Minha coluna no Jornal de Jundiaí de hoje (Coluna OPINIÃO, página 2): sobre as mazelas da Conmebol!
Prestigie:
Minha coluna no Jornal de Jundiaí de hoje (Coluna OPINIÃO, página 2): sobre as mazelas da Conmebol!
Prestigie:
Parece “biruta de aeroporto”, quando o vento bate e ela muda de rota: assim é a opinião de muita gente sobre Zubeldía, o treinador do SPFC.
Quando aumenta-se o número de jogos empatados no Campeonato Brasileiro (o Tricolor tem apenas 9 pontos, está em 11º lugar na tabela com apenas 1 vitória em 7 jogos e 6 empates), surge o coro de “fora Zubeldía”, “burro” ou vaias. Quando o time ganha 3 partidas como visitante na Libertadores da América, os mais exaltados, assustadoramente, acabam o chamando de “ZubelDíos”. Barbaridade…
A verdade é: penso que se tirarmos a paixão dos comentários de torcedores pró e contra o treinador, os analistas mais racionais dirão que o argentino é um treinador comum. Um bom técnico, mas nada de excepcional. Se perguntassem ao saudoso Mário Sergio Pontes de Paiva, provavelmente ele o chamaria de “medíocre” (certa vez, Mário Sérgio foi questionado sobre as qualidades do Fluminense, e ele chamou a equipe de medíocre, gerando muita polêmica – e ele teve que explicar: na língua portuguesa, medíocre significa “estar na média dos demais pares”, embora muita gente o tenha com tom pejorativo).
Mas como os árbitros enxergam o treinador?
Conversando dias atrás com alguns quarto-árbitros (quem melhor pode avaliar Zubeldía são eles, pois passam muito tempo à beira do gramado ao lado dele – e como temos vários quarto-árbitros paulistas nas escalas do Brasileirão por conta de confrontos domésticos, eles se tornam fidedignos de relato), um deles me deu o adjetivo perfeito sobre como o vejo: “xarope”.
As caras e bocas que ele faz à orla do campo, as invasões dentro das quatro-linhas, os “aviõezinhos” que ele faz nas comemorações e as reclamações teatrais em excesso, para muitos, sugerem “um personagem criado”. Uma “forçação de barra equivocada”, a fim de criar um folclore de que ele é intenso e dá a vida durante as partidas.
O número absurdo de cartões que ele recebe me faz realmente ter essa impressão, muitas vezes. Por exemplo: a última advertência que ele recebeu no Morumbi, foi tremendamente curiosa: sem polêmica no jogo, ele foi ao árbitro logo após o final do primeiro tempo e ficou “enchendo o saco”. A imagem da TV mostrava o juizão pedindo para ele se retirar e parar com a insistência, e ele continuava ainda mais! Ao receber o Cartão Amarelo (não tinha o que fazer, deveria ser aplicado mesmo) ele se calou, aplaudiu e foi embora…
Pode?
Quantas ausências ele já proporcionou desde que chegou? Será que nenhum diretor o cobra sobre isso, e, pior: não tem noção de que está VISADO pela arbitragem pelo seu mau comportamento?
Talvez o grande erro de Zubeldía seja “não cuidar da sua gestão de imagem”. Há treinadores com a mesma competência do que ele, e que são menos contestados por trabalharem mais respeitosamente.
(Imagem: Print de tela).
O mundo utópico dos treinadores de futebol:
Já imaginou ter os melhores jogadores do mundo à sua disposição, sem se preocupar com o salário deles, ou se o cartola vai contratá-los ou não?
Ver os seus atletas treinando e jogando nos melhores gramados possíveis, com o mais moderno e tecnológico material esportivo que existe?
Adicione a isso: ter a seu lado profissionais de alto desempenho, escolhidos por você, te dando tranquilidade para apenas exercer seu trabalho de treinador?
Importante: leve em conta o ótimo salário, o status, os excepcionais hotéis, os voos em primeira classe, a tietagem…
Tudo isso, em tese, se refere a ser técnico da Seleção Brasileira de Futebol!
Há muita ilusão sobre o cargo. Claro, ele povoa o imaginário do brasileiro, pela magia causada com o Escrete Canarinho de suas melhores versões (1970, que dispensa comentários, e de 1982, que por um capricho dos deuses da bola, não levou a Taça do Mundo), ou das versões não tão apaixonantes, mas que foram vitoriosas (1994 e 2002).
Me recordo que Vagner Mancini, certa vez, era treinador do Atlético Goianiense e estava muito bem no Brasileirão daquele ano, e saiu do Dragão para ir ao Corinthians, em crise, devendo para todo mundo, e correndo risco de rebaixamento. Questionado pela troca, disse: “Poxa, foi um convite do Corinthians!”. Agora, troque o nome do Atlético Goianiense por qualquer clube da Série A do Brasileirão e substitua o nome Corinthians pelo da Seleção Brasileira: aconteceria a mesma coisa!
Todo treinador que está no Brasil, creio, aceitaria ser o novo técnico da Seleção, por todas as benesses que foram citadas no início desse texto, independente de como ela esteja. Elas são o grande bônus.
Até mesmo Tite, que um dia assinou um manifesto de protesto contra a CBF e Marco Polo Del Nero, quando convidado pelo próprio, sucumbiu ao desejo e virou técnico (de duas Copa do Mundo, inclusive). A exceção foi Muricy Ramalho, que não quis sair do Fluminense por respeito ao contrato (além de não gostar da conversa do então presidente Ricardo Teixeira).
O curioso é que, o que parece ser bônus, benefício, vantagem, ou um conjunto de fatores positivos, pode ser, ao mesmo tempo, um ledo engano!
Veja só: o que parece “coisa boa”, pode virar um tiro no próprio pé. Quem disse que o treinador da Seleção Brasileira tem os melhores jogadores do mundo? O Brasil não resolve o problema das laterais e não tem atacantes unânimes em campo. Se Raphinha ou Vinícius Jr não rendem na equipe nacional o mesmo que jogam no Barcelona ou no Real Madrid, a culpa é do treinador. Se o conjunto não tem liga, idem. Se perde o amistoso, idem-idem. Se isso, se aquilo, se acolá… tudo vai na conta do treinador!
Não temos os melhores jogadores, mas muitos torcedores crêem que somos o Dream Team do Basquetebol dos EUA, e não é verdade. Temos bons jogadores, como outras Seleções hoje têm. E as críticas são sempre as mesmas: “os atletas têm mordomia, melhores hotéis, ganham ótimo salário”, ou: “são todos mercenários, não têm amor ao país”, etc..
A verdade é: todas as vantagens que os técnicos têm, se revertem em desvantagem ao mesmo tempo. Com um detalhe: a função de técnico de futebol é diferente na Seleção! Além de não ter a rotina de treinos diárias de um clube, correndo o risco de enferrujar, acaba tendo que “evitar que os adversários se reforcem”, e convocam jogadores de qualidade duvidosa, ou ilustres desconhecidos, a fim de que, naturalizados, não joguem por outros países. Galeno, do Porto, foi chamado algumas vezes e não se firmou – mas antes foi convidado a jogar pela Seleção Portuguesa e recusou quando recebeu o convite de convocação do Brasil! A Amarelinha seduz… mas às vezes, nem tanto. Diego Costa, por exemplo, foi jogar pela Espanha.
Enfim: pode ser um orgulho dirigir a Seleção Brasileira, mas acaba sendo uma tarefa árdua e dolorosa…
Em tempo: no Exterior, nenhum técnico de ponta almeja dirigir a Seleção do seu país, quando está no auge da carreira (por questão de salários altos dos milionários times e dos torneios que disputam na UEFA). Dirigir o Time Nacional, só quando em fim de carreira. Vide Mourinho, Klopp, Guardiola e o próprio Ancelotti.
💰 Rivalidade também nas finanças! Corinthians, São Paulo e Santos somam um prejuízo de R$ 575 milhões em 2024. Enquanto isso, o Palmeiras lucra R$ …
Continua em: Rivais no campo, opostos no caixa: Palmeiras lucra, enquanto Corinthians, São Paulo e Santos afundam em déficits

O que esse jovem Lamine Yamal joga de futebol, é brincadeira!
Na partida de ida pela UCL (Barcelona vs Internazionale), ele “comeu a bola”. Hoje, apesar do placar desfavorável momentaneamente, ele ainda mostra tamanha competência.
Será um dos melhores do mundo, sem dúvida.

Palmeiras e Red Bull Bragantino conquistaram 16 dos 21 pontos possíveis no Brasileirão! E são seguidos pelo Flamengo, com 14, depois pelo Cruzeiro e Fluminense com 13.
Quem vai ter fôlego até o final do longo Campeonato Brasileiro? Não nos esqueçamos que muitos times disputam Copa do Brasil, Libertadores e, alguns, disputarão o Mundial de Clubes.
Haja elenco e preparo físico, não?
Fico pensando: e o Santos FC, com ¼ dos pontos do seu rival ponteiro? Apenas 4 pontos em 7 jogos… Abra o olho, Peixe!
Galvão Bueno revelou em seu programa na TV Bandeirantes que a Seleção Brasileira acordou um amistoso contra a Seleção Russa, banida da FIFA e da UEFA desde 26 de fevereiro de 2022, pela invasão ao território ucraniano, gerando a guerra entre os dois países.
Clubes e Seleção da Federação Russa não podem disputar torneios oficias, pois o termo classificado pela FIFA foi de “banimento”. Em tese, o futebol da Rússia é independente da FIFA e das Regras do Futebol também.
Talvez, jogadores suspeitos de apostas ilegais encontrem ali um refúgio para seguirem suas carreiras. Luiz Henrique, do Botafogo, acusado juntamente com Paquetá de manipulação de resultados, foi jogar no Zenit. Se considerado culpado, não cumprirá as sanções por lá. O próprio Lucas Paquetá, se punido, poderia continuar sua carreira em algum time russo.
Não vivemos um mundo à parte do futebol? Sem histórico relevante de serviços prestados, por jogadas políticas tivemos Cel Nunes, Caboclo e tantos outros no comando da CBF. E somente isso explica o fato de termos Ednaldo Rodrigues à frente da entidade.
O que a FIFA dirá, caso se confirme o amistoso?
Sugestão: em Moscou, será um excelente local para a pseudo-camisa vermelha da Seleção Brasileira estrear… (contém ironia).
Acréscimo: ao assistir o trecho do Programa Galvão e Amigos, o apresentador leu um trecho da carta de aceite do jogo, enviada pela CBF:
“Acreditamos que a colaboração entre a Confederação Brasileira de Futebol e a União Russa de Futebol será fundamental para estreitar laços e engrandecer ainda mais o ecossistema do futebol mundial”.
Barbaridade… dispensa comentários.
Ops: sobre a camisa vermelha da Seleção, citada acima, já falamos em outra oportunidade: seria uma fake news, ou um teste de mercado do patrocinador: https://professorrafaelporcari.com/2025/04/27/e-a-camisa-vermelha-da-selecao-brasileira-2/
Miguelito, do América-MG, foi preso em flagrante por injúria racial após ofender Allano, do Operário-PR, em jogo da Série B. Foi solto no dia …
Continua em: Miguelito é solto após acusação de injúria racial em jogo da Série B: caso segue sob investigação

O jornal espanhol Marca trouxe uma importante notícia: a FIFA reuniu os árbitros selecionados para o Mundial de Clubes e pediu uma nova relação entre Árbitro e VAR. Estiveram presentes e fizeram discursos Gianni Infantino (presidente da FIFA), Pierluigi Colina (chefe da arbitragem) e David Ellary (secretário-geral da International Board).
A ideia é: o árbitro de vídeo deve mudar o enfoque de procurar erros claros e ajudar a “melhorar o jogo”.
E o que é “melhorar o jogo”?
É: “Reforçar o papel do árbitro de campo como autoridade máxima da partida, com o VAR atuando como suporte — e não como ferramenta de correção automática”.
Trocando em miúdos: ao invés do VAR procurar o árbitro a toda hora, sugerindo situações, é o árbitro quem deve buscar o VAR, sem medo, nos lances duvidosos.
Veremos isso a partir do Mundial mesmo? No Brasileirão, nunca vemos o árbitro pedindo ajuda ao VAR, mas vemos o VAR fazendo o que a FIFA quer evitar.
Fernando Seabra e Fernando Diniz sofreram com o “cai-não-cai” quando treinadores do Cruzeiro.
O primeiro, com um áudio vazado do presidente Pedrinho BH ameaçando o demitir; o segundo, com a notícia conseguida pela Rádio Itatiaia de que iria ser demitido.
Quando os jogadores sentem a insegurança da continuidade de um treinador, não morrem abraçados com ele. E ambos caíram.
Agora, Leonardo Jardim afastou Dudu, colocou Gabigol no banco e demonstrou firmeza em suas decisões. O próprio presidente da Raposa se manifestou estar feliz com a autoridade do seu técnico. E agora outro vazamento, na última semana: supostamente, Pedro Lourenço disse que “mando embora o time inteiro e não mando embora o Jardim”.
Não é que o Cruzeiro voltou a jogar bola?
Treinador que balança no cargo, se não tiver respaldo, cai mesmo. E quando a direção o abraça de verdade (e não de mentirinha, protocolar para a imprensa), há a “virada de chave”. Vide o Red Bull Bragantino: Fernando Seabra quase caiu no Paulistão, mas quando a Matriz definiu que ele não iria ser demitido, o treinador teve paz e, nessa segunda-feira, se vencer o Mirassol (primeira partida no novo e ajeitado estádio ‘provisório”, enquanto se reforma o Nabizão), o Massa Bruta pode ser líder do Brasileirão.
A questão é: mais do que defender estabilidade nos cargos, há dos clubes transmitirem SEGURANÇA da permanência dos treinadores.
No meu blog “Pergunte Ao Árbitro”, conto: a nova relação entre VAR e Árbitros que a FIFA quer!
Texto no link em: pergunteaoarbitro.wordpress.com/2025/05/03/a-n
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⚽🔥 Gabigol precisou de só 10 minutos para decidir contra o Flamengo! De pênalti nos acréscimos, deu a vitória ao Cruzeiro, tirou o ex-clube da …
Continua em: Gabigol marca nos acréscimos, tira Flamengo da liderança e decide para o Cruzeiro

Palmeiras e Red Bull Bragantino conquistaram 16 dos 21 pontos possíveis no Brasileirão! E são seguidos pelo Flamengo, com 14, depois pelo Cruzeiro e Fluminense com 13.
Quem vai ter fôlego até o final do longo Campeonato Brasileiro? Não nos esqueçamos que muitos times disputam Copa do Brasil, Libertadores e, alguns, disputarão o Mundial de Clubes.
Haja elenco e preparo físico, não?
Fico pensando: e o Santos FC, com ¼ dos pontos do seu rival ponteiro? Apenas 4 pontos em 7 jogos… Abra o olho, Peixe!
E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão,
Árbitro: Lucas Canetto Bellote – SP
Árbitro Assistente 1: Alex And Ribeiro – SP
Árbitro Assistente 2: Evandro de Melo Lima – SP
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo – SP
Assessor: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Ilbert Estevam da Silva – SP
AVAR: Fabrício Porfírio de Souza – SP
AVAR2: Vinícius Furlan – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Jr – SP
Quality manager: Lucas Dias Almeida – RJ
Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores em São Paulo. Na CBF, nunca chegou a ter chances boas. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço e foi voltando a ter chances. Em 2025, voltou a apitar vários jogos da Série A do Paulistão (incluindo Red Bull Bragantino 2×1 Noroeste). Imagino que ficou surpreso, mas feliz, ao ver seu nome estreando na Série A do Brasileirão nessa escala contra o Mirassol.
Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.
Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Mirassol pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Segunda-Feira, 05/05, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
O Internacional reclama, o Corinthians reclama, o torcedor neutro reclama…
Sinal que o árbitro Zanovelli, de lambanças anteriores, não agradou. Né?

Muito legal! Para quem gosta de futebol, Milton Leite numa bacana entrevista:
(E ele falou sobre Jundiaí e da Rádio Difusora).
“Fernando Vieira de Melo tinha uma casa em Cabreúva, ia para lá descansar e ouvia a Rádio Difusora de Jundiaí no caminho. Por isso ele me levou para a Jovem Pan”: https://www.youtube.com/live/rS5dc4xUTO4?si=pfADkLbwMyNaqF8X
Eu concordo que houve falta no primeiro gol anulado do Corinthians. Idem no segundo gol anulado. Ambos na origem da jogada, e corretamente fez a intervenção o VAR. É a Regra, gostemos ou não.
No pênalti nos minutos derradeiros, confesso, eu não marcaria. Chamou o VAR e o árbitro marcou.
O detalhe da partida não são os dois gols anulados, mas sim: em 3 lances capitais, o árbitro tomou a sua decisão e nas 3 vezes mudou de opinião quando o VAR chamou.
Questiono: Paulo César Zanovelli (o mesmo árbitro do jogo do erro de direito em Fluminense x São Paulo) é ruim tecnicamente, pois concordou em mudar sua decisão 3 vezes, ou faltou personalidade para bater no peito e assumir sua decisão? Ou… quem apitou, de fato, foi o VAR Daniel Nobre Bins?
A FIFA quer mudar a relação VAR e Árbitro, a partir do Mundial de clubes, Vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2025/05/03/a-nova-relacao-entre-arbitro-e-var-a-partir-do-mundial-de-clubes-2025/
Ensino aos meus alunos da Faculdade de Administração, na disciplina de “Governança Corporativa”, que em hipótese alguma os interesses pessoais de um gestor podem sobrepujar os interesses da corporação. E é exatamente o que “não se pode”, que acontece na CBF.
Vejamos:
Enfim: até dia 11, quando o Real Madrid decidirá o seu futuro ou não (e o de Ancelotti), parece que não teremos novidades… E os interesses (ou vaidade) do gestor ficam acima dos da Confederação Brasileira de Futebol.
Privilégio em ser amigo do Flávio Prado.
Que “bullying aos hermanos” fantástico:
O jornal espanhol Marca trouxe uma importante notícia: a FIFA reuniu os árbitros selecionados para o Mundial de Clubes e pediu uma nova relação entre Árbitro e VAR. Estiveram presentes e fizeram discursos Gianni Infantino (presidente da FIFA), Pierluigi Colina (chefe da arbitragem) e David Ellary (secretário-geral da International Board).
A ideia é: o árbitro de vídeo deve mudar o enfoque de procurar erros claros e ajudar a “melhorar o jogo”.
E o que é “melhorar o jogo”?
É: “Reforçar o papel do árbitro de campo como autoridade máxima da partida, com o VAR atuando como suporte — e não como ferramenta de correção automática”.
Trocando em miúdos: ao invés do VAR procurar o árbitro a toda hora, sugerindo situações, é o árbitro quem deve buscar o VAR, sem medo, nos lances duvidosos.
Veremos isso a partir do Mundial mesmo? No Brasileirão, nunca vemos o árbitro pedindo ajuda ao VAR, mas vemos o VAR fazendo o que a FIFA quer evitar.
A entrevista de Abel Ferreira após a vitória contra o Ceará, foi bem emblemática.
Apesar do Palmeiras dizer que não há nenhum contato da CBF com seu treinador, na coletiva Abel só faltou falar: “se me convidar, damos um jeito”.
Elogiou o “Ordem e Progresso” da bandeira brasileira, falou que gosta da terra (uma das poucas vezes que vejo ele falando com sorriso no rosto), mas que tem contrato com o Verdão.
E se o Ednaldo Rodrigues oferecer um contrato como o de Diniz, atuando no Fluminense e na Seleção?

Um problema cada vez mais comum no futebol:
Sobre a disseminação das mídias, em: https://youtu.be/2Rc3ojCRuWc?si=EgUqBdjXb9GULVfT.
O Botafogo da Paraíba agora é uma SAF. Trouxe Galo para gerente de futebol e contratou Antonio Carlos Zago como técnico.
É sabido que, contra o Flamengo, um jogo de apelo popular, seu estádio acanhado estaria lotado. Sendo assim, vendeu seu mando e foi jogar em São Luís/MA, com capacidade maior. E a renda foi recorde para uma partida no Nordeste: aproximadamente 4,6 milhões de reais para um pouco mais de 35 mil pagantes.
Eu sou contra venda de mando de campo. Nesse texto, abaixo (de 2018 mas atual) explico meu ponto de vista. Na Premiere League, isso também é proibido e cito os motivos (embora, sou consciente, os clubes pequenos precisam pagar as suas contas e um jogo contra o Flamengo é uma possibilidade de faturar alto).
Claro, uma coisa é a questão moral (vender mando), e a outra é a técnica: o Flamengo venceria em São Luís, João Pessoa, Brasília, Montevideo, Nova Iorque, São Petersburgo, Tóquio ou Cabul o simpático Botafogo-PB, e em qualquer lugar que fosse, a maioria da torcida seria flamenguista (incrível a força popular do Rubro Negro).
AS VENDAS DE MANDO DE CAMPO DEVERIAM SER PERMITIDAS OU NÃO?
A situação financeira dos times de futebol é periclitante, todos nós sabemos. E se você olhar para as contas das equipes pequenas, pior ainda! Sobrevivem, muitas vezes, da renda do jogo contra um adversário grande.
E se o seu estádio for pequeno?
Vende-se “o local” da partida para uma praça maior, ou para um empresário por um valor mínimo que agrade a direção do clube. Já vi o Paulista de Jundiaí “mandando” seu jogo contra o Palmeiras em São José do Rio Preto, por exemplo.
Agora, especula-se que na Copa do Brasil, no confronto entre Madureira x São Paulo, o Tricolor Suburbano mande seu jogo contra o Tricolor do Morumbi em Londrina-PR, ao invés do seu estádio (Aniceto Moscoso, mais conhecido como Rua Conselheiro Galvão – uma versão carioca do Juventus no estádio Conde Rodolfo Crespi, a Rua Javari) .
Sabe quantos torcedores o simpático time carioca terá nas arquibancadas mandando o seu jogo no Paraná?
A resposta é dispensável por motivos óbvios. Aí, não é inversão de mando (que se configuraria se o jogo fosse na cidade de São Paulo), mas claramente uma alteração do local de mando para faturar uma receita considerável. O estádio estará lotado de são-paulinos, que encherão os bolsos dos cartolas do Madureira.
E isso deveria ser proibido?
Difícil responder. Eu não gosto dessa ideia, mas entendo que o clube que está em dificuldade financeira aceite se “auto prejudicar esportivamente” (por não jogar onde está acostumado, que é a sua casa, conhecendo cada “buraco do gramado” e se sentindo mais a vontade) para ter um dinheiro a mais.
Evidentemente, surgirão as questões como: se não pode mandar o jogo no seu estádio, não deveria disputar; ou outras provocações sobre o tema.
Me recordo que em 2013, a Portuguesa recebeu uma proposta para jogar no Ninho do Pássaro, o suntuoso estádio de Pequim, contra o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro, e não foi permitido. Globo e CBF não deixaram por ter que mexer na tabela do Brasileirão (relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-5Jv).
Talvez, em torneios de pontos corridos (diferente da Copa do Brasil), deveria-se proibir definitivamente a venda de mandos. Se não tem condição de jogar em sua casa, não pode disputar o campeonato! Na Inglaterra, isso é proibido pois uma premissa é que todos joguem contra todos em igualdade de condições no confronto.
Mas e nos “mata-mata”?
Aí é uma “única cartada” para o clube pequeno arrecadar mais, só que o prejuízo técnico para a competição é diferente, já que não são confrontos de todos contra todos (embora, insisto: não gosto da ideia)
E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:
E para o confronto do Massa Bruta contra o Leão,
Árbitro: Lucas Canetto Bellote – SP
Árbitro Assistente 1: Alex And Ribeiro – SP
Árbitro Assistente 2: Evandro de Melo Lima – SP
Quarto Árbitro: Gabriel Henrique Meira Bispo – SP
Assessor: Antonio Pereira da Silva – GO
VAR: Ilbert Estevam da Silva – SP
AVAR: Fabrício Porfírio de Souza – SP
AVAR2: Vinícius Furlan – SP
Observador de VAR: Carlos Augusto Nogueira Jr – SP
Quality manager: Lucas Dias Almeida – RJ
Lucas é um dos jovens que mais havia se destacado nas Comissões de Arbitragem anteriores em São Paulo. Na CBF, nunca chegou a ter chances boas. Chegou a ter oportunidade de apitar um Clássico Majestoso, mas as contusões o atrapalharam. Perdeu espaço e foi voltando a ter chances. Em 2025, voltou a apitar vários jogos da Série A do Paulistão (incluindo Red Bull Bragantino 2×1 Noroeste). Imagino que ficou surpreso, mas feliz, ao ver seu nome estreando na Série A do Brasileirão nessa escala contra o Mirassol.
Ele tem como virtudes um ótimo posicionamento dentro de campo. Não corre tanto, mas está perto da jogada. Bom tecnicamente, o único defeito dele, das partidas que vi, foi não “vibrar” conforme o jogo. Ou seja: um excesso de frieza que o faz pecar em algumas situações de advertência verbal ou de cartões amarelos.
Desejo um bom jogo e uma ótima arbitragem.
Acompanhe conosco o jogo entre Red Bull Bragantino vs Mirassol pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Segunda-Feira, 05/05, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Quem disse que o Pelé foi conivente durante a ditadura?
Olhe aí a camisa da Seleção (com o raminho de café) pedindo Eleições Democráticas (Diretas Já):
Chega a ser um vexame? Talvez não, mas desagradável é: por duas vezes a CBF quase “anunciou” Carlo Ancelotti como treinador da Seleção Brasileira (em 2024 e agora, recentemente). Só faltou “combinar” com o italiano…
Depois disso, “valorizou-se” ainda mais o nome de Jorge Jesus. Imagine o português, esperto como é, vendo que Ednaldo Rodrigues está em saia justa, o quanto pedirá para assumir o cargo!
Pela pressão que a CBF sente e por ter sido “a segunda opção”, o poder de barganha de JJ é enorme! Se toparia treinar a Canarinho por X, pedirá 2X!
Caramba. Já faz tanto tempo?
Um acidente fatal encurtou a vida de um dos maiores ídolos do esporte do Brasil há 31 anos, cessando a alegria do torcedor apaixonado pela velocidade.
Como seria hoje se você estivesse vivo, Senna?

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
A entrevista de Abel Ferreira após a vitória contra o Ceará, foi bem emblemática.
Apesar do Palmeiras dizer que não há nenhum contato da CBF com seu treinador, na coletiva Abel só faltou falar: “se me convidar, damos um jeito”.
Elogiou o “Ordem e Progresso” da bandeira brasileira, falou que gosta da terra (uma das poucas vezes que vejo ele falando com sorriso no rosto), mas que tem contrato com o Verdão.
E se o Ednaldo Rodrigues oferecer um contrato como o de Diniz, atuando no Fluminense e na Seleção?

Ensino aos meus alunos da Faculdade de Administração, na disciplina de “Governança Corporativa”, que em hipótese alguma os interesses pessoais de um gestor podem sobrepujar os interesses da corporação. E é exatamente o que “não se pode”, que acontece na CBF.
Vejamos:
Enfim: até dia 11, quando o Real Madrid decidirá o seu futuro ou não (e o de Ancelotti), parece que não teremos novidades… E os interesses (ou vaidade) do gestor ficam acima dos da Confederação Brasileira de Futebol.
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tigre Carvoeiro,
Árbitro: Felipe Fernandes de Lima – MG
Árbitro Assistente 1: Fernanda Nandrea Gomes Antunes – MG
Árbitro Assistente 2: Celso Luiz da Silva – MG
Quarto Árbitro: William Machado Steffen – SC
Assessor: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Philip Georg Bennett – RJ
AVAR: Diogo Carvalho Silva – RJ
AVAR2: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ
Observador de VAR: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
Quality manager: Claudemir Maffessoni – SC
Felipe quase foi do quadro da FIFA. É um bom árbitro, que sabe deixar o jogo correr e não tem problemas tecnicamente. Já apitou de maneira bem discreta alguns jogos do Red Bull Bragantino, sem qualquer problema. Entretanto, na sua melhor fase da carreira, foi suspenso por ser flagrado em um jogo da série B desdenhando dos jogadores. Punido por isso, quase foi esquecido pela CBF e agora retomou, mais maduro e mais respeitoso, à elite.
Que possa manter a seriedade em campo (ele tinha o defeito de conversar demais com os jogadores). Rodrigo Martins Cintra gosta bastante do seu estilo.
Acompanhe conosco o jogo entre Cricúma vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta 01/05, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Há 6 times paulistas na série A do Brasileirão, 3 na série B, 4 na série C e 4 na Série D.
Dessas 17 equipes do estado de São Paulo nas 4 divisões, apenas o Red Bull Bragantino venceu na A e o Novorizontino na Sede B (Botafogo jogará na segunda-feira à noite). Todos venceram na C (exceto o Guarani, que ainda jogará) e ninguém perdeu na D.
Falando da elite, não é muito pouco nenhum dos ditos “grandes” tenham tido resultados positivos? Santos e Palmeiras, inclusive, lembremos, jogaram em casa. E a vitória do Red Bull Bragantino, fora.
Flamengo (14), Palmeiras e Red Bull Bragantino (ambos 13) são os ponteiros do Campeonato Brasileiro. É óbvio que tal comprido torneio requer regularidade, desempenho técnico e físico, além de elenco. Mas tais dados já sinalizam alguma coisa?
Deixe aí o seu comentário:
O Santos não pode registrar um novo treinador na CBF, até saldar o débito da multa contratual com Pedro Caixinha. Como ofereceu dividir o valor em inúmeras parcelas e Caixinha ainda não aceitou, tem que ir com algum funcionário do clube como “tampão”.
A estratégia é: não acertar de propósito com o antigo treinador, o obrigar a ir à FIFA, e assim (por se tornar uma questão judicial), poderá registrar um treinador novo. Não tenha dúvida que forçará essa brecha na lei.
Fico imaginando: a primeira opção era realmente Tite? Com o seu auto-afastamento profissional por questão de saúde, topou-se ter a sua Comissão Técnica? Cléber Xavier estaria tentando o que Murtosa tentou com Felipão?
Aliás: depois de tanta multa milionária, imagino que agora há prudência… demitir Cléber será mais barato do que demitir Tite. Lógico, no Brasil, o custo de uma futura demissão deve ser pensado.
Acima de tudo, fica a pergunta: o Santos está escolhendo um nome, uma ideia ou uma filosofia de jogo?
Em 29 de abril de 2010, após uma reunião na Federação Paulista de Futebol, decidi encerrar minha carreira de árbitro de futebol.
Foram anos maravilhosos dentro de campo, enfadonhos nas reuniões administrativas, divertidos nas viagens para as partidas, cansativos nas exigências das Comissões de Árbitros, educativos nas coisas incríveis que o futebol apresenta, e, por fim, nojentos nos bastidores.
Queria eu ter a maturidade que tenho hoje, os recursos tecnológicos que existem e outras perspectivas que são abertas quando você percebe que existe vida fora da arbitragem. Não que eu tenha sido imaturo, sempre fui muito responsável, mas certos discernimentos que somente a casca da experiência proporcionam, teriam me feito tomar algumas decisões com dirigentes, digamos, mais incisivas.
Felizmente, nunca tive problemas de indisciplina ou desonestidade. Errei e acertei com lances normais e corriqueiros como de qualquer árbitro. Apadrinhamento nunca existiu (mas eles existem), nem pagamento de pedágio em dinheiro / serviço ou outras benesses (será que existem?), tampouco tomei “cervejadas com cartolas candidatos”, nem as promovi (tem quem faça e fez – e se deu bem, né?).
Falo por mim: foram ótimos anos que ficaram na saudade. Bola pra frente! Mas sempre torcendo para que os dirigentes ruins da arbitragem sejam deixados ao esquecimento, saindo de cena e abrindo espaço para mais honestos e competentes.
Vida que segue, o que vale é ter a consciência em paz e os amigos conquistados.
Imagem extraída de: https://www.netshoes.com.br/apito-profissional-finta-blister-azul-045-9136-008
E para o confronto do Massa Bruta contra o Tigre Carvoeiro,
Árbitro: Felipe Fernandes de Lima – MG
Árbitro Assistente 1: Fernanda Nandrea Gomes Antunes – MG
Árbitro Assistente 2: Celso Luiz da Silva – MG
Quarto Árbitro: William Machado Steffen – SC
Assessor: Vidal Cordeiro Lopes – BA
VAR: Philip Georg Bennett – RJ
AVAR: Diogo Carvalho Silva – RJ
AVAR2: Carlos Eduardo Nunes Braga – RJ
Observador de VAR: José Antonio Chaves Franco Filho – RS
Quality manager: Claudemir Maffessoni – SC
Felipe quase foi do quadro da FIFA. É um bom árbitro, que sabe deixar o jogo correr e não tem problemas tecnicamente. Já apitou de maneira bem discreta alguns jogos do Red Bull Bragantino, sem qualquer problema. Entretanto, na sua melhor fase da carreira, foi suspenso por ser flagrado em um jogo da série B desdenhando dos jogadores. Punido por isso, quase foi esquecido pela CBF e agora retomou, mais maduro e mais respeitoso, à elite.
Que possa manter a seriedade em campo (ele tinha o defeito de conversar demais com os jogadores). Rodrigo Martins Cintra gosta bastante do seu estilo.
Acompanhe conosco o jogo entre Cricúma vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Narração de Pietro Loredo, reportagens e comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quinta 01/05, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!
Chega a ser um vexame? Talvez não, mas desagradável é: por duas vezes a CBF quase “anunciou” Carlo Ancelotti como treinador da Seleção Brasileira (em 2024 e agora, recentemente). Só faltou “combinar” com o italiano…
Depois disso, “valorizou-se” ainda mais o nome de Jorge Jesus. Imagine o português, esperto como é, vendo que Ednaldo Rodrigues está em saia justa, o quanto pedirá para assumir o cargo!
Pela pressão que a CBF sente e por ter sido “a segunda opção”, o poder de barganha de JJ é enorme! Se toparia treinar a Canarinho por X, pedirá 2X!