– A ruim mas necessária decisão de torcida única nos Estádios e o desconsolo de quem perdeu familiares.

Desde 2010, são 114 mortos por culpa de brigas entre torcedores (ou terroristas organizados) de futebol.

Um homem que tira a vida de outro por causa de JOGO DE BOLA é um grande imbecil, não?

Com tanta coisa mais importante na sociedade, brigar por futebol é coisa de trouxa. E aí atitudes radicais são obrigadas a serem tomadas, tais como a decisão de se fazer torcida única nos estádios a fim de diminuir a violência.

Particularmente, acho a medida ridícula, pois é assinar o atestado de que não somos um povo civilizado. Por outro lado, é o que se pode fazer a curto prazo, enquanto não se faz o ideal: PRENDER ESSES MARGINAIS!

O que consolará a família do inocente morto por uma bala perdida no último domingo, que nada a tinha ver com futebol, ao saber que seu ente querido foi assassinado por criminosos que “defendiam” as cores de Palmeiras e Corinthians (mas que poderiam ser de qualquer outro clube)?

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– O Pênalti de Argentina 2×0 Bolívia

Só agora tive tempo para escrever: e o pênalti mandrake marcado pelo árbitro venezuelano Jesús Valenzuela, a favor da Argentina contra a Bolívia?

Caramba… esse é suspeitíssimo. Que o juizão é fraco, sabemos. Mas tal erro leva a pensar tantas coisas…

Era para garantir o resultado?

Caso o Brasil precise de uma vitória na última rodada das Eliminatórias para a Copa de 2018, taí o árbitro ideal.

Veja o lance, em: https://www.youtube.com/watch?v=BgDh2iAbMQY

– Análise dos 2 lances polêmicos de Palmeiras 1×0 Corinthians

Uma bola é reboteada pela defesa do Palmeiras e Giovanni Augusto (COR) a domina dentro da área. Dois adversários tentam interceptá-lo e Thiago Martins (PAL) é mais rápido e tenta evitar a continuidade da jogada usando o corpo. Tranco legal (ombro-a-ombro) não foi, e sim uma disputa viril de bola. A questão é: faltosa ou não? Se sim, pênalti.

Se eu estivesse em campo apitando, não marcaria, pois teria entendido que o jogador tenta a bola e ao sentir a aproximação do adversário, força a queda com o contato físico da perna. Mas como tenho o recurso eletrônico e pude rever, teria percebido que seria errado deixar o jogo seguir. Thiago vai atrapalhado para a disputa, não quer bloquear Giovani mas o contato da sua perna à frente do peito é, de acordo com a regra, infração por imprudência. Como foi dentro da área: tiro penal. ACERTOU UM DIFÍCIL LANCE O ÁRBITRO.

Sobre o gol do Palmeiras: há o erro por centímetros do jogador palmeirense a frente do penúltimo defensor do Corinthians, portanto: impedimento. Esse é o chamado “lance ajustado”, que somente com recurso eletrônico pode ser bem observado. ERROU O BANDEIRA NO CHAMADO “ERRO ACEITÁVEL”.

Ficará a discussão: apesar do erro, o grandalhão Cássio falhou ao disputar a bola com o baixinho Dudu?

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– A queda do Paulista FC. E agora, José?

Faz pouco mais de meia hora que o futebol jundiaiense está novamente enlutado. Afinal, o Paulista Futebol Clube caiu para a 3a divisão do campeonato estadual.

No calor do fato, apontar culpados é algo difícil.

Pensemos: não foi no empate sem gols contra o Santo André na derradeira rodada (se tivesse vencido, ficaria na A2), que o time caiu. Afinal, tivemos outras 18 oportunidades de vitória ao longo do torneio.

Foi rebaixado por culpa do condicionamento físico a desejar no começo da A2? Não serve de desculpa, já que todos os clubes jogaram por 2 meses e meio todos os finais-de-semana e todos os meio-de-semana (que calendário estúpido…).

A culpa é da falta de dinheiro, certo? Nem sempre. Competência financeira não é necessariamente competência administrativa.

Então o elenco era ruim? Não! No papel, era composto por bons atletas.

Já sei: a diretoria é a responsável! Ora, é sabido de lambanças e esforços dos cartolas. Alguns abdicaram do clube, outros faziam o que podiam. Nas condições precárias de quem quase nem entraria para a disputa, fez-se o que era possível.

Não culpemos alguém ou alguns especificamente neste momento de dor, pois seria injusto. Há uma série de fatores que se deve colocar como preponderantes para o triste desfecho.

A questão é: E AGORA?

O Paulista voltou para onde estava há mais de 20 anos, quando o Farah reorganizou o Paulistão: para a A3. Desse passeio em divisões maiores ficaram o Vice-Campeonato Paulista de 2004 e a Copa do Brasil de 2005. E, claro, a paixão da torcida e o sonho que voltasse a ser a 5a força estadual (como quase foi em alguns momentos).

Que nenhuma decisão sobre o futuro seja tomada impulsivamente, com os nervos à flor da pele. Que o Galo, enlutado na A2, renasça na A3.

Como?

Sem essa do dito batido: “como uma fênix”, mas sim com gestão profissional, apoio da comunidade jundiaiense e captação de recursos. Ou seja: algo que o Novo Paulista tentou e não conseguiu, assemelhando-se ao Velho Paulista.

Muita calma nessa hora, pois, apesar de tudo, “Tu és, Paulista, de Jundiaí”.

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– Champions League e as Quartas de Final

Emocionante os próximos confrontos da Liga dos Campeões da Europa. E quem passará para as semi-finais?

Barcelona x Atlético de Madrid – apesar da raça dos madrilenhos, o Barça é favorito graças ao trio MSN.

Bayern x Benfica – os encarnados portugueses estão jogando muita bola! Mas os alemães treinados por Guardiola passam de fase.

PSG x Manchester City – Neste ano, os franceses estão jogando com técnica e com o coração. Não creio que o Manchester City seja páreo.

Wolfsburg x Real Madrid – Coluna 2: Real ganha na Alemanha e na Espanha.

Para mim, os 4 melhores times do mundo estarão na entusiasmante disputa das semi-finais: Barcelona, Bayern, PSG e Real Madrid.

E para você?

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– A MENTIRA da Conmebol! Cuidados com os árbitros e seu chefe!

Estou decepcionado. Há 2 meses, o novo presidente da Conmebol, Alejandro Dominguez, anunciou que o brasileiro Wilson Luís Seneme, ex-árbitro internacional, seria o novo chefe dos juízes da entidade, tendo em vista as denúncias e gravações sobre o paraguaio Carlos Alarcón, o antigo comandante da Comissão de Árbitros que manipulou resultados (entre eles, o recente Corinthians x Boca Juniors apitado por Carlos Amarilla). Vide em: http://wp.me/p55Mu0-LQ .

Após 15 dias, soubemos que Alarcón continuava na entidade. Não foi despedido e mandava informalmente. Seneme estaria sendo uma Rainha da Inglaterra? O anúncio de sua posse não teve validade? Leia em: http://wp.me/p55Mu0-Ob .

Mais grave do que isso, é o Curso de Capacitação de Árbitros realizado pela FIFA que ocorre nesta semana na Colômbia. Lá, Carlos Alarcón é, de fato, o presidente da Comissão de Árbitros da Conmebol (Veja sobre o evento: http://dimayor.com.co/capacitacion-para-el-arbitraje-del-fpc/).

Seneme não assumiu oficialmente (embora tenha sido anunciado). Alarcón, que há décadas “não larga o osso”, continua forte. Disso tiramos a seguinte dúvida:

Alejandro Dominguez voltou atrás na sua decisão e desprestigiou Seneme (veja como o Brasil está fraco politicamente na Conmebol), ou,

Alarcón sabe tanta coisa que é melhor mantê-lo no cargo do que correr o risco de que ele delate os podres da entidade?

Eu estou preocupado. Carlos Alarcón é comprovadamente um picareta na Conmebol. Pior: está no comando da arbitragem sul-americana em plena fase decisiva da Libertadores! Se Amarilla, a mando dele, fez o que fez com o Corinthians em pleno Pacaembú…

Deixe seu comentário.

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– Palmeiras 3×0 Rio Claro e a desnecessária polêmica com o Jornalista Tiago Maranhão

Já faz algum tempo que está proibido comunicação externa (seja por via eletrônica ou não) entre comissões técnicas e gente de fora. Na prática, o histórico do que PODE e NÃO PODE está aqui, neste post muito importante e didático, curiosamente redigido sobre os “bilhetinhos de Osório”, em: http://wp.me/p55Mu0-rL .

Omar Feitosa, do Palmeiras, foi flagrado pelo árbitro Marcelo Aparecido Riberio de Souza se comunicando com um aparelho celular. Portanto, conforme a orientação, isso é proibido e ele foi expulso. O problema é que algumas pessoas dizem que a informação veio do jornalista Tiago Maranhão do Sportv, que minutos antes havia observado a irregularidade e falado durante a transmissão.

Duas considerações:

1- Tiago fez seu papel profissional de jornalista ao informar o telespectador. Não há o que se discutir.

2- Se supostamente ele informou ao árbitro ou ao 4o árbitro (isso não foi provado), isso é Erro de Direito e a partida pode ser anulada, já que o árbitro recebeu a informação externa para uma decisão.

Até agora, as acusações não tem provas. Particularmente, eu penso que o árbitro foi avisado pelo 4o árbitro (embora, na súmula, ele não especificou que foi informado por alguém).

Insisto na leitura desta postagem a seguir, sobre a evolução das proibições, link em: http://wp.me/p55Mu0-rL .

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– Qatar Foundation e Paulista FC: a boa notícia para Jundiaí!

Quando se crê que não dá mais, é aí que surge uma luz! Essa é a história do Paulista de Jundiaí. Salvo pelos japoneses da Magnata no final dos anos 80; arrendado pela Lousano nos anos 90; turbinado pelo dinheiro da Parmalat nos anos 2000; capitalizado (e depois descapitalizado) pelo Banco Factor recentemente, e agora… a bomba!

A FUNDAÇÃO QATAR é uma instituição com fins filantrópicos. Participa de ações humanitárias mundo afora e patrocina o Barcelona-ESP. Entretanto, como qualquer outra empresa comercial ou ONG daquela região do globo, a “Qatar Foundation” é pertencente ao emir catariano Hamad bin Khalifa Al Thani, o bilionário que levou a Copa do Mundo de 2022 e que construirá em Doha 8 estádios para o Mundial (que serão somados aos 4 já existentes).

Lembremo-nos: o príncipe proprietário do Paris Saint German, Nasser bin Thani, é seu primo-irmão e apaixonado por esportes em geral. Ambos primos de Nasser Al-Attiyad, o dono do Al Sadd (clube por onde passou Nenê, ex-Paulista e atualmente no Vasco da Gama) e já classificado para o Mundial de Clubes da FIFA 2016.

A idéia não é a de “comprar o time para lavagem de dinheiro”, como magnatas e mafiosos tem feito na Inglaterra (vide Roman Abramovich no Chelsea), mas sim de tornar o clube de futebol uma vitrine social na América do Sul e divulgar suas ações humanitárias. Para a felicidade do torcedor jundiaiense, os árabes chegarão com uma boa receita e muitas idéias para o Galo da Terra da Uva.

Tal iniciativa surgiu após a licitação para a privatização do Aeroporto de Jundiaí, concebida pelo Governo do Estado e que contou com a diretoria da Quatar Airways, outra companhia pertencente da endinheirada família. Com a aproximação de interesses, surgiu a ideia de trazer tal benefício à cidade, já que o Emir adquiriu uma suntuosa propriedade à beira da Serra do Japi, na região da Malota.

Importante: os investimentos independem das Eleições Municipais, o que é uma tranquilidade de que a polarização de pessoas envolvidas na Esquerda ou Direita da cidade não interferirá na decisão do Emir bin Khalifa.

O que já está certo e será divulgado nas próximas horas (E AQUI COMEÇAM AS GRANDES NOTÍCIAS) é:

– injeção de recursos financeiros para as categorias de base e reativação do futebol feminino;

– construção do tão sonhado CT, na região do bairro do Caxambú;

– pagamento de dívidas trabalhistas e busca das certidões negativas de débitos (a Qatar Foundation não se associa com devedores);

– contratação de atletas dos clubes da elite brasileira para 2017 e inserção do clube na série D do Brasileirão;

reformatação da comissão técnica, incluindo psicólogo e instrutor de arbitragem (aqui, uma novidade pessoal a ser discutida em outra postagem: a “escola de regras para atletas”);

– criação do “Departamento Analítico de Futebol”, com a chegada de Vagner Mancini (Mancini esteve no Oriente Médio como técnico pós-conquista da Copa do Brasil e deixou boa impressão aos investidores);

reforma do Estádio Jayme Cintra com a transformação em Arena Multiuso, prevista para 2018, ao custo de R$ 250 mi, com construção de espaços para diversos eventos + 18 salas para atividades de educação, destinadas à população carente.

E aí, o que achou?

Sensacional. Seria maravilhoso se tal manchete não fosse uma inocente trollagem de Primeiro de Abril…

Mas e se fosse verdade?

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Santo André x Paulista

Não gostei do sorteio de árbitros da FPF que definiu a arbitragem para o jogo tão importante entre Ramalhão x Galo. Em outros jogos da A2, árbitros de melhor condição técnica irão trabalhar. E para o Estádio Bruno José Daniel, Salim Fende Chavez, o chileno com nome de turco que não deu um pênalti claríssimo em Eric Mamadeira no último minuto de jogo na partida entre Paulista x Mirassol.

Relembre a péssima arbitragem desse jogo e saiba mais em: http://wp.me/p55Mu0-Px

Mauro André de Freitas e Rafael Tadeu de Souza serão os bandeiras. Samuel de Lima será o 4o árbitro.

Tomara que o juizão não comprometa!

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– Corinthians 2×1 Ponte Preta e a Sina do Prejuízo aos Pequenos

Não assisti a partida por estar trabalhando nos comentários de Paulista 5×0 Independente pela Rádio Difusora. Mas pelos melhores momentos, fiquei decepcionado com a arbitragem de Alessandro Darcie na vitória do Timão sobre a Macaca.

Bola que bate na mão não é pênalti; e mesmo com a orientação de avaliar o movimento antinatural do braço na bola (que por inúmeras oportunidades já explicamos – não mudou a Regra, não existe mão na bola por imprudência e a INTENÇÃO continua sendo o principal fator), não foi nada e o tiro penal a favor do Corinthians (e poderia ser qualquer outro grande), equivocadamente assinalado.

Em lance similar, a favor da Ponte Preta (e poderia ser a qualquer outro pequeno), não foi (acertadamente) marcado.

A sina é: há alguns árbitros que sentem a pressão e na hora da dúvida a camisa pesa. Não há como explicar a falta de critério em lances idênticos, lamentavelmente. Mesmo assim, Darcie estará escalado para o importante jogo entre São Caetano x Taubaté na A2 no próximo domingo.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 5 X 0 Independente. Um Galo caiu, outro Galo vai ficando…

Ah… se o Paulista de Jundiaí pudesse pegar alguns dos gols da noite dessa 4a feira e repartí-los nas partidas que faltaram… A situação seria mais tranquila, não?

Nesta rodada em que o Galo de Jundiaí ganhou fôlego e moral para permanecer na A2 (e rebaixou o Galo de Limeira para a A3), uma arbitragem que ficou a desejar.

Apesar do placar elástico, o jogo não foi tão tranquilo para se apitar como um todo. Com um início muito rápido e pegado (sem ser faltoso), a disputa entre os atletas não estava na mesma velocidade que o árbitro Demétrius Pinto Candançan. Houve uma dificuldade muito grande nos tiros curtos, sendo que estava apitando de longe. E se o novo uniforme da arbitragem cria uma certa “barriga” aos juízes os engordando, para quem já está um pouco acima do peso…

Henrique Pangella e André Pastor (IND) bateram pra valer! E reclamavam de tudo, sem serem advertidos. Em determinado momento do jogo, Pastor ficou à beira do gramado num verdadeiro discurso com o bandeira Vicente Romano Neto. Faltou pulso ao árbitro e ao bandeira para que não se tivesse a sensação de que os dois atletas “apitavam” o jogo.

Foram 14 faltas do Paulista e 18 do Independente, sendo 2 cartões amarelos para cada equipe (em especial, um muito bem aplicado a Felipe Santos/ PFC por simulação). A maioria das infrações no 2o tempo, quando o jogo se tornou mais nervoso e os erros de não marcação de faltas leves e/ou marcação de faltas não existentes aconteceram (a maioria pela distância do árbitro do lance ocorrido). Em destaque, um pontapé de Jordy Guerreiro (IND) em Ramalho (PFC) não observado e que seria passível de Cartão Amarelo.

Existiram 3 lances de bola ao chão, todos de faltas não marcadas e motivadas pelos atletas permaneceram lesionados necessitando paralisar as jogadas. No último, a equipe do Independente não praticou o famoso Fair Play na devolução de posse de bola e o clima esquentou.

Não existiram lances polêmicos, felizmente. O bandeira 2 e o quarto árbitro foram discretos e não pareceram na partida.

A questão fica: para a “decisão” em Santo André no próximo domingo (Santo André x Paulista, de grande rivalidade e de ambições de classificação/ fuga do rebaixamento), se faz necessário que a FPF escale o que tiver de melhor, pois os jogos derradeiros da A2 serão empolgantes, tanto para o acesso da A1 quanto para a fuga da A3.

Uma observação: Mamadeira, ao Marcelo Tadeu na Rádio Difusora, disse que os jogadores do Galo fizeram um pacto e se mantiveram em concentração desde a 2a feira. Que para o último jogo ela comece já!

– Afinal, a culpa da atual fase da Seleção Brasileira é de quem?

Que Dunga nem de longe é páreo para treinadores estudiosos, como Guardiola, Bielsa, Sampaoli, Klopp ou Mourinho, isso é sabido. Nem para Tite, se compararmos com gente do futebol nacional. Na “nova era Dunga”, o Escrete Canarinho só conseguiu vencer o Peru e a Venezuela, e estamos após 6 jogos disputados, fora da Zona de Classificação da Copa do Mundo (em 6o lugar, com 10 participantes). Parreira e Felipão, quando voltaram à Seleção após suas conquistas mundiais, foram mal. Dunga, que não ganhou como treinador, repete o mesmo filme.

Mas ele é o único culpado?

Claro que não. Vide:

Minha geração “nasceu para o futebol” no começo dos anos 80. Tínhamos Telê Santana dirigindo Zico, Sócrates, Falcão… Mais adiante, Romário, Muller, Bebeto. Ou Ronaldo, Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho. Na Copa de 98, tínhamos os artilheiros das principais ligas mundo afora: Ronaldo Fenômeno, Amoroso, Elber, Jardel, Bebeto, Evair e até o desconhecido Sony Anderson! Hoje, temos Neymar e… e só? Luís Gustavo, Felipe Luís, David Luís… aí não dá.

Mas cá entre nós: a safra é fraca e é o que temos.

E onde estão os nossos cartolas?

Um dia tivemos Paulo Machado de Carvalho, o Marechal da Vitória. Hoje temos o ilustre desconhecido Coronel Nunes… é ele quem define o futuro da CBF e sua Seleção, ou é Marco Polo que manda por trás dele?

Estamos desprestigiados. Vide que o novo presidente da FIFA, Infantino, está fazendo um tour pela América do Sul e passou por diversos países, exceto o Brasil. Por que será?

Vale a reflexão: se com o #GER7x1BRA não aprendemos a lição e não mudamos nada, não será com a ausência da Copa do Mundo 2018 na Rússia que aprenderemos.

Que saudade das verdadeiras Seleções que representavam o Brasil. Hoje, representam os interesses comerciais alheios.

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– Portuguesa 0x2 Rio Branco e o mico de 2016

Há coisas que realmente só acontecem com a Portuguesa. Não é que na luta pelo acesso para a A1, a Lusa conseguiu tropeçar em casa contra o lanterninha do torneio, o Rio Branco, na antepenúltima rodada?

Seria apenas mais um dos percalços do futebol, mas veja: na rodada anterior, o Rio Branco foi a Jundiaí enfrentar o Paulista desfalcado de um atleta que deu um soco no presidente do time por falta de comida na concentração; durante o jogo, visivelmente alguns atletas cavaram cartões para não jogarem no Canindé no Domingo de Páscoa, 16h: foram 8 amarelos e 2 vermelhos com apenas 30 minutos de jogo.

O que seria uma provável vitória da Portuguesa, tornou-se um grande vexame. A diretoria de futebol entregou os cargos de todos os seus membros. Mas adiantará algo?

Em uma rodada decisiva, perder pontos como ela perdeu é algo inacreditável. Pior: de quase classificada lutará contra o rebaixamento da A3 nas últimas partidas.

Pobre Lusa…

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Paulista X Independente 

Demétrius Pinto Candançan, 43 anos, professor de Educação Física, 15 anos de arbitragem, apitará o confronto entre o Galo da Terra da Uva x Galo de Limeira.

Natural de Osasco, Demétrius é árbitro frequente nas escalas da série A2 e A3. Já esteve na A1, mas uma séria contusão o atrapalhou nesse período. Quando voltou, se firmou na divisão de acesso. O árbitro tem bastante experiência, não solta o jogo demasiadamente (apita muitas faltas), mas não aplica muitos cartões em condições normais. Uma curiosidade: Demétrius é bom jogador de futebol e seu irmão, André Pinto, foi centroavante na Portuguesa e em diversas equipes brasileiras e no exterior.
Outra curiosidade: será seu 8o jogo na A2-2016, sendo 1 empate e 7 vitórias para o mandante (ele apitou União Barbarense 2×0 Paulista na Rodada 08).

Enfim: bom árbitro e boa pessoa.

Os bandeiras serão Vicente Romano Neto (ex-aspirante à FIFA, que depois daquele fatídico erro num Corinthians x Ponte Preta numa eliminatória do Paulistão viveu um inferno na carreira) e Leandro Alves de Souza. O quarto árbitro será Lucas Martins Mola e Dias.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e um grande jogo aos atletas.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Independente pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quarta-feira, às 20h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 18h00 dentro do Show de Bola, para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– O Malandro e Maluco Goleiro

Maritzburg United x Arrows jogaram na África do Sul. Mais uma peleja de futebol que passaria despercebida se não fosse um “xarope”: o goleiro belga Glenn Verbauwhede, que provocou adversário, simulou ser agredido e teve a cara de pau de mergulhar em várias bolas que estavam à sua mão.

Engraçado, assista em: https://youtu.be/MtzS0MagrFM .

E se você fosse o juizão?

– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Barretos X Paulista

Para o importante confronto entre Touro x Galo pela 17a Rodada da Série A2, um árbitro em ascensão estará atuando: Rodrigo Gomes Paes Domingues (que trabalhou sem maiores problemas em União Barbarense x Paulista no ano passado).

Da safra de árbitros que está apitando jogos relevantes na A2 e que aos poucos estão tendo oportunidades na A1, Rodrigo é o que está melhor vingando. Firme nas marcações, tem um estilo rigoroso. Bom para tal jogo.

Wellington Bragantim Caetano, que está fazendo um bom trabalho em 2016, será o bandeira 1. Leandra Cossette, apenas de atuações regulares, será a bandeira 2. Luciano Alves de Lima será o quarto-árbitro.

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e um grande jogo às equipes.

– E Cruyff nos deixou… o cigarro o levou!

O incrível jogador holandês Johan Cruyff faleceu. Vítima do câncer de pulmão, era tabagista compulsivo. Após largar o vício  (20 anos depois), descobriu que estava enfermo.

“Cróife” era um gênio com as bolas no pé. São dele algumas das 25 frases magistrais do futebol (extraídas de futebol.com), como:

  1. Técnica não é poder fazer 100 embaixadas. Qualquer um pode fazer isso se praticar. Da até para trabalhar no circo. Técnica é passar a bola com um toque, na velocidade correta, no pé certo do seu companheiro.
  2. Alguém que faz graça com a bola no ar durante um jogo, dando tempo para os quatro defensores adversários voltarem, é o jogador que as pessoas pensam ser ótimo. Eu digo que ele deve ir para o circo.
  3. Escolha o melhor jogador para cada posição e você não terá a melhor equipe, apenas 11 bons de cada uma.
  4. No meu time, o goleiro é o primeiro atacante e o atacante, o primeiro defensor.
  5. Por que não se pode vencer um clube rico? Nunca vi um saco de dinheiro marcar gol.
  6. Eu sempre jogava a bola para frente porque se eu a recebesse de volta, era o único jogador desmarcado.
  7. Sou um ex-jogador, ex-dirigente, ex-treinador, ex-presidente honorário. Uma lista bacana que, mais uma vez, mostra que tudo chega a um fim.
  8. Jogadores que não são verdadeiros líderes mas tentam ser, sempre brigam com os outros depois de um erro. Líderes de verdade dentro de campo já sabem que os outros vão errar.
  9. O que é velocidade? A mídia esportiva sempre confunde velocidade com visão. Veja, se eu começar a correr antes que os outros vou sempre parecer mais rápido.
  10. Tem apenas um momento em que você pode chegar na hora. Se você não estiver lá. Você estará sempre adiantado ou atrasado.
  11. Antes de cometer um erro, eu não cometo esse erro.
  12. Em uma partida de futebol, é estatisticamente provado que os jogadores tem a posse de bola por 3 minutos, em média. Então, o mais importante é: o que fazer nos 87 minutos em que você não tem a bola. Isso é o que determina se você é um bom jogador ou não.
  13. Depois de ganhar alguma coisa, você não estará mais 100%, mas 90%. É como uma garrafa de água com gás quando fica sem tampa. Pouco tempo depois fica com menos gás dentro.
  14. Tem apenas uma bola, então você precisa tê-la.
  15. Não sou religioso. Na Espanha todos os 22 jogadores faziam o sinal da cruz antes de entrar em campo. Se isso funcionasse, todas as partidas terminariam empatadas.
  16. Precisamos fazer com que o pior jogador deles tenha a posse da bola. Teremos ela de volta em pouco tempo.
  17. Se você tem a posse da bola, precisa fazer com que o campo seja o maior possível, mas se você não tem, precisa fazer com que fiquei o menor possível.
  18. Todo jogador profissional de golfe tem um treinador para suas tacadas, outro para suas colocadas, para seus tiros. No futebol temos um treinador para 15 jogadores. Isso é absurdo.
  19. Sobreviver à primeira fase nunca é o meu objetivo. O ideal seria estar com Brasil, Argentina e Alemanha no mesmo grupo. Assim eu teria eliminado dois rivais na primeira fase. É como eu penso. Idealista.
  20. Os jogadores hoje só sabem chutar com o peito do pé. Eu podia chutar com o peito, de chapa e a parte de fora de ambos os pés. Em outras palavras, eu era seis vezes melhor que os jogadores de hoje.
  21. Qualidade sem resultado é inútil. Resultado sem qualidade é entediante.
  22. Existem poucos jogadores que sabem o que fazer quando não estão marcados. Então as vezes você fala para o seu jogador: aquele atacante é muito bom, mas não marque ele.
  23. Acho ridículo quando um talento é rejeitando baseado em estatísticas de computador. Baseado nos critérios do Ajax de hoje eu teria sido rejeitado. Quando tinha 15 anos não conseguia chutar uma bola mais de 15 metros com minha perna esquerda e talvez 20 com a direita. Minhas qualidades, técnicas e visões não podem ser detectadas por um computador.
  24. Jogar futebol é muito simples, mas jogar um futebol simples é a parte mais difícil do jogo.
  25. Se eu quisesse que você entendesse isso, eu teria explicado melhor.

Que descanse em paz!

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– Análise da Arbitragem de Paulista 3 X 0 Rio Branco. Como foi o juizão?

Se um time já está praticamente rebaixado às vésperas do fim do torneio…

Se os salários estão atrasados…

Se um atleta tenta agredir seu presidente por falta de comida na concentração…

Se o ônibus da delegação quebra na Anhanguera…

Se não está em campo na hora do Hino Nacional…

Se o próximo jogo é fora de casa, no Domingo de Páscoa à tarde…

… haveria comprometimento dos jogadores na partida antecedente?

Foi o que aconteceu na noite desta quarta-feira no Estádio Jayme Cintra. Visivelmente alguns atletas do Rio Branco de Americana “pediram cartões”, forçaram situações e tornaram a partida, em um determinado momento, um espetáculo varzeano.

O Paulista de Jundiaí, mandante e adversário, que não tem nada a ver com isso, fez sua parte e ganhou fôlego para a permanência da A2, vencendo por 3×0.

Já o árbitro Marcelo Pietro Alfieri teve muito trabalho inicialmente, mas depois poderia apitar a partida na arquibancada. E explico as razões:

O time do Rio Branco chegou aos poucos no estádio, de carona, devido a quebra do ônibus. Deu WO no cerimonial de abertura e subiu depois das 20h para um breve aquecimento. E assim que começou a partida, reclamações infundadas de motivos diversos de vários jogadores. Vide o 1o gol do Paulista, quando havia 11×11: jogada limpa, sem dividida, nenhuma polêmica e com nada a reclamar. Sabe-se-lá Deus o porquê e as reclamações contra o árbitro eram insustentáveis, saindo os primeiros cartões amarelos e consequentemente o Vermelho por aplauso irônico de um jogador do Tigre.

Veja que curioso: aos 35 minutos do 1o tempo, tínhamos somente 3 faltas do Paulista e 12 do Rio Branco, só que nenhum cartão ao Galo e 6 Amarelos + 2 Vermelhos ao Tigre. E dos 8 cartões, apenas 1 por jogada temerária (os outros por indisciplina).

Para quem conhece do riscado, percebeu: após “todos os que desejavam receber cartões e/ou ficarem suspensos do próximo jogo”, o nervosismo, como um passe de mágica… passou!

Faltou aquela pergunta brincalhona: “tá calminho agora?”.

Me impressionou demais a tranquilidade e a passividade do Rio Branco após as punições. Era outro time! E escrevo isso tristemente, pois sou um amante do futebol do interior e o Tigre de Americana é uma equipe tradicional e simpática.

Marcelo Pietro Alfieri deu todos os cartões que precisava dar – e se fosse mais rigoroso (não que necessitasse), outros poderiam sair! Disciplinarmente, fez o que manda a Regra, faltando apenas um cartão amarelo no final do segundo tempo para Jonathan Brito (PAU) após dividir uma bola com o goleiro Neto (RBR), entendendo que foi jogo perigoso (pé alto), mas existindo de fato o toque no peito do arqueiro. Tecnicamente não foi exigido, aplicou bem a lei da vantagem por duas oportunidades e fisicamente esteve bem em campo. Um destaque positivo a Alfieri é que se posicionou espetacularmente correto em campo, seu ótimo senso de colocação no gramado merece a menção. Uma grata surpresa, muito melhor do que em outra feita que aqui esteve, contra o Bragantino no início do campeonato.

Rafael César Fernandes, bandeira 1, foi bastante participativo e ajudou o árbitro em marcações de falta. Luiz Paulo Fonte Domenich, bandeira 2, teve bastante trabalho com a linha de impedimento no começo do jogo, devido a inúmeras jogadas e à linha burra que não funcionava do Rio Branco, acertando tudo. Rosinel Campos, o quarto-árbitro, teve tranquilidade na partida, exceto quando o treinador Bordon ironizou a arbitragem mas soube ter calma suficiente na advertência verbal.

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– Bandeirinha Jundiaiense Lava-Jato, Arena Lava-Jato, Futebol Lava-Jato…

A Polícia Federal agiu no meio do futebol, onde a política resolveu se meter e corromper os negócios do esporte, esquentando dinheiro de corrupção do Governo com as Construtoras.

Logo cedo, pela segunda vez, a PF esteve em Jundiaí levando para depoimento coercitivo Flávio Lúcio Magalhães, importante bandeira do quadro da CBF e que hoje está aposentado (a primeira vez, quando foi preso, está em: http://wp.me/p4RTuC-cBL). Flávio é executivo da Andrade e Gutierrez, mas não o demonizem mais do que se deve: ele é apenas testemunha de fatos, não é um agente ativo, e passou a colaborar com seus depoimentos.

Já em Itaquera…

Era bola cantada! O esquema tão demagogo de construção do Estádio do Corinthians, cantado a verso e prosa pelos ex-presidentes brasileiro e corintiano, Lula e Andrés Sanches, sempre cheirou mal.

Quando foi dito que a Arena Corinthians seria paga apenas com a venda dos direitos do nome, há quem acreditasse. Publicamos os valores dos “naming rights” mundo afora e percebemos que, caso fosse verdade, a praça esportiva seria a mais valorizada do mundo! Vide essa matéria de Agosto de 2010, que é bem esclarecedora: http://wp.me/p4RTuC-7fg.

Ledo engano… a custo bilionário, impossível crer que tudo caminhava tranquila e honestamente. Parecia que, quanto mais caro, melhor!

Ontem, a Polícia Federal confirmou que André Oliveira, o vice-presidente do Corinthians e assessor do Deputado Andrés Sanches (ex-bicheiro, segundo muitos), foi denunciado por ter recebido R$ 500.000,00 de propina da Odebrecht.

Enfim: o que se esperava aconteceu (lavaram dinheiro de corrupção através do estádio) e os naming rights continuam a venda.

Será que alguma estatal (Petrobrás, Caixa Econômica Federal) teria coragem em investir milhões depois desse escândalo? Claro que não.

Será que algum patrocinador estrangeiro terá receio em associar o seu nome com um imóvel provido de um imbróglio que é o maior caso de corrupção da história, de acordo com a Operação Lava Jato? Claro que vai.

Para os torcedores do Timão (que nada têm a ver com isso), para o treinador Tite e os jogadores da equipe (que são meros funcionários profissionais) e para os associados do Sport Clube Corinthians Paulista, a vergonha causada pelos cartolas que se dizem “apaixonados e abnegados dirigentes” será não só grande, mas de constrangimento ímpar. Vide a gozação nas ruas, inevitável, além do mal maior: o roubo dos cofres públicos e símbolo de picaretagem que ficará associada por algum tempo no clube do Parque São Jorge.

Em tempo: O Maracanã também foi construído e administrado pela Odebrecht… e as outras Arenas? E o bilionário Mané Garrincha, em Brasília?

O #7×1 continua…

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– Ao Árbitro Thiago, meus sentimentos!

Com pesar, soube por amigos somente nesta terça-feira que a esposa do árbitro Thiago Duarte Peixoto, grávida de 7 meses, faleceu vítima de gripe suína (Vírus) Influenza tipo A.

Thiago já houvera sofrido com o falecimento da mãe, vítima de câncer (e infelizmente, trolls na Internet exploraram covardemente uma foto desse episódio às vésperas de um Corinthians x Palmeiras, vide em: http://wp.me/p55Mu0-pl ).

A vida nos prega peças. Indicado para o quadro de Aspirantes da FIFA e apitando bons jogos no Paulistão 2016, o que parecia um ano promissor, torna-se triste por tal dissabor.

Que Deus console e sustente o amigo e seus familiares neste triste momento.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista X Rio Branco

Marcelo Prieto Alfieri apitará novamente em Jundiaí, pela Rodada 16 da A2, na partida entre Paulista x Rio Branco.

Ele já atuou aqui, no jogo contra o Bragantino. Logo que foi escalado, falamos sobre suas características aqui: http://wp.me/p55Mu0-KZ .

Sobre a sua atuação naquela partida, convido aos amigos internautas a visitarem a análise da arbitragem daquele jogo, citada em: http://wp.me/p55Mu0-L3. Nela, há o destaque da “pipocada” da não expulsão do goleiro Felipe ao derrubar Erik Mamadeira em situação clara e manifesta de gol, logo aos 9 minutos de jogo.

Espero que neste decisivo jogo da luta contra o rebaixamento, o árbitro esteja mais ligado!

Rafael César Fernandes e Luiz Paulo Fonte Domenich serão os bandeiras.  Rosinel Alexandre Campos será o Quarto Árbitro.

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo das equipes!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Rio Branco pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quarta-feira, às 20h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 18h00 dentro do Show de Bola, para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– O Galo escapará da degola para a A3 ou não?

Para o mais otimista, com o atual elenco, o Paulista brigaria pelo acesso. Para o mais pessimista, em Janeiro, era certo o rebaixamento. Já o realista, cravava: vai fugir do Z6.

O certo é que o Paulista de Jundiaí está do mesmo jeito que começou o certame: sem dinheiro, com elenco duvidoso, na fé da torcida e com poucos dirigentes agindo.

Particularmente, creio que “na bacia das almas” o Galo não cairá para a A3. Por dois motivos: tem muito time ruim na A2 e a tabela favorecerá o Galo pelas suas peculiaridades.

Torço para a permanência, mas entre crer que não cairá (como já disse que creio) e AFIRMAR que não vai cair, é outra história…

Aguardemos!

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– Ituano 1×1 São Paulo e o ótimo trabalho de equipe da Arbitragem que evitou um Erro de Direito!

Na partida deste domingo no Estádio Novelli Júnior, uma bobeada corrigida a tempo e que evitou complicações maiores.

Aos 84 minutos, o árbitro Flávio Rodrigues de Souza (que tenho escrito aqui há algum tempo: tem sido o destaque positivo da arbitragem nesse Paulistão 2016), aplicou o cartão amarelo a Thiago Mendes. Entretanto, ele não percebeu que era a segunda advertência ao jogador, que deveria ser expulso.

Na sequência, Lucas Fernandes iria substituir PH Ganso. O meia são-paulino usou de malandragem e ao perceber que o árbitro não tinha mostrado o cartão vermelho a Thiago Mendes, disse ao 4o árbitro que ele, Thiago, é quem iria sair. Lucas entrou em campo e Thiago ficou no banco.

Foi aí que alguém avisou o árbitro que Thiago já tinha recebido cartão amarelo anteriormente e deveria receber o Vermelho. Eis que corretamente o árbitro vai à beira do gramado e o expulsa. E como não foi dado o reinício de jogo (que era em uma cobrança de falta à equipe do Ituano), todo procedimento foi correto. Só que se esqueceu que Lucas Fernandes havia entrado na partida! Dessa forma, o jogador deveria sair do campo de jogo pois a substituição não foi confirmada, já que Thiago foi expulso (reitero: isso é válido porque não houve reinício de jogo).

Flávio Rodrigues de Souza manda que a falta seja cobrada, apita o reinício e, preste da bola entrar em jogo (e é nesse momento que se efetiva o reinício da partida), ele paralisa tudo e percebe que o São Paulo continua com 11 atletas ao invés de 10. Ato contínuo, Ganso sai de campo e o jogo é reiniciado.

Nenhum erro em procedimentos legais da partida. O trabalho em equipe da arbitragem funcionou. Mas e se… (IMPORTANTE, VEJA ESSAS 5 SITUAÇÕES ABAIXO):

1) – O árbitro autoriza a cobrança de falta com Lucas Fernandes em campo sem ter expulsado Thiago Mendes?

R: É erro de direito, e o Ituano poderia pedir a anulação da partida.

2) O árbitro expulsa Thiago Mendes e reinicia o jogo com Lucas Fernandes em campo?

R: Como Lucas não substituiu efetivamente ninguém (já que Thiago recebeu o Vermelho), ele é um atleta que está ilegalmente em campo. Deve receber cartão amarelo por estar jogando sem autorização (como se fosse um invasor) e sair do gramado.

3) – E se Lucas Fernandes dá um pontapé no adversário dentro da área, e nesse momento o árbitro percebe que ele está a mais em campo, após ter expulso Thiago Mendes?

R: Você marca tiro livre indireto ao Ituano e aplica o cartão amarelo a Lucas Fernandes por estar em campo sem autorização, e pede sua saída do gramado (já que ele não é um jogador autorizado a estar em campo, não pode dar o pênalti).

4) – E se Lucas Fernandes evita um gol com uso das mãos e nesse momento o árbitro percebe que ele está a mais em campo, após ter expulso Thiago Mendes?

R: Você marca tiro livre indireto ao Ituano e aplica o cartão vermelho a Lucas Fernandes por estar em campo sem autorização. A expulsão é por ter evitado uma situação clara e manifesta de gol (conforme o FIFA Trívia, questão 65, de 2015/2016, do livro oficial das Regras de Jogo 2015/2016)

5) – E se antes do reinício de jogo o árbitro percebe que Lucas Fernandes não substituiu ninguém, já que Thiago Mendes foi expulso? (E FOI ESSA A SITUAÇÃO OCORRIDA).

R: O árbitro deve aplicar o cartão amarelo a Lucas Fernandes (essa foi a falha disciplinar do árbitro), ordenar a sua saída de campo, pedir que o quarto-árbitro indique o substituto e aí realizar o procedimento de substituição. Ganso não pode levar amarelo já que ele não foi oficialmente substituído até então.

Repito: o procedimento de “conserto” foi legal (nenhum erro de direito), mas só faltou o Amarelo no procedimento disciplinar.

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– Gabriel de Jesus e a Imitação de Macaco do Uruguaio

Duvido que a Conmebol punirá o Nacional de Montevidéu por um torcedor da sua equipe imitar um macaco ironizando Gabriel de Jesus, jogador do Palmeiras, no confronto da semana passada no Uruguai pela Libertadores da América.

A entidade não é usual em realizar campanhas sociais, nem faz questão de prezar pela lisura. Seus dirigentes são todos envolvidos em contratempos.

Enquanto que aqui no Brasil tivemos um exemplar caso de punição ao Grêmio após torcedores se manifestarem ofensivamente com o goleiro Aranha (com gritos e imitações de macaco), ficaremos apenas na reprovação pública do idiota racista uruguaio.

Cá entre nós, só existe uma raça: a Raça Humana! Que esse infeliz seja condenado por tão desprezível atitude – e que o Nacional/URU também se pronuncie publicamente sobre o fato.

Veja o triste momento: https://www.youtube.com/watch?v=ZR1w3kV3BmY

– Leicester City: zebra ou realidade?

E o pequenino Leicester, aprontando na Inglaterra?

Nesta última rodada, já está como líder tendo 8 pontos do 2o colocado, na difícil Premier League, jogando contra os milionários Manchesters City e United, Chelsea, Arsenal e Liverpool.

Como explicar?

Só o futebol para proporcionar isso. Um elenco modesto, com um treinador considerado ultrapassado (Cláudio Ranieri) e formado por jogadores desconhecidos. Sem contar que nos últimos 10 anos viveu o “efeito iô-iô”: sobe e desce entre a 2a e a 3a divisões.

Acho que será campeão, e com justiça. Já imaginaram na Liga dos Campeões da Europa 2016/2017, um confronto entre os campeões ingleses x espanhóis: Leicester x Barcelona?

Inusitado, mas provável e prazeroso!

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Monte Azul x Paulista

Cleber Luís Paulino, 35 anos de idade, 7 de carreira, professor de Educação Física, 2o jogo dele na Série A2, será o árbitro deste importante jogo da 15a rodada.

Décio Casagrande Portiéri, 34 anos de idade, 11 de carreira, Empresário, com vários jogos de A2 e A3 em seu histórico, será o bandeira 1.

Adailton Alberto Leme de Souza, 32 anos de idade, 11 de carreira, Funcionário Público, estreará na A2 neste ano.

Eduardo Araújo, 45 anos, comerciário, será o 4o árbitro.

Cléber é um árbitro que vem subindo paulatinamente na carreira. Sem pular etapas, tem conseguido experiência passo a passo. Esteve diversas vezes a sorteio em jogos do Paulista FC neste ano, e dessa vez sua bolinha caiu. É cumpridor e quer mostrar serviço em campo para obter mais jogos na sequência da A2.

Desejo boa sorte ao árbitro e um grande jogo aos times.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1×0 Juventus

Uma figuraça (do bem)! Esse foi o árbitro da partida na qual o Galo venceu o Moleque Travesso no Jayme Cintra.

O juiz Rogério Laranjeiras correu demais (demais mesmo). Não se posicionou tão bem nas diagonais, mas compensou na velocidade.

Tecnicamente, marcou tudo corretamente. Disciplinarmente, idem, aplicando com acerto os cartões amarelos.

Destaque positivo vai para dois lances (um para cada time) onde esperou uma vantagem se concretizar, ela não ocorreu, e ele aplicou a falta vencida. Correto!

O destaque negativo vai para a postura! Rogério tem um ruim vício de excesso de trejeitos. Sinaliza bem as marcações, mas as vezes passa do ponto. Por exemplo: marcou um tiro de meta a favor do Juventus no segundo tempo correndo com o braço indicando a saída de bola e voltando à sua posição devida, o chamado “aviãozinho”. Em outro tiro de meta, agora a favor do Paulista, saiu correndo do meio de campo para a grande área com o braço em riste em um lance claro. Totalmente desnecessário, chamativo demais.

O árbitro foi bem, mas fica a dica: ser muito mais discreto em campo. Mas um ponto para puxar a orelha: prometeu 50 minutos no 2o tempo e acabou com 49’20”, com muita reclamação do pessoal da Moóca pois o Juventus estava no ataque.

O bandeira Maurício Helder Alexandrino foi pouco exigido. A bandeira Márcia Caetano Bezerra marcou 8 impedimentos, sendo a maioria em lances ajustados.

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– E os Árbitros dos jogos da Libertadores deste meio de semana?

Para San Lorenzo x Grêmio, apitará Andrés Cunha (URU), que vem se destacando por boas atuações em jogos difíceis. Apitou várias partidas importantes e tem mostrado boas qualidades.

Para Trujillanos x São Paulo, mais um novatíssimo no apito: Wilson Lamouroux (COL), um ilustre desconhecido no cenário sulamericano (mas que já está há 4 anos na FIFA) e que terá a oportunidade de apitar este jogo pela Libertadores. Nunca o vi atuar.

Para Corinthians x Cerro Porteño: Patricio Loustau (ARG), que já tem muita experiência em jogos importantes. É “casca grossa” – rigoroso em campo. No último Boca x River que apitou, aplicou 14 cartões, sendo 9 amarelos e 5 vermelhos.

Para Atlético Mineiro x Colo Colo, teremos Juan Soto (VEN), árbitro de bom potencial mas que ainda atua de maneira irregular, alternando bons e ruins trabalhos.

Já para Nacional x Palmeiras… ai ai ai… apitará o péssimo Carlos Vera (EQU).

Por quê péssimo?

Porque o árbitro que vai mal numa partida entre Sunfrecce Hiroshima X Al Ahly pode apitar jogo importante de Libertadores? Não, é claro. Vide nossa análise da arbitragem de Carlos Vera nessa ruim atuação citada, em: http://wp.me/p4RTuC-9j

E se apitasse Alianza Lima x Universidad do Chile, e no último minuto ignorasse o bandeira marcando impedimento e confirmasse um gol irregular (não voltando atrás, MESMO ALERTADO) e a partida não terminando? Vera era o cara!

Ou ainda se tivesse sido agredido após uma péssima partida apitada entre Millonarios x Grêmio FBPA e durante a partida a mediasse marcando lances errados para compensar aos dois times? Sim, era o mesmo Vera.

Por fim: e se no dia em que apitasse direitinho (coisa rara), em seu jogo um torcedor fosse morto por sinalizador? Pois é… Carlos Vera era o árbitro de San Jose x Corinthians em Oruro, na trágica noite em que morreu o garoto Kevin Spada.

Carlos Vera, resumidamente, é um árbitro que deve ser muito forte nos bastidores. Ponto.

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Paulista X Juventus

Até a arbitragem tem sintomas de Série A3: na 14a Rodada da Série A2, para o importantíssimo jogo entre o Galo da Terra da Uva versus o Moleque Travesso na fuga do rebaixamento, apitará Rogério dos Santos Laranjeiras, 10 anos como árbitro, 41 de idade e que fará apenas o seu 2o jogo de série A2 na carreira (o 1o foi em 2015).

Confesso que nunca o vi apitar; estava atuando na série A3 e fazendo a função de 4o árbitro na A1 e na A2 (além de categorias amadoras). Pela idade “avançada” de árbitro e histórico em um estágio não tão avançado, é juiz que foi presenteado por bons serviços prestados nas outras divisões, já que a Federação Paulista não investirá nele para a Primeira Divisão.

Vamos aguardar o que pode mostrar. Creio que correrá bastante, já que é Professor de Educação Física. Espero que seja um jogo tranquilo, pois afinal, o relato que tenho sobre Laranjeiras é que na Copa Paulista de 2011, na partida entre União São João x Batatais, foi agredido por Lucas (irmão do jogador Luan, ex-Palmeiras) com um soco no tórax e chegou a desmaiar!

Os assistentes serão Maurício Helder Luiz Alexandrino, 39 anos, vendedor e Márcia Bezerra Lopes Caetano, 42 anos, militar (e bandeira FIFA que atuava até pouco tempo na Rondônia). O quarto-árbitro será Leônidas Sanches Ferreira, 36 anos, Professor de Educação Física

Desejo boa sorte ao quarteto de arbitragem e grande jogo às equipes!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Juventus pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Robinson Berró Machado e Heitor Freddo; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica Antonio Carlos Caparroz e André Luís Lucas. Quarta-feira, às 20h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 18h00 dentro do Show de Bola, para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

 

– Calote da FERJ? Como confiar no chefe dos árbitros, sob desconfiança?

Quer dizer que por 10 anos, o INSS dos árbitros do Rio de Janeiro não foi recolhido aos cofres públicos?

Segundo a Receita Federal, o montante gira em 350 mil reais, e a culpa, segundo denúncias aceitas pelo Ministério Público Federal pelos árbitros e bandeiras cariocas, é de Jorge Rabello, que comandava a Cooperativa de Árbitros e ao mesmo tempo a Comissão de Árbitros da FERJ (como ocorreu por muitos anos em SP, numa clara incompatibilidade de cargos). E com duas taxas aos cartolas do apito: 5% ao Sindicato e 5% à Cooperativa.

Se tudo for comprovado, responda: o cidadão que dá um calote no imposto da aposentadoria dos seus comandados é digno de permanecer no cargo?

Abaixo, extraído de ESPN.com, em:

http://espn.uol.com.br/post/584290_por-calote-no-inss-arbitros-denunciam-chefes-no-rio

POR CALOTE NO INSS, ÁRBITROS DENUNCIAM CHEFES NO RIO

O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro recebeu denúncias de árbitros e assistentes contra a Coopaferj (Cooperativa dos Árbitros de Futebol do Rio de Janeiro) e contra a Ferj (Federação de Futebol do Rio).

Eles acusam o presidente da Comissão de Árbitros, Jorge Rabello, de não depositar durante quase dez anos o INSS que é recolhido dos profissionais em dias de jogos. Segundo os denunciantes, somente em 2011, a dívida somava R$ 350 mil.

As denúncias foram recebidas em abril do ano passado e encaminhadas à Receita Federal para dar continuidade às investigações.

A notícia da existência do inquérito provocou uma ríspida discussão entre o presidente da Ferj, Rubens Lopes, e Rabello.

Na denúncia registrada no MPF, a Ferj é citada como participante, de forma direta ou indireta, da suspeita de irregularidade. De acordo com o código penal, recolher e não repassar contribuição previdenciária é crime de apropriação indébita. Quem pratica pode ser condenado de dois a quatro anos de reclusão e multa.

Rabello acumula três cargos na arbitragem carioca: é presidente do Saperj (Sindicato dos Árbitros), vice-presidente da Cooperativa e presidente da Comissão de Árbitros.

A presidência da Coopaferj é ocupada por Messias José Pereira, que também é citado pelos denunciantes.

COMO SÃO OS DESCONTOS

Cada árbitro que atua no campeonato carioca recebe R$ 2,1 mil (jogos entre times pequenos contra grandes) e R$ 3,1 mil (grandes contra grandes).

Estes valores são brutos. Do montante, são descontados: 11% de INSS, 5% (Sindicato) e 5% (Cooperativa). Um total de 21% de taxas, fora o Imposto de Renda.

Além disso, anualmente, tanto a Cooperativa quanto o Sindicato cobra de cada profissional uma anuidade de R$ 200,00. Um gasto de R$ 400,00 por árbitro e assistente, seja dos quadros profissionais ou dos que atuam nas divisões amadoras.

Segundo a denúncia, atualmente há cerca de 350 pessoas registradas pelo Sindicato.

Outro lado

Procurada, a Ferj respondeu ao blog da seguinte forma:

– A Ferj tem ciência da denúncia?

Tomamos através de informação passada pela diretoria da Cooperativa.

-
Quais são as providências a serem tomadas?

A Ferj não tem ingerência sobre os débitos da Cooperativa.

– A Ferj teme ser responsabilizada no curso do inquérito?

Não. Mas após tomarmos ciência do débito, o nosso corpo jurídico está avaliando se há qualquer risco de corresponsabilidade.

Jorge Rabello, por sua vez, disse que não está apto a falar sobre o caso. Ele sugeriu que o blog ligasse para o presidente da Coopaferj.

Sou presidente da Comissão da Arbitragem e do Sindicato de Árbitros. A Coopaferj tem presidente e ele é que tem que esclarecer suas perguntas“, afirmou.

O blog segue procurando o presidente da Coopaferj.

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– Qual foi a do Pato?

Alexandre Pato não ficou no SPFC, esteve sem clima no retorno ao Corinthians, e foi negociado estranhamente ao Chelsea. Só que lá ainda não jogou…

O que está acontecendo?

Mau desempenho nos treinos, não se encaixa no esquema de jogo, má vontade do treinador, ou algo que nos foge o conhecimento?

Na fase ruim do Chelsea, não ter uma oportunidade nesse time é algo, no mínimo, estranho…

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– Passando a “sacolinha da solidariedade” para os jogadores! Ridículo…

No Campeonato Paulista da Série A2, onde a maior parte dos clubes está com salários atrasados, cujos jogos terminam com renda negativa em seus borderôs (lembrando que a FPF recebe 7% da renda líquida, ou seja, do que entra, não do resultado final do borderô), situações inusitadas acontecem.

Na partida Batatais 2×0 Paulista, válida pela 13a rodada do torneio, no último sábado, a torcida do “Fantasma” passou uma sacola entre os torcedores, arrecadando doações para os jogadores, que estão há dois meses sem receber salários.

Isso é futebol profissional?

O Batatais está na briga para o acesso, mesmo em tal pindaíba. E depois que acabar o campeonato, o que fará e como pagará os salários atrasados?

Diga-se o mesmo da situação das demais equipes, a maioria no mesmo desespero financeiro.

Vale a pena disputar uma competição nessa situação?

E o Fair Play financeiro imposto pela FPF? Não me consta que clube algum tenha perdido pontos…

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– Máfia das Apostas: um Novo Capítulo Nefasto no Futebol Paulista…

Em 2005, tivemos o triste episódio da Máfia do Apito, onde o apostador “Gibão” comprava atuações dos árbitros Edilson Pereira de Carvalho e Paulo José Danelon.

Passado tanto tempo, uma nova ação criminosa no futebol envolvendo apostas: entretanto, ao invés da compra de árbitros, a negociação envolve jogadores e cartolas.

No Estadão da última sexta-feira (11/03), o jornalista Almir Leite publicou que a Catanduvense foi aliciada para perder uma partida do Campeonato Paulista, onde o convite foi registrado até pelo aplicativo WhatsApp ao presidente do time, Reginaldo Lopes, e o valor girou em torno de R$ 50.000,00. A ideia era de que o time da A3 deveria perder por mais de 4 gols contra o Comercial de Ribeirão Preto. Foi negada a negociação e o placar ficou em 2×2.

Na matéria, se relata que o Juizado Especial do Torcedor investiga desde outubro 4 times: Catanduvense, Rio Preto, América (todos vizinhos da mesma região) e São José. Será juntado a eles o Grêmio Barueri, que tem sofrido derrotas de placares elásticos (em 12 jogos, sofreu 12 derrotas, marcou somente 5 gols e levou 54) e traz suspeitas especialmente à partida em que perdeu de 4×0 para o Rio Preto.

De acordo com o Diário de São Paulo em sua edição de 4a feira, dois atletas do Barueri denunciaram ao Sindicato dos Atletas que receberam propostas para perder o jogo contra o Rio Preto, e o ofertante era Jaci Martinho de Oliveira, ex-gestor do clube e empresário de jogadores, que pagaria aos atletas para ajudarem que o placar fosse Rio Preto 4×0 Barueri. E não é que quando o jogo estava Rio Preto 3×0 Barueri, o atacante do Barueri (Gustavo, que é filho de Jaci), cometeu um pênalti infantil no finzinho do jogo?

Segundo a ESPN Brasil, em seu site na 4a feira, o site de apostas SoccerPunter pagou por tal resultado 19 por 1! Quer dizer que se você apostou 10 mil dólares, recebeu US$ 190,000.00.

Ficam algumas perguntas:

1- Esse aliciamento, que já foi para árbitros e hoje contamina dirigentes e atletas, é só na 3a divisão regional de São Paulo?

2- Os torcedores das arquibancadas, lesados, teriam direito a quais ressarcimentos, se provado?

3- O futebol é, de fato, um esporte confiável?

4- Sabidamente, nas casas de apostas em Londres, se pode jogar em todo e qualquer tipo de esporte. Idem aos sites de apostas asiáticos, onde se palpita placar, tempo dos gols, se no 1o ou 2o tempo, o nome dos marcadores e até quem pode levar primeiro um cartão amarelo ou ser expulso por vermelho. Será que as bancas estrangeiras que são quebradas por alguns placares não desconfiam (ou elas próprias são denunciantes) de que há apostas significativas não usuais? Ou seja: ao invés de palpites na UCL ou em torneio de expressão se resolve jogar na 3a divisão do falido Paulistinha, com um fluxo de dinheiro incomum?

É por isso que o futebol está perdendo o encanto…

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– O difícil aceite das atuações dos árbitros na Libertadores da América

Nesta semana de jogos envolvendo times brasileiros na Taça Libertadores, resultados ruins dos clubes (nenhum brasileiro venceu) e atuações ruins dos árbitros.

Vide: a suposta “nova comissão”, formada pelo brasileiro Wilson Luís Seneme, mas que intramuros se diz que quem manda ainda é o nefasto paraguaio Carlos Alarcon, tem escalado árbitros recém admitidos no quadro da FIFA, dando oportunidade a outros que estavam esquecidos e vez ou outra colocando veteranos.

Comecemos pelo peruano Diego Haro, que em 2015 apitou Corinthians 4×0 Danúbio (3 gols do peruano Romero) e que atuou em Cerro Porteño 3×2 Corinthians na 4a feira. Foi extremamente rigoroso com André, e depois pipocou ao não expulsar Guilherme. Sentindo a pressão do Defensores del Chaco, aceitou apitar “no grito” quando o jogo pecou fogo.

Vamos para o chileno Enrique Osses, no Palmeiras 1×2 Nacional. Entrou em campo somente com o nome… Um ex-grande árbitro em atividade, acomodado em algumas situações e apenas “mediando” a partida em outros momentos.

Por fim, o chileno Júlio Bascuñán, que apitou em 2015 Danúbio x Corinthians (e foi muito mal), trabalhou na 5a feira no Monumental de Nunes em River Plate 1×1 São Paulo. Com histórico ruim (ele é taxado de caseiro no Chile, com estatísticas de que o visitante dificilmente vence seus jogos – e com pedido de Veto ETERNO da equipe do Audax Italiano sobre ele para a Federação Chilena), mostrou que precisa evoluir muito para trabalhar na Libertadores da América. Não deu um pênalti em Calleri, teve dificuldade na interpretação de faltas e, quando deveria expulsar PH Ganso, fraquejou.

O que esperar das próximas escalações de árbitros? Nessa transição nebulosa da Conmebol, dá medo pensar…

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– Pedir a bola pode?

Uma pergunta enviada através do Blog “Pergunte ao Árbitro” e que vale a pena responder:

Tudo bem? Preciso de um favor. Ontem, jogando futebol com alguns amigos, ocorreu um lance polêmico e até agora não resolvido:

Recebi um passe de um jogador do meu time e assim que a bola chegou aos meus pés, um jogador adversário gritou “Vamos“. Nem olhei para o lado e executei o passe (detalhe: não estávamos uniformizados). Quando levantei a cabeça, vi que tratava-se de um adversário e pedi falta.

Houve muita discussão, pois, no meu entender, eu fui induzido ao erro. Já os adversários consideraram a jogada normal, pois o “Vamos” era para que alguém viesse me marcar

E aí? Cabe a paralisação ou não?

​Abraços e obrigado.”

No futebol profissional, se você tocar uma bola a um adversário que disse algo para enganar ou que poderia levar ao engano, é tiro livre indireto a seu favor. Isso se refere a:

– se alguém gritou ou falou: “toca”, “aqui”, “passa”, “chuta”, “vai” (lembre-se: isso vale para um adversário que diga isso a você e você acredita que é seu companheiro e toca para ele ou cumpre o que ele pede).

A questão é: falar com companheiros, pode. Nenhum adversário poderá gritar “toca” ao companheiro dele se você está com a posse de bola; isso é pedir a bola e é falta (já que o companheiro dele está sem a bola).

Porém, um grito de “vamos” é subjetivo e o árbitro tem que ver a jogada. Se o adversário direcionou o grito a você, pedindo a bola, é falta a seu favor. Mas se ele estava longe e você toca uma bola para trás buscando a ele… realmente ele estava conversando com seu companheiro e aí segue o jogo, pois se torna bobeada.

Lembre-se: falar é permitido, o que não pode é pedir a bola ou enganar com palavras um adversário em disputa, se passando por um companheiro. Como você estava no jogo, tem que avaliar a distância do adversário e se ele realmente tentou ludibriar, pela forma como pediu.

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