– A habilidade é importante. Mas…

A habilidade, a competência e o talento são importantes. Mas… sem virtudes cidadãs, nada adianta.

Que tal refletir nessa mensagem, abaixo? Veja só:

– FIFA proíbe casas de apostas em publicidade para a arbitragem e no seu entorno.

A Circular 1938 da FIFA, divulgada em 01/08/2025, determinou a proibição de empresas de apostas esportivas em realizar publicidade com árbitros e VAR, buscando aumentar a credibilidade no esporte.

Muitos países (especialmente a Inglaterra) discutem a possibilidade de banir publicidade de bettings em camisas de clubes de futebol. Será que isso se concretizará?

O documento (na íntegra) pode ser acessado em: https://inside.fifa.com/official-documents

Abaixo, os pontos destacados, traduzidos:

“Durante as partidas organizadas sob a jurisdição de uma associação-membro, a publicidade de patrocinadores pode ser autorizada para as camisas usadas pelos árbitros. Toda publicidade de produtos relacionados ao tabaco, bebidas alcoólicas, narcóticos (ex: maconha) ou estabelecimentos de jogos de azar (cassinos ou casas de apostas) é estritamente proibida. Quaisquer slogans de natureza política, racista ou religiosa também são proibidos

Durante as partidas que utilizam o VAR, a publicidade também é permitida dentro da sala de operação de vídeo (VOR) e no suporte do monitor na área de revisão do árbitro (RRA). Isso deve seguir os requisitos listados no parágrafo 1.

Tais medidas ajudam a proteger não apenas os árbitros, mas também a credibilidade e a integridade do nosso jogo.

Em caso de dúvidas em relação ao exposto acima, não hesite em contatar Jan Kleiner, Diretor de Regulamentação do Futebol, através do e-mail regulatory@fifa.org, ou Patrick Graf, Chefe de Administração de Arbitragem, através do e-mail Patrick.Graf@fifa.org.”

IN ENGLISH –

FIFA Circular 1938, released on 08/01/2025, has determined the prohibition of sports betting companies from advertising with referees and the VAR, in an effort to increase credibility in the sport.

Many countries (especially England) are discussing the possibility of banning betting advertising on football club shirts. Will this become a reality?

The full document is on the FIFA official documents page, at: https://inside.fifa.com/official-documents

Below are the translated highlights:

“During matches organised under the jurisdiction of a member association, sponsor advertising may be authorised for the shirts worn by match officials. All advertising for tobacco-related products, alcoholic beverages, narcotics (e.g., marijuana) or gambling establishments (casinos or betting companies) is strictly prohibited. Any slogans of a political, racist or religious nature are also forbidden.

During matches utilising VAR, advertising is also permitted inside the video operations room (VOR) and on the monitor stand in the referee review area (RRA). This must follow the requirements listed in paragraph 1.

Such measures help to protect not only match officials, but also the credibility and integrity of our game.

If you have any questions in relation to the above, please do not hesitate to contact Jan Kleiner, Director of Football Regulatory, at regulatory@fifa.org, or Patrick Graf, Head of Refereeing Administration, at Patrick.Graf@fifa.org.”

 

– FIFA proíbe casas de apostas em publicidade para a arbitragem e no seu entorno.

A Circular 1938 da FIFA, divulgada em 01/08/2025, determinou a proibição de empresas de apostas esportivas em realizar publicidade com árbitros e VAR, buscando aumentar a credibilidade no esporte.

Muitos países (especialmente a Inglaterra) discutem a possibilidade de banir publicidade de bettings em camisas de clubes de futebol. Será que isso se concretizará?

O documento (na íntegra) pode ser acessado em: https://inside.fifa.com/official-documents

Abaixo, os pontos destacados, traduzidos:

“Durante as partidas organizadas sob a jurisdição de uma associação-membro, a publicidade de patrocinadores pode ser autorizada para as camisas usadas pelos árbitros. Toda publicidade de produtos relacionados ao tabaco, bebidas alcoólicas, narcóticos (ex: maconha) ou estabelecimentos de jogos de azar (cassinos ou casas de apostas) é estritamente proibida. Quaisquer slogans de natureza política, racista ou religiosa também são proibidos

Durante as partidas que utilizam o VAR, a publicidade também é permitida dentro da sala de operação de vídeo (VOR) e no suporte do monitor na área de revisão do árbitro (RRA). Isso deve seguir os requisitos listados no parágrafo 1.

Tais medidas ajudam a proteger não apenas os árbitros, mas também a credibilidade e a integridade do nosso jogo.

Em caso de dúvidas em relação ao exposto acima, não hesite em contatar Jan Kleiner, Diretor de Regulamentação do Futebol, através do e-mail regulatory@fifa.org, ou Patrick Graf, Chefe de Administração de Arbitragem, através do e-mail Patrick.Graf@fifa.org.”

IN ENGLISH –

FIFA Circular 1938, released on 08/01/2025, has determined the prohibition of sports betting companies from advertising with referees and the VAR, in an effort to increase credibility in the sport.

Many countries (especially England) are discussing the possibility of banning betting advertising on football club shirts. Will this become a reality?

The full document is on the FIFA official documents page, at: https://inside.fifa.com/official-documents

Below are the translated highlights:

“During matches organised under the jurisdiction of a member association, sponsor advertising may be authorised for the shirts worn by match officials. All advertising for tobacco-related products, alcoholic beverages, narcotics (e.g., marijuana) or gambling establishments (casinos or betting companies) is strictly prohibited. Any slogans of a political, racist or religious nature are also forbidden.

During matches utilising VAR, advertising is also permitted inside the video operations room (VOR) and on the monitor stand in the referee review area (RRA). This must follow the requirements listed in paragraph 1.

Such measures help to protect not only match officials, but also the credibility and integrity of our game.

If you have any questions in relation to the above, please do not hesitate to contact Jan Kleiner, Director of Football Regulatory, at regulatory@fifa.org, or Patrick Graf, Head of Refereeing Administration, at Patrick.Graf@fifa.org.”

 

– O que você valoriza nas empresas quando procura emprego?

Uma pesquisa a respeito de PERCEPÇÃO DE VALORES PRATICADOS PELAS EMPRESAS mostrou resultados interessantíssimos: segundo levantamento da consultoria Vagas.com os profissionais evitam empresas corruptas. (extraído de: Jornal de Jundiaí, caderno Modulinho Empregos).

A pergunta foi: QUAIS VALORES VOCÊ JULGA IMPORTANTE QUE UMA EMPRESA TENHA PARA QUE VOCÊ SE CANDIDATE À UMA VAGA DE EMPREGO?

Respostas:

  1. Valorização humana: 79%
  2. Respeito: 78%
  3. Ética: 78%
  4. Comprometimento: 71%
  5. Transparência: 68%
  6. Qualidade: 68%
  7. Confiança: 66%
  8. Trabalho em equipe: 66%
  9. Integridade: 55%
  10. Responsabilidade: 53%
  11. Inovação: 50%
  12. Sustentabilidade: 48%
  13. Outros: 4%

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– O Etarismo na Educação e nas Corporações.

Uma das formas atuais de discriminação é o Etarismo. No mundo corporativo (e até no educacional), isso precisa ser debatido.

Um texto muito bom sobre o assunto, abaixo:

(Extraído de: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

ROMPER O ETARISMO PASSA POR OCUPAR ESPAÇO COM A EDUCAÇÃO

66% dos profissionais nascidos entre 1960 até 1979 sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. Mas os 60+ estão cada vez mais produtivos

Por Maria Filomena Brandão

O termo etarismo nunca esteve sendo tão em pauta. Episódios mais recentes vão desde momentos de glória, quando vibramos com a sexagenária Michelle Yeoh ganhadora do Oscar, ao fazer um discurso inspirador antietarista, até momentos de indignação com o preconceito contra uma estudante de 45 anos. E que bom.

Como pedagoga e psicanalista, com profundo respeito pelos meus 62 anos, me esperanço ao ver um tema como esse sendo varrido para fora do tapete. Acredito que tudo que levanta debate gera crescimento, novas oportunidades e leituras para a nossa visão de mundo. Finalmente estamos popularizando um termo que, segundo a Academia Brasileira de Letras, trata da ‘discriminação e preconceito baseados na idade, geralmente das gerações mais novas em relação às mais velhas’.

É claro o etarismo permeia a nossa cultura faz muito tempo. No mercado de trabalho ele aparece com certa frequência. A última versão da Global Learner Survey, pesquisa realizada pela Pearson com a Morning Consult em 2022, mostrou ao ouvir 6 mil mulheres em diferentes países, Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, México e índia. Nela, 74% das mulheres afirmaram que a discriminação ainda é um ponto forte na hora de participar de processos seletivos. Já 65% acreditam que o preconceito em relação a idade deve ser combatido.

A pesquisa do site de empregos Infojobs vai ao encontro dessa estatística ao mostrar que 66% dos profissionais da geração X (nascidos entre meados da década de 1960 até 1979) sentem que os mais novos duvidam de seu profissionalismo. O preconceito baseado na idade está inserido no discurso da maioria dos empregadores, acionando os mais variados tipos de opressão, desrespeito e desvalorização das soft e hard skills do idoso. Acontece em qualquer segmento, biografia e currículo das vítimas. A popstar Madonna acaba de ser vítima do etarismo no Grammy por sua aparência. A influenciadora Sandy já se disse ‘velha pra ser jovem’. E ela só tem 40 anos.

De acordo com o último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2050 o número de pessoas com mais de 60 anos irá duplicar no mundo e triplicar no Brasil. Mas o que, para muitos, pode ser um momento de decadência, eu costumo enxergar como vida, tempo de criar e, mais do que nunca, de aprender! Os 60 estão cada vez mais produtivos e ávidos por conhecimento. E em um mundo em constante transformação, aprender é ao longo de toda a vida mesmo. As possibilidades são infinitas – inclusive de estudar um novo idioma, seja para viajar a passeio, realizar um intercâmbio ou aprender a tão sonhada cultura que ainda não teve chance.

Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), os viajantes com mais de 65 anos representam cerca de 15% das vendas dos pacotes turísticos vendidos no Brasil para destinos nacionais e internacionais. O aumento da expectativa de vida e a estabilidade financeira tardia podem estar entre as razões pelas quais muitos deixem para realizar seus sonhos mais tarde. Estudar outra língua é uma delas.

Acompanho com entusiasmo os mais velhos retornando à sala de aula nas universidades, aos cursos técnicos, aos supletivos, cursos de inglês, sendo autodidatas e quebrando preconceitos. É importante não ter medo de experimentar, de mexer no desconhecido e encarar o novo com naturalidade. A geração 40 foi educada em um tempo em que errar era proibido, sendo que o processo de aprendizagem passa pela tentativa e erro.

Ocupar espaços da educação por alunos da terceira idade é fundamental para combater o etarismo e construir uma sociedade mais justa. Espero, sinceramente, não precisar afirmar o óbvio: que somos plenamente capazes de nos desenvolver em qualquer etapa da vida. O etarismo precisa sim ser discutido e que nossas respostas tragam novas oportunidades para quem se sentia abandonado pela vitalidade e colágeno de outrora. Podemos tudo e queremos mais. Why not?

*É pedagoga, psicanalista, psicóloga e Bacharel em Direito, Mestre em Educação e doutora em Psicologia. Já atuou no Ensino Básico e em universidades e atualmente é Gerente Pedagógica na área de Governo da Pearson.

. - (crédito: Caio Gomez)

Crédito da Arte: Caio Gomez.

IN ENGLISH – One of the current forms of discrimination is ageism. In the corporate world (and even in education), this needs to be discussed.

A very good text on the subject, below:

(Extracted from: https://www.correiobraziliense.com.br/euestudante/trabalho-e-formacao/2023/07/5108285-romper-o-etarismo-passa-por-ocupar-espaco-na-educacao.html)

BREAKING AGEISM MEANS BY OCCUPYING SPACE WITH EDUCATION

66% of professionals born between 1960 and 1979 feel that younger people doubt their professionalism. But those over 60 are increasingly productive

By Maria Filomena Brandão

The term ageism has never been so much on the agenda. Recent episodes range from moments of glory, when we celebrated the Oscar-winning Michelle Yeoh in her sixties, giving an inspiring anti-ageist speech, to moments of indignation at the prejudice against a 45-year-old student. And that’s a good thing.

As a pedagogue and psychoanalyst, with deep respect for my 62 years, I am hopeful to see a topic like this being swept under the rug. I believe that everything that sparks debate generates growth, new opportunities and readings for our worldview. We are finally popularizing a term that, according to the Brazilian Academy of Letters, refers to ‘discrimination and prejudice based on age, generally of younger generations in relation to older ones’.

Of course, ageism has permeated our culture for a long time. In the job market, it appears quite frequently. The latest version of the Global Learner Survey, a survey conducted by Pearson with Morning Consult in 2022, showed that when interviewed by 6,000 women in different countries, the United States, the United Kingdom, Brazil, Mexico and India. In the survey, 74% of women stated that discrimination is still a strong point when it comes to participating in selection processes. 65% believe that ageism should be combated.

A survey by the employment website Infojobs corroborates this statistic by showing that 66% of Generation X professionals (born between the mid-1960s and 1979) feel that younger people doubt their professionalism. Ageism is part of the discourse of most employers, triggering the most varied types of oppression, disrespect and devaluation of the soft and hard skills of older people. It happens in any segment, biography and resume of the victims. Pop star Madonna has just been a victim of ageism at the Grammys because of her appearance. Influencer Sandy has already said she is ‘too old to be young’. And she is only 40 years old.

According to the latest report released by the World Health Organization (WHO), by 2050 the number of people over 60 will double worldwide and triple in Brazil. But what for many may be a time of decline, I tend to see as life, a time to create and, more than ever, to learn! People in their 60s are increasingly productive and eager for knowledge. And in a world that is constantly changing, learning is a lifelong pursuit. The possibilities are endless – including studying a new language, whether for leisure travel, an exchange program or learning the culture you’ve always dreamed of but haven’t had the chance to.

According to the Brazilian Association of Travel Agencies (Abav), travelers over 65 represent around 15% of sales of tourist packages sold in Brazil for national and international destinations. Increased life expectancy and late financial stability may be among the reasons why many people put off realizing their dreams until later. Studying another language is one of them.

I enthusiastically follow the older generation returning to the classroom at universities, to technical courses, to supplementary courses, to English courses, to be self-taught and to break down prejudices. It is important not to be afraid to experiment, to explore the unknown and to face the new with ease. The 40 generation was educated in a time when mistakes were forbidden, and the learning process involves trial and error.

Occupying educational spaces with senior students is essential to combat ageism and build a fairer society. I sincerely hope that I do not need to state the obvious: that we are fully capable of developing ourselves at any stage of life. Ageism does need to be discussed and that our responses bring new opportunities to those who felt abandoned by the vitality and collagen of the past. We can do anything and we want more. Why not?

*She is a pedagogue, psychoanalyst, psychologist and has a Bachelor’s degree in Law, a Master’s degree in Education and a PhD in Psychology. She has worked in Basic Education and in universities and is currently the Pedagogical Manager in the Government area at Pearson.

– O seu Curriculum Vitæ é verdadeiro?

Vejam só: a Revista Exame trouxe uma matéria bacana sobre bobagens colocadas nos currucula vitae em busca de emprego. São exemplos a se evitar e dicas para uma boa elaboração. Vale a pena dar uma olhada!

Extraído de: http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-curriculo/noticias/as-gafes-mais-absurdas-ja-cometidas-no-curriculo?page=1

AS GAFES MAIS COMETIDAS EM CURRICULUM

Estudante envia foto de Nicolas Cage em vez de currículo para recrutador e vira celebridade na web; veja outros vexames memoráveis no currículo, segundo o Career Builder

por Talita Abrantes

Lembra da Luiza que estava no Canadá? Pois exatamente no Canadá, uma estudante ganhou o status de celebridade instantânea das redes sociais – exatamente como a brasileira há alguns meses atrás. Mas por um motivo que faria qualquer um corar de vergonha em frente ao headhunter.

Em vez de encaminhar seu currículo por e-mail para o recrutador, Vanessa Hodja anexou uma foto (para lá de bizarra) do ator Nicholas Cage. O recrutador a avisou.

Ela publicou a seguinte mensagem (em letras maiúsculas e com um print do e-mail) em  seu perfil noTumblr: “Jesus Cristo, acidentalmente, eu enviei para meu potencial futuro chefe uma foto do Nic Cage…”.

Não deu outra. Em instantes, a imagem circulou pela internet e Vanessa virou exemplo para uma porção de candidatos desatentos nos Estados Unidos.

Mas ela não é a única. Pesquisa da Career Builder, divulgada hoje, mostra que Vanessa não está sozinha quando o assunto é “mico” na hora de enviar ou escrever um currículo.

O site americano especializado em carreira pediu que recrutadores americanos contassem quais foram os erros mais bizarros que já presenciaram quando o assunto é currículo.

AS MAIS MEMORÁVEIS

1 – O candidato chamou a si mesmo de gênio no currículo e convidou o recrutador para entrevistá-lo em seu próprio apartamento.

2 – Em um processo de seleção para um emprego na Antártida, um dos candidatos afirmou que era capaz de falar “antarticano”, fluentemente.

3 – Para deixar o currículo mais charmoso, um candidato não pestanejou em decorá-lo com uma série de pequenos coelhos cor de rosa.

4 – Um candidato afirmou que seu currículo foi criado para ser “cantado ao som de ‘The Brady Bunch’”, uma série musical exibida na televisão americana nas décadas de 60 e 70. No Brasil, o programa ficou conhecido como “A família Sol-Lá-Si-Dó”.

5 – Durante o processo de seleção para uma vaga de gestão, um dos candidatos listou “caçador de jacarés” como uma habilidade em seu currículo.

OS ERROS MAIS COMUNS

Você, provavelmente, sentiu muita vergonha alheia ao ler a lista das gafes mais memoráveis. Mas, acredite, mesmo com bom senso, muita gente pode perder a oportunidade de emprego por deslizes, aparentemente, inofensivos.

Para se ter uma ideia, de acordo com a pesquisa do Career Builder, 61% dos recrutadores afirmam que desclassificam um candidato que envia um currículo com erros gramaticais ou, pasmem, de digitação. Confira o ranking de erros que podem tirar você do processo seletivo:

1 – Erros gramaticais e de digitação 2 – Copiar frases prontas do anúncio de emprego 3 – Enviar o currículo com um e-mail inapropriado. (Exemplo: gatinha65@xxx.com) 4 – Não listar suas principais habilidades 5 – O currículo ter mais do que duas páginas 6 – Enviar um currículo impresso em um papel decorativo. 7 – Na hora de descrever sua experiência, focar mais nas tarefas do que nos resultados que entregou em cada função. 8 – Enviar uma foto junto com o currículo 9 – Ser prolixo e escrever grandes blocos de textos

Curriculum vitae (currículo): como fazer, estrutura - Brasil Escola

Imagem extraída de:  http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-curriculo/noticias/as-gafes-mais-absurdas-ja-cometidas-no-curriculo?page=1

– Ética, Moral, Razão e Fé: a combinação que fomenta a sociedade civilizada.

De 2017, mas extremamente atual tal importante tema… Abaixo:

Arnaldo Niskier, presidente do CIEE e membro da Academia Brasileira de Letras, escreveu um excepcional artigo sobre Ética, Moral, Razão e Fé. Nele, o autor fala sobre a importância da religião para preencher lacunas morais e conceitos éticos contraditórios.

Me chamou a atenção uma frase importante:

Não pode haver desarmonia [entre religião e ciência] se o Deus que infunde a fé é também quem dota o homem com a luz da razão”.

Impossível não recordar do Papa João Paulo II:

Fé e Razão são duas asas que nos elevam para o Céu.

Abaixo, extraído da Folha de São Paulo, ed 06/06/2016, pg 2, em “Opinião”.

A ÉTICA É NECESSÁRIA

Há um crescente número de especialistas, nos campos da psicologia, da biologia evolutiva, da teologia, da moral, que robustecem a consciência de uma ética global, mediante estudos, análises históricas, diagnósticos sociopolíticos. Responsáveis por todos os setores da sociedade estão preocupados com a sobrevivência da humanidade.

Fé e razão são conhecimentos distintos, explicáveis um pelo outro. E ainda que a fé seja colocada acima da razão, não pode haver desarmonia se o Deus que infunde os mistérios da fé é também quem dota o homem com a luz da razão.

Dados da organização Population Reference Bureau, especializada em estudos demográficos, estimam que 7,5 bilhões de pessoas habitam o planeta. Por sua vez, o número de religiosos chega a 6,8 bilhões, segundo pesquisas.

A diferença é explicada pela existência de grande número de ateus e agnósticos. É certo que, hoje, todas as religiões ocidentais se acham radicalmente confrontadas com o problema da secularização, por uma sociedade mundana, o que não implica ausência de uma nova espiritualidade.

Cada ato individual tem uma influência coletiva. O otimismo nunca é uma meta, e, sim, uma atitude em relação à vida. Somos exemplos uns para os outros e é preciso assumir essa responsabilidade.

Por isso, seja ao ler notícias no jornal ou ao vivenciar as chamadas microcorrupções do dia a dia, não podemos perder a capacidade de nos indignar, deixar que isso tudo passe como normal ou comum. Indignar-se não será possível, porém, se não abrirmos os olhos para identificar quais as questões éticas envolvidas em cada caso.

Sem dominá-las, continuaremos parados no mesmo lugar. O desconhecimento é parte da crise. Para o rabino Skorka, “a única defesa para que o povo não permita uma liderança nefasta é a educação.”

O papa Francisco chamou os judeus de “irmãos maiores na fé”, repetindo as palavras de João Paulo 2º. Condenou todas as formas de antissemitismo e recordou os 6 milhões de judeus mortos no Holocausto, citando nominalmente um sobrevivente de Auschwitz, quando visitou, há pouco, a Grande Sinagoga de Roma.

Francisco pronunciou em italiano a bênção sacerdotal: “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o Seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti e te dê paz”. Segundo a tradição judaica, um ato repetido três vezes se torna chazaká, um costume fixo.

Esse é o sinal de uma nova era, um evento que irradia para todo o mundo uma mensagem benéfica e se opõe à invasão e à prepotência da violência religiosa.

Foto: Pixabay

– E a deputada Érica Hilton com os maquiadores?

A “nova política” é igual à “velha”, infelizmente.

E a deputada Érica Hilton com os maquiadores e a operação do nariz?

Está dentro da lei, mas… é moral tal gasto com o dinheiro público?

Me lembrei do Pastor Marcos Feliciano e de Renan Calheiros!

Em: https://youtu.be/MPIGBBDTW5I?si=zwAK7jAAU37lurXQ

– O que fazer ou não no LinkedIn?

Muito bom: dicas para uma boa relação com a Rede Social LinkedIn!

Abaixo:

– E se o futebol tivesse mais ESG?

Cada vez mais as empresas se preocupam com práticas de sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa (O ESG, que significa, em ingês: Environmental, Social and Governance). A sociedade, a reboque, também.

No futebol, um universo dito muitas vezes “paralelo” à realidade do mundo, o ESG é esquecido. E se não fosse? Como alguns dirigentes de clubes brasileiros se comportariam?

Compartilho esse ótimo artigo, extraído de: https://istoedinheiro.com.br/e-se-o-futebol-tivesse-mais-esg/

E SE O FUTEBOL TIVESSE MAIS ESG?

Fim do recesso do Brasileirão 2024 por causa da tragédia climática no Rio Grande do Sul, tempo de boas e profundas reflexões sobre ESG.

Haveria algo em comum entre os episódios recorrentes de racismo nos jogos da Copa Libertadores de América, o descaso pelo fair play financeiro entre clubes brasileiros e as investigações de manipulação de resultados em todo o mundo?

Sim, há. Se tivessem ocorrido numa empresa com ESG, os três casos seriam tratados hoje como impactos sociais (S) e de governança (G.)Exigiriam atenção especial, planos de ação e investimentos para controlar potenciais riscos operacionais, financeiros e reputacionais.

Anima-me pensar nos benefícios de uma lógica ESG aplicada a segmentos como o futebol. Não tenho dúvidas de que faria a diferença para melhor. Cuidados socioambientais, ativismo de causas públicas e políticas de proteção da ética e da transparência costumam gerar valor para todas as partes interessadas de um negócio. Investidores de SAFs, patrocinadores de camisas e transmissões, reguladores, jogadores, torcedores, trabalhadores do setor e sociedade só teriam a ganhar com uma gestão mais responsável, compliance financeiro, redução de emissões de carbono, regras anticorrupção e respeito à diversidade.

O futebol seria melhor se os clubes fossem melhores “para” o mundo. E embora esta seja uma bandeira de valor claro no século 21, ela ainda contrasta com uma velha cultura regida pela máxima de ser “o melhor do mundo” e que aceita, em nome da glória das taças, a “ética do resultado a qualquer custo” – isso significa, na prática, triunfar até mesmo contra a justiça desportiva, beneficiando-se de circunstâncias que desvirtuam as normas do jogo, desequilibram a competição e prejudicam o adversário.

A noção implícita no “ganhar a qualquer custo” – contrária ao que propõe o ESG – explica a maioria dos desvios éticos no futebol. Em sua defesa, torcedores e dirigentes aceitam, sem crítica, o juiz que erra a favor do seu clube ou ocraque que burla a regra e ainda ironiza o adversário. Normalizam atitudes que desabonam o fair play financeiro, algo que não fariam em suas próprias casas. E aceitam contratar jogadores caros, sem receitas previstas para o salário.

“Anima-me pensar nos benefícios de uma lógica ESG aplicada a segmentos como o futebol. Não tenho dúvidas que faria a diferença para melhor”

Sob a justificativa complacente de que a “cultura do futebol” tem uma moral própria, divertem-se com os refrões homofóbicos de torcidas e engrossam as vistas aos gritos racistas, mesmo sabendo que eles ferem leis e regulamentos. Passam pano para o estupro praticado por ex-craques perversos. Naturalizam a corrupção das empresas de apostas e o ato criminoso de jogadores venais que manipulam resultados de jogos –neste momento, o meia Lucas Paquetá, do West Ham, está sob investigação da Premier League inglesa por “forçar” cartões amarelos.

A bola que entra no gol não pode tudo, ensina o ESG. Existe um contexto de responsabilidades que não está separado do que acontece antes, durante e depois do jogo.

Para quem quer melhorar a gestão do futebol, recomendo começar com quatro medidas básicas de ESG.

(1) Compense o carbono emitido em jogos e treinamentos, recicle resíduos nos estádios, utilize energia renovável, implante um sistema de reuso de água;
(2) Estabeleça um programa de compliance, com auditoria, canal de denúncias e códigos de conduta para evitar desde os assédios aos deslizes financeiros;
(3) Apoie com ações socioeducacionais a base de formação dos profissionais, o elo mais frágil de sua cadeia de valor; e
(4) Utilize o vínculo com torcedores e a exposição na mídia para “educar” stakeholders para causas como a solidariedade, diversidade, economia circular e mudanças climáticas.

Ricardo Voltolini é CEO da Ideia Sustentável, fundador da Plataforma Liderança com Valores, mentor e conselheiro de sustentabilidade

Ricardo Voltolini: “A bola que entra no gol não pode tudo, ensina o ESG” (Crédito:Divulgação)

– O que é Stalking e o que fazer se alguém te seguir?

Serviço de utilidade pública: o que é stalking?

Extraído de: https://canaltech.com.br/amp/seguranca/o-que-e-stalking-como-se-proteger-205060/

O QUE É STALKING E COMO SE PROTEGER?

Com o acesso cada vez mais fácil à internet, manter a privacidade e a segurança tem sido difícil. Nesse cenário, o stalking está cada vez mais presente. Esse ato de perseguir alguém, de forma persistente e incessante, ocorre geralmente quando um indivíduo cria uma obsessão por outro e passa a persegui-lo virtual ou presencialmente.

Quando isso acontece, o perseguidor (chamado de stalker) passa a monitorar constantemente o perseguido, coleta informações sobre ele e o cerca em vários espaços. “Se a vítima publica uma foto na internet e marca onde e com quem está, informa quem está aguardando essas informações”, aponta Afonso Morais, advogado especializado em cobrança e direito do consumidor.

O ato pode parecer simples, mas fornece dados sobre horários, amigos, familiares, preferências e assim por diante. Por isso, todo o cuidado é pouco quando se trata de golpes, fraudes e outros crimes: eles podem começar nas redes sociais e se tornarem reais e perigosos.

Stalking é crime

Morais destaca que, desde 31 de março de 2021, está em vigor a Lei nº 14.132/21. Com ela, a perseguição se tornou crime, incluído no artigo 147-A do Código Penal, punível com reclusão de 6 meses a 2 anos mais multa a ser fixada pelo juiz. E se o delito for cometido contra criança, adolescente, idoso, mulheres ou executado por duas ou mais pessoas, a pena pode aumentar.

É comum, ainda, que o autor da perseguição seja conhecido da vítima: um parceiro, um ex-companheiro, um colega de trabalho, um vizinho ou similar. O autor pode também ser um desconhecido que desenvolveu um amor platônico pela vítima. “Foi o caso da atriz Anna Hickmann, que teve repercussão nacional”, lembra Morais.

Algumas ações podem ser consideradas stalking. Veja quais são elas:

telefonemas, envio de mensagens e e-mails, tentativas de invasão de contas virtuais, reclamações em condomínios e afins;
em geral, o stalker se esconde em perfis falsos para perseguir a vítima. Em condomínios, ocorre com moradores, colaboradores e o próprio síndico. A perseguição ocorre das mais variadas formas e em, alguns casos, traz transtornos psicológicos para a vítima;
perseguição presencial: rondar a residência e o local de trabalho da vítima, bem como frequentar os mesmos lugares.

Algumas ações podem ser consideradas stalking. Veja quais são elas:

  • telefonemas, envio de mensagens e e-mails, tentativas de invasão de contas virtuais, reclamações em condomínios e afins;
  • em geral, o stalker se esconde em perfis falsos para perseguir a vítima. Em condomínios, ocorre com moradores, colaboradores e o próprio síndico. A perseguição ocorre das mais variadas formas e em, alguns casos, traz transtornos psicológicos para a vítima;
  • perseguição presencial: rondar a residência e o local de trabalho da vítima, bem como frequentar os mesmos lugares.

O que fazer se for vítima

  1. Colete todas as provas. “Guarde prints de mensagens, e-mails, grave ligações e guarde objetos que receber. Depois, apresente à polícia”, ensina Morais.
  2. Avise conhecidos: é importante não se sentir sozinho nessa situação.
  3. Se notar que o agressor o está seguindo, tente fotografá-lo, filmá-lo ou conseguir testemunhas para atestar a situação e chame por ajuda.
  4. Denuncie. “Dirija-se a uma delegacia de polícia munido das provas e registre um boletim de ocorrência.”
  5. Procure orientação jurídica. “Um advogado pode auxiliar com um pedido de medidas protetivas de urgência.”
  6. Bloqueie o contato do stalker nas redes sociais e o denuncie nas plataformas.

Perseguidor Stalker

Stalker, em geral, é um conhecido (Imagem: Reprodução/Envato/stevanovicigor)

– Ética, objetivamente.

Tão simples… que tal praticarmos?

Veja:

– A Encruzilhada do Futebol Brasileiro.

O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.

Vale a leitura!

Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):

https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/juca-kfouri/2025/05/14/a-encruzilhada-do-futebol-brasileiro.htm

A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO

Por Savério Orlandi

Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.

O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.

Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.

Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.

E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.

Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.

A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.

Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).

O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).

Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.

E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).

Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.

Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.

É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).

A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.

*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.

**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

– A influenciadora Virgínia, a Sabatina de Soraia e a CPI das Apostas Esportivas: o detalhe do momento demagogo.

Um momento vergonhoso: em Brasília, a influenciadora Virgínia era sabatinada pela senadora Soraia, e falou-se sobre CBF, dinheiro das Casas de Apostas no futebol e recursos públicos para os clubes.

Só eu que não achei normal o que pensam essas pessoas? Viram os “conceitos” dessa gente?

Confesso: revoltante! Confira se não é lamentável se prover nossos valores pagos em impostos para entidades privadas esportivas, em: https://youtu.be/bUK6Gr8BgH8?si=f0VZ-jnOUlqhDrgJ

– A Encruzilhada do Futebol Brasileiro.

O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.

Vale a leitura!

Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):

https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/juca-kfouri/2025/05/14/a-encruzilhada-do-futebol-brasileiro.htm

A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO

Por Savério Orlandi

Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.

O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.

Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.

Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.

E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.

Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.

A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.

Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).

O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).

Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.

E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).

Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.

Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.

É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).

A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.

*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.

**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

– Pode-se mentir para bons negócios?

Dias atrás, ouvi em uma rádio que não me recordo (talvez a CBN) uma entrevista onde um negociador se gabava do “poder de persuasão”. Na ocasião, ele havia dito como através da estratégia de publicidade e marketing conseguia bons negócios fechados, além da utilização de benefícios conquistados para sua empresa. Em determinado momento, ele falou sobre a supervalorização que deu do seu produto (como se isso fosse bom, caso fosse verdade – e confesso estranhar tal franqueza).

Onde quero chegar?

Numa simples questão comportamental: a mentira.

Eu não gosto de mentira, e isso serve para o campo profissional e pessoal. Qualquer atividade que seja, a transparência deve prevalecer, pois isso mostra ética / honestidade. Sempre brinco (em tom de verdade) que uma mentirinha e uma mentirona são iguais” (não deixam de ser mentira).

Assim, fica uma brevíssima reflexão: vale mentir no mundo dos negócios, na administração de empresas ou nas relações sociais (independente se alguém se beneficiará ou será poupado por algo que possa lhe machucar)?

Eu prefiro, em qualquer situação, A VERDADE.

----

Imagem extraída de: https://vocesa.abril.com.br/carreira/mentiu-para-o-seu-chefe-e-ele-descobriu-veja-como-sair-dessa/ (Homem com nariz de pinóquio, mentiroso, mentira, mentir SIphotography/Thinkstock)

– Por que o novo Papa se chama Leão XIV?

Finalmente, sabemos por que o Cardeal Robert Prevost escolheu o nome de Papa Leão 14 para seu Pontificado.

Abaixo, extraído de ACI Digital, via twitter.

POR QUE LEÃO XIV?

A escolha do nome Leão XIV pelo novo sucessor de Pedro foi explicada por Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, como um gesto simbólico que liga o novo papa a Leão XIII, autor da encíclica Rerum novarum, publicada em 1891, que deu início à doutrina social da Igreja.

“Claramente, a escolha do nome Leão XIV é uma clara referência à moderna doutrina social da Igreja, começando com a Rerum novarum. A encíclica de Leão XIII que o papa fez naquela época”, disse Bruni aos jornalistas credenciados junto à Santa Sé, enfatizando que a escolha do nome não é uma mera coincidência ou uma escolha neutra, mas uma evocação direta do compromisso social da Igreja.

“E refere-se claramente a mulheres, homens, seu trabalho e trabalhadores em tempos de inteligência artificial”, disse o porta-voz da Santa Sé, destacando a conexão com os desafios contemporâneos, especialmente em relação ao mundo do trabalho no contexto das novas tecnologias.

Isso também conecta Leão XIV diretamente ao seu antecessor, o papa Francisco, que defendeu em cúpula do G7 na Itália, em junho do ano passado, o uso de modalidades eticamente corretas para o desenvolvimento, uso e gestão da inteligência artificial.

📌 Leia a matéria completa: bit.ly/3GPWPZV

#papaLeaoXIV #papa #historiadaIgreja #igrejacatolica #catolicismo #acidigital

– Seleção vai na contramão do mundo… amistoso contra a Rússia?

Galvão Bueno revelou em seu programa na TV Bandeirantes que a Seleção Brasileira acordou um amistoso contra a Seleção Russa, banida da FIFA e da UEFA desde 26 de fevereiro de 2022, pela invasão ao território ucraniano, gerando a guerra entre os dois países.

Clubes e Seleção da Federação Russa não podem disputar torneios oficias, pois o termo classificado pela FIFA foi de “banimento”. Em tese, o futebol da Rússia é independente da FIFA e das Regras do Futebol também.

Talvez, jogadores suspeitos de apostas ilegais encontrem ali um refúgio para seguirem suas carreiras. Luiz Henrique, do Botafogo, acusado juntamente com Paquetá de manipulação de resultados, foi jogar no Zenit. Se considerado culpado, não cumprirá as sanções por lá. O próprio Lucas Paquetá, se punido, poderia continuar sua carreira em algum time russo.

Não vivemos um mundo à parte do futebol? Sem histórico relevante de serviços prestados, por jogadas políticas tivemos Cel Nunes, Caboclo e tantos outros no comando da CBF. E somente isso explica o fato de termos Ednaldo Rodrigues à frente da entidade.

O que a FIFA dirá, caso se confirme o amistoso? 

Sugestão: em Moscou, será um excelente local para a pseudo-camisa vermelha da Seleção Brasileira estrear(contém ironia).

Acréscimo: ao assistir o trecho do Programa Galvão e Amigos, o apresentador leu um trecho da carta de aceite do jogo, enviada pela CBF:

“Acreditamos que a colaboração entre a Confederação Brasileira de Futebol e a União Russa de Futebol será fundamental para estreitar laços e engrandecer ainda mais o ecossistema do futebol mundial”.

Barbaridade… dispensa comentários.

Ops: sobre a camisa vermelha da Seleção, citada acima, já falamos em outra oportunidade: seria uma fake news, ou um teste de mercado do patrocinador: https://professorrafaelporcari.com/2025/04/27/e-a-camisa-vermelha-da-selecao-brasileira-2/ 

 

– Primeiro turno de trabalho.

Estive hoje trabalhando o tema “Ética e Empreendedorismo” com os reeducandos do CR de Bragança Paulista, em nome do Sebrae.

Com esforço e trabalho, faremos uma sociedade melhor.

✏️ #cidadania

– Poxa, Bruno Henrique.

Sempre tive Bruno Henrique como um bom jogador, profissional correto e pessoa de boa índole. Mas a história do cartão forçado…

Agora, conforme notícia abaixo, ele foi indiciado. E, com pesar, ao rever o lance, duas observações:

1 – Ele teve um comportamento diferente do habitual. Não reclama, não é indisciplinado e não “peita juiz”. Dessa vez fez isso.

2 – No finalzinho do jogo, desnecessariamente, um atleta experiente como ele “ter piti”, é bem estranho. 

Aguardemos!

– Nunca deixemos coisas erradas para trás.

Por onde andarmos, tenhamos a convicção de não deixarmos nada de errado.

Um diálogo para praticarmos

– O caso dos jornalistas da ESPN (semana passada) e um testemunho.

Sobre o lamentável episódio do afastamento dos jornalistas da ESPN, de dias atrás, uma situação local que relato (com desfecho melhor).

Em: https://youtu.be/PfuubgBNlO8?si=ZZMVNqQ-knquPeW2

– Clareza e Verdade nas Empresas.

Veja a ilustração abaixo: “o poder maligno do boato” não é devastador?

E isso acontece bastante

– Educação e Ética. Pensando nas PESSOAS e em suas ATITUDES.

Sobre Educação e Ética…

Continua em: Educação e Ética. Pensando nas PESSOAS e em suas ATITUDES.

– O Evra tem razão?

Eu tenderia a dizer que, ao ouvir Patrice Evra choramingar a derrota da Copa de 2022 para a Argentina em pleno 2026, pensava ser “mau perdedor”.

A Argentina tinha (e ainda tem) Messi, um bom time e garra. Mas… ele cita a FIFA!

Aí, nada duvidarei.

Abaixo:

– Ser honesto é o mínimo que se deve exigir dos sócios (e de todos) para estar no Paulista FC.

Hoje é dia de jogo do Paulista! O Galo pega o VOCEM no Tonicão, em Assis. Falamos da arbitragem desse jogo em: https://wp.me/p4RTuC-15Fk.

Nessa semana, houve a tentativa de Torcedores se associar ao clube. Ótima e democrática iniciativa! Falamos também aqui: https://wp.me/p4RTuC-15Ez.

Porém, quando chegaram ao Estádio Jayme Cintra, se surpreenderam com uma recente mudança do programa de sócio-contribuinte: subiu de R$ 120,00 para R$ 420,00, além da necessidade de indicação da Diretoria atual e uma série de documentos exigidos para provar a idoneidade.

Lembrei-me dos meus tempos de árbitro de futebol: tanto CBF quanto FPF exigiam “nada consta civil e criminal”, SPC e Serasa, além de outras provas de honestidade para estar no quadro de árbitros.

O meu amigo Zé Boca de Bagre, que não tem papas na língua, não se conformava e dizia à época: “Como pode o Marco Polo Del Nero, com FIFAGate nas costas, proibido de entrar nos EUA, exigir honestidade de alguém? É a banana comendo o macaco!”.

Eu concordo com todas as exigências de idoneidade. Há de se mostrar lisura em todos os lugares, e ressalto: do patrão ao subordinado, do presidente ao sócio-comum, todos deveriam ter essa comprovação.

Aliás, por pura curiosidade: para assumir cargos de direção em qualquer atividade esportiva, exige-se tudo isso hoje?

Ser honesto não deve ser vantagem, mas obrigação.

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado.

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito na postagem.

– Coisas que não devemos ter arrependimento:

Se agirmos corretamente, há coisas pelas quais não devemos nos preocupar. Das questões motivacionais às sociais, em 4 ítens:

(Abaixo, na figura):

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– E o abraço de Memphis na Edina?

Me faltou tempo para discutir: e a relação embaraçosa ocorrida em Corinthians x Santos?

Edina, repare nesse link curto, dá uma “abraçada” no Memphis na cintura. Ele se aproveita e devolve abraçando-a pelo pescoço.  A árbitra reage e tira seu braço.

Todos erraram: Edina não tem que abraçar. Memphis abusou da intimidade. Cada um em seu lugar e que sirva de exemplo o constrangimento.

Depois, ele brincou com a situação em seu Instagram, fazendo alusão à situação ao Valentine’s Day… inapropriado.

A pergunta é: ele faria o mesmo com Daronco?

Veja:

https://esportes.r7.com/futebol/campeonato-paulista/video/memphis-abraca-edina-e-irrita-a-arbitra-de-corinthians-x-santos-13022025/

– Paquetá e Luiz Henrique:

Vale a pena entender o caso: Paquetá jogou a carreira fora… e provavelmente se verá Luiz Henrique enrolado também.

Na manchete:

– O desnecessário comentário de Abel Ferreira.

Abel Ferreira, de novo, foi mal educado com os jornalistas em coletiva e respingou até em Klopp.

Questionado se estava com as “baterias recarregadas e com fome de títulos”, o técnico parece ter se ofendido com a natural pergunta e respondeu:

“Ninguém vai dizer como a gente tem que fazer [para seguir vencendo]. Nunca menti que sou um treinador de projeto. Hoje teve um senhor chamado Klopp, que ganhou menos títulos em oito anos do que eu. Então não fala de fome de títulos aqui. Ele teve 8 anos no Liverpool e teve menos títulos em quatro ou cinco anos de nós. Eu sou de projeto, não vai alterar (…) Estou aqui porque quero ganhar e quero vencer. O Palmeiras para mim é o melhor clube de longe, porque me dá reconhecimento, paga todo mundo em dia, me dá chance de títulos”.

Klopp ganhou com o Liverpool Mundial de Clubes, UEFA Champions League e Premiere League.
Abel ganhou torneios como Libertadores, Brasileirão e Regional.

Ambos treinadores têm ótimos elencos e recebiam / recebem excelentes salários. Mas os adversários que enfrentam, o nível técnico de disputa e a importância das competições que ganharam, não tem o mesmo peso, certo?

Lembrando: em casa, o Palmeiras perdeu do Novorizontino e empatou com o Red Bull Bragantino. Não precisa respingar sua insatisfação citando Klopp, caro Abel.

– Dudu e Leila: pra quê?

Eu me assusto com situações tão “desequilibradas emocionalmente” como essa: Leila Pereira, presidente do Palmeiras, desabafando em entrevista sobre Dudu, criticando-o.

O atleta, chateado, fez uma postagem nas redes sociais como resposta, usando um deselegante acróstico que significa palavrão, dizendo que estava jogando no Cruzeiro.

Bomba hoje no X / Twitter outra publicação do atleta, alegando que a sua ex-chefe é mais falsa do que nota de 2.

São pessoas milionárias e ambas bem sucedidas em suas áreas profissionais. Se o desenlace da relação não foi ideal, paciência. Vida que segue para ambos. Mas ficarem com essa picuinha pela Internet, não é legal…

 

– A Manipulação de Resultados na Série D traz conhecidos como indiciados…

Lamento muito!

Meses atrás, escrevemos sobre a manipulação de resultados na série D, e uma das partidas monitoradas pela Polícia Federal era Internacional de Limeira x Patrocinense. O time visitante era acusado de “vender” o resultado para apostadores (levou 3×0 ainda no primeiro tempo).

Depois de muitas investigações, indiciou-se 6 pessoas, incluindo… Estevam Soares!

O experiente treinador sempre foi uma figura simpática e respeitosa. Nunca tive problemas quando apitei jogos dele, e torcerei para que seja um equívoco. E se não for, que a Justiça seja feita.

Que chaga é essa questão de manipulação, não?

Informações de GloboEsporte, em: https://ge.globo.com/google/amp/mg/triangulo-mineiro/futebol/noticia/2025/01/02/manipulacao-na-serie-d-relatorio-do-stjd-responsabiliza-ex-tecnico-do-palmeiras-e-mais-cinco-pessoas.ghtml

Aqui, insisto: já tivemos muitos jogadores, treinadores e cartolas envolvidos em situações como essas. Mas não apareceu um elo muito frágil até agora: os árbitros! Tenho medo disso…