Ética
– Dinamarca x Irã mostrou a cordialidade que deveria sempre existir no futebol!
RECORDANDO: É de 2003, mas merece aplausos em todo tempo: o time europeu perdia por 1×0 até o último lance, quando teve um pênalti assinalado a seu favor (marcado por uma situação inusitada, relatada abaixo). E não é que preferiram perder com elegância do que empatar com os iranianos de uma forma injusta?
Veja só o que aconteceu no link de: https://almanaqueesportivo.wordpress.com/2012/10/30/futebol-pelo-mundo-historias-de-verdadeiro-fair-play-em-gols-e-penaltis/
DINAMARCA X IRÃ – TORNEIO AMISTOSO CARLSBERG CUP 2003
O capitão dinamarquês Morten Wieghorst agiu de maneira admirável em um torneio amistoso de 2003. Quase no final do primeiro tempo de um jogo contra o Irã, válido pela competição amistosa Carlsberg Cup em Copenhague, o defensor iraniano Alireza Nikbakht Vahdi pegou a bola com a mão na grande área após ouvir o apito final do juiz. Porém o apito havia vindo da arquibancada, confundindo o atleta, que acabou tendo uma penalidade contra si marcada pelo árbitro Albert Chiu Sin Chuen, que não tinha outra escolha.
Após consultar o técnico Morten Olsen, Wieghorst propositadamente bateu o pênalti para fora por considerar injusta esta vantagem. Deste lance, não tenho imagens mas pesquisei que a partida encerrou-se em 1×0 para os iranianos. Sobre isto, um dirigente iraniano disse: “Os dinamarqueses não ganharam o jogo. Mas ganharam a nossa admiração”.
Em: https://youtu.be/mKPBIS3_BSo
– E o Renato Marques? Deixou de consagrar um Fair Play mundial…
Para quem não soube: o goleiro do Santos, João Paulo, ao dominar uma bola na grande área, se lesionou. O atacante Renato Marques, do América, em ato instintivo, aproveitou e fez o gol.
O árbitro não poderia parar ali, pois não tinha certeza se era uma contusão ou uma tentativa de ludibriar (sim, estamos no Brasil, amigos). O jogador adversário, em tese, não tem nada a ver com isso. Mas no mundo ideal…
Que tal se o jogo fosse reiniciado com o Santos podendo marcar um gol, devolvido pelo América? Tal Fair Play rodaria o mundo!
Aqui, a declaração do capitão do time mineiro, reconhecendo o erro:

– O problema de Paquetá e a não acusação a Luiz Henrique.
Lucas Paquetá foi investigado pela autoridades da Inglaterra por supostas fraudes em sites de apostas por 9 meses. Por fim, está sendo acusado de forçar cartões amarelos em 4 jogos, a fim de favorecer apostas de amigos (houve um volume alto de apostas de que ele tomaria os cartões que tomou, próximo a localidades onde moram amigos e parentes do atleta). Como é acusado, terá direto de se defender. Se não conseguir, será condenado e provavelmente suspenso por um tempo no futebol.
Fico pensando: o que leva a um jogador milionário, aceitar tal risco (caso seja confirmada tal infração)?
Na Máfia dos Apostadores, recente aqui no Brasil, Kevin Lomónaco, que ainda pertence ao Red Bull Bragantino e depois de um ano suspenso, voltou a campo pelo Tigre, da Argentina, na semana passada. Imaginem o prejuízo financeiro e de imagem ao atleta…
Mas algo que não se falou a exaustão: o atacante Luiz Henrique, do Botafogo (cortado juntamente com paquetá na convocação de Diniz), foi investigado pela LaLiga quando jogou na Espanha pelo mesmo motivo, e não foi acusado. Será que a Inteligência Artificial de John Textor sabia que estava tudo em ordem, por isso o americano o contratou?
CASO PAQUETÁ E A SITUAÇÃO DE LUIZ HENRIQUE
Por Sérgio Santana
Lucas Paquetá, do West Ham, foi denunciado pela Federação Inglesa de Futebol (FA) por má conduta com relação a apostas em quatro jogos da Premier League. O meia da Seleção era alvo desde o ano passado em investigação que também envolvia Luiz Henrique, do Botafogo – à época atuando no Real Betis, da Espanha. O resultado final foi de que não houve atividade ilegal envolvendo o atacante.
O processo de investigação, realizado em agosto do ano passado, partiu de um volume de apostas acima do normal em dois jogos no mesmo dia, um no Campeonato Inglês e outro no Espanhol. A aposta era que Lucas Paquetá levaria cartão amarelo contra o Aston Villa e Luiz Henrique fosse advertido diante do Villarreal. Ambos foram amarelados no dia.
Na ocasião, inclusive, Luiz Henrique fora cortado da convocação da Seleção pré-olímpica pelo envolvimento na denúncia.
O atacante, porém, não foi denunciado por nenhuma instituição. E a tendência é que não seja. A LaLiga, entidade que organiza o Campeonato Espanhol, abriu investigação para apurar os fatos. A federação espanhola constatou, em documento publicado em dezembro de 2023, que “não tem conhecimento de que, até à data, o referido jogador seja objeto de investigação ou procedimento por violações desta natureza”.
O ge teve acesso ao documento que prova a liberação do jogador do Botafogo das investigações. Veja abaixo.
“Certifica que, em resposta ao pedido formulado pelo clube filiado Real Betis, solicitando informação sobre a possível existência de sanções impostas por infrações relativas a jogos de azar e apostas desportivas contra o jogador Luiz Henrique, e uma vez consultados os antecedentes e documentação disponíveis, esta organização não tem conhecimento de que, até à data, o referido jogador seja objeto de investigação ou procedimento por violações desta natureza.
Neste sentido, porém, a Liga Nacional de Futebol Profissional não tem poder disciplinar sobre os jogadores dos clubes que a integram.
E para que assim seja, para os devidos fins, emito e assino esta certificação em Madrid, no dia 14 de dezembro de 2023.”
A LaLiga, inclusive, teve que validar a transferência do jogador para o Botafogo em fevereiro. Caso existisse a investigação, ele não poderia deixar o país, mas a federação deu o caso como encerrado.
Luiz Henrique é a contratação mais cara da história do futebol brasileiro em valores nominais. Com bônus e metas, a transferência pode chegar em 20 milhões de euros (R$ 106,6 milhões, na cotação da época). O camisa 7 tem três gols e duas assistências em 15 jogos pelo Botafogo.
– E o Renato Marques? Deixou de consagrar um Fair Play mundial…
Para quem não soube: o goleiro do Santos, João Paulo, ao dominar uma bola na grande área, se lesionou. O atacante Renato Marques, do América, em ato instintivo, aproveitou e fez o gol.
O árbitro não poderia parar ali, pois não tinha certeza se era uma contusão ou uma tentativa de ludibriar (sim, estamos no Brasil, amigos). O jogador adversário, em tese, não tem nada a ver com isso. Mas no mundo ideal…
Que tal se o jogo fosse reiniciado com o Santos podendo marcar um gol, devolvido pelo América? Tal Fair Play rodaria o mundo!
Aqui, a declaração do capitão do time mineiro, reconhecendo o erro:

– O problema de Paquetá e a não acusação a Luiz Henrique.
Lucas Paquetá foi investigado pela autoridades da Inglaterra por supostas fraudes em sites de apostas por 9 meses. Por fim, está sendo acusado de forçar cartões amarelos em 4 jogos, a fim de favorecer apostas de amigos (houve um volume alto de apostas de que ele tomaria os cartões que tomou, próximo a localidades onde moram amigos e parentes do atleta). Como é acusado, terá direto de se defender. Se não conseguir, será condenado e provavelmente suspenso por um tempo no futebol.
Fico pensando: o que leva a um jogador milionário, aceitar tal risco (caso seja confirmada tal infração)?
Na Máfia dos Apostadores, recente aqui no Brasil, Kevin Lomónaco, que ainda pertence ao Red Bull Bragantino e depois de um ano suspenso, voltou a campo pelo Tigre, da Argentina, na semana passada. Imaginem o prejuízo financeiro e de imagem ao atleta…
Mas algo que não se falou a exaustão: o atacante Luiz Henrique, do Botafogo (cortado juntamente com paquetá na convocação de Diniz), foi investigado pela LaLiga quando jogou na Espanha pelo mesmo motivo, e não foi acusado. Será que a Inteligência Artificial de John Textor sabia que estava tudo em ordem, por isso o americano o contratou?
CASO PAQUETÁ E A SITUAÇÃO DE LUIZ HENRIQUE
Por Sérgio Santana
Lucas Paquetá, do West Ham, foi denunciado pela Federação Inglesa de Futebol (FA) por má conduta com relação a apostas em quatro jogos da Premier League. O meia da Seleção era alvo desde o ano passado em investigação que também envolvia Luiz Henrique, do Botafogo – à época atuando no Real Betis, da Espanha. O resultado final foi de que não houve atividade ilegal envolvendo o atacante.
O processo de investigação, realizado em agosto do ano passado, partiu de um volume de apostas acima do normal em dois jogos no mesmo dia, um no Campeonato Inglês e outro no Espanhol. A aposta era que Lucas Paquetá levaria cartão amarelo contra o Aston Villa e Luiz Henrique fosse advertido diante do Villarreal. Ambos foram amarelados no dia.
Na ocasião, inclusive, Luiz Henrique fora cortado da convocação da Seleção pré-olímpica pelo envolvimento na denúncia.
O atacante, porém, não foi denunciado por nenhuma instituição. E a tendência é que não seja. A LaLiga, entidade que organiza o Campeonato Espanhol, abriu investigação para apurar os fatos. A federação espanhola constatou, em documento publicado em dezembro de 2023, que “não tem conhecimento de que, até à data, o referido jogador seja objeto de investigação ou procedimento por violações desta natureza”.
O ge teve acesso ao documento que prova a liberação do jogador do Botafogo das investigações. Veja abaixo.
“Certifica que, em resposta ao pedido formulado pelo clube filiado Real Betis, solicitando informação sobre a possível existência de sanções impostas por infrações relativas a jogos de azar e apostas desportivas contra o jogador Luiz Henrique, e uma vez consultados os antecedentes e documentação disponíveis, esta organização não tem conhecimento de que, até à data, o referido jogador seja objeto de investigação ou procedimento por violações desta natureza.
Neste sentido, porém, a Liga Nacional de Futebol Profissional não tem poder disciplinar sobre os jogadores dos clubes que a integram.
E para que assim seja, para os devidos fins, emito e assino esta certificação em Madrid, no dia 14 de dezembro de 2023.”
A LaLiga, inclusive, teve que validar a transferência do jogador para o Botafogo em fevereiro. Caso existisse a investigação, ele não poderia deixar o país, mas a federação deu o caso como encerrado.
Luiz Henrique é a contratação mais cara da história do futebol brasileiro em valores nominais. Com bônus e metas, a transferência pode chegar em 20 milhões de euros (R$ 106,6 milhões, na cotação da época). O camisa 7 tem três gols e duas assistências em 15 jogos pelo Botafogo.
– Corinthians, Vai de Bet e Juca Kfouri.
A história de um Laranja na intermediação do contrato do patrocinador master do Corinthians é uma vergonha. Como tais práticas ainda são feitas sem nenhum pudor?
Para quem não viu a história completa, está em: https://www.youtube.com/watch?v=hA1XfB_tOrU
– Corinthians, Vai de Bet e Juca Kfouri.
A história de um Laranja na intermediação do contrato do patrocinador master do Corinthians é uma vergonha. Como tais práticas ainda são feitas sem nenhum pudor?
Para quem não viu a história completa, está em: https://www.youtube.com/watch?v=hA1XfB_tOrU
– Ética, objetivamente.
Tão simples… que tal praticarmos?
Veja:

– Pode-se mentir para bons negócios?
Dias atrás, ouvi em uma rádio que não me recordo (talvez a CBN) uma entrevista onde um negociador se gabava do “poder de persuasão”. Na ocasião, ele havia dito como através da estratégia de publicidade e marketing conseguia bons negócios fechados, além da utilização de benefícios conquistados para sua empresa. Em determinado momento, ele falou sobre a supervalorização que deu do seu produto (como se isso fosse bom, caso fosse verdade – e confesso estranhar tal franqueza).
Onde quero chegar?
Numa simples questão comportamental: a mentira.
Eu não gosto de mentira, e isso serve para o campo profissional e pessoal. Qualquer atividade que seja, a transparência deve prevalecer, pois isso mostra ética / honestidade. Sempre brinco (em tom de verdade) que “uma mentirinha e uma mentirona são iguais” (não deixam de ser mentira).
Assim, fica uma brevíssima reflexão: vale mentir no mundo dos negócios, na administração de empresas ou nas relações sociais (independente se alguém se beneficiará ou será poupado por algo que possa lhe machucar)?
Eu prefiro, em qualquer situação, A VERDADE.

Imagem extraída de: https://vocesa.abril.com.br/carreira/mentiu-para-o-seu-chefe-e-ele-descobriu-veja-como-sair-dessa/ (Homem com nariz de pinóquio, mentiroso, mentira, mentir SIphotography/Thinkstock)
– Fim de turno. E foi muito bom…
Chega por hoje. Encerramos a labuta na Faculdade de Direito de Itu, falando sobre Ética aos nossos alunos.
Eu amo ajudar nossos discentes a se tornarem pessoas melhores e mais sábias…
Ensinar é dividir sabedoria!

– O efeito Textor, de novo!
E nessa última rodada do Brasileirão, de novo foram lembrados John Textor e as denúncias de manipulação! Foram várias as queixas de “suspeitas de erros”…
Sejam indiretamente e sem razão (como Wagner Leonardo, que merecidamente foi expulso, vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-WAl), ou as da diretoria do Flamengo (exageradas, mas com razão, em: https://wp.me/p4RTuC-Wzg).
Ontem, até a ANAF ameaçou processar Felipe Mello e Marcos Brás, por críticas à arbitragem e ilação de corrupção (lembrando que existem duas instituições: a outra é a ABRAFUT, totalmente discordante da mais antiga).
Reforço o que há tempos cobramos: enquanto a CBF não resolver essa pendenga (apurar tudo, doa a quem doer), esse inferno continuará. E a fraca arbitragem atual continuará a sentir os efeitos, rodada a rodada…
– Os dois lances polêmicos em Red Bull Bragantino 1×1 Flamengo. A arbitragem errou ou acertou?
Quem avisa, amigo é. Antecipamos que sempre acontece algum erro ou polêmica na arbitragem do contestado árbitro Paulo César Zanovelli da Silva, e dessa vez, ajudado pelo VAR Daniel Nobre Bins.
Para quem não leu, falamos sobre o histórico de erros e a projeção de arbitragem no link em: https://wp.me/p4RTuC-Wug e também no blog Pergunte Ao Árbitro (acessível em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/05/01/analise-pre-jogo-da-arbitragem-para-red-bull-bragantino-x-flamengo-2/).
A propósito, algo que precisa ser rediscutido: a miscigenação de “estilos regionais” numa escala. Árbitro de MG, VAR do RS, Quarto-árbitro da FIFA de PE, AVAR do RN e outro AVAR do ES… por quê as equipes de arbitragem não serem todos do mesmo estado? Entrosaria os escalados e diminuiria os custos.
Vamos aos lances:
LANCE 1: De La Cruz é lançado para o ataque e tem uma oportunidade clara e manifesta de gol, mas é atingido pelo carrinho de Luan Cândido. Falta para o Flamengo e Cartão Vermelho para o defensor do Red Bull Bragantino. O árbitro aplica corretamente o que a regra manda. Porém, nos áudios divulgados pela CBF, surpreendentemente, quase que instantaneamente, alguém da cabine do VAR, aos berros, grita: “Zanovelli, falta e cartão amarelo, tem um zagueiro do lado”. E aí começa uma muvuca! Fiquei assustado com o que ouvi, pois não deixaram o árbitro apitar. Se for para trabalhar assim, que retirem o árbitro central e deixem a arbitragem ser remota, à distância. A discrição do VAR e a necessidade de ser pontual nos erros crassos e situações do protocolo foram totalmente desprezados. Depois, o VAR tentar checar impedimento (que não ouve), e, por fim, sem saber o que justificar, encontram o contato de De La Cruz e Pedro Henrique. Primeiro, dizem que há um “trança-pé” acidental, pois ambos atletas estão olhando a bola e há o contato (eu concordo com isso, não foi falta por imprudência, foi casualidade, segue o jogo), mas depois de uma “confusa mesa-redonda”, equivocadamente, entendem como falta de De La Cruz. Assim, fazem o procedimento correto (caso tivesse sido falta mesmo): a “desexpulsão” de Luan Cândido e a marcação do tiro livre direto lá atrás.
LANCE 2: O agarrão de Vitinho em Luiz Araújo, fora do lance de bola, dentro da área. Para mim, o jovem Vitinho, de maneira afoita e infantil, vacila e puxa Luiz Araújo (pênalti e cartão amarelo). Zanovelli ainda grita que não foi nada e diz “na passada”, como se desejasse que o VAR não interferisse. O VAR analisa sem perder muito tempo, e diz que está “tudo ok”.
Repare que faltou critério: no rigor do lance 1 quanto a contato físico, contraditoriamente foi benevolente no lance 2. O VAR não se preocupou com uniformização de decisões! Já o árbitro, faltou de personalidade no lance 1 (quando sucumbiu às tamanhas asneiras gritadas desesperadamente na cabine) e bateu no peito no lance 2, onde tecnicamente errou mas manteve sua decisão).
O grande problema do VAR brasileiro é o protagonismo exacerbado. Falamos disso no meio de semana, durante o jogo Palmeiras 2×1 Botafogo-RP, quanto ao Protocolo do VAR e o uso correto da ferramenta (que não são realizados em nosso país). Quem tiver interesse, está em: https://professorrafaelporcari.com/2024/05/03/pela-duvida-e-pela-orientacao-o-gol-de-rony-em-palmeiras-2×1-botafogo-sp-deveria-ser-confirmado/
Em tempo: os áudios do VAR estão aqui, junto com a transcrição dos gritos: https://ge.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2024/05/04/cbf-divulga-audios-do-var-de-bragantino-x-flamengo.ghtml. Eu duvido que, se a FIFA ouvisse esses áudios, permitira a continuidade do VAR…
Por fim: vimos nas entrevistas coletivas “o efeito Textor”, que temos falado insistentemente (aqui: https://wp.me/p4RTuC-Wpr). Ou se resolve essa situação do dono do Botafogo SAF, e diz se há ou não manipulação, ou toda rodada teremos acusações de “esquema”. Marcos Braz, por exemplo, acusou a CBF de colocar todo árbitro que apita bem os jogos do Flamengo “na geladeira”. E nervoso como estava, quis criticar Textor e a CBF, dizendo que seu time tem prejuízo e falou que as pessoas fazem “inalações” indevidas sobre a situação. Ô, diretor, seria “ilações”? Claro, quando se está fora do equilíbrio, qualquer bobagem acaba aparecendo.
A única certeza: Zanovelli e toda a equipe do VAR vão fazer companhia a Flavio Rodrigues de Souza nas divisões inferiores. E faltará árbitro.
Insisto: tragamos TODA equipe de arbitragem da Inglaterra para a próxima rodada. E, se possível, dirigentes também.
– O efeito Textor, de novo!
E nessa última rodada do Brasileirão, de novo foram lembrados John Textor e as denúncias de manipulação! Foram várias as queixas de “suspeitas de erros”…
Sejam indiretamente e sem razão (como Wagner Leonardo, que merecidamente foi expulso, vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-WAl), ou as da diretoria do Flamengo (exageradas, mas com razão, em: https://wp.me/p4RTuC-Wzg).
Ontem, até a ANAF ameaçou processar Felipe Mello e Marcos Brás, por críticas à arbitragem e ilação de corrupção (lembrando que existem duas instituições: a outra é a ABRAFUT, totalmente discordante da mais antiga).
Reforço o que há tempos cobramos: enquanto a CBF não resolver essa pendenga (apurar tudo, doa a quem doer), esse inferno continuará. E a fraca arbitragem atual continuará a sentir os efeitos, rodada a rodada…
– Leila tem razão, mas precisa ser coerente.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, disse ao GE:
“Conheço o Julio há muito tempo, antes de ele ser presidente do São Paulo, antes de eu ser presidente do Palmeiras, e sempre tive um ótimo relacionamento com ele. E com relação ao que ocorreu nesse episódio lá do Morumbi, eu fiquei muito chateada, achei que foi uma falta de respeito e, principalmente, nós lutamos tanto contra a violência no futebol, que nós, dirigentes, a gente não pode comentar esse tipo de… Aquilo foi uma violência que fizeram com o meu treinador, com os árbitros. Aquilo é inadmissível”.
Concordo com ela, quando fala dos árbitros. Mas quando Abel e seu assistente (que insinuou esquema) fazem alguma coisa desrespeitosa aos juízes, ela não se manifesta…
Tem que ter opinião firme mesmo contra sua própria agremiação, para o argumento ser aplaudido sem contestação.

Arte extraída de Metrópoles, em: https://www.metropoles.com/esportes/palmeiras-x-sao-paulo-supercopa-e-a-terceira-final-fora-de-sao-paulo
– Leila tem razão, mas precisa ser coerente.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, disse ao GE:
“Conheço o Julio há muito tempo, antes de ele ser presidente do São Paulo, antes de eu ser presidente do Palmeiras, e sempre tive um ótimo relacionamento com ele. E com relação ao que ocorreu nesse episódio lá do Morumbi, eu fiquei muito chateada, achei que foi uma falta de respeito e, principalmente, nós lutamos tanto contra a violência no futebol, que nós, dirigentes, a gente não pode comentar esse tipo de… Aquilo foi uma violência que fizeram com o meu treinador, com os árbitros. Aquilo é inadmissível”.
Concordo com ela, quando fala dos árbitros. Mas quando Abel e seu assistente (que insinuou esquema) fazem alguma coisa desrespeitosa aos juízes, ela não se manifesta…
Tem que ter opinião firme mesmo contra sua própria agremiação, para o argumento ser aplaudido sem contestação.

Arte extraída de Metrópoles, em: https://www.metropoles.com/esportes/palmeiras-x-sao-paulo-supercopa-e-a-terceira-final-fora-de-sao-paulo
– E se você fosse submetido ao PIR?
Muitas organizações estão aplicando exames para avaliar o caráter dos seus funcionários. Entre eles, o PIR (teste de Potencial de Integridade Resiliente).
Saiba mais extraído de OESP, 14/05/17, Caderno “Carreiras & Empregos” (abaixo):
TESTE DE CARÁTER VIRA ETAPA DE CONTRATAÇÃO
Empresas adotam no processo seletivo avaliação de potencial de resistência de candidato quando colocado diante de dilemas éticos
Por Cris Olivette
Ter competência técnica, experiência internacional, currículo rico e facilidade para trabalhar em equipe, já não são suficientes para conquistar uma vaga de emprego. Isso porque os casos de fraude e corrupção chegaram ao ambiente corporativo e as empresas começam a procurar formas de avaliar a capacidade de resistência dos candidatos, quando são expostos a dilemas éticos.
O gerente nacional de assistência a clientes da Localiza, Jairo Barbosa, ocupa a função há dois meses. Ele só foi contratado depois de realizar um teste que mediu o seu potencial de integridade, que ocorreu na etapa final do processo seletivo.
Ele também participou de treinamento sobre integridade que abordou a Lei Anticorrupção e apresentou o programa de compliance da companhia. “Sempre trabalhei em grandes empresas e esta foi a primeira vez que fui convidado a fazer esse tipo de treinamento e teste.”
Segundo ele, essa abordagem dá ao candidato segurança para ingressar na empresa. “Esse conjunto de procedimentos demonstra a seriedade da companhia que tem políticas transparentes e bem definidas, com posicionamento claro sobre esse tema tão delicado.”
A gerente de RH da Localiza, Adriana Baracho, conta que desde o ano passado esse tipo de teste integra o programa de compliance da companhia. “O comportamento ético é um de nossos pilares e precisávamos de uma ferramenta que nos desse respaldo na hora de contratarmos novos funcionários.”
Adriana afirma que quando o resultado do teste não recomenda a contratação, a equipe de recrutamento faz verificação aprofundada. “Durante um processo seletivo, o teste apontou um indício que foi confirmado posteriormente, quando conferimos as referências.”
Segundo ela, além desse cuidado no processo de contratação, todos os funcionários assinam termo de compromisso afirmando que concordam com a conduta ética da empresa, que é renovado periodicamente.
Adriana diz que quando participa de eventos da área de RH e comenta que realiza esse tipo de teste, todos se interessam. “As empresas ainda não sabem que essas ferramentas existem.”
Gerente de recrutamento e seleção da Brookfield Incorporações, Carolina Caldeira diz que há dois anos a empresa passou a aplicar teste de integridade no processo seletivo.
“Precisávamos medir se quem trazemos para dentro da empresa compartilha nossos princípios éticos. No futuro, também vamos avaliar aqueles que foram contratados anteriormente”, afirma.
Segundo ela, a avaliação é aplicada na seleção para todos os níveis de contratação. “Inclusive para a obra, a partir do cargo de assistente administrativo.”
Carolina conta que já foram registrados dois casos de conduta inadequada na companhia. “Em um dos casos, a pessoa foi contratada quando começávamos a fazer esse tipo de avaliação e ainda não trabalhávamos em parceria com a área de compliance, como ocorre atualmente. Mesmo com o resultado indicando que aquele candidato não era recomendável, seguimos com a contratação. Depois de algum tempo, ficou comprovado que o alerta do teste era procedente”, afirma.
Ela conta que o programa Atitude Compliaence da Brookfiled compõe uma das metas de resultados da companhia. “Ele faz parte de uma das premissas básicas para se chegar a uma remuneração variável”, diz.
Segundo ela, a empresa mantém canal confidencial para denúncia anônima tanto para funcionários quanto para clientes. “Até mesmo os nossos fornecedores têm de passar por processo de homologação antes de serem aceitos.”
NECESSIDADE. O advogado Renato Santos, sócio da S2 Consultoria, explica que a Lei Anticorrupção brasileira determina que as empresa façam o monitoramento dos profissionais e que o processo seletivo seja mais apurado.
Segundo ele, não existe impedimento legal para a aplicação desse tipo de teste. “Inclusive, saiu recentemente uma decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que impede que as empresas façam levantamento de antecedente criminal dos candidatos”, ressalta.
Segundo ele, neste caso, a decisão do TST teve por objetivo impedir que houvesse preconceito em relação ao profissional. “Com essa decisão, as empresas precisam encontrar outras formas para avaliar o caráter do candidato.”
Santos conta que como resultado de sua tese de doutorado, desenvolveu o teste Potencial de Integridade Resiliente (PIR), que tem grau médio de predição de 77%.
“Com a decisão do TST, esse tipo de ferramenta ganha força e importância, pois elas não têm o objetivo de olhar o passado da pessoa ou classificá-la entre ética e não ética”, afirma.
Segundo ele, a proposta do teste é entender como a pessoa tende a lidar com dilemas éticos. A avaliação é feita por meio de simulações, nas quais o candidato escolhe, entre algumas alternativas, o que faria em determinada situação. “Conforme as respostas, é possível observar o nível de resiliência do profissional.”
Como existe a possibilidade de que a pessoa dê respostas politicamente corretas, o teste tem outra etapa. “A análise inclui perguntas abertas, com curto tempo de resposta, tanto dissertativas quanto por meio de gravação de vídeos. Tudo é avaliado pelos recrutadores, que observam a coerência do que foi dito e a linguagem corporal”, afirma.
Há oito anos, a organização internacional de apoio ao empreendedorismo Endeavor, utiliza ferramentas que testam o grau de integridade de empresários que passam pelo processo de seleção de empreendedores.
“É uma etapa obrigatória. Os empresários ficam, então, com a impressão de que estão entrando em uma organização séria e que realmente acredita nesses valores”, diz o diretor de apoio a empreendedores, Guilherme Manzano. Segundo ele, durante a seleção, a equipe da Endeavor mantém conversas francas com os empresários sobre comportamentos antiéticos, apontando o quanto elas afetam o desenvolvimento do negócio.
Manzano afirma que a organização já deixou de aceitar empreendedores por conta do resultado do teste. “Ele materializa evidências que obtemos durante a convivência com os empreendedores que estão sendo selecionados. O resultado obtido por meio do teste é somado às impressões que já haviam sido identificadas. A nossa lógica é evitar riscos”, ressalta.
O diretor afirma que alguns empreendedores que passaram pelo teste gostaram tanto da ferramenta que passaram a adotá-la em suas empresas.
“Todas as companhias deveriam usar algum processo para prevenir problemas de postura ética e moral, porque as consequências acabam com a sua reputação. Além disso, é uma forma de manter a saúde organizacional, cultural, financeira e da imagem no mercado.”
Origem. O advogado e sócio da S2 Consultoria, Renato Santos, que desenvolveu um teste de integridade, diz que desde a década de 1970 os americanos se preocupam com a questão do caráter dos funcionários.
“Eles criaram o polígrafo, que ficou conhecido como a máquina da verdade ou detector de mentiras. Esse teste foi aplicado em larga escala naquele país, em mais de dois milhões de candidatos”, conta.
Ocorre que na década de 1980, o uso do polígrafo foi proibido, por ser muito invasivo. “Surgiram, então, os testes de integridade criados, principalmente, nos Estados Unidos e Israel.”
Santos afirma que no Brasil, testes de integridade ainda são aplicados de maneira muito incipiente, porque as empresas nem sabem que a ferramenta existe.
“Mesmo assim, nos últimos doze meses, tivemos aumento de 35% nas consultas. Entre março de 2015 e abril de 2016, recebemos 1.482 consultas. Nos últimos doze meses, o número chegou a 2.031. Afinal, é muito mais barato predizer o comportamento que reagir a ele.”

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– “Desculpologia” no Mundo Organizacional
Numa edição antiga do caderno “Inteligência” da Época Negócios (Março 2012), um assunto atual: sobre “Pedidos de desculpas em empresas, sem assumir a culpa em geral”.
FOI MAL! AS CINCO FORMAS DE SE DESCULPAR SEM ASSUMIR A CULPA
1-Eu peço desculpas, mas tenho razão;
2-As consequências foram ruins, mas a coisa em si era boa;
3-Desculpo-me pelo estilo, mas não pela essência;
4-Eu me desculpo no específico, mas não no geral;
5-A sintaxe alivia minha pena.
E aí? Já fez uso de alguma(s) delas?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
– Educação e Ética. Pensando nas PESSOAS e em suas ATITUDES.
Sobre Educação e Ética…
Continua em: Educação e Ética. Pensando nas PESSOAS e em suas ATITUDES.

– L’etica razionale / A ética racional.

mi sei scesa dentro e ora non hai più una via d’uscita le penne avevo messo in pentola e mi trovo nel piatto tortellini m’eri sembrato aspro e …
Continua em: L’etica razionale
– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado.
Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:
Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado
COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO
Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio
por Priscila Zuini
A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.
Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).
1. Atendimento impecável
Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.
Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.
2. Tenha um bom produto
Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.
O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.
3. Seja transparente
Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.
Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.
– O lucro não é pecado. Depende do propósito… Sobre a palavra do Papa!
Excelente! Republico esta postagem de 2013 sobre fé, globalização, lucro e ética! Vale a pena refletir:
Abaixo:
CARIDADE E VERDADE
O Papa Emérito Bento XVI, tempos atrás, resolveu falar sobre fé, economia e globalização. Foi muito bem! Na sua carta aos católicos, intitulada “Caridade na Verdade” disse algumas coisas interessantes. Por exemplo:
“A economia necessita de ética para funcionar corretamente. Não qualquer ética, mas a que tenha o ser humano como figura central. (…) A globalização não é, a priori, nem boa nem má. Será o que fizermos dela (…). O lucro é útil se serve como meio para um fim, mas quando o lucro se torna meta exclusiva (…) surge o risco de destruição e pobreza.”
Sábias palavras. Alguma mentira aqui?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para crédito na postagem.
– Respeite, mesmo discordando.
A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.
Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).
Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!
Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– Um Estudo de Caso sobre Assédio Sexual.
Como eu gosto dos meus alunos, hoje teremos na disciplina “Resolução de Problemas” um estudo de caso bem polêmico: o Assédio Sexual nas Organizações!
Que tenhamos um bom debate.
– As mentiras campeãs contadas pelos candidatos a empregos!
Sabe quais são as mentiras “TOP10” contadas aos selecionadores, na oportunidade de uma entrevista de emprego?
Eis abaixo, extraído de: Jornal de Jundiaí, Caderno Modulinho Empregos, página 1, ed 05/03/17
AS 10 MENTIRAS MAIS CONTADAS EM ENTREVISTAS DE EMPREGO
Em época de escassez de vagas de emprego, vale tudo numa entrevista? Definitivamente não! A headhunter e recrutadora Luciana Tegon, sócia-diretora da Consulents Group by Tegon, recomenda o candidato ser verdadeiro em qualquer entrevista de emprego, pois a autenticidade é cativante. “É importante que você saiba narrar sua trajetória de carreira de uma forma que seus conhecimentos e pontos fortes sejam valorizados, afinal, na disputa pela vaga vencerá quem reunir a maior quantidade de atributos que a empresa busca”, explica.
Em tempos de hiperconectividade as empresas e recrutadores podem acessar rapidamente pessoas e informações, por meio das redes sociais, por exemplo, então mentiras podem ser descobertas facilmente.
Veja a seguir as top 10 mentiras contadas nas entrevistas de emprego:
1 – Mentir sobre sua fluência no idioma. Algumas pessoas optam por mentir sobre sua fluência no inglês ou espanhol. Atenção porque as empresas checarão a fluência em fases avançadas do processo e se entenderem que você tentou enganá-los você fechará as portas da empresa para futuras oportunidades.
2 – Mentir sobre os motivos de demissão de empregos anteriores. É bastante compreensível que um candidato não queira abrir que foi demitido por má performance, por ter resistido a mudanças ou por falta de habilidade como líder, então, justificativas como cortes e reestruturações são utilizadas com muita frequência.
3 – Mentir sobre prazo de permanência nos empregos anteriores. Com medo de serem eliminados pelo “pouco tempo de casa” alguns candidatos mentem sobre o tempo que trabalharam em determinada empresa. Entretanto, algumas empresas checam a carteira profissional em fases preliminares do processo de admissão e se houver divergência a contratação poderá ser cancelada e sua imagem denegrida.
4 – Mentir sobre o local de sua residência. Alguns candidatos que moram mais longe cadastram-se colocando endereços mais próximos com receio de nem serem convidados ao processo já que é sabido que muitas empresas não contratam quem toma mais de 2 conduções por trecho.
5 – Mentir sobre suas competências declarando que são proativos, possuem excelente relacionamento interpessoal, gostam de trabalhar em equipe e que alcançaram determinados resultados que efetivamente não espelham a verdade.
6 – Mentir sobre o cargo e as atividades que fazia. Na tentativa de assumir posições maiores, não é incomum encontrarmos candidatos que declararam que eram líderes de áreas quando na verdade nunca tiveram uma equipe.
7- Declarar terem trabalhado em grandes empresas (e falsificar registro em carteira). Esta mentira que pode inclusive ser tipificada como crime não é tão rara quanto se pensa. Convencidas de que só terão chance se supostamente tiverem experiência em grandes empresas, algumas pessoas acabam mentindo neste sentido.
8 – Mentir sobre cursos e certificações que nunca fizeram.
9 – Mentir sobre seus hobbies e sobre o que faz em horas de lazer. Dificilmente um candidato vai dizer que bebe e vai para balada nos finais de semana. Da mesma forma há uma tendência a ocultar hobbies como motociclismo, esportes radicais e artes marciais que são atividades que geram um risco maior de afastamento por acidentes ou lesões.
10 – Mentir sobre suas reais condições de saúde. Com medo de não serem contratados alguns candidatos omitem doenças crônicas como diabetes, hipertensão ou cardiopatias.

Crédito: GQ Images, extraído de: https://www.gqindia.com/content/how-not-behave-meetings-gq-india
– O projeto Neuralink não é assustador?
E o futuro aconteceu! Humanos receberam um chip de Elon Musk, a fim de testar os controles mentais em aparelhos.
No ano passado, escrevemos aqui sobre esse delicado tema:
O criativo Elon Musk, um dos homens mais inovadores e ricos de nosso tempo, está investindo pesado em chips para serem implantados no cérebro, a fim de ajudar pessoas com deficiências.
A questão é: teria um limite ético-moral nesta questão, com o perigo da tecnologia controlar também a mente das pessoas, sugestionando a tomar decisões que sem ele não fariam?
Extraído de: https://canaltech.com.br/saude/neuralink-projeto-de-elon-musk-preocupa-especialistas-208223/
PROJETO DE ELON MUSK PREOCUPA ESPECIALISTAS
Por Nathan Vieira | Editado por Luciana Zaramela
A Neuralink é um dos famosos projetos de Elon Musk, CEO da SpaceX e da Tesla. Na prática, é um sistema que conecta mente e máquina, ou seja, um implante de um chip ao cérebro humano. Em entrevista ao The Daily Beast no último dia 25, especialistas demonstraram preocupação diante dessa ideia.
A preocupação reside na supervisão da empresa, no impacto potencial sobre os participantes dos testes e na reação da sociedade aos riscos de fundir tecnologia com cérebros humanos. “Não acho que haja um discurso público suficiente sobre quais são as implicações gerais desse tipo de tecnologia quando se tornar disponível”, opinou a Karola Kreitmair, professora de história médica e bioética da University of Wisconsin (EUA).
A ideia por trás da Neuralink é ajudar a aliviar certas deficiências, como permitir que pessoas que sofrem de paralisia controlem seus computadores e dispositivos móveis por meio da atividade cerebral, por exemplo. A startup já chegou a testar seus implantes cerebrais em animais, como macacos e porcos.
L. Syd Johnson, do Centro de Bioética e Humanidades da SUNY Upstate Medical University, propôs uma reflexão: os produtos têm um público alvo (pessoas com paralisia) muito específico, o que torna o mercado pequeno, sendo que os dispositivos são caros.
“Se o objetivo final é usar os dados cerebrais adquiridos para outros dispositivos, ou usar esses dispositivos para outras coisas, como dirigir carros, dirigir Teslas, pode haver um mercado muito maior. Mas então, pessoas com necessidades genuínas estão sendo exploradas e usadas em pesquisas arriscadas para ganho comercial de outra pessoa”, questionou.
Na entrevista, vários cientistas e acadêmicos expressaram uma esperança cautelosa de que a Neuralink forneça com responsabilidade uma nova terapia para os pacientes, embora cada um também tenha delineado dilemas morais significativos.
“O que eu vi em campo é que somos muito bons em implantar [os dispositivos], mas se algo der errado, realmente não temos tecnologia para removê-los com segurança sem causar danos ao cérebro”, expôs Laura Cabrera, pesquisadora de neuroética.
Fonte: The Daily Beast
Crédito da Imagem: Gerd Altmann/Pixabay
– Em quem acreditar: houve ou não manipulação do Brasileirão 2023?
A empresa contratada para assegurar a lisura do Campeonato Carioca 2024, a Good Game!, disse estar convencida em 99% de que houve manipulações em algumas partidas de futebol no Campeonato Brasileiro passado.
Isso é muito sério! Porém, aqui o adendo: ela foi apresentada à FERJ por… John Textor, que é a pessoa que encomendou um relatório ao Botafogo, após o Glorioso “pipocar” na reta final e alegar ter sido prejudicado pela arbitragem.
EMPRESA ACREDITA EM MANIPULAÇÃO NO BRASILEIRÃO: “99% CONVENCIDOS”.
O CEO da Good Game!, Thierry Hassanaly, empresa que analisará a arbitragem no Campeonato Carioca de 2024, disse que estão convencidos de que houve manipulação em alguns jogos do Brasileirão de 2023.
“Sobre algumas partidas do Brasileirão, baseado em nossas ferramentas, tecnologia e soluções, estamos 99% convencidos de que alguns jogos foram manipulados”, afirmou Thierry em entrevista para o ge. “É muito difícil que a manipulação envolva todo o time, todos os jogadores. Normalmente, um, dois ou três jogadores.“
A Good Game! tem como objetivo estender a parceria que fez com a Ferj para outras federações do Brasil. Thierry espera melhorar o trabalho da arbitragem no país, além de buscar identificar jogos manipulados.
John Textor, dono da SAF do Botafogo, pode ser considerado o responsável por apresentar a empresa para a Ferj. Em 2023, ele pediu relatórios sobre jogos do clube no Brasileiro.
“Em algum momento, o que entendo, é que alguém do Botafogo, até mesmo John Textor, mostrou o relatório para a Federação [Carioca]. Essa pessoa ficou impressionada e disse que queria nos conhecer”, contou.
“Tudo que produzimos pode ir para o tribunal. Tudo que dizemos tem que ser 99% correto. Por isso, quando dizemos que uma partida é manipulada, temos 99% de certeza”, finalizou.
IMAGEM: GE.COM.BR
– Diferenciando Política e Politicagem.
Conversando com um amigo, falávamos da necessidade de se fazer Política no Brasil.
Sim, Política com P maiúsculo, aquilo que faz bem ao próximo, desinteressadamente. É a chamada “arte de se relacionar”.
Infelizmente, hoje se pratica a “politicagem”, prática corrupta e que acaba com o país!
Portanto, diferenciei a Política da Politicagem, os bons (raros, é verdade) Políticos dos Politiqueiros.

– Quando a Corrupção vale a Pena!
Para a tristeza do cidadão de bem e alegria dos picaretas, uma pesquisa divulgada na Inglaterra comprovou: ser corrupto vale a pena!
Extraído de Revista Superinteressante, Ed 1298, pg 18, por Anna Carolina Rodrigues.
CORRUPÇÃO COMPENSA E DÁ LUCRO DE 1000%…
Estudo que analisou 166 casos de suborno em 52 países comprova: empresas que dão propina a políticos recebem de volta 10 vezes o dinheiro em vantagens ilegais.
Pagar propina vale a pena. Essa é a triste constatação de um novo estudo da Universidade de Cambridge, que analisou 166 casos de corrupção ocorridos em 52 países nas últimas 3 década. O esquema era sempre o mesmo: uma empresa subornou políticos ou funcionários públicos para obter vantagens ilegais, como burlar uma licitação ou fechar um contrato irregular. E em todos os casos deu certo – a empresa pagou a propina e obteve o retorno financeiro equivalente a 1000% do capital “investido” em corrupção.
Entre os casos estudados pelos pesquisadores, a ocorrência de suborno foi maior nos países mais pobres, onde a justiças e instituições são mais fracas. Segundo o estudo, o valor pago muda de acordo com o cargo da pessoa cuja mão foi “molhada”. Quanto mais importante a pessoa é, mais cara também – funcionários de baixo escalão recebem em média 1,2% do valor do contrato em propina, contra 4,7% pagos para chefes de Estado. As empresas de construção são as que mais corrompem os políticos: são responsáveis por 27,7% dos casos de suborno. Todos os casos estudados pelos pesquisadores são escândalos que chegaram ao conhecimento da população e, em vários deles, as empresas corruptoras foram processadas. Mas isso não foi suficiente para conter a prática. “O risco de ser apanhado e condenado não são grandes o suficiente para impedir a prática”, segundo o Prof. Raghavendra Rau, autor do estudo.
Imagem extraída de: https://viniciiiiuss.jusbrasil.com.br/artigos/847758179/corrupcao-passiva-corrupcao-ativa-e-concussao-analise-e-comentarios-a-respeito-de-cada-crime
– Black Friday pra Valer ou não?
Hoje temos mais um ano da versão brasileira do dia do “Black Friday” como dos EUA. A data é de liquidações gerais com descontos altíssimos.
Lá, o país para. Aqui ainda não (apesar das inúmeras e insistentes propagandas).
Algumas observações: existem realmente produtos com preço atrativos, mas há também os golpes de espertalhões, como, por exemplo, aumentar os preços e na sequência reduzi-los. Eu não comprei nada até agora, mas já vi alguns preços “engana-manés”… e você?
Tomara que não seja uma pejorativa “Black Fraude”…















