– Pedir a bola pode?

Uma pergunta enviada através do Blog “Pergunte ao Árbitro” e que vale a pena responder:

Tudo bem? Preciso de um favor. Ontem, jogando futebol com alguns amigos, ocorreu um lance polêmico e até agora não resolvido:

Recebi um passe de um jogador do meu time e assim que a bola chegou aos meus pés, um jogador adversário gritou “Vamos“. Nem olhei para o lado e executei o passe (detalhe: não estávamos uniformizados). Quando levantei a cabeça, vi que tratava-se de um adversário e pedi falta.

Houve muita discussão, pois, no meu entender, eu fui induzido ao erro. Já os adversários consideraram a jogada normal, pois o “Vamos” era para que alguém viesse me marcar

E aí? Cabe a paralisação ou não?

​Abraços e obrigado.”

No futebol profissional, se você tocar uma bola a um adversário que disse algo para enganar ou que poderia levar ao engano, é tiro livre indireto a seu favor. Isso se refere a:

– se alguém gritou ou falou: “toca”, “aqui”, “passa”, “chuta”, “vai” (lembre-se: isso vale para um adversário que diga isso a você e você acredita que é seu companheiro e toca para ele ou cumpre o que ele pede).

A questão é: falar com companheiros, pode. Nenhum adversário poderá gritar “toca” ao companheiro dele se você está com a posse de bola; isso é pedir a bola e é falta (já que o companheiro dele está sem a bola).

Porém, um grito de “vamos” é subjetivo e o árbitro tem que ver a jogada. Se o adversário direcionou o grito a você, pedindo a bola, é falta a seu favor. Mas se ele estava longe e você toca uma bola para trás buscando a ele… realmente ele estava conversando com seu companheiro e aí segue o jogo, pois se torna bobeada.

Lembre-se: falar é permitido, o que não pode é pedir a bola ou enganar com palavras um adversário em disputa, se passando por um companheiro. Como você estava no jogo, tem que avaliar a distância do adversário e se ele realmente tentou ludibriar, pela forma como pediu.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Batatais x Paulista

Para a 13a Rodada da Série A2, Márcio Henrique de Gois apitará Batatais x Paulista.

Árbitro experiente, com algumas atuações na série A1 e inúmeras na A2, tem como característica principal transmitir segurança dentro de campo. Firme nas marcações, rigoroso disciplinarmente, com bom condicionamento físico e regular tecnicamente.

Os bandeiras são jovens mas atuam frequentemente na A2: Fernando Afonso Gonçalves de Melo e Ricardo Luis Buzzi. O quarto árbitro será Paulo Alessandro Gonçalves Teodoro.

Se comparadas às escalas da gestão do Cel Marinho & Arthur Alves Jr, a nova comissão está num caminho diferente: a correta coerência dos nomes escalados! São muitos os árbitros que conhecem a divisão e alguns novatos que são lançados cuidadosamente.

Torço para uma boa arbitragem e um ótimo jogo para as equipes.

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– Os Rojões e a Análise da Arbitragem de Paulista 1×2 Velo Clube!

Dentro e fora de campo, muita movimentação no Jayme Cintra nessa última quarta-feira.

Vamos falar da arbitragem: Rodrigo Guarizzo Ferreira do Amaral foi muito bem no apito. Esteve sereno, seguro e bem posicionado dentro de campo. Sua calma contrastava com o nervosismo das equipes.

Disciplinarmente, aplicou corretamente os cartões. Tecnicamente, não foi exigido e fez o seu papel muito bem. Acrescentou a contento o tempo desperdiçado em atendimentos a jogadores lesionados e outras perdas.

Os bandeiras Gilberto Romachelli e Patrícia Carla marcaram 6 impedimentos ao todo, errando um para o Velo e outro para o Paulista, sem consequências relevantes para as jogadas. Durante o jogo, tudo sobre controle nos demais lances.

Regildênia de Moura, a quarta-árbitra, fiscalizou bem os bancos e fez corretamente suas tarefas.

Se o Paulista não pode se queixar da arbitragem, apesar do placar negativo, algo muito preocupante: os rojões que caíram dentro de campo, vindos do protesto da torcida, que estava fora do estádio.

Sem entrar no mérito da causa da pendenga, envolvendo Diretoria do Paulista FC e a Torcida Raça Tricolor, vale fazer a observação:

– por volta das 19h35, alguns rojões disparados durante a manifestação (fora do estádio) começaram a estourar dentro do Jayme Cintra. O quarteto de arbitragem estava se aquecendo próximo ao seu túnel (que é vizinho do mandante) e, por azar, alguns rojões caíram e estouraram coincidentemente junto a eles.

Não há dúvida que um rojão que caia dentro de campo (e vale para qualquer fogo de artifício ou sinalizador) leva à pena desde a multa até a interdição. E justo no pé da arbitragem… Felizmente para o Galo, Guarizzo somente relatou que o gramado estava ruim e que o treinador do Velo não se apresentou ao jogo por estar com Dengue. Entretanto, oficiais da FPF com quem conversei flagraram o momento e comentaram comigo o ocorrido. Resta a saber se nos documentos que elas preenchem – que não é público e nem tem o peso de uma súmula – se o fato (que provavelmente foi relatado) será transformado em DENÚNCIA.

Tomara que, por falta de imagens comprobatórias e por não ser do próprio documento do árbitro, o relato dos rojões não interdite o estádio nem gere custos.

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– Árbitros de Vídeo no Brasileirão? Somente em 2017!

Será que a Confederação Brasileira de Futebol está promovendo uma demagoga propaganda de que usará os árbitros de vídeo neste ano, ou eles estão cometendo uma gafe?

Leio que a CBF quer usar o recurso tecnológico de imagens de TV com o VAR (Vídeo-Árbitro Assistente) para o Brasileirão, em meados de Agosto.

Não vai usar por um motivo simples: toda modificação da Regra do Jogo (ou de Teste Experimental da Regra do Jogo) só pode ser utilizado a partir do início da temporada pelo calendário europeu, adotado pela FIFA. Ou seja, se alguma liga europeia quiser usar os VAR, o fará a partir de 01 de Julho de 2016 (que se refere à temporada 2016/2017). E isso se estende a qualquer país-membro da FIFA, independente se utiliza o calendário europeu ou não.

O Brasileirão começa bem antes de Julho; portanto, sem chances da inovação estar nos gramados brasileiros em 2016. Outro fator: você não pode mudar a Regra (ou o Teste da Regra) de uma partida de futebol com o campeonato em curso. Isso significa que: ou a CBF pede uma permissão especial para começar os testes no 2o trimestre de 2016 (que significa a partir da Rodada 1 do Brasileirão), ou só poderá utilizá-los em 2017.

Lembre-se de Corinthians x Santos no Brasileirão do ano passado: David Braz foi expulso erroneamente, sem a existência de VAR. E se na rodada seguinte jogassem Palmeiras x Corinthians e um atleta do Corinthians fosse expulso erroneamente e ali estivesse o vídeo-árbitro, e ele corrigisse o juizão?

É por tal critério o de que nenhum time deve ser prejudicado ou favorecido pela mudança da Regra de Jogo em um torneio em andamento – de que os campeonatos em curso não podem adotar os VAR.

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– O Dopping de Sharapova!

A tenista Maria Sharapova, 29 anos, confessou que usou por 10 anos uma substância que hoje é considerada como dopping (mildronato, usado para tratamento precoce de diabetes). Ela foi flagrada no Austrália Open. E qual o prejuízo?

Esportivo e moral, muito. Mas financeiro, veja só: Nike, Tag Heuer e Porsche já romperam o contrato com a atleta. E sabe quanto rendiam? Mais de 20 milhões de dólares por ano!

Além do dinheiro que não entrará, fica a vergonha e a desconfiança de que só foi campeã por estar dopada…

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Velo Clube

Para mim, uma escala surpreendente: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral, conhecido árbitro da série A1, que apitou Penapolense 1×2 Paulista na rodada 02 – e que no último sábado trabalhou em São Paulo 1×3 São Bernardo no Pacaembu, será o árbitro de Paulista x Velo Clube.

Sobre as características do árbitro, já falamos oportunamente e podem ser acessadas no link: http://wp.me/p55Mu0-LT.

Gilberto Romachelli, 37 anos, representante comercial, será o bandeira 1. Ele tem trabalhado com boa frequência em jogos de A2 e A3.

Patrícia Carla de Oliveira (sim, é prima de Luís Flávio e Paulo César de Oliveira), 34 anos, professora de Educação física, será a bandeira 2. Em jogos profissionais nesse ano, trabalhou exclusivamente na A2.

A outra surpresa da escala: Regildênia de Holanda Moura (hoje, a melhor árbitra brasileira do quadro da FIFA), será a 4a árbitra. Ela só apitou jogos da A3 nesse ano. Mas o destaque é: em Dezembro, denunciou o presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol, Arthur Alves Júnior, que era membro da Comissão de Árbitro da FPF, de praticar assédio sexual. Também testemunhou à corregedoria da Federação Paulista que o Cel Marinho foi informado e nada fez. Todos foram demitidos pelo presidente Reinaldo Carneiro Bastos… Parabenizo-a pela coragem do feito, que ajudou a moralizar a desgastada CEAF-SP.

Boa sorte ao quarteto de arbitragem e bom jogo aos clubes.

 

– Denunciou Manipulação de Resultados mas não quer falar?

Antes, quando se falava em manipulação de resultados no futebol, se lembrava de árbitros. Agora, parece que lembraremos de jogadores!

Rinaldo Martorelli, presidente do Sindicato dos Atletas de Futebol, denunciou em um encontro de “modernização das leis do futebol” (clique no link para saber sobre ele: http://wp.me/p4RTuC-el3) que:

“A manipulação de resultados chegou ao futebol brasileiro mas não vou revelar nomes para não prejudicar a carreira dos atletas”.

Ora, se ele sabe de algum esquema, tem que falar! Por que bradou em público mas não quer ser objetivo?

Pior do que isso: seriam, segundo ele, atletas do Campeonato Paulista e denunciaram tal fato nesta última segunda-feira.

Quem são? Quais atletas? Qual equipe? A mando de quem?

É algo muito sério para se ficar na especulação.

Deixe seu comentário:

Extraído de: http://blogs.lance.com.br/deprima/2016/03/07/presidente-do-sindicato-dos-atletas-de-sp-cita-manipulacao-de-resultados-no-paulista/

PRESIDENTE DO SINDICATO DOS ATLETAS DE SP DENUNCIA MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS NO CAMPEONTO PAULISTA

O presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais do Estado de São Paulo, Rinaldo Martorelli, afirmou que jogos de futebol do Campeonato Paulista tiveram seus jogos manipulados. O dirigente, entretanto, não revelou as partidas e nem nomes dos atletas envolvidos. A denúncia foi feita durante o Seminário de Reformulação da Legislação Desportiva que ocorre nesta segunda-feira, 8, na Câmara Municipal de São Paulo.

“– A manipulação de resultados chegou ao futebol brasileiro mas não vou revelar nomes para não prejudicar a carreira dos atletas” – afirmou Martorelli.

Segundo o dirigente, a revelação foi feita pelos próprios jogadores envolvidos nas manipulações em reunião na manhã desta segunda-feira, na sede do Sindicato.

Presente no encontro, o deputado e ex-dirigente corintiano Andrés Sanchez afirmou que o fato precisa ser investigado.

“– Isso tem que ser investigado pela Polícia Federal para que o futebol brasileiro não chegue ainda mais ao fundo do poço” – disse Andrés, após a denúncia de Martorelli.

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– O pênalti de Palmeiras x Capivariano em 2017 com tecnologia e vídeo-árbitro! Muda o quê?

No domingo, em Palmeiras 4×1 Capivariano, no começo do 2o tempo, Dudu (SEP) cruza uma bola que desvia no braço de Maguinho (CAP) e o árbitro Vinícius Gonçalves Dias Araújo entende que foi lance intencional, marcando pênalti. Discordo, não houve intenção deliberada nem movimento antinatural da mão na bola. Portanto, errou o juizão.

Mas já imaginaram esse jogo em 2017, caso a FPF resolva bancar os custos da instalação de câmeras e monitores para a arbitragem, conforme a experiência liberada pela FIFA por 2 anos?

Falamos do uso das imagens de TV (vide em: http://wp.me/p55Mu0-Q5). Sobre o lance do Allianz Arena, imaginem: o VAR (Video Assistent Referee) comunica o árbitro via rádio dizendo: Atenção, essa bola não é pênalti”. Ele retruca: Pra mim ele quis desviar a bola. E o VAR: A imagem está mostrando outra coisa.

Então o árbitro vai ao local reservado para o VAR e o 4o árbitro; colocam o replay no ponto do cruzamento e conversam: E aí, o que lhe parece”? Árbitro coça a cabeça e diz: continuo achando pênalti. E o VAR: Mas não parece ter sido intencional. O 4o árbitro dá o seu pitaco: Mas pensem: ele usou ou não a mão de maneira disfarçada e antinatural?.

Aos olhos das duas equipes e com muita chiadeira, o árbitro, enfim, toma a sua decisão, que será CERTA ou ERRADA, pois, afinal, mesmo com tecnologia os lances interpretativos existirão.

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– O mundo do futebol enlouqueceu: veja quem são as pessoas “melhores indicadas” para debater os rumos do esporte brasileiro e que se encontrarão dia 07!

Nesta segunda-feira, no Plenário “Primeiro de Maio” da Câmara Municipal de São Paulo, haverá um evento da Câmara Federal trazido para a Capital Paulista: é o “Seminário sobre a Reformulação da Legislação do Futebol em São Paulo pela ‘Comissão Especial da Reformulação da Legislação do Esporte’ da Câmara dos Deputados”.

Nome comprido e repetitivo, não? Trocando miúdos: será um encontro de pessoas do mundo do futebol para discutir mudanças da lei Pelé.

Sabe quem serão os debatedores que estão imbuídos de tal missão?

Coronel Nunes (Presidente da CBF);

Andrés Sanches (Deputado Federal PT/SP e ex-Presidente do Corinthians);

Arthur Alves Júnior (Presidente do Sindicato dos Árbitros e ex membro da CEAF-SP demitido da FPF após denúncias de suposto assédio sexual e moral);

Reinaldo Carneiro Bastos (Presidente da FPF);

Rinaldo Martorelli (Presidente do Sindicato dos Atletas), entre outros nomes.

O futuro da legislação esportiva brasileira está nas mãos dessas pessoas?

Deus me livre…

#GER7x1BRA – a goleada continua…

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– Entendendo o que a FIFA liberou para uso de Tecnologia no Futebol

Momento importante para os amantes do futebol. A tendência de mudar a Regra do Jogo foi aceita pela IFAB (International Board, a “guardiã” das regras). Muito desse momento teve a influência da FIFA, a entidade que organiza os campeonatos de futebol e que se reorganiza com Gianni Infantino, o novo presidente.

A verdade é: Infantino, secretário do francês Michel Platini na UEFA, era radicalmente contra o uso de vídeos para o futebol (assim como o próprio Platini). Agora eleito presidente da FIFA, Infantino fez lobby por essa mudança.

Fiquemos atentos a uma coisa importante: as 17 Regras do Futebol não mudaram na manhã histórica de ontem, em Cardiff, quando se aceitou a introdução dos VARs (Vídeo Árbitros Assistentes). O que aconteceu é que os TESTES oficiais com aval da IFAB, a serem fiscalizados pela FIFA, foram autorizados.

E como funcionará?

A experiência tem 4 propósitos:

1- Confirmar ou anular um gol discutível (por exemplo: se o atleta usou a mão na bola para fazer um gol e o árbitro possa ter sido enganado e acreditado que foi de cabeça);

2- Confirmar ou anular uma penalidade máxima (por exemplo: o árbitro crê que um atleta tenha sido tocado e na verdade ocorreu uma simulação de infração);

3- Aplicar ou não um cartão vermelho de maneira justa ou injusta (por exemplo: se um árbitro expulsa um atleta por um carrinho violento e na verdade o jogador tenha ido única e exclusivamente na bola);

4- Identificar atletas de maneira correta quando for aplicar uma punição com cartão (por exemplo: um atleta agarra um adversário e deve receber o cartão amarelo, mas o juiz se confunde e não memoriza quem foi o infrator para dar a advertência).

Apenas nestas 4 situações deverá ocorrer o auxílio do VAR, sendo que esse árbitro de vídeo poderá interpelar o árbitro principal ou o árbitro principal procurar o árbitro de vídeo. O árbitro pode aceitar de bate-pronto a informação do vídeo-árbitro via rádio, ou se preferir, ir até o VAR assistir o lance. Porém, a decisão final sempre será do árbitro principal, aceitando ou não a decisão do vídeo-árbitro.

Em 2018, os cartolas do futebol avaliarão se a experiência foi boa ou ruim; se ela terá continuidade ou não; se poderá acrescentar outros momentos da participação dos VARs (como em impedimentos ou outras situações); ou se haverá a desistência dos trabalhos.

O importante: o uso dos árbitros de vídeos deverá ocorrer em todos os jogos de um mesmo campeonato, ou em fase final de um torneio eliminatório, como, por exemplo, em uma decisão de UEFA Champions League.

Um primeiro passo para a introdução dos recursos tecnológicos no futebol foi dado. Como será essa caminhada, não sabemos.

Duas tendências: a idéia de que um treinador ou capitão de equipe possa pedir a revisão de uma decisão do árbitro com o uso de imagens deverá ser descartada mesmo em outros testes futuros; e a busca para que o árbitro tenha um equipamento eletrônico com tela à mão para ver o lance de maneira full-time persistirá.

O que você achou de tal mudança? Deixe seu comentário:

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Marília x Paulista

Thiago Luis Scarascati, 32 anos, microempresário, natural de Limeira, árbitro destaque em 2015 e que apitou a final da Copa São Paulo naquele ano, apitará Marília x Paulista neste próximo sábado.

Há 10 dias, Thiago (que vem apitando muito bem seus jogos), teve atuação contestada na partida entre XV de Piracicaba 1×4 Palmeiras. Uma noite ruim talvez?

Seu estilo de jogo tem sido marcado por precisão técnica e fluidez no jogo. Ou seja: partidas muito corridas e faltas bem marcadas. E fará isso no Bento de Abreu se der o melhor que pode. Se apitar como no Barão de Serra Negra, podemos ter reclamações.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e bom jogo aos times!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santos x Corinthians

Fiquei feliz ao ver a escalação de Flávio Rodrigues de Souza para o clássico entre Santos x Corinthians no próximo domingo. A FPF tem a URGENTE necessidade de revelar novos nomes para clássicos, e Flávio tem conseguido apitar bons jogos.

A ironia é: Flávio Rodrigues de Souza (36 anos, representante comercial) é confundido às vezes pelos mais leigos com o Flávio Rodrigues Guerra (árbitro do último Corinthians x Santos, que acabou em confusão na súmula). Física e tecnicamente, são muito diferentes.

Souza corre muito em campo, sempre está perto das jogadas. Não apita qualquer faltinha e faz bom uso dos cartões. Em campo, me lembra muito o estilo do árbitro Marcelo Rogério. Neste ano, já apitou 7 partidas da A1 (ou seja: no domingo, terá conseguido ter apitado em todas as 8 rodadas do Paulistão)! Portanto, ritmo de jogo ele tem.

Em 2016 apitou Corinthians 1×0 XV Piracicaba e Ferroviária 2×2 Corinthians. Em 2015, apitou São Bernardo 0x1 Santos, Santos 2×2 São Bento e Corinthians 1×0 Ponte Preta (no jogo em que houve um erro capital em lance difícil de Vicente Romano Neto).

Se fará uma boa atuação na partida, não sei. Mas desejo boa sorte a ele, pois potencial o juizão tem.

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– E os árbitros mais inexperientes da Libertadores?

Xi… ficarei devendo.

Alguns amigos me perguntaram sobre os árbitros desconhecidos que estão apitando os jogos da Taça Libertadores da América nesta semana. Sei que são árbitros que não estavam apitando e que passaram a ter chances; outros, são estreantes.

Não os vi atuando nas partidas, devido a semana tensa em minhas atividades profissionais e demais situações pessoais. Mas assim que possível, prometo comentar.

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– O Santos bobeou com Ricardo Oliveira…

Ricardo Oliveira, já veterano, era uma dúvida quando foi oferecido ao Santos FC. Sob contrato de risco, foi uma feliz surpresa ao Peixe.

Agora, com a proposta que recebeu da China e que o Santos FC rejeitou, o jogador deixa de ter a independência financeira. Ficará “bicudo”? Claro que sim, é comum vermos jogadores que queriam sair e que permanecem em suas equipes rendendo menos.

O problema maior é: como não aceitou fazer negócio, o Santos deixou de ganhar dinheiro. E os salários dos atletas acabaram entrando em atraso…

Ai, ai, ai. O que aconteceu, hein presidente Modesto?

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– Quem é o culpado do seu time?

Quatro perguntas:

1- Vejo as inúmeras críticas que os torcedores palmeirenses fazem ao treinador Marcelo Oliveira. Substitui-lo é a solução?

2- Assisto ao protesto dos torcedores do Real Madrid contra o seu presidente, Florentino Perez. A culpa é dele?

3- Leio que os torcedores são-paulinos querem a cabeça de Michel Bastos, Lucão, Centurion e Ganso. Trocá-los resolve o problema?

4- Percebo uma cobrança dos torcedores do Paulista FC sobre seus jogadores e até ao técnico Beto Cavalcante. Sem receber salários, é válido exigir força máxima?

Vamos lá, quatro respostas:

1- Quando se contrata um treinador, há de se conhecer o seu histórico. Paulo Nobre não sabia como era o trabalho de Marcelo Oliveira? Diga-se o mesmo de Leco e Edgardo Bauza.

2- Um presidente de clube que dá ao seu treinador Zinidine Zidane atletas galácticos como Benzema, Cristiano Ronaldo e outros, disputando com o Barcelona a hegemonia espanhola (e com o sempre bem montado Atlético) deve ser culpado pelo quê?

3- Um time que já teve Muller, Pita, Raí, Palhinha e Rogério Ceni num passado recente, pode se solidificar crendo que Bastos e Ganso sejam craques verdadeiros e candidatos a ídolo?

4- Jogadores e treinador com a cabeça nas contas a pagar e no sustento aos filhos, lutando contra o rebaixamento sem receber salários, devem ser penalizados e responsabilizados por maus resultados?

Talvez os torcedores estejam muito exigentes, ou com cobranças às pessoas erradas. Quem são os verdadeiros culpados no futebol brasileiro? E em seu time?

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– A Legitimidade dos Resultados em Xeque

Preocupante: o escândalo de manipulação de resultados em jogos internacionais de Tênis ainda está em apuração, mas traz dúvidas sérias sobre os torneios. É algo a se resolver com urgência.

Agora, estoura outro caso: conversas registradas em WhatsApp sobre ações premeditadas para prejudicar determinados pilotos da Stock Car brasileira, elaboradas por comissários e fiscais, vem à tona.

A pergunta é inevitável: sabotagens e golpes só acontecem em outros esportes e não no futebol? Árbitros, jogadores e cartolas são e estão incorruptíveis?

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– Cristiano Ronaldo, o marrento.

Após perder o jogo para o rival madrilenho (Real 0x1 Atlético), o português Cristiano Ronaldo, eleito o número 2 do mundo, disse:

Se todos tivessem o meu nível, estaríamos em primeiro (na tabela do campeonato espanhol).

Sinceridade ao extremo ou falta de humildade?

Que o cara é craque, não se discute. Mas que isso dá uma bronca nos companheiros… O que será que Bale, Benzema e demais jogadores do Real Madrid pensaram?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Guarani x Paulista

Para o importante clássico do Interior de SP envolvendo o Bugre Campineiro e o Galo Jundiaiense, apitará o limeirense Norberto Luciano “Guinho” Santos da Silveira. Será auxiliado por Evandro de Melo Lima e Domingos da Silva Chagas. Daniel Bernardes Serrano será o 4o árbitro.

Mais uma vez, a FPF sorteia um quarteto com o mesmo critério das últimas rodadas: árbitro com ritmo de jogo na A2 e bandeiras em ascensão (como nas derradeiras escalas).

Norberto tem bom porte físico, se posiciona bem em campo embora não tenha tanta velocidade para tiros. Não dá cartões à toa e é um pouco cauteloso para jogadas mais viris. Contato físico mais forte pode virar falta. É um estilo de apitar!

Creio que a condução do jogo está em boas mãos. É sabido que o Guarani tem reclamado das atuações da arbitragem – com razão contra o Bragantino e sem razão contra o Rio Branco; porém, a pressão que pode haver é a natural de uma partida de futebol.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e bom jogo às equipes.

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– O Pênalti não marcado em Ponte Preta 1×0 São Paulo

O árbitro Flávio Rodrigues de Souza tem feito bons jogos no Paulistão. É uma boa regularidade de 3 anos no torneio e pelo menos 1 ano no Brasileirão.

Repetia uma boa atuação no Moisés Lucarelli, porém, um lance difícil onde foi traído: Jonas (AAPP) vai tentar roubar a bola de Hudson (SPFC); eis que perde o tempo da bola e seu pé direito atinge o adversário. Como está dentro da área, é pênalti, não marcado pelo árbitro.

E sabe por quê não marcou?

Por dois motivos: porque Hudson força a queda e porque a bola pára no gramado. O contato infracional existiu na perna direita, apesar do atleta dobrar as duas. E pela bola parar no gramado, o árbitro pode ter sido enganado e entendido que Jonas travou somente a bola.

Sabe como se resolveria esse problema? Com os Árbitros Assistentes Adicionais, os AAAs que ficavam atrás do gol. Naquela situação, poderiam ter ajudado o juizão.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×1 Mirassol

Para fazer uma análise do que produziu um árbitro em campo durante determinada partida, 3 pilares são necessários:

1- Conhecimento prático e teórico,

2- Isenção passional,

3- Respeito com os apontamentos.

A ideia, em si, é explicar ao torcedor leigo as virtudes e debilidades do desempenho da arbitragem, com destaque aos acertos e críticas construtivas aos erros. E a tarefa não é fácil…

Dito isso, vamos falar sobre Paulista 1×1 Mirassol.

Eu tinha grande expectativa sobre o árbitro Salim Fende Chavez. Por diversas vezes trabalhou no Jayme Cintra como 4o árbitro, havia estreado em importantes jogos da A2 e já apitado em A1. Esteve no Itaquerão como árbitro reserva em Corinthians x São Paulo e vinha sendo um nome observado como promessa.

Se depender do jogo de Jundiaí, demorará para se concretizar a realidade. Frustrante.

Aqui fica uma dica: a postura e a primeira impressão em qualquer atividade ajudam a ganhar boa notoriedade. A arbitragem entrou as 15h52, depois do Paulista FC que entrou as 15h51. Cuspiu diversas vezes (realmente, estranho), inclusive durante a execução do Hino Nacional! Ora, um árbitro com o porte físico invejável como o dele, deve se mancar…

No início da partida, teve que dar os primeiros piques arrumando insistentemente o calção e a gola da camisa. Não havia tempo no vestiário? Nos meus rascunhos, torci para que a implicância inesperada de minha parte fosse apenas “mau humor”. Ledo engano.

Sobre o ritmo em campo: procurou buscar o posicionamento adequado dentro de campo nos minutos iniciais. Com o decorrer do jogo, se achou dentro na diagonal e foi bem nesse quesito. Mas peca em alguns detalhes a serem corrigidos: demarcar faltas com spray na frente do bandeira, do lado da linha lateral, é fruto de falta de experiência. Outra coisa: ficar posicionado durante a cobrança de faltas (por duas oportunidades) com atletas se marcando às suas costas é ruim também.

Um ponto positivo são as marcações claras: define bem os laterais, impedimentos e escanteios. Sinaliza com clareza e tem ótima comunicação visual, em especial ao cartão amarelo aplicado ao Ramalho (PFC) indicando rodízio e persistência de faltas. Também foi prudente ao mostrar o apito aos jogadores em falta frontal, evitando cobrança rápida durante a conferência da barreira. Mas talvez pela empolgação de acertos, um excesso a ser evitado: a comemoração de uma marcação correta! Após uma jogada rápida de contra-ataque onde havia posição ajustada do impedimento de um atacante e o prosseguimento de acerto do lance, árbitro Salim Chavez e bandeira 1 Leonardo Augusto Villa se olharam e cerraram os punhos comemorando. Evite! Eu já passei pela experiência maldosa de se confundir a espontânea vibração de uma marcação correta com o bandeira se passando por comemoração do lance de ataque de uma das equipes. Portanto, o árbitro deve abolir tal gesto, por mais que seja um ato reflexo de um certeiro não impedimento.

DISCIPLINARMENTE, foi bem nas advertências verbais e nos cartões amarelos aplicados. Mas faltaram três cartões: a Mateus Silva (MIR) pelo rodízio de faltas, a Branquinho (aos 88m) por agarrar o adversário e outro a Jader (PFC) pelo forte pontapé aos 89m em Luiz Fernando (MIR).

TECNICAMENTE, enquanto a partida foi fácil no 1o tempo, deu conta do recado. Mas no 2o tempo, à medida que o jogo se tornava tenso, sentiu o peso da disputa. Faltas claras deixaram de serem marcadas, faltando a presença do juizão (a sua imposição mesmo) nos lances. Foram 6 lances mais complicados, sendo 2 importantes acertos e 4 erros relevantes nesse período:

1- Aos 3m, em uma marcação forte de Alan Bahia (PFC) em Xuxa (MIR), onde o atacante do Mirassol perdeu a dividida e caiu, pedindo pênalti. Não foi e o árbitro deu sequência de maneira bem discreta ao lance. Estava bem colocado e isso ajudou no acerto.

2- Aos 4m, Arthur (PFC) tem a bola dominada e está no ataque dentro da área, o zagueiro tenta travá-lo, existindo o contato físico mas não suficiente para derrubá-lo. Também nessa o árbitro acertou ao não marcar pênalti ao Paulista.

3- Aos 22m, no gol do Mirassol: o jogador Mateus Silva (MIR) que tinha a posse de bola e a carregou do meio de campo até a grande área a domina disputando com Ariel (PFC), só que o faz abrindo os braços e dando um tapa certeiro (intencional) no rosto do adversário. Foi falta não marcada. Errou o árbitro em deixar a jogada prosseguir (embora o atleta de Mirassol tenha tido tempo de atravessar metade do campo e não ser incomodado por ninguém na jogada).

4- Aos 42m, Mamadeira (PFC) sofre uma falta clara de Reinê (MIR), que o atinge nas pernas, e o árbitro manda seguir. O lance era claro, mas Salim preferiu deixar o jogo seguir entendo que fora na bola. Errou.

5- Aos 43m, Branquinho (PFC) agarrou pelo cangote e derrubou Murilo (MIR), e nada foi marcado. O treinador do Mirassol Moisés Egert enlouqueceu (com razão), e o lance foi na frente dele… Era tiro livre direto e cartão amarelo. Errou de novo.

6- Aos 48m, o lance mais reclamado: a bola é levantada na área, Mamadeira (PFC) a domina e Douglas (MIR) empurra-o infantilmente o derrubando. Não dá para pensar em simulação pois o lance era favorável ao atacante, tampouco dizer que a mão no peito não teve força suficiente para derrubá-lo. Erro decisivo.

O árbitro Salim Fende Chavez, se bem trabalhado, tem muito potencial, mas precisa ser regular durante o jogo todo e se policiar nos detalhes de postura. Se a partida acabasse aos 75 minutos de jogo, certamente teria uma nota alta. Entretanto, com o aumento da exigência técnica acabou diminuindo seu rendimento na partida. Mostrou-se cru quando precisou usar de experiência. E isso só se corrige sendo escalado e ganhando experiência.

E você, leitor, que assistiu ao jogo: quer dizer algo? Deixe seu comentário:

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– Gianni Infantino, o novo presidente da FIFA. E daí?

Apenas preenchimento de cargo. É isso que significa a eleição do suíço Gianni Infantino para o cargo de novo presidente da FIFA, substituindo seu compatriota Joseph Blatter.

Infantino terá um mandato de 12 anos (sim, você não leu errado: DOZE ANOS), prometendo boa governança.

Apoiado pela UEFA de Platini e sendo membro influente da FIFA e simpatizante de Blatter (ambos afastados por corrupção), nada muda. A única diferença: como campanha eleitoral, prometeu inchar a Copa do Mundo com 40 equipes, evidentemente a troco de votos.

Ao pé-da-letra, Infantino será mais do mesmo. Ou será que Cel Nunes e outros cartolas das suspeitíssimas federações de futebol desejavam colocar um cara honesto para limpar a corrupção?

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– Análise da Arbitragem Pré-Jogo para Paulista x Mirassol

Salim Fende Chavez apitará Paulista x Mirassol no próximo sábado, auxiliado por Leonardo Augusto Villa e Wellington Bragantim Caetano (todos com 32 anos). Paulo Nogueira Pinho será o 4o árbitro.

O árbitro já esteve diversas vezes no Jayme Cintra, sempre como 4o árbitro. Com a nova Comissão de Árbitros, está tendo ótimas oportunidades e as agarrando. Trabalhou numa boa sequência de jogos na A2 e estreou na A1 neste ano. Na última 4a feira, trabalhou na partida Guarani x Rio Branco e se mostrou bastante rigoroso em campo; em especial, não tolerou as reclamações do atacante bugrino Watson e o expulsou. Sua moral está tão em alta que já foi escalado para São Paulo x Mogi Mirim (próxima 3a feira, dia 01/03).

Os bandeiras já vem trabalhando na A1 e A2 há algum tempo, e apesar de jovens, ambos têm experiência. Já o quarto árbitro ainda não apitou nenhum jogo profissional neste ano, será apenas a sua segunda escala como 4o árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e um bom jogo às equipes.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Mirassol pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– E as Regras impostas pela FPF?

Vejam só que cenário na série A2: muitos clubes estão com salários atrasados, e os jogadores ameaçam greve. Em Santa Bárbara do Oeste, os jogadores do líder União Barbarense fariam uma paralisação devido a falta de pagamento e foram convencidos a jogar graças a um apelo emocionado da cozinheira. O Batatais (ex-líder da competição), quase não entra em campo contra o Guarani em Campinas devido aos atrasos salariais. O Rio Branco ameaça abandonar a A2 por falta de pagamento. E por aí vai a lista de times na pindaíba.

Mas não está no regulamento que se o time atrasar salários perderá pontos?

Sim, está, mas apesar de publicamente todos saberem de tal condição, a FPF deve ser avisada formalmente para tomar as providências. Ninguém punido até agora.

Outro caso: a troca de treinadores está sendo uma constante nas 3 divisões do Campeonato Paulista. De acordo com a nova regra, os treinadores demitidos não podem treinar times adversários da sua ex-equipe na mesma divisão, e os clubes só poderão efetivar outro treinador após quitação do distrato e pagamento de todas as pendências.

Isso realmente está funcionando?

Mesmo sem dinheiro, os clubes arcam com todo o pagamento da rescisão e ainda tem grana para contratar outro técnico?

Pois é… acho que são duas imposições no Regulamento Geral das Competições que não estão sendo cumpridas.

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– São Bento 1×1 Corinthians e o Chilique do treinador

Paulo Roberto é um dos bons treinadores do Interior de SP. Estrategista, trabalhador, mas com um defeito incorrigível: polêmico!

A primeira vez que eu apitei um jogo dele foi quando dirigia o Rio Claro. Tive que expulsá-lo pelo mau comportamento. E entre os árbitros da minha e da nova geração é unânime: Paulo é muito chato durante as partidas.

Depois da sua última passagem pelo Guarani e de um problema de saúde, ele havia mudado. Estava mais calmo, quase “low profile” no São Bento. Focado e sem “causar”, está fazendo um grande trabalho no Bentão.

Só que contra o Corinthians…

Reclamou do gol de empate do Corinthians (lance legal, o zagueiro do São Bento vai dividir com o adversário corintiano e pede uma “cama-de-gato” que não ocorreu, já que o corintiano não tenta derrubá-lo mas é ele quem força a queda por não conseguir dominar a bola). Depois disso, pede pênalti inexistente no centroavante Anderson Cavalo. Por fim, após o término da partida, fez papelão peitando o árbitro com dedo em riste.

Pra quê?

Seu time não segurou a pressão do Corinthians. Normal. O bom árbitro Vinícius Dias cumpriu a regra e ainda foi ameaçado. Paulo Roberto tem essa mania de se sentir perseguido, de não reconhecer méritos das outras equipes e sempre criar um factoide de confusão. Tem sido assim sistematicamente, apesar da fase produtiva de calmaria.

Que se emende, pois suas reclamações não procedem. Para chegar a time de elite, não deve fazer tal “circo” nas partidas.

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– Cartão Amarelo para a Cobra, para o Loko ou para ninguém?

Coisas inusitadas do Futebol: em Lins, pelo Paulistão da Série A1, jogavam Linense x Água Santa. Eis que durante o jogo necessitou-se de uma paralisação pois havia uma cobra em campo. O árbitro Leonardo Ferreira Lima pediu para que os jogadores se afastassem e solicitou que funcionários do estádio tomassem providências. Durante a pausa, o jogador Éder Loko deu “uma bicuda” na serpente que voou de dentro do gramado para fora quase atingindo os maqueiros.

Resolvida a questão, o jogo prosseguiu normalmente. Mas aí vale uma questão curiosa: apesar de ter solucionado o problema, Éder Loko desobedeceu a ordem do árbitro e colocou a integridade dos maqueiros em risco. Mereceria um cartão amarelo?

Conheço alguns árbitros que certamente dariam a advertência acompanhada de uma bronca por não cumprir a ordem do juizão. Conheço outros que agradeceriam por agilizar a resolução da pendenga.

Sinceramente?…

Cartão amarelo para a cobra! Quem mandou ela entrar em campo sem autorização?

Olha o momento do chute nela, extraído do UOL.com:

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– Os Salários dos Jogadores de Futebol no Brasil de 1998 a 2015

Uma comparação pertinente sobre quanto recebem os jogadores profissionais em nosso país.

Surpreendente!

No ano 2000, defendi minha dissertação de Mestrado sob o título: “O Novo Processo Administrativo do Futebol Brasileiro Frente a Profissionalização do Gerenciamento dos Clubes”. Dentre alguns aspectos abordados, quis escrever sobre a desigualdade salarial dos atletas. Na época, com a Internet ainda nascendo por aqui, com muito custo consegui junto a CBF os números oficiais de 1998.

E vejam que interessante: segundo a entidade, existiam 14555 atletas profissionais no Brasil. Em 2015, segundo o que a própria CBF divulgou publicamente ontem, o número é de 28203 atletas. Ou seja, em 17 anos o número quase que dobrou.

No meu trabalho, baseado em salário mínimo da época (R$ 130,00), os números mostravam que apenas 4,3% dos jogadores recebiam mais de R$ 2.600,00 (ou seja: 20 SM). Com a inflação do período, os números mudaram bastante. Veja os índices abaixo sobre os salários:

ANO 1998, 14555 JOGADORES PROFISSIONAIS

Até 1 Salário Mínimo: 52,9% dos atletas.

Entre mais de 1 SM até 2 SM: 30,5%.

Entre mais de 2 SM até 5 SM: 7,9%.

Entre mais de 5 SM até 20 SM: 4,5%.

Mais de 20 SM: 4,2%.

ANO 2015, 28203 JOGADORES PROFISSIONAIS

Até R$ 1.000,00: 82,4% dos atletas;

Entre R$ 1.000,01 a R$ 5.000,00: 13,68%;

Entre R$ 5.000,01 a R$ R$ 10.000,00: 1,35%;

Entre R$ 10.000,01 a R$ R$ 50.000,00: 1,77%;

Entre R$ 50.000,01 a R$ 200.000,00: 0,68%;

Entre R$ 200.000,01 a R$ 500.000,00: 0,12%

Acima de R$ 500.000,00: 0,004% (ou, se preferir, oficialmente um único atleta).

E aí: impressionado com tais números ou são valores condizentes com o abismo da distribuição de renda de todos os setores sociais do Brasil?

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– Ótima 3a feira, animada e bem disposta!

Dia de muita correria. Os afazeres domésticos pessoais e profissionais de hoje são intensos. Assim, como de costume, levantar cedo é uma necessidade.

Com a temperatura fresca, valeu correr na madrugada. Nossa foto-motivação inspirou 5 k em 30′:

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E na meditação durante o treino, pensei nos dizeres do santo festejado neste dia: São Sérgio, que um dia disse: Contemplando a Santíssima Trindade, venceremos a odiosa divisão deste mundo”.

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Fim de treino, com muita gente suando e alongando na madrugada no Complexo Esportivo do Bolão, cuja pista de atletismo fica aberta 24h! Como isso faz bem e desperta a adrenalina…

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Por fim, o dia clareou! Vai, astro-rei e amigo sol, vença as nuvens escuras desse amanhecer que desperta!

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Ótima 3a feira a todos.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para União Barbarense x Paulista

Demétrius Pinto Candançan, 43 anos, professor de Educação Física, 15 anos de arbitragem, apitará o confronto entre Leão da 13 x Galo da Terra da Uva.

Natural de Carapicuíba, Demétrius é árbitro frequente nas escalas da série A2 e A3. Já esteve na A1, mas uma séria contusão o atrapalhou nesse período. Quando voltou, se firmou na divisão de acesso. O árbitro tem bastante experiência, não solta o jogo demasiadamente (apita muitas faltas, e pelas dimensões do estádio de Santa Bárbara do Oeste, creio que serão muitas), mas não aplica muitos cartões em condições normais. Uma curiosidade: Demétrius é bom jogador e seu irmão, André Pinto, foi centroavante na Portuguesa e em diversas equipes brasileiras e no exterior.

Enfim: bom árbitro e boa pessoa.

Eduardo Vequi Marciano, 38 anos, contador e que já esteve diversas vezes no Jayme Cintra com boas atuações (a última foi na abertura do Campeonato, contra o Bragantino) será o assistente 1. Bruno Munhoz, 28 anos, microempresário e apenas há 4 anos bandeirando, será o assistente 2 (somente o 6o jogo nesta divisão na carreira). Rafael Emílo Acerra, 34 anos, 10 anos de FPF, professor de Educação Física e, apesar do tempo de formação, tem poucos jogos no histórico, será o quarto-árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem.

Em tempo: desde o jogo de Paulista x Portuguesa, é notória a mudança do padrão de escalas. Percebe-se que a Nova Comissão de Arbitragem está mudando os rumos ditados pelo Cel Marinho e Arthur Alves Jr, ambos demitidos. Tomara que sejam melhores caminhos, como se tem percebido.

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– O juizão que abandonou o campo na Bundelisga!

Mais um acontecimento atípico no futebol: no Campeonato Alemão, jogaram Bayer Leverkusen 0x1 Borussia Dortmund, com muita reclamação da arbitragem por parte do treinador Roger Schmidit, técnico do Leverkusen.

O curioso é que o árbitro Felix Zwayer tomou uma atitude inusitada! Ele expulsou o treinador que se queixava, mas o mesmo não queria sair de campo. O que fez o juizão? Saiu ele próprio, junto com os bandeiras e o quarto árbitro!

Depois de 13 minutos, com o aceite do treinador em sair de campo, o quarteto voltou a campo e terminou o jogo.

Pode?

Se um jogador discordar de uma decisão do árbitro e impedir a continuidade do jogo, o árbitro deve esperar 5 minutos pelo aceite. Caso isso não ocorra, ele encerra a partida e registra em súmula.

Sair de campo e voltar? Nunca vi.

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– Jogador expulsa Árbitro! Na Turquia…

Hilário. Na partida entre Galatasaray 2×1 Trabzonspor, o gol decisivo surgiu de um pênalti duvidoso. O atacante do Galatasaray perde a bola em uma disputa com o zagueiro do Trabzonspor e cai.

Tranco legal ou empurrão?

O interessante é que o árbitro Deniz Bitnel marca a infração, e o camisa 39 Pedro Cavanda (que cometeu o suposto pênalti) vai reclamar e o empurra. Imediatamente o juizão mostra o Cartão Vermelho e na confusão perde o cartão errando o bolso que o guardava! Eis que o atleta do time prejudicado, Salih Dursun – camisa 24, não bobeia e pega o cartão, expulsando o árbitro (e com boa postura)!

Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=mCBd-P3LJX4

– SPFC 1×0 Rio Claro: E se a bola bater sem querer é falta?

Cuidado com o que você ouve sobre pênalti de mão na bola da nova regra. Isso não existe!

Digo isso pois na partida entre São Paulo x Rio Claro neste último domingo, a expressão inoportuna apareceu de forma perigosa na TV.

Explico: no primeiro tempo, uma bola foi chutada para o ataque do SPFC. Um jogador do Rio Claro a intercepta com o pé; por ter vindo rápida e com força, ela sobe e bate despretensiosamente em seu braço. Não foi mão intencional! Assim, não foi infração mas lance normal e “segue o jogo”!

Entretanto, ouvi o amigo ex-árbitro Paulo César de Oliveira (que respeito demais) comentando na Rede Globo que seria falta sim pois o braço aberto dá uma vantagem ao jogador. O narrador Cleber Machado ainda argumentou falando sobre a “dificuldade da nova regulamentação” mas de nada adiantou.

Ora, a Regra não mudou. O fator decisivo para se marcar uma mão na bola continua sendo a seguinte avaliação: o atleta teve intenção de tocar a bola com as mãos ou foi sem querer? A FIFA apenas orientou: tome cuidado com o jogador que fizer um movimento antinatural com os braços para ludibriar a arbitragem; ou seja, aquele que usar as mãos intencionalmente disfarçando que foi sem querer (como pular para disputar a bola com os braços esticados para cima, ter tempo para evitar o contato com o braço ou não, entre outras situações).

Dessa forma, uma bola veloz que desvia no pé de um jogador e bate em seu braço sem querer não pode ser considerada movimento antinatural tampouco intencional. Acertou o juizão em campo e errou o árbitro em seu comentário.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×2 São Caetano

Jogo muito corrido, disputado e faltoso. Foram 7 Amarelos e 2 Vermelhos, com 46 faltas. O 1o tempo foi mais fácil para a arbitragem, o 2o nem tanto.

Márcio Roberto Soares esteve seguro, concentrado, sem ser espalhafatoso. Soube ser discreto. Gostei do que vi, em especial a sua qualidade em aplicar muito bem a lei da vantagem por duas vezes, em ataque do São Caetano.

Os cartões foram todos muito bem aplicados, mas um ficou faltando, abaixo descrito. (vide ao final da postagem).

Três lances polêmicos:

1- Jader (PFC) avança na área, parte para o drible e Sandoval (SCE) tenta lhe roubar a bola. Houve um leve contato físico, sem desequilibrar o atleta que se jogou. O árbitro corretamente aplicou cartão amarelo.

2- Felipe Piovesan (PFC) chuta a bola para o gol e Bruno Recife (SCE) “defende a bola”, a espalmando. Pênalti bem marcado mas faltou o segundo cartão amarelo (que resultaria na expulsão do jogador).

3- No final da partida, no meio do bololô, sobra um braço do atleta do São Caetano na bola. Bateu involuntariamente ou foi movimento antinatural da mão na bola? Lance dificílimo!

O bandeira Claudenir Donizete, embora pareça estar acima do peso, é o “falso gordo”. De todas as vezes que o vi em Jayme Cintra (e foram algumas), sempre trabalhou muito bem! Ajudou o árbitro na marcação de faltas quando precisou e foi bem nos impedimentos.

Abaixo, nossos rascunhos dos cartões durante a partida:

23m – Jader X Sandoval – o atacante vai para o drible, o zagueiro disputa a bola e Jader força a queda. Não houve contato físico SUFICIENTE para a infração, o atleta abdicou da continuidade da jogada. Juizão marcou simulação corretamente e aplicou Cartão Amarelo.

35 minutos – Mamadeira está no contra ataque e é empurrado por Paulo Fernando. Cartão Amarelo bem aplicado.

44m – Brener dá um carrinho em Junior Alves e é advertido por cartão amarelo. Correto.

51m – Neto reclamou acintosamente de uma bola que não saiu na lateral, gesticulando e falando demais com o bandeira 2. Corretamente ele aplicou cartão Amarelo e marcou tiro livre indireto.

53m – Amarelo para Arthur do Paulista, por falta temerária na lateral.

58m – Amarelo para Bruno Recife por falta temerária no ataque do Paulista

70m – Neto, aquele mesmo do Cartão Amarelo por reclamação ao bandeira, matou o contra-ataque de Felipe Piovesan, quando partia sozinho em ataque. Recebeu vermelho.

75 m – Edinho chuta vantagem para Cleber. Não há vantagem, volta o lance e marcou a falta.

77 m -Bruno Recife cai após o chute de Piovesan e desvia a bola usando a mão intencionalmente. Foi pênalti. Faltou Vermelho pois Bruno tinha Amarelo.

78 m- Sandoval empurra o jogador do Paulista , discute com todo mundo, ameaça agredir e é contido pelos seus companheiros. Não teve jeito – vermelho.

85m – Edinho – Amarelo por reclamação.

91m – uma bola que bateu (ou foi rebatida pelo uso antinatural das mãos)? Realmente o lance é duvidoso.

Paulista 2×2 São Caetano (Parcial)

Público: 1020 pagantes

Renda Líquida R$ 6020,00+

Renda Bruta R$ 3766,75 –

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– São Paulo dos anos 90 e da atual década de 10!

Que coisa o Tricolor Paulista, não? Em crise política, esportiva e financeira.

POLITICAMENTE porque Leco, o atual presidente, parece estar sem rumo no clube. Amarrado a alianças, tentando reconduzir a algum caminho pós-Aidar e refém de parceiros como Torcida Organizada e outros desafetos que viraram afetos.

ESPORTIVAMENTE pois o time não se acerta, joga mal com Centurión, acrescentando a sonolência de Ganso e a falta de carisma (e de futebol) de Michel Bastos. Bauza já começa a ser cornetado, sendo que, na verdade, o time é fraco.

FINANCEIRAMENTE um desastre, pois estouram as notícias nos jornais de que o clube deve salários da carteira, direitos de imagem e até pagamento de prêmio pela classificação à Libertadores!

Lembro-me que em 1993, o Estadão trouxe uma matéria mostrando o Laboratório de adaptação de atletas à altitude, preparando o time para jogar na Bolívia (e ganhar seus jogos, como fez). Era exemplo de vanguarda, cientificismo no futebol e modelo de estruturação.

Acho que os torcedores do clube do Morumbi devem estar saudosos desses áureos tempos…

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Palmeiras x Santos

Jogo para gente grande! É assim que a FPF entende o clássico e escalou para arbitrá-lo o quarteto formado por Raphael Claus (um dos dois FIFA’s de SP), Emerson Augusto Carvalho (o bandeira da última Copa do Mundo) e Bruno Salgado Rizzo (que vem se destacando muito bem). O quarto árbitro será Luiz Vanderlei Martinuccio.

No 1o clássico do ano, entre Corinthians x São Paulo, a Comissão de Árbitros optou pelo FIFA Luiz Flávio de Oliveira. Isso indica que, no início da nova gestão da CEAF-SP, vale a prudência.

Claus é jovem e experiente, bom árbitro técnica e disciplinarmente. Não há preocupação (antes da partida iniciar) com a arbitragem.

Ficará a pergunta: nos próximos clássicos se dará oportunidade para árbitros mais jovens ou, devido ao trabalho ser iniciado quase em cima da hora, deixará para 2017 a fase de “testes de novos árbitros em clássicos”, já que o campeonato é curto?

Uma coisa é certa: Luiz Flávio foi poupado (acertadamente) para esse clássico por tudo o que ocorreu no 1o jogo da final da Copa do Brasil.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Paulista x São Caetano. O que esperar do juizão?

Para o confronto entre o Galo da Terra da Uva contra o Azulão do ABC, apitará Márcio Roberto Soares, que venceu o sorteio competindo com Douglas Marques da Flores, o árbitro que foi a “menina dos olhos” da Comissão de Árbitros antiga da FPF mas que não se firmou ainda como bom nome.

Márcio é ótimo juiz, apita bem concentrado, sabe fazer cara feia em campo para advertir jogador e é bom tecnicamente. Apita jogos considerados fáceis na A1 e de grau maior de dificuldade na A2 (é o seu 5o jogo em 6 rodadas desta divisão). Gostei da sua indicação.

Uma curiosidade: fui punido certa vez por Sérgio Correa da Silva, o cartola da CBF que hoje manda na arbitragem nacional, e escalado para um jogo Sub 15 entre Corinthians x Barcelona da Capela do Socorro no CT de Itaquera (onde hoje é a Arena). Placar: 11 x 0, com 5 gols de Lulinha, 5 gols de Dentinho e 1 de Boquita. Márcio estava começando a carreira e foi meu 4o árbitro, na única oportunidade em que trabalhamos juntos.

A punição? Se deveu a um jogo importante na A2 que reservo a não descrever o fato, mas que adianto: cumpri a Regra, fui elogiado, mas… ficará no reservado para alguns amigos.

Os bandeiras serão Claudenir Donizeti da Silva e Leandro Alves de Souza. O quarto-árbitro será Alysson Matias.

Desejo boa sorte à equipe de arbitragem e um grande jogo.

Acompanhe a transmissão de Paulista x São Caetano pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Sábado, às 19h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 18h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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