– Parabéns à Conquista do (Hexa?) Campeonato do Corinthians!

Bi, tri, tetra, penta… E o Corinthians é aclamado como Hexacampeão.

Mas é hexa mesmo?

Antes, recordo-me que a atribuição sempre se deu a campeonatos seguidos conquistados. O Náutico, por exemplo, já foi decacampeão em PE (ganhou 10 vezes seguidamente), embora tenha quase 40 títulos regionais. Convencionou-se, por causa da Copa do Mundo, chamar aquele que conquista algumas vezes o torneio pelos adjetivos citados. Só que a Copa do Mundo é muito mais esporádica do que os regionais/ nacionais.

Assim, o São Paulo é bicampeão paulista de 80/81 e o Corinthians de 82/83. Mas ambos tem quase 30 títulos em SP! Se fosse assim, teríamos equipes triacontacampeães (trinta vezes campeão não-consecutivamente)?

Daqui 100 anos, se o futebol não falir, aquele que ganhar o 40o título de campeão será chamado como?

Por fim: o Milan luta para conquistar seu 19O escudeto no Calcio. A torcida gritará: “eneadecacampeão” nas arquibancadas? No 20o: “É, icosacampeão!!!”

Para mim, deve-se dizer 6o título conquistado. Nada mais do que isso – e merecido! Afinal, os números, o futebol jogado e a campanha mostram e justificam o título. E não se impute à arbitragem, que errou pró e contra a todos.

Levir Culpi ainda critica o título chamando-o como “manchado” nas entrevistas. Discordo, sobre isso, já falamos em outra postagem: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/11/03/corinthians-sem-essa-de-apito-amigo-galo/

Só não gostei da camisa comemorativa. Que mal gosto! Vale mais a tradicional do que essa modelo “XV de Piracicaba versão Nike”

Tão criativos que os marqueteiros são, deram voz aos piadistas das redes sociais. Uma das brincadeiras que postam na Internet:

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– Flamengo x Ponte Preta terão a Regra 13B em campo?

Depois de Sérgio Correa da Silva avalizar a “boa” arbitragem de Dewson de Freitas em CAP 3×3 SEP (veja a análise dos lances clicando aqui: http://wp.me/p55Mu0-Dl), dizendo na TV que se pode cobrar um tiro livre desde que a distância seja para trás (contrariando as Regras do Jogo da FIFA, que orienta a tolerância de 1m em condições especiais), com tal gafe foi criada uma nova Regra: a Regra 13B (tiros livres à moda brasileira).

Sem dúvida, o Brasileirão desde ano é inovador. Temos os pênaltis de queimada (Regra 12B) e agora mais essa novidade…

Falando sério: depois de toda essa lambança, Dewson foi premiado com a escala para o jogão Flamengo x Ponte Preta!

Coitada da Macaca… foi prejudicada por um pênalti mal marcado (a bola bateu no rosto de Ferron) pelo Chicão de Alagoas na rodada passada por uma 12B (veja a análise deste jogo aqui: http://wp.me/p55Mu0-Dd), e agora entrará em campo com o árbitro pioneiro da 13B!

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– Atlético Paranaense 3×3 Palmeiras: erros ou acertos nas faltas?

Dois erros importantes na noite desta 4a feira na Arena da Baixada. Vamos a eles?

Dawson Freitas, o paraense que meteoricamente subiu ao quadro da FIFA no lugar do árbitro Chicão de Alagoas, deu motivo para as duas equipes reclamarem na partida entre Furacão 3×3 Verdão.

Não assisti ao jogo, mas li, ouvi e assisti os melhores momentos disponíveis da partida. E gostaria de fazer 3 observações:

1) Gol de Robinho: O lance surgiu de jogada irregular. Gabriel de Jesus divide com Eduardo, ameaça dominar no peito mas instintivamente fecha os braços para que a bola não fuja do seu domínio, batendo nos dois braços. É falta. Deste lance, surge o gol de Robinho. Era tiro livre direto a favor do CAP, sem a necessidade de aplicar o cartão amarelo. Mas por quê o árbitro não marcou? Simplesmente porque foi do lado cego dele. Ele está vendo apenas as costas do atleta, e se tivéssemos o AAA (os adicionais de linha de meta), poderia ter sido auxiliado a ver a infração.

2) Gol de Ewandro: Após falta cobrada rapidamente, surge mais um gol do Atlético, também de maneira irregular. Não por ter sido cobrada rapidamente, mas pelo local da cobrança. Vamos lá:

2a- Você pode cobrar uma falta sem a necessidade de autorização do árbitro. Basta ela estar imóvel e no local em que a falta ocorreu. Não precisa fazer a barreira, pois, afinal, ela não existe na Regra. O jogador pode abrir mão da cobrança rápida se achar que o adversário não está a 9,15m de distância a que tem direito. Se o fizer, aí sim deve esperar o apito do árbitro. Portanto, desmistifique: barreira quem pode pedir é o cobrador, não a defesa. O que acontece é que, na espera de arrumar a bola, se concentrar e mirar o gol, os jogadores se aglutinam formando a barreira. E como alguns batedores até mesmo a utilizam como referencial para chutes, acabam esperando. Porém, se o atleta quiser cobrar rápido e ela bater num adversário a menos de 9,15m, azar do cobrador, pois ele abriu mão da distância a que tem direito para agilizar o jogo. É diferente do lance em que, após arrumar uma barreira e autorizar a cobrança, alguém se avança e a bola bate nele – neste caso, volta a cobrança (se não resultar em um gol) e se aplica o cartão amarelo.

2b- O local da cobrança de uma falta deve ser exatamente no local em que ela ocorreu, caso exista o tempo de se fazer uma barreira e o aguardo do cobrador. Se ele quiser agilizar a cobrança, tolera-se aproximadamente o raio de 1 metro (portanto, para os lados, frente ou trás, exceto próximo à área – senão aconteceria a maluquice de se cobrar dentro da área penal). Alguém poderá dizer: “se ela for cobrada num local muito para trás, não há a vantagem“. Aí há duas situações: cobrou-se em local irregular (não tolerado uma distância tão grande de onde ocorreu de fato a infração) e a busca de outras vantagens diferentes da proximidade do gol: por exemplo, o “caminho livre” para o chute, como ontem.

2c- Se um jogador está levemente lesionado, o jogo deve seguir. É o que se vê neste caso: um jogador do Atlético, o time que pode cobrar rapidamente a falta, levanta imediatamente após a cobrança. Só se deve esperar a cobrança por jogador lesionado se realmente precisa de atendimento imediato (existe a orientação de que, como o árbitro não é médico, em caso de dúvida, permita a retirada do atleta em campo; não sendo esse caso, segue o jogo).

Dessa forma, por tudo isso, faltou malícia ao Palmeiras em “proteger a bola” ou “estar atento à cobrança”. Mas o mais importante: o lance foi irregular não pelo atleta no chão ou cobrança rápida, mas pelo local em que foi cobrada.

3) Disciplina em campo: no começo do Brasileirão, muitos cartões amarelos e vermelhos por questionamentos e reclamações à arbitragem. Não se podia falar nada que já se levava o cartão. Neste jogo, faltou peito ao árbitro.

OUTROS) Como, conforme reitero acima, não assisti ao jogo, tentei saber e não consegui sobre outras duas reclamações em que não há vídeo disponível:

1- A de uma cobrança rápida de falta não permitida ao Palmeiras (qual teria sido o motivo)?

2- O tempo de acréscimo e o real tempo do último gol (se há 5 minutos de acréscimos, quer dizer que o tempo legal deve ser entre 50’00 e 50’59”).

Para quem gosta, compartilho abaixo uma postagem com mesma temática (de 3 anos) para que os leitores possam fazer suas avaliações e outras considerações:

ESPERTEZA OU MOLEZA DOS JOGADORES EM COBRANÇAS DE FALTAS? 

Na quarta-feira (17), um lance inusitado na partida Porto (POR) X Arsenal (ING): Após um recuo de bola do time inglês ao seu goleiro, o árbitro sueco Martin Hansson (aquele mesmo de França X Irlanda, do gol de mão de Henry – que fase, hein juizão!) assinalou tiro livre indireto a favor dos portugueses. O esperto centroavante pegou a bola, colocou no chão e cobrou rapidamente, fazendo o gol. Naquele momento, o goleiro e a defesa do Arsenal estavam desarrumados e desatentos. O gol foi confirmado.

Veja o lance: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/portugues/0,,MUL1495243-9850,0.html

E a pergunta: pode?

Claro que pode, e aí uma curiosidade: Quem é que disse que precisa esperar a barreira? Onde está a barreira na regra? E o apito do árbitro, tem que esperar?

Vamos lá: o time que cobra a falta tem o direito de exigir as 10 jardas de distâncias (9,15m). Nada impede que ele abra mão desse direito. Se o fizer, e a bola atingir o defensor, segue o jogo. Afinal, o adversário não teve tempo de se posicionar a 9,15 metros. Não teve culpa. Não precisa esperar o apito.

Entretanto, se o adversário se posicionar em frente a bola, e impedir propositalmente a cobrança, ficando a menos de 9,15m, e a bola bater nele, repete-se a cobrança e aplica-se o cartão amarelo por não manter a distância regulamentar e/ou retardar o reinício de jogo.

Perceba que são situações diferentes: no primeiro lance, ele não teve tempo de se posicionar. No segundo lance, ele fez questão de não se posicionar.

Mas e quando o time que fez a falta “pede barreira“? Aí outro mito do futebol: o infrator não tem esse direito, ele tem o dever de dar a distância. O que acontece muitas vezes é que os batedores de falta exigem a distância de 9,15m, e as defesas se agrupam como “paredões”, “muralhas” ou, como conhecemos, “barreiras”. As barreiras não existem na regra; é que a própria regra não vê nada de ilegal no fato dos atletas se agruparem a 9,15m.

Outra curiosidade que você não costuma observar: se o atleta quer bater a falta rapidamente, e o adversário fica na sua frente, ele pode tirar grande proveito disso: a regra permite que ele “tabele’ com o adversário, ou seja, posso chutar nesse atleta que está me atrapalhando, a fim de recebê-la de volta e sair eu mesmo jogando! Quantas vezes você viu esse lance em campo? Dizem que Pelé fazia isso, mas com a bola rolando, não em lance de bola parada.

quando vemos o gesto do árbitro mandando esperar o apito para cobrar a falta?

Normalmente ocorre pela exigência da equipe que cobrará a falta em querer a distância. O árbitro indica que irá contar a barreira, e por estar de costas e o jogo paralisado, precisa indicar aos atletas quando o jogo deve ser reiniciado (ou melhor, a falta cobrada). Alguns batedores de falta exigem a barreira, por ela ser um ponto de referência a eles. Usam e treinam com esse artifício. Vale lembrar que também o árbitro poderá desautorizar a cobrança caso tenha que tomar alguma providência (como o atendimento a um atleta que se lesiona gravemente, por exemplo). O atacante não precisa esperar nem para a aplicação de cartão amarelo a um adversário, caso deseje cobrar rapidamente a falta (o árbitro aplica o cartão na primeira paralisação seguinte).

Tal texto pertence as diretrizes da regra 5, no texto USO DO APITO: “O apito não é necessário para reiniciar o jogo mediante um tiro livre (…) O uso do apito é necessário para reiniciar o jogo mediante um tiro livre após determinar a distância correta de uma barreira“.

Mas o que a zaga deve fazer? Resposta simples: estar atenta! Ou se arrisca em tomar um cartão amarelo de árbitro que cumpra fielmente as regras do jogo, permanecendo em frente a bola e torcendo para que o adversário exija a barreira (se o adversário chutar, toma o amarelo e aí tem que esperar a barreira e o uso do apito mesmo, não pode mais cobrar rapidamente).

Parece severo, mas atende ao Espírito do Jogo, que juntamente com as Regras, norteiam o futebol:nunca beneficiar o infrator!

Assim, vale a pena os atacantes estarem espertos e estudarem a regra. Poderiam marcar mais gols.

Especificamente, no lance do Porto X Arsenal: um amigo me perguntou se vale o gol, já que o árbitro não teve tempo de levantar o braço para indicar tiro livre indireto. Vale sim! É que quando há tiro livre indireto e a bola é chutada direto ao gol, sem o braço do árbitro estar levantado, volta a cobrança (pois, teoricamente, o atleta não foi informado pelo árbitro que era em 2 lances). Se o braço estivesse levantado e a bola entrar no gol diretamente, tiro de meta. (Claro, como o lance foi dentro da área e a bola foi tocada, tudo bem).

Vale a lúcida colocação do atacante do time londrino, Fábregas: “Nós estávamos desatentos…

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– Ponte Preta 0x1 Figueirense e o enésimo pênalti da Regra 12B

O sumido árbitro “Chicão de Alagoas” estava fora de jogos importantes há tempos. Francisco Carlos Nascimento, desde que perdeu o escudo FIFA para o paraense Dewson de Freitas (árbitro do polêmico jogo entre Atlético Paranaense 3×3 Palmeiras na Arena da Baixada) apitou muito pouco.

Na geopolítica esportiva da CBF é assim: para as regiões NO/NE, há a necessidade de dar o escudo internacional a alguém de lá, para fins políticos (nunca meritocráticos). Embora sejamos justos: isso acontece nas outras regiões também.

Sobre o lance: qualquer árbitro que não seja submetido ao rigor da orientação tupiniquim criada com exclusividade pela CBF sobre mão na bola e bola na mão, não marcaria esse “pênalti de queimada”. A FIFA sabiamente não mudou a regra, apenas orientou para que se reforçasse aos árbitros o cuidado com jogadores que disfarçadamente colocassem intencionalmente a mão na bola. Por aqui, virou “bateu-marcou“.

No lance desta 5a feira, o jogador do Figueirense chutou a bola que atingiu Ferron, para mim, no rosto do pontepretano. Mas o árbitro entendeu que foi na mão. Ora, se foi na mão, é a situação de proteção do atleta, nunca de intenção para tirar proveito da jogada (esqueça bobagens como “imprudência por estar com o braço aberto”). No futebol só vale mão por intenção (idem ao movimento antinatural dos braços, pois deve ser deliberado). Portanto, pênalti inexistente aos 13 minutos do 1o tempo, e que gerou o único gol da partida.

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– Neymar ofereceu a camisa e o árbitro não aceitou?

Não assisti ao jogo Brasil 3×0 Peru, mas leio que há uma polêmica sobre o árbitro e a camisa de Neymar, oferecida e não aceita depois do jogo.

Isso pode?

Respondo compartilhando uma postagem do Blog “Pergunte ao Árbitro” realizada há 4 anos, em uma situação quase parecida e que envolveu Neymar também. Abaixo:

ÁRBITRO PODE PEDIR CAMISA DE JOGADOR? 

Claro que não. Por motivos óbvios e exemplo práticos, explico:

 

Normalmente, as grandes equipes costumam entregar kits aos árbitros. Calma, nada de tentativa de suborno, mas souvenirs, lembranças da sua passagem por aquele estádio. Chaveiros, canetas ou camisas. Brindes, em geral.

 

Pequenas e médias equipes também fazem isso eventualmente, dependo da condição financeira. Certa vez, em Lençóis Paulista, tanto a equipe de arbitragem e os adversários ganharam cestas de chocolates do patrocinador local, que era o fabricante das guloseimas. Em outra oportunidade, em Americana (a equipe do Rio Branco sempre fazia isso), cortes de tecido (a cidade é conhecida como “tecelã”). Em São Carlos você ganhava toalhas. E por aí vai.

 

Até esse ponto, do oferecimento ser souvenir, tudo bem. Ou algum árbitro se venderá por uma camisa de clube? Claro que não.

Dar uma lembrança e aceitar/ou não, independente do placar, é até mesmo uma questão educacional.

 

O problema passa a ser o seguinte: PEDIR.

 

Vi muitas vezes colegas de arbitragem pedirem camisas. Nunca o fiz, pois sempre achei deselegante, e confesso que nunca tive motivos para pedir também. Ganhei, e confesso também, camisas de todos os grandes clubes de São Paulo, que foram por mim doadas. Sempre as recebi com os demais integrantes e nunca sozinho.

 

Em algumas situações como quarto árbitro, já passei pela delicada situação de árbitro me pedir para solicitar aos dirigentes camisas. Não o fiz por achar apelativo.

 

Quando a partida foi disputada sem problemas, se não houve polêmica, se tudo ocorreu bem, se por ventura o árbitro sacar da sua mala uma camisa para ser autografada pelo craque do time à um amigo torcedor, penso que tudo bem (embora não faria isso). Já presenciei isso também.

 

Algo complicado: árbitros que recebem camisas de brinde e as revendem. Isso também já aconteceu. Faturar em cima da gentileza de alguém. É mercenarismo.

                                                                                                                                

O problema em pedir é a contrapartida da equipe em caso de derrota. Já vi dirigente levando camisas antes do jogo e reclamando ao término da partida: “assalta o time e ainda leva camisa”. Difícil…

 

A FPF proíbe seus árbitros de receberem qualquer coisa em seus vestiários. Presentes e agrados nem pensar.

 

A CBF, por sua vez, regulou a proibição de aceite em 2004, após a polêmica do dirigente do Vitória, Paulo Carneiro, ter acusado o árbitro Edilson Soares da Silva (lembram-se dele, o famoso Michael Jackson do apito?) de pedir camisas do Santos, após o término da partida Vitória 1 X 2 Santos.

 

No último sábado, Francisco Carlos Nascimento supostamente teria pedido a camisa de Neymar no jogo entre Santos 4X1 Atlético Paranaense. Repito: para quem ganha taxas de arbitragem num valor considerável e apita uma grande sequência de jogos, o valor de uma camisa é irrisório… Porém, o valor de estima é de ser “a” camisa do Neymar, a roupa em que ele vestia numa atuação de gala, onde a loja não possui; só quem esteve no espetáculo poderia obtê-la com maior facilidade.

 

O árbitro negou em entrevista, dizendo que foi Durval quem pediu seu par de cartões como lembrança. Mas mesmo se Chicão tivesse pedido, pelos lances polêmicos, seria indevido. Em outras situações, poderia ser estranho, mas aceitável. Antonio Lopes, treinador adversário do Santos, pediu afastamento sumário do árbitro (em: http://ht.ly/7drX5)

 

É uma questão de cultura. Mas e você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

 

Sobre o jogo entre Santos X Atlético Paranaense, você pode ver a análise da arbitragem no site “Pergunte ao Árbitro”( http://pergunteaoarbitro.blog.terra.com.br/2011/10/30/o-lance-de-alan-kardec-de-impedimento-passivo-como-defini-lo-analise-da-arbitragem-de-santos-x-atletico-paranaense/) ou no Blog do Professor Rafael Porcari (http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/2011/10/30/analise-de-arbitragem-santos-x-atletico-paranaense-brasileirao-2011-29102011-pacaembu/)

 

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– O Brasileirão acaba nessa próxima rodada?

Creio que sim. E apesar da recuperação do Vasco da Gama no 2o turno, penso que o Corinthians segura um empate em São Januário e se torna campeão.

O problema é: será em PAZ?

Considere: a capacidade do estádio era 15.000. Especulou-se 19.000. Virou 23.000…

Que inchaço! Imagine a pressão que não será jogar lá, daquela dos velhos tempos em que Eurico Miranda mandava e desmandava no futebol brasileiro.

O medo é: briga de torcidas! Sim, pois as organizadas de ambas equipes se odeiam e fazem eternas juras de conflitos.

Tomara que, independente do placar, tudo ocorra bem.

Importante: o que vale não é a capacidade de um estádio (alguns defendem que o jogo deveria ser no Maracanã), mas sim a SEGURANÇA, seja no Engenhão, Itaquerão, Caio Martins ou Fazendinha.

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– Depois de DVD de jogador, agora temos DVD de árbitro?

A Comissão de Árbitros da CBF adora polemizar. Após tantas críticas dos lances de mão na bola/ bola na mão, eis que a C.A. gravou um novo vídeo na CBF-TV. Agora, somente com lances de “acertos” dos árbitros conforme a orientação da FIFA de movimento antinatural da mão.

Sabe aquele DVD de jogador “meia boca”, mas que no vídeo a edição o torna um craque?

Pois é. A diferença é que nesse, Manuel Serapião, braço direito de Sérgio Correa (e sucessor dele, caso Marco Polo Del Nero saia do cargo) relata os melhores momentos dos árbitros. E sabe o que é mais curioso? Há lances de carrinhos onde a bola despretensiosamente bate na mão, e que corretamente não se marcou pênalti, que contradizem outro vídeo da CBF-TV, de 1 ano atrás, apresentado pela Ana Paula de Oliveira, ex-bandeira e diretora da escola de árbitros.

O grande problema continuará sendo: bateu na mão, na dúvida, se marcará na cal pois essa é a velada orientação da Regra 12B. E nesses vídeos, se “força a coerência do que a FIFA pede ou não, com lances interpretados aqui como certos e comparados com lances estrangeiros”, dando a entender que os “pênaltis de queimada” estão corretos.

Já imaginaram se fosse produzido DVD dos pênaltis marcados erroneamente? Haja memória…

O vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=oui5DR8Imvc

– Afirmações sem sentido de ex-Mengão e de ex-Fogão

Durante a madrugada, ouvi reprises de interessantes entrevistas na Rádio Bradesco Esporte FM. Compartilho duas pérolas:

Túlio Guerreiro (não confunda com o Túlio Maravilha) está processando o Botafogo/RJ por salários atrasados de anos atrás. Mas perguntado sobre se o seu ex-time deve comemorar o título da série B, respondeu:

Comemorar não deve, porque subir é obrigação. Mas deve festejar pois o time mostrou uma demonstração que consegue cair e subir com facilidade”.

Se não tivesse a palavra CAIR… Cair com facilidade não é bom, cara-pálida!

O outro personagem foi Paulo César Carpeggiane, ex-jogador e ex-treinador do Flamengo, questionado qual a grande diferença daquele time incrível dos anos 80 que tinha Zico, Júnior e Leandro, do atual Mengão. Disse:

A qualidade do elenco é quase igual. O problema é conseguir resultado em campo e segurar um treinador”.

Caramba… será que ele entendeu a pergunta? Aquele maravilhoso time campeão do mundo é incomparável com o elenco que tem Pará & Cia. Nem o Guardiola faria esse time jogar!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Brasil x Peru

Ele é um árbitro comum. No ano passado, quase foi para a Copa do Mundo de 2014, mas perdeu a vaga para seu compatriota Wilmar Roldán.

Tecnicamente razoável, disciplinarmente ruim, fisicamente bom. Rigoroso em detalhes, e azarado em jogos de brasileiros. Esse é José Buitrago, árbitro do confronto entre Brasil x Peru pelas Eliminatórias da Copa!

José Hernando Buitrago Arango, advogado, 45 anos, colombiano, conhecido localmente como Mr Bean, é um árbitro apenas “regular” para a Conmebol. Nunca foi de 1a linha na FIFA, e está se despedindo da carreira no jogo desta 3a feira por limite de idade (curiosidade: Antonio Arias, árbitro do último jogo Argentina x Brasil, também se despediu da FIFA naquela partida).

Buitrago é persona non grata aos clubes brasileiros. Quer saber por quê? Veja o histórico:

No Jalisco: Chivas Guadalajara 3 x 2 Santos/SP (2008) – santistas reclamaram de “inversões de falta”.

No Palestra Itália: Palmeiras/SP 0 x 1 Argentinos Jr (2008) – anulou um gol legal de Léo Lima; depois anulou uma cobrança de pênalti de Diego Souza, alegando paradinha, deu amarelo ao palmeirense, e na sequência, Diego desperdiçou. Buitrago ficou bastante tempo nos vestiários pós-jogo…

Em Quito: Deportivo 1×1 Internacional/RS (2010)

No São Januário: Vasco/RJ 1 x 2 Nacional-URU (2010) – Buitrago relatou tentativa de invasão ao seu vestiário.

No Engenhão: Flamengo/RJ 3 x 3 Olímpia (2012)

No Bombonera: Boca Jrs 1 x 0 Fluminense/RJ (2012), com muito bate-boca e o time carioca pedindo “veto eterno” para o árbitro.

No RJ: Fluminense/RJ 1 x 0 Caracas (2013) – com muita confusão pós jogo, mesmo com a vitória (lembrando: o Flu achava que nunca mais o árbitro colombiano apitaria seus jogos).

No México: Leon 2×1 Flamengo/RJ (2014), com um jogador flamenguista expulso aos 10m em jogada controversa e dois pênaltis marcados para os mexicanos: um duvidoso e outro inexistente.

Mas a maior lambança foi em Quayaquil: Emelec 0x0 Corinthians (2012). Relembre o depoimento do presidente da época, Mário Gobbi, sobre a má atuação do juizão:

O Corinthians está indignado com a arbitragem que teve aqui hoje. Espero que não se repita mais isso. O que este homem, que se diz árbitro fez, é algo para o torcedor deixar de ir a campo. É uma vergonha. O grupo, a comissão e a diretoria estão revoltados. Eu sinceramente espero que o arbitro não tenha feito isso dolosamente. Espero, mas está difícil crer nisso. Isso é uma vergonha, varzeano. Só um incompetente para fazer isso que fez hoje (quarta). O Corinthians tem um time que custa milhões para disputar um varzeano. O Brasileiro é muito maior que a Libertadores. O Paulista é muito maior do que a Libertadores. O Corinthians não vai ser mais roubado como foi. A sensação da tribuna é que esse colombiano operou o time do Corinthians. Quero arbitragem séria para que ganhe aquele que jogar melhor. O que foi feito aqui hoje foi um desrespeito ao desporto mundial. É uma vergonha isso“.

Sabem quem era o treinador? Tite, que disse:

Eu me senti envergonhado com a arbitragem. Fiquei profissionalmente envergonhado. Puta que pariu.”

Será que em seu último jogo internacional, Buitrago deixará qual lembrança na memória dos torcedores?

Mais: se a CBF estivesse forte nos bastidores, Marco Polo Del Nero deixaria acontecer uma escala como essa?

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– Cruzeiro 3 x 0 Sport Recife e mais um pênalti de queimada!

Doze minutos do segundo tempo: Manoel (CRU) cabeceia a bola e ela bate sem qualquer tipo de intenção no braço de Ronaldo (SPO). Equivocadamente, o árbitro Marielson Alves da Silva entende como movimento intencional e antinatural dos braços, e marca pênalti

Errou!

Se você tem dúvida sobre a Regra de Mão na Bola / Bola na Mão, leia a Regra, veja os vídeos confusos criados pela CBF que são contraditórios ao da FIFA. Eles estão nesse link: http://wp.me/p55Mu0-Bi .

Importante: mundo afora, esses erros são diminutos. Acontecem com árbitros fracos e inexpressivos vez ou outra. Repare: qual grande clássico nacional europeu, jogo de Libertadores da América ou UEFA Champions League, acontece tal erro?

Lembrando: na Copa do Mundo FIFA já existia tal orientação, e não vimos nenhum lance assim…

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– Real Madrid x Barcelona versus Argentina x Brasil?

Está chegando o jogaço entre madrilistas e catalães, a ser disputado nesta semana. Tem apelo mundial, afinal, Cristiano Ronaldo, Lionel Messi, Neymar e outros tantos craques jogam nessas equipes.

Nos anos 80, esse confronto não tinha importância tão grande. Aliás, é curioso imaginar duas coisas:

1) uma partida de clubes se tornar mais importante (e tecnicamente melhor) do que um confronto entre Seleções,

2) as crianças cada vez mais torcem para esses estrangeiros, abandonando os clubes nacionais.

Cá entre nós: atualmente, esse clássico espanhol de clubes tem mais qualidade dentro de campo (além de mais expectativa) do que, por exemplo, Argentina x Brasil. Ou não?

Certamente, no mundo, Real Madrid x Barcelona terá mais audiência do que o confronto sulamericano do último sábado. Mas e você: se tivesse que escolher um único jogo a assistir (faça de conta que ainda não tenha acontecido a rodada das Eliminatórias), escolheria qual: RMA x BAR ou ARG x BRA?

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– Crowdfunding das Redes para o Paulista FC – que tal participar?

No meio artístico, tem sido comum a prática de aficcionados realizarem crowdfunding – ou seja, o financiamento coletivo!

Trocando em miúdos: fãs de alguma banda de música querem ver algum artista, se reúnem, fazem uma vaquinha e com o dinheiro arrecadado trazem o músico desejado à casa de shows que melhor se adaptar aos recursos.

De forma parecida, torcedores do Paulista FC demonstram querer ajudar o time jundiaiense com a doação de redes para as metas do Estádio Jayme Cintra. Recebi do amigo Murilo Zotto o link para a concretização dessa ação e compartilho com os colaboradores que tenham o propósito em ajudar.

Para isso, clique em: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/novas-redes-para-o-jayme-cintra

Em tempos de vacas magras e reconstrução da equipe, é interessante a comunidade local abraçando a causa, seja através de crowdfunding, parcerias, patrocínios ou ações mercadológicas diversas. QUE TAL AJUDAR TAMBÉM?

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– Sílvio Luiz e Flávio Prado: os Bastidores que destoam e alegram o Futebol!

Morri de rir ao assistir uma entrevista (até certo ponto antiga) da dupla Sílvio Luiz e Flávio Prado no “Papo com Benja” (Benjamim Back). Eles contam detalhes incríveis sobre os bastidores do mítico “Clube dos Esportistas”!

Vale a pena conferir, são dois vídeos hilários!

Abaixo:

Sobre o Clube dos Esportistas, olha só que farra (imperdível, assista inteiro):

– O estranho caso de Dória, ex-SPFC

Coisas que o submundo do futebol tenta explicar e não consegue: Dória, zagueiro da Seleção Brasileira Sub 23, estava encostado no futebol francês, nem sendo relacionado para os jogos da sua equipe (o Olympique de Marselha).

O São Paulo resolveu negociar e conseguiu trazê-lo de graça! Ficou no clube apenas 4 meses, sem o tricolor pagar nada ao seu parceiro da França.

Porém… o agente do jogador, Jolden Vergette, cobra R$ 900 mil do SPFC, alegando que é a comissão dele prometida pelos dirigentes tricolores.

Só para entender, parte 1: o jogador supostamente vem gratuitamente, mas o empresário dele recebe 900 mil reais?

Vergette alega que a comissão de valores tão elevados foi acertadas pelo fato de existir redução salarial do atleta.

Só para entender, parte 2: quer dizer que a diferença de dinheiro, ao invés de ir para o atleta, vai para o bolso do agente?

Que mundo podre se tornou o futebol…

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– A bandana proibida “do Jabá” de Neymar passou batida!

Mais do que um jogador, Neymar, o craque brasileiro, é um outdoor ambulante. Uma espécie de homem-placa, aqueles que carregam cavalete com a inscrição: “vende-se ouro” nos centros das cidades.

Na realidade dele, as praças urbanas são os estádios. Digo isso pela bandana da Nike (sua patrocinadora pessoal) usada no jogo entre Argentina x Brasil.

Aliás, Neymar poderia usar o apetrecho?

NÃO. E explico: O equipamento de um atleta, segundo a Regra, é constituído de: camisa, calção, meias, caneleiras e calçados. Qualquer coisa extra deve ser avaliada.

Exemplos? Claro: shorts térmicos visam melhorar o conforto do jogador; são permitidos desde que da mesma cor dos calções.

Bonés? Somente ao goleiro, se este estiver jogando contra o sol.

Bandanas? A Ronaldinho Gaúcho, David Beckham ou qualquer outro cabeludo, sim, pois é uma forma de segurar o cabelo para jogar mais confortavelmente.

E a bandana de Neymar?

Não é permitida, pois hoje ele usa um corte de cabelo curto, sendo desnecessária a função dela. Tudo que esteja sem função prática e necessária, é proibido. Parece óbvio que é o marketing de emboscada sendo usado, para expor seu patrocinador que está estampado em tamanho grande.

Lembrando: no Campeonato Espanhol e na Liga dos Campeões da Europa, Neymar entrou em campo com ela e teve que retirar o acessório. Já nas Eliminatórias da Copa do Mundo, fez-se vista grossa…

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– São Vicente e Granadinas 2×0 Aruba e o pênalti do escorregão!

Mais um jogo interessante com lances polêmicos de arbitragem, novamente enviado pelo amigo Leandro Teixeira.

Futebol alternativo mundo afora é muito legal, se acha situações bacanas para discutir e ilustrar.

Aqui nesta partida válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia 2018, na zona da Concacaf, (vídeo abaixo) há dois pênaltis: o 1o é claro, embora o juizão tenha demorado um pouco para marcar. O 2o não é nada, o jogador força a queda.

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=HEhWbPuAq0Q

– Dopping Genético em 2016?

Se já era difícil pegar os atletas que se dopam com hormônios e outras drogas, imagine com o dopping genético!

Assustador, extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI268191-17933,00-A+NOVA+ERA+DO+DOPING.html

A NOVA ERA DO DOPING

Em vez de hormônios, a onda será fazer modificação genética para melhorar o desempenho dos atletas

por Rafael Tonon

Muito antes dos hormônios artificiais serem usados para melhorar a performance dos atletas, nos anos 800 a.C. eles já usavam estimulantes à base de cogumelos para conseguir melhores resultados. Os casos de doping, agora, podem passar a um nível bem mais difícil de provar: atletas podem começar a usar a manipulação dos genes para aumentar suas habilidades. Assim como a terapia genética usada para fins médicos, o método esportivo se baseia na inserção de um vírus ou outro organismo que carregue o DNA já modificado no genoma humano. A ideia é colocar genes “turbinados” no lugar de genes normais para fabricar hormônios que potencializem seus músculos e melhorem o desempenho em levantamento de peso, por exemplo. Mark Frankel, especialista em modificação genética e bioética da Associação Americana para o Avanço da Ciência, garante que os pesquisadores já descobriram genes com impacto na velocidade, nos músculos e na resistência do corpo e que isso terá uma grande repercussão nos esportes nos próximos anos. “Provavelmente esse tipo de geneterapia será usado já nas próximas Olimpíadas que acontecerão no Rio em 2016.”

Os conhecimentos científicos na área ainda são poucos para que a manipulação genética seja usada com segurança. “O perigo é os atletas buscarem algo que pode aumentar sua performance diretamente nos laboratórios, antes que as substâncias e técnicas sejam aprovadas”, afirma Frankel. Também não há testes que detectem o doping genético, mas a Agência Mundial Antidoping (Wada) já busca métodos próprios. A frente de pesquisa se baseia no conceito de que, quando a geneterapia ocorre, o metabolismo e até a morfologia das moléculas se alteram. O desafio, então, é desenvolver uma tecnologia que saiba discriminar quais foram os agentes usados para a molécula sofrer modificações. Eduardo De Rose, médico brasileiro e membro-fundador da Wada, acredita que as técnicas terão que seguir o ritmo de evolução dos últimos anos, quando foram aprendidos métodos de detecção de vários estimulantes. “Hoje a cada 100 exames podemos ter um caso. É impossível fazer um evento esportivo sem casos de doping.”

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– Cazaquistão 2×1 Ilhas Faroe: Pênalti de “trupicão” ou não?

O jogo ocorreu há dois anos, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014, mas vale a curiosidade: enviado pelo amigo Leandro Teixeira, neste vídeo há um lance de um pênalti muito duvidoso.

Clique no link abaixo e veja: no meio de um bololô, aparentemente, não é o zagueiro que atinge intencionalmente o atacante, mas o atacante que tropeça no zagueiro. Nessa caso, não é imprudência do defensor, é casualidade do atacante. Segue o jogo sem marcar nada. 

Na cobrança, perceba que há invasão. Não deveria ter marcado o pênalti. Mas se o árbitro entendeu que foi, deveria ter mandado bater de novo.

Em: https://www.youtube.com/watch?v=YeqBKRadlTU

– A chuva de Buenos Aires catimbou o clássico?

Que dilúvio ocorreu no Monumental de Nunes, momentos antes de Argentina x Brasil, não?

A torcida não conseguia chegar ao Estádio, as condições do campo eram impraticáveis e adiar por um dia a partida foi a solução mais prudente.

Agora, imagine: os prejuízos dos organizadores, a logística, a ansiedade dos atletas e a complicação aos jornalistas!

Tudo isso só traz mais curiosidade ao que os dois selecionados mostrarão.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Antonio Arias para Argentina x Brasil

Nesta 5a feira teremos um jogaço pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Republico o que há dias falamos sobre a arbitragem – que não está no mesmo nível da partida. Abaixo:

Clique em: – Arias ganhou um presente de despedida ao ser escalado para Argentina x Brasil?

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– A CBF foi esquecida ou não desejada por Infantino?

Que fase o Brasil está sofrendo no futebol fora das quatro linhas.

Gianni Infantino, o ítalo-suíço candidato à FIFA (braço direito da UEFA e homem forte de Michel Platini) fez um tour na América do Sul. Assistiu a final do Mundial Sub 17 no Chile, passou pelo Paraguai, Argentina (sempre pedindo votos e apoio na campanha) e foi embora sem passar pelo Brasil/ CBF.

Já fomos mais importantes ou ser apoiado por Marco Polo Del Nero (que provavelmente não sairá do Brasil para votar, por ter medo de ser preso no exterior), não é tão bom negócio?

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– A Liga Paulista contra a falácia da Federação Paulista?

Parece que quem está enquadrado pela FPF, não teve coragem (ou não pode) se rebelar. Mas os clubes outrora importantes e que hoje padecem, tentam ressurgir paralelamente à ela.

Vamos a alguns fatos interessantes:

No arbitral da Série A2, ficou decidido que a competição terá turno único com 19 equipes, classificando-se 8 para um mata-mata, promovendo-se 2 times à A1 e caindo 6 times para a A3.

Porém, assim como na A1, os clubes da A2 só poderão ter 28 atletas inscritos e os treinadores não poderão trabalhar em outra equipe no mesmo certame.

A diferença é: se na A1 a desculpa para 28 atletas inscritos é para que não se utilize time reserva, o mesmo não acontece para a A2. Os clubes precisam ter abertura para a utilização de atletas de categoria de base, e, nesse ano em especial, com rebaixamento de mais clubes, torna-se fundamental poderem fazer suas escolhas. Por quê limitar também na A2?

O curioso é: Reinaldo Carneiro Bastos apresentou a proposta aprovada por unanimidade, mesmo a um velado contragosto dos representantes (que não ousaram reclamar). Quem vai contrariar o chefe?

A idéia é de que pontos corridos + jogos eliminatórios aumentaria o calendário e agradasse a todos. Ledo engano… os clubes jogarão aproximadamente os mesmos 3 meses de antes, com um detalhe: teremos jogos ininterruptamente em quase toda quarta/domingo. A diferença é que quem se classificar, jogará 3 partidas a mais. Dessa forma, 12 equipes da A2 terão seu ano de trabalho com 3 meses, sendo que metade delas cairá de divisão. Portanto, a fórmula é ilusória…

A reboque, equipes descontentes com a FPF e que abriram mão (por questões ideológicas ou econômicas) de disputarem qualquer torneio da entidade, estão se reunindo para formar uma Liga. GISLAINE NUNES, conhecida advogada do meio futebolístico, será a presidente da Liga Paulista de Futebol, formada por União São João de Araras, XV de Jaú, Corinthians de Presidente Prudente, Francana, Rio Preto, entre outros clubes. O propósito é criar um torneio estadual de maio a dezembro, com 40 equipes, regionalizado, mais barato e sem as caríssimas taxas que a FPF anda cobrando (verifique qualquer borderô da A2 ou da A3 como é custoso fazer um jogo e quanto a Federação Paulista está cobrando por seus fiscais – e brevemente, pelos seus gandulas).

Será que esta “Primeira Liga Caipira” ou “Sul Minas versão excluídos do Interior Paulista” (sem qualquer conotação pejorativa; ao contrário, tem meu apoio) vingará?

Em tese, será mais barata do que o torneio de Reinaldo Carneiro e dará atividade profissional o ano todo.

A propósito: os clubes filiados a FPF e que disputam A1, A2 e A3, e que ficam parados a partir de abril jogando (alguns apenas) somente em Julho/Agosto/Setembro a deficitária Copa Paulista (vide o Capivariano, na elite estadual e que ficou “fechado” por 9 meses seguintes ao Paulistão) vão aderir ou terão medo de represálias?

Deixe seu comentário:

MAIS SOBRE A LIGA:

http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2015/11/15/o-que-esperar-da-liga-paralela-de-futebol-de-sp-em-2016.htm

http://gcn.net.br/noticia/302194/esporte/2015/11/francana-pode-integrar-nova-liga-interiorana

JAC – Jacareí Atlético Clube – Facebook

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O escudo da LFP:

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– O que é / Como é poupar jogador?

Mais uma vez não teremos rodada do Campeonato Brasileiro neste final de semana, devido aos jogos da Seleção.

Alguns reclamam de jogos demais e cansaço; outros, de folga prolongada e perda de ritmo de jogo.

O que fazer?

Ouço muita gente falar em poupar jogador. Mas de que jeito?

Duas formas:

1- Promover Rodízio de Jogadores, como fazia o treinador colombiano Osório no SPFC, é poupar atletas cansados (recuperando-os) e dar oportunidade a outros. Em tese, todos são titulares (dependendo da data ou do jogo).

2- Escalar Time Misto ou Reserva, como muitos fazem, é descansar atleta cansado para alguma competição/ jogo de prioridade maior. E aí se subdivide em:

a- Levar o jogador titular para ficar no banco;

b- Deixar o jogador em casa.

Imagine um hipotético Paysandu x Grêmio. Se o time gaúcho jogar com 11 reservas e deixar alguns titulares no banco, é real descanso? O atleta viaja, se concentra, ouve preleção e vai ao campo. Não era preferível deixar o jogador em Porto Alegre, em casa, no convívio do lar, ao invés de levá-lo a Belém, mesmo que não jogue?

Claro que o exemplo foi de clubes de extremos de capitais brasileiras, mas não é uma realidade?

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– Corinthians 2×1 Coritiba: pênalti ou não pro Coringão?

Carlinhos (CFC) estava correndo atrás do lateral Edilson (SCCP), que fugira da marcação. O atleta coxa branca tenta fazer a falta no adversário, ameaça empurrá-lo/ deslocá-lo e nada faz. Por cima, não foi pênalti. Mas pela velocidade que estava, cai e consequentemente derruba o corinthiano (ambos dentro da área).

Pênalti ou não?

  • Sim, tiro penal.

Explico: quando você corre atrás de um adversário, tropeça, e sem intenção de fazer a falta acaba o derrubando, é pênalti por imprudência. No caso deste lance, o penal não é por empurrão, mas por “atropelão”. Em 1995, jogaram Portuguesa x Atlético Mineiro pela semifinal do Brasileirão (salvo engano, no Morumbi). Me recordo como se fosse hoje (pois o professor da Escola de Árbitros da FPF Gustavo Caetano Rogério ilustrou o lance que citarei por meia hora): um jogador do Galo corria atrás do atacante da Lusa (talvez o Rodrigo Fabri), tropeçou nas próprias pernas e derrubou o adversário. O juizão era Sidrack Marinho dos Santos, que marcou pênalti. Alguns interpretaram como CASUALIDADE, mas a Regra manda marcar INFRAÇÃO POR IMPRUDÊNCIA (correu mais do que aguentava e atingiu o adversário).

Sendo assim, neste lance (não assisti o jogo), a equipe de arbitragem acertou.

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– E se a FPF fosse rigorosa consigo própria em seus regulamentos?

Compartilho o excelente trabalho do jornalista Thiago Batista de Olim, profissional da TVE e editor do site “Esporte Jundiaí”.

Não é que ele fez uma pesquisa a fundo sobre capacidade de estádios, liberação dos mesmos e de outras informações pertinentes, a fim de expor a situação da pendenga da FPF em querer cumprir seu regulamento sobre praças esportivas?

Veja abaixo como a FPF se auto-desrespeita: (lembrando que o Juventus tem a prerrogativa de ser fundador da entidade e poder jogar em seu estádio):

Extraído de: http://www.esportejundiai.com/2015/11/se-fpf-seguisse-regulamento-4-clubes.html

SE FPF SEGUISSE REGULAMENTO, 4 TIMES SERIAM EXCLUÍDOS DA A-2

Nesta segunda-feira (9), às 15h, na sede da Federação Paulista de Futebol ocorre o Congresso Técnico da Série A2 do Campeonato Paulista – edição 2.016. No encontro, a grande discussão será a exclusão do Atibaia e a entrada do Barretos na competição, por conta da cidade de Atibaia não ter um estádio para no mínimo 8.000 torcedores. Segundo o site da Federação Paulista, o estádio Salvador Russani, único na cidade para jogos da Federação, tem capacidade de 3.171. Com isso, o Barretos, 5º colocado da Série A3 entraria no seu lugar. Mas se a Federação cumprisse o seu regulamento ao pé da letra, outros três clubes correriam risco de exclusão do torneio, pelas suas cidades não ofereceram estádios com mais de 8.000 torcedores, conforme exige o regulamento geral das competições da entidade. Santo André, Velo Clube e Votuporanguense, pelos documentos oficiais no site da FPF não poderiam jogar a Série A2 de 2.016.
Se a Federação cumprisse ao pé da letra o seu regulamento, na Série A1, além do Água Santa que corre risco, outros dois clubes seriam excluídos da sua competição, por não terem estádios com no mínimo 10.000 torcedores de capacidade: Rio Claro e Oeste. O estádio do Rio Claro, o Augusto Schimidt, atualmente somente podem entrar 6.284 torcedores. Curiosamente a cidade tem dois estádios que não servem nem para a A2, já que o estádio Benito Agnello tem capacidade um pouco, 7.059 torcedores, mas não serviria para a “Segundona Estadual”.
O estádio do Oeste não serve nem para jogos da 4ª divisão Estadual (chamada pela FPF de Segunda Divisão), cuja a capacidade mínima exigida é de 5.000 torcedores. A capacidade atual do estádio dos Amaros, em Itápolis, é quase igual à do centro esportivo Francisco Dal Santo, em Jundiaí, que recebe apenas jogos do futebol amador de Jundiaí de torneios da Liga Jundiaiense e da Prefeitura e jogos das categorias de base do Paulista: 964.

O Água Santa pela lei fria da lei também não poderia jogar a “Segundona Estadual”, já que antes da reforma que está passando, o local tinha capacidade para apenas 4.738, segundo o documento publicado no site da Federação. O mesmo serviria para o Atibaia.

Pelo regulamento da FPF, Juventus e Independente teriam que jogar a Série A2 fora de suas casas, mas podendo jogar nas cidades-sede dos clubes. O Juventus não poderia mandar jogos na Rua Javari, cuja a capacidade é de apenas 4.211, mas poderia mandar suas partidas no Morumbi, Arena Corinthians, Allianz Parque, Canindé, Pacaembu e até mesmo no Nicolau Alayon, que tem capacidade para 10.723 e poderia receber jogos até da Série A1. Já o Independente poderia mandar seus jogos no estádio Major Levy Sobrinho, da rival Inter de Limeira, que pode receber até 18.000 torcedores.

Série A-1

Mínimo: 10.000 torcedores

Clube Estádio Capacidade
São Paulo Morumbi 67.052
Corinthians Arena Corinthians 47.605
Palmeiras Allianz Parque 43.713
Botafogo Santa Cruz 29.292
Mogi Mirim Romildo Ferreira 20.161
Red Bull Moisés Lucarelli 19.221
Ponte Preta Moisés Lucarelli 19.221
Ferroviária Arena da Fonte 19.000
XV Piracicaba Barão de Serra Negra 18.000
Ituano Novelli Junior 16.789
Capivariano Arena Capavari 15.604
Santos Vila Belmiro 14.675
Linense Gilberto Siqueira 13.818
São Bento Walter Ribeiro 13.772
São Bernardo Primeiro de Maio 13.440
Osasco Audax José Liberatti 12.787
Novorizontino Jorge Biasi 12.398
Rio Claro Augusto Schimidt 6.284 (Interd.)
Água Santa Inamar 4.738 (Em reforma)
Oeste Amaros 964

Série A-2

Mínimo: 8.000 torcedores

Clube Estádio Capacidade
Guarani Brinco de Ouro 20.033 (Interd.)
Bragantino Arena Nabi Chedid 15.010
Marília Breno de Abreu 15.010
Mirassol José de Campos Maia 15.000 *
Portuguesa Canindé 14.592
Paulista Jayme Cintra 13.905
Atlético Sorocaba Walter Ribeiro 13.772
Monte Azul Otacília Arroyo 13.100
Taubaté Joaquim de Moraes 11.349
Penapolense Tenente Carriço 10.000
São Caetano Anacleto Campanella 10.000
Rio Branco Décio Vitta 9.400
Batatais Osvaldo Scatena 9.252
União Barbarense Antônio Guimarães 8.246
Votuporanguense Plínio Marin 7.464 (em reformas)
Velo Clube Benito Agnello 7.059
Santo André Bruno Daniel 7.000
Juventus Rua Javari 4.211
Atibaia Salvador Russani 3.171 (Interd.)
Independente Agostinho Prada 3.067
Estádio onde clube manda suas partidas dentro da capacidade na série que disputará em 2.016
Estádio onde manda suas partidas fora da capacidade na série que disputará em 2.016, mas cidade-sede do clube tem estádio dentro da capacidade na série que o clube disputará em 2.016 e onde poderá indicar onde mandará seus jogos
Estádio onde clube manda suas partidas fora da capacidade na série que disputará em 2.016 e cidade não tem nenhum estádio dentro da capacidade mínima exigida pela série que o clube disputará em 2.016

* Segundo o Laudo de Segurança no Site da FPF, o Mirassol colocaria apenas 5.000 ingressos a venda por jogo em 2015, lavrando uma declaração que no campeonato de 2015 (a Série A-2), o limite de ingresso será de no máximo 5.000

Se a FPF seguisse o seu próprio regulamento como ficariam às Séries A1 e A2 para a temporada 2.016

Série A-1 Coloc. em 2015 Capacidade do estádio Local
Santos 1º na A-1 14.675 Vila Belmiro
Palmeiras 2º na A-1 43.713 Allianz Parque
Corinthians 3º na A-1 47.605 Arena Corinthians
São Paulo 4º na A1 67.052 Morumbi
Ponte Preta 5º na A-1 19.221 Moisés Lucarelli
Red Bull 6º na A-1 19.221 Moisés Lucarelli
Botafogo 7º na A-1 29.292 Santa Cruz
XV Piracicaba 8º na A-1 18.000 Barão de Serra Negra
Osasco Audax 9º na A-1 12.787 José Liberatti
São Bento 10º na A-1 13.772 Walter Ribeiro
Mogi Mirim 11º na A-1 20.161 Romildo Ferreira
Ituano 12º na A-1 16.789 Novelli Junior
São Bernardo 13º na A-1 13.440 Primeiro de Maio
Capivariano 14º na A-1 15.604 Arena Capivari
Linense 16º na A-1 13.818 Gilberto Siqueira
Ferroviária 1º na A-2 19.000 Arena da Fonte
Novorizontino 2º na A-2 12.398 Jorge Biasi
Mirassol 5º na A-2 15.000 José Campos Maia
Independente ** 6º na A-2 ** 18.000 ** Major Sobrinho *
São Caetano 7º na A-2 10.000 Anaclatto Campanella

* Excluídos da Série A1, pela cidade não ter estádio para 10mil torcedores: Rio Claro – 15º na A1, Oeste – 3º na A2 e Água Santa – 4º na A2

** – Desde que jogue no estádio Major Levy Sobrinho, em Limeira, que tem capacidade de 18mil torcedores, contra os 3.067 do Agostinho Prada, da mesma Limeira

Série A-2 Coloc. em 2015 Capacidade do estádio Local
Penapolense 17º na A1 10.000 Tenente Carriço
Portuguesa 18º na A1 14.592 Canindé
Marília 19º na A1 15.010 Breno de Abreu
Bragantino 20º na A1 15.010 Arena Nabi Chedid
Guarani 8º na A2 20.033 Brinco de Ouro
União Barbarense 10º na A2 8.246 Antônio Guimarães
Paulista 11º na A2 13.905 Jayme Cintra
Rio Branco 12º na A2 9.400 Décio Vitta
Atlético Sorocaba 13º na A2 13.772 Walter Ribeiro
Batatais 15º na A2 9.252 Osvaldo Scatena
Monte Azul 16º na A2 13.100 Otacília Arroyo
Taubaté 1º na A3 11.349 Joaquim de Moraes
Juventus **** 3º na A3 10.723 **** Nicolau Alayon ****
Barretos 5º na A3 10.680 Fortaleza
Inter de Limeira 6º na A3 18.000 Major Sobrinho
Grêmio Osasco 8º na A3 12.787 José Liberatti
Nacional 9º na A3 10.723 Nicolay Alayon
São José 10º na A3 12.234 Martins Pereira
São José FC 11º na A3 12.234 Martins Pereira
Itapirense 14º na A3 10.509 Chico Vieira

* Excluídos da Série A2, pela cidade não ter estádio para 8mil torcedores, mesmo sendo “rebaixados” da Série A1 para A2: Rio Claro – 15º na A1, Oeste – 3º na A2 e Água Santa – 4º na A2

** Excluídos da Série A2, pela cidade não ter estádio para 8mil torcedores: Santo André – 9º na A2 e Velo Clube – 14º na A2

*** Não poderiam subir da Série A3 para a Série A2 pelas suas cidades não terem estádios com capacidade para 8mil torcedores: Votuporanguense – 2º na A3, Atibaia – 4º na A3, Primavera – 7º na A3 (capacidade do Italo Limongi é de 6.914), Sertãozinho – 12º na A3 (capacidade do Frederico Dalmazo é de 6.948) e Flamengo de Guarulhos – 13º na A3 (capacidade do Antônio Soares de Oliveira é de 3.800)

**** Desde que jogue em outro local em São Paulo, que não seja a Rua Javari – exemplo: Nicolau Alayon, com capacidade de 10.723

Regulamento geral das competições da Federação Paulista

Art. 33 – Os Clubes, para participação e garantia do direito de acesso, deverão possuir no município de sua sede Estádio próprio, alugado ou por qualquer outra forma cedido com prioridade de uso, com a seguinte capacidade e nível, de acordo com critérios definidos no Manual de Infraestrutura de Estádios da FPF, anexo a este RGC:

a) Série A1 – acima de 10.000 (dez mil) lugares e Nível 3;

b) Série A2 – acima de 8.000 (oito mil) lugares e Nível 2;

c) Série A3 – acima de 6.000 (seis mil) lugares e Nível 2;

d) Segunda Divisão – acima de 5.000 (cinco mil) lugares e Nível 1

§ 1º – Nos níveis previstos no caput deste artigo serão de cumprimento obrigatório, a partir de 01.01.2016.

§ 2º – Não será permitida a instalação de arquibancadas provisórias, a partir de 01.01.2016.

§ 3º – Os Clubes deverão cumprir a obrigação prevista no caput e nas alíneas “a” a “d” deste artigo até a data de realização do Conselho Técnico.

§ 4º – A violação da norma prevista no parágrafo anterior sujeitará o infrator às sanções do § 15º deste artigo, inclusive no que diz respeito à impossibilidade de utilização do estádio.

Thiago Batista – Esporte Jundiaí
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– Figueirense 0x1 Atlético Mineiro e a nova desexpulsão no Brasileirão!

De novo um atleta é expulso e depois “desexpulso” em um jogo do Campeonato Brasileiro?

Novamente em Santa Catarina?

Com auxílio dos bandeiras?

Claro que a entonação é “prato cheio” para os adeptos das teorias conspiratórias alegarem que a CBF não quis acabar tão cedo o torneio e outras bobagens. Mas uma coisa é inegável: dá para questionar se tudo não ocorreu supostamente pela enésima vez com o auxílio de informação externa, pelo tempo da demora.

Creio que não (é minha opinião particular). Confio na categoria e experiência do ótimo bandeira Emerson Carvalho. Mas o certo é que o bom árbitro Marcelo Aparecido Ribeiro equivocou-se e entendeu que a bola que bateu no estômago de Leonardo Silva tinha sido mão intencional. Não foi. Sorte que o erro foi corrigido (espero, de maneira legal).

Insisto: de novo em Santa Catarina? O que acontece por lá?

Recorde outros casos, clique em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2015/10/05/sobre-chapecoense-5×1-palmeiras-e-as-corretas-e-injustas-mudancas-nas-decisoes-dos-arbitros-no-campeonato-brasileiro/

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– Internacional 1×0 Ponte Preta: é para devolver a bola ou não?

Li e ouvi opiniões das mais puritanas até as mais agressivas quanto ao polêmico lance do sábado à tarde no Beira-Rio, em Inter x Ponte.

Biro Biro (AAPP) caiu próximo a linha lateral, sentindo um desconforto. Cãibra? Talvez. Seu companheiro Alexandro Macacão colocou a bola para fora a fim do atleta ser atendido e retirado de campo. Na cobrança do arremesso lateral por parte do Internacional, o treinador Argel (SCI) ordenou que a bola não fosse devolvida à equipe campineira (justificando que Biro Biro simulou e que a prova disso seria o fato do jogador levantar rapidamente depois que saiu de campo). Quase um minuto após e 15 passes, o Colorado fez o gol (41 minutos do 2o tempo) e venceu a Macaca, numa partida de interesse de ambas equipes em busca da vaga para a Libertadores da América.

Pós-jogo, o “pau comeu”! Campineiros reclamando de falta de fair play e gaúchos alegando que era cera.

E aí, para você: o Internacional deveria devolver a bola ou não?

Considere:

1- “Devolver uma bola colocada para fora por uma equipe com a finalidade que seu companheiro seja atendido” não implica que o adversário tenha que devolver a posse de bola. Não existe isso na Regra, existe nos “usos e costumes” e é uma recomendação subentendida no Espírito de Jogo.

2- Se o árbitro entende que um jogador se lesiona levemente, deve continuar a partida até uma paralisação para permitir a retirada do atleta do campo de jogo. Se o árbitro entende que há necessidade prioritária para o atendimento de um jogador que está caído, ele, árbitro, é quem deve paralisar a partida e tomar as providências. O jogo deverá ser reiniciado com bola ao chão.

3- Dentro da coerência do estilo brucutu de Argel, é claro que a bola não seria devolvida. Mas será que Biro Biro realmente estava simulando uma contusão?

Enfim: nessa, não dá para criticar o árbitro Ricardo Marques Ribeiro. E nada justifica a violência…

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– O Golaço do Neymar contra o Villareal

Pode estar enrolado com o fisco e envolvido em polêmicas extra-campo, mas é inegável a habilidade de Neymar. Amadureceu na Europa, deixou de ser cai-cai há tempos e, em pé, tem mostrado que é fora-de-série.

Viram que gol incrível ele fez neste domingo?

Pena que essas jogadas acabaram aqui no Brasil. É por isso que a molecada anda torcendo para os clubes estrangeiros. Os craques, infelizmente, vão para lá!

Abaixo:

– Marin nos EUA. Será que Marco Polo tem dormido?

Se o cara tem 56 milhões para pagar a sua prisão domiciliar, quanto não teve já arrecadado (lícita ou ilicitamente)?

E Marco Polo Del Nero, ilhado no Brasil, não sabia de nenhum negócio irregular da CBF? Se não sabia e agora descobriu, deveria se oferecer como testemunha, se entender que é honesto. Ou também tem culpa?

Imaginem o medo que alguns cartolas estão tendo, perdendo o sono com medo do FBI e de levarem o mesmo fim de Marin.

A imagem do ex-presidente da CBF saindo do Fórum de NY é perturbante aos que têm seus pecados. Mas que não seja só ele a ser punido…

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– E se os sem-estádios travarem o Paulistão da A1 e da A2?

Será que os Campeonatos Paulistas da Primeira e da Segunda Divisão realmente começarão?

São dois casos: o 1o, do Sport Club Atibaia. O clube interiorano tem CT, salários em dia, premiação por produtividade e pagamento de bichos extras, hospeda-se em hotel mas não tem estádio. Disputou a Série A3 no Estádio Municipal Salvador Russani, de capacidade para 3.000 pessoas.

Mesmo a FPF permitindo que o Atibaia disputasse a competição no acanhado estádio (sendo exigido praça para 10.000 pessoas), o clube não poderá jogar a A2. O clube indicou o Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, mas a Federação Paulista exige praça própria.

Segundo Caso: na mesma linha, o rico Água Santa, que já reformou diversas vezes o “Estádio do Inamar”, foi colocado sob dúvida na FPF. O time de Diadema não foi confirmado para a A1, mesmo subindo dentro de campo e sugerindo jogar no Estádio Bruno José Daniel, em Santo André. Na noite de 5a feira, o time entregou os laudos para o Diretor de Segurança de Estádios, Coronel Marcos Marinho (que é também o presidente da Comissão de Arbitragem e o responsável pelo programa de Paz às Torcidas).

Dois questionamentos:

1- Seguindo a lógica de que o clube deve jogar em sua própria praça esportiva, dentro do rigor e coerência demonstrados, os times OBRIGATORIAMENTE jogarão em seus estádios e não venderão o mando de campo por PROIBIÇÃO de acordo com o critério estabelecido. Ou não? O Monte Azul e o Sertãozinho, que em alguns momentos foram ciganos, eram exceções em outros tempos, certo?

2- Como faz o Mirassol, clube que pode herdar a vaga do Água Santa? Se programa para montar um time para a A2 ou montar elenco para a A1?

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– A Ridícula Insinuação da FERJ sobre os árbitros!

A Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro realmente é nonsense.

Depois do presidente Rubens Lopes falir moralmente com o Cariocão (campeonato com proibição de críticas, má arbitragens e acusações da dupla FLA-FLU sobre favorecimentos a Vasco e Botafogo), a FERJ resolveu deixar em seu site uma “curiosidade” publicada com destaque: “deixa no ar” suspeitas sobre a escalação do árbitro Luiz Flávio de Oliveira e o bandeira Alex Ang para Flamengo x Goiás no Maracanã. Nela, relata suposto favorecimento por má atuação ao Goiás na partida em que o Vasco jogou no Serra Dourada e perdeu de 3×0.

Para quê uma Federação Estadual faz tal comentário? Não confia na CBF? Totalmente desnecessário e deselegante…

Aliás, se a FERJ reclama a favor de seu filiado, a FPF deveria se pronunciar e defender seu árbitro!

Veja a publicação, extraída de: http://www.fferj.com.br/Noticias/View/11091

O assistente paulista Alex Ang Ribeiro foi sorteado em mais uma partida do Goiás no Campeonato Brasileiro. Ele vai trabalhar no jogo entre Flamengo x Goiás, neste domingo, no Maracanã, pela 34ª rodada. 

Alex Ang Ribeiro é o mesmo que marcou pênalti polêmico a favor do Goiás, na partida contra o Vasco, pela 20ª rodada, e ainda deu um tapa na mão do zagueiro Rodrigo. Após várias rodadas sem trabalhar na Série A, Alex é escalado justamente para mais um jogo do Goiás.

Outro detalhe: O árbitro de Flamengo x Goiás neste domingo é Luis Flávio Oliveira, o mesmo que apitou Goiás 3 x 0 Vasco, na 20ª rodada da competição.

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– Arias ganhou um presente de despedida ao ser escalado para Argentina x Brasil?

Em diversas análises de arbitragens que fizemos, confesso nunca me recordar de uma boa arbitragem do paraguaio Antonio Arias. Na memória, uma lambança de péssima atuação em Tigre-ARG x São Paulo-BRA. E é justamente ele quem apitará Argentina x Brasil no dia 12.

Curiosamente, a Asociación Paraguaya de Fútbol retirou seu nome da lista de 6 árbitros locais que compõe o quadro da FIFA por DEFICIÊNCIA TÉCNICA. Dessa forma, o clássico sulamericano pela Eliminatórias da Copa do Mundo será o seu último jogo como árbitro FIFA.

A pergunta é: o juizão é desclassificado em seu próprio país e a Conmebol lhe dá um jogaço como esse para apitar?

Respondam os entendidos…

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– Klopp, o amor a Coutinho e Seleção Brasileira!

Pelo Liverpool, Phillipe Coutinho está jogando muito! Futebol de altíssima qualidade, com jogadas e gols incríveis. Em quase toda a rodada, é escolhido o melhor em campo.

Mas na Seleção Brasileira…

O problema é ele, o esquema de jogo ou o treinador Dunga?

Seu treinador, Jürgen Klopp, declarou quando questionando sobre o atleta:

Quem não ama Phillipe Coutinho? Ele é um jogador brilhante e não precisamos falar das suas qualidades (…) Amo Coutinho, não espero perfeição o tempo todo. Espero que trabalhe para fazer o melhor e é isso o que ele sempre faz”.

Que moral, hein? O que será que Dunga pensa sobre ele…

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– Estudar futebol não faz mal a ninguém!

O Vitória está praticamente de volta à série A do Brasileirão, capitaneado nesta ótima campanha pelo treinador Vagner Mancini na série B.

Dorival Júnior reformulou o Santos FC (mesmo após a saída de Robinho) e fez o time praiano jogar o futebol mais vistoso do Campeonato.

Tite erguerá a taça como Campeão Brasileiro pelo Corinthians.

Mano Menezes tirou o Cruzeiro da zona da degola.

Milton Mendes fez a Ferroviária-SP voltar à elite do Paulistão e de lá foi para o Atlético Paranaense (que o demitiu graças ao instável presidente Petraglia). Depois de sua saída, o time decaiu na tabela…

O que eles têm em comum?

Saíram do Brasil e foram se atualizar na Europa!

E aí compartilho o que o ex-jogador Leonardo disse na Revista Época dessa semana:

O técnico brasileiro não está dentro do circuito internacional. E, se não tem acesso a outras informações, dificilmente consegue desenvolver uma nova idéía. Ele está fechado para o mundo. A formação do treinador brasileiro é empírica. O treinador na Europa faz dois, três, quatro anos de curso. Depois desenvolve as ideias dele! Para ser treinador na Europa, eu fiz dois anos do curso UEFA. Os cursos do Brasil não são reconhecidos internacionalmente”.

Precisa dizer algo?

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– Corinthians: sem essa de apito amigo, Galo…

O Corinthians é praticamente Campeão Brasileiro de 2015, merecidamente. Assim como após a eliminação na Libertadores da América para o Tolima da Colômbia (onde Tite refez o time e ganhou o Brasileirão daquele ano), faz o mesmo após a eliminação frente ao Guarany do Paraguai.

Muitos questionam os erros de arbitragem. Ora, quem acompanha nosso blog viu a quantidade incrível de erros bisonhos nesse ano – a maior parte por orientações equivocadas da péssima Comissão de Arbitragem. Mas nada em dizer que se errou somente a favor de um time e não para outro.

Quem está em evidência, repercute mais. O Corinthians é um time de massa, então um erro a favor, disputando a liderança, dará muito mais notícia e fomentará reclamações dos adversários. Se o Flamengo tivesse mais qualidade técnica e o Corinthians menos, estaríamos falando dos “erros decisivos pró-Mengão”.

O Atlético Mineiro também teve erros a favor, mas repercutiram pouco pelo clima criado. O Santos idem (uma sequência incrível de pênaltis inexistentes). O Palmeiras também. E por aí vai. E se fosse colocar na balança, sabe quem teve muitos erros prol e que passou batido? O Avaí! Mas aqui em SP ele virou um mero coadjuvante do torneio, já que não tem time paulista brigando para fugir do rebaixamento.

Os erros contrários, assim como os a favor, aconteceram para todos! Mas pela liderança folgada, passam despercebidos (como o pênalti sofrido por Elias e não marcado contra o Flamengo).

Quando se está como vidraça, tudo é mais difícil. É assim no futebol, na política e na vida. Aliás, como o Levir, treinador atleticano que tanto admiro, quis disfarçar seu discurso na semana passada falando de “erros das outras rodadas”! Ora, o Corinthians venceu em Itaquera por 1×0 e no Independência por 3×0. Não dá para discutir. Lembrando ainda que o técnico se esqueceu de que o título contra a Caldense, em mata-mata, foi com erros de arbitragem a favor da sua equipe.

Por fim: e as cusparadas contra Tite? Em um país sério, esses imbecis mal educados seriam banidos dos estádios e a praça esportiva interditada.

Aliás, o que fez o treinador Tite para receber cuspe de outrém?

É a ignorância de uma sociedade analfabeta e que trata o futebol como uma guerra.

Em tempo: em respeito às teorias da conspiração, a CBF ou a Globo seriam “burras” se mandassem que os árbitros errassem a favor do Corinthians para o campeonato acabar quase 40 dias antes…

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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