– Dia de Santo Ivo, Padroeiro dos Advogados

Um santo em vida conhecido como “Advogado dos Pobres”: esse foi Santo Ivo, celebrado hoje.

Sua história abaixo, extraída de “Santo do Dia”, da CançãoNova.com

SANTO IVO

Nasceu em Bretanha, região administrativa do oeste da França, em 1253.

Ivo recebeu uma ótima formação, formando-se em Filosofia, Teologia, Direito Eclesiástico e Civil. Um santo advogado, juiz e sacerdote.

Partiu para o céu com apenas 50 anos, mas deixou um testemunho muito forte, reconhecido como o “advogado dos pobres”. Santo Ivo inclinou seu coração na presença de Deus, na busca da verdade, da misericórdia, da justiça e do amor.

O santo de hoje diz à família forense e a todos nós que viver o amor e a justiça é possível em Cristo Jesus.

Santo Ivo, rogai por nós!

História da vida de Santo Ivo (1253 - 1303) - Padroeiro dos ...

– 101 anos do Papa João Paulo II

Se vivo fosse, São João Paulo II, o polonês que se tornou o “Papa Peregrino”, faria 100 anos hoje!

Nos lembremos da frase que abriu o seu Pontificado:

Não, não tenhais medo! Antes, não procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo

Que tenhamos sempre a coragem de testemunhar Jesus!

– A Festa da Ascensão do Senhor Jesus.

Neste domingo, a Liturgia da Igreja Católica celebra a festa do retorno de Jesus Cristo ao Céu. Após sua crucificação, Ele permaneceu ressuscitado por 40 dias entre nós e subiu ao Pai, conforme os Evangelhos.

E aí fica a reflexão para hoje: confiamos que um dia nós seremos levados ao Céu (não materialmente, mas no sentido da fé cristã de Ressurreição)? O que fazemos para esse merecimento? Como tem sido nossas ações?

Vale meditar sobre nossa conduta.

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– Hora de Rezar!

Momento de interiorização. Nada de distrações. É hora de rezar!

Já foi à Missa hoje? Se não, vá amanhã!

Estar em paz com Deus, com nosso íntimo e com o próximo é importante. Ou melhor: é fundamental.

#Catolicismo

– Dia Mundial das Famílias!

Hoje é Dia Mundial das Famílias. Para refleti-lo, relembremos a mensagem tão importante do Papa Francisco no ano passado. Abaixo:

“Jesus leva à alegria e à liberdade, enquanto a rigidez causa perturbação”! São as palavras do Papa Francisco neste dia Mundial das Famílias!

Em: https://www.vaticannews.va/pt/papa-francisco/missa-santa-marta/2020-05/papa-francisco-missa-santa-marta-coronavirus-cresca-amor-familia.html

CRESÇA O AMOR NOS FAMÍLIAS

“Hoje é o Dia Mundial das Famílias: rezemos pelas famílias, para que cresça nas famílias o Espírito do Senhor, o espírito de amor, de respeito, de liberdade.”

Na homilia, o Papa comentou a passagem dos Atos dos Apóstolos (At 15,22-31) em que Paulo e Barnabé são enviados aos pagãos convertidos de Antioquia, transtornados e perturbados com os discursos de alguns que não tinham recebido nenhum encargo. Os apóstolos levam consigo uma carta que encoraja e alegra os novos discípulos, explicando-lhes que não são obrigados à circuncisão segundo a Lei mosaica, como pretendiam alguns fariseus que se tinham se tornado cristãos.

“No Livro dos Atos dos Apóstolos – disse o Papa – vemos que na Igreja, no início, havia tempos de paz”, mas “havia também tempos de perseguição” e “tempos de perturbação. E esse é o tema da primeira leitura de hoje: um tempo de perturbação”. Deu-se que os cristãos que provinham do paganismo “tinham acreditado em Jesus Cristo e recebido o batismo, e estavam felizes: tinham recebido o Espírito Santo. Do paganismo ao cristianismo, sem nenhuma etapa intermediária”.

Mas havia cristãos “judaizantes” que “defendiam que não se podia fazer isso. Se alguém era pagão, primeiro devia tornar-se judeu, um bom judeu, e depois tornar-se cristão”. E os cristãos convertidos do paganismo não entendiam isso: “Como é isso, somos cristãos de segunda classe? Não se pode passar do paganismo diretamente ao cristianismo?” Perguntavam-se se a Ressurreição de Cristo tinha ou não levado a lei antiga a uma maior plenitude. Estavam perturbados e havia muitas discussões entre eles.

Os “judaizantes” defendiam suas teses “com argumentos pastorais, argumentos teológicos, alguns inclusive morais” e “isso colocava em discussão a liberdade do Espírito Santo, também a gratuidade da Ressurreição de Cristo e da graça. Eram metódicos. E também rígidos”. Jesus já tinha repreendido esses doutores da Lei por tornar os prosélitos pior do que eles. “Este povo que era ideológico”, mais que dogmático”, tinha “reduzido a Lei, o dogma a uma ideologia”, a “uma religião de prescrições, e com isso tolhiam a liberdade do Espírito. E seus seguidores eram pessoas rígidas”, que não conheciam a alegria do Evangelho. A perfeição do caminho para seguir Jesus era a rigidez. “Esses doutores manipulavam as consciências dos fiéis, ou os faziam tornar-se rígidos ou iam embora”.

O Papa reiterou isso: “A rigidez não é do bom Espírito, porque coloca em questão a gratuidade da Redenção, a gratuidade da Ressurreição de Cristo” e “durante a história da Igreja isso se repetiu. Pensemos nos pelagianos”, “rígidos famosos”. E também em nossos tempos vimos algumas organizações apostólicas que pareciam muito bem organizadas, que trabalhavam bem… mas todos rígidos, todos iguais um ao outro, e depois soubemos da corrupção que havia internamente, inclusive nos fundadores”.

“Onde há rigidez não se encontra o Espírito de Deus, porque o Espírito de Deus é liberdade”. E esse povo tolhia “a liberdade do Espírito de Deus e a gratuidade da Redenção”. Mas “a justificação é gratuita. A morte e a Ressurreição de Cristo é gratuita. Não se paga, não se compra: é um dom”.

“Os apóstolos se reúnem neste concílio e ao término escrevem uma carta que começa assim: ‘Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor nenhum fardo’ (além das coisas indispensáveis), e colocam essas obrigações mais morais, de bom senso: não confundir o cristianismo com o paganismo”, e, “por fim, quando esses cristãos que estavam perturbados, reunidos em assembleia, receberam a carta”, se “alegraram pelo encorajamento que infundia. Da perturbação à alegria. O espírito da rigidez sempre leva você à perturbação: ‘Fiz bem isso? Não o fiz bem?’ O escrúpulo”. Ao invés, o espírito da liberdade evangélica leva você à alegria, porque foi propriamente isso que Jesus fez com a sua Ressurreição: trouxe a alegria! A relação com Deus, a relação com Jesus não leva você a dizer: “Eu faço isso e Vós me dais aquilo”, uma “relação comercial: não! É gratuita, como a relação de Jesus com os discípulos é gratuita: ‘Vós sois meus amigos. Não vos chamo servos, chamo-vos amigos. Não fostes vós que me escolhestes, mas eu que vos escolhi’: essa é a gratuidade”.

“Peçamos ao Senhor que nos ajude a discernir os frutos da gratuidade evangélica dos frutos da rigidez não-evangélica, e que nos liberte de toda perturbação daqueles que colocam a fé, a vida da fé sob as prescrições casuísticas, as prescrições que não têm sentido. Refiro-me a essas prescrições que não têm sentido, não aos Mandamentos. Que nos liberte desse espírito de rigidez que lhe tolhe a liberdade”.

A seguir, o texto da homilia transcrita pelo Vatican News:

No Livro dos Atos dos Apóstolos vemos que na Igreja, no início, havia tempos de paz, diz isso várias vezes: a Igreja crescia, em paz, e o Espírito do Senhor se difundia; tempos de paz (cf. At 9,31). Havia tempos de perseguição, a começar pela perseguição a Estêvão (cf. At 7,59), depois Paulo perseguidor, convertido, também ele depois perseguido (cf. At 13,50)… Tempos de paz, tempos de perseguições, e havia tempos de perturbação. E esse é o tema da primeira leitura de hoje: um tempo de perturbação. “Ficamos sabendo que alguns dos nossos – escrevem os apóstolos aos cristãos oriundos do paganismo –, ficamos sabendo que alguns dos nossos, aos quais não damos nenhum encargo, vieram perturbar-vos – perturbar-vos – com palavras que transtornaram vosso espírito (At 15,24).

O que tinha acontecido? Esses cristãos que provinham dos pagãos tinham acreditado em Jesus Cristo e recebido o batismo, e estavam felizes: tinham recebido o Espírito Santo. Do paganismo ao cristianismo, sem nenhuma etapa intermediária. Ao invés, esses que se chamavam “os judaizantes” defendiam que não se podia fazer isso. Se alguém era pagão, primeiro devia tornar-se judeu, um bom judeu, e depois tornar-se cristão, para estar na linha da eleição do povo de Deus. E esses cristãos (convertidos do paganismo) não entendiam isso: “Como é isso, somos cristãos de segunda classe? Não se pode passar do paganismo diretamente ao cristianismo? A Ressurreição de Cristo não rompeu a lei antiga e a levou uma plenitude maior ainda? Estavam perturbados e havia muitas discussões entre eles. E aqueles que queriam isso eram pessoas que com argumentos pastorais, argumentos teológicos, alguns inclusive morais, defendiam que não: que se devia fazer a passagem assim! E isso colocava em discussão a liberdade do Espírito Santo, também a gratuidade da Ressurreição de Cristo e da graça. Eram metódicos. E também rígidos. Jesus tinha dito deles, de seus mestres, dos doutores da Lei: “Ai de vós que percorreis céu e mar para fazer um prosélito e quando o encontrais fazei-o pior do que antes. Fazei-o filho da Geena”. Jesus diz mais ou menos assim no capítulo 23 de Mateus (cf. v.15). Este povo que era “ideológico” – mais que “dogmático”, era “ideológico”, – tinha reduzido a Lei, o dogma a uma ideologia e “se deve fazer isso, isso, e isso, e isso”: uma religião de prescrições, e com isso tolhiam a liberdade do Espírito. E as pessoas que o seguiam eram pessoas rígidas, pessoas que não se sentiam confortavelmente, não conheciam a alegria do Evangelho. A perfeição do caminho para seguir Jesus era a rigidez: “É preciso fazer isso, isso, isso, isso…” Essas pessoas, esses doutores “manipulavam” as consciências dos fiéis, ou os faziam tornar-se rígidos… ou iam embora.

Por isso, eu me repito muitas vezes, digo que a rigidez não é do bom Espírito, porque coloca em questão a gratuidade da Redenção, a gratuidade da Ressurreição de Cristo. E isso é uma coisa antiga: durante a história da Igreja isso se repetiu. Pensemos nos pelagianos”, nesses… nesses rígidos, famosos. E também em nossos tempos vimos algumas organizações apostólicas que pareciam muito bem organizadas, que trabalhavam bem… mas todos rígidos, todos iguais um ao outro, e depois soubemos da corrupção que havia internamente, inclusive nos fundadores.

Uma passagem da homilia do Papa Francisco

Onde há rigidez não se encontra o Espírito de Deus, porque o Espírito de Deus é liberdade. E essas pessoas queriam dar passos tirando a liberdade do Espírito de Deus e a gratuidade da Redenção: “Para ser justificado, você deve fazer isso, isso, isso, isso…” A justificação é gratuita. A morte e a Ressurreição de Cristo é gratuita. Não se paga, não se compra: é um dom! E essas (pessoas) não queriam fazer isso.

O caminho é bonito: os apóstolos se reúnem neste concílio e ao término escrevem uma carta que começa assim: “De fato, pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor nenhum fardo” (At 15,28), e colocam essas obrigações mais morais, de bom senso: não confundir o cristianismo com o paganismo, abster-se das carnes oferecidas aos ídolos, etc. E por fim, esses cristãos que estavam perturbados, reunidos em assembleia recebem a carta e “Sua leitura causou alegria, por causa do estímulo que trazia” (v. 31). Da perturbação à alegria. O espírito da rigidez sempre leva você à perturbação: “Fiz bem isso? Não o fiz bem?” O escrúpulo, isso… O espírito da liberdade evangélica leva você à alegria, porque foi propriamente isso que Jesus fez com a sua Ressurreição: trouxe a alegria! A relação com Deus, a relação com Jesus não é uma relação assim, de “fazer as coisas”: “Eu faço isso e Vós me dais aquilo”. Uma relação assim – o Senhor me perdoe – comercial: não! É gratuita, como a relação de Jesus com os discípulos é gratuita: “Vós sois meus amigos (Jo 15,14). “Não vos chamo servos, chamo-vos amigos (cf. Jo 15). “Não fostes vós que me escolhestes, mas eu que vos escolhi” (v. 16): essa é a gratuidade.

Peçamos ao Senhor que nos ajude a discernir os frutos da gratuidade evangélica dos frutos da rigidez não-evangélica, e que nos liberte de toda perturbação daqueles que colocam a fé, a vida da fé sob as prescrições casuísticas, as prescrições que não têm sentido. Refiro-me a essas prescrições que não têm sentido, não aos Mandamentos. Que nos liberte desse espírito de rigidez que lhe tolhe a liberdade.

O Papa convidou a fazer a Comunhão espiritual com a seguinte oração:

Aos vossos pés, ó meu Jesus, me prostro e vos ofereço o arrependimento do meu coração contrito que mergulha no seu nada na Vossa santa presença. Eu vos adoro no Sacramento do vosso amor, a inefável Eucaristia. Desejo receber-vos na pobre morada que meu coração vos oferece; à espera da felicidade da comunhão sacramental, quero possuir-vos em Espírito. Vinde a mim, ó meu Jesus, que eu venha a vós. Que o vosso amor possa inflamar todo o meu ser, para a vida e para a morte. Creio em vós, espero em vós. Amo-vos. Assim seja.

O Santo Padre terminou a celebração com a adoração e a bênção eucarística. Antes de deixar a Capela dedicada ao Espírito Santo, foi entoada a antífona mariana “Regina caeli”, cantada no tempo pascal:

Rainha dos céus, alegrai-vos. Aleluia!

Porque Aquele que merecestes trazer em vosso seio. Aleluia!

Ressuscitou como disse. Aleluia!

Rogai por nós a Deus. Aleluia!

D./ Alegrai-vos e exultai, ó Virgem Maria. Aleluia!

C./ Porque o Senhor ressuscitou, verdadeiramente. Aleluia!

Vídeo integral da Missa

Missa com o Papa Francisco na Casa Santa Marta – 15.05.2020

– Bom dia, sábado (Parte 2).

🙏🏻 Correndo e Meditando durante a atividade física matinal:
Ó #NossaSenhoraAparecida, rogai por nós que recorremos a vós. Socorrei-nos e guardai-nos hoje e sempre! #Amém.”

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #Guarda #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade #Aparecida #Mãe

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor avisar para informar o crédito.

– Ser testemunho de esperança nesses tempos difíceis de fé “testada”.

Nossa fé está sendo “testada”? Nada disso. Deus não nos dá um fardo maior do que possamos carregar!

Vejo pessoas desesperançosas por conta da Covid-19. Gente que até perdeu a fé!

Calma. Deus não nos abandona, é Ele quem está nos sustentando. E para nos alertar da necessidade de levarmos às pessoas desiludidas que não podemos desistir da nossa crença nem da nossa esperança, compartilho o importante lembrete abaixo (Extraído da publicação do Professor Felipe Aquino em seu Twitter):

“Em defesa da fé, através de todo o mundo, homens e mulheres, meninos de tenra idade e moças na flor da juventude combateram até ao derramamento do sangue. Esta fé expulsou os demônios, afastou as doenças, ressuscitou os mortos.”

(São Leão Magno, papa e doutor da Igreja.)

Não é perfeito tal alerta? O problema é que nosso tempo e nossa ansiedade nos atrapalham. Devemos ser resilientes nesse difícil instante que o planeta vive.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– A esperança de dias melhores em Fátima!

Vendo as imagens de 2019 (no Santuário de Nossa Senhora de Fátima / Portugal, sem pandemia), a situação em 2020 e aos poucos, retomando em 2021, dá pra dizer: a Esperança está voltando!

Olhe só: 

– Viva Nossa Senhora de Fátima!

Hoje é dia de Nossa Senhora de Fátima, invocação à mãe de Deus quanto às suas aparições em Fátima, Portugal.

Embora alguns confundam, vale ressaltar: todas as “Nossas Senhoras” que conhecemos são a mesma Maria, Virgem nascida em Nazaré, escolhida pelo Pai para gerar o Filho, pela graça do Espírito Santo. E a ela são atribuídos adjetivos: de Fátima, Aparecida, da Piedade, do Desterro, da Conceição, e aí por diante.

NOSSA SENHORA

Cubra-me com seu manto de amor
Guarda-me na paz desse olhar
Cura-me as feridas e a dor me faz suportar
Que as pedras do meu caminho
Meus pés suportem pisar
Mesmo ferido de espinhos me ajude a passar
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
E aqueles que eu fiz sofrer, peço perdão

Se eu curvar meu corpo na dor
Me alivia o peso da cruz
Interceda por mim minha Mãe, junto a Jesus

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim

Sempre que o meu pranto rolar
Ponha sobre mim suas mãos
Aumenta minha fé e acalma o meu coração
Grande é a procissão a pedir
A misericórdia, o perdão
A cura do corpo e pra alma, a salvação
Pobres pecadores oh Mãe
Tão necessitados de Vós
Santa Mãe de Deus, tem piedade de nós
De joelhos aos Vossos pés
Estendei a nós Vossas mãos
Rogai por todos, nós Vossos filhos, meus irmãos

Nossa Senhora me dê a mão
Cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Do meu caminho
Cuida de mim…

Para o Vídeo da canção, clique em: http://letras.terra.com.br/roberto-carlos/48639/

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, informar para crédito.

– Oração de Santo Afonso de Ligório para adorar o Santíssimo Sacramento.

Quinta-feira é dia reservado pela Igreja Católica à Adoração ao Santíssimo Sacramento. Sendo assim, rezemos:

ORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO por Santo Afonso de Ligório.

Senhor meu Jesus Cristo, que pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-Vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar.

Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tem feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim neste sacramento; por me terdes concedido como advogada vossa Mãe Santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.

Eu vos saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração, e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de graças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adorar-Vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental está menos reverenciada e em maior abandono.

Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade.

Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro.

E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a Vós e renuncio toda a própria vontade.

Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.
Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.

Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atender. Amém.

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Foto: Arquivo Pessoal. Capela do Santíssimo Sacramento da Paróquia São João Bosco – Jundiaí/SP.

– Fábio Wajngarten mostra que o Brasil não é para amadores.

O ex-Secretário de Comunicação do Governo Bolsonaro, Fábio Wajngarten, que é judeu, em declaração à CPI da Covid há pouco, justificou sua conduta e suas virtudes inicialmente declarando:

“Tenho uma sólida formação judaica – rezo todas as noites. Frequento o Templo de Salomão [de Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus], e me aconselho com o Pastor [Silas] Malafaia e com o Missionário RR [Soares, da Igreja da Graça]”.

Ele quis dizer que é um homem religioso; ou que é um judeu que pratica mal sua fé (pois segue cristãos, coisa contrária à sua crença que não vê em Jesus o Filho de Deus); ou que é um judeu que quer virar cristão; ou que apesar de judeu ele se aconselha com essas pessoas ligadas ao presidente Bolsonaro e que isso é bom?

Estar atrelado a uma Igreja não significa, necessariamente, que você é honesto ou melhor do que os outros, não?

Atualizando: a Revista Veja divulgou os áudios onde Wajngarten fala sobre a incompetência do Ministério da Saúde e outros detalhes críticos. Está não link em: https://veja.abril.com.br/politica/audio-fabio-wajngarten-ve-incompetencia-no-ministerio-de-saude/

– Como o poder e o dinheiro são instrumentos para a discórdia.

Repost de 1 ano, mas extremamente atual:

Não dá para servir a paixões mundanas e a Deus concomitantemente. Não terá a mesma intensidade e a mesma dedicação.

No último sábado, em homilia, o Papa Francisco alertou que o dinheiro e o poder, tão ambicionados por várias pessoas, são instrumentos perfeitos para o Diabo iludir os homens e destruir a Igreja, a vida, a sociedade.

Reflita: as pessoas chegam a qual ponto pela ganância? Talvez ao de prejudicar ao próximo e cegar-se às coisas mais sensíveis?

Abaixo, extraído de: https://www.vaticannews.va/pt/papa-francisco/missa-santa-marta/2020-05/papa-francisco-santa-marta-coronavirus-diabo-inveja-poder.html

O DIABO QUER DESTRUIR A IGREJA POR INVEJA COM PODER E DINHEIRO

(…) Na homilia, o Papa comentou a passagem dos Atos dos Apóstolos (Atos 13, 44-52), em que os judeus de Antioquia “cheios de inveja e com palavras ofensivas” contrariam as afirmações de Paulo sobre Jesus que dão tanta alegria aos pagãos e provocam as mulheres da nobreza e os notáveis da cidade, suscitando uma perseguição que obriga Paolo e Barnabé a deixarem o território.

Francisco recordou o Salmo que foi lido: “Cantai ao Senhor um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória. O Senhor fez conhecer a sua salvação, aos olhos do povo, revelou a sua justiça”. “O Senhor”, disse ele, “fez maravilhas. Mas quanto esforço! Quanto esforço para as comunidades cristãs levarem adiante essas maravilhas do Senhor. Ouvimos a alegria na passagem dos Atos dos Apóstolos: toda a cidade de Antioquia se reuniu para ouvir a Palavra do Senhor, porque Paulo, os apóstolos pregaram com força, e o Espírito os ajudava. Mas quando viram aquela multidão, os judeus ficaram cheios de inveja e com palavras ofensivas, contrariaram as afirmações de Paulo”. (…)

“Por um lado, há o Senhor, há o Espírito Santo que faz a Igreja crescer, e sempre cresce mais: isso é verdade. Mas por outro, há o espírito mau que procura destruir a Igreja. É sempre assim. Sempre assim. Se vai adiante, mas depois vem o inimigo procurando destruir. O balanço é sempre positivo a longo prazo, mas quanto esforço, quanta dor, quanto martírio! E o que aconteceu aqui, em Antioquia, acontece em todo lugar no Livro dos Atos dos Apóstolos.”

“Por um lado”, observou o Papa, “a Palavra de Deus” que faz crescer e “por outro lado, a perseguição”. “Qual é o instrumento do diabo para destruir o anúncio do Evangelho? É a inveja. O Livro da Sabedoria fala claro: “O pecado entrou no mundo pela inveja do diabo”, inveja, ciúme… Sempre esse sentimento amargo, amargo. Essas pessoas viram como se pregava o Evangelho e ficaram com raiva, roeram o fígado de raiva. E essa raiva os levou adiante: é a raiva do diabo, é a raiva que destrói, a raiva do “Crucifica-o, crucifica-o!”, da tortura de Jesus. Ele quer destruir. Sempre. Sempre.”

“A Igreja”, recordou Francisco, “segue em frente entre os consolos de Deus e as perseguições do mundo. Uma Igreja “que não tem dificuldades falta alguma coisa” e “se o diabo está tranquilo, as coisas não vão bem. Sempre existe a dificuldade, a tentação, a luta… a inveja que destrói. O Espírito Santo faz a harmonia da Igreja e o espírito mau destrói, até hoje. Sempre essa luta”. “O instrumento dessa inveja”, observou o Papa, “são os poderes temporais. Nessa passagem se diz que “os judeus provocaram as mulheres da nobreza”. Foram a essas mulheres e disseram: “Esses aí são revolucionários. Mandem eles embora”. E “as mulheres falaram com as outras e os mandaram embora. As mulheres piedosas da nobreza… E também os notáveis da cidade: eles vão ao poder temporal e o poder temporal pode ser bom, as pessoas podem ser boas, mas o poder como tal é sempre perigoso. O poder do mundo contra o poder de Deus movem tudo isso e sempre por trás disso, do poder, está o dinheiro”.

“O que acontece na Igreja primitiva”, disse o Papa, ou seja, “a obra do Espírito para construir a Igreja, para harmonizar a Igreja e a obra do espírito mau para destruí-la, o recurso aos poderes temporais para deter a Igreja, destruir a Igreja, é apenas um desenvolvimento do que acontece na manhã da ressurreição. Os soldados, vendo esse triunfo, foram até os sacerdotes e compraram a verdade… os sacerdotes. E a verdade foi silenciada. Desde a primeira manhã da ressurreição, triunfo de Cristo, existe essa traição, este silenciar a palavra de Cristo, silenciar o triunfo da ressurreição com o poder temporal: os chefes dos sacerdotes e o dinheiro”.

O Papa concluiu com uma exortação: “Estejamos atentos, estejamos atentos com a pregação do Evangelho” para nunca cair na tentação “de confiar nos poderes temporais e no dinheiro. A confiança dos cristãos está em Jesus Cristo e no Espírito Santo que Ele enviou e o Espírito Santo é o fermento, é a força que faz a Igreja crescer. Sim, a Igreja vai adiante, em paz, com resignação, alegre: entre os consolos de Deus e as perseguições do mundo”.

– O uso de esterco contra a Covid na Índia por questão cultural!

Que triste… mediante tanto sofrimento dos indianos com a pandemia, muitos se apegam a costumes antigos. Lá, onde a vaca é sagrada, o uso de esterco como fortificante para imunidade tem sido disseminado…

Abaixo, extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2021/05/11/medicos-indianos-pedem-que-populacao-nao-use-esterco-contra-a-covid-19.htm

MÉDICOS NA ÍNDIA PEDEM QUE NÃO SE USE ESTERCO NO TRATAMENTO DA COVID

Médicos estão alertando as pessoas na Índia para que não cubram seus corpos com esterco e urina de vaca na crença de que isso afastará a covid-19. Os especialistas temem que o costume possa aumentar a proliferação de doenças.

De acordo com a agência de notícias Reuters, a população do estado de Gujarat tem ido a estábulos bovinos uma vez por semana para a prática durante rituais, mesmo que ela não tenha nenhuma comprovação científica.

Alguns indianos acreditam que os excrementos de vaca supostamente os ajudariam na recuperação de uma infecção causada pelo coronavírus ou ainda que poderia aumentar a resistência do sistema imunológico.

“Até médicos vêm aqui. [Eles] acreditam que essa ‘terapia’ melhora sua imunidade e eles podem ir cuidar de pacientes sem medo”, relata Gautam Manilal Borisa, gerente associado de uma empresa farmacêutica local, que jura que o esterco o ‘ajudou a se recuperar da covid-19’ no ano passado.

De acordo com os especialistas, estas cerimônias podem, na verdade, provocar ainda mais a disseminação do coronavírus, uma vez que têm gerado aglomerações.

“Não há nenhuma evidência científica concreta de que o esterco de vaca ou a urina aumentem a imunidade contra a covid-19, isso é inteiramente baseado na crença”, explica JA. Jayalal, presidente nacional da Associação Médica Indiana.

“Também há riscos à saúde envolvidos em espalhar ou consumir esses produtos — outras doenças podem se espalhar do animal para os humanos.”

No hinduísmo, que é muito presente na Índia, a vaca é considerada um símbolo sagrado. Há séculos, utiliza-se as fezes desses animais para “purificar” casas e realizar rituais de oração, uma vez que muitas pessoas acreditam em suas supostas propriedades “terapêuticas e antissépticas”.

Além de utilizar os estercos, os praticantes destes rituais também se abraçam, meditam e homenageiam as vacas durante as cerimônias.

Todavia, autoridades de saúde ao redor do planeta se posicionam constantemente contra alternativas que podem ser danosas à saúde.

– Alma de Cristo.

Nestes dias tão atribulados, a conhecida oração “Alma de Cristo” é muito necessária para nós – especialmente para o fortalecimento de nós!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=nT8Dusqb94M

– Pela renúncia temporarária de patentes das Vacinas!

Eu apoio tudo o que o Papa Francisco pediu aos grandes laboratórios, nesta última semana. E penso ser a melhor solução: a renúncia temporária dos direitos das patentes das vacinas, para que muitos outros laboratórios possam produzi-las, permitindo que a oferta delas seja muito maior.

Disse o Pontífice, ao criticar o egoísmo de muitos:

“Uma variante desse vírus é o nacionalismo fechado, que impede, por exemplo, um internacionalismo das vacinas. Outra variante é quando colocamos as leis do mercado ou do mercado intelectual ou da propriedade intelectual acima das leis do amor e da saúde da humanidade”.

Sim, eu sei que Pfizer, AstraZeneca e outros tantos gigantes gastaram muito dinheiro com as pesquisas, e as patentes dos seus medicamentos garantem que, todo o gasto, seja retornado pela exclusividade da produção do que criaram.

A sugestão de quebra de patentes defendida pelo presidente note-americano Joe Biden, mas acrescida da ideia de ser “temporária” pelo Papa (ou seja: enquanto estivermos em pandemia) é a ideal! Permitir que até o final este período trágico que a humanidade vive, outros possam também fabricar a mesma “fórmula da vacina’, é um ato de solidariedade.

E cá entre nós, um pitaco: ninguém imagina que pelo montante já vendido de vacinas, esses laboratórios estejam ainda na recuperação do investimento, né?

– A Homilia para as Mães do Padre Zezinho!

Admiro demais o Padre Zezinho, SCJ. Um homem inspirado por Deus em nosso meio.

Hoje, na Missa do Dia das Mães, ele fez uma homilia espetacular!

Vale a pena assistir, em: https://youtu.be/3nYleIZTL-s

– Quem não ama, não conhece a Deus. Porque Deus é Amor!

A melhor mensagem que podemos ter para esse final de semana foi a 2a Leitura da liturgia da Missa de hoje. Uma louvação ao amor!

Quem não teve a oportunidade de escutá-la, a leia abaixo: 

Segunda Leitura (1Jo 4,7-10)

Leitura da Primeira Carta de São João:

Caríssimos: 7Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. 8Quem não ama, não chegou a conhecer a Deus, pois Deus é amor.

9Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio dele.

10Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Amemo-nos! Sem esperar nada em troca.

– Sábado para a Virgem Maria!

O sábado é um dia de devoção católica à Nossa Senhora. A história desta fé aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/05/01/a-tradicao-da-devocao-a-virgem-maria-aos-sabados-6/

Que tal rezar uma Ave-Maria?

Santa Maria, Mãe da Igreja - Opus Dei

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– Agradecer, aceitar e entender.

A Liturgia das Horas é rica em suas orações. Um tesouro do Catolicismo!

Gosto dessa breve prece

“Ensinai-nos, Senhor, a receber com um coração agradecido os bens que vós nos dais, e a aceitar com paciência os sofrimentos que pesam sobre nós. Fazei que pratiquemos a caridade, não apenas nas grandes ocasiões, mas principalmente no cotidiano de nossas vidas”.

Taí. Deveríamos viver essa verdade (a de seres firmes na fé e caridosos) a todo instante, agradecendo a Deus!

– Rezemos pelo padre Jonas Abib!

Padre Jonas Abib, um dos nomes mais importantes da Renovação Carismática Católica e fundador da Comunidade Canção Nova, está com câncer. Rezemos por esse santo homem!

Extraído de: https://g1.globo.com/google/amp/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2021/05/05/monsenhor-jonas-abib-fundador-da-cancao-nova-e-diagnosticado-com-cancer.ghtml

MONSENHOR JONAS ABIB, FUNDADOR DA CANÇÃO NOVA, É DIAGNOSTICADO COM CÂNCER

Religioso de 84 anos foi diagnosticado com câncer do tipo Mieloma, que atinge o sistema imunológico.

O Monsenhor Jonas Abib, fundador da comunidade Canção Nova, foi diagnosticado com mieloma, um tipo de câncer. O religioso segue internado em tratamento em um hospital na capital.

De acordo com a Canção Nova, Padre Jonas está internado desde o dia 27 de abril, quando foi hospitalizado para passar por um cateterismo. No hospital, os médicos perceberam na bateria de exames alterações nos rins e anemia e, ao submeterem a mais exames, descobriram o câncer.

O mieloma é um tipo de tumor maligno que se desenvolve nas células plasmáticas, responsáveis pela produção dos anticorpos que compõem o sistema de defesa do organismo.

Segundo a comunidade, os médicos afirmaram que é tratável e, até o momento, não há previsão de que o padre deixe o hospital. A Canção Nova informou ainda que o sacerdote segue em bom estado geral, sob o ponto de vista clínico.

Padre Jonas é um dos mais conhecidos evangelizadores da Igreja Católica no Brasil. Padre, músico e escritor, ele nasceu em Elias Fausto (SP), em 1936. Ele foi ordenado sacerdote na década de 1960. A comunidade Canção Nova foi fundada por ele em 1978.

– Adorar Jesus na Eucaristia!

Quinta-feira é dia reservado pela Igreja Católica à Adoração ao Santíssimo Sacramento. Sendo assim, rezemos:

ORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO por Santo Afonso de Ligório.

Senhor meu Jesus Cristo, que pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-Vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar.

Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tem feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim neste sacramento; por me terdes concedido como advogada vossa Mãe Santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.

Eu vos saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração, e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de graças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adorar-Vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental está menos reverenciada e em maior abandono.

Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade.

Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro.

E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a Vós e renuncio toda a própria vontade.

Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.
Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.

Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atender. Amém.

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– Crendo em Adão e Eva literalmente. Mas ainda?

Sabe-se que o livro do Gênesis, em seu princípio,fala sobre a criação do universo pelo Pai. Deus é contado em uma forma novelística, romântica e simples, para mostrar às gerações que Ele é o autor da vida e Senhor de todas as coisas.

Nesta história de amor, a humanidade é representada por Adão e Eva, mostrando como o pecado corrompeu as pessoas. Entretanto, há ainda aqueles que não conseguem aceitar que o homem e a mulher criados pelo barro e com o sopro divino são uma expressão poética. Neste rol de fiéis estão radicais fanáticos que se apegam literalmente ao texto da Sagrada Escritura e outras pessoas de fé mais simplória. Na outra ponta, muitas vezes composta por incrédulos e ateus, há aqueles que entendem o Gênesis como uma fábula inadmissível, onde não compreendem (ou não aceitam) que a Criação e as criaturas são obras da existência de Deus, independente dos personagens moldados da Bíblia e ali simbolizados para entendimento e catequese mais pura..

A questão é: Adão e Eva são amados e odiados por várias pessoas nos dias atuais, e um renomado professor de Harvard faz sucesso mundo afora tentando explicar a rixa entre evolucionistas e criacionistas.

Abaixo, extraído de: https://istoe.com.br/adao-e-eva-do-paraiso-ao-inferno/

ADÃO E EVA, DO PARAÍSO AO INFERNO

Professor de Harvard, Stephen Greenblatt conta por que a parábola do pecado original caiu em desgraça após dois milênios, ainda que milhões de pessoas nela acreditem

A história de Adão e Eva parece ter caído em desuso em um tempo que o debate sobre os gêneros abalou a dicotomia tradicional dos sexos. Há quem diga que o casal do Gênesis vive até hoje um exílio iniciado em 1859, quando o naturalista britânico Charles Darwin refutou o criacionismo ao publicar “A Origem das Espécies”, obra que demonstra que a evolução dos seres vivos se deu por seleção natural, e que o homem dominou os outros animais não por ter sido feito à imagem de Deus, mas porque usou da inteligência para resolver suas necessidades. Mesmo após a ciência ter condenado ao inferno a parábola do pecado original, ela continua a ser seguida e admirada por milhões de pessoas. O que explica a admiração tanto de devotos como de descrentes?

O escritor Stephen Greenblatt, de 74 anos, professor da Universidade Harvard, investiga as razões de sua eficácia milenar no livro “Ascensão e Queda de Adão e Eva”, de 2017, lançado agora pela Companhia das Letras. Fascinado pela fábula adâmica, mesmo dizendo ser um cético de formação judaica, o autor questiona como uma história que ocupa uma página e meia do Gênesis ainda se impõe. E se adianta em fornecer a resposta: a aventura da transgressão de Eva e Adão e sua expulsão do Jardim do Éden se esquiva das elaborações mentais complexas. “Tudo o que ela gerou parece ter recorrido a uma energia original inesgotável”, afirma. “Como se o seu âmago fosse radioativo.”

A SERPENTE

Greenblatt levanta a genealogia da lenda, descreve os períodos em que ela gozou de alta reputação e os em que foi duramente criticada, além de analisar sua repercussão junto à posteridade. A “história das histórias” foi escrita entre os ano 600 e 500 a.C., durante o exílio dos hebreus na Babilônia, como uma resposta às cosmogonias arcaicas, como as epopeias sumérias “Enima Elish” e “Gilgamesh”, de 2 mil anos antes, que abordam respectivamente o dilúvio universal e a origem do homem. Em vez de peripécias de deuses promíscuos que se matam e cometem atrocidades, o narrador hebreu do Gênesis buscou fornecer dignidade à espécie humana. Adão foi plasmado à imagem de Javé. Quando o casal prova o fruto do conhecimento por incentivo da serpente, é expulso do paraíso, forçado a se alimentar como os animais e a trabalhar para sobreviver. Começava a história humana.

A universalidade de tal exemplo se deve à formulação da narrativa, que constitui a base das três grandes religiões monoteístas. “A história de Adão e Eva fala a todos nós”, afirma Greenblatt. “Trata de quem somos, de onde viemos por que amamos e sofremos. “

Mesmo contestado por gerações de pensadores, o mito capta como a espécie humana trata o trabalho e a morte. Desde Antiguidade, a premissa segundo a qual Javé criou uma armadilha ética para o casal virou objeto de comentários, nem sempre positivos. Se a história é inventada, ela se tornou convincentemente real e ganhou vida por meio da representação de escritores, filósofos e artistas. Greenblatt destaca o “instantâneo” pintado em 1504 pelo artista alemão Albrecht Dürer, no qual ele surpreende o casal um segundo antes de aceitar o convite da serpente.

Para além das controvérsias, a cena em que Deus sopra vida nas narinas de uma criatura de barro codifica uma verdade, de acordo com Greenblatt: a da força da narrativa que molda uma cultura. “Em algum momento num passado imensamente distante foi um sopro que deu vida a Adão, o sopro de um contador de história”, diz.

– RIP, Paulo Gustavo. Um benemérito às obras de Irmã Dulce.

Faleceu o humorista Paulo Gustavo. Por pura ignorância e/ou desinteresse, eu não conheço sua obra artística. Lendo as matérias, vejo que era um talentoso artistaLeio também algumas críticas quanto à sua sexualidade (de preconceito puro). Respeito, não faço críticas ou elogios. Nem apologia. “Ame a Deus e ao seu próximo como a si mesmo”, conforme disse Cristo sobre o maior mandamento de Deus.

Prefiro seguir, como católico praticante, o que Jesus falou por tantas vezes em diversos ensinamentos: como criticar os outros se somos todos pecadores? E nisso ver as boas coisas dos irmãos.

O relato abaixo diz tudo:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– 8 Tópicos para uma Feliz Evangelização

O jornal “O Verbo”, da Diocese de Jundiaí, em editorial, numa edição antiga, trouxe uma interessante matéria chamada: Receita Prática para Evangelizar.

Baseados na vida de Madre Teresa de Calcutá, a empreendedora hindu Ruma Bose e o executivo americano Lou Faust sintetizaram 8 tópicos para uma evangelização bem sucedida. Veja:

1) Sonhe simples, fale com força;

2) Para chegar aos anjos, lide com o demônio;

3) Espere! E então eleja seu momento;

4) Acolha o poder da dúvida;

5) Descubra a alegria da disciplina;

6) Comunique-se em uma língua que as pessoas entendam;

7) Preste atenção no faxineiro; e,

8) Use o poder do silêncio.

Alguém duvida que tal caminho ajuda a fazer o mundo um lugar melhor?

– Festa de São Tiago e São Filipe

Hoje é dia de dois apóstolos de Cristo: São Tiago Menor e São Filipe. Vamos conhecer suas belas histórias?

Extraído de Cancaonova.com

HISTÓRIA DE SÃO TIAGO E SÃO FILIPE

Ambos nasceram na Galileia e foram discípulos e apóstolos de Jesus Cristo, e por Ele deram a vida.

Filipe nasceu em Betsaida, e o Evangelho de São João é que nos apresenta dados a respeito de seu santo testemunho. Jesus passou, chamou-o e ele disse ‘sim’ com a vida.

Ele foi ‘canal’ para que São Bartolomeu também se tornasse discípulo de Cristo. Durante o acontecimento da multiplicação dos pães, Filipe também participou deste milagre (foi para Filipe que Jesus perguntou como se faria para alimentar aquela multidão).

Na Santa Ceia, o apóstolo Filipe é quem pede a Jesus: ‘Mostra-nos o Pai e isso nos basta’ (Jo 14,8). Filipe estava em Pentecostes com a Virgem Maria e os outros apóstolos.

São Clemente de Alexandria nos diz que ele foi crucificado. Que honra para os apóstolos morrerem como o seu Senhor!

São Tiago também foi martirizado, por volta do ano 62. Ele que nasceu em Caná, filho de Alfeu, familiar de Nosso Senhor Jesus Cristo. E foi um dos doze apóstolos.

Nos Atos dos Apóstolos encontramos ele como o primeiro bispo de Jerusalém.

Tiago recebeu mais de uma visita de São Paulo e foi reconhecido como uma das colunas principais da Igreja, ao lado de São Pedro e São João.

Uma das cartas do Novo Testamento é atribuída a ele. E, nela, o apóstolo nos ensina que a fé sem obras é morta e que é preciso deixarmos que o Espírito Santo governe a nossa língua.

O martírio não está centrado no sofrimento, mas no amor a Jesus Cristo que supera essa vida.

São Filipe e São Tiago, rogai por nós.

– Você tem produzido frutos?

Você pratica boas coisas na sociedade, ou apenas as prega?

Dos talentos que você ganhou de Deus, o que tem surgido / frutificado?

Enfim: nossa vida fica somente no discurso ou estamos produzindo boas obras no mundo? É essa a mensagem do santo Evangelho desse domingo. Abaixo:

EVANGELHO DE SÃO JOÃO 15,1-8.

O Senhor esteja convosco.

Ele está no meio de nós.

PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.

Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 1“Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor. 2Todo ramo que em mim não dá fruto ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais frutos ainda. 3Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei.

4Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto, se não permanecerdes em mim.

5Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim, e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.

6Quem não permanecer em mim, será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados.

7Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado. 8Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos.

— Palavra da Salvação.

Glória a vós, Senhor.

TU ÉS PEDRO, E SOBRE ESTA PEDRA CONSTRUIREI A MINHA IGREJA” (Mt 16,18) – Por Luiz Guilherme Andrade Menossi. | CommunioSCJ

– Salmo 21: Senhor, sois meu louvor na grande assembleia!

Para quem não teve oportunidade de participar da Santa Missa, compartilho o Salmo deste 5o Domingo da Páscoa!

Belíssimo, em: https://youtu.be/7mN1MMPXxC0

– Bom domingo (Parte 2 de 4)

🙏🏻 Enquanto vou correndo, estou meditando com a Virgem Maria:
“Ó Mãezinha do Céu, rogai por nós para que sejamos puros e dóceis como as crianças, confiando sempre na Providência Divina. Amém.”
Rezando no clique 2 de 4:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber sobre a origem, informar para crédito.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– A tradição da devoção à Virgem Maria aos sábados.

Os sábados são dedicados pelo Catolicismo às preces para Nossa Senhora. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído do site da Comunidade Canção Nova, em: https://santuario.cancaonova.com/artigos-religiosos/figura-da-virgem-maria-no-sabado-santo/

A FIGURA DA VIRGEM MARIA NO SÁBADO SANTO

Por Áurea Maria

De acordo com a tradição Católica, o sábado é dedicado à Maria Santíssima, porque no Primeiro Sábado Santo Ela esteve sem Jesus vivo e por isso este foi o dia de sua fé absoluta e perfeita. Dia no qual a fé permaneceu apenas na Virgem Maria, de tal maneira que somente Ela, naquele dia, foi a única Igreja. De fato, Maria foi naquele sábado a chama ardente, a lâmpada inextinguível que iluminou com sua fé a terrível noite da Paixão (Pv 31,18). Enquanto tudo ao seu redor vacilava com medo, Ela ficou como coluna imóvel: Junto à cruz de Jesus estava de pé sua mãe (Jo 19, 25). Neste dia de trevas profundas e do abandono mais cruel, também foi o dia em que Sua fé brilhou de maneira mais sublime.

Foi durante a paixão de Jesus que Maria conquistou a coroa e mereceu estar associada à Sua redenção e, apesar do sofrimento atroz que enfrentou, guardou o recolhimento mais perfeito e o silêncio mais inefável. O Primeiro Sábado Santo foi o dia mais amargo para Nossa Senhora, no qual ela participou no mais alto grau do mesmo abandono e da mesma aflição misteriosa do Filho no Calvário. Nunca, como neste dia, Maria fez próprias, as palavras de Jesus: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” (Mc 15,34). Assim sendo, pode-se afirmar que as palavras de São Paulo: “o justo vive pela fé” (Rom. 1,17), se aplicam de maneira excelente a Nossa Senhora, pois é a mais perfeita das almas depois de Jesus Cristo. 

“Bem-aventurada aquela que acreditou que se cumpriria o que lhe foi dito da parte do Senhor” (Lc 1,45)

De fato, nunca existiu nem haverá fé mais profunda que a dela: “Bem-aventurada aquela que acreditou que se cumpriria o que lhe foi dito da parte do Senhor” (Lc 1,45). Como no momento da Anunciação, também no da Paixão, seu ato de fé foi perfeito, visto que não deixou de acreditar que seu Filho fosse verdadeiramente o Filho de Deus, o próprio Deus, vitorioso sobre o diabo, sobre o pecado, sobre a carne. Entretanto, esse sublime ato de fé não terminou na Sexta-feira Santa, mas se estendeu e se intensificou durante todo o sábado, o dia em que a fé de Maria, como sua dor, atingiu seu auge. 

 Naquele Sábado Santo Maria compendiou em seu coração a fé da Igreja e, portanto, foi o Coração da Igreja, que vigiou com uma fé inabalável: naquele coração, naquele Sábado sagrado, diz São Boaventura, Deus construiu como em uma pedra mística sua Igreja. De acordo com inúmeros testemunhos de santos e doutores da Igreja, pode-se afirmar que, no terrível tríduo em que cessaram os batimentos do Coração do Redentor, toda a fé e toda a vida do Corpo Místico estavam encerradas no Imaculado e Sábio Coração de Maria e assim o Seu Imaculado Coração foi a Igreja. O Papa Leão XIII, afirma que Maria tem uma tarefa misteriosa de nos fazer alcançar a fé (Encíclica Adiutricem Populi, n. 5) e nela, como no fundamento mais nobre depois de Jesus Cristo – acrescenta São Pio X – repousa a fé de todos os séculos (Encíclica Ad diem illum laetissimum n. 5). 

São Luís Maria Grignion de Monfort assegura que, com o consentimento do Altíssimo, Maria conservou a fé na glória, para mantê-la na Igreja militante em seus servos mais fiéis. Afirma que, entre os principais frutos da verdadeira devoção a Nossa Senhora, está precisamente a participação na fé de Maria: fé autêntica, viva e animada pela caridade, sólida e imóvel como uma rocha, ativa, penetrante e corajosa. É, portanto, a fé que será a tua tocha ardente, a tua vida divina, o teu tesouro secreto de sabedoria divina e tua arma todo-poderosa da qual você vai se servir para iluminar aqueles que jazem nas trevas e nas sombras da morte, para atear aqueles que estão mornos e que precisam do ouro ardente da caridade, para dar vida aos que estão mortos no pecado, para ferir e derrubar, com suas palavras doces e capazes os corações de mármore e, finalmente para resistir ao diabo e a todos os inimigos da salvação (MONFORT, 2014)

Pode-se constatar que o pedido de Nossa Senhora em Fátima para honrar o sábado (dia de sua perfeita fé), pela prática da Devoção Reparadora dos Cinco Primeiros Sábados, está relacionado com a terrível perda de fé do gênero humano nos dias atuais. Assim sendo, a fé da Igreja ensina que na “escuridão” hodierna, a fé de Maria permanece como aquela cidade localizada na montanha (Mt 5, 14), como o arco-íris nas nuvens (Gn 9, 13), como a bandeira levantada entre as nações (Is. 62, 10) e como a tocha que brilha em um lugar escuro (1 Pd, 1,19). 

Peçamos ardentemente a Ela o dom da pureza e a integridade da fé para que a seu exemplo possamos permanecer incólumes na fé em Seu Filho e com Ele ressuscitar na glória. Que a fé de Maria brilhe cada vez mais nos nossos corações e o quanto antes, cumpra-se a maravilhosa promessa:  No fim meu imaculado Coração triunfará!

REFERÊNCIAS

LEÃO XIII. Carta Encíclica Adiutricem Populi. 05 set 1895. Disponível em: http://www.vatican.va/content/leo-xiii/pt/encyclicals/documents/hf_l-xiii_enc_05091895_adiutricem.html. Acesso em: 09 abr 2020.

MONFORT, Luís Maria Grignion de. Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem. 44. ed. Petrópolis: Vozes, 2014.

PIO X. Carta Encíclica Ad Diem Illum Laetissimum. 02 fev 1904. Disponível em: http://www.vatican.va/content/pius-x/en/encyclicals/documents/hf_p-x_enc_02021904_ad-diem-illum-laetissimum.html. Acesso em: 09 abr 2020.

SCHOKEL, Luís Alonso. Bíblia do Peregrino. Tradução de Ivo Storniolo, José Bortolini e José Raimundo Vidigal. São Paulo: Paulus, 2002.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dia de Adorar Cristo na Eucaristia!

Toda 5a feira, a Igreja Católica convida à Adoração ao Santíssimo Sacramento, o Corpo Imolado de Jesus, Pão dos Anjos, Alimento da Alma!

Para quem se sente sempre tocado a adorar o salvador, compartilho ela bela oração:

JACULATÓRIAS AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Carne viva de Cristo, fortifica-me!
Sangue generoso do Salvador, inebria-me!
Olhar silencioso de Cristo, preenche-me!
Palavra sacratíssima do meu Mestre, instrua-me!
Braços abertos de Cristo, protege-me!
Costas abertas do Crucificado, recebe-me!
Coração transpassado de Cristo, aprisiona-me!
Mão afetuosa de Jesus, abençoa-me!
Dedo onipotente de Cristo, cura-me!
Doce ombro do Bom Pastor, reconduze-me!
Vulto amoroso de Cristo, atraí-me!
Sorriso escondido de meu Amigo, pacifica-me!
Hálito vigoroso de Cristo, dá-me a vida!
Força triunfante do Senhor, conduza-me!
Fogo ardente de Cristo, inflama-me!
Bondade do Filho de Maria, seduze-me!
Luz puríssima de Cristo, ilumina-me!
Vida que jorra do Redentor, transforma-me!
Alma sublime de Cristo, eleva-me!
Divindade do Verbo feito Carne, consagra-me!
Espírito Santo, Dom de Cristo, santifica-me!

– Tenha Fé!

Taí uma verdade bem clara: Deus nos sustenta e nos protege!

Na imagem: 

– O perigoso encontro do fanatismo político com o religioso.

Um assunto espinhoso, e para ele, uma introdução para a discussão: Geisel era luterano. Sarney tinha como orientador espiritual o Pai-de-Santo Bita do Barão (o nome mais famoso do Maranhão, falecido recentemente). Collor, declarado católico, descobriu-se posteriormente que era frequentador de magia negra. Fernando Henrique Cardoso, um ateu declarado (até a época pré-eleitoral). Lula, católico, assim como Jair Bolsonaro.

O que tudo isso quer dizer? 

Simples: que nunca se falou tanto de líderes religiosos influenciando o Governo e os presidentes que tivemos como hoje. Mesmo nas diferentes crenças ou descrença que nossos Chefes de Estado tiveram, a fé não foi colocada como alicerce das políticas públicas como está sendo agora, ou privilegiando bancadas.

Aqui, uma constatação: Jair Bolsonaro, que se declara publicamente católico mas frequenta os cultos batistas que sua mulher Michelle vai, tem extrema relação próxima com os evangélicos Silas Malafaia e Edir Macedo (Assembleia de Deus e Universal / TV Record). E (não é uma crítica ou um elogio), sempre que pode, o presidente cita “Deus” em suas palavras.

A aproximação com Israel é outro fato a ser observado, causando um certo desconforto com a comunidade árabe e muçulmanos em geral. Não pela aproximação em si e a questão de mudança prometida de embaixada, mas por um certo distanciamento dos mesmos.

Num Estado Laico (lembrando sempre que isso não significa “Estado Ateu”), deve se governar atendendo a todos os credos religiosos e a quem não confessa fé alguma. Respeitar as manifestações católicas, evangélicas, umbandistas e de outras raízes africanas, judaicas, islâmicas… enfim, a diversidade de profissões de crenças, é importante.

Dito isso: não é preocupante o fanatismo religioso (que nunca foi fervoroso em nosso país e nem questionado por muitos – cada um sempre teve a sua e se respeitava muito bem), ao mesmo tempo que o fanatismo político (inexistiam”quebra-paus” entre pessoas no dia-a-dia e até se falava que brasileiro era alienado em Política) estarem cada vez mais em moda no Brasil?

A paixão que preocupava as pessoas era o futebol. Nos últimos anos, cresceu a paixão por Política e por Religião, trazendo o medo da intolerância entre radicais. Ou alguém viu alguma ação suprapartidária (seria uma utopia) em prol da nação, ou a defesa de eventos ecumênicos (uma necessidade conciliatória) sendo pregadas?

Pensemos nisso.

Para que não paire dúvida: sou católico praticante, defensor do diálogo interreligioso e não me rotulo de Esquerda, Direita ou Centro.

Na foto, Bolsonaro sendo batizado pelo Pastor Everaldo no Rio Jordão (embora o próprio presidente se declare católico).

– Nunca se desespere!

dias difíceis. Às vezes, inexplicáveis. E o que fazer?

Você recebe uma carga hormonal violenta e tudo muda: o ânimo, a disposição, a alegria… Às vezes, um pequeno “start” que você nem percebe e tudo parece mudar!

Mas serão só hormônios? Ou é “Estado de Espírito”?

Sou católico, fiel à prática e aos ensinamentos da Santa Mãe Igreja, e nesses momentos, tento me acalmar com uma Ave-Maria (sim, sempre nos socorramos à Mãe de Jesus nos instantes de angústias).

Gosto muito da canção “Noites Traiçoeiras”, e esse trecho dela me toca demais e serve de consolo:

E ainda se vier noites traiçoeiras... Frases de Músicas - Declaração de Amor

– O embate entre o Darwinismo e o DI

Ganha cada vez mais força uma teoria nascida nos EUA que é contraponto à Teoria da Origem das Espécies, de Charles Darwin. É o “Designer Inteligente“. Explico: a ideia é de que uma força superior seria responsável por toda a criação. Tal força ou entidade seria extremamente criativa e perfeita, já que a evolução se tornou como ela é hoje graças a inteligência de quem a criou (a desenhou perfeita, por isso o termo: designer inteligente).

Há oito anos, o Mackenzie sediou um encontro sobre defensores dessas ideias. Num primeiro momento, não seria uma teoria de cunho religioso, defendida por algum grupo exclusivo (embora fundamentalistas cristãos identifiquem essa força ou entidade como Deus). Seria uma teoria alternativa para a de Charles Darwin (defensor de que a evolução seria uma grande combinação de coisas que deu certo aleatoriamente, sem a mão de um Criador).

Sabe de uma coisa? Eu, particularmente, acredito ser impossível de que se evoluímos e somos inteligentes, Deus não teria participação. É possível conciliar que evoluímos, como disse Darwin, apoiados pela força de Deus.

E viva os defensores dessa ideia ou teoria!

Compartilho abaixo, extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/69291_DEUS+CHEGA+AS+AULAS+DE+BIOLOGIA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

DEUS CHEGA AS AULAS DE BIOLOGIA

por Helio Gomes

Escola adota teoria baseada na intervenção de uma inteligência superior na criação da vida, opondo-se às ideias de Darwin

Uma das maiores polêmicas a chacoalhar a sociedade e a comunidade científica dos Estados Unidos nos últimos anos desembarcou no Brasil. Ao longo da semana passada, um ciclo de debates realizado no Colégio Presbiteriano Mackenzie, um dos mais tradicionais da capital paulista, apresentou a teoria do design inteligente a centenas de estudantes. Criada nos Estados Unidos na metade dos anos 80, ela se opõe à teoria da evolução de Charles Darwin – amplamente aceita pela ciência desde a publicação do clássico “A Origem das Espécies” (1859) – e se baseia na ideia de que uma entidade superior seria a responsável pela criação de todas as formas de vida do Universo. Para os cientistas que defendem o conceito, tal força criativa é chamada de “designer inteligente”. Para os cristãos fundamentalistas americanos, ela é Deus.

A grande questão envolvendo o design inteligente (DI) é a sua introdução em algumas escolas americanas durante as aulas de biologia, e não nas de religião, que, a exemplo do Brasil, não fazem parte do currículo escolar no ensino público. Conceitos pseudocientíficos e ainda não aceitos pela maioria da academia, como a chamada complexidade irredutível – que sustenta que certos micro-organismos biológicos são intrincados demais para terem evoluído de formas mais simples de vida –, são usados por biólogos, químicos e filósofos da ciência integrantes do movimento DI em sala de aula como uma alternativa à teoria da evolução. Em 2005, os pais de 11 alunos de uma escola pública de Dover, no Estado da Pensilvânia, entraram na Justiça para tentar impedir o ensino do DI, alegando que, na verdade, ele seria um conceito criacionista e, portanto, religioso. Eles ganharam a disputa judicial e a teoria foi banida da disciplina na escola.

O evento realizado em São Paulo nos últimos dias trouxe ao Brasil dois dos mais célebres defensores do DI nos Estados Unidos. Stephen C. Meyer, doutor em história e em filosofia da ciência, é um dos criadores do movimento e um de seus mais atuantes portavozes. Autor de três livros, entre os quais o recente “Signature in the Cell” (Assinatura na Célula, inédito no Brasil), ele afirma que sua missão em terras brasileiras era simples: “Viemos para suscitar a discussão – nosso trabalho é científico, e não político ou educacional”, diz Meyer, um dos membros mais atuantes do Instituto Discovery, centro de pesquisas sem fins lucrativos ligado a setores conservadores da sociedade americana. “Como eu creio em Deus, acredito que ele é o designer inteligente. Mas existem cientistas ateus que aceitam a teoria de outras formas”, completa o pesquisador.

Não é o caso do bió logo americano Scott A. Minnich, também presente no ciclo de debates para apresentar os conceitos do DI aos estudantes brasileiros. “Sim, eu sou religioso”, afirma Minnich. Ele conta que já sofreu preconceito por fazer parte do movimento. “É assim que as coisas funcionam na ciência. Algumas pessoas tentaram convencer o presidente da universidade na qual leciono de que eu estava incluindo o DI nas minhas aulas de microbiologia, o que não era verdade”, diz o biólogo, que também participou das missões que buscaram indícios da produção de armas bioquímicas no Iraque em 2004.

A confusão gerada por uma teoria que se apropria de conceitos científicos para chegar a conclusões com forte viés religioso despertou a ira da ala ateísta. Entre as vozes mais ácidas contra o DI, destaca-se a do biólogo evolucionista britânico Richard Dawkins. Também chamado de “rottweiler de Darwin”, ele ganhou notoriedade graças ao livro “Deus, um Delírio” (lançado no Brasil em 2007 pela Cia das Letras), também transformado em documentário. “É pertinente ensinar controvérsias científicas às crianças”, disse Dawkins em entrevista ao jornal inglês “The Times”. “Só não podemos dizer: ‘Temos dois conceitos sobre o surgimento da vida – um é a teoria da evolução e o outro é o livro do Gênesis. Se abrirmos esse precedente, também teremos de ensinar a elas a crença nigeriana que diz que o mundo foi criado a partir do excremento de formigas”, provoca o biólogo.

Voltando ao cenário brasileiro, vale lembrar que o colégio Mackenzie é uma instituição particular, com origens americanas e de cunho religioso desde a sua fundação. Portanto, o ensino do DI nas aulas de biologia, que acontece desde 2008, é tão válido quanto as aulas de religião ministradas em instituições de ensino católicas. “Acreditamos que a fé influencia todos os aspectos da nossa vida, inclusive a ciência”, resume Davi Charles Gomes, chanceler em exercício do Mackenzie e pastor presbiteriano.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

Algumas outras impressões sobre DI, e o que a Igreja Católica já abordou, em: https://professorrafaelporcari.com/2020/11/07/design-inteligente-papas-e-revista/

– Rezemos para um mundo melhor!

Você já ouviu falar da “Oração pela Pátria, pela Igreja e Pelo Santo Padre”?

Tal riqueza da Igreja Católica se faz pertinente nesses dias tão difíceis…

Extraído do Facebook do nosso pároco, Padre Alex Motta, compartilhado em: https://www.youtube.com/watch?v=KBnid94XgGo