– Árbitros com “Complexo de Napoleão”?

Na Alemanha, um levantamento constatou: árbitros “baixinhos” são mais rigorosos disciplinarmente!

Aqui no Brasil, com a safra de árbitros “bombados”, eles seriam menos rigorosos justamente pelo tamanho?

Veja só, em: https://www.metropoles.com/esportes/complexo-de-napoleao-em-arbitros-de-futebol-pesquisadores-analisam

COMPLEXO DE NAPOLEÃO

por Sthepanie Alves

Um grupo de pesquisadores alemães analisou a relação estre a estatura dos árbitros de futebol e o rigor com que eles aplicam punições a jogadores em campo. E o que eles constataram é a existência de um “complexo de Napoleão”, teoria que sugere que o imperador francês tinha problemas com sua altura e compensava com a rigidez no comando de seu império.

A pesquisa está em fase de pré-publicação, ou seja, ainda não foi concluída. Mas corrobora a tese, segundo informações da agência alemã Deutshe Welle.

Alguns torcedores podem compreender isso como uma explicação de como as decisões seriam tomadas de maneira não objetiva e até injusta, simplesmente por que um árbitro possui um complexo. No entanto, essa teoria somente será validada após o estudo passar por mais análises científicas.

Segundo a pré-publicação, um árbitro comparativamente mais baixo estaria mais apto a apitar uma falta e aplicar um cartão amarelo quando o jogador em questão é mais alto do que ele, de acordo com a conclusão dos pesquisadores.

Os pesquisadores Hendrik Sonnabend e Giulio Callegaro da Universidade de Hagen, na Alemanha, juntamente com Mario Lackner, da Universidade Johannes Kepler em Linz, analisaram dados da Bundesliga (campeonato alemão de futebol) de 2014 a 2021, e observaram mais de 2.340 partidas.

“A tendência a punir com mais rigor é 10% maior quando os jogadores são significativamente mais altos do que os árbitros, em comparação a situações nas quais os atletas estão na mesma altura dos olhos”, constatou Sonnabend.

No segundo tempo dos jogos, as punições mais duras pelos árbitros relativamente mais baixos, como os cartões amarelos, diminuem. “Isso pode ocorrer em razão de os jogadores perceberem que o árbitro pune as infrações mais rapidamente”, avalia Sonnabend.

O pequeno grande imperador

A base para o estudo é a teoria da psicologia conhecida como “complexo de Napoleão”, que afirma que pessoas de baixa estatura, especialmente os homens, tendem a ser agressivos ou dominantes para compensar seu tamanho.

O nome dado à teoria remete ao antigo imperador francês Napoleão Bonaparte. Contudo, a convicção equivocada sobre o suposto “pequeno imperador” se baseia em um erro de conversão. Com 1,69 metro de altura, ele era bem mais alto do que a média de sua época.

Ao mesmo tempo, segundo a pré-publicação, há também o complexo reverso de Napoleão nas partidas de futebol, quando um árbitro alto que olha os jogadores de cima para baixo é mais leniente ao aplicar as penalidades.

Os jogadores de baixa estatura recebem 16% menos punições do que os com altura semelhante à dos árbitros. Ser alto, aparentemente, é algo que vem em combinação com uma certa calma, segundo pesquisadores.

– Análise da Arbitragem para Atlético Mineiro 2×1 Red Bull Bragantino.

Jogo fácil para apitar, pois os jogadores colaboraram (até um certo ponto). Enquanto não exigido, o árbitro Bruno Arleu foi bem.

Aos 35m, houve a  expulsão de Eduardo Sasha, que atingiu com um carrinho lateral (vindo por cima, eis o problema) o seu adversário Alexsander. Ele não é um jogador violento, mas a orientação é claríssima: carrinho à essa altura, deve-se dar Cartão Vermelho (inicialmente foi dado Amarelo, mas o VAR Bráulio Machado sugeriu a correção corretamente).

No final do jogo (que não tinha polêmicas), Bruno Arleu tentou soltar mais o jogo e lances mais viris aconteceram. Começaram as reclamações e ele foi se perdendo. Para a sorte de todos, nada muito relevante ocorreu.

Destaque negativo: ele está bem preparado fisicamente, mas está se posicionando mal dentro de campo. Teve que desviar da bola e dos jogadores algumas vezes. Cuidado com isso…

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Atlético Mineiro vs Red Bull Bragantino (Rodada 18 do Campeonato Brasileiro da Série A 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Galo em Belo Horizonte, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo -RJ
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha -RJ
Árbitro Assistente 2: Luiz Cláudio Regazone -RJ
Quarto Árbitro: Bruno Pereira Vasconcelos -BA
Assessor: Simone Xavier de Paula e Silva -RJ
VAR: Bráulio da Silva Machado -SC
AVAR: Andréa Izaura Maffra Marcelino -RJ
AVAR2: Heber Roberto Lopes -SC
Observador de VAR: Ítalo Medeiros de Azevedo -RN
Quality manager: Arnaldo Jasson Araújo Santos -CBF

De novo Bruno Arleu em jogo do Massa Bruta. Já falamos em outra oportunidade, no jogo contra o Corinthians, sobre ele ter sido suspenso no Brasileirão e não atravessar boa fase. Mas como a ordem é: evitar testar árbitro no Campeonato Brasileiro, o maior número de FIFAs possível à disposição está sendo escalado.

Se acordar com o pé direito, ok. Mas sabemos que o time do Galo Mineiro reclama demais, o jogo inteiro. O juizão carioca terá autoridade para advertir o quanto for necessário?

Curiosidade: Bráulio e Heber, na cabine do VAR. A CBF está mudando a filosofia?

Acompanhe conosco o jogo entre Atlético Mineiro vs Red Bull Bragantino  pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, comentários e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. No comando: Sérgio Loredo! Domingo, 03/08, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Marta brilha e Brasil conquista 9º título da Copa América.

Marta decide e Brasil é campeão da Copa América 🇧🇷⚽ #futebolfeminino #CopaAmérica #linkezine O post ⚽👑 Marta brilha nos pênaltis e …

Continua em: ⚽👑 Marta brilha nos pênaltis e Brasil conquista 9º título da Copa América 🇧🇷🔥

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para EC Primavera x Paulista FC (Rodada 8 da Copa Paulista Sicredi 2025).

E para o confronto do Galo contra o Fantasma, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Danilo Ricardo Salgado
Árbitro Assistente 1: Gustavo Rodrigues de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Ítalo Magno de Paula Andrade
Quarto Árbitro: Michel de Camargo
Analista de Vídeo: Roberto Perassi

Danilo é um árbitro de 27 anos que está apenas no seu 3º ano como árbitro formado. No ano passado, apitou do Sub 11 ao Sub 17, mas foi catapultado para o Programa de Semiprofissionalização da Arbitragem, e queimou algumas etapas, apitando a A3 nesse ano.

Difícil o que esperar dele, tão jovem e debutante em jogos profissionais em 2025. Será observado pelo instrutor FIFA Roberto Perassi, o homem que, atualmente, é quem mais entende de arbitragem no Brasil.

Acompanhe Primavera de Indaiatuba x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Luís Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 11hoo (03/08), mas desde às 10h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– A supresa e as decepções do Brasileirão 2025.

Hoje começará mais uma rodada do Campeonato Brasileiro

Pra mim, a grande surpresa é o Mirassol! Que belíssima campanha, na frente de tradicionais clubes paulistas.

Por outro lado, as decepções: os times grandes que estão na (ou próximo da) Zona do Rebaixamento

E pra você: quais são as surpresas positivas e negativas?

– Coisas que não me conformo, no futebol: a diferença dos jogos do Mundial e os do Brasil.

No Mundial de Clubes 2025, os treinadores se comportavam melhor do que no Brasileirão e/ou Copa do Brasil. 

Os jogadores permaneciam em pé! A primeira simulação que assisti ocorreu somente nos mata-matas, praticada por Marcos Leonardo, em Al Hilal x Fluminense.

Os árbitros deixavam o jogo rolar, não perdia a dinâmica.

É tão difícil repetir esse ótimo fair play nos nossos campeonatos domésticos? Eram os mesmos nomes no apito, na área técnica e no campo de jogo.

Será que não falta boa vontade de todos?


IN ENGLISH – At the 2025 Club World Cup, the coaches behaved better than they do in the Brasileirão and/or Copa do Brasil.

The players stayed on their feet! The first simulation I saw only happened in the knockout stages, committed by Marcos Leonardo in the Al Hilal vs. Fluminense match.

The referees let the game flow, and it didn’t lose its dynamism.

Is it really that hard to replicate this excellent fair play in our domestic leagues? The same referees, coaches, and players were there.

Could it be that everyone is simply lacking good will?

– Deus e o Diabo no Athletico Paranaense.

Quando o calo aperta…

No ano passado, lutando para não cair para a Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro, o Athletico Paranaense convocou sua torcida para um “pacto” com o oculto, a fim de se salvar.

Com símbolos satânicos e voz misteriosa, mostrou em sua propaganda algo chamado de ” trevas” e falou que havia pactuado pela força que vem do além (com caveiras, corvos, e outros “chamamentos do ocultismo”).

Você pode conferir aqui: https://wp.me/p4RTuC-138h

Não deu certo. Curiosamente, os adversários contra a luta do rebaixamento à época, Atlético Mineiro e Red Bull Bragantino, jogaram no dia da Padroeira dos seus times (em comum, Nossa Senhora da Conceição). E se salvaram, continuando na Série A.

Mal no Brasileirão da Série B, tendo perdido na Copa do Brasil, e criticado pela torcida, o presidente do Furacão, Mário Celso Petraglia, resolveu (segundo a reportagem do GloboEsporte.com, da surcusal de Curitiba) “exorcizar os resquícios do pacto”, e levou um Padre para passar o dia benzendo e orando no CT do Caju.

Fé, Religiosidade, Crenças e Costumes não se discutem. Cada um tem a sua (ou não a tem), e se respeite. Mas na era do Futebol Profissional, de milhões que entram nos cofres, é curioso ver uma equipe buscar (ou tentar manipular) Deus e o Diabo atrás de resultados que deveriam ser obtidos dentro de campo.

A pergunta é: se o próximo adversário perder, foi por falta de fé do oponente? Vale o lembrete: na Bahia, por que nem todo BA-VI termina empatado?

Não consigo tirar a associação do nome Petraglia com Dualib, Ivens Mendes, 1-0-0, e a venda fake do árbitro Oscar Roberto de Godoy… Aliás, pouco se falou, tal fato atrapalhou a ida à FIFA do competente e honestíssimo árbitro assistente Marinaldo Silvério, que foi colocado nessa tramoia sem saber de coisa alguma. Mas isso é uma outra história!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Atlético Mineiro vs Red Bull Bragantino (Rodada 18 do Campeonato Brasileiro da Série A 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Galo em Belo Horizonte, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Bruno Arleu de Araújo -RJ
Árbitro Assistente 1: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha -RJ
Árbitro Assistente 2: Luiz Cláudio Regazone -RJ
Quarto Árbitro: Bruno Pereira Vasconcelos -BA
Assessor: Simone Xavier de Paula e Silva -RJ
VAR: Bráulio da Silva Machado -SC
AVAR: Andréa Izaura Maffra Marcelino -RJ
AVAR2: Heber Roberto Lopes -SC
Observador de VAR: Ítalo Medeiros de Azevedo -RN
Quality manager: Arnaldo Jasson Araújo Santos -CBF

De novo Bruno Arleu em jogo do Massa Bruta. Já falamos em outra oportunidade, no jogo contra o Corinthians, sobre ele ter sido suspenso no Brasileirão e não atravessar boa fase. Mas como a ordem é: evitar testar árbitro no Campeonato Brasileiro, o maior número de FIFAs possível à disposição está sendo escalado.

Se acordar com o pé direito, ok. Mas sabemos que o time do Galo Mineiro reclama demais, o jogo inteiro. O juizão carioca terá autoridade para advertir o quanto for necessário?

Curiosidade: Bráulio e Heber, na cabine do VAR. A CBF está mudando a filosofia?

Acompanhe conosco o jogo entre Atlético Mineiro vs Red Bull Bragantino  pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, comentários e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. No comando: Sérgio Loredo! Domingo, 03/08, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para EC Primavera x Paulista FC (Rodada 8 da Copa Paulista Sicredi 2025).

E para o confronto do Galo contra o Fantasma, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Danilo Ricardo Salgado
Árbitro Assistente 1: Gustavo Rodrigues de Oliveira
Árbitro Assistente 2: Ítalo Magno de Paula Andrade
Quarto Árbitro: Michel de Camargo
Analista de Vídeo: Roberto Perassi

Danilo é um árbitro de 27 anos que está apenas no seu 3º ano como árbitro formado. No ano passado, apitou do Sub 11 ao Sub 17, mas foi catapultado para o Programa de Semiprofissionalização da Arbitragem, e queimou algumas etapas, apitando a A3 nesse ano.

Difícil o que esperar dele, tão jovem e debutante em jogos profissionais em 2025. Será observado pelo instrutor FIFA Roberto Perassi, o homem que, atualmente, é quem mais entende de arbitragem no Brasil.

Acompanhe Primavera de Indaiatuba x Paulista de Jundiaí pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Luís Henrique Gurian, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará as 11hoo (03/08), mas desde às 10h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– A supresa e as decepções do Brasileirão 2025.

Hoje começará mais uma rodada do Campeonato Brasileiro

Pra mim, a grande surpresa é o Mirassol! Que belíssima campanha, na frente de tradicionais clubes paulistas.

Por outro lado, as decepções: os times grandes que estão na (ou próximo da) Zona do Rebaixamento

E pra você: quais são as surpresas positivas e negativas?

– Polícia Federal na CBF…

Parece notícia velha, mas de novo a CBF está nas páginas policiais. Apesar da entidade soltar uma nota dizendo que não tem nada envolvendo ela, a Polícia Federal confirmou que a operação fez buscas nas suas dependências e nas casas de Samir Xaud, Renildo Lima e a deputada Helena da Asatur (referente a compra de votos em Roraima).

Renildo, lembrando, chegou a ser preso com 500 mil reais escondidos na cueca

As informações mais detalhadas em: https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2025/07/30/presidente-da-cbf-e-deputada-federal-sao-alvos-de-operacao-por-compra-de-votos-em-roraima.ghtml

IN ENGLISH –

It sounds like old news, but once again, the CBF (Brazilian Football Confederation) is in the police headlines. Despite the entity releasing a statement claiming nothing involves them, the Federal Police confirmed that the operation conducted searches at the entity and at the homes of Samir Xaud, Renildo Lima, and federal deputy Helena da Asatur (regarding vote buying in Roraima).

Renildo, you may recall, was once arrested with 500,000 reais hidden in his underwear…

More detailed information can be found at: https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2025/07/30/presidente-da-cbf-e-deputada-federal-sao-alvos-de-operacao-por-compra-de-votos-em-roraima.ghtml

– Os lances polêmicos da arbitragem em Corinthians 1×0 Palmeiras (Jogo de ida das Oitavas de Finais da Copa do Brasil 2025):

Eu sei que o jogo “apitado do sofá”, no conforto de nossas salas ou estúdios, é diferente do “jogo jogado” em campo, sem câmeras lentas ou rápidas, com calor, suor e emoção. Sendo assim, há de se entender algumas situações e decisões polêmicas da arbitragem (muitas vezes diferentes do que o correto para quem assiste) de Corinthians 1×0 Palmeiras.

Antes dos lances, questionamos “qual Wilton Pereira Sampaio” estaria em campo: o do Mundial ou o do Brasileirão? Vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-1931. E não esteve nem o árbitro do Mundial de Clubes, e nem jogadores com comportamento de Mundial de Clubes… (para a tristeza do futebol). Parece que o ambiente influencia demais, que aperta-se uma tecla e todo mundo quer reclamar, parar o jogo e que “se dane” o tempo de bola rolando (e nem precisa de um “Léo Jardim” para esfriar a partida (sobre ele, também falamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-18ZO).

  • Vamos aos 5 momentos a debater:

1) O pênalti de Gustavo Gómez (SEP) em Memphis Depay (SCCP): eu marcaria, sem a aplicação de cartão (entendi que atingiu a bola e o adversário com uma solada, o que é proibido pela Regra), mas respeito quem mandasse o jogo seguir. Explico: o zagueiro vai com o pé alto para dividir com o atacante e corre o risco de atingi-lo.
a) Se vai com uma altura mais baixa, nada a marcar.
b) Se atinge somente a bola, o árbitro poderia marcar tiro livre indireto (pois é uma sola com o pé levantado, o popular “jogo perigoso”, a situacão de falta com dois toques dentro da área).
c) Se atinge a bola e depois o atleta, tiro livre direto por imprudência da sola, sem aplicação de cartão (e dentro da área, é pênalti).
d) Se atinge somente o adversário, pênalti por ação temerária e cartão amarelo.
Muitos lances como esses não são marcados, pois são rápidos e interpretativos. O que não vale é: afirmar que foi falta grave pois rasgou o meião, pois isso é consequência de jogo onde existe contato físico, e não é obrigatoriamente um indicador de falta. Assim, não se crucifique o árbitro pela decisão (aparentemente, ele entendeu como jogada legal e o VAR o motivou a entender a situação descrita “c”).

2) Aos 49 minutos do primeiro tempo, Rodrigo Garro (SCCP) dispara para o ataque, e Facundo Torres (SEP) tenta pará-lo e consegue agarrar o seu adversário, correndo junto sem impedi-lo de prosseguir. Desde 2020, isso não é mais falta, e só se deve marcar caso o agarrão desequilibre o adversário ou tenha real impacto na jogada. No Exterior, tais lances são incomuns, e não repercutem, mas aqui no Brasil, os agarrões e puxões são frequentes e discutidos. A verdade é: como se fazia muito antigamente, Garro sentiu o contato físico e abdicou de jogar, pedindo falta e cartão. Precisa conhecer as orientações aos juízes… Por isso que eu defendo instrutores de arbitragem nos clubes, pois se o corintiano soubesse a Regra, avançaria mais na jogada e talvez o adversário fizesse a falta lá próximo da grande área. Ou, quem sabe, soltaria ele próprio com medo de cartão. Acertou o árbitro.
Para esses lances, convido a assistir os vídeos de Lionel Messi no Barcelona, que quando agarrado ou derrubado, persista na jogada levantando e insistindo na sequência (e normalmente lhe rendia bons frutos).
Em tempo: o argentino recebeu Cartão Amarelo por reclamação devido a essa situação.

3) Aos 19 minutos do segundo tempo, erro do árbitro: Vitor Roque (SEP) faz uma bonita jogada, e ao sentir a aproximação de Raniele, solta o braço que atinge seu oponente que permanece em pé, na disputa. Ato contínuo, o corintiano também abre o braço e atinge o palmeirense. Entretanto, o atacante cai, simulando ter sido agredido e no chão rola, pede atendimento médico, grita e gesticula. Um total unfair-play… Raniele, inconformado com a marcação da falta, ainda recebeu Cartão Amarelo.
Lembrando: o VAR não revisa cartões amarelos e/ou infrações para essa natureza fora da área, não há o que fazer. É somente o árbitro quem decide.
Em tempo: Vitor Roque, infelizmente, está se marcado por tentativas de faltas cavadas, pênaltis inexistentes e simulações de agressão. Parece o conto juvenilPedro e o Lobo”. Quando for de verdade, pode ser que algum árbitro parrudo não marque.

(Enquanto tudo isso ocorria em campo, flagrado pelas câmeras da TV Globo, o técnico palmeirense Abel Ferreira pedia Cartão Vermelho ao corintiano, prisão e excomunhão ao jogador, discordando aos berros do Amarelo ao quarto-árbitro – e olha que o treinador já tinha recebido o seu Cartão Amarelo 3 minutos antes desse momento).

4) O gol anulado de Maurício (SEP), em impedimento de Gustavo Gómez: aqui, muita coisa importante a considerar. A primeira e óbvia, é que nosso VAR parece analógico, com linhas traçadas em pixels discutíveis. Precisamos do VAR da FIFA, prometido pela CBF, mas que duvido que será implantado em breve (aqui, os motivos: https://wp.me/p4RTuC-191E). Além disso, há sempre os problemas extra-campo da entidade, como os de ontem (falamos em: https://wp.me/p4RTuC-193C).
Não existe “meio impedido” em lances de impedimento ativo, assim como não há “mulher meio grávida”. Ou está ou não está. Mesmo milimetricamente, estava e acertou o árbitro. Com o impedimento semiautomático do Mundial, estaria decidido e seguiria o jogo normalmente, sem reclamação no vestiário. Porém, como frequentemente o VAR tupiniquim traça as linhas com dificuldade, gera-se a polêmica. Mas usar o artifício de que “um pouquinho impedido deveria liberar”, vai tornar o futebol ainda mais polêmico e vai se discutir: qual o limite do “pouquinho”? Então, mude-se a Regra para impedimento por corpo total, como existe a proposta até hoje debatida e não resolvida entre IFAB e FIFA.
Ops: repare na linha do impedimento abaixo na imagem, que ela é traçada não do ombro de Gustavo Gómez, como muitos têm falado, mas da cabeça dele em comparação ao ombro do adversário, pois são as últimas partes “jogáveis”, já que braço não conta (a imagem está na perpendicular, há efeito paralax, etc).

5) E o Goleiro Hugo mandando os jogadores adversários “pra lá” (segundo a leitura labial), na comemoração do gol posteriormente anulado?
Ué, pra lá, aonde? É jogo com torcida única “pra lá, para cá, pra aqui…” Até se for ao banco de reservas, estará rodeado por torcedores da casa.
Parece que o goleiro quis “jogar para a galera” e ganhar pontos. É como aquele atleta que vê a bola saindo para a linha de fundo, sabe que não é possível alcançá-la, e dá um carrinho para sujar o uniforme e esperar aplausos da torcida. No caso de Hugo, isso só tumultua o ambiente e inflama os ânimos.

Ninguém se ajuda no futebol, lamentavelmente. As partidas são reclamadas em excesso, com cera, discussão e pouco tempo de bola rolando. E já apostei: a CBF vai escalar Ramon Abatti Abel no jogo de volta, justificando que nos dois Dérbys colocou os dois árbitros que estiveram no Mundial de Clubes (mesmo com atuação contestada em Flamengo 1×0 Atlético, aqui: https://wp.me/p4RTuC-18YD).

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IN ENGLISH, by Gemini® AI –


I know that “sofa refereeing,” from the comfort of our living rooms or studios, is different from the “game played” on the field, without slow or fast cameras, amid heat, sweat, and emotion. Therefore, we must understand some controversial situations and decisions by the refereeing (often different from what appears correct to those watching) in Corinthians 1×0 Palmeiras.

Before discussing the plays, we questioned “which Wilton Pereira Sampaio” would be on the field: the one from the Club World Cup or the one from the Brasileirão? See here: https://wp.me/p4RTuC-1931. And neither the Club World Cup referee nor players with Club World Cup behavior were present… (to the sadness of football). It seems the atmosphere influences things too much; a button is pressed and everyone wants to complain, stop the game, and “to hell” with playing time (and no “Léo Jardim” is needed to cool down the match – we also talked about him here: https://wp.me/p4RTuC-18ZO).

Let’s look at the 5 moments to debate:

  1. Gustavo Gómez’s (SEP) penalty on Memphis Depay (SCCP): I would have called it, without a card (I understood that he hit both the ball and the opponent with a raised sole, which is prohibited by the Rule), but I respect those who would let the play continue. Let me explain: the defender goes with a high foot to challenge the attacker and risks hitting him.
    • a) If he goes lower, nothing to call.
    • b) If he only hits the ball, the referee could call an indirect free-kick (because it’s a raised sole, the popular “dangerous play,” a two-touch foul situation inside the area).
    • c) If he hits the ball and then the player, a direct free-kick for imprudent use of the sole, without a card (and inside the area, it’s a penalty).
    • d) If he only hits the opponent, a penalty for reckless action and a yellow card.

      Many such plays are not called because they are fast and interpretive. What’s not valid is: stating it was a serious foul because it tore the sock, as this is a consequence of a game with physical contact and is not necessarily an indicator of a foul. Thus, don’t crucify the referee for the decision (apparently, he saw it as a legal play and VAR prompted him to understand situation “c”).

  2. At 49 minutes of the first half, Rodrigo Garro (SCCP) breaks into attack, and Facundo Torres (SEP) tries to stop him and manages to grab his opponent, running alongside him without preventing him from advancing. Since 2020, this is no longer a foul, and it should only be called if the grab unbalances the opponent or has a real impact on the play. Abroad, such plays are uncommon and don’t cause repercussions, but here in Brazil, grabs and pulls are frequent and discussed. The truth is: as was often done in the old days, Garro felt the physical contact and gave up on playing, asking for a foul and a card. He needs to know the Rule… That’s why I advocate for referee instructors in clubs, because if the Corinthians player knew the Rule, he would advance further in the play and perhaps the opponent would commit the foul closer to the penalty area. Or, who knows, he might release him himself for fear of a card. The referee made the right call.

    For these plays, I invite you to watch videos of Lionel Messi at Barcelona, who, when grabbed or knocked down, persists in the play, getting up and insisting on the sequence (and it usually yielded good results for him).

    By the way: the Argentine received a Yellow Card for complaining about this situation.

  3. At 19 minutes of the second half, a referee error: Vitor Roque (SEP) makes a beautiful play, and upon feeling Raniele’s approach, he extends his arm which hits his opponent who remains standing in the challenge. Immediately, the Corinthians player also opens his arm and hits the Palmeiras player. However, the attacker falls, simulating being assaulted and on the ground, rolls, asks for medical attention, screams, and gestures. A total unfair-play… Raniele, indignant with the foul call, also received a Yellow Card.

    Remember: the VAR does not review yellow cards and/or infractions of this nature outside the area, there’s nothing to be done. It is solely the referee who decides.

    By the way: Vitor Roque, unfortunately, is becoming known for attempts at drawing fouls, non-existent penalties, and simulations of assault. It’s like the children’s story “The Boy Who Cried Wolf.” When it’s real, a sturdy referee might not call it.

    (While all this was happening on the field, caught by TV Globo cameras, Palmeiras coach Abel Ferreira was asking for a Corinthians red card, imprisonment, and excommunication for the player, yelling his disagreement about the Yellow to the fourth official – and note that the coach had already received his Yellow Card 3 minutes before this moment).

  4. Maurício’s (SEP) disallowed goal, for Gustavo Gómez’s offside: Here, many important things to consider. The first and obvious one is that our VAR seems analog, with lines drawn in questionable pixels. We need FIFA’s VAR, promised by the CBF, but which I doubt will be implemented soon (here are the reasons: https://wp.me/p4RTuC-191E). In addition, there are always the entity’s off-field problems, like yesterday’s (we talked about them here: https://wp.me/p4RTuC-193C).

    There is no “half-offside” in active offside plays, just as there is no “half-pregnant woman.” Either you are or you are not. Even millimetrically, he was offside, and the referee was correct. With the semi-automatic offside from the World Cup, it would have been decided and the game would continue normally, with no complaints in the locker room. However, as the Brazilian VAR frequently draws lines with difficulty, controversy arises. But using the artifice that “a little bit offside should be allowed” will make football even more controversial and lead to discussions about: what is the limit of “a little bit”? So, change the Rule to full-body offside, as is the proposal still debated and unresolved between IFAB and FIFA.

    Oops: notice the offside line in the image below, it is drawn not from Gustavo Gómez’s shoulder, as many have said, but from his head compared to the opponent’s shoulder, as these are the last “playable” parts, since the arm doesn’t count (the image is perpendicular, there’s parallax effect, etc.).

  5. And goalkeeper Hugo telling the opposing players to “go away” (according to lip reading), during the celebration of the goal that was later disallowed?

    Huh, go away, where? It’s a game with a single fan base, “over there, over here, over everywhere…” even if he went to the substitutes’ bench, he would be surrounded by home fans.

    It seems the goalkeeper wanted to “play to the crowd” and score points. It’s like that athlete who sees the ball going out of bounds, knows it’s impossible to reach it, and slides to get his uniform dirty and expect applause from the fans. In Hugo’s case, this only creates chaos and inflames tempers.

No one helps each other in football, regrettably. Matches are overly complained about, with time-wasting, arguments, and little actual playing time. And I’ve already bet: the CBF will assign Ramon Abatti Abel to the return leg, justifying that in both Derbies they placed the two referees who were at the Club World Cup (even with a contested performance in Flamengo 1×0 Atlético, here: https://wp.me/p4RTuC-18YD).


– Coisas que não me conformo, no futebol: a diferença dos jogos do Mundial e os do Brasil.

No Mundial de Clubes 2025, os treinadores se comportavam melhor do que no Brasileirão e/ou Copa do Brasil. 

Os jogadores permaneciam em pé! A primeira simulação que assisti ocorreu somente nos mata-matas, praticada por Marcos Leonardo, em Al Hilal x Fluminense.

Os árbitros deixavam o jogo rolar, não perdia a dinâmica.

É tão difícil repetir esse ótimo fair play nos nossos campeonatos domésticos? Eram os mesmos nomes no apito, na área técnica e no campo de jogo.

Será que não falta boa vontade de todos?


IN ENGLISH – At the 2025 Club World Cup, the coaches behaved better than they do in the Brasileirão and/or Copa do Brasil.

The players stayed on their feet! The first simulation I saw only happened in the knockout stages, committed by Marcos Leonardo in the Al Hilal vs. Fluminense match.

The referees let the game flow, and it didn’t lose its dynamism.

Is it really that hard to replicate this excellent fair play in our domestic leagues? The same referees, coaches, and players were there.

Could it be that everyone is simply lacking good will?

– Minha coluna no Jornal de Jundiaí!

Visite https://sampi.net.br/jundiai/categoria/id/16153/rafael-porcari, e leia minhas colunas no JJ Regional (sempre falando de futebol e atualidades).

Agradeço o prestígio!

– Eu não acredito em Impedimento Semiautomático da FIFA no Brasileirão 2026. E explico:

Tenho direito em duvidar da CBF. Afinal, por diferentes gestões e momentos, na questão da arbitragem, as promessas nunca foram cumpridas.

Por exemplo: Profissionalizar os árbitros! Foi prometido tempos atrás, e virou até campanha de Marco Polo Del Nero! E isso aconteceu em 2014… Não deu tempo ainda? Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2017/07/20/relembrando-a-1a-promessa-nao-cumprida-de-marco-polo-del-nero/.

Mais um caso? A CBF ousou dizer que implantaria o VAR no Brasileirão em 2016. Mas ficou em cima da hora e prolongou-se para 2017, ousou-se citar 2018 e só entramos com árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro em… 2019! Vale a pena ver a cronologia em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/02/18/comprovada-a-mentira-do-var-que-ha-1-ano-a-cbf-disseminou/

Por que devo acreditar que no ano seguinte a uma promessa, a CBF cumprirá? Sinceramente, eu só acreditarei quando os equipamentos estiverem instalados e funcionando no torneio. Já tenho “casca” para conhecer e entender bem o meio…

IN ENGLISH –


You have every right to doubt the CBF. After all, across different administrations and periods, when it comes to refereeing, promises have consistently gone unfulfilled.

For instance, professionalizing referees! This was promised ages ago, even becoming a campaign point for Marco Polo Del Nero! And that was back in 2014… Hasn’t enough time passed? See here: https://professorrafaelporcari.com/2017/07/20/relembrando-a-1a-promessa-nao-cumprida-de-marco-polo-del-nero/.

Another example? The CBF dared to say they would implement VAR in the Brasileirão in 2016. But it was too last-minute, so it was extended to 2017, then they dared to mention 2018, and we only got video assistant referees in the Campeonato Brasileiro in… 2019! It’s worth seeing the timeline here: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/02/18/comprovada-a-mentira-do-var-que-ha-1-ano-a-cbf-disseminou/

Why should you believe that the CBF will fulfill a promise the year after it’s made? Honestly, I’ll only believe it when the equipment is installed and fully operational in the tournament. You’ve certainly developed a thick skin from observing and understanding the system.

– A Arbitragem para Corinthians x Palmeiras pela Copa do Brasil: qual Wilton veremos?

Qual Wilton Pereira Sampaio estará apitando Corinthians X Palmeiras pela Copa do Brasil: o do Brasileirão ou o do Mundial?

Vide Ramon Abatti Abel

Explico, em: https://youtu.be/LjdG6dGK1f8?si=a6lbGcDFf4jR1Y56

– Polícia Federal na CBF…

Parece notícia velha, mas de novo a CBF está nas páginas policiais. Apesar da entidade soltar uma nota dizendo que não tem nada envolvendo a ela, a Polícia Federal confirmou que a operação fez buscas em suas dependências e nas casas de Samir Xaud, Renildo Lima e a deputada Helena da Asatur (referente a compra de votos em Roraima).

Renildo, lembrando, chegou a ser preso com 500 mil reais escondidos na cueca

As informações mais detalhadas em: https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2025/07/30/presidente-da-cbf-e-deputada-federal-sao-alvos-de-operacao-por-compra-de-votos-em-roraima.ghtml

IN ENGLISH –

It sounds like old news, but once again, the CBF (Brazilian Football Confederation) is in the police headlines. Despite the entity releasing a statement claiming nothing involves them, the Federal Police confirmed that the operation conducted searches at the entity and at the homes of Samir Xaud, Renildo Lima, and federal deputy Helena da Asatur (regarding vote buying in Roraima).

Renildo, you may recall, was once arrested with 500,000 reais hidden in his underwear…

More detailed information can be found at: https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2025/07/30/presidente-da-cbf-e-deputada-federal-sao-alvos-de-operacao-por-compra-de-votos-em-roraima.ghtml

– A polêmica sobre Léo Jardim: errou ou acertou o árbitro?

Desde o episódio “pênalti inexistente em Vitor Roque” em um Choque-Rei no Paulistão, quando pegou uma “geladeira”, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza tem se reinventado e tentado mostrar mais qualidade no apito (até para a defesa do seu escudo FIFA).

Muito se comentou sobre ele expulsar Léo Jardim, goleiro do Vasco da Gama, por retardar o reinício do jogo (a tradicional “cera”) contra o Internacional no Estádio Beira-Rio.

A regra foi cumprida. Mas veja os detalhes:

  • Segundo a estatística do GloboEsporte.com, o arqueiro vascaíno é o segundo jogador a mais perder tempo com atendimento médico dentro de campo no Brasileirão 2025.
  • O árbitro não é médico, portanto, não pode avaliar a lesão de um jogador. Mas ele pode avaliar se realmente houve uma lesão, ou, em uma jogada normal, se qualquer atleta simula uma lesão para ganhar tempo, esfriar o time adversário ou simplesmente “matar o tempo de jogo”, a benefício próprio.
  • Ao ser expulso (pelo segundo cartão amarelo), Léo Jardim não sentiu a dor que o impedia em permanecer de pé, e saiu andando normalmente! Ué, o cartão virou remédio?

Muito pessoas têm a seguinte tese: atenda o atleta (mesmo se não estiver lesionado) e dê acréscimos na partida. Mas a Regra não permite isso, ela obriga a punir o retardamento e as simulações, prevendo acréscimos somente para atendimento real e exigindo punição com Cartão Amarelo por cera. E o motivo é claro: dar dinâmica ao jogo, coibir o unfair-play e respeitar o Espírito da Regra (ou seja: um jogo em busca o gol, com correção de comportamento).

Em tempo: que os outros árbitros cumpram a regra, e que outros goleiros tenham um comportamento mais honesto. Todos têm que colaborar para o Fair Play.

IN ENGLISH –


Ever since the “non-existent penalty on Vitor Roque” incident in a “Choque-Rei” (a classic São Paulo derby) during the Paulistão, which put him “in the freezer,” referee Flávio Rodrigues de Souza has been reinventing himself and trying to show more quality in his officiating (also to defend his FIFA badge).

There was a lot of talk about him expelling Léo Jardim, Vasco da Gama’s goalkeeper, for delaying the restart of the game (the traditional “cera” or time-wasting) against Internacional at Beira-Rio Stadium.

The rule was followed. But let’s look at the details:

According to GloboEsporte.com’s statistics, the Vasco goalkeeper is the second player to waste the most time with on-field medical attention in Brasileirão 2025.

The referee is not a doctor, therefore, he cannot evaluate a player’s injury. But he can assess whether an injury genuinely occurred, or if, in a normal play, any athlete simulates an injury to gain time, cool down the opposing team, or simply “kill game time” for their own benefit.

Upon being sent off (for a second yellow card), Léo Jardim didn’t seem to feel the pain that prevented him from standing, and walked off normally! Huh, did the card become medicine?

Many people hold the following thesis: attend to the athlete (even if not injured) and add injury time to the match. But the Rule doesn’t allow this; it mandates punishment for time-wasting and simulations, providing for added time only for genuine medical attention and requiring a Yellow Card punishment for time-wasting. And the reason is clear: to give dynamism to the game, to curb unfair play, and to respect the Spirit of the Game (i.e., a game focused on scoring goals, with correct behavior).

In conclusion: may other referees enforce the rule, and may other goalkeepers behave more honestly.Everyone must cooperate for Fair Play.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Botafogo x Red Bull Bragantino (Copa do Brasil 2025, jogo de ida das 8ªs de final):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão no Rio de Janeiro, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Anderson Daronco -RS
Árbitro Assistente 1: Michael Stanislau -RS
Árbitro Assistente 2: Tiago Augusto Kappes Diel -RS
Quarto Árbitro: Luciano da Silva Miranda Filho -CE
Assessor: Adriano de Carvalho -TO
VAR: Daniel Nobre Bins -RS
AVAR: André da Silva Bitencourt -RS
AVAR2: Anderson da Silva Farias -RS
Observador de VAR: Vidal Cordeiro Lopes -BA
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro -CBF
 

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Todos nós sabemos que Anderson Daronco é um árbitro pesado, que acaba parando bastante o jogo com faltas e é criticado por isso. Porém, em 2025, está deixando o jogo rolar mais, não marcando faltas forçadas e se impondo com melhor postura. Me parece que, nesse Brasileirão atual (até mesmo devido as reclamações que ele ouve), o gaúcho está se reinventando.
 

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Importante: Trio de Arbitragem e Trio de VAR do mesmo estado da Federação. Fato raro nas escalas, mas, ao mesmo tempo, chance de maior entrosamento.
 

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Acompanhe conosco o jogo entre Botafogo vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, comentários e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. No comando: Sérgio Loredo! Terça-feira, 28/07, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
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IN ENGLISH –

For the clash between Massa Bruta (Red Bull Bragantino) and Fogão (Botafogo) in Rio de Janeiro, the CBF (Brazilian Football Confederation) has assigned the following officiating team:

Referee: Anderson Daronco – RS

Assistant Referee 1: Michael Stanislau – RS

Assistant Referee 2: Tiago Augusto Kappes Diel – RS

Fourth Official: Luciano da Silva Miranda Filho – CE

Assessor: Adriano de Carvalho – TO

VAR: Daniel Nobre Bins – RS

AVAR: André da Silva Bitencourt – RS

AVAR2: Anderson da Silva Farias – RS

VAR Observer: Vidal Cordeiro Lopes – BA

Quality manager: Larissa Ramos Monteiro – CBF

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We all know that Anderson Daronco is a “heavy” referee, who tends to stop the game frequently with fouls and is criticized for it. However, in 2025, he’s letting the game flow more, not calling forced fouls and asserting himself with better posture. It seems to me that, in this current Brasileirão (even due to the complaints he hears), the Gaucho is reinventing himself.

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Important: The Referee Team and VAR Team are all from the same state of the Federation. This is a rare occurrence in assignments, but, at the same time, it presents an opportunity for greater cohesion.

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Follow the match between Botafogo vs. Red Bull Bragantino with us on Rádio Futebol Total, by accessing:

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or through the website: http://radiofuteboltotal.com.

Narration by Pietro Loredo, commentary and reporting by Lucas Salema and Léo Naja, and referee analysis with Rafael Porcari. At the helm: Sérgio Loredo! Tuesday, 07/28, 7:00 PM. But we’ll be on air from 6:00 PM to bring you the best broadcast!

– A Guerra dos Streamings: o Futebol foi o diferencial para a Prime Vídeo passar a Netflix.

A JustWacht, que monitora a audiência dos streamings, trouxe uma novidade: a Netflix perdeu a liderança para a Prime Video no Brasil, pela primeira vez. E o motivo se deve aos eventos esportivos. Por exemplo, na próxima fase da Copa do Brasil, a Amazon comprou os direitos exclusivos para os dois jogos entre Corinthians x Palmeiras, com narração de Galvão Bueno e comentários dos ex-jogadores Neto e Marcos (ídolos de cada time).

Atualmente, está em:

Amazon Prime Video: 22%

Netflix: 21%

Disney+: 16%

HBO Max: 12%

Globoplay: 10%

Apple TV: 7%

Paramount: 5%

MUBI: 4%

A questão é: TVs abertas e fechadas estarão fazendo o quê para concorrer com mais afinco contra os streamings?

– Eu não acredito em Impedimento Semiautomático da FIFA no Brasileirão 2026. E explico:

Tenho direito em duvidar da CBF. Afinal, por diferentes gestões e momentos, na questão da arbitragem, as promessas nunca foram cumpridas.

Por exemplo: Profissionalizar os árbitros! Foi prometido tempos atrás, e virou até campanha de Marco Polo Del Nero! E isso aconteceu em 2014… Não deu tempo ainda? Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2017/07/20/relembrando-a-1a-promessa-nao-cumprida-de-marco-polo-del-nero/.

Mais um caso? A CBF ousou dizer que implantaria o VAR no Brasileirão em 2016. Mas ficou em cima da hora e prolongou-se para 2017, ousou-se citar 2018 e só entramos com árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro em… 2019! Vale a pena ver a cronologia em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/02/18/comprovada-a-mentira-do-var-que-ha-1-ano-a-cbf-disseminou/

Por que devo acreditar que no ano seguinte a uma promessa, a CBF cumprirá? Sinceramente, eu só acreditarei quando os equipamentos estiverem instalados e funcionando no torneio. Já tenho “casca” para conhecer e entender bem o meio…

IN ENGLISH –


You have every right to doubt the CBF. After all, across different administrations and periods, when it comes to refereeing, promises have consistently gone unfulfilled.

For instance, professionalizing referees! This was promised ages ago, even becoming a campaign point for Marco Polo Del Nero! And that was back in 2014… Hasn’t enough time passed? See here: https://professorrafaelporcari.com/2017/07/20/relembrando-a-1a-promessa-nao-cumprida-de-marco-polo-del-nero/.

Another example? The CBF dared to say they would implement VAR in the Brasileirão in 2016. But it was too last-minute, so it was extended to 2017, then they dared to mention 2018, and we only got video assistant referees in the Campeonato Brasileiro in… 2019! It’s worth seeing the timeline here: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/02/18/comprovada-a-mentira-do-var-que-ha-1-ano-a-cbf-disseminou/

Why should you believe that the CBF will fulfill a promise the year after it’s made? Honestly, I’ll only believe it when the equipment is installed and fully operational in the tournament. You’ve certainly developed a thick skin from observing and understanding the system.

– O motivo pelo qual Fausto Vera deveria ser expulso em Flamengo 1×0 Atlético Mineiro:

Ramon Abatti Abel foi cotado para apitar a final da Copa do Mundo de Clubes por uma grande virtude: coragem! Expulsou atletas sem fazer média ou ficar se preocupando se era “ainda primeiro tempo ou já segundo tempo”, acionou o protocolo anti-racismo e outras situações corretas. Não foi escalado, supostamente, por questões políticas: havia um iraniano (muito “bom de apito”, sejamos justos, e alinhado com o Ocidente) para ser escalado na Terra do tio Sam e ser cumprimentando por Donald Trump, desafeto da Pérsia (mas essa é outra história).

No jogo desse domingo, voltamos a ver o Abatti Abel do Brasileirão:

Fausto Vera comete falta em Gonzalo Plata, que poderia ter ficado (popularmente) no “ele, a bola e o gooool” (ou seja: situação clara e iminente de gol).

Apesar do árbitro ter entendido pênalti, o VAR alertou que foi fora da área. E desde algum tempo, a Regra evita a chamada “dupla punição”, que significa: se for falta, Cartão Vermelho; mas se for pênalti, muda-se para Amarelo (goste ou não dessa regra, que eu não curto).

Porém, apesar da falta, o árbitro não expulsou Vera. E por quê?

Provavelmente por não ter entendido como situação clara e iminente de gol. E a FIFA orienta que se considere “os 4 Ds”:

Direção do gol: Gonzalo Plata realmente partia para o gol.

Distância da meta: Estava perto dela, tão perto que se pensou em pênalti inicialmente.

Disputa: Não havia outro adversário de linha, a não ser Fausto Vera, para disputar a bola (penso que isso não se discute).

Domínio: aqui o imbrolho! Existiu o domínio efetivo, pleno, total? A única explicação para o árbitro desconsiderar o Cartão Vermelho é entender que Gonzalo Plata não tinha essa bola totalmente em seu controle (o que eu discordo).

Diferente do que possa ter interpretado Abatti Abel, para mim o jogador foi impedido de ter domínio pleno pela falta cometida pelo adversário. Portanto, seria Cartão Vermelho. Assim, errou o árbitro.

Qual seria o placar, se o Flamengo tivesse jogado o restante da partida contra o Atlético com um jogador a mais por tanto tempo?

– A CBF pede para ser criticada: sobre São Paulo x Fluminense e Fortaleza x Red Bull Bragantino (ambos 3×1):

Veja que situação complicada: a CBF promoveu uma intertemporada dos árbitros, visando melhor a arbitragem, e enfocou na Inteligência Emocional. Deu certo?

Avalie:

Sábado, em Fortaleza x Red Bull Bragantino, o árbitro Wagner Magalhães descumpriu a Regra ao não expulsar por segundo amarelo o defensor que colocou a bola na mão em lance de Isidro Pitta (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-18Xn), além de não marcar um pênalti legítimo ao Massa Bruta. Repare no patético momento entre árbitro e VAR, onde o camisa 17 tem a perna pisada e Wagner insistiu: “simulou, simulou, simulou” (aqui o áudio: https://share.google/JQqAodDXlSofiSryK).

Neste domingo, no Morumbi, o segundo gol são paulino (Bobadilla) foi anulado por uma bola que bateu no ombro do atacante Luciano! Não foi mão, o árbitro acertou e o VAR o fez mudar de opinião. Cadê a personalidade do bom juizão capixaba?

Pior: continuamos com o VAR analógico, e já falamos disso aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/07/17/poderiamos-e-deveriamos-melhorar-as-marcacoes-de-impedimento-no-brasil/. Viram a linha do impedimento do gol do SPFC? Mesmo que tenha sido correta, custa investir na tecnologia que a FIFA usa (citada no link)?

Veja:

IN ENGLISH –


Here’s a complicated situation: the CBF (Brazilian Football Confederation) promoted an off-season training for referees, aiming to improve officiating, with a focus on Emotional Intelligence. Did it work?

Let’s evaluate:

On Saturday, in the Fortaleza vs. Red Bull Bragantino match, referee Wagner Magalhães violated the rules by not issuing a second yellow card to the defender who handled the ball during an Isidro Pista play (see here: https://wp.me/p4RTuC-18Xn). He also failed to award a legitimate penalty to Massa Bruta. Notice the pathetic moment between the referee and VAR, where the number 17 player’s leg is stepped on, and Wagner insisted: “simulated, simulated, simulated” (audio here: https://share.google/JQqAodDXlSofiSryK).

This Sunday, at Morumbi, São Paulo FC’s second goal (by Bobadilla) was disallowed because the ball hit striker Luciano’s shoulder! It wasn’t a handball, the referee initially got it right, but the VAR made him change his mind. Where is the personality of the good referee from Espírito Santo?

Even worse: we continue to use analog VAR, and we’ve already discussed this here: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/07/17/poderiamos-e-deveriamos-melhorar-as-marcacoes-de-impedimento-no-brasil/. Did you see the offside line for São Paulo FC’s goal? Even if it was correct, does it cost too much to invest in the technology FIFA uses (mentioned in the link)?

– E o Fluminense?

Mario Bittencourt não deu sorte com  a profecia ao Fluminense

Que coisa, presidente… perdeu os 4 jogos que falou!

Abaixo:

– Anápolis 2×0 Guarani com 12 em campo? O que fazer?

Em Anápolis/GO pela Série C, o Guarani perdeu para o time da casa por 2×0. Mas o detalhe é: por 3 minutos (quando o placar já era esse), o time goiano jogou com 12 atletas!

Igor Cássio entrou no lugar de João Celeri. É de responsabilidade do árbitro (Marcello Ruda Neves) e do quarto-árbitro (Osimar Moreira da Silva Junior-GO) conferirem se a substituição é concretizada (ou seja: quando sai totalmente de campo um atleta e só aí o substituto pode entrar). Mas alguém bobeou e Celeri ficou em campo! Quando foi percebido o “elemento extra”, o jogador saiu de fininho… e corretamente recebeu o Cartão Amarelo por ingressar / estar indevidamente dentro de campo.

Isso configura Erro de Direito (descumprir a Regra) e a partida pode ser anulada (embora, em tese, nesses 3 minutos o atleta não foi decisivo para fazer um gol ou evitar que sua equipe sofresse um tento).

Mas como o árbitro deve proceder?

Na Regra 3 (Jogadores), é bem claro que:

O treinador e todos os outros inscritos na relação da equipe, à exceção dos jogadores e dos substitutos, são considerados membros da comissão técnica. Qualquer pessoa não inscrita na relação da equipe como jogador, substituto ou membro da comissão técnica será considerada um agente externo.
Se um membro da comissão técnica, um substituto, um jogador substituído ou expulso, ou um agente externo entrar no campo de jogo, o árbitro deverá:
– paralisar o jogo somente se houver interferência;
– ordenar a retirada da pessoa em questão quando o jogo for paralisado;
– tomar as medidas disciplinares adequadas (amarelo ou vermelho, dependendo da ação).
Se o jogo for paralisado e a interferência for causada por:
– um membro da comissão técnica, um substituto ou um jogador expulso ou substituído, o jogo será reiniciado com um tiro livre direto ou um tiro penal;
– um agente externo, o jogo será reiniciado com uma bola ao chão.
Se a bola estiver entrando na meta e a interferência não impedir um jogador defensor de tocar na bola, o gol deverá ser validado se a bola entrar, mesmo que tenha havido contato com ela, a não ser que a interferência tenha sido da equipe atacante.

E se saísse um gol e só depois for percebido?

A regra diz:

Se, após a marcação de um gol e antes de o jogo ser reiniciado, o árbitro perceber que uma pessoa extra se encontrava no campo de jogo quando o gol foi marcado e essa pessoa interferiu no jogo:
– deverá invalidar o gol se a pessoa extra era:
um jogador, um substituto, um jogador substituído ou expulso, ou um membro da comissão técnica da equipe que marcou o gol. O jogo deve ser reiniciado com um tiro livre direto da posição em que se encontrava a pessoa extra;
– um agente externo que interferiu no jogo, a menos que o gol tenha sido marcado de acordo com a situação descrita acima, no item 7 (Pessoas extras no campo de jogo). O jogo deve ser reiniciado com uma bola ao chão.
Deverá validar o gol se a pessoa extra era:
– um jogador, um substituto, um jogador substituído ou expulso, ou um membro da comissão técnica da equipe que sofreu o gol.
– um agente externo que não interferiu no jogo.
Em todos os casos, o árbitro deve ordenar que ela seja retirada do campo de jogo.
Se, após a marcação de um gol e o reinício do jogo, o árbitro perceber que uma pessoa extra se encontrava no campo de jogo quando o gol foi marcado, o gol não poderá ser invalidado. Se a pessoa extra ainda estiver no campo de jogo, o árbitro deverá:
– paralisar o jogo;
– ordenar que a pessoa extra seja retirada;
– reiniciar o jogo com uma bola ao chão ou com um tiro livre, conforme for apropriado.
O árbitro deverá relatar o incidente às autoridades competentes.

Eu acho que o STJD entenderá que, apesar de irregular, não houve interferência e não anulará o jogo (embora, deveria).

– O que está acontecendo com o Red Bull Bragantino?

Perguntar não ofende: de quase líder do Brasileirão, para 3 derrotas seguidas.

O que houve com o Massa Bruta?

Os desfalques na defesa, certamente, podem ser uma das respostas. Mas a instabilidade assusta.

– O motivo pelo qual Fausto Vera deveria ser expulso em Flamengo 1×0 Atlético Mineiro:

Ramon Abatti Abel foi cotado para apitar a final da Copa do Mundo de Clubes por uma grande virtude: coragem! Expulsou atletas sem fazer média ou ficar se preocupando se era “ainda primeiro tempo ou já segundo tempo”, acionou o protocolo anti-racismo e outras situações corretas. Não foi escalado, supostamente, por questões políticas: havia um iraniano (muito “bom de apito”, sejamos justos, e alinhado com o Ocidente) para ser escalado na Terra do tio Sam e ser cumprimentando por Donald Trump, desafeto da Pérsia (mas essa é outra história).

No jogo desse domingo, voltamos a ver o Abatti Abel do Brasileirão:

Fausto Vera comete falta em Gonzalo Plata, que poderia ter ficado (popularmente) no “ele, a bola e o gooool” (ou seja: situação clara e iminente de gol).

Apesar do árbitro ter entendido pênalti, o VAR alertou que foi fora da área. E desde algum tempo, a Regra evita a chamada “dupla punição”, que significa: se for falta, Cartão Vermelho; mas se for pênalti, muda-se para Amarelo (goste ou não dessa regra, que eu não curto).

Porém, apesar da falta, o árbitro não expulsou Vera. E por quê?

Provavelmente por não ter entendido como situação clara e iminente de gol. E a FIFA orienta que se considere “os 4 Ds”:

Direção do gol: Gonzalo Plata realmente partia para o gol.

Distância da meta: Estava perto dela, tão perto que se pensou em pênalti inicialmente.

Disputa: Não havia outro adversário de linha, a não ser Fausto Vera, para disputar a bola (penso que isso não se discute).

Domínio: aqui o imbrolho! Existiu o domínio efetivo, pleno, total? A única explicação para o árbitro desconsiderar o Cartão Vermelho é entender que Gonzalo Plata não tinha essa bola totalmente em seu controle (o que eu discordo).

Diferente do que possa ter interpretado Abatti Abel, para mim o jogador foi impedido de ter domínio pleno pela falta cometida pelo adversário. Portanto, seria Cartão Vermelho. Assim, errou o árbitro.

Qual seria o placar, se o Flamengo tivesse jogado o restante da partida contra o Atlético com um jogador a mais por tanto tempo?

– A CBF pede para ser criticada: sobre São Paulo x Fluminense e Fortaleza x Red Bull Bragantino (ambos 3×1):

Veja que situação complicada: a CBF promoveu uma intertemporada dos árbitros, visando melhor a arbitragem, e enfocou na Inteligência Emocional. Deu certo?

Avalie:

Sábado, em Fortaleza x Red Bull Bragantino, o árbitro Wagner Magalhães descumpriu a Regra ao não expulsar por segundo amarelo o defensor que colocou a bola na mão em lance de Isidro Pitta (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-18Xn), além de não marcar um pênalti legítimo ao Massa Bruta. Repare no patético momento entre árbitro e VAR, onde o camisa 17 tem a perna pisada e Wagner insistiu: “simulou, simulou, simulou” (aqui o áudio: https://share.google/JQqAodDXlSofiSryK).

Neste domingo, no Morumbi, o segundo gol são paulino (Bobadilla) foi anulado por uma bola que bateu no ombro do atacante Luciano! Não foi mão, o árbitro acertou e o VAR o fez mudar de opinião. Cadê a personalidade do bom juizão capixaba?

Pior: continuamos com o VAR analógico, e já falamos disso aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/07/17/poderiamos-e-deveriamos-melhorar-as-marcacoes-de-impedimento-no-brasil/. Viram a linha do impedimento do gol do SPFC? Mesmo que tenha sido correta, custa investir na tecnologia que a FIFA usa (citada no link)?

Veja:

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Botafogo x Red Bull Bragantino (Copa do Brasil 2025, jogo de ida das 8ªs de final):

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fogão no Rio de Janeiro, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Anderson Daronco -RS
Árbitro Assistente 1: Michael Stanislau -RS
Árbitro Assistente 2: Tiago Augusto Kappes Diel -RS
Quarto Árbitro: Luciano da Silva Miranda Filho -CE
Assessor: Adriano de Carvalho -TO
VAR: Daniel Nobre Bins -RS
AVAR: André da Silva Bitencourt -RS
AVAR2: Anderson da Silva Farias -RS
Observador de VAR: Vidal Cordeiro Lopes -BA
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro -CBF

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Todos nós sabemos que Anderson Daronco é um árbitro pesado, que acaba parando bastante o jogo com faltas e é criticado por isso. Porém, em 2025, está deixando o jogo rolar mais, não marcando faltas forçadas e se impondo com melhor postura. Me parece que, nesse Brasileirão atual (até mesmo devido as reclamações que ele ouve), o gaúcho está se reinventando.

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Importante: Trio de Arbitragem e Trio de VAR do mesmo estado da Federação. Fato raro nas escalas, mas, ao mesmo tempo, chance de maior entrosamento.

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Acompanhe conosco o jogo entre Botafogo vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, comentários e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. No comando: Sérgio Loredo! Terça-feira, 28/07, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
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– A polêmica sobre Léo Jardim: errou ou acertou o árbitro?

Desde o episódio “pênalti inexistente em Vitor Roque” em um Choque-Rei no Paulistão, quando pegou uma “geladeira”, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza tem se reinventado e tentado mostrar mais qualidade no apito (até para a defesa do seu escudo FIFA).

Muito se comentou sobre ele expulsar Léo Jardim, goleiro do Vasco da Gama, por retardar o reinício do jogo (a tradicional “cera”) contra o Internacional no Estádio Beira-Rio.

A regra foi cumprida. Mas veja os detalhes:

  • Segundo a estatística do GloboEsporte.com, o arqueiro vascaíno é o segundo jogador a mais perder tempo com atendimento médico dentro de campo no Brasileirão 2025.
  • O árbitro não é médico, portanto, não pode avaliar a lesão de um jogador. Mas ele pode avaliar se realmente houve uma lesão, ou, em uma jogada normal, se qualquer atleta simula uma lesão para ganhar tempo, esfriar o time adversário ou simplesmente “matar o tempo de jogo”, a benefício próprio.
  • Ao ser expulso (pelo segundo cartão amarelo), Léo Jardim não sentiu a dor que o impedia em permanecer de pé, e saiu andando normalmente! Ué, o cartão virou remédio?

Muito pessoas têm a seguinte tese: atenda o atleta (mesmo se não estiver lesionado) e dê acréscimos na partida. Mas a Regra não permite isso, ela obriga a punir o retardamento e as simulações, prevendo acréscimos somente para atendimento real e exigindo punição com Cartão Amarelo por cera. E o motivo é claro: dar dinâmica ao jogo, coibir o unfair-play e respeitar o Espírito da Regra (ou seja: um jogo em busca o gol, com correção de comportamento).

Em tempo: que os outros árbitros cumpram a regra, e que outros goleiros tenham um comportamento mais honesto. Todos têm que colaborar para o Fair Play.

IN ENGLISH –


Ever since the “non-existent penalty on Vitor Roque” incident in a “Choque-Rei” (a classic São Paulo derby) during the Paulistão, which put him “in the freezer,” referee Flávio Rodrigues de Souza has been reinventing himself and trying to show more quality in his officiating (also to defend his FIFA badge).

There was a lot of talk about him expelling Léo Jardim, Vasco da Gama’s goalkeeper, for delaying the restart of the game (the traditional “cera” or time-wasting) against Internacional at Beira-Rio Stadium.

The rule was followed. But let’s look at the details:

According to GloboEsporte.com’s statistics, the Vasco goalkeeper is the second player to waste the most time with on-field medical attention in Brasileirão 2025.

The referee is not a doctor, therefore, he cannot evaluate a player’s injury. But he can assess whether an injury genuinely occurred, or if, in a normal play, any athlete simulates an injury to gain time, cool down the opposing team, or simply “kill game time” for their own benefit.

Upon being sent off (for a second yellow card), Léo Jardim didn’t seem to feel the pain that prevented him from standing, and walked off normally! Huh, did the card become medicine?

Many people hold the following thesis: attend to the athlete (even if not injured) and add injury time to the match. But the Rule doesn’t allow this; it mandates punishment for time-wasting and simulations, providing for added time only for genuine medical attention and requiring a Yellow Card punishment for time-wasting. And the reason is clear: to give dynamism to the game, to curb unfair play, and to respect the Spirit of the Game (i.e., a game focused on scoring goals, with correct behavior).

In conclusion: may other referees enforce the rule, and may other goalkeepers behave more honestly.Everyone must cooperate for Fair Play.

– Os fatos absurdos da semana no futebol.

Durante a semana, revelou-se que

  • Memphis Depay mora em um flat a R$ 9.000,oo a diária, pago pelo Corinthians;
  • O Atlético SAF, propriedade de milionários empresários, estava com salários atrasados;
  • Pedrinho contou que as contas de água e luz do Vasco aumentaram porque mandou acabar com os gatos; e
  • A dívida do São Paulo aumentou para quase 1 bilhão de reais!

Não é fácil o futebol brasileiro…

– Qual a função de um conselheiro de clube?

O grande jornalista Wanderley Nogueira foi perfeito, em seu twitter (abaixo):

Os conselheiros de cada clube devem fiscalizar a diretoria da agremiação, pois eles não são adornos e/ou nem devem ser paus-mandados.

Leia a frase da torcida do Corinthians e o comentário do grande jornalista:

IN ENGLISH –


The great journalist Wanderley Nogueira was perfect in his tweet (below):

The board members of each club must supervise the club’s directors, as they are neither mere adornments nor stooges.

Read the phrase from the Corinthians fans and the great journalist’s comment:

– Acompanhe conosco!

Hoje é dia de Galo!

Acompanhe São Bento de Sorocaba vs Paulista de Jundiaí, um clássico do Interior de São Paulo, conosco pela Rádio Difusora AM 810, junto ao Time Forte do Esporte de Adilson Freddo!

(Copa Paulista Sicredi 2025, 15h00)

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Fortaleza x Red Bull Bragantino (Rodada 17 do Campeonato Brasileiro Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Fortaleza, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães -RJ
Árbitro Assistente 1: Carlos Henrique Alves de Lima Filho -RJ
Árbitro Assistente 2: Luís Carlos de Franca Costa -RN
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia -RJ
Assessor: Erich Bartolomeu Antas e Silva Bandeira -PE
VAR: Diego Pombo Lopez -BA
AVAR: Cleriston Clay Barreto Rios -SE
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade -ES
Observador de VAR: Rodrigo Pereira Joia -RJ
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro -CBF

Wagner Magalhães não tem dado sorte ao Fortaleza e nem ao Red Bull Bragantino. Contra o time cearense, teve até “pênalti fantasma” no jogo contra o Palmeiras. E em partidas do Massa Bruta… aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/29/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-athletico-paranaense-x-red-bull-bragantino-copa-do-brasil/

O problema é: ele tem apitado de longe, errado tecnicamente e feito má atuações. Tomara que vá bem nesse sábado…

Acompanhe conosco o jogo entre Fortaleza vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, comentários e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Comando: Sérgio Loredo. Sábado, 26/07, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!