– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Criciúma (Jogo de Volta da 3ª fase da Copa do Brasil).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tigre Carvoeiro, a CBF escalou:

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio – GO
Árbitro Assistente 1: Bruno Raphael Pires – GO
Árbitro Assistente 2: Leone Carvalho Rocha – GO
Quarto Árbitro: Gabriel Meira Bispo – SP
Assessor: Clêiber Elias Leite – BA
VAR: Diego Pombo Lopes – BA
AVAR: Cleriston Clay Barretos Rios – SE
AVAR2: Dyorgines Andrade – ES
Observador de VAR: Newton dos Santos Barreira – SP
Quality manager: Walter de Lima Coelho Jr – SP

Wilton é velho conhecido de todos e, em particular, para ele o jogo é importante pois está se preparando para o Mundial de Clubes da FIFA. Nesse momento, observadores FIFAs buscam assistir os jogos dos árbitros pré-selecionados para saberem como eles chegarão aos treinos para o torneio. E Sampaio, que não foi bem no Fluminense x Bragantino pelo Brasileirão nesse ano (é o mesmo trio daquela jornada), poderá mostrar melhor serviço.

Relembre aquela atuação aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/04/06/analise-da-arbitragem-de-fluminense-2×1-red-bull-bragantino-2/

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Criciúma pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Pietro Loredo, comentários  e reportagens de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta-feira, 22/05, 21h30. Mas desde às 20h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Ednaldo Rodrigues não volta mais.

E o presidente destituído da CBF, Ednaldo Rodrigues, protocolou um documento onde alega desistir da CBF.

Normal. É a certeza de que seu grupo político perdeu.

– Às claras e didaticamente, sobre os dois grupos da CBF e o futuro novo presidente:

O “torcedor de futebol comum” está acompanhando toda essa confusão sobre a presidência da CBF, e boa parte não está entendendo nada. Mas, afinal, quem são os candidatos? Ou melhor: quem está querendo assumir o poder?

Para entender, há dois grupos políticos rivais:

1 – O de Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero, que antigamente eram rivais, mas se uniram nos anos 2000 e geraram dirigentes como Caboclo e Cel Nunes (que nunca foram autônomos na prática, mas sim peças ditas comandadas à boca pequena) ou ressuscitaram outros, como José Maria Marin.

2- O de Reinaldo Carneiro Bastos, que fomentou Ednaldo Rodrigues e que, segundo os bastidores, sabidamente mandava no futebol brasileiro até então, em um comportamento igual ao grupo anterior: um presidente eleito, como foi Ednaldo, sem autonomia, supostamente comandado por alguém superior.

Tudo começou tempos atrás, quando Eduardo José Farah se licenciou da FPF e houve um acordo para que Reinaldo Carneiro e Marco Polo assumissem a entidade (como presidente e vice, respectivamente). Na hora H, Marco Polo assumiu a presidência alegando ser o vice mais velho e quebrando o combinado, gerando uma guerra de poder. Entre idas e vindas judiciais, houve o caso “Madonna, onde Marco Polo Del Nero denunciou à CBF que a partida que poderia decidir o título do Brasileirão, Goiás x São Paulo, estaria moralmente comprometida pois Reinaldo Carneiro Bastos houvera pedido ingressos à diretoria Tricolor para assistir o show da cantora Madonna no Morumbi, e que o “Pinguim” (árbitro Wagner Tardelli, escalado para o jogo) seria um dos vips que receberam ingresso de Reinaldo.

Enfim: tudo isso alimentou as disputas de poder, levando Marco Polo a compor com Ricardo Teixeira. Mas… isso explodiu com o Fifagate (a ação da Interpool que prendeu e/ou suspendeu cartolas de futebol em escândalos envolvendo direitos de transmissão e Copa do Mundo, por corrupção).

Com dirigentes banidos e alguns presos, algumas lacunas surgiram e os diversos vice-presidentes da CBF tentaram ser protagonistas. Mas sem o apoio dos poderosos cartolas aqui elencados, nada seria possível. Até porque os clubes têm medo desses nomes e nada podem fazer.

Surgiu então Ednaldo Rodrigues. E como ele se manteve no poder até então?

Com o apoio de Reinaldo, o baiano teve decisões judiciais a seu favor e assinaturas de dirigentes que o garantiam no poder. Além disso, o jogo político foi forte: diz-se que distribui-se escudos da FIFA a árbitros e bandeiras por interesses nem sempre meritocráticos (vide, especialmente no quadro feminino, o número de oficiais desconhecidas de estados não tão representativos do futebol, com a insígnia internacional). Fora isso, o óbvio foi questionado: a barganha financeira.

Na última eleição da CBF, o presidente Ednaldo Rodrigues (do grupo de Reinaldo) foi aclamado por unanimidade pelos clubes e federações, sendo inviabilizada a chapa adversária, do grupo de Teixeira e Marco Polo, que tentou lançar Ronaldo Nazário.

Entenda: para concorrer, cada candidato precisa ter apoio declarado por 8 federações e 5 clubes. Ronaldo não conseguiu apoiadores. E nesse processo questionável, o colégio eleitoral é formado pelas 27 federações com peso 3 no voto, pelos 20 clubes da Série A com peso 2 e pelos 20 clubes da série B com peso 1. Ou seja: se as Federações fecharem com algum candidato, não adianta todos os outros clubes se unirem para votar em outro, pois a força deles é menor. Assim, perceba: Federações como a do Amapá ou da Rondônia tem mais força e “importância” do que clubes como Flamengo ou Corinthians.

No pleito ocorrido há pouco dias, estourou o escândalo de que os presidentes de Federações tiveram uma benesse de Ednaldo Rodrigues, onde eles recebiam aproximados 50 mil reais e obteram um reajuste para R$ 215 mil, com direito a “16º salário” (entre aspas, pois não é salário propriamente dito, mas são 16 parcelas anuais desse valor). Por unanimidade, o grupo de Reinaldo continuou no poder.

A questão é: com a decisão judicial que retirou Ednaldo do poder, pois a assinatura do Cel Nunes que o garantiu no poder (no primeiro processo do imbróglio) houvera sido falsificada, tudo mudou. Ato contínuo, Fernando Sarney (filho de José Sarney, um dos 8 vices da CBF e ligado ao grupo de Teixeira e Marco Polo) assumiu o poder para convocar eleições.

As chapas tiveram 4 dias para registro de candidatura, e a oposição atual a Ednaldo (entenda-se: grupo de Teixeira e Marco Polo) lançou Samir Xaud. A situação, sem nome, lançou o próprio nome de Reinaldo Carneiro Bastos.

Entretanto… Reinaldo não conseguiu ter o apoio de 8 federações (somente a sua própria federação, a Paulista, além da do Mato Grosso, o apoiaram). Assim, troca-se de grupo político no poder no dia 25, dia das Eleições na CBF e que terá candidato único (véspera da apresentação de Carlo Ancelotti como treinador da Seleção Brasileira e convocação para as Eliminatórias).

E por que Reinaldo “não vingou”?

Ora, pelo motivo óbvio: os presidentes de federações querem vantagens e não são fiéis a nomes. O grupo representado por Ednaldo instituiu o mensalinho, aumentou o salário deles e criou o 16º. Mas não tinha mais nada a oferecer. Já o outro grupo, sedento ao poder, pode oferecer outros tantos benefícios.

Alguém pode questionar: “mas eles não elegeram Ednaldo recentemente por unanimidade?” E a resposta é: “sim, mas as federações enxergam outras oportunidades com o cenário atual – das políticas às financeiras”.

Exemplos?

Mais verbas para desenvolvimento local do futebol, mais escudos FIFA a bandeiras de federações menores, mais amistosos da Seleção Brasileira em seus territórios regionais e mais chefes de delegação viajando para a Europa…

Fidelidade, cá entre nós, não é o forte dessa gente.

E quem é Samir Xaud?

Ele é médico, tem 41 anos, e é filho de Zeca Xaud. Seu pai é presidente da Federação de Futebol da Roraima (com 10 times filiados), que está no cargo desde 1980 e terminará o mandato em 2026. A curiosidade é: em 2024, Samir foi eleito novo presidente da Federação de RR, e assumirá o cargo para suceder o seu progenitor somente em 2027 (ou melhor: assumiria, pois deve estar na CBF).

Lógico, Samir não estará no cargo pelo que já fez ao futebol ou pela meritocracia, mas por ter sido o nome do grupo político que entra.

Esse, simplesmente, é o futebol brasileiro. Tem como dar certo?

– Camilo vs Luciano: valeu, Pilhado!

Obrigado pelo carinho da citação, Pilhado!

Sobre o lance polêmico de SPFC 2×1 GFPA, em: https://wp.me/p4RTuC-17ck

– O VAR acabou com a malandragem no futebol? Com a palavra, o Malandro!

Os torcedores mais antigos se lembram do folclórico Dé Aranha, que jogou futebol nos anos 70 e passou por Botafogo, Bangu e Vasco da Gama.

Reconhecido como “malandro” (ele jogou gelo na perna de adversário, areia nos olhos de goleiro e ‘comeu’ cartão vermelho de juiz), quando questionado sobre tais atitudes com o VAR existindo hoje, disse à Revista Veja que:

“No futebol, não há mais espaço para a irreverência e a malandragem dos meus tempos de jogador (…) Cada jogo era uma guerra, e na guerra vale tudo: tiro nas costas, emboscada (…). Os jogadores de hoje são mais atletas do que craques. Por isso jogam um futebol horroroso. Eu fui marrento, mas também craque e atleta. Hoje não se pode nem mais comemorar um gol provocando a torcida adversária (…) Eu joguei no tempo do Castor de Andrade, ele fazia de tudo: comprava juiz, tirava jogador de time adversário. Mas estamos no tempo do profissionalismo. Hoje, é preciso pensar como uma empresa. A malandragem ficou para trás.”

O link está em: https://veja.abril.com.br/esporte/de-aranha-a-malandragem-ja-era/

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Imagem extraída da Revista Veja (link acima), mas não encontrei a autoria da foto. Por gentileza, quem souber, informar para o crédito na postagem.

– Os gaúchos têm razão em reclamar do árbitro em São Paulo 2×1 Grêmio?

O árbitro Rodrigo José Pereira de Lima está sendo questionado pelo Grêmio pela derrota contra o São Paulo.

Embora o São Paulo tenha tido muito mais volume de jogo (até o gol do Tricolor Gaúcho, havia 10 ataques do SPFC contra 1 do GFPA), o lance capital veio de um pênalti polêmico de dupla reclamação:

No ataque, Arboleda teria cometido uma carga faltosa em Jemerson (e seria falta para a defesa do Grêmio). Não foi! Acertou ao nada marcar o árbitro, lance normal de disputa de bola (o contato físico, desde que não seja com força excessiva, é inerente no futebol). Porém, na sequência, Luciano (que reclama sempre da arbitragem e costuma forçar faltas cavadas) vai dominar uma bola em disputa com Camilo, que o marca por trás. Há uma “pernada” do marcador, que não atinge o atacante de maneira infracional (por baixo, não foi pênalti). Por cima, há a mão nas costas de Luciano, mas que não tem força para empurrar o jogador. Ao sentir o contato físico, o são-paulino se joga e o árbitro “cai”.

Repare: pelo fato do árbitro estar numa posição frontal, ele perde a noção da força do toque. Se estivesse corretamente na diagonal, à esquerda da jogada, teria uma visão de lateralidade melhor e não marcaria.

O problema é: tendo VAR, cinco minutos analisando, e marcar infração…

Enfim: jogador sabe quando o árbitro está com dificuldade técnica e/ou em uma má jornada e aproveita-se disso.

Eu não marcaria a falta de Arboleda, tampouco o pênalti de Camilo. Deveria seguir o jogo.

– O que os clubes pedirão sobre o VAR e o que a CBF oferecerá:

Existe no Brasil uma entidade chamada Comissão Nacional de Clubes de Futebol, formada por alguns nomes importantes como Júlio Casares do São Paulo FC e BAP do CR Flamengo. Ela, segundo a matéria de Igor Siqueira no UOL, sugerirá 3 ideias para a Comissão de Árbitros da CBF.

Serão elas (extraídas de https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2025/05/19/comissao-de-clubes-leva-sugestoes-a-cbf-para-mudar-atuacao-do-var.htm):

“1 – Que quando o árbitro de campo chegar à área de revisão, à beira do campo, o áudio dele com a cabine do VAR seja desligado. A ideia é que o árbitro central interprete o lance sem as sugestões do VAR no ouvido.

Esse cenário incomoda os clubes porque o VAR, no intuito de auxiliar, por vezes argumenta para convencer o árbitro central a respeito da interpretação sugerida.

2 – Que após lance de gol, o VAR tenha dois minutos para buscar irregularidades. E depois, se for encontrada alguma questão, o árbitro de campo tenha mas dois minutos para revisar, se necessário.

A ideia é que se alguma irregularidade não for achada em dois minutos, significa que ela não é clara/escandalosa o suficiente para justificar a intervenção do VAR e eventual anulação.

3 – Que eventuais irregularidades na fase de ataque de um lance de gol (se houve uma falta antes, por exemplo) só sejam consideradas se acontecerem de 25 segundos antes da bola na rede em diante.

O diálogo na comissão de clubes é também para ver como o chefe dos árbitros enxerga esses temas e se é possível aplicar as sugestões diante do protocolo atual do VAR.”

As ideias podem ser levadas em conta, não tem problema de considerá-las como interessantes e discuti-las é salutar (a própria FIFA está estudando um sistema alternativo ao VAR, chamado de VSF – suporte de vídeo, onde já falamos anteriormente aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/01/13/o-fvs-devera-ser-ainda-mais-usado-nos-testes/).

O problema é: não se pode mudar a Regra do Jogo e nem o Protocolo do VAR, pois são universais. Por mais que se faça uma pressão, não pode o mundo “jogar com as regras X” e o nosso país com as “regras Y”. O que se deve fazer é que funcione bem o que já existe, e levar à International Board tais ideias, considerando-as boas.

Há uma observação: a CA-CBF vai receber todo mundo, pois com a queda de Ednaldo, ela se torna automaticamente frágil, já que Reinaldo Carneiro Bastos é quem catapulta Rodrigo Martins Cintra e Luiz Flávio de Oliveira à chefia dos árbitros. Fernando Sarney, Samir Xuad e toda gente que está assumindo, pertencem ao outro grupo político. E quando um clube pedir a troca do comando dos juízes, não será demorada a providência.

Imagem gerada por IA

– Parabéns, Galo!

Paulista FC: 116 anos!

Feliz aniversário, Galo do Japi.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Palmeiras (Rodada 09 do Campeonato Brasileiro 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Verdão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – CE (mas é do RJ)
Árbitro Assistente 1: Nailton Junior de Sousa Oliveira – CE
Árbitro Assistente 2: Renan Aguiar da Costa – CE
Quarto Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos – SP
Assessor: Renato Cardoso da Conceição – MG
VAR: Adriano de Assis Miranda – SP
AVAR: Alberto Poletto Masseira – SP
AVAR2: Douglas Marques das Flores – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Jr – SP
Quality Manager: Walter de Lima Coelho Junior – MG

“De Lima”, 53 anos, é um dos árbitros mais longevos da história do futebol brasileiro. Há 10 anos, por algum tempo, foi o melhor árbitro do Brasil. Na média da carreira, um árbitro com uma bonita história, que acertou bastante (e errou algumas vezes). Nada de erros escandalosos.

Ultimamente, com idade avançada para atividade, mantém a rotina de treinos físicos bem intensa. Entretanto, nesse Brasileirão apitou apenas 1 jogo: Internacional x Cruzeiro. Nessa partida, foi suspenso e não mais escalado na série A.

Ao decidir encerrar a carreira (como anunciou nessa semana), a CBF o escala como homenagem para essa partida em Bragança Paulista. Que tenha uma excelente atuação, e que os atletas possam demonstrar Fair Play (especialmente Abel Ferreira e sua comissão técnica, pelos óbvios exageros que cometem).

Em tempo: Marcelo vai se tornar VAR. Que esse seja o caminho de ex-árbitros experientes.

Me chama a atenção a equipe de vídeo: O VAR e o AVAR 2 foram árbitros conhecidos e que tiveram bastante oscilações na carreira. O AVAR 1 é muito bom, tanto enquanto banderou como agora, na nova função.

Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Palmeiras pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Domingo, 18/05, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Samir Xaud vem aí?

Segundo OESP, um grupo político da CBF articula Samir Xaud, presidente da Federação da Roraima, como presidente da entidade.

Ah, o futebol brasileiro… que criatividade! Seria um novo Coronel Nunes, mas mais jovem e articulado?

– Saudosismo!

De 1988: meu primeiro livro sobre futebol!

É curioso ver o quão diferente era a visão daquela época e a de hoje. Ao mesmo tempo, alguma coisa idêntica.

Paradoxos!?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Red Bull Bragantino x Palmeiras (Rodada 09 do Campeonato Brasileiro 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Verdão, a CBF escalou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique – CE (mas é do RJ)
Árbitro Assistente 1: Nailton Junior de Sousa Oliveira – CE
Árbitro Assistente 2: Renan Aguiar da Costa – CE
Quarto Árbitro: Fabiano Monteiro dos Santos – SP
Assessor: Renato Cardoso da Conceição – MG
VAR: Adriano de Assis Miranda – SP
AVAR: Alberto Poletto Masseira – SP
AVAR2: Douglas Marques das Flores – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Jr – SP
Quality Manager: Walter de Lima Coelho Junior – MG

“De Lima”, 53 anos, é um dos árbitros mais longevos da história do futebol brasileiro. Há 10 anos, por algum tempo, foi o melhor árbitro do Brasil. Na média da carreira, um árbitro com uma bonita história, que acertou bastante (e errou algumas vezes). Nada de erros escandalosos.

Ultimamente, com idade avançada para atividade, mantém a rotina de treinos físicos bem intensa. Entretanto, nesse Brasileirão apitou apenas 1 jogo: Internacional x Cruzeiro. Nessa partida, foi suspenso e não mais escalado na série A.

Ao decidir encerrar a carreira (como anunciou nessa semana), a CBF o escala como homenagem para essa partida em Bragança Paulista. Que tenha uma excelente atuação, e que os atletas possam demonstrar Fair Play (especialmente Abel Ferreira e sua comissão técnica, pelos óbvios exageros que cometem).

Em tempo: Marcelo vai se tornar VAR. Que esse seja o caminho de ex-árbitros experientes.

Me chama a atenção a equipe de vídeo: O VAR e o AVAR 2 foram árbitros conhecidos e que tiveram bastante oscilações na carreira. O AVAR 1 é muito bom, tanto enquanto banderou como agora, na nova função.

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– E se o Corinthians e Flamengo fraquejarem hoje?

Se o Timão e o Mengão não se classificarem respectivamente para a próxima fase da Sulamericana e da Libertadores, será um baita mico…

Eu acho que os dois passam de fase. E você?

– A Encruzilhada do Futebol Brasileiro.

O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.

Vale a leitura!

Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):

https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/juca-kfouri/2025/05/14/a-encruzilhada-do-futebol-brasileiro.htm

A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO

Por Savério Orlandi

Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.

O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.

Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.

Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.

E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.

Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.

A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.

Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).

O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).

Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.

E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).

Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.

Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.

É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).

A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.

*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.

**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

– Botafogo sofre, mas vence com golaço no fim e segue vivo na Libertadores!

Em noite tensa no Nilton Santos, o Botafogo superou o Estudiantes por 3 a 2 com direito a golaço de Artur no fim. Time segue na briga por vaga na …

Original em: Botafogo sofre, mas vence com golaço no fim e segue vivo na Libertadores!

– Dois SPFC?

O São Paulo da Libertadores da América é um time aguerrido, copeiro e que não costuma decepcionar na competição.

O São Paulo do Brasileirão, cá entre nós, não é a mesma coisa. Tanto que está em 15º colocado, pertinho da Zona do Rebaixamento.

A questão é: a paixão pela competição internacional faz com que não se dedique o suficiente no torneio nacional, fazendo com que se sacrifique jogos e/ou pontuação? Ou nada disso?

Enfim: vale tanto esforço pela Libertadores, em detrimento do Brasileirão?

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– A influenciadora Virgínia, a Sabatina de Soraia e a CPI das Apostas Esportivas: o detalhe do momento demagogo.

Um momento vergonhoso: em Brasília, a influenciadora Virgínia era sabatinada pela senadora Soraia, e falou-se sobre CBF, dinheiro das Casas de Apostas no futebol e recursos públicos para os clubes.

Só eu que não achei normal o que pensam essas pessoas? Viram os “conceitos” dessa gente?

Confesso: revoltante! Confira se não é lamentável se prover nossos valores pagos em impostos para entidades privadas esportivas, em: https://youtu.be/bUK6Gr8BgH8?si=f0VZ-jnOUlqhDrgJ

– A Encruzilhada do Futebol Brasileiro.

O texto escrito pelo ex-diretor do Palmeiras Savério Orlandi, é um oásis em meio a tanta pataquada que lemos em artigos, muitas vezes, com interesses escusos, sobre os rumos do futebol brasileiro.

Vale a leitura!

Reproduzido no UOL pela Coluna do Juca Kfouri (link abaixo):

https://www.uol.com.br/esporte/futebol/colunas/juca-kfouri/2025/05/14/a-encruzilhada-do-futebol-brasileiro.htm

A ENCRUZILHADA DO FUTEBOL BRASILEIRO

Por Savério Orlandi

Quando tudo indicava já adormecida e consolidada a sucessão na CBF com a eleição de Ednaldo Rodrigues, uma reviravolta trouxe novo e indigesto capítulo para a história, com o questionamento judicial do termo de acordo no qual aparentemente um dos seus signatários não dispunha do pleno gozo das faculdades mentais para firmá-lo.

O Tribunal Superior, que já homologara tal acordo, foi instado por alegações de falsidade documental e encontrou uma saída olímpica através da decisão do ministro relator nos limites da tecnicidade e daquilo que processualmente falando lhe era razoável fazer, assim devolvendo a matéria para investigação pelo Tribunal de origem no Rio de Janeiro.

Não é novidade que a entidade máxima do futebol brasileiro possua um vasto histórico de controvérsias, desmandos e desacertos. Um simples olhar para o último meio século nos evidencia, a partir da administração de João Havelange, a transformação de uma organização quase amadora em uma sólida sociedade empresarial, alavancada a partir dos anos 1970 pela forte entrada de um novo capital no futebol através dos contratos de televisão, dos fornecedores de material esportivo e da publicidade em geral, e ainda da ampliação da influência política na sua administração e trajetória.

Assim vimos a época do “onde a arena vai mal, mais um time no nacional”, o arrego no ano de 1987 que resultou na Copa União, a CPI da Nike, a derrocada de Ricardo Teixeira, o envolvimento de ex-presidentes no Fifagate, assédio sexual, o flerte inadequado com a Corte Suprema e a atual sensação de vacância pelas várias trocas havidas no comando.

E, como se não bastasse, agora com o ineditismo da possível fraude de documentos; o que veremos nos próximos tempos é certamente uma série de novas “idas e vindas” de despachos, liminares e recursos, mantendo a direção da CBF “sub judice” e o cenário de acefalia no comando e nas diretrizes da entidade, tendo no horizonte a Copa de 2026.

Para além da participação na próxima Copa do Mundo com a comprometida preparação em curso (mesmo a seleção tendo agora um novo treinador), o futebol brasileiro e a sua entidade máxima notadamente não dispõem de qualquer plano fora o fisiologismo, nem tampouco tem dimensão da responsabilidade social que tem com a nação, quem lhe outorga os símbolos e as propriedades, a seleção brasileira por exemplo: em verdade, urge um basta no continuísmo e uma guinada para reverter o quadro de letargia e clientelismo que insiste em nortear os caminhos do nosso futebol, algo que obviamente não é fácil, porém se faz imperioso.

A cooptação da totalidade das federações e dos clubes das séries A e B alcançou o ápice na eleição por aclamação ocorrida em março passado, desde quando os clubes de modo dissimulado manifestam concordância com a gestão ou, quando cobrados, sustentam que mesmo somados não reúnem quórum para pensar em mudança. Pura conveniência e vassalagem, um tipo de parceria na conduta lesa pátria por parte de quem deveria exigir as modificações na direção organizacional, fundamentalmente para permitir aos clubes que regulem e liderem por si só uma parcela do seu próprio negócio.

Nos últimos 5 anos, a estrutura da indústria do futebol tem se revigorado com os novos modelos e ferramentas que alteraram o “modo e o meio”, impactando diretamente as formas de gestão, em especial a dos clubes isoladamente (atual divisão dos direitos de TV, possibilidade de transformação em SAF, investimentos e regulamentação das Bets, novos patamares de patrocínio e premiação, entre outras novidades e ativações).

O mercado foi turbinado pelos investimentos das SAF e pelos aportes pesados das Bets, além do incremento dos direitos transmissivos após a regulamentação dos mandantes, e assim a maioria dos clubes tem experimentado um hiato episódico com uma grande afluência de recursos (o que não exclui a elevação de dívidas no período e as deficiências nos controles internos e na governança, inclusive entre os 2 ou 3 dos mais badalados).

Em que pese o auspicioso e positivo recorte econômico financeiro, algo a ser bastante comemorado, existe também seu lado perverso, pois a farta disponibilidade de recursos conduz invariavelmente à miopia, exatamente o que ocorre no âmbito das duas ligas.

E dentro delas, muito longe da unanimidade que foi alcançada para eleger o mandatário da entidade máxima do nosso futebol, nem mesmo se logrou superar definitivamente a discussão de “mais valia” promovida entre seus membros de modo contraproducente há 5 anos, frustrando o objetivo de desenvolver e aperfeiçoar em todos os seus aspectos o que seria o pretendido novo mercado, cuja formação passa por embates, rupturas e a permanente interlocução com a direção da CBF, seja ela com quem for (ou vier a ser).

Há muito o que fazer para formatar um modelo viável e próspero, sendo imprescindível o alinhamento dos clubes e da CBF para trabalharem no enfrentamento de temas como a organização de alguns campeonatos por ligas, um modelo de fair play financeiro, a questão dos gramados, a obsolescência do nosso VAR, a violência, o calendário, a perda da atratividade, os efeitos mercadológicos das transições geracionais, licenciamentos conjuntos, os games e E-Sports, entre outros assuntos de estratégia e governança.

Sem contar principalmente a necessária revisão do produto para melhorar a experiência do consumo interno e para fins de exportação, afinal, não dá mais para tolerar o tanto que tem de reclamação em campo a cada partida, a constante perda do tempo de jogo e a vergonha das simulações, como tomar pontapé na canela e rolar com a mão no rosto.

É preciso que seja alterado o estado atual das coisas, a fim de subtrair o viés político na direção do futebol brasileiro possibilitando oportunidade de ressignificação da entidade máxima e do seu objeto, assim reforçando a atribuição da competência institucional das seleções brasileiras, registros e filiações, junto da permissão de organização para a Liga e reserva da organização de algumas competições com reciprocidade quanto à inclusão dos clubes que disputarem suas próprias ligas (Clube Série A/B na Copa do Brasil, p. ex.).

A hora é de evoluir, de refletir e planejar, não há mais espaço para seguirmos apenas nos valendo daquela bengala de sermos o único pentacampeão do mundo, de sermos detentores do futebol arte ou de acreditar de forma simplista que num piscar de olhos seremos “Top 3” das ligas do mundo: o momento de agir chegou e todos os atores têm responsabilidade pela mudança, sob pena de continuarmos sendo a “eterna promessa”.

*Savério Orlandi é advogado formado pela PUC em 1993, consultor jurídico e sócio filiado à Associação Brasileira dos Executivos de Futebol, além de membro da Comissão de Governança em Clubes de Futebol do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Foi diretor de futebol do Palmeiras.

**Texto originalmente publicado no portal Migalhas.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

– Ancelotti se irritou?

E Ancelotti não gostou da CBF divulgar antes do combinado a sua contratação

A entidade o fez para abafar o caso da suposta assinatura falsa do Cel Nunes?

– E se nosso campeonato imitasse a Premiere League?

O Atlético Mineiro, o Botafogo, o Palmeiras (na Série A) e o Athletico Paranaense (na Série B), são os clubes que jogam com o piso sintético em nosso país. É muita gente… Na Inglaterra (a Liga mais rentável) isso é proibido.

Também na Premiere League está se transitando para que não seja permitido que Casas de Apostas patrocinem clubes de Futebol. Aqui no Brasil, de 20 clubes da 1ª divisão, 18 contam com esse tipo de patrocínio master.

Fico pensando: se é para imitarmos coisas boas, por que não as medidas de outros pares que dão certo em seus países?

Esse é o nosso Brasil…

– Minhas perguntas sobre Carlo Ancelotti na Seleção e o oportunismo:

A CBF foi oportunista quanto à contratação de Ancelotti?

Justo no dia em que se teria audiência (cancelada) sobre a falsificação da assinatura de Cel Nunes, que analisava a permanência de Ednaldo Rodrigues na entidade?

Que jogada… agenda positiva na “hora certa”. Um assunto positivo sobre um negativo.

Já falamos disso em: https://youtu.be/8KGXO7b_hxg?si=WAYQwDNgwg3OAXRQ

– Sobre a polêmica de Depay em Mirassol?

Me surpreendo com a polêmica de Depay no último sábado em Mirassol.

Ora, se ele arriscou a cobrança daquele jeito, correu o risco. Agora, aguente a pressão. Simples. Assim como tantos outros fazem isso…

– Carlo Ancelotti é o novo treinador da Seleção Brasileira: e as perguntas pertinentes?

Que Carlo Ancelotti é um baita treinador, não se questione. É um nome indiscutível. Mas eu tenho as seguintes curiosidades: 

1- Depois de dois “nãos” à CBF, o que foi determinante para o “sim”?

2- Havia a concorrência dos árabes (supostamente do Al Hilal ou até do Al Nassr). A CBF venceu os petrodólares (se confirmado o interesse árabe) com qual argumento?

3- Quem serão os seus assistentes técnicos?

4- Ancelotti morará no Brasil, ou ficará na Europa?

5- O italiano estará rodada-a-rodada em algum estádio acompanhando os jogadores domésticos, como fazia Tite, Diniz e Dorival, ou não?

6- Como se adaptará o treinador à nova realidade, já que, diferente da rotina de um clube, poderá treinar uma ou duas vezes a Seleção e mandá-la a campo, pela falta de tempo?

– Os lances polêmicos da arbitragem em Palmeiras 1×0 São Paulo (Rodada 8 do Brasileirão).

O árbitro Rafael Rodrigo Klein (FIFA-RS) cumpriu à risca o que era esperado dele, por parte da Comissão de Arbitragem. A propósito, a Comissão Consultiva Internacional o considera hoje um “modelo de árbitro”, pois entende que ele sabe deixar o jogo correr, não marca qualquer faltinha e conversa pouco com jogadores. E dentro dessa expectativa, o jogo transcorreu “mais ou menos” dessa forma.

“Mais ou menos” pois a Regra 3, a que fala sobre a autoridade do árbitro, não foi cumprida. Hoje, as Ligas escolhem se mantém como sempre foi (ninguém conversa com o árbitro, mas há aquela flexibilidade para encostar nele e falar alguma coisa), ou se optam pela permissão de que somente o capitão converse com o juiz, e todos os demais atletas não possam, sendo passível de cartão amarelo. A CBF optou pela segunda opção, e isso foi visto em duas ou três rodadas apenas. Parece que temos uma “terceira via” em nosso país: todo mundo pode falar com o árbitro, reclamar, gesticular, e ninguém é advertido.

Outro ponto de Klein, negativamente: não se esforçou em ter tempo de bola rolando. Embora não marque as faltinhas forçadas, permitiu a cera absurda dos goleiros (por exemplo: o goleiro Rafael, quando percebeu que seu time ficaria com 10 atletas pelo atendimento a Wendell, ficou caído em campo ganhando tempo para que seu time voltasse a ter 11 jogadores; ou Weverton, que em um raro momento de pressão adversária, caiu para esfriar o jogo), tampouco acelerou as cobranças de faltas (apesar de não marcar tanta falta quanto ao conterrâneo gaúcho dele, Anderson Daronco, demorou para o reinício e isso quebra a dinâmica da partida).

Demais pontos importantes:

A possível 6ª substituição:

Lucas Canetto Bellote, o 4º árbitro, foi ao vestiário com a informação de que Wendell poderia ter uma suspeita de concussão por parte da equipe médica do São Paulo FC. Em confirmando, você tem a substituição adicional permitida (ambas equipes podem efetuar uma troca exclusiva). O Palmeiras reclamou nas palavras de João Martins, em entrevista coletiva pós-jogo, que o árbitro Rafael Rodrigo Klein esqueceu de permitir a alteração. Nada disso! O que ocorreu é que não foi aberto o protocolo de concussão, pois o médico do SPFC não entendeu que existiu esse fato (lembremo-nos: médicos têm responsabilidade e não podem forçar um atestado para tirar proveito de uma situação). Dessa forma, nem Palmeiras e nem São Paulo fizeram a 6ª substituição.

Expulsões das Comissões Técnicas:

O bandeira 1 chamou o árbitro para expulsar Max Cuberas e o quarto-árbitro para expulsar Abel Ferreira (esse, já tinha amarelo por reclamação). Ambos receberam o Vermelho Direto (portanto, Abel não só cumprirá a automática, mas levará mais um Amarelo para a conta). Todos por reclamação excessiva.

A verdade é que Zubeldía e Abel, juntamente com suas comissões técnicas, infernizam o trabalho do quarto-árbitro (relatei anteriormente em outra postagem: com os quarto-árbitros que conversei dias atrás, ouvi que precisam fazer “terapia” para aguentar tão chatos comportamentos). Lembrei-me dos anos 90: em jogos do São Paulo no Morumbi, sempre se escalava Valter José dos Reis, excepcional bandeira e que brincavam ser “surdo do ouvido esquerdo”, pois Telê Santana passava todo momento reclamando a ele, que fingia não escutar e o ignorava.

IMPORTANTE: A expulsão de Abel, ressalte-se, se deu por DESCONHECIMENTO DA REGRA: O Palmeiras partiu para o ataque, um atleta do São Paulo fez uma falta técnica (daquelas para “matar o jogo”, que Felipão sabia orientar muito bem), mas o árbitro corretamente aplicou a vantagem, que se concretizou. Abel esperneou pois queria que, ao sair a bola, o infrator recebesse o Amarelo. Porém, a regra mudou: agora, se é uma falta técnica para Amarelo, mas a vantagem se concretiza, não se aplica o Amarelo pois o intuito da infração era atrapalhar o ataque, e isso não aconteceu. Em faltas mais violentas ou de natureza diferente, continua-se aplicando o cartão.

Gol do Palmeiras:

Aqui, não se pode levar a questão como interpretativa, é objetiva: o bumbum do defensor estava centímetros à frente da última parte jogável do atacante (o ombro). Leio na Internet muita gente tentando considerar parte do braço, para dizer que estava impedido (aí não vale, não se pode jogar com as mãos). Tudo isso se resolveria com o impedimento semi-automático que a FIFA disponibiliza em seus torneios.

– Dois SPFC?

O São Paulo da Libertadores da América é um time aguerrido, copeiro e que não costuma decepcionar na competição.

O São Paulo do Brasileirão, cá entre nós, não é a mesma coisa. Tanto que está em 15º colocado, pertinho da Zona do Rebaixamento.

A questão é: a paixão pela competição internacional faz com que não se dedique o suficiente no torneio nacional, fazendo com que se sacrifique jogos e/ou pontuação? Ou nada disso?

Enfim: vale tanto esforço pela Libertadores, em detrimento do Brasileirão?

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– E se nosso campeonato imitasse a Premiere League?

O Atlético Mineiro, o Botafogo, o Palmeiras (na Série A) e o Athletico Paranaense (na Série B), são os clubes que jogam com o piso sintético em nosso país. É muita gente… Na Inglaterra (a Liga mais rentável) isso é proibido.

Também na Premiere League está se transitando para que não seja permitido que Casas de Apostas patrocinem clubes de Futebol. Aqui no Brasil, de 20 clubes da 1ª divisão, 18 contam com esse tipo de patrocínio master.

Fico pensando: se é para imitarmos coisas boas, por que não as medidas de outros pares que dão certo em seus países?

Esse é o nosso Brasil…

– Brasil conquista o hepta no Mundial de Futebol de Areia com final épica.

Brasil vence Belarus por 4 a 3 e conquista o hepta no Mundial de Futebol de Areia! 🏖️⚽ #HeptaDoBrasil #FutebolDeAreia #LinkedIn é O post 🇧🇷 Brasil …

Continua em: Brasil conquista o hepta no Mundial de Futebol de Areia com final épica

– Aparência dos Treinadores influencia dentro de campo?

O Jornal Internacional de Psicologia dos Esportes (http://www.ijsp-online.com/) publicou um trabalho curioso da Universidade de Portsmouth: a aparência dos treinadores influencia no desempenho dos atletas. Quanto mais formal, maior inspiração aos atletas, sendo que o uso do terno e gravata traria a sensação de maior eficiência à equipe do que equipes cujo treinador usa agasalho esportivo!

E você, concorda com essa pesquisa? Deixe seu comentário:

Extraído de: International Journal of Sport Psychology

COACHES WEARING A SUIT WERE PERCEIVED AS BEING MORE STRATEGICALLY COMPETENT THAN THOSE WEARING SPORTING ATTIRE.

SPORTS coaches who wear suits on match days and tracksuits on training days are more likely to get the best out of their teams, according to new research.

Sports scientists at the University of Portsmouth studied the effect a coach’s appearance had on the players’ impressions of their competence.

Dr Richard Thelwell said: “We have found that the clothing that coaches wear can have a direct effect on the players’ perceptions of the coach’s ability.

“Players look to their coach to provide technical skills, to motivate them and to lead them. ” A coach in a suit suggests strategic prowess which is obviously ideal for a match.
“In our study, coaches wearing a suit were perceived as being more strategically competent than those wearing sporting attire.

“However, when wearing sporting attire, they were perceived to be more technically competent than those in a suit.”

For the research, published in the International Journal of Sport Psychology, the researchers asked 97 men and women to observe and give their reactions to static photographs of four different coaches.

The pictures depicted coaches who were of lean physique and dressed in a tracksuit, large physique and dressed in a tracksuit, lean physique and dressed in a suit and large physique and dressed in a suit.

The coach who was of large build and wearing smart clothes was uniformly ranked the lowest in terms of their competence to motivate, develop technique, develop game strategy, and build athlete character.

The coach who was lean and wearing a tracksuit was rated best for technical and character-building abilities which were skills most required at training and development of players and was rated equal best for “ability to motivate players.”

The coach who was lean and smartly dressed was rated best as a strategist, the skill most expected and required at matches. Dr Thelwell said: “First impressions can have a powerful and long-lasting effect, no matter how quickly judgements were made.

“From research, we know that sportsmen and women make snap decisions about their opponents based on first impressions.

“Such impressions then often influence the expectations of the performance outcome that results in success or failure.

“In coaching it is vital a strong rapport develops between the coach and the athlete.

“Sportsmen and women have to be willing to be persuaded to push the boundaries physically and mentally because the coach believes they can push harder or even because the coach just tells them to, but, to date, very little research has been done on what happens in those first few moments, and more importantly whether the athlete is prepared to go along with the coach’s ideals.

“While we are more aware of how athletes might judge coaches, we are still unaware of the processes that athletes go through to be able to develop impressions of coaches and this is something we are starting to look at.”

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer, favor informar para crédito.

– Vai punir todo mundo, STJD?

O primeiro árbitro a ser punido por não dar escanteio em mais de 8 segundos de retenção de bola por parte do goleiro, foi Ramon Abel Abatti. Todos serão punidos?

Corroboro a pergunta do Sálvio, abaixo: vai punir todo mundo?

Em tempo: “punido” entre aspas. Gancho de 15 dias, que virou advertência!

Vide:

– Não se discorde de Rogério Ceni:

Para pensar. Indiscutível:

– What an Action-Packed NBA Playoff This is Turning Out To Be!

Two former champs – the Nuggets and the Warriors – are banking on their veteran cage IQ to bring them to the next stage. The defending champs Celtics…

Continua no original em: What an Action-Packed NBA Playoff This is Turning Out To Be!

– 40 dias sem treinador…

E continuamos sem treinador na Seleção Brasileira…

Não é uma várzea tal situação? Lamentável…

– Diniz no Vasco?

E o Vasco da Gama contratou Fernando Diniz como técnico.

Será que alguém por lá questionou que o esquema de jogo do treinador leva tempo para funcionar, e não é o mais recomendado para times que estejam na Zona do Rebaixamento?

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Grêmio x Red Bull Bragantino (Rodada 8 do Brasileirão Série A 2025).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Tricolor Gaúcho,

Árbitro: Davi de Oliveira Lacerda – ES
Árbitro Assistente 1: Douglas Pagung – ES
Árbitro Assistente 2: Pedro Amorim de Freitas – ES
Quarto Árbitro: Bruno Mota Correia – RJ
Assessor: Vital Cordeiro Lopes  -BA
VAR: Caio Max Augusto Vieira – RN
AVAR: Sidmar dos Santos Meurer – PR
AVAR2: Dyorgines José Padovani de Andrade – ES
Observador de VAR: Márcio Eustáquio de Souza Santiago -MG
Quality Manager: Larissa Ramos Monteiro – RJ

Davi tem tido várias oportunidades na Série A do Brasileirão (e deverá ser FIFA em breve, pois é desejo da CBF). Quando começou a ser escalado, “sentiu a pressão” e teve atuações irregulares. Ele não foi bem quando trabalhou em Fortaleza x Red Bull Bragantino, mas quando o Massa Bruta jogou contra o Bahia, aí ele desempenhou melhor trabalho. Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-3rn)

Com a sequência de jogos que a CBF tem dado a ele, está “aprendendo a apitar na marra”, e corrigiu o erro que cometia, de confundir “permitir maior contato físico” com “faltas reais não marcadas”.

Me preocupa o VAR: Caio Max é conhecido, estava revezando na função de árbitro central e VAR. E como VAR, recordo-me de alguns erros – inclusive sugerindo a expulsão equivocada de Cleiton contra o CAP em 2024, vide aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2024/07/25/pobres-palmeiras-x-vitoria-e-fortaleza-x-sao-paulo/

Acompanhe conosco o jogo entre Grêmio vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, 10/05, 18h30. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Os valores dos patrocínios das Bets nos clubes de futebol no Brasil:

As Casas de Apostas, inegavelmente, financiam o futebol brasileiro.

O que os clubes fariam sem elas hoje?

Vide o quadro: