– A bailarininha Tetéia.

Crianças sempre nos dão alegria. E a simplicidade da nossa Maria Estela brincando de bailarina com a tia Pipa é muito bom!

Veja só que doçura: https://youtube.com/shorts/wj3WATMu8_w?feature=share

– #tbt 2: Alegria que contagia!

Há alguns anos…

Um sorriso encantador!

Minha Marininha, no dia que ganhou uma… melancia!

Ô menina linda… como eu a amo.

– #tbt 1: Meu Sorriso Inspirador.

Meu sorriso inspirador!

Minha covinha engraçadinha…

Meus cachinhos dourados!

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#carinho

– A família de Bluey.

Eu e minha Estelinha nos divertimos com desenhos “de família”. E, atualmente, a sensação é Bluey, a cachorrinha que adora criar histórias com o pai, usando muita imaginação.

É uma produção bem bacana da Disney, que mostra a criatividade de um pai e de uma filha, sem necessitar de nenhum brinquedo para se divertir!

Ops: a família de Bluey é da raça “Blue Heeler”

Sucesso mundial, série infantil 'Bluey' chega ao Disney Junior - Revista Crescer | Filmes e TV

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– Carinho…

Ser pai é ficar surdo de tanto ouvir grito no ouvido, mas vale a pena pelo sorriso que se ganha 🥰!

E isso é tão bom…

🎈#carinho #amor #diversão

– Papi e Filhinha, à toa.

Tem coisa mais gostosa do que brincar à toa com os filhos?

Minha tetéia e suas maluquices… para começar bem a semana!

Em: https://youtube.com/shorts/AWNrnb7greE?feature=share

❤️#PaideMeninas

– Minha Pintora!

Minha Maria Tetéia é uma pintora 👩‍🎨 profissional!

Não só fez um auto-retrato 🖼️ , como disse que depois desse desenho, estava a fim de pintar a Monalisa!

Humilde, né? ❤️ rsrs.

🎨 #PaiDeMeninas #Amor #Kids #Criança #Paint #Aquarela

– Família.

Pela família, tudo fazemos. Tudo podemos. Tudo faremos.
Por esses sorrisos, vemos que qualquer sacrifício vale a pena.
Com amor, dedicação, paciência e persistência, tudo se suporta, tolera, passa e permanece.

– Princesas bonitas.

Pai coruja é outro papo!

Minhas duas princesas, ambas com 6 anos. Como não sorrir com essas malucas?

❤️ #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #Family

– O abuso das telas por parte das crianças.

Pela primeira vez na história, uma geração é menos inteligente do que os seus pais. E a culpa é das telas!

Extraído de: https://saude.abril.com.br/blog/pediatria-descomplicada/familia-digital-o-abuso-de-telas-cobra-um-preco-alto-de-todos/

O ABUSO DAS TELAS COBRANDO UM PREÇO ALTO DE TODOS

Não desgrudar de dispositivos tecnológicos atrapalha o desenvolvimento pleno das crianças e afeta o convívio familiar. Precisamos rever esse hábito

É um jantar típico de família. Os celulares estão apoiados sobre a mesa. Cada um possui seu próprio aparelho, que vibra de cinco em cinco segundos, chamando para algo que certamente pode esperar.

O pai utiliza fones sem fio e está numa call interminável. A criança mais nova é colocada diante de um tablet – que passa Mundo de Bita ou Galinha Pintadinha – para que consiga permanecer à mesa. O filho adolescente está preocupado em terminar logo o jantar para postar uma selfie com um filtro novo no Tik Tok. Ao fundo, a televisão ligada anuncia algo no noticiário. Parece uma cena comum para você? Essa é a mais nova geração digital. Ou melhor, família digital.

O fato é que nunca estivemos tão conectados com o mundo que nos cerca – as informações voam. Mas isso não é necessariamente um problema. A grande questão é o tempo que dedicamos às novas tecnologias. Pode reparar: não fazemos ideia da quantidade de horas que passamos em frente às telas. O turno de trabalho acaba e continuamos ali, passeando na rede social, assistindo a séries ou filmes, lendo notícias e fofocas, vendo lives…

O mais assustador é que esse tipo de comportamento se agrava sem nem percebermos. O tempo de tela foge do controle dos pais quando um tablet ou celular cai na mão de uma criança. Pior: perdemos a noção do que elas estão vendo. E é importante lembrar que, fora músicas inocentes e jogos educativos, as redes estão cheias de conteúdos perigosos, com insinuação sexual e cyberbullying, além de vídeos que estimulam o consumismo, definindo o comportamento do jovem e do adolescente.

Temos que refletir sobre onde chegamos. Afinal, o tempo de ócio criativo deixa de existir quando uma tela entra em jogo. Perde-se a capacidade de pensar, inventar, criar histórias. Perde-se a oportunidade de se relacionar com o outro, de dar risada e de curtir momentos em família – como acontecia na mesa de jantar.

Não precisamos (ou não deveríamos) ficar online o tempo todo. Esse comportamento nos desconectou da presença real, do olho no olho e da convivência em família. Isso tudo precisa ser resgatado – e urgentemente.

Estudos de neurociência mostram que o cérebro humano é capaz de fazer 700 a 1 mil conexões cerebrais por segundo nos primeiros anos de vida. Aos 2 anos de idade, teremos mais conexões cerebrais do que aos 6 anos. Apenas as mais importantes serão mantidas até a vida adulta. Que memórias e aprendizados você quer oferecer ao seu filho?

Viva o mundo real

Penso que o desenvolvimento da criança está intimamente ligado à vivência que ela tem do mundo. O brincar, o contato com a natureza e a relação com o outro, por exemplo, são momentos importantes de aprendizado. Muitas tarefas e estímulos podem e devem ser orientados, mas essas experiências mais livres permitem que a criança exercite a capacidade criativa em seu máximo potencial.

São aspectos do desenvolvimento que não podem ser conquistados através de uma tela. Por isso, refiro-me a esse aspecto de alienação digital: devemos perceber o quanto o uso dos eletrônicos nos privaram de tantas outras coisas essenciais.

Longe de mim ser contra o avanço da tecnologia! Seria negar o mundo que nos cerca. Nossos filhos nasceram na era touch, com a facilidade de ter tudo na palma da mão. O digital faz parte da vida deles. O grande dilema, faço questão de frisar, é o mau uso desses recursos.

Segundo o neurocientista francês Michel Desmurget, vivemos um momento histórico, no qual, pela primeira vez, os filhos têm um quociente de inteligência (o famoso QI) mais baixo que o dos pais. Em outras palavras, a geração atual tem menor capacidade cognitiva, apresentando problemas de linguagem, concentração, memória e cultura.

Isso é decorrente da diminuição das interações sociais, da piora da qualidade do sono, do aumento de atividades que não exercitam a mente, entre outras coisas que estão, no fundo, intimamente associadas ao uso abusivo das telas.

De parceiros a vilões

Os dispositivos digitais se transformam em um problema no momento em que deixamos de interagir com nossos filhos da forma que deveríamos. Veja: o cérebro deles é estimulado de outra maneira quando se divertem ao ar livre, usam jogos e brinquedos reais e lidam com pessoas de carne e osso.

Com a pandemia de coronavírus, a situação ficou ainda mais crítica. Afinal, atividades essenciais, como a ida à escola, ficaram restritas (quando possível) ao universo online. E, assim, passou-se um ano inteiro.

Sem falar que muitos pais liberaram as telas não apenas para as aulas, mas também para atuarem como passatempos, já que, além de cuidar das crianças, precisavam trabalhar e manter a casa em ordem.

Mas, como minimizar os danos? Como sobreviver às condições que uma pandemia nos impôs? É urgente que tomemos as rédeas e saibamos controlar o que nossos filhos estão vendo e por quanto tempo. Trago aqui algumas dicas de sobrevivência à tecnologia – elas servem inclusive para os adultos.

1. Comece impondo limites para todos: momentos em família nunca devem acontecer com o celular, tablet ou qualquer tecnologia individual sendo utilizada. Aproveitem o tempo para conversar e interagir de forma real.

2. O horário de refeições deve ser sagrado: nada de celulares à mesa.

3. Controle o tempo de uso: para crianças abaixo de 2 anos, as telas devem ser evitadas ao máximo. Para crianças de 2 a 5 anos, limitar a uma hora por dia. Dos 6 aos 10 anos, permita de uma a duas horas diárias. Para adolescentes entre 11 e 18 anos, de duas a três horas por dia é o suficiente. Todas as atividades devem ser supervisionadas e ter intuito educacional.

4. Não existe segredo na internet! Os pais devem estar cientes dos conteúdos que os filhos assistem, e tomar especial cuidado com aqueles de cunho violento e sexual (com nudez e pornografia), além das práticas de cyberbulling.

5. Tenham (todos) um momento de desconexão. Promova o contato com a natureza, a prática de exercícios físicos e as atividades ao ar livre – que sejam possíveis nesse momento.

6. Estejam atentos aos sinais de que algo não vai bem, como alteração de comportamento, agressividade, irritabilidade, dificuldade para dormir, sonolência excessiva durante o dia ou mesmo apatia. Tudo isso pode sinalizar depressão, ansiedade e até mesmo experiências de violência na internet.

7. Deem o exemplo enquanto pais, aprendendo também sobre o uso racional das tecnologias, já que isso afeta toda a família.

Seguimos nesse processo de constante aprendizado, lembrando sempre que a primeira infância só é vivida uma única vez.

criança brincando com tablet

Excesso de telas traz repercussões para a família toda. Foto: Robo Wunderkind/Unsplash/SAÚDE é Vital

– #tbt: Ouçam as crianças e se cuidem!

Foi durante a pandemia… mas no derradeiro #tbt de hoje, essa voz fofa da Tetéinha me cativa!

Criança é pura. Criança é inocente. Criança é sincera.

Ensine-as a fazerem as coisas certas, e elas se tornarão adultos corretos no futuro.

Sigam o conselho desta pequenina,

Em: https://youtu.be/DW_gLDCi-74

– #tbt 2: Sorrisos entre Girassóis.

Há 9 anos, eu e a minha Marininha:

📸 Uma das minhas favoritas fotos no #tbt de hoje: um clique entre os girassóis, em 2014. Veja só os sorrisos estampado em nossos rostos. Obrigado, meu Deus!

🌻 #natureza #família #girassol #paisagem #fotografia #photography #FotografiaÉnossoHobby

– #tbt 1: As gatinhas.

Há 1 ano…

Alguém de pijama quer colocar uma gata para dormir. Será que ela conseguirá?

Pela carinha das duas, parece que estão se entendendo bem… afinal, há sorrisos!

Eu amo a gatinha de pêlo. Mas principalmente a gatinha humana!

🥰 #PaiDeMenina #Amor #Família #Filha #Carinho #Cat #Daughter

– Crianças modernas.

Minha Estelinha ganhou um e-mail. Crianças de 5 anos, afinal, hoje se comunicam… rsrs

Falando sério: ela me mandou uma mensagem e pediu para mandar um “e-mail de volta com alguma figurinha”!

Taí. Pai-coruja colaborando para a educação tecnológica.

❤️ #PaiDeMeninas

– Ser adolescente até os 24 anos?

Estudos na Austrália dizem: devido aos tempos modernos, a adolescência vai até mais tarde em alguns casos.

Aliás, ser adolescente compreende qual período real de vida?

Sobre isso,

Extraído de: http://www.jj.com.br/noticias/estudo-diz-que-adolescencia-vai-ate-os-24-anos-e-divide-opinioes/

ESTUDO DIZ QUE ADOLESCÊNCIA VAI ATÉ OS 24 ANOS E DIVIDE OPINIÕES

Por Daniele Silva

Em meio à fase da adolescência o sonho de todo jovem é atingir a maioridade para ser dono de seu próprio nariz e senhor de suas ideias. Entretanto, um estudo feito por cientistas australianos opõe-se a essa idealização de vida planejada por aqueles que acabaram de completar os tão sonhados 18 anos e estão comemorando a entrada na vida adulta. De acordo com esse estudo, o período da adolescência, enquadrado dos 10 aos 19 anos, ganhou uma sobrevida e se estendeu por mais cinco anos. O argumento usado para defender essa mudança é de que os jovens têm optado cada vez mais por prolongarem seus estudos, logo, acabam adiando decisões que marcariam o início da vida adulta, como por exemplo, a saída da casa dos pais. Entre os jovens jundiaienses o que se encontra são justificativas que refutam essa ideia proposta pelos cientistas australianos. O estudante Matheus Casaloti, de 21 anos, vê como equivocada a postergação do período da adolescência, já que para ele, residir ou não na casa dos pais não faz com que a pessoa seja adolescente, afinal são as responsabilidades e tarefas que conferem a maturidade. “Ainda moro com os meus pais, mas trabalho desde que tinha 16 anos. Pago meu curso técnico com meu salário e isso me faz ser um adulto”, explica.

Compartilhando do mesmo posicionamento de Matheus, o universitário Yan Alves, de 22 anos, também se considera adulto em virtude de seus deveres e obrigações desde que saiu da casa dos pais. No mercado de trabalho desde que concluiu o ensino médio, Yan afirma que o momento de curtição já passou e que é um adulto formado por ter muito pé no chão. Para ele, delimitar uma idade em que se termina a adolescência e começa a fase adulta é uma questão variável. “Quando se é adulto há uma preocupação intensa não só com as necessidades pessoais como também as profissionais. No meu caso minhas obrigações com o trabalho e a universidade e a responsabilidade com a moradia são o que me enquadram nessa categoria”, explica. Segundo a psicóloga e terapeuta Ana Foelkel, de 43 anos, determinar que um jovem de 24 anos, por exemplo, ainda é adolescente traz sérias consequências para o seu amadurecimento, uma vez que se estimula uma dependência com os pais resultando em um comportamento de infantilidade que os impede de encarar os desafios que a vida exige. “Essa postergação pode resultar em futuras gerações menos independentes, além de uma reconfiguração no mercado de trabalho, já que este será composto de uma massa despreparada”, argumenta ela.

Ana ainda ressalta que a postura adotada pelos pais é determinante para a permanência dos jovens na adolescência. Segundo ela, a superproteção dos pais coloca a pessoa em uma situação de comodismo e a torna insegura para tomar decisões. Em meio a essa realidade, a psicóloga argumenta que a melhor forma de se ter um bom desenvolvimento cognitivo e intelectual é estimular os jovens desde cedo a assumirem responsabilidades. Como é o caso de Emanuelly Capucci que está dando seus primeiros passos rumo a experimentação da vida adulta. A jovem de 16 anos estuda e trabalha há quase três semanas em seu primeiro emprego. “Ainda sou adolescente, é claro, mas é bom sentir na pele essa amostra grátis de como é ser adulta”, brinca.

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Imagem de MIchael Kevin Daly, extraída de: https://br.pinterest.com/DalyView/ella-dynae-designs/

– Brincar com os filhos é muito bom!

Pegadinha da Tetéia! Enganou que estava triste… 🥰.

Ela quem “bolou” tal ideia. Pode?

Em: https://youtube.com/shorts/dYJn-OZKfFQ?feature=share

 

– Brincar de Massinha é Muito Bom!

E antes de ir para a escola, tivemos “aula de massinha” com o “Professor Abobrinha”.

Acho que a Tetéia gostou…

❤️ #PaiDeMeninas #Carinho #Love #Educação

– Paternidade Ativa em moda. Ainda bem!

Leio que cada vez mais os papais sentem-se tão necessários para a criação dos filhos do que as mamães, e isso é ótimo.

Compartilho, abaixo, extraído de: http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,pais-se-unem-por-um-novo-jeito-de-criar-os-filhos,70001800145

PAIS SE UNEM POR UM NOVO JEITO DE CRIAR FILHOS

A chamada ‘paternidade ativa’ ganha adeptos, com homens que põem literalmente a mão na fralda e na cama, se envolvendo em rotinas.

Por Fábio Leite

Quando Anne contou que queria dar à luz seu primeiro filho em casa, Thiago Queiroz “surtou”. “Achava aquilo uma loucura”, recorda o engenheiro carioca, de 34 anos. Ele estava mais focado em montar o quarto do bebê do que nos textos que a mulher enviava sobre o desejado parto humanizado. Aos poucos, foi convencido da ideia, mas a “ficha” da paternidade só caiu quando o corpo de Dante deslizou nos seus braços dentro da banheira montada no apartamento, após 23 horas de intensas contrações.

“Esse momento foi muito tocante. Se eu não tivesse embarcado nessa, não estaria ali, na hora certa, para pegar o meu filho. Depois, só pensava em como queria me apaixonar por ele. Comecei a ler sobre criação com apego e decidi mergulhar na paternidade”, conta Queiroz, que, além de Dante, com 4 anos, é pai de Gael, de 2, blogueiro, youtuber, com o canal Paizinho, Vírgula!, palestrante e criador de um grupo sobre disciplina positiva no Facebook, o Criação com Apego.

Agora, é ele quem escreve os textos que as mulheres mandam para os maridos. “Sei que muitos ainda não leem, como eu não lia”, diz. Mas isso está começando a mudar. A chamada paternidade ativa defendida por Queiroz tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil. São homens que rejeitam o papel do pai apenas como provedor da casa e colocam a mão na fralda, as crianças na cama e debatem os mais variados assuntos envolvendo os filhos, desde coisas mais práticas, como o jeito de usar o sling (espécie de rede para carregar o bebê junto ao corpo), até temas mais complexos, como o melhor as formas de lidar com ciúmes entre irmãos.

PELO PAÍS – Um deles é o engenheiro de sistemas Leandro Gonçalves, de 35 anos, que criou há quatro anos um grupo fechado no Facebook, o Paternando, com mais de 400 membros de Espírito Santo, Minas, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte, além de Rio e São Paulo. “O feminismo questiona os papéis na família preestabelecidos pela sociedade, de que o homem trabalha e a mulher cuida dos filhos. Hoje, todos trabalham, não é justo só as mulheres fazerem dupla jornada. Nossa geração está assumindo essa responsabilidade.”

E o papel das mulheres na descoberta da nova paternidade é vital. Assim como Queiroz, Gonçalves conta que a vontade de ser um pai mais participativo do que fora o seu aflorou no nascimento de Alice, sua filha mais velha. “A Dane (a mulher) optou pelo parto humanizado em casa. Foram 26 horas de trabalho de parto e fiquei junto dela o tempo todo. Foi muito intenso para mim também, meio catártico.” O próprio grupo de pais nasceu com base em um grupo de mães. “Elas promoviam encontros e os pais começaram a se conhecer também. Até que decidimos criar nosso próprio grupo.”

Hoje, o Paternando promove rodas de conversas mensais entre os pais e tem um podcast, o Balaio de Pais, para falar da criação dos filhos. No último episódio – Mamãe tá na roça, papai foi cozinhar –, os pais abordaram como a sociedade brasileira ainda tem dificuldade em aceitar essa nova realidade familiar. “Crescemos em uma cultura machista e essa desconstrução sobre o lugar do pai na família, em casa, é demorada. O que está acontecendo é uma quebra de paradigma, mas muitos ainda cobram do pai esse papel de provedor”, relata o psicólogo Leonardo Piamonte, de 38 anos, autor do blog Paternidade Sem Frescura.

Para um dos mais assíduos do grupo, o jornalista Leandro Nigre, de 34 anos, a troca de informações tem sido essencial para enfrentar o desafio da paternidade. “Infelizmente ainda há muito preconceito com os que decidem assumir determinadas tarefas e dividir a educação dos filhos com as mães”, diz Nigre, que utiliza seu blog, o Papai Educa, para divulgar entre homens notícias, pesquisas e reflexões que envolvem a paternidade. E para quem o elogia por cuidar de Guilherme, de 4 anos, e Rafael, 2 meses, ele responde: “Só estou cumprindo meu papel de pai”.

CRIAÇÃO ‘CASADA’ DESMISTIFICA HIERARQUIA

Muito se fala sobre as consequências da ausência de um pai na vida de uma criança, como comportamento violento e dependência química, mas pouco se estudou até agora sobre os efeitos da paternidade ativa no desenvolvimento dos filhos.

Para a psicóloga e terapeuta familiar Rosa Maria Macedo, coordenadora do Núcleo de Família e Comunidade da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma coisa é certa: a presença do pai em casa e nas atividades domésticas torna a estrutura familiar mais horizontal, o que é positivo para pais e filhos.

“Na literatura, pai sempre foi visto no lugar da autoridade, aquele que impõe as leis da casa. Ou seja, estaria hierarquicamente acima da mãe. Com a mudança de papéis, esse processo está ficando horizontal. Isso é bom sob diversos aspectos, do respeito às diferenças, aos gêneros, à democracia, sem criar uma situação de desigualdade.”

Rosa explica que a teoria do apego, que virou objeto de estudos dos pais ativos, começou a ser desenvolvida na década de 1950 pelo psicanalista britânico  John Bowlby. Em suas pesquisas, ele constatou que o vínculo estabelecido entre a criança e o adulto dependia mais da sensação de segurança que lhe era proporcionada do que com o alimento, como pensavam psicanalistas que julgavam o apego primário exclusivo das mães.

Para psicólogo, a mudança de comportamento do pai depende muito da postura da mãe, que não pode ter medo de “perder” o lugar de poder que ocupa em casa. “No consultório, recebo pais se queixando que querem participar mais, mas são repreendidos pelas mulheres, que colocam defeitos no que eles fazem. Isso não pode ser uma disputa.”

O psicólogo Leonardo Piamonte, que trabalhou com menores infratores na Colômbia, disse que, como esta é a primeira geração de pais que desenvolveu esse comportamento participativo, só agora será possível medir os efeitos da nova paternidade nas famílias. Ele participa do grupo de pais ativos e acredita que esse comportamento paterno faz com que os filhos sejam mais criativos, assistam menos TV e se alimentem melhor. “O que se sabe é que excesso de amor e carinho nunca machucou ninguém.”

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Leandro Gonçalves com suas filhas Alice(4) e Tereza(1) Foto: FELIPE RAU/ESTADO

– #tbt 4: Minha Primeirona…

Minha filha mais velha Marina na praia: como não posso ter saudade de um dia assim, com ela?

Como eu queria repetir esse passeio…

Valeu pelo #tbt!

– #tbt 3: A locomotiva.

🇺🇸 My daughter and the old locomotive. This train is at Atibaia station, here in the interior of SP (Brazil). / 🇧🇷 Minha filha e a locomotiva antiga. Esse trem está na estação Atibaia, aqui no interior de SP (Brasil).

📸#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Um e-mail “com fome”?

O mundo está cada vez mais moderno. Minha Tetéia já tem e-mail! E mandou uma mensagem para mim… ❤️❤️❤️.

Aliás, com interesse: mandar foto de pastel na hora do almoço?

Hum…

💖 #PaiDeMeninas #Carinho #Amor #Family

– Momento feliz.

É isso que faz a vida valer a pena: os sorrisos das nossas crianças!

Como não ser feliz, recebendo carinho dessa doce Tetéiazinha?

❤️ #PaiDeMeninas #kids #children #smile #family #família #daughter #filha #dad

– Adoção de Crianças Não-Convicta ou Problemática: um Dilema Social

Adotar uma criança é um ato de amor. Admiro aqueles que fazem a adoção, pois salvam vidas e garantem um pedacinho lá no Céu.

Porém, leio um problema crescente: Famílias que querem devolver crianças adotadas, motivas por arrependimentos diversos!

Não dá para comentar… as razões são pessoais, e provavelmente devem ser muito fortes para tal ato! Não ouso condenar. Mas isso me assusta… Publico a reportagem sem conseguir ler por inteira.

Extraído de: http://is.gd/3Cqnav

O SEGUNDO ABANDONO

Tornam-se comuns no Brasil casos de crianças adotadas e , depois, devolvidas. E a Justiça não sabe como lidar com esse problema.

Por Solange Azevedo

Crianças adotivas não têm um passado feliz. Vão morar com famílias substitutas, em geral, porque viveram tragédias pessoais – foram abandonadas, vítimas de maus-tratos ou da miséria ou porque os pais biológicos morreram. Muitas têm a sorte de encontrar lares afetivos e formar laços sólidos. Uma parcela dessas crianças, porém, passa por outras experiências avassaladoras: o segundo, o terceiro abandono. São “devolvidas” à Justiça pelos pais adotivos ou guardiões e acabam em abrigos. Embora não exista um levantamento nacional, estatísticas regionais revelam que essa questão é grave e não deve ser desprezada. Das 35 crianças e adolescentes disponíveis para adoção na Associação Maria Helen Drexel, na zona sul de São Paulo, 11% já passaram por esse drama. Em apenas uma das varas da infância da cidade do Rio de Janeiro, ocorreram oito devoluções no primeiro semestre deste ano. Três de cada dez crianças e adolescentes que estão em abrigos de Santa Catarina foram devolvidos ao menos uma vez.
Devoluções ocorrem em três situações. Durante o estágio de convivência, em que a adoção definitiva ainda não foi efetivada, depois da adoção formalizada ou quando a família tem a guarda da criança. “Muitas devoluções poderiam ser evitadas. Mas o Judiciário brasileiro não tem estrutura para acompanhar esses casos como deveria”, afirma Mery-Ann Furtado e Silva, secretária-executiva da Comissão Esta­dual Judiciária de Adoção (Ceja) de Santa Catarina. Ela avalia que um dos principais problemas é que há pessoas que sonham com o “filho ideal” e, quando confrontadas com os desafios de educar uma “criança real”, não dão conta de lidar com “imperfeições” que, em filhos biológicos, seriam toleradas. “Estamos engatinhando no processo de preparação dessas famílias”, diz Mery-Ann. “Principalmente quando a criança é adotada mais velha, porque ela traz consigo componentes importantes que devem ser trabalhados.”
Recentemente, a Justiça catarinense não aceitou que um casal devolvesse apenas um dos filhos adotivos – um garoto de 13 anos – e determinou a destituição do pátrio poder também sobre a irmã biológica dele – uma menina de 10 – porque considerou que ambos sofreram abuso emocional. Marcelo* e Tainá* foram adotados em 2004, por integrantes da classe média alta da região de Blumenau. Por uma professora universitária e um estrangeiro. Um homem ausente que, segundo relatos, não se comunica bem em português e vive às voltas com estudos no Exterior. “Eu me apaixonei pela Tainá. Deus a fez para mim. Ela quer ser minha e eu dela”, declarou a mãe adotiva a profissionais do Judiciário local. Como os magistrados raramente separam irmãos, o casal decidiu adotar Marcelo para não perder Tainá. Ele tinha 6 anos. Ela, 3. No abrigo onde morava, Marcelo era descrito como “muito normal” e “carinhoso”. Não havia nos registros algo que o apontasse como garoto-problema. Os irmãos seguiram para a casa da família e se juntaram a Maurício*, filho biológico do casal.
As rusgas com Marcelo começaram logo no primeiro dia. De acordo com a mãe adotiva, o menino levou uma surra porque deu um chute no pai. Diversas pessoas que conviveram com eles contaram, em depoimento, que Marcelo nunca foi aceito como filho e não houve grande esforço do casal para inseri-lo no contexto familiar. Marcelo sempre se sentiu indesejado. Tinha de ir a pé para a escola, num bairro vizinho. Tainá e o filho biológico frequentavam outros colégios e eram levados de carro. Se Marcelo fizesse alguma traquinagem, era punido severamente. Tainá e Maurício, muitas vezes, nem sequer eram repreendidos. Se Marcelo fizesse xixi na cama, tinha de lavar os lençóis. Tainá, não. A mãe adotiva chegou a dizer que no início sentia um carinho pelo menino. Mas, depois, passou a odiá-lo. Quando um oficial de justiça foi buscar as crianças para levá-las para um abrigo, a mulher se desesperou ao ser informada de que a menina também iria embora. Aos gritos, disse: “Isso é coisa do Marcelo, ele está se fingindo de doente para a juíza ficar com pena e levar a Tainá também. Ele não suporta ver que a Tainá é amada. O Marcelo é psicopata, precisa de um psiquiatra.”
Na ação de destituição do poder familiar, o desembargador Joel Dias Figueira Júnior escreveu que “a desprezível prática da ‘devolução’ de crianças começa a assumir contornos de normalidade”. E que observa “a tomada de vulto, em todo o território nacional, de situações idênticas ou semelhantes” à vivida por Marcelo e Tainá. No Rio de Janeiro, um levantamento feito pelo Serviço Social e de Psicologia da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital mostra que esse problema vem crescendo. Entre 2005 e 2010, 20 crianças foram devolvidas àquela vara. E, apenas no primeiro semestre deste ano, ocorreram oito devoluções. “As crianças são trazidas como objetos”, lamenta a psicóloga Patrícia Glycerio R. Pinho. “Quando o vínculo de filiação não se dá, pequenas dificuldades se tornam grandes. Às vezes, os pais adotivos não percebem que estão sendo testados e acham que é ingratidão da criança. Imperfeições num filho adotivo são mais difíceis de ser acolhidas porque os pais pensam: ‘isso não pertence a mim porque não o gerei’.”
Patrícia já viu e ouviu uma porção de absurdos. Certo dia, uma mãe adotiva, de bom nível sociocultural, ficou indignada porque a filha andava vomitando. “Estou dando salmão e ela nunca tinha comido”, reclamou. Outra, depois de um ano e meio, devolveu três irmãos ao conseguir engravidar. As crianças já tinham até trocado de nome. Foi um baque. “Geralmente, os pais vêm com uma posição fechada”, diz a psicóloga Patrícia. “O que é pior: a criança ficar numa casa onde já não tem espaço ou ir para um abrigo e tentarmos recolocá-la numa outra família?” Lidia Levy, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, uma das autoras do trabalho “Família é muito sofrimento: um estudo de casos de devolução de crianças”, relata que está havendo uma mudança no perfil dos adotados. “Praticamente inexistem bebês disponíveis. Por isso, há quem não queira esperar na fila e acaba aceitando crianças mais velhas”, afirma Lidia. “Mas, se essa mudança não for bem trabalhada, pode não dar certo.”
A pequena Raquel*, 10 anos, ficou seis anos sob a guarda da madrinha – a quem chamava de mãe – depois que a mãe biológica morreu. Durante muito tempo, a convivência foi pacífica. Mas, nos últimos meses, as desavenças com o filho biológico ficaram frequentes. “Eu e meu irmão brigávamos bastante, um irritava o outro, e o esposo da minha madrinha não me quis mais”, lembra Raquel. A menina vive na Associação Maria Helen Drexel e diz que quando sair do abrigo vai procurar pela guardiã. “A Raquel tem um amor imenso por ela”, analisa Helena Zgierski, psicóloga da associação. “Apresentou depressão e um quadro psiquiátrico complicado quando chegou aqui. Passou dias e noites sem dormir nem comer. Só chorando. Crianças devolvidas se culpam e acham que não são boas o suficiente.” Helena afirma que pessoas que procuram uma criança com a intenção de fazer caridade ou para salvar um casamento, por exemplo, têm enormes chances de fracassar. “O amor tem de ser incondicional, porque a gente não sabe o que a criança traz registrado”, avalia.
Em todas as histórias de devolução que Helena conhece, havia um filho biológico na família. “Existe uma disputa por amor e espaço. É um outro ser que está chegando. A criança que vai ganhar um irmão também tem de participar desse processo”, diz ela. Foi o que aconteceu com Paula*, 8 anos, e Lauro*, 4. Depois de 11 meses de convivência com um casal de São Paulo, os dois foram devolvidos e estão num abrigo. Paula e o filho biológico do casal, Gustavo*, viviam às turras. Além das brigas constantes, ela e Lauro têm um histórico difícil. Moravam na rua com a mãe biológica e passaram por situações de privação e maus-tratos. “Eu bagunçava muito onde fui adotada. Ficava xingando todo mundo. Batia nas pessoas quando ficava com raiva. Desobedecia minha mãe”, admite Paula. “Meu pai não aguentava meu choro e minha bagunça e me batia.” A menina se culpa pela devolução e pela tristeza do irmão pequeno. Lauro ainda pergunta pelo pai adotivo: “Por que ele não vem me buscar?”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Um doce sorriso.

Tem alguém que não se cansa de pular em cima de mim…

Tudo bem. Afinal, não me canso do seu amor 🥰

💕 #PaiDeMenina #Carinho #Amor #Love

– Pai e Filha criativos: Bolabol!

Por nossos filhos, fazemos tudo. Pagamos mico, mudamos compromissos, trocamos a agenda… só por momentos assim: https://youtu.be/IP3gx8Ut7p8

Eles crescem. E de tal forma, aproveitemos a inocência das crianças enquanto podemos.

– Colorindo e se divertindo.

Nosso momento diversão: com canetinhas, eu e a Tetéia estamos usando a criatividade!

A bagunça? A gente arrumará depois…

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❤️ #PaiDeMeninas #Amor #Carinho

– Como saber se uma criança é feliz!

Gostei desse quadro ilustrativo: são observações reais para indicar que nossos pequenos estão de bem com a vida?

Vejam só:

Imagem extraída da Internet.

– A vida nos surpreende.

Há quase 6 anos, minha Tetéia era um “projetinho de pessoa”. Hoje, poderosa e saudável, alegre e inteligente, me disse: “Pai, acho que tenho um ‘crush’ na escola”!

CRUSH? É como os adolescentes se referem à PAQUERA!!!

Desmaiei… 😫 😅

– #tbt da noite.

E um derradeiro #tbt:

🇺🇸 This detail of the photograph is the coolest: the driver is my daughter Tetéia, and I am the scared passenger! / 🇧🇷 Esse detalhe do clique da fotografia é o mais legal: a motorista é a minha filha Tetéia, e eu o passageiro assustado! 😉

#love

– #tbt 2: Love.

Há 2 anos…

Um momento de carinho para deixar o dia mais terno…

Sorrisos e carinho, ingenuidade e mansidão. É disso que o mundo precisa ❤️.

Precisamos ter a inocência e à amabilidade das crianças.

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– #tbt 1: Você toca escaleta?

Há 6 anos…

Minha garotinha, sim!

Depois de tocar flauta, clarinete, piano e teclado, minha Marina aprendeu a tocar escaleta, uma espécie de “tecladinho de sopro”.

São quatro canções que ela gravou com carinho. Compartilho, em: http://www.youtube.com/watch?v=JQwaERMUqoQ

– Menininha “Quero-Quero”.

Meu ânimo quando estou triste, é curtir essa garotinha!

Não tem tempo ruim com ela…

Alegria que contagia, em: https://youtube.com/shorts/OQXPe3SoGJM?feature=share

– Doce covinha.

Esse sorriso me encanta…

E essas covinhas? Como eu amo minha Tetéia…

Hoje, ela parece que cresceu mais!

❤️ #PaiDeMeninas #Amor #carinho

– Ensinar a tabuada é divertido demais!

Há coisas que ficam sempre na cabeça de um pai: me lembro perfeitamente da minha filha Marina aprendendo a tabuada (com 5 anos, eu ficava fazendo conta com ela). E agora, na mesma idade, foi a vez da Maria Estela ficar craque nas contas.

Até a do 6 ela vai bem. Mas confesso: do 7 ao 9 complica um pouquinho…

#education #amor #carinho

– Menina de 6 anos é presa nos EUA por se comportar mal na escola. Ops: como?

Parece irreal, mas aconteceu há 3 anos e acontece ainda hoje: na Flórida, uma criança de 6 anos foi presa por mau comportamento na escola.

Não sei bem o que pensar; só sei que, nesta idade, pai e mãe deveriam ter plena responsabilidade pelos desvios dela. Mas… polícia? Me parece um absurdo.

Já imaginaram se fosse no Brasil?

Extraído de: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/02/26/menina-de-6-anos-e-detida-algemada-em-escola-dos-eua-por-mau-comportamento.htm

MENINA DE 6 ANOS É ALGEMADA E PRESA EM ESCOLA DOS EUA POR MAU COMPORTAMENTO NA ESCOLA

Uma menina de seis anos identificada como Kaia Rolle foi detida e algemada na escola Lucious & Emma Nixon, em Orlando, no estado norte-americano de Flórida, por mau comportamento. O caso aconteceu em 19 de setembro do ano passado, mas as imagens só foram divulgadas ontem.

De acordo com a BBC, que veiculou o vídeo, o escritório de advogacia Smith & Eulo afirmou que a família decidiu tornar público o registro porque quer mostrar como a prisão da garota aconteceu.

A gravação foi feita pela câmera corporal usada por Dennis Turner, um dos policiais que atenderam ao caso. Ele e outro agente foram chamados à escola após reclamações da escola de que a menina estaria se comportando mal em sala de aula.

“OK, ela terá que ir conosco agora”, diz Turner na gravação ao se encontrar com a Kaia em uma dependência da escola.

“Você tem que ir com eles agora”, reforça uma pessoa possivelmente ligada à escola.

“Levante-se. OK, venha aqui”, diz o policial, mostrando à menina um par de algemas plásticas.

“Isso aqui é para quê?”, questiona a garota.

“São para você”, responde o policial.

Kaia então começa a chorar. “Não coloque as algemas… Me ajude!”, pede a menina no vídeo.

“Vamos”, diz o policial.

“Sua avó virá e vai te levar para casa, OK?”, reforça a pessoa da escola.

“Eu não quero ir para o carro de polícia”, implora a menina enquanto deixa o prédio da escola.

“Você não quer?”, pergunta a pessoa da escola.

“Não, por favor”, responde.

“Você precisa”, responde a interlocutora.

“Não, por favor. Me dê uma segunda chance”, pede a menina, enquanto é colocada no banco traseiro da viatura. “Por favor! Por favor, não!”

Mais tarde, uma responsável por Kaia Rolle compareceu à escola e perguntou se as algemas de plástico “eram necessárias” na menina.

“Sim. Se se ela fosse maior, ela teria usado algemas comuns. A pessoa mais jovem que eu já prendi tinha sete anos. Já prendi seis mil pessoas em 28 anos. Muita gente”, afirmou o policial responsável pela prisão.

“Ela tem seis anos”, informou a familiar.

“Ela tem seis? Agora ela quebrou o recorde. Caramba, ela quebrou o recorde”, respondeu o oficial.

Segundo a imprensa da Flórida, Dennis Terner prendeu outra criança — um menino — de seis anos no mesmo dia. No entanto, segundo a procuradora Aramis Ayala, as acusações de mau comportamento contra Kaia foram retiradas. A menina foi transferida para outra escola.

De acordo com a BBC, o policial Dennis Turner não seguiu o protocolo correto, que afirma que um agente de segurança pública precisa de autorização de um supervisor para prender qualquer criança com menos de 12 anos no estado da Flórida. Após investigação interna, ele foi demitido.

Ouça o podcast Ficha Criminal (https://noticias.uol.com.br/podcast/ficha-criminal/), com as histórias dos criminosos que marcaram época no Brasil.

Este e outros podcasts do UOL estão disponíveis em uol.com.br/podcasts, no Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts e outras plataformas de áudio.

Vídeo registra Kaia Rolle sendo colocada em viatura; menina foi transferida de escola pela família, e policial foi demitido - BBC/Reprodução

Imagem extraída do link acima.