– Brasil x Croácia: o que importa é treinar ou vencer?

Tenho lido muitas críticas sobre a Seleção Brasileira após a derrota para a França.

Ora, penso que a Seleção Francesa é a melhor do mundo na atualidade (falamos sobre isso aqui: https://wp.me/p4RTuC-1eSa). Entretanto, considere ainda que Didier Deschamps está há anos treinado a sua equipe e Carlo Ancelotti há menos de 9 meses.

Sejamos honestos: o Brasil jogou bem desfalcado, e ainda falta observar alguns atletas (como Endrivk e João Pedro como titulares).

Penso: se é um jogo amistoso, e eu sou Ancelotti, coloco todo mundo para jogar. É a oportunidade de avaliar os atletas contra um adversário forte! Não é jogo valendo Copa do Mundo ainda, e somente quando for deverá se cobrar por placares de vitória. Chega de cultura resultadista.

Nessas horas, vale a máxima de Didi, o “Folha Seca”, craque da Seleção de 1958, que quando questionado sobre o rendimento ruim daquela Seleção durante a preparação da Copa (que naquele Mundial, apresentou ao mundo Pelé), disse: “treino é treino, jogo é jogo”.

Curiosidade: muitas vezes, essa frase é atribuída equivocadamente ao folclórico Nenê Prancha, o “Folclórico da Bola”. Não é. Mas ele disse outras tão popularizadas como essa. Abaixo:

  • “Penalti é tão importante que quem devia bater é o presidente do clube”.
  • “Se macumba ganhasse jogo, o campeonato baiano terminava sempre empatado”.
  • “Se concentração ganhasse jogo, o time do presidío não perdia uma partida”.
  • “Quem pede tem preferência, quem se desloca recebe”.
  • “Bola tem que ser rasteira, porque o couro vem da vaca e a vaca gosta de grama”.
  • “Jogador tem que ir na bola com a mesma disposição de quem vai num prato de comida”.
  • “O goleiro deve andar sempre com a bola. Se tiver mulher, dorme abraçado com as duas”.
  • “Jogue a bola pra cima, pois enquanto ela estiver no alto não há perigo de gol”.
  • “Jogador bom é que nem sorveteria: tem várias qualidades”.
  • “Goleiro é uma posição tão amaldiçoada que onde ele pisa nem grama nasce”.
  • “Futebol é simples: quem tem a bola ataca; quem não tem defende”.

– Seu clube de futebol realmente é uma empresa?

Repost do ano passado:

Esse quadro da Pluri Consultoria (abaixo) é perfeito: os times de futebol agem como empresas responsáveis?

Para muitas agremiações, essa dúvida é perturbadora veja abaixo:

– A França é a grande favorita para a Copa 2026?

E a França, de fato, está sobrando em campo

É imprudente afirmar que, se fosse hoje, a maior favorita para a Copa é a Seleção Francesa?

Eu sei que na Copa, competição de um pouco mais de um mês, quem estiver melhor, leva. Mas me parece que a qualidade da França vai perdurar…

– E o Botafogo?

Rapaz… que baile o Botafogo levou do Athletico Paranaense na Arena da Baixada!

Não só pelo placar, mas pelo futebol jogado.

Ou se arruma fora de campo, para que dentro seja muito bom, ou… a SAF pegou na série B, deu uma Libertadores, endividou-se, e devolverá na série B.

– De novo? O Vírus FIFA nas Seleções existe. O que fazer?

Toda Data-Fifa, atletas se machucam e deixam seus times sem o trabalho deles

Agora: Raphinha e Weslley cortados por lesão.

Recordando um post sobre esse assunto, do ano passado:

Eu me recordo do Márcio Santos, que jogava na Holanda e foi convocado para a Seleção Brasileira. Pouco tempo em campo, se lesionou. E a CBF o devolveu ao seu time com o atleta precisando de meses de recuperação.

Vários jogadores sofrem com isso, e agora foi a vez de Gérson, do Flamengo.

E o que fazer?

Temos muitas datas-FIFA… e não há quem aguente, Os clubes pagam o atleta, vai de graça para a Seleção e volta lesionado.

– E quando tem infração em pênalti?

Cada vez que as pessoas lêem as decisões que o árbitro deve tomar nas cobranças de pênaltis, surgem as mais diversas dúvidas… (e a gente tenta responder).

Quem disse que a regra é clara?

– Por que não rendem na Seleção?

Vinícius Jr e Raphinha estiveram aquém do que jogam nos seus clubes (Real Madrid e Barcelona).

É óbvio que lá estão entrosados, jogam cotidianamente com seus companheiros, mas… os franceses vivem a mesma situação, e foram bem melhores no primeiro tempo.

Será que, infelizmente, vale aquela máxima de que “há jogador de clube e há jogador de Seleção”?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Portuguesa Santista (Rodada 17 do Paulistão A3, Jogo de Ida).

E para o confronto do Galo contra a Lusinha das Praias, a FPF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rafael Gomes Félix da Silva
Árbitro Assistente 1: Risser Jarussi Corrêa
Árbitro Assistente 2: Welber Venâncio da Silva
Quarta Árbitra: Adeli Mara Monteiro
VAR: Márcio Mattos dos Santos
AVAR1: Fábio Rogério Baesteiro
Quality Manager: Celso Barbosa de Oliveira
Analista de Vídeo: Luciano Alves de Lima

Rafael Gomes Félix da Silva é um excelente árbitro, apitou Série A1 de 2016 a 2019, e não sei o motivo, não deslanchou a carreira. Nesse ano trabalhou (muito bem) em Desportivo Brasil x Paulista. Em outras oportunidades que apitou jogos do Paulista, foi igualmente bem.

Com a tendência de deixar o jogo correr, estar bem posicionado e não ter problemas técnicos, me recordo de várias partidas dele. Porém, no ano retrasado, só apitou categorias amadoras e A4. No ano passado, até como 4º árbitro na A4 trabalhou. E voltou bem para a Série A3.

Não sei se por estar com 42 anos, a FPF resolveu não lhe dar mais oportunidades nas divisões principais, ou se ocorreu algum outro motivo. É experiente e a tendência é de ter uma boa atuação.

Acompanhe Paulista de Jundiaí x Portuguesa Santista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começará às 19h00 (28/03, sábado), mas desde às 18h00 o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– De novo? O Vírus FIFA nas Seleções existe. O que fazer?

Toda Data-Fifa, atletas se machucam e deixam seus times sem o trabalho deles

Agora: Raphinha e Weslley cortados por lesão.

Recordando um post sobre esse assunto, do ano passado:

Eu me recordo do Márcio Santos, que jogava na Holanda e foi convocado para a Seleção Brasileira. Pouco tempo em campo, se lesionou. E a CBF o devolveu ao seu time com o atleta precisando de meses de recuperação.

Vários jogadores sofrem com isso, e agora foi a vez de Gérson, do Flamengo.

E o que fazer?

Temos muitas datas-FIFA… e não há quem aguente, Os clubes pagam o atleta, vai de graça para a Seleção e volta lesionado.

– Eu concordo com o Endrick:

Na imagem, a fala do jovem Endrick sobre o que seria o Brasil na Copa do Mundo.

Concordo! A Seleção ser eliminada nas fases iniciais seria uma aposta difícil.

– A “Jenialidade” do “Brasa” para a Seleção Brasileira!

Já não bastasse a camisa azul ter sido contestada (falamos aqui sobre a polêmica de estar “endemoniada”, em: https://wp.me/p4RTuC-1eIU), agora a tradicional camisa amarela entra em discussão.

A Nike criou uma campanha chamada “Brasa”, alegando que incorporou no uniforme o grito da torcida (as meias oficiais do jogo tem essa palavra).

Você conhece alguém que torce para a Seleção Brasileira e grita: “Vai, Brasa”? Que forçação de barra…

Brasa é calor, fogo, fagulha. E se realmente havia uma possível camisa alternativa vermelha, com a campanha “Joga Infernal”, faria sentido o outro uniforme ter essa referência (ainda que seja ridícula). Lembrando: a campanha agora é: “Joga Sinistro” (eu preferia a antiga, “Joga Bonito”).

Eu imagino que, apesar da publicidade, não pegará o termo já rejeitado por muitos.

E você, gostou do “Brasa“?

– Hoje é Dia de Seleção Brasileira!

Hoje à tarde teremos o amistoso da Seleção contra a França. Não importa se irá com a zaga reserva (que, se está na escalada, deve ser competente). Mas me impressiona Ancelotti (se confirmado) ir com 4 atacantes: Vinícius Jr, Matheus Cunha, Raphinha e Martinelli.

Imagino que será um jogão, com muitos gols! Aguardemos.

– Por que não rendem na Seleção?

Vinícius Jr e Raphinha estiveram aquém do que jogam nos seus clubes (Real Madrid e Barcelona).

É óbvio que lá estão entrosados, jogam cotidianamente com seus companheiros, mas… os franceses vivem a mesma situação, e foram bem melhores no primeiro tempo.

Será que, infelizmente, vale aquela máxima de que “há jogador de clube e há jogador de Seleção”?

– Minha coluna no JJ:

Minha coluna no Jornal de Jundiaí já está disponível!
Prestigie:

– E se o lance polêmico de Cruzeiro vs Santos fosse com Impedimento Semi-Automático?

No último domingo, nós vimos no Mineirão o gol do Santos FC (que poderia ser o da vitória do Peixe) ser anulado.

Na imagem congelada, parecia que apenas a mão do atacante estava à frente da linha traçada (perpendicularmente, com pixels horrorosos). E como a mão de um jogador de linha não é uma parte jogável, o gol seria legal. Porém, justificou-se que havia um pedaço do pé à frente (confesso: para mim, aparentemente, gol legal, estando em mesma linha).

Dias atrás, na partida Atlético Madrid vs Bétis, tivemos também um milimétrico impedimento anotado e discutido (este, estava mesmo). Veja a imagem abaixo:

A pergunta é: estaremos preparados para “sacrificar” o impedimento semi automático no Brasil, quando ele chegar? Aceitaremos que uma lasca de unha à frente (de acordo com a regra) está impedido?

Eu imagino que haverá um grande inconformismo (ou melhor: continuará) com as precisões e imagens melhores…

Olhe o biquinho da chuteira. Se o jogador calçasse 43 e não 42, estaria em condições.

– A decepção chamada Cruzeiro.

Como explicar a Raposa no Brasileirão?

De 24 pontos disputados, o Cruzeiro conquistou míseros 4 (nenhuma vitória, apenas 4 empates).

Com um mecenas à frente da SAF, bons jogadores e muito investimento financeiro, ou o time se reinventa com Arthur Jorge ou precisa se repensar completamente

– Acredite: em apenas 8 rodadas de 38, já caíram 40% dos treinadores.

Em média, 1 treinador é demitido por Rodada no Brasileirão!

Olhe só que número absurdo: 8 rodadas, 8 demissões. Restam 12 no cargo. Quantos cairão até a rodada 38? Ou melhor: quem serão os felizardos que permanecerão empregados?

– 10 anos sem Johan Cruyff.

Puxa, já faz 10 anos que o craque holandês nos deixou. Compartilho o que escrevemos naquele triste dia e algumas frases de efeito dele:

O CIGARRO LEVOU CRUYFF

O incrível jogador holandês Johan Cruyff faleceu. Vítima do câncer de pulmão, era tabagista compulsivo. Após largar o vício  (20 anos depois), descobriu que estava enfermo.

“Cróife” era um gênio com as bolas no pé. São dele algumas das 25 frases magistrais do futebol (extraídas de futebol.com), como:

  1. Técnica não é poder fazer 100 embaixadas. Qualquer um pode fazer isso se praticar. Da até para trabalhar no circo. Técnica é passar a bola com um toque, na velocidade correta, no pé certo do seu companheiro.
  2. Alguém que faz graça com a bola no ar durante um jogo, dando tempo para os quatro defensores adversários voltarem, é o jogador que as pessoas pensam ser ótimo. Eu digo que ele deve ir para o circo.
  3. Escolha o melhor jogador para cada posição e você não terá a melhor equipe, apenas 11 bons de cada uma.
  4. No meu time, o goleiro é o primeiro atacante e o atacante, o primeiro defensor.
  5. Por que não se pode vencer um clube rico? Nunca vi um saco de dinheiro marcar gol.
  6. Eu sempre jogava a bola para frente porque se eu a recebesse de volta, era o único jogador desmarcado.
  7. Sou um ex-jogador, ex-dirigente, ex-treinador, ex-presidente honorário. Uma lista bacana que, mais uma vez, mostra que tudo chega a um fim.
  8. Jogadores que não são verdadeiros líderes mas tentam ser, sempre brigam com os outros depois de um erro. Líderes de verdade dentro de campo já sabem que os outros vão errar.
  9. O que é velocidade? A mídia esportiva sempre confunde velocidade com visão. Veja, se eu começar a correr antes que os outros vou sempre parecer mais rápido.
  10. Tem apenas um momento em que você pode chegar na hora. Se você não estiver lá. Você estará sempre adiantado ou atrasado.
  11. Antes de cometer um erro, eu não cometo esse erro.
  12. Em uma partida de futebol, é estatisticamente provado que os jogadores tem a posse de bola por 3 minutos, em média. Então, o mais importante é: o que fazer nos 87 minutos em que você não tem a bola. Isso é o que determina se você é um bom jogador ou não.
  13. Depois de ganhar alguma coisa, você não estará mais 100%, mas 90%. É como uma garrafa de água com gás quando fica sem tampa. Pouco tempo depois fica com menos gás dentro.
  14. Tem apenas uma bola, então você precisa tê-la.
  15. Não sou religioso. Na Espanha todos os 22 jogadores faziam o sinal da cruz antes de entrar em campo. Se isso funcionasse, todas as partidas terminariam empatadas.
  16. Precisamos fazer com que o pior jogador deles tenha a posse da bola. Teremos ela de volta em pouco tempo.
  17. Se você tem a posse da bola, precisa fazer com que o campo seja o maior possível, mas se você não tem, precisa fazer com que fiquei o menor possível.
  18. Todo jogador profissional de golfe tem um treinador para suas tacadas, outro para suas colocadas, para seus tiros. No futebol temos um treinador para 15 jogadores. Isso é absurdo.
  19. Sobreviver à primeira fase nunca é o meu objetivo. O ideal seria estar com Brasil, Argentina e Alemanha no mesmo grupo. Assim eu teria eliminado dois rivais na primeira fase. É como eu penso. Idealista.
  20. Os jogadores hoje só sabem chutar com o peito do pé. Eu podia chutar com o peito, de chapa e a parte de fora de ambos os pés. Em outras palavras, eu era seis vezes melhor que os jogadores de hoje.
  21. Qualidade sem resultado é inútil. Resultado sem qualidade é entediante.
  22. Existem poucos jogadores que sabem o que fazer quando não estão marcados. Então as vezes você fala para o seu jogador: aquele atacante é muito bom, mas não marque ele.
  23. Acho ridículo quando um talento é rejeitando baseado em estatísticas de computador. Baseado nos critérios do Ajax de hoje eu teria sido rejeitado. Quando tinha 15 anos não conseguia chutar uma bola mais de 15 metros com minha perna esquerda e talvez 20 com a direita. Minhas qualidades, técnicas e visões não podem ser detectadas por um computador.
  24. Jogar futebol é muito simples, mas jogar um futebol simples é a parte mais difícil do jogo.
  25. Se eu quisesse que você entendesse isso, eu teria explicado melhor.

Que descanse em paz!

Imagem extraída de: https://www.voetbalshirtskoning.nl/blog/top-10-mooiste-voetbalshirts/

– E se o lance polêmico de Cruzeiro vs Santos fosse com Impedimento Semi-Automático?

No último domingo, nós vimos no Mineirão o gol do Santos FC (que poderia ser o da vitória do Peixe) ser anulado.

Na imagem congelada, parecia que apenas a mão do atacante estava à frente da linha traçada (perpendicularmente, com pixels horrorosos). E como a mão de um jogador de linha não é uma parte jogável, o gol seria legal. Porém, justificou-se que havia um pedaço do pé à frente (confesso: para mim, aparentemente, gol legal, estando em mesma linha).

Dias atrás, na partida Atlético Madrid vs Bétis, tivemos também um milimétrico impedimento anotado e discutido (este, estava mesmo). Veja a imagem abaixo:

A pergunta é: estaremos preparados para “sacrificar” o impedimento semi automático no Brasil, quando ele chegar? Aceitaremos que uma lasca de unha à frente (de acordo com a regra) está impedido?

Eu imagino que haverá um grande inconformismo (ou melhor: continuará) com as precisões e imagens melhores…

Olhe o biquinho da chuteira. Se o jogador calçasse 43 e não 42, estaria em condições.

– A “Jenialidade” do “Brasa” para a Seleção Brasileira!

Já não bastasse a camisa azul ter sido contestada (falamos aqui sobre a polêmica de estar “endemoniada”, em: https://wp.me/p4RTuC-1eIU), agora a tradicional camisa amarela entra em discussão.

A Nike criou uma campanha chamada “Brasa”, alegando que incorporou no uniforme o grito da torcida (as meias oficiais do jogo tem essa palavra).

Você conhece alguém que torce para a Seleção Brasileira e grita: “Vai, Brasa”? Que forçação de barra…

Brasa é calor, fogo, fagulha. E se realmente havia uma possível camisa alternativa vermelha, com a campanha “Joga Infernal”, faria sentido o outro uniforme ter essa referência (ainda que seja ridícula). Lembrando: a campanha agora é: “Joga Sinistro” (eu preferia a antiga, “Joga Bonito”).

Eu imagino que, apesar da publicidade, não pegará o termo já rejeitado por muitos.

E você, gostou do “Brasa“?

– Sobre a polêmica do Uniforme 2 da Seleção Brasileira quanto a cor e à gravura (a Camisa Azul)

Os uniformes da Seleção Brasileira, no princípio, eram Branco (1) e Azul (2). A Camisa Amarela surgiu depois da derrota contra o Uruguai, no “Maracanazzo” (a copa que perdemos em 1950), quando a Branca foi aposentada por ser considerada “azarada”.

Na decisão da Copa de 58, contra a Suécia em sua casa, no sorteio dos uniformes (tanto Brasil quanto Suécia usam Camisa Amarela), os suecos ganharam o direito de jogar de Amarelo. Assim, muitos estavam preocupados em jogar de Azul (outra bobagem), pois já tinham começado a “perder no sorteio do uniforme”.

Eis que o Dr Paulo Machado de Carvalho, o “Marechal da Vitória”, teve a espetacular sacada: avisou aos jogadores que tudo conspirava para a conquista do Mundial e que eles deveriam estar confiantes, pois o desejo era esse mesmo: jogar de Azul, a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. E deu no que deu… veio o primeiro Mundial e conhecemos um tal de Pelé!

Em 2006, a Nike, patrocinadora de Seleção Brasileira, inovou com uma campanha fantástica chamada “Joga Bonito”: cores verde-amarela, propagandas com jogadas sensacionais e música de Sérgio Mendes.

Eis que em 2025, surgiu a história de que o Brasil jogaria com uma camisa vermelha! Houve muita repercussão, e a questão política entrou no meio: Bolsonaristas usavam a Amarela e Lulistas usariam a Vermelha. O certo é: a camisa não saiu (e hoje, sabe-se que realmente ela seria produzida no modelo abaixo, com uma possível Campanha “Joga Infernal” ou algo do tipo, para dizer que a Seleção Brasileira assustava os adversários).

O Azul foi mantido, com o desenho do modelo Vermelho, e a propaganda passou a se chamar “Joga Sinistro”.

Ao ser divulgada, ganhou repercussão: afinal, que figura é essa estampada?

Muitos alegam que seria o Encardido… (Príncipe do Inferno). Será?

Não sei. Pela lógica, o mote dos publicitários era esse mesmo. Independente disso, a achei feia. Vide o modelo retrô da Azul: não é mais bonito?

– Os 3 lances polêmicos de Corinthians 1×1 Flamengo:

Tanto Corinthians quanto Flamengo reclamaram da arbitragem de Rodrigo José Pereira de Lima (FIFA-PE). Com ou sem razão?

1- Sobre a expulsão de Everton Araújo: o atleta vai disputar a bola de maneira temerária. Não é um carrinho frontal certeiro (lance para Cartão Vermelho), até porque o árbitro deveria perceber que Breno Bidon valoriza a queda (uma situação típica do futebol brasileiro: tudo vira agressão e contusão). Era para Cartão Amarelo. Mesmo com VAR, o árbitro manteve o erro e expulsou o flamenguista.

2- A respeito do suposto pênalti de Ayrton Lucas em André: não foi o flamenguista que calçou o corintiano, repare no vídeo que ele está parado, e André vai chutar e se enrosca no adversário. Não se pode marcar nada ali (esqueça quem alega imprudência, é uma situação diferente: ser imprudente é não querer fazer a falta, e cometer sem querer; ali, é André quem tem a ação sobre Ayrton Lucas, se chama casualidade). Acertou a arbitragem.

3- O lance de Gabriel Paulista em Jorginho: ali, confesso que fiquei muito em dúvida, pois as imagens não ajudam tanto. A priori, Gabriel abre o braço e atinge Jorginho, que demora um pouco e cai. Fiquei tentando avaliar: abriu o braço para ganhar espaço, sem querer atingir o adversário, e o atinge mesmo assim; ou, ainda, quis agredir o adversário intencionalmente? Na câmera atrás do gol, aparece o árbitro bem posicionado, com a imagem limpa, observando. Respeito quem entendeu como agressão ou quem avaliou como o árbitro.

A questão é: em casa, com 10 atletas por boa parte do jogo, nesse futebol tão físico que temos, o Corinthians não soube tirar vantagem técnico-tática.

– E Abel Ferreira recebeu o 14º pelo Palmeiras contra o São Paulo (o 14º Cartão Vermelho)…

Você não pode contestar as conquistas de Abel Ferreira no Palmeiras. São números altos, sejamos justos.

Você pode contestar a beleza (ou a falta de) do futebol apresentado, afinal, não atrai ninguém (compare com os jogos da Premiere League).

Você certamente concordará que o comportamento do treinador à beira do campo é péssimo, mal-educado e antidesportivo. Na Europa, NUNCA ele conseguiria, por uma temporada inteira, fazer os chiliques que ele faz no Brasil.

No Choque-Rei de sábado, ele estava raivoso, numa guerra, demonstrando ódio e não garra (o que não combina com o esporte). Após ser expulso, segundo a súmula, ainda chamou Anderson Daronco de “cagão.

Isso é comportamento de alguém vitorioso e exemplar?

Se você fizer uma busca rápida por IA, aparecerá o seguinte:

Desde sua chegada ao Palmeiras em novembro de 2020 até março de 2026, Abel Ferreira acumulou um alto número de cartões, ultrapassando 80 advertências no Brasil, com uma média notável de cartões amarelos e vermelhos por temporada devido a reclamações.
Resumo da Disciplina de Abel Ferreira (Nov/2020 – Mar/2026):
  • Total de Cartões: Mais de 80.
  • Cartões Amarelos: A grande maioria, comumente por reclamações, acumulando mais de 70.
  • Cartões Vermelhos: Já recebeu 14 expulsões na carreira no Brasil.
Abel Ferreira é frequentemente citado como um dos treinadores mais advertidos no futebol brasileiro desde sua chegada, acumulando frequentemente mais cartões do que derrotas em certas temporadas.

– O sorteio da Copa do Brasil: (5ª fase).

A 5ª fase da Copa do Brasil está sorteada!

Qual o confronto mais equilibrado? E o mais disparate tecnicamente?

– 24/03: 10 anos sem Johan Cruyff.

Puxa, 10 anos que o craque holandês nos deixou. Compartilho o que escrevemos naquele triste dia e algumas frases de efeito dele:

O CIGARRO LEVOU CRUYFF

O incrível jogador holandês Johan Cruyff faleceu. Vítima do câncer de pulmão, era tabagista compulsivo. Após largar o vício  (20 anos depois), descobriu que estava enfermo.

“Cróife” era um gênio com as bolas no pé. São dele algumas das 25 frases magistrais do futebol (extraídas de futebol.com), como:

  1. Técnica não é poder fazer 100 embaixadas. Qualquer um pode fazer isso se praticar. Da até para trabalhar no circo. Técnica é passar a bola com um toque, na velocidade correta, no pé certo do seu companheiro.
  2. Alguém que faz graça com a bola no ar durante um jogo, dando tempo para os quatro defensores adversários voltarem, é o jogador que as pessoas pensam ser ótimo. Eu digo que ele deve ir para o circo.
  3. Escolha o melhor jogador para cada posição e você não terá a melhor equipe, apenas 11 bons de cada uma.
  4. No meu time, o goleiro é o primeiro atacante e o atacante, o primeiro defensor.
  5. Por que não se pode vencer um clube rico? Nunca vi um saco de dinheiro marcar gol.
  6. Eu sempre jogava a bola para frente porque se eu a recebesse de volta, era o único jogador desmarcado.
  7. Sou um ex-jogador, ex-dirigente, ex-treinador, ex-presidente honorário. Uma lista bacana que, mais uma vez, mostra que tudo chega a um fim.
  8. Jogadores que não são verdadeiros líderes mas tentam ser, sempre brigam com os outros depois de um erro. Líderes de verdade dentro de campo já sabem que os outros vão errar.
  9. O que é velocidade? A mídia esportiva sempre confunde velocidade com visão. Veja, se eu começar a correr antes que os outros vou sempre parecer mais rápido.
  10. Tem apenas um momento em que você pode chegar na hora. Se você não estiver lá. Você estará sempre adiantado ou atrasado.
  11. Antes de cometer um erro, eu não cometo esse erro.
  12. Em uma partida de futebol, é estatisticamente provado que os jogadores tem a posse de bola por 3 minutos, em média. Então, o mais importante é: o que fazer nos 87 minutos em que você não tem a bola. Isso é o que determina se você é um bom jogador ou não.
  13. Depois de ganhar alguma coisa, você não estará mais 100%, mas 90%. É como uma garrafa de água com gás quando fica sem tampa. Pouco tempo depois fica com menos gás dentro.
  14. Tem apenas uma bola, então você precisa tê-la.
  15. Não sou religioso. Na Espanha todos os 22 jogadores faziam o sinal da cruz antes de entrar em campo. Se isso funcionasse, todas as partidas terminariam empatadas.
  16. Precisamos fazer com que o pior jogador deles tenha a posse da bola. Teremos ela de volta em pouco tempo.
  17. Se você tem a posse da bola, precisa fazer com que o campo seja o maior possível, mas se você não tem, precisa fazer com que fiquei o menor possível.
  18. Todo jogador profissional de golfe tem um treinador para suas tacadas, outro para suas colocadas, para seus tiros. No futebol temos um treinador para 15 jogadores. Isso é absurdo.
  19. Sobreviver à primeira fase nunca é o meu objetivo. O ideal seria estar com Brasil, Argentina e Alemanha no mesmo grupo. Assim eu teria eliminado dois rivais na primeira fase. É como eu penso. Idealista.
  20. Os jogadores hoje só sabem chutar com o peito do pé. Eu podia chutar com o peito, de chapa e a parte de fora de ambos os pés. Em outras palavras, eu era seis vezes melhor que os jogadores de hoje.
  21. Qualidade sem resultado é inútil. Resultado sem qualidade é entediante.
  22. Existem poucos jogadores que sabem o que fazer quando não estão marcados. Então as vezes você fala para o seu jogador: aquele atacante é muito bom, mas não marque ele.
  23. Acho ridículo quando um talento é rejeitando baseado em estatísticas de computador. Baseado nos critérios do Ajax de hoje eu teria sido rejeitado. Quando tinha 15 anos não conseguia chutar uma bola mais de 15 metros com minha perna esquerda e talvez 20 com a direita. Minhas qualidades, técnicas e visões não podem ser detectadas por um computador.
  24. Jogar futebol é muito simples, mas jogar um futebol simples é a parte mais difícil do jogo.
  25. Se eu quisesse que você entendesse isso, eu teria explicado melhor.

Que descanse em paz!

Imagem extraída de: https://www.voetbalshirtskoning.nl/blog/top-10-mooiste-voetbalshirts/

– Acredite: em apenas 8 rodadas de 38, já caíram 40% dos treinadores.

Em média, 1 treinador é demitido por Rodada no Brasileirão!

Olhe só que número absurdo: 8 rodadas, 8 demissões. Restam 12 no cargo. Quantos cairão até a rodada 38? Ou melhor: quem serão os felizardos que permanecerão empregados?

– Os 3 lances polêmicos da arbitragem de Red Bull Bragantino 1×2 Botafogo.

Em um jogo onde o Massa Bruta foi superior ao Fogão no primeiro tempo, mas que na segunda etapa a partida decaiu, alguns lances polêmicos:

1- Logo aos 2 minutos, Joaquín Correa entrou na área, Gabriel o cercava e tentava roubar a bola. Eis que o botafoguense cai na área, o árbitro Lucas Casagrande (aquele que foi suspenso em Red Bull Bragantino x Grêmio, na mesma semana que Ramon Abatti Abel) está bem posicionado e manda seguir. Induzido pelo VAR Daniel Bins, muda de decisão e marca pênalti. 

Acertou ou errou?

Na sua decisão de campo, acertou. Ao sucumbir na revisão, errou. O jogador parece cair sozinho, não sendo calçado infracionalmente ou não existindo um toque no joelho, como se prega. Vendo e revendo, não consigo ver o pênalti. Assim, “cavou-se” um pênalti.

Pergunto: por ter errado a favor do Red Bull Bragantino no ano passado, em caso de dúvida, errou contra? Não sei, mas sei que faltou personalidade em não bater no peito e manter sua decisão.

2- O gol anulado do Red Bull Bragantino, marcado por Mosquera: ocorreu o chamado “impedimento por interferência a um adversário”, ou seja, não foi um impedimento ativo por tocar na bola, mas por não permitir que o jogador da outra equipe disputasse.

Repare: A bola foi para Mosquera (em posição legal, que faz o gol), mas Sasha está em posição de impedimento e atrapalha Alex Telles de correr. Se Sasha estivesse do outro lado do campo, mesmo à frente, seria impedimento passivo. Mas como está “trombando” com outro atleta que poderia tentar correr para a disputa, torna-se ativo. Acertou a arbitragem.

3- O lance de Santiago Rodriguez: com o jogo já parado, Gabriel (RBB) tentou dar um totozinho para retardar a cobrança de falta rápida do Botafogo. Santiago Rodriguez (BFR) atropela o atleta bragantino. AMBOS deveriam receber o cartão amarelo (o primeiro por impedir a cobrança rápida e o segundo pela atitude inconveniente). Santi já tinha amarelo, e por isso, deveria ser expulso e o Red Bull Bragantino jogaria um tempo inteiro com 10 atletas.

A arbitragem brasileira, agora profissionalizada, não está indo bem..

– Afinal, o Irã irá para a Copa do Mundo ou não?

Como a FIFA fará com o Irã se recusando ir aos EUA, como disse dias atrás?

Não pode se dar a vaga para a Seleção seguinte na classificação, pois há a repescagem asiática e os direitos dos jogos já foram vendidos. 

Por outro lado, surgiu a especulação na Internet de que o Irã aceitaria jogar no México, se recusando a entrar no território dos Estados Unidos.

É obvio que, mesmo com boa vontade, o Irã não tem chance de jogar a final do Mundial. Mas mesmo se fosse, duvido que a FIFA tiraria a final da terra de Donald Trump…

 

– Bastidores da Seleção viram série e revelam era Ancelotti rumo a 2026.

Série inédita revela bastidores da Seleção rumo à Copa 2026 com Ancelotti. Projeto aposta em transparência e conexão com torcedores. #Linkezine ⚽ O …

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– E Abel Ferreira recebeu o 14º pelo Palmeiras contra o São Paulo (o 14º Cartão Vermelho)…

Você não pode contestar as conquistas de Abel Ferreira no Palmeiras. São números altos, sejamos justos.

Você pode contestar a beleza (ou a falta de) do futebol apresentado, afinal, não atrai ninguém (compare com os jogos da Premiere League).

Você certamente concordará que o comportamento do treinador à beira do campo é péssimo, mal-educado e antidesportivo. Na Europa, NUNCA ele conseguiria, por uma temporada inteira, fazer os chiliques que ele faz no Brasil.

No Choque-Rei de sábado, ele estava raivoso, numa guerra, demonstrando ódio e não garra (o que não combina com o esporte). Após ser expulso, segundo a súmula, ainda chamou Anderson Daronco de “cagão”.

Isso é comportamento de alguém vitorioso e exemplar?

Se você fizer uma busca rápida por IA, aparecerá o seguinte:

Desde sua chegada ao Palmeiras em novembro de 2020 até março de 2026, Abel Ferreira acumulou um alto número de cartões, ultrapassando 80 advertências no Brasil, com uma média notável de cartões amarelos e vermelhos por temporada devido a reclamações.
Resumo da Disciplina de Abel Ferreira (Nov/2020 – Mar/2026):
  • Total de Cartões: Mais de 80.
  • Cartões Amarelos: A grande maioria, comumente por reclamações, acumulando mais de 70.
  • Cartões Vermelhos: Já recebeu 14 expulsões na carreira no Brasil.
Abel Ferreira é frequentemente citado como um dos treinadores mais advertidos no futebol brasileiro desde sua chegada, acumulando frequentemente mais cartões do que derrotas em certas temporadas.

– Os 3 lances polêmicos de Corinthians 1×1 Flamengo:

Tanto Corinthians quanto Flamengo reclamaram da arbitragem de Rodrigo José Pereira de Lima (FIFA-PE). Com ou sem razão?

1- Sobre a expulsão de Everton Araújo: o atleta vai disputar a bola de maneira temerária. Não é um carrinho frontal certeiro (lance para Cartão Vermelho), até porque o árbitro deveria perceber que Breno Bidon valoriza a queda (uma situação típica do futebol brasileiro: tudo vira agressão e contusão). Era para Cartão Amarelo. Mesmo com VAR, o árbitro manteve o erro e expulsou o flamenguista.

2- A respeito do suposto pênalti de Ayrton Lucas em André: não foi o flamenguista que calçou o corintiano, repare no vídeo que ele está parado, e André vai chutar e se enrosca no adversário. Não se pode marcar nada ali (esqueça quem alega imprudência, é uma situação diferente: ser imprudente é não querer fazer a falta, e cometer sem querer; ali, é André quem tem a ação sobre Ayrton Lucas, se chama casualidade). Acertou a arbitragem.

3- O lance de Gabriel Paulista em Jorginho: ali, confesso que fiquei muito em dúvida, pois as imagens não ajudam tanto. A priori, Gabriel abre o braço e atinge Jorginho, que demora um pouco e cai. Fiquei tentando avaliar: abriu o braço para ganhar espaço, sem querer atingir o adversário, e o atinge mesmo assim; ou, ainda, quis agredir o adversário intencionalmente? Na câmera atrás do gol, aparece o árbitro bem posicionado, com a imagem limpa, observando. Respeito quem entendeu como agressão ou quem avaliou como o árbitro.

A questão é: em casa, com 10 atletas por boa parte do jogo, nesse futebol tão físico que temos, o Corinthians não soube tirar vantagem técnico-tática.

– Análise da Arbitragem de Catanduva 1×3 Paulista.

Na melhor apresentação do Galo Jundiaiense em 2026 (os 15 minutos iniciais foram irrepreensíveis), uma arbitragem “sem motivação em campo” de Salim Fendez Chaves.

Em muitos momentos, andou em campo. No primeiro tempo, sem lances polêmicos. No segundo, resolveu soltar vários cartões e não fazer uso da advertência verbal.

Na justa vitória do Paulista, um detalhe: o segundo gol do Galo nasceu de uma falta cometida ainda no campo de defesa. Se tivesse VAR, pelo protocolo, por não ter tido um “segundo momento” (entenda: o adversário não ter roubado a bola ou ela saído), o gol seria anulado (pois, o zagueiro do Paulista roubou no campo de defesa cometendo uma falta, na lateral direita, e o Galo foi tocando a bola até o gol). Se alguém conseguisse ser combativo com um desvio, por exemplo, o gol deveria ser validado. Matheus Arcanjo não tem nada a ver com isso e fez o gol.

Aos 85m, de cabeça quente pela eliminação, Rodrigo agrediu o jogador do Paulista antes da cobrança de um escanteio. Cartão Vermelho correto.

Parabéns ao Paulista pela classificação!

– O que o Daronco fará em campo, depois da pressão de Palmeiras e São Paulo?

Teremos mais um Choque-Rei nesse final de semana, e de novo as presepadas* ocorrem.

Abel Ferreira, treinador do Palmeiras, se diz perseguido desde o último São Paulo x Palmeiras pelo Brasileirão, alegando que os árbitros têm medo de marcar as coisas para o seu time e irem para a geladeira (lance que Ramon Abatti Abel foi suspenso). É uma narrativa de pressão e de distorção, já que o erro da arbitragem favoreceu à sua equipe, e o mesmo treinador nunca admitiu isso.

Rui Costa, diretor do SPFC, rebateu e fez a mesma preparação “pré-jogo de pressão contra a arbitragem“.

Anderson Barros, diretor da SEP, fez o “contra-rebate”, igualmente promovendo pressão.

  • E o que fará Daronco, escalado para esse jogo, dentro de campo?

Fará o óbvio: travará o jogo, não teremos tempo de bola rolando, matará as jogadas com faltinhas no meio de campo e dificilmente veremos jogadores entrando dentro da área.

É o futebol brasileiro… 

(Anotem o tempo de bola rolando dessa partida e comparem com o da Premiere League, La Liga ou Bundesliga).

  • Presepadas são situações ridículas, palhaçadas, desordens, ou comportamentos extravagantes e exagerados. O termo, comumente usado no Brasil, refere-se a confusões ou brincadeiras de mau gosto, frequentemente associadas a atitudes de fanfarrice ou cenas constrangedoras. Também pode indicar algo mal feito ou de má qualidade.

– A decepção chamada Cruzeiro.

Como explicar a Raposa no Brasileirão?

De 24 pontos disputados, o Cruzeiro conquistou míseros 4 (nenhuma vitória, apenas 4 empates).

Com um mecenas à frente da SAF, bons jogadores e muito investimento financeiro, ou o time se reinventa com Arthur Jorge ou precisa se repensar completamente

– Sobre a polêmica do Uniforme 2 da Seleção Brasileira quanto a cor e à gravura (a Camisa Azul)

Os uniformes da Seleção Brasileira, no princípio, eram Branco (1) e Azul (2). A Camisa Amarela surgiu depois da derrota contra o Uruguai, no “Maracanazzo” (a copa que perdemos em 1950), quando a Branca foi aposentada por ser considerada “azarada”.

Na decisão da Copa de 58, contra a Suécia em sua casa, no sorteio dos uniformes (tanto Brasil quanto Suécia usam Camisa Amarela), os suecos ganharam o direito de jogar de Amarelo. Assim, muitos estavam preocupados em jogar de Azul (outra bobagem), pois já tinham começado a “perder no sorteio do uniforme”.

Eis que o Dr Paulo Machado de Carvalho, o “Marechal da Vitória”, teve a espetacular sacada: avisou aos jogadores que tudo conspirava para a conquista do Mundial e que eles deveriam estar confiantes, pois o desejo era esse mesmo: jogar de Azul, a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. E deu no que deu… veio o primeiro Mundial e conhecemos um tal de Pelé!

Em 2006, a Nike, patrocinadora de Seleção Brasileira, inovou com uma campanha fantástica chamada “Joga Bonito”: cores verde-amarela, propagandas com jogadas sensacionais e música de Sérgio Mendes.

Eis que em 2025, surgiu a história de que o Brasil jogaria com uma camisa vermelha! Houve muita repercussão, e a questão política entrou no meio: Bolsonaristas usavam a Amarela e Lulistas usariam a Vermelha. O certo é: a camisa não saiu (e hoje, sabe-se que realmente ela seria produzida no modelo abaixo, com uma possível Campanha “Joga Infernal” ou algo do tipo, para dizer que a Seleção Brasileira assustava os adversários).

O Azul foi mantido, com o desenho do modelo Vermelho, e a propaganda passou a se chamar “Joga Sinistro”.

Ao ser divulgada, ganhou repercussão: afinal, que figura é essa estampada?

Muitos alegam que seria o Encardido… (Príncipe do Inferno). Será?

Não sei. Pela lógica, o mote dos publicitários era esse mesmo. Independente disso, a achei feia. Vide o modelo retrô da Azul: não é mais bonito?