Já havíamos falado sobre a expectativa de Matheus Candançan para o Choque-Rei (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2024/03/03/o-arbitro-que-picota-jogo-no-choque-rei-2/).
Porém, no primeiro tempo, um lance que, se bem posicionado, não precisaria de VAR: Richard Ríos “de sola” atinge a perna de Pablo Maia, com um pisão violento. É o clássico lance de cartão vermelho.
Mas por que não deu? A VAR Daiane Muniz não chamou (cedo demais?), o árbitro assumiu o lance para ele (estava convicto?) e não houve a punição adequada.
Pela “cabeça de árbitro”: tal lance, no segundo tempo, com placar resolvido, o Vermelho seria aplicado fácil, fácil… Mas sendo ainda no primeiro tempo, com árbitro jovem, neca.
Arte: Estadão.com

