Dia chuvoso? Não tem problema.
Brincamos em casa, produzindo cultura. Olhe só a ideia da minha Teteia, em: https://youtu.be/TZI096dzwSQ.
Dia chuvoso? Não tem problema.
Brincamos em casa, produzindo cultura. Olhe só a ideia da minha Teteia, em: https://youtu.be/TZI096dzwSQ.
Tirar a fralda da filha?
É comigo mesmo… que “dias de sono atrasado do papai”, mas valem a pena!
Em: https://youtube.com/shorts/ZarJjXt02mE?feature=share
🥰 #PaiDeMeninas
5a – Dia de rememorar, dia de #tbt!
Olhe aí minha princesa Marina em época de Copa do Mundo:
Como amo essa garota… ô filha linda!

Há 3 anos…
É muito bom curtir as crianças. Elas são puras e verdadeiras!
Confira se não é verdade em: https://youtu.be/p63qgU-I14Y
Tenho coragem de acordar essa menina?
Uma criança dormindo com carinha de anjo… quais seriam os seus sonhos?
Como eu amo essa Maria Estela sapeca!

❤️ #PaiDeMeninas #sono #relax #amor #love #família #kids #criança #children #angel #sleep #pureza #doçura #family
A alegria do vovô. Não precisa de palavras…

Tetéia nos anos 60!
Chegar aqui em casa e ter esse sorriso, é bom demais!

💕 #PaiDeMeninas
Porque sábado é dia de estudar também…
Como está frio, estamos brincando em casa de escolinha. E a matéria de hoje é: matemática!

🥰 #PaiDeMeninas #Carinho #Amor
Dance, Dance, Dance – com a Maria Estela e o Miguel!
Tenho certeza que vocês entrarão no ritmo.
Em: https://youtube.com/shorts/6JI0dShAIho?feature=share
🎶❤️😄 #família #crianças #kids #amor #love
Que foto linda do Vovô Lili e da Vovó Lalá!
Amo muito tudo isso ❤️.

😊 #Família: Porto Seguro da Vida!
Há 9 anos… um dia gostoso na praia com a Marininha…
Que pequenina! E que saudade da praia!

🥰 #PaiDeMeninas #amor #love #carinho
E minha vitoriosa, guerreirinha, sapeca e muito amada Maria Estela completa sua 6ª primavera neste dia!
Prematura, mostrou desde novinha que é persistente, justamente para desabrochar como uma florzinha linda e sorridente.
Quando era mais miudinha:
E hoje, toda cheia de vida, esbanjando carisma:

Alguém ganhou um café da manhã conforme pediu para o papai… com pão de queijo, frutas, chocolates e flores!❤️
Te amo, Tetéia!

Nosso testemunhal de amor: https://youtu.be/Cqn6Ebdl_fw
Dica da garotinha sorveteira, em: https://youtube.com/shorts/HwbqDL69xV8?feature=share
(Com muita doçura)
O doce sorriso que me move…
Filhas: as princesas da nossa vida!

❤️ #PaiDeMeninas
Para minha semana ser boa, preciso olhar constantemente para esse sorriso puro e carinhoso…
Ele me dá ânimo e certeza para continuar a caminhada!
🥰 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho #Sorriso
A foto do dia, dentre as muitas que cliquei, é essa aqui: a Maria Estela, minha caçulinha, em cima da árvore soltando bolinhas de sabão!
Inspirador e, ao mesmo tempo, fofo!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
Vamos balançar?
A Teteinha tirou o dia para aproveitar o pai dela… e eu amo muito tudo isso!

🥰 #PaiDeMeninas #Amor #Carinho
O que seria ideal: homens e mulheres dividirem igualitariamente as tarefas de casa e os cuidados com os filhos pequenos?
Tal dilema desafia o convívio de papais e mamães, por melhores que eles sejam. Mudar a rotina, e a própria vida, é condição aparentemente necessária.
Compartilho ótimo material da Revista Veja, onde uma nota me chama a atenção: o alerta de que pais não substituem mães, e de que a mamãe não pode exigir tanto do papai. Claro, sou um papai…
Extraído de: http://veja.abril.com.br/091209/papai-nao-mamae-p-100.shtml
PAPAI NÃO É MAMÃE
O pensamento politicamente correto contaminou a paternidade e exige dos homens um desempenho equivalente ao das mulheres no cuidado com os filhos. Mas isso vai contra os fatos da biologia.
Todo homem que queira se manter competitivo no mercado das relações amorosas, atualmente, precisa demonstrar que reza pela cartilha do politicamente correto no quesito paternidade. Ou seja, ter disposição (ou pelo menos dizer que tem) para desempenhar toda e qualquer tarefa relacionada ao cuidado com os filhos. Dito assim, soa razoável. Em um mundo em que homens e mulheres trabalham e as famílias foram reduzidas ao núcleo formado por casal e filhos – com o resultado de que avós, tias e primas atuam cada vez menos como “segundas mães” –, é mesmo necessário ter uma participação maior do pai nos serviços domésticos. Já vai longe o tempo em que levantar as pernas para a mulher passar o aspirador era considerado uma grande ajuda. Esquentar a mamadeira, preparar a papinha, trocar a fralda e dar banho no bebê são atividades, entre muitas outras, que um pai pode perfeitamente desempenhar. Mas há excessos na concepção mais difundida de paternidade moderna. O principal deles é equiparar pai e mãe na capacidade de suprir as necessidades físicas e afetivas dos filhos. A influência que o pai pode ter sobre seus rebentos, especialmente quando eles ainda são bebês, é limitada por fatores biológicos. Forçá-lo a agir como se pudesse substituir a mãe pode ter efeitos devastadores. “Muitos homens se sentem emasculados nessa posição porque passam a acreditar que as formas tradicionais de masculinidade, com as quais eles se identificam no íntimo, são negativas”, disse a VEJA o psiquiatra inglês Adrian Lord. “A insatisfação nessa troca de papéis pode até afetar o desempenho sexual do casal.”
O excesso de expectativa – e ansiedade – em relação ao papel paterno pode ser verificado por meio dos resultados obtidos em uma enquete feita com 820 pais no site VEJA.com. Setenta e cinco por cento deles disseram que gostariam de passar mais tempo com os filhos, mas só 20% parecem achar possível realizar esse desejo num curto espaço de tempo (veja o quadro). É óbvio que cada casal tem o seu próprio equilíbrio na divisão das tarefas maternas e paternas. E é claro também que existem homens que se realizam como “pais totais”, sem que isso interfira na sua masculinidade (pelo menos, eles não sentem os efeitos mais adversos). Analisados em conjunto, entretanto, os homens estão sendo submetidos a duas forças opostas. De um lado, a pressão das mulheres para que exerçam a paternidade de uma maneira historicamente inédita, em que várias das tarefas maternas lhes são confiadas. De outro, a limitação de ordem natural, que faz com que eles não se sintam totalmente à vontade nas novas funções.
Ordem natural? O pensamento de extração feminista atribui o desconforto dos homens nos cuidados com os filhos a aspectos culturais originados do machismo patriarcal. Por esse argumento, os pais não conseguem ter a mesma delicadeza, afetuosidade e disponibilidade que as mães simplesmente porque não se despem dos valores que lhes foram inculcados e que continuam a ser reproduzidos nas diferentes esferas da vida social. Não foram educados para cuidar de crianças e não encontram respaldo no ambiente de trabalho para ser pais participativos. Tudo isso é, em parte, verdadeiro. Meninos são ensinados a manter-se longe de bonecas, e é mais fácil para uma mãe do que para um pai convencer o chefe de que precisa sair mais cedo para levar o filho ao médico. Pais como Paulo de Queiroz Silveira, do Rio de Janeiro, que trabalha em casa e pode passar boa parte do dia com as crianças, frequentemente ouvem a pergunta “Onde está a mãe deles?”, quando estão com os filhos no shopping ou vão sozinhos às reuniões na escola. Chegamos, então, à “ordem natural”. Por mais que as pessoas acreditem na versão politicamente correta da paternidade, o fato é que a maioria estranha quando os homens desempenham tarefas tradicionalmente maternas. Isso é errado? Não. “As regras sociais e culturais não surgem do nada. Elas têm uma origem biológica”, diz o psicólogo evolutivo americano David Barash, da Universidade de Washington.
Entre as características tipicamente masculinas que, em geral, são deixadas de lado quando se tenta cuidar de uma criança com a mesma dedicação de uma mãe, estão a autonomia, o gosto pela competição e a agressividade. A perda de virilidade experimentada pela maioria dos homens que se põem a realizar trabalhos associados a mulheres tem bases químicas. Experiências de laboratório mostram, por exemplo, que os níveis de testosterona no organismo caem quando o homem segura uma boneca nos braços. O efeito é o mesmo de quando o marmanjo embala um bebê de verdade. O hormônio masculino por excelência é aquele que, entre outras coisas, proporcionava aos machos humanos, nos tempos das cavernas, o ímpeto de caçar, acasalar-se – e dar uma bordoada na cabeça do inimigo.
Faz sentido, portanto, que a evolução tenha moldado o organismo do homem de forma tal a diminuir os níveis de testosterona na presença de crianças – não só as suas, como as de outros. Do contrário, eles representariam sempre um perigo para aqueles serzinhos adoráveis – e gritadores, e chorões, e… irritantes. Um estudo feito por antropólogos da Universidade Harvard indica que os níveis do hormônio em homens casados são, em média, mais baixos do que em solteiros. E, entre os casados que passavam todo o tempo livre com a mulher e os filhos, sem dar chance à cerveja com os amigos, a quantidade era ainda menor. A descoberta reforça a tese de que o natural para um homem é ser provedor e protetor – não um trocador de fraldas.
O psicólogo David Barash explica que o envolvimento do pai com os filhos é proporcional ao grau de certeza que o macho tem de que a prole carrega seus genes. É o contrário do que ocorre com as mulheres. A não ser nas novelas de televisão, elas jamais têm dúvida de que deram à luz aquele filho. “Em termos evolutivos, esse fato serviu para estreitar ainda mais a ligação entre mães e sua descendência”, diz Barash. “Prova disso é que não há uma única sociedade em que os homens se dedicam a cuidar mais das crianças do que as mulheres.” Tal especificidade também esclarece por que a natureza reservou às mulheres, e não aos homens, a capacidade de produzir leite. Se fosse o contrário, os homens poderiam ver-se na situação de amamentar os filhos dos outros (ou de recusar-se a fazê-lo caso descobrissem o engodo). Só o sexo que investiu nove meses na gestação e não questiona se o rebento é seu poderia ter uma função tão essencial quanto a de alimentá-lo nos primeiros anos de vida – garantindo, desse modo, a continuidade da espécie. O trato com as crianças, segundo a ordem natural, também diferenciou homens e mulheres quanto a outros aspectos. Centenas de milhares de anos acalentando e dando atenção a indivíduos que não se expressam verbalmente – os bebês – conferiram a elas capacidades cognitivas superiores às dos homens. Daí a vantagem feminina na compreensão da linguagem corporal. Já o homem, menos preso a laços afetivos familiares, se tornou mais apto para tecer alianças externas. Por esse motivo, os pais têm mais medo do que as mães de ver sua vida social reduzida com a chegada de um filho.
Evidentemente, não se trata de propor que os pais modernos voltem a se comportar como na idade da pedra. “O que não se pode é exigir que eles assumam o papel das mães”, diz o psicólogo americano Aaron Rochlen, da Universidade do Texas, autor de um estudo sobre homens que se tornaram donos de casa. Uma maneira de incorrer nesse erro é esperar que o pai tenha sobre a criança a mesma influência afetiva e psicológica que a mãe. A ideia de que ele pode ter esse papel costuma ser difundida de modo inconsequente desde os cursos de gestantes para casais. O austríaco Sigmund Freud, o pai da psicanálise, considerava que no início de sua vida a criança percebe a mãe como um ser todo-poderoso, numa relação que não dá espaço para mais ninguém. Apenas depois de alguns meses do nascimento, o bebê consegue identificar a existência de um terceiro indivíduo – o pai – que disputa sua atenção com a mãe.
No papel de “o outro”, é o pai quem estabelece o vínculo da criança com o mundo externo e lhe permite ganhar independência da mãe. O pai é essencial na formação sexual da
filha, por revelar a diferença, e do filho, por confirmá-la. Pais obrigados a agir como mães podem desequilibrar essa equação.
Os homens não são fisicamente adaptados para cuidar dos filhos com a mesma desenvoltura que as mulheres, mas estão sendo cobrados insistentemente para sê-lo, como se isso fosse… natural, volte-se a dizer (esta reportagem, aliás, deverá causar grande indignação entre as feministas). Como nem sempre conseguem atender à exigência, são criticados ou tratados com condescendência. O resultado é frustração: o homem ingressa na paternidade disposto a ser participativo, mas se sente um inútil quando não dá conta do recado. “Quando vai dar banho em nossa filha recém-nascida, meu marido a deixa escorregar. Por isso, eu fico sempre por perto, só vendo no que vai dar”, diz a professora mineira Cláudia Santos, de 36 anos, mulher do publicitário Rafael Castro. Pois é. “As mulheres lutaram para conquistar seu espaço no mercado de trabalho e agora batalham para que os homens dividam as tarefas domésticas e o dia a dia com os filhos. A contradição é que elas parecem querer a ajuda de um clone de si próprias, não de um marido que faz as coisas dentro de suas limitações”, diz a terapeuta de casais Magdalena Ramos, de São Paulo. “Não é de estranhar que eles se sintam falhos.”
As mulheres batalharam para ter liberdade e igualdade. Mas, quanto à fraternidade com os homens, convenhamos… Não exija tanto do paizão, mamãe.

Imagem extraída da Internet, autor desconhecido.
E com os primeiros raios de sol, a “luzinha da minha vida” apareceu com a cachorrinha!
Acordar cedo é com a Tetéia! Assim temos mais tempo para brincar.

😍🐶 #PaiDeMeninas #Pet #Kids #Criança #Amor
Há 1 ano…
Alguém ficou muito feliz por ter plantado melancia e depois de algum tempo colher…
Hoje teremos fibras de sobremesa!
Cuide da terra, e ela nos devolverá alegrias.

🍉 #PaiDeMeninas #Diversão #Watermelon
Uma galinha desse tamanhão, e se chama “Pintadinha”?
Mas as músicas dela são geniais!

🎵 🐔 #fun
Tem dia que o cabelo dela é amarelo; noutro, castanho. E em alguns, vermelho.
O que nunca muda é o sorriso da Tetéia!

❤️ #PaiDeMeninas #Carinho #Smile #Sorriso #Love
Nossas riquezas se protegendo do frio. Que modelito escolheram… kk
Eu amo a Tetéia com o Miguelito!
💙❤️ #Family #família #amor #carinho
Não existe “pai incrível” se não tiver uma “filha incrível”, né?
A camisa diz tudo…

❤️ #PaiDeFamília
E esse sorriso lindo da Tetéia?
Ela pediu para tirar uma foto dela beeem alta, sem estar no colo, para dizer que já está mais alta do que eu. Conseguiu!

🤳 📸 🥰 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#PaiDeMeninas #smile #felicidade #family
Sábio pensamento:
“Chamamos os anos que um homem fica ao lado de seu filho até ele chegar a adolescência e vida adulta de ‘investimento paternal’”.
Stephen Kanitz, http://blog.kanitz.com.br/2010/12/d.html
Não é a pura verdade? Investir nos filhos se resume a amar. E amar é capacitá-los para a vida. Para quem pode, estar ao lado dos filhos é pura Graça de Deus.
Charge extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
Que recordação legal: Miguel e Maria Estela (ou melhor: Batman e Mulher Maravilha) quando “eram” crianças!
Viva a pureza dos nossos pequenos 💙💖.
Eu me contento em ter o poder do amor com eles…

🦸🏼 🦸🏻♂️ #Love #Family #Batman #WonderWoman.
E quando cai o dente da criança… não precisa ter medo!
A Tetéia criou uma musiquinha especial para todas as crianças não terem medo de dente mole.
Em: https://youtu.be/FZdPsKm1T4E
Há algum tempo…
Quem disser que a Estelinha não é a verdadeira Mulher Maravilha, vai levar cartão vermelho!
Assinado: Papai Super-homem!
Ops: “esse bilhete é verdade”, conforme diria o meme tão batido… kk

🦸♂️🦸♀️ #paidemenina #wonderwoman #referee #carinho #família
Há 2 anos…
A Preguiça, em sua forma humana.
Ops, aditivada de: Doçura, Carinho e Corujice do Pai!
Ôpa! A linha do tempo me trouxe a coelhinha Tetéia, há dois anos!
Apesar da foto meiga, o uso da máscara não era por diversão…

🐰 #PaiDeMeninas #Família #Family