– O país com maior número de atletas na Copa do Mundo de Clubes é…

… o Brasil!

Não é um número impressionante?

Nesse tempo de “aldeia global”, a Copa de Mundo de Clubes da FIFA, com tantos clubes europeus em sua composição, nos mostra que a maior parte dos jogadores são brasileiros!

Obviamente, os melhores não estão nas equipes do nosso país, devido a questões econômicas.

Resumo: a Copa do Mundo de Clubes conta com 998 jogadores, sendo que o Brasil tem o maior número de atletas: 142 (47 disputando por equipes estrangeiras).
O Al-Alin dos Emirados Árabes Unidos, é o mais globalizado: possui 33 jogadores de 23 nações diferentes.

– Parada de Resfriamento e Parada de Hidratação no futebol: entenda!

Para quem acompanha a Copa do Mundo de Clubes, reparou que em PSG x Atlético de Madrid (jogo iniciado às 12h em Los Angeles), a partida foi paralisada devido ao forte calor.

Não é comum vermos, fora do Brasil, tal situação. Mas saiba: existem dois tipos de parada pelo excesso de calor nas Regras do Jogo (texto extraído das Regras oficiais):

1- Paradas para arrefecimento:
No interesse do bem-estar e segurança dos jogadores, os Regulamento das Competições podem permitir, sob certas condições climatéricas (alta umidade e temperatura), paradas para resfriamento (normalmente entre noventa segundos e três minutos) a fim de permitir baixar a temperatura corporal; isto é diferente das paradas para hidratação.

2- Paradas para hidratação:
Os Regulamento das Competições podem permitir paradas para hidratação (não mais de um minuto) para permitir aos jogadores se hidratarem; isto é diferente das paradas para arrefecimento.

Ao ler o texto, já deu para perceber: temos um vício em dizer que no Brasil fazemos Parada para Hidratação. São, na verdade, Paradas de Resfriamento. Um detalhe da regra…

– A Mensagem Papal para a Copa do Mundo é atemporal.

Muito pertinente: em 2014, o Papa Francisco divulgou uma mensagem de paz e congraçamento para a Copa do Mundo de Seleções no Brasil.

Agora, às vésperas da Copa do Mundo de Clubes 2025, o mundo vê um clima bélico preocupante entre Rússia e Ucrânia, além de Israel e Irã. E a mesma mensagem torna-se atual. Vale a pena a leitura, abaixo:

“Queridos amigos,

É com grande alegria que me dirijo a vocês todos, amantes do futebol, por ocasião da abertura da Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

A minha esperança é que, além de festa do esporte, esta Copa do Mundo possa tornar-se a festa da solidariedade entre os povos. Isso supõe, porém, que as competições futebolísticas sejam consideradas por aquilo que no fundo são: um jogo e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo, de compreensão, de enriquecimento humano recíproco. O esporte não é somente uma forma de entretenimento, mas também – e eu diria sobretudo – um instrumento para comunicar valores que promovem o bem da pessoa humana e ajudam na construção de uma sociedade mais pacífica e fraterna. Se, para uma pessoa melhorar, é preciso um “treino” grande e continuado, quanto mais esforço deverá ser investido para alcançar o encontro e a paz entre os indivíduos e entre os povos “melhorados”! É preciso “treinar” tanto…

O futebol pode e deve ser uma escola para a construção de uma “cultura do encontro”, que permita a paz e a harmonia entre os povos. E aqui vem em nossa ajuda uma segunda lição da prática esportiva: aprendamos o que o “fair play” do futebol tem a nos ensinar. Para jogar em equipe é necessário pensar, em primeiro lugar, no bem do grupo, não em si mesmo. Para vencer, é preciso superar o individualismo, o egoísmo, todas as formas de racismo, de intolerância e de instrumentalização da pessoa humana. Não é só no futebol que ser “fominha” constitui um obstáculo para o bom resultado do time; pois, quando somos “fominhas” na vida, ignorando as pessoas que nos rodeiam, toda a sociedade fica prejudicada.

A última lição do esporte proveitosa para a paz é a honra devida entre os competidores. O segredo da vitória, no campo, mas também na vida, está em saber respeitar o companheiro do meu time, mas também o meu adversário. Ninguém vence sozinho, nem no campo, nem na vida!”

Imagem extraída da Internet (autoria desconhecida, quem conhecer, favor indicar para os créditos).

– E a re-re-reeleição de Alejandro Dominguez?

O presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, antecipou em 1 ano a eleição para o novo período. Seria em 2026, para o período de 2027-2031, mas resolveu-se realizar na última quinta-feira.

Assim, com unanimidade de votos (inclusive do Brasil, a “chita” chamada por ele) e sem oposição, o “novo-velho” presidente se manterá no poder.

Pode?

– Copa do Mundo de Clubes estreia com Messi em campo e Brasil em peso.

Copa do Mundo de Clubes começa com Messi, Flamengo, Palmeiras e mais! Emoção nos EUA! ⚽🔥 #FutebolMundial #linkezine #ClubesNoMundo O post Copa do …

Continua em: Copa do Mundo de Clubes estreia com Messi em campo e Brasil em peso

– Sobre a expulsão de Andrés Hurtado em Red Bull Bragantino 0x3 Bahia: correta ou não?

Falamos em: https://youtu.be/8cCFpFUtF84?si=v92OGO7C5W4glojf

 

– O que explica o feito dos inéditos participantes da Copa do Mundo de 2026?

Tem como explicar que seleções não tradicionais do futebol mundial consigam se classificar para uma Copa do Mundo?

Não vale dizer de maneira simplória que se deve ao aumento do número de vagas. A explicação é outra…

Abaixo, um ótimo artigo:

COMO A INTERNET ESTÁ TRAZENDO NOVAS POTÊNCIAS AO FUTEBOL

Por Prof Dr Vivaldo José Breternitz (*), Jornal Empresas e Negócios e https://tecnologianavidadiaria.blogspot.com/

As classificações da Jordânia, Geórgia, Uzbequistão e da Nova Zelândia para a Copa do Mundo de 2026 são um sinal de que o futebol global está mudando rapidamente.

Durante muito tempo, o sucesso no futebol internacional foi prerrogativa de um pequeno grupo de nações com tradição, dinheiro e estrutura. Mas essa lógica está sendo rompida. A pergunta que surge é: o que está permitindo essa virada?

A resposta passa inevitavelmente por um fator muitas vezes subestimado: a revolução digital. Hoje, qualquer jovem treinador na Jordânia pode acessar, via YouTube, as análises táticas mais detalhadas do futebol europeu.

Clubes em crescimento usam plataformas como Hudl e Wyscout para estudar adversários, melhorar o desempenho de seus atletas e estruturarem-se de forma profissional. O que antes era privilégio de grandes centros agora pode ser livremente acessado – basta uma conexão à internet e interesse.

Informação, no esporte moderno, é poder. As federações de países como a Geórgia não apenas reconheceram isso — como investiram, capacitando profissionais no exterior e utilizando ferramentas oferecidas por programas da FIFA e da UEFA, como o FIFA Digital Skills, que já é usado mais de 100 federações ao redor do mundo.

O futebol sempre teve muros invisíveis. Muros que separavam o “centro” — Europa e América do Sul — da periferia futebolística. Mas esses muros começaram a ruir quando o conhecimento tático, técnico e até mesmo psicológico começou a circular livremente.

A internet que antes apenas transmitia os jogos, agora ensina a jogá-los melhor. E mais: exibe talentos que antes seriam esquecidos por falta de visibilidade. Quantos atletas georgianos ou jordanianos foram descobertos por meio de vídeos enviados por plataformas especializadas?

O resultado é um futebol cada vez menos previsível, mais aberto e, por que não dizer, mais emocionante. Velhos gigantes caem, novatos surpreendem, e torcedores ganham com isso.

A digitalização sozinha não explica tudo. A paixão, a capacidade de organização e os investimentos ainda são fundamentais. Mas é impossível ignorar que a tecnologia está nivelando o campo, permitindo que ideias superem limitações geográficas e econômicas.

Estamos entrando em uma era em que o talento não precisa mais nascer no Brasil, Itália ou Argentina para ser lapidado. Ele pode surgir em Amã ou Tbilisi — e ser potencializado pela internet, pelas plataformas de análise, por comunidades online de treinadores e pelos dados que ajudam a entender o jogo como nunca antes.

O futebol não é mais apenas o jogo dos grandes. É o jogo de quem aprende, se adapta e sonha — com a ajuda de alguns cliques.

(*) Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor e consultor – vjnitz@gmail.com.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Guarani x Paulista (Rodada 1 da Copa Paulista).

E para o confronto do Galo contra o Bugre, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rodrigo Fernandes Junior
Árbitro Assistente 1: Gustavo Rodrigues de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Jefferson Yago Franco Pinto
Quarto Árbitro: Talita Ximenes de Freitas
Analista de Video: Márcio Verri Brandão

Rodrigo é de Santa Bárbara do Oeste e apitou série A2 e A3 nessa temporada. Professor de Educação Física, está há 6 temporadas na FPF e participou do programa “Jovens Talentos” de profissionalização da arbitragem. A Copa Paulista para ele será um carimbo para a A1 em 2026.

Desses árbitros “semi-profissionais”, espera-se maior tempo de bola rolando, menos faltas marcadas e intolerância com reclamações. Vejamos se ele cumprirá isso.

Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.

Acompanhe Guarani de Campinas x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará às 19hoo (16/04), mas desde às 18h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– E a re-re-reeleição de Alejandro Dominguez?

O presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, antecipou em 1 ano a eleição para o novo período. Seria em 2026, para o período de 2027-2031, mas resolveu-se realizar na última quinta-feira.

Assim, com unanimidade de votos (inclusive do Brasil, a “chita” chamada por ele) e sem oposição, o “novo-velho” presidente se manterá no poder.

Pode?

– É uma obscura parceria informal que o Santos montou?

Lamento ver o torcedor do glorioso Peixe estar “perdido” entre o noticiário do clube. A questão é:

  • A SAF que Neymar compraria, não comprará pois não é atrativo o modelo? Ao menos, Neymar Pai disse que essa forma de investimento não seria viável.
  • As benfeitorias já construídas pelo grupo de Neymar Jr (administrado pelo “Neymar Pai”) foram realmente gratuitas?
  • Neymar está fazendo uma parceria formal, mas não adquirindo uma SAF?
  • Ou Neymar está fazendo um informal acordo?
  • O Estádio na Praia Grande, ventilado pelo Ney Pai, é um empréstimo, uma cessão, ou um acordo de divisão de rendas?

E o que mais me perturba:

  • Por que ninguém pergunta às claras qual é o propósito do negócio, como terá retorno do investimento, por quanto tempo e em condições? Discurso de “ajuda por carinho” não dá.

O que não é claro, para mim, pode ser suspeito. Não gosto disso. E a mesma perturbação ocorre aqui em Jundiaí: há 1 ano, Pedro Mesquita anunciou que compraria a SAF do Paulista, e a diretoria ressaltou que há meses já negociava. NINGUÉM questionou valores, ROI, e tantas outras coisas do negócio em si. As perguntas que eu, particularmente, fiz à secretária pessoal de Pedro Mesquita, não foram respondidas. E há tanto tempo, sem notícia, sem clareza, no escuro, faz com que o torcedor fique com cara de bobo… Desistiu-se da SAF do Galo, ou anunciaram a negociação em uma época antes do previsto? Ou, ainda, há imbrolhos que não se deseja que venha a público?

A clareza e a transparência sempre serão fundamentais para qualquer negócio.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Bahia (Rodada 12 do Brasileirão).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Baêa, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos – PR
Árbitro Assistente 2: Rafael Trombeta – PR
Quarto Árbitro: Anderson Ribeiro Gonçalves – GO
Assessor: Sérgio Cristiano Nascimento – RJ
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Ivan Carlos Bohn – PR
AVAR2: Antonio Magno Lima Cordeiro – CE
Observador de VAR: Sílvia Regina de Oliveira – SP
Quality manager: Paulo Ricardo Alves de Oliveira – SP

Torezin surgiu no cenário nacional bem veterano, aos 41 anos. Em um momento de crise na CA-CBF, Seneme trouxe diversos nomes alternativos para a A1, e um deles era de Lucas Paulo Torezin, natural de Campo Largo. Por ter experiência na carreira, conseguiu se firmar na A1 e desde então tem tido muitas escalas, apitando inclusive jogos importantes. Sua dificuldade é soltar demais o jogo, e depois tê-lo que amarrar por perder o controle da partida. Precisa dosar mais essa situação.

Em jogos  do Massa Bruta, me recordo de uma atuação ruim do juizão no ano passado, contra o Atlético Mineiro, onde Deyverson ludibriou o árbitro. Compartilho: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/09/22/analise-da-arbitragem-de-atletico-mineiro-3×0-red-bull-bragantino/

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Bahia pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta, 12/06, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– REPOST: 7 mitos futebolísticos do Brasil, segundo a France Football.

De 2014:

A Revista France Football divulgou em seu site uma matéria sobre “7 falsas idéias sobre o futebol brasileiro”, querendo desvendar os mitos que os apaixonados pelo esporte acreditam.

São eles (extraídos de: http://is.gd/sAOvNe):

1 – O FUTEBOL BRASILEIRO É ESPETACULAR

A Seleção Brasileira, há muito, perdeu o seu encanto, seu toque de loucura que a diferenciava de todas as outras. Foi-se o tempo do futebol bonito, agora, é eficência em primeiro lugar.

2 – TODOS OS BRASILEIROS TÊM TÉCNICA


No imaginário ocidental, o jovem brasileiro aperfeiçoa suas técnicas com os pés enfiados nas areias de Copacabana debaixo do sol e nas quadras de futsal. Mas o futebol de alguns brasileiros, e não apenas daqueles que jogam no Campeonato Francês, entretanto, faz questionar se eles acharam a porta do ginásio ou se não se confundiram com uma sala de musculação hiperequipada’.

3 – LATERAIS COMO ZAGUEIROS


Djalma Santos, Carlos Alberto Torres, Cafu, Roberto Carlos… Toda seleção brasileira campeã do mundo teve laterais muito ofensivos, até chegar a Copa de 2014 e a dupla Marcelo-Daniel Alves ser atacada por todos os lados [a revista não cita, mas vale lembrar que no 7 a 1 para a Alemanha foi Maicon quem jogou]. A aposta de Dunga é em Danilo e Filipe Luis, menos ofensivos e mais robustos. 

4 – OS GOLEIROS SÃO RUINS


Quem se atreve a dizer que o Brasil não tem grandes goleiros? Gilmar [dos Santos Neves, arqueiro do bi em 1958 e 1962], Taffarel, Dida, Júlio César… E o país ainda tem o artilheiro dos goleiros, Rogério Ceni.

5 – SEMPRE HÁ FESTA NAS ARQUIBANCADAS [ESTÁDIOS CHEIOS]


Imaginar que o público que se viu na Copa do Mundo é o de sempre no Brasil é uma miragem. A média dos dois últimos Brasileiros não passou de 16 mil espectadores [na edição 2013, a média foi de 14.951, e na de 2014, de 16.555]. 

6 – O NÍVEL DO CAMPEONATO [BRASILEIRO] É BAIXO

É sempre a mesma coisa: os ex-jogadores do país, após pararem, dizem que o campeonato do país era melhor antes. A Federação Internacional de Futebol, História e Estatística (IFFHS) põe o Brasileiro como o quarto melhor do mundo, só atrás de Inglês, Espanhol e Italiano.

7 – OS JOGADORES SÃO MUITO RELIGIOSOS


Sim, é verdade! É difícil escapar de Deus quando há um jogo do Brasil. Edmilson, Kaká, Thiago Silva e os dedos de Neymar apontados para o céu… Os jogadores rezam juntos e fazem sinais ao céus no limite do proselitismo.

E o que você pensa sobre os “supostos mitos”? Os franceses estão ou não com a razão?

Deixe sua opinião:

– Rumo ao Hexa?

Mesmo sem ter um futebol brilhante, a Seleção Brasileira carimbou o passaporte para a Copa do Mundo 2026 na América do Norte.

Continuamos a ser o país que disputou todos os Mundiais, desde 1930. Pudera, com tantas vagas hoje, isso perdurará.

Boa sorte, Brasil. Mas precisamos melhorar!

– É uma obscura parceria informal que o Santos montou?

Lamento ver o torcedor do glorioso Peixe estar “perdido” entre o noticiário do clube. A questão é:

  • A SAF que Neymar compraria, não comprará pois não é atrativo o modelo? Ao menos, Neymar Pai disse que essa forma de investimento não seria viável.
  • As benfeitorias já construídas pelo grupo de Neymar Jr (administrado pelo “Neymar Pai”) foram realmente gratuitas?
  • Neymar está fazendo uma parceria formal, mas não adquirindo uma SAF?
  • Ou Neymar está fazendo um informal acordo?
  • O Estádio na Praia Grande, ventilado pelo Ney Pai, é um empréstimo, uma cessão, ou um acordo de divisão de rendas?

E o que mais me perturba:

  • Por que ninguém pergunta às claras qual é o propósito do negócio, como terá retorno do investimento, por quanto tempo e em condições? Discurso de “ajuda por carinho” não dá.

O que não é claro, para mim, pode ser suspeito. Não gosto disso. E a mesma perturbação ocorre aqui em Jundiaí: há 1 ano, Pedro Mesquita anunciou que compraria a SAF do Paulista, e a diretoria ressaltou que há meses já negociava. NINGUÉM questionou valores, ROI, e tantas outras coisas do negócio em si. As perguntas que eu, particularmente, fiz à secretária pessoal de Pedro Mesquita, não foram respondidas. E há tanto tempo, sem notícia, sem clareza, no escuro, faz com que o torcedor fique com cara de bobo… Desistiu-se da SAF do Galo, ou anunciaram a negociação em uma época antes do previsto? Ou, ainda, há imbrolhos que não se deseja que venha a público?

A clareza e a transparência sempre serão fundamentais para qualquer negócio.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Bahia (Rodada 12 do Brasileirão).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Baêa, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Lucas Paulo Torezin – PR
Árbitro Assistente 1: Victor Hugo Imazu dos Santos – PR
Árbitro Assistente 2: Rafael Trombeta – PR
Quarto Árbitro: Anderson Ribeiro Gonçalves – GO
Assessor: Sérgio Cristiano Nascimento – RJ
VAR: Rodolpho Toski Marques – PR
AVAR: Ivan Carlos Bohn – PR
AVAR2: Antonio Magno Lima Cordeiro – CE
Observador de VAR: Sílvia Regina de Oliveira – SP
Quality manager: Paulo Ricardo Alves de Oliveira – SP

Torezin surgiu no cenário nacional bem veterano, aos 41 anos. Em um momento de crise na CA-CBF, Seneme trouxe diversos nomes alternativos para a A1, e um deles era de Lucas Paulo Torezin, natural de Campo Largo. Por ter experiência na carreira, conseguiu se firmar na A1 e desde então tem tido muitas escalas, apitando inclusive jogos importantes. Sua dificuldade é soltar demais o jogo, e depois tê-lo que amarrar por perder o controle da partida. Precisa dosar mais essa situação.

Em jogos  do Massa Bruta, me recordo de uma atuação ruim do juizão no ano passado, contra o Atlético Mineiro, onde Deyverson ludibriou o árbitro. Compartilho: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/09/22/analise-da-arbitragem-de-atletico-mineiro-3×0-red-bull-bragantino/

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Bahia pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta, 12/06, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O que explica o feito dos inéditos participantes da Copa do Mundo de 2026?

Tem como explicar que seleções não tradicionais do futebol mundial consigam se classificar para uma Copa do Mundo?

Não vale dizer de maneira simplória que se deve ao aumento do número de vagas. A explicação é outra…

Abaixo, um ótimo artigo:

COMO A INTERNET ESTÁ TRAZENDO NOVAS POTÊNCIAS AO FUTEBOL

Por Prof Dr Vivaldo José Breternitz (*), Jornal Empresas e Negócios e https://tecnologianavidadiaria.blogspot.com/

As classificações da Jordânia, Geórgia, Uzbequistão e da Nova Zelândia para a Copa do Mundo de 2026 são um sinal de que o futebol global está mudando rapidamente.

Durante muito tempo, o sucesso no futebol internacional foi prerrogativa de um pequeno grupo de nações com tradição, dinheiro e estrutura. Mas essa lógica está sendo rompida. A pergunta que surge é: o que está permitindo essa virada?

A resposta passa inevitavelmente por um fator muitas vezes subestimado: a revolução digital. Hoje, qualquer jovem treinador na Jordânia pode acessar, via YouTube, as análises táticas mais detalhadas do futebol europeu.

Clubes em crescimento usam plataformas como Hudl e Wyscout para estudar adversários, melhorar o desempenho de seus atletas e estruturarem-se de forma profissional. O que antes era privilégio de grandes centros agora pode ser livremente acessado – basta uma conexão à internet e interesse.

Informação, no esporte moderno, é poder. As federações de países como a Geórgia não apenas reconheceram isso — como investiram, capacitando profissionais no exterior e utilizando ferramentas oferecidas por programas da FIFA e da UEFA, como o FIFA Digital Skills, que já é usado mais de 100 federações ao redor do mundo.

O futebol sempre teve muros invisíveis. Muros que separavam o “centro” — Europa e América do Sul — da periferia futebolística. Mas esses muros começaram a ruir quando o conhecimento tático, técnico e até mesmo psicológico começou a circular livremente.

A internet que antes apenas transmitia os jogos, agora ensina a jogá-los melhor. E mais: exibe talentos que antes seriam esquecidos por falta de visibilidade. Quantos atletas georgianos ou jordanianos foram descobertos por meio de vídeos enviados por plataformas especializadas?

O resultado é um futebol cada vez menos previsível, mais aberto e, por que não dizer, mais emocionante. Velhos gigantes caem, novatos surpreendem, e torcedores ganham com isso.

A digitalização sozinha não explica tudo. A paixão, a capacidade de organização e os investimentos ainda são fundamentais. Mas é impossível ignorar que a tecnologia está nivelando o campo, permitindo que ideias superem limitações geográficas e econômicas.

Estamos entrando em uma era em que o talento não precisa mais nascer no Brasil, Itália ou Argentina para ser lapidado. Ele pode surgir em Amã ou Tbilisi — e ser potencializado pela internet, pelas plataformas de análise, por comunidades online de treinadores e pelos dados que ajudam a entender o jogo como nunca antes.

O futebol não é mais apenas o jogo dos grandes. É o jogo de quem aprende, se adapta e sonha — com a ajuda de alguns cliques.

(*) Vivaldo José Breternitz, Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo, é professor e consultor – vjnitz@gmail.com.

– Os escudos retrôs dos times de futebol.

E se os clubes de futebol do Brasileirão jogassem com seus escudos retrôs?

Eis aqui:

– As câmeras corporais dos árbitros na Copa do Mundo de Clubes!

Ainda não temos nenhum jogo de futebol oficial com imagens produzidas com a mesma visão dos árbitros. E essa será a maior novidade do Super Mundial de Clubes da FIFA.

Eu sempre disse que o jogo da arquibancada é diferente do campo. O árbitro está posicionado sempre ao alcance da visão para a bola, esforçando-se para desenvolver a visão periférica, a fim de ver os arredores.

Com essas câmeras, o torcedor enxergará um outro jogo, com uma diferença: será possível ver DE ONDE o árbitro vê, não COMO ele vê! E o motivo é simples: durante o jogo, o suor escorre nos olhos durante a corrida, o árbitro pisca, respira, tosse… e nesse milésimo de segundo, ele não vê o lance capital e comete um erro significativo. As câmeras não terão essa “pausa de visão”, e nem outro fator: o “calor / vibração” do jogo. 

A mesma imagem fria que você verá do sofá, na dinâmica do jogo, poderá ser interpretada diferente pelo juiz.

Aqui, um exemplo do é essa tecnologia, quando usada no rúgbi: https://cdn.jwplayer.com/previews/cI2uwQCo

 

– E o Brescia faliu!

Rapaz… o Brescia, onde Roberto Baggio surgiu, faliu!

Se o Brasil fosse um país mais sério, muitas equipes teriam falido também.

– Bye, bye, Gérson.

O futebol russo está suspenso das competições oficiais devido à guerra, mas o Zenit quer Gérson.

Se for comprovado 25 milhões de euros para o Flamengo, 3 milhões de reais por mês ao atleta, bônus por tudo o que ele fizer (gols, partidas jogadas, não transferência nas janelas, etc)… venda-se logo!

Com 28 anos, o “quase ex-flamenguista” vai garantir a aposentadoria para os filhos dele!

Nenhum jogador do futebol brasileiro é insubstituível hoje, né? E penso que o próprio Mengão está cansado das confusões cometidas pelo pai do Gérson…

– Portugal vence nos pênaltis e é bicampeão da Nations League

Portugal é 🇵🇹 bicampeão da Nations League! Emoção, gols e pênaltis definiram o título. ⚽🔥 #Portugal #NationsLeague #linkezine O post Portugal …

Original em: Portugal vence nos pênaltis e é bicampeão da Nations League

– As câmeras corporais dos árbitros na Copa do Mundo de Clubes!

Ainda não temos nenhum jogo de futebol oficial com imagens produzidas com a mesma visão dos árbitros. E essa será a maior novidade do Super Mundial de Clubes da FIFA.

Eu sempre disse que o jogo da arquibancada é diferente do campo. O árbitro está posicionado sempre ao alcance da visão para a bola, esforçando-se para desenvolver a visão periférica, a fim de ver os arredores.

Com essas câmeras, o torcedor enxergará um outro jogo, com uma diferença: será possível ver DE ONDE o árbitro vê, não COMO ele vê! E o motivo é simples: durante o jogo, o suor escorre nos olhos durante a corrida, o árbitro pisca, respira, tosse… e nesse milésimo de segundo, ele não vê o lance capital e comete um erro significativo. As câmeras não terão essa “pausa de visão”, e nem outro fator: o “calor / vibração” do jogo. 

A mesma imagem fria que você verá do sofá, na dinâmica do jogo, poderá ser interpretada diferente pelo juiz.

Aqui, um exemplo do é essa tecnologia, quando usada no rúgbi: https://cdn.jwplayer.com/previews/cI2uwQCo

 

– Neymar com COVID. Que fase…

Nessa última semana, falamos dos descuidos de Neymar. Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/06/06/neymar-e-grande-mas-poderia-ter-sido-muito-mais-ha-tempo/

Agora, leio que ele está com COVID-19. Quando a fase é brava…

– E se o futebol tivesse mais ESG?

Cada vez mais as empresas se preocupam com práticas de sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa (O ESG, que significa, em ingês: Environmental, Social and Governance). A sociedade, a reboque, também.

No futebol, um universo dito muitas vezes “paralelo” à realidade do mundo, o ESG é esquecido. E se não fosse? Como alguns dirigentes de clubes brasileiros se comportariam?

Compartilho esse ótimo artigo, extraído de: https://istoedinheiro.com.br/e-se-o-futebol-tivesse-mais-esg/

E SE O FUTEBOL TIVESSE MAIS ESG?

Fim do recesso do Brasileirão 2024 por causa da tragédia climática no Rio Grande do Sul, tempo de boas e profundas reflexões sobre ESG.

Haveria algo em comum entre os episódios recorrentes de racismo nos jogos da Copa Libertadores de América, o descaso pelo fair play financeiro entre clubes brasileiros e as investigações de manipulação de resultados em todo o mundo?

Sim, há. Se tivessem ocorrido numa empresa com ESG, os três casos seriam tratados hoje como impactos sociais (S) e de governança (G.)Exigiriam atenção especial, planos de ação e investimentos para controlar potenciais riscos operacionais, financeiros e reputacionais.

Anima-me pensar nos benefícios de uma lógica ESG aplicada a segmentos como o futebol. Não tenho dúvidas de que faria a diferença para melhor. Cuidados socioambientais, ativismo de causas públicas e políticas de proteção da ética e da transparência costumam gerar valor para todas as partes interessadas de um negócio. Investidores de SAFs, patrocinadores de camisas e transmissões, reguladores, jogadores, torcedores, trabalhadores do setor e sociedade só teriam a ganhar com uma gestão mais responsável, compliance financeiro, redução de emissões de carbono, regras anticorrupção e respeito à diversidade.

O futebol seria melhor se os clubes fossem melhores “para” o mundo. E embora esta seja uma bandeira de valor claro no século 21, ela ainda contrasta com uma velha cultura regida pela máxima de ser “o melhor do mundo” e que aceita, em nome da glória das taças, a “ética do resultado a qualquer custo” – isso significa, na prática, triunfar até mesmo contra a justiça desportiva, beneficiando-se de circunstâncias que desvirtuam as normas do jogo, desequilibram a competição e prejudicam o adversário.

A noção implícita no “ganhar a qualquer custo” – contrária ao que propõe o ESG – explica a maioria dos desvios éticos no futebol. Em sua defesa, torcedores e dirigentes aceitam, sem crítica, o juiz que erra a favor do seu clube ou ocraque que burla a regra e ainda ironiza o adversário. Normalizam atitudes que desabonam o fair play financeiro, algo que não fariam em suas próprias casas. E aceitam contratar jogadores caros, sem receitas previstas para o salário.

“Anima-me pensar nos benefícios de uma lógica ESG aplicada a segmentos como o futebol. Não tenho dúvidas que faria a diferença para melhor”

Sob a justificativa complacente de que a “cultura do futebol” tem uma moral própria, divertem-se com os refrões homofóbicos de torcidas e engrossam as vistas aos gritos racistas, mesmo sabendo que eles ferem leis e regulamentos. Passam pano para o estupro praticado por ex-craques perversos. Naturalizam a corrupção das empresas de apostas e o ato criminoso de jogadores venais que manipulam resultados de jogos –neste momento, o meia Lucas Paquetá, do West Ham, está sob investigação da Premier League inglesa por “forçar” cartões amarelos.

A bola que entra no gol não pode tudo, ensina o ESG. Existe um contexto de responsabilidades que não está separado do que acontece antes, durante e depois do jogo.

Para quem quer melhorar a gestão do futebol, recomendo começar com quatro medidas básicas de ESG.

(1) Compense o carbono emitido em jogos e treinamentos, recicle resíduos nos estádios, utilize energia renovável, implante um sistema de reuso de água;
(2) Estabeleça um programa de compliance, com auditoria, canal de denúncias e códigos de conduta para evitar desde os assédios aos deslizes financeiros;
(3) Apoie com ações socioeducacionais a base de formação dos profissionais, o elo mais frágil de sua cadeia de valor; e
(4) Utilize o vínculo com torcedores e a exposição na mídia para “educar” stakeholders para causas como a solidariedade, diversidade, economia circular e mudanças climáticas.

Ricardo Voltolini é CEO da Ideia Sustentável, fundador da Plataforma Liderança com Valores, mentor e conselheiro de sustentabilidade

Ricardo Voltolini: “A bola que entra no gol não pode tudo, ensina o ESG” (Crédito:Divulgação)

– Bye, bye, Gérson.

O futebol russo está suspenso das competições oficiais devido à guerra, mas o Zenit quer Gérson.

Se for comprovado 25 milhões de euros para o Flamengo, 3 milhões de reais por mês ao atleta, bônus por tudo o que ele fizer (gols, partidas jogadas, não transferência nas janelas, etc)… venda-se logo!

Com 28 anos, o “quase ex-flamenguista” vai garantir a aposentadoria para os filhos dele!

Nenhum jogador do futebol brasileiro é insubstituível hoje, né? E penso que o próprio Mengão está cansado das confusões cometidas pelo pai do Gérson…

– Qual é o plano, Cintra?

É sabido que Samir Xaud, presidente da CBF, cobrou de Rodrigo Martins Cintra, o chefe dos árbitros, um plano de Reestruturação da Arbitragem Brasileira.

– O que ele quer?

Medidas eficazes a curto, médio e longo prazo, segundo a própria CBF.

– E o que seriam?

Aí a resposta fica difícil. Nem Samir, tampouco Cintra ou os outros membros do Comitê Internacional sabem.

Porém, o que se sabe é: tem um ex-árbitro fazendo as malas, à espera de um convite para ir ao RJ trabalhar numa função importante…

O tempo dirá! Infelizmente, a designação de escudos FIFAS aos estados apoiadores é uma prática nefasta e que explica (um pouco) nosso grande problema com a falta de qualidade da arbitragem…

– E a Copa Paulista?

Hoje: 10 dias para começar a Copa Paulista. O que esperar do Galo Tricolor?

No meu tempo de arbitragem, essa competição era, para os árbitros jovens, um treinamento para A3 e A2, uma peneira de novos talentos e, ao mesmo tempo, um torneio para dar ritmo de jogo aos árbitros da A1 que não estão no Brasileirão.

Boa sorte, Paulista FC. Só saberemos quem são os favoritos quando a competição começar.

– Neymar é grande! Mas poderia ter sido muito mais… Há tempo?

Neymar, nos últimos tempos, quase não jogou futebol. Seu salário era de R$ 1,2 milhão diários (ou, se preferir, R$ 36 mi mensais) no Al Hilal da Arábia Saudita. No Santos FC, acertou valores de participação em patrocínios e outras receitas, totalizando R$ 21 milhões mensais, por 5 meses de contrato (R$ 105 milhões ao todo). E nesse período, em partidas oficiais, entrou em campo 12 vezes (sendo que não jogou 90 minutos de cada jogo).

  • Vale tudo isso, hoje?

Tecnicamente, não.

Financeiramente, depende. Somente saberemos quando o Santos FC divulgar seus números.

Mas o que me motivou a escrever esse texto, foi a Coluna do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL (você pode acessá-la aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/06/05/nascidos-em-5-de-fevereiro-cr7-e-neymar-comprovam-que-a-idade-nao-e-tudo.htm), onde ele mostra que Neymar, nascido em 05 de fevereiro de 1992, é um atleta em números, participações decisivas e comprometimento, bem diferente do que Cristiano Ronaldo, que, veja a curiosidade, também nasceu em 05 de fevereiro (mas de 1985).

Sete anos distam os dois atletas. E compare:

Neymar, mais jovem, não consegue uma sequência de jogos e se ausenta por várias rodadas. Durante a sua recuperação física, não se priva de eventos sociais e participa de festas e outras ocasiões que uma celebridade possa frequentar. Cristiano, com 40 anos, não se machuca, joga um grande número de partidas e é decisivo tanto para a sua Seleção quanto para o seu clube. Preocupado com sua imagem, frequentemente é visto com temáticas envolvendo saúde e comprometimento profissional (CR7 é embaixador mundial da causa da doação de sangue, e isso explica o fato de não ter nenhuma tatuagem, a fim de não ter que cumprir a janela imunológica e poder fazer suas ações solidárias).

Tecnicamente, Neymar é melhor do que Cristiano Ronaldo. O português, porém, é exemplo de superação e dedicação em treinos e sabe se preservar. Ambos são, no “trato com a bola”, inferiores a Lionel Messi, que também é um dedicado profissional, sabe se cuidar, e com 37 anos resolveu jogar futebol nos EUA (onde ele tem total liberdade em campo, goza de respeito e nem marcação ou falta recebe dos adversários – parece que joga um recreativo, devido a falta de competitividade). Um justo final de carreira, curtindo um bom salário nos EUA e desfrutando de tudo o que plantou ao longo da brilhantíssima e vitoriosa carreira.

Faltando um ano para a Copa do Mundo de Seleções, fico pensando: talvez Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar foram os 3 maiores jogadores que esse quarto de século XXI nos proporcionou. O argentino deverá estar em condições de mais um Mundial. Idem a Cristiano Ronaldo (será a 6ª edição de ambos), E justamente o brasileiro, mais jovem e menos comprometido na preservação da imagem, poderá não ir. E aqui, não só pela condição física, mas técnica também, e, por que não, a emocional.

O Cartão Vermelho infantil que recebeu pelo Brasileirão contra o Botafogo, despedindo-se do 1º semestre do ano, mostrou um destempero absurdo. Não deveria ser mais tratado como “Menino Ney”, já é um atleta calejado. E ao invés de mostrar a experiência, parece o mesmo garoto imaturo que Renê Simões, um dia, chamou a atenção para que fosse bem trabalhado a fim de que seu enorme talento não fosse desperdiçado.

Vejo muita gente comparando a carreira de Neymar com a de Ronaldo Nazário (contusões seríssimas e superação para jogar uma Copa do Mundo). Não se pode fazer isso sem levar em conta algumas nuances, pois são situações diferentes: Ronaldo jogava na Seleção Brasileira ao lado de outros grandes craques. Idem aos clubes em que jogou, como Barcelona e Internazionale naquele período. Neymar, hoje, não tem ao seu lado a mesma qualidade técnica na Seleção, e no seu clube, incomparável. O Fenômeno se dedicou de corpo e alma para chegar bem em 2002, e Ney não parece demonstrar esse esforço de reclusão.

Lamento que, talvez em 2018, na Copa da Rússia, “menos quebrado” pelas contusões e excepcionalmente bem fisicamente, Neymar não quis ser um grande protagonista mas sim um artista canastrão. Foi ele quem inaugurou a era de memes da Internet, com suas simulações de faltas absurdas, constrangendo por abdicar a sua técnica pela tentativa de ludibriar a arbitragem.

Recordei-me que, quando ele foi vítima de extorsão por uma das suas namoradas de ocasião, Nadja, vazou um galanteio dele descrito como: “Saudade daquilo que a gente ainda não viveu”. A frase parodiada pelo meu amigo Zé Boca-de-Bagre, que não tem papas na língua, cabe bem: “Saudade do atleta Bola de Ouro que não quis ser”…

Neymar é bilionário, vencedor, bem sucedido e carismático com seus admiradores, não se discuta isso. Mas conseguiu de maneira contraditória contar com uma antipatia enorme pela falta de “demonstração de seriedade”. Um caso, quem sabe, único no futebol brasileiro.

Se mais dedicado fosse, não sei se a Seleção Brasileira teria 6 estrelas na camisa, mas provavelmente teríamos um The Best / Balon D’Or a mais na conta do nosso país.

Na foto, de autoria desconhecida e retirada da Internet, um jovem Neymar que trazia esperança ao Brasil. Ele ainda vestirá a Amarelinha para algum jogo oficial?

– Boa sorte, Ancelotti!

E começou uma nova era na Seleção Brasileira!

Sucesso, Carleto:

Imagem

– Abel recusou 7 milhões por mês “nesse momento”? Então tá…

Eu respeito todo jornalista sério que traz informações. Mas, muitas vezes, temo pelas fontes

Nessa época de especulações, surgiu a notícia de que Abel Ferreira recusou uma proposta para ganhar o triplo do que já ganha no Palmeiras (aproximadamente R$ 7 mi / mês) do Al Hilal, a fim de comandar o clube árabe no Mundial de Clubes da FIFA.

Mais do que isso: ele era a 1ª opção dos árabes, que, ao ouvirem um não por fidelidade ao Verdão, optaram por Inzaghi, vice-campeão da Liga dos Campeões da Europa pela Internazionale.

O curioso é: nesse momento em que Abel Ferreira é questionado dentro de campo, além, da “pisada na bola” do esbarrão proposital no cinegrafista da Amazon Prime, surge algo assim: que ele está acima até mesmo do que o Inzaghi, e que “recusou um poço de petróleo” por amor ao atual clube.

Oportuno… eu tenho o direito de duvidar. Afinal, é muita grana e muita panca…

– Neymar é grande! Mas poderia ter sido muito mais… Há tempo?

Neymar, nos últimos tempos, quase não jogou futebol. Seu salário era de R$ 1,2 milhão diários (ou, se preferir, R$ 36 mi mensais) no Al Hilal da Arábia Saudita. No Santos FC, acertou valores de participação em patrocínios e outras receitas, totalizando R$ 21 milhões mensais, por 5 meses de contrato (R$ 105 milhões ao todo). E nesse período, em partidas oficiais, entrou em campo 12 vezes (sendo que não jogou 90 minutos de cada jogo).

  • Vale tudo isso, hoje?

Tecnicamente, não.

Financeiramente, depende. Somente saberemos quando o Santos FC divulgar seus números.

Mas o que me motivou a escrever esse texto, foi a Coluna do jornalista Mauro Cezar Pereira no UOL (você pode acessá-la aqui: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/06/05/nascidos-em-5-de-fevereiro-cr7-e-neymar-comprovam-que-a-idade-nao-e-tudo.htm), onde ele mostra que Neymar, nascido em 05 de fevereiro de 1992, é um atleta em números, participações decisivas e comprometimento, bem diferente do que Cristiano Ronaldo, que, veja a curiosidade, também nasceu em 05 de fevereiro (mas de 1985).

Sete anos distam os dois atletas. E compare:

Neymar, mais jovem, não consegue uma sequência de jogos e se ausenta por várias rodadas. Durante a sua recuperação física, não se priva de eventos sociais e participa de festas e outras ocasiões que uma celebridade possa frequentar. Cristiano, com 40 anos, não se machuca, joga um grande número de partidas e é decisivo tanto para a sua Seleção quanto para o seu clube. Preocupado com sua imagem, frequentemente é visto com temáticas envolvendo saúde e comprometimento profissional (CR7 é embaixador mundial da causa da doação de sangue, e isso explica o fato de não ter nenhuma tatuagem, a fim de não ter que cumprir a janela imunológica e poder fazer suas ações solidárias).

Tecnicamente, Neymar é melhor do que Cristiano Ronaldo. O português, porém, é exemplo de superação e dedicação em treinos e sabe se preservar. Ambos são, no “trato com a bola”, inferiores a Lionel Messi, que também é um dedicado profissional, sabe se cuidar, e com 37 anos resolveu jogar futebol nos EUA (onde ele tem total liberdade em campo, goza de respeito e nem marcação ou falta recebe dos adversários – parece que joga um recreativo, devido a falta de competitividade). Um justo final de carreira, curtindo um bom salário nos EUA e desfrutando de tudo o que plantou ao longo da brilhantíssima e vitoriosa carreira.

Faltando um ano para a Copa do Mundo de Seleções, fico pensando: talvez Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar foram os 3 maiores jogadores que esse quarto de século XXI nos proporcionou. O argentino deverá estar em condições de mais um Mundial. Idem a Cristiano Ronaldo (será a 6ª edição de ambos), E justamente o brasileiro, mais jovem e menos comprometido na preservação da imagem, poderá não ir. E aqui, não só pela condição física, mas técnica também, e, por que não, a emocional.

O Cartão Vermelho infantil que recebeu pelo Brasileirão contra o Botafogo, despedindo-se do 1º semestre do ano, mostrou um destempero absurdo. Não deveria ser mais tratado como “Menino Ney”, já é um atleta calejado. E ao invés de mostrar a experiência, parece o mesmo garoto imaturo que Renê Simões, um dia, chamou a atenção para que fosse bem trabalhado a fim de que seu enorme talento não fosse desperdiçado.

Vejo muita gente comparando a carreira de Neymar com a de Ronaldo Nazário (contusões seríssimas e superação para jogar uma Copa do Mundo). Não se pode fazer isso sem levar em conta algumas nuances, pois são situações diferentes: Ronaldo jogava na Seleção Brasileira ao lado de outros grandes craques. Idem aos clubes em que jogou, como Barcelona e Internazionale naquele período. Neymar, hoje, não tem ao seu lado a mesma qualidade técnica na Seleção, e no seu clube, incomparável. O Fenômeno se dedicou de corpo e alma para chegar bem em 2002, e Ney não parece demonstrar esse esforço de reclusão.

Lamento que, talvez em 2018, na Copa da Rússia, “menos quebrado” pelas contusões e excepcionalmente bem fisicamente, Neymar não quis ser um grande protagonista mas sim um artista canastrão. Foi ele quem inaugurou a era de memes da Internet, com suas simulações de faltas absurdas, constrangendo por abdicar a sua técnica pela tentativa de ludibriar a arbitragem.

Recordei-me que, quando ele foi vítima de extorsão por uma das suas namoradas de ocasião, Nadja, vazou um galanteio dele descrito como: “Saudade daquilo que a gente ainda não viveu”. A frase parodiada pelo meu amigo Zé Boca-de-Bagre, que não tem papas na língua, cabe bem: “Saudade do atleta Bola de Ouro que não quis ser”…

Neymar é bilionário, vencedor, bem sucedido e carismático com seus admiradores, não se discuta isso. Mas conseguiu de maneira contraditória contar com uma antipatia enorme pela falta de “demonstração de seriedade”. Um caso, quem sabe, único no futebol brasileiro.

Se mais dedicado fosse, não sei se a Seleção Brasileira teria 6 estrelas na camisa, mas provavelmente teríamos um The Best / Balon D’Or a mais na conta do nosso país.

Na foto, de autoria desconhecida e retirada da Internet, um jovem Neymar que trazia esperança ao Brasil. Ele ainda vestirá a Amarelinha para algum jogo oficial?

– Qual é o plano, Cintra?

É sabido que Samir Xaud, presidente da CBF, cobrou de Rodrigo Martins Cintra, o chefe dos árbitros, um plano de Reestruturação da Arbitragem Brasileira.

– O que ele quer?

Medidas eficazes a curto, médio e longo prazo, segundo a própria CBF.

– E o que seriam?

Aí a resposta fica difícil. Nem Samir, tampouco Cintra ou os outros membros do Comitê Internacional sabem.

Porém, o que se sabe é: tem um ex-árbitro fazendo as malas, à espera de um convite para ir ao RJ trabalhar numa função importante…

O tempo dirá! Infelizmente, a designação de escudos FIFAS aos estados apoiadores é uma prática nefasta e que explica (um pouco) nosso grande problema com a falta de qualidade da arbitragem…

– Leia minha coluna no Jornal de Jundiaí:

Minha coluna no JJ de hoje, acessível no link em: https://sampi.net.br/jundiai/noticias/2907297/opinioes/2025/06/o-bonus-e-o-onus-em-treinar-a-selecao-brasileira
.

Falamos do Ônus e do Bônus em dirigir a Seleção Brasileira!

 

– De catador de latinhas a jogador da Seleção Brasileira.

Eu não conhecia Alexsandro. Nem sei se é tão bom zagueiro… Mas a sua história de vida, é de craque.

Conheça-o:

Extraído de: https://noataque.com.br/futebol/time/brasil/noticia/2025/05/27/jogador-convocado-por-ancelotti-a-selecao-estava-sem-clube-em-2018-e-foi-catador-de-latinhas/#google_vignette

JOGADOR CONVOCADO POR ANCELOTTI À SELEÇÃO ESTAVA SEM CLUBE EM 2018 E FOI CATADOR DE LATINHAS

Zagueiro foi convocado pela Seleção Brasileira pela primeira vez nessa segunda-feira (26/5), meses após enfrentar Ancelotti na Champions

por Pedro Bueno

Em 2018, estava sem clube. Após menos de sete anos, disputou a Champions League e enfrentou o Real Madrid de Carlo Ancelotti. Meses depois, foi convocado para a Seleção Brasileira pelo histórico técnico italiano. Esse é um curto resumo da trajetória de Alexsandro, zagueiro de 25 anos que atua no Lille, foi chamado, na segunda-feira (26/5), para defender o Brasil pela primeira vez e foi catador de latinhas antes de se profissionalizar.

O zagueiro destro de 25 anos, que joga pela esquerda, está no Lille desde 2022 e foi um dos destaques do time francês que chegou às oitavas de final da Liga dos Campeões.

Só que o início de carreira de Alexsandro teve contornos bem diferentes do atual momento.

A carreira de Alexsandro

Nascido no Rio de Janeiro, Alexsandro rodou as categorias de base dos principais times cariocas – no Flamengo, foi companheiro de Vinicius Júnior, craque do Real Madrid e Seleção Brasileira. Porém, a trajetória do zagueiro foi bem diferente da do melhor jogador do mundo em 2024 em eleição promovida pela Fifa.

Sem chance para ingressar no futebol profissional, Alexsandro se viu sem clube aos 18 anos e trabalhou de diversas formas para ajudar a família. Foi catador de latinhas, feirante, cortador de grama e outras funções distantes dos estádios, mas necessárias para que sobrevivesse.

Logo após essas batalhas, ele transformou a própria história. A convite de um amigo, Alexsandro foi para Portugal em 2018 e iniciou a trajetória como jogador no país. O defensor passou por Amora e Praiense, na quarta divisão (primeiro escalão do futebol semiprofissional lusitano).

O bom desempenho levou Alexsandro ao Desportivo Chaves, em 2021/22, e o destaque na Segunda Divisão de Portugal abriu portas no Lille. No clube francês, ele é titular absoluto e fez 47 jogos e um gol em 2024/25 – só três companheiros dele disputaram mais partidas na temporada.

Convocação para a Seleção Brasileira

Sete anos após o período distante do futebol, Alexsandro defenderá a Seleção Brasileira. O zagueiro de 25 anos estará com o time verde e amarelo nos duelos diante do Equador, em 5 de junho, e do Paraguai, cinco dias depois.

No início do ano, na Data Fifa de março, o defensor já havia sido mencionado na pré-lista de Dorival Júnior. Desta vez, Alexsandro foi incluído na relação final de Ancelotti e estará junto de Vini Jr., ex-companheiro de categoria de base em solo carioca do zagueiro.

Na Champions League de 2024/25, Alexsandro até encontrou o craque brasileiro, Carlo Ancelotti e outros destaques do Real Madrid. E venceu. Em 2 de outubro, o Lille recebeu o gigante da Espanha no Stade Pierre-Mauroy e triunfou por 1 a 0, em jogo de fase da competição europeia.

Alexsandro Ribeiro, zagueiro do Lille (foto: Divulgação Instagram)

– E a invasão da torcida organizada do Corinthians no Parque São Jorge?

Que situação caótica… No Coringão, se não bastassem as eliminações sequenciais do time nos torneios internacionais, o mau futebol atual, a confusão entre os presidentes… a torcida resolveu agir à sua maneira invadindo o Parque São Jorge.

Sem delongas, a questão é: o que fazer?