– Eu me preocupo com essas relações…

As SAFs são uma realidade em nosso país. Algumas sérias, outras suspeitas, outras de mecenas.

Tudo deve ser fiscalizado, e ninguém condenado ou rotulado antes da hora. Mas o futebol sempre permite associações complicadas.

Li essa matéria do InfoMoney, e penso: a SAF do Atlético Mineiro, caso isso se comprove, é vítima dessa turma de aproveitadores?

Mas… poderia ser evitado?

Não sei. A resposta para as autoridades (de novo: caso se confirme).

– Bruno Henrique, Vitor Roque e… FERREIRINHA!

Eu achei um absurdo Bruno Henrique não sofrer uma punição significativa. Falei aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/11/13/que-vergonha-a-absolvicao-de-bruno-henrique/

Também acho que não se pode passar pano e deva-se punir Vitor Roque. Está aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/11/13/sobre-o-julgamento-de-vitor-roque-no-stjd-sobre-o-caso-de-homofobia/

Agora, relembrei um fato que passou batido por todos nós: o Ferreirinha (que estava no Grêmio) publicou sua aposta esportiva em uma Rede Social! E não deu nada…

Lembrando: o artigo 26 do Código de Ética da FIFA, fala sobre a proibição de apostas de jogadores e demais membros. E no 26.2, cita “apostas por vias indiretas”, onde se refere a parentes ou agentes.

Relembre sobre Ferreirinha, aqui: https://leiemcampo.com.br/caso-ferreirinha-reforca-importancia-de-clubes-tratarem-com-atletas-a-relacao-com-as-apostas-esportivas/

– Como anda a sua Reputação Digital?

Ter prudência é fundamental antes de você publicar qualquer coisa nas redes sociais. Li esse aconselhamento e gostei:

“Em caso de dúvida, reflita e espere um pouco antes de publicar, comentar, compartilhar. Investir em sua reputação digital é uma forma de autoconhecimento e só trará coisas positivas à sua vida profissional.”

É isso mesmo: cuidado com sua reputação digital! Compartilho o artigo original, publicado por Denise Maia Soares, especialista em Social Business, via Linkedin:

O QUE VOCÊ FAZ NAS REDES SOCIAIS DIZ MUITO SOBRE VOCÊ

Sabe aquele sujeito que sai esbravejando no Facebook, mas no mundo concreto é amável, educado? Tenho certeza que agora mesmo você conseguiu pensar em alguém assim, e isso é mais comum do que se pensa.

Acontece que não é possível separar a ‘persona digital’ de quem nós somos na verdade, e as redes sociais repercutem cada vez mais nossas ideias e conceitos. A grande questão é que o mundo digital não diferencia passado de presente, nas redes tudo acontece sem distinção de tempo. Por isso, é preciso prestar atenção à forma como você interage para tratar a todos com respeito – ainda que você tenha opiniões divergentes – e manter a coerência.

Todos nós temos uma marca pessoal, um conjunto de comportamentos que forma nossa identidade e cria uma percepção – um olhar – do outro sobre nós mesmos. Essas características podem ser positivas ou negativas, depende do nosso posicionamento em relação ao outro.

Num mundo altamente competitivo, conquistar espaço no ambiente digital contribui para ser relevante também fora dele. O principal para construir autoridade é estratégia: identificar as habilidades que o diferenciam dos demais e explorar aspectos para transformá-los sempre de forma positiva.

Para isso, transparência, construção de repertório e – acredite! – bom senso formam o tripé essencial para ser relevante nas redes sociais e construir uma reputação positiva. O resultado dessa visibilidade favorável vai aparecer em propostas de trabalho e network qualificado, tenha certeza.

Portanto, antes de interagir nas redes sociais, pense em como isso está colaborando para a sua reputação digital.

Reputação digital - Fidelização do público

Imagem extraída de: https://www.otimifica.com.br/reputacao-digital-o-que-e/

– Que pisada na bola, Leão e Oswaldo de Oliveira…

Que falta de educação, com timing errado e deselegância!

Ancelotti não é qualquer técnico, e me pareceu que Leão e Oswaldo de Oliveira quiseram ser oportunistas.

Ou… dor de cotovelo?

Faltou ética de ambos nesse episódio polêmico.

– 5 passos para se observar com Compliance.

Falar sobre Compliance está na moda. E isso é muito bom!

A ética, a transparência e outras benesses sobre isso, de forma bem didática, no texto extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/compliance-sua-importância-e-causas-pétreas-fc3697363aec

COMPLIANCE: IMPORTÂNCIA, CAUSAS E SUAS CLÁUSULAS PÉTREAS

por José Renato Sátiro Santiago

Originário do inglês “to comply” a palavra compliance possui como um dos seus significados mais comuns, estar em conformidade. No mundo corporativo sua efetividade está relacionada com proporcionar maior segurança e minimizar riscos de instituições e empresas, ao garantir o pleno cumprimento dos atos, regimentos, normas, leis, internas ou externas, não apenas nas relações existentes entre seus colaboradores, mas, principalmente, junto aos quaisquer stakeholders externos. Cientes da extrema relevância do assunto, as empresas costumam colocar o compliance como um dos pilares de sustentação de seus negócios, sobretudo quando as pautas da ética, integridade e transparência são as suas bandeiras.

Não é por mero acaso que o compliance tem sido muito discutido e se tornado uma pauta muito presente nas atividades desenvolvidas em uma organização. Embora não haja uma receita pronta, uma vez que padrões de ética, integridade e transparência podem variar muito de uma empresa para outra, é de entendimento comum sobre o quanto alguns atos e/ou ações representam violações redundantes ao que costumamos chamar de “espírito” do compliance. Elas são carimbadas como se fossem agressões às suas causas pétreas. Para elas, não cabe discussão, sequer dúvida, a não ser, obviamente, para aqueles que têm a intenção de fazer análises muito particulares e, algumas vezes, pouco republicanas. Longe de ter a intenção de preparar uma lista definitiva, a seguir, são pontuadas algumas delas:

1. Qualquer atividade que componha o processo de contratação de produtos e/ou serviços deve ser devidamente registrada e realizada dentro do ambiente corporativo na presença de representantes oficiais das organizações envolvidas;

2. Caso haja qualquer relação de parentesco entre profissionais que atuem em empresas envolvidas em qualquer tipo de atividade desenvolvida em conjunto, a sua existência deve se explicitada e registrada de maneira formal para ambas as organizações;

3. É proibitiva a realização de qualquer encontro fora do ambiente corporativo com a participação de funcionários que atuam em empresas presentes em segmentos similares e/ou com as quais é possível existir qualquer tipo de relação comercial, a não ser que o mesmo seja informado previamente para os superiores imediatos e/ou para as áreas devidas das organizações envolvidas, e, ainda assim, devidamente aprovado e registrado explicitamente;

4. É impeditivo receber quaisquer benesses devida por conta da posição e/ou cargo ocupado pelo profissional na empresa, a não ser como exceção, devidamente explicitada previamente, quando o valor do “mimo” seja irrisório, o que é subjetivo de uma empresa para a outra, e que, ainda assim, seja ofertado de maneira pública para todos os profissionais envolvidos, sempre devidamente registrado de forma explícita;

5. A mera ocorrência de qualquer um desacordo com as questões acima pontuadas já torna impeditiva a participação dos envolvidos em ações futuras com as organizações envolvidas, sendo passível, inclusive, de imediato desligamento de acordo com as regras de compliance adotadas pelas empresas em questão.

A linha de conduta que costuma nortear as regras de compliance está relacionada com bom senso no que diz garantir o pleno hasteamento das três bandeiras, já citadas anteriormente, ética, integridade e transparência. No entanto, como bom senso, infelizmente, tende a ter uma maleabilidade assustadora para alguns, a dureza se faz necessária como forma de evidenciar quando a quebra ocorrer.

– Lamentável a pressão Pré-Jogo em Botafogo x Flamengo. O Fogão se apequenou?

Nessa semana, em minha aula de “Responsabilidade Empresarial” para os Cursos de Administração, falei sobre “Indignação Ética” – um sentimento que surge a partir de observações indevidas e que escandalizam.

Basicamente, você não se importa mais com uma coisa errada se:
– Normalizou com aquilo,
– Pensa como o evento, ou
– O Senso Comum te contagia.

Digo isso pois é para se indignar com a pressão desmedida, deselegante e inapropriada do Botafogo FR contra a arbitragem, antes do jogo contra o Flamengo. Tipicamente de alguém que se inferioriza e que previamente quer tumultuar. Lamentável ao extremo.

O Glorioso divulgou a seguinte nota em suas redes sociais:

O Botafogo esteve na CBF, representado pelo Diretor de Futebol Leonardo Coelho, onde manifestou o seguinte posicionamento a dirigentes da entidade:

– O Botafogo espera uma arbitragem segura, correta e profissional no clássico de amanhã, contra o Flamengo, no Nilton Santos. O Clube não vai admitir tentativas de pressão e intimidação de dirigentes de outras agremiações, confiando na condução da CBF sobre o tema e na boa atuação de Alex Stefano, que ainda realiza seus primeiros jogos em competições nacionais.

– O Clube vai realizar monitoramento em tempo real do trabalho da arbitragem na partida (Ref_Eval + Match_Fix), por meio da empresa especializada Good Game, para acompanhar o comportamento de todos os participantes e ter a segurança de que as regras do jogo serão respeitadas.

– O Botafogo cobrou explicações sobre os temas tratados nos últimos ofícios enviados, especialmente relacionados aos jogos contra Grêmio e Internacional, em que falhas escandalosas da arbitragem comprometeram os resultados.

– O Botafogo reconhece os esforços de Samir Xaud, Presidente da CBF, para melhorar os processos e buscar soluções para grandes temas do futebol brasileiro.

Ao ler essa publicação, penso: os árbitros são “bandidos” para serem monitorados por tais instrumentos? Cadê a credibilidade e confiança de que tudo ocorre com honestidade no campeonato? As associações de defesa dos árbitros se manifestarão? A CBF não repudiará? O que estão pensando os árbitros que apitarão os próximos jogos?

Eu sou crítico da atual gestão da arbitragem, pelos caminhos que estão sendo conduzidos. Acho que as escalas dos jovens aspirantes à FIFA Davi Lacerda e Alex Stefano para Grêmio x SPFC e Botafogo x Flamengo não são as apropriadas (pois são os dois jogos mais difíceis da rodada e pelo histórico da última, precisavam de experientes e cascudos juízes). Se forem mal, podem ser “queimados” (eu já escrevi sobre isso: traria árbitros europeus de primeira linha, com assistentes e VARs), mas pressionar dessa forma com tal nota, aí não.

Tal publicação do Botafogo, enfim, faz exatamente o que ela propõe a evitar: PRESSIONAR. Em Ligas Européias de ponta, isso seria severamente questionado. Não se pode normalizar isso.

Já imaginaram se toda rodada tivermos tal nota dos 20 clubes da série A?

– Ética e Responsabilidade Social Empresarial.

Estou preparando uma aula sobre Moral e Ética dentro da Responsabilidade Empresarial, e fui presenteado com os ótimos conceitos do livro de Osmar Ponchirolli (vide capa na foto).

Todo professor que quiser uma leitura bem didática para os seus alunos, deveria indicá-lo. Muito bom!

– Desconto de mentirinha…

O remédio custa R$ 220,00, e a farmácia, generosa, dá R$ 190,00 de desconto?

Conta outra…

Essa estratégia de majorar o preço e iludir o cliente com desconto que impressiona, cansa e nos faz parecer idiotas.

– No UOL:

Agradeço o carinho do jornalista Mauro Cezar Pereira, que me convidou para escrever em seu espaço no UOL a respeito da Arbitragem Brasileira frente ao que ocorre na Premier League. 

Compartilho o link em: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/mauro-cezar-pereira/2025/08/16/arbitragem-brasileira-culto-a-malandragem-e-o-que-ensina-a-premier-league.htm

– Minha coluna no Jornal de Jundiaí:

Minha coluna de hoje no Jornal de Jundiaí: a FIFA, os árbitros e as casas de apostas!

Prestigie:

– FIFA proíbe casas de apostas em publicidade para a arbitragem e no seu entorno.

A Circular 1938 da FIFA, divulgada em 01/08/2025, determinou a proibição de empresas de apostas esportivas em realizar publicidade com árbitros e VAR, buscando aumentar a credibilidade no esporte.

Muitos países (especialmente a Inglaterra) discutem a possibilidade de banir publicidade de bettings em camisas de clubes de futebol. Será que isso se concretizará?

O documento (na íntegra) pode ser acessado em: https://inside.fifa.com/official-documents

Abaixo, os pontos destacados, traduzidos:

“Durante as partidas organizadas sob a jurisdição de uma associação-membro, a publicidade de patrocinadores pode ser autorizada para as camisas usadas pelos árbitros. Toda publicidade de produtos relacionados ao tabaco, bebidas alcoólicas, narcóticos (ex: maconha) ou estabelecimentos de jogos de azar (cassinos ou casas de apostas) é estritamente proibida. Quaisquer slogans de natureza política, racista ou religiosa também são proibidos. 

Durante as partidas que utilizam o VAR, a publicidade também é permitida dentro da sala de operação de vídeo (VOR) e no suporte do monitor na área de revisão do árbitro (RRA). Isso deve seguir os requisitos listados no parágrafo 1.

Tais medidas ajudam a proteger não apenas os árbitros, mas também a credibilidade e a integridade do nosso jogo.

Em caso de dúvidas em relação ao exposto acima, não hesite em contatar Jan Kleiner, Diretor de Regulamentação do Futebol, através do e-mail regulatory@fifa.org, ou Patrick Graf, Chefe de Administração de Arbitragem, através do e-mail Patrick.Graf@fifa.org.”

IN ENGLISH –

FIFA Circular 1938, released on 08/01/2025, has determined the prohibition of sports betting companies from advertising with referees and the VAR, in an effort to increase credibility in the sport.

Many countries (especially England) are discussing the possibility of banning betting advertising on football club shirts. Will this become a reality?

The full document is on the FIFA official documents page, at: https://inside.fifa.com/official-documents

Below are the translated highlights:

“During matches organised under the jurisdiction of a member association, sponsor advertising may be authorised for the shirts worn by match officials. All advertising for tobacco-related products, alcoholic beverages, narcotics (e.g., marijuana) or gambling establishments (casinos or betting companies) is strictly prohibited. Any slogans of a political, racist or religious nature are also forbidden.

During matches utilising VAR, advertising is also permitted inside the video operations room (VOR) and on the monitor stand in the referee review area (RRA). This must follow the requirements listed in paragraph 1.

Such measures help to protect not only match officials, but also the credibility and integrity of our game.

If you have any questions in relation to the above, please do not hesitate to contact Jan Kleiner, Director of Football Regulatory, at regulatory@fifa.org, or Patrick Graf, Head of Refereeing Administration, at Patrick.Graf@fifa.org.”

 

– FIFA proíbe casas de apostas em publicidade para a arbitragem e no seu entorno.

A Circular 1938 da FIFA, divulgada em 01/08/2025, determinou a proibição de empresas de apostas esportivas em realizar publicidade com árbitros e VAR, buscando aumentar a credibilidade no esporte.

Muitos países (especialmente a Inglaterra) discutem a possibilidade de banir publicidade de bettings em camisas de clubes de futebol. Será que isso se concretizará?

O documento (na íntegra) pode ser acessado em: https://inside.fifa.com/official-documents

Abaixo, os pontos destacados, traduzidos:

“Durante as partidas organizadas sob a jurisdição de uma associação-membro, a publicidade de patrocinadores pode ser autorizada para as camisas usadas pelos árbitros. Toda publicidade de produtos relacionados ao tabaco, bebidas alcoólicas, narcóticos (ex: maconha) ou estabelecimentos de jogos de azar (cassinos ou casas de apostas) é estritamente proibida. Quaisquer slogans de natureza política, racista ou religiosa também são proibidos. 

Durante as partidas que utilizam o VAR, a publicidade também é permitida dentro da sala de operação de vídeo (VOR) e no suporte do monitor na área de revisão do árbitro (RRA). Isso deve seguir os requisitos listados no parágrafo 1.

Tais medidas ajudam a proteger não apenas os árbitros, mas também a credibilidade e a integridade do nosso jogo.

Em caso de dúvidas em relação ao exposto acima, não hesite em contatar Jan Kleiner, Diretor de Regulamentação do Futebol, através do e-mail regulatory@fifa.org, ou Patrick Graf, Chefe de Administração de Arbitragem, através do e-mail Patrick.Graf@fifa.org.”

IN ENGLISH –

FIFA Circular 1938, released on 08/01/2025, has determined the prohibition of sports betting companies from advertising with referees and the VAR, in an effort to increase credibility in the sport.

Many countries (especially England) are discussing the possibility of banning betting advertising on football club shirts. Will this become a reality?

The full document is on the FIFA official documents page, at: https://inside.fifa.com/official-documents

Below are the translated highlights:

“During matches organised under the jurisdiction of a member association, sponsor advertising may be authorised for the shirts worn by match officials. All advertising for tobacco-related products, alcoholic beverages, narcotics (e.g., marijuana) or gambling establishments (casinos or betting companies) is strictly prohibited. Any slogans of a political, racist or religious nature are also forbidden.

During matches utilising VAR, advertising is also permitted inside the video operations room (VOR) and on the monitor stand in the referee review area (RRA). This must follow the requirements listed in paragraph 1.

Such measures help to protect not only match officials, but also the credibility and integrity of our game.

If you have any questions in relation to the above, please do not hesitate to contact Jan Kleiner, Director of Football Regulatory, at regulatory@fifa.org, or Patrick Graf, Head of Refereeing Administration, at Patrick.Graf@fifa.org.”

 

– O que você valoriza nas empresas quando procura emprego?

Uma pesquisa a respeito de PERCEPÇÃO DE VALORES PRATICADOS PELAS EMPRESAS mostrou resultados interessantíssimos: segundo levantamento da consultoria Vagas.com os profissionais evitam empresas corruptas. (extraído de: Jornal de Jundiaí, caderno Modulinho Empregos).

A pergunta foi: QUAIS VALORES VOCÊ JULGA IMPORTANTE QUE UMA EMPRESA TENHA PARA QUE VOCÊ SE CANDIDATE À UMA VAGA DE EMPREGO?

Respostas:

  1. Valorização humana: 79%
  2. Respeito: 78%
  3. Ética: 78%
  4. Comprometimento: 71%
  5. Transparência: 68%
  6. Qualidade: 68%
  7. Confiança: 66%
  8. Trabalho em equipe: 66%
  9. Integridade: 55%
  10. Responsabilidade: 53%
  11. Inovação: 50%
  12. Sustentabilidade: 48%
  13. Outros: 4%

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– Competência e Humanidade são aliadas no dia-a-dia!

Precisamos, em nossas relações pessoais e profissionais, respeitarmos o próximo.

Competência sem ética não existe, assim como profissionalismo sem respeito ao humano também não. Ou não deveria existir…

Uma mensagem:

– Ética, Moral, Razão e Fé: a combinação que fomenta a sociedade civilizada.

De 2017, mas extremamente atual tal importante tema… Abaixo:

Arnaldo Niskier, presidente do CIEE e membro da Academia Brasileira de Letras, escreveu um excepcional artigo sobre Ética, Moral, Razão e Fé. Nele, o autor fala sobre a importância da religião para preencher lacunas morais e conceitos éticos contraditórios.

Me chamou a atenção uma frase importante:

“Não pode haver desarmonia [entre religião e ciência] se o Deus que infunde a fé é também quem dota o homem com a luz da razão”.

Impossível não recordar do Papa João Paulo II:

“Fé e Razão são duas asas que nos elevam para o Céu.”

Abaixo, extraído da Folha de São Paulo, ed 06/06/2016, pg 2, em “Opinião”.

A ÉTICA É NECESSÁRIA

Há um crescente número de especialistas, nos campos da psicologia, da biologia evolutiva, da teologia, da moral, que robustecem a consciência de uma ética global, mediante estudos, análises históricas, diagnósticos sociopolíticos. Responsáveis por todos os setores da sociedade estão preocupados com a sobrevivência da humanidade.

Fé e razão são conhecimentos distintos, explicáveis um pelo outro. E ainda que a fé seja colocada acima da razão, não pode haver desarmonia se o Deus que infunde os mistérios da fé é também quem dota o homem com a luz da razão.

Dados da organização Population Reference Bureau, especializada em estudos demográficos, estimam que 7,5 bilhões de pessoas habitam o planeta. Por sua vez, o número de religiosos chega a 6,8 bilhões, segundo pesquisas.

A diferença é explicada pela existência de grande número de ateus e agnósticos. É certo que, hoje, todas as religiões ocidentais se acham radicalmente confrontadas com o problema da secularização, por uma sociedade mundana, o que não implica ausência de uma nova espiritualidade.

Cada ato individual tem uma influência coletiva. O otimismo nunca é uma meta, e, sim, uma atitude em relação à vida. Somos exemplos uns para os outros e é preciso assumir essa responsabilidade.

Por isso, seja ao ler notícias no jornal ou ao vivenciar as chamadas microcorrupções do dia a dia, não podemos perder a capacidade de nos indignar, deixar que isso tudo passe como normal ou comum. Indignar-se não será possível, porém, se não abrirmos os olhos para identificar quais as questões éticas envolvidas em cada caso.

Sem dominá-las, continuaremos parados no mesmo lugar. O desconhecimento é parte da crise. Para o rabino Skorka, “a única defesa para que o povo não permita uma liderança nefasta é a educação.”

O papa Francisco chamou os judeus de “irmãos maiores na fé”, repetindo as palavras de João Paulo 2º. Condenou todas as formas de antissemitismo e recordou os 6 milhões de judeus mortos no Holocausto, citando nominalmente um sobrevivente de Auschwitz, quando visitou, há pouco, a Grande Sinagoga de Roma.

Francisco pronunciou em italiano a bênção sacerdotal: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti e te dê paz”. Segundo a tradição judaica, um ato repetido três vezes se torna chazaká, um costume fixo.

Esse é o sinal de uma nova era, um evento que irradia para todo o mundo uma mensagem benéfica e se opõe à invasão e à prepotência da violência religiosa.

Foto: Pixabay

– E a deputada Érica Hilton com os maquiadores?

A “nova política” é igual à “velha”, infelizmente.

E a deputada Érica Hilton com os maquiadores e a operação do nariz?

Está dentro da lei, mas… é moral tal gasto com o dinheiro público?

Me lembrei do Pastor Marcos Feliciano e de Renan Calheiros!

Em: https://youtu.be/MPIGBBDTW5I?si=zwAK7jAAU37lurXQ

– Ética, objetivamente.

Tão simples… que tal praticarmos?

Veja:

– A Encruzilhada do Futebol Brasileiro.

O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.

Vale a leitura!

Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):

https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/juca-kfouri/2025/05/14/a-encruzilhada-do-futebol-brasileiro.htm

A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO

Por Savério Orlandi

Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.

O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.

Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.

Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.

E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.

Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.

A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.

Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).

O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).

Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.

E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).

Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.

Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.

É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).

A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.

*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.

**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

– A influenciadora Virgínia, a Sabatina de Soraia e a CPI das Apostas Esportivas: o detalhe do momento demagogo.

Um momento vergonhoso: em Brasília, a influenciadora Virgínia era sabatinada pela senadora Soraia, e falou-se sobre CBF, dinheiro das Casas de Apostas no futebol e recursos públicos para os clubes.

Só eu que não achei normal o que pensam essas pessoas? Viram os “conceitos” dessa gente?

Confesso: revoltante! Confira se não é lamentável se prover nossos valores pagos em impostos para entidades privadas esportivas, em: https://youtu.be/bUK6Gr8BgH8?si=f0VZ-jnOUlqhDrgJ

– A Encruzilhada do Futebol Brasileiro.

O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.

Vale a leitura!

Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):

https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/juca-kfouri/2025/05/14/a-encruzilhada-do-futebol-brasileiro.htm

A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO

Por Savério Orlandi

Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.

O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.

Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.

Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.

E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.

Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.

A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.

Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).

O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).

Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.

E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).

Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.

Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.

É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).

A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.

*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.

**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

– Por que o novo Papa se chama Leão XIV?

Finalmente, sabemos por que o Cardeal Robert Prevost escolheu o nome de Papa Leão 14 para seu Pontificado.

Abaixo, extraído de ACI Digital, via twitter.

POR QUE LEÃO XIV?

A escolha do nome Leão XIV pelo novo sucessor de Pedro foi explicada por Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, como um gesto simbólico que liga o novo papa a Leão XIII, autor da encíclica Rerum novarum, publicada em 1891, que deu início à doutrina social da Igreja.

“Claramente, a escolha do nome Leão XIV é uma clara referência à moderna doutrina social da Igreja, começando com a Rerum novarum. A encíclica de Leão XIII que o papa fez naquela época”, disse Bruni aos jornalistas credenciados junto à Santa Sé, enfatizando que a escolha do nome não é uma mera coincidência ou uma escolha neutra, mas uma evocação direta do compromisso social da Igreja.

“E refere-se claramente a mulheres, homens, seu trabalho e trabalhadores em tempos de inteligência artificial”, disse o porta-voz da Santa Sé, destacando a conexão com os desafios contemporâneos, especialmente em relação ao mundo do trabalho no contexto das novas tecnologias.

Isso também conecta Leão XIV diretamente ao seu antecessor, o papa Francisco, que defendeu em cúpula do G7 na Itália, em junho do ano passado, o uso de modalidades eticamente corretas para o desenvolvimento, uso e gestão da inteligência artificial.

📌 Leia a matéria completa: bit.ly/3GPWPZV

#papaLeaoXIV #papa #historiadaIgreja #igrejacatolica #catolicismo #acidigital

– Seleção vai na contramão do mundo… amistoso contra a Rússia?

Galvão Bueno revelou em seu programa na TV Bandeirantes que a Seleção Brasileira acordou um amistoso contra a Seleção Russa, banida da FIFA e da UEFA desde 26 de fevereiro de 2022, pela invasão ao território ucraniano, gerando a guerra entre os dois países.

Clubes e Seleção da Federação Russa não podem disputar torneios oficias, pois o termo classificado pela FIFA foi de “banimento”. Em tese, o futebol da Rússia é independente da FIFA e das Regras do Futebol também.

Talvez, jogadores suspeitos de apostas ilegais encontrem ali um refúgio para seguirem suas carreiras. Luiz Henrique, do Botafogo, acusado juntamente com Paquetá de manipulação de resultados, foi jogar no Zenit. Se considerado culpado, não cumprirá as sanções por lá. O próprio Lucas Paquetá, se punido, poderia continuar sua carreira em algum time russo.

Não vivemos um mundo à parte do futebol? Sem histórico relevante de serviços prestados, por jogadas políticas tivemos Cel Nunes, Caboclo e tantos outros no comando da CBF. E somente isso explica o fato de termos Ednaldo Rodrigues à frente da entidade.

O que a FIFA dirá, caso se confirme o amistoso? 

Sugestão: em Moscou, será um excelente local para a pseudo-camisa vermelha da Seleção Brasileira estrear… (contém ironia).

Acréscimo: ao assistir o trecho do Programa Galvão e Amigos, o apresentador leu um trecho da carta de aceite do jogo, enviada pela CBF:

“Acreditamos que a colaboração entre a Confederação Brasileira de Futebol e a União Russa de Futebol será fundamental para estreitar laços e engrandecer ainda mais o ecossistema do futebol mundial”.

Barbaridade… dispensa comentários.

Ops: sobre a camisa vermelha da Seleção, citada acima, já falamos em outra oportunidade: seria uma fake news, ou um teste de mercado do patrocinador: https://professorrafaelporcari.com/2025/04/27/e-a-camisa-vermelha-da-selecao-brasileira-2/ 

 

– Primeiro turno de trabalho.

Estive hoje trabalhando o tema “Ética e Empreendedorismo” com os reeducandos do CR de Bragança Paulista, em nome do Sebrae.

Com esforço e trabalho, faremos uma sociedade melhor.

✏️ #cidadania

– Poxa, Bruno Henrique.

Sempre tive Bruno Henrique como um bom jogador, profissional correto e pessoa de boa índole. Mas a história do cartão forçado…

Agora, conforme notícia abaixo, ele foi indiciado. E, com pesar, ao rever o lance, duas observações:

1 – Ele teve um comportamento diferente do habitual. Não reclama, não é indisciplinado e não “peita juiz”. Dessa vez fez isso.

2 – No finalzinho do jogo, desnecessariamente, um atleta experiente como ele “ter piti”, é bem estranho. 

Aguardemos!

– Nunca deixemos coisas erradas para trás.

Por onde andarmos, tenhamos a convicção de não deixarmos nada de errado.

Um diálogo para praticarmos: 

– O caso dos jornalistas da ESPN (semana passada) e um testemunho.

Sobre o lamentável episódio do afastamento dos jornalistas da ESPN, de dias atrás, uma situação local que relato (com desfecho melhor).

Em: https://youtu.be/PfuubgBNlO8?si=ZZMVNqQ-knquPeW2

– Educação e Ética. Pensando nas PESSOAS e em suas ATITUDES.

Sobre Educação e Ética…

Continua em: Educação e Ética. Pensando nas PESSOAS e em suas ATITUDES.

– O Evra tem razão?

Eu tenderia a dizer que, ao ouvir Patrice Evra choramingar a derrota da Copa de 2022 para a Argentina em pleno 2026, pensava ser “mau perdedor”.

A Argentina tinha (e ainda tem) Messi, um bom time e garra. Mas… ele cita a FIFA!

Aí, nada duvidarei.

Abaixo:

– Ser honesto é o mínimo que se deve exigir dos sócios (e de todos) para estar no Paulista FC.

Hoje é dia de jogo do Paulista! O Galo pega o VOCEM no Tonicão, em Assis. Falamos da arbitragem desse jogo em: https://wp.me/p4RTuC-15Fk.

Nessa semana, houve a tentativa de Torcedores se associar ao clube. Ótima e democrática iniciativa! Falamos também aqui: https://wp.me/p4RTuC-15Ez.

Porém, quando chegaram ao Estádio Jayme Cintra, se surpreenderam com uma recente mudança do programa de sócio-contribuinte: subiu de R$ 120,00 para R$ 420,00, além da necessidade de indicação da Diretoria atual e uma série de documentos exigidos para provar a idoneidade.

Lembrei-me dos meus tempos de árbitro de futebol: tanto CBF quanto FPF exigiam “nada consta civil e criminal”, SPC e Serasa, além de outras provas de honestidade para estar no quadro de árbitros.

O meu amigo Zé Boca de Bagre, que não tem papas na língua, não se conformava e dizia à época: “Como pode o Marco Polo Del Nero, com FIFAGate nas costas, proibido de entrar nos EUA, exigir honestidade de alguém? É a banana comendo o macaco!”.

Eu concordo com todas as exigências de idoneidade. Há de se mostrar lisura em todos os lugares, e ressalto: do patrão ao subordinado, do presidente ao sócio-comum, todos deveriam ter essa comprovação.

Aliás, por pura curiosidade: para assumir cargos de direção em qualquer atividade esportiva, exige-se tudo isso hoje?

Ser honesto não deve ser vantagem, mas obrigação.

– Coisas que não devemos ter arrependimento:

Se agirmos corretamente, há coisas pelas quais não devemos nos preocupar. Das questões motivacionais às sociais, em 4 ítens:

(Abaixo, na figura):

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– Paquetá e Luiz Henrique:

Vale a pena entender o caso: Paquetá jogou a carreira fora… e provavelmente se verá Luiz Henrique enrolado também.

Na manchete:

– O desnecessário comentário de Abel Ferreira.

Abel Ferreira, de novo, foi mal educado com os jornalistas em coletiva e respingou até em Klopp.

Questionado se estava com as “baterias recarregadas e com fome de títulos”, o técnico parece ter se ofendido com a natural pergunta e respondeu:

“Ninguém vai dizer como a gente tem que fazer [para seguir vencendo]. Nunca menti que sou um treinador de projeto. Hoje teve um senhor chamado Klopp, que ganhou menos títulos em oito anos do que eu. Então não fala de fome de títulos aqui. Ele teve 8 anos no Liverpool e teve menos títulos em quatro ou cinco anos de nós. Eu sou de projeto, não vai alterar (…) Estou aqui porque quero ganhar e quero vencer. O Palmeiras para mim é o melhor clube de longe, porque me dá reconhecimento, paga todo mundo em dia, me dá chance de títulos”.

Klopp ganhou com o Liverpool Mundial de Clubes, UEFA Champions League e Premiere League.
Abel ganhou torneios como Libertadores, Brasileirão e Regional.

Ambos treinadores têm ótimos elencos e recebiam / recebem excelentes salários. Mas os adversários que enfrentam, o nível técnico de disputa e a importância das competições que ganharam, não tem o mesmo peso, certo?

Lembrando: em casa, o Palmeiras perdeu do Novorizontino e empatou com o Red Bull Bragantino. Não precisa respingar sua insatisfação citando Klopp, caro Abel.