– Quando Eu Estou Aqui… ou melhor, lá no Show do meu, do seu, do nosso amigo Roberto Carlos!

 

Xi, estou com mania dos anos 70? Só falta eu dizer que “boy que é boy não toma mel, masca abelha!”

 

O que falar do Show do Roberto Carlos? Estive lá ontem, e é emocionante, empolgante, romântico… como sempre!

 

Me faz ser um amante à moda antiga, do tipo que ainda manda flores. Me dá vontade de cavalgar por toda noite e dizer à minha querida Andréia: “Como é grande, o meu amor, por.. você!”

– Curiosidades dos Direitos Autorais

Quando as músicas dos Beatles caem no domínio público? E personagens como o Mickey? Olha só cada interessante detalhe sobre Direitos Autorais, extraído de: http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87227-8489-221,00-LIBEROU+GERAL.html

LIBEROU GERAL?

Popeye, Drácula e Elvis estão caindo em domínio público. Mas, antes de sair mexendo com as obras envolvendo os caras, saiba o que pode e o que não pode.

por Guilherme Rosa

Acuado num canto pelo vilão Brutus, Popeye recorre ao seu segredo para obter uma força descomunal: uma fatia de queijo brie acompanhada de uma taça de Châteauneuf du Pape. Se um animador francês quiser dar vida a esse roteiro, está liberado. É que, a partir deste ano, as aventuras do marujo e sua turma caíram em domínio público. Mas, por enquanto, só na Europa. Nos EUA, o personagem ainda está condenado ao espinafre até, pelo menos, 2034.

“O direito autoral vem em camadas. Sempre temos que perguntar o que exatamente caiu em domínio público e onde”, diz Ronaldo Lemos, advogado e diretor do Criative Commons Brasil. Na Inglaterra, por exemplo, o direito sobre gravações musicais termina 50 anos depois de seu lançamento. Ou seja, em 2012 as primeiras canções dos Beatles cairão em domínio público. Mas as composições continuarão tendo dono. O que vai estar liberado é o comércio e a edição das faixas gravadas pelo quarteto. Quem resolver fazer uma versão cover de “Love Me Do” continuará tendo que pagar.

No Brasil e nos EUA, os direitos sobre uma obra duram até 70 anos depois da morte do autor. Mas, diferentemente do Brasil, personagens controlados por empresas americanas são tratados de outra forma: a contagem é feita a partir de sua criação. É o caso do Mickey, que deveria ter caído em domínio público em 2003, não fosse um lobby ferrenho da Disney. Em 1998, o Congresso aumentou o prazo de direito autoral de uma empresa de 75 para 95 anos. Ou seja, Mickey só em 2023.

– Sucesso da Novela

 

Segundo a Revista Isto É Dinheiro, ed  682, pg 104, o sucesso da novela Passione se reflete nos produtos da Globo Marcas, empresa da emissora de TV que vende produtos usados em cena.

 

Um dos casos é “a cadeira da Diana”, item mais procurado pelos consumidores. A personagem de Carolina Dieckmann costuma chegar no seu apartamento e chorar as mágoas à sua amiga Cris, sentada em uma cadeira branca felpuda.

 

Valor da cadeira?

 

“Apenas” R$ 3.362,00 é o custo da cadeira Nara, de estilo retro, coberta de tiras de malha pés-palito.

 

Quantas você vai querer?

– Halloween?

 

Detesto a festa de Halloween. Respeito quem gosta, mas é um festejo tão americanizado que, por mais que se esforce, não consegue ter um jeitão brasileiro.

 

Hoje a noite, aqui em Jundiaí, muitos já irão às ruas para brincar. Tudo bem, se divirtam. Mas não queiram a minha boa-vontade nem me peçam balas.

 

Puxa, até eu acho que exagerei no azedume. Tudo bem, bala pode pedir.

 

E você, o que acha do Halloween? Deixe seu comentário:

– Acredite se Quiser, Paris Hilton disse:

 

“Larguei a vida de baladeira”

 

É o que a moça disse. Alguém acreditou na socialite, sempre envolvida em escândalos com drogas? Seria bom que fôsse verdade…

 

Parece uma piadinha para começar o dia. kkkk

– Iggy Pop = Lindsay Lohan? Um samba de criolo doido…

 

Ora essa… o que o veteraníssimo roqueiro Iggy Pop disse:

 

“Ela se parece comigo, é a única que tem atitude suficiente e esteve na prisão na idade certa. A produção poderia esconder seus seios”.

 

Ele se referiu à bela Lindsay Lohan, atriz de Hollywood que se afundou nas drogas e escândalos sexuais, desejando que ela o interprete no cinema.

 

Seu Iggy: apesar de ambos terem um histórico de vida similar nas conturbações, a beleza dela com a sua diferem e muito…

– Por onde anda a peça “Comunitá”?

Uma das melhores peças de teatro que pude assistir foi “Comunitá”, no Teatro Itália. Um musical de altíssimo nível, com as canções italianas mais belas de todos os tempos. Os atores-cantores excepcionais, além, é claro, do clima nostálgico que a bela Itália traz à minha família.

Por onde anda a peça? Há uns 8 anos a assisti e nunca mais ouvi falar sobre ela… Quem souber, deixe aqui o recado!

– Para que serve o SWU?

 

Está ocorrendo em Itu um Woodstock caipira, o SWU, ecologicamente correto e com palestras politicamente corretas, entre os shows musicais.

 

Sinceramente, qual o efeito prático de tudo isso? Respeito aos seus idealizadores e envolvidos, mas acho que se pode mudar o mundo de outras formas… tal modelo me parece excessivamente comercial.

– Sol ou Chuva?

 

Acabo de assistir a previsão do tempo no Bom Dia Brasil, da Rede Globo. Segundo a apresentadora, para o fim de semana, “sol para todo o Brasil, exceto apenas nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste”.

 

Ué, foi citada a metade do Brasil!

 

Esse “apenas” da nota pode fazer redator rodar…

– Festa na Igreja de Pedra (eu vou!)

Por Reinaldo Oliveira

 

MEDEIROS DE ITUPEVA CELEBRA A 19ª. FESTA DE NOSSA SENHORA  APARECIDA

 

A comunidade católica do Bairro do Medeiros/Itupeva (da Igreja de Pedra) inicia sábado, dia 9 e vai até o dia 17, a celebração jubilar da 19ª Festa em Louvor a Nossa Senhora Aparecida. Por este motivo, foi elaborada a seguinte programação:

Dia 9    18h    Missa de abertura com a presença dos romeiros.

      10 –  12h    Bênção aos romeiros e cavaleiros.

      12 –  9h30    Procissão, seguida de Missa e coroação de Nossa Senhora Aparecida.

      16 –  18h    Celebração da Palavra.

      17 –  10h    Celebração da Palavra.

No dia 10, acontece o 8º Desfile de Romeiros e Cavaleiros, saindo às 11h da Praça de Eventos, com destino à Igreja de Pedra. Na chegada bênção aos Romeiros e Cavaleiros,  depois almoço e após, leilão de prendas, ás 15h

Todos os dias, após a parte religiosa, no barracão – pastel, pernil, churrasco, frango, doces e completo serviço de bar. Participem!

– Passione no Episódio Caloi X Houston

Um case interessante: como a “Bicicletas Houston” tornou-se a maior concorrente da Caloi, a partir da massificação de sua imagem na novela Passione da Rede Globo, tendo lançando a Skinny Top pelo dobro do preço médio de outros modelos (você sabia que a Caloi foi convidada pela Globo para participar da mesma ação de marketing e recusou, alegando que o telespectador de novela não era seu público?).

 

Extraído de: Revista Exame, Ed 976 de 22/09/2010, pg 56-58

 

DE CARONA NA NOVELA DAS OITO

 

Pouca gente conhece a Houston fora do Piauí. A solução foi transformar suas bicicletas em

coadjuvantes do folhetim mais popular da TV brasileira.

 

Por Samantha Lima

 

O EXPEDIENTE DO DIA 17 DE MAIO TERMINOU de forma incomum na fábrica de bicicletas Houston, em Teresina, capital do Piauí. Em vez de voltar para casa, mais de 300 funcionários se dirigiram ao pátio da empresa, onde foram servidos com comida e bebida até que começasse o primeiro capítulo da novela passione, da TV Globo. Assim que a novela começou, o vozerio deu lugar ao silêncio, e todos passaram a seguir os dois telões de 150 polegadas instalados no pátio da empresa. No quarto bloco, enfim, a atriz Fernanda Montenegro, encarnando Bete Gouvêa, quatrocentona que controla uma fictícia fábrica de bicicletas em São Paulo, disse duas frases que desencadearam gritos e abraços entre funcionários e convidados: “Há também nossa parceria com a maravilhosa Houston. A Houston é importante para nós”. Para 30 milhões de telespectadores, Houston era uma invenção do autor Sílvio de Abreu. Para o empresário João Claudino Júnior, presidente da Houston, as frases marcavam a estreia de sua empresa no horário nobre da televisão brasileira. Fundada por ele há dez anos, a Houston tornou-se vice-líder em vendas, atrás apenas da Caloi, mas ainda é (ou era) uma desconhecida no Sudeste, o maior mercado do país. “Quero torná-la conhecida e liderar as vendas”, diz Claudíno.

Nos últimos quatro meses, além de Fernanda Montenegro, os atores Reynaldo Gianecchini e Rodrigo Lombardi vêm se alternando em frases como “A bicicleta deles é boa mesmo”. “Deles”, no caso, se refere à Houston. Ao longo da trama, que vai ao ar até janeiro, o logotipo da empresa será exibido nove vezes, fora as citações da marca em diálogos, o que deve ocorrer em algumas dezenas de capítulos— é Sílvio de Abreu quem decide quando deve usar o nome da empresa. Embora ninguém revele o valor do contrato, EXAME apurou que o pacote não sairá por menos de 6 milhões de reais — inserções isoladas de merchandising nas novelas da emissora custam entre 500 000 e 800 000 reais. Durante a negociação, acertou-se também que a fábrica, em Teresina, seria cenário de algumas gravações. Ao contrário do que se vê na maioria dos casos de merchandising, em que os produtos aparecem de maneira forçada, em cenas fora de contexto, a Houston figura como um ente da trama. Representa a concorrente da empresa controlada pela protagonista de Passione.

Em dez anos, a Houston saiu da irrelevância para a vice-liderança do mercado brasileiro. Em 2009, a líder Caloi vendeu 700 000 bicicletas, enquanto a Houston vendeu 650 000. No começo, a empresa dos Claudino cresceu graças às vendas no Nordeste, valendo-se da vantagem de não arcar com os altos custos de transporte que pesam para as concorrentes da Região Sudeste. A diferença de preço também ajudou a Houston a avançar sobre o mercado informal — metade dos 5,3 milhões de bicicletas vendidas por ano no país é montada em lojas irregulares. A Houston ainda aproveitou o espaço deixado pelas combalidas Monark — que hoje fabrica apenas cinco modelos, ante 60 da Caloi e 40 da Houston — e Sundown, em crise desde 2006, quando seus sócios foram condenados por evasão de divisas, O passo seguinte para Claudino foi entrar no mercado de produtos mais sofisticados — no qual impera a concorrente eternizada pela frase “Não esqueça a minha Caloi”.

Transformar-se em coadjuvante na novela das 8 surgiu como uma possibilidade de encurtar o caminho. Foi o autor, Silvio de Abreu, quem concebeu a Skinny Top. Na ficção, a bicicleta é criada pela Metalúrgica Gouvêa, mas, depois de ser sabotada por um dos herdeiros da própria empresa, é repassada à concorrente Houston e se transforma num sucesso de vendas. Na vida real, a marca criada por Abreu foi licenciada pela Houston, que a lançou no mercado ao preço de 700 reais — o dobro da média das bicicletas da empresa. “A parceria foi além do esperado”, afirma Souza Júnior, sócio da agência Consumídia, que apresentou a proposta de merchandising à Houston e à Globo depois de ler a sinopse da trama.

Nascido em Cajazeiras, no sertão paraibano, e criado em Teresina, Claudino Júnior é o quarto de cinco filhos do empresário João Claudino, dono de um conglomerado de 17 empresas, o Grupo Claudino, que faturou 2,5 bilhões de reais em 2009. Claudino, o filho, formou-se em administração na Universidade do Sul da Califórnia e em economia na Universidade da Califórnia. Em 1993, ao voltar para o Brasil, assumiu as importações do Armazém Paraíba, rede de varejo do grupo fundado pelo pai. Foi nessa época que percebeu que o frete da Região Sudeste e de Manaus encarecia significativamente o preço das bicicletas, produto utilizado como meio de transporte no Nordeste e importante no faturamento da rede de varejo do grupo. Inicialmente, avaliou montar bicicletas com peças importadas da China, mas concluiu que seria melhor produzi-las no Brasil. Em 2000, abriu a fábrica para fornecer às lojas do grupo Claudino. Hoje, a Houston vende suas bicicletas para redes como Casas Bahia, Walmart, Carrefour e Americanas.

 

CICLISMO EM ALTA

A estratégia de marketing da Houston em Passione não tem retorno garantido. O formato de merchandising adotado pela empresa foi pouco testado no país. A ação mais parecida ocorreu há cinco anos, quando a fabricante de lingeries Valisere figurou na novela global Belíssima como concorrente da empresa da personagem vivida também por Fernanda Montenegro. “A Valisere aumentou muito as vendas naquele período, mas a marca já era conhecida e a ação foi coordenada com publicidade, o que a Houston não tem feito”, diz Karina Daidone Pimentel, professora de propaganda da Universidade Paulista, que destrinchou o caso Valisere em uma dissertação de mestrado. A Caloi — a primeira empresa procurada diretamente pela Globo — recusou a proposta por outro motivo. “A audiência da novela não reúne uma parte representativa do nosso público-alvo”, diz Juliana Grossi, diretora de marketing da Caloi. “Mas é verdade que a novela vai promover o ciclismo e, consequentemente, aumentará as vendas de todo o setor.” Sinal de que a corrida para a Houston pode ter um final feliz.

– Obra de Arte???

Há certas obras de arte que me fazem questionar se as considero como arte ou não.

 

Gil Vicente, um artista brasileiro, estará na próxima terça-feira expondo na Bienal de São Paulo. Mas seu trabalho é polêmico: mostra FHC, LULA e o PAPA BENTO XVI em condições de tortura e com risco de morte:

 

Veja abaixo:

 

   

 

O que você acha: isso é arte? Respeito o trabalho, mas considero de tremendo mau gosto…

 

(Se não conseguir as visualizar, há um link para o jornal Correio da Bahia com outras: http://professorrafaelporcari.blog.terra.com.br/wp-admin/post-new.php)

– Muitas Emoções…

Ontem começaram as vendas para os Shows da turnê do Roberto Carlos em SP.

 

Como sou um amante a moda antiga, do tipo que ainda manda flores, já garanti minhas entradas para 18/Novembro, abertura da turnê no Credicard Hall.

 

Já fui em outras oportunidades, e sempre que vou, é emocionante. Principalmente estando bem acompanhado…

– Revista Alfa: o que achei?

Recebi como cortesia da Editora Abril (e agradeço por aqui) a edição no. 1 da Revista Alfa, uma revista masculina de variedades.

 

Em destaque: uma interessante entrevista com Galvão Bueno (um cara feliz e auto-confiante), um test drive de Emerson Fittipaldi com um Aston Martin (terei um destes um dia… kkk), uma matéria sobre a Tropa de Elite dos soldados brasileiros na Amazônia (sabiam que os americanos vêm aqui aprender com eles?) e um belo ensaio fotográfico com Carolina Ferraz (dispensa comentários).

 

A revista é boa! Mas também é cara… afinal, o público dela é classe “A” *. Não é o meu caso, infelizmente… Não sou tão culto nem rico; pelo contrário, sou pobre e um tanto rude e ogro!

– Laurentino Gomes é o cara!

1808, 1822 e 1889: o que essas datas significam para você?

 

Para um bom estudante e para qualquer cidadão atento, são 3 datas históricas cuja resposta é imediata: a da Família Real no Brasil, Independência do País e Proclamação da República, respectivamente.

 

Tais temas são, muitas vezes, contados folcloricamente ou até mesmo marginalizados. De pronto, poucos lembram o significado para a História do Brasil destas datas. E aí temos o escritor Laurentino Gomes: de maneira didática e romancista, escreveu 2 livros sobre as primeiras datas (ambos sucesso de vendas), e se prepara para o seu terceiro (1889).

 

Este post não é promocional, mas um chamamento à boa literatura: entretenimento e ensino somados em best-sellers. Só nos resta ler e louvar sua brilhante forma de retratar os acontecimentos marcantes do país. E aguardar, quem sabe, um próximo livro. Qual data a ser retratada você sugeriria?

– Dica Cultural: Estação Vida no Glória Rocha

Não tive a oportunidade de prestigiar, mas as referências são excepcionais: vale a pena conferir!

 

Por Reinaldo Oliveira – Jornalista e Ator

 

PEÇA “ESTAÇÃO VIDA” NA SALA GLÓRIA ROCHA

 

Vamos ao teatro?  Imagine você um grupo de teatro amador cujo elenco seja todo acima dos 45 anos. Um cenário que leva você a uma estação de trem de uma cidadezinha do interior, lá pelos anos 60. Que após muitos anos uma turma de alunos que estudaram juntos, cresceram, houve a separação, e passados muitos anos eles se encontram e começam a relembrar coisas como o primeiro amor, os bailes naquele Tênis Club da cidade, sucessos e fracassos atuais. Isto tudo tendo como motivador destas lembranças a estação do trem da cidadezinha. Tudo isso e muito mais, principalmente muito humor, você encontra na peça “Estação Vida”, em cartaz neste domingo, dia 15 de agosto, na Sala Glória Rocha – Rua Barão de Jundiaí, 1093 – centro. Venha fazer esta viagem com o elenco da peça. A sua presença é muito importante! O início? Às 20h, certo? Então nos vemos por lá.

– Rádio Disney no Ar!

Deu na Revista Veja desta semana: a Disney (que já atua no Brasil através do canal esportivo ESPN e nos de desenhos animados), entrará nas ondas do Rádio.

 

Em São Paulo, a licença para operar em Agosto a Rádio Disney em SP estará nas mãos de Pedro Henrique Cardoso, filho do ex-presidente FHC.

 

Apesar do processo ser sigiloso, vazou. Só espero que o locutor não seja o Pato Donald… kkk. Zé Carioca para “dicas de malandragem”, Tio Patinhas como “comentarista econômico”, e Mickey & pateta no “noticiário policial”. “Loterias” será apresentada pelo sortudo gastão. “Dicas de beleza”, claro, com Margarida e Minie.

 

Quer arranjar mais alguma vaga para outros personagens?

– Merchandising que confunde realidade e ficção

A Rede Globo é uma potência, todos nós sabemos. Possui o chamado “Padrão Globo de Qualidade”, isso também é verdade. Popularizou as novelas no Brasil e inovou nas ações de Marketing nesse segmento, isso é notório. Mas a novidade vem de Passione, atual novela das 21h (que apesar de começar nesse horário é chamada de “Novela das 8”).

 

Na trama, Fernanda Montenegro é Bete Gouveia, dona de uma fábrica de bicicletas. Pois bem, nos últimos episódios as personagens de Saulo e Fred mostram preocupação com o crescimento da concorrente Houston; falam sobre o bom desempenho e dos ótimos modelos, que trarão dificuldades para o grupo Gouveia, o qual administram.

 

Na verdade, Houston é a bicicletaria do grupo nordestino Claudino (o mesmo que um dia abriu as Lojas Paraíba em Jundiaí, na Rua Vigário J.J. Rodrigues, com  um inusitado trio elétrico que circulava nas ruas promovendo a loja, nos anos 90). Sua sede está no Piauí, e atualmente é o grande calcanhar-de-Aquiles da Caloi, líder de mercado.

 

O mais incrível é que os modelos de sucesso da Gouveia (a empresa da novela) são mesmo da Houston. Kayky Brito e Cauã Raymond pedalam nas suas bicicletas; e a tão falada SkinnTop, modelo de sucesso sabotado na trama, será oferecido todo remodelado e consertado pelas personagens Mauro e Bete Gouveia à própria Houston na novela, que a lançará no mercado de verdade!

 

Que interessante: o comércio real misturado com ficção em horário nobre, confundindo a trama e os negócios. Parabéns a quem teve a idéia.

– Vem aí: “Os Vingadores”!

Thor, Capitão América, Hulk, Homem de Ferro, entre outros super-heróis estarão juntos! Oficialmente, foi apresentado elenco e detalhes do maior filme de super-heróis da era moderna do cinema.

Uma mini-matéria: http://cinema.terra.com.br/comiccon/2010/noticias/0,,OI4584385-EI16825,00-Os+Vingadores+finalmente+se+reunem+na+ComicCon.html

– Cala Boca, Stallone. Ou: – Tampe os ouvidos, Brasil?

Sylvester Stallone filmou recentemente o longa-metragem “Mercenários” aqui no Rio de Janeiro (estreará em breve).  Ontem, num programa de entrevistas americano, o ator desdenhou da simplicidade do povo brasileiro, levando a condição do carioca de ingênuo à de ignorância extrema; falou com escárnio da simpatia local; e, finalmente, falou muitos desaforos sobre a violência no país, além do medo que passou com sua equipe de filmagem. Entre algumas pérolas, disse: “Gravar no Brasil foi bom, pois pudemos matar pessoas, explodir tudo e eles (os brasileiros) dizem obrigado (…) “ [Eles dizem:] Obrigado, Obrigado e leve um macaco (…) Os policiais de lá usam camisetas com uma caveira, duas armas e uma adaga cravada no centro; já imaginou se os policiais de Los Angeles usassem isso? Já mostra o quão problemático é aquele lugar. (…) Lá poderíamos ter explodido vários prédios e todos ficaram felizes e ainda trariam cachorros-quentes para aproveitar o fogo”.

É pura ironia e piada de mau gosto. Mas para quem não está costumado com uma cidade violenta, será que ele não se impressionou? Pense ainda: o que achamos de normal em questões de criminalidade, é porque nos acostumamos com o dia-a-dia dessas ações de banditismo?

Claro que ele rebaixa a condição intelectual do povo brasileiro. Entretanto, não há um fundo de razão nas críticas urbanas?

Corroborando com os TT do Twitter de hoje: Cala Boca Stallone. Mas será que o que ele falou é aquilo que nós teríamos que ouvir?

E você, o que pensa disso: a violência que assustou Stallone no Rio de Janeiro já é a mesma da nossa cidade? E estamos tão acostumados com ela que nem percebemos mais?

Aguardo sua opinião!

– Prêmios do Faustão via Avião!

Leio na Exame News: a Procter & Gamble deve patrocinar o quadro “Caminhão do Faustão”, do programa Domingão do Faustão. Mas como sua concorrente já o fez, inovará: lançará o quadro “Avião do Faustão”. Isso mesmo, entregará um avião de prêmios!

 

Concorrência é isso aí…

– Festas Julinas na Região

por Reinaldo Oliveira

Festas Julinas em Itupeva

 

Próximo sábado, dia 24, as comunidades Nossa Senhora Aparecida, do bairro do Medeiros, também conhecida como a Igreja de Pedra, e São Judas Tadeu do bairro do Guacuri, realizam a sua Festa Julina.

Na comunidade Nossa Senhora Aparecida, o evento terá início às 19h, e terá lanche de pernil, pastel, vinho quente e quentão, doces e bebidas. O endereço é Estrada das Paineiras, bairro do Medeiros.

Na comunidade São Judas Tadeu, o evento terá início às 16h30, e terá churrasco, pastel, milho verde, bebidas e barracas de diversão. O endereço é Avenida Isaac de Mesquita Junior, bairro do Guacuri.

Os coordenadores das festas convidam a você e sua família a participar dos eventos.

Reinaldo Oliveira

Pastoral da Comunicação

– 30 motivos para não ter Felipe Mello em seu time!

Brasileiro gosta de sacanear mesmo na própria derrota. Aqui, mais de 30 motivos do desastroso volante chamado Felipe Mello (email enviado anonimamente, destes que circulam na Internet):

 

ALGUMAS VERDADES SOBRE O EX-VOLANTE DA SELEÇÃO FELIPE MELLO:
 
. Milhares de pessoas no mundo deram entrada no hospital após assistir o Felipe Melo em transmissão 3D.· Se você jogar com o Felipe Melo no Playstation, todos os botões dão carrinho.

· Felipe Melo é primo de 2º grau do Chuck Norris

· Jogo de xadrez: Cristiano Ronaldo é a Dama, Kaká é o Bispo, Julio Baptista é a Torre, Felipe Melo o Cavalo.

· Todas as seleções tem Volante… Nós temos Pára-Choque!!

· Felipe Melo dividiu as duas Coreias com um carrinho.

· No doce do Felipe Melo não pode faltar canela.

· Felipe Melo não estará no próximo Winning Eleven, porque ele vai participar do Mortal Kombat.

· Felipe Melo foi reprovado na escola por excesso de faltas.

 · O Bin Laden abandonou seus planos de ataques terroristas na Copa do Mundo depois que soube que Felipe Melo estaria lá.

· Na infância quando Felipe Melo fazia algo errado era sua mãe quem ficava de castigo.

· Felipe Melo não nasceu. Ele foi expulso do útero.

· O Felipe Melo foi expulso do UFC por ser considerado violento demais.

· Os carrinhos de Felipe Melo têm registro no Detran.

· Deus disse:”Faça-se a luz”. Chuck Norris disse:”Peça por favor”. E o Felipe Melo disse: “Calem a boca vocês dois!”

· Felipe Melo quando criança não ganhava carrinhos, ele dava

· Felipe Melo depois de ver a cotovelada do Kaka: “Amadores…”

· Felipe Melo ligou para o SAC do seu cartão de crédito reclamando da cor. Ele queria o vermelho.

· Misturei Activia com Felipe Melo e saiu uma cagada violenta.

 

· Depois das minas terrestres o maior causador de amputações de perna é o Felipe Melo.

· Após os treinos, alguns jogadores treinam cobranças de faltas, já Felipe Melo treina como cometê-las.

· Felipe Melo aprendeu futebol na escolinha da família Gracie.

· Uma vez Felipe Melo foi jogar JoKenPo com o presidente Lula. Ele tinha uma tesoura, e o Lula, 5 dedos.

· Vai começar a parte preferida do Felipe Melo na Copa do Mundo: o mata-mata.

· Quando Felipe Melo entra no treino os cones saem correndo.

· O cartão de visitas do Felipe Melo é vermelho.

· O Saci tinha duas pernas, isso antes de jogar futebol com Felipe Melo.

· Felipe Melo joga o futebol arte…ARTE MARCIAL!

· Apesar de não gostar de matemática, Felipe Melo adorava dividir sem deixar restos

· Felipe Melo ganhou a primeira chuteira aos 4 anos. Aos 6 conheceu a bola.

· Jack Bauer resolve tudo em 24 horas. Felipe Melo em 24 faltas…

· Quando Felipe Melo derruba os adverssarios não é falta… é IPPON.

· Felipe Melo não é um “Dunga Jr.”. É um “Dunga Jr. Baiano”.

· O Brasil fez 7 pontos na primeira fase. O Felipe Melo fez 14 só na canela do Cristiano Ronaldo.

 

– Fantasia e Miséria na Copa

Não sei de onde veio a coluna original (extrai e menciono a reprodução publicada do site http://sergyovitro.blogspot.com/2010/06/fernando-de-barros-e-silva-fantasia-e.html), mas dou os créditos ao brilhante Fernando de Barros e Silva. Ele tratou com maestria a relação da Fantasia criada pelo futebol da Seleção Brasileira e a Realidade observada. A falsa impressão passada pelos comerciais de TV e a dureza do futebol demonstrado retratam com perfeição o contraste:

 

FANTASIA E MISÉRIA NA COPA

 

O momento mais emocionante do jogo entre Brasil e Coreia do Norte, ontem, aconteceu antes que a bola rolasse. Foi durante a execução do hino do país adversário, quando as câmeras flagraram o atacante Jong Tae-se se debulhando em lágrimas. A expressão de choro permaneceu em seu rosto durante a partida. Se ele jogasse como chora, estaríamos fritos.


Medíocre, sem brilho, apático, previsível. O Brasil fez uma estreia sofrível na Copa do Mundo. Tostão e Paulo Vinícius Coelho saberão explicar mais e melhor as deficiências dessa seleção de gladiadores. Mas mesmo aí, nessa identidade de “guerreiros da pátria” que foi forjada, com a mão de Dunga, para fins de mercado, há um abismo entre o que a propaganda vende e a mercadoria que foi entregue em campo.


A culpa, claro, não é dos atletas que lá estão. Vários deles, meninos assustados, visivelmente no limite das suas capacidades.


A seleção de Dunga é inimiga da fantasia. Isso torna mais flagrante, como ficou claro mais uma vez, o divórcio entre o que acontece dentro de campo e a parafernália de expectativas e entretenimento que se cria em torno dele. O business da Copa pede algo que o jogo não dá. Mas que é preciso arrancar dele ainda assim, nem que seja no gogó.


E ninguém exprime melhor essa necessidade do que Galvão Bueno, dublê de locutor esportivo e animador do país. Mal termina o jogo e a Globo nos oferece uma sequência de imagens tediosamente iguais da massa espremida em praça pública e se acabando ao som de alguma música ruim país afora.


Os clichês da brasilidade então inundam a tela: é o bundalelê do cantor Latino em São Paulo, é “essa coisa gostosa nas areias de Copacabana que contagia o país inteiro”, é “a chuva que não esfria o coração pernambucano”.


Tudo somado, é muita fantasia na TV para um espetáculo tão miserável. Ou muita miséria na TV para tão pouca fantasia em campo. Confundir tudo é a alma do negócio.

– Educação Não-educativa da Discovery Kids

É muito boa a programação do canal infantil Discovery Kids. Desenhos educativos e politicamente corretos, lições de cidadania e outras boas coisas. Mas me incomoda os diversos erros da Língua Portuguesa em alguns comerciais.

O mais recente é revoltante: tem um desenho muito bom chamado “Angelina Balerina”, que é uma Ratinha Bailarina. Na propaganda, após a mamãe mostrar a importância de se respeitar as diferenças de cada pessoa (louve-se tal ensinamento), a chamada mostra: “Angelina Balerina: os siguintes passos”.

SIGUINTES, COM I ??? É SEGUINTES, dona Discovery…

– Avatar 2 e o Lobby Amazônico Brasileiro

James Cameron, o premiadíssimo diretor de cinema que produziu “Avatar”, se encontra a trabalho em Manaus hoje. Há meses, foi ventilada a continuação do filme, a ser gravado na Venezuela, em sua porção amazônica. A idéia é: fazer lobby para que as cenas sejam filmadas na Amazônia sim, mas do lado de cá!

Boas chances de obter sucesso. A missão será conduzida pelo próprio governador Eduardo Braga.

– Futilidade em Utilidade

Detesto programas como Big Brother Brasil. Mas confesso que uma futil discussão (comentei isso a amigos na última segunda-feira) está tomando um rumo interessante.

Um dos participantes desse programa, Marcelo Dourado, foi acusado de ser homofóbico. Ao mesmo tempo, ele reclama ser vítima de heterofobia.

E não é que isso é algo a ser discutido? Fazer apologia ao homossexualismo não é crime; mas à heterossexualidade é (para alguns) ?

Ser heterossexual não é ser contra o homossexual. São coisas diferentes. E, infelizmente, para alguns, prevalece a “competição da opção sexual”. Que bobagem… Defender a opção heterossexual não implica em desrespeitar os que não a tem; e vice-versa. O problema é um só: INTOLERÂNCIA. E das duas partes!

– A Boneca Barbie: a Crise de um ícone da Indústria de Brinquedos!

Barbie já tem 50 anos e várias facetas. Porém, administrar sua carreira de sucesso nas prateleiras não tem sido fácil. Assim, compartilho esse case com a história de lucros e a crise latente por novos comportamentos e brinquedos (A cada 3 segundos, 1 Barbie é vendida no mundo).

Extraído de Época Negócios (citação no link ao lado)

A TOP MODEL DE VINIL, por Ivan Padilla

A boneca Barbie representou as aspirações das meninas nos últimos 50 anos. Mas a queda nas vendas e a popularidade das novas concorrentes marcam hoje uma mudança de comportamento.

Se fosse de carne e osso, com as mesmas proporções, a boneca Barbie seria uma mulher magra, muito magra. Com 1m68 de altura, teria 73,6 centímetros de quadril, 50,8 de cintura e 68,5 de busto. Para efeito de comparação, a cantora britânica Victoria Beckham, célebre pelas medidas anoréxicas, tem a mesma altura, porém com oito centímetros a mais de cintura. Pesquisadores da Universidade do Sul da Austrália apontam que a chance de alguém exibir essas diminutas curvas é de uma em 100 mil. Outro estudo, do Hospital Central da Universidade de Helsinque, na Finlândia, revela que uma mulher com esse corpo não chegaria a ter 17% de gordura corporal, taxa mínima para menstruar regularmente.

Nas lojas de brinquedo, a Barbie de vinil, com 29 centímetros de altura e 8,9 de cintura, já chegou a exibir alguns milímetros a mais de busto e outros a menos no quadril. As alterações foram feitas devido às críticas ao padrão irreal de beleza propagada – mas foram em vão. A boneca nasceu em 1959, época em que a mulher começava a se emancipar. Apenas quatro anos depois, Betty Friedan publicaria Mística Feminina, um marco do feminismo. Para sua época, a Barbie foi uma revolucionária. Nasceu linda, esbelta, emancipada, sem filhos, com tempo para investir na carreira, mas não para cuidar da casa – em resumo, o oposto do estereótipo da dona de casa americana do pós-guerra.

A Barbie foi a primeira boneca a ter feições de mulher e usar maquiagem. Nesses 50 anos, representou as aspirações femininas. Foi astronauta antes da chegada do homem à Lua, cirurgiã quando poucas mulheres ainda manuseavam o bisturi e candidata a presidente dos Estados Unidos – esta, uma conquista ainda inédita. Andou de Ferrari, desfilou com vestidos de estilistas como Versace e, recentemente, ganhou botas feitas pelo famoso designer de sapatos Christian Louboutin. De tão independente, chegou a se separar. No enredo criado pela fabricante Mattel, Barbie e Ken se conheceram em um set de filmagem e começaram a namorar em 1961. Como ele relutava em se casar e ela tinha cada vez mais compromissos, romperam em 2004. Hoje, são bons amigos.

A Barbie foi também a primeira top model. A musa do final dos anos 50 era a curvilínea Marilyn Monroe. Nos anos seguintes, a magreza e a altura se consagrariam como atributos de beleza – e tudo indica que esses padrões estejam novamente em discussão. Muitas meninas ainda sonham ser Gisele Bündchen, mas há também quem prefira ser Juliana Paes ou Scarlett Johansson, mais cheias de corpo. Está em curso um movimento de libertação da imagem feminina. Em Madri, foi proibida a participação de modelos muito magras em desfiles. Recentemente, a revista americana Glamour lançou um catálogo com modelos com abundantes gordurinhas na cintura. Um anúncio da Ralph Lauren, em que o excesso de retoques deixou a cintura da modelo mais estreita que sua cabeça, provocou protestos pela internet.

Nesses tempos de luta das mulheres contra a ditadura da beleza, a Barbie perde popularidade, embora mantenha ainda a fama de ser a boneca mais adorada do mundo. De acordo com a Mattel, no mundo inteiro, uma unidade sai das lojas de brinquedos para as mãos das meninas a cada três segundos. Nos últimos anos, no entanto, as vendas estagnaram ou estão em declínio. Em 2008, o saldo foi negativo, de 9% em relação ao ano anterior. No terceiro trimestre de 2009, a queda foi de 8%. Nesse mesmo período, a receita da empresa caiu 8%, e o lucro líquido ficou 3,5% menor. A Barbie responde por um quinto da receita anual da Mattel, de US$ 6,5 bilhões. Por isso, quando suas vendas caem, o balanço da empresa sente. Em 2008, o lucro de US$ 379,6 milhões da companhia foi 37% menor.

Outro termômetro da perda de apelo da Barbie é o ranking das 100 marcas mais valiosas do mundo elaborado anualmente pela consultoria americana Interbrand. Em 2001, a boneca estava na 84ª colocação, avaliada em US$ 2,037 bilhões. Em 2003, caiu para a 97ª posição, com valor de US$ 1,873 bilhão. A partir de então, saiu da lista.

RIVAIS ENCORPADAS

Enquanto isso, suas concorrentes ganham mercado. As bonecas Bratz, produzidas pela americana MGA, foram lançadas em junho de 2001. São quatro amigas com cara de adolescentes travessas, lábios carnudos e grandes olhos amendoados pintados com sombra. A sexualidade sugerida por suas roupas curtas e seu efeito sobre as meninas chegaram a causar preocupação na Associação Americana de Psicologia. Nos primeiros cinco anos, estima-se, foram vendidas 125 milhões de Bratz no mundo. Em 2005, as vendas atingiram US$ 750 milhões, segundo a consultoria BMO Capital Markets. Em 2006, o mercado das chamadas fashion dolls, as bonecas ligadas à moda, praticamente se dividiu: as Bratz ficaram com 40%, e a Barbie manteve seus 60%.

Mesmo com todo esse sucesso, as Bratz correm o risco de desaparecer. A MGA foi acionada pela Mattel em 2004. A alegação: o designer americano Carter Bryant era funcionário da fabricante da Barbie quando projetou as Bratz. O processo se arrastou até 2008, quando a corte americana deu ganho de causa para a Mattel. A MGA foi condenada a pagar US$ 100 milhões à concorrente e interromper as vendas da boneca. O prazo final foi o Natal de 2009. Foi um golpe duro. Somente no ano passado, as Bratz e seus acessórios renderam US$ 500 milhões à empresa, o equivalente à metade de seu faturamento. Os direitos da boneca passaram para a Mattel, mas a empresa ainda não decidiu se elas serão mantidas nas lojas.

A MGA se refez do baque e rapidamente contra-atacou. Em julho, lançou as Moxie Girlz, um meio-termo entre a Barbie e as Bratz. Elas são sensuais sem ser sexy, usam roupas muito coloridas mas não tão justas e já nasceram multiétnicas – a Barbie, originalmente loira de olhos azuis, ganhou uma versão negra somente aos 21 anos de idade, em 1980. Elas não andam em carros esportivos beberrões de gasolina, mas em modelos elétricos mais sustentáveis. Seu slogan é “Be true! Be you!” (Seja verdadeira! Seja você!).

As Moxie Girlz foram as bonecas mais vendidas do terceiro trimestre de 2009, segundo a empresa americana de pesquisas NPD. Elas apareceram na famosa lista dos 20 presentes mais legais para o Natal do guia Toy Insider, publicado pela revista Redbook, uma referência no setor de brinquedos. A expectativa era que suas vendas gerassem, nesses cinco meses de 2009, cerca de US$ 40 milhões apenas nos Estados Unidos, número considerado alto para uma estreia. “O que é fantástico na indústria de brinquedos é que há lugar para qualquer produto, de qualquer empresa”, afirmou Isaac Larian, CEO da MGA, a Época NEGÓCIOS. “A melhor ideia sempre vencerá. As vendas iniciais mostram que as Moxie Girlz já são uma força considerável no mercado das fashion dolls.”

Outro quarteto de bonecas, as Liv, também ameaça o reinado da Barbie. Lançadas em julho, as Liv foram posicionadas pela fabricante canadense Spin Master como as “anti-Bratz”. Representam adolescentes bonitas, porém menos provocativas, usam roupas despojadas adequadas aos tempos de recessão e andam de scooter. A empresa quis reproduzir as feições de um rosto de verdade. Para desenhar os lábios foram utilizadas fotos da namorada de um dos sócios como referência. As Liv também entraram bem no mercado. As projeções de vendas até o final do ano eram de US$ 30 milhões.

Num primeiro momento, as Liv não serão vendidas no Brasil. Já as Moxie Girlz poderão ser encontradas em breve por aqui. A representante será a Estrela. Diz Aires Leal Fernandes, diretor de marketing da Estrela: “As Bratz foram as primeiras fashion dolls a ter mais atitude, a demonstrar ousadia. Em sociedades mais conservadoras, como o Brasil, não fizeram tanto sucesso. Mas comeram um bom pedaço do mercado da Barbie e mostraram um caminho. As Moxie Girlz são mais dóceis que as Bratz. Tenho certeza de que cairão muito bem entre as mães e as filhas brasileiras”.

SUCESSO NO BRASIL

A Estrela fez história ao lançar a primeira grande rival da Barbie no Brasil. A Susi chegou ao mercado em 1966. O conceito é o mesmo: uma fashion doll com cara de adulta, que acompanha a moda e o comportamento. A mesma Estrela começou a importar a Barbie em 1982. As duas bonecas conviveram até 1985, quando a Susi foi retirada de circulação por pressão da Mattel. Quando a companhia americana abriu uma representação no Brasil, em 1997, a Susi foi relançada. A boneca brasileira foi líder de mercado até 2002, quando perdeu o posto para a americana. Na Ri Happy, a maior rede de brinquedos da América Latina, com 94 lojas em todo o Brasil, a Barbie responde por impressionantes 91% das vendas de bonecas, enquanto a Susi tem apenas 3,5%, em dados de janeiro a novembro de 2009.

Se no mundo a Barbie perde território, no Brasil reina absoluta. Por que isso acontece? Em parte, devido a um investimento agressivo da Mattel em produtos e em marketing. Há uma preocupação em refletir o mundo real da moda – um planeta, digamos, bastante volátil. A cada ano, cerca de 98% de todo o portfólio é trocado. Isso inclui de escovas e bolsas a geladeiras e carros. As novidades são divulgadas em ações como a Casa da Barbie, um caminhão itinerante que percorreu 50 municípios, em comemoração aos seus 50 anos. No interior do veículo, as crianças foram saudadas pela Barbie em um telão e encontraram réplicas dos móveis da casinha da boneca.

“Nossa forte presença no mercado brasileiro é uma questão de investimento, de inovação. É dinheiro por trás”, afirma Isabel Patrão, gerente de marketing da linha de brinquedos para meninas da Mattel. “Fazemos pesquisas no mundo inteiro, falamos com crianças de todos os continentes. Agradar a essa meninada de hoje, com acesso a tanta informação, é tarefa árdua. Elas sabem o que querem e têm mais voz ativa em casa.” Todo esse esforço, no entanto, não surtiria efeito se a Barbie não representasse, ainda hoje, as aspirações das meninas brasileiras. “Nós, mulheres, conquistamos independência, mudamos muito e abrimos possibilidades para outros modelos femininos. Mas o ideal de prestígio para as meninas ainda é a loira de olhos azuis bem-sucedida profissionalmente”, afirma a antropóloga Mirian Goldenberg.

A Barbie nasceu sexy, mas hoje sua beleza parece inocente perto das concorrentes. Em sociedades mais conservadoras, é um trunfo. “Em questão de educação, o Brasil ainda é muito retrógrado. Enquanto os meninos podem tudo, as meninas brincam de casinha. A Barbie reproduz esse mundo. Ela é linda sem ser exageradamente sexy. É emancipada e extremamente feminina ao mesmo tempo. As mulheres mudaram muito nos últimos anos, mas as meninas continuam cor-de-rosa”, diz Mirian. E como estará a Barbie daqui a 50 anos, quando completar o centenário? Continuará rainha ou viverá apenas em lembranças? O comportamento das pré-adolescentes do futuro vai ditar os rumos da boneca mais famosa de todos os tempos.

– Samba High-tec, ao menos, no Patrocínio

Chegamos na era do patrocínio e parceria total no profissional samba carioca. Com o tema de “Inclusão digital“, o samba-enredo da Portela despertou o interesse da Positivo Computadores, que entrará de cabeça – e samba no pé – na parceria!

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0956/negocios/primeiro-lugar-511533.html?page=7

Positivo cai no ziriguidum

A Positivo, maior fabricante de computadores do país, vai cair no samba. A empresa, com sede em Curitiba, será a patrocinadora da escola de samba Portela no próximo Carnaval do Rio de Janeiro. O enredo da escola no Carnaval 2010 será Inclusão Digital — Como Ela Pode Mudar a Vida da Sociedade. A Positivo investirá 1,5 milhão de reais e estuda a criação de um camarote na Marquês de Sapucaí. A companhia, comandada por Hélio Rotenberg, também deve construir uma escolinha de informática no bairro de Madureira, onde fica a quadra da Portela. Em uma ação inédita, desenvolvida pela agência Pepper, representantes da Positivo vão vender notebooks nos ensaios da escola de samba.

– O Mickey Mouse virando Mickey Mau!

Em tempos que se prega a não-violência, a Walt Disney rema contra a maré; nos jogos de video-game, o jogador poderá optar pelo Mickey “bonzinho” ou pelo Mickey “malvado”. A nova faceta do ratinho famoso é uma das apostas para lucrar mais…

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2089/mickey-mau-para-atrair-mais-publico-disney-cria-uma-versao-156631-1.htm

MICKEY MAU

Nas últimas oito décadas o mundo se acostumou com a agradável presença do ratinho Mickey Mouse, um sujeito boa-praça, bem intencionado e ingênuo. Com a força que emanou de Mickey a Walt Disney Company se firmou como uma das maiores produtoras de conteúdo infantil do planeta. Estima-se que, em 2008, só a marca Mickey tenha movimentado US$ 5 bilhões, o equivalente a 13% do faturamento total do grupo, estimado em US$ 37,8 bilhões anuais.

Mas a Disney quer que ele renda ainda mais. E, para isso, a empresa arquiteta mudanças para o personagem em 2010. O marco zero da nova fase será o lançamento do jogo Epic Mickey, que apresentará um ratinho mais complexo, cujas atitudes não se esgotam no bom-mocismo.

“Queremos trazer o heroismo e até um pouco de mau comportamento de volta”, diz Warren Spector, diretor criativo do game. “Hoje ele é lembrado apenas como estampa de camiseta, ou como brinquedo de criança. Queremos mudar isso.”

A superprodução Epic Mickey chegará ao Wii, da Nintendo. No game, caberá ao jogador decidir como ele se comportará – se ele será bonzinho e polido, como de costume, ou egoísta e até mau. O jogador deve guiar o ratinho por uma terra de ninguém habitada por personagens criados pela Disney em seus 81 anos de existência, mas que, por alguma razão, não fizeram sucesso e hoje se ressentem da fama que Mickey parece não querer dividir.

Armadilhas criadas a partir de atrações de parques como o Walt Disney World, nos Estados Unidos, também compõem o cenário. E a autorreferência não para por aí. No jogo, as principais ferramentas do herói são um pincel e um pote de tíner, para diluir a tinta que cria o estranho mundo por onde Mickey circula. “O jogador pode decidir que tipo de herói ele quer ser”, explica Spector. “E as decisões que ele toma moldam o Mickey, tanto em sua aparência quanto em suas habilidades”, diz.

Com o ingresso em escala épica de Mickey Mouse nos games, a Disney se arrisca para inovar com o que tem de mais tradicional.

“Não é um novo personagem, mas as pessoas vão conhecer um lado novo do Mickey”, diz Marcelo D’Emidio, da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo (ESPM-SP). Mas o risco é controlado.

“A Disney não começou a mudança na parte de filmes ou de programas de televisão”, ressalta André Galiano, da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap).

Para ele, o mundo dos videogames é bastante segmentado, tem impacto principalmente no universo adolescente e pode servir de tubo de ensaio para um Mickey menos bonzinho. “Mas é sempre difícil e arriscado mexer com um clássico”, afirma Galiano. Ainda mais quando ele é um sucesso que encanta e rende bilhões.

– Esclerose: a Dor dos Amigos

A esclerose é um mal irremediável aos portadores. Talvez a maior dor não seja a do próprio paciente, mas a das pessoas queridas próximas dele. Tenho pessoas que amo e que tem esse mal. É duro…

Leio agora que a jovem atriz Cláudia Rodrigues, protagonista de “A Diarista”, da Rede Globo, está afastada da TV por esse problema. Que pena… desejo boa sorte!

Extraído de: TERRA

ESCLEROSE TIRA CLÁUDIA RODRIGUES DA TV

De acordo com a coluna Telinha, do jornal Extra, o estado de saúde da humorista Claudia Rodrigues, de 38 anos, se agravou e o seriado A Diarista, previsto para retornar à grade da Globo no primeiro semestre, foi adiado.

Claudia sofre de esclerose múltipla e a atriz vinha gravando com dificuldades por conta da doença. Por isso, a produção do humorístico decidiu interromper as gravações e adiar a estreia do programa. A doença da artista foi diagnosticada em 2000 e ataca o sistema nervoso central, prejudicando a fala, visão e coordenação motora.

O que é esclerose múltipla?
É uma doença do Sistema Nervoso Central que se caracteriza por placas disseminadas da perda de mielina – que envolve os nervos- no crânio e na medula espinhal.

Ainda não se sabe ao certo como a doença acontece. No entanto, são estudadas causas do tipo anomalias imunológicas e infecção oriunda de um vírus latente, entre outras intercorrências. A herança genética também pode ser um fator que deflagre a doença, que costuma ocorrer mais em mulheres, tendo suas primeiras manifestações entre os 20 e 40 anos de idade.

A pessoa que possui esclerose múltipla costuma ter problemas visuais, na fala, de coordenação motora e de equilíbrio, entre outros sintomas, que podem gerar a incapacitação progressiva e permanente do paciente. A evolução é imprevisível e variável, podendo haver intervalos longos entre um episódio e outro.

– O Bolsa Pipoca

A sugestão do José Simão na Folha de São Paulo para alavancar a bilheteria do filme do Presidente Lula foi sensacional: já que ela tem sido decepcionante, crie-se o “Bolsa-Pipoca“. Ou melhor, faça animação em 3D, com o dedo cortado do protagonista voando sobre os espectadores…

Maldade… mas engraçado!

– O Cacau da Discórdia no Carnaval Comercial

Cada vez mais os patrocínios estão em alta no Carnaval. Anos atrás, a PDVSA venezuelana patrocinou uma escola de samba no Rio de Janeiro para cantar e sambar a história da Venezuela (apenas as coisas boas, é claro). Neste ano, o governador Arruda financiará outra escola para falar de Brasília (mesmo estando envolvido com inúmeros escândalos).

Em São Paulo, a franquia Cacau Show patrocinará a Rosas de Ouro, que falará sobre o cacau. Tudo bem, é um novo momento do Carnaval-business, mas… a Rede Globo, que é dona dos direitos de transmissão, não gostou! É que no refrão se canta: “o cacau é show”, e a emissora acha apelativo essa ação de marketing. Mudou-se para “o cacau chegou”.

Ruim essa intervenção. Quando uma escola carioca homenageou Sílvio Santos, a cobertura da Globo foi exemplar. Agora…

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/zapping/ult3954u681329.shtml

GLOBO FAZ ROSAS-DE-OURO MEXER EM SAMBA ENREDO

A menos de um mês do Carnaval, a escola de samba de São Paulo Rosas de Ouro teve de mexer em seu samba-enredo. A agremiação, que mostrará a história do cacau, precisou substituir do refrão a frase “o cacau é show” para “o cacau chegou” por pressão da Globo, detentora exclusiva dos direitos do Carnaval para a TV. A Rosas de Ouro é apoiada pela marca de chocolates Cacau Show.

“Não era propaganda, mas resolvi mexer na letra depois de conversar com algumas pessoas da Globo e da Liga [das Escolas de Samba]. Fiquei com medo de criarem caso”, disse Angelina Basílio, presidente da Rosas de Ouro.

Procurada, a Globo informou que está previsto no contrato mantido com a Liga das Escolas de Samba de São Paulo que não é permitido a realização de propaganda e de ações de merchandising disfarçado, durante os desfiles. “Os casos, quando ocorrem, são levados ao conhecimento da Liga, que avalia e toma as medidas necessárias para o cumprimento contratual”, disse à coluna.

– É de verdade?

Que o mundo das novelas é fantasia, sabemos. Mas a representação e reprodução das imagens da novela global “Tempos Modernos” impressiona!

Seria essa a São Paulo ideal? Ah… se fosse…

– Disney compra Marvel

Bons negócios não têm hora nem dia para acontecerem. Na virada de ano, a Disney comprou a Marvel. Ou seja, Mickey e Homem de Ferro terão o mesmo patrão…

Extraído de: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5gmWv3L9twRi4QcIVRdGRsx8LQhIw

DISNEY COMPRA A MARVEL

Nova York, 31 dez (EFE).- Os acionistas da Marvel Entertainment aprovaram nesta quinta-feira a venda da empresa, dona de mais de 5 mil personagens de ficção, entre eles o Homem Aranha e o Incrível Hulk, à companhia Walt Disney, em uma transação de mais de US$ 4 bilhões.

A Marvel, que tem mais de 70 anos, não apresentou dados precisos sobre o resultado da reunião extraordinária realizada em Nova York, mas confirmou que seus acionistas tinham dado o sinal verde à operação, que será oficializada nesta quinta-feira após o fechamento da Bolsa de Valores da cidade americana e fará com que a empresa se torne uma filial da Disney.

A empresa, que tem sede em Nova York, explicou em um comunicado à imprensa que, de acordo com o preço que fecharam as ações da Disney no pregão de quarta-feira na Bolsa de Nova York, o valor da compra sobe para cerca de US$ 4,3 bilhões.

O acordo de fusão, anunciado no último dia 31 de agosto, estabelece que os proprietários da Marvel receberão US$ 30 em dinheiro e 0,745 títulos da Disney por cada ação.

O executivo-chefe da Disney, Robert Iger, assinalou que a incorporação da Marvel à sua empresa “vai dar significativas oportunidades de crescimento a longo prazo e de criação de valor” para os acionistas.

As ações da Disney, que é um das trinta componentes do índice Dow Jones Industrial na Bolsa de Nova York, cresceram nesta quinta-feira 0,6%, chegando a US$ 32,47, antes mesmo da metade do pregão, e subiram cerca de 43% em 2009.

Os títulos da Marvel subiaram 0,24%, a US$ 54,18, complementando uma alta de 76% no ano