– A Nota Oficial dos Árbitros contra quem atacar a categoria.

Já falamos em outra oportunidade sobre “o imbróglio que envolveu as Associações de Árbitros do Brasil” nos últimos anos. Está aqui: https://wp.me/p55Mu0-3Jd.

Agora, ANAF e ABRAFUT estão juntas no STJD, visando punir criminalmente quem ofender os árbitros.

Abaixo, a nota divulgada:

ANAF E ABRAFUT DECLARAM TOLERÂNCIA ZERO CONTRA ATAQUES À ARBITRAGEM

O futebol brasileiro vive há anos um festival de transferência de responsabilidade, em que erros de gestão, falhas técnicas e falta de planejamento são mascarados por ataques covardes a quem carrega o apito.

Nos últimos dias, no Rio de Janeiro, a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF) e a Associação Brasileira dos Árbitros de Futebol (ABRAFUT) apresentaram ao procurador-geral do STJD, Paulo Emílio Dantas Nazaré, uma carta de intenções que institui uma força tarefa nacional em defesa da arbitragem e, consequentemente, em prol do futebol brasileiro.

A iniciativa atuará dentro e fora dos tribunais, com o objetivo de proteger a categoria e responsabilizar civil e criminalmente quem ultrapassar os limites da crítica, da esportividade e da civilidade.

“A ANAF vai à Justiça contra quem atacar veladamente ou publicamente a arbitragem. O tempo da covardia cessou. O respeito não se pede, se impõe.” — Salmo Valentim, presidente da ANAF.

A nova CBF, sob a presidência de Samir Xaud e a direção de arbitragem de Rodrigo Cintra, tem investido e transformado a forma de planejar, projetar e renovar o setor, que herdou uma categoria desestruturada, desmotivada e desacreditada.

O trabalho agora é de reconstrução total, perceptível pelos seminários em todo o país e concentrações mensais no Rio de Janeiro. A cobrança imediata que tem ocorrido é semelhante à de um clube que sai da Série D e luta para chegar diretamente à Série A sob nova direção.

É claro que já sentimos a mudança nestes poucos meses, na organização, no investimento, em projetos e em uma governança de primeira divisão. Como em qualquer processo sério de reconstrução, os resultados mais visíveis não são imediatos, mas é evidente que há rumo, comando, apoio e coragem para mudar.

A ANAF e a ABRAFUT defendem o profissionalismo, a valorização e o respeito aos árbitros brasileiros, mas não aceitarão mais a cultura da intimidação e do linchamento moral que corrói o futebol nacional.

Crítica é parte do jogo. Difamação, não.

Quem ultrapassar esse limite vai responder nos tribunais.

ANAF — Associação Nacional dos Árbitros de Futebol ABRAFUT — Associação Brasileira dos Árbitros de Futebol

Em defesa da arbitragem. Em defesa do futebol brasileiro.

– E o São Paulo?

Cá entre nós: o São Paulo FC tem uma sequência de derrotas preocupantes e um pandemônio administrativo. Como resolver?

Devendo quase 1 bilhão de reais e com uma pontuação preocupante… Abra o olho, Tricolor!

– Sobre o lance do pênalti de Brazão em Santos x Vitória:

Grande Nilson César, obrigado pelo carinho!

Sobre o lance do pênalti de Brazão em Santos x Vitória: https://youtu.be/Iygf3srlChs?si=Omsn3uHzhxPN0FeY

 

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Juventude vs Red Bull Bragantino (Rodada 29 do Brasileirão).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Juventude em Caxias do Sul, a CBF escalou,lou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima – MG
Árbitro Assistente 1: Leila Naiara Moreira da Cruz – DF
Árbitro Assistente 2: Felipe Alan Costa de Oliveira – MG
Quarto Árbitro: Maguielson Lima Barbosa – DF
Assessor: Sílvio Eduardo Silva e Silva – MA
VAR: Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira – MG
AVAR: Marcus Vinicius Gomes – MG
AVAR2: Rodrigo Carvalhaes de Miranda – RJ
Observador de VAR: Vidal Cordeiro Lopes – BA
Quality manager: Mikael Silva de Araujo – CBF

Felipe Fernandes de Lima já teve altos e baixos na carreira. Começou muito bem, brigou pelo escudo FIFA (representando MG), mas “subiu no salto” na hora errada: debochou de um jogo do Vasco quando estava na série B, teve alguns problemas em campo (como conversar demais com atletas) e caiu de divisão.

Porém, voltou a figurar em jogos da Série A na gestão de Rodrigo Cintra na CBF, e tem feito um boa temporada tecnicamente (exceto em Athletico Paranaense x SPFC, pela Copa do Brasil, pelo polêmico pênalti marcado). Continua com o defeito: conversar em campo (embora tenha diminuído).

Recentemente, se envolveu em outra polêmica: apitou Corinthians x Mirassol no sábado à noite, e no domingo cedo (após viajar na madrugada de carro), apitou um jogo na várzea em Brumadinho (tendo desmaiado ainda no primeiro tempo). Isso não é profissionalismo…

A propósito, sobre profissionalismo na arbitragem, falamos nesse link: https://professorrafaelporcari.com/2025/10/13/afinal-o-que-e-profissionalizar-os-arbitros-2/

Desejo boa sorte ao árbitro e um grande jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Juventude x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Seguinda-feira, 20/10, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– E o Palmeiras está bravo!

Já falamos sobre a arbitragem de Flamengo 3×2 Palmeiras (aqui: https://wp.me/p4RTuC-1b6p). O assunto renderá muitos dias…

Pois bem: Anderson Barros, diretor do Verdão, “descascou” sobre o Flamengo e o árbitro nessa publicação (extraída do twitter do jornalista Danilo Lavieri, abaixo). Aguardemos a repercussão…

Image displays Portuguese text detailing a statement on unequal treatment of football clubs like Palmeiras and Flamengo in competitions highlighting hypocrisy and the need for consistent criteria to avoid bias in Brazilian football discussions.

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #mizuno

– Os “Gringos da Vila” impedem novos “Meninos da Vila”?

O “Santos de Pelé” sempre se caracterizou por ser um time mágico, goleador e de fineza no trato na bola. Quem gosta de futebol, certamente sabe o que significa o “ataque dos sonhos com Pelé, Coutinho, Dorval, Mengálvio e Pepe”.

O Peixe se notabilizou por revelar craques novatos, desde o primeiro “Meninos da Vila” com Juary, passando por Robinho, Diego, Neymar, Rodrygo, Ângelo e Marcos LeonardoGaroto bom de bola, brota na Vila Belmiro. Mas hoje… temos Álvaro Barreal, Lautaro Díaz e Benjamín Rollheiser.

Cá entre nós: os gringos (que não são acima da média ou incontestáveis) não acabam tirando a chance de novos garotos surgirem?

O mesmo se diga ao São Paulo com seus estrangeiros e tantos outros times. E não se trata de xenofobia ou reserva de mercado, mas de inteligência na revelação / oportunidade a jovens talentos e cuidado com as finanças do time.

– E o São Paulo?

Cá entre nós: o São Paulo FC tem uma sequência de derrotas preocupantes e um pandemônio administrativo. Como resolver?

Devendo quase 1 bilhão de reais e com uma pontuação preocupante… Abra o olho, Tricolor!

– Os lances polêmicos de Flamengo 3×2 Palmeiras:

Obviamente, qualquer árbitro brasileiro que apitasse o jogão do Maracanã, teríamos polêmica. Árbitros, jogadores, treinadores e cartolas não se ajudam e não ajudam o espetáculo.

Antes dos lances: eu traria (do árbitro ao AVAR 2) uma equipe da Inglaterra, Alemanha ou Itália. E da América do Sul, o argentino (número 1 da Conmebol hoje) Facundo Tello (que apitará LDU x Palmeiras pela Libertadores da América).

Wilton Pereira Sampaio tentou apitar à europeia. Mas se não sabe ou não consegue fazer, dá problema. Porém, é inegável que, ao menos no primeiro tempo, foi bem criterioso em contato físico (e essas foram as discussões – ele quase não marcou lances de disputas mais viris).

No começo da partida, o lance de Jorginho em Gustavo Gómez: o flamenguista não salta com as mãos em movimento de impulso para disputar a bola, mas está com os braços para se apoiar nas costas do palmeirense. Aqui, é muito interpretativo: aquela mão teve impacto na jogada? Qualquer coisa que fosse decidida, geraria polêmica. Eu entendo que o contato (apesar de leve, quase sutil) desequilibra suficientemente para atrapalhar o paraguaio. Eu marcaria pênalti (mas respeito quem fez a leitura de que não impactaria). A única afirmativa que não se pode é: “claramente errou” ou “claramente acertou“.

O lance de Gómez em Arrascaeta: aqui, entendo que não tão viril, eu mandaria seguir a jogada. Wilton manteve o critério.

O pênalti de Fuchs em Pedro: que houve um toque infracional, lógico que houve (tiro livre direto, sem cartão, por imprudência; e na área, pênalti). Acertou o árbitro. Entretanto, segundos antes, Pedro faz o que chamava-se antigamente de “obstrução”. Pedro parou e obstruiu propositalmente o adversário? Ou Fuchs tentou passar por cima dele? Igualmente muito interpretativo (mas eu marcaria a falta, me pareceu intencional – respeitando opiniões contrárias).

Sobre o VAR: não chamou por entender serem lances interpretativos (e isso foi coerente).

Esse jogo dará discussões para a semana toda

Acréscimo: meu amigo Zé Boca de Bagre disse: “Se o Abel falou que o zagueiro palmeirense derrubou o sãopaulino sem querer há dois domingos, deveria falar que o Pedro trombou com o Fuchs sem querer também, né? Usando de coerência…”

– Como é a preparação de Wilton Pereira Sampaio para Flamengo vs Palmeiras?

Assim como os jogadores, também o árbitro precisa se preparar para um jogo importante.

Aqui, o “pré-jogo” do juizão. Tomara que ele não apareça no “pós-jogo”… (pois será sinal de que os protagonistas foram os atletas).

Em: https://youtu.be/d1Xdwd-YhOc?si=CX_G5-DUeM0giEPA

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

IN ENGLISH –

👊🏻 Hello friends! How are you? Sunday is also a day for exercise!

We’re all ready to sweat it out once again in search of health. Let’s go for a run to produce and enjoy those much-needed endorphins (controlling cortisol)?

Exercise. Always!

– E o Palmeiras está bravo!

Já falamos sobre a arbitragem de Flamengo 3×2 Palmeiras (aqui: https://wp.me/p4RTuC-1b6p). O assunto renderá muitos dias…

Pois bem: Anderson Barros, diretor do Verdão, “descascou” sobre o Flamengo e o árbitro nessa publicação (extraída do twitter do jornalista Danilo Lavieri, abaixo). Aguardemos a repercussão…

Image displays Portuguese text detailing a statement on unequal treatment of football clubs like Palmeiras and Flamengo in competitions highlighting hypocrisy and the need for consistent criteria to avoid bias in Brazilian football discussions.

– Quem aplica os 8 segundos de verdade? Sobre Fluminense x Juventude:

Poucos árbitros têm aplicado a Regra dos 8 segundos como limite para o goleiro colocar a bola em jogo, após a sua posse, no Brasileirão.

Na 5ª, no Maracanã, o goiano Jeferson Ferreira fez a contagem contra Jandrei (Juventude) e marcou o escanteio ao Fluminense. Desse escanteio, resultou em um gol

Que fase do goleiro, hein?

Mas aqui, um porém: na minha contagem, foram 9,5 segundos (contra 11 da TV). Não é a primeira vez que vejo essa situação. E explico:

Devemos contar os segundos a partir da posse definitiva, seguida do equilíbrio. Não é porque o goleiro está em pé com a bola em sua mão, que ele está pronto para recolocá-la em jogo. A contagem deve acontecer a partir da posse com domínio efetivo / equilíbrio (que pode ser ele no chão ou em pé).

Vale tomar cuidado, para não termos marcações equivocadas.

– Autoconfiança: como anda a sua?

Compartilho interessante matéria sobre a autoconfiança: como alguns esportistas a afloraram e usaram os benefícios em suas conquistas – a inteligência motivacional / emocional!

Extraído de: http://www.istoe.com.br/reportagens/247219_DE+ONDE+VEM+TANTA+AUTOCONFIANCA+

DE ONDE VEM TANTA AUTOCONFIANÇA?

Como a inteligência emocional – além de golpes certeiros – ajuda o campeão Anderson Silva a nocautear adversaries

Por Rodrigo Cardoso

Psicopata Americano. O apelido dá a dimensão do quão durão pode ser o lutador americano Stephan Bonnar, 35 anos, quando solto dentro do octógono do Ultimate Fighting Championship (UFC), maior evento de MMA do planeta. No sábado 13, para o seu azar, ele teve de dividir o espaço no UFC Rio 3 com o maior atleta da história da modalidade, o brasileiro Anderson Silva. Aos 37 anos, invicto no torneio desde 2006, Anderson foi escalado às pressas e teve pouco mais de um mês para se preparar. Mesmo assim, ganhou a luta no primeiro round, depois de derrubar o americano com uma joelhada no tronco e nocauteá-lo com uma sequência de socos. Não foi, porém, a sua explosão muscular que surpreendeu quem assistia à luta. O brasileiro deu um show de autoconfiança, uma competência emocional própria de quem é dotado de autoconhecimento e pleno domínio do campo no qual atua. 

Isso ficou claro quando, antes de ele liquidar o oponente, baixou a guarda, encostou o corpo na grade e pediu que Bonnar o golpeasse. Entre uma esquiva e outra, Anderson levou socos no rosto, mas seguiu com a mesma tática. Com o Psicopata Americano a um braço de distância, encontrou brecha, ainda, para, no meio da luta, dizer “calma, calma” ao seu treinador, que, desesperado, gritava para ele não agir daquela maneira. O campeão, porém, não estava se exibindo ou caçoando do oponente. O que se viu ali foi uma demonstração de sabedoria. “Se fosse uma atitude egoica, Anderson iria se dar mal. Mas ele sabia o que estava fazendo. E a autoconfiança surgiu – como sempre ocorre – em um contexto que o sujeito domina”, afirma a professora de neurologia Denise Menezes, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), uma especialista em neurologia e medicina mente-corpo.

Essa habilidade mental não foi construída com socos em saco de areia ou levantamento de peso. A autoconfiança é uma condição que as pessoas desenvolvem ao longo da sua história. A avaliação das experiências vividas e de metas factíveis traçadas em um plano são o ponto de partida. “Na medida em que uma pessoa passa a ter vitórias na vida, mesmo que modestas, ela se sente reforçada a buscar algo maior”, explica a psicóloga do esporte Katia Rubio, da Universidade de São Paulo (USP). “Foi nesse processo que Anderson se tornou cada vez mais confiante a ponto de sua postura ser tida, inclusive, como uma pré-vitória sobre adversários suscetíveis a uma imagem predeterminada.” 

A vida de Anderson não foi fácil. Aos 4 anos, deixou São Paulo e foi morar com os tios, em Curitiba, porque seus pais não tinham condições de criá-lo. Lá, treinava boxe tailandês sem deixar de cumprir suas obrigações como atendente de uma rede de fast-food, onde trabalhou por sete anos. Do seu tio, um ex-policial, não se esquece do jeito como ele o encarava. É um exemplo clássico de alguém que aprendeu com a vida. Esse processo, segundo a professora Henriette Tognetti Morato, do Departamento de Psicologia da Aprendizagem, Desenvolvimento e Personalidade da USP, potencializa a possibilidade de a autoconfiança surgir. Hoje, Anderson diz perceber no olhar do adversário quando esse titubeia. “Sempre falo para ele: ‘Se não sabe de onde veio e onde está, não sabe para onde está indo’”, conta Ramon Lemos, treinador de Anderson. Apesar de ser uma condição psíquica, a autoconfiança pode produzir respostas fisiológicas que deixam o indivíduo ainda mais seguro e hábil, de acordo com o psicobiólogo Ricardo Monezi, pesquisador do Instituto de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. Anderson tem sua própria avaliação, que pode servir de bússola para os outros. “Acredito que a autoconfiança vem de você acreditar em si mesmo acima de tudo”, disse o lutador à ISTOÉ. “E de muito treino.”

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Juventude vs Red Bull Bragantino (Rodada 29 do Brasileirão).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Juventude em Caxias do Sul, a CBF escalou,lou a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima – MG
Árbitro Assistente 1: Leila Naiara Moreira da Cruz – DF
Árbitro Assistente 2: Felipe Alan Costa de Oliveira – MG
Quarto Árbitro: Maguielson Lima Barbosa – DF
Assessor: Sílvio Eduardo Silva e Silva – MA
VAR: Marco Aurélio Augusto Fazekas Ferreira – MG
AVAR: Marcus Vinicius Gomes – MG
AVAR2: Rodrigo Carvalhaes de Miranda – RJ
Observador de VAR: Vidal Cordeiro Lopes – BA
Quality manager: Mikael Silva de Araujo – CBF

Felipe Fernandes de Lima já teve altos e baixos na carreira. Começou muito bem, brigou pelo escudo FIFA (representando MG), mas “subiu no salto” na hora errada: debochou de um jogo do Vasco quando estava na série B, teve alguns problemas em campo (como conversar demais com atletas) e caiu de divisão.

Porém, voltou a figurar em jogos da Série A na gestão de Rodrigo Cintra na CBF, e tem feito um boa temporada tecnicamente (exceto em Athletico Paranaense x SPFC, pela Copa do Brasil, pelo polêmico pênalti marcado). Continua com o defeito: conversar em campo (embora tenha diminuído).

Recentemente, se envolveu em outra polêmica: apitou Corinthians x Mirassol no sábado à noite, e no domingo cedo (após viajar na madrugada de carro), apitou um jogo na várzea em Brumadinho (tendo desmaiado ainda no primeiro tempo). Isso não é profissionalismo…

A propósito, sobre profissionalismo na arbitragem, falamos nesse link: https://professorrafaelporcari.com/2025/10/13/afinal-o-que-e-profissionalizar-os-arbitros-2/

Desejo boa sorte ao árbitro e um grande jogo.

Acompanhe conosco o jogo entre Juventude x Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
YouTube: https://www.youtube.com/c/CANALDOLOREDO, ou
Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Seguinda-feira, 20/10, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Uma geração de árbitros que não sabe apitar sem o VAR:

Jovens árbitros como Davi Lacerda, aspirante à FIFA, são o retrato perfeito de um mal da arbitragem brasileira: a transferência de responsabilidade ao VAR!

Por ter “crescido” no mundo do futebol com VAR, nunca apitaram jogos importantes sem ele. Não batem no peito, não assumem a bronca e se omitem. No pênalti de Sabino (Grêmio x SPFC), é somente apontar a marca da cal e mandar o gremista bater.

Qual o motivo de esperar um chamado do VAR? O VAR que faça a parte dele, e o árbitro, avise que a sua decisão de campo está tomada pelo lance claríssimo.

Viramos “árbitros de video-game”. Sem uma telona, não sabe tomar decisões.

– Qual o futuro do Paulista FC?

Falamos sobre os últimos acontecimentos desta semana (leilão, reunião, SAF, Fausto e FGTS).

Acesse o vídeo em: https://youtu.be/e6kS5sW_UHk?si=6DLRsHd-G3Om6P_l

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running 

– Quem aplica os 8 segundos de verdade? Sobre Fluminense x Juventude:

Poucos árbitros têm aplicado a Regra dos 8 segundos como limite para o goleiro colocar a bola em jogo, após a sua posse, no Brasileirão.

Ontem, no Maracanã, o goiano Jeferson Ferreira fez a contagem contra Jandrei (Juventude) e marcou o escanteio ao Fluminense. Desse escanteio, resultou em um gol

Que fase do goleiro, hein?

Mas aqui, um porém: na minha contagem, foram 9,5 segundos (contra 11 da TV). Não é a primeira vez que vejo essa situação. E explico:

Devemos contar os segundos a partir da posse definitiva, seguida do equilíbrio. Não é porque o goleiro está em pé com a bola em sua mão, que ele está pronto para recolocá-la em jogo. A contagem deve acontecer a partir da posse com domínio efetivo / equilíbrio (que pode ser ele no chão ou em pé).

Vale tomar cuidado, para não termos marcações equivocadas.

– Como é a preparação de Wilton Pereira Sampaio para Flamengo vs Palmeiras?

Assim como os jogadores, também o árbitro precisa se preparar para um jogo importante.

Aqui, o “pré-jogo” do juizão. Tomara que ele não apareça no “pós-jogo”… (pois será sinal de que os protagonistas foram os atletas).

Em: https://youtu.be/d1Xdwd-YhOc?si=CX_G5-DUeM0giEPA

– Que cara-de-pau, Abel! Sobre o pênalti de Palmeiras 5×1 Red Bull Bragantino:

Ô, Abel… você é vitorioso, mas não precisa ser cara-de-pau e fazer um escândalo com um pênalti corretamente marcado contrário ao seu time. Quando é a favor…

Falamos em: https://youtu.be/NV5WmLRlVfo?si=k5FDolEWRyC2hb5r

 

– A falta de Carisma da Seleção se mostra nos “desconhecidos do povão”:

A CBF anunciou dois novos amistosos da Seleção Brasileira para a próxima Data-FIFA (Senegal e Tunísia).

Ao ver o anúncio, penso: o torcedor comum sabe quem é o jogador da propaganda (abaixo)?

Responda rápido, quem ele é:

(Procurei 10 pessoas aqui próximas de mim, que gostam de futebol, embora não sejam fanáticos ou estudiosos. Ninguém soube responder).

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– Uma geração de árbitros que não sabe apitar sem o VAR:

Jovens árbitros como Davi Lacerda, aspirante à FIFA, são o retrato perfeito de um mal da arbitragem brasileira: a transferência de responsabilidade ao VAR!

Por ter “crescido” no mundo do futebol com VAR, nunca apitaram jogos importantes sem ele. Não batem no peito, não assumem a bronca e se omitem. No pênalti de Sabino (Grêmio x SPFC), é somente apontar a marca da cal e mandar o gremista bater.

Qual o motivo de esperar um chamado do VAR? O VAR que faça a parte dele, e o árbitro, avise que a sua decisão de campo está tomada pelo lance claríssimo.

Viramos “árbitros de video-game”. Sem uma telona, não sabe tomar decisões.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Palmeiras x Red Bull Bragantino (Rodada 28 do Brasileirão da Série A).

E para o confronto do Massa Bruta contra o Verdão, a CBF escalou a seguinte equipe de árbitros:

Árbitro: Raphael Claus – SP
Árbitro Assistente 1: Alex Ang Ribeiro – SP
Árbitro Assistente 2: Maira Mastella Moreira – RS
Quarto Árbitro: André Luiz Skettino Policarpo Bento – MG
Assessor: Adriano de Carvalho – TO
VAR: Daniel Nobre Bins – RS
AVAR: André da Silva Bitencourt – RS
AVAR2: Marcelo de Lima Henrique – CE
Observador de VAR: Péricles Bassols Pegado Cortez – RJ
Quality manager: Larissa Ramos Monteiro – CBF

Claus dispensa apresentações, tem experiência e é bom árbitro (embora, em 2025, não esteja na mesma fase que o levou à Copa do Mundo de 2022). Porém, o Palmeiras reclamou bastante da sua atuação no ano passado, contra o São Paulo, quando houve muita confusão.

João Martins, por exemplo, foi expulso pelos dizeres: “Tem que apitar para os dois lados, seu critério é uma vergonha. A arbitragem aqui é uma vergonha”. E após o relato na súmula, o auxiliar de Abel Ferreira o chamou de mentiroso.

Não bastasse isso, Anderson Barros, diretor do Palmeiras, também foi citado na súmula e prometeu provar que não disse o que Claus relatou: 

“Claus, qual o seu problema com a nossa comissão técnica? Você tem problema, é melhor não apitar mais. Você é tendencioso.”

Enfim: nessa rodada, os FIFAs disponíveis estão escalados e o critério mudou: ao invés de árbitros de outros estados nos clássicos regionais (quando possível), agora locais (Flávio Souza no Santos x Corinthians, Alex Stefano em Botafogo x Flamengo e Zanovelli em Atlético x Cruzeiro).

Tomara que tenhamos uma rodada tranquila…

Acompanhe conosco o jogo entre Palmeiras vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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Twitter: https://twitter.com/futeboltotalbra,
ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema e Léo Naja, análise da arbitragem com Rafael Porcari. Quarta-feira, 15/10, 19h00. Mas desde às 18h00 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– Lamentável a pressão Pré-Jogo em Botafogo x Flamengo. O Fogão se apequenou?

Nessa semana, em minha aula de “Responsabilidade Empresarial” para os Cursos de Administração, falei sobre “Indignação Ética” – um sentimento que surge a partir de observações indevidas e que escandalizam.

Basicamente, você não se importa mais com uma coisa errada se:
Normalizou com aquilo,
Pensa como o evento, ou
O Senso Comum te contagia.

Digo isso pois é para se indignar com a pressão desmedida, deselegante e inapropriada do Botafogo FR contra a arbitragem, antes do jogo contra o Flamengo. Tipicamente de alguém que se inferioriza e que previamente quer tumultuar. Lamentável ao extremo.

O Glorioso divulgou a seguinte nota em suas redes sociais:

O Botafogo esteve na CBF, representado pelo Diretor de Futebol Leonardo Coelho, onde manifestou o seguinte posicionamento a dirigentes da entidade:

– O Botafogo espera uma arbitragem segura, correta e profissional no clássico de amanhã, contra o Flamengo, no Nilton Santos. O Clube não vai admitir tentativas de pressão e intimidação de dirigentes de outras agremiações, confiando na condução da CBF sobre o tema e na boa atuação de Alex Stefano, que ainda realiza seus primeiros jogos em competições nacionais.

– O Clube vai realizar monitoramento em tempo real do trabalho da arbitragem na partida (Ref_Eval + Match_Fix), por meio da empresa especializada Good Game, para acompanhar o comportamento de todos os participantes e ter a segurança de que as regras do jogo serão respeitadas.

– O Botafogo cobrou explicações sobre os temas tratados nos últimos ofícios enviados, especialmente relacionados aos jogos contra Grêmio e Internacional, em que falhas escandalosas da arbitragem comprometeram os resultados.

– O Botafogo reconhece os esforços de Samir Xaud, Presidente da CBF, para melhorar os processos e buscar soluções para grandes temas do futebol brasileiro.

Ao ler essa publicação, penso: os árbitros são “bandidos” para serem monitorados por tais instrumentos? Cadê a credibilidade e confiança de que tudo ocorre com honestidade no campeonato? As associações de defesa dos árbitros se manifestarão? A CBF não repudiará? O que estão pensando os árbitros que apitarão os próximos jogos?

Eu sou crítico da atual gestão da arbitragem, pelos caminhos que estão sendo conduzidos. Acho que as escalas dos jovens aspirantes à FIFA Davi Lacerda e Alex Stefano para Grêmio x SPFC e Botafogo x Flamengo não são as apropriadas (pois são os dois jogos mais difíceis da rodada e pelo histórico da última, precisavam de experientes e cascudos juízes). Se forem mal, podem ser “queimados” (eu já escrevi sobre isso: traria árbitros europeus de primeira linha, com assistentes e VARs), mas pressionar dessa forma com tal nota, aí não.

Tal publicação do Botafogo, enfim, faz exatamente o que ela propõe a evitar: PRESSIONAR. Em Ligas Européias de ponta, isso seria severamente questionado. Não se pode normalizar isso.

Já imaginaram se toda rodada tivermos tal nota dos 20 clubes da série A?

– O que eu achei sobre Japão 2×3 Brasil?

Poucas vezes eu vi um jogador sentir tanto um erro como Fabrício Bruno

É ótimo zagueiro, mas não deverá ir para a Copa do Mundo, pela desastrosa atuação de hoje (e também pelos concorrentes à vaga).

Mas o que impressiona é: no Brasil, a Seleção é 8 ou 80! Maravilhosa contra a Coreia do Sul e ruim contra o Japão…

Em: https://youtu.be/oxQNhgrioYw?si=73TVjc-ou_xfAsL_

– O que não pode faltar para uma SAF dar certo?

Cesar Grafietti é um dos maiores consultores de finanças e gestão no esporte. E tem um trabalho espetacular no futebol.

Com ciência e racionalidade, fala sobre a SAF e a ilusão que muitos têm. Vale a pena a leitura:

(Extraído de: https://cesargrafietti.substack.com/p/caminhos-para-uma-saf-o-que-nao-pode?utm_campaign=post&utm_medium=web&triedRedirect=true).

CAMINHOS PARA UMA SAF: O QUE NÃO PODE FALTAR PARA AUMENTAR A CHANCE DE ACERTO

Por César Grafietti

Na semana passada houve debates interessantes sobre o projeto da nova base do SPFC, e um deles foi junto ao Eduardo Tironi e ao Arnaldo Ribeiro no canal deles no Youtube. Uma hora de boa conversa, onde apresentei alguns números e análises a respeito da ideia, e uma constatação que chega a ser quase óbvia: dado o cenário atual, o clube do MorumBIS tem três alternativas possíveis para se recuperar: (i) não fazer nada e deixar que o tempo e o acaso crie um condição mais favorável, (ii) usar o projeto da nova base para ganhar algum fôlego e esperar que o acaso capacite os dirigentes, ou (iii) buscar uma solução estruturada através da criação de uma SAF, com mudança não apenas de modelo societário, mas de modelo de negócios, com ganho de tecnologia de gestão, dinheiro e pessoas qualificadas.

Não fazer nada não parece uma opção. Seguir pelo caminho (ii) me parece apenas um ganho de fôlego com prazo de validade curto. Por isso, minha recomendação foi para que houvesse uma mudança estrutural e efetiva com a criação de uma SAF.

Antes das críticas, me antecipo: SAF não é solução mágica através da qual chegará um punhado de dinheiro e pessoas novas e tudo será melhor. Ela é uma possibilidade de ganhos de qualidade na gestão, desde que seja estruturada, planejada e implantada da forma correta. Não como foi com a maioria das SAFs que tivemos no Brasil, pelo menos dos clubes de maior relevância, de Séries A e B.

Como deveria ser a busca de uma SAF eficiente? Existe alguma receita para ser seguida? Quais temas são mais sensíveis aos clubes, que precisam estar mais atentos? E é claro que existe uma espécie de check-list que deve ser seguido, e que varia conforme o negócio. Comparo as associações de futebol às empresas familiares, pois os negócios costumam ser geridos de maneira “artesanal” – ok, sei que é um eufemismo, mas vamos manter o lado lúdico da coluna-, muito esforço, por vezes falta de gente especializada – um conselheiro abnegado é semelhante ao sobrinho sem qualificação que precisa de um emprego – e isso até permite que o negócio cresça, mas com fragilidades que podem ser corrigidas por gestões especializadas.

Daí vem a primeira atenção que os clubes precisam ter: quem é o grupo que vai assumir a gestão? Nas primeiras SAFs tivemos a expectativa de que chegariam bilionários e fundos de investimentos com bolsos fundos e contratariam muitos jogadores, pagariam as dívidas e os clubes jamais seriam financeiramente inferiores a seus adversários. Nem sempre funciona assim. Em outras indústrias a chance de dar certo é maior, porque o comprador, normalmente um fundo de private equity, traz dinheiro e profissionais qualificados, com experiência nos negócios. Então a estrutura ganha tração.

O futebol é uma indústria muito mais complexa do que as pessoas imaginam. Lida com paixão, desempenho individual que precisa ser transformado em coletivo, vaidade, teimosia, reações violentas de consumidores e analistas. E a bola, muitas vezes, entra por acaso.

Não basta dinheiro. O que pode aumentar a chance de uma SAF ter resultados positivos é uma combinação de condições que devem ser definidas pela associação que busca essa transformação. Vamos listar algumas.

1. Necessidades

A primeira avaliação que uma associação deve fazer é sobre quais os motivos que a levam à criação de uma SAF. Quais as necessidades e problemas que precisam ser atacados? Endividamento sufocante? Dificuldade de crescimento? Necessidade de investimentos? Qualificação da gestão? Impulso para seguir dominante?

Para cada necessidade há um tipo diferente e ideal de investidor. E na maior parte das vezes a melhor solução é uma composição de investidores, que tende a ser mais eficiente que a chegada do bilionário árabe ou grego, que agirá como um cartola que fala outra língua.

2. Modelo de Negócios

O que a associação espera da SAF? Um clube de formação, um clube que seja dominante ou a soma dos modelos? Qual o modelo de negócios que permitirá um crescimento contínuo e sustentável?

Sustentabilidade é o nome do jogo, pois não haverá investimento infinito. O dinheiro é limitado porque os investidores querem retorno. O ativo precisa andar com as próprias pernas em algum momento, e nesse sentido é fundamental ter um grupo de investidores que estruture e impulsione o negócio a partir de dinheiro e tecnologia de gestão. Como fazer? Quem fará? O que nos remete ao próximo tema.

3. Perfil dos investidores e dos gestores

Na coluna sobre a SAF do Fluminense comentei sobre isso: não basta um monte de bilionários colocarem dinheiro achando que no futebol tudo é ruim, e que o toque de Midas deles será suficiente para reverter a situação. No grupo de investidores é necessário que haja alguém estratégico, que saiba operar futebol, e que traga profissionais qualificados e que não vivam a realidade anacrônica e fechada do futebol brasileiro. E aqui temos algumas dificuldades.

Primeiro, não temos tantos investidores estratégicos no futebol. Poucos são os grupos que realmente atuam de maneira global e profissional na indústria, e dois dos principais estão no Brasil: City Group e Red Bull. Outros MCOs são, em geral, formações criadas por investidores financeiros, sem grande coesão estratégica. Quem deveria fazer o papel de estratégico são clubes referência no mundo, como Bayern, Liverpool, Real Madrid. Nossos clubes deveriam buscar incluí-los, entre outros clubes, no grupo de investidores, para se aproveitar da tecnologia de gestão.

Outra dificuldade está na qualidade de gestão. Falta gente capacitada, e vivemos uma dança de cadeiras com nomes que se repetem em cores e lugares diferentes, sem entregas relevantes, mas apoiados no fato de já estarem na indústria.

Não é apenas no Brasil, diga-se. É muito comum falarmos com investidores de clubes americanos e ingleses de divisões menores que enchem a boca dizendo que na estrutura há pessoas que passaram pela Premier League ou Championship, como se fosse garantia de sucesso. São profissionais que estão distantes desses mercados porque praticam conceitos antigos de “gastar primeiro, o tempo todo, e resolver o caixa pedindo dinheiro para o acionista”. Em algum momento o investidor desiste.

Não há carimbo que isoladamente justifique escolhas. Ter passado por ligas grandes estrangeiras ou clubes grandes brasileiros nem sempre é garantia de sucesso, e o dirigente apela sempre para o mais fácil: contratar alguém com currículo, mesmo que não tenha trabalhos suficientemente bons.

O caminho para a SAF

Tentando resumir, podemos dizer que uma SAF aumenta a chance de sucesso se:

Não são os únicos itens que precisam ser avaliados, mas deixá-los de fora é certamente um erro. E se quisermos ultrapassar a desconfiança em relação às SAFs, os dirigentes associativos precisam trabalhar melhor a fase preliminar, seja em estrutura, seja em tempo. Para que não vire uma corrida desesperada em busca da salvação como se fosse mágica. Afinal, toda magia tem seu preço, e costuma ser bastante caro.

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Bem dispostos para mais um dia de vida?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Afinal, o que é “Profissionalizar os Árbitros”?

Tudo é relativo no futebol (e no Brasil em geral), em meio, contraditoriamente, ao que é absoluto. Esse pensamento reflete sobre a seguinte pergunta: afinal, os árbitros de futebol são profissionais hoje?

Depende. E depende do dinheiro, das obrigações diversas, dos direitos e dos deveres. Vamos lá:

Um árbitro da Série B do Campeonato Paulista (a 5ª divisão estadual), ganha menos de R$ 1.000,00, bancando vários de seus custos. Apita uma ou duas vezes por mês, e depois que o campeonato acaba, vai por “trocados” nos Sub 20, Sub 17… até o Sub 13. Se bobear, suas entradas empatam com suas saídas (pois tudo é bancado por ele próprio: treino, material esportivo, suplementos, remédios, plano de saúde, entre outros gastos).

Logicamente, não se vive de “campeonato estadual” nas divisões inferiores. Mas e os árbitros da elite do Campeonato Brasileiro?

Aí é outra história: você recebe R$ 7.280,00 se for FIFA, por cada trabalho (o Brasil, por ser um país importante no contexto histórico do futebol, possui o número máximo de árbitros permitidos no quadro internacional: 10). Se não for da FIFA, o valor também é vultuoso: R$ 5.250,00. Considere ainda: há as estadias, viagens de avião e outras situações mais confortáveis do que seus colegas de outras divisões e/ou torneios. E quem está na elite, apita muito mais do que os demais, porque a CBF dá ritmo de jogo e existe o chamamento para outros torneios importantes (incluindo Libertadores e Sulamericana, para os árbitros internacionais).

Se você apitar todos os sábados ou domingos e em algumas rodadas no meio de semana, certamente terá uma remuneração invejável aos padrões brasileiros. Dá para pagar um personal trainer, usar um tênis de melhor qualidade para correr, tomar vitaminas de boas marcas e, durante a semana, “abdicar” de um trabalho rotineiro.

  • Mas isso é o ideal?

Óbvio que não. Muitos árbitros da Série A vivem somente da arbitragem e, um ou outro, exerce uma atividade profissional compatível. Sejam eles militares que permitem troca de folgas, trabalhadores liberais que fazem o seu horário, empreendedores em geral ou, uma das mais numerosas atividades: ser professor de Educação Física. Mas no geral: vivem da renda do apito, mas não têm a obrigação de “se entregar ao profissionalismo”. E explico:

No mundo ideal, um árbitro de futebol profissional teria um salário fixo e um percentual por jogo apitado. Suas escalas teriam um número mínimo e um número máximo de convocações, a fim de não ficar com poucas partidas e perder o ritmo de jogo, e ao mesmo tempo ter um período de descanso compatível para não sobrecarregá-lo. Nessa situação, teria dias pré-definidos com treinos supervisionados pelos preparadores físicos da CBF, e outros de atualização de regras com a Comissão de Arbitragem. Tudo controlado, com relatórios de desempenho e profissionais qualificados (fisiologistas, psicólogos e instrutores). Evidentemente, nesse modelo você não teria outra ocupação profissional e, além das cobranças de preparação, teriam os juízes as obrigações da carreira: preservação de imagem em publicidades que não condizem à atividade, veto a atuação em jogos amadores e/ou festivos fora da jurisdição da CBF, e avaliações de desempenho constantes.

Alguém tem dúvida de que treinados, focados e com dinheiro no bolso (sendo funcionários comprometidos registrados na entidade, com benefícios como plano de saúde e outras assistências que empresas responsáveis oferecem aos seus colaboradores), a coisa melhoraria?

  • Mas como é hoje?

Os já citados árbitros da elite recebem como profissionais, mas não têm o comportamento (obrigações e deveres) como tal.

Um amigo me questionou:

“Mas, se colocar na ponta do lápis, um árbitro FIFA pode ultrapassar R$ 50 mil por mês. E é ele quem vai decidir se o zagueiro que ganha R$ 1 milhão fez pênalti no atacante que recebe R$ 1,5 mi. Não é justo!”

Por muito tempo pensei assim. Mas lembre-se: não é o árbitro que leva milhares de pessoas no estádio, nem ele que vende camisas ou ainda que faz um gol. Mas é ele quem atrapalha tudo isso… Enfim: o árbitro nunca pode ser o protagonista, embora sem ele não aconteça o jogo. Ademais: o salário dos árbitros TOP, é muito acima da média salarial do brasileiro

Não me esqueci das outras divisões: assim como jogadores que ganham pouco (ou trabalhadores menos bem sucedidos de qualquer ramo profissional), há árbitros que vão labutar e não se destacarão. Tentarão, insistirão e não conseguirão. É a vida. Ou melhor: é o mercado de trabalho. Na Quarta Divisão, não devemos esperar a mesma qualidade técnica (de todos os envolvidos) da Primeira Divisão.

Voltando à elite: o árbitro de hoje, que não é cobrado profissionalmente (mas ganha como tal, sem os benefícios que deveria ter), tem um comportamento amador. Ele, após um jogo profissional, não faz um recuperativo adequado. Vide o sem-número de árbitros que trabalham nos jogos amadores ganhando muito dinheiro! É comum que, por estarem na mídia, sejam contratados por Prefeituras para apitarem em seus municípios como atrações (ou por ligas amadoras, ou associações esportivas). E a remuneração é muito boa! Às vezes, maior do que o jogo que apitou pelo Brasileirão. E funciona assim: você apitou no sábado em algum jogo pelo Campeonato Brasileiro, e no domingo será a grande estrela do campeonato amador de uma cidade do Interior. Por ser a atração, pelo “sacrifício” de estar “se expondo” em uma partida de amadores, cobra caro (é comum que seja uma taxa maior do que a Série A, pois está se dispondo a sair do circuito profissional). Ou seja: ganham renda extra no dia em que deveriam estar no recuperativo (com uma vantagem: nesses jogos, são paparicados, não são vaiados e tiram fotos com os jogadores e demais admiradores, sendo o momento pop-star). Em um contrato de trabalho profissional, isso seria aceito? Não! Seria dia de descanso e/ou recuperativo. Vimos o que aconteceu com o juiz Felipe Fernandes de Lima, que no sábado à noite apitou Corinthians x Mirassol e no domingo cedo desmaiou em campo apitando um jogo amador em Brumadinho (após ter viajado de carro por toda à noite)… isso, sem dúvida, é falta de profissionalismo (para uns: ganância; para outros: oportunidade de se fazer um pé-de-meia enquanto a carreira permitir).

Quem garante que todos os árbitros que estão em campo estão descansados e/ou treinados o suficiente para apitar o jogo? Ramon Abatti Abel estava apitando “dia sim, dia não”. Lógico que ganhou muito dinheiro, mas… ele passou um tempo com a família? Descansou a Saúde Mental (imagine a pressão de apitar jogo importante duas vezes por semana)? Releu o livro de regras? Recebeu orientação / feedback das últimas partidas trabalhadas?

Alguns dirão: é importante “cair nas graças da Comissão de Árbitros” para estar sempre escalado e não precisar do trabalho no dia-a-dia. Isso é uma meia-verdade, pois existe uma carência de árbitros acima da média, e qualquer um que consiga ir bem, acaba sendo escalado à exaustão. É a dura realidade do futebol brasileiro.

Em suma: Não falta árbitro. Falta bom árbitro.

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Visite meu blog “Pergunte Ao Árbitro”, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/

Visite também “Discutindo Contemporaneidades”, em: https://professorrafaelporcari.com/

– Dois jogos para o Wilton? Será?

Devido a todas as confusões que ocorreram nos últimos dias no futebol brasileiro, Grêmio x São Paulo e Flamengo x Palmeiras terão que ter árbitros incontestáveis, pois não será fácil achar alguém para essas partidas.

Tirando os juízes dos estados de origem, selecionando os FIFAs melhor gabaritados, só vai sobrar o Wilton Pereira Sampaio

Eu insisto: a causa pede estrangeiros para esse momento.

– Sue que faz bem!

Suar faz muito bem!

Pratique esportes! O corpo, a alma e a mente agradecem. Olhe aí a minha cara de feliz.

🏃‍♂️ #corrida

– A falta de Carisma da Seleção se mostra nos “desconhecidos do povão”:

A CBF anunciou dois novos amistosos da Seleção Brasileira para a próxima Data-FIFA (Senegal e Tunísia).

Ao ver o anúncio, penso: o torcedor comum sabe quem é o jogador da propaganda (abaixo)?

Responda rápido, quem ele é:

(Procurei 10 pessoas aqui próximas de mim, que gostam de futebol, embora não sejam fanáticos ou estudiosos. Ninguém soube responder).

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

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Pratique esportes. Sempre!

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