– Preço dos Ingressos para a Copa do Mundo: barato ou caro?

A FIFA divulgou os preços dos ingressos da Copa do Mundo:

  • Os mais baratos (fase 1, exceto Jogo de Abertura) custarão 30,00.
  • Os mais caros (para todas as fases do torneio) R$ 1.980,00.

Claro que para as Oitavas-de-Final, Quartas, Semis e Final os preços mais baratos majoram. Normal, afinal, jogo mais importante vale mais.

Mas já imaginaram que estranho: um suposto jogo entre Alemanha x Argentina no Maracanã custará R$ 30,00; e o hipotético Eslovênia x Benin na Arena Cuiabá, idem!

Achei os preços mínimos razoáveis. Claro que a FIFA quis fazer um agrado ao povo, temendo também manifestações e questionamentos. Mas lembremo-nos: ela não paga imposto de nada no Brasil, é dinheiro líquido (faz parte do acordo entre a entidade e o Governo para se realizar o evento). Além disso, o grosso da grana não vem das bilheterias, mas de patrocínio, dinheiro de transmissão, licenciamentos, entre outras receitas.

E pensar que no Paulistão, os jogos custavam R$ 40,00…

Pra você: o valor do bilhete para assistir aos jogos da Copa do Mundo é barato ou caro? Deixe seu comentário.

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– Pitacos sobre a arbitragem de Corinthians 2 x 0 São Paulo

Ótima atuação de Paulo César de Oliveira na final da Recopa Sulamericana. O árbitro mostrou como é conduzir uma partida com jogadores experientes e nervosos.

Gostaria de destacar Emerson Sheik. O atleta provoca os adversários; consequentemente, apanha deles. Porém, encena com uma perfeição ímpar suas quedas, tornando difícil a decisão do árbitro. E PC foi muito bem nas jogadas que envolveram o corinthiano. Em determinado momento, conversou ao pé-da-orelha do atleta e o advertiu verbalmente.

É isso aí! Bem diferente do jogo de ida, onde o árbitro Ricardo Marques Ribeiro se perdeu completamente no relacionamento dos jogadores.

Arbitragem a parte: e o São Paulo, hein? Que coisa… situação lamentável!

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– Explicando o Pênalti de Wellington em Escudero na partida Vitória 3 x 2 São Paulo

Um pênalti polêmico marcado no Barradão neste domingo, na partida entre Vitória 3 x 2 São Paulo. Foi ou não?

Vamos lá: há uma trombada e braços abertos do jogador do time paulista contra o do jogador baiano. Para discernir, temos que lembrar: no futebol, existe casualidade e imprudência.

  • CASUALIDADE é o lance de acidente de trabalho. Por exemplo, quando um atleta salta para disputar a bola com seu oponente e ao cair pisa na perna do seu adversário, contundindo-o. Não é infração, é azar.
  • IMPRUDÊNCIA é uma das 3 avaliações que o árbitro deve fazer ao marcar a falta (1: imprudência – sem cartão /// 2: temeridade – com cartão amarelo /// e 3: força excessiva – com cartão vermelho). Ser imprudente na linguagem da Regra do Jogo é disputar uma bola desatento, distraído, sem levar em conta que pode atrapalhar um adversário, mesmo sem ter tido intenção de fazer uma falta.

O jogador Escudero do Vitória está no alto, disputando a bola. Wellington corre e quando está próximo do adversário, percebe que vai trombar com ele e coloca as mãos para amenizar o choque. É o clássico lance de imprudência.

Pênalti bem marcado, que não merecia cartão amarelo. E você, marcaria ou não?

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– A Invasão Neymar

Fenômeno em campo, fenômeno dos cartórios bolivianos!

Daqui a 17 anos, a maioria dos homens daqui se chamará Neymar

Palavras do diretor do Serviço de Registros Cívico de La Paz, na Bolívia. Dois em cada dez meninos nascidos na Bolívia levam o nome em homenagem ao brasileiro.

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– Perdemos a Noção dos Salários no Futebol?

Robinho diz que ama o Santos, ganha mais de 1 milhão no Milan e diz que aceita reduzir 35% a pedida. Vale?

Muricy cobra R$ 750 mil por mês dos clubes que trabalha e aceitava ganhar menos por que ama o São Paulo. Vale?

Não sei quanto ganha Alexandre Pato, mas os direitos federativos de 42 milhões de reais correspondem ao rendimento? Vale?

Luxemburgo tem uma hiper-comissão técnica. E seu salário astronômico, vale?

Se os clubes não estourarem, é prova de duas coisas: há dinheiro por fora ou estão abastados financeiramente.

Salário é coisa particular, mas fico indignado com esses valores, vendo os dirigentes toparem tais contratos e pedidas.

Isso precisa mudar…

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– Ney Franco por Autuori. Funcionará?

Não gosto de troca de treinadores, pois sempre achei que o profissional precisa de tempo para trabalhar. Mas é inegável que Ney Franco estava sem ambiente no São Paulo. E comprova algo dito na sua comprovação: ele é ótimo com jogadores jovens. Infelizmente, teve dificuldades com os medalhões.

Mas, atenção: o problema não é apenas o treinador. O elenco é discutível: Lúcio não é sombra do jogador de 10 anos atrás; Luiz Fabiano só dá dor de cabeça; Rogério envelheceu; e por aí vai.

Paulo Autuori será o novo treinador. Taí algo curioso: ele tem um aproveitamento bem abaixo dos últimos treinadores, mas ganhou a Libertadores e o Mundial (lembrando que em 2005, Autuori brigou com o time para fugir do rebaixamento no Brasileirão). Claro, os títulos escondem outros defeitos.

Vai dar certo? Só o tempo dirá.

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– Análise da Arbitragem de São Paulo x Corinthians, Recopa, jogo de ida

Péssima arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro. Não teve influência nenhuma no resultado, nem errou lances capitais. Mas irritou, amarrou, picou e se acovardou no jogo desta quarta-feira, pela primeira partida da Recopa Sulamericana entre São Paulo x Corinthians.

No jogo, não tivemos polêmica. O problema é que a cada disputa de bola mais forte dos jogadores, o árbitro marcava falta. Não deixou o jogo rolar, considerando tudo como infração. E os jogadores, aproveitando-se da debilidade do árbitro, não colaboraram, tentando tirar proveito disso.

Podemos avaliar o árbitro em 4 tópicos:

1- Tecnicamente, Ricardo Marques foi mal, considerando tranco legal como falta e não distinguindo carrinhos leves na bola com os no adversário (sorte que não tivemos lances faltosos na área).

2- Disciplinarmente, também foi mal, sem critério na aplicação de cartões.

3- Emocionalmente, péssimo, pois ao parar tanto o jogo e ter que “dar satisfação em diversas reclamações aos atletas”, mostrou-se frágil.

4- Fisicamente, ótimo; mas que de nada adiantou.

Isso vem ratificar o que há anos os formadores de árbitros pecam no Brasil: querem atletas que tenham velocidade em campo, não talentosos árbitros que tenham vocação no ofício. A designação dos escudos da FIFA avacalhou-se; há vários árbitros sem condições e que, talvez por motivação política, chegam à honraria.

Falamos dias atrás do risco de má atuação de Ricardo Marques Ribeiro para este jogo no blog do Diário de São Paulo / Rede Bom Dia, em: http://is.gd/RecopaBomDia, e repito a impressão que tenho dele, publicada no post citado, quando soube da sua escala: me surpreendi com a escolha do mineiro Ricardo Marques Ribeiro, já que embora seja da FIFA, não é respeitado como ‘árbitro de ponta’ e nem tem apitado grandes jogos. “.

Infelizmente, a expectativa ruim se confirmou. De bom da arbitragem, somente os bandeiras Kleber Lúcio Gil e Marcelo Van Gassen, perfeitos em suas marcações.

E você, o que achou da partida? Deixe seu comentário:

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– Má Forma de Provocar no Majestoso

O ambiente do futebol é perigoso. Muitas vezes você deve se policiar para não falar bobagens.

Eis que, às vésperas de São Paulo x Corinthians decidirem a Recopa Sulamericana, o centroavante corinthiano Guerrero disse que gosta de jogar contra o São Paulo, “pois a torcida joga pedras, copos de cerveja e outras coisas no ônibus quando chega ao estádio, aumentando a sua raiva”.

Para que externar tal sentimento da forma realizada? A fim de fazer média com sua torcida?

Assim, infelizmente, raivosos (e imbecis) torcedores sãopaulinos depredaram o ônibus do Corinthians nesta quarta-feira, quando este chegava ao Morumbi.

Alguém duvida que esses vândalos (há outro nome para classificar quem pratica vandalismo?) se sentiram inflamados pela declaração?

Bom, como Guerrero diz gostar de pedradas e arremessos de cerveja, deve estar feliz!

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– Amigos do Messi 8 x 5 Resto do Mundo + Neymar

Em Lima (Perú), um amistoso muito bacana promovido por Lionel Messi, em prol da Solidariedade. No jogo, um começo arrasador: 5 x 0 para o time do argentino. Porém, destaque para um golaço do meio de campo de Neymar e um verdadeiro baile que o garoto dá sobre Diego Lugano.

Aliás, lembram que na Copa das Confederações Lugano o ironizou? No vídeo abaixo, aos 6’40”, Neymar humilha Lugano. Vejamhttp://is.gd/NeymarxMESSI

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– A Escolha dos Árbitros para as finais da Recopa Sulamericana

O jornalista Jorge Nicola, em sua coluna sobre “Bastidores do Futebol” no Diário de São Paulo / Rede Bom Dia (ed 25/06, pg23), publicou que São Paulo e Corinthians travavam uma briga pela escolha da nacionalidade dos árbitros para apitarem os jogos finais da Recopa Sulamericana. O Tricolor queria estrangeiros; o Timão, brasileiros. Eis que a escala saiu: Ricardo Marques Ribeiro e Paulo César de Oliveira.

A discussão vem a tona pois nos recentes confrontos entre São Paulo x Atlético Mineiro pela Libertadores houveram escalas de árbitros estrangeiros, a pedido do presidente atleticano Alexandre Kalil. Também o Corinthians lamentou a escala de Carlos Amarilla na mesma fase, devido aos erros de arbitragem.

Em suma: tanto São Paulo e Corinthians se sentiram desprestigiados pela CONMEBOL. Agora, teria o Corinthians sido mais forte nos bastidores, ou a Comissão de Árbitros Sulamericana não levou em conta nenhuma solicitação e escalou árbitros brasileiros por achar que eles seriam a melhor opção? Ainda: mudou o critério da entidade, já que antes eram árbitros estrangeiros (que foram bem) em jogos domésticos?

Quanto a escala dos árbitros: me surpreendi com a escolha do mineiro Ricardo Marques Ribeiro, já que embora seja da FIFA, não é respeitado como “árbitro de ponta” e nem tem apitado grandes jogos. Já Paulo César de Oliveira é experiente, bom árbitro, embora esteja há algum tempo sendo preterido das partidas mais importantes.

E você, gostou dos juízes escolhidos? Deixe seu comentário.

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– Brasil 3 x 0 Espanha. E se tivéssemos Jogo de Volta?

Vitória por 3 x 0 sempre é um placar incontestável. E o Brasil conseguiu esse score com muita entrega, motivação e bom futebol.

Mas… calma lá! Encontramos o caminho, Felipão conseguiu o que Mano Meneses não houvera feito (ter um time definido) e a torcida voltou a sentir orgulho da Camisa Amarela; porém, o futebol arte precisa ainda ser buscado.

Lembremo-nos que o Brasil inibe o adversário com antijogo no meio-campo: faltas táticas que não permitem que o adversário jogue, que são eficazes mas contestadas (e Iniesta observou bem isso). Com um árbitro mais rigoroso, poderíamos ter maior número de cartões e por conseguinte alguma expulsão.

Nossos laterais ainda não convenceram: o Daniel Alves do Barcelona ainda não se mostrou em campo, não tem a mesma regularidade que costuma ter na Catalunha. Marcelo mostra marra dentro e fora de campo, e em alguns momentos mostra certa arrogância. Oscar ainda não é unanimidade, embora tenha jogado melhor nas últimas partidas.

O dopping psicológico foi bacana; deve ser assim na Copa do Mundo. E depois?

O árbitro Bjorn Kuipers foi bem, embora um ou outro cartão amarelo (a Oscar, por exemplo), foi trocado por advertência verbal. Quase fugiu das suas características quando começou a usar esse expediente (o de conversar), mas durante a partida engrenou. Sem lances polêmicos.

O jogo se tornou difícil para a arbitragem em alguns momentos justamente pela surpresa do selecionado espanhol, a certo ponto assustado pelo abafa da Seleção Brasileira e reclamando em demasia. O gol no início ajudou para que o Brasil tivesse tranquilidade. Me pareceu nesta final (e em outras partidas) que o nível de concentração da Seleção é muito maior do que os adversários no início do jogo, tirando proveito em gols. Isso é bom.

Fico curioso: e se existisse um ilusório “jogo de volta”, em Madrid, no próximo domingo? Qual seria o placar?

Entrega da premiação ao vice é um “mico”. Se fosse ao Taiti, festa e aplausos. Mas Argentina ou Espanha, seria esse clima de velório mesmo. Chega a ser humilhante para o perdedor ver a festa do seu algoz.

Enfim, merecidamente o Brasil é campeão da Copa das Confederações. Parabéns ao Scolari. Há menos de um ano, sem elenco, era rejeitado e se afundava com o Palmeiras à 2a divisão. Com time selecionável e suas estratégias psicológicas (além da competência em administrar egos e estrelas), novamente consegue um título.

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– Brasil x Espanha: Quem leva a Copa das Confederações?

O jogo desejado acontecerá hoje: o mundo torceu para que o anfitrião Brasil jogasse a decisão da Copa das Confederações contra a atual Campeã do Mundo Espanha.

Quem leva? Jogo difícil… Antes do começo do torneio, achava a Espanha favorita. Mas o cansaço dos espanhóis e a motivação dos brasileiros mudaram minha opinião: penso que o “um dia de descanso” poderá fará a diferença.

No palpiteco: Brasil 2 x 1 Espanha. E o você, quanto acha que será o jogo?

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– Quem é o melhor jogador da Copa das Confederações até agora?

A FIFA divulgou a lista dos concorrentes ao prêmio de melhor jogador da Copa das Confederações, a se encerrar no domingo. Os 6 jogadores são: Pirlo, Suarez, Iniesta, Neymar, Paulinho e Sérgio Ramos.

Fico pensando… exatamente na metade do ano, caso tivéssemos que escolher hoje o melhor jogador do mundo, quem seria ele? Messi ainda reina absoluto no Mundo da Bola?

Deixe seu comentário: Quem você escolheria como melhor da Copa das Confederações e quem é o melhor do Planeta hoje?

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– O que esperar do árbitro holandês na final da Copa das Confederações?

A FIFA se tornou previsível. Na última semana, em nossa coluna no Bom Dia / Diário de São Paulo (post de 24/06), fizemos a projeção dos árbitros para as semifinais e final da Copa das Confederações. E neste exercício de lógica, acertamos (vide em: http://is.gd/ArbitrosBomDia).

Utilizamos a expectativa de que a FIFA não arriscaria nas escalas devido a má atuação do árbitro uzbeque na partida entre Brasil x Itália. Assim, colocaria árbitros que conhecessem as equipes nas semifinais. Dessa forma, o chileno Enrique Osses foi escalado para o clássico sulamericano e o inglês Howard Webb para o confronto europeu; tal escala já os eliminariam da finalíssima. Como a decisão entre Brasil x Espanha não pode ser um jogo para testar, o árbitro argelino estaria fora. O representante português idem, após arbitragens apagadas. E como o japonês Nishimura não correspondeu às últimas atuações, sobraram o árbitro argentino Diego Abal e o holandês Bjorn Kuipers. Como o juizão da Argentina não é do mesmo nível do seu colega da Holanda, deu Kuipers.

O árbitro deste domingo tem muitos jogos importantes em seu curriculum recente: trabalhou na semifinal entre Mazembe x Internacional no Mundial de Clubes 2010; apitou vários jogos da Champions League em 2011, 2012 e 2013; esteve na final da Eurocopa entre Itália x Espanha em 2012; foi o árbitro da final da Europa League entre Chelsea x Benfica em 2013 e estará atuando na sua segunda final de competição internacional deste ano em sua carreira. Na Copa das Confederações, apitou Uruguai 2 x 1 Nigéria. Ou seja: vem credenciadíssimo.

Suas características são excelentes: é bom fisica, tecnica e disciplinarmente. Mas algo chama a atenção: é um “Colina às avessas” no relacionamento com os atletas. Para quem não lembra, Pierluigi Colina, árbitro da final da Copa do Mundo de 2002, se notabilizava por conversar bastante com os atletas, muitas vezes até em excesso, explicando suas decisões. Esbanjava simpatia. Já o holandês Bjorn Kuipers é sisudo; apita os lances e dá as costas para o jogador que tenta conversar com ele; se ele dá a atenção para o atleta, é para punir por reclamação.

Será que a FIFA ficou preocupada com o comportamento dos atletas nas semifinais? Penso que sim em relação a Brasil x Uruguai, mas não foi isso que determinou a escala de domingo, mas a competência do árbitro da Holanda.

Fica a dica aos brasileiros: sem catimba, simulação ou reclamação excessiva, pois serão infrações punidas. Além do que, como a Seleção costuma fazer faltas táticas em excesso no meio de campo (característica de toda equipe dirigida por Luís Felipe Scolari), o risco de cartões é alto. Mais: lembremo-nos que o comportamento dos atletas espanhóis foi exemplar na partida entre Espanha x Itália; portanto, que a Seleção Brasileira procure apenas jogar futebol.

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– E o lucro que Lusa x SPFC teriam na China?

Há certas interferências no futebol que nos levam a crer que os clubes realmente são submissos as entidades. Quer um exemplo claro? A Portuguesa jogará contra o São Paulo no Canindé pela 13a rodada do Brasileirão. Quanto será que ela lucrará em bilheteria?

Pois bem: empresários ofereceram 4 milhões de reais limpos para serem divididos entre o Tricolor e a Lusa, a fim de que jogassem no estádio Ninho dos Pássaros, na China. Tudo pago!

Porém… CBF e Globo não permitiram, pois alegaram que precisaria mexer na tabela.

E aí, o que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

Extraído de: http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/brasileiro/serie-a/ultimas-noticias/2013/06/24/globo-veta-jogo-entre-sao-paulo-e-portuguesa-na-china-e-times-deixam-de-ganhar-r-2-milhoes.htm

GLOBO VETA JOGO ENTRE SÃO PAULO E LUSA NA CHINA, E TIMES DEIXAM DE GANHAR R$ 2 MILHÕES

A Globo vetou a tentativa da Portuguesa de levar o jogo da 13ª rodada do Campeonato Brasileiro contra o São Paulo para a China, no Ninho de Pássaro. O UOL Esporte apurou que a emissora de televisão, em conjunto com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), enviou um e-mail nesta segunda-feira para os dois clubes negando o pedido feito pela equipe do Canindé.

A informação foi confirmada pelo vice-presidente da Portuguesa, Roberto dos Santos, por telefone. “Estávamos negociando, mas acabei mesmo de receber esse e-mail da emissora e da CBF dizendo que não teria como atender aos nossos pedidos. É uma pena, mas isso é regra do jogo, não temos o que fazer. Seria fundamental recebermos o dinheiro, seria maravilhoso para o São Paulo também, mas não teremos o que fazer”, disse o dirigente.

“A gente teria que mudar a data de um jogo contra o Coritiba (no dia 14 de agosto, pela 14ª rodada) e também mudar o horário da partida contra o Flamengo (marcado para o dia 07 de agosto, às 22h, pela 12ª rodada). Foi isso que inviabilizou tudo”, completou.

A tentativa de levar o jogo entre Portuguesa e São Paulo para Pequim aconteceu por iniciativa de um grupo de empresários que está na gestão do estádio Ninho de Pássaro, principal arena das Olimpíadas da China, disputada em 2008. Os clubes não arcariam com nenhum custo e ainda lucrariam R$ 2 milhões cada um pelo jogo que serviria para promover o futebol brasileiro no Oriente.

Em contato com o UOL Esporte, uma fonte próxima ao presidente, Juvenal Juvêncio, também confirmou a negociação, mas disse que pouco poderia fazer para viabilizar, já que o São Paulo era o clube visitante.

“Nós recebemos uma carta de um empresário da China, mostrando o interesse. Mas tivemos que adotar a posição passiva neste caso, porque a Lusa que é mandante e ela que é responsável por buscar viabilizar todos esses documentos. Não tínhamos o que fazer. Não gastaríamos nada e seria maravilhoso para a marca”, disse ele.

A viabilidade do jogo seria ainda maior para o time do Morumbi, já que a equipe estaria no Japão dias antes da partida, para a disputa da Copa Suruga, marcada para o dia 07 de agosto. Ainda antes, os são-paulinos estarão na Alemanha, em Munique, para a disputa da Copa Audi. A estreia está marcada para o dia 31 de julho diante do Bayern de Munique.

O UOL Esporte tentou entrar em contato com Marcelo Campos Pinto, que assinou o e-mail da negativa aos clubes, mas não teve êxito. Ele estava em reunião.

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– Itália x Espanha: o Jogo Mais Legal da Copa das Confederações

Espanha x Itália fizeram uma partida bacana para se assistir. Os italianos não fizeram retranca e os espanhóis jogaram o suficiente; e quando ambos estavam exausto, muitas oportunidades de gols perdidas. Um dos poucos 0 x0 emocionantes que vi.

O árbitro Howard Webb foi muito bem, num jogo com dificuldade nula para a arbitragem. Aliás, um verdadeiro inverso do unfair-play de Brasil x Uruguai.

E agora? A Espanha tem um dia a menos de descanso, jogou a prorrogação inteira no seu limite e eles vêm de final de temporada européia. Na teoria, o Brasil vai ter uma vantagem muito grande na questão física. Mas será suficiente para reverter o favoritismo pré-competição da Espanha?

Enfim: a final que todos queriam ocorrerá. Me estranha o horário da partida: 19h, péssimo para a audiência na Europa.

Quem ganhará? Difícil opinar.

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– Análise da Arbitragem de Enrique Osses no jogo Brasil 2 x 1 Uruguai. Como foi o árbitro?

Enrique Osses correu bastante no jogo desta tarde no Mineirão. Posicionou-se muito bem e acertou os lances técnicos. Em jogadas de tranco, não marcou nenhuma faltinha, daquelas que estamos acostumados nos campeonatos regionais. Mas não foi tão bem na parte disciplinar. Vamos aos lances?

No começo do jogo, David Luiz infantilmente agarra Lugano na área. E é agarrão mesmo, que gira-e-derruba o adversário. Pênalti indiscutível. Aqui, sou levado a crer que David Luiz estava pilhado pelas declarações provocativas pré-jogo do uruguaio e não se controlou. Acertou o árbitro na marcação.

Porém, a defesa de Júlio César foi irregular. Explico: na cobrança de pênalti, o goleiro pode se mexer para os lados a qualquer momento; mas para frente, só após o adversário tocar na bola. Pela dificuldade em se manter sobre a linha na hora do impulso, permite-se o movimento natural de um pequeno passo para frente. É como se fosse uma “adiantada permitida”. O problema é que Júlio estava com os dois passos a mais ou menos meio metro na hora que Forlán cobra. Como a distância entre o goleiro e a bola foi menor que os 11 metros regulamentares, e ele defendeu, deveria mandar voltar a cobrança.

Quase no final do 1o tempo, Luís Gustavo deveria ser expulso por atingir Rodriguez, e só levou cartão Amarelo. Numa disputa de bola, o brasileiro ergueu o pé exageradamente e de maneira forte, atingido o uruguaio no peito. Repare que não foi um movimento de disputa de bola, afinal, depois que ela passa, Luís Gustavo continuou a erguer o pé. E como a regra diz textualmente, “força excessiva” é para cartão Vermelho.

Aos 45m, falta normal do mesmo Rodriguez em Neymar. Mas o atacante caiu como se fosse atropelado. É isso que irrita, pois houve a falta de jogo, sem necessidade de cartão. A simulação de que foi mais forte do que realmente ocorreu faz com que os adversários o critiquem – e com razão.

Logo no 1o minuto do segundo tempo, Max Pereira acertou Hulk próximo a lateral. E nem levou cartão! Aos 75m, Marcelo fez falta idêntica em Cavani, e acabou levando a advertência. Esse foi o problema do árbitro: não manter um critério uniforme de distribuição de cartões.

Uma observação: na etapa final, os trancos legais foram numerosos, sempre praticados pelos uruguaios e derrubando os brasileiros. Mas por quê os brasileiros também não fizeram uso de tal artimanha?

Aos 83m, mais uma situação desnecessária: Gonzales foi substituído, e fala algo aparentemente provocativo para Neymar, que está pronto para cobrar um escanteio; o brasileiro manda beijinho para o adversário, retribuindo a provocação. Profissionais não podem fazer isso.

No final do jogo, com ambas equipes abusando do unfair-play, Neymar disputa a bola com Gargano; o uruguaio abre os braços e Neymar simula ter levado uma cotovelada. O árbitro marca a simulação, vários jogadores discutem, Osses não consegue aplicar o cartão ao brasileiro e durante a confusão o Uruguai cobra rápido e com a bola rolando. Ainda bem que não resultou em nada…

Nos acréscimos, Neymar é substituído e demora, demora, demora para sair. O árbitro está ao pé do ouvido, com coceira para dar cartão amarelo, e o menino insiste. Sorte que o árbitro chileno resolveu contemporizar tudo nos instantes finais.

E você, o que achou da partida? Deixe seu comentário:

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– E nesta 4a temos Brasil x Uruguai. Como será a arbitragem?

Curto e grosso, responda: Brasil ou Uruguai, quem avança para a finalíssima da Copa das Confederações?

Aposto no Brasil, imaginando um jogo dificílimo.

Para a partida, apitará o chileno Enrique Osses.

Gostei e não gostei. Osses tem boa condição física e técnica, aplica bem os cartões, mas não tem um perfil adequado para o jogo de hoje por um motivo: costuma interpretar jogadas faltosas mais ríspidas como lances legais duros! Ou seja, deixa o jogo correr até demais.

Se fosse Uruguai x Argentina, diria que a escala foi perfeita, pelo estilo de jogo das equipes. Como é um time mais leve (Neymar, Oscar) contra um mais batedor (Lugano é o melhor exemplo), temo por equívocos – principalmente a não marcação de jogadas temerárias (com aplicação de cartão amarelo) com lances de imprudência (falta simples). Lembrando que Osses é disciplinador, enérgico, mas em lances de conduta antidesportiva. No “jogo jogado”, nem tanto.

A vantagem para o Brasil é que como o time de Felipão faz muitas faltas táticas (antijogo, faltinhas bobas para matar a jogada), não corremos riscos de levar cartões. A contrapartida será os lances de pancada não coibidos a contento.

Osses não costuma ser caseiro; assim, não correrá o risco de ser intimidado pelo Mineirão. No final do ano, era o melhor árbitro da Conmebol e foi escalado para a final da Sulamericana (São Paulo x Tigre, o jogo de um tempo só). Também apitou o 1o jogo da final da Libertadores, entre Boca Jrs x Corinthians.

A propósito, o continente está mal representado: Osses poderia estar na Copa das Confederações; o argentino Diego Abal, nunca. Há outros melhores para terem sido chamados à competição: o uruguaio Roberto Silveira (embora não poderia ser escalado neste jogo), o peruano Vitor Carrilho, o colombiano Wilmar Roldán…

Para Itália x Espanha, teremos o inglês Howard Webb. Para mim, ficou claro que Massimo Bussaca, o homem forte da FIFA, quis escalar árbitros que conhecem os estilos de jogo; e ao mesmo tempo, os jogadores conhecerão os limites do árbitro.

Eu inverteria a escala: Osses no clássico europeu e Webb no sulamericano. Ambas equipes respeitariam os árbitros mais do que a escala original.

Sendo assim, fica o palpite: seja qual for o jogo da final (aposto Espanha x Brasil) teremos o japonês Nishimura ou o holandês Bjorn. E como a FIFA gosta de fazer média, a final entre um europeu e um sulamericano será arbitrada por um asiático.

Quer comentar? Deixe sua opinião:

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– Quem passará para a final da Copa das Confederações?

Dois clássicos mundiais: um sulamericano e outro europeu decidirão os finalistas da Copa das Confederações.

E aí: o que pensar sobre Brasil x Uruguai e Itália x Espanha?

Meus “palpites percentuais”: Como o Brasil está evoluindo e joga em casa contra um Uruguai fraco (mas traiçoeiro), Brasil 70% x 30% Uruguai. E como a Espanha é indiscutivelmente um timaço, embora jogue contra a Itália, vou de Espanha 75% x 25% Itália.

Numa final entre brasileiros e espanhóis, chuto Brasil 45% x 55% Espanha!

Números quebrados, mas que podem retratar melhor o favoritismo. E a graça do futebol é essa: nem sempre o melhor ou favorito vence.

E quem apita esses jogos?

Puro palpiteco: na semi sulamericana, o chileno Ósses ou o argentino Alba. Na européia, o português Proença ou o inglês Webb. E para a final: o japonês Nishimura ou o holandês Bjorn.

Quer palpitar também? Deixe seu comentário:

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– Central do Futebol no Google

Amigos, neste período de festa do futebol, com a Copa das Confederações em nosso país, estamos debatendo sobre os jogos, escrevendo sobre arbitragem e postando muita coisa na Central do Futebol no Google”.

É uma ação de promoção de futebol do G+ (Google Plus), onde diversos especialistas escrevem sobre o evento.

Convido você a discutindo conosco. É só procurar pelas hastags #centraldofutebol e #juizporcari .

Participe, procure por esse selo em nossas páginas:

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– Tudo muda muito rápido numa temporada.

Maurício Barbieri era disputado em Dezembro por Vasco e Santos. Hoje está desempregado.

Cuca, há uma ano e meio, era dado como substituto de Tite na Seleção Brasileira. Hoje, está fora do mercado.

Há poucas semanas, o Fluminense goleava o River Plate e era tido como o melhor futebol jogado no Brasil. Já não é mais.

Scolari estava aposentado. Desaposentou-se.

Rogério Ceni era considerado “homem forte” no SPFC e sua permanência não estava atrelada a pressão. Caiu.

Em Outubro, era inimaginável que Victor Pereira sairia do Corinthians para o Flamengo. Foi. E era igualmente inimaginável pensar que duraria tão pouco tempo no novo cargo.

Thiago Carpini deixava o Água Santa para estudar na Europa. Não foi, não demorou muito tempo e está no Juventude.

O fato que mais que me impressiona: Luís Castro era cornetado pela torcida do Botafogo por não ter ficado entre os 4 no Cariocão. Dois meses depois é líder com sobra no Brasileirão… 

Tudo muda muito rápido mesmo.

Homem de jogador de futebol sobre parede isolada, tendo dúvidas e com a expressão do rosto confuso

Imagem extraída de Freepik, em: https://br.freepik.com/fotos-premium/homem-de-jogador-de-futebol-sobre-parede-isolada-tendo-duvidas-e-com-a-expressao-do-rosto-confuso_6790604.htm

– Análise dos Gols de Brasil 4 x 2 Itália. Como foi a Arbitragem?

Num duelo entre potências como Brasil x Itália, você escalaria quem para apitar? O melhor árbitro da UEFA ou da Conmebol? Um inglês? Um argentino? Talvez. Mas a FIFA escalou Ravsham Irmatov, árbitro de 35 anos e há 10 no quadro internacional.

O detalhe curioso: Irmatov, apesar de ser de um país de pouca representatividade no futebol, o Uzbequistão (e que apitou diversos jogos com Luís Felipe Scolari, treinador da Seleção Brasileira que um dia se gabou de nunca ter sido expulso por lá), seu curriculum é invejável: trabalhou na Copa do Mundo de 2010 e em duas finais mundiais interclubes (incluindo Santos 0 x 4 Barcelona).

Porém, fora essas competições, quais jogos de expressão Irmatov apita durante a temporada?

Nenhum!

Assim, erros ocorreram na partida de hoje – sendo um deles ERRO DE DIREITO (que pode anular uma partida caso o clube que se sinta prejudicado reclame).

Vamos aos gols:

  1. Brasil 1 x 0 Itália: Dante 45’ (gol irregular, média dificuldade à arbitragem) – Neymar cruza a bola para Fred, que cabeceia para o gol. Buffon espalma e Dante pega o rebote, estando em condição de impedimento. O lance foi rápido, e Dante estava 23 cm a frente do penúltimo adversário quando Fred cabeceia (é esse o parâmetro para avaliar o impedimento: o último toque do próprio companheiro). Não importa se a bola veio de um rebote do goleiro, da trave ou resvalada por um zagueiro italiano; aquela situação é impedimento “por tirar vantagem de uma posição de outrora”. Mas veja a curiosidade: mesmo se Buffon tivesse dado o rebote e vários jogadores italianos tivessem se posicionado entre Dante e o goleiro, o lance deveria ser impugnado pois o que vale (a referência) é o toque de Fred. Entenda a cabeçada de Fred como “um passe a Dante, tabelando com o adversário”. E outra curiosidade: se o zagueiro da Itália tivesse se antecipado a Fred e cabeceado erroneamente para o próprio gol, após o rebote de Buffon, o jogador brasileiro Dante estaria em condição legal, já que a bola teoricamente veio da própria zaga. Portanto, erro do bandeira (do Quirguistão…).
  2. Brasil 1 x 1 Itália: Giaccherini 50’ (gol legal, sem dificuldade). Sem polêmica alguma, apenas a observação do belo lançamento de calcanhar de Balotelli ao seu companheiro, num contra-ataque.
  3. Brasil 2 x 1 Itália: Neymar 54’ (gol legal, de jogada duvidosa). Neymar disputa a bola com Maggio, que abre os braços e tenta buscar a bola. Tanto por baixo como por cima fica a dúvida: Maggio toca a bola legalmente ou desequilibra Neymar ilegalmente? O braço do italiano foi suficiente para obstruir o brasileiro? Talvez sim, talvez não. Mas a falta questionável foi marcada e Neymar marcou um belíssimo gol na cobrança.
  4. Brasil 3 x 1 Itália: Fred 65’ (gol legal, sem dificuldade). Fred disputa com Chiellini em velocidade; o adversário cai por disputa normal da bola e com um belo chute amplia.
  5. Brasil 3 x 2 Itália: Chiellini 69’ (gol irregular, pouca dificuldade à arbitragem). Um erro bisonho, de várzea e incomum. Balotelli sofre pênalti de Luís Gustavo. Irmatov estava muito bem posicionado, apita o pênalti e aponta a marca do tiro penal, mas alguns atletas não param ao som do apito e Chiellini toca para as redes. Não é gol, afinal, o jogo estava parado com o apito do árbitro. Para surpresa de todos, não é que o árbitro confirma o gol? Apesar das reclamações dos brasileiros, ele gesticula tentando justificar algo incompreensível: uma vantagem no pênalti! E fica o alerta: existe vantagem no pênalti, mas quase nenhum árbitro marca, já que na maior parte das vezes a vantagem é ter o tiro penal ao seu favor, ao invés da posse de bola. Sempre, claro, sem apitar a infração e abrindo os braços sinalizando a vantagem. Apitar o pênalti e depois desmarcá-lo porque a bola entrou não existe, já que os jogadores brasileiros podem alegar que desistiram da jogada ao ouvir o som do apito. Além disso, é erro de direito (o típico erro de não-cumprimento da regra, que rende anulação do jogo, caso a equipe prejudicada reclame).
  6. Brasil 4 x 2 Itália: Fred 87’ (gol regular, média dificuldade). Bernard toca para Marcelo, que chuta para o gol. Buffon defende e Fred (na mesma linha do penúltimo adversário) fica com o rebote, marcando seu segundo gol. Apesar da rapidez da jogada e do posicionamento difícil, acertou a arbitragem.

Irmatov correu muito na partida, mas tecnicamente não estava a altura de tal confronto. Errou quem o escalou.

Um detalhe importante: quantas faltas “técnicas” o Brasil faz! Típicas faltinhas “feliponescas”, para matar o jogo no meio campo. Neymar, por exemplo, que não sabe marcar (como a maioria dos atacantes, que além de não saberem, não gostam dessa função) tomou amarelo por isso.

E você, o que achou do jogo? Deixe seu comentário:

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– E a Copa das Confederações chegou na Rodada 3!

Para findar a primeira fase da Copa das Confederações, teremos 4 jogos com placares a serem discutidos em casas de apostas. Vamos aos jogos?

Uruguai x Taiti: aqui, se questiona: os uruguaios vão ganhar de quanto? Se a Nigéria desceu do avião e sem treinar enfiou 6, se a Espanha com time reserva (e que time!) marcou 10, o que esperar do Uruguai que quer mostrar serviço e vai com sua força máxima? Eu arrisco 12 x 1, com pênalti mandrake para os taitianos.

– Japão x México: mesmo perdendo para a Itália após ótimo primeiro tempo, o Japão foi uma decepção para mim, já que seus jogadores eram melhores tecnicamente e mais experientes do que em outros momentos da história. Talvez, a melhor seleção japonesa já montada. Porém, o México se mostrou horrível até agora. O que fez o badalado Chicharito? Para mim, o primeiro OXO da competição.

– Espanha x Nigéria: Não dá para não jogar na Coluna 1. Mas em ritmo de treino de luxo, palpiteco de 3 x 0.

– Brasil x Itália: aí o chute deve ser mais cauteloso… Não me convenci em nenhum jogo de que o Brasil está bem; jogamos bem em alguns momentos apenas; e a Itália é sempre a Itália (que chavão novo, talvez desde o bicampeonato mundial de 34 e 38!). Aqui não arrisco muito: 1 x 1, torcendo para que os gols sejam de Neymar e Balotelli.

E aí, o que você espera dos jogos? Deixe seu palpite:

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– E se a Copa do Mundo não fosse mais no Brasil?

Se eu me tornasse presidente da FIFA, ficaria extremamente preocupado com a Copa do Mundo no Brasil. Afinal, a entidade se tornou uma vilã instantânea nos protestos.

Antes, qualquer boa partida de futebol e/ou amistoso da Seleção calava críticos, desde que em suas praças. Hoje, aqueles que antes estavam quietos, resolveram falar e o brasileiro parece mais resistente ao pão-e-circo.

Para a Copa da Colômbia em 1986, o presidente da época alegou dificuldades econômicas e a Copa foi para o México. Mas se isso acontecesse com o Brasil?

Os “elefantes-brancos” se tornariam mais deficitários; o prejuízo institucional, de imagem e turístico, seria monstruoso. E tudo o que foi gasto, dito como investimento em infraestrutura e legado, seria ainda mais desmascarado. Afinal, onde estão as obras deixadas em favor do povo, independente do futebol (como hospitais, mobilidade urbana, entre outras)?

Talvez para a FIFA mudar o país-sede não seja tão difícil do que parece: ou alguém duvida que a Inglaterra ou a Alemanha estejam prontas para uma mudança emergencial? Até os EUA estariam preparados.

No ritmo que vai, tal hipótese não poderia ser desprezada. Feliz ou infelizmente.

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– Argentina ou Itália?

Leio que Jairzinho, tricampeão mundial com a Seleção de 70, declarou que o maior rival do Brasil no futebol é a Itália, e não a Argentina.

Será mesmo?

Aqui no nosso pedaço sulamericano, a rivalidade com os hermanos é incontestável. Mas o “Furacão da Copa” lembrou bem: os jogos mais importantes da história da Seleção Brasileira sempre envolveram a Squadra Azurra!

E pra você: quem é o maior rival da Seleção Brasileira? Itália, Argentina., Alemanha, Uruguai…

Deixe seu comentário:

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– A Infelicidade de Ronaldo

Depois que parou de jogar, o fenômeno dos gramados Ronaldo se tornou um empresário de sucesso. Associou-se a políticos, realizou grandes empreendimentos e continuou a ganhar dinheiro.

Está na dele. Vida que segue. Mas, muitas vezes, fala coisas que não devia.

Recentemente, uma frase de dois anos foi relembrada. Na época, ele discutiu sobre a importância em construir estádios para a Copa do Mundo, contra argumentos contrários. Numa ato infeliz, disse:

“Com hospitais não se faz Copa do Mundo”.

Claro, se naquele contexto já trazia polêmica, imagine agora. Dias atrás, se desculpou da frase mas insistiu na importância do torneio. Lógico, ele é interessado… afinal, trabalha no COL, na Globo, para os patrocinadores, empresaria alguns jogadores…

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– Fred, Damião e Jô: acabaram os centroavantes?

A camisa 9 da Seleção Brasileira está em baixa. Sem marcar gols e com a sombra de Jô, Fred é contestado por muitos. Mas a posição de finalizador (nem sempre com a 9) está em fase ruim no Brasil. Trazendo à memória, tínhamos Reinaldo do Atlético-MG nos anos 70; depois Careca, Evair, Romário, Ronaldo e agora… Fred, Damião ou Jô?

Que os fãs deste jogadores me desculpem, mas o contraste é muito grande!

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– Palpite para Espanha x Taiti?

O que esperar de Espanha x Taiti hoje a tarde?

Se levado a sério, com time titular, creio que o placar seria: Vira 7 e acaba 14,15,16… Coisa absurda mesmo, placar histórico. Afinal, são os campeões do mundo contra um time amador.

Fico imaginando o seguinte: Existe a tendência de uma torcida neutra sempre torcer para um time pequeno, mais fraco. Então, não seria loucura imaginar a Seleção da Espanha ser aplaudida no Maracanã, e curiosamente, os mesmos 80.000 torcedores gritarem “Taiti, Taiti” como incentivo à carismática seleção da Polinésia. Gozado!

Como a Espanha entrará com reservas, que tal 1o tempo 4 x 0 e mais 4 gols no 2o?

Anote aí: 8 x 0

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– Pitacos sobre Brasil 2 x 0 México

Sem querer ser chato, mas a Seleção Brasileira venceu mais ainda não convenceu. Momentos de bom futebol no começo e no final do jogo. Durante a partida, mostrou-se um time comum. Aliás, incomparável com a Seleção Espanhola (infelizmente).

Os pontos fortes são o entrosamento e a melhora de Neymar. O grupo está com cara de time, mesmo jogando bem ou mal. E Neymar parece estar mais a vontade.

Os pontos fracos: irregularidade durante os 90 minutos e inconstância na criatividade. Barcelona, Seleção da Espanha e o próprio Bayern aprenderam a jogar bola espelhando-se na Seleção Brasileira de tempos atrás. Aliás: Pepe, o mito santista, disse certa vez que quando treinou Guardiola no Mundo Árabe ele, nas horas vagas, falava incansavelmente da beleza de jogo do Escrete Canarinho.

Eles evoluíram, ganham jogando bonito e nós… desaprendemos? Ou a safra de atletas não é tão boa? Ou ainda: culpa dos esquemas táticos dos nossos treinadores?

Qual é a sua avaliação?

Em tempo: o reserva Jô está aproveitando bem as oportunidades. E o Hernanes começando sempre no banco, hein?

Ops: E o árbitro Howard Webb? Pra mim, contemporizou alguns cartões. Fiquei com a sensação de que ele está apitando mais com a fama do que com a técnica.

Deixe sua opinião:

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– Tem Rodada hoje da Copa das Confederações?

Depois de tanta confusão e noticiário monopolizado dos protestos Brasil afora, quase me esqueci: hoje temos dois jogos pela Copa das Confederações!

Mas aqui uma polêmica: em Fortaleza, no jogo Brasil x México, teremos protestos da população. Além dele, há a possibilidade da Polícia do Ceará decretar greve em apoio!

Xiii…

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– A Tecnologia Secreta está indo bem?

Após o término da primeira rodada da Copa das Confederações, nem pistas sobre o que seria a tecnologia secreta que Joseph Blatter declarou estar sendo usada no torneio. O mandatário disse que uma experiência sigilosa seria realizada pelo quarto árbitro.

O que seria?

Eu chutaria que seria o uso de imagens de TV. Mas não consegui flagrar tablet, monitor ou qualquer coisa com árbitro algum ou no reservado dele. Aliás, as partidas têm sido fáceis de se apitar, não gerando muitas dúvidas para serem discutidas.

Ainda assim, insisto: a FIFA divulgará o que testou e os resultados, após o término da competição?

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– Protestos Sociais e Futebolísticos. Adiantarão?

Nos últimos dias, muitos protestos estão ocorrendo Brasil afora. Mas eles valem algo? Qual a importância e significado deles?

A onda começou com as passeatas em São Paulo, organizadas em sua maior parte pelas redes sociais, lembrando até o início da “Primavera Árabe”. Tudo pela redução de R$ 0,20 no transporte público, incentivando outras praças. Embora a causa seja justa e vivamos numa sociedade de liberdade de expressão, não podemos confundir Democracia com Anarquia. Os manifestantes abusaram da prática do vandalismo, promoveram arruaça e impediram que outras pessoas exercessem seu direito: o de se locomover nas ruas, de garantias de segurança, além de espalhar o terror. Se fosse um ato pacífico, nada a reclamar. Mas com fundo político e violento, tudo a contestar pelo radicalismo praticado.

Porém, em Brasília, manifestantes promoveram protestos contra os gastos da Copa das Confederações e Copa do Mundo. Foram extremamente zelosos para que nenhum cidadão de bem fosse prejudicado, evitaram confrontos com a Polícia (que diferente de SP, não foi vítima de arruaceiros) e não atrapalharam a ordem pública. Excelente! Esses têm o meu respeito, pois exerceram a Democracia de fato.

Dentro do Estádio Mané Garrincha, Joseph Blatter (presidente da FIFA) e Dilma Roussef foram vaiados a exaustão. O primeiro pelas exigências impostas e por todo o histórico de corrupção da entidade. A segunda pela política econômica e pela gastança de recursos que poderiam ser destinados a outras áreas. Neste ato, os manifestantes também foram bem.

Questiono: se o público fosse outro, aquele que recebe verba do bolsa-família, Dilma seria vaiada? Ali, gente de boa condição financeira hostilizou. Mas o fizeram por não serem pobres, ou por serem intelectualizados e discordarem da política demagógica, que esconde gastos bilionários em estádios e se pauta em verbas a potenciais eleitores?

Por fim: fico apenas com pena de que algumas ações possam ser irrelevantes. Desde 2007 Ricardo Teixeira, então presidente da CBF, bradou sobre o fato da Copa ser privada, sem recursos públicos. Portanto, há 6 anos sabíamos de que o discurso era inverossímil. Por que não saímos as ruas antes dos gastos se consumirem, antes das autoridades públicas (independente se Federal ou Estadual) gastarem 1,2 bilhão de real no Estádio de Brasília ou 1,0 bilhão no Maracanã? Se somadas, quantas escolas, leitos hospitalares ou obras necessárias poderiam ser construídos com tais recursos? Perdeu-se o timing para que os protestos tivessem eficácia.

Até agora você viu, de verdade, algum retorno positivo ao país dos “investimentos da Copa”?

Entre protestantes e protestados, ninguém se entende. E a Sociedade como um todo é quem sai prejudicada.

Aliás… tem tanta coisa para se protestar e não se protesta, não?

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– Os Primeiros Jogos da Copa das Confederações

E o Brasil venceu o Japão por 3 x 0 na abertura da Copa das Confederações. Jogo tranquilo, pois o gol de Neymar após assistência legal de Fred (o jogador do Fluminense não dominou com a mão, mas ajeitou com o peito para a finalização do camisa 10) foi logo aos 3 minutos, evitando a pressão da torcida.

E se o gol demorasse a sair, a Seleção teria a mesma tranquilidade? Talvez não.

Quer queira ou não, Felipão está acertando o time e o entrosamento dos atletas será fundamental para isso. Além do que, há peças alternativas de altíssimo nível, como Hernanes e Lucas. Um luxo tê-los como reservas.

Sobre a arbitragem: o português Pedro Proença não teve dificuldade, a partida ajudou. Fácil, tranquila, sem problema algum. O jogo não teve lances que exigissem e com algo a mais: o respeito desmedido dos japoneses para com os brasileiros. O time nipônico embasbacou, igualmente como aconteceu com Santos x Barcelona. Os atletas ficaram admirando o adversário, nitidamente, jogando bem abaixo do que podem.

Hoje, dois jogos legais: Itália x México no Maracanã (arbitrado pelo chileno Enrique Osses) e Uruguai x Espanha na Arena Pernambuco, arbitrado pelo japonês Yuichi Nishimura.

Aliás, fica a dica: Nishimura foi (para mim) o melhor árbitro da Copa de 2010. O inglês Howard Webb ficou com a fama, mas foi regular e contemporizou na final, segurando cartões. Gosto muito do estilo do japonês: é cumpridor da Regra e não faz média durante a partida. Pelo que ele vem mostrando há tempos, merece apitar tal jogo, muito embora não seja tão badalado (ele foi o árbitro de Brasil x Holanda na África do Sul).

Entre italianos x mexicanos, não tem como eu não torcer pela patria nostra. E entre espanhóis x uruguaios, a torcida vai para o juizão do Japão!

Bons jogos neste domingo. Essa é a previsão, e tomara que o Nishimura não queime minha língua. Afinal, torcer para o árbitro é sempre inglório…

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– Árbitros Brasileiros abaixo do Nível, segundo FIFA?

Muito se comentou sobre a ausência de árbitro brasileiro representando a nação na Copa das Confederações 2013. Nosso juiz para a Copa do Mundo em 2014, Sandro Meira Ricci, já embarcou para a Turquia, onde apitará a Copa do Mundo Sub 20, que se inicia em breve.

Na prática, isso quer dizer que são dois torneios visando o Mundial do Brasil. A Copa das Confederações é com os da elite, e o Mundial Sub 20, com o restante (que também é de alto nível). Mas atenção: nada que tire o mérito dos árbitros, já que são ambos importantes.

Claro que seria prestígio que alguém nato apitasse um torneio em seu país como de costume; porém, a FIFA assim não quis.

Entretanto, José Roberto Wright, ex-árbitro FIFA e analista de arbitragem, confirmou publicamente o que há tempos se especulava: segundo ele (em matéria publicada originalmente no Diário Lance!, página 10, 16/06/2013), Mássimo Bussaca, chefe da arbitragem da FIFA, disse que:

os árbitros brasileiros estão abaixo dos demais árbitros mundiais“.

Discordo em partes. Há erros em todos os torneios e em todos os países da mesma magnitude que aqui (vide a última Champions League), fazendo com o que momento da arbitragem seja ruim em todo o planeta e por diversos motivos: aumento da velocidade do jogo, maior número de câmeras divulgando erros, a grande quantidade de simulações, maior competitividade e intolerância a equívocos.

Nosso problema é: embora continuemos a ter o número-limite de árbitros internacionais (10), nem todos fazem jus ao escudo FIFA. Mas 6 deles: Seneme, Vuaden, Marcelo de Lima, Heber, PC e Ricci não perdem em nada aos estrangeiros (com a seguinte ressalva: sofremos em relação ao condicionamento físico, já que aqui o árbitro não pode fazer uma preparação física profissional, já que a CBF o cobra como tal, mas não o remunera e nem dá condições para isso).

Antigamente, os 10 árbitros brasileiros internacionais eram indiscutíveis e muitos outros ficavam de fora da lista por falta de vagas. Hoje, faltam árbitros, já que o trabalho de renovação foi pessimamente realizado.

E você, concorda com Bussaca ou não? Deixe seu comentário:

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– E os Estrangeiros já chegaram!

Há tempos não vemos seleções de outros países em território brasileiro. Depois de Inglaterra e França, agora as equipes da Copa das Confederações estão chegando. Que legal!

Em particular, achei curioso a Espanha chegando em Recife e tendo que chegar do avião ao saguão do aeroporto debaixo de forte chuva, e mesmo assim ovacionados pelos torcedores.

Outra coisa: e o Japão, que jogou em Tóquio no domingo, Doha (Catar) na 3a feira, desembarcou em Brasília na 4a e já foi treinar?

Sarro foi a Itália: assustada com o forte calor de 28oC no RJ. Esperavam inverno no “outono / inverno”?

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