– Os 10 maiores salários do Futebol Mundial

A Revista France Football, na edição de abril/2016, trouxe os 10 maiores salários recebidos pelos jogadores de futebol do mundo na temporada 2015/2016.

Sentem-se nas cadeiras. Veja o quanto recebem em Euros por ano:

1- Messi: 74,00 milhões

2- Cristiano Ronaldo: 67,45 milhões

3- Neymar: 43,50 milhões

4- Ibrahimovic: 28,50 milhões

5- Thiago Silva: 26,65 milhões

6- Di Maria: 26,00 milhões

7- Bale: 24,50 milhões

8- Thomas Muller: 23,60 milhões

9- Iniesta: 21,50 milhões

10– Suárez: 20,30 milhões.

Será que os valores de “artistas da bola”, que acabam se tornando celebridades mundiais, não estão exagerados ou hiperinflacionados?

Quanto ganhariam Diego Armando Maradona ou Pelé hoje? E em quais times jogariam?

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– Getterson e os erros do passado anti-tricolor!

As Redes Sociais não perdoam as bobeadas de antigamente. E o exemplo disso é o jogador Getterson, “quase contratado” pelo São Paulo FC.

Quando jovem (há 4 anos), ele publicou no Twitter frases elogiando Cássio, Guerreiro, Emerson Sheik, se dizendo corintiano, que sonhava em jogar no Corinthians e também com ironias ao São Paulo como “time de bambis”.

Agora, mais maduro, à beira da contratação (depois de passar por 11 clubes), sua bobeada veio à tona e o negócio fracassou.

Boca fechada não entra mosquito”, diriam os mais antigos. Hoje, adapta-se o ditado para “Dedo quieto não digita bobagem”.

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– Precisa-se de bandeiras vesgos para o Brasileirão!

Aos críticos de plantão (e eu me encaixo muitas vezes nesse quesito): sim, os erros de arbitragem estão ocorrendo aos montes no Campeonato Brasileiro, mas algo precisa ser dito: as falhas de gols onde há alguém em impedimento, cá entre nós, estão sendo perdoáveis!

Explico: repare que muitos lances neste Brasileirão surgem em decorrência de poucos centímetros de diferença na linha do impedimento. Por mais capacitado que seja o bandeira, só o olhar eletrônico pode tirar a dúvida (e ainda assim muitas vezes ela persiste, mesmo com imagens). Dessa forma, em Atlético 2×1 Corinthians, Fluminense 2×4 Santos e em outros tantos jogos em que isso ocorre, tal dificuldade tão elevada faz com que sejam erros “aceitos”.

Mas por que ocorrem?

Talvez os atacantes estejam treinado mais a saída para o ataque quando os zagueiros os marcam mal. Ou as linhas de impedimento (as famosas “linhas burras”) estejam sendo mal feitas ou realizadas no limite, permitindo as falhas. Deve-se pensar em “uma margem de segurança” para a zaga.

O ideal é que nós tivéssemos bandeiras “vesgos”! Um olho na bola na hora do lançamento e outro na linha de impedimento. Pronto, resolvemos a questão.

É mais difícil ser árbitro assistente e ser preciso na linha, do que ser árbitro central para interpretar uma falta ou não.

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– O Mico da Onça e da Tocha Olímpica

Que ridículo! Levaram a Tocha Olímpica para fazer um tour na Amazônia, passando no meio de animais selvagens, num centro de treinamento de guerra. Entre eles, uma onça. Assustada por estar no meio de muita gente, o animal (cuja espécie está em extinção), avançou sobre um militar, que precisou matá-la.

Quem foi o gênio de fazer um símbolo da paz e congregação dos povos estar entre tais bichos?

Pra quê?

Bola fora da organização…

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– Você gostou da Entrevista Coletiva de Tite?

Eu não gostei das respostas do treinador Tite, quando apresentado como novo técnico da Seleção Brasileira na sede da CBF.

Questionado pelos jornalistas, foi sempre inteligente e educado. Aliás, é brutal a diferença do relacionamento dele e de Dunga, que tinha a imprensa como inimiga e falava de maneira raivosa.

A questão é: sobre assinar o manifesto do Bom Senso FC e pedir a imediata saída de Del Nero, enrolou na sua resposta dizendo, entre outras palavras, que estava lá para ajudar na transparência do futebol. Não convenceu nenhum pouco.

Particularmente, eu acreditava que Tite recusaria o cargo pelos seus princípios e coerência. Mas o que não faz o sonho de dirigir o Escrete Canarinho e o polpudo salário de 1 milhão de reais por mês…

Aliás, o beijo de Del Nero no treinador foi demasiadamente constrangedor. Crus-credo.

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– O goleador marrento se calou!

Cristiano Ronaldo é polêmico, isso é sabido. Goleador, causou muito rancor na 1a rodada da Eurocopa após o jogo da Islândia.

Como “seleção nanica”, o pequeno país comemorou o empate contra Portugal como se fosse um título de Copa do Mundo. Claro, era o primeiro ponto em Eurocopas da história dele. CR7 ironizou de maneira deselegante e grosseira o fato dos islandeses estarem alegres.

Contra a Áustria, na segunda rodada, novo empate de Portugal, com direito a pênalti perdido por Cristiano que complicou a vida da Seleção Portuguesa na competição. Dessa feita, saiu de campo sem dar entrevistas.

Um pouco de humildade faz bem, não?

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– Cala-te, Calleri

Todo jogador que está com cartão amarelo, precisa tomar cuidado em levar a segunda advertência e ser expulso. É o be-a-bá do futebol. E Jonathan Calleri bobeou e levou cartão vermelho (era o 2o amarelo) por reclamar contra a arbitragem. Relatou em súmula o árbitro goiano Elmo Resende que com o “dedo em riste”, reclamou:

Está de marcação comigo, caralho! Só porque sou argentino? Essa arbitragem é uma vergonha”.

Faltou malandragem… Talvez vendo que em determinado momento os flamenguistas estavam falando a vontade com o árbitro, o atacante são-paulino errou na dose de reclamação.

Palmas para o treinador Edgardo Bauza, que disse sobre seu jogador:

Ele não é perseguido. Tem que falar menos, mas é difícil quando você está dentro de campo e joga numa posição em que sempre é empurrado pelos zagueiros. Os árbitros estão lá para isso, eles devem observar tudo. Calleri não deve falar muito, mas eu entendo, porque foi uma partida difícil e de muita intensidade“.

Fica a observação: novamente, um jogador prejudica sua equipe por desconhecer / menosprezar a Regra do Jogo e suas orientações.

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– O que acontece com a recusa de técnicos ao Corinthians?

Fernando Diniz não quis ser técnico do Timão. Dizem que Eduardo Baptista também não. Roger Carvalho já tem um bom emprego no Grêmio. Alardearam que André Villas Boas foi procurado e não topou.

Nas últimas horas, falou-se em Oswaldo de Oliveira, Vagner Mancini e Cristóvão Borges. Será?

A verdade é que substituir um ídolo como Tite é um fardo muito grande. É como substituir jogador consagrado: na troca do goleiro Marcos, demorou até achar alguém como Fernando Prass. O mesmo está acontecendo com Rogério Ceni e Dênis.

Não condeno os que recusaram. Diniz tem planejamento de carreira, Baptista não quer pegar um trabalho no meio, e Villas Boas não quer sair na Europa. E quem assumir, já deve saber, será cobrado bastante.

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– E o Galo vai disputar a Copa Paulista!

Força, resistência, sobrevida em meio às dificuldades: essa é a sina do maior patrimônio esportivo de Jundiaí.

Com exclusividade, Adilson Freddo divulgou em seu perfil e o Cobrinha confirmou no Show de Bola da Difusora: após esforços do novo presidente Pepe Verdugo, o Paulista Futebol Clube felizmente disputará a Copa Paulista.

Ótimo! Seria uma tristeza muito grande abrir mão da disputa pedindo licença. O dinheiro veio de parceiros (não sei quem são eles), mas o importante é que o treinador, o sempre respeitoso e competente professor Stélio, já vem treinando com uma possível formação.

O ideal é que a competição fosse um laboratório para a Série A3. Não será, e muito provavelmente o Galo será figurante. Entretanto, juntar e somar os esforços para não ter a vergonha de abandonar o torneio (pagando multa), já é um bom indicativo que, de uma forma ou de outra, as forças vivas da cidade (mesmo diminutas) estão se empenhando.

Avante Tricolor da Terra da Uva, porque #SomosTodosPaulista.

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– Calamidade Pública no RJ em decorrência dos Jogos Olímpicos

É isso que dá evento mal planejado: na demagoga escolha para o Rio de Janeiro ser escolhido para ser sede da Olimpíada de 2016, “esqueceram” dos atrasos, “superfaturamentos” e previsões reais de gastos. Sendo assim, as vésperas da data-limite, o governador Francisco Dornelles decretou estado de calamidade pública.

E isso significa o quê?

Que todo o dinheiro das secretarias de governo pode ser redirecionado para o evento, pois segundo as autoridades, ele tem visibilidade e importância mundial. Dessa forma, como divulgado nesta tarde, o dinheiro é para evitar:

Total colapso na segurança pública, na saúde, na educação, na mobilidade e na gestão ambiental“.

Ninguém pensou em tal situação? Em tempos de crise, gastar com os Jogos Olímpicos é um total desrespeito ao cidadão.

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– O Engodo do Calendário da Série D: Vale a pena?

E começou a Série D-2016. Mas a CBF quer enganar o torcedor de clubes pequenos com a realização da 4a divisão nacional. Entenda:

O torneio terá 68 clubes em 17 chaves de 4 times. Sendo assim, quem não se classificar se resumirá a ter participado de um curto torneio de 6 jogos, sendo que realizará apenas 3 partidas em casa.

Tal modelo é ou não deficitário? Por quê montar time para meia dúzia de partidas? Os clubes paulistas, por exemplo, fecham as portas no começo de abril e aí se reativam para só isso?

Não vale a pena… a não ser para quem tem “bala na agulha” e sabe que terá chances de subir para a Série C.

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– Você aceitaria trabalhar na CBF, se Marco Polo Del Nero lhe convidasse?

Claro que a pergunta é provocativa, e ao mesmo tempo, comparativa em situações. O exemplo é: Tite!

Depois de encabeçar junto com Dorival Júnior o movimento contra a permanência de Del Nero, reconhecidamente envolvido em casos de corrupção no futebol, o treinador aceitou o cargo de treinador da Seleção da CBF, presidida pelo próprio.

É lógico que treinar a Seleção Brasileira é sonho de qualquer técnico; entretanto, nos turbulentos dias atuais, ela tem sido descartável por torcedores e jogadores.

Tite precisaria justificar o seu aceite justamente pelo protesto assinado. É como se o Juca Kfouri fosse convidado por Del Nero para substituir Walter Feldman ou se eu, humilde crítrico da nefasta gestão de Marco Polo, resolvesse trabalhar na Comissão de Árbitros.

Até onde a vaidade sobrepõe a coerência e os princípios? Tite é honesto, competente, mas precisa falar sobre esse assunto.

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– Coritiba 2×2 Palmeiras: imagens são claras…

Pouco a se falar sobre o empate que o Palmeiras cedeu no final do jogo em Curitiba. Havia impedimento no gol do Coxa Branca, que não se discuta. Mas o que deve ser tratado: a imbecilidade de torcedores que, sabendo que sinalizadores são proibidos, insistem em utilizá-los nos estádios.

Neste caso, os palmeirenses que o fizeram, além de infringir a lei, esfriaram o jogo e “no recomeço” o time parananese cresceu.

Santa inteligência…

Aliás, o Corinthians, que na Libertadores teve atraso de início de partida pelo mesmo motivo, já foi punido?

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– Você acredita em Sorteios no Futebol?

Sorteio de sedes para torneios, sorteio de árbitros para jogos, sorteio de chaves…

Deixar o futebol à sorte é complicado, não?

Eis que Joseph Blatter, o ex-presidente da FIFA banido por corrupção, declarou ao jornal argentino La Nacion (em matéria intitulada: “o mito se tornou realidade”) de que realmente existe a história de “bolinha fria ou bolinha quente” dentro dos globinhos de sorteio. Disse ele:

– Claro que é tecnicamente possível. Não existe na Fifa, mas fui testemunha de sorteios, a nível europeu (responsabilidade da Uefa), em que isso aconteceu. Mas nunca na Fifa. Claro que pode acontecer, mas no meu caso jamais aconteceu. As bolinhas são colocadas antes na geladeira. A mera comparação entre umas e outras com o toque determina as bolas frias e quentes. Quando tocamos, sabemos o que é”.

Só na UEFA que isso acontece, Mr Blatter?

Então tá.

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– As Perdas de Mando de Palmeiras e Flamengo

Flamengo e Palmeiras jogaram em Brasília e seus torcedores organizados brigaram. O STJD decidiu que por tal fato, ambos teriam a perda de mando de jogo. O Flamengo com portões abertos, e o Palmeiras (pela torcida ter supostamente iniciado a confusão) com portões fechados.

Dessa forma, pensemos: se o Flamengo jogar fora dos seus domínios, ganhará bastante dinheiro por motivos óbvios, já que é um clube de massa, possui a maior torcida do Brasil e tem apelo onde quer que jogue. Vai ter lucro lotando o estádio que escolher.

Já o Palmeiras, que consegue grandes públicos em sua Arena (e que faturou quase R$ 2,5 milhões contra o Corinthians) não poderá vender ingressos. Quanto vai ter de prejuízo?

Se a culpada foi uma das suas organizadas, que a processe. São identificados, possuem CNPJ, endereço e nunca dão lucro ao clube. Vide esse valor que deixará de entrar nos cofres.

Em tempo: o advogado do Palmeiras conseguiu efeito suspensivo da pena, já que para a partida contra o Santa Cruz, já havia vendido mais de 12 mil ingressos.

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– O Même exagerado mas com uma pontinha de razão…

O cara que bolou esse comentário abaixo deve ser preconceituoso. Mas dentro do exagero, apesar dos rótulos taxados, a grande verdade é: não dá para comparar esses caras, no auge, com bola rolando, com os atuais jogadores da Seleção

Ou esse quarteto, inspirado, não resolvia dentro das quatro linhas? Não me lembro de vexame com eles

– O sonho e o fardo de vestir a Amarelinha: Neymar e o desabafo na Web

Neymar desabafou a favor dos seus companheiros de Seleção Brasileira após o fiasco da Copa América Centenária. Escreveu ele na Internet:

Ninguém sabe o que vocês sofrem para estar aí e defender a seleção, vestir essa camisa é um orgulho e vocês fazem isso com AMOR. Agora, vai aparecer um monte de babaca para falar merda, Foda-se. Faz parte, futebol é isso!!! Sou brasileiro e estou fechado com vocês.

Quem lê, pensa que os atletas são abnegados servidores da Pátria. Nada disso, é uma troca. No começo de suas carreiras, a Seleção valoriza os seus contratos, e é por isso que querem ser chamados. Entretanto, em determinados momentos, abrir mão de férias, do convívio da família e entrar em litígio com os clubes que pagam salários milionários, faz com que os atletas recusem serví-la ou que eles vão de má vontade. Vide as declarações de Daniel Alves aos microfones pós-jogo do Peru, dizendo que não era fácil estar à disposição da Seleção e que o torcedor não vê isso”.

Dessa forma, resumidamente, funciona assim: ser convocado para se ter projeção é um sonho; depois da carreira consolidada no clube, vira um fardo.

O duro é saber que pessoas que ganham milhões de dólares por ano lamentam que sofrem. Imagine eu que não ganho no ano o que eles ganham por semana... E os desempregados, então?

Nessa, Neymar deveria ficar quieto.

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– Londrina X Vila Nova e a confusão do árbitro com as novas regras

As orientações das mudanças da Regra do Jogo de Futebol ainda causam dúvidas a jornalistas, torcedores, jogadores e até aos árbitros. Mais do que se possa ensinar, ainda existem equívocos.

Vide na série B: o Londrina venceu o Vila Nova por 1×0, mas um lance curioso ocorreu: pênalti para o Londrina, o atleta Rondinelly vai bater e seu companheiro Jô invade descaradamente a área. Sai o gol, mas o árbitro Francisco de Paula Silva Santos Neto recebe a informação do bandeira que houve a invasão e a cobrança é anulada. Só que ao invés de repetir a cobrança, o árbitro marca tiro livre indireto ao adversário.

Errou. Tiro livre indireto deve ser marcado se fosse um “não-gol” (por exemplo, um rebote do goleiro e o invasor domina a bola). Como foi gol, repete-se a cobrança.

Se a infração fosse do cobrador e não do seu companheiro, aí sim seria tiro livre indireto (como cobrar com a paradinha, ou chutar a bola para trás).

São tantos detalhes mudando que até a arbitragem está em fase de aprendizagem!

Veja o lance aos 23 segundos desse vídeo, em: http://m.youtube.com/watch?v=BHpuHdj7sHQ

– Tite pedirá desculpas ao árbitro Raphael Claus?

Vendo e revendo a exaustão pelas imagens da Rede Globo o difícil lance da polêmica falta aos 49 minutos do segundo tempo entre Palmeiras 0x1 Corinthians, fiquei na dúvida se quem realmente impede o domínio do goleiro Fernando Prass foi seu companheiro Tiago ou o adversário Felipe. Com outras imagens, me convenci de que realmente houve falta do corinthiano, DESDE QUE NÃO ESTIVESSE IMPEDIDO.

Assim, errou o bandeira Rogério Pablo Zanardo em lance dificílimo pela rapidez. É o “erro perdoável” (e o árbitro não pode chamar a responsabilidade para ele em tal situação). Na sequência, acertou o árbitro Raphael Claus, que estava bem posicionado (com uma visão da jogada melhor do que as das câmeras da TV). Por linhas tortas, foi legitimado o resultado da partida (falamos sobre isso aqui: http://wp.me/p55Mu0-XJ).

Enfim: Tite, que tanto reclamou da arbitragem após a partida, fará mea culpa e pedirá desculpas?

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– O gol de mão em Brasil 0x1 Peru: 4 considerações!

A Seleção Brasileira foi eliminada pela Seleção Peruana com um gol irregular. A bola foi cruzada e Ruidíaz “dá uma raquetada”. Mão deliberada, intencional, indiscutível. O árbitro uruguaio Andrés Cunha, que tem se notabilizado por ótimas arbitragens no último ano, estava no seu lado cego, ou seja, em posicionamento ingrato, difícil de se ver. Quem poderia ajudar naquela situação seria o bandeira 1, ou um Árbitro Assistente Adicional (os AAA) que víamos há tão pouco tempo no Campeonato Brasileiro.

Mas quatro coisas são necessárias sobre o erro:

1) Não houve influência externa ilegal na decisão do árbitro (nenhum repórter “soprou” às escondidas para o 4o árbitro ou bandeira);

2) A necessidade do árbitro de vídeo se faz cada vez mais necessária;

3) A Comissão de Árbitros da Copa América Centenária, presidida por Wilson Luís Seneme (especial e exclusivamente para o evento) foi traída pelo erro de um candidato à apitar a finalíssima.

4) Dunga, que tanto reclamou do erro, se esqueceu que fomos ajudados em proporção igual contra o Equador, invalidando um gol legítimo do adversário.

Enfim, é vida que segue. E a Seleção Canarinho cada vez menos prestigiada pelos brasileiros pelo baixo nível técnico.

*ATENÇÃO: VEJA A DATA DA POSTAGEM, POIS AS REGRAS MUDAM.

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– O polêmico lance aos 49 m do 2o tempo de Palmeiras 1x 0 Corinthians

No 4o minuto dos acréscimos do Dérbi deste final de semana, o goleiro Fernando Prass (SEP) sai para defender uma bola e tromba com o zagueiro Tiago Matias (SEP). Felipe (SCCP) estava junto para dividir a jogada. Não há falta no lance. Prass não consegue o domínio de bola pois Tiago, de costas, o toca. Ao menos, é o que se vê à exaustão pelas imagens de TV. O árbitro Raphael Claus apita falta no instante em que Bruno Henrique completa para o gol.

Aqui, é uma grande bobagem discutir se ele apitou a falta (inexistente) antes, durante ou depois do chute de Bruno Henrique. O gol sairia do mesmo jeito e seria invalidado em qualquer uma das situações, pois Claus entendeu como infração.

Perigo de gol, alguns diriam?

Não creio. Acredito em erro de interpretação. Agora, se aparecer outra imagem que ninguém viu, rendamos a mão à palmatória.

Importante 1: surge, agora, uma imagem congelada mostrando Felipe encostado no braço de Prass. Teria força suficiente para evitar o domínio de bola? Ou a trombada de Tiago foi mais significativa para isso? Se a resposta foi a primeira, acertou Clauss.

Importante 2: se Felipe estava impedido (segundo a Fox Sports, estava mesmo), o árbitro acertou por linhas tortas (já que foi marcado o tiro livre direto e não indireto).

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– O Paulista e a McMillan: tempo para pensar, desistência ou golpe?

Uma brincadeira que parecia virar realidade e se tornou um grande engodo. É essa a impressão que eu tenho sobre a história da parceria que se sonhou há pouco tempo e, de repente… PUF!

Sumiu.

No dia 1o de abril, fiz uma inocente postagem alusiva a data do “Dia da Mentira”, sobre um endinheirado sheik que viria do Oriente Médio e bancaria o Tricolor Jundiaiense, salvando desde as categorias de base, passando pelo profissional e administrando até o estádio Jayme Cintra. Citei que desejaria que tudo isso fosse verdade.

De repente… um susto! Surgiram as primeiras informações de que o sonho utópico poderia se concretizar. Dizem (e de gente confiável) que as negociações com Elton, que um dia foi jogador do Sub17 do Paulista, começaram há muito tempo. Acredito nas pessoas que iniciaram as conversas. Acredito também nas que fizeram os últimos contatos.

Seria um grupo formado por árabes e investidores da Grã Bretanha em um fundo internacional, sediado em Londres, chamado McMillan. Aplicariam o dinheiro em imóveis, na indústria, em prestação de serviço e agora no futebol. O próprio Elton (que diz morar em na capital inglesa), se dizia formado pela respeitável F.A. em gestão esportiva, e ele seria o administrador por 10 anos representando o parceiro.

Depois do golpe que o Galo sofreu ao aceitar como parceiro o grupo de Mônaco que teria como treinador o português Paulo Fernandes (e que era uma tremenda picaretagem comprovada, um conto do vigário aplicado em diversos clubes mundo afora), tal novo parceiro sempre me pareceu suspeito.

Sabe o ditado de que “quando a esmola é muita o santo desconfia”? Ou outro dito: “cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça?”. Pois é. Era bom demais para ser verdade…

Já tivemos a Lousano que ajudou o Paulista. Também vimos a Parmalat turbinar o time como Etti Jundiaí. Teríamos outro endinheirado gastando a vontade? E a grande pergunta: por que gastar tanto dinheiro em um time da Terceirona Estadual, sem calendário nacional, e com a deficitária Copa Paulista em vias de começar?

Elton sumiu. Não atende as chamadas telefônicas dos cartolas, nem dos dirigentes, nem da imprensa. E confesso algo que sempre me perturba: não gosto de quem não atende telefonema, não responde e-mail ou foge do contato. Neste mundo contemporâneo de inúmeras redes sociais e formas de comunicação instantâneas proporcionadas pela tecnologia, só há duas respostas para tal ato: ou está com problemas sérios e não quer ser importunado, ou foge da raia para não ser achado e resolver pendências.

Qual seria, então, o motivo do sumiço de Elton?

Se o problema era o Paulista FC, qual o trauma dele externar? Diga que os dirigentes do clube não chegaram a um acordo. Se a culpa foi da desistência do negócio por parte do fundo, que diga sem remorso de que a tentativa frustrou. Mas por que o desaparecimento sem notícia? Fica a impressão de um ôba-ôba de Elton, iludindo a todos.

O pessoal do marketing, que tanto se esforçou nos últimos meses, não está mais para responder sobre o futuro do clube. Dr Franklin e Pitico, do Novo Paulista, foram até onde conseguiram ir. O Dr Marco Antonio, que estava trabalhando como abnegado, saiu. O presidente Djair Bocanella renunciou. Pepe Verdugo, ex-presidente dos anos 90 (além do Dr Levada, de Milton Demarchi e demais apaixonados) terão a árdua missão de decidir o rumo do mais que centenário Paulista Futebol Clube.

Não adianta crer que a comunidade jundiaiense colabore. Os pedidos de ajuda foram feitos nos últimos dois anos, e a verdade é: o empresariado não pode colaborar mais do que já fez (o país está em crise), o futebol deixou de ser um produto atrativo no Brasil, há outras opções de lazeres que roubam o público, a Prefeitura tem (e deve ter mesmo) outras prioridades com a sociedade e a torcida é aquela que sempre vemos: os presentes torcedores organizados, somados aos tradicionais torcedores que faça chuva ou faça sol sempre vão, os proprietários de cativa que aceitam limpar suas cadeiras sujas pelos excrementos de pombo e outros anônimos que somam os 800 a 1300 pagantes, variando para mais ou para menos, dependendo da campanha.

Sejamos realistas: o Galo está falido. Só não fechou a porta pois essas pessoas que citei ainda resistem em coro nas redes sociais, na esperança de dias melhores e na lembrança das glórias conquistadas.

A saída a curto prazo é arrendar o clube para algum empresário. Sabemos, logicamente, que não é a melhor solução. O verdadeiro (e difícil) remédio é alguém profissionalizar o Paulista e colocar dinheiro em um time da 3a divisão regional (sem divisão nacional), convivendo com os oficiais de justiça, com penhoras judiciais e cobranças diversas.

Que não estejamos vendo a morte de um tradicional clube de futebol. Embora, cá entre nós, esteja há tempos na UTI.

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– Fred no Atlético Mineiro?

Há muito tempo o atacante Fred está nivelado por baixo. Mal na Copa de 2014, ruim de ambiente no Fluminense (onde mandava e desmandava), chega com alto salário ao Atlético Mineiro.

Dias atrás, surgiu a informação de que o Galo de MG possui dívidas astronômicas. Já com o compromisso de R$ 800.000,00 / mês a Robinho, fica a pergunta: como pagar as contas?

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– O Dopping de Alecsandro e a Necessidade de Profissionalismo

O atacante palmeirense Alecsandro foi flagrado pelo exame anti-dopping por uso de anabolizantes, revelou a FPF nesta 3a feira, na partida entre Corinthians x Palmeiras no Paulistão.

Uma pena. O jogador alega que possa ter sido vítima de contaminação de um suplemento alimentar que ele tomava por conta própria.

Cá entre nós: um atleta profissional de equipe de ponta não pode dar uma vacilada como essa. Aliás, sempre a culpa é dos outros (do remédio, do laboratório, da farmácia…).

Pelo histórico, Alecsandro pode não ter tido má fé. Entretanto, imagine quantos jogadores que não fazem o exame anti-dopping (e por isso não são pegos) e as modernas drogas que existem nos diversos esportes.

É a ciência para alto rendimento via burla, fazendo o esporte deixar de ter espírito esportivo.

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– Renan e o fim do Estranho Contrato

No futebol, não duvido de nada. E é assustador imaginar até onde a corrupção no esporte pode levar. Talvez essa matéria abaixo possa explicar alguns negócios improváveis, como Douglas no Barcelona e/ou tantos atletas que custam tão caro e praticamente não jogam, sob a desculpa de deficiência técnica ou adaptação.

Sobre o goleiro Renan, que chegou a ser convocado até para a Seleção Brasileira, compartilho:

(Extraído do Blog do Paulinho, em: http://blogdopaulinho.net)

RENAN, O TRAFICANTE E OS R$ 15 MILHÕES QUE O CORINTHIANS JOGOU NO LIXO

“Nada entra ou sai do Corinthians, nem mesmo um alfinete, sem que o Andres Sanches receba comissão. Ele é conhecido por nós, empresários, como ‘Taxinha’”.

(DIMITRIZ TZLAS, vulgo “Grego”, empresário de jogadores)

Terminou o contrato de cinco anos do goleiro Renan (contratado em 2011 junto ao Avaí) com o Corinthians.

O saldo: R$ 15 milhões gastos entre aquisição e salários, apenas três jogos disputados e cinco gols sofridos.

A explicação: Renan pertencia ao Avaí, clube que havia terceirizado o departamento de futebol para o traficante internacional Ângelo Canuto (“fusca”, para a polícia, “padrinho”, na criminalidade), amigo do ex-presidente Mario Gobbi.

O acerto se deu por aval do agente Carlos Leite (comissionado em R$ 500 mil), do treinador Mano Menezes (que, para ajudar, convocou-o para uma única e estratégica oportunidade à Seleção Brasileira) e do atual presidente do Corinthians, Roberto “da Nova” Andrade, à época diretor de futebol, preposto do deputado federal Andres Sanches (PT).

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– Seleção Brasileira e sua nova realidade no cenário mundial

A minha geração se encantou com Telê-82 e se assustou com Lazzaroni-90. Se irritou com o apito amigo hermano em 78 (mas finge que nunca ouviu falar do apito amigo brazuca de 62). Suportou o título pragmático de Parreira-94 e festejou nas clínicas cardíacas Felipão-02. E que esperava mudanças após o #GER7x1BRA-14, mas ficou só na vontade…

Na verdade, criou-se uma falsa sensação de superioridade absoluta ao longo dos anos que contrastou com o inicial Complexo de Vira-Latas. O Brasil nunca foi uma Seleção de “NBA do futebol”, nem quando tínhamos as encantadoras Seleções de 70 e 58 (por vídeos, as melhores que vi jogar).

Contra o Equador, o 0x0 foi bom, e escrevo isso com dor no coração. Afinal, eles são líderes das Eliminatórias Sulamericanas para a Copa de 2018 e nós estamos distantes na pontuação.

Somos um time muito bom, uma equipe comum turbinada por Neymar (que está assistindo nas arquibancadas), mas não nos classifiquemos como excepcionais. Já fomos, não somos mais.. Deixemos o ufanismo de lado e rendamo-nos à realidade. Entre os grandes, somos apenas um deles.

Não podemos deixar de citar o futebol dos clubes brasileiros, que deixou de ser diferenciado e se apequenou. Vide a diferença entre América do Sul e Europa. Some-se, ainda, a baixa qualificação dos árbitros internacionais brasileiros de hoje. Antes, tínhamos 10 FIFAs com condições de apitar uma Copa do Mundo. Hoje, se muito, 3 ou 4.

Infelizmente, não vejo mudanças positivas à vista… E você?

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– A antipática declaração unfair-play de Paulo Bento

No último confronto entre Cruzeiro X América-MG, dias atrás, um atleta do time americano se lesionou e o seu companheiro colocou a bola para fora. Na devolução, o treinador do Cruzeiro, o Português Paulo Bento, orientou a não devolver a bola. Disse ainda:

O Cruzeiro não colocará a bola fora. Se a colocar, não pretendemos que nos devolvam“.

Claro, a regra não obriga a devolução embora o Fair Play (o espírito do jogo), sim. Entretanto, o fim de tal gesto não parece uma atitude inapropriada e deselegante?

O que você pensa sobre isso?

Deixe seu comentário:

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– A Mão na Bola de Flamengo 1×2 Palmeiras e o seu Custo Benefício

Futebol é realmente algo bacana para se discutir. Na partida do Mané Garrincha entre Flamengo x Palmeiras, uma ruim atuação do árbitro paraense Dewson Freitas (e que é da FIFA!). Uma clara mão deliberada na bola (não dá nem para discutir movimento antinatural, o zagueirão do Mengo teve clara intenção) e que ele fez vista grossa. Certamente, dirá que não viu o toque, mas a verdade é que aparenta ter errado na interpretação.

Mas o assunto é outro: a defesa do zagueiro César Martins, jogador de linha que evitou o gol espalmando a bola. Correto pênalti marcado e cartão vermelho bem aplicado. Mas vale refletir: ele trocou o gol certo que sua equipe sofreria por um possível risco de sofrer um gol de pênalti, a troco de sua equipe jogar com um atleta a menos o restante da partida.

O sacrifício foi em vão. Vale a pena correr o risco?

Se eu fosse jogador, preferiria ter um atleta a mais na partida. E você?

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– Afinal, a bola do gol anulado saiu ou não saiu?

Se válido, o gol do Equador contra o Brasil na Copa América Centenário seria um dos grandes “frangos” da Seleção Brasileira de todos os tempos. Entretanto, o bandeira Carlos Aztrosa anulou alegando saída de bola no cruzamento de Bolaños e o árbitro chileno Julio Buscañàn confirmou a marcação dele.

Nas imagens da Rede Globo, achei que foi erro grotesco. Porém, vejo no site do jornal espanhol Marca uma foto que pode explicar a falha: se o árbitro assistente estava atrasado no lance (não consegui verificar na jogada se ele bobeou no seu posicionamento), sua visão não era em linha reta mas sim em diagonal. Portanto, houvera sido enganado pela ilusão de ótica como na imagem abaixo:

  • Traído pelo atraso?
  • Os árbitros de vídeo, se existissem, ajudariam?
  • A tecnologia como a do tênis poderia resolver o problema?

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– Descanse em Paz, Cassius Clay

Muhammad Ali, ou se preferir, Cassius Clay, a lenda do boxe, morreu aos 74 anos.

Olha que curioso: quando ele se retirou do ringue, abaixo, extraído de History Channel.

Em: http://seuhistory.com/hoy-en-la-historia/proibido-de-lutar-muhammad-ali-cassius-clay-anuncia-retirada-dos-ringues

PROIBIDO DE LUTAR, MUHAMMAD ALI SE RETIRA DOS RINGUES

No dia 3 de fevereiro de 1970, o lutador de boxe Cassius Clay chamou uma coletiva de imprensa para anunciar que estava deixando o boxe. O famoso boxeador estava probido de lutar na época porque não quis se alistar no exército norte-americano para combater na guerra do Vietnã, alegando motivos religiosos. Ali, mais tarde, mudou de ideia e disse que queria lutar novamente.

Depois de três recursos negados, Ali foi chamado para servir o exército em 28 de abril de 1967. Ele se recusou e foi condenado por evasão de divisas em 20 de junho de 1967. Pegou cinco anos de prisão e teria que pagar uma multa de US$ 10 mil. Ele também foi destituído de seu título pela WBA e pela Comissão Atlética de Nova York, além de ter caçada a sua licença como boxeador. O lutador recorreu da sentença em liberdade. Mais tarde, a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu por unanimidade em seu favor em 28 de junho de 1971. Pouco antes, em 7 de dezembro, ele já havia conquistado na Justiça estadual uma licença para poder lutar em Nova Iorque.

Cassius Marcellus Clay Jr., ou mais conhecido como Muhammad Ali, nasceu em 17 de janeiro de 1942, em Louisville, Kentucky, nos EUA. Ele é considerado um dos maiores boxeadores da história e também reconhecido por sua atuação em causas humanitárias. Ex-campeão peso-pesado de boxe, é uma das maiores figuras desportivas do século 20. Foi eleito “O Desportista do Século” pela revista americana Sports Illustrated em 1999. Foi o primeiro lutador a conquistar o título dos pesos-pesados três vezes. Venceu 56 vezes em seus 21 anos de carreira profissional.

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– Crueldade do Futebol da Seleção, Tabela Cruel e o Cruel Comentário do Rival

A Copa América começa com o Campeonato Brasileiro em andamento. E nada os clubes fazem?

Eles cedem seus jogadores, os pagam e não reclamam. Que medo é esse de Marco Polo Del Nero (que não viajou para o evento pois pode ser preso pelo FBI)?

É sintomático: perde-se os melhores jogadores e os times fraquejam. Vide o Santos, amargurando péssimos resultados. E pior: há risco de perder atletas lesionados ou desvalorizá-los na Seleção, por mais incrível que possa parecer. Aliás, que maré de azar de Dunga: quantos jogadores cortados!

A verdade é que, na minha infância, qualquer amistoso da Seleção Brasileira parava o país. Hoje, perdeu a graça.

Avalie: quais dos atletas de hoje jogariam no time de 2002 ou de 1994? Talvez só Neymar. Nas demais Seleções (58, 62 e 70), não se pode nem especular.

Alfio Basile, ex-jogador e treinador ícone argentino, disse: o Brasil tem o pior futebol de sua história“.

Creio que talvez só não poderemos comparar com os escretes da década de 30 (pois é difícil achar vídeos desses registros).

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– A Permissão EM OFF para testes de vídeo e o árbitro emudecido.

A CBF prometeu que usaria o árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro. Não poderia fazer de maneira oficial, já que o tempo era curto, o torneio não poderia começar sem o recurso eletrônico e tê-lo no meio da competição, e as imagens teriam que ser feitas por geradora independente.

O discurso, evidentemente, era demagogo. E eis que a FIFA não liberou o uso do recurso de árbitro de vídeo para utilização oficial para ajudar os árbitros, nem liberou o Brasileirão para que tivesse tal benefício em formato de teste prático. Ela permitiu somente testes em OFF: ou seja, se acontecer um lance polêmico, o árbitro não poderá tomar a sua decisão com base no uso do vídeo. O novo árbitro (AV, o árbitro de vídeo) estará vendo as imagens, agindo como se fosse corrigir o árbitro, mas não o fazendo de fato.

Na prática, é um simulado que não poderá ter interferência em campo. Um teste sem uso verdadeiro do recurso, e que poderá trazer um grande problema: e se o árbitro tomar uma decisão polêmica e voltar atrás? Dirão que ele recebeu informação do árbitro de vídeo que em tese não poderia informá-lo?

Aqui fica a confirmação: a CBF disse iria usar o árbitro de vídeo no Campeonato Brasileiro, mesmo sabendo que seria uma mentira. Terá que se contentar com um teste oficial, “quase nulo” na prática, pois o ideal era testar com as informações valendo, não com um AV mudo.

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– De Lucas Perdomo a Rodrigão

Muito bom o texto do jornalista Heitor Freddo sobre jogadores que, como promessas, têm oportunidades e se perdem. Outros, labutando em meio as dificuldades, agarram a primeira e única chance com unhas e dentes.

Vale a pena conferir:

Extraído de: https://heitorfreddo.wordpress.com/2016/05/31/de-lucas-perdomo-a-rodrigao/

DE LUCAS PERDOMO A RODRIGÃO

Ontem a palavra futebol entrou no noticiário policial com a prisão de Lucas Perdomo, jogador do Boavista suspeito de participar de um dos crimes mais assustadores dos últimos tempos – o estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos.

Enquanto boa parte da sociedade ainda tenta encontrar uma brecha para culpar a vítima – comportamento típico da cultura do estupro que vigora no país -, pouco se discute sobre o que leva um ser humano a ter uma atitude tão nojenta. Nesse caso específico, estamos falando de uma das profissões mais badaladas na hora de encontrar uma parceira.

Um jogador de 20 anos apadrinhado pelo mega astro Seedorf. Atleta do Boavista, mas observado por outros clubes como o Audax em São Paulo e o Botafogo no Rio de Janeiro.. Uma vida jogada no lixo por culpa única e exclusiva dele. Não digam que foram as más companhias, porque ele não estava obrigado naquele quarto. Não tratem como uma armação, porque foram os estupradores quem filmaram e espalharam o vídeo de uma menina desacordada na cama enquanto eles (incluindo o jogador Lucas) passam as mãos nas partes íntimas dela – se você não sabe, isso já é um estupro.

Mas no mesmo dia em que o futebol perdeu um jogador promissor, preparado desde criança para ser atleta de alto rendimento, uma história exatamente oposta desse esporte veio à tona. Um caminho de superação, força de vontade, determinação e a realização de um sonho. Uma carreira construída sem ajuda de ninguém e sem nenhuma perspectiva de sucesso.

Em 2013 Rodrigão era um atacante de futebol amador. Com porte físico de centroavante, o rapaz de 19 anos era estrela nos campos de várzea da Bahia. Uma diversão aos finais de semana para quem ganhava a vida trabalhando como pintor de paredes.

É óbvio que desde menino, Rodrigão sempre sonhou em ser jogador profissional. Mas como apostar nesse sonho e viver fora de casa quando desde criança você é um dos responsáveis por garantir o sustento da família e o pagamento do aluguel?

A diversão do final de semana falou mais alto. Em 2013 olheiros do Democrata de Governador Valadares em Minas Gerais descobriram Rodrigão jogando no futebol amador da Bahia e o convidaram para um teste no clube. Eu juro que eu queria esses olheiros para o meu time.

Rodrigão se profissionalizou, foi contratado pelo Boa Esporte (a quarta força do futebol mineiro) e esse ano foi vendido ao Campinense da Paraíba, onde em menos de 5 meses se tornou o maior goleador do país com 18 gols que levaram o Campinense a mais uma final estadual.

Três anos depois do inesperado convite no futebol amador, Rodrigão é o novo reforço do Santos Futebol Clube. O jovem pintor de paredes vai vestir uma das camisas mais importantes do futebol mundial. E na sua chegada, deixa claro qual seu principal objetivo. Não é fazer fama, nem comprar um carrão de luxo ou ser fotografado pelo Ego aos beijos com uma Panicat. Rodrigão que comprar uma casa própria para a família e ter a segurança de que, se o sonho do Cinderella de chuteiras for interrompido, a carreira não terá sido em vão.

Impossível não lembrar da história de outro guerreiro da bola. Grafite, o artilheiro do Campeonato Brasileiro pelo Santa Cruz, começou a carreira de jogador de futebol aos 21 anos. Antes, Edinaldo era vendedor de sacos de lixo de porta em porta e jogava por prazer no futebol amador aqui da nossa região. Assim nasceu um campeão da Libertadores, campeão e ídolo na Alemanha, jogador de seleção brasileira em Copa do Mundo e maior ídolo da história do Santa Cruz.

São histórias assim que fazem as esperanças serem renovadas no futebol. Numa época de jogadores mimados, blindados por todo tipo de assessor e parte da geração mimimi, temos ainda atletas que brilham os olhos ao receberem um convite de um clube grande. Numa fase de atletas preocupados com o status nas redes sociais, ainda temos guerreiros que sonham com uma casa própria.

Numa época de Lucas Perdomo, que bom que ainda temos Rodrigo.

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– Vale Cobrar: e o Árbitro de Vídeo, dona CBF?

Falamos em Março, voltamos ao tema em Abril e Maio e estamos quase entrando em Junho: o Campeonato Brasileiro de 2016 está em curso SEM O ÁRBITRO DE VÍDEO, prometido demagogicamente no começo do ano.

Há meses venho batendo na mesma tecla e pedindo para ser cobrado: o discurso da Comissão de Árbitros era diálogo flácido a fim de acalentar bovino, ou se preferir no popular: “conversa mole pra boi dormir.

Os motivos são os mesmos que já citei:

  • A CBF não tem estrutura adequada para implantá-lo;
  • Não poderá usar as imagens da Rede Globo, pois ela tem que ter uma geradora dedicada à arbitragem;
  • É proibido usar o recurso com um campeonato já iniciado (ou se faz em todas as partidas ou em nenhuma);
  • O prazo era curto para a implantação sem treino aos árbitros nem experiência em torneio amador;
  • Mesmo com muita grana, Marco Polo Del Nero não gastará o dinheiro em tal incremento.

Pois bem: estou sentado, ainda esperando um pronunciamento oficial da CBF e daqueles que venderam a mentira de que o BR-16 possuiria os AV já nesse ano (e não vale recadinho via e-mail).

Assim como na política, o futebol está cheio de demagogos e espertalhões tentando iludir as pessoas de bem. E há quem acreditou que a IFAB / FIFA levaria a CBF a sério, cujo presidente nem pode sair do país!

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– A falta não marcada em São Paulo 1×0 Palmeiras. Dudu está definitivamente marcado?

Creio que não há dúvida em dois lances polêmicos no Choque-Rei do último domingo: a falta não marcada em Dudu no começo da partida (e na sequência sai o gol de Ganso) e a tentativa de pênalti simulado por Rogério no final do jogo.

No primeiro lance, errou o juizão. No segundo, acertou, embora faltou a aplicação do cartão amarelo. Aliás, o árbitro Ricardo Marques Ribeiro me impressionou fisicamente. Como correu em campo! E foi extremamente criterioso na marcação ou não de faltas: contato em disputa de bola que fosse duvidoso, deixava o jogo seguir sem dar a suposta infração, deixando até de marcar algumas faltinhas de jogo.

Mas o leitor pode perguntar: por quê não foi marcada a falta sobre Dudu?

Simples. Porque Dudu tem histórico ruim com a arbitragem. É jogador que está marcado e “cavou tal condição”. É evidente também que os árbitros não podem entrar predispostos contra ele.

Claro, seria leviano afirmar que a falta não foi marcada de caso pensado. Mas cá entre nós: se você tem um lance supostamente faltoso que envolva Cocito (ex-Corinthians e Atlético Paranaense, que batia bastante e fazia sua própria sombra sair de maca), se o árbitro tem dúvida, vai marcar. Se no mesmo lance fosse o Gamarra (o grande zagueiro paraguaio), vai deixar seguir.

Com Dudu é a mesma coisa: se ele dividir uma bola e pedir falta, existindo dúvida, o árbitro não vai marcar. E o atleta está ciente disso, pois após a partida, declarou sobre o juiz (querendo mudar a sua imagem):

Ele apitou bem o jogo, sem reclamação”.

Nunca vi Romário simular pênalti ou reclamar da arbitragem. Pergunte aos árbitros sobre o Baixinho dentro de campo. Já sobre Djalminha, Edmundo, Marcelinho Carioca (que jogavam muito mais do que Dudu)…

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