– Por quê não vingou como se esperava?

Ao ver essa foto de Alexandre Pato entre Ronaldo Nazário e Kaká (campeões do mundo e eleitos melhores jogadores  de futebol do planeta), ambos jogando pelo Milan (antes do time italiano perder tanta força), fico pensando: o que deu errado?

Pato tinha tudo para ser um craque lendário. Ele, enquanto jovem, era espetacular. Aconteceu algo no meio do caminho?

Difícil responder…

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

– E se o Abel Ferreira tivesse substituído Jorge Jesus no Flamengo?

A Internet sempre nos surpreende com suas memórias: em 2019, ainda desconhecido pela maioria dos brasileiros, Abel Ferreira estava no PAOK da Grécia.

Naquela época, o jornalista Fred Soares (@fredaosoares) deve ter sido o único a sugerir o nome do atual técnico do Palmeiras ao Flamengo, como possível substituto a JJ.

Veja a postagem abaixo e imagine: e se ao invés do Verdão, o português tivesse ido ao Mengão?

Claro, o “se” não entra em campo no futebol e o achismo povoa a mente das Mesas Redondas. Mas não é curioso tal fato? O que teria acontecido aos dois times?

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

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– Seneme e Lugano, sobre Abel. E a ótima iniciativa da CBF para melhorar o desempenho dos juízes.

Seneme não gostou da “amarelada” de Raphael Claus ao dar somente amarelo a Abel no último domingo. E ontem, o chefe dos árbitros disse em seu Programa na TV da CBF:

“Foi inusitado. O Raphael Claus tem muita experiência, é um árbitro com nome. Ele tentou administrar uma situação que para a regra do jogo não seria administrada com amarelo. A verdade é que a maneira como foi a relação, essa ação entre o Abel e o Calleri foi uma ação muito forte. Isso é uma ação de cartão vermelho. O cuidado que temos que ter é com o jogador. Por sorte o Calleri não foi para o confronto. Porque você imagina se um tivesse empurrado o outro. Se expulsa os dois do campo, quem seria o mais prejudicado? Quem tem o jogador ou o técnico expulso? Quem ficaria com um a menos dentro do campo. Por isso a regra é mais rigorosa com os técnicos. Por isso essa ação, que muitas vezes com os jogadores seria amarelo, com o técnico não. Para o técnico é uma ação de cartão vermelho. Por isso, na nossa visão, o cartão correto era o vermelho para o Abel”.

Lembremo-nos: por conta da Supercopa entre Flamengo x Palmeiras e o péssimo comportamento dos treinadores naquele jogo, Seneme determinou a “Tolerância Zero” (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2023/02/04/seneme-esta-bravo-aumentara-o-rigor-dos-arbitros-mesmo/).

Já falamos em outra oportunidade: Abel Ferreira elogiou Claus anteriormente (o único aceito por ele), numa estratégia que funcionou. Os números também mostram isso: https://professorrafaelporcari.com/2023/06/12/ficou-barato-para-claus-por-sorte-abel-nao-o-expulsou/

Enfim: Seneme deu um puxão de orelhas em Claus (não vai suspendê-lo, pois precisa dele) e deixou um alerta aos demais árbitros nas entrelinhas: não deem privilégios ao Abel.

Aliás, o que ele tem de qualidade como treinador, tem na mesma proporção de briguento: arrancou o celular do jornalista, intimidou Calleri, e por aí vai.

Em tempo: Lugano, ex-zagueiro da ESPN, levantou algo observado por muitos: Abel cria as situações para tirar o foco dos atletas. Disse o uruguaio:

“Dá para perceber que ele está desesperado, todo fim de semana, para chamar atenção. Eu acho que é estratégia, não pode ser casualidade. Ele utiliza este modo de se comunicar, enganando, falando que fazendo isso o time vai jogar melhor. Eu imagino o capitão do Palmeiras, o treinador quer que você ganhe o jogo e ele insinua para a torcida que eu e meus companheiros jogamos bem ou tivemos força porque o treinador fez alguma coisa fora da linha. Eu ficaria p*** da vida, não aceitaria. Eu imagino os jogadores do Palmeiras um pouco constrangidos com isso. É falta de respeito ao jogador. Discutir com o árbitro já está errado, mas com o jogador adversário, botar o dedo na cara? Gritar na cara? E, além de tudo, o mais preocupante: ele estava no Morumbi, e essa atitude gerou uma discussão de violência no estádio. O torcedor mudou de humor. Por sorte não tinha torcida adversária. Não sei como o Calleri teve essa energia. Em outro momento, o futebol sul-americano, há 10 anos, essa atitude terminaria com o Abel no hospital, gerando uma violência difícil de conter. Calleri foi muito bem em diminuí-lo, e meio que falar ‘você está atuando para a sua torcida, está fazendo um teatro para chamar atenção’. Calleri foi muito mal depois, de aceitar as desculpas. Acho que não deveria aceitar as desculpas de um cara que grita na sua cara. Eu nunca vi isso. O treinador adversário gritar na cara de um rival, eu nunca vi no futebol porque, obviamente, terminaria em briga generalizada.”

Eu insisto: Abel traz para ele os cartões, evitando que os jogadores do seu time recebam advertências (vejam como dentro de campo o time é fair-play). É estratégia de jogo.

Atualizando: nos próximos dias, haverá uma “mini intertemporada” para os árbitros, onde ex-árbitros e treinadores de árbitros italianos (Gianvito Piglionica e Cristiano Ciardelli) palestrarão para os juízes, no evento chamado de Seminário FIFA de Análises Táticas de Futebol para Árbitros. Parabéns pela boa iniciativa, para mostrar outra visão do jogo para a arbitragem.

Imagem: Print de tela

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Já de pé para o dia render!

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– Seminário discute os 100 anos dos “camisas negras” e o racismo no futebol:

Anote aí na sua agenda: dia 15 de junho (quinta-feira), às 18h, o Laboratório de Estudos em Mídia e Esporte (LEME) realizará o Seminário “Virada …

Continua em: Seminário discute os 100 anos dos “camisas negras” e o racismo no futebol

– Ancelotti por quê?

Parece que o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, “invocou” com o desejo de ter Carlo Ancelotti como treinador da Seleção Brasileira e, apesar das negativas do italiano para a imprensa, ele ainda o quer.

Juro que eu gostaria de perguntar a ele, se possível fosse: quais os critérios técnicos e justificativas para a escolha de Ancelotti: seria o plano tático? Filosofia de jogo? Qual o motivo?

Ao que me parece: grife. Ou melhor: nome. Ou ainda: dar uma satisfação à mídia e a torcida. 

O curioso é que o treinador parece “a moça bonita desejada por um rapaz”, e a CBF “o rapaz que não cansa de cortejá-la e contar vantagem aos amigos” – mas ela o ignora e, até certo ponto, o desdenha. E ele, iludido por galanteios passados, se acha ainda digno de conquistá-la.

Trocando em miúdos: a CBF fica falando em Ancelotti, que parece não estar nem aí para ela, e a entidade não se cansa de pagar mico.

A bola está pingando para Jorge Jesus. Não é informação, é só uma impressão (bem lógica, diga-se de passagem).

Imagem: Crédito AFP, extraído de: https://odia.ig.com.br/esporte/2023/06/6650374-presidente-da-cbf-afirma-que-ancelotti-deu-sinalizacoes-positivas-sobre-selecao-ele-tem-o-interesse.html

– Bom dia, 3ª feira (1 de 4).

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– Não deturpem o sentido da fala de Roberval Davino após a derrota para o Colorado Caieiras.

Roberval Davino é um profissional sério, de grandes serviços prestados ao Paulista FC (e ao futebol do Interior do estado de SP também). Assim, como pessoa e como treinador, deve ser respeitado.

Críticas ao seu trabalho atual no Galo, são normais. Podem e devem ser feitas, se coerentes, e de maneira educada. Afinal, ele está tendo que fazer “omelete com ovos de codorna” e não tem a condição financeira, nem estrutural ou administrativa que precisava. 

Evidentemente, esse cenário não o isenta de erros. Mas algumas coisas precisam ser HONESTAS quando se aborda os seus equívocos.

Por exemplo: após a derrota em casa para o Colorado Caieiras FC, em Jayme Cintra, na entrevista coletiva, falou ao Canal oficial do Paulista no Youtube sobre as dificuldades. Entre sua abordagem e suas justificativas, alguém destacou uma frase que, fora do contexto, pode se tornar um escárnio maldoso – e que muita gente está bombardeando Roberval nas Redes Sociais por ela:

“O grande problema do futebol é que com todos os adversários que a gente joga, entram para vencer.”

É lógico que todo adversário joga para vencer, ninguém entra para perder! Até uma criança sabe disso. Porém, tirada “do todo” e destacada como foi, pode-se achar que o treinador do Paulista FC é um “novato bobão”. Ao contrário, tem décadas de experiência e talvez mais anos de trabalho do que a idade de quem possa ter usado isso de maneira maldosa (e nem sei de onde surgiu, mas vejo muita gente usando essa fala para sacanear).

Roberval usou uma “figuração de linguagem” chamada de Elipse na língua portuguesa, e pessoas que não entendem a língua falada, ou que pegam apenas parte, acabam por deturpar a situação.

ELIPSE é quando você deixa sub-entendido no contexto a ideia central, ocultando palavras ou expressões por imaginar que o ouvinte entendeu. Por exemplo:

“O grande problema do futebol é que com todos os adversários que a gente joga, entram para vencer [a todos custo, pois o Paulista é o time grande do campeonato]“.

O treinador Abel Ferreira, no Campeonato Paulista de 2023, disse exatamente a mesma coisa, com aproximadamente as seguintes palavras:

“Contra o Palmeiras, toda equipe vem com maior ímpeto para ganhar”.

Certamente, ele quis dar a entender (e foi entendido): 

“Contra o Palmeiras, toda equipe vem com maior ímpeto para ganhar [pois o Palmeiras tem sido o time a ser batido]“.

Portanto, não sejamos maldosos com Roberval. Eu mesmo questionei o jogo de sábado, com a respeitosa crítica de que, “em tempos de futebol tão ‘físico’, jogar com dois jogadores a mais faz muita diferença e o time tem obrigação de ganhar”. E acho que o Paulista se bagunçou mesmo no final da partida, se auto-pressionando a empatar e virar o jogo pela superioridade numérica.

Aí me lembrei do treinador Cuca. Quando o Atlético Mineiro foi eliminado pelo Palmeiras pela Libertadores da América de 2022 estando com 2 jogadores a mais, Cuca disse:

“A sensação que a gente sai é ruim. É uma sensação que se o jogo ficasse 11 contra 11, as nossas oportunidades de vencer seriam maiores, porque o Palmeiras teria que sair para o jogo.”

Ou seja: 11 contra 11, segundo ele, seria mais fácil, pois “daria jogo”. Com 2 jogadores a menos, o adversário se fechou e “não teve mais jogo”. Porém, não foi o caso de sábado, pois o Colorado deixou o Paulista jogar.

De tal forma: vale a crítica HONESTA a Roberval – que acerta e erra, pois não é imaculado. Mas sem desonestidade. 

Técnico Roberval Davino

Imagem extraída de: https://tribunadejundiai.com.br/mais/esportes/paulista-de-jundiai-anuncia-retorno-do-tecnico-roberval-davino/ (Crédito: Edivaldo Santos / Facebook / Paulista FC).

– Ficou barato para Claus. Por sorte, Abel não o expulsou.

Já abordamos que Raphael Claus era o único árbitro com “passe livre” de Abel Ferreira (leia essa importante postagem para entender: https://wp.me/p4RTuC-NjA).

Os elogios do treinador ao árbitro na entrevista da final do Paulistão, se acontecessem na Inglaterra, não ficariam (acredite) impunes. E isso teve reflexo no jogo de ontem, pelo Brasileirão. Um exemplo:

O técnico Rafa Benitez (na ocasião no Chelsea) elogiou um árbitro e foi punido pela Premiere League. E a lógica era:

  • Quando se critica o árbitro, se desrespeita a autoridade. Quando se elogia, se assedia (e isso pode gerar uma benesse posterior, pressionando o árbitro).

Na partida São Paulo x Palmeiras (onde tecnicamente Claus não comprometeu, errando em um pênalti inexistente e corrigindo posteriormente pelo VAR), Abel intimidou Calleri num lance atípico, de pura indisciplina e que não deveria acontecer – recebendo apenas Cartão Amarelo. No segundo tempo, após seu assistente João Martins ser advertido pelo Cartão Amarelo, Abel aplaudiu ironicamente a decisão do árbitro (que é atitude para Cartão Amarelo). Ainda assim, não recebeu a advertência, que geraria a expulsão (repare que Claus adverte João Martins e Lucas Silvestre, e durante a caminhada para a advertência, Abel tenta interpelar o árbitro que até dá uma ameaçada de ir para o técnico mas só o adverte verbalmente).

Está ficando chato ver, rodada a rodada, o mau comportamento do vencedor treinador (mas que é muito folgado). Nesta partida, a autoridade em campo foi de Abel, e não de Claus. Se bobear, o técnico expulsaria o juizão e Seneme ficaria com seu time desfalcado para a próxima escala.

São Paulo x Palmeiras: onde assistir, horário e escalação das equipes - Estadão

Imagem extraída de: Estadão.com.br

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?

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– Claus no Choque-Rei do Brasileirão.

Escrevemos sobre Raphael Claus ser o único árbitro “garantido” para os confrontos da Copa do Brasil entre Palmeiras x São Paulo. E, no dia seguinte, também foi escalado para o jogo de hoje pelo Brasileirão.

Os motoivos em: https://professorrafaelporcari.com/2023/06/07/seneme-desde-ja-cocando-a-cabeca-para-a-escala-da-copa-do-brasil-entre-palmeiras-x-sao-paulo/

– Seneme, desde já, coçando a cabeça para a escala da Copa do Brasil entre Palmeiras x São Paulo.

Imagem extraída do site do Palmeiras.

– Escurinho ou Alemãozinho?

Estão “pegando no pé” do Vanderlei Luxemburgo pois, ao esquecer o nome do jogador Patrick de Paula, tentou se lembrar dizendo “escurinho”.

Eu sou contra o racismo e contra toda e qualquer forma de discriminação. Mas não deu a impressão que pela entonação da fala, ele não falou de maneira pejorativa, mas adjetiva, como se referisse a um jogador branco como “alemãozinho”?

Da mesma forma que alguém pode dizer “aquele negão forte” como “aquele brancão forte”, ou ainda como “crioulo” como “polaco”, e por aí vai.

Muitas vezes, mudam-se os termos e as cognições ao bel-prazer. Não me pareceu nem ao menos um ato de racismo estrutural (mas respeito toda e qualquer posição contrária).

Ops: eu, particularmente, não usaria esse termo e não gosto também do uso – embora eu tenha o entendimento acima.

Imagem extraída da Web.

– Bom dia, domingo (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!

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– Análise da Arbitragem de Atlético Mineiro 1×1 Red Bull Bragantino.

O árbitro Rafael Rodrigo Klein apitou um jogo fácil, pouco faltoso e sem muito trabalho.

Errou em algumas faltas não marcadas e outras marcadas, e acertou na maioria dos cartões. Porém, foi rigoroso no Amarelo a Leo Realpe.

Acertou em permitir a vantagem, quando pode, mas não se preocupou em agilizar o jogo.

Ele tem um defeito: por duas vezes a bola quase bateu nele, precisando tomar cuidado com o seu posicionamento.

Um lance difícil: o gol anulado de Paulinho, por impedimento de Maurício Lemos, quando cabeceia para o ataque. O VAR milimetricamente anulou o gol, mas ainda assim ficou-se a dúvida pelas linhas tracejadas. Na Inglaterra, elas foram engrossadas para favorecer o ataque e, se fosse lá, seria gol.

As anotações lance a lance:

———1º tempo

Aos 10m, se posicionou mal e quase atrapalhou o ataque do Atlético.

Aos 13m, Mariano obstruiu Vitinho, juizão mandou seguir.

Aos 28m, Cartão Amarelo ao Lucas Evangelista por ação temerária.

Aos 34m: Antes de Lucas Evangelista tocar para Eduardo Sasha, Mosquera sofre uma falta de Battaglia. O árbitro deixa seguir e sai o gol.

Aos 38m: Cartão Amarelo a Leo Realpe, por falta em Vargas. Foi uma advertência desnecessária.

———2º tempo

Ao 1m: Pavon dá uma entrada muito forte em Juninho Capixaba, que se lesiona. É falta para Cartão Amarelo, e o árbitro nem falta dá. Errou.

Aos 35m, Lemos faz a falta e recebe Amarelo. Mariano reclama e recebe também.

Aos 41m: Gol anulado do Paulinho: A dúvida surgiu no cabeceio de Lemos. As linhas traçadas mostraram um milimétrico de zaga e ataque, com ombro do atleticano à frente do ombro do bragantino. Se fosse na Premiere League, com linhas mais largas, o gol seria validado.

Atlético-MG x Red Bull Bragantino: onde assistir, horário e escalação das  equipes - Estadão

Imagem extraída de Terra.com.br

– Análise da Arbitragem de Paulista 1×2 Colorado.

Rodrigo Gomes Paes Domingues foi muito bem na partida, transmitindo segurança na sua arbitragem. Vamos à análise e alguns dados:

O árbitro permitiu o jogo fluir e corretamente só parou a partida em choques de cabeça (que foram muitos). Mostrou tranquilidade, mesmo quando o jogo ficou um pouco mais nervoso. Ótimo que tenha sido assim.

Disciplinarmente, perfeito: Cartões Amarelos todos corretos (não faltou aplicar nenhum) – sendo bem criterioso (essa questão disciplinar foi um ponto forte do árbitro). Vynicius inclusive, cometeu duas faltas idênticas e foi expulso pelo segundo amarelo. Thomas Lamim deu uma cotovelada certeira em Morungaba (61m) e foi expulso pelo Vermelho Direto. Tudo certo (detalhe: olhe quanto tempo o Paulista jogou com dois atletas a mais… e tivemos mais 10 minutos de acréscimos).

Apenas uma falta não marcada em Pepi (PFC), mas que estava no lado cego do árbitro e que deveria ser marcada pelo bandeira Fausto Viana– que não o fez. Fausto, a propósito, acertou ao não entrar na pressão de um suposto gol onde a bola foi tirada em cima da linha (ele estava bem posicionado).

Tecnicamente, foi bem também. Houve um lance mais polêmico, onde Paulinho tentou cavar um pênalti e ele estava atento. Idem a Gustavo, que simulou e recebeu Amarelo.

A grande situação do jogo foi: o excesso de “chuveirinho na área”, a partir do momento em que o adversário ficou com 9. O Paulista não iria marcar gol assim…

Gols: 1×2. Cartões Amarelos: 2×1. Cartões Vermelhos: 0x2. Faltas: 14×15.

Renda R$ 22.170,00
Público: 1235 pagantes.

– Hellmann e Luxemburgo e a linga espera até o dia 21…

Odair Helmann, treinador do Santos, e Vanderlei Luxemburgo, treinador do Corinthians, têm missões complicadas em seus clubes devido à qualidade do elenco, posição no Brasileirão e eliminações nas competições da Conmebol.

Nesse sábado, ambos precisam ganhar seus jogos; e se não conseguirem, só voltaram a jogar dia 21 (por conta das datas-FIFA) e coincidentemente se enfrentarão na Vila Belmiro.

Serão 11 intermináveis dias de pressão… e, quem perder, correrá risco em seu cargo?

Santos x Corinthians: saiba onde assistir ao clássico do Brasileirão Série AArte extraída de Torcedores.com.br

– 33 anos da última dobradinha de Piquet e Senna.

Quem viu, viu. Quem não viu, vai demorar bastante tempo para ver algo assim…

Há 33 anos, dois brasileiros campeões do mundo faziam a última dobradinha deste tipo na Fórmula 1: Piquet e Senna!

Abaixo, quando da ocasião dos 30 anos, uma matéria extraída de: https://globoesporte.globo.com/motor/formula-1/blogs/f1-memoria/post/2020/06/10/ayrton-senna-e-nelson-piquet-fizeram-ultima-dobradinha-entre-eles-ha-30-anos-no-canada.ghtml

DOBRADINHA – Ayrton Senna e Nelson Piquet fizeram última dobradinha entre eles há 30 anos, no Canadá

Piloto da McLaren dominou desde o começo, deixou-se passar por Gerhard Berger, que estava punido por queima de largada, e liderou compatriota, que fez corridaça para chegar em segundo

Dia 10 de junho de 1990, trinta anos atrás: Ayrton Senna e Nelson Piquet fizeram a oitava e última dobradinha envolvendo os dois numa corrida de Fórmula 1. Foi no GP do Canadá, em Montreal. Numa pista que começou molhada e terminou seca, Ayrton fez uma corrida de categoria largando da pole position e não teve a vitória ameaçada, enquanto Nelson subiu de quinto para segundo com uma prova de inteligência e garra, sobretudo na linda ultrapassagem sobre Alain Prost. Era um tempo no qual tínhamos dois dos melhores pilotos da história na pista.

Pole position, Senna viu o companheiro de equipe Gerhard Berger queimar acintosamente a largada, mas ainda assim contornou a primeira curva na liderança. Em seguida, vinham Alessandro Nannini (Benetton), Jean Alesi (Tyrrell), Piquet e Prost.

Desde as primeiras voltas, Senna e Berger se destacaram em relação aos demais, enquanto Nannini e Alesi travavam boa briga pelo terceiro lugar. Mais atrás, Thierry Boutsen (Williams) passou por Prost e subiu para sexto – pista molhada não era mesmo a praia do francês.

Na oitava volta foi divulgada a informação de que Berger seria punido ao fim da prova com o acréscimo de um minuto ao seu tempo de prova pela queima de largada. Numa época na qual ainda não havia sensores para detectar os apressadinhos na partida, as imagens de TV eram usadas como prova. E, nesse caso, foi uma queima de largada até risível.
Com Berger teoricamente fora da disputa pela vitória, Senna ficou mais tranquilo na prova, sabendo que não precisava forçar o ritmo. A essa altura, como já não chovia desde a largada, a pista já estava secando, e uma troca para pneus slicks era iminente.

O primeiro a entrar nos boxes, na nona de 70 voltas, foi justamente Berger, no que foi seguido por Senna e Piquet duas passagens depois. Alesi, Boutsen e Prost fizeram a troca na volta 12. No mesmo giro, avisado pelo rádio que Berger estava punido, Senna abriu passagem ao austríaco, e ambos ultrapassaram Nannini, que era o líder por ainda não ter feito o pit stop.
Com todos tendo efetuado a troca de pneus, a ordem na pista era Berger, Senna, Prost, Boutsen e Piquet, sendo que o austríaco na prática estava fora dessa briga devido à punição. Nigel Mansell, que teve um começo apagado, já era o sexto com a Ferrari, enquanto Alesi teve um toque com o retardatário Andrea de Cesaris (sempre ele envolvido nas confusões!) e caiu para 11º.

Com um trilho seco no asfalto molhado, qualquer erro seria fatal, e vieram os acidentes. O primeiro a bater foi Boutsen, que, ao tentar passar Prost, saiu do trilho, escorregou na parte molhada do asfalto e acertou o retardatário Nicola Larini (Ligier). Logo depois, Nannini, que tentava reagir de um mau pit stop, derrapou ao tentar passar Satoru Nakajima (Tyrrell) e bateu com violência nos pneus. Por fim, Alesi escapou no mesmo lugar, e o carro atingiu o de Nannini, que estava parado. Por sorte, ele não se machucou.
A essa altura, perto da metade da prova, Berger andava em ritmo alucinante para tentar compensar o tempo que seria dispendido na punição, enquanto Senna fazia corrida sossegada, até porque tinha quase 30 segundos de vantagem sobre Prost. Mais atrás, Piquet vinha com excelente ritmo e se aproximava do francês, trazendo Mansell com ele.

A 21 voltas do fim, Piquet estava sendo apertado por Mansell, mas decidiu partir para o ataque em cima de Prost e mergulhou na freada do grampo. A linda ultrapassagem fez Nelson assumir o terceiro lugar, que na verdade era o segundo pela punição a Berger. Na volta seguinte, Mansell também passou por Prost, que depois se enrolou com o retardatário Gregor Foitek (esse também era complicado…).
A essa altura, Senna tinha mais de 30 segundos de vantagem para Piquet, que, com categoria para driblar os retardatários, manteve uma distância suficiente para não ser atacado por Mansell. Já Prost, com problemas de freios, não tinha mais forças para chegar nos dois. Mais atrás, com um ritmo alucinante, Berger vinha virtualmente encostando no trio. Com a melhor volta, o austríaco ainda terminou em quarto no tempo corrigido, à frente de Prost.

Nas últimas dez voltas, Senna tirou o pé, e a diferença para Piquet baixou de 30 para 10 segundos, com Mansell terminando 2s9 atrás do piloto da Benetton. Já Berger, com todo o esforço, ficou apenas 14s854 atrás de Ayrton no tempo corrigido. Mesmo com Senna tendo reduzido bastante na parte final porque não precisava acelerar, o ritmo do austríaco foi espetacular. Será que ele poderia ter vencido em condições normais? Difícil saber, porque Senna teria tido outro comportamento em pista também.

– No início eu mantinha o ritmo de Berger, mas depois baixei o trem de pouso – disse Senna, que fez um discreto elogio ao desafeto Piquet:

– A Benetton contratou um piloto que entende de carros de corrida, mas a minha preocupação é vencer.

Já Piquet comemorava a volta ao pódio depois de um ano e meio, desde o terceiro lugar no GP da Austrália de 1988. Como de costume, fez piada ao falar sobre o fato de ter ficado entre os dois pilotos da Ferrari boa parte da corrida:

– Fiz valer a minha experiência de 13 anos de Fórmula 1. Sabia que a entrada do hairpin era o único ponto possível para ultrapassar. O problema foi o Prost, que segurou um pouco. Eu me senti um presunto num sanduíche, um Piquet à la pate.

Naquele mesmo domingo, a Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo de futebol na Itália, e Cleber Machado fez a sua estreia nas transmissões de F1 da Globo substituindo Galvão Bueno. O Brasil ganhou da Suécia por 2 a 1, mas seria eliminado pela Argentina nas oitavas de final, numa campanha que não deixou saudade.

Já Senna e Piquet continuam deixando saudade no torcedor brasileiro. Afinal, como escrevi no começo do texto, tínhamos dois dos melhores pilotos do mundo na pista. Definitivamente, áureos tempos…

podio-canada-1990

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Manchester City x Internazionale é prova da globalização?

Emirados Árabes Unidos vs China? Talvez sim: essa é a possível leitura da final da Champions League.

Os milionários donos estrangeiros dos clubes inglês e italiano mostram que os petrodólares e os yuans dominaram o cenários global.

Meu palpite?

Manchester City 3×0 Internazionale.

E o seu?

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Prontos para o sabadão?

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– Marinho no São Paulo: se for concretizado, será uma boa?

Marinho jogou muito bem no Santos FC. Fora essa passagem, foi um jogador bom, não excepcional, em todos os outros clubes que passou.

Consta que ele recebe R$ 800 mil no Flamengo, e sabidamente seu período por lá não deu certo. Agora, foi oferecido ao SPFC, que teria oferecido R$ 450 mil. O jogador não aceitou esse valor, segundo a imprensa.

O Tricolor contratou Pato e tem Calleri fazendo seus gols. Também tem o jovem Rodriguinho se destacando, além de Luciano, Wellington Rato, Marcos Paulo… precisa mesmo pagar esse valor ao veterano atacante (que não está em alta)?

Acho um equívoco, financeiramente falando. Por um valor bem menor, talvez.

Marinho em treinamento do Flamengo — Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo.

– Corinthians de 2023 como o Palmeiras de 2012?

Em 2012, o Palmeiras estava sem dinheiro, tendo jogadores medianos no elenco, mas com algumas exceções: Barcos e Valdívia, e era dirigido por Felipão (já um veterano campeão). Esse time foi passando de fase na Copa do Brasil e acabou rebaixado no Brasileirão.

Em 2023, o Corinthians não tem dinheiro, tem jogadores medianos (com boas atuações dos irregulares Roger Guedes e Yuri Alberto), e é dirigido por Luxemburgo (outro veterano* campeão). Está passando de fase na Copa do Brasil e… luta contra o rebaixamento no Brasileirão.

O desfecho será como o do seu co-irmão?

Talvez. O jogo do Cuiabá, no “boleirês“, é jogo de 6 pontos (não matematicamente falando, mas esportivamente, devido ao adversário ser, nas apostas informais, candidato ao descenso). Aliás, para esse jogo teremos a estreia do jovem árbitro André Luiz Skettino Policarpo Bento na Série A, de 29 anos (falamos aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ngk).

A verdade é: o Timão vem de vexames (por exemplo: eliminado na 1ª fase de grupos da Libertadores, faltando ainda uma rodada, contra um time que tem folha salarial de 180 mil dólares). A direção atrasa salários (Junior Moraes que o diga) e tem o discurso de que irá atrás de reforços. Sem contar que é ano eleitoral no Parque São Jorge…

Eu sei que tem muito time que pode ser candidato ao rebaixamento no Brasileirão, mas as histórias e justificativas estão sendo as mesmas de 2012, quando o Palmeiras caiu. O mesmo filme se repetirá com o rival?

Deixe seu comentário:

*Ser VETERANO não é adjetivo negativo (sou contra qualquer discriminação de etarismo), ao contrário, remete à experiência. O problema passa a ser a atualização ou não de um profissional.

Imagem extraída da Web

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Colorado Caieiras.

Para Paulista x Colorado, arbitrará:

Árbitro: Rodrigo Gomes Paes Domingues
Árbitro Assistente 1: Fausto Augusto Viana Moretti
Árbitro Assistente 2: Leonardo Augusto Villa
Quarto Árbitro: Amilton Ferreira Alves
Analista de Vídeo: Renato Durval do Carmo

Me chama a atenção que, diferente de todo o campeonato, onde jovens árbitros tiveram oportunidade de apitar e/ou veteranos que nunca subiram de divisão estavam escalados, para Paulista x Colorado temos um trio de série A2 (assim como Rio Branco x Ska Brasil, que terá Thiago Scarascati, da A1).

Rodrigo apitou União Barbarense x Paulista e Barretos x Paulista na A2, depois apitou XV de Piracicaba x Paulista pela Copa Paulista e também Paulista x Primavera pela A3. É bom árbitro.

Costuma estar bem atento na partida, coíbe cera e é criterioso nos cartões. Tem grandes virtudes e é uma boa escala.

Um dos seus jogos que analisamos, em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2020/03/07/analise-da-arbitragem-de-paulista-1×0-primavera/

Desejo um bom jogo e uma grande arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Ska Brasil x Paulista pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Atlético Mineiro x Red Bull Bragantino.

E para o jogão entre o Galo vs Massa Bruta, arbitrará a seguinte equipe de arbitragem:

Árbitro: Rafael Rodrigo Klein – RS
Bandeira 1: Tiago Augusto Keppes Diel – RS
Bandeira 2:  Maira Mastella Moreira – RS
4º Árbitro: Felipe Fernandes de Lima – MG
Assessor: Reginaldo Vasconcelos – AM
VAR: Rafael Traci – SC
AVAR: Helton Nunes – SC
AVAR 2: Dênis Serafim – AL
Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha – ES

Perceba: é o mesmo trio de arbitragem gaúcho que apitou Red Bull Bragantino 2×2 América, há exatamente 1 mês. De lá para cá, o árbitro apitou mais 5 partidas.

Rafael Rodrigo Klein tem 33 anos e é natural de Teutônia, RS. Já falamos que ele foi promovido para a Série A devido às boas escalas na Série B no ano passado, além de ter sido eleito o melhor árbitro do Campeonato Gaúcho de 2023. Está sendo preparado para ir à FIFA, no lugar de Anderson Daronco.

Ele tem aproveitado bastante as suas chances, mas uma curiosidade: em 12 jogos nesse ano, o time da casa venceu 6 vezes e ocorreram 6 empates também. Ou seja: time visitante ainda não ganhou com ele no apito! Será nesse sábado que isso mudará?

Desejo um bom jogo e uma ótima atuação.

Acompanhe conosco o jogo do Atlético Mineiro vs Red Bull Bragantino pela Rádio Futebol Total, acessando:
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ou ainda pelo site: http://radiofuteboltotal.com.
Narração de Sérgio Loredo, reportagens de Pietro Loredo, comentários de Lucas Salema, análise da arbitragem de Rafael Porcari. Sábado, 10/06, 18h30. Mas desde às 17h30 estaremos no ar para levar a melhor transmissão para você!

– O Nabizão:

Na foto, nesta manhã de 6a feira, o Estádio Nabizão, que passará por reformas em breve para se tornar uma Arena (com estacionamento subterrâneo e outros benefícios).

Vai ficar bonito, moderno e funcional!

Imagem

🏟️📸⚽️ #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#RedBullBragantino #estádio #futebol

– Bom dia, 6ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!


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– Os novatos que apitarão na próxima rodada do Brasileirão e o “veterano para a segurança”.

André Luiz Skettino Policarpo Bento, mineiro de Sabará, com 29 anos, apitará Corinthians x Cuiabá (seu primeiro jogo na série A). No ano passado, apitou Sub 17 e série C.

Bruno Mota Correa, carioca de 33 anos, apitará Coritiba x Santos. Uma novidade no apito.

Rodrigo José Pereira de Lima, pernambucano de 36 anos, apitará Bahia x Cruzeiro.

João Vitor Gobi, paulista de 33 anos, apitará América x Athletico (há 4 anos, apitava a 4ª divisão paulista).

Raphael Claus, paulista de Santa Bárbara do Oeste com 43 anos, apitará seu enésimo Choque-Rei (já falamos que para confrontos importantes do Palmeiras, só temos Claus “aceito” pelo Abel Ferreira – clique aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ndb.

A questão é: Seneme está tentando renovar o quadro na marra. E onde não dá para testar, vai na chamada “escala de segurança”.

– Euricão, Suicídio, Fair Play e a Arbitragem Feminina e Gay. O que dizer?

Texto de 2015, mas muito curioso para os mais jovens que não conheceram o politicamente incorreto Eurico Miranda:

Eurico Miranda, polêmico presidente do Vasco da Gama, realmente é uma figura ímpar. Sem papas na língua, em entrevista à Rádio “DIA FM” na última 4a feira, ao ser questionado sobre Fair Play, respondeu:

“Futebol é uma guerra. Até na pelada é uma guerra. Você entra para ganhar, não pode ter essas babaquices para lá, para cá, colocar a bola para fora. Por qual motivo tem que devolver, porra? Sabe o que isso ocasiona? O jogador fingir que está contundido, colocar a bola para fora sem motivo.”

Sobre mulheres e homossexuais na arbitragem, ele ampliou o tema e foi mais enfático! Disse que:

Futebol não pode ser apitado por veado. Veado que apita futebol pode se comprometer. Mulher tem que apitar jogo das mulheres, não tem que apitar jogo dos homens. Mas não tenho e nunca tive nada contra gay, tenho contra veado“.

Sobre os problemas extra-campo do jogador Bernardo e sua suposta tentativa de suicídio, disse Eurico:

“É um problema dele. Eu sempre fui adepto de uma filosofia diferente: o problema que o jogador tem fora do trabalho, desde que não comprometa a instituição e não traga reflexos a sua produção, não tenho nada com isso. Ele está com o contrato suspenso por 20 dias por problema comportamental. Por este tempo, não tem relação”.

E aí, o que achou das declarações de Eurico Miranda?

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Imagem extraída de Goal Brasil. Quem souber do autor, favor informar para crédito.

– A Impaciência ou o Fanatismo dos Torcedores na mudança da Grandeza das equipes.

Brigar por futebol vale a pena?

Vez ou outra nós vemos aficcionados torcedores invadirem treinos de seus times do coração para protestarem. É fanatismo puro.

Será que a pressão que desce das arquibancadas ao campo é aceitável ou exagero?

Sou contra toda a forma de violência. Torcedor deve incentivar o seu time durante o jogo, e após ele, vaiar. Mas nada de transformar em ações práticas de agressão.

O treino é local de trabalho. Não gosto de momentos de briga nesse local. Mas pensemos: será que não está mudando a “feição” dos clubes brasileiros?

No começo do século XX, Bangu, América, São Cristóvão, Canto do Rio e Bonsucesso eram forças no futebol carioca. Aqui em São Paulo, tínhamos o Ypiranga, o Germânia, o Jabaquara…

Alguns encerraram as atividades, outros apequenaram-se. Hoje, temos novos clubes em destaque nos regionais: Audax e Red Bull, entre outros.

Será que daqui 30 anos, teremos os mesmos clubes que hoje ou ontem foram protagonistas? Quem era o Água Santa há 10 anos? E o São Caetano, há 20?

Aceitar novas realidades é importante. Noroeste, Marília, Paulista, Mogi Mirim e São José não são mais importantes coadjuvantes na 1a divisão de seus estados. Guarani e Portuguesa deixaram de serem importantes times da 1a nacional. Qual o futuro deles?

Aliás, qual o destino dos estaduais?

Sempre aprendi que quando estamos em um momento histórico, não percebemos que estamos fazendo história. E o fato a ser historiado no futuro é: o futebol brasileiro está em transição, seja no peso das camisas, na administração dos clubes e nas táticas dentro de campo. Se o final dessa mudança será positivo ou não, só o tempo dirá! E isso traz a reflexão: são lúcidos os protestos de torcedores ou são em vão, pois eles de nada adiantarão?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, informar para publicação do crédito.

– Qual campanha antirracista funcionou no futebol?

Historicamente, o racismo imperou nos gramados de futebol da Europa e da América do Sul. Com leis frágeis e a falta de voz na sociedade, os negros sucumbiam às ofensas.

Felizmente, a mentalidade humana mudou em muitos lugares e gritos racistas, sexistas, homofóbicos e de qualquer origem de indignidade se tornaram condenáveis. Porém, ainda assistimos atônitos os imbecis gritando.

Na Copa do Mundo da Rússia, os capitães das Seleções faziam um pronunciamento antes do jogo contra o Racismo. Funcionou?

O River Plate foi multado em 30 mil dólares por atos racistas dos seus torcedores contra o Fortaleza, em 2022. Mas em 2023, repetiu atos contra o Fluminense (ontem). Adiantou a multa?

Torcedores do Newell’s ironizaram e praticaram racismo em plena Vila Belmiro contra o Santos. E daí? O que dará?

Desde a década passada, a CBF faz a campanha “Somos Iguais”. Mas acabou o racismo no Brasil? Claro que não… Lembram do diretor do Brusque-SC?

A Conmebol “tirou uma casquinha” no caso Vinícius Jr, mas o que ela está fazendo em nosso continente?

A questão é: o que fazer para acabar com o racismo de verdade?

O problema parece não ser exclusivo ao futebol. A sociedade está doente.

CBF repudia ato de racismo contra jogador do Cruzeiro - Confederação  Brasileira de Futebol

Imagem extraída da Web

– Bom dia, 5ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?

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Pratique esportes. Sempre!

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– Análise da Arbitragem de Estudiantes 1×1 Red Bull Bragantino.

Eu esperava muito mais do árbitro Kevin Ortega (disse aqui sobre ele: https://wp.me/p4RTuC-Nbg).

Deixou de marcar algumas faltas (mais fortes do que as comuns), e marcou outras que não foram. Portanto, tecnicamente, não foi legal.

Disciplinarmente, aplicou os cartões amarelos que precisava, e deixou de dar alguns outros (prova de critério não-uniforme: a falta cometida por Matheus Fernandes que não rendeu amarelo – e que deveria; e depois a de Lucas Evangelista que rendeu amarelo – e que não era). Pior: não soube se impor com a advertência verbal, e os jogadores “cresceram para cima” dele.

Fisicamente, correu e seu posicionou muito bem. Mas é pouca virtude para um árbitro FIFA.

O erro capital: aos 63m, a bola é lançada na área e cabeceada por um atacante. Ela bate despretensiosamente na mão de Juninho Capixaba, que está em movimento NATURAL (não importa se o braço está aberto, se vai no gol, ou algo que o valha: deve-se avaliar a distância, a velocidade da bola e a naturalidade ou não). O árbitro não marcou, e depois de ir ao VAR, mudou de opinião. E errou duas vezes: mão em movimento antinatural, como ele entendeu, não é para cartão amarelo. Juninho já tinha um amarelo, recebeu o segundo e foi expulso. (para quem tem curiosidade para saber o que é para se marcar ou não, clique aqui para a explicação didática: https://wp.me/p4RTuC-nGJ).

Abaixo, algumas anotações de erros observados:

Aos 4m, Thiago Borbas (URU) escorreu e atingiu acidentalmente Lollo (EST),           eu abri os braços. O árbitro entendeu falta temerária do argentino. Errou.

Aos 14m, Juninho Capixaba deu uma entrada muito forte em Godoy, a bola continua em disputa, e vai para Jorge Rodriguez, que dá um “pé-de-ferro” conjuntamente com Juninho. Pelo lance anterior, Cartão Amarelo ao brasileiro.

Aos 17m, assistente técnico do Estudiantes foi expulso.

Aos 22m, Santiago Nunes empurra Vitinho e o árbitro nada marca.

Aos 24m, Mosquera sem bola comete falta a se enroscar com seu adversário.

Árbitro tem dificuldade de impedir tantas faltas e milongas dos argentinos.

Aos 35m, Matheus Fernandes deu uma entrada forte no Godoy, e ele nada marcou.

Aos 50m, Lucas Evangelista cometeu uma falta comum, e agora resolveu dar Amarelo. Ou seja: sem critério.

Aos 63m: A bola bate na mão de Capixaba em movimento natural, e ele entende que foi antinatural (após muito tempo no VAR).

Se fosse movimento natural, aplicaria o Amarelo. No antinatural, não tem cartão. Errou duas vezes o árbitro, pois era o 2º do jogador.

Aos 70m: Falta de Vitinho, e todo mundo vai para cima do árbitro. Perdeu a moral.

Jogo continua faltoso. Torcida joga objetos em Cleiton.

Cartão Amarelo correto para Alerrandro. Entrou e fez falta temerária

Estudiantes x Red Bull Bragantino pela Sul-Americana 2023: onde assistir ao vivo

Imagem: Conmebol.

– Os planos A, B e C de Messi e da CBF.

Se confirmado Messi nos EUA, ele imitará Pelé e encerrará sua brilhante carreira nos States. O Barcelona, seu plano A, não foi possível – mas o plano B vale a pena. E para o Oriente Médio, o Plano C, não precisou arriscar.

Se confirmado Jorge Jesus na Arábia Saudita como treinador da Seleção local, a CBF perde seu plano B (já que o plano A era Carlo Ancelotti) e vai para o plano C: Dorival Jr. E nessa, o SPFC dançará…

O futebol é dinâmico, não?

Imagem extraída de Depositphotos

– Seneme, desde já, coçando a cabeça para a escala da Copa do Brasil entre Palmeiras x São Paulo.

Teremos Palmeiras x São Paulo (no Morumbi e depois no Allianz), decidindo quem passa para as semifinais da Copa do Brasil. E desde já um jogo complicado, pois a eliminação do Verdão para o Tricolor no ano passado foi cheia de contestações (relembre os lances polêmicos daquela arbitragem aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/07/15/os-3-lances-polemicos-de-palmeiras-2×1-sao-paulo-pela-copa-do-brasil/).

Vuaden numa dessas próximas escalas? Nem pensar. A lógica seria colocar os dois melhores árbitros do Brasil: Wilton Pereira Sampaio e Raphael Claus, que são os últimos mundialistas.

Bráulio Machado seria uma opção? Talvez.

– Edina Alves Batista? Pode ser (se não estiver já concentrada para a Copa do Mundo Feminina).

Flávio de Souza com Ramon Abatti Abel correndo por fora? Quem sabe…

– O veterano Marcelo de Lima Henrique ressurgindo para jogos de maior apelo? Uma ideia.

Mas creio que não serão nenhum deles.

Se Seneme usar a razão, e mostrar que ninguém interfere em seu trabalho, Wilton e Claus poderiam ser confirmados hoje. O problema é: o Palmeiras vetou (isso é informação) os irmãos Sampaio (Wilton e Sávio) por conta dos cartões a Abel, além do bandeira Bruno Boschilla.

  • Trazer estrangeiros seria a solução? Ótimo, mas não virão… e seria muito bom se viessem: o cara vem aqui, apita e vai embora (sem se preocupar com veto na CBF).
  • Escalar Raphael Claus na ida e na volta? É uma alternativa, e eu não me surpreenderia…

E por quê o treinador Abel Ferreira gosta tanto de Raphael Claus (pois o elogiou na final do Campeonato Paulista, no ano passado, em coletiva)?

Explico: Abel respeita Claus pois sabe que ele estará nos principais jogos da sua equipe, especialmente nos clássicos de maior rivalidade – e sabe que pode ser expulso por ele e ser contestado (mais ainda) pelo destempero em jogo importante. Assim, nos jogos em que o árbitro paulista apita (que normalmente são decisivos), o treinador se preserva das costumeiras reclamações que faz.

Vamos justificar essa explicação?

Nos últimos 3 anos, Claus apitou as 3 finais do Paulistão, com o Palmeiras estando presente nelas.

  • Neste Paulistão 2023, Claus apitou tanto o São Paulo quanto o Palmeiras contra o Corinthians. Nenhuma derrota do Verdão em jogos com ele (além da final entre Palmeiras 4×0 Água Santa).
  • No Paulistão 2022, Claus apitou vários jogos do Palmeiras, incluindo o clássico com o Santos (nenhuma derrota com ele no apito também, inclusive a final entre Palmeiras 4×0 São Paulo – mesmo placar desse ano).
  • No Paulistão 2021, Claus apitou vários jogos do Palmeiras, incluindo duas derrotas contra o São Paulo – uma delas, na final.

E no Brasileirão…

  • Em 2023, Claus apitou o Palmeiras x Santos, jogo que terminou empatado.
  • Em 2022, Claus apitou o Palmeiras contra o Corinthians, com vitória (e pela Copa do Brasil, no jogo de ida, com derrota para o São Paulo).
  • Em 2021, Claus apitou Palmeiras contra o Corinthians (com derrota) e contra o Santos (com vitória).

Como se vê, em “jogo grande do Palmeiras”, coloca-se o Claus, que o Abel não reclama e ainda por cima o saldo costuma ser positivo – e time de futebol tem isso: superstição! O palmeirense não podia ver o nome de Paulo César de Oliveira nas escalas que já reclamava que “com o PC nunca ganhava”. E as derrotas realmente aconteciam, com reclamações ao árbitro. Lembram-se do “fala muito” de Tite e Felipão, no final de Abril de 2011? Ali, ambas equipes pediram o Paulo: o Palmeiras achando que ele sentiria pressão, e o Corinthians pois sabia que o Palmeiras não gostava do árbitro…

Se fosse para apostar (ih, não se fale em site de apostas esportivas), a única que eu faria é que Raphael Claus apita PELO MENOS um dos jogos do Palmeiras (o da volta, mais provável).

Importante: não existe mais sorteio de árbitros, é audiência pública. Quem escala, marca o horário da divulgação dos árbitros e JUSTIFICA o critério de escolha, PODENDO, naquele momento único, os interessados contestarem a escala. Mas… alguém tem coragem de ir a uma audiência contestar? Se nem quando era sorteio (que em tese, a decisão era da bolinha), os cartolas íam…

Imagem extraída do site do Palmeiras.

– Santos x Newell’s: violência e racismo.

Enojado com as imagens de racistas em Santos x Newell’s. Até uma mulher com criança no colo imitou macaco para os torcedores brasileiros negros.

Esse idiota da foto abaixo mostrou na tela do celular uma banana.

Para ajudar, a torcida da casa atira bomba no gramado como “protesto” contra o time.

Intolerância, violência, racismo… o que virou o futebol? Ou melhor: a sociedade?