– No UOL:

Agradeço o carinho do jornalista Mauro Cezar Pereira, que me convidou para escrever em seu espaço no UOL a respeito da Arbitragem Brasileira frente ao que ocorre na Premier League

Compartilho o link em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/08/16/arbitragem-brasileira-culto-a-malandragem-e-o-que-ensina-a-premier-league.htm

– Minha coluna no Jornal de Jundiaí:

Minha coluna de hoje no Jornal de Jundiaí: a FIFA, os árbitros e as casas de apostas!

Prestigie:

– FIFA proíbe casas de apostas em publicidade para a arbitragem e no seu entorno.

A Circular 1938 da FIFA, divulgada em 01/08/2025, determinou a proibição de empresas de apostas esportivas em realizar publicidade com árbitros e VAR, buscando aumentar a credibilidade no esporte.

Muitos países (especialmente a Inglaterra) discutem a possibilidade de banir publicidade de bettings em camisas de clubes de futebol. Será que isso se concretizará?

O documento (na íntegra) pode ser acessado em: https://inside.fifa.com/official-documents

Abaixo, os pontos destacados, traduzidos:

“Durante as partidas organizadas sob a jurisdição de uma associação-membro, a publicidade de patrocinadores pode ser autorizada para as camisas usadas pelos árbitros. Toda publicidade de produtos relacionados ao tabaco, bebidas alcoólicas, narcóticos (ex: maconha) ou estabelecimentos de jogos de azar (cassinos ou casas de apostas) é estritamente proibida. Quaisquer slogans de natureza política, racista ou religiosa também são proibidos

Durante as partidas que utilizam o VAR, a publicidade também é permitida dentro da sala de operação de vídeo (VOR) e no suporte do monitor na área de revisão do árbitro (RRA). Isso deve seguir os requisitos listados no parágrafo 1.

Tais medidas ajudam a proteger não apenas os árbitros, mas também a credibilidade e a integridade do nosso jogo.

Em caso de dúvidas em relação ao exposto acima, não hesite em contatar Jan Kleiner, Diretor de Regulamentação do Futebol, através do e-mail regulatory@fifa.org, ou Patrick Graf, Chefe de Administração de Arbitragem, através do e-mail Patrick.Graf@fifa.org.”

IN ENGLISH –

FIFA Circular 1938, released on 08/01/2025, has determined the prohibition of sports betting companies from advertising with referees and the VAR, in an effort to increase credibility in the sport.

Many countries (especially England) are discussing the possibility of banning betting advertising on football club shirts. Will this become a reality?

The full document is on the FIFA official documents page, at: https://inside.fifa.com/official-documents

Below are the translated highlights:

“During matches organised under the jurisdiction of a member association, sponsor advertising may be authorised for the shirts worn by match officials. All advertising for tobacco-related products, alcoholic beverages, narcotics (e.g., marijuana) or gambling establishments (casinos or betting companies) is strictly prohibited. Any slogans of a political, racist or religious nature are also forbidden.

During matches utilising VAR, advertising is also permitted inside the video operations room (VOR) and on the monitor stand in the referee review area (RRA). This must follow the requirements listed in paragraph 1.

Such measures help to protect not only match officials, but also the credibility and integrity of our game.

If you have any questions in relation to the above, please do not hesitate to contact Jan Kleiner, Director of Football Regulatory, at regulatory@fifa.org, or Patrick Graf, Head of Refereeing Administration, at Patrick.Graf@fifa.org.”

 

– FIFA proíbe casas de apostas em publicidade para a arbitragem e no seu entorno.

A Circular 1938 da FIFA, divulgada em 01/08/2025, determinou a proibição de empresas de apostas esportivas em realizar publicidade com árbitros e VAR, buscando aumentar a credibilidade no esporte.

Muitos países (especialmente a Inglaterra) discutem a possibilidade de banir publicidade de bettings em camisas de clubes de futebol. Será que isso se concretizará?

O documento (na íntegra) pode ser acessado em: https://inside.fifa.com/official-documents

Abaixo, os pontos destacados, traduzidos:

“Durante as partidas organizadas sob a jurisdição de uma associação-membro, a publicidade de patrocinadores pode ser autorizada para as camisas usadas pelos árbitros. Toda publicidade de produtos relacionados ao tabaco, bebidas alcoólicas, narcóticos (ex: maconha) ou estabelecimentos de jogos de azar (cassinos ou casas de apostas) é estritamente proibida. Quaisquer slogans de natureza política, racista ou religiosa também são proibidos

Durante as partidas que utilizam o VAR, a publicidade também é permitida dentro da sala de operação de vídeo (VOR) e no suporte do monitor na área de revisão do árbitro (RRA). Isso deve seguir os requisitos listados no parágrafo 1.

Tais medidas ajudam a proteger não apenas os árbitros, mas também a credibilidade e a integridade do nosso jogo.

Em caso de dúvidas em relação ao exposto acima, não hesite em contatar Jan Kleiner, Diretor de Regulamentação do Futebol, através do e-mail regulatory@fifa.org, ou Patrick Graf, Chefe de Administração de Arbitragem, através do e-mail Patrick.Graf@fifa.org.”

IN ENGLISH –

FIFA Circular 1938, released on 08/01/2025, has determined the prohibition of sports betting companies from advertising with referees and the VAR, in an effort to increase credibility in the sport.

Many countries (especially England) are discussing the possibility of banning betting advertising on football club shirts. Will this become a reality?

The full document is on the FIFA official documents page, at: https://inside.fifa.com/official-documents

Below are the translated highlights:

“During matches organised under the jurisdiction of a member association, sponsor advertising may be authorised for the shirts worn by match officials. All advertising for tobacco-related products, alcoholic beverages, narcotics (e.g., marijuana) or gambling establishments (casinos or betting companies) is strictly prohibited. Any slogans of a political, racist or religious nature are also forbidden.

During matches utilising VAR, advertising is also permitted inside the video operations room (VOR) and on the monitor stand in the referee review area (RRA). This must follow the requirements listed in paragraph 1.

Such measures help to protect not only match officials, but also the credibility and integrity of our game.

If you have any questions in relation to the above, please do not hesitate to contact Jan Kleiner, Director of Football Regulatory, at regulatory@fifa.org, or Patrick Graf, Head of Refereeing Administration, at Patrick.Graf@fifa.org.”

 

– O que você valoriza nas empresas quando procura emprego?

Uma pesquisa a respeito de PERCEPÇÃO DE VALORES PRATICADOS PELAS EMPRESAS mostrou resultados interessantíssimos: segundo levantamento da consultoria Vagas.com os profissionais evitam empresas corruptas. (extraído de: Jornal de Jundiaí, caderno Modulinho Empregos).

A pergunta foi: QUAIS VALORES VOCÊ JULGA IMPORTANTE QUE UMA EMPRESA TENHA PARA QUE VOCÊ SE CANDIDATE À UMA VAGA DE EMPREGO?

Respostas:

  1. Valorização humana: 79%
  2. Respeito: 78%
  3. Ética: 78%
  4. Comprometimento: 71%
  5. Transparência: 68%
  6. Qualidade: 68%
  7. Confiança: 66%
  8. Trabalho em equipe: 66%
  9. Integridade: 55%
  10. Responsabilidade: 53%
  11. Inovação: 50%
  12. Sustentabilidade: 48%
  13. Outros: 4%

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Competência e Humanidade são aliadas no dia-a-dia!

Precisamos, em nossas relações pessoais e profissionais, respeitarmos o próximo.

Competência sem ética não existe, assim como profissionalismo sem respeito ao humano também não. Ou não deveria existir…

Uma mensagem:

– Ética, Moral, Razão e Fé: a combinação que fomenta a sociedade civilizada.

De 2017, mas extremamente atual tal importante tema… Abaixo:

Arnaldo Niskier, presidente do CIEE e membro da Academia Brasileira de Letras, escreveu um excepcional artigo sobre Ética, Moral, Razão e Fé. Nele, o autor fala sobre a importância da religião para preencher lacunas morais e conceitos éticos contraditórios.

Me chamou a atenção uma frase importante:

Não pode haver desarmonia [entre religião e ciência] se o Deus que infunde a fé é também quem dota o homem com a luz da razão”.

Impossível não recordar do Papa João Paulo II:

Fé e Razão são duas asas que nos elevam para o Céu.

Abaixo, extraído da Folha de São Paulo, ed 06/06/2016, pg 2, em “Opinião”.

A ÉTICA É NECESSÁRIA

Há um crescente número de especialistas, nos campos da psicologia, da biologia evolutiva, da teologia, da moral, que robustecem a consciência de uma ética global, mediante estudos, análises históricas, diagnósticos sociopolíticos. Responsáveis por todos os setores da sociedade estão preocupados com a sobrevivência da humanidade.

Fé e razão são conhecimentos distintos, explicáveis um pelo outro. E ainda que a fé seja colocada acima da razão, não pode haver desarmonia se o Deus que infunde os mistérios da fé é também quem dota o homem com a luz da razão.

Dados da organização Population Reference Bureau, especializada em estudos demográficos, estimam que 7,5 bilhões de pessoas habitam o planeta. Por sua vez, o número de religiosos chega a 6,8 bilhões, segundo pesquisas.

A diferença é explicada pela existência de grande número de ateus e agnósticos. É certo que, hoje, todas as religiões ocidentais se acham radicalmente confrontadas com o problema da secularização, por uma sociedade mundana, o que não implica ausência de uma nova espiritualidade.

Cada ato individual tem uma influência coletiva. O otimismo nunca é uma meta, e, sim, uma atitude em relação à vida. Somos exemplos uns para os outros e é preciso assumir essa responsabilidade.

Por isso, seja ao ler notícias no jornal ou ao vivenciar as chamadas microcorrupções do dia a dia, não podemos perder a capacidade de nos indignar, deixar que isso tudo passe como normal ou comum. Indignar-se não será possível, porém, se não abrirmos os olhos para identificar quais as questões éticas envolvidas em cada caso.

Sem dominá-las, continuaremos parados no mesmo lugar. O desconhecimento é parte da crise. Para o rabino Skorka, “a única defesa para que o povo não permita uma liderança nefasta é a educação.”

O papa Francisco chamou os judeus de “irmãos maiores na fé”, repetindo as palavras de João Paulo 2º. Condenou todas as formas de antissemitismo e recordou os 6 milhões de judeus mortos no Holocausto, citando nominalmente um sobrevivente de Auschwitz, quando visitou, há pouco, a Grande Sinagoga de Roma.

Francisco pronunciou em italiano a bênção sacerdotal: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti e te dê paz”. Segundo a tradição judaica, um ato repetido três vezes se torna chazaká, um costume fixo.

Esse é o sinal de uma nova era, um evento que irradia para todo o mundo uma mensagem benéfica e se opõe à invasão e à prepotência da violência religiosa.

Foto: Pixabay

– E a deputada Érica Hilton com os maquiadores?

A “nova política” é igual à “velha”, infelizmente.

E a deputada Érica Hilton com os maquiadores e a operação do nariz?

Está dentro da lei, mas… é moral tal gasto com o dinheiro público?

Me lembrei do Pastor Marcos Feliciano e de Renan Calheiros!

Em: https://youtu.be/MPIGBBDTW5I?si=zwAK7jAAU37lurXQ

– Ética, objetivamente.

Tão simples… que tal praticarmos?

Veja:

– A Encruzilhada do Futebol Brasileiro.

O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.

Vale a leitura!

Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):

https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/juca-kfouri/2025/05/14/a-encruzilhada-do-futebol-brasileiro.htm

A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO

Por Savério Orlandi

Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.

O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.

Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.

Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.

E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.

Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.

A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.

Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).

O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).

Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.

E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).

Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.

Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.

É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).

A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.

*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.

**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

– A influenciadora Virgínia, a Sabatina de Soraia e a CPI das Apostas Esportivas: o detalhe do momento demagogo.

Um momento vergonhoso: em Brasília, a influenciadora Virgínia era sabatinada pela senadora Soraia, e falou-se sobre CBF, dinheiro das Casas de Apostas no futebol e recursos públicos para os clubes.

Só eu que não achei normal o que pensam essas pessoas? Viram os “conceitos” dessa gente?

Confesso: revoltante! Confira se não é lamentável se prover nossos valores pagos em impostos para entidades privadas esportivas, em: https://youtu.be/bUK6Gr8BgH8?si=f0VZ-jnOUlqhDrgJ

– A Encruzilhada do Futebol Brasileiro.

O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.

Vale a leitura!

Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):

https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/juca-kfouri/2025/05/14/a-encruzilhada-do-futebol-brasileiro.htm

A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO

Por Savério Orlandi

Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.

O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.

Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.

Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.

E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.

Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.

A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.

Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).

O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).

Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.

E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).

Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.

Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.

É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).

A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.

*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.

**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

– Por que o novo Papa se chama Leão XIV?

Finalmente, sabemos por que o Cardeal Robert Prevost escolheu o nome de Papa Leão 14 para seu Pontificado.

Abaixo, extraído de ACI Digital, via twitter.

POR QUE LEÃO XIV?

A escolha do nome Leão XIV pelo novo sucessor de Pedro foi explicada por Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, como um gesto simbólico que liga o novo papa a Leão XIII, autor da encíclica Rerum novarum, publicada em 1891, que deu início à doutrina social da Igreja.

“Claramente, a escolha do nome Leão XIV é uma clara referência à moderna doutrina social da Igreja, começando com a Rerum novarum. A encíclica de Leão XIII que o papa fez naquela época”, disse Bruni aos jornalistas credenciados junto à Santa Sé, enfatizando que a escolha do nome não é uma mera coincidência ou uma escolha neutra, mas uma evocação direta do compromisso social da Igreja.

“E refere-se claramente a mulheres, homens, seu trabalho e trabalhadores em tempos de inteligência artificial”, disse o porta-voz da Santa Sé, destacando a conexão com os desafios contemporâneos, especialmente em relação ao mundo do trabalho no contexto das novas tecnologias.

Isso também conecta Leão XIV diretamente ao seu antecessor, o papa Francisco, que defendeu em cúpula do G7 na Itália, em junho do ano passado, o uso de modalidades eticamente corretas para o desenvolvimento, uso e gestão da inteligência artificial.

📌 Leia a matéria completa: bit.ly/3GPWPZV

#papaLeaoXIV #papa #historiadaIgreja #igrejacatolica #catolicismo #acidigital

– Seleção vai na contramão do mundo… amistoso contra a Rússia?

Galvão Bueno revelou em seu programa na TV Bandeirantes que a Seleção Brasileira acordou um amistoso contra a Seleção Russa, banida da FIFA e da UEFA desde 26 de fevereiro de 2022, pela invasão ao território ucraniano, gerando a guerra entre os dois países.

Clubes e Seleção da Federação Russa não podem disputar torneios oficias, pois o termo classificado pela FIFA foi de “banimento”. Em tese, o futebol da Rússia é independente da FIFA e das Regras do Futebol também.

Talvez, jogadores suspeitos de apostas ilegais encontrem ali um refúgio para seguirem suas carreiras. Luiz Henrique, do Botafogo, acusado juntamente com Paquetá de manipulação de resultados, foi jogar no Zenit. Se considerado culpado, não cumprirá as sanções por lá. O próprio Lucas Paquetá, se punido, poderia continuar sua carreira em algum time russo.

Não vivemos um mundo à parte do futebol? Sem histórico relevante de serviços prestados, por jogadas políticas tivemos Cel Nunes, Caboclo e tantos outros no comando da CBF. E somente isso explica o fato de termos Ednaldo Rodrigues à frente da entidade.

O que a FIFA dirá, caso se confirme o amistoso? 

Sugestão: em Moscou, será um excelente local para a pseudo-camisa vermelha da Seleção Brasileira estrear(contém ironia).

Acréscimo: ao assistir o trecho do Programa Galvão e Amigos, o apresentador leu um trecho da carta de aceite do jogo, enviada pela CBF:

“Acreditamos que a colaboração entre a Confederação Brasileira de Futebol e a União Russa de Futebol será fundamental para estreitar laços e engrandecer ainda mais o ecossistema do futebol mundial”.

Barbaridade… dispensa comentários.

Ops: sobre a camisa vermelha da Seleção, citada acima, já falamos em outra oportunidade: seria uma fake news, ou um teste de mercado do patrocinador: https://professorrafaelporcari.com/2025/04/27/e-a-camisa-vermelha-da-selecao-brasileira-2/ 

 

– Primeiro turno de trabalho.

Estive hoje trabalhando o tema “Ética e Empreendedorismo” com os reeducandos do CR de Bragança Paulista, em nome do Sebrae.

Com esforço e trabalho, faremos uma sociedade melhor.

✏️ #cidadania

– Poxa, Bruno Henrique.

Sempre tive Bruno Henrique como um bom jogador, profissional correto e pessoa de boa índole. Mas a história do cartão forçado…

Agora, conforme notícia abaixo, ele foi indiciado. E, com pesar, ao rever o lance, duas observações:

1 – Ele teve um comportamento diferente do habitual. Não reclama, não é indisciplinado e não “peita juiz”. Dessa vez fez isso.

2 – No finalzinho do jogo, desnecessariamente, um atleta experiente como ele “ter piti”, é bem estranho. 

Aguardemos!

– Nunca deixemos coisas erradas para trás.

Por onde andarmos, tenhamos a convicção de não deixarmos nada de errado.

Um diálogo para praticarmos

– O caso dos jornalistas da ESPN (semana passada) e um testemunho.

Sobre o lamentável episódio do afastamento dos jornalistas da ESPN, de dias atrás, uma situação local que relato (com desfecho melhor).

Em: https://youtu.be/PfuubgBNlO8?si=ZZMVNqQ-knquPeW2

– Educação e Ética. Pensando nas PESSOAS e em suas ATITUDES.

Sobre Educação e Ética…

Continua em: Educação e Ética. Pensando nas PESSOAS e em suas ATITUDES.

– O Evra tem razão?

Eu tenderia a dizer que, ao ouvir Patrice Evra choramingar a derrota da Copa de 2022 para a Argentina em pleno 2026, pensava ser “mau perdedor”.

A Argentina tinha (e ainda tem) Messi, um bom time e garra. Mas… ele cita a FIFA!

Aí, nada duvidarei.

Abaixo:

– Ser honesto é o mínimo que se deve exigir dos sócios (e de todos) para estar no Paulista FC.

Hoje é dia de jogo do Paulista! O Galo pega o VOCEM no Tonicão, em Assis. Falamos da arbitragem desse jogo em: https://wp.me/p4RTuC-15Fk.

Nessa semana, houve a tentativa de Torcedores se associar ao clube. Ótima e democrática iniciativa! Falamos também aqui: https://wp.me/p4RTuC-15Ez.

Porém, quando chegaram ao Estádio Jayme Cintra, se surpreenderam com uma recente mudança do programa de sócio-contribuinte: subiu de R$ 120,00 para R$ 420,00, além da necessidade de indicação da Diretoria atual e uma série de documentos exigidos para provar a idoneidade.

Lembrei-me dos meus tempos de árbitro de futebol: tanto CBF quanto FPF exigiam “nada consta civil e criminal”, SPC e Serasa, além de outras provas de honestidade para estar no quadro de árbitros.

O meu amigo Zé Boca de Bagre, que não tem papas na língua, não se conformava e dizia à época: “Como pode o Marco Polo Del Nero, com FIFAGate nas costas, proibido de entrar nos EUA, exigir honestidade de alguém? É a banana comendo o macaco!”.

Eu concordo com todas as exigências de idoneidade. Há de se mostrar lisura em todos os lugares, e ressalto: do patrão ao subordinado, do presidente ao sócio-comum, todos deveriam ter essa comprovação.

Aliás, por pura curiosidade: para assumir cargos de direção em qualquer atividade esportiva, exige-se tudo isso hoje?

Ser honesto não deve ser vantagem, mas obrigação.

– Coisas que não devemos ter arrependimento:

Se agirmos corretamente, há coisas pelas quais não devemos nos preocupar. Das questões motivacionais às sociais, em 4 ítens:

(Abaixo, na figura):

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– Paquetá e Luiz Henrique:

Vale a pena entender o caso: Paquetá jogou a carreira fora… e provavelmente se verá Luiz Henrique enrolado também.

Na manchete:

– O desnecessário comentário de Abel Ferreira.

Abel Ferreira, de novo, foi mal educado com os jornalistas em coletiva e respingou até em Klopp.

Questionado se estava com as “baterias recarregadas e com fome de títulos”, o técnico parece ter se ofendido com a natural pergunta e respondeu:

“Ninguém vai dizer como a gente tem que fazer [para seguir vencendo]. Nunca menti que sou um treinador de projeto. Hoje teve um senhor chamado Klopp, que ganhou menos títulos em oito anos do que eu. Então não fala de fome de títulos aqui. Ele teve 8 anos no Liverpool e teve menos títulos em quatro ou cinco anos de nós. Eu sou de projeto, não vai alterar (…) Estou aqui porque quero ganhar e quero vencer. O Palmeiras para mim é o melhor clube de longe, porque me dá reconhecimento, paga todo mundo em dia, me dá chance de títulos”.

Klopp ganhou com o Liverpool Mundial de Clubes, UEFA Champions League e Premiere League.
Abel ganhou torneios como Libertadores, Brasileirão e Regional.

Ambos treinadores têm ótimos elencos e recebiam / recebem excelentes salários. Mas os adversários que enfrentam, o nível técnico de disputa e a importância das competições que ganharam, não tem o mesmo peso, certo?

Lembrando: em casa, o Palmeiras perdeu do Novorizontino e empatou com o Red Bull Bragantino. Não precisa respingar sua insatisfação citando Klopp, caro Abel.

– Dudu e Leila: pra quê?

Eu me assusto com situações tão “desequilibradas emocionalmente” como essa: Leila Pereira, presidente do Palmeiras, desabafando em entrevista sobre Dudu, criticando-o.

O atleta, chateado, fez uma postagem nas redes sociais como resposta, usando um deselegante acróstico que significa palavrão, dizendo que estava jogando no Cruzeiro.

Bomba hoje no X / Twitter outra publicação do atleta, alegando que a sua ex-chefe é mais falsa do que nota de 2.

São pessoas milionárias e ambas bem sucedidas em suas áreas profissionais. Se o desenlace da relação não foi ideal, paciência. Vida que segue para ambos. Mas ficarem com essa picuinha pela Internet, não é legal…

 

– A Manipulação de Resultados na Série D traz conhecidos como indiciados…

Lamento muito!

Meses atrás, escrevemos sobre a manipulação de resultados na série D, e uma das partidas monitoradas pela Polícia Federal era Internacional de Limeira x Patrocinense. O time visitante era acusado de “vender” o resultado para apostadores (levou 3×0 ainda no primeiro tempo).

Depois de muitas investigações, indiciou-se 6 pessoas, incluindo… Estevam Soares!

O experiente treinador sempre foi uma figura simpática e respeitosa. Nunca tive problemas quando apitei jogos dele, e torcerei para que seja um equívoco. E se não for, que a Justiça seja feita.

Que chaga é essa questão de manipulação, não?

Informações de GloboEsporte, em: https://ge.globo.com/google/amp/mg/triangulo-mineiro/futebol/noticia/2025/01/02/manipulacao-na-serie-d-relatorio-do-stjd-responsabiliza-ex-tecnico-do-palmeiras-e-mais-cinco-pessoas.ghtml

Aqui, insisto: já tivemos muitos jogadores, treinadores e cartolas envolvidos em situações como essas. Mas não apareceu um elo muito frágil até agora: os árbitros! Tenho medo disso…

– Cuca no Galo Mineiro. E…

… e de novo a história do lamentável episódio na Suíça.

Ele não é condenado, nem (como dizem alguns) inocentado. O que fazer?

De novo, se discutirá isso… Há de se resolver!

– Cuca no Galo Mineiro. E…

… e de novo a história do lamentável episódio na Suíça.

Ele não é condenado, nem (como dizem alguns) inocentado. O que fazer?

De novo, se discutirá isso… Há de se resolver!

– A Polícia e o Crime Organizado.

Foram presos delegado e policiais a serviço do crime organizado, hoje.
Lamentavelmente, na surdina, o Brasil vai se assemelhando ao Equador como Narcoestado. Que não chegue a “nível Colômbia”.

PF e do Ministério Público fazem operação para prender policiais  — Foto: Foto: Divulgação

Foto extraída de G1, crédito com a matéria em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/12/17/delegado-preso-em-operacao-da-pf-e-mp-contra-corrupcao-policial-foi-delatado-por-gritzbach-antes-de-empresario-ser-assassinado.ghtml

– Quando a Corrupção vale a Pena!

Para a tristeza do cidadão de bem e alegria dos picaretas, uma pesquisa divulgada na Inglaterra comprovou: ser corrupto vale a pena!

Extraído de Revista Superinteressante, Ed 1298, pg 18, por Anna Carolina Rodrigues.

CORRUPÇÃO COMPENSA E DÁ LUCRO DE 1000%…

Estudo que analisou 166 casos de suborno em 52 países comprova: empresas que dão propina a políticos recebem de volta 10 vezes o dinheiro em vantagens ilegais.

Pagar propina vale a pena. Essa é a triste constatação de um novo estudo da Universidade de Cambridge, que analisou 166 casos de corrupção ocorridos em 52 países nas últimas 3 década. O esquema era sempre o mesmo: uma empresa subornou políticos ou funcionários públicos para obter vantagens ilegais, como burlar uma licitação ou fechar um contrato irregular. E em todos os casos deu certo – a empresa pagou a propina e obteve o retorno financeiro equivalente a 1000% do capital “investido” em corrupção.

Entre os casos estudados pelos pesquisadores, a ocorrência de suborno foi maior nos países mais pobres, onde a justiças e instituições são mais fracas. Segundo o estudo, o valor pago muda de acordo com o cargo da pessoa cuja mão foi “molhada”. Quanto mais importante a pessoa é, mais cara também – funcionários de baixo escalão recebem em média 1,2% do valor do contrato em propina, contra 4,7% pagos para chefes de Estado. As empresas de construção são as que mais corrompem os políticos: são responsáveis por 27,7% dos casos de suborno. Todos os casos estudados pelos pesquisadores são escândalos que chegaram ao conhecimento da população e, em vários deles, as empresas corruptoras foram processadas. Mas isso não foi suficiente para conter a prática. “O risco de ser apanhado e condenado não são grandes o suficiente para impedir a prática”, segundo o Prof. Raghavendra Rau, autor do estudo.

Corrupção passiva, corrupção ativa e concussão (análise e comentários a respeito de cada crime)

Imagem extraída de: https://viniciiiiuss.jusbrasil.com.br/artigos/847758179/corrupcao-passiva-corrupcao-ativa-e-concussao-analise-e-comentarios-a-respeito-de-cada-crime

– Apple é Acusada de Espionar Dispositivos Pessoais e Silenciar Funcionários.

A Apple enfrenta novas acusações de vigilância e restrição de liberdade de expressão em uma ação judicial movida no domingo, na Califórnia. O …

Continua em: Apple é Acusada de Espionar Dispositivos Pessoais e Silenciar Funcionários

– O São Paulo não deveria jogar contra o Botafogo com o seu time ideal?

O São Paulo, segundo a imprensa, anuncia que deve ir com um time alternativo para o Rio de Janeiro enfrentar o Botafogo (jogo que vale o título do Fogão).

De tal forma, o Campeonato Brasileiro será decidido com uma provável vitória do time carioca e o Palmeiras com o óbvio vice-campeonato. Mas, penso: no mundo ideal, ético, de condições idênticas a todos, o SPFC não deveria enfrentar o seu rival com o time completo, jogando com vontade, como se fosse valer a sua vaga para Libertadores?

Eu entendo que o Botafogo vence o São Paulo “principal” e o São Paulo “alternativo”. Mas os campeonatos deveriam ter mesmo nível de dificuldade para todos. Por exemplo: o Juventude jogou no Morumbi contra um time desmotivado, que só cumpria tabela, e fugiu da Zona do Rebaixamento. Sendo assim, esforce-se igualmente (mesmo eu entendendo: os clubes procuram ver o que é melhor para eles, e não para o torneio).