– E o Pejorativo Fuleco?

Fuleco foi o nome escolhido do mascote da Copa do Mundo 2014. Porém, protestos Brasil afora contra o nome do tatu-bola.

Motivos? O nome, segundo a FIFA, é combinação das palavras “Futebol e Ecologia”. Entretanto, em alguns lugares do Nordeste a palavra “fuleco” é um adjetivo pejorativo para ânus, sinônimo de “fiofó”, em alguns dicionários.

Também pode servir para representar uma pessoa sem boa postura, desengonçada, ou, popularmente, “fuleca”.

Eu não gosto do nome do bichinho. E duvido que a FIFA mude. Mas as campanhas pela Internet através das Redes Sociais estão se avolumando!

Qual nome você escolheria?

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– Parreira & Felipão são a Solução?

“Novos velhos nomes” assumindo a Seleção: Parreira como Coordenador Técnico e Luís Felipe Scolari como Treinador.

Respeito esses dois campeões mundiais. Mas Parreira deveria ser presidente da CBF e Felipão curtir os netinhos tranquilamente com o dinheiro que já ganhou. Podem até levar a taça da Copa de 2014, mas o risco de fracasso é grande.

Quais os últimos grandes trabalhos de ambos? Não me venha falar de Copa do Brasil, pois o torneio é ilógico…

Muitos (como eu) falaram do Guardiola (outro risco). Mas não vi ninguém falar num nome que está quase saindo do seu clube: José Mourinho!

Como seria ele treinado o Escrete Canarinho?

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– Os amigos da Polícia de Del Nero e o exemplo da FPF

Ontem, o jornalista Ricardo Perrone postou no UOL sobre a rede de policiais amigos do presidente da FPF Marco Polo Del Nero. Seria uma roda de proteção preventiva, caso precisasse? Talvez.

O certo é que no indiciamento que sofreu sobre a venda de dados para usos diversos (uma das acusações seria a de intermediação dessas informações a quadrilhas de extorção e chantagem), não há como deixar de comparar o fato a algumas situações da FPF.

Por exemplo: os Militares/Policiais de diversas áreas comandam o futebol paulista. É para dar credibilidade à gestão de Del Nero?

Alguns:

  • Cel Nilson Monção (Escola de Árbitros);
  • Cel Silas Santana (Ouvidor de Arbitragem);
  • Cel Marcos Marinho (Comissão de Árbitros);
  • Cel Isidro Suíta Martinez (Vice Presidente de Competições);
  • Delegado Dr Bento da Cunha (Corregedoria da Arbitragem).

Será que os civis não tem competência para administrar uma entidade? Tantos coronéis são mera coincidência?

Uma importante observação: está aberto o edital anual para a Escola de Árbitros, onde mais 140 árbitros serão formados, a R$ 600,00 mensais por aluno (receita de R$ 1.000.008,00 anual para a EAFI). Vide no site da entidade a lista de documentos exigidos para se comprovar a idoneidade do futuro árbitro, e questione: não seria interessante que os gestores da Federação Paulista de Futebol também apresentassem os seus papéis semelhantes?

Vale a reflexão. Abaixo, a postagem de Perrone com outros amigos da polícia:

(Extraído de: http://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2012/11/novo-delegado-geral-de-sp-e-do-tjd-da-federacao-e-trabalha-com-filha-de-del-nero/)

NOVO DELEGADO GERAL DE SP É DO TJD DA FEDERAÇÃO E TRABALHA COM FILHA DE DEL NERO

O governador Geraldo Alckmin empossou nesta terça Luiz Maurício Blazeck como novo delegado geral de São Paulo. Ele faz parte da legião de policiais que atua na Federação Paulista de Futebol. Integra a 3ª Câmara do Tribunal de Justiça Desportiva.

Blazeck atuava na Academia de Polícia, onde tinha a companhia da policial Carla Priscila Del Nero. Ela é filha de Marco Polo, presidente da federação e vice da CBF. O cartola é investigado pela Polícia Federal por suspeita de compra de informações sigilosas vendidas por policiais. Ele nega ter cometido crime.

Como delegado geral, Blazeck terá contato próximo com o Dipol, departamento de inteligência da Polícia Civil. O chefe do órgão é o presidente do TJD da Federação Paulista, delegado Mauro Marcelo, amigo de José Dirceu, “padrinho” de Vicente Cândido, vice da FPF.

O Dipol é o órgão de apoio da delegacia geral e lida com informações estratégicas e sigilosas.

Na academia, a filha de Del Nero era uma das pessoas de confiança de Blazeck. Por isso, uma eventual transferência dela para a delegacia geral é vista como natural dentro da polícia. Mas o momento não é dos melhores por causa da repercussão do caso envolvendo seu pai na PF. O inconveniente de uma transferência agora já foi tema de reunião na polícia.

– Qual é a do Andrés Sanches?

Na última 2a feira, Andrés Sanches, atual Diretor de Seleções da CBF e ex-presidente do Corinthians, fez questão de demonstrar ser “contra o sistema”, se fazendo de marido traído por não saber que José Maria Marin estaria conversando com Felipão.

Quando da demissão de Mano, foi nítido que Andrés quis posar de bom moço, dizendo que foi voto vencido. Também deixou no ar algo contra Marco Polo Del Nero.

O que ele está planejando?

Andrés queria chefiar um levante contra os clubes rebeldes apoiado por Ricardo Teixeira; antes, na época do Dualib, se agarrou ao poder como pode, e na hora da corda estourar, mudou de lado.

Estaria planejando uma candidatura à CBF? Desejaria ser presidente da FPF? Ou… quem sabe se apegar a algum cargo na Prefeitura de SP, ajudando seu amigo Fernando Haddad na Secretaria de Esportes?

Quem não o conhece, que o compre!

– Giba no Galo? Que bom!

Ôpa! Por absoluta falta de tempo não deu para comentar: Giba é o novo técnico do nosso glorioso Paulista FC de Jundiaí!

Não sei quantas passagens ele já teve por aqui, mas em todas, além de ser bom técnico, mostrou ser ótima pessoa.

Boa sorte ao Giba. Apitei algumas partidas com ele de treinador. É o cara que não engana a torcida jogando a culpa no árbitro. Dá gosto de gente assim no futebol.

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– Fair Play esquecido no jogo Corinthians X Santos?

Quem disse que se deve devolver ao adversário uma bola colocada para fora visando atendimento de atletas lesionados?

Na regra, nada diz. No código informal de conduta dos atletas de futebol durante o jogo, é obrigação.

No sábado a noite, na partida Corinthians X Santos, tanto o Timão quanto o Peixe não praticaram Fair Play na situação citada. Emerson Sheik se lesionou e a bola, que estava em posse do Corinthians, foi colocada para fora visando o atendimento médico. No reinicio, com arremesso lateral, o Santos não devolveu a posse de bola. Posteriormente, após o goleiro Rafael se machucar e necessitar de atendimento médico, o revide: no reinício da jogada, o Corinthians segue com o lance, ao invés da devolução da posse de bola.

O primeiro lance foi em cima de Emerson, jogador que não é bem quisto pelos adversários. Teria sido esse o motivo da não devolução? Lembrando que no segundo lance, quem domina a bola e não devolve é o próprio Emerson.

Na Regra do Jogo, não há nada que obrigue a devolução da posse de bola, quando é colocada para fora pelos atletas. Porém, há a situação em que o árbitro é obrigado a paralisar o lance ao invés de esperar que uma bola seja chutada pelos jogadores. E nessa situação, o reinício é com o bola-ao-chão. Em ambos os casos, devolver ou não a posse vai da boa educação e espírito esportivo dos atletas.

Curiosidade: quando o jogo é reiniciado por Bola ao Chão (Regra 8), a partir de 2012, não se pode mais marcar um gol. Por anos era permitido que, na disputa de bola (após o árbitro deixá-la cair no chão e ela tocar o solo) caso o atleta quisesse dar um chute para o gol e ela entrasse, o gol fosse confirmado. Já imaginaram a confusão caso um atleta dissesse que iria devolver a bola gentilmente e fizesse um gol? Hoje, se isso acontecer, o árbitro deve assinalar tiro-de-meta. Caso seja um chute para o próprio gol, não vale o gol-contra e o lance vira escanteio.

Curiosidade: para o bola-ao-chão, não precisa que os jogadores estejam próximos da bola para disputá-la. Poderão estar desde os 22 jogadores em volta do árbitro, ou ninguém! O jogo só começa a valer quando ela tocar o chão.

E você, o que pensa sobre isso: está faltando espírito esportivo no futebol? Deixe seu comentário:

– Felipe Mello: o Parabéns de uma Irregularidade na Defesa do Pênalti?

Crucificado em 2010 por sua expulsão na partida entre Brasil X Holanda na Copa da África, Felipe Mello virou sinônimo de jogador violento. Hoje, está jogando no Galatassaray da Turquia. Alguns dizem que está atuando muito bem; confesso que não posso confirmar ou não, já que não o vejo por não ter acesso ao campeonato turco.

Porém, nesse final de semana, seu time ficou sem goleiro e durante a partida ele precisou ir ao gol. Num pênalti contra a sua equipe, foi felicitado por defendê-lo.

Entretanto… convido a assistirem ao lance. Pode ser acessado neste link: http://is.gd/XZsLSL

Repararam que Felipe Mello se adianta descaradamente? Aqui, não é a história do “só um passinho”, despercebido ou difícil de marcar. É o avanço que vira vantagem ao defensor. Mesmo o cobrador tendo “cantado” a cobrança, Felipe Mello se beneficiou pela irregularidade.

Vejam outro detalhe: após a defesa, espalmando a bola, Felipe Mello comemora imitando um pitbull! Só que ele se esqueceu que o rebote faz com que a bola continue em jogo, na lateral do campo! Já imaginaram se o outro time consegue chutar para o gol, e pega o goleiro-volante desprevenido?

E você, mandaria repetir a cobrança de pênalti ou não? Deixe seu comentário:

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– Decisão da F1 neste Domingo

Automobilismo é esporte. Mas e a tão comercial F1?

Semana passada, Massa teve o câmbio trocado propositalmente para que fosse punido e seu companheiro Alonso herdasse uma vaga a mais. Jogo de equipe, ok. Mas não me cheira a desportividade…

Independente disso, gosto de assistir a Fórmula 1, apesar dos atuais pilotos brasileiros. Saudades de Emerson, Piquet e Senna, que me fizeram ter prazer em corrida de carros.

A propósito… e hoje, aqui em Interlagos? Leva Alonso ou leva Vettel? Ambos são bicampeões e a briga parece ser boa!

– A Nova Logo do Neymar!

Neymar, ou melhor, “Neymar JR camisa 11criou a sua marca a ser explorada em diversos produtos. Vejam só:

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Bom de bola e bom de marketing, hein? A marca NJR11 surgiu por orientação de um de seus agentes, o R9?

Está na moda letra e número. Como seria a do Pelé? Será que P10 seria viável, ou não precisaria disso?

– Manifestações Religiosas no Futebol. Pode?

No livro das “Regras do Jogo de Futebol”, há uma observação de que estão vetadas manifestações políticas e religiosas em campo, e que o organizador deverá tomar as providências, caso isso aconteça.

Basicamente, elas ocorriam nas comemorações de gol, cujo momento de atenção ao marcador era maior, e sua imagem atrelada. Na própria Regra 12 (Infrações…), em “Diretrizes aos Árbitros”,  há um alerta para excessos em comemorações de gol e descaracterização do uniforme. Ora, o fato de tirar a camisa e mostrar “I Love Jesus” é fato para cartão amarelo.

É claro que o espírito da regra não é “caçar” pregadores, mas nortear a ordem. Imagine o patrocinador que paga milhões para aparecer em campo, e na hora do gol, o centroavante artilheiro arranca a camisa e ninguém vê sua publicidade?

Considerações a parte, reproduzo 2 textos que ajudam nesse debate, que surgiu logo após a Copa das Confederações de 2009:

O primeiro, uma matéria da BBC falando sobre o fanatismo religioso dos jogadores de futebol brasileiro, onde ele mostra uma grande indignação aos créditos da vitória a Deus.

O segundo, uma matéria informando que a FIFA solicita ao Brasil cautela nessas comemorações, pois a Federação Dinamarquesa não gostou do proselitismo proporcionado pelos brazucas em campo.

Claro, dentro de uma democracia, temos que respeitar a convicção religiosa de todos. Mas o amigo leitor há de concordar com algo indiscutível: se os dois times rezam pela vitória, como Deus atenderá as preces de ambos?

Já lembraria a sabedoria popular de um velho pensamento já batido: “se macumba ganhasse jogo (Macumbaria também é prática religiosa), o Ba-Vi na Bahia sempre terminaria empatado.”

Abaixo, os dois links:

1-(texto em verde) -BBC (campo como templo religioso): TÍTULO: DIVINO FUTEBOL:http://www.bbc.co.uk/blogs/portuguese/2009/06/religiao.shtml

2- (texto em azul) -IG/FIFA (Dinamarca reclama e FIFA pede atenção): TÍTULO : FIFA REPREENDE COMEMORAÇÃO RELIGIOSA DO BRASIL:http://esporte.ig.com.br/futebol/2009/07/01/fifa+repreende+comemoracao+religiosa+do+brasil+na+africa+7068924.html

1- DIVINO FUTEBOL

A conquista da terceira Copa das Confederações 2009 pela Seleção Brasileira foi intensamente comemorada pelos jogadores e comissão técnica. Afinal, o título veio com uma vitória de virada, conquistada com muita determinação por um time que se por um lado não tem o brilhantismo de outras seleções brasileiras, por outro mostra espírito coletivo e grande união.

A vitória do Brasil sobre o esforçado time dos Estados Unidos era esperada e portanto não chegou a surpreender.

Os comentaristas da BBC que acompanharam a final também não estavam preparados para a reza coletiva, com todos ajoelhados, de mãos dadas, num círculo feito em pleno gramado que incluiu até a comissão técnica.

Num lugar como a Grã-Bretanha, onde o povo está acostumado a conviver respeitosamente com diferentes religiões, surpreende o fato de atletas usarem a combinação entre um veículo de grande penetração como a televisão e a enorme capacidade de marketing da seleção brasileira, para divulgar mensagens ligadas a crenças, seitas ou religiões.

Se arriscam a serem confundidos com emissários de pregadores dispostos a aumentar o número de ovelhas de seus rebanhos às custas do escrete canarinho, como emissários evangélicos em missão.

Para os críticos deste tipo de atitude, isso soa oportunismo inadequado e surpreende ver que a Fifa não se opõe a que jogadores se descubram do “manto sagrado” que os consagrou para exibir suas preferências religiosas.

Será que a tolerância da entidade teria sido a mesma se ao final do jogo algum jogador mostrasse uma camiseta dizendo “Eu não acredito em Deus” ? Ou se outro fosse um pouco além e gravasse no peito algo como “Essa vitória foi obtida graças ao esforço dos jogadores sem nenhuma interferência divina ou sobrenatural”?

É comum ver atletas fazendo sinal da cruz ao entrar em campo, beijando anéis, medalhas de santos, cruzes e patuás que trazem pendurados em cordões e apontando aos céus como a agradecer pelo gol marcado. Ninguém tem nada a ver com manifestações individuais. Mas uma manifestação coletiva, explícita e organizada como um ritual religioso pode dar margem a críticas ao ser associada a um bem público, a uma instituição tão democrática como a seleção brasileira.

A religiosidade de cada um seja ela qual for merece respeito, da mesma forma como merece ser respeitada a falta de religiosidade daqueles que assim optaram a seguir a vida.
Se a moda pega, a Fifa corre o risco de ter a Copa do Mundo do ano que vem cheia de manifestações religiosas, com missas, cultos e pregações diversas após cada partida.

O povo merece continuar torcendo pelo futebol de sua seleção, independente da reza, sessão espírita, ponto, ritual de sacrifício, sermão ou pregação.

Afinal, futebol é bola na rede, o resto é conversa.

2- FIFA REPREENDE COMEMORAÇÃO RELIGIOSA DO BRASIL NA ÁFRICA

Queixa é de que a seleção brasileira estaria usando o futebol como palco para a religião; entidade pede moderação aos jogadores

RIO DE JANEIRO – A comemoração do Brasil pelo título da Copa das Confederações, na África do Sul, e o comportamento dos jogadores após a vitória sobre os Estados Unidos causaram polêmica na Europa. A queixa é de que a seleção estaria usando o futebol como palco para a religião.

A Fifa confirmou à Agência Estado que mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final.

Ao final do jogo contra os EUA, os jogadores da seleção brasileira fizeram uma roda no centro do campo e rezaram.A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme. Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.

Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes da Europa. Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir o Brasil.

A religião não tem lugar no futebol“, afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi “exagerada”. “Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora“, disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca. À Agência Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome “providências” e que busca apoio de outras associações.

As regras da Fifa de fato impedem mensagens políticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida. Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa do Mundo de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.

A Fifa mostrou seu desagrado na época. Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está “monitorando” a situação. E confirma que “alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto”. A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para rezar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo. Após tantas considerações, gostaria da sua argumentação sobre o difícil tema: O que você pensa da mistura “Religião X Futebol”?

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– Guardiola & Marin? Xi…

Fico imaginando… será que Guardiola, caso assumisse a Seleção Brasileira, aceitaria passivamente a ingerência declarada de José Maria Marin?

Claro que não.

Li há algum tempo que Guardiola queria férias de 2 anos pós-Barcelona. Será que os convites de salários milionários, em Euro, que recebeu na Europa com contrato a longo prazo, teriam menos força do que dirigir a Seleção Brasileira?

O próprio Guardiola, certa feita, declarou que não toparia projetos a curto prazo. Na única entrevista sobre sua relação com o Brasil (final do ano), disse que poderia aceitar dirigir a Canarinho para ser cobrado em 2018.

Já pensaram nas suas dificuldades locais? Conhecer o jeito, a cultura, as negociatas daqui?

Gostaria sim de Guardiola como treinador da Seleção, mas acho que ele não está ciente das reais dificuldades, caso aceite.

Particularmente, acho que Tite será o novo treinador. Só assim poderia entender o fato da CBF esperar até Janeiro para escolher o nome.

– Quem Entrará no lugar de Mano Menezes?

Mano Menezes foi demitido. É claro que a decisão já estava tomada há tempos, pois esperaram o momento exato – final de ano, pós-amistosos – para o exonerar.

Agora, quem entrará em seu lugar?

Minhas impressões pessoais:

Felipão: está desatualizado, mas conta com a simpatia da dupla Marin/ Marco Polo. Ajudou o Palmeiras a ganhar a Copa do Brasil e a rebaixar o time para a segunda divisão.

Luxemburgo: ótimo treinador, se estiver só focado no time e não inventar Fábios Bilicas da vida…

Muricy: bom treinador, mas aguentaria o rojão? Excessivamente mal educado, não aceitaria interferência de Marin (coisa que parece natural).

Abelão: nome interessante, mas seria liberado pelo Fluminense? Escolher treinador do Tricolor Carioca já deu problema certa vez.

Tite: dos treinadores brasileiros, o que está em melhor boa fase. Confiaria a Seleção para ele.

Sinceramente, escolheria (se pudesse) Guardiola. Mas dizem que ele próprio não quer ser cobrado para 2014, mas sim para 2018. E no Brasil, só funciona resultado a curto prazo.

E você? Quem escolheria para a Seleção?

Quem será não sei. Mas esperar até Janeiro para decidir, como a CBF disse, parece brincadeira!

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– Mais um Árbitro que Encerra a Carreira Precocemente…

Quando você cita um profissional que seja jovem, e ao mesmo tempo que tenha experiência, você não valoriza seu trabalho?

Pois bem: o excelente árbitro assistente Rafael Ferreira da Silva, de tantos jogos na A1 e sempre em alto nível, encerra a carreira na FPF e CBF.

Motivos? Os mais injustos… Compartilho sua despedida e torço para o xará para os novos desafios que encontrará:

FECHAM-SE AS CORTINAS, TERMINA O JOGO

Meus amigos,Após 13 anos e 392 jogos, comunico o término da minha carreira como árbitro assistente de futebol.

Tomo essa decisão antes do que pretendia porque minhas perspectivas de evolução foram sepultadas pela não inclusão do meu nome no grupo que trabalhará no Campeonato Paulista de 2013, o que, por consequência, implica também na exclusão do quadro da CBF.

Como normalmente acontece, não recebi qualquer explicação pelo fato de ter sido preterido e nada no meu desempenho durante a temporada indicava que isso poderia acontecer.

Aliás, minha carreira sempre se pautou pela busca da excelência, suposto objetivo da Comissão de Arbitragem da FPF, e, sob qualquer prisma de avaliação (técnico, teórico, físico, psicológico ou social), meus resultados e escalas não deixam dúvida sobre isso. Todos os requisitos exigidos de um árbitro assistente, conforme estabelecido no regulamento de arbitragem, foram atendidos com comprometimento e no mais alto nível.

Diante desses fatos, só me resta concluir que suporto a consequência de não me colocar à disposição para atuar em jogos do futebol amador para o Sindicato dos Árbitros do Estado de São Paulo.

Considerando que a sujeição aos interesses do Sindicato tornou-se uma condição de sucesso como árbitro federado, uma tendência que deverá se manter nos próximos anos, não acredito que seja possível a reconquista da posição perdida, mas, supondo que fosse, os sacrifícios impostos pela carreira, não apenas a mim, mas também à minha família, representam um preço muito alto, que não estou disposto a pagar, ainda mais ocupando um espaço que deve ser destinado para as nova gerações de árbitros assistentes.

Portanto, missão cumprida!

Sinto que Deus me reserva uma nova direção na caminhada da vida e talvez abrir mão de trabalhar como árbitro assistente seja um ato necessário para tomar a direção que Ele deseja.

Agradeço a todos que me acompanharam durante essa jornada, curtindo as escalas, assistindo aos jogos e/ou comentando sobre as atuações. Diversas vezes vocês me emocionaram e as palavras/gestos de carinho foram uma fonte de energia extra que me ajudou na busca de fazer o melhor.

Por mais que as pessoas tenham uma visão deturpada, negativa e desconfiada dos árbitros de futebol, acredito que no meu pequeno universo de relacionamentos contribui para oferecer um ponto de vista alternativo, no qual a equipe com menos jogadores em campo é formada por homens e/ou mulheres apaixonados pelo futebol, comprometidos com a missão de legitimar um resultado e quando falham, risco a que todos estamos sujeitos em razão da nossa condição humana, sofrem muito por isso.

Aos agora ex-colegas copiados nessa mensagem desejo muita sorte e sucesso. Infelizmente, mas essa é a realidade, fora do universo da arbitragem perderei contato com a grande maioria e talvez alguns eu não volte a encontrar. Assim faço a questão de registrar que foi uma honra ter vestido o mesmo uniforme que vocês.

Um grande abraço,

Rafael Ferreira da Silva

– 3 Momentos de Péssima Educação no Futebol de Ontem

Há certas coisas que irritam e servem de mau exemplo. Vamos a elas?

1- Superclássico entre os times B de Argentina X Brasil. Na hora do Hino Nacional Brasileiro, o estádio La Bombonera produziu uma forte vaia ensurdecedora. Normal? Não. Pra mim, falta de educação.

2- Já falamos do unfair-play de Luiz Adriano no jogo do Shaktar na Liga dos Campeões. Entretanto, apesar da falha moral (mas legal perante a regra do jogo), a UEFA estuda puni-lo. Ora, errou o jogador pela falta de espírito esportivo e falha da UEFA em legislar sobre algo que não pode: a educação do atleta.

3 – Manchester, Inglaterra: repararam nas caras e bocas de José Mourinho, treinador do Real Madrid quando o quarto-árbitro levanta a placa com 5 minutos de acréscimo (jogo Manchester City X Real Madrid)? Ele se posicionou às costas do mesmo para observar quanto estava marcando na placa, esbravejou, se aproximou ao lado de um torcedor do Manchester City que aplaudia ironicamente, e resolveu aplaudir em conjunto! Se não bastasse, se virou aos torcedores adversários e sinalizava que queria mais aplausos! Hilário, mas mal educado…

Será que o futebol deve ser esse universo a parte, onde a má conduta é aceita? Não vejo isso em outros esportes.

– Uma partida que não acaba: Internacional X Palmeiras

Depois de tanta polêmica envolvendo o gol de mão de Barcos, o uso de tecnologia e/ou informação externa e julgamento da anulação da partida, a pendenga de Internacional X Palmeiras ainda deixa arestas: na próxima sexta-feira 23, o quarto-árbitro Jean Pierre será julgado por não relatar em súmula que informou ao árbitro Francisco Nascimento o lance.

Ué, o procurador Paulo Schmitt, que levou o caso ao STJD, não havia elogiado todos os procedimentos? Aliás, pessoas importantes da arbitragem disseram que o relatório foi “perfeito tecnicamente”… Agora, o quarto-árbitro poderá pegar 120 dias de gancho pelo esquecimento.

Sem comentários.

– Luís Fabiano reclama de Perseguição dos Árbitros. Tem razão ou não?

Nesta semana, o atacante são-paulino Luís Fabiano declarou que:

Os árbitros, quando vêm apitar um jogo do São Paulo, vêm condicionados a me dar cartão amarelo. Isto está claro.”

Ora, sabidamente Luís Fabiano é um dos atacantes que mais recebe advertências no futebol brasileiro. Justa ou injustamente?

Faça um levantamento dos cartões recebidos do jogador. Normalmente, foram por reclamação excessiva, atitude inconveniente e desinteligência. São todos os árbitros que lhe aplicaram cartões que estão errados ou o atleta que precisa ter mais equilíbrio emocional?

É claro que jogadores com histórico polêmico têm maior atenção da arbitragem. Quando o árbitro vai apitar jogos do Kleber Gladiador, deve estar atento às suas cotoveladas frequentes. Em jogos do Santos, atenção a Neymar pelas simulações. Se o atacante for o corinthiano Emerson Sheik, redobre o cuidado. No São Paulo, cuidado com a indisciplina de Luís Fabiano.

Claro que o rótulo criado pelos atletas não pode ser fator decisivo para que o árbitro dê cartões injustos. Mas na dúvida, seu histórico é preponderante para a tomada de decisão.

Luís Fabiano não é perseguido pelos árbitros. Seu comportamento é que se torna inadequado. Se não fosse ótimo jogador, seria punido por seu clube, já que frequentemente fica suspenso pelo elevado número de tolos cartões.

Cafu, Romário, Zico ou Ronaldo davam trabalho para a arbitragem? Claro que não. Só jogavam bola.

E você: concorda ou discorda do sãopaulino? Deixe seu comentário?

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– Champions Emocionante com Brasileiro Pisando na Bola!

E na Champions League, a rodada de 3a feira foi bacana para quem gosta de futebol. Vamos lá?

Na Turquia, o Galatasaray tirou o 100% de aproveitamento do Manchester United com ótima partida do meio campista Felipe Melo. Teria lugar de volta na Seleção? Talvez.

Em Turim, a Juventus deu um baile no atual campeão europeu Chelsea, por 3 X 0. Com a bolinha que vem jogando, talvez o Corinthians não seja campeão em cima do time inglês no Mundial do Japão, pois, se bobear o Chelsea pode até tropeçar na semifinal.

Já na Catalunha, o Barcelona ganhou de 3 X 0 do Spartak. Pra variar, mais gols de Messi.

Na Ucrânia, o Shaktar fez 5 X 2 contra o Nordsjaelland, com destaque negativo ao péssimo comportamento do atacante brasileiro Luiz Adriano. Após o árbitro paralisar o jogo para atendimento de um atleta lesionado, o jogo recomeçou com um bola-ao-chão cobrado por William (ex-Corinthians e destaque do Shaktar) devolvendo a bola ao campo de defesa do adversário. Porém, seu companheiro Luiz Adriano resolveu dominar a bola e marcou um gol! Os dinamarqueses “nordsjaellandenses” ficaram bravos, os jogadores do time ucraniano sem graça, e a própria torcida do Shaktar vaiou seu jogador.

Veja o lance: http://www.youtube.com/watch?v=UrE4K5MDFco

Como desculpa, Luiz Adriano diz que a culpa foi do “seu instinto de artilheiro”. Não convenceu…

O treinador do Shaktar, Mircea Lucescu, envergonhado, mandou os seus comandados abrirem caminho para que o time da Dinamarca marcasse um gol para compensar o erro de Luiz Adriano. Ao menos, ele teve espírito esportivo (ops: nessa partida, 3 gols de Luiz Adriano e 2 de William).

Como é que o jogador não se manca que está completamente errado? É difícil entender…

– Amistoso vale o quê?

Nesta quarta-feira a Seleção Brasileira joga conta a Argentina pelo torneio Nicola Leoz.

Superclássico com time B? Torneio Nicola Leoz? Não dá…

Jogo as 22h, desse jeito, só para quem gosta de futebol (como eu… e meia dúzia de boleiros).

– Corinthians & Caixa: hora de pagar os Favores Eleitorais?

O Corinthians acertou um milionário patrocínio com a Caixa Econômica Federal. Há tempos sem parceiro master na camisa, o banco estatal resolveu colocar sua marca no mais popular time de SP. Porém, o jornalista da Revista Veja, Lauro Jardim, disse em Outubro no seu twitter e escreveu na própria publicação:

Depois da eleição, Lula se incumbirá de uma nova tarefa. Comprometeu-se com diretores do Corinthians a procurar grandes empresários e resolver de uma vez por todas o patrocínio das camisas do clube. Este ano, o clube de maior torcida de São Paulo, campeão brasileiro, da Libertadores e candidato ao título mundial, não conseguiu se acertar com ninguém. Pediu 35 milhões de reais por um ano.

Na mesma linha, o jornalista Ricardo Perrone lembrou na sua coluna no UOL desta terça-feira:

Antes da Caixa, cartolas do clube sondaram o Banco do Brasil, de capital misto, mas  ligado ao Governo. E responsável por fazer a ponte entre o BNDES, outro banco governamental, e a Odebrecht para o financiamento das obras do estádio do Corinthians. Construção que conta com incentivos da prefeitura. Caixa e Banco do Brasil estão sob a batuta do Ministério da Fazenda, comandado por Guido Mantega, com quem dirigentes corintianos se reuniram recentemente. O encontro foi para tentar agilizar a liberação do financiamento do BNDES para o Itaquerão. O dinheiro ainda não saiu. Menos mal que foi fechado o contrato com a Caixa. Com tantas digitais governamentais, a oposição corintiana já não diz que a diretoria depende de Ronaldo. Passou a dependência para o governo, onde o ex-presidente Andrés Sanchez tem boas relações. O atual diretor de seleções da CBF fez campanha para Fernando Haddad e tem trânsito com Lula. Além disso, recebeu José Dirceu e o deputado petista Vicente Cândido no lançamento de seu livro.”

É hora da devolução dos favores ou não? O pior de tudo é que parece novamente descaso com o dinheiro público, metido em negociatas…

– Rebaixamento do Palmeiras. Horas passadas… a Culpa é de quem?

Depois de muita gente estar de cabeça quente com o rebaixamento do Palmeiras, fica a questão: de quem é a culpa? Das organizadas, dos dirigentes, dos jogadores ou dos treinadores?

Avalie: no ano, Felipão teve melhor aproveitamento do que Gilson Kleina. Mas no Brasileirão, Scolari vinha em descendente, alcançando 27,7% de aproveitamento, contra 42,4% Kleina.

Já as torcidas organizadas conseguiram fazer o Palmeiras perder o mando, jogando longe de casa e colhendo prejuízos financeiros, viagens cansativas e logística conturbada. Sem contar que o “gol do rebaixamento” (simbólico, é claro) foi do Vagner Love, aquele que a Mancha Alviverde fez sair do clube por tentativa de agressão.

Tirone e seus dirigentes demoraram para tomar decisões. Kleber Gladiador pintou e bordou sem punições, sem contar as contratações duvidosas, como a de Adalberto Roman. Lembre-se ainda no Sal Grosso comprado para ganhar jogos…

Dos jogadores, vale lembrar do Valdívia. Ou melhor: vale esquecê-lo…

Próximo ao centenário do clube, com estádio novo a ser reinaugurado, as vésperas de um jogo festivo para o Marcos… tudo errado.

Pior: o Roto falando do Esfarrapado. Disse Mustafá Contursi:

Esse rebaixamento não tem comparação com o de 2002, pois naquela época o clube era organizado.”

Sem comentários…

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– Jogadores Juniores que se Tornam Iludidos Arrogantes

Muito ouço falar e ler sobre o jogador do Santos FC, Victor Andrade. Bom de bola, mas iludido pela carreira ascendente.

Não é fácil um garoto com pouca instrução começar a ganhar muito dinheiro, receber elogios da grande imprensa e ver os prazeres mundanos (carrões, mulheres e fama) surgirem tão facilmente. Carece-se de paciência e boa orientação.

Mas será que garotos como ele têm tal aconselhamento? O que se vê hoje é uma quantidade de atletas jovens, que acham que jogam mais do que praticam na realidade, enganados por empresários que querem lucrar com eles.

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– O Polêmico Cartão Amarelo de Neymar por Suposta Simulação. Merecido ou Não?

Cláudio Francisco Lima e Silva é o retrato perfeito da política da arbitragem da CBF. Sua atuação neste sábado, na partida entre Santos 2 X 0 Figueirense, mostrou todos os desejos, erros e gafes da Comissão de Árbitros. Vamos lá, em 3 tópicos, explicar o ocorrido:

1- Cláudio faz parte do elenco de árbitros com ótimo porte físico desejado pela CA-CBF. Alto, forte, vistoso e que correu muito em campo. Árbitros de média ou baixa estatura, ou que não tenham boa aparência na TV, não tem chances, mesmo que sejam ótimos tecnicamente. Reparem nas escalas: tem árbitro do porte físico dos irmãos Oliveira (Paulo César e Luiz Flávio), por exemplo? Claro que não, pois eles foram os últimos que entraram na elite sem esse conceito de árbitro “alto e forte”. Privilegia-se o físico, a aparência, a panca e o tamanho, mas não a competência.

2- Apesar de estar muito próximo da jogada e se posicionar bem, no lance polêmico da partida – infração em Neymar – o árbitro errou e marcou simulação de falta, aplicando o cartão amarelo e consequentemente tirando o atacante do jogo contra o Corinthians. E aqui vai a atenção: árbitros conhecidos, talentosos e respeitados, estão atentos a lances que possam envolver polêmica, sem desejá-los. Porém, certos árbitros esperam e desejam que existam lances duvidosos, a fim de poder aparecer e se destacar. Que Neymar simulava demasiadamente no começo da carreira (bem menos hoje), é verdade. Entretanto, o juiz da partida deve saber das características dos atletas sem nunca premeditar o defeito, pois pode influenciá-lo negativamente nas suas decisões em campo. Foi o caso de ontem: imagine na cabeça de um árbitro mediano, que busca seu espaço, ganhar minutos na mídia ao advertir Neymar por simulação em plena Vila Belmiro? Ele anseia por esse momento, e quando há dúvida, acaba errando justamente pela pré-disposição em punir (até mesmo inconscientemente).

Na jogada, Neymar sofre infração por ser desequilibrado. O jogador do Figueirense tenta alcançá-lo na corrida, e na velocidade há o toque involuntário que o derruba. Na Regra do Jogo, essa é a clássica situação de imprudência: quando um atleta não quer fazer uma falta, mas acaba cometendo (lembre-se: as infrações são classificadas em imprudentes, que são sem aplicação de cartão; temerárias, que merecem a advertência por amarelo; e de força excessiva, com expulsão pelo cartão vermelho).

O santista tinha o domínio de bola, vinha de uma jogada maravilhosa que, se culminasse em gol, estaria em todo o planeta se repetindo a exaustão (aplicou um chapéu no nascedouro do lance!). O árbitro não avaliou que estando de frente para o gol e nessa situação, seria improvável que ele se jogasse? Não fez a leitura do jogo?

Mesmo que um atleta se desequilibre sozinho, tropece e com sua queda impeça o adversário de prosseguir no lance, deve ser marcada a infração por imprudência. É diferente de uma jogada onde os atletas se machucam por casualidade ou acidente de trabalho, pois, na verdade, ambos foram vítimas do acaso. No lance referido, o jogador do Figueirense corre mais do que pode para alcançar Neymar e não tem tempo de tirar o pé, que bate no santista e o derruba. O atacante não tem culpa da imprudência do zagueiro e deve ter o lance marcado a seu favor.

Confesso que pelas imagens de TV, apesar de Neymar ter caído na grande área, não consegui ver se o toque se deu dentro ou fora dela (que é o local onde se configura o lance faltoso). Se foi fora, é falta. Se em cima da linha ou dentro da área, obviamente pênalti. Em ambos os casos não se deve aplicar o cartão amarelo para o atleta da equipe catarinense, por ser lance imprudente  (não entra a questão do chamado “impedir uma situação clara e manifesta de gol” – para ser ela, a meta deveria estar escancaradamente aberta, e seria vermelho).

3- A CBF quer renovar o quadro com um árbitro que já foi lançado na série A e não se firmou, que não apitou grandes jogos e que vem de um estado sem forte tradição no futebol, como o sergipano Cláudio Lima e Silva?

Dirão que Sidrack Marinho, que foi da FIFA, era do Sergipe. Ora, ele é caso de exceção, não regra cotidiana do futebol.

Para quem não se recorda, em 2010, Cláudio apitou Palmeiras 4 X 1 Avaí, e ao contrário do jogo de sábado, marcou um pênalti que não foi, protagonizando grande confusão posteriormente, custando-lhe uma suspensão do campeonato (e olha que o jogo era fácil…). O lance pode ser visto no YouTube, aos 5 m, nesse link: http://www.youtube.com/watch?v=Ge9KgZL-vws

E você, o que achou do lance? Deixe seu comentário:

– Dois Pênaltis Inexistentes em Dois Dias. Vamos entender?

Na quarta-feira, pênalti inexistente que poderia decidir em favor do Brasil. Na quinta-feira, pênalti inexistente que decidiu contra um time do Brasil. O que dizer dos lances de Brasil X Colômbia e Millonarios X Grêmio?

Nas duas partidas, observamos lances de erros técnicos de árbitros. Interpretaram mal as jogadas e caíram na simulação dos atletas. Vamos lá:

Brasil X Colômbia: aqui, o erro foi motivado pela inexperiência do árbitro americano em partidas envolvendo sulamericanos. Na cultura esportiva dos EUA, há pouco espaço para simulações. Em particular, no futebol, ludibriar o árbitro não é coisa comum por lá. Sendo assim, na jogada em que o atleta colombiano atinge somente a bola, legalmente tirando-a da posse de Daniel Alves, o contato físico entre o colombiano e o brasileiro é inevitável e normal de jogo. Porém, o lateral da Seleção Brasileira simula que o braço do atleta que o atinge na disputa de bola (sem força para derrubá-lo, involuntariamente), o impede de jogar e cai como se fosse empurrado propositalmente na disputa de bola. O árbitro caiu nesse golpe e marcou o pênalti. Erro pela falta de rodagem do apitador e por estar desacostumado com tal situação de unfair play.

Millonarios X Grêmio: Carlos Vera, equatoriano, sempre foi um árbitro comum, sem destaque internacional, embora com boa rodagem. O jogo pela Sulamericana foi de muito contato físico, e erros de marcação de supostas e verdadeiras cotoveladas (para ambas equipes) deixaram de ser anotadas. Porém, o lance decisivo ocorreu no final do jogo: o gremista Werley acompanha seu adversário, chega a colocar o braço no peito do colombiano, e este dobra as duas pernas e cai no chão dentro da área. Clássica simulação, o braço não impediria o jogador de seguir na jogada, não sendo infração; e o árbitro, que estava bem posicionado, marcou pênalti. Errou pela falta de coragem em mandar seguir o lance, situação inadmissível para quem ostenta o escudo FIFA e já tem experiência suficiente me competições internacionais, apesar da deficiência técnica.

E você, o que achou desses lances? Deixe seu comentário:

– Associação dos Árbitros quer R$ 4 milhões para Melhorar a Arbitragem Brasileira

Dinheiro traz competência?

-Talvez.

Capacitação técnica de empregados deve ser feita pelos patrões?

-Provavelmente.

Treinar in loco é condição sine qua non para qualquer profissional?

– Sem dúvida.

Após esses questionamentos, fica a reflexão: a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF) quer melhorar a qualidade da arbitragem brasileira, solicitando do Governo 4 milhões de reais para formação de árbitros a distância.

Ora, não seria melhor que a CBF, que é quem administra a arbitragem brasileira via Comissão de Árbitros, cuidasse da capacitação dos mesmos? E com treinos presenciais, nunca a distância? E por quê com dinheiro público, se são entidades de direito privado, e que possuem boas receitas?

Eu sou contra tal receita a Associação dos Árbitros e a atribuição dessa responsabilidade a ela. E você?

Extraído de: http://esporte.uol.com.br/futebol/campeonatos/brasileiro/serie-a/ultimas-noticias/2012/11/15/anaf-que-r-4-milhoes-do-governo-federal-para-formar-arbitros.htm

APÓS PRESSÃO POR ERROS, ANAF QUER R$ 4 MILHÕES DO GOVERNO FEDERAL PARA FORMAR ÁRBITROS

por Rodrigo Matos

Sob pressão após erros recentes de arbitragem no Brasileiro-2012, a Anaf  (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol) reivindica que o Governo Federal dê R$ 4 milhões para projetos de formação de juízes no Brasil. Uma parte sairia diretamente do caixa do Tesouro Nacional e outra por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

Os pleitos dos árbitros já foram oficializados no Ministério do Esporte, que considera legítimos os pedidos e promete analisá-los. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol), que é responsável pela qualidade dos juízes, entende que a iniciativa é louvável.

Um dos projetos é para a viabilização de cursos de formação para árbitros à distância. Seu custo previsto é R$ 2,7 milhões, que, no plano da Anaf, deveriam ser bancado em convênio com o governo.  Uma universidade de Santa Catarina ficaria responsável por centralizar os cursos.

O outro projeto é para aperfeiçoamento de juízes, com um custo de R$ 1,3 milhão. A intenção é que seja colocado em prática por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Sob pressão após erros recentes de arbitragem no Brasileiro-2012, a Anaf  (Associação Nacional dos Árbitros de Futebol) reivindica que o governo federal dê R$ 4 milhões para projetos de formação de juízes no Brasil. Uma parte sairia diretamente do caixa do Tesouro Nacional e outra por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

– Paulo Schmitt e a Infeliz Dica!

Passou batido, mas é de uma barbaridade sem fim!

Paulo Schmitt, durante o julgamento do recurso do Palmeiras pedindo anulação do jogo entre Internacional X Palmeiras, recomendou que a equipe alvi-verde:

Não deveria tentar anular o jogo, mas sim lutar para a validação do gol de Barcos!

Meu Deus! São senhores como ele que militam no futebol? Defende o não julgamento de um erro de direito (ou seja, do que pode recorrer?) e sugere lutar algo que não se pode (erro de fato, cuja decisão é irrevogável).

São situações como essa que entristecem àqueles que amam o futebol…

– Milésimo Mequetrefe

Hoje o Brasil fará seu amistoso número 1000 da história da Seleção, contra a Colômbia, no MetLife Stadium (New Jersey, EUA).

Sinceramente… não deveria ser algo mais pomposo? Em Wembley, diante da Seleção do Resto do Mundo, por exemplo?

Acho que não dá para exigirmos mais do que temos, pela safra ruim e politicagem nefasta que ronda a CBF…

– Palestras de Ex-Presidentes: a Tabela de Preços

Leio uma edição antiga de uma revista (IstoÉ, Ed 2157, pg 49), uma interessante tabela de preços dos Ex-Presidentes da República para palestras corporativas.

Quer que Lula dê uma palavrinha na sua empresa? Por 1 hora, ele cobra R$ 200 mil.

Quer Fernando Henrique Cardoso? Em Promoção: R$ 150 mil.

Serve ex-ministro? Pedro Malan cobra R$ 35 mil.

Quer alguém do esporte? Se for do futebol, Zagallo costuma cobrar R$ 42 mil; se for do voleibol, tem o Bernardinho por R$ 35 mil.

Aproveite e compare com os outros ex-presidentes internacionais:

Tony Blair, ex-premier britânico: US$ 130 mil

Bill Clinton, ex-presidente americano: US$ 140 mil

Mikhail Gorbachev, ex-presidente soviético: US$ 50 mil.

Fica a pergunta óbvia: Vale tanto dinheiro para ouvi-los? Deixe seu comentário:

– Neymar na Seleção de 70?

Na semana passada, Roberto Rivelino, tricampeão mundial, estreou na TV Cultura no Programa “Cartão Verde”. E um de seus comentários me marcou. O Patada Atômica disse na ocasião:

A safra de jogadores hoje é ruim, só temos um ou outro se diferenciando dos demais. Mas o Neymar é craque; ele teria lugar na Seleção de 70!

Rivelino estava lá naquele timaço e arranjou uma vaguinha para o Neymar. Mas… você concorda com ele? Neymar teria vaga na Seleção de 1970?

Deixe seu comentário:

– Fluzão Campeão num Campeonato Fraco.

O Fluminense, merecidamente, é Campeão Brasileiro. Mas algumas coisas devem ser ditas sobre o torneio:

O Campeão da América, Corinthians, disputou o torneio sem a equipe principal em diversas rodadas. Claro, isso faz diferença e não é problema do Tricolor Carioca.

O melhor jogador do Brasil, Neymar, jogou menos da metade da competição por estar servindo a Seleção, enquanto o Flu não tinha desfalques. Também não é problema dos cariocas, mas deve se pensar nisso…

Uma final esvaziada: o palco do título foi num estádio com menos de 25% de lotação, sendo que o público do jogo que entra na história como “do título” com apenas 8.000 testemunhas!

Erros de arbitragens se fizeram presentes no torneio, mas não tiveram influência no título: àqueles que creditam aos árbitros a pontuação expressiva, lembrem-se que a equipe só perdeu 3 jogos e que também foi prejudicada (vide o gol mal anulado de ontem ou o jogo Fluminense X Atlético no primeiro turno…) Erros se compensam durante o torneio. O Atlético Mineiro, que talvez tenha sido o clube que mais reclamou, ontem foi beneficiado em São Januário contra o Vasco e não fez alarde sobre os erros-pró.

Enfim, particularmente acho que o torneio foi nivelado por baixo. Escolheria os 3 craques, pela ordem de boas atuações: Neymar, Fred e Ronaldinho Gaúcho. Revelação? Bernard. E no apito? Xi…

Seneme mais sofreu com contusões do que apitou. Vuaden foi bem, apesar que, na partida de ontem em Presidente Prudente, andou em campo e acabou o jogo visivelmente cansado. Talvez o nome seja Heber, embora me pareça estar com a barriga saliente.

Revelação do apito?

Fica vago. Sinto que nesse ano não revelamos nenhum bom nome novo. Triste.

E você? Quem escolheria como craque do Brasileirão, a revelação e o melhor árbitro?

– A Arbitragem do Paulistão para 2013

A Federação Paulista de Futebol divulgou os detalhes do Paulistão 2013, sem modificações no regulamento ou alterações significativas.

Vejo que a maior novidade estará na arbitragem. O presidente da Comissão de Árbitros, Cel Marcos Marinho, anunciou que teremos 25 árbitros apitando na série A1, quintetos fixos e que os Adicionais poderão falar.

Vamos entender, na prática, o que isso significa?

  • 1) Os 25 árbitros: o número de juízes da série A1 era 30, sendo que os nomes eram baseados no ranking da FPF – com colocação e pontuação nunca abertos ao público, nem aos próprios árbitros! Aqui, não importa o número, mas sim a qualidade dos árbitros. Antes, São Paulo possuía muitos nomes de árbitros para serem escalados em clássicos, incontestavelmente. Hoje, rarearam-se! Desprezou-se a experiência, valorizou-se a beleza e o condicionamento físico. Este é o cerne do problema, onde os árbitros foram abandonados pelas entidades de defesa da categoria e aceitam tudo passivamente.
  • 2) Quintetos fixos: há duas situações- ao longo do torneio, o entrosamento é natural e consequentemente melhora o rendimento. Mas como foram montados os quintetos? Imaginaram um árbitro trabalhar com dois bandeiras e dois adicionais de meta que não dão liga? O trabalho não flui! Infelizmente, não há consenso entre os integrantes do quadro de árbitros para a escolha de suas equipes, sendo que ela é determinada pela Comissão de Árbitros.
  • 3) Adicionais que falarão: ora, mas quem disse que eles não podiam falar? Aqui, na verdade, é que os AAA (adicionais de meta) serão cobrados para que sejam mais participativos do que foram no ano passado. Talvez por ter sido o primeiro ano de experiência em SP, muitos se intimidaram e foram meros expectadores, abdicando de participação mais efetiva.

A grande preocupação será: os árbitros escolhidos são realmente os merecedores? Serão eles fruto de escolha política ou meritocrática, ressuscitando o assunto já tratado em relação aos bandeiras, cuja polêmica foi (e está sendo) enorme?

Para quem não viu, a pendenga dos bandeiras pode ser acessada no link:

http://www.redebomdia.com.br/blog/detalhe/13892/A+Polemica+Lista+dos+Bandeiras+da+FPF

Enfim, esperemos que o trabalho de preparação dos árbitros seja melhor realizado, e que durante o campeonato tenhamos escalas sem vetos ou de resultados de sorteios antecipados pela imprensa. Aliás, nesse item, uma calmaria à FPF, já que o Jornal da Tarde não existe mais (lembrando a divulgação antecipada de que Paulo César de Oliveira seria sorteado para Corinthians X Palmeiras)…

– STJD: Vergonha Nacional

Se a safra de jogadores é ruim, a dos membros do Superior Tribunal de Justiça Desportiva é pior!

Ontem, os membros do STJD nem deram bola para o recurso do Palmeiras pedindo a  anulação do jogo contra o Internacional e recusaram a queixa por 9 X 0.

Sou a favor da tecnologia do futebol, sou a favor da Justiça nos placares, mas sou contra o descumprimento da Regra. O que houve na partida polêmica é que o gol de mão foi anulado com procedimentos proibidos: ou seja, com ajuda externa!

Reafirmo uma opinião por conhecimento de causa, já que exerci a função de quarto-árbitro em muitas partidas da Série A: em um campo tão grande como o Beira-Rio, com muitos jogadores encobrindo a visão, no bololô, com seus afazeres, o quarto-árbitro não viu a mão de Barcos!

Certamente, na confusão, ao ouvir a reclamação de mão, houve a consulta externa. E como não poderia ter tomado a decisão baseada em informação de fora, o discurso foi afinado para que se diga que foi a atenção do quarto-árbitro quem decidiu.

Ninguém espera 7 minutos para reiniciar o jogo da maneira que foi.

Recordando: esse mesmo Tribunal, que nem deu atenção a esse provável erro de direito, um dia anulou São Paulo 5 X 1 Botafogo, transferindo os 3 pontos ao time carioca e o salvando do rebaixamento… Lembram-se?

O STJD não é uma casa séria, mas nociva ao futebol. Lamentável.

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– Estádios da Copa: de 1,9 bilhão para 6,7 bilhões!

Os números são da Revista Veja (Coluna Panorama, ed 07/11/2012, pg 66): segundo o jornalista Vitor Caputo, a previsão de gastos com reforma e construção de estádios para a Copa do Mundo 2014 era de R$ 1,9 bi. Hoje, ela já está em 6,7 bi.

Quer outro número assustador?

Ricardo Teixeira, mentor da Copa por aqui, em declaração conjunta com o Ministro dos Esportes da época, Orlando Silva, proclamou em 2007 que não haveria dinheiro público em estádios. Hoje, 91% das obras do 12 estádios saíram do governo federal / estadual ou municipal.

Eu nunca quis Copa do Mundo por aqui. E você?

– Qual o Esporte Preferido do Jovem Brasileiro?

Para os esportistas, números interessantes: Datafolha e ONG “O Brasil que vive o Esporterealizaram uma pesquisa junto a população jovem brasileira fazendo a seguinte pergunta:

-“Quais as atividades esportivas que você mais gosta, independente de praticá-las ou não?

Para mim, que sou do tempo em que o esporte no 1 do país era o futebol, seguido pelo basquetebol, não me surpreende que o voleibol seja dono hoje da 2a colocação. Mas me surpreende ver que o “Bola ao Cesto” está em 9o lugar na preferência nacional!

A pesquisa pode ser conferida no link original:

https://desolate-sea-3351.herokuapp.com/downloads/o_brasil_que_vive_o_esporte.pdf

Os resultados são os seguintes:

  1. Futebol: 57%
  2. Voleibol: 42%
  3. Natação: 39%
  4. Academia/Musculação: 37%
  5. Dança: 35%
  6. Caminhada: 27%
  7. Futsal: 26%
  8. Ciclismo: 18%
  9. Basquetebol: 16%
  10. Capoeira: 15%
  11. Ginástica Olímpica: 13%
  12. Motociclismo: 12%
  13. Corrida / Running: 11%
  14. Vôlei de Praia: 11%
  15. MMA: 11%
  16. Boxe: 10%
  17. Automobilismo: 9%
  18. Handebol: 9%
  19. Karatê: 8%
  20. Skate: 7%
  21. Judô: 7%
  22. Tênis: 6%
  23. Tênis de Mesa: 5%
  24. Futvolei: 4%
  25. Surf: 3%
  26. Vela: 1%
  27. Rugbi: 1%
  28. Jiu Jitsu: 1%

Se compararmos os dados entre Homens e Mulheres, temos muitas diferenças. Veja:

O sexo Masculino prefere-

  • Futebol: 77%
  • Futsal: 40%
  • Natação: 36%
  • Voleibol: 35%.

Entre o sexo Feminino-

  • Dança: 54%
  • Voleibol: 49%
  • Natação: 41%
  • Futebol: 36%

E você, concorda com esses dados? Quais os seus esportes preferidos?

– Massa ou Rubinho?

Felipe Massa foi entrevistado pelo jornal espanhol AS. E quando o repórter pediu uma comparação dele com Rubens Barrichello, respondeu:

Tenho melhor porcentagem de vitórias do que ele, perdi um campeonato na última volta, ganhei seis corridas naquele ano. Isso Rubens não fez”.

Ah, não concordo. Rubinho foi mais emocionante, audacioso e técnico do que Massa. Além do que, sabemos que Felipe aceitou mais passivamente a questão de ser segundo piloto da equipe Ferrari, coisa que Barrichello não se conforma (vide o GP da Áustria).

E pra você: Rubens Barrichello ou Felipe Massa?

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– Platini e o erro de 3 cm

Em entrevista à Rádio Rai 2 (Itália), o presidente da UEFA, Michel Platini, radicalizou contra o uso da tecnologia no futebol e a favor do uso dos adicionais de meta. Na última sexta-feira (02/11), declarou que:

Se usada, cada impedimento seria decidido com recurso da tecnologia, assim como cada entrada dura, cada saída de bola do campo, porque o árbitro pode enganar-se a qualquer momento. Então, quanto tempo duraria um jogo? Quatro ou cinco horas? [A tecnologia] não pode solucionar todos os erros do futebol. Nas decisões de gol pode haver margem de erro de até três centímetros. Cinco árbitros conseguem ver todas essas infrações que aconteçam no jogo, se não fosse assim eles não teriam de ter outro trabalho.”

Ora, há tempos que ele se manifestava contra a tecnologia. Mas aqui ele está irredutível! Ninguém defende a tecnologia para decidir lances de arremesso lateral a cada saída de bola, mas sim a oportunidade de usá-la em jogadas decisivas, polêmicas e não tão claras. Mas o que me chama a atenção é a afirmação de que podemos ter com a nova tecnologia para confirmação de gol-não-gol uma margem de erros de 3 cm (portanto, alta!).

Existe mesmo essa margem de erro?

Se sim, por que não foi divulgada pela FIFA, já que tal diferença é relevante?

Consideremos: quem disse que o erro pode ser de 3 cm é o presidente da UEFA, uma autoridade significativa, não um fanático torcedor comum.

E agora?

Eu sou a favor do uso da tecnologia, de maneira ponderada, em situações previamente a serem definidas e com rápidas decisões de um “árbitro de monitor”, que poderia ser um 4o árbitro experiente ou até mesmo um árbitro de ponta jubilado (já imaginaram que hoje eles poderiam ser Sálvio Spinola, Wagner Tardelli, Cleber Abade)?

A discussão deveria ser: qual e quando usar a tecnologia. Claro: e a eficácia dela, já que se existe a margem de 3 cm, ela não serve.

Confesso que não vi manifestação da FIFA sobre essa declaração de Platini. Alguém viu?

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