E para o confronto entre o Massa Bruta e o Leão da Barra, a CBF escalou:
Árbitro: Jonathan Benkenstein Pinheiro – RS Árbitro Assistente 1: Jorge Eduardo Bernardi – RS Árbitro Assistente 2: Tiago Augusto Kappes Diel – RS Quarto Árbitro: Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho – PA Assessor de Arbitragem: Ubirajara Ferraz Jota – PE Delegado Local: Débora Raiane Nunes – SP VAR: Rafael Traci – SC AVAR1:Marcus Vinicius Gomes – MG AVAR2: Antonio Magno Lima Cordeiro – CE Observador de VAR: Marcos Andre Gomes da Penha – ES
Jonathan é de Novo Hamburgo, tem 38 anos e está no quadro nacional desde 2016. Conta apenas com 3 jogos na série A na sua carreira (em 2022, Coritiba 0x2 Corinthians; em 2023, Athletico 4×0 Cuiabá e Athletico 3×1 Criciúma).
Nos jogos que apitou de maior destaque, não foi “testado para valer”, afinal, o Coritiba já estava rebaixado e as vitórias na Arena da Baixada foram jogos fáceis. Parece-me, pelo pouco que vi, um árbitro que quer cumprir a regra e se atenta aos detalhes.
Fica a dica: em um jogo como o de domingo, por querer mais oportunidades, vai apitar “com o livrinho de regras embaixo do braço”. Portanto, evite-se reclamações para não tomar cartão amarelo à toa.
Em tempo: o programa de milhagem da CBF deve estar “bombando”! Pra quê um quarto-árbitro paraense para ajudar o árbitro gaúcho? Não tinha ninguém mais de perto?
Tenho visto várias fotos de torcedores de futebol vestidos de árbitros em meio aos jogos da Eurocopa. E isso me trouxe curiosidade.
Dando uma fuçada na web mundo afora, descobri o seguinte:
Há uma preocupação muito grande na Europa com a Inteligência Artificial no esporte. E no futebol, a tendência é que as funções do “bandeirinha” sejam praticadas pelos mecanismos automáticos. Sensores marcam a saída de bola, IA marca o impedimento, e por aí vai. Ou seja: não precisamos mais de árbitros assistentes.
Some-se à antipatia ao VAR em muitos países: há aqueles que não suportam os sistemas eletrônicos e alegam que, se for para ser polêmico, que seja sem o árbitro de vídeo.
Por fim, há a defesa do “futebol raiz”, sem a parafernália eletrônica e com as discussões de antigamente.
Assim sendo, o movimento “sem árbitro, sem festa”, visa de uma maneira brincalhona discutir todas essas mudanças no futebol.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Me causa espanto (pelo desconhecimento) e tristeza (pela demagogia dos nobres parlamentares). Me refiro ao ocorrido na CPI da Manipulação de Jogos e Apostas Esportivas.
A CBF respondeu ao questionamento do Senado sobre os critérios de escolha dos árbitros, e a entidade disse ser a partir da dificuldade do jogo, desempenho técnico dos oficiais, condicionamento físico, experiência na carreira, dentre outros fatores (como a não escalação de juízes do mesmo estado das equipes envolvidas ou repetindo seguidamente jogos em um mesmo clube).
Para resolver os problemas que envolvem a arbitragem, os senadores Carlos Portinho (PL do Rio de Janeiro) e Chico Rodrigues (PSB da Roraima) uniram a Direita e a Esquerda na “bancada da bola” e pediram a volta do SORTEIO DE ÁRBITROS, para que as decisões sejam menos pessoais da Comissão de Arbitragem.
Num primeiro momento, o folclórico senador Jorge Kajuru foi contra, alegando que isso não funcionou anteriormente. Mas depois… sugeriu: e se o sorteio fosse feito uma hora antes dos jogo?Isso, segundo ele, evitaria tentativas de suborno…
Só esqueceram de pensar: como fazer isso?Num Flamengo x Corinthians, você traz um árbitro gaúcho e outro pernambucano, e ali na boca do vestiário lança uma moeda?
Sem comentários… o nível da arbitragem está igual ao nível dos parlamentares.
E para o confronto entre o Verdão e o Massa Bruta, a CBF escalou:
Árbitro: Anderson Daronco – RS Árbitro Assistente 1: Maira Mastella Moreira – RS Árbitro Assistente 2: Michael Stanislau – RS Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia – RJ Assessor de Arbitragem: Antonio Pereira da Silva – GO VAR: Daiane Muniz – SP AVAR1: André da Silva Bitencourt – RJ AVAR2: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ Observador de VAR: Márcio Eustáquio Sousa Santiago – MG
Daronco ainda está suspenso pela Conmebol porsegurar o Cartão Vermelho, amarrar o jogo e literalmente “amarelar” na confusão entre Leandro Lozano e Rodrigo Aliendro no Nacional x River Plate. E nesse momento em que faltam árbitros FIFA no Brasil (devido a preparação para as Olimpíadas e a Copa América), ele está sendo escalado a exaustão (a suspensão da Conmebol não obriga a CBF a deixá-lo fora de escalas em nosso país). Repare que Daiane Muniz, que havia sido suspensa no Vasco x Grêmio e que sugeriu o pênalti na Arena da Baixada, também foi escalada.
Todos nós vimos a lambança em Athletico 1×1 Flamengo (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-XQf), e ele foi “premiado” para apitar Palmeiras x Red Bull Bragantino.
Pelo lado do Verdão, sabe-se que a Comissão Técnica costuma dar muito trabalho para a arbitragem. Pelo lado do Massa Bruta, o time vem “mordido” pela equivocada expulsão de Jadsom e pelo primeiro cartão vermelho recebido por Pedro Caixinha numa péssima jornada do árbitro baiano Emerson Ricardo de Almeida Andrade). O que veremos de Daronco em campo?
Eu aposto um 0x0 num jogo bem travado pelo juizão…
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Tenho visto várias fotos de torcedores de futebol vestidos de árbitros em meio aos jogos da Eurocopa. E isso me trouxe curiosidade.
Dando uma fuçada na web mundo afora, descobri o seguinte:
Há uma preocupação muito grande na Europa com a Inteligência Artificial no esporte. E no futebol, a tendência é que as funções do “bandeirinha” sejam praticadas pelos mecanismos automáticos. Sensores marcam a saída de bola, IA marca o impedimento, e por aí vai. Ou seja: não precisamos mais de árbitros assistentes.
Some-se à antipatia ao VAR em muitos países: há aqueles que não suportam os sistemas eletrônicos e alegam que, se for para ser polêmico, que seja sem o árbitro de vídeo.
Por fim, há a defesa do “futebol raiz”, sem a parafernália eletrônica e com as discussões de antigamente.
Assim sendo, o movimento “sem árbitro, sem festa”, visa de uma maneira brincalhona discutir todas essas mudanças no futebol.
E depois de tanta confusão, Dudu tomou a PIOR das decisões possíveis: a de ficar no Palmeiras… (relembre o caso em: http://wp.me/p4RTuC-XPi).
Calma, o Verdão é ótimo para se trabalhar, mas digo isso pois, caso a transação fosse efetivada, o Cruzeiro estaria feliz com o reforço, o Palmeiras estaria contente com dinheiro em caixa da negociação (além do alto salário mensal economizado) e o atleta teria um salário mais alto por um longo tempo de contrato.
Do jeito que foi feita a desistência, parece que Dudu cedeu aos “conselhos” das Organizadas. E, assim, ficou “queimado” com o time, com a torcida e com a diretoria de ambos clubes.
Qual o clima para seguir?
Só se entrar em campo, “comer a bola” e marcar um gol todo jogo.
Ficou bem nítido nesses últimos dias: os árbitros do Campeonato Brasileiro estão com uma enorme dificuldade em manter um critério uniforme em suas decisões.
Nem estou falando da parte técnica (como a equivocada expulsão de Jadsom aos 10m de jogo em Red Bull Bragantino x Juventude – em: http://wp.me/p4RTuC-XOP, ou sobre o pênalti inexistente de Davi Luiz no Athlético 1×1 Flamengo – em: http://wp.me/p4RTuC-XQf). Mas falo sobre a questão DISCIPLINAR. Vamos lá:
É sabido que hoje, os jogadores brasileiros não ajudam a arbitragem. Apitar jogos com Luciano (SPFC), Hulk (CAM), Felipe Melo (FLU) e tantos outros é desgastante, pois reclamam o tempo inteiro e enxergam na figura do árbitro um inimigo. Porém, os árbitros permitem isso, escondendo-se atrás de cartões. Reparem: acabou a “bronca”, a “cara feia do juizão” e a preventiva. Ou seja: não temos a boa e eficaz advertência verbal! Vai de 8 ou 80: o árbitro ou chama para uma conversa que não convence, ou dispara os cartões amarelos e vermelhos.
Quantos cartões poderiam ser evitados, com uma chamada de atenção bem séria?Advertir verbalmente faz parte do jogo, você não “queima” um cartão e resolve! Mas tem que saber dar a bronca… muitas vezes, o árbitro prefere o Cartão Amarelo, e o atleta fica testando ele prevendo que não vai dar o Vermelho. E quando é expulso, se revolta mais ainda.
A verdade é: para qualquer coisa falada (e para muita coisa também), o Cartão Amarelo é sacado. Porém, nas situações periclitantes, não se vê todo o rigor dos mesmos árbitros!
Quer exemplos?
Carlos Miguel deveria ser expulso por empurrar Carelli no Majestoso. Não tem o que discutir, é a Regra quem manda. E o “peito do juizão” em expulsar o goleiro do time da casa ainda no primeiro tempo?
Rossi, do Flamengo, foi empurrado igualmente em Athletico x Flamengopor um reserva que comemorava o gol. Ninguém viu… Cadê árbitro, bandeiras, quarto-árbitro, VAR,os vários AVARs e demais aspones, que nesse momento deveriam fiscalizar isso? Sim, a arbitragem tem que ficar de olho nesses momentos para ver se não ocorrem irregularidades.
Em suma: para resolver questões de bate-boca, os árbitros se escondem atrás dos cartões. Para aplicar a regra em lances mais viris, contemporizam (e no futebol, essa ação é um palavrão…).
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Porém, o goleiro corintiano Carlos Miguel e o atacante são-paulino fizeram uma guerra de memes contra o outro à noite. O primeiro atacou o segundo, que respondeu.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
E para o confronto entre o Verdão e o Massa Bruta, a CBF escalou:
Árbitro: Anderson Daronco – RS Árbitro Assistente 1: Maira Mastella Moreira – RS Árbitro Assistente 2: Michael Stanislau – RS Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia – RJ Assessor de Arbitragem: Antonio Pereira da Silva – GO VAR: Daiane Muniz – SP AVAR1: André da Silva Bitencourt – RJ AVAR2: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ Observador de VAR: Márcio Eustáquio Sousa Santiago – MG
Daronco ainda está suspenso pela Conmebol porsegurar o Cartão Vermelho, amarrar o jogo e literalmente “amarelar” na confusão entre Leandro Lozano e Rodrigo Aliendro no Nacional x River Plate. E nesse momento em que faltam árbitros FIFA no Brasil (devido a preparação para as Olimpíadas e a Copa América), ele está sendo escalado a exaustão (a suspensão da Conmebol não obriga a CBF a deixá-lo fora de escalas em nosso país). Repare que Daiane Muniz, que havia sido suspensa no Vasco x Grêmio e que sugeriu o pênalti na Arena da Baixada, também foi escalada.
Todos nós vimos a lambança em Athletico 1×1 Flamengo (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-XQf), e ele foi “premiado” para apitar Palmeiras x Red Bull Bragantino.
Pelo lado do Verdão, sabe-se que a Comissão Técnica costuma dar muito trabalho para a arbitragem. Pelo lado do Massa Bruta, o time vem “mordido” pela equivocada expulsão de Jadsom e pelo primeiro cartão vermelho recebido por Pedro Caixinha numa péssima jornada do árbitro baiano Emerson Ricardo de Almeida Andrade). O que veremos de Daronco em campo?
Eu aposto um 0x0 num jogo bem travado pelo juizão…
Movimento Antinatural das mãos / braços na bola é quando você tenta tirar proveito disfarçadamente de uma posição do corpo. Entenda:
Para ser infração, você deve ter a INTENÇÃO de colocar braço / mão na bola (é essa a primeira avaliação do árbitro). Depois, você verifica o MOVIMENTO ANTINATURAL, que é uma intenção disfarçada, ou seja, você pode evitar o contato mas, no fundo, tira proveito de uma posição que poderia ser evitada.
Repare que o chute do CAP é a queima-roupa, David Luiz está com o braço em posição normal, e tenta retirá-lo para que a bola não toque. Errou o árbitro Anderson Daronco.
Seria Antinatural se o flamenguista tirasse o corpo e deixasse o braço esticado, tentando ganhar espaço para a bola bater nele (é isso que a gente chama “de verdade como antinatural”). Porém, David Luiz mostra que quer evitar o contato. Curta distância, chute forte e jogador demonstrando que quer evitar o toque. Juizão foi mal. Erro crasso.
1- A comemoração do 2º gol do São Paulo (que gerou confusão) deveria ser punida?
Sim. Abaixo, veja no quadro o que a regra diz. Mas entenda: tudo que possa incitar a violência, hoje, é passível de Cartão Amarelo. E se for demasiado, Cartão Vermelho.
Quando Luciano (SPFC) se posta em frente a Gaviões da Fiel e provoca a torcida, pela regra, deve ser punido com Cartão Amarelo. Vide o que foi jogado para dentro de campo naquele momento… Se Luciano fizesse gestos obscenos ou algo mais efusivo, poderia até ser expulso (lembre-se: não há alambrado nessas novas arenas).
Aqui, vale discutir: uma comemoração de gol não deve resultar em tal comportamento da torcida adversária, pois arremessar objetos pode gerar problemas para a própria equipe (embora, sabemos da passionalidade do torcedor). Entretanto, outro ponto: se tivéssemos torcida dos dois times, tudo isso poderia ser evitado, pois o atleta correria aos seus torcedores.
2- Carlos Miguel deveria ser expulso, por empurrar Carelli?
Sim! Um empurrão num atleta adversário disputando a bola, é para Cartão Amarelo. Um empurrão no adversário em discussão, derrubando-o, é para Cartão Vermelho, pois se caracteriza agressão (leve, obviamente, mas é agressão). O árbitro Ramon Abatti Abel preferiu dar Amarelo.
Que não se diga que o São Paulo FC foi prejudicado, pois há um motivo: seCarlos Miguel não sentiu o rigor do árbitro,idem a Luciano. Apenas um cartão amarelo a ele no primeiro tempo, é muito pouco. Na Eurocopa, por exemplo, somente nos primeiros 45 minutos, se lá jogasse, Luciano teria recebido 3 ou 4 cartões… como reclama!!!
Quando estava no Grêmio, Dudu negociava com Corinthians e São Paulo para mudar de time. E, surpreendentemente, o Palmeiras “deu um chapéu” nos co-irmãos e contratou o atleta.
No Verdão, mostrou muita qualidade dentro de campo (teve episódios lamentáveis, como a agressão ao árbitro Guilherme Ceretta) e depois foi ao Oriente Médio, quando teve problemas pessoais em seu casamento.
De volta ao Alviverde, demorou para retomar a titularidade, pois Abel Ferreira o colocava bem aos poucos nas partidas. Surgiram as primeiras polêmicas sobre o relacionamento entre ambos.
Porém, Dudu se machucou e ficou fazendo tratamento por meses. Me lembrei de Pedrinho, que após ter uma série de contusões sérias, pediu para não receber salários enquanto se recuperava…
Eis que Dudu sarou. E foi anunciado pelo Cruzeiro como reforço…alguns palmeirenses sentiram-se “devolvidos pelo chapéu” do outrora amado jogador. Muitas postagens no final de sábado sobre a sua transferência. Eis que surgiu uma outra informação, a de que o jogador não queria sair do Palmeiras.
Pensei: “Como um clube anuncia um atleta sem combinar com o time dele e o próprio jogador? Há salário, transação, direitos federativos, etc..”.
E não é que veio Alexandre Mattos, dizendo que o jogador quem o procurou primeiramente e estava tudo certo, com a apresentação marcada para 3ª feira?
Enfim: hoje há a “guerra de narrativas sobre Dudu e sua saída ou não”. A impressão que dá é: tamanha revolta da torcida palmeirense fez com que o jogador repensasse e se arrependesse do negócio?
De um jeito ou de outro, mesmo nesse mundo tão profissional, Dudu vai ficar sem clima. Aguardemos.
Emerson Ricardo de Almeida Andrade, o árbitro escalado para Red Bull Bragantino x Juventude, foi o destaque negativo no Nabizãonesse sábado, desagradando os dois times. Vamos ao ocorrido:
Falamos que o juizão, apesar de ter idade avançada para estrear na Série A (40 anos “já passou do tempo” para vingar ou não), teria uma grande oportunidade pessoal (aliás, de novo um estreante em jogo do Massa Bruta, vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3sQ). E a desperdiçou.
O lance polêmico foi: No começo do primeiro tempo, Jadsom (RBB) cometeu uma falta pouco além do meio-campo, matando o contra-ataque de Marcelinho (JUV). Se o atleta gaúcho estivesse sem avançar para o campo adversário, teria que marcar tiro livre direto sem aplicação de cartão, pois não foi falta temerária. Mas por ser uma situação de avanço ao ataque, a regra orienta para a advertência com Cartão Amarelo. E o árbitro fez isso corretamente.
Porém…
O VAR Diego Pombo o chamou para revisar, e a orientação foi para verificar se não era uma situação clara e iminente de gol. Para isso, o árbitro precisa interpretar: caso não existisse a falta, o gol de Marcelinho seria (como o texto propriamente disso) claro e iminente?
– Não. Jadsom o obstrui, simplesmente. Se não o fizesse, poderia continuar a correr com ele e ainda roubar a bola. À direita, havia um outro defensor com chance de interceptá-lo e roubar a bola legalmente. E mais: estava longe (muito longe) do gol. Considere ainda: na Regra do Futebol, não existe “último homem” (isso é mito no futebol – e mesmo se existisse, Jadsom não seria). E Emerson Andrade equivocadamente retirou o Amarelo e expulsou o atleta do Red Bull Bragantino, fazendo com que o clube jogasse por quase 90 minutos contra o Juventude com 10 atletas. Faltou personalidade ao árbitro em manter sua decisão e, novamente, vimos um VAR protagonista, querendo aparecer e sugerir algo fora do protocolo (um lance interpretativo de amarelo).
Erro do árbitro, que conseguiu uma façanha: tirou da linha o sempre educado Pedro Caixinha, que recebeu Cartão Vermelho depois do jogo (o 1º de 97 partidas) por dizer: “Você foi muito fraco hoje” (ficará de fora contra o Palmeiras).
Digo novamente: com a Copa América, faltará ainda mais árbitro para o Brasileirão. A safra é ruim e os orientadores idem.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Porém, o goleiro corintiano Carlos Miguel e o atacante são-paulino fizeram uma guerra de memes contra o outro à noite. O primeiro atacou o segundo, que respondeu.
Vez ou outra nós vemos aficcionados torcedores invadirem treinos de seus times do coração para protestarem. É fanatismo puro.
Será que a pressão quedesce das arquibancadas ao campo é aceitável ou exagero?
Sou contra toda a forma de violência. Torcedor deve incentivar o seu time durante o jogo, e após ele, vaiar. Mas nada de transformar em ações práticas de agressão.
O treino é local de trabalho. Não gosto de momentos de briga nesse local. Mas pensemos: será que não está mudando a “feição” dos clubes brasileiros?
No começo do século XX,Bangu, América, São Cristóvão, Canto do Rio e Bonsucesso eram forças no futebol carioca. Aqui em São Paulo, tínhamos o Ypiranga, o Germânia, o Jabaquara…
Alguns encerraram as atividades, outros apequenaram-se. Hoje, temos novos clubes em destaque nos regionais: Audax e Red Bull, entre outros.
Será que daqui 30 anos,teremos os mesmos clubes que hoje ou ontem foram protagonistas? Quem era o Água Santa há 10 anos? E o São Caetano, há 20?
Aceitar novas realidades é importante. Noroeste, Marília, Paulista, Mogi Mirim e São José não são mais importantes coadjuvantes na 1a divisão de seus estados. Guarani e Portuguesa deixaram de serem importantes times da 1a nacional. Qual o futuro deles?
Aliás, qual o destino dos estaduais?
Sempre aprendi que quando estamos em um momento histórico, não percebemos que estamos fazendo história.E o fato a ser historiado no futuro é:o futebol brasileiro está em transição, seja no peso das camisas, na administração dos clubes e nas táticas dentro de campo. Se o final dessa mudança será positivo ou não, só o tempo dirá! E isso traz a reflexão: são lúcidos os protestos de torcedores ou são em vão, pois eles de nada adiantarão?
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, informar para publicação do crédito.
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Arbitragem burocrática, se preocupando com detalhes desnecessários, que árbitros mais experientes não levam em conta. Muitas vezes, irritando os atletas. Deixou de dar vantagem em alguns lances e “enfeiou” o espetáculo. Muita demora para reiniciar a partida, em especial em cobranças de faltas.Se em divisão maior, os jogadores “jantariam” o árbitro.
Sendo justo: o árbitro discerniu muito bem os lances de bola na mão e mão na bola. Foram alguns, e em todos acertou. Além disso, é bom fisicamente. Mas não compensou a arbitragem irritante.
O lance polêmico:Tiago (camisa 16 do AAF) fez o gol de pênalti, arrancou a camisa e passou provocando a torcida do Paulista à beira do alambrando, mexendo com a multidão. Houve confusão entre os atletas e o jogador continuou a ironizar. Recebeu corretamente o Cartão Vermelho, veio na sequência ao banco do Paulista e ainda assim bateu boca. Saindo do campo, às cativas, mandou beijinhos aos torcedores. Logo a seguir, saiu o gol de empate do Paulista. Dois atletas reservas do Galo, ao invés de comemorarem, de maneira irresponsável se dirigiram à entrada do vestiário do Flamengo, e por sorte foram demovidos de ir provocar o atleta expulso que estava lá. No mesmo momento, assistentes da comissão técnica de ambas equipes batiam boca. Aqui, fica o alerta: o Paulista não pode tomar cartões à toa por tal bobagem, precisam ter mais controle emocional.O jogador adversário já estava expulso, e ainda conseguiu cavar um cartão vermelho para atleta do Galo no banco.
Alguns lances:
13m: Nikollas (AAF) deu uma entrada sem bola em Felipinho (PFC), depois de sofrer um drible. O árbitro deveria ter aplicado o cartão amarelo e não o fez.
Ronaldy (AAF) apelou aos 19 minutos e fez falta impedindo o avanço do Paulista com o braço aberto. Cartão amarelo bem aplicado.
22m: Ruan (AAF) parou de novo um ataque com uma falta temerária. Outro cartão amarelo, bem aplicado.
37m: Nikollas (AFF), de novo, fez uma falta mais forte, soltando o braço em Aderlan (PFC), e de novo não recebeu Amarelo. O curioso é que foi um lance muito parecido com o de Ronaldy, onde ele advertiu. Faltou critério.
42m: Vitor Zaga tomou um Amarelo “de graça por reclamação”.
47m: Prates (AAF) recebeu cartão amarelo por impedir Vitor Zaga (PFC) de atacar.
55m: Deixou de dar uma vantagem claríssima no ataque, faltou leitura de jogo.
71m: Quase dois minutos para se cobrar uma simples falta… que enrolado.
76m: Fábio (AAF) levou cartão amarelo por falta dura em Leo Souza.
84m: Aderlan (PFC) comete pênalti infantil e o árbitro corretamente marca. Depois, provocou a torcida e foi expulso.
Público 1.479 pagantes Renda Bruta: R$ 24.820,00 Placar 2×3 Faltas: 19 x 28 Cartões Amarelos: 1 x 5 Cartões Vermelhos: 1 x 1
E para o confronto entre o Massa Brutae o Verdão de Caxias, a CBF escalou:
Árbitro: Emerson Ricardo de Almeida Andrade (BA) Árbitro Assistente 1: Alessandro Álvaro Rocha de Matos (BA) Árbitro Assistente 2: Daniella Coutinho Pinto (BA) Quarto Árbitro:André Luiz Skettino Policarpo Bento (MG) VAR: Diego Pombo Lopez (BA-FIFA) AVAR1: Silbert Faria Sisquim. AVAR2: Marcelo de Lima Henrique.
Novamente, um árbitro estreante em jogo do Massa Bruta. O baiano Emerson Ricardo de Almeida Andrade, 40 anos de idade, nunca apitou série A do Brasileirão. Terá sua primeira oportunidade (mesmo veterano) no Nabizão.
Na série B, onde tem atuado, mostra-se um juiz cauteloso, que não deixa o jogo ficar muito pegado, apitando grande número de faltas. Para auxiliá-lo: Alessandro Rocha Matos, de décadas na bandeira, e Marcelo de Lima Henrique, experiente, na escala.
Aguardemos como será sua atuação na primeira divisão!
Com pouquíssimos jornalistas convidados, numa coletiva de imprensa realizada sem divulgação, o interessado em adquirir a SAF do Paulista, o executivo Pedro Mesquita da EXA Capital, e o Presidente do Paulista FC Rodrigo Alves, deram uma entrevista decepcionante.
Eu não esperava outra coisa, infelizmente. Tudo muito subjetivo, com respostas protocolares (e isso eu já esperava, afinal, nada está acertado).
Antes de tudo: sou admirador de Pedro Mesquita, desde o tempo da XP Investimentos, e ele está no papel dele: um honesto negociante.Resta saber se será um bom negócio a ambos. E vamos aos tópicos para entender isso.
Mesquita se apresentou dizendo que a XP, onde trabalhou, fez uma estruturação da SAF do Cruzeiro, deixando o time em sétimo lugar no Brasileirão, com tudo arrumado. Não é bem assim, ele fez a transição financeira, estruturou o negócio, mas não teve uma interferência nos negócios dentro de campo. Quem fez isso foi Ronaldo Nazário. A capacidade de estruturação de Mesquita é notável (lembrou que fez o mesmo trabalho para Botafogo a Textor e do Coritiba ao grupo de Justus). Mas entendamos: eles (as pessoas da XP) não compraram essas SAFs, eles fizeram a captação de investidores. É como um corretor de imóveis: deixa o terreno bonito, pinta o prédio e oferece para alguém de maneira mais valorizada / apresentada.
O que se percebeu, nesses negócios, foi: ele, Pedro, não colocou um centavo na aquisição de jogadores, nem administrou o departamento de futebol. Mas arranjou compradores aos clubes! Inclusive, lembrou que se tiver uma oferta interessante, se o Conselho aprovar e a torcida não rejeitar, não vê problemas em mudar nome ou camisa do clube – e isso vale para o Paulista FC.
Seriam tantas são as perguntas a se fazer… e somente meia hora de entrevista. Faltou gente e/ou oportunidade para fazer algumas perguntas mais pontuais?
“Um investidor só pode ter uma SAF, e escolhemos o Paulista”, disse ele. Na verdade, ele se refere ao controle acionário de equipes, caso compre a SAF. Se for corretagem, não. Você pode oferecer vários times a vários grupos. Aqui, percebe-se: o Paulista será a menina dos olhos dele nessa nova fase, e ele deixou isso bem claro, pois saiu da XP e criou a EXA. É um desafio pessoal reestruturar o Galo, CASO feche o negócio, pois mostrou que toda a negociação está ainda muito crua (em nenhum momento se falou em valores de investimento).
“Não estamos aqui pelo dinheiro, mas pelo Projeto”, acrescentou. Aqui, respirei fundo… ninguém rasga dinheiro. Mais à frente ele falou sobre “olhar o todo” e que “não é louco de arriscar dinheiro”. Mas entendamos: é uma fala bonitinha (porém, demagoga em certo ponto). Se for para dar prejuízo, não iria abraçar o projeto, logicamente.
“Teremos 4 meses para avaliar a situação e renegociar dívidas e começar a honrar os compromissos”. Ops: então não há valor fechado mesmo? Primeiro, a auditoria. Se tudo estiver bem, fecha-se o negócio. Ou não, se estiver mal. Afinal, quando eu vou comprar um carro, eu pergunto o preço e preciso avaliar o quanto gastarei em mecânica, funilaria ou outros serviços para tê-lo em ordem, e só aí faço a oferta. De tal forma, fica a dúvida: qual o valor que entrará (se é que vai entrar) para o Paulista? E isso ficou claro: ele NÃO MONTARÁ UM TIME para o Paulista, ele captará interessados para adquirir a SAF. Acrescentou que “não esperem ‘investimentos a torto e a direito’, é um projeto da comunidade, da associação e do torcedor” (acho que já ouvi essa fala antes…).
Lembrou ser um projeto de 10 anos, com metas intermediárias de 3 a 5. Porém, ao dizer que é de 10 anos, ressaltou que não sabe quanto tempo poderá durar, citando a revenda do Cruzeiro ao grupo BH. E para essa empreitada, contará com o ex-jogador Paulo André no Projeto.
O Estádio irá para a SAF. Diferente das outras SAF’s, onde o clube continua gestor do estádio dele, o Jayme Cintra estará envolvido com a compra do investidor. Que não seja o que Pascoal Grassioto um dia tentou fazer com a Lousano…
Sobre as categorias amadoras, quer investir na base, mas dependerá das receitas que entrarem ao time. Não teve valor pontual falado (e isso também não é bom… sou defensor da produção de pé-de-obra, a fim de ganhar dinheiro com a venda).
Muito bom ouvir ele falar em criação de “Conselho Consultivo”. Isso é ótimo, mas… Conselho tem que ter voz ativa, e o Conselho Deliberativo do Paulista FC não tem sido. O Conselho de Gerenciamento da SAF será?
Me chamou a atenção que, a cada pergunta, a todo instante, Pedro Mesquita falou em renegociar as dívidas para diminuir os valores. E disse que não sabia do processo do outro investidor que nunca deu certo, o das “Unhas Cariocas”, quando questionado. Ele mesmo, em certo momento, lembrou que o negócio ainda não está certo.
E por que escolheu o Paulista? Disse que “escolheu o Paulista pelo desafio, pois está numa situação muito ruim”. Disse até que fez questão em escolher “quem tinha muito problema”, para mostrar que consegue resolver. E, claro, pela pujança de Jundiaí e histórico do Paulista.
Quando falou-se de valores e capitação de recursos, como se dará… pediram para encerrar a entrevista.
Enfim: não se sabe quanto investirá, como investirá, e quem gerenciará o futebol. Pareceu-me, repito, um captador de investimentos, e não um adquirente com vontade de permanecer os 10 anos no negócio. Normal, no mundo profissional do futebol-business. Só resta saber se atende aos interesses do Paulista FC.
Trocando em miúdos: penso que é um excelente negociador, buscando um investimento barato, vendendo-o ou repassando após a reestruturação (tipicamente, o que muitas empresas fazem, buscando empresas falidas no mercado e revendendo-as para outros partners).
Em Criciúma, no Internacional 0x0 São Paulo, tivemos um polêmico impedimento de Calleri: as linhas estavam corretamente traçadas? E o efeito Paralax? Ainda: estão no “esquadro”, se comparadas com a grande área?
Abaixo, uma comparação das imagens “analógicas” da CBF e o sistema semi-automático atual da FIFA. Parece que, além da defasagem técnicados nossos árbitros de vídeo, há uma clara deficiência tecnológica…
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
No jogo Red Bull Bragantino 1×2 Atlético Mineiro, uma partida de situações inusitadas: estando ganhando de 1×0 e jogando muito bem, tentando o segundo gol, em poucos minutos o Massa Bruta levou 2 tentos inesperados e não teve força de mudar o placar na etapa final.
Porém, algo “marcou o jogo”: o árbitro gaúcho Rafael Rodrigo Klein (que falamos respeitosamente em nossa análise pré-jogo que ele tem “dias de Vuaden” e “dias de Daronco”, vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3sE), expulsou o boa praça Eduardo Sasha, para surpresa de muitos.
Sasha é dentro e fora de campo uma pessoa bacana, um cara de família e sempre muito educado. Típico atleta Fair Play. E quando veio a súmula… o relato é que ele foi expulso por ofender o árbitro com os dizeres: “Você é muito fraco, seu CUZÃO”.
Ato seguinte a divulgação, Sasha postou a mensagem abaixo, revoltado, alegando que não falou isso de forma alguma.
E como fica?
A palavra do árbitro é soberana, e, em tese, uma súmula não tem mentiras. Mas o xingamento não é algo “compatível” com o perfil do referido atleta.
Sugiro: alguma imagem com leitura labial, a fim de se resolver a pendenga. Em tese, o árbitro não mente (repare: em tese).
Aguardemos. Se o árbitro, por ventura, mentiu, será punido duramente pela legislação esportiva, como prevê a lei.
E não é que a Adidas está desenvolvendo uma bola inteligente, que terá sensores para ajudar a marcação dos impedimentos e infrações, e que estreará na Eurocopa 2024?
A Eurocopa vai estrear uma bola “inteligente”, novidade que promete funcionar como assistente da arbitragem. A inovação foi batizada de Fussballliebe (amor pelo futebol, em português) e será usada a partir de sexta-feira (14), em Munique, na Alemanha, com o jogo entre a seleção anfitriã e a Escócia.
A bola foi desenvolvida pela Adidas e tem tecnologia chamada de Connected Ball. O sistema deve auxiliar na marcação mais rápida de impedimentos ao enviar dados em tempo real aos árbitros de vídeo, que estarão na cabine do VAR.
Além disso, a Fussballliebe será aliada de outras tecnologias no campo, como as câmeras que captam os movimentos dos jogadores. Isso pode ajudar a arbitragem a determinar pontos de contato entre o atleta e a bola, de modo a colaborar com a marcação de faltas ao apontar se houve toque de mão, por exemplo.
Na parte externa, o design da bola foi projetado com foco em representar “movimento e a energia do jogo”, segundo comunicado da Uefa. O produto tem também ilustrações de cada um dos estádios da Eurocopa 2024 e o nome das cidades-sede.
Além de Munique, palco da abertura, outros nove locais recebem os jogos: Berlim, Colônia, Dortmund, Düsseldorf, Frankfurt, Gelsenkirchen, Hamburgo, Leipzig e Stuttgart. A competição será realizada de 14 de junho a 14 de julho.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Para o jogo entre o Galo e o Corvo, a FPF escalou:
Árbitro: Pablo Rodrigo Soares de Oliveira Árbitro Assistente 1: Rodrigo Meirelles Bernardo Árbitro Assistente 2: Maria Eduarda Silva Pires Quarto Árbitro: Daniel Carlos Luciano Fernandes Analista de Vídeo: Márcio Luiz Augusto
Nesse ano, teve oportunidades na série A3. Tomara que tenha evoluído!
Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo!
Acompanhe Paulista x Flamengo de Guarulhos pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo, reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira, análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo começa as 19h30h (14/06), mas desde as 18h00 o Tome Forte do Esporte já estará no ar.