Carlos (conhecido por lá carinhosamente como “Gustavinho”, pois é muito querido na cidade), e tem se destacado como excelente árbitro até agora. Já faz parte dos árbitros profissionais da FPF (Programa Jovens Talentos), e foi indicado para o Quadro Nacional (pela CBF, apitou o Brasileirão Sub 20 – partida Red Bull Bragantino/SP 4×6 Flamengo/RJ – um jogo espetacular com arbitragem muito boa).

Veja que curioso: Gustavo Alencar Rodrigues se formou em 2024, e nesse mesmo ano apitou até a divisão Sub 15. De repente, teve uma chance em Paulista x Penapolense (A4 2025), apitando muito bem! Esteve impecável fisica, técnica e disciplinarmente (em que pese a pouca idade). Depois disso, trabalhou em Paulista x Primavera pela Copa Paulista.

Ele tem sido considerado a grande promessa da arbitragem (apitou A2 nesse ano, inclusive, com apenas 2 anos de carreira em jogos profissionais). Torço para um bom jogo e boa arbitragem (que não decepcione, pois é jovem e está ganhando experiência ainda).

Acompanhe Paulista de Jundiaí x União São João de Araras pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 15h00 (14/03), mas desde às 16h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– A entrevista de Hazard sobre Vinícius Jr: concordo com ele!

Concordo com Hazard, na imagem abaixo, que complementou: “não me surpreenderia se Vinícius Jr se aposentasse aos 30 anos”.

Com o que já ganhou, poderia parar de jogar futebol. Mas entendendo também que ele “comprou” a luta contra o Racismo. E eu aplaudo isso.

Não deve ser fácil um homem negro ser chamado de macaco por conta da cor da pele. É um “lixo social” quem faz isso ou defende.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio vs Red Bull Bragantino (Rodada 5 do Campeonato Brasileiro Série A 2026).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Luanderson Lima dos Santos – BA
Árbitro Assistente 2: Márcia Bezerra Caetano – RO
Quarto Árbitro: Lucas Coelho Santos – RJ
Assessor: Ana Karina Valentim – PE
VAR: Rodrigo Nunes de Sá -RJ
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios – SE
AVAR2: Pathrice Wallace Correa Maia – RJ
Quality manager: Carlos Henrique Tosta – MG

Davi de Oliveira Lacerda foi injustiçado em 2025. Apitou muito bem, deixando os jogos correrem (pecando, é verdade, ao deixar de marcar algumas faltas reais), mas não cometendo nenhum erro relevante. Deixou de entrar no quadro da FIFA de maneira inexplicável, enquanto outros árbitros que já fazem parte do quadro internacional e que deveriam sair por falta de competência, permaneceram nas vagas.

É uma boa escolha para esse jogo tão importante.

Detalhe: continua a farra das federações: ao invés de equipes de arbitragem entrosadas, um de cada canto do Brasil…

Acompanhe conosco o jogo entre Grêmio vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 12/03, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E a camisa Air Jordan da Seleção Brasileira?

Gosto é gosto. Mas eu não gostei da nova camisa da Seleção Brasileira… linha Air Jordan “não combinou”. Mas é só opinião.

E você, gostou?

– E o Cruzeiro?

Os estaduais são, de fato, enganosos. O Cruzeiro é o atual campeão mineiro, mas não está jogando nada. Mal no Brasileirão (lembrando que contra o Mirassol deixou de perder por um pênalti inexistente), as críticas a Tite continuam fortes.

Fico pensando: o que faz um treinador que participou de duas Copas do Mundo, ganhou muitos títulos e financeiramente está bem resolvido, continuar aceitando tal pressão?

Quem é do meio do futebol, não quer parar. Essa é a verdade…

– Roger Machado: de Ted Lasso a Guardiola?

O futebol brasileiro é incrível: Roger Machado foi bombardeado pelas Redes Sociais quando chegou ao São Paulo, dando a impressão de que não entendia nada de futebol. Parecia a mesma situação do seriado da Apple TV+, Ted Lasso (um treinador americano que chega à Inglaterra e imediatamente é odiado pelos torcedores do seu clube, o AF Richmond).

Bastou uma vitória do Tricolor… virou Guardiola para alguns. E o São Paulo tornou-se líder do campeonato (5 jogos, sendo 4 V e 1 E, com 80% dos jogos disputados com Crespo).

O torcedor vai do Céu ao Inferno com muita facilidade, não? Roger não é o pior nem o melhor dos treinadores. Deixemos ele trabalhar.