– Os árbitros para a última rodada do Campeonato Paulista 2024.

Sobre a escalação dos árbitros, vide em texto aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/03/08/a-analise-pre-jogo-da-arbitragem-da-ultima-rodada-da-fase-de-grupos-do-paulistao-em-especial-guarani-x-red-bull-bragantino/

Ou em vídeo, aqui: https://youtu.be/iN-sexH4aRc?si=6WZb6tT3a1031pWl

– Você expulsaria Matheus Cunha? Sobre Palmeiras x Botafogo-RP.

Sobre a expulsão de Matheus Cunha em lance com Roni: eu não daria o Cartão Vermelho, mas o Cartão Amarelo.

Justificativa: não entendo ser a situação clara e manifesta de gol por existir outro defensor com chance de dar combate próximo a ele.

Claro, é um lance interpretativo, mas entendo que o Vermelho seria exagerado. Sendo João Vitor Gobi um árbitro jovem, em dúvida, se precipitou.

 

– Acompanhe conosco o jogo entre o Bugre e o Massa Bruta!

Hoje tem!

Acompanhe conosco o jogo entre Guarani x Red Bull Bragantino, pela Rádio Futebol Total, acessando:
🎥 YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
💻 Facebook: https://www.facebook.com/radiofuteboltotalbraganca, ou
🛜 Twitter: https://twitter.com/radiodaverdade,
ou ainda pelo 📻 site: http://radiofuteboltotal.com.

🎤 Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari.

Domingo, 10/03, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– E quem era o privilegiado?

Recebi essa foto (abaixo) numa matéria sobre o linguajar do futebol e o que seria bullying ou não entre os amigos. 

Abaixo, é lógico que não existe bullying, mas sim a imagem de dois grandes e espirituosos jogadores de todos os tempos, brincando sobre a cor e a deficiência um do outro.

Fico me perguntando: quem seria o repórter, ao fundo, tão privilegiado que estava ao lado dos monstruosos maiores atletas de futebol da nossa história?

Aliás, reparem em duas coisas: no tamanho do equipamento do jornalista e no fato de que não existia adereço, cabelo pintado, tatuagem ou qualquer vaidade entre os craques não-metrossexuais da época.

Outros tempos…

ATUALIZANDO: segundo o amigo Diogo Ferrreira, a profissional de imprensa do lado é a senhora Jandira Miranda Duarte (conhecida como Chains).

césar oliveira - foto abre 1

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Os árbitros para a última rodada do Campeonato Paulista 2024.

Sobre a escalação dos árbitros, vide em texto aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/03/08/a-analise-pre-jogo-da-arbitragem-da-ultima-rodada-da-fase-de-grupos-do-paulistao-em-especial-guarani-x-red-bull-bragantino/

Ou em vídeo, aqui: https://youtu.be/iN-sexH4aRc?si=6WZb6tT3a1031pWl

– A Análise Pré-Jogo da Arbitragem da última rodada da fase de grupos do Paulistão (em especial: Guarani x Red Bull Bragantino).

Lamentável a postura da FPF, em retardar ao máximo a divulgação da escala de árbitros para a última rodada. Tem sido uma praxe o limite de 48 horas regulamentado, mas dessa vez, nem isso foi cumprido. Será que Patrício Loustau, o chefe dos árbitros, crê que a divulgação “normal” vai levar o árbitro a ser mais pressionado? Se tiver medo de exposição, aí não serve para ser juiz de futebol… é muito melindre para pouca qualidade apresentada. Escala divulgada às 19h20 da sexta-feira.

Na 5ª à noite se divulgou o nome dos árbitros para os jogos do sábado: e os dois novatos que mais trabalharam (João Vitor Gobi e Matheus Delgado Candançan) estavam na escala.

Gobi é um árbitro jovem, promissor, e que pude (quando perguntado por gestões anteriores da FPF) recomendá-lo após vários jogos dele nas divisões inferiores, aos quais estive comentando. Já trabalhou inclusive na série A do Brasileirão, e estará em Palmeiras x Botafogo-RP. A ele, vale o lembrete: não subir no salto alto… pois potencial, ele tem.

Candançan trabalhou à exaustão nesse Paulistão. Deram jogos e mais jogos para ganhar experiência, mas estão gerindo mal a carreira dele, forçado-o em clássicos. Também tem potencial, mas a inexperiência o atrapalhou em São Paulo x Palmeiras. Aliás, na rodada anterior trabalhou em Corinthians x Ponte Preta e agora estará em Santos x Inter de Limeira (em 3 jogos seguidos, apitou os 4 grandes clubes de SP). Esteve na Copa do Brasil também dias atrás e apitará no meio de semana Maringá x Amazonas pela mesma competição. A propósito, que o São Paulo não se iluda em punições a ele (como se vê, não está punido), pois até o Curso de Jovens Árbitros da FIFA ele já fez, sinalizando que irá receber no futuro o escudo internacional.

Para os jogos de domingo, “escala de segurança”. Afinal, Loustau precisa se garantir.

Ituano x São Paulo – falávamos que o SPFC se queixou porque só novatos estavam em suas escalas, e por lógica, a FPF escalaria Claus. Não deu outra. Apertou, chame o Raphael Claus (que foi muito mal no São Paulo 3×0 Água Santa nesse ano).

Água Santa x CorinthiansLuiz Flávio de Oliveira, experientíssimo, apitará o Timão. Curiosamente, assim como o SPFC reclamou de Candançan e teve um veterano, aconteceu a mesma coisa com o Timão.

E para o confronto entre o Bugre vs o Massa Bruta, a Federação Paulista escalou a seguinte Equipe de Arbitragem:

Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Árbitro Assistente 1: Marcelo Carvalho Van Gassen
Árbitro Assistente 2: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa
Quarto Árbitro: Thiago Luís Scarascatti
VAR: Daiane Muniz dos Santos
AVAR1: Amanda Pinto Matias
Observador VAR: Marcelo Rogério

A FPF repete a mesma escala de Guarani 0x1 Red Bull Bragantino do ano passado (vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3bI). Flávio apitou e Daiane Muniz ficou no vídeo (ela, que foi contestada nos últimos jogos por sua atuação como VAR). Naquela oportunidade, ambos não foram bem no finalzinho da partida. Porém todo jogo é “vida nova”, e Flávio Rodrigues de Souza (que é FIFA) tem feito um bom Paulistão 2024.

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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Domingo, 10/03, 16h00. Mas desde às 15h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

 

– Qual a raiz do problema da Arbitragem Paulista? A lacuna dos 20 anos é a culpada.

Para quem vive e respira a arbitragem paulista, o “relógio dos anos” não deixa dúvidas: temos 20 anos de atraso na formação dos árbitros.

Quer uma prova disso?

Qual a idade dos árbitros que “seguram o rojão” dos clássicos? Vinícius Gonçalves Dias Araújo, Raphael Claus, Flávio Rodrigues de Souza e até o veterano Luiz Flávio de Oliveira: beirando 45 anos.

Qual a idade dos árbitros que “estão sendo jogados aos leões?”João Vitor Gobi, Matheus Delgado Candançan, Fabiano Monteiro dos Santos: a partir dos 25 anos.

45-25 = 20 anos de atraso.

Cadê os árbitros maduros, na casa entre 33-38 anos, idade ideal para conciliar a juventude física, a experiência na carreira e a vivência do meio? Não temos. Não foram formados. Não se revelou ninguém.

Árbitros na casa dos 25 anos deveriam estar tendo as primeiras oportunidades na 3ª divisão, ficando dois anos por lá, subindo para a A2 e depois dos 30 começarem a apitar a série A1. O juiz de futebol que tem uma carreira solidificada não surgiu do nada, ele foi trabalhado aos poucos. Começa novinho, apitando Sub 15, Sub 17, Sub 20 e depois de algum tempo vai estrear, enfim, no futebol profissional (em São Paulo, na “Bzinha”, a 5ª divisão). Mas o grande problema tem sido: há árbitros “parrudos”, “vistosos”, “bonitões”, que acabam tendo oportunidades melhores, pois ficam bem no vídeo (cadê os juízes baixinhos, magrelos ou não-bombados? E quantos negros nós temos em evidência?). Um outro aspecto é o político: quantos árbitros que são de cidades que não têm equipes de futebol profissional, e que acabam tendo oportunidade para serem “atrações” em seus redutos? Sim, a geopolítica entra no esporte, principalmente se existir um deputado forte na região… E o principal: você aprendia apitar na Várzea, nos Campeonatos das Penitenciárias, nos “Projetos Cingapuras”, mas hoje você inicia a sua carreira em um gramado sintético bem cercado e protegido, e pouco tempo depois começa a aprender a apitar no Morumbi, no Allianz, na Vila Belmiro ou na NeoQuímica Arena. E deveria ser o contrário: para estar num clássico em grande estádio, o árbitro deveria ter anos de formação! Já apitado a A1 em diversos confrontos entre grandes e pequenos para chegar ao grande jogo da vida, o clássico (qualquer que seja ele) bem maduro.

A última grande turma de árbitros, estou muito a vontade para dizer isso, foi formada pelo saudoso Professor Gustavo Caetano Rogério. Tinha como auxiliares Antonio Cláudio Ventura e orientador de assistentes Édie Mauro Garcia Detófoli. Foi na virada dos anos 1990/2000. Eu me recordo das nossas aulas no antigo prédio da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, quando uma emissora de TV foi fazer uma reportagem sobre a Escola de Árbitros, e a chamada foi: aqui estão os árbitros do ano 2000, a qual o Prof Gustavo chamou de “Nova Safra”. E essa nova safra começou em 95/96 com Sálvio Spinola, Paulo César de Oliveira, Anselmo da Costa, e 96/97 com Cleber Wellington Abade, Rodrigo Braguetto, Marcelo Rogério e pouco depois Wilson Luís Seneme. Sou testemunha, pois estava lá nesse meio (preferencialmente como 4º árbitro na A1, trabalhando com todos eles). Faltava escudo FIFA para tanto árbitro paulista bom! E os daqui faziam as finais dos principais estaduais Brasil afora.

Quando o Prof Gustavo deixou a FPF, no começo dos anos 2000, os árbitros que ele trabalhou formaram a nata brasileira, e foram tocando os jogos, até o episódio da Máfia do Apito (onde estava comandando a arbitragem José Evaristo Manuel, trocado pelo Cel Marcos Marinho, em 2005). Ali, estavam surgindo os últimos nomes FIFA de hoje: Flávio Rodrigues de Souza e Raphael Claus.

E quem surgiu depois? Nomes esporádicos, que não se firmaram: Thiago Duarte Peixoto, Vinícius Furlan, e uma série de razoáveis árbitros que já foram trabalhados com outra mentalidade, não frutificando como a “última safra do Professor Gustavo”.

Hoje, quase 20 anos depois, vemos que a distância dos árbitros que estão apitando é justamente a mesma do período em que o Professor Gustavo deixou a FPF. Ou seja: o hiato de falta de árbitros se deve às más gestões de dirigentes de arbitragem.

Pudera: todos os anos temos centenas de alunos na Escola de Árbitros, pagando valores altos para estudarem, nem sempre vocacionados, mas que se tentará peneirar um ou outro nome. Não é na quantidade que se alcançará qualidade, mas no trabalho árduo de observação de talentos (muitos, apitando jogos amadores e sem dinheiro para bancar a Escola de Árbitros da FPF).

– Textor precisa provar! As 3 polêmicas da semana:

Nessa semana, John Textor, o dono da SAF do Botafogo, “causou”!

1. Disse que o Campeonato Francês não é atrativo e que reclamou aos príncipes do PSG sobre isso;

2. Sugeriu a criação de uma Liga Mundial de Futebol, a fim do Botafogo ter a chance de jogar na Europa; e

3. Denunciou que possui gravações de árbitros reclamando que não receberam uma suposta propina combinada.

A última, logicamente, muito grave. Tem que provar, e se sabe de algo sujo e se cala, torna-se cúmplice.

Nesse momento, Textor tem a oportunidade de mostrar que é o cara para moralizar o futebol brasileiro, ou se não passa de mais um fanfarrão.

Anaf repudia acusações de John Textor sobre arbitragem: "Tem que ser banido do futebol"

Imagem: Divulgação Botafogo

– Vamos correr (de novo)?

Vamos suar?

Indo para o segundo treino do dia, a fim de ter saúde!

Quem vem junto?

🏃‍♂️ #running

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Loustau apavorado com a arbitragem paulista.

Uma informação de fonte segura: o gestor dos árbitros de São Paulo, Patrício Loustau, está assustado com o que acontece na arbitragem paulista. 

Quando aceitou o desafio na FPF, não imaginava que a cultura das reclamações à arbitragem era tão grande, e talvez não tenha se dado conta que a qualidade dos árbitros estava tão a desejar. 

Um dos comentários recorrentes foi: “Se num Estadual é assim, que inferno deve ser a pressão no Campeonato Brasileiro?”.

O grande problema é que o argentino não tinha a dimensão do quanto os erros de árbitros são frequentes e “cabeludos” aqui no Brasil.  Idem à questão dos clubes pedirem veto de juízes e dos cartolas justificarem suas derrotas na arbitragem. E o problema maior, que traz indignação para ele: o comportamento ruim de jogadores e treinadores. 

Diante de tudo isso, como renovar a arbitragem paulista, se não há paciência para esse processo? Aliás, o próprio Loustau não está sabendo conduzi-lo!

Vide: num Derby, árbitro veterano de Copa do Mundo (Claus). Num Choque-Rei, árbitro novato de 25 anos (Candançan).

Loustau, sinceramente, ainda não viu nada… deixe chegar as finais!

Imagem ilustrativa extraída da Web, autoria desconhecida.

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

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Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– A origem dos problemas na formação de árbitros de SP.

Onde começaram os problemas da arbitragem paulista?

Falamos um pouco nesse vídeo: https://youtu.be/6X2yWKkPmpA?si=6fHx4bLLgNWyIGX8

(em texto, você encontra parte dele aqui: https://wp.me/p4RTuC-UMT e a continuação aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/03/07/qual-a-raiz-do-problema-da-arbitragem-paulista-a-lacuna-dos-20-anos-e-a-culpada-2/).

Se preferir, visite o blog “Pergunte Ao Árbitro”, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/

– Qual a raiz do problema da Arbitragem Paulista? A lacuna dos 20 anos é a culpada.

Para quem vive e respira a arbitragem paulista, o “relógio dos anos” não deixa dúvidas: temos 20 anos de atraso na formação dos árbitros.

Quer uma prova disso?

Qual a idade dos árbitros que “seguram o rojão” dos clássicos? Vinícius Gonçalves Dias Araújo, Raphael Claus, Flávio Rodrigues de Souza e até o veterano Luiz Flávio de Oliveira: beirando 45 anos.

Qual a idade dos árbitros que “estão sendo jogados aos leões?”João Vitor Gobi, Matheus Delgado Candançan, Fabiano Monteiro dos Santos: a partir dos 25 anos.

45-25 = 20 anos de atraso.

Cadê os árbitros maduros, na casa entre 33-38 anos, idade ideal para conciliar a juventude física, a experiência na carreira e a vivência do meio? Não temos. Não foram formados. Não se revelou ninguém.

Árbitros na casa dos 25 anos deveriam estar tendo as primeiras oportunidades na 3ª divisão, ficando dois anos por lá, subindo para a A2 e depois dos 30 começarem a apitar a série A1. O juiz de futebol que tem uma carreira solidificada não surgiu do nada, ele foi trabalhado aos poucos. Começa novinho, apitando Sub 15, Sub 17, Sub 20 e depois de algum tempo vai estrear, enfim, no futebol profissional (em São Paulo, na “Bzinha”, a 5ª divisão). Mas o grande problema tem sido: há árbitros “parrudos”, “vistosos”, “bonitões”, que acabam tendo oportunidades melhores, pois ficam bem no vídeo (cadê os juízes baixinhos, magrelos ou não-bombados? E quantos negros nós temos em evidência?). Um outro aspecto é o político: quantos árbitros que são de cidades que não têm equipes de futebol profissional, e que acabam tendo oportunidade para serem “atrações” em seus redutos? Sim, a geopolítica entra no esporte, principalmente se existir um deputado forte na região… E o principal: você aprendia apitar na Várzea, nos Campeonatos das Penitenciárias, nos “Projetos Cingapuras”, mas hoje você inicia a sua carreira em um gramado sintético bem cercado e protegido, e pouco tempo depois começa a aprender a apitar no Morumbi, no Allianz, na Vila Belmiro ou na NeoQuímica Arena. E deveria ser o contrário: para estar num clássico em grande estádio, o árbitro deveria ter anos de formação! Já apitado a A1 em diversos confrontos entre grandes e pequenos para chegar ao grande jogo da vida, o clássico (qualquer que seja ele) bem maduro.

A última grande turma de árbitros, estou muito a vontade para dizer isso, foi formada pelo saudoso Professor Gustavo Caetano Rogério. Tinha como auxiliares Antonio Cláudio Ventura e orientador de assistentes Édie Mauro Garcia Detófoli. Foi na virada dos anos 1990/2000. Eu me recordo das nossas aulas no antigo prédio da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, quando uma emissora de TV foi fazer uma reportagem sobre a Escola de Árbitros, e a chamada foi: aqui estão os árbitros do ano 2000, a qual o Prof Gustavo chamou de “Nova Safra”. E essa nova safra começou em 95/96 com Sálvio Spinola, Paulo César de Oliveira, Anselmo da Costa, e 96/97 com Cleber Wellington Abade, Rodrigo Braguetto, Marcelo Rogério e pouco depois Wilson Luís Seneme. Sou testemunha, pois estava lá nesse meio (preferencialmente como 4º árbitro na A1, trabalhando com todos eles). Faltava escudo FIFA para tanto árbitro paulista bom! E os daqui faziam as finais dos principais estaduais Brasil afora.

Quando o Prof Gustavo deixou a FPF, no começo dos anos 2000, os árbitros que ele trabalhou formaram a nata brasileira, e foram tocando os jogos, até o episódio da Máfia do Apito (onde estava comandando a arbitragem José Evaristo Manuel, trocado pelo Cel Marcos Marinho, em 2005). Ali, estavam surgindo os últimos nomes FIFA de hoje: Flávio Rodrigues de Souza e Raphael Claus.

E quem surgiu depois? Nomes esporádicos, que não se firmaram: Thiago Duarte Peixoto, Vinícius Furlan, e uma série de razoáveis árbitros que já foram trabalhados com outra mentalidade, não frutificando como a “última safra do Professor Gustavo”.

Hoje, quase 20 anos depois, vemos que a distância dos árbitros que estão apitando é justamente a mesma do período em que o Professor Gustavo deixou a FPF. Ou seja: o hiato de falta de árbitros se deve às más gestões de dirigentes de arbitragem.

Pudera: todos os anos temos centenas de alunos na Escola de Árbitros, pagando valores altos para estudarem, nem sempre vocacionados, mas que se tentará peneirar um ou outro nome. Não é na quantidade que se alcançará qualidade, mas no trabalho árduo de observação de talentos (muitos, apitando jogos amadores e sem dinheiro para bancar a Escola de Árbitros da FPF).

– E São Paulo x Palmeiras não acaba!

As declarações dos cartolas de São Paulo e Palmeiras foram boas, entre ontem e hoje.

Leila disse um monte de coisa… (tudo correto). E a nota de Casares, idem! Afinal, os excessos foram expostos dos dois lados.

Os dois têm razão, por um ponto de vista. E ao mesmo tempo, ambos estão errados.

Segue a vida no futebol brasileiro…

Arte: Estadão.com

– Brasileirão com 9 estrangeiros por equipe?

Eu acho uma loucura: os clubes se reuniram e decidiram que o Campeonato Brasileiro passará a ter um limite máximo de 9 estrangeiros em campo (a CBF apenas concordou). Quem mais brigou por essa causa foi o Internacional.

Penso que você fecha demais o mercado aos próprios brasileiros, inibe revelações e tira espaço dos jovens. Isso, claro, pode afetar a própria Seleção (vide o que aconteceu com a Itália, quando as equipes locais fizeram algo parecido)…

Li no LinkedIn um comentário de Thiago Scuro, ex-CEO do Red Bull Bragantino e hoje no Mônaco, sobre esse assunto. Disse ele:

Lamento muito por essa decisão. A falta de compreensão da importância da governança corporativa no esporte levam a decisões que serão nocivas ao nosso futebol em breve. Muito mais breve do que se imagina……

Concordo. Terminou sua opinião com um monte de reticências… proposital pela indignação?

Estrangeiros no Brasileirão 2023 - Série A bate recorde de gringos

Gráfico extraído do Portal Firula. Quantos serão em 2024 no Brasileirão?

 

– A despedida de Léo Ortiz para o Flamengo.

Na foto de Ari Ferreira, Léo Ortiz chora ao se despedir de Pedro Caixinha.

O zagueiro foi gigante no Red Bull Bragantino…

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

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– Histeria e Hipocrisia no Futebol Brasileiro, independente da nacionalidade.

Nunca uma palavra serviu tão bem para definir o que acontece no futebol brasileiro: histeria

Ela foi usada no manifesto divulgado pelo Palmeiras contra as reclamações e xingamentos do São Paulo. O Verdão pede o fim da “histeria” no futebol brasileiro.

E aqui quero fazer a grande observação: cada vez que há algum erro de arbitragem contrário, os clubes fazem escândalos, reclamam, ficam histéricos e prometem reclamar até na FIFA. Mas quando os erros são a favorfingem-se de surdos, entendem que o árbitro é humano e tergiversam.

Em qualquer lateral marcado contra o Palmeiras, o tecnicamente ótimo Abel Ferreira esperneia, grita, esbraveja, tem chiliques e atormenta a arbitragem. Mas quando o erro é a favor… cala-se. Aliás, uma bobagem falarem que ele sofre de xenofobia, pois ele não é criticado por vir de Portugal, da Espanha, do Japão ou de Tangamandápio, mas sim pelo discurso de moralizar o futebol brasileiro, com comportamento uníssono aos interesses da sua equipe, não do coletivo (me rendo ao discurso contrário se encontrar alguma declaração dele ou dos seus assistentes reclamando da arbitragem brasileira por terem sido beneficiados, pois aí não será hipocrisia, mas altruísmo).

E não é só Abel (mas principalmente Abel, pois ele tem vencido quase tudo). Vejam António Oliveira, tenho escrito dele desde o Cuiabá. Os gestos raivosos, estupefatos, histéricos e desnecessários dele ao receber (mais um) cartão amarelo no jogo Corinthians x Santo André assustam. E isso tudo serve para muitos treinadores no Brasil.

O fato é: quando há um erro contrário da arbitragem, os treinadores (muitos deles, que não se generalize) ficam histéricos. Quando há a favor, emudecem-se. Aí ficará apenas no discurso a ideia de “melhorar o futebol brasileiro”, de “ideias para ajudar o esporte”, entre outras coisas.

Realmente, chega de histeria. Chega de hipocrisia. Chega de más arbitragens. E que se avalie tudo sem a paixão clubística, que mascara a situação. Aliás, não é só no futebol que há essa pilhagem, mas na sociedade brasileira. É tudo dual: Certo ou Errado, Direita ou Esquerda, Abelista ou Anti-Abel, como se não existisse o bom senso, o meio-termo ou a ponderação.

– O áudio do VAR de São Paulo 1×1 Palmeiras e a grande bobagem sobre POSSE de bola.

Ao ouvir o áudio do VAR de São Paulo x Palmeiras, fico estarrecido ao ouvir o árbitro Matheus Delgado Candançan, na DISPUTA de bola, falar que existia POSSE de bola.

A impressão que tive é que ele não tem experiência alguma no futebol! E não é isso… deveria ter dito essa grande bobagem por estar nervoso.

Entenda melhor neste áudio, em: https://youtu.be/KWTYdqu-iFA?si=VT4SdZr_srPLTr0E

– 2o tempo de Running.

Fim de segundo tempo de treino!

Valeu o suador…

Exercite-se, pois faz bem!

🏃🏼 #running

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Botafogo x Red Bull Bragantino.

Para a partida do Massa Bruta contra o Fogão, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Gustavo Tejera (URU)
Bandeira 1: Nicollas Taran (URU)
Bandeira 2: Martin Soppi (URU)
4º árbitro: Anahi Fernandez (URU)
VAR: Leodan Gonzales (URU)

Aqui, uma observação importante: como Piero Maza (que apitou RBB x Águilas) teve uma ruim arbitragem no último jogo com comportamento descomprometido, a Conmebol voltou a escalar Gustavo Tejera (que fez o jogo de ida do RBB na Colômbia e que foi bem).

Tejera tem 36 anos, é natural de Montevidéu e trabalhou em 6 jogos internacionais nesse ano (numa partida das Eliminatórias da Copa 2026, em 4 jogos do Pré-Olímpico e na Pré-Libertadores citada há pouco). No ano passado, apitou Corinthians x Newells Old Boys pela Sulamericana, sem dificuldades. Está há 6 anos no quadro internacional da FIFA, sempre foi considerado uma promessa, mas ainda não teve as chances que queria (pois o Uruguai prioriza as carreiras de Andrés Cunha e Andrés Matonte).

É um árbitro que deixa o jogo rolar e prefere mais a advertência verbal do que os cartões. Que ele não tenha trabalho no Rio de Janeiro!

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– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Brasileirão com 9 estrangeiros por equipe?

Eu acho uma loucura: os clubes se reuniram e decidiram que o Campeonato Brasileiro passará a ter um limite máximo de 9 estrangeiros em campo (a CBF apenas concordou). Quem mais brigou por essa causa foi o Internacional.

Penso que você fecha demais o mercado aos próprios brasileiros, inibe revelações e tira espaço dos jovens. Isso, claro, pode afetar a própria Seleção (vide o que aconteceu com a Itália, quando as equipes locais fizeram algo parecido)…

Li no LinkedIn um comentário de Thiago Scuro, ex-CEO do Red Bull Bragantino e hoje no Mônaco, sobre esse assunto. Disse ele:

Lamento muito por essa decisão. A falta de compreensão da importância da governança corporativa no esporte levam a decisões que serão nocivas ao nosso futebol em breve. Muito mais breve do que se imagina……

Concordo. Terminou sua opinião com um monte de reticências… proposital pela indignação?

Estrangeiros no Brasileirão 2023 - Série A bate recorde de gringos

Gráfico extraído do Portal Firula. Quantos serão em 2024 no Brasileirão?

 

– Não faça isso, Luan Cândido…

Luan Cândido foi muito bem expulso por Fabiano Monteiro dos Santos (árbitro que não foi tão bem ao longo da partida do Red Bull Bragantino contra o Santos FC).

O defensor deu uma cotovelada certeira no adversário, e fez com que o Massa Bruta jogasse metade do jogo com 10 em campo.

Se eu sou da diretoria, multo o rapaz. Isso se chama irresponsabilidade (alem, óbvio, de que cotovelada ee agressão).

Luan Cândido, lateral-esquerdo do Bragantino — Foto: Ari Ferreira/Red Bull Bragantino

Foto: Ari Ferreira / Red Bull Bragantino

– O marcante do futebol no final de semana foi Vini Jr.

No Valência 2×2 Real Madrid, um dia histórico: depois dos atos selvagens de racismo que sofreu em 2023, Vini Jr foi eleito o melhor em campo e comemorou seus dois gols em protesto, com punhos cerrados.

Um gesto perfeito para um estádio repleto de racistas, que o ofenderam a cada toque na bola.

Destaque negativo para o árbitro Gil Manzano, que apitou o final de jogo quando a bola viajava pelo alto para Bellingham (que chegou a colocar para dentro das redes). Que insensibilidade do juizão…

Foto: LaLiga

– Os 3 lances polêmicos da arbitragem de São Paulo 1×1 Palmeiras.

Lances polêmicos no Morumbis, onde tentaremos dizer “se o árbitro errou”, e, num exercício mais difícil, entender “porque errou ou não”.

Antes de tudo: já havíamos falado sobre a expectativa de Matheus Delgado Candançan para o Choque-Rei (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/03/03/o-arbitro-que-picota-jogo-no-choque-rei-2/). E assim como ocorreu no jogo do Corinthians no último final de semana, há muitos relatos na súmula do jogo de ontem sobre reclamações. O TJD-SP está tendo, rodada a rodada, muita gente a ser julgada por conta da caneta de Candançan…

Sobre os lances:

1- Richard Ríos em Pablo Maia: um lance que, se bem posicionado, não precisaria de VAR: Richard Ríos “de sola” atinge a perna de Pablo Maia, com um pisão violento. É o clássico lance de cartão vermelho.

Mas por que não deu? A VAR Daiane Muniz (foi sua 12ª escala no Paulistão A1 em 11 rodadas) tem chamado os árbitros em vários lances, muitas vezes “caçando pelo em ovo“. Dessa vez, ela entendeu que foi lance interpretativo do árbitro, pois foi na lateral, próximo a ele. Pela “cabeça de árbitro”: tal lance, no segundo tempo, com placar resolvido, o Vermelho seria aplicado fácil, fácil… Mas sendo ainda no primeiro tempo, com árbitro jovem… precisa de peito

Como teria sido o jogo, com 1 jogador palmeirense a menos desde o primeiro tempo?

Acréscimo: leio que Pablo Maia declarou que “o árbitro lhe disse que só deu o Amarelo pois saiu o gol”. Não faz sentido algum tal coisa…

2- Rafael em Murilo: o goleiro são-paulino soca a bola e atinge a cabeça do palmeirense. Na primeira imagem, me pareceu que atinge só a bola e depois o adversário (isso não é pênalti). Mas vendo, revendo e insistindo, você pode entender que foi simultâneo (e aí seria pênalti). A questão é: esses lances são corriqueiros no futebol, difíceis, chatos, não são considerados infracionais em sua maioria e os jogos costumam seguir. Repare que exceto Murilo, o Palmeiras continua o jogo normalmente e o único que reclama (como praxe) é o treinador Abel Ferreira. A VAR quem chamou o árbitro para nova avaliação.

Eu não marcaria, mas respeito a interpretação de quem entendeu pênalti.

3- Piquerez em Luciano: houve toque do jogador palmeirense no são-paulino, e antes de 2020, seria marcado pênalti se o jogador parasse de correr e pedisse a marcação. Mas a orientação mudou: toques, agarrões e puxões só devem ser marcados se o atingido não conseguir manter o equilíbrio e for impedido de continuar a jogada. Se o jogador abdicar de jogar e pedir a falta, não deve ser considerada a infração. Nesse lance, Luciano (que normalmente pede falta de tudo, ele é bem “reclamão”) é tocado realmente, mas tem a chance de continuar a jogada (como fez). Portanto, não se deveria marcar o pênalti (como feito). Por esse detalhe da regra, acertou o árbitro (e se Luciano parasse e pedisse o pênalti, de acordo com isso, não teria a marcação, embora o toque tenha ocorrido, por coerência da regra).

Em suma: expulsão clara de Richard Ríos que não houve; pênalti “marcável ou não” em Murilo e lance normal em Luciano.

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Botafogo x Red Bull Bragantino.

Para a partida do Massa Bruta contra o Fogão, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Gustavo Tejera (URU)
Bandeira 1: Nicollas Taran (URU)
Bandeira 2: Martin Soppi (URU)
4º árbitro: Anahi Fernandez (URU)
VAR: Leodan Gonzales (URU)

Aqui, uma observação importante: como Piero Maza (que apitou RBB x Águilas) teve uma ruim arbitragem no último jogo com comportamento descomprometido, a Conmebol voltou a escalar Gustavo Tejera (que fez o jogo de ida do RBB na Colômbia e que foi bem).

Tejera tem 36 anos, é natural de Montevidéu e trabalhou em 6 jogos internacionais nesse ano (numa partida das Eliminatórias da Copa 2026, em 4 jogos do Pré-Olímpico e na Pré-Libertadores citada há pouco). No ano passado, apitou Corinthians x Newells Old Boys pela Sulamericana, sem dificuldades. Está há 6 anos no quadro internacional da FIFA, sempre foi considerado uma promessa, mas ainda não teve as chances que queria (pois o Uruguai prioriza as carreiras de Andrés Cunha e Andrés Matonte).

É um árbitro que deixa o jogo rolar e prefere mais a advertência verbal do que os cartões. Que ele não tenha trabalho no Rio de Janeiro!

Acompanhe conosco o jogo entre Botafogo vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise de arbitragem de Rafael Porcari. Quarta 06/03, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Histeria e Hipocrisia no Futebol Brasileiro, independente da nacionalidade.

Nunca uma palavra serviu tão bem para definir o que acontece no futebol brasileiro: histeria

Ela foi usada no manifesto divulgado pelo Palmeiras contra as reclamações e xingamentos do São Paulo. O Verdão pede o fim da “histeria” no futebol brasileiro.

E aqui quero fazer a grande observação: cada vez que há algum erro de arbitragem contrário, os clubes fazem escândalos, reclamam, ficam histéricos e prometem reclamar até na FIFA. Mas quando os erros são a favorfingem-se de surdos, entendem que o árbitro é humano e tergiversam.

Em qualquer lateral marcado contra o Palmeiras, o tecnicamente ótimo Abel Ferreira esperneia, grita, esbraveja, tem chiliques e atormenta a arbitragem. Mas quando o erro é a favor… cala-se. Aliás, uma bobagem falarem que ele sofre de xenofobia, pois ele não é criticado por vir de Portugal, da Espanha, do Japão ou de Tangamandápio, mas sim pelo discurso de moralizar o futebol brasileiro, com comportamento uníssono aos interesses da sua equipe, não do coletivo (me rendo ao discurso contrário se encontrar alguma declaração dele ou dos seus assistentes reclamando da arbitragem brasileira por terem sido beneficiados, pois aí não será hipocrisia, mas altruísmo).

E não é só Abel (mas principalmente Abel, pois ele tem vencido quase tudo). Vejam António Oliveira, tenho escrito dele desde o Cuiabá. Os gestos raivosos, estupefatos, histéricos e desnecessários dele ao receber (mais um) cartão amarelo no jogo Corinthians x Santo André assustam. E isso tudo serve para muitos treinadores no Brasil.

O fato é: quando há um erro contrário da arbitragem, os treinadores (muitos deles, que não se generalize) ficam histéricos. Quando há a favor, emudecem-se. Aí ficará apenas no discurso a ideia de “melhorar o futebol brasileiro”, de “ideias para ajudar o esporte”, entre outras coisas.

Realmente, chega de histeria. Chega de hipocrisia. Chega de más arbitragens. E que se avalie tudo sem a paixão clubística, que mascara a situação. Aliás, não é só no futebol que há essa pilhagem, mas na sociedade brasileira. É tudo dual: Certo ou Errado, Direita ou Esquerda, Abelista ou Anti-Abel, como se não existisse o bom senso, o meio-termo ou a ponderação.

– Richard Rios em Pablo Maia: Cartão Vermelho!

Já havíamos falado sobre a expectativa de Matheus Candançan para o Choque-Rei (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/03/03/o-arbitro-que-picota-jogo-no-choque-rei-2/).

Porém, no primeiro tempo, um lance que, se bem posicionado, não precisaria de VAR: Richard Ríos “de sola” atinge a perna de Pablo Maia, com um pisão violento. É o clássico lance de cartão vermelho.

Mas por que não deu? A VAR Daiane Muniz não chamou (cedo demais?), o árbitro assumiu o lance para ele (estava convicto?) e não houve a punição adequada.

Pela “cabeça de árbitro”: tal lance, no segundo tempo, com placar resolvido, o Vermelho seria aplicado fácil, fácil… Mas sendo ainda no primeiro tempo, com árbitro jovem, neca.

Arte: Estadão.com

– São Paulo x Palmeiras: o árbitro que “picota” jogo no Choque-Rei?

Na última semana, António Oliveira reclamou bastante do jovem árbitro Matheus Delgado Candançan, escalado para domingo em SPFC x SEP (o mesmo que apitou um Derby com 23 anos, mal escalado à época) e que aos poucos está ganhando experiência.

Falamos sobre isso nesse link, onde o treinador corintiano diz que ele “picota demais a partida”, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/02/26/arbitro-nao-gosta-de-jogo-sobre-corinthians-0x1-ponte-preta/

Eis que Candançan, apesar de jovem, não leva desaforo para casa. No jogo do Corinthians, relatou as agressões verbais de Rubão e de outro diretor em Súmula:

“Informo que aos 32 minutos de jogo o preparador físico da equipe AA Ponte Preta Sr. Thiago Gomes Vegette, entregou ao quarto árbitro um pedaço de madeira, não sendo possível saber de onde veio.
Informo que no intervalo de jogo ao nos dirigirmos para o nosso vestiário fomos abordados na zona mista pelo Sr. Fabio de Jesus que proferiu a seguinte palavras: “ Você está inventando, não foi falta, aqui é sério, aqui é sério “. Informo que ao estarmos dentro do nosso vestiário o Sr. Rubens Gomes abriu a porta do vestiário e proferiu as seguintes palavras: “ Você está de sacanagem, apita direito, não foi falta “.
Informo que ao término da partida o senhor Fabio de Jesus novamente nos esperava na zona mista e proferiu a seguinte palavras: “ Vocês perseguiram meu técnico o jogo todo “. Informo que ambos citados acima estão credenciados como comissão técnica.
Ao chegarmos na porta do nosso vestiário fomos abordados pelo Sr. Luiz Fernando dos Santos que proferiu as seguintes palavras: “ Você é um vagabundo safado, pilantra, é tudo esquema, está armado, isso é manipulação”. Informo que o referido senhor citado acima está credenciado como comunicação.

E por quê desse assunto num São Paulo x Palmeiras?

Porque árbitro jovem, em boa fase, quer mostrar serviço e detesta reclamação. Portanto, se algum dos treinadores chiarem, cartões podem sairem com facilidade.

Tomara que tenhamos um ótimo jogo! E sem “picotes”.

Arte extraída de Estadão.com

 

– A cotovelada certeira de Fagner em Geovane no Corinthians 3×2 Santo André.

Aos 52 minutos, com o cotovelo esquerdo o lateral Fagner atinge a boca do seu adversário Geovane. Lance proposital / intencional, era para cartão vermelho, mas nem o árbitro tampouco o VAR observaram.

Num país sério, tal situação seria punida a posterior, não? Isso é agressão.