– Oração da Manhã:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Deus amado e querido; Trindade Santa que é Pai, Filho e Espírito Santo: obrigado por mais um dia a viver. Me permita gozar todas as coisas temporais e atemporais. Agradeço, principalmente, por me acolher e amar, pois sou um servo fraco e pecador. 

Pai Todo Poderoso, louvado seja pelo dom da vida, pela nossa casa, pela nossa família e pela nossa saúde. Obrigado por, mesmo eu sendo indigno, me ter dado pessoas maravilhosas para conviver. Perdoe pelos meus erros e minhas falhas, especialmente pelas vezes que me esqueço que a Providência Divina é infinita. Se o Senhor ama até os passarinhos e outras criaturas da natureza, como abandonaria nós, seus filhos? Ama-nos tanto, que deu seu Filho Amado, Jesus Cristo, como Redentor do Mundo!

Cristo, Cordeiro de Deus, Deus Filho, Único, Fiel e Verdadeiro, louvado e bendito seja porque mesmo antes de eu nascer, aceitou a cruz pela remissão dos meus pecados. Tu és meu Senhor, meu Guia, meu Mestre e Salvador. Quero ser seu discípulo sempre, para ser Sal da Terra e Luz do mundo. Não me deixe cair em tentação nos meus pensamentos neste novo dia que nasce, faz-me instrumento do seu amor. Perdoe-me pelas inúmeras vezes que me fiz surdo ao seu chamado e me fechei com um coração de pedra. O Senhor é a Água Viva que lava as minhas manchas, que me cura e me salva. Está com o Pai e com Ele nos dá tantas bençãos e Graças enviando-nos o Paráclito Divino!

Ó Espírito Santo, força dos humildes! Ilumina-me na jornada que se inicia, dando-me seus Dons para o serviço do Reino dos Céus já aqui nesta terra. Perdoa-me quando não usei meus talentos para o bem comum, ou quando me escondi do chamado da Evangelização. Capacita-me para que hoje eu seja melhor do que ontem, a fim de que minhas decisões, mesmo que incompreensíveis pela minha insignificância, sejam sábias pelo Auxílio Divino. Sabe o que é melhor para cada um de seus servos. Que eu seja dócil à sua ação em todos os lugares e momentos. Louvado, glorificado e adorado seja, ó Defensor dos Pobres, pois através do Senhor poderemos colher seus Frutos Celestiais. 

Enfim, Santíssima Trindade que é um só Deus em essência, trino em pessoas e infinito em misericórdia, abençoa minha família e amigos (cite-os nominalmente, se possível), socorre-me no meu trabalho, nos meus estudos e em todos os afazeres. Me faz desapegado do dinheiro e da vaidade, e ajude-me nas minhas contas e compromissos. Livra-me da violência urbana, física, mental e espiritual, dando-me a saúde da alma. Olhe pelos que sofrem hoje e usa-me como auxílio a estes necessitados. Pelos sem casa, sem terra, sem família e pelos abandonados, doentes e famintos, vele por eles por mais este dia que se inicia. Obrigado por me ouvir e me abençoar desde o nascer até o por do sol. Que eu possa testemunhar pelos que não crêem ou perderam a esperança.

Pai Nosso que estais nos Céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai as nossa ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação mas livrai-nos do mal. Amém.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio agora e sempre, por todos os séculos e séculos. Amém. 

Ó Maria, querida Mãe, Nossa Senhora e Co-redentora, cubra-me com seu manto de amor. A Senhora que é a Serva do Pai, a Mãe do Filho e a Esposa do Espírito Santo, me guarde no seu colo carinhoso e sempre interceda por minha família. Confio no seu contínuo socorro, pois é a Rainha da Paz. Ajude diariamente na minha conversão, como já fez ontem e fará hoje, para que eu seja transformado por Jesus “de água para vinho” como pediu pelos noivos em Caná da Galiléia. Rogue por nós, ó Mãe amada, pois lhe venerando conseguirei com mais afinco a aprender servir o Cristo e adorá-lo!

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém.

Santo Anjo da Guarda, obrigado porque acompanhou-me por mais uma noite, ó amigo inigualável que nunca me abandonou (mesmo quando eu lhe esqueço). Obrigado por estar ao meu lado no combate espiritual. Hoje, como todo dia, peço-lhe que me livre das trevas do pecado e guie-me no caminho da Luz Divina. Ajude-me para que eu tenha um santo dia e uma boa jornada.

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarda, me governa e me ilumina. Amém.

Bom dia.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Bom Dia Abençoado de Deus – Mensagens de Bom Dia

– Imitemos São Francisco!

Que não nos esqueçamos dos ensinamentos e exemplo de São Francisco!

Veja só:

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– Oração dos Pais pelos Filhos, de Santa Cândida.

A espanhola Santa Cândida Maria de Jesus, fundadora da congregação Filhas de Jesus, teve como missão a Educação e a Evangelização. É dela a linda oração “dos pais pelos filhos”, que compartilho abaixo:

Todos nós, que temos crianças, deveríamos rezá-la diariamente

ORAÇÃO DOS PAIS PELOS FILHOS

Senhor, Pai todo-poderoso, nós Vos damos graças por ter dado a nós os nossos filhos. Eles são uma alegria em nossas vidas, e as preocupações, temores e fadigas que nos trazem, aceitamos com serenidade.

Ajudai-nos a amá-los sinceramente. Através de nós deste a vida e eles, mas desde toda a eternidade vós os conheceis e amais.

Dai-nos a SABEDORIA para os guiar, PACIÊNCIA para os instruir e VIGILÂNCIA para os acostumar ao bem com o nosso testemunho.

Fortalecei o nosso amor para os corrigir e os tornar pessoas melhores. Por vezes, é difícil compreendê-los, sermos como eles nos desejam e ajudá-los a caminhar! Então, ensinai-nos, Pai misericordioso, pelos méritos de Jesus Cristo, Vosso Filho e Senhor nosso. Amém.

Sacred Heart School - Hijas de Jesus Parents' Association (2022)

Imagem extraída de: https://www.schoolandcollegelistings.com/XX/Unknown/436898139758729/Sacred-Heart-School—Hijas-de-Jesus-Parents%27-Association

– Oração de Santo Afonso de Ligório para adorar o Santíssimo Sacramento.

Quinta-feira é dia reservado pela Igreja Católica à Adoração ao Santíssimo Sacramento. Sendo assim, rezemos:

ORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO por Santo Afonso de Ligório.

Senhor meu Jesus Cristo, que pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-Vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar.

Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tem feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim neste sacramento; por me terdes concedido como advogada vossa Mãe Santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.

Eu vos saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração, e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de graças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adorar-Vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental está menos reverenciada e em maior abandono.

Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade.

Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro.

E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a Vós e renuncio toda a própria vontade.

Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.
Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.

Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atender. Amém.

Santíssimo Sacramento da Capela Nossa Senhora do Bom Parto, em Bragança Paulista – SP. Arquivo Pessoal.

– Liturgia Diária de 20/10/2022.

SÃO JOÃO CÂNCIO, Confessor Festa de 3ª Classe – Missa Própria Nasceu na Polônia. Como Sacerdote e Professor, exerceu a caridade para com os pobres. …

Continua em: Liturgia Diária – 20/10/2022

– Bom dia, 5ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão desesperançosos, desanimados ou desiludidos. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Liturgia Diária de 19/10/2022.

S. PEDRO DE ALCÂNTARA, Confessor Festa de 3ª Classe – Missa “Justus” com Coleta e Epístola próprias Natural da Espanha, entrou na Ordem de S. …

Continua em: Liturgia Diária – 19/10/2022

– Bom dia, 4ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão solitários, sem alguém para que possam se relacionar afetiva ou espiritualmente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Love that Stays.

I’ve seen love That easily changes Like shifting moods Broken into pieces.I’ve seen love That fades awayLike a misty fog It doesn’t stay.I’ve seen …

Continua em: Love that Stays

– Liturgia Diária de 18/10/2022.

S. LUCAS, Evangelista Festa de 2ª Classe – Missa própria Médico em Antioquia, foi convertido por S. Paulo e acompanhou-o sempre em suas viagens (…

Continua em: Liturgia Diária – 18/10/2022

– Bom dia, 3ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão doentes, enfermos do corpo, da alma ou da mente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Rezemos pelo dia vivido.

Agradeçamos a jornada que se encerrou e peçamos por um bom descanso: https://youtu.be/AOrXUmh4tu4

– IMPRESSIONANTE: O corpo hiper-realista de Jesus.

Em Salamanca, após 15 ANOS DE TRABALHO, uma exposição com o máximo de realismo de Jesus Cristo.

Abaixo, extraído de: https://f5.folha.uol.com.br/voceviu/2022/10/catedral-na-espanha-expoe-corpo-hiper-realista-de-jesus-cristo.shtml

CATEDRAL NA ESPANHA EXPÕE CORPO HIPER-REALISTA DE JESUS CRISTO

Após 15 anos de pesquisa, a reprodução baseada na imagem do Santo Sudário é a principal atração da mostra ‘O Homem Misterioso

Uma exposição chamada “O Homem Misterioso” tem chamado a atenção dos visitantes da Catedral de Salamanca, Espanha. Inaugurada recentemente, a mostra tem uma reprodução hiper-realista de Jesus Cristo baseada na imagem do Santo Sudário, ou Sudário de Turim, o pano de linho que teria sido utilizado para envolver Jesus após sua crucificação.

O trabalho de representação de Jesus impressiona pelos detalhes: o corpo é feito de látex com silicone, tem cabelo humano, 1,78 m de altura e pesa 75 quilos. Criada após 15 anos, a escultura tem ainda pernas semiflexionadas e está com as mãos cruzadas na altura do púbis. O corpo apresenta os sinais da tortura sofrida pelo filho de Deus como as lacerações na cabeça, produzidas pela coroa de espinhos e as feridas nos ombros devido ao peso da cruz.

“Esse corpo reflete uma tortura mais dura do que a pintura sempre refletiu, com uma morte atroz causada não só por crucificação, mas também por flagelação”, explica o curador da exposição, Ángel Blanco. Em 2025, a mostra deve seguir para Turim, casa do Santo Sudário, e também para Roma.

– A triste perseguição de radicais contra o Padre Zezinho, SCJ.

Anos atrás, Padre Zezinho, SCJ, ícone da música católica e reconhecidamente uma das pessoas mais inspiradas e inteligentes do clero brasileiro, foi atacado como “comunista”, o que foi negado por ele, que sempre disse que “ser cristão é estar acima de ‘ser de Esquerda ou ser de Direita'”.

Agora, devido aos lamentáveis episódios no feriado em Aparecida, onde radicais quiseram “aparecer”, o sacerdote foi atacado e se retirou das Redes Sociais. E ele deixou uma mensagem importante sobre essa intolerância no Brasil, abaixo,

Extraído de: https://oglobo.globo.com/blogs/sonar-a-escuta-das-redes/post/2022/10/apos-ataques-de-bolsonaristas-a-igreja-catolica-padre-zezinho-faz-desabafo-e-se-retira-das-redes-sociais.ghtml

APÓS ATAQUES DE BOLSONARISTAS À IGREJA CATÓLICA, PADRE ZEZINHO FAZ DESABAFO E SE RETIRA DAS REDES SOCIAIS

Em texto publicado no Facebook, o religioso de Minas Gerais denunciou ofensas contra o Papa, bispos e sacerdotes

Após a celebração de Nossa Senhora da Aparecida, Padre Zezinho, da Congregação do Sagrado Coração de Jesus, foi às redes para denunciar ataques por parte de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) a ele, ao Papa Francisco e à Igreja Católica. Em desabafo publicado no Facebook, o religioso de Minas Gerais disse estar cansado de dar espaço para os fiéis “super politizados, irados e insatisfeitos” e que, por isso, ficará sem se manifestar no ambiente virtual até o dia seguinte ao segundo turno, que será disputado pelo atual chefe do Executivo e pelo ex-presidente Lula (PT).

O relato foi publicado logo após a visita de Bolsonaro a Aparecida, em São Paulo, nesta quarta-feira, onde bolsonaristas fizeram atos políticos durante a festividade religiosa e chegaram a atacar repórteres da TV Aparecida e da TV Vanguarda. Padre Zezinho é reconhecido por seu papel na Igreja Católica e considerado precursor da linha de padres cantores como Marcelo Rossi e Fábio de Melo.

O padre afirmou que quem busca o diálogo é visto por grupos radicais como “inútil, comunista ou ultrapassado”. De acordo com ele, essas pessoas “só conhecem as passagens políticas que ajudem o seu partido . Padre bom é o que vota como eles”.

Em seguida, o religioso cita as epístolas (cartas) de São Paulo a Timóteo sobre os cristãos de Tessalônica, cidade localizada na Grécia: “Não querem catequese, nem o Vaticano II, nem os documentos da CNBB, nem nenhuma orientação social e espiritual”.

“Meus 81 anos, meus 56 anos de padre, meus 102 livros, minha cultura religiosa, minhas mais de 2 mil canções nada dizem para eles. Insistem que não lhes sirvo mais como padre e pregador para eles”, e acrescentou: “Acharam candidatos mais católicos do que Papas e bispos , cujos documentos nunca leram. A Bíblia nada lhes diz. Só conhecem as passagens políticas que ajudem o seu partido. Padre bom é o que vota como eles”, continuou o desabafo.

Por fim, o líder religioso disse que o desejo atual é por um Brasil direitista ou esquerdista e não cristão. “Está claro que não aceitam nenhuma pregação moderada que propõe diálogo político, social e ecumênico”, concluiu.

Padre Zezinho tem 94 livros escritos, 117 discos e 1.700 canções gravadas. Entre as mais conhecidas estão: Um Certo Galileu, Maria de Nazaré, Amar Como Jesus Amou, Oração pela Família, És Água Viva e Maria da Minha Infância.

No Twitter, internautas lamentaram o relato do Padre Zezinho e prestaram solidariedade. O professor Pedro Ronchi aproveitou o momento para fazer uma crítica a postura dos apoiadores do presidente: “Os católicos de bem estão sabendo que os católicos bolsonaristas xingaram e atacaram tanto o Padre Zezinho que ele precisou fechar a rede social?”, escreveu.

Padre bom é quem vota com eles”, desabafa padre Zezinho : Nill Junior

Imagem extraída de: https://nilljunior.com.br/padre-bom-e-quem-vota-com-eles-desabafa-padre-zezinho/

– Liturgia Diária de 17/10/2022.

S. MARGARIDA MARIA ALACOQUE, Virgem Festa de 3ª Classe – Missa própria Religiosa da Visitação em Paray-le-Monial, entregou-se à contemplação e ao …

Continua em: Liturgia Diária – 17/10/2022

– Bom dia, 2ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Rezemos para uma boa jornada!

Por este novo dia, rezemos: https://youtu.be/1w5lETw9tuc

– Liturgia Diária de 16/10/2022: XIX Domingo depois de Pentecostes.

Domingo de 2ª Classe – Missa Própria Deus mesmo se oferece como salvação de seu povo (Introito). “Quando por mim em qualquer tribulação clamarem, eu …

Continua em: Liturgia Diária – 16/10/2022 – XIX Domingo depois de Pentecostes

– Bom dia, domingo (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a fé e não crêem em mais nada. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Hora de rezar.

Vamos à Missa?

Hoje, a liturgia nos fala sobre fé e justiça!

Não nos esqueçamos: Deus é bom o tempo todo.

Anúncio do Evangelho (Lc 18,1-8)

— Aleluia, Aleluia, Aleluia.
— A Palavra de Deus é viva e eficaz em suas ações; penetrando os sentimentos, vai ao íntimo dos corações. (Hb 4,12)

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 1Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo:

2”Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. 3Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’

4Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. 5Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha a agredir-me!’”

6E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. 7E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar?

8Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

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– Sábado é dia dedicado à devoção de Nossa Senhora.

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO

por Aloísio Parreiras

A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.

No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.

Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.

Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.

Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.

Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.

O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.

Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.

Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.

Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.

Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

Imagem extraída de: https://fraternitasmovimento.blogspot.com/2017/02/nossa-senhora-nao-e-uma-barbie-da-fe.html

– Bom dia, sábado (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que perderam a alegria de viver e deixaram de sonhar. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Rezemos pelo dia vivido.

Agradeçamos a jornada que se encerrou e peçamos por um bom descanso: https://youtu.be/AOrXUmh4tu4

– Conselhos Ecumênicos do Rabino.

Há 5 anos…

Nesses tempos em que as tradicionais religiões observam a formação de novas igrejas, seitas e fanáticos religiosos, cada vez mais é importante o diálogo inter-religioso e a necessidade de estar nas semelhanças em comunhão com Deus. Eis que assisti uma entrevista do sapientíssimo rabino David Weitman, que disse sobre o matrimônio:

“O Casamento é uma união triangular do homem, da mulher e de Deus”.

Gostei! Independente das outras religiões, não há como negar tal verdade.

Além dessa afirmação, o rabino traz uma mensagem de paz muito interessante. Aliás, me surpreendi com sua facilidade em explicar as características culturais e religiosas do povo judeu de uma maneira bem didática.

Claro, no Judaísmo há diferenças diferenças de entendimento sofre outros conceitos em relação ao Cristianismo e o Islamismo, como o Inferno (uma espécie de purgatório cristão, pois eles não creem num local de sofrimento onde foi lançado Lúcifer – por obviedade, já que eles não tem como Jesus um Deus ao qual o Diabo não quis aceitar) e outras características próprias como reencarnação em casos singulares.

Se você ficou curioso, vale assistir!

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– Não use uma oração pura para um propósito político!

Está circulando pelas Redes Sociais uma belíssima oração que a Princesa Isabel fez à Nossa Senhora, feita às vésperas da Família Real perder o Trono e o Império do Brasil cair, passando para República.

Nela, a princesa humildemente pede para a Padroeira que, independente de quem for o novo mandatário do país, que fosse do agrado dela e que ela, Maria, reinasse a nossa Pátria.

Porém, em alguns vídeos e montagens, estão deturpando a oração com acréscimos que envolvem as Eleições atuais! A oração original, abaixo, extraído numa busca refinada na Web:

– Liturgia Diária de 14/10/2022.

S. CALISTO I, Papa e Mártir Festa de 3ª Classe – Missa “Si diligis me”, com orações próprias Governou a Igreja de 217 a 222. Misericordioso para com …

Continua em: Liturgia Diária – 14/10/2022

– Bom dia, 6ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que são vítimas de injustiças e crimes. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Rezemos para uma boa jornada!

Por este novo dia, rezemos: https://youtu.be/1w5lETw9tuc

– Querem inventar uma desculpa armamentista no Evangelho?

Católico de verdade imita Jesus Cristo, pois Ele é o “Príncipe da Paz”, a “Misericórdia Viva”, o Mestre que nos ensinou “Perdoar 70×7”, “Dar a outra face” e nos avisou que “acabou a lei do ‘Olho por Olho, Dente por Dente’.”

Ele se sentava com os marginalizados, comia com os discriminados e se dizia “médico para os doentes”.

No Monte das Oliveiras, mesmo injustamente preso, condenou o uso de armas quando se cortou a orelha de um soldado violento. Perdoou aqueles que o ofenderam e o crucificaram.

“Ser Cristão” significa “comportar-se como o Cristo”. E me assusto quando vejo católico praticante defendendo o aborto (como a Esquerda Radical faz – algo condenável, vide a palavra do Papa Francisco nesta semana, em: https://wp.me/p4RTuC-ybb) ou defendendo armamento (como a Direita Extremista faz – algo igualmente condenável, como disse Dom Orlando Brandes em Aparecida, em: https://wp.me/p4RTuC-y9n).

Católico não tem que se preocupar com ideologia política, mas sim na sua ação missionária em levar o Evangelho como Jesus nos pediu, no seu testemunho e no seu ato piedoso – sempre “amando a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Cultura do ódio; armamentismo; comunismo; corrupção; fofoca, boato ou fake news; intolerância; desamor; vitimismo… nada disso deve ser praticado por quem realmente quer ser um bom católico. Afinal, nada disso foi ensinado por Jesus Cristo e tudo se contradiz à sua Boa Nova.

Lamento ver pessoas deturpando frases de Papas na Internet (como tem sido feito constante com São João Paulo II, de trechos tirados do contexto e outros mentirosos – ambos igualmente sem fontes ou veracidade). Tudo isso para justificar paixões políticas.

E sobre o Papa João Paulo II, uma carta enviada em 1982, implorando para um mundo com menos armas e mais paz, na abertura da Assembleia da ONU daquele ano. Abaixo:

MENSAGEM DO PAPA JOÃO PAULO II
À II SESSÃO ESPECIAL DAS NAÇÕES UNIDAS
PARA O DESARMAMENTO

Senhor Presidente,
Senhoras e Senhores representantes dos Estados membros

1. Em Junho de 1978, quando se reuniu a primeira Sessão extraordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre o desarmamento, o meu Predecessor o Papa Paulo VI enviou-lhe uma Mensagem pessoal, em que exprimia as suas esperanças nos resultados que a humanidade estava no direito de esperar de um tal esforço de boa vontade e de sabedoria política, por parte da comunidade internacional.

Quatro anos mais tarde, eis-vos de novo reunidos para vos perguntardes se estas expectativas foram — pelo menos parcialmente — realizadas.

A resposta a esta questão parece não ser nem muito tranquilizadora nem muito encorajante. Comparar a situação de há quatro anos com a de hoje, em matéria de desarmamento, faz aparecer muito poucos melhoramentos. Alguns pensam mesmo que houve deterioração, ao menos no sentido de que as esperanças nascidas nessa época poderiam agora apresentar-se como simples ilusões. Esta verificação poderia facilmente levar ao desânimo e impedir os responsáveis pela sorte do mundo a procurarem noutro lugar a solução dos problemas — particulares ou gerais — que não cessam de perturbar a vida dos povos.

Muitos apreendem assim a realidade actual. Os algarismos que provêm das fontes diversas indicam sério aumento das despesas militares, que se traduz por uma produção mais acentuada dos diferentes tipos de armamento, à qual, segundo institutos especializados, corresponde novo incitamento para o comércio das armas. Os meios de informação concentraram ultimamente grande parte da sua atenção na busca, e no uso a grande escala, das armas químicas. Por outro lado, apareceram novas armas nucleares.

Diante de uma Assembleia tão competente como a vossa, não é necessário dispor os algarismos que a vossa própria organização publicou a este respeito. Baste-me, a titulo de indicação, citar o estudo segundo o qual o conjunto das despesas militares do planeta corresponde a uma média de 110 dólares por pessoa e por ano, o que, para muitos habitantes deste mesmo planeta, representa o rendimento de que eles dispõem, durante o mesmo período.

Diante deste estado de coisas, é muito de boa vontade que exprimo a minha satisfação por as Nações Unidas se terem proposto de novo enfrentar o problema do desarmamento, e estou reconhecido com a possibilidade que me é gentilmente oferecida de vos dirigir a palavra nesta ocasião.

Ainda que não seja membro da vossa Organização, a Santa Sé tem junto dela, de há tempos, a sua própria Missão permanente da observação que lhe permite seguir dia após dia as actividades da mesma. Ninguém ignora quanto os meus Predecessores apreciavam os vossos trabalhos. Eu próprio tive ocasião, em particular quando da minha visita à sede da ONU, de tornar minhas as palavras de estima por eles pronunciadas a respeito da vossa Organização. Como os meus Predecessores compreendo eu as dificuldades dela e, ao mesmo tempo que exprimo o voto de que os seus esforços sejam recompensados com resultados mais importantes e melhores, reconheço o seu papel precioso e insubstituível para assegurar ao mundo um futuro mais sereno e mais pacifico.

É a voz de alguém que não tem interesse nem poderes políticos, e menos ainda força militar, aquela que a vossa cortesia me permite fazer de novo ressoar nesta Sala. Aqui, onde convergem praticamente todas as nações, grandes e pequenas, a minha palavra leva em si o eco da consciência moral da humanidade no estado puro, se me permitis a expressão. Ela não é acompanhada de preocupações ou interesses de outra natureza, que poderiam velar-lhe o testemunho e torná-lo menos crível.

Uma consciência esclarecida e guiada pela fé cristã, sem dúvida, mas que não é, por isso, menos profundamente humana, muito pelo contrário. É portanto uma consciência comum a todos os homens de boa e sincera vontade.

A minha voz torna-se o eco das angústias, das aspirações, das esperanças e dos temores de milhares de homens e de mulheres que, de todas as latitudes, olham para a vossa Assembleia perguntando se dela surgirá, como esperam, alguma luz tranquilizadora, ou então uma nova e preocupante decepção. Sem para isso ter recebido de todos o mandato, creio poder fazer-me o intérprete fiel junto de vós destes sentimentos que são os seus.

Não quero nem posso entrar nos aspectos políticos e técnicos do problema do desarmamento como ele se apresenta hoje, mas permitir-me-eí atrair a vossa atenção para alguns princípios éticos que estão na base de toda a discussão e de toda a decisão desejável neste campo.

2. O meu ponto de partida enraiza-se numa verificação unanimemente admitida não só pelos vossos povos, mas também pelos governos que vós presidis ou representais: o mundo deseja a paz, o mundo precisa da paz.

Nos nossos dias, recusar a paz não significa somente provocar os sofrimentos e as perdas que — hoje mais do que no passado — comporta uma guerra, mesmo limitada; isto poderia trazer igualmente a total destruição de regiões inteiras, com a ameaça possível ou provável de catástrofes de proporções mais vastas ainda, mesmo universais.

Os responsáveis pela vida dos povos parecem sobretudo empenhados numa busca febril dos caminhos políticos e das soluções técnicas que permitem “conter” os efeitos de possíveis conflitos. Devendo embora reconhecer os limites dos seus esforços neste sentido, persistem nestes caminhos, tão espalhada está a convicção de que a longo termo as guerras são inevitáveis, e tanto também, e sobretudo, o espectro de uma possível confrontação militar entre os grandes campos, que dividem o mundo hoje, continua a acompanhar o destino da humanidade.

Certamente, nenhuma potência, nenhum homem de Estado admitirá que deseja projectar uma guerra ou tomar a iniciativa dela. Todavia, a desconfiança mútua faz crer ou temer que outros alimentem desígnios ou uma vontade deste género, de maneira que pareça cada um não encarar outra solução possível, se não mesmo necessária, do que a de preparar uma força de defesa suficiente para responder a um eventual ataque.

3. Muitos julgam mesmo que tal preparação constitui um caminho para salvaguardar a paz, ou ao menos para impedir o mais possível, e da maneira mais eficaz, o desencadeamento dos conflitos, sobretudo dos grandes conflitos que chegariam a comportar o holocausto supremo da humanidade e a destruição da civilização que o homem conquistou laboriosamente no decorrer dos séculos.

Isto é ainda, como se vê, a “filosofia da paz” enunciada no velho princípio romano: “Se queres a paz, prepara a guerra”.

Traduzida em termos modernos, esta “filosofia” tomou o nome de “dissuasão”, e revestiu as formas de um “equilíbrio das forças” que, por vezes, foi chamado, não sem razão, “equilíbrio do terror”. Como fez notar o meu Predecessor Paulo VI: “A lógica imanente à busca dos equilíbrios de forças leva cada um dos adversários a tentar assegurar-se certa margem de superioridade, com medo de se encontrar em situação de desvantagem” (Mensagem à Assembleia Geral da ONU, 24 de Maio de 1978: Insegnamenti di Paolo VI, XVI, 1978, p. 452).

Assim, praticamente, a tentação é fácil — e o perigo sempre presente — de ver a busca de um equilíbrio transformar-se em busca de uma superioridade capaz de lançar de novo, de maneira ainda mais perigosa, a corrida aos armamentos.

Eis, na realidade, a tendência que parece continuar a prevalecer hoje, e talvez mesmo de maneira ainda mais acentuada que antes. E vós propusestes-vos, como fim especifico desta Assembleia, procurar como seria possível derrubar esta tendência.

Este fim pode parecer ainda, por assim dizer, “minimalista”, mas é de importância fundamental, porque só semelhante mudança completa pode fazer esperar que a humanidade se entranhe no caminho que leva ao fim tão desejado por todos, mesmo se muitos o consideram sempre como utopia: um desarmamento total, mútuo e rodeado das garantias de uma fiscalização efectiva, que elas dão a todos a confiança e a segurança necessárias.

Assim, esta Sessão extraordinária reflecte ainda outra verificação. Do mesmo modo que a paz, o mundo deseja também o desarmamento. O mundo precisa do desarmamento.

Por outro lado, todo o trabalho realizado dentro do Comité do desarmamento, em diferentes comissões ou subcomissões e dentro dos Governos, do mesmo modo que a atenção prestada pelo público, testemunha a importância que se dá nos nossos dias à difícil questão do desarmamento.

A convocação mesma desta reunião leva em si própria um julgamento: as nações do mundo estão já superarmadas e demasiado comprometidas nas políticas que reforçam esta tendência. Implicitamente tal juízo inclui a convicção de que esta tendência é errónea e de que as nações do mundo comprometidas neste caminho têm necessidade de retomar o seu lugar.

Mas a situação é complexa e numerosos valores — dos quais alguns do mais alto nível — entram em jogo. Pontos de vista divergentes podem ser expressos. É preciso portanto enfrentar os problemas com realismo e honestidade.

Por isso, primeiro peço a Deus que vos conceda a fortaleza do espírito e a boa vontade, que se requerem para desempenhardes a vossa tarefa e fazerdes avançar quanto é possível a causa da paz, fim último de todos os vossos esforços durante esta Sessão extraordinária. Assim portanto a minha palavra é palavra de encorajamento e de esperança. Encorajamento para não deixar que as vossas energias se enfraqueçam pela complexidade das questões ou pelos reveses do passado e do presente. Palavra de esperança porque sabemos que só os homens de esperança são capazes de avançar paciente e tenazmente para finalidades dignas dos melhores esforços e para o bem de todos.

4. Talvez nos nossos dias, nenhuma questão toque tantos aspectos da condição humana como a dos armamentos e do desarmamento. Comporta aspectos científicos e técnicos, aspectos sociais e económicos. Inclui também graves problemas de natureza política que atingem as relações entre Estados e entre povos. Os nossos sistemas mundiais de armamentos influenciam, além disso, em grande medida, os desenvolvimentos culturais. Coroando tudo, intervêm as questões espirituais que dizem respeito à identidade mesma do homem e das suas opções para o futuro e para as gerações que hão-de vir.

Oferecendo-vos as minhas reflexões, tenho presentes ao espírito todas estas dimensões técnicas, científicas, sociais, económicas e sobretudo éticas, culturais e espirituais.

5. Desde o fim da segunda guerra mundial e o principio da idade atómica, a Santa Sé e a Igreja católica tiveram uma atitude muito clara. A Igreja procurou continuamente contribuir para a paz e para construir um mundo que não tenha de recorrer à guerra para regulamentar as desavenças. Animou a que se mantenha um clima internacional de confiança mútua e de cooperação. Apoiou as estruturas susceptíveis de assegurar a paz. Recordou os efeitos desastrosos da guerra. A medida que aumentavam os meios de destruição mortífera, ela fez notar os perigos assim incorridos e, para além dos perigos imediatos, ela indicou os valores que se haviam de cultivar para desenvolver a cooperação, a confiança mútua, a fraternidade e a paz.

Já em 1946, o meu Predecessor o Papa Pio XII se referiu à “potência dos novos instrumentos de destruição” que reconduziam o problema do desarmamento ao centro das discussões internacionais com aspectos completamente novos” (Mensagem ao Colégio dos Cardeais, 24 de dezembro de1946).

Os Papas sucessivos e o Concílio Vaticano II continuaram a reflexão adaptando-a ao contexto dos novos armamentos e da fiscalização dos armamentos. Se os homens se debruçassem sobre esta tarefa com boa vontade e se tivessem no seu coração e nos seus planos a paz como objectivos, as medidas adequadas poderiam encontrar-se, as estruturas apropriadas elaborar-se para assegurar a legítima segurança de cada povo no respeito mútuo e na paz; então os arsenais do temor e da ameaça de morte tornar-se-iam supérfluos.

O ensinamento da Igreja católica é portanto claro e coerente. Deplora a corrida aos armamentos, pede pelo menos uma progressiva redução mútua e verdadeira assim como as maiores precauções contra os possíveis erros no uso das armas nucleares. Ao mesmo tempo, a Igreja reclama para cada nação o respeito da independência, da liberdade e da legítima segurança.

Desejo assegurar-vos da preocupação constante da Igreja católica e dos esforços que ela não deixará de realizar enquanto os armamentos não forem inteiramente dominados, a segurança de todas as nações garantida, e enquanto os corações de todos os homens não forem ganhos para as opções éticas que hão-de garantir uma paz duradoura.

6. Chego agora ao debate que vos ocupa, a propósito do qual é preciso reconhecer, em primeiro lugar, que nenhuma componente das questões internacionais pode ser considerada isolada e separadamente dos múltiplos interesses das nações. Todavia, uma coisa é reconhecer a interdependência das questões, e outra explorá-las para delas tirar proveito noutro plano. Os armamentos, as armas nucleares e o desarmamento são coisas demasiado importantes em si mesmas e para o mundo, de maneira que se tornem simplesmente parte de uma estratégia que lhes exploraria a importância intrínseca em favor de uma política ou doutros interesses.

7. É pois importante considerar devidamente, com a prudência e a objectividade que merecem, cada uma das proposições sérias que tendem a contribuir para o desarmamento real e para criar um clima melhor. Mesmo países pequenos têm valor que vai além do aspecto material e técnico dos mesmos. Qualquer que seja o domínio encarado, temos necessidade hoje de perspectivas novas e de disponibilidade de escuta respeitosa e de acolhimento atento às sugestões honestas de todos os que se ocupam com responsabilidade de negócios tão controversos.

A este propósito, surge o que eu chamaria o fenómeno da retórica. Um campo tão tenso e cheio de tantos perigos inevitáveis não pode deixar lugar a nenhuma espécie de discursos forçados ou de opiniões provocadoras. A complacência na retórica, no vocabulário inflamado e apaixonado, nas ameaças veladas e nas contra-ameaças e nas manobras desleais, não pode senão acerbar a acuidade de um problema que requer exame sóbrio e atento. Por outro lado, os Governos e os seus responsáveis não podem orientar as questões dos Estados independentemente dos votos dos seus povos. A história das civilizações oferece-nos exemplos temíveis do que se passa quando esta experiência é tentada. Ora, os temores e as preocupações de numerosos grupos em diferentes partes do mundo revelam que as pessoas estão cada vez mais apavoradas com o pensamento do que aconteceria se irresponsáveis desencadeassem uma guerra nuclear.

Assim, mais ou menos em toda a parte, desenvolveram-se movimentos em favor da paz. Em vários países, estes movimentos, tornados extremamente populares, são sustentados por uma parte crescente de cidadãos de camadas sociais diferentes, de todas as idades e de formações diversas, especialmente de jovens. Os fundamentos ideológicos destes movimentos são múltiplos. Os seus projectos, as suas proposições e as suas políticas variam grandemente e podem muitas vezes oferecer o flanco a instrumentalizações partidárias, mas, para além destas divergências de formas, há um desejo de paz profundo e sincero.

Assim não posso deixar de me associar ao vosso projecto de apelo à opinião para que nasça uma verdadeira consciência universal dos riscos terríveis da guerra, consciência que trará por sua vez um espírito de paz generalizado.

8. Nas condições actuais, uma dissuasão baseada no equilíbrio, não certamente como um fim em si mas como uma etapa no caminho de um desarmamento progressivo, pode ainda ser julgada como moralmente aceitável.

Contudo, para assegurar a paz é indispensável não nos contentarmos com o mínimo, sempre agravado por um real perigo de explosão.

Que fazer então? Na falta de uma autoridade supranacional, tal como foi desejada pelo Papa João XXIII na sua Encíclica Pacem in Terris e se espera encontrar na Organização das Nações Unidas, a única solução realista diante da ameaça de guerra continua a ser ainda a negociação. Aqui, gosto de vos recordar uma palavra de Santo Agostinho que citei outras vezes: “Matai a guerra pelas palavras das negociações, mas não mateis os homens pela espada”. Hoje ainda, reafirmo diante de vós a minha confiança na força das negociações leais para chegar a soluções justas e equitativas. Estas negociações exigem paciência e constância e devem em particular visar a uma redução dos armamentos equilibrada, simultânea e internacionalmente fiscalizada.

Mais precisamente ainda, a evolução em curso parece levar a uma interdependência crescente dos tipos de armamentos. Como nestas condições ter em vista uma redução equilibrada, se as negociações não atingem o conjunto das armas? A este propósito, a continuação do estudo do “programa global do desarmamento”, que a vossa Organização já empreendeu, poderia facilitar a necessária coordenação dos diferentes “forums” e trazer aos resultados mais verdade, equidade e eficácia.

9. De facto, as armas nucleares não são os meios únicos de guerra e destruição. A produção e a venda de armas convencionais através do mundo são fenómeno realmente alarmante e, parece, em pleno desenvolvimento. Negociações sobre o desarmamento não poderiam ser completas se ignorassem o facto de 80% das despesas no armamento ser consagrado às armas convencionais. Por outro lado, o tráfico delas parece desenvolver-se a um ritmo crescente e orientar-se de preferência para os países em vias de desenvolvimento. Cada passo dado e qualquer negociação empreendida para limitar esta produção e este tráfico e submetê-los a uma verificação cada vez mais efectiva é significativa contribuição para a causa da paz.

Recentes acontecimentos confirmaram o poder destrutivo das armas convencionais e as lastimosas condições a que se condenam os Estados tentados a recorrer a elas para solucionar as suas desavenças.

10. Mas a consideração dos aspectos quantitativos dos armamentos, tanto nucleares como convencionais, não é suficiente. Atenção especialíssima deve dedicar-se ao aperfeiçoamento deles, continuado graças a tecnologias novas, das mais avançadas, porque está precisamente nisto uma das dimensões essenciais da corrida aos armamentos. Ignorá-lo levaria a um engodamento e a não oferecer aos homens, desejosos de paz, senão uma aparência enganosa.

A busca e a tecnologia devem ser colocadas ao serviço do homem. Nos nossos dias, usa-se e abusa-se delas com demasiada frequência para outros fins. Dirigindo-me a 2 de Junho de 1980, aos homens de ciência e cultura, da Assembleia da UNESCO, eu tinha desenvolvido abundantemente este tema. Hoje, ainda, seja-me permitido sugerir pelo menos que uma percentagem não indiferente dos fundos atribuídos à tecnologia e à ciência dos armamentos seja reservada para o desenvolvimento de mecanismos e de dispositivos que assegurem a vida e o bem-estar dos homens.

11. No seu discurso à Organização das Nações Unidas, a 4 de Outubro de 1965, o Papa Paulo VI enunciou uma profunda verdade, quando declarou: “A Paz não se constrói somente por meio da política e do equilíbrio das forças e dos interesses. Constroem-se com o Espírito, as ideias e as obras da Paz”. Os produtos do Espírito, as ideias, os produtos da cultura e das forças criadoras dos povos, são destinados a ser repartidos. As estratégias de paz, que ficam no nível técnico e cientifico que determinam equilíbrios e verificam fiscalizações, não assegurarão uma verdadeira paz senão quando se forjarem e se reforçarem laços entre os povos. Estabelecei laços que unam os povos entre si. Dai-vos meios que levem os povos à repartição das suas culturas e dos seus valores. Abandonai todos os interesses mesquinhos que entregam uma nação à mercê de outra no plano económico, social ou politico.

Neste mesmo espírito, os trabalhos de peritos qualificados, elevando a relação entre desarmamento e desenvolvimento, merecem ser estudados e seguidos por acções. Não é novo encarar a transferência de recursos financeiros consagrados ao desenvolvimento das armas, para o desenvolvimento dos povos, mas a ideia não perde por isso a sua actualidade e a Santa Sé fê-la sua já de há muito. Toda a resolução da Assembleia geral neste sentido receberia em toda a parte a aprovação e o apoio dos homens e das mulheres de boa vontade.

O estabelecimento de laços entre os povos significa o redescobrimento e a reafirmação de todos os valores que reforçam a paz e unem os povos na harmonia. E significa igualmente a renovação do melhor existente no coração do homem, que anda à procura do bem dos outros na fraternidade e no amor.

12. Desejaria acrescentar um último considerando: a produção e a posse de armamentos são a consequência de uma crise ética que rói a sociedade em todas as suas dimensões — política, social e económica. A paz, repeti-o várias vezes, é o resultado do respeito dos princípios éticos. O verdadeiro desarmamento, o que há-de garantir a paz entre os povos, não se conseguirá senão com a resolução desta crise ética. De maneira que se os esforços de redução dos armamentos, depois de desarmamento total, não forem acompanhados paralelamente por um ajustamento ético, estão votados antecipadamente ao malogro.

Procurar tornar a pôr o nosso mundo no seu lugar, eliminar dele a confusão dos espíritos gerada pela busca pura dos interesses e dos privilégios ou pela defesa das pretensões ideológicas, tal é a tarefa absolutamente prioritária se queremos chegar a progredir na luta pelo desarmamento. Sem isso, ficar-se-á apenas em falsas aparências.

Porque a verdadeira causa da nossa insegurança encontra-se numa crise profunda da humanidade. Vale a pena, graças à sensibilização das consciências diante do absurdo que é a guerra, criar as condições materiais e espirituais que diminuirão as desigualdades clamorosas e restituirão a todos o mínimo de espaço para a liberdade do espírito.

A co-habitação dos bem assegurados na vida e dos desprovidos já não pode ser suportada no mundo em que a comunicação é tão rápida como generalizada, sem que nasça o ressentimento e o mundo regresse à violência. Por outro lado, o espírito tem também os seus direitos primordiais e inalienáveis; é a justo título que ele os reclama nos países em que o espaço lhe falta para viver serenamente segundo as próprias convicções. Convido todos os combatentes pela paz a comprometerem-se nesta luta para a eliminação das verdadeiras causas da insegurança dos homens, de que a terrível corrida aos armamentos é um dos efeitos.

13. Derrubar a tendência actual para a corrida aos armamentos compreende portanto uma luta paralela em duas frentes: por um lado, uma luta imediata e urgente dos governos para reduzir progressiva e equitativamente os armamentos; por outro lado, uma luta mais paciente, mas não menos necessária, no nível da consciência dos povos para atacar a causa ética da insegurança geradora de violência, quer dizer, as desigualdades materiais e espirituais do nosso mundo.

Sem preconceitos de qualquer espécie, unamos todas as nossas forças racionais e espirituais de homens de Estado, de cidadãos, de responsáveis religiosos, para matar a violência e o ódio, e procurar de novo os caminhos da paz.

A paz é o fim supremo da actividade das Nações Unidas. Ela deve ser o de todos os homens de boa vontade. Infelizmente, ainda nos nossos dias, tristes realidades ensombram o horizonte da vida internacional e causam tantos sofrimentos, destruições e preocupações que poderiam fazer perder à humanidade toda a esperança de ser capaz de dominar o seu próprio futuro na concórdia e na colaboração dos povos. Apesar da dor que invade a minha alma, sinto-me autorizado, mesmo obrigado, a reafirmar solenemente, diante de vós como diante do mundo, o que os meus predecessores e eu próprio repetimos diversas vezes em nome da consciência, em nome da moral, em nome da humanidade e em nome de Deus:

A paz não é utopia, nem ideal inacessível, nem sonho irrealizável.

A guerra não é calamidade inevitável.

A paz é possível.

E porque é possível, a paz é dever. Dever muito grave. Responsabilidade suprema.

A paz é difícil, sem dúvida, e exige boa vontade, muita sabedoria e tenacidade. Mas o homem pode e deve fazer prevalecer a força da razão às razões da força.

A minha última palavra é portanto ainda uma palavra de encorajamento e de exortação. E como a paz, confiada à responsabilidade, fica sendo, apesar de tudo, um dom de Deus, ela traduz-se também em oração Aquele que tem nas mãos os destinos dos povos.

Agradeço-vos a actividade que desenvolveis para fazer progredir a causa do desarmamento: desarmamento dos utensílios de morte e desarmamento dos espíritos.

Deus abençoe os vossos esforços.

E oxalá que esta Assembleia fique na história como um sinal de reconforto e de esperança.

Do Vaticano, 7 de Junho de 1982

JOÃO PAULO PP. II

– 5a feira de Adoração ao Santíssimo Sacramento.

Hoje é quinta-feira, dia de adorar Jesus Eucarístico, como pede a Igreja Católica. 

Que tal uma prece ao Senhor, que está presente na Hóstia Sagrada?

ORAÇÃO AO CRISTO SACRAMENTADO

Meu Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, eis-­me aqui em companhia da Santíssima Virgem, dos Anjos, dos Santos do Céu e dos justos da Terra, para visitar-­Vos e adorar-Vos nesta Hóstia Consagrada. Creio firmemente que estais tão presente, poderoso e glorioso como estais no Céu; e pelos Vossos méritos, espero alcançar a glória eterna, seguindo em tudo Vossas divinas inspirações; e em agradecimento de Vosso divino amor, quero amar-­Vos com todo o meu coração e minha alma, potências e sentidos.

Suplico-­Vos, Salvador de minha alma, pelo Sangue precioso que derramastes em Vossa circuncisão e em Vossa Santíssima Paixão, que exerciteis comigo este ofício de Salvador, dando-­me, pela intercessão de Vossa Santíssima Mãe, os dons da oração juntamente com a perseverança, para que, quando deixar esta vida, me guieis à glória eterna que gozais no Céu. 

Capela do Santíssimo Sacramento da Capela São Paulo Apóstolo, no Bairro do Paiol Velho, em Jundiaí – SP. Arquivo pessoal.

– Liturgia Diária de 13/10/2022.

SANTO EDUARDO, Rei e Confessor Festa de 3ª Classe – Missa “Os justi”, 1ª do Comum dos Confessores, com Coleta próprias Último dos reis de Inglaterra …

Continua em: Liturgia Diária – 13/10/2022

– Bom dia, 5ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Que a luz da Mãe nos ilumine!

Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão desesperançosos, desanimados ou desiludidos. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

– Igreja não é palanque, diz CNBB em outras palavras.

O Papa Francisco, dias atrás, criticou os aproveitadores da fé. Agora, a CNBB pede para que não se faça campanha durante Missas.

Será que nossos políticos ouviram esses lembretes?

Abaixo, extraído de: https://www.cnbb.org.br/nota-cnbb-exploracao-fe-religiao-votos-2-turno/

NOTA DA PRESIDÊNCIA

“Existe um tempo para cada coisa” (Ecl. 3,1)

Lamentamos, neste momento de campanha eleitoral, a intensificação da exploração da fé e da religião como caminho para angariar votos no segundo turno. Momentos especificamente religiosos não podem ser usados por candidatos para apresentarem suas propostas de campanha e demais assuntos relacionados às eleições. Desse modo, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lamenta e reprova tais ações e comportamentos.

A manipulação religiosa sempre desvirtua os valores do Evangelho e tira o foco dos reais problemas que necessitam ser debatidos e enfrentados em nosso Brasil. É fundamental um compromisso autêntico com a verdade e com o Evangelho.

Ratificamos que a CNBB condena, veementemente, o uso da religião por todo e qualquer candidato como ferramenta de sua campanha eleitoral. Convocamos todos os cidadãos e cidadãs, na liberdade de sua consciência e compromisso com o bem comum, a fazerem deste momento oportunidade de reflexão e proposição de ações que foquem na dignidade da pessoa humana e na busca por um país mais justo, fraterno e solidário.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo 
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
Presidente da CNBB

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Primeiro Vice-presidente da CNBB

Dom Mário Antonio da Silva
Arcebispo de Cuiabá (MT)
Segundo Vice-presidente da CNBB

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)
Secretário-geral da CNBB

– Liturgia Diária de 12/10/2022.

Festa de 1ª Classe – PADROEIRA PRINCIPAL DO BRASIL – Missa própria No livro profético do Novo Testamento, o Apocalipse, fala S. João de um grande …

Continua em: Liturgia Diária – 12/10/2022 – Festa de Nossa Senhora Aparecida

– Bom dia, 4ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece à Virgem Aparecida:

“- Ó Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que estão solitários, sem alguém para que possam se relacionar afetiva ou espiritualmente. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá (ouvindo a intercessão da Padroeira do Brasil).

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade