João Martins, auxiliar de Abel (que estava suspenso), disse:
“Entendemos que o futebol brasileiro passa uma imagem de que é o mais competitivo do mundo porque ganham vários. Mas ganham vários porque não deixam os melhores ganhar. Foi mais uma vez o que se passou hoje. É ruim pro sistema o Palmeiras ganhar dois anos seguidos”.
Isso é grave. E leviano também… Vamos lá:
É sabido que Abel Ferreira e João Martins fazem revezamento de reclamações (vide a alternância de cartões recebidos). É sabido também que são da escola de reclamações de Mourinho e Felipão, pois criam um clima de “eles contra nós”.
A gravidade da queixa deveria ser apurada com mais rigor; afinal, ele está colocando a lisura do campeonato em dúvida. E se for apenas “jogar para a torcida”, ou ainda, “fazendo pressão pré-jogo para a próxima rodada”, é uma irresponsabilidade. Que a arbitragem é ruim, não precisa dizer. Mas direcionada, não. Afinal, não seria capaz “de fazer o serviço”…
Neste domingo, o Palmeiras foi prejudicado pela não expulsão de Zé Ivaldo logo no começo do primeiro tempo (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-NQ3). Mas se assim fosse, como justificar o erro a favor na expulsão do zagueiro Halter do Goiás (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-MqN) ou do pênalti fantasma em Roni contra o Fortaleza (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-MH7)? A Teoria da Conspiração funciona quando o erro é contrário, mas ela não existe quando é a favor?
Primeiro, se reclama da arbitragem, o elo mais fraco. Se as arbitragens forem perfeitas, irá se reclamar do calendário. Se o calendário for ajustado, se reclamará da tabela. Se a tabela for equitativa, a queixa será dos gramados. E por aí vai.
Lembremo-nos: o São Paulo FCera brigado com a CBF quando conquistou seu tricampeonato com Muricy Ramalho no comando… E em tempo: na opinião de João Martins, o Palmeiras é o melhor, por isso não vencerá? Não é auto-suficiência se rotular como melhor, mesmo estando há 10 pontos do Botafogo?
Aliás, Felipão, professor dessa trupe, de maneira arrogante recebeu Amarelo e desdenhou do árbitro. Foi expulso. E depois disse: “Hulk recebe cartão por ordem de alguém lá de dentro, a gente sabe”.
É o mesmo velho filme, onde todos nós já sabemos como funciona o enredo. E isso cansa e não cola mais.
Print de tela de João Martins, quando “protestou” rodadas atrás.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Muita gente ainda confunde a regra de “marcar pênalti e não expulsar o jogador”. Não quero crer que isso tenha acontecido com o árbitro Jean Pierre “Vin Diesel” na Arena da Baixada.
Zé Ivaldo vê Endrick, com a bola dominada, avançando dentro da área. E,,,
SE EM DISPUTA DE BOLA ELE ACABASSE COMETENDO JOGO BRUSCO GRAVE– pênalti e cartão amarelo, pois a nova orientação da regra fala que tiro penal e expulsão por um lance desse é “excesso de rigor”.
Porém, não foi disputada a bola, pois o athleticano deu uma cotovelada.
COTOVELADA NÃO É DISPUTA DE BOLA – tal prática é agressão, portanto, pênalti e cartão vermelho.
Errou a arbitragem. Ou ficou com medo de expulsar tão cedo um jogador?
Aos 90m, Wesley (SCCP) deu uma entrada com carrinho perigoso em Jadsom (RBB). O corintiano já tinha cartão amarelo, e a árbitra fez vista grossa. E mandou seguir (falamos desse e de outros lances aqui: https://wp.me/p4RTuC-NPv)!
Ao ver a contusão, mandou ele sair e o Red Bull Bragantino ficou jogando com 10 atletas por um bom tempo.
Na foto de Ari Ferreira, o estrago feito pelo jogador do Corinthians, não punido:
Não gostei da arbitragem de Edina Alves Batista. Vamos lá:
No primeiro tempo, começou marcando todas as faltas (exceto uma mais forte de Fagner em Sasha, a 1 minuto). Depois dos 30 minutos, não marcou mais nada. Terminamos essa etapa, em faltas: SCCP 7×4 RBB, e no jogo todo, 14×11 (Luxemburgo, veterano e inteligente, cobrava “anti-jogo” do Red Bull Bragantino).
No segundo tempo, Edina começou a ficar longe das jogadas, permitindo novamente o jogo correr e até mesmo deixando de marcar faltas cavadas e faltas reais.
Disciplinarmente, foi justa nos cartões aplicados (especialmente no desentendimento entre Sorriso e Wesley). Porém, deixou de dar outros– faltou a Ruan Oliveira aos 47m do 1º tempo, que deixou a sola na coxa de Aderlan; também a Wesley (que já tinha Amarelo) em Jadsom aos 90m (nesse, vide que absurdo no link em: https://wp.me/p4RTuC-NPK).
Tecnicamente, o lance mais polêmico foi um lance entre Aderlan e Yuri Alberto, onde o corintiano pediu pênalti e ela corretamente não marcou, por ter sido tranco legal.
Destaque positivo: bandeira 1, Neuza Back, que em todos os impedimentos marcou na hora. Destaque negativo: bandeira 2, Leila Moreira Naiara da Cruz, que em todos os impedimentos demorou muiiiiito tempo, esperando a conclusão da jogada (mesmo em lances claros).
Em tempo, o final do Grupo Red Bull foi ótimo.
Na Base:
Sub 15 – RBB 2×0 Barbarense Sub 17 – RBB 3×1 Novo Horizontino Sub 20 – RBB 1×0 Lemense Copa Paulista – RBB 5×2 Juventus
No Profissional: RBB 1×0 Corinthians
Na Fórmula 1:
RBB venceu com Verstapenn.
Abaixo, nosso “minuto a minuto da arbitragem”:
1m: Fagner (SCCP) pisa no pé de Sasha (RBB). Falta não marcada…
12m: Edina se posicionou mal e a bola bateu nela.
16m: A bola vem da zaga para Sasha, que estava em posição de impedimento. Mas “vindo da defesa” não há off side… errou a bandeira Leila Naiara aomarcar o fora de jogo (que sejamos justos: estava com a visão prejudicada pois um atleta a encobria).
24m: Moscado atinge Lucas Evangelista por baixo. Ele cai e bate a boca no chão (e fica caído por quase 1 minuto). Falta não marcada e demora para atende ro atleta.
33m: Aderlan (RBB) dá um tranco legal em Yuri Alberto (SCCP), que pede pênalti. Não foi nada, acertou a árbitra.
Até os 11 minutos, tivemos 7 faltas. Até os 30m, só ocorreram 2, mas muito pelo critério da árbitra: ela começou marcando tudo, depois marcando nada.
41m: Roger Guedes mergulha na entrada na área e a árbitra marca a falta. Não foi, errou.
Aos 47m, Ruan Oliveira (SCCP) deixou a sola em Aderlan (RBB) e o lesionou. Merecia Cartão Amarelo e não recebeu.
60m: 4ª fala de Moscardo (essa, mais dura em Jadsom) e o Cartão Amarelo foi mostrado. Perfeito.
66m: De novo, erro de Leila Naiara: a assistente marcou escanteio, e não tiro de meta, na bola de Felpe Augusto.
76m: Roger Guedes, pela 3ª vez em impedimento, domina a bola e vai para o ataque. A bola bate na trave e só depois a bandeira Leila ergue seu instrumento (e não era lance difícil…). Ela (de novo) errou o tempo da sua marcação.
84m: Sorriso e Wesley se estranharam e corretamente receberam amarelo.
88m: de novo, Leila Naiara deixa de marcar um impedimento claro
90m: Wesley, que já tinha Cartão Amarelo, dá um carrinho em Jadsom, arrancando até a caneleira. Era para Amarelo, e consequentemente ser expulso. Não foi.
Primeiro, foram Nathan e Lucas Piresflagrados em uma balada na madrugada com belas mulheres (com o time capengando no campeonato). Agora, Soteldo que se rebelou.
Se o Santos FC estivesse vencendo, esses casos de indisciplina teriam acontecido?
Ou ainda: essas coisas teriam “vazado” se o Peixe fosse líder do Brasileirão e estivesse classificado para a segunda fase da Copa Sul-americana?
A verdade é: não sabemos nada do que acontece de verdade nos bastidores...
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Domingão também é dia de se exercitar!
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Para quem só conhece o Cleber Machado “da Globo”, veja que cara bacana (e quanta história antes da Venus Platinada) ele compartilhou no Podcast “Inteligência Ltda”.
O cara é bom (e gente boa)! E trouxe histórias apaixonantes do rádio… (em especial, da final de 86 entre São Paulo x Guarani).
Rafael Reis, do UOL, trouxe uma interessante matéria sobre o salário dos principais jogadores de futebol brasileiros.
É claro que a remuneração é algo bem particular de cada um, mas os números, sem dúvida, chamam a atenção.
Os Top 10 são:
1 – Neymar (Paris Saint-Germain): 44,1 milhões de euros/ano 2 – Oscar ( Shanghai Port): 24 milhões de euros/ano 3 – Casemiro (Manchester United): 20,9 milhões de euros/ano 4- Vinícius Júnior (Real Madrid): 20,8 milhões de euros/ano 5 – Gabriel Jesus (Arsenal): 15,8 milhões de euros/ano 6 – Marquinhos (Paris Saint-Germain): 14,5 milhões de euros/ano 7 – Antony (Manchester United): 11,9 milhões de euros/ano 8 – Raphinha (Barcelona): 12 milhões de euros/ano 9 – Alex Sandro (Juventus): 11,1 milhões de euros/ano 10 – Fabinho (Liverpool): 11 milhões de euros/ano Gabriel Martinelli (Arsenal): 11 milhões de euros/ano Roberto Firmino (Liverpool): 11 milhões de euros/ano.
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Dentro do mundo de trabalho profissional, todo e qualquer cidadão pode ouvir, estudar, aceitar ou não uma nova proposta para a sua carreira. E para que exista o aceite, deve cumprir seu contrato de trabalho.
CUMPRIR um contratosignifica: permanecer o tempo acordado ou pagar a multa estipulada para isso. Se nada disso for feito, se negocie um DISTRATO.
Luís Castro, ao que consta, aceitou ir para a Arábia Saudita. Ele dirigirá o Al Nassr de Cristiano Ronaldo, ganhará 4 vezes mais do que recebe no Brasil e irá morar numa mansão de 2,5 milhões (que será propriedade definitiva do português, se ficar até o final do contrato).
Em Abril, pela ruim campanha no Campeonato Carioca, a torcida xingou nas arquibancadas Luís Castro e pediu sua saída. Agora, em Junho, ele voltou a ser xingado pela torcida que queria a sua permanência. O torcedor é resultadista e passional, não?
O treinador já dava mostra que sairia quando disse em coletiva pós-jogo contra o Palmeiras, ao explicar uma situação, que “quando pediram minha saída…” (e por aí caminhou a resposta dele, visivelmente desafiador e magoado). Ele estava chateado pelos insultos, talvez também pela invasão recente ao CT e outros episódios.
Alguns defendem o nome de Cuca, pelo histórico no próprio Botafogo. Aliás, ao site “FogãoNet”, Cuca disse uma vez que “de todos os trabalhos, o Botafogo de 2007 era o que lhe dava mais orgulho”. Mas… será que ele tem clima para isso hoje? E os protestos que sofreu, o desgaste com a imagem e a situação ainda mal resolvida?
Há algo importante nessa história toda: Luís Castro não foi seduzido pelos petrodólares de algum príncipe, mas pelo próprio Fundo Soberano Real da Arábia Saudita!
A Arábia Saudita criou um “Projeto de Investimento dos Clubes Esportivos”, e com dinheiro do fundo real, comprou 75% das equipes: Al Nassr, Al Hilal, Al Itihad e Al Ahli(que são os 4 times grandes do país, detentores dos últimos 40 títulos do Campeonato Nacional Saudita). O propósito é tornar o “Sauditão” uma liga internacionalizada, repleta de estrelas conhecidas, veteranos importantes e de jovens promessas, assistida pelo mundo inteiro.
Antes da nossa tradicional fala sobre o prévio estudo da arbitragem, algumas considerações:
1- PREÇO do Ingresso:
Em Bragança Paulista, no Estádio Nabi Abi Chedid, o valor do Ingresso no Campeonato Brasileiro é de R$ 60,00. Em jogos de lotação (quando vem um time grande e de apelo, como Flamengo ou Corinthians), apenas o preço do visitante é majorado para R$ 100,00 (por conta do espaço diminuto da torcida adversária, que sempre esgota os bilhetes – prática comum).
Para domingo, o torcedor bragantino que for para a Arena Neo Química pagará… R$ 200,00! Não é algo fora da realidade? Um pouco “caro demais”, pelo setor onde fica e pelo próprio preço em si? Lembrando que esse jogo não teria a presença de público devido a punição pelos gritos homofóbicos, que posteriormente o Corinthians conseguiu reverter / suspender.
Destaque: O Red Bull Bragantino oferece um plano de sócio-torcedor por R$ 24,90, que indiscutivelmente é excelente. Você assina essa opção e assiste a todos os jogos em Bragança Paulista, necessitando apenas fazer o check-in eletrônico assim que ele é liberado, sem pagar pelo ingresso. Se ocorrerem 3 jogos na cidade, o valor avulso dos ingressos custaria um total de R$ 180,00. No plano, cada jogo custaria R$ 8,30 (praticamente, um valor simbólico). Há outras opções de planos, desde os que têm descontos em parceria com universidades e comércio local, até outros com benesses em empresas nacionais.
ATUALIZANDO: “Corinthians anuncia ingresso por 100,00 para torcedor do Braga e poderão ser comprados no domingo pela amanhã“, informa o jornalista Sérgio Loredo.
2- DESFALQUES do visitante:
PedroCaixinha ainda não conseguiu, desde que chegou ao Brasil, ter todos os titulares à disposição para o seu “11 perfeito”. Aproveitou a pausa nas datas FIFA para intensificar os treinos, sem a preocupação de viagens e/ou questões recuperativas (vide aqui: https://wp.me/p4RTuC-NJV). Depois disso, em 3 jogos, foram 13 gols marcados e apenas 1 sofrido.
Há muitos jogadores lesionados, e estão contundidos / em processo de transição: Bruninho (lesão na coxa direita – talvez se recupere em tempo), Helinho (estiramento no colateral do joelho esquerdo), Lucas Cunha (cirurgia no joelho) Nacho Laquintana (cirurgia no tornozelo), Natan(lesão no ligamento colateral medial do joelho esquerdo), Raul (cirurgia no joelho) de Talisson(entorse no tornozelo esquerdo). Léo Ortiz e Luan Cândido estão em fase de transição. Henry “The Flash” Mosquera se contundiu contra o Flamengo, na partida em que fez dois gols – e ainda é dúvida.
3 – ARBITRAGEM:
Para o confronto entre o Timão e o Massa Bruta, a CBF escalou:
Árbitro: Edina Alves Batista – SP Bandeira 1: Neuza Inês Back – SP Bandeira 2: Leila Moreira Naiara da Cruz – DF 4º Árbitro: Douglas Marques das Flores – SP Assessor de Arbitragem: Sílvia Regina de Oliveira – SP VAR: Daiane Carolina Muniz dos Santos – SP AVAR: Amanda Pinto Matias – SP AVAR 2: Marielson Alves Silva – BA Observador de VAR: Marcos André Gomes da Penha – ES
Nessa rodada, foram preservados os árbitros que estarão na Copa do Brasil no próximo meio-de-semana (Ramon Abatti Abel em BAH x GRE, Flávio Rodrigues de Souza em CRF x CAP, Leandro Pedro Vuaden em AME x SCCP e Bráulio da Silva Machado em SPFC x SEP). E nos jogos dos times grandes no Brasileirão, foi escalado o maior número de FIFAs possível.
Edina, que estará embarcando para a Oceania em breve como árbitra selecionada para a Copa do Mundo Feminina, foi escalada para esse importante confronto.
Lembremo-nos que houve um intervalo de “calvário” para a árbitra, que começou justamente num erro na partida Internacional 0x2 Red Bull Bragantino pelo Paulistão 2021, devido a uma mentira relatada na súmula (relembre aqui: https://wp.me/p55Mu0-2OK). Ela estava fazendo uma excelente temporada, tinha apitado seu primeiro clássico, e a partir daí começou a decair. Teve ainda problemas familiares, de saúde e outros de ordem particular. Perdeu a chance de ir para a Copa do Catar 2022 (“bateu na trave”) e fez um péssimo primeiro semestre de 2022. A partir do segundo turno do Campeonato Brasileiro do ano passado, Seneme voltou a escalar Edina com constância e ela se recuperou. Tem alternado bons e razoáveis jogos(errando e acertando como a maioria dos árbitros da FIFA). No começo do ano, uma prova de fogo: vencer o “veto do Santos”(por erros que realmente foram graves contra o SPFC) no clássico contra o Corinthians na Vila Belmiro, onde foi pressionada do começo ao fim. Ali, ela superou as dificuldades com a importantíssima ajuda do VAR (recorde aqui: https://wp.me/p55Mu0-3cG).
No Brasileirão Feminino, Edina tem “sobrado” em campo numa sequência muito boa de jogos. Apitou no último domingo Palmeiras 1×3 São Paulo no Allianz Parque. Será seu 16º jogo nos últimos 3 meses (vamos ver se não haverá impacto físico por tal sequência de partidas).
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Caindo da cama pois o tempo urge!
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Para quem não ouviu a aguardada coletiva do Presidente do Galo ontem, está disponível em: https://youtu.be/B_72AidOoOc.
Nela, há algumas coisas com interpretação equivocada e outras que podem ser discutidas, para o bem do Paulista Fc. Há outras ainda, confessou assustadoras. Alguns exemplos grafados em itálico:
Falas do presidente Rodrigo Alves:
“Precisamos ver alguns times semelhantes ao Paulista, veja o Mirassol que vendeu o Luiz Araújo e fez um CT.” (Concordo, e por quê não temos categorias de base próprias para imitar o co-irmão?).
“Roberto Graziano comprou o São Bernardo, que tinha poucas dívidas e era organizado, precisamos fazer isso para ter uma SAF viável”. (O Paulista não é organizado hoje e tem dívidas, por quê só agora vir com tal exemplo?)
“Precisamos construir alicerces, de dentro para fora”. (Mas as ações desse ano não foram condizentes ao que disse, eu concordo com essa necessidade, mas por que não foi feito?).
“O Paulista tem 75 patrocinadores, ajudando com permuta e financeiramente também” (Mas não inscreveu 3 jogadores por falta de dinheiro para a inscrição, não consigo entender isso, é desconexo o discurso com a prática).
“Fomos um dos primeiros clubes a se preparar para o campeonato” (Ops: Roberval Davino chegou às vésperas da estreia, antes era o Araão Alves. Trocar treinador com uma semana do início não é bom planejamento, deveria ter trocado antes ou mantê-lo).
“Tem um trabalho nosso na FPF, lá dentro, para entender como será o ano que vem” – (Não tem, me desculpe. Nem a FPF sabe ao certo o que fará. E não há o que fazer agora, nesse momento… não deveria falar isso, pois depois isso será lembrado pela torcida e cobrado. Hoje não tem nada por parte de nenhum clube, até porquê nem acabou a fase de rebaixamento da Bzinha).
“Não vamos disputar a Copinha” – (Mas isso é o contrário do discurso do alicerce, de valorizar a base, de ter jogador para vender e construir um CT… contradisse o começo da própria fala).
“Na verdade, continuamos na mesma divisão, foi criada uma divisão intermediária acima do que nós estamos” – (Que narrativa mequetrefe. Um malabarismo desnecessário… é brincar com as palavras e subestimar a inteligência do torcedor, tentando iludir que a última divisão não é a 5ª.
A última, bem confusa, mais ou menos com as seguintes palavras quanto ao “Salário que recebe” e “fake news sobre ele” que reclamou: “Há um membro da uniformizada no conselho fiscal (…). Não retiro o salário integral faz 1 ano por conta da situação financeira do clube (…) A remuneração foi aprovada pelo Conselho“. (Eu achava que ele era funcionário do Paulista Ltda, e que o salário vinha por lá. Se há um Conselho que aprovou, então é pelo Paulista Associação? Confesso que não sei detalhes e me socorro aos que podem esclarecer: a remuneração foi aprovada pelo Conselho?
Fala do advogado, Dr Wagner:
“Para a FPF, não existe 5a divisão. Foi criada uma subdivisão da 4a divisão. Nós entendemos que não caímos”. (Respeito, não vou discutir. É bobagem ficar brigando por nome. Se vai se chamar A5, B2, ou o coisa que o valha, é sim a 5a divisão na prática e o Paulista caiu).
Aqui, me recordo de 1990, quando o Farah criou a A1, A2 e A3. O São Paulo tinha ficado na A2, e o Farah chamou de “1ª divisão módulo A1, A2 e A3”. Em teoria, todos estavam na Primeirona, pois ele cruzou os melhores da A1 com o campeão da A2 (que foi o SPFC). Nesse cruzamento, o SPFC, no mesmo ano, venceu a A1 (até o Telê Santana admitiu que a A2 era a 2ª divisão, vide em: https://wp.me/p4RTuC-oZ3). Nos anos seguintes, nunca mais o campeão da A2 cruzou com os melhores da A1 no mesmo ano… E o que são essas letras com número, senão a 1ª, 2ª e 3ª divisão?
Fala do supervisor Wilson:
“Demos toda a estrutura aos atletas, fizemos um primeiro turno bom e não tem como explicar”. (Estrutura é algo relativo, pois os campos de treino não eram de futebol profissional. E a campanha do primeiro turno foi, cá entre nós, meia-boquíssima.
Fala do vice-presidente Raphael Donadel:
Disparado o mais lúcido. Quando falou, apontou os erros e acertos (sem fazer rodeios), foi ponderado nas questões e assumiu a culpa pelo rebaixamento, convidando a dividir a responsabilidade com outros integrantes da gestão. Destoou do Rodrigo e do Wilson.
Outras observações:
Assustei ao saber que o Paulista foi para Amparo um dia antes “para sentir o clima“. Pagar hotel para jogar numa cidade vizinha? Não… deveria sair do Jayme Cintra no dia do jogo com o clima de cobrança daqui para entrar em sintonia com a necessidade de ganhar. E se o jogo fosse em Assis, sairia dois dias antes?
Criticar os jogadores, como foi feito em alguns momentos na coletiva, é muito cômodo. Eles vão, ficam umas semanas e passam. Vão embora mesmo, não têm compromisso aqui. São atletas limitados, não são craques. Alguns eram reservas de times fracos. A culpa não é dos jogadores, mas de quem resolveu contratar esses jogadores.
Aqui, um questionamento que guardei até o término dessa fase: dos 12 que estão compondo no momento a 5a divisão do ano que vem (que se somarão a outros 8), boa parte considerará inviável a disputa. Alguns se licenciarão, provavelmente. Se não tivemos quórum, a FPF promoveria o torneio com “meia dúzia de times” ou repensaria isso e incorporaria os poucos remanescentes para a 4a divisão, com os demais 16?
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Animados para mais uma jornada?
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Em outras palavras, disse Pedro Caixinha, treinador do Red Bull Bragantino há pouco, após a vitória por 7×1 contra o Tacuary (são 13 gols marcados e 1 sofrido nos últimos 3 jogos):
“Aproveitamos a pausa dos jogos para treinarmos duro. Nessa folga da tabela conversei com os atletas e eles entenderam que a dedicação intensiva ajudaria a compreenderem o que queremos e refletiria no rendimento. Estou contente porque são ótimos profissionais (…) Foi uma pausa profilática, e eles entenderam que pausa é treino, mas o mais importante dela foi a recuperação tática e acabar com a fadiga mental (…). Com isso, precisam entender que deve existir uma mentalidade vencedora, e sem esforço não há isso. Não podemos querer uma só vitória, mas sempre buscar um ciclo de vitórias.”
Parabéns ao árbitro equatoriano Guillermo Guerrero por não vacilar e expulsar o zagueiro Leizza, que “entrou para quebrar” o são-paulino Pablo Maia.
Infelizmente, a equipe do Tigre praticou a nefasta atitude que alguns argentinos utilizam: quando se vêem inferiorizados esportivamente, apelam para a violência. Mas fica a observação: Pablo Maia, atingido na perna direita, teve que ser levado ao Hospital Albert Einstein para verificar se houve fratura ou não. Se tivesse sido afastado pela lesão maldosa do adversário, ainda assim Leizza permaneceria somente 1 jogo suspenso?
Uma contusão ocasionada por acidente de trabalho, é uma coisa. Por uma entrada violenta intencional, é outra. Um jogo de suspensão é algo “barato” para quem comete isso…
O Brasil sofre costumeiramente a prática de preconceito de toda espécie. Mas infelizmente também pratica (como a xenofobia por paraguaio, com a desagradável associação de falsificações com pessoas / produtos originários do Paraguai).
Sendo assim, praticar atitudes preconceituosas tem sido socialmente algo de mão dupla. Entretanto, no futebol, existe um capítulo à parte:jogadores brasileiros têm sofrido constantemente discriminação racial (por parte de diversos países) e nada tem sido feito para solucionar o problema. No enésimo caso de racismo ocorrido ontem, no jogo do Atlético Mineiro, a vítima foi o goleiro Everson.
Repare na foto abaixo a quantidade de jovens ali presentes (imitavam macacos, direcionados ao Everson). Um até sorri e faz pose para a câmera, que registra isso.
Alguém poderá justificar que foi uma típica “molecagem” – mas ainda assim é uma ação vergonhosa e preconceituosa.
Se você fosse pai de alguns desses jovens, o que diria a eles?
Mais do que isso: será que o pai e a mãe desses racistas repudiam essa bobagem ou o menino herdou algum valor equivocado?
O racismo é um problema social, educacional, familiar…e no esporte, punido com má vontade, lamentavelmente.
Everson declarou (extraído do G1, na coletiva pós-jogo);
“Cheguei a ouvir, ouvi o direcionamento. Chamaram ‘arquero’, que é goleiro, em espanhol. Depois começaram a fazer o gesto para mim. Eu estava focado, porque temos que dar entrevista para todas as televisões. Vi que o Pedro (Souza, fotógrafo do Galo) estava tirando as imagens, procurei ficar calmo naquele momento, porque eu sei que estávamos reunindo algumas provas ali. Infelizmente, isso vem acontecendo no continente sul-americano. Não são todos, mas sabemos que ainda passamos por isso (…) Uma pessoa fez, mas vários gritaram. Eu ouvi vários gritando, usando palavras como macaco. Todos somos iguais, não tem diferença de pele, cor e sangue. Precisamos ter mais amor ao próximo.”
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Para o confronto derradeiro dessa fase de grupos da Copa Sulamericana, a Conmebol escalou a seguinte equipe de arbitragem:
Árbitro: Fernando Vejar (Chile) Bandeira 1: Alejandro Molina (Chile) Bandeira 2: Alan Sandoval (Chile) Quarto Árbitro: John Hinestroza (Colômbia) VAR: Luis Quiroz (Equador) AVAR: Andres Tola (Equador) Observador: Ricardo Marques Ribeiro (BRA)
Mais um árbitro jovem (33 anos) em campo num jogo do Massa Bruta. Em tese, como o jogo deve ser fácil, é uma partida para dar oportunidade ao novato juiz chileno. Vejar tem apenas um jogo internacional na carreira: Tacuary 3×1 Oriente Petrolero (no mês passado). Nesse ano, entre jogos da 1ª e 2ª divisão chilena, foram 14 partidas, com média de 6,14 cartões Amarelo / jogo e apenas 0,35 Vermelho.
Pelos números, não é tanto rigoroso em campo. O conheceremos melhor nessa oportunidade.
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O Galo da Japi, depois da queda para a 5ª divisão, precisa de um choque de gestão, de reconstrução. Afinal, a sequência de rebaixamentos não é de hoje, mas pós-Copa do Brasil.
Depois da tristeza de sábado, racionalmente, uma discussão para “refundação simbólica” do Paulista, em: https://youtu.be/uVK7xfS6pJA.
Será que os cartolas contratam aos seus clubes os treinadores estrangeiros por convicção do trabalho ou filosofia de jogo? Ou seria… modismo?
Um dia, o São Paulo contratou Juan Carlos Osorio, ofensivo ao extremo, para ser seu treinador. Posteriormente, empregou Edgardo Bauza, exatamente o contrário em conceitos.
Está “na moda” trazer treinador de Portugal, mesmo que muitos não o conheçam. E às vezes, nem o clube contratante.
Digo isso pelos extremos dos últimos dias. Mas antes, um histórico:
O Red Bull Bragantino queria um substituto para Maurício Barbieri, e procurou nomes para entrevistas, a fim de que um se encaixasse em sua filosofia. Consta que vários nomes foram levados em pauta, e entre eles, Pedro “Pepa” e Pedro Caixinha. O primeiro “não passou” na entrevista, e o segundo foi contratado.
Diante disso, tivemos:
Na 5ª feira: O time de Pedro Caixinha venceu o Flamengo por 4×0, com 36 chutes a gol. Fez 1 gol e buscou outros.
No Sábado: O time de Pedro Pepa venceu o São Paulo por 1×0, com NENHUM chute a gol. Ganhou 1 gol-contra e se fechou.
A pergunta é: quando os clubes contratam seus treinadores, estão cientes do que eles farão em campo?
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Amigos me perguntaram: mas como ninguém viu que o Machado estava impedido?
Aqui vai a resposta: dentro de campo, árbitro e bandeiras teriam dificuldade de marcar o impedimento (um bom assistente marcaria). Com o advento do VAR, em dúvida, deixa-se seguir e o pessoal na cabine avalia. Porém, a discussão pode ter tido dois caminhos:
O entendimento que o cruzeirense permaneceu em impedimento passivo (isso não ocorreu, ele se joga para disputar a bola, já abordamos no link acima), ou
Uma bobeada no entendimento da regra: há poucos anos, desvio começou a tirar impedimento. Ou seja: se eu chuto uma bola para o gol e ela é interceptada por um defensor que a tenta disputar, mas acaba sobrando para alguém impedido, esse toque tirou o impedimento. E talvez por isso (por Rafinha interceptar a bola) a equipe de arbitragem se equivocou (reforçando: ele disputa a bola pois não sabe que o adversário está impedido, e o mesmo mergulha para cabeceá-la – impedimento por participar ativamente contra seu oponente).
Uma curiosidade com os números do árbitro Ramon Abatti Abel: ele tem 78 jogos apitados pela CBF nos últimos 3 anos, sendo apenas 14 vitórias do visitante. Na temporada 2023, apenas 1 derrota para o mandante: Ceilândia 0x1 Santos pela Copa do Brasil (pelo Brasileirão desse ano, quem jogou em casa com ele no apito, não perdeu).
Continuo defendendo a tese: precisamos trazer árbitros estrangeiros de boa qualidade para intercâmbio.
Já falamos sobre todos os erros da diretoria do Paulista e sobre o jogo do rebaixamento para a 5ª divisão. Mas algo me preocupa: a onda de protestos violentos. Virou moda?
Primeiro na Vila Belmiro, no dia seguinte em São Januárioe ontem em Jayme Cintra, onde até um cavalete de trânsito foi arremessado e atingiu um carro no estacionamento interno do estádio.
Para quem acompanhou Cruzeiro 1×0 São Paulo, repare: o gol-contra de Rafinha deveria ter sido anulado. Entenda:
Willian (CRU) cruza a bola, e Rafinha (SPFC) tenta afastá-la e acaba cabeceando para o próprio gol. Mas repare: Filipe Machado (CRU), próximo a ele, estava em posição de impedimento!
Se Rafinha não intercepta a bola e Filipe Machado a cabeceia para o gol, o gol deveria ser anulado por impedimento ativo por participar diretamente da jogada tocando a bola. Mas como Rafinha vê o jogador se aproximando para disputar a bola, ele se antecipa e a cabeceia. O são-paulino não tem como saber que o jogador está em posição de impedimento, e pelo fato do cruzeirense correr em direção da bola, ele passa a estar em impedimento ativo por interferir contra um adversário. Ou seja: Rafinha só cabeceia pelo fato do atacante tentar disputar a bola.