– Os donos da BMW falam das responsabilidades da vida de um bilionário!

Pensa que é fácil ser bilionário?

Ter muito dinheiro ao seu lado dá muitas facilidades às coisas, e ao mesmo tempo dá uma quantidade de obrigações assumidas de grande monta.

Veja esse interessante depoimento dos “donos” da BMW, icônica indústria automobilística,

Extraído de: https://www.infomoney.com.br/negocios/grandes-empresas/noticia/8430703/herdeiros-da-bmw-dizem-que-vida-de-bilionarios-nao-e-tao-facil

HERDEIROS DA BMW DIZEM QUE VIDA DE BILIONÁRIOS NÃO É TÃO FÁCIL

Lidar com a responsabilidade e a inveja de herdar riqueza é um fardo que muitos não compreendem, segundo Susanne Klatten e Stefan Quandt, os irmãos bilionários que juntos são donos de quase metade da BMW.

“Muitos acreditam que estamos permanentemente sentados em um iate no Mediterrâneo”, disse Klatten em rara entrevista à Manager Magazin, que também conversou com seu irmão mais novo, publicada na quinta-feira. “O papel de guardião do patrimônio também tem lados que não são tão bons.”

Klatten – cujo pai Herbert Quandt ajudou a resgatar a BMW no fim dos anos 1950 – é a segunda pessoa mais rica da Alemanha, com uma fortuna avaliada em US$ 8,6 bilhões, de acordo com o Índice de Bilionários Bloomberg. Klatten também tem participações na empresa química Altana e na produtora de carbono SGL Carbono.

Quandt, com participações na empresa de logística Logwin e na fabricante de remédios homeopáticos Heel, tem patrimônio líquido de US$ 15,5 bilhões. Tanto ele quanto a irmã são membros do conselho fiscal da BMW.

“No nosso caso, certamente não é o dinheiro que nos impulsiona”, disse Quandt. “Acima de tudo, é a responsabilidade de garantir empregos na Alemanha.”

Os dois herdeiros dizem que estão confortáveis com seus papéis, mas inicialmente tiveram de fazer um esforço para assumir cargos de alto escalão ainda jovens.

Quandt, que tinha 30 anos quando recebeu seu primeiro assento no conselho, disse que teria preferido trabalhar alguns anos como um “simples” gerente de produtos em algum lugar ou estudar arquitetura.

“Meu ponto de partida nunca foi: ’agora vou mostrar a todos como as coisas devem ser feitas’”, disse Quandt, que questiona a lógica dos impostos sobre heranças. “Pelo contrário, foi um questionamento constante associado à insegurança.”

Klatten, que ganhou notoriedade em 1978 quando a polícia desarmou um plano para sequestrá-la, juntamente com sua mãe Johanna, disse que a redistribuição de riqueza não funciona e que uma sociedade justa deve permitir que as pessoas busquem oportunidades de acordo com suas habilidades.

“Nosso potencial decorre do papel de ser herdeira e desenvolver isso”, disse. “Trabalhamos duro nisso todos os dias.”

– Planejamos novas receitas em nossa vida profissional?

Buscamos uma fonte de renda alternativa, independente de nossos empregos?
É isso que essa matéria discute: sobre novos recursos financeiros, independente da demissão do emprego ou se é desejo de incremento.

Muito bom! Compartilho, extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2017/07/1897575-profissional-deve-desenhar-seu-plano-b-no-auge-diz-administrador.shtml

PROFISSIONAL DEVE DESENHAR SEU PLANO B NO AUGE

Por Carolina Muniz

O que fazer logo depois de ser demitido: descansar ou agir rápido? Vale a pena investir o dinheiro da rescisão em um novo negócio? No recém-lançado “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira”, o administrador e palestrante Marcelo Simonato, 39, dá um passo a passo de como conquistar uma nova vaga -desde a formulação do currículo até a chegada à empresa. Em entrevista, ele fala sobre como planejar a carreira em tempos de instabilidade.

RAIO-X

Idade 39 anos
Atuação Diretor financeiro da consultoria Everis, palestrante e mentor
Formação Administração de empresas e comércio exterior pela Universidade Paulista; MBA em finanças empresariais pele FGV; e MBA em gestão empresarial pela Lassale University, na Filadélfia (EUA)
Obra “Emprego 2.0 – Como Conquistar, Manter e Crescer na Carreira” (editora Preparando Recursos, 127 págs., R$ 30)*

Folha – Qual é o maior erro que os profissionais costumam cometer ao serem demitidos?
Marcelo Simonato – Um grande equívoco é aproveitar a demissão para tirar um tempo de descanso como recompensa por tantos anos de trabalho. Quando a pessoa sai da empresa, carrega por um curto espaço de tempo o sobrenome da organização, um cartão de visitas que pode abrir portas. Se tirar férias durante esse período, esse sobrenome pode acabar esfriando. Então, assim que a demissão acontece, o primeiro passo é comunicá-la a colegas, clientes e fornecedores. Não é preciso ter vergonha por estar desempregado. Em boa parte dos casos, é exatamente por uma indicação desses contatos que surgem novas oportunidades de trabalho.

Como deve ser a rotina do profissional que está em busca de de uma recolocação?
Ele deve encarar a procura por emprego como um novo projeto na carreira, que requer planejamento e disciplina como qualquer outro. Não estou dizendo que ele tem de ficar 12 horas em frente ao computador. Aliás, isso não é eficaz e gera ainda mais estresse. O mais interessante é ter uma rotina bem definida de trabalho, de cerca de três horas pela manhã e outras três à tarde. No tempo livre, é importante se exercitar e ficar com a família. Afinal, de nada adianta encontrar vagas, mas não estar bem emocionalmente na hora das entrevistas.

Quanto tempo vale procurar antes de aceitar uma posição abaixo das expectativas?
Primeiro, é preciso entender se a nomenclatura do cargo que o profissional ocupava anteriormente é compatível com a realidade atual do mercado. Em alguns casos, a pessoa descobre que era gerente na empresa em que trabalhava, mas hoje já se exige mais dessa posição. Aí, ela tem duas alternativas: ou procura emprego para um cargo inferior ou busca se qualificar para preencher essas lacunas. Se o indivíduo tem reservas financeiras, pode continuar batalhando. Se não, é preciso deixar o ego de lado.

Quando perguntado sobre pretensão salarial, o candidato está com receio de fazer exigências? Como negociar?
Sim, muitos estão aceitando qualquer coisa. O profissional não pode derrubar o valor do seu salário logo de cara. Precisa valorizar sua experiência dentro do que a empresa está buscando. Ele pode dizer que imagina receber um valor próximo ao que ganhava na ocupação anterior, mas está aberto a uma proposta da empresa. Provavelmente, o entrevistador vai dizer que o mercado não está pagando tudo isso. Aí, começa a negociação. Nesse momento, ele não pode focar apenas no salário, mas deve usar também os benefícios para chegar em um acordo mais vantajoso.

Como planejar a carreira para se sentir mais seguro diante das incertezas?
É comum a pessoa ficar desempregada e querer montar um negócio. Ela nunca foi empresária e tenta fazer isso com o último recurso que lhe resta. O que acontece, normalmente, é que a empresa quebra alguns anos depois. Por isso, o indicado é começar uma atividade paralela quando ainda se está na ativa, mesmo no auge da carreira. Escolha uma ocupação que tenha prazer em fazer nas horas livres sem se preocupar em transformar isso na sua fonte principal de renda. Numa situação de desemprego, você já terá um plano B desenvolvido.

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Por Marcelo Justo / Folhapress

– Nunca teremos calmaria nas contas e negócios do futebol brasileiro?

Vasco pagando salários do começo do ano; Corinthians negociando parte do pagamento de Abril; Santos reduzindo em até 70% os salários; Honda (do Botafogo) assustado com Bolsonaro e Witzel quanto ao Covid; São Paulo vivendo a necessidade de negociar jogadores para que o mega déficit da gestão Leco não aumente…

O futebol brasileiro é tudo, menos tranquilo e sereno…

Futebol une as pessoas pelo amor e segrega pelo dinheiro ...

– As linhas de crédito da CBF para os clubes

Você pode entender por 3 pontos de vista a abertura das linhas de crédito que a CBF vai liberar aos clubes da série A e B:

  1. Uma ótima iniciativa, pois os clubes estão sem dinheiro e qualquer verba que entrar será bem vinda;
  2. Uma ação normal, já que a CBF é formada pelos clubes e a eles deve servir; ou,
  3. Uma atitude demagógica, pois ela não está dando dinheiro, mas sim adiantando os valores das cotas de TV que as agremiações receberão e que irão para a sua conta como garantia de pagamento (ou seja, risco zero de calote).

Enfim: acreditar que existe caridade por parte da CBF e clubes, é muita ingenuidade. Simplesmente são negócios!

Extraído de: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2020/06/08/cbf-anuncia-linhas-de-credito-para-clubes-das-series-a-e-b-do-brasileiro.htm

CBF ANUNCIA LINHAS DE CRÉDITO PARA CLUBES DAS SÉRIES A E B DO BRASILEIRÃO

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou hoje uma linha de crédito para times da primeira e da segunda divisões do Campeonato Brasileiro, em resposta à pandemia do novo coronavírus e a consequente paralisação de campeonatos. A ideia da entidade é estabelecer um apoio direto às equipes.

Para os participantes da Série A de 2020, a confederação disponibilizará uma linha de crédito total de até R$ 100 milhões sem juros. Os recursos serão concedidos tendo como garantia os valores que cada equipe receberá de contratos de TV e os prêmios por desempenho em competições.

A ideia da CBF, que pagará os valores imediatamente, é compensar a perda de arrecadação dos clubes com a redução dos valores pagos pelas televisões entre abril e junho, além de outras formas de receita — bilheterias, patrocínios e programas de sócio-torcedor, entre outros.

“Temos procurado todas as formas de apoiar os clubes nesse momento difícil”, afirmou o presidente da CBF, Rogério Caboclo. “Não basta que voltem as competições. Precisamos de clubes capazes de retornar a elas de forma competente”, acrescentou o dirigente (cont no link).

A Nova Identidade Visual da CBF - Mariane Mendes

– As contas de Corinthians e Santos estudadas: como sobrevivem?

É incompreensível como os clubes de futebol, ano a ano, se endividam demais e ainda sobrevivem.

Ter como principal receita a venda de jogadores é seguro? Confiar em bilheteria (em tempos de pandemia… esquece)? Trabalhar o marketing de maneira mais inteligente?

Veja, através do consultor Amir Somoggi da Sports Value um comparativo entre Corinthians x Santos. Abaixo:

– A fala e a prática do Corinthians

Anteontem, o Corinthians divulgou uma nota dizendo que não há clima para a volta do futebol, que pensa nas vidas humanas, que se solidariza com todos e outras coisas plausíveis.

Mas ontem… anunciou demissões?

Cadê o espírito humano defendido? Somente da boca pra fora?

Segundo o GloboEsporte.com:

Há um mês, o Corinthians reduziu em 50% e 70% o salário dos empregados (com exceção dos jogadores de futebol, que tiveram corte de 25%). A decisão foi baseada na Medida Provisória 936, editada em abril e que faz parte das iniciativas para enfrentar a crise provocada pela pandemia de coronavírus.

Todos nós sabemos das implicações da crise. Mas fazer um discurso sensível e não vivenciá-lo, pega muito mal!

Corinthians se posiciona contra retorno do futebol

– Os atrasos no Futebol e a grandeza dos clubes pós-pandemia

Marinho, jogador do Santos, declarou que está há 4 meses sem receber seu salário. Corinthians com dívidas astronômicas. São Paulo com déficit de mais de 150 milhões. O rico Flamengo pediu empréstimos…

A culpa é da paralisação do Covid-19? Claro que não. É de bem antes.

Será que equipes como Fortaleza, Bahia, Athlético Paranaense e Red Bull Bragantino, que estão pagando em dia, mostrando gestão responsável e ações de marketing bem interessantes, não serão os grandes emergentes pós-pandemia e que se tornarão bem maiores do que já são?

Em contrapartida, “grandões” de hoje correm o risco de se tornarem bem menores (e a lista de exemplos pode ser muito grande…).

Aguardemos  os próximos meses.

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– As mensalidades das Universidades em tempos de Novo Coronavírus!

Todos têm problemas nesta época pandêmica. Se por um lado algumas despesas caem, por outro, novas contas surgem. É assim para pessoas jurídicas e também para as físicas.

‪No caso específico das universidades, ficará o imbróglio: alunos não conseguem pagar e faculdades não conseguem abrir mão dos valores…‬

‪Difícil resolver!‬

‪Na imagem, o exemplo:‬

– A dívida dos clubes da 3a divisão paulista junto ao Governo!

Pegue qualquer borderô da Série A3 do Campeonato Paulista: o “lucro líquido”, quando existe (na menor parte dos casos), não passa de R$ 1.000,00 (exceção feita aos clubes que brigam pelo acesso, mas que não passa de R$ 3.500,00 a R$ 4.000,00). Na maioria dos clubes e em quase todos os jogos, as rendas são negativas (dão prejuízo). 

É só pegar qualquer borderô no site da FPF e se verificará isso.

Pois bem: leio no site Esporte Jundiaí que as dívidas somadas dos times da A3 na Receita Federal (não estão computadas dívidas trabalhistas, que é o grosso na maior parte das vezes) já atingem mais de R$ 26 milhões de reais.

Sem patrocínios, sem verbas de TV e sem outras fontes de arrecadação, como esses clubes sobrevivem?

Se fossem empresas, já estavam falidos faz tempo!

Em: https://www.esportejundiai.com/2020/05/clubes-da-a3-devem-r-262-milhoes-para-o.html

CLUBES DA A3 DEVEM R$ 26,2 MILHÕES PARA O GOVERNO FEDERAL

As dívidas dos clubes esportivos que compõem a Série A3 somam R$ 26.252.170,00 com o Governo Federal, de acordo com informações da PGFN (Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional). Os dados incluem débitos que estão em situação irregular (em processo de efetiva cobrança) e regular (garantidos, parcelados ou suspensos por decisão judicial). O Paulista não é um dos maiores devedores segundo lista publicada no dia 26 de abril no Jornal de Barretos.

O Comercial Futebol Clube (Ribeirão Preto) é o maior devedor com R$ 7.420.839,24, seguido pelo Esporte Clube Noroeste (Bauru) R$ 5.467.954,28, Marília Atlético Clube (Marília) R$ 5.248.068,41 e Nacional Atlético Clube (São Paulo) R$ 4.833.243,18.

O Paulista Futebol Clube segundo a lista tem dívidas com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional no valor de R$ 796.615,04.

O ranking dos devedores da Série A3, segundo matéria do Jornal de Barretos

  • Comercial Futebol Clube (Ribeirão Preto) – R$ 7.420.839,24
  • Esporte Clube Noroeste (Bauru) – R$ 5.467.954,28
  • Marília Atlético Clube (Marília) – R$ 5.248.068,41
  • Nacional Atlético Clube (São Paulo) – R$ 4.833.243,18
  • Olímpia Futebol Clube (Olímpia) – R$ 904.092,43
  • Rio Preto Esporte Clube (São José do Rio Preto) – R$ 823.342,53
  • Paulista Futebol Clube (Jundiaí) – R$ 796.615,04
  • Associação Esportiva Velo Clube Rioclarense (Rio Claro) – R$ 400.228,89
  • Capivariano Futebol Clube (Capivari) – R$ 53.182,45
  • Grêmio Esportivo Osasco (Osasco) – R$ 40.134,50
  • Batatais Futebol Clube (Batatais) – R$ 18.591,44
  • Esporte Clube Primavera (Indaiatuba) – R$ 7.577,28
  • Esporte Clube São Bernardo (São Bernardo do Campo) – R$ 7.381,00

Paulistão A3 (1)

– Paulista de Jundiaí rifa medalha da Copa do Brasil para aliviar os débitos.

As dificuldades financeiras do Paulista FC, o Galo da Japi, Tricolor Jundiaiense e equipe tradicional do futebol brasileiro (que completará 111 anos neste mês) sempre foram grandes (exceto nos períodos em que foi gerenciado pela Lousano, pela Parmalat e alguns anos pós-encerramento da parceria).

Com o futebol parado, estando na A3 e sem receita alguma, a fim de pagar as contas, o Time de Jundiaí é obrigado a se desfazer de algumas coisas, como, por exemplo, rifar uma das medalhas do seu maior título: a Copa do Brasil de 2005!

Lamentável, mas necessário. Afinal, os “boletos vencem”.

Extraído de: https://www.esportejundiai.com/2020/05/paulista-inicia-rifa-de-uma-medalha-de.html

PAULISTA INICIA RIFA DE MEDALHA DE CAMPEÃO DE 2005

No último sábado, o Paulista Futebol Clube começou uma rifa para venda de um dos artigos que qualquer um que ama o clube deseja ter na sua casa (como também colecionadores): uma medalha de campeão da Copa do Brasil da temporada 2005.

O clube iniciou uma rifa de 100 números ao valor de R$ 10 cada número para adquirir uma das cotas. O valor arrecadado é para ajudar o clube a pagar as suas contas, já que no momento está sem receitas por não ter jogos de futebol, que estão proibidos nesta quarentena, por conta do novo coronavírus.

Por Thiago Batista /// Foto: Divulgação – Paulista FC

– Red Bull Bragantino não precisará cortar salários. Gestão eficiente?

Leio e aplaudo, pois quando o trabalho é sério, deve ser louvado: enquanto a maior parte dos clubes de futebol precisam reduzir salários e cortar funcionários, o Red Bull Bragantino está conseguindo manter as contas em dia e garantir o soldo dos seus colaboradores nos valores costumeiros.

Qual o segredo?

A explicação vem da coluna do Paulo Vinícius Coelho, extraído de: https://globoesporte.globo.com/blogs/blog-do-pvc/post/2020/05/03/bragantino-nao-ameaca-cortar-salarios-de-jogadores-entenda-por-que-e-diferente-dos-mais-ricos-do-pais.ghtml

BRAGANTINO NÃO AMEAÇA CORTAR SALÁRIOS. ENTENDA POR QUÊ É DIFERENTE DOS MAIS RICOS DO PAÍS

Dos vinte clubes da Série A, dezesseis já anunciaram cortes. Só Atlético Goianiense, Athletico Paranaense, Botafogo e Bragantino não disseram que vão cortar. Com todo o respeito ao alvinegro, os salários atrasados do passado explicam por que não muda nada. Com o Bragantino, a situação é diferente.

Com o apoio da empresa de energéticos austríaca, Red Bull, o Bragantino não confia só no dinheiro do exterior, mas no fluxo de caixa que faz rodar pouca quantidade de dinheiro. “Nós não tivemos perdas econômicas, mas de fluxo. O dinheiro de TV vai entrar mais tarde. O dinheiro de bilheteria, que perdemos é pouco”, explica o diretor executivo Thiago Scuro.

Em síntese, como o Bragantino arrecada pouco, mas também gasta pouco, já não contava com o dinheiro de bilheteria e sócio torcedor de que outros clubes dependem. Perderam o patrocínio das mangas de camisa, da Net Bet, momentaneamente. Mas confiam que esta receita retornará, quando os campeonatos retornarem.

O resultado é que o Bragantino garante não cortar salário dos jogadores até o final da crise do coronavírus.

Vitinho em ação pelo Bragantino — Foto: Ari Ferreira/Red Bull Bragantino

Vitinho em ação pelo Bragantino — Foto: Ari Ferreira/Red Bull Bragantino

– O balanço dos clubes de futebol do eixo Rio-SP em 2019

No último dia 30, os clubes de futebol tiveram o prazo encerrado para a divulgação dos seus balanços financeiros em 2019, conforme obriga a Lei Pelé.

Por curiosidade, procurei os 4 grandes paulistas e os 4 grandes cariocas. E são eles:

Flamengo: Superávit R$ 62,9 milhões.

Fluminense: Déficit R$ 9,3 milhões.

Vasco: Déficit R$ 5,0 milhões.

Botafogo: Déficit R$ 20,8 milhões.

São Paulo: Déficit R$ 156 milhões (uau, isso só em 2019).

Santos: Superávit R$ 23,5 milhões (considere a venda espetacular de Rodrygo ao Real Madrid, turbinando as receitas).

Palmeiras: Superávit R$ 1,7 milhão.

Corinthians: não divulgou o balanço (provavelmente terá alguma multa a pagar por tal fato).

Dá para verificar bem claramente (até de uma maneira simplista) que, tirando o Flamengo, só se tem lucro significativo no futebol ultimamente com a venda de jogadores de categoria de base, desde que sejam muito bons.

Análise: Futebol na Europa entende necessidade do lucro · Notícia ...

– 1 bilhão do Itaú contra o Coronavírus

Por maior que seja o lucro de um banco, mesmo sendo uma ação que possa ser encarada como promocional por muitos, ainda contando com clientes insatisfeitos (como eu) por diversos motivos, é inegável a necessidade de se aplaudir o Banco Itaú!

A explicação abaixo, extraída de: https://valor.globo.com/financas/noticia/2020/04/13/itau-doa-r-1-bilhao-e-cria-frente-de-combate-ao-coronavirus.ghtml

ITAÚ DOA R$ 1 BILHÃO E CRIA FRENTE DE COMBATE AO CORONAVÍRUS

Dinheiro se soma a outros R$ 250 milhões já doados pelo Itaú, dos quais R$ 150 milhões por meio da Fundação Itaú para a Educação e Cultura e do Instituto Unibanco

O Itaú Unibanco confirmou nesta segunda-feira a doação de R$ 1 bilhão para financiar ações de combate ao coronavírus, conforme já noticiado pelo Valor, com a criação da iniciativa Todos pela Saúde.

Os recursos serão administrados por um grupo de especialistas, sob a liderança do médico Paulo Chapchap, diretor-geral do Hospital Sírio Libanês. Também integram o grupo o médico, cientista e escritor Drauzio Varella, o ex-presidente da Anvisa Gonzalo Vecina Neto, o ex-diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS) Maurício Ceschin, o consultor do Conselho dos Secretários de Saúde (Conass) Eugênio Vilaça Mendes, o presidente do Hospital Albert Einstein, Sidney Klajner, e o presidente do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), instituição ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Pedro Barbosa.

O ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga também dará apoio ao programa, conforme noticiou o Valor.

Segundo o Itaú, caberá à equipe definir as ações que serão financiadas, com respaldo em “premissas técnicas e científicas”.

A atuação da Todos pela Saúde se dará por meio de quatro eixos. O primeiro é o de informar, com campanha de incentivo ao uso de máscaras pela população; orientações sobre higiene e valorização de iniciativas de solidariedade da sociedade civil.

O segundo é o de proteger, com disponibilização de equipamentos de proteção individual e testagem para profissionais de saúde e aplicação de testes na população.

O terceiro é o de cuidar, com ações de apoio a gestores públicos estaduais e de grandes municípios na estruturação de gabinetes de crise; capacitação e apoio aos profissionais de saúde; uso de telemedicina para monitoramento de casos e apoio aos profissionais de saúde; ampliação da capacidade e eficiência em estruturas hospitalares referenciadas; e distribuição de insumos estratégicos, mobilização de equipamentos e recursos humanos.

O quarto eixo é de retomar, voltado à colaboração para o desenvolvimento de estratégias com objetivo de retorno mais seguro às atividades sociais; e a programas de monitoramento da população com risco elevado.

“Com esta iniciativa, temos a intenção de fazer algo estruturante, que tenha impacto positivo sobre toda a sociedade brasileira. O grupo de especialistas escolhidos para esta missão vai identificar as principais necessidades do País e priorizá-las”, afirmou Paulo Chapchap por meio de nota.

O dinheiro se soma a outros R$ 250 milhões já doados pelo Itaú, dos quais R$ 150 milhões por meio da Fundação Itaú para a Educação e Cultura e do Instituto Unibanco.

“Desde o início da pandemia, mobilizamos pessoas e recursos na luta contra a covid-19 e seus efeitos sociais e econômicos. Esta nova iniciativa dá a dimensão do quanto estamos preocupados e engajados na solução da crise”, disse o presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, no comunicado.

Itaú Unibanco vai doar R$ 1 bilhão para combater o novo coronavírus

– Cirque Du Soleil pode falir!

A crise mundial pela quebra das economias em decorrência do Novo Coronavírus é inevitável, apesar dos esforços coletivos e individuais. O pequeno empreendedor sofre, assim como grandes corporações.

Agora, imagine o pessoal circense, que sufoco deve estar vivendo! E não só o pequeno circo, mas a indústria que gira em torno dele.

Veja só o que está passando o famosíssimo Cirque Du Soleil, quase “quebrando” com uma dívida próxima de 1 bilhão de dólares (acumulada desde a pandemia e agravada com as não-apresentações):

Extraído de: https://pleno.news/mundo/cirque-du-soleil-pode-falir-por-falta-de-apresentacoes.html

CIRQUE DU SOLEIL PODE FALIR POR FALTA DE APRESENTAÇÕES

por Ana Luiza Menezes

Segundo a agência Reuters, a empresa Cirque du Soleil Entertainment Group, responsável pelo Cirque du Soleil, cogita a possibilidade de pedir falência devido ao cancelamento dos shows. Apresentações estão suspensas por causa do coronavírus.

Além da pandemia, a companhia teria uma dívida de 900 milhões de dólares (cerca de R$ 4,5 bilhões) e acordos já têm sido negociados com credores.

Em Montreal, no Canadá, funcionários do Cirque du Soleil tiveram que ser demitidos temporariamente.

Até o momento, pelo menos 4,6 mil funcionários, cerca de 95% da força de trabalho da companhia, já foram dispensados.

– As 3 reduções acumuladas dos Combustíveis

Desde que começou a crise entre Rússia e Arábia Saudita no mercado internacional de petróleo, existiram várias reduções de preço da Gasolina e do Diesel, totalizando, respectivamente, 43% e 30% de queda.

Mas por quê essa diferença não aconteceu na totalidade nas bombas?

Simples: da refinaria até o tanque do seu carro, quantos intermediários existem? Os Governos Federal e Estadual aceitam perder tal importante receita de impostos?

Que os combustíveis tiveram redução de preço, realmente tiveram. Mas o problema é: quando chegará na integralidade?

Sobre o conflito citado acima, clique em: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/10/por-que-as-bolsas-despencaram-e-o-dolar-disparou/

Petrobras anuncia redução de preços da gasolina em 12% e do diesel ...

 

– Antes de 24 de Abril… esqueçamos novidades da FPF sobre o futuro da A3

Férias coletivas! Somente o pessoal da Segurança ficará tomando conta do prédio da Federação Paulista de Futebol, que fechou as portas por 30 dias por conta da situação do país.

Dessa forma, agrava-se cada vez mais a vida financeira dos clubes de futebol mais modestos (pois sentem mais a paralisação). Assim, fica (ou melhor, continua) a dúvida: o que acontecerá depois dessa data?

Sobre a questão financeira e de socorro aos clubes, abordamos recentemente no link em: https://professorrafaelporcari.com/2020/03/23/quem-podera-salvar-os-clubes-paulistas-dos-males-do-covid-19/

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(Imagino ser essa a imagem do torcedor apaixonado e dos presidentes dos clubes de futebol, esperando uma porta se abrir – não necessariamente a da FPF).

 

– Os salários dos principais jogadores de futebol de 1981, corrigidos hoje!

Na última 6a feira, durante a ação publicitária da empresa Easynvest no Programa Pânico da Rádio Jovem Pan, revelou-se os salários corrigidos dos principais jogadores de futebol em 1981.

Naquela época, Zico, no Flamengo, era o atleta que tinha o maior salário, equivalendo a valores de hoje em R$ 172.000,00. Seguido por Sócrates, no Corinthians, com R$ 169.000,00 e Leão, no Palmeiras, a R$ 158.000,00.

Cá entre nós: 39 anos depois, com a inflação do futebol e supervalorização que se vê, com salários ultrapassado milhões de reais, qual seria o salário desses atletas caso jogassem hoje, já que esses 3 craques são de maior qualidade dos que os atuais?

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– O Fair Play financeiro só foi violado pelo Manchester City?

Os clubes bilionários que gastam muito dinheiro (e que são acusados por alguns de lavar dinheiro, como Chelsea e PSG – mas às vezes creditados simplesmente ao prazer dos seus donos em ter um time de futebol), que abram o olho: o Manchester City, punido pela exclusão de 2 anos das competições internacionais e ainda multado, pode até ter um desmanche do seu elenco.

Ficará uma grande pergunta: balanços falsificados e dinheiro “esquentado” só acontecem na Europa?

Abaixo, um resumo bem bacana e didático do Fair Play Financeiro, 

Extraído de: https://www.bonde.com.br/esportes/futebol/entenda-o-fair-play-financeiro-que-baniu-city-da-uefa-champions-league-512461.html

ENTENDA O FAIR PLAY FINANCEIRO QUE BANIU O CITY DA UERFA CHAMPIONS LEAGUE

O Manchester City (ING) foi banido pelas próximas duas temporadas da Champions League (e qualquer outra competição europeia) por quebrar as regras do fair play financeiro da Uefa. Entenda o que é o fair play financeiro e quais as suas determinações sobre as finanças das equipes.

  • Qual a definição de fair play financeiro?
    – Segundo a Uefa, “o fair play financeiro busca melhorar a saúde financeira global do futebol europeu de clubes”.
  • Os clubes podem ter balanço negativo?
    – Sim, desde que esse valor seja de até 5 milhões de euros (R$ 23 milhões) durante o período de avaliação (de três anos) -até 2018, o limite era de 30 milhões de euros (R$ 139 milhões em valores atuais)- e o clube dê garantias de que poderá ser coberto por contribuição ou pagamento por parte do dono. Investimentos em estádios, centros de treinamento, nas categorias de base e futebol feminino não entram na conta do fair play financeiro, justamente para que os clubes estimulem esses setores.
  • Os donos podem injetar dinheiro nos clubes?
    – Sim. Sob os regulamentos atualizados da Uefa, qualquer entidade pode, sozinha ou em conjunto com outras entidades ligadas a um mesmo dono ou governo, ser responsável pela injeção de valores que representem até 30% das receitas totais do clube. Porém, se o proprietário de uma empresa investe no clube por meio de contratos de patrocínio, a Uefa pode abrir investigação para averiguar possíveis irregularidades. No caso do City, a entidade puniu o clube por apresentar receitas adulteradas.
  • Os clubes são banidos automaticamente dos torneios caso não respeitem o fair play financeiro?
    – Não. A Uefa estabelece uma série de sanções a serem aplicadas para os clubes que não cumprem com o plano de austeridade, entre elas advertências, multas, dedução de pontos, retenção das receitas dos torneios organizados pela entidade, restrição ao número de inscritos nesses torneios, desqualificação das competições ou exclusão de disputas futuras e retirada de um título ou prêmio. No caso do City, o clube inglês já havia sido punido pela Uefa em 2014, juntamente com o Paris Saint-Germain (FRA), mas de forma mais branda.
  • Algum clube já foi proibido antes de disputar torneios da Uefa em situação similar?
    – Sim. De acordo com a entidade, desde que o fair play financeiro foi implementado em 2011, seis times que haviam garantido classificação para torneios europeus foram impedidos de participar das competições da Uefa por não pagarem salário dos atletas ou valores de transferências a outros clubes. Houve ainda o caso do Milan, excluído da Liga Europa 2019/20 por não cumprir os requisitos de “break-even”, termo que determina o equilíbrio financeiro (ganhos e prejuízos iguais).
  • Os clubes podem recorrer das punições por violação do fair play financeiro?
    – Sim. Qualquer decisão do investigador chefe do Comitê Financeiro de Controle dos Clubes pode ser revista pela Câmara Adjudicatória do órgão. No caso de a Câmara Adjudicatória estabelecer a punição com medidas disciplinares, os clubes podem recorrer ao CAS (Corte Arbitral do Esporte).

– A Centauro administrará a Nike do Brasil!

Uau! Que negócio impressionante. A SBRF (leia-se Centauro) pagou quase 1 bilhão de reais para ser o distribuidor e administrador da marca americana Nike no Brasil por 10 anos.

Abaixo, extraído de: https://exame.abril.com.br/mercados/apos-compra-da-nike-no-brasil-acoes-da-centauro-sobem-quase-6/amp/

APÓS COMPRA DA NIKE DO BRASIL, AÇÕES DA NIKE DO BRASIL SOBEM

O movimento da dona da Centauro ocorre sete meses após a empresa perder a disputa pela Netshoes para a Magazine Luiza

As ações ordinárias da Centauro sobem 5,73% e são negociadas a R$ 52,61 na B3, após o grupo controlador da empresa SBRF, anunciar a compra das operações da Nike no Brasil.

O valor do negócio é estimado em R$ 900 milhões, e a Centauro terá exclusividade na distribuição dos produtos da marca americana por dez anos, incluindo roupas, calçados e acessórios. Ontem, as ações da empresa subiram quase 15% e enceraram negociadas a R$ 49,71.

O movimento da dona da Centauro ocorre sete meses após a empresa perder a disputa pela Netshoes para a Magazine Luiza. E menos de um ano após abrir capital em Bolsa, em abril de 2019, que rendeu um caixa fortalecido para entrar em disputas de peso como o contrato agora fechado com a Nike. Com o negócio, o grupo SBF passa a gerir todos os canais de venda da Nike, ou seja, não apenas as lojas físicas como também o comércio eletrônico.

A americana está passando suas operações de distribuição em outros três mercados sul-americanos: Argentina, Chile e Uruguai. Nesses três países, o negócio ficará sob o chapéu do Grupo Axo.

– O impacto do Coronavírus na Economia e na Administração de Empresas

Todos nós estamos vendo – e nos assustando – com a velocidade que o coronavírus está se espalhando da China para as vizinhanças. Sobre as causas para a saúde, clique em: https://wp.me/p4RTuC-oDO.

Mas há outros implicações a serem discutidas: como ficarão as relações comerciais? Veja: o McDonald’s fechou 300 restaurantes de uma só vez, e pretende fechar outros à medida que a a ameaça se espalhe por outras regiões. A gigante Imax fechou 70 mil salas de cinema! Honda e Nissan estão fretando aviões para retirar funcionários.

Na construção civil, onde o país é considerado um “canteiro de obras”, há máquinas espalhadas por todos os lados sem quem as conduza. No esporte, os estádios estão vazios e os jogadores assustados, evitando convívio entre eles próprios. Por fim: como ficarão os navios chineses que chegarão ao Porto de Santos, por exemplo? Haverá – se não o preconceito da origemum certo temor de recebê-los, mesmo com todos os cuidados sanitários exigidos / protocolares?

É o medo do coronavírus impactando o dia-a-dia de todos.

McDonald"s  - Reprodução

– Jorge Jesus valeria o que supostamente pede ao Flamengo?

Alguns sites deram a informação que para renovar o contrato de trabalho por mais um ano junto ao Mengão, o treinador português Jorge Jesus (badaladíssimo no momento, e com razão) pediu 32 milhões de reais pela temporada.

Na rápida conta, uma dízima periódica de R$ 2.666.666,66 por mês.

Como as partes não confirmaram nem negaram (afinal, nem o clube nem o técnico falariam abertamente de salários), ficará na suposição. E nesta hipótese, a discussão: é demais ou não?

Pense: mais de 2,5 milhões de reais em 30 dias para dirigir um time de futebol. Não é muito para qualquer clube brasileiro, por mais cheio que esteja seu caixa?

Não se pode perder a noção do valor das coisas. Pedir por estar valorizado, lógico que Jorge Jesus fará. Mas o Flamengo não precisa se curvar a isso.

Enfim: aguardemos!

(Números sugeridos em Yahoo Sports e ESPN.com / Jorge Nicola)

– Os esportistas mais bem pagos do mundo entre 1990 e 2019!

Nos últimos 20 anos, a evolução dos soldos recebidos pelos grandes atletas!

Michael Jordan e Mike Tyson dominaram os anos 90, quase alcançados por Ayrton Senna, que nunca conseguiu ultrapassá-los e ser o mais bem pago do planeta. Somente Michael Schumacher, como piloto nos anos 2000, obteve essa façanha.

Tiger Woods, golfista, por quase toda a década de 00 dominou o cenário, mas decaiu após o escândalo que o envolveu na vida particular. Somente em 2017 um jogador de futebol assumiu a liderança dessa lista: Cristiano Ronaldo, seguido por Messi.

Em 2019, pela ordem, os 4 esportistas que mais faturaram foram: Floyd Mayweather (pugilista), Lionel Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar (futebolistas).

Abaixo, no vídeo animado, a evolução (clique no player do twitter no atalho):

– O ranking dos times de futebol pela Folha de Pagamento / CLT!

Será que os salários reais dos jogadores de futebol correspondem ao que realmente estão na Carteira de Trabalho?

Claro que não. Na maior parte dos clubes grandes, sabe-se que o atleta recebe como PJ e tem que emitir NF, a fim de fugir dos impostos. É o direito de imagem…

Mas uma matéria interessante publicada pelo UOL trouxe a folha salarial dos clubes, considerando somente o registro por CLT: o Flamengo, líder do Brasileirão, é o 4o colocado; o vice-líder Palmeiras, o 1o.

Compartilho abaixo, extraído de: https://blogdomaurocezar.blogosfera.uol.com.br/2019/10/02/o-ranking-atualizado-das-folhas-de-pagamento-dos-clubes-da-serie-a-na-clt/

O RANKING ATUALIZADO DA FOLHA DE PAGAMENTO DOS CLUBES DA SÉRIE A PELA CLT

Por Mauro Cezar Pereira

Em 26 de março e em 10 de maio, o blog publicou as folhas de pagamento dos clubes da Série A, sem contar direito de imagem, ou seja, os valores registrados nas carteiras de trabalho dos profissionais, na CLT.

As informações às quais tivemos acesso são resultado de levantamento feito a partir dos registros dos jogadores de futebol no sistema da CBF. Ele contém os custos mensais dos 20 integrantes da primeira divisão.

O direito de imagem pode ser até 40% em cima da remuneração. Ou seja, um jogador que ganha R$ 10 mil pode embolsar cerca de R$ 4.000 por mês dessa maneira e R$ 6.000 como salários “na carteira”.

Com as contratações e saídas de jogadores, mudam as despesas dos times do Brasileirão com remuneração. A lista abaixo traz as cifras atualizadas, quanto aumentou ou diminuiu e posição do ranking no levantamento anterior.

Note que dos 20 que disputam o campeonato, apenas o Atlético não teve alteração no valor da folha de pagamento. Cruizeiro e Vasco reduziram o custo com salários na carteira e os demais elevaram tal despesa.

Evidentemente valor pago mensalmente por cada clube com os direitos de imagem pode modificar radicalmente o ranking abaixo. O motivo: alguns clubes têm mais jogadores recebendo tudo, ou quase, em CLT e outros menos.

Folhas de pagamento – CLT*

1º Palmeiras R$ 8,8 milhões + R$ 300 mil (1º) ⬆
2º Corinthians R$ 8,1 milhões + R$ 500 mil (3º) ⬆
3º Cruzeiro R$ 7,6 milhões – R 400 mil (2º) ⬇
4º Flamengo R$ 7,0 milhões + R$ 400 (4º) ⬆
5º Internacional R$ 5,7 milhões + R$ 800 mil (5º) ⬆
6º Santos R$ 5,4 milhões + R$ 600 mil (7º) ⬆
7º São Paulo R$ 5,3 milhões + R$ 400 mil (6º) ⬆
8º Atlético-MG R$ 4,1 milhões = sem alteração (9º)
9º Grêmio R$ 4,0 milhões + R$ 300 mil (8º) ⬆
10º Fluminense R$ 3,3 milhões + R$ 100 mil (11º) ⬆
11º Vasco R$ 3,3 milhões – R$ 100 mil (10º)⬇
12º Bahia R$ 3,0 milhões + R$ 500 mil (12º) ⬆
13º Athletico R$ 2,7 milhões + R$ 300 mil (14º) ⬆
14º Botafogo R$ 2,6 milhões + R$ 100 mil (11º) ⬆
15º Goiás R$ 2,6 milhões + R$ 300 mil (15º) ⬆
16º Fortaleza R$ 2,4 milhões + R$ 600 mil (17º) ⬆
17º Chapecoense R$ 1,8 milhão + R$ 100 mil (16º) ⬆
18º Avaí R$ 1,4 milhão + R$ 700 mil (19º) ⬆
19º Ceará R$ 1,3 milhão + R$ 200 mil (18º) ⬆
20º CSA R$ 800 mil + R$ 350 mil (20º) ⬆

* em milhões
Obs: não incluído novo treinador do Fluminense, ainda com o interino Marcão; os valores estão arredondados, o Botafogo desembolsa mensalmente R$ 16 mil a mais do que o Goiás

Colaborou: Matheus Mandy

O Internacional foi o que mais elevou sua folha e o Palmeiras manteve o 1º lugar – Foto: Divulgação/SCI

– Cuidado com as Pirâmides Financeiras

Ouvi na Rádio Cidade AM 730 a fala da consultora Carla Maltoni sobre os cuidados com as Pirâmides Financeiras!

No áudio que compartilho abaixo, é contado como se “cria a confiança entre as partes”, a ilusão de que se ganha dinheiro fácil até o momento que a coisa explode!

Parece tão comum para muitos, um golpe velho para outros, mas há uma moçada que ainda acredita em “dinheiro fácil”.

Compartilho no link em: https://soundcloud.com/radio-cidade-jundiai/boletim-financeiro-cuidados-com-as-piramides-financeiras-com-carla-maltoni

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– Vai levar os tijolos do Coringão, dona Caixa?

Eu sei que dívida com banco é algo complicado. Sei também que compromissos assumidos devem ser cumpridos. Mas a questão é: será que a CEF realmente conseguirá executar ½ bi que o Corinthians deve à instituição, por conta da construção do Estádio? Os imóveis do clube são vendáveis? Tem fiador? Vai levar os tijolos embora?

Complicado… A propósito, alguém esperava que os clubes de futebol, que costumeiramente atrasam salários e impostos, honrariam os compromissos bancários?

Aliás: Andrés Sanches, o atual presidente, disse à época que apenas com os Naming Rights pagaria a obra… 

Abaixo, extraído de: https://globoesporte.globo.com/futebol/times/corinthians/noticia/caixa-executa-divida-de-quase-r-500-milhoes-do-corinthians-pela-arena-veja-detalhes.ghtml

CAIXA NOTIFICA CORINTHIANS DE QUE EXECUTARÁ DÍVIDA DE 500 MILHÕES

Timão vê “gesto intempestivo” e diz que banco “trocou rota da negociação pela do confronto”

A Caixa Econômica Federal notificou extrajudicialmente o Corinthians de que executará a dívida de quase R$ 500 milhões relativa ao financiamento da obra da Arena, em Itaquera.

Tanto o clube como a Caixa confirmam a informação, que foi publicada inicialmente pelo “O Globo”.

O banco estatal emprestou R$ 400 milhões para a construção do estádio. R$ 175 milhões já foram pagos. Porém, por conta de juros e correções, o valor da dívida atualmente é de R$ 487 milhões.

Em nota oficial, o Timão tratou a decisão da Caixa como um “gesto intempestivo” e comunicou que “se a Caixa escolheu trocar a rota da negociação pela do confronto, não cabe ao clube outro recurso senão defender na Justiça seus direitos.”

Há meses o Corinthians vinha negociando o financiamento com o banco estatal. Paralelamente, o clube costurou um acordo para o pagamento da dívida que tem com a Odebrecht. O Timão não acredita que a execução da Caixa afete no acordo com a construtora.

– Não há nenhum beneficio ou “perseguição”. Mas se a Caixa não recebe e não tem renegociação, ocorre a cobrança de garantias. A execução é natural – afirmou Pedro Guimarães, presidente da Caixa, ao “O Globo”.

Segundo especialistas, a primeira alternativa da Caixa será executar as garantias financeiras. Uma das principais é o Equity Support Agreement (ESA), assinado pela Odebrecht. Trata-se de um documento no qual a construtora se dispõe a cobrir os valores exigidos numa eventual execução com recursos próprios. Vale lembrar que a Odebrecht está em processo de recuperação judicial.

Outra garantia oferecida para que o Corinthians conseguisse o financiamento junto ao BNDES, tendo a Caixa como intermediária, foi parte do terreno do Parque São Jorge. Porém, a execução de imóveis é mais demorada e gera um custo muito elevado, bem maior do que em outros processos de execução.

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– O Salário Ideal! Quanto dinheiro você precisa receber para ser feliz?

Segundo a Revista Superinteressante, ed/Julho 2019, realizou-se uma pesquisa global pelo Gallup World Poll (164 países com 1,7 milhão de pessoas), onde era perguntado: quanto dinheiro alguém precisa para ser feliz?

A resposta, na média, foi: 5 mil dólares / mês (ou, de preferir, US$ 60,000.00 / ano).

Alguns números interessantes: para a América Latina, bastam US$ 35,000.00 / ano. Na Austrália, a maior exigência: US$ 125 mil.

E para você, qual seria um salário ideal?

Resultado de imagem para Salário ideal

– As principais startups brasileiras

E quem são as jovens empresas do Brasil que alcançam potencialmente a marca de 1 bilhão de dólares?

Sobre esse fenômeno de novos e bons negócios do empreendedorismo tupiniquim, abaixo (citação ao final da matéria):

CLUBE DOS UNICÓRNIOS: AS STARTUPS BRASILEIRAS AVALIADAS EM US$ 1 bilhão

Brasil já tem oito empresas neste seleto grupo — a última a entrar foi a Loggi. Elas fazem uma revolução não só na tecnologia, mas na maneira de trabalhar.

Por Daniel Bergamasco, Larissa Quintino

No fim do expediente de quarta-feira 5 de junho, petiscos e bebidas foram servidos no andar térreo do prédio na região da Avenida Paulista onde está sediada a startup Loggi, uma plataforma que conecta 25 000 motociclistas para entregas em 36 cidades brasileiras. Enquanto um DJ tocava músicas pop, profissionais garantiam suas selfies dentro de uma piscina de bolinhas em meio a dezenas de balões coloridos. A data havia sido um marco na companhia: fundada em 2013, a Loggi anunciou que, após uma injeção de recursos de investidores liderados pelo japonês SoftBank, se tornara um unicórnio — como é chamada a startup (jovem empresa independente de tecnologia) que atinge valor de mercado de ao menos 1 bilhão de dólares. Para celebrar, a imagem da criatura mitológica se repetia por todo lado, em bonecos infláveis ou em tiaras com chifre usadas pelos funcionários.

Desde que o Instagram deixou o mundo de queixo caído ao ser vendido por exato 1 bilhão de dólares ao Facebook, em 2012, as empresas de tecnologia que atingem essa cifra mítica são comparadas aos cavalos encantados por terem se tornado lendas na selva de empreendedores. Até janeiro de 2018, quando a 99 foi arrematada pela chinesa Didi Chuxing, o Brasil não tinha ouvido falar de representante nesse seleto clube. Hoje, o momento é de efervescência — das mais de 300 representantes de start­ups bilionárias de que se tem notícia no mundo, oito pintaram aqui desde então. E centenas são candidatas a repetir tal cavalgada. Apenas no ano passado, o país atraiu 1,3 bilhão de dólares em investimentos, distribuídos entre 259 startups, 55% mais que no ano anterior (veja o quadro).

Mas e a crise? Bem, para essas organizações, ela por vezes mais ajuda que atrapalha, ao usarem tecnologia para a redução de custos e assim se diferenciarem da concorrência. A cearense Arco Educação, a única não paulista no grupo, é bom exemplo. Criada a partir de um conjunto de escolas de Fortaleza, a empresa oferece hoje um sistema educacional presente em 1 400 escolas brasileiras com fortes componentes de ensino a distância, como videoaulas e livros digitais. O material didático digital sai até 40% mais barato que o físico. Quanto maior o número de alunos que assistem às lições, mais a vantagem aumenta. O grande impulso para a expansão tecnológica foi a entrada, em 2014, do fundo americano General Atlantic, que detém hoje um quinto do negócio. Em setembro, a Arco captou 780 milhões de reais na bolsa eletrônica Nasdaq, pela venda de 25% de suas ações. Com o bolso cheio, comprou em maio o Sistema Positivo por 1,65 bilhão de reais.

Não à toa, a euforia é o que se respira dentro dos escritórios. A estética animada e lúdica (às vezes infantilizada, para os olhares de alguns) é a regra. Geladeiras com cervejas de graça e salas de “descompressão” com tapetes de ioga repetem-se em vários deles, mas existem particularidades. Na Loggi, há um urso de pelúcia de 1,50 metro de altura (apelidado de Loggão) e um boneco sparring no qual os mais estressados podem desferir golpes de boxe. Uma vez por semana, o CEO Fabien Mendez liga seu notebook em uma área comum e os empregados são bem-vindos para falar sobre qualquer tema.

Na sede do iFood, em Osasco, funcionários locomovem-se de patinete de um canto a outro (não é só modinha hipster; o prédio, todo térreo, tem 13 000 metros quadrados) e há vídeos no circuito interno (às vezes, ao vivo) para dividir com todos as novidades. “Tentamos fazer com que a comunicação flua como se ainda estivéssemos em uma garagem”, diz o CEO Carlos Moyses, cofundador de uma das empresas que originaram o iFood. Ex­-entregador de pizza na Austrália, ele passa dez dias por ano na China para se conectar com as inovações.

Para além da originalidade no visual, é na ação que esses negócios buscam transformar o ambiente de trabalho. Tome-se como exemplo a desenvolvedora de aplicativos Movile. Se em companhias tradicionais é incomum que uma mulher seja contratada durante a gravidez, ali sete gestantes ganharam seu crachá nos últimos doze meses. Quando voltam da licença­-maternidade, elas são recebidas com foto de seu bebê em porta-retratos e um resumo das decisões importantes tomadas em sua ausência. No Nubank não existem alas específicas dentro do escritório — um engenheiro de software pode sentar­-se ao lado de alguém de recursos humanos; cada um posiciona seu notebook onde quiser. Além disso, é possível levar o cachorro para o expediente e trabalhar na varanda para deixar o pet à vontade (vez ou outra algum bichinho se perde nos nove andares e a turma sai em seu resgate).

Há alguns clichês inescapáveis no discurso dessas empresas: dizer que precisam identificar as “dores” da sociedade (problemas a ser resolvidos) e anunciar uma “missão” mais charmosa que o simples lucro. A “missão” da Gympass, criadora de um passe que permite frequentar milhares de academias, é “combater o sedentarismo”. Isso é levado a cabo dentro do prédio na Vila Olímpia, e acontecem reuniões que começam com todos suando a camisa de forma literal, em um treino. As reuniões mensais mostram um ranking de empregados que usam com mais frequência o próprio serviço – o CEO da operação brasileira, Leandro Caldeira, costuma aparecer entre os primeiros. Ele acorda diariamente antes das 6 horas e já testou de ciclismo a escalada indoor. Dica de ouro para o participante dos processos seletivos da firma, presente em catorze países (dos Estados Unidos a San Marino): se ganhar um passe livre de um mês do RH, não deixe o brinde de lado (os recrutadores poderão monitorar o uso). Uma regra curiosa da alta gerência é não falar do trabalho de um terceiro se ele não estiver presente.

Estar em uma firma diferentona, claro, não é para todo mundo. “O discurso cheio de propósito, as coisinhas gostosas na geladeira, tudo é usado para fazer com que as pessoas tenham longas jornadas, muitas vezes no fim de semana”, diz um ex-funcionário da 99, que descreve um ambiente (excitante ou extenuante, você decide) de constantes mudanças. Conta ter tido meia dúzia de chefes em um ano. “No ambiente em que se arrisca mais e se corrige o erro rápido, é necessário preparar­-se para alterar as metas do dia para a noite.” A reportagem ouviu relatos parecidos de trabalhadores dos outros unicórnios. Um engenheiro demitido da Stone por não bater as metas ainda assim recomenda o lugar, pelo acesso fácil à chefia para dar ideias.

De acordo com a consultoria Michael Page, os salários em startups são até 20% maiores que a média de mercado. Interessado? A headhunter Juliana Fiuza, especialista em inovação na Follow Recruitment, indica o caminho: “Essas empresas buscam o perfil criativo, flexível e intraempreendedor”. O último termo designa funcionários que vão além das suas obrigações e agem com cabeça de dono, criando oportunidades.

Os rostos jovens vistos ao redor do escritório não são uma impressão. Na 99, apenas 6% dos trabalhadores têm mais de 40 anos. Nas outras companhias, não é muito diferente. “Isso está relacionado ao uso de tecnologias recentes e de redes sociais, mas há espaço para pessoas mais velhas, especialmente no nível de gerência”, diz Cristina Junqueira, do Nubank, a única mulher entre os fundadores do clube do bilhão (40% de seu time é do sexo feminino; 30% do total é LGBT).

A Movile é uma das mais admiradas pelo dinamismo. Seus oito negócios principais são chamados ali dentro de transatlânticos, maiores e complexos, enquanto os projetos iniciais recebem o apelido de jet skis. “Se o profissional tem uma ideia, vai lá, implanta e apresenta os dados. O jet ski pode tombar quando vem uma onda, depois a pessoa se levanta e corrige a rota”, explica o cofundador Eduardo Henrique Lins, que hoje comanda de Miami a Wavy, braço do grupo de inteligência artificial para a comunicação das empresas com seus clientes. O aplicativo PlayKids, de vídeos e jogos para crianças, presente em 187 países, é um desses barquinhos que cresceram. Nasceu após o naufrágio de vinte tentativas para emplacar uma plataforma segmentada de vídeos, de música sertaneja a comédia stand-up.

No Brasil, existem cerca de 12 800 startups. Mas, para entrar na elite dos unicórnios, o empreendedor tem de chamar a atenção de investidores em diversas etapas — as contrapartidas vão de sociedade a participação no conselho. Num universo em que mesmo empresas bem estabelecidas podem valer uma fortuna sem dar lucro (veja a entrevista), o potencial é que aguça os apostadores. Lembra-se do exemplo do Instagram, vendido por 1 bilhão de dólares? Seis anos depois, a rede social valia 100 vezes essa cifra. “Olho mais para o sonho e o compromisso do fundador do que para o negócio”, diz Hernan Kazah, que fundou o Mercado Livre em 1999 e hoje investe em novas ideias. “Há muitas replicações com mérito do que é feito no exterior, mas estamos de olho em cases de inovação de abrangência mundial, como foram a Embraer e a Natura”, diz Bruno Rondani, da aceleradora 100 Open Startups.

No Vale do Silício brasileiro, quem quer ser patrão deve ficar de olho em Brasília. Anunciada em 1º de maio pelo presidente Jair Bolsonaro, a medida provisória da liberdade econômica, apelidada de “MP das startups”, prevê incentivos a jovens empresas, como dispensa de alvará na fase inicial. A proposta do governo precisa ser aprovada pelo Congresso até o fim de agosto para virar lei. Para Caio Ramalho, coordenador do MBA de private equity e venture capital da Fundação Getulio Vargas, os incentivos são bem-­vindos, mas a prioridade deve ser facilitar o fechamento caso a empreitada não dê certo. “Um ambiente saudável de startups existe onde empresas possam nascer e morrer, pois a falha em um negócio pode ser uma lição para o que vem.” Enquanto o oceano burocrático seguir atrapalhando o ciclo de nascimento e morte dos pôneis brasileiros, o país terá menos unicórnios.

Com reportagem de André Siqueira

Publicado em VEJA de 10 de julho de 2019, edição nº 2642

Funcionários da Loggi comemoram o fato da empresa ter se tornado uma unicórnio (Antônio Milena/VEJA)

– As dívidas de Ronaldinho Gaúcho

Não dá para entender como alguns jogadores de futebol ganham tanto dinheiro e se recusam a pagar tributos e taxas. Não é mais fácil pagar no momento do negócio, ficar tranquilo e depois esfriar a cabeça curtindo o que sobra?

O que seria: descuido com o gerenciamento contábil ou ganância a fim de querer enganar o fisco a todo custo?

Que pena, Ronaldinho Gaúcho. Craque da bola e miolo-mole nos negócios?

Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/com-divida-milionaria-ronaldinho-tem-57-imoveis-pela-justica/

COM DÍVIDA MILIONÁRIA, RONALDINHO TEM 57 IMÓVEIS BLOQUEADOS PELA JUSTIÇA

O ex-jogador Ronaldinho continua acumulando dívidas e problemas com a Justiça. Eleito melhor do mundo duas vezes e aposentado do futebol desde 2015, ele está com 57 imóveis bloqueados, sendo quatro deles penhorados, pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul por causa de uma multa ambiental de R$ 9,5 milhões. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Neste ano, Ronaldinho teve dois protestos, de R$ 6,3 milhões e outro de R$ 1 milhão, em razão de dívida ativa em Porto Alegre. Ele, segundo a Folha, também é cobrado pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional por R$ 793 mil.

Com dois passaportes retidos, Ronaldinho Gaúcho está impedido de deixar o Brasil. O impedimento foi imposto pela Justiça pela falta de pagamento de uma multa determinada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul. O ex-jogador e o irmão, Assis, iniciaram uma obra em área de preservação sem licença ambiental. A multa imposta ao jogador, porém, chegou a quase 10 milhões de reais por falta de pagamento.

De acordo com a Folha, dos 57 imóveis indisponíveis de Ronaldinho, 55 estão no Rio Grande do Sul e outros dois estão no Rio de Janeiro.

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– Cafu falido?

Que notícia chata… o carismático pentacampeão Cafu está com sérios problemas financeiros.

Triste. Compartilho, em: https://istoe.com.br/ex-jogador-cafu-enfrenta-dividas-milionarias/

CAFU ENFRENTA DÍVIDAS MILIONÁRIAS

O ex-jogador Cafu, capitão da seleção brasileira na conquista do penta em 2002, enfrenta diversas dívidas. Segundo a Folha de S. Paulo, ele perdeu cinco imóveis que foram usados para cobrir empréstimos milionários.

Cafu e a esposa, Regina, tiveram que penhorar outros 15 imóveis para cobrir dívidas da empresa Capi-Penta International Player, criada em 2004 para gerenciar a carreira de atletas. Uma das dívidas da empresa é fruto de um processo da securitizadora Vob Cred, que cobra uma dívida de mais de R$5 milhões. Os imóveis foram adquiridos na época em que ele era jogador. Dentre os times que atuou, estão São Paulo, Palmeiras, Roma e  Milan. Além disso, ele foi o atleta com mais jogos na seleção brasileira, competindo três finais seguidas da Copa, de 1994, 1998 e 2002.

Além disso, a Fundação Cafu, tem uma Dívida Ativa da União de R$857 mil e o próprio ex-jogador tem R$235 mil de dívida ativa. Apesar de já não jogar mais, Cafu está envolvido com futebol, tendo sido um dos membros do Comitê Organizador Local da Copa América e anunciado como embaixador do Brasil da Copa de 2022 no Qatar.

Crédito: Divulgação

– O Bolívar da Venezuela: um dinheiro que não vale quase nada…

Como deve ser difícil viver na Venezuela. Você sabia que até a semana passada, a cédula mais alta do dinheiro que circula por lá era de 500 bolívares, que vale míseros R$ 0,30!

Agora, o Governo de Nicolas Maduro lançou notas novas. Mas até quando elas terão valor?

Extraído de: https://www.agenciadoradio.com.br/noticias/venezuela-cedulas-de-ate-50-mil-bolivares-comecam-a-circular-no-pais-pran197445

CÉDULAS DE 50 MIL BOLÍVARES COMEÇARAM A CIRCULAR

Notas de 10, 20 e 50 mil bolívares venezuelanos começaram a circular no país, nesta quinta-feira (13). Com hiperinflação de mais de 130.000%, o Banco Central da Venezuela anunciou que as cédulas entraram em cena para “complementar e otimizar o plano monetário”, além de “suprir as demandas da economia nacional”.

Até 12 de junho, a nota mais alta era de 500, valor inferior a oito centavos de dólar. A cédula de 10 mil, equivale a R$ 6, já a de 20 mil se compara a R$ 12, enquanto a de 50 mil é o equivalente a R$ 30.

Atualmente, na Venezuela, segundo o jornal El País, os caixas eletrônicos limitam à população a retirada de cinco mil bolívares. Para se ter ideia, um café custa três mil.

– Peppa Pig completa 15 anos de Sucesso. Mas há quem critique…

Peppa Pig é um sucesso entre as crianças, que assistem repetidamente e fazem seus pais decorarem os episódios (eu que o diga…).

Mas o desenho é simpático, bem infantil, com ótimos valores morais e familiares. Entretanto, há quem o classifique a porquinha de mal-educada (discordo).

O certo é que: comemorando 15 dias do 1o episódio, bilhões de dólares ao redor do mundo são arrecadados.

Extraído de: https://g1.globo.com/google/amp/pop-arte/noticia/2019/06/09/como-a-peppa-pig-se-transformou-em-um-negocio-global-de-bilhoes-de-dolares.ghtml

COMO PEPPA SE TORNOU UM NEGÓCIO GLOBAL DE BILHÕES

Com 15 anos de sucesso internacional, Peppa Pig continua ganhando adeptos em diferentes partes do mundo e gerando cifras milionárias.

Era uma vez um pequeno negócio que terminou se transformando em um gigante bilionário.

Essa é a história do desenho britânico Peppa Pig, que, depois de 15 anos de sucesso internacional, continua ganhando adeptos em diferentes partes do mundo e gerando cifras em torno de US$ 1 bilhão.

Criada no final dos anos 1990 pela empresa Astley Baker Davies, a personagem teve seu primeiro capítulo transmitido em 2004 pelos canais Channel 5, do Reino Unido, e Nick Jr.

Desde então, passou a ser exibido em centenas de países e se tornou muito popular na China.

Tanto que uma boa parte das vendas globais em 2018, estimadas em US$ 1,3 bilhão, vem do país asiático.

Desde 2015, quando o grupo canadense Entertainment One adquiriu 70% da série por US$ 212 milhões, Peppa Pig começou a crescer rapidamente.

O chefe de finanças Giles Willits anunciou que as vendas da série vão alcançar US$ 2 bilhões em até cinco anos.

A porquinha tem seus próprios parques temáticos, jogos e produtos associados à marca, além de um canal oficial no YouTube com 7,3 milhões de assinantes.

Por isso, os responsáveis pela animação estão trabalhando com força total em mais de 100 novos capítulos, que vão se juntar aos mais de 300 existentes.

Sucesso na China

‘Peppa Pig’ esteve a ponto de perder mercado quando o governo chinês censurou a série no ano passado por ter se transformado em símbolo dos jovens críticos ao sistema político do país. — Foto: Reprodução

Conhecida como Pei Pei Zhu na China, a protagonista da série é um fenômeno comercial no país, muito por causa do chamado ‘ano do porco’ – pelo calendário chinês, 2019 começou no dia 5 de fevereiro e será regido pelo porco.

Mas Peppa esteve a ponto de perder esse mercado, quando o governo censurou a série no ano passado por ter se transformado em símbolo dos jovens críticos ao sistema político chinês.

Repentinamente milhares de vídeos na internet desapareceram e até a hashtag #PeppaPig sofreu com a intervenção estatal.

“Esses são elementos que não condizem com o desenvolvimento saudável das indústrias culturais e devemos estar vigilantes”, disse o editorial de um jornal oficial do governo chinês.

“Não se pode permitir a destruição da juventude das crianças e que se quebre as regras”, dizia o texto.

Tudo mudou quando o governo chinês decidiu, este ano, que não havia nada de errado com o desenho animado e eliminou a censura.

O filme intitulado “Peppa Pig celebra o Ano Novo chinês” foi um sucesso absoluto. Mais de 40 milhões de livros em mandarim com os personagens da série foram vendidos e se investiu em todo o tipo de produto licensiado, como mochilas, relógios e roupas.

Crescimento global

Em 2018, a Merlin Entertainments, empresa por trás da Legoland e Alton Towers, abriu um parque temático da Peppa Pig em Xangai. A “febre Peppa Pig” continua também no resto do mundo.

Foram abertos mais parques nos Estados Unidos e há planos de instalar mais de dez em outros países.

A indústria tem reagido rapidamente para aproveitar o sucesso do desenho.

Inimigo dos médicos

O desenho, contudo, também atrai críticas.

A série tem sido acusada de reforçar estereótipos de gênero ou de incentivar o mau comportamento entre as crianças.

Peppa chegou a ser declarada por uma médica britânica como “inimiga pública número 1” na luta para reduzir visitas desnecessárias aos centros de saúde.

Catherine Bell disse à BBC que o uso inapropriado da família Pig fazia dos serviços médicos gerava expectativas “pouco realistas” nas pessoas.

Isso se deve ao fato de que o personagem do médico Dr. Urso Pardo, que atende aos telefones e faz visitas a domicílio a qualquer hora.

Peppa Pig: vendas da série vão alcançar US$ 2 bilhões em até cinco anos. — Foto: Divulgação

– Peso Real? Seria Peso Morto…

Juro que pensei que era fake news, mas não era. Quer dizer que o presidente Jair Bolsonaro sugeriu uma moeda única na América do Sul?

Como?

Me recordo que quando a União Europeia lançou o Euro, o então presidente Fernando Henrique Cardoso sugeriu uma moeda nos mesmos moldes para o Mercosul. Depois Lula discutiu novamente essa bobagem. Agora é a vez de Bolsonaro retomar o assunto.

Pra quê? Para desestabilizar a economia dos países vizinhos e sentirmos o impacto?

Abaixo, compartilho o editorial do Estadão que brinca com a ideia do verdadeiro “peso real” que deve ter a atenção do Governo: a das atitudes na economia do país e a necessidade de reforma do quadro político!

Extraído de: https://opiniao.estadao.com.br/noticias/notas-e-informacoes,o-peso-real-de-um-delirio,70002861522

O PESO REAL DE UM DELÍRIO

Bolsonaro parece encantado com a ideia. De volta ao Brasil, afirmou que a criação de uma moeda única poderia se estender para toda a América do Sul

Se o governo parece, finalmente, dar sinais de ter alguma disposição para o diálogo político, tendo negociado a aprovação da Medida Provisória 871, que manda auditar os benefícios pagos pelo INSS, também é digna de nota a abertura da oposição para aceitar um acordo com os governistas. Em se tratando de um governo errático e muitas vezes hostil aos políticos, e de um Congresso repleto de neófitos despreparados para o duro trabalho parlamentar, não se deve comemorar antes da hora; no entanto, sobretudo diante do histórico de trombadas entre o Executivo e o Legislativo, é essencial registrar que houve, nos últimos dias, um inegável avanço.

A oposição deu inestimável colaboração para a melhora do quadro político ao apoiar a medida governista em troca da inclusão de uma mudança no projeto de reforma da Previdência com vista a dar maior prazo para que os trabalhadores rurais se adaptem às novas regras. Ambas as partes consideraram os respectivos pleitos aceitáveis e estabeleceu-se ali um consenso mínimo – sem o toma lá da cá e sem a truculência que tanto marcaram a história recente das relações entre o governo e o Congresso.

O acordo, feito no Senado, foi articulado pelo líder da Minoria, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), com o líder do governo, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). Não se pode atribuir ao senador Randolfe nenhum pendor governista – ao contrário, é ferrenho crítico do atual governo. Mas ele e o bloco que lidera parecem ter percebido que o caminho do diálogo pode dar melhores frutos que o confronto puro e simples.

Há outros parlamentares da oposição igualmente dispostos a negociar com o governo. É o caso dos deputados que subscreveram emenda para destinar à primeira infância parte da economia que resultar da reforma da Previdência. Entre os autores destacam-se os jovens deputados Felipe Rigoni (PSB-ES) e Tabata Amaral (PDT-SP). Mesmo sendo da oposição, ambos dizem reconhecer como necessária a reforma da Previdência e, malgrado serem parlamentares de primeira viagem, mostram maturidade para reconhecer que o caminho da negociação tende a ser o mais produtivo para seus projetos políticos.

Tudo isso contrasta, e muito, com o comportamento do PT e de seus satélites. Fiel à sua natureza autoritária, o partido do presidiário Lula da Silva desconsidera a legitimidade de qualquer governo que não seja o seu. Nem se dá ao trabalho de formular propostas alternativas às encaminhadas pelo presidente Jair Bolsonaro, já que não pretende, a sério, negociar nada com o governo. Sua única intenção é prejudicar a tramitação de tudo o que emanar do Palácio do Planalto. E seu único projeto para o País se resume ao slogan “Lula livre”, com o qual inclusive tentou capturar as manifestações estudantis contra os cortes orçamentários nas universidades federais. Assim, segue sendo o velho PT de sempre, que não apoiou o Plano Real, que pediu o impeachment de todos os presidentes sempre que esteve na oposição e que jamais se dispôs a negociar senão na base do grito ou do talão de cheques.

Felizmente, parece que os partidos que se dedicarem a esse tipo de oposição destrutiva tendem ao isolamento, pois várias lideranças oposicionistas se recusam a aderir ao método petista de sabotar governos e demonstram genuína disposição para conversar.

É fato que o governo, nas suas relações com o Congresso, demonstra frequentemente a tendência de considerar que a vontade do presidente Bolsonaro deve ser automaticamente convertida em lei, e isso cria ruídos mesmo com os parlamentares de inclinação governista. Por outro lado, há também uma tendência de parte da oposição de considerar necessariamente ruim tudo o que é encaminhado pelo Palácio do Planalto, sem nem ao menos conhecer os projetos. Um clima desses não é propício para o diálogo. Por isso, mesmo que tenha sido apenas um lampejo, a recente negociação entre governo e oposição é alvissareira, pois mostrou qual é o único caminho viável para o País. Espera-se que as lideranças políticas responsáveis tenham entendido que não há outra maneira de alcançar o entendimento necessário para começar a tirar o Brasil de sua profunda crise, com a qual só os delinquentes morais lucram.

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– A Centauro atravessou o Magazine Luiza na compra da Netshoes?

Dias atrás, falamos da praticamente fechada negociação de compra da Netshoes, por parte do Magazine Luiza.

Porém, uma surpresa: oferecendo 40% a mais, a Centauro entrou forte no negócio, que poderá ter os rumos mudados.

Será que vale a pena, se levando em conta a situação financeira da Netshoes?

Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2019/05/24/internas_economia,757037/centauro-entra-na-briga-por-netshoes.shtml

GANHA QUEM DÁ MAIS

por Jaqueline Mendes 

O empresário Sebastião Bomfim, fundador do Grupo SBF e controlador da rede varejista de materiais esportivos Centauro, costurou nas últimas semanas — discretamente, como manda a etiqueta mineira — a mais agressiva manobra dos 38 anos de existência da companhia.

Nesta quinta-feira (23/5), três semanas depois da assinatura de um acordo para a venda do site de artigos esportivos Netshoes para a rede Magazine Luiza, a Centauro oficializou uma oferta de compra do maior e-commerce do segmento na América Latina por um valor 40% superior. Em comunicado ao mercado, o grupo SBF informou que ofereceu US$ 2,80 por ação da Netshoes, que tem capital aberto em Nova York. Isso representa US$ 87 milhões, contra US$ 62 milhões do contrato com a empresa comandada por Frederico Trajano.

De acordo com o comunicado da SBF, a operação de compra de todas as ações do capital social da Netshoes foi aprovada por unanimidade pelo conselho de administração. E a decisão agitou o mercado. No meio da tarde desta quinta-feira (23/5), as ações da Netshoes em Nova chegaram a subir 43,8%.

A conclusão da compra do site de artigos esportivos pelo Magazine Luiza estava em modo “standby”, ou seja, aguardando o sinal verde dos acionistas da Netshoes e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Poucas horas antes da proposta da Centauro, o Cade havia endossado a união das operações.

Antes de formalizar a venda no Brasil, a Netshoes se desfez da operação no México e na Argentina. Os dois países foram citados, na época do IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês), como destino da aplicação dos recursos levantados na operação.

A Netshoes abriu seu capital na bolsa de Nova York em 2017, precificando suas ações em US$ 18. Na época, a empresa captou cerca de US$ 140 milhões com a operação.

Seja quem for o vencedor da disputa pela Netshoes, o valor do negócio é considerado baixo pelo porte e potencial da loja virtual. De acordo com a XP Investimentos, em cálculo feito antes do início das negociações, a compra poderia valer US$ 107 milhões. Essa conta considera o endividamento na casa dos US$ 37 milhões ao fim do terceiro trimestre de 2018 (o mais recente disponível), acrescentado do valor de mercado, próximo dos US$ 70 milhões. Com a contínua queda das ações, o preço pode ser mais baixo.

Potencial

A dívida, por outro lado, pode crescer, pois a Netshoes ainda não anunciou os resultados do quarto trimestre do ano passado. Segundo a empresa, isso deve acontecer em uma semana. “Quem levar a Netshoes levará um ativo barato. O mercado se desencantou com a empresa e, quando isso acontece, é difícil reverter”, diz Alberto Serrentino, fundador da consultoria Varese Retail. “Mas o comprador vai levar um negócio com potencial de valorização e uma estrutura robusta. No dia seguinte à compra, ela já estará valendo mais”.

De acordo com Serrentino, a Netshoes tem uma boa reputação de marca e alcançou bom nível de serviço, incluindo os processos de pós-venda e entregas, além de um faturamento anual bilionário, porém, insuficiente para gerar lucro.

Em 2018, a empresa atingiu receita líquida de R$ 1,2 bilhão, queda de 1,7% em comparação ao mesmo período de 2017. “Quem levar poderá evoluir para um modelo de negócios por ecossistema, uma migração do varejo para se tornar plataforma de serviços e negócios”, afirma Serrentino.

Esse conceito prega que, em vez de deter os produtos que serão vendidos em um grande centro de distribuição, a empresa possa ser um marketplace que interliga vendedores e compradores. Procuradas, Centauro e Netshoes não comentaram as negociações.

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– A empresa mais lucrativa do mundo!

Apple? Google? Quem seria a empresa que mais dá lucro no mundo?

Segundo a Bloomberg, pela 1a vez a empresa de petróleo nacional da Arábia Saudita (um país fechadíssimo, é sabido), chamada de Saudi Aramco, divulgou seu lucro: 33,8 bilhões de dólares no exercício do último semestre, após produzir por um bom período 1,6 bilhão de litros (ou 10,3 milhões de barris), tendo 260,8 bilhões de barris em reservas e, supostamente, valendo quase 3 trilhões de dólares (a Apple vale 875 bilhões no mercado).

Em bilhões de dólares, comparando o mesmo período fiscal, os lucros das gigantes foram:

Saudi Aramco: 33,8

Apple: 28,9

Microsoft: 13,8

Google: 11,7

Shell: 7,4

Facebook: 6,9

Volkswagen: 6,8

Amazon: 0,9

Deu para entende o motivo de existir tanto dinheiro nos países árabes? Lá sobra petróleo e jorram petrodólares por todos os lados…

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– O quanto você está pagando hoje de impostos nos combustíveis!

O preço da gasolina – e em especial do diesel – viraram motivo de discussão nesses últimos dias. Até onde a Petrobrás tem independência suficiente para regulá-los sem a interferência das decisões do Governo?

Fora isso, veja: o quanto custou o preço médio dos combustíveis e sua variação na fonte, SEM IMPOSTOS.

Depois de compará-los, lembre o quanto você pagou nas bombas… olhe que absurdo a carga tributária! Abaixo:

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