– O Garbo Humilde de uma Estrela

Há personalidades que merecem o sucesso. No mundo dos Negócios, do Esporte, da Política ou da Cultura, sempre há grandes destaques. Entretanto, poucos sabem lidar com a fama.

Um ótimo exemplo e modelo para os jovens que começam a ter sucesso vem do entretenimento: Tony Ramos.

Ator consagrado, sempre solícito e simpático em suas entrevistas. Com ótimo currículo e histórico de boas ações fora das telas, deu uma excepcional entrevista ao Jornalista José Armando Vanuci, da Rádio Jovem Pan. Falou sobre as dificuldades e prazeres do seu personagem “Opash”, de Caminhos das Índias, contou curiosidades que foram e que não foram ao ar, e é claro, falou sobre como lidar com o sucesso.

Vale ouvir a entrevista, serve de exemplo desde Administradores de Empresas de Sucesso à simples iniciantes em TV.

(Curiosidade: o penúltimo capítulo quebrou o recorde da novela: picos de 60 pontos, que equivalem a 80% dos televisores ligados!)

O Link está em: http://blogs.jovempan.uol.com.br/parabolica/2009/09/10/entrevista-tony-ramos-fala-sobre-o-oficio-do-ator-e-o-trabalho-em-equipe-para-o-sucesso-de-uma-novela/ (não esqueça de clicar no botão do player da página a ser aberta, a fim de ouvir a entrevista)

– Quando o Vício Domina o Atleta

Deixar-se levar pela “marvada” é triste. O atleta número 1 em Salto de Altura, o campioníssimo russo Ivan Uhkov, em Lausanne (SUI), durante uma competição, tomou exageradamente doses de vodka... Após ensaiar quase 2 minutos o salto, foi alertado pelo árbitro que deveria iniciar o pulo! Aí, correr bêbado e saltar… Hum… não deu certo.

Veja o vexame, em: http://www.youtube.com/watch?v=oZq-6PL8L6A

 

– Proibição do Cigarro em Espetáculos: Censura ou Responsabilidade Social?

Uma lei que entrará na próxima sexta-feira, complementar à lei anti-fumo que restringe o Tabaco em lugares fechados, proibe o fumo e a utilização de cigarro também em espetáculos.

Todos sabemos que o cigarro faz mal, e desincentivá-lo e combatê-lo é uma necessidade. Entretanto, leio agora que o ator Antonio Fagundes, fumante, cujo personagem em uma recente peça faz uso do cigarro, “detonou a lei”, alegando CENSURA.

Como antitabagista, discordo.

Em: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?edt=36&id=41058

Para encarnar fumante em peça, Antonio Fagundes diz que vai “peitar” lei

Se todo ator incorpora traços dos tipos que interpreta, parece que Antonio Fagundes, 60, escolheu o que levar de seu personagem em “Restos”, de Neil LaBute, antes da estreia no dia 20, em São Paulo, no teatro Faap: o ataque à patrulha antitabagista.
Em cena, dirigido por Márcio Aurélio (“Agreste”), ele encarna um fumante inveterado que repassa –com suspiros saudosistas e certa birra dos modos contemporâneos– as fases de sua relação com a mulher cujo corpo está sendo velado.
Ela morreu de câncer, ele está na fila. Pouco importa. “Guardem seus panfletos ou qualquer outra merda sobre o assunto, ok? A vida é minha, pelo menos o que resta dela”, diz à plateia.
O texto de LaBute é farto em rubricas que pedem um cigarro à mão. Mas a Lei Antifumo que entra vigor na sexta no Estado de São Paulo impede que atores fumem em cena sem autorização judicial. É aí que Fagundes toma emprestado o tom incisivo do personagem:
“Vou peitar isso e fumar. Temos um problema de censura. É um precedente grave se a gente não fala nada. Fiquei surpreso que os fumantes tenham ficado quietos. O brasileiro está muito quieto para tudo. Espero que os fumantes não votem nas pessoas que aprovaram essa lei. É engraçado, porque parece que o [governador José] Serra é ex-fumante. Não tem coisa pior do que ex”. (nota do blog: Serra não é ex-fumante e sempre foi antitabagista)
Para Fagundes, “começa assim; amanhã, vão dizer que não pode beijar na boca porque passa gripe suína; depois, não pode mostrar assassinato [em cena], porque é contra a lei. As pessoas ainda não perceberam, a liberdade não se perde de uma vez. Os puritanos proibiram o teatro na Inglaterra por décadas pois achavam que era satânico. Caminhamos para isso”.
Sem patrocínio para a montagem de “Restos”, o ator também tece críticas ao debate sobre a reforma da Lei Rouanet, que concede às empresas que investem em produções artísticas isenção de parte do Imposto de Renda devido.
“As pessoas que redigem a lei deveriam entender o mecanismo de produção de teatro, saber quanto custa manter um espetáculo em cartaz, anunciar num jornal. Não tem ninguém nessas comissões que já tenha feito teatro? [Quando se fala em mudar a lei] Dá a impressão de que é um movimento rancoroso, do tipo ‘só estes caras que não precisam [por serem famosos] recebem dinheiro’. É claro que precisam!”
Por conta das restrições previstas na Rouanet aos gastos com divulgação, os espetáculos estreiam, segundo Fagundes, com “morte anunciada”. “Você fica em cartaz por pouco tempo. Ou seja, se antes se falava em espetáculos de elite, agora são peças para a elite da elite, porque não são só para quem pode pagar, mas para quem corre para pagar”, observa.

– Personagens da Infância em Versão Adolescente

Há pouco tempo, Maurício de Sousa lançou a versão adolescente das personagens da “Turma da Mônica”. Sucesso absoluto. Agora, outras “crianças” da literatura infantil e dos gibis cresceram, satisfazendo o mercado consumidor mas principalmente os cofres das editoras!

Extraído da Revista Época, ed 584, 27/07/2009, pg 126-127, por Nelito Fernandes

PERSONAGENS DE DESENHO ESTÃO CRESCENDO

O criador da Mônica, Mauricio de Sousa, cultiva um ritual com o filho caçula, Marcelo, de 11 anos. O garoto é o primeiro a receber, das mãos do pai, as novas edições da Turma da Mônica, com outras novidades que estão nas bancas. O filho sempre pegava a Mônica primeiro, depois as outras. Há um ano, Mauricio levou um susto. “Cheguei com a Mônica e o Ninja Naruto. Ele balançou e ficou com cara de ‘qual revista eu pego?’”, diz Mauricio. O menino crescera. E a Mônica, pensou, precisava crescer também.

Nascia, ali, a Turma da Mônica jovem, expoente nacional de uma tendência que está pegando entre as produções voltadas ao público infantil: personagens consagrados agora em versão adolescente. Além da Mônica, que na versão original tinha 7 anos e agora tem 15, as bancas têm a Luluzinha teen, com a turma da Lulu crescida e um inacreditável Bolinha… magro! Não foi a única mudança radical. Na Turma da Mônica, Cascão agora toma banho. Os planos infalíveis de Cebolinha não são mais para pegar o coelho de Mônica. Na edição número 4 da série, ele aparece prestes a pegar… a Mônica! A capa, com os dois a ponto de dar um beijo na boca, foi a mais vendida da história dos personagens: 410 mil exemplares, ante os 200 mil das edições da “turma pequena”. E as crianças menores adoraram.

“A infância encolheu. As crianças querem ver personagens que fazem o que elas não podem ainda”, diz Mauricio. Aos 73 anos, ele acessa Orkut, Twitter e outras redes de relacionamento para “entender a nova geração”. “Tudo muda toda semana. Não podemos ter uma revista para esse público com uma linguagem já velha”, diz Mauricio, que tem seus 50 anos de carreira celebrados numa exposição no Museu Brasileiro da Escultura, em São Paulo.

A internet, claro, está presente na vida dos novos personagens. Em vez do diário, Luluzinha tem um blog. E é apaixonada pelo Bolinha. O dono do clube onde menina não entrava quer namorar a versão em quadrinhos da roqueira Pitty. As alterações em Luluzinha foram uma iniciativa brasileira, autorizada pela Random House, editora inglesa que publica originalmente a série. Glorinha Khalil dá consultoria sobre as roupas que a menina usa e, a exemplo de Pitty, outras personalidades reais vão aparecer nas histórias. “Houve uma mudança no perfil do público. Séries como Crepúsculo e livros como Harry Potter confirmam a tendência”, diz Daniel Stycer, editor-chefe da Luluzinha teen, que vende cerca de 100 mil cópias mensais.

Na televisão, até personagens que levavam a idade no nome cresceram. Ben 10 tem 15 anos no desenho animado Ben 10 força alienígena. O 10 permaneceu apenas no nome da série. O garoto virou um rapaz e agora se chama apenas Ben. “Ele está levando as coisas mais a sério”, diz o produtor da série, Glen Murakami, que no mês passado esteve no Brasil. “Em breve o Ben vai ter uma namorada.” O Programa de Aceleração do Crescimento das personagens, porém, às vezes esbarra na reação do público. O anjinho da Mônica ganhou um nome em inglês, Cell Boy, que fazia trocadilho com céu, mas teve de mudar. O público odiou o nome novo e protestou na internet. Anjinho passou a se chamar apenas Anjo. Às vezes, a rejeição é maior. As Meninas superpoderosas ganharam uma versão chamada Meninas superpoderosas geração z. A primeira temporada da série, exibida no Japão, durou 52 episódios. Não agradou. O mangá sobreviveu a apenas dois volumes. Os produtores, porém, não desistiram e lançaram a nova versão, agora adaptada ao público ocidental. Mas onde essas mudanças vão parar? Será que, no futuro, teremos a Mônica na terceira idade? “Quem sabe? O pessoal agora está envelhecendo muito bem”, diz Mauricio, rindo.

Como eles se transformaram
Cascão agora toma banho, Luluzinha ganhou carteirinha do Clube do Bolinha, Kevin virou o melhor amigo de Ben e Lindinha ficou vaidosa
 
 

– Humor Negro, sem Trocadilhos e com Tom Desagradável

Nunca gostei de humor negro. Agora, menos ainda. Digo isso devido a piada de mau gosto feita pelo humorista Danilo Gentil (Programa CQC), que utilizou de humor negro justamente contra a raça negra (se é que existe a raça negra, pois considero apens a existência de uma raça, a raça humana). O mesmo comparou o macaco King Kong com jogadores de futebol negro, por gostarem de loiras.

Piada irresponsável, que poderia ser evitada e de tom lamentável. Pessoas que estão a frente de programas de audiência, devem cada vez mais tomar cuidado em suas ações. Policiar-se é necessário!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u601611.shtml

PIADA DE DANILO GENTIL NÃO TEVE GRAÇA, DIZ HÉLI DE LA PEÑA

O integrante do “Casseta & Planeta” (Globo) Hélio de La Peña decidiu entrar na polêmica da semana no Twitter. Em um texto intitulado “A coisa ficou afrodescendente para o humor negro”, o humorista carioca afirmou que a piada de Danilo Gentili relacionando jogadores de futebol com King Kong não teve graça. O post foi divulgado em seu perfil (twitter.com/Lapena).

“King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?” A frase foi postada por Danilo Gentili, do “CQC” (Band), entre a madrugada de sábado (25) para domingo no serviço de microblogs.

“Não tenho problemas com piadas de qualquer natureza, desde que elas sejam engraçadas. Não foi o caso”, escreveu La Peña. “Associar o homem preto a um macaco não é novidade no anedotário e causa desconforto aos homens pretos.”

Embora tenha avaliado negativamente a piada do colega, o “casseta” discordou que o melhor caminho nestes casos seja o judicial.

“Acho exagero imolar o humorista em praça pública. Processo é bobagem. Danilo não apontou o dedo na cara de nenhum preto e disse ‘olha aqui, seu macaco.’ Ele fez uma piada, quem não gostou expôs sua opinião. Eu não gostei.”

Segundo a assessoria de imprensa do MPF-SP (Ministério Público Federal de São Paulo), a mensagem de Gentili foi encaminhada a um procurador, que vai apurar se houve ou não racismo. A ONG Afrobras também se posicionou contra o “repórter inexperiente”. “Nos próximos dias devemos fazer uma carta de repúdio. Estamos avaliando ainda [entrar com] uma representação criminal”, disse José Vicente, presidente da ONG.

De acordo com Hélio de La Peña, “se alguma vez você sofreu discriminação racial, sabe o quanto isso é desagradável. Esta é a razão deste tipo de piada bater na trave”.

À Folha Online, na noite de ontem, o humorista do “CQC” disse estar “disposto a pedir perdão a qualquer pessoa que se ofendeu sobre qualquer assunto em qualquer coisa que eu disse”. “Quanto a apagar os tweets, não apago, não. Porque eu realmente disse aquilo. Não consigo ainda entender qual o problema com eles, mas se alguém viu problema, que me perdoe. Eu realmente disse aquilo.” 

– Mussum Day Bombou na Web

Cacildis!!!, diria o falecido trapalhão Mussum. Celebrando os 15 anos de sua morte, hoje os twitteiros promoveram o “Mussum Day”, e tem sido o assunto mais comentado no Twitter.

Um compacto de 5 minutos bem bacana foi criado para sua homenagem. Mussum virou cult! Aqueles que estão na faixa entre os 30 e 40 anos sabem o que é isso.

Veja que legal: http://colunas.epoca.globo.com/bombounaweb/2009/07/29/mussum-day/

 

– O BuddyPoke como Fonte de Arrecadação para a Mentez

A Mentez, dona dos direitos dos bonequinhos do BuddyPoke, tão comuns no Orkut, descobriu um filão de dinheiro a ser explorado: o uso das ações dos bonequinhos como serviço pago!

Em: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/614/artigo143872-1.htm

O SEGUNDO SECOND LIFE

Quando o universo em 3D do Second Life surgiu na internet, muitos acreditaram que a tão desejada fórmula para transformar a audiência das redes sociais em dinheiro tinha sido descoberta. Inegavelmente, o novo portal fez o que nenhum outro conseguiu fazer. Só no último ano ele movimentou US$ 360 milhões no mundo. Mas no Brasil, dois anos depois de sua chegada em 2007, a rede caiu no esquecimento.

O Second Life sempre foi muito mais conhecido do que usado. A rede não emplacou, mas a corrida em busca da rentabilidade das redes sociais continua mais ativa do que nunca. A nova aposta que tem despontado lá fora é a inserção de serviços pagos em comunidades virtuais. No Brasil, a modalidade acaba de ser implantada no Orkut pela Mentez, empresa multinacional de desenvolvimento de aplicativos.

Pelo sistema, usuários compram moedas virtuais para ter acesso a funções extras de ferramentas disponíveis na rede. É o caso do aplicativo de maior sucesso do site, o BuddyPoke. O serviço permite ao internauta criar gratuitamente seu personagem virtual e interagir com outros da rede. Mas para ir além e usar o avatar para pedir alguém em casamento, por exemplo, é preciso pagar. Quem ganha com isso são os desenvolvedores de aplicativos e gerenciadores do sistema de pagamento. Mas as marcas podem usar a distribuição da moeda para atrair o consumidor.

“O modelo tradicional de propaganda não teve sucesso nesse universo”, diz Tahiana D’Egmont, sócia da Mentez no Brasil. “Inserir as marcas no campo de interesse do usuário de uma forma interativa é a solução”, afirma. Segundo ela, este ano, a moeda virtual movimentará R$ 4,5 milhões no Brasil.

O interesse da Mentez pelo País surgiu da popularidade que as redes sociais têm por aqui e da perspectiva de crescimento do mercado de aplicativos para a internet. Fundada por um grupo de empresários colombianos, a empresa é representada no País por Tahiana, uma jovem de apenas 23 anos. A escolha do Orkut veio de sua liderança absoluta entre as redes por aqui. O portal tem mais de 30 milhões de usuários ativos.

O primeiro aplicativo a usar o sistema pago da Mentez foi o BuddyPoke. Hoje, cerca de 98% dos usuários usam o serviço. O boneco virtual é gratuito. No entanto, algumas funções são pagas. “A internet virou sinônimo de gratuidade. Mas quando a pessoa tem interesse pela ferramenta estará disposta a pagar para ter um conteúdo exclusivo”, afirma José Calazans, analista de mídia do Ibope Nielsen Online.

A compra de créditos é feita pelo sistema de pagamento online PagSeguro, do UOL. Os pacotes vão de R$ 5 a R$ 45. “Em breve, o usuário poderá recarregar suas moedas da mesma forma que faz com o celular: em padarias, bancas e farmácias”, revela Tahiana. Segundo ela, o gasto médio mensal dos usuários tem sido de R$ 21. Os serviços pagos já foram adquiridos por 0,1% dos usuários ativos. A renda é repartida entre a Mentez e o desenvolvedor do aplicativo.

A pergunta que fica é como as marcas podem tirar proveito desse novo negócio. Segundo Tahiana, as empresas poderão comprar pacotes de moedas e distribuir aos usuários em troca de uma aproximação com a sua marca. Por exemplo, o internauta que visitar o site da companhia pode ganhar créditos para usar no Orkut. Para Abel Reis, presidente da AgênciaClick, o consumidor tem uma boa tolerância à publicidade na internet, mas com algumas ressalvas.

Ela deve ser relevante ou viabilizar a gratuidade de outros serviços que o internauta está acostumado a usar. “O uso das moedas pode dar certo já que marca e consumidor saem ganhando”, afirma Reis. O próximo aplicativo a adotar o sistema é o Colheita Feliz, número um em acessos na China e na Rússia (Saiba mais no quadro “Serviços Pagos”).

O objetivo da Mentez é que seu sistema se torne uma moeda única entre as redes sociais. O portal Sonico deve adotar serviços pagos no segundo semestre. “É uma abordagem promissora, mas só o tempo vai poder dizer se será vencedora”, diz Reis.

– Macaco Simão Levou Banana da Atriz!

O humorista José Simão, colunista da Folha de São Paulo, conhecido pela sua irreverência e inteligência, as vezes abusa da sorte. Sem pudores, seus trocadilhos acabam ofendendo pessoas que não aceitam seu espírito gozador. Para nós, leitores, sua coluna diária é sensacional. Mas para as pessoas atingindas, há a divisão de opinião.

Assim, a atriz da Rede Globo Juliana Paes, protagonista da novela “Caminho das Índias”, conseguiu na justiça a proibição da citação de seu nome.

Tal situação vem trazer o segunte debate: até onde a liberdade de expressão permita ao jornalista (mesmo sendo humorista) “chacotear” a pessoa? Até onde o humor pode denigrir a imagem?

Em: http://diversao.terra.com.br/gente/interna/0,,OI3877939-EI13419,00-Justica+proibe+que+colunista+fale+da+atriz+Juliana+Paes.html

JUSTIÇA PROIBE HUMORISTA DE CITAR JULIANA PAES

A Justiça do Rio de Janeiro deferiu à atriz Juliana Paes, que vive a indiana Maya na novela global Caminho das Índias, o direito de não ser citada pelo colunista da Folha de S. Paulo e da Rádio BandNews FM, José Simão.

A decisão do juiz João Paulo Capanema de Souza, do 24º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro, restringe as referências feitas a Juliana ou a personagem Maya, sob pena de multa de R$ 10 mil por citação feita pelo jornalista.

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, que também foi acionado, Capanema teria considerado pertinente a reclamação da atriz sobre o texto onde Simão faz trocadilhos com o termo casta, confundindo os significados do que se refere às diferentes classes hereditárias indianas, com um estado de pureza de caráter. Em nota divulgada pela publicação, Simão se defendeu dizendo: “não vejo por que o termo ‘casta’ ofende uma mulher moderna, liberada, atriz da Globo. Para mim, casta é pudica, e eu não admiro pessoas castas. É uma coisa medieval”.

Esta não é a primeira vez que José Simão precisa dar explicações sobre o conteúdo dos textos que produz para a Justiça. No passado, a empresária Yara Baumgart se sentiu prejudicada por ter sido citada na coluna dele como “perua”. Na ocasião, Simão arrolou como testemunha de defesa a apresentadora do SBT, Hebe Camargo, que disse ao juiz não se sentir depreciada por ser conhecida como “perua”.

Longe dos tribunais, no mundo da internet, muitos famosos saíram em defesa do jornalista. “Humor é humor, não pode ser descolado do contexto e deve ser encarado com leveza, acho que a Juliana não entendeu que era tudo um grande elogio!”, protestou a apresentadora do canal GNT Astrid Fontenelle, que encabeçava um movimento no site de mini-blogs Twitter : “Estou com problema de casta. Acho que vou virar uma dalit, ou criar a castas das ‘bunitas’ (SIC)Hare Baba, Mamadí!”

– O Show do Rei “RC” versus o show do rei do pop

O que falar da magnífica apresentação de Roberto Carlos no Maracanã? Fez juz ao titulo de “Rei”. Sensacional, cativante, familiar, prazeroso… Em contrapartida, outro “Rei”, cujo show foi interrompido por ele próprio, está dando cada vez mais dividendos: Michael Jackson.

Cansou falar da morte dele, não? Todos querem ganhar uns trocados e uns pontos de audiência. Agora, a irmã dele, LaToya, declarou saber quem são os assassinos, alegando que ele foi morto!

Será que também ela está abusando de remédios?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u593887.shtml

Latoya Jackson: “Sei quem assassinou Michael”

Latoya Jackson é a capa hoje de dois dos principais jornais sensacionalistas britânicos, o “News of the World” e “The Mail on Sunday”, que oferecem entrevistas nas quais a irmã do “rei do pop” assegura que Michael foi assassinado e que ela sabe quem são os assassinos.

No “News of the World”, Latoya afirma que são várias as pessoas responsáveis pela morte de seu irmão e que a razão foi “uma conspiração para ficar com o dinheiro de Michael”.

Suas declarações foram feitas dois dias depois que o chefe da Polícia de Los Angeles admitiu que o assassinato era uma das linhas de investigação, algo sobre o que Latoya não tem dúvidas.

“Houve uma conspiração. Acho que foi tudo pelo dinheiro. Michael valia mais de US$ 1 bilhão em ativos por direitos de difusão musical e alguém o matou por isso. Valia mais morto que vivo”, diz a irmã mais velha do cantor, que não dá nomes em nenhum momento sobre quem possam ser os assassinos.

Latoya assegura que esse “grupo de pessoas” roubou US$ 2 milhões em dinheiro e várias joias da casa de seu irmão, que o viciaram em drogas, que o isolaram de sua família e amigos “para que se sentisse só e vulnerável”, e que o obrigaram a trabalhar “até a extenuação” para continuar ganhando dinheiro.

Michael, segundo o testemunho de Latoya, não queria dar a série de 50 shows que deviam ter começado nesta segunda-feira em Londres.

“Há menos de um mês, eu disse que pensava que Michael ia morrer antes das atuações de Londres porque estava rodeado de gente que não abrigava as melhores intenções em seu coração”, diz Latoya, que define seu irmão como uma pessoa “muito dócil, calada e carinhosa, da qual as pessoas se aproveitavam”.

“Nunca achei que Michael vivesse até ficar idoso”, assinala a entrevistada, convencida de que Michael Jackson era “a pessoa mais só do mundo” e que “antes ou depois ia lhe acontecer algo terrível”.

Nas entrevistas revela outros detalhes, como que o cantor não morreu em sua cama, mas na do médico que vivia com ele, Conrad Murray, ao qual acusa de desaparecer do hospital ao qual foi levado o cantor quando ela começou a fazer-lhe perguntas.

Latoya assegura que foi ela quem insistiu para que fosse feita uma segunda autópsia no cadáver após ver que “tinha marcas de picadas no pescoço e nos braços”, e antecipou que conhecer os resultados finais “será um choque” para todo mundo.

Também afirma que espera que se encontre um testamento de seu irmão posterior ao de 2002, no qual Michael Jackson expressa seu desejo de que seus filhos vivam com Diana Ross, e que “as histórias de que seu coração foi tirado (durante a autópsia) não são verdade”.

Sobre o futuro dos filhos do “rei do pop”, Latoya declara que nunca deixará que vão viver com sua mãe biológica, Debbie Rowe, à qual acusa de fazer parte do tipo de pessoas que “esteve junto de Michael só porque lhe interessava seu dinheiro”.

Latoya acredita que as crianças continuem com os Jackson e dá alguns detalhes de como reagiram à morte de seu pai.

Segundo seu relato, as crianças não pararam de chorar até que puderam passar 30 minutos junto ao corpo de seu pai e se despediram dele.

– 80 Anos do Marinheiro Popeye!

Olha que legal, o marinheiro Popeye faz 80 anos hoje! E tem um site que para comemorar, postou o primeiro episódio (em preto-e-branco) do desenho animado, além da sua história!

Abaixo, o link da matéria com o vídeo:

Extraído de: http://larita-caramela.blogspot.com/2009/01/o-sucesso-de-popeye-foi-to-grande-que.html

80 ANOS DE POPEYE

O sucesso de Popeye foi tão grande, que nos anos 30 discutiu popularidade com o rato Mickey, quando a banda desenhada ganhou vida em curtas-metragens animadas que passavam nos cinemas.

Quando se pensa em Popeye vem logo à memória os espinafres que o marinheiro devora para ficar mais forte e confiante. O sucesso da personagem foi tanto que o consumo de espinafre nos Estados Unidos aumentou, na altura, 30 por cento. A força de Popeye era o argumento mais utilizado pelas mães para convenceram as crianças a comer legumes.

Com Popeye surgiram também outras personagens memoráveis como o eterno inimigo Brutus, Wimpy e a namorada Olivia Palito.

Oitenta anos depois, o simples desenho publicado num jornal continua o legado. Depois da banda desenhada e do Cinema, Popeye chegou, recentemente, ao mundo dos videojogos.