– 50 Strippers e 1/2 kg de droga…

Sempre gostei da atuação e dos tipos do ator Robbin Williams (de Uma Babá Quase Perfeita, Patch AdamsO Homem Bicentenário). Mas sua última piada pode ser considerada de mau gosto. Entrevistado no David Letterman Show, famoso Talk Show americano, o ator declarou que Chicago perdeu as Olimpíadas porque Obama enviou Oprah e sua mulher Michelle Obama para o lobby. Já o Rio de Janeiro mandou 50 strippers e 1/2 kg de pó.

Podia ter brincado de outro jeito… Drogas, tô fora!

Veja o vídeo em: http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1168155-7822-ROBIN+WILLIAMS+IMITA+TOM+CRUISE+NO+SOFA+DE+DAVID+LETTERMAN,00.html

– Parem tudo, menos a Novela!

Ora essa: em Cuba, bem como na Venezuela, está ocorrendo racionamento de energia elétrica em dias e horários alternados.

Entretanto, na ilha de Fidel, um apelo popular foi aceito pelo governo de Raul Quadros: na próxima semana, não haverá racionamento no horário da novela “Senhora do Destino”, pois serão os últimos capítulos! Lá, o folhetim global está sendo exibido com anos de atraso por uma TV estatal e é líder de audiência.

Dona Maria do Carmo e Giovani Imbrotta agradecem…

E viva o democrático regime cubano.

– A Morte de Herbert Richers: um ícone da dublagem

Morreu o dono do estúdio de dublagem mais famoso do mundo: Herbert Richers. Araraquarense, ele foi incentivado nada mais nada menos por Walt Disney para dublar filmes e desenhos.

Acho que na década de 80, quase tudo o que era produzido fora do país era dublado pelo seu estúdio. É fresca na memória o bordão: “Versão Brasileira- Herbert Richers“. Olha o histórico dele:

Extraído de: http://diversao.terra.com.br/gente/noticias/0,,OI4112763-EI13419,00-Morre+o+produtor+de+cinema+Herbert+Richers.html

MORRE O PRODUTOR DE CINEMA HERBERT RICHERS

O produtor de cinema Herbert Richers, dono da empresa pioneira no ramo de dublagens no Brasil, morreu nesta sexta-feira (20), aos 86 anos, na Clínica São Vicente, Rio de Janeiro, depois de um ano de padecimento, com uma doença de rins.

O velório acontece nesta sexta, na capela 1 do cemitério Memorial do Carmo, no Rio, onde o corpo dele será cremado.

O diretor global J.B. Oliveira, o Boninho, lamentou a morte do produtor em seu Twitter. “Hoje se foi uma parte da história da TV brasileira. Nos deixou Herbert Richers, considerado o dono do melhor estúdio de dublagem do mundo”, escreveu ele.

Herbert Richers nasceu em Araraquara, interior de São Paulo, em 11 de março de 1923, mas passou grande parte da sua vida no Rio de Janeiro. Em 1950, ele fundou na cidade a distribuidora de filmes Herbert Richers S.A, que depois virou uma das pioneiras no ramo da dublagem no Brasil, conhecida pelo anúncio “versão brasileira, Herbert Richers”.

A dublagem foi introduzida ao produtor em 1960 pelo amigo Walt Disney, como forma de resolver o problema das legendas, que eram quase ilegíveis para a tecnologia da época (televisão pequena, em preto e branco e sem definições).

A organização Herbert Richers foi fundada em 1956 para a exclusiva produção de cinejornais. Pouco tempo depois, ela começou modestamente a produzir e distribuir longas, como a comédia Sai de Baixo (1956). Nos anos 60, ela já produzia cerca de oito filmes por ano, a maior média de qualquer estúdio ou produtora da época.

Com o desenvolvimento da televisão, Herbert Richers organizou um departamento de dublagem de filmes, lançando nomes que, mais tarde, se tornariam famosos, como Costinha, Fred e Carequinha, Ankito, Zé Trindade, Grande Otelo e Ronald Golias.

A empresa de Herbert Richers também passou a lançar filmes nacionais. Os destaques são O Assalto ao Trem Pagador (1962), Vidas Secas (1963), Bonitinha, Mas Ordinária (1963), Selva Trágica (1963) e Asfalto Selvagem (1964).

Hoje, a produtora possui um dos maiores estúdios de dublagem da América Latina e é responsável por grande parte dos filmes exibidos em português no País.

Richers deixou três filhos, Herbert Jr., Ronaldo e Celina Maria, para quem transmitiu sua paixão pelo cinema, e todos trabalham na atividade. Já há um ano, desde o afastamento do pai por motivo de saúde, os três gerem os estúdios, que agora herdam.

Com informações do JB Online

– E ainda ganha para trabalhar…

O ator da novela “Viver a Vida”, José Mayer, está em grande fase. Dias atrás, entrou para os 10 mais do Twitter, devido a sua fama de galanteador. Tanto que ganhou uma engraçadíssima matéria da Revista Época sobre o que as pessoas pensam dele:

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI93942-15215,00-JOSE+MAYER+O+GALA+QUE+PEGOU+NO+TWITTER.html

O GALÃ QUE PEGOU NO TWITTER

Como a fama de mulherengo pegou na Twitter, por Bruno Ferrari

Malu Mader, Deborah Secco, Adriana Esteves, Patrícia Pillar, Regina Duarte, Vera Fischer, Mel Lisboa, Christiane Torloni, Helena Ranaldi, Carla Camurati, Luiza Thomé, Letícia Sabatella, Giulia Gam, Maria Zilda, Carolina Ferraz, Cláudia Abreu, Susana Vieira, Camila Pitanga, Natália do Vale, Danielle Winits, Juliana Paes, Taís Araújo. Nada mau, não é? É uma lista de beldades de fazer babar qualquer marmanjo – e muitas mulheres. Não o ator José Mayer. Essa é a lista de atrizes com quem ele teve cenas românticas em algumas novelas recentes. Às vezes, quase a contragosto. Juliana Paes aproveitou um momento em que ele estava no banho para invadir seu quarto e deitar-se em sua cama, pelada, na novela A favorita, da TV Globo. Surpreso, Mayer ainda resistiu. Só foi vencido à custa de muitos beijos. Para quem começou a carreira na TV como dublador do Burro Falante, no Sítio do picapau amarelo, em 1979, esse mineiro de Jaraguaçu, que fará 60 anos no mês que vem, arranjou um currículo romântico e tanto. Na semana passada, com a estreia de mais uma novela em que faz o papel de galã “pegador”, Mayer virou uma dessas lendas instantâneas da internet.

Tudo começou com uma frase meio inocente, do escritor Renato Tortorelli: “Só de Helenas (nome constante das protagonistas de novelas de Manoel Carlos), o José Mayer já ficou (não é esse o verbo, mas é o que podemos publicar aqui) com o triplo de mulheres que eu fiquei na minha vida inteira”. A frase agradou à jornalista Rosana Hermann, que a repassou a seus mais de 36 mil seguidores na rede social Twitter, de troca de mensagens curtas. Em pouco tempo, o ator virou personagem de um movimento viral, o Zé Mayer Facts (Fatos sobre Zé Mayer), criado pelo blogueiro Wagner Martins, do Cocadaboa, especialista em criar burburinhos na internet. A brincadeira se inspirou num dos virais mais conhecidos da internet, o Chuck Norris Facts, uma corrente de 2005 que trazia cem frases fictícias sobre o ator americano, consagrado por interpretar personagens valentões e implacáveis no cinema. (Uma delas: “Chuck Norris contou até o infinito. Duas vezes”.) O viral de Mayer atingiu, na quarta-feira, o segundo lugar nos Trending Topics, uma lista com os dez assuntos mais comentados no Twitter. Os usuários estrangeiros, maioria no site, ficaram atordoados. “Quem diabos é esse Zé Mayer?”, perguntavam, entre os milhares de frases de 140 caracteres inspiradas em sua fama de conquistador – como “O Twitter de Zé Mayer é o único que não exibe a mensagem ‘O que você está fazendo?’, mas ‘Quem você está fazendo?’” (leia algumas frases no quadro abaixo). Zé Mayer chegou ao cúmulo de “roubar” frases feitas para Chuck Norris (esperamos que ele não fique sabendo). Como esta: “Wilt Chamberlain disse ter dormido com mais de 20 mil mulheres na sua vida. Zé Mayer chama isso de ‘uma terça-feira monótona’”.

Assim como Norris, cujo viral ainda sobrevive hoje, é pouco provável que a fama de Mayer esvaneça. Ao contrário. Só nos primeiros capítulos da novela Viver a vida, o empresário de turismo Marcos, personagem que ele interpreta, aparece envolvido com três mulheres – a modelo Helena, a estonteante Taís Araujo (leia na seção Quem), a ex-mulher (Lília Cabral) e uma ex-namorada (Patrícia Naves). Na vida real, Mayer é casado há 30 anos com a atriz Vera Fajardo e tem uma filha, Júlia. As estripulias românticas fazem parte de uma carreira sólida, com atuação em 27 novelas, uma dúzia de filmes, 13 peças de teatro e diversas minisséries. Talvez por isso Mayer se recuse a falar de suas conquistas amorosas. De acordo com sua assessoria de imprensa, ele prefere não comentar o assunto, não tem blog nem perfil em nenhuma rede social para se comunicar com o público. Imagina se tivesse.

As dez melhores frases (publicáveis) que circulam no Twitter

Eu sou a favor de mudarem o nome do jogo Pac-Man pra Pac Mayer. O famoso come-come


A primeira Helena que o Zé Mayer pegou foi a Helena de Tróia


O acessório mais vendido no sex shop é uma máscara do Zé Mayer


Zé Mayer perdeu a virgindade aos 16. (Segundos)


Zé Mayer tomou uma DietCoke+Mentos no pós-guerra e hj o período é conhecido como “Baby Boom”


Noé poderia ter poupado metade do espaço da Arca. Bastaria levar Zé Mayer e uma fêmea de cada espécie


Zé Mayer não tem Twitter pq todo mundo sabe a resposta dele para “What are you doing?”


Não foi à toa que a revolução sexual aconteceu nos anos 60, quando Zé Mayer atingiu a puberdade


Novelas com o Zé Mayer não duram mais que 9 meses por conta da epidemia de licenças-maternidade no elenco


Quando Zé Mayer entra em cena, a umidade relativa do ar sobe 2 pontos porcentuais

– Crônica: Um Sonho Ecológico

Amigos, compartilho uma belíssima crônica enviada por João Justino Leite Filho, de sua autoria, com extrema imaginação. Leia e repare na criatividade: com as cores, novos versos; na verdade outro poema! Parabéns ao autor!

Escolas do Paraná publicam texto de João Justino Leite Filho em livro didático

O texto “Um sonho ecológico”, de João Justino Leite Filho, foi selecionado para fazer parte do livro didático do Governo do Paraná, chamado de Orientações Pedagógicas – Língua Portuguesa. O texto do escritor/ator/diretor/compositor e integrante da Galeria dos Inventores da Medicina ilustra o livro ao lado de grandes nomes da literatura brasileira, como Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade, Amyr Klink, Luiz Fernando Veríssimo, Ziraldo, Rubem Alves, Vinicius de Moraes, Millôr Fernandes e Luiz Gonzaga.
                                                                 

                                                                   
UM SONHO ECOLÓGICO
                                                                                           João Justino Leite Filho
          Eu via o pôr-do-sol e meu lado criança entendia que o sol era uma pipa que estava sendo recolhida do céu por alguém que havia brincado o dia inteiro.
     Minha imaginação permitiu que eu fosse uma gaIvota e tentasse acompanhar o espetáculo, de cima. Então, me senti de asas abertas, desafiando o vento e ganhando altura.
          Quando escureceu de vez fui coruja e pela primeira vez pude ver na escuridão. De manhã, eu, andorinha em vôos rasantes, passei a centímetros de prédios, antenas, telhados…
          Uma chuva me surpreendeu e, encharcado, mergulhei no oceano. Fui golfinho, polvo, fiz parte de cardumes, pesquisei as profundezas do mar, descobri cavernas, montanhas. Desafiei meus limites como baleia e fiquei encalhado na praia.
          Sendo tartaruga me libertei da areia e fui lentamente caminhando em direção à mata, tomei banho de sol como crocodilo, fui ganhando patas ágeis, corpos flexíveis. Fui leopardo, tigre, antílope. Acho que tive o pescoço mais comprido do mundo, depois brinquei com a minha tromba, pens ei em me ver no espelho e fiz muitas macaquices.
          Dancei nos desertos como avestruz e, porque a sede bateu, fui camelo e me saciei no meu próprio reservatório.
          Dei sustos, quando fui hipopótamo, brinquei bastante como foca, vivi bons momentos com rinoceronte e fico emocionado quando me recordo da minha vida de chinchila nas montanhas do Peru e do Chile.
          Migrei como cegonha, vi Deus nos nascimentos.
          O frio e o cansaço fizeram de mim um urso sonolento se preparando para hibernar.          Dormi o mais longo dos sonos e acordei pensando em continuar experimentando vidas irracionais.
Só que meu lado racional me mostrou os riscos que eu havia corrido. Os
homens podiam ter acabado com a minha vida de hipopótamo, interessados na minha pele e no marfim dos incisivos. Podiam ter me fuzilado em plena dança de avestruz, visando minhas longas penas brancas para fazerem enfeites. Se me encontrassem como foca, ou me matariam para confe ccionar roupas esportivas com a minha pele, ou me levariam para fazer gracinhas que dão dinheiro. Minha preciosa vida podia ter sido abreviada por um arpão.
          Pobre de mim se tivessem me visto como chinchila, como leopardo, como irracional. Corri sérios riscos de ser enjaulado, engaiolado, castrado, embalsamado. Como cegonha eu estaria migrando para o fim.
          Por segurança, fui me levantando como ser humano e meu lado realista me disse: Muito cuidado com os homens!

– Na Ponta da Língua Presa

E o livro que o humorista Marcelo Tass lançará sobre as pérolas do Lula? Sensacional. Ele coletou “gafes e redundâncias do presidente”. Algumas frases:

“Minha mãe nasceu analfabeta”

“Dizem que o Ronaldo tá gordo. Mas o gordo tá gordo ou o gordo tá magro?”

“Nunca na história desse país se terá visto uma Olimpiada tão bem organizada como a do Brasil”

Extraído de: http://jt.com.br/editorias/2009/10/26/var-1.94.12.20091026.1.1.xml

Na ponta da língua presa

Marcelo Tas lança livro bem-humorado no qual cataloga as pérolas do presidente

Fernanda Brambilla, fernanda.brambilla@grupoestado.com.br

É de domínio público que o presidente Lula tem o talento nato de palpitar sobre qualquer coisa. De religião a Corinthians, variam os temas das famosas pérolas presidenciais. Jornalista e líder do programa CQC, Marcelo Tas se lançou ao desafio de catalogá-las em livro, a começar pelo título, Nunca Antes na História desse País, frase mais usada por Lula em seus sete anos de governo.Tas diz que se Lula é um animal político por instinto, é também filósofo de crises, economista de primeira viagem, marqueteiro de campanha, advogado de ex-inimigos. Nas horas vagas, tem seus momentos de técnico de futebol, turista e até de comediante de stand up. Cada uma dessas facetas, sob a ótica do humorista, vira um capítulo do livro. “Isso é fascinante no Lula. Se ele encontrar um tema do qual não entende, comenta de qualquer jeito”, fala Tas, que vai lançar a obra no início de novembro. “Aliás, Lula gosta principalmente de falar do que não sabe.”
Cada frase destacada ganhou um breve comentário bem-humorado. Mas o autor se apressa em dizer que o livro não tem pretensões políticas. “Não é algo ressentido ou partidário, não ataco gratuitamente o presidente, o PT ou seus dogmas”, explica Tas. O prefácio é assinado pelo jornalista José Simão, difusor do ‘lulês’. “Simão me perguntou se queria um texto a favor ou contra o Lula”, lembra Tas. “Eu disse a ele que é um livro a favor do contra.”

Imerso nas divagações presidenciais, Marcelo Tas não esconde que o mais difícil foi lidar com as mudanças de opinião do presidente. “Às vezes ele tem uma grande sacada, mas vai repetindo a piada, deformando, e por fim acaba mudando completamente de ideia sobre o assunto”, aponta. “A crise econômica passou de ‘marolinha’ a ‘muito séria’.”

A solução foi dar à ‘bipolaridade’ do político um belo destaque. O autor criou o capítulo Lula Metamorfose Ambulante, brincadeira que resulta em uma das seções mais saborosas do livro. O nome saiu de uma estranha descoberta durante a pesquisa. “Lula tem muito em comum com Raul Seixas. Os dois nasceram em 1945, deram um salto na carreira nos anos 70 e depois estouraram: Raul vendeu milhões de discos e Lula se tornou o Lula.”

Com o material já enviado à gráfica, Tas diz ter levado um susto com o lançamento do livro de Ali Kamel, da Rede Globo, Dicionário Lula (Ed. Fronteira, R$ 59,90) – sobre o mesmo tema. “Fiquei desesperado, mas logo vi que se tratava de outra proposta. O trabalho dele foi de maluco, catalogar cada verbete, com uma equipe e computadores. O meu é de humor, sem essa pretensão.”

No fim, páginas em branco

Para manter seu livro atual, Tas recorreu a uma artimanha: “Ao fim da obra, deixei três páginas em branco para que cada leitor inclua as frases que lembrar e as que aparecerem”. Já para rechear o livro, o autor conta que usou a “variedade de opiniões” que apareceu em jornais, programas de TV e rádio, documentários e as edições do programa de rádio oficial Café com o Presidente, além do livro de Denise Paraná, Lula, o Filho do Brasil, inspiração do cineasta Fábio Barreto para a adaptação ao cinema prevista para janeiro de 2010. Claro que a fonte principal, Lula, não deixou a desejar. “Tem gente que ainda acha que o publicitário Duda Mendonça foi o responsável pela vitória do Lula, uma besteira. Lula é o melhor Duda Mendonça de si mesmo.”

De carona no carisma e no discurso do presidente com a maior aceitação popular desde a redemocratização do País, Tas conseguiu criar um livro curioso. “Não conheço ninguém que esteve com Lula e não se apaixonou, mesmo os tucanos mais ferrenhos. Como todo político, ele é um bom ilusionista”, acrescenta Tas. Trabalho concluído, o jornalista arrisca um palpite para o fenômeno eleitoral: “Talvez a razão do sucesso e da popularidade dele seja justamente esse dom do Lula, de traduzir como ninguém qualquer tema para o arroz com feijão.”
 

 

– Poesia, música e teatro em comemoração ao Dia do Poeta

POST POR COLABORAÇÃO DO JORNALISTA REINALDO OLIVEIRA:

Poesia, música e teatro em comemoração ao Dia do Poeta

 

O Dia Nacional do Poeta é comemorado no dia 20 de outubro. Em Jundiaí, além do Dia Nacional, os poetas são festejados também através do Dia Municipal do Poeta, que é promovido pela Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí através de concurso de poesias. Pois bem. No dia 20 passado, em sua 7ª edição, o concurso que neste ano teve mais de 300 poesias inscritas, selecionou as 53 melhores e fez uma bonita festa para a premiação. Foi uma tarde bastante alegre e feliz, onde na sede da Associação, mais de 190 pessoas estiveram presentes e em momentos bastante felizes apreciaram apresentações de teatro, belo show musical e claro, muita poesia. Da premiação constou menção honrosa para três participantes e prêmios às cinco melhores poesias, sendo a campeã a poetisa Aida Radanovic Vieira com a poesia “Vila Rio Branco”, uma ode à lembrança de bons tempos vividos saudosamente na referida Vila.

 

O presidente da AAPJ, Edegar de Assis agradeceu a todos que participaram do concurso, cuja solenidade teve a presença de várias autoridades do município como a Secretária Municipal de Cultura, Penha Maria Camunha Martins. Na organização e Comissão Julgadora a sempre atuante escritora e poetisa Júlia Fernandes Heimann. As 53 poesias selecionadas

– Roque Santeiro, o filme!

Na minha adolescência, um marco foi a novela “Roque Santeiro”. Minha geração viu pela primeira vez falarem abertamente de política e de questões antes proibidas através desse sucesso na TV. E nem adianta falar que o cara não gostava de novelas, pois o Brasil inteiro assistiu a Roque Santeiro. Foi a maior audiência de todos os tempos!

Agora, o folhetim virará um filme, com elenco consagrado. E atacará o governo Lula, a política atual e vários outros temas.

Em duas horas vai dar? Olha só:

Extraído de: http://br.noticias.yahoo.com/s/16102009/25/entretenimento-sucesso-na-tv-roque-santeiro.html

Sucesso na TV, ‘Roque Santeiro’ vai virar filme em 2010

O trio viúva Porcina, Roque Santeiro e Sinhozinho Malta se prepara para voltar. Depois de ganhar o País em forma de novela de Dias Gomes, em 1986, o autor Aguinaldo Silva, que colaborava com Gomes no passado, irá recontar a história, desta vez, para o cinema. O filme será lançado em 2010, ano de eleição, e o assunto política será explorado com críticas ao governo. A história de Aguinaldo, atualizada, trará famílias acomodadas que usufruem de um auxílio semelhante ao Bolsa Família, uma bandeira do governo Lula.

José Wilker, que fazia Roque Santeiro, e Regina Duarte, a viúva Porcina, serão substituídos respectivamente por Lázaro Ramos e Fernanda Torres. O galã Antônio Fagundes vai herdar as pulseiras de Sinhozinho Malta, antes vivido por Lima Duarte.

A novela se tornou um dos maiores sucessos de audiência da TV nos anos 80. “Chegávamos a dar picos de 81 pontos de Ibope (hoje, uma novela de muito sucesso não passa de 50 de média). As pessoas torciam pelo Roque Santeiro e se divertiam com a Porcina”, lembra o diretor Marcos Paulo.

Na novela, Roque Santeiro, recém-casado com Porcina, foi dado como morto após defender dois homens da cidade de Asa Branca do bandido da Navalhada. Diante da atitude altruísta, Roque virou santo aos olhos da população. Comerciantes vendiam produtos com a imagem do herói. Mas após 20 anos, Roque Santeiro retorna à cidade para azar de Sinhozinho Malta, novo companheiro de Porcina, mulher que o herói deixou ‘viúva’ em Asa Branca.

Aguinaldo Silva escreve as primeiras páginas do roteiro, mas já tem certeza do que vai mudar. Sem ter mais de dividir o texto com outro autor, diz o que quer fazer: “Dessa vez, ninguém me segura. O Roque não irá voltar a Asa Branca só pela Porcina, eu farei críticas ao Brasil atual. O Lázaro vai revolucionar.” O cenário nordestino será o mesmo. Juazeiro do Norte está entre as cidades cotadas para virar Asa Branca.

O elenco ainda não está todo fechado, mas atores que fizeram parte da novela na TV torcem para serem chamados. “Eu sirvo até cafezinho”, diz Lucinha Lins que despontou no folhetim como Mocinha Abelha, uma viúva virgem. “Eu também gostaria. Mas só o fato do Lázaro Ramos representar nós negros me deixa feliz. É a quebra de um paradigma”, diz Milton Gonçalves, que esteve na trama em 1986. As informações são do Jornal da Tarde.

– 20 Anos de Playboy com ensaio sensual de… Margie Simpsons!

Cada um faz marketing pelos caminhos que melhor puder. Um apelo comum é alavancar produtos associando a imagem com belas mulheres. Já a Revista Playboy, que justamente vende imagens sensuais de lindas garotas, resolveu ser engraçadinha na sua edição comemorativa. Posará para um ensaio sensual… Margie, esposa de Hommer Simpsons! Olha a Capa:

Extraído de: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5jifKtxITQUpqlioGGraG6vVILf_Q

MARGIE SIMPSONS SERÁ A CAPA DA PLAYBOY

AFP, WASHINGTON, EUA — Marge Simpson – mulher de Homer e mãe de Bart, Lisa e Maggie – será a capa da Playboy de novembro, revelou a famosa revista masculina nesta sexta-feira.

A Playboy divulgou hoje a imagem da capa de novembro, que mostra Marge atrás de uma cadeira em forma de coelho, a marca da revista.

“O diabo em Marge Simpson” é o título da edição, que promete uma entrevista, mais fotos e a nova coelhinha no pôster da famosa página central.

Segundo a Playboy, esta é a primeira vez que uma personagem de desenho animado chega à capa da revista, geralmente frequentada pelas mulheres mais cobiçadas do mundo.

– Festa na Igreja de Pedra

Amigos, está ocorrendo a festa de Nossa Senhora Aparecida no bairro Medeiros de Itupeva! Para quem não conhece, é na “Igreja de Pedra”.

Ali só tem gente boa, ambiente familiar e o Leitão a Pururuca sensacional. Acompanhado de uma cerveja gelada, não há outro programa melhor para esse final de semana!

Programação e matéria enviada pelo jornalista Reinaldo Oliveira:

Medeiros inicia festejos de sua Padroeira

A comunidade católica do bairro do Medeiros, em Itupeva, iniciou neste final de semana os festejos em louvor à sua padroeira, Nossa Senhora Aparecida. Com programação formada por parte religiosa e social, no último sábado, dia 3, teve início a programação litúrgica com a celebração da Santa Missa, onde através dos cantos entoados sob os acordes de viola caipira e violão foram lembrados momentos tradicionais das romarias, que são realizadas pelos romeiros do município há mais de 40 anos, com destino ao Santuário de Bom Jesus de Pirapora. Terminada a Missa, os fiéis participaram da confraternização na parte social, com muita comida, bebida e música ao vivo.  No domingo dia 4, aconteceu a tradicional cavalgada, que partiu às 11h da Praça de Eventos da Pedreira com destino à Igreja Nossa Senhora Aparecida, conhecida como igreja de pedra. Eles receberam a benção, ministrada pelo diácono Maurício por volta das 13h. Na seqüência aconteceu a parte festiva das comemorações e, às 15h, o tradicional leilão de prendas e animais, que foram doados pela comunidade. A programação prossegue no próximo fim de semana com a celebração da Missa às 18h, no sábado (dia 10), sendo seguida pela parte social. No domingo dia 11, acontece a Missa às 10h e em seguida a parte social, com as barracas com porções diversas. Na segunda-feira, dia 12, o Dia da Padroeira, a programação começa com a Procissão, saindo de frente do Posto de Saúde, às 9h30, seguida de Missa e Coroação de Nossa Senhora Aparecida. Após as celebrações, continua a parte social com as barracas servindo porções diversas e bebidas. Participem!

– O Garbo Humilde de uma Estrela

Há personalidades que merecem o sucesso. No mundo dos Negócios, do Esporte, da Política ou da Cultura, sempre há grandes destaques. Entretanto, poucos sabem lidar com a fama.

Um ótimo exemplo e modelo para os jovens que começam a ter sucesso vem do entretenimento: Tony Ramos.

Ator consagrado, sempre solícito e simpático em suas entrevistas. Com ótimo currículo e histórico de boas ações fora das telas, deu uma excepcional entrevista ao Jornalista José Armando Vanuci, da Rádio Jovem Pan. Falou sobre as dificuldades e prazeres do seu personagem “Opash”, de Caminhos das Índias, contou curiosidades que foram e que não foram ao ar, e é claro, falou sobre como lidar com o sucesso.

Vale ouvir a entrevista, serve de exemplo desde Administradores de Empresas de Sucesso à simples iniciantes em TV.

(Curiosidade: o penúltimo capítulo quebrou o recorde da novela: picos de 60 pontos, que equivalem a 80% dos televisores ligados!)

O Link está em: http://blogs.jovempan.uol.com.br/parabolica/2009/09/10/entrevista-tony-ramos-fala-sobre-o-oficio-do-ator-e-o-trabalho-em-equipe-para-o-sucesso-de-uma-novela/ (não esqueça de clicar no botão do player da página a ser aberta, a fim de ouvir a entrevista)

– Quando o Vício Domina o Atleta

Deixar-se levar pela “marvada” é triste. O atleta número 1 em Salto de Altura, o campioníssimo russo Ivan Uhkov, em Lausanne (SUI), durante uma competição, tomou exageradamente doses de vodka... Após ensaiar quase 2 minutos o salto, foi alertado pelo árbitro que deveria iniciar o pulo! Aí, correr bêbado e saltar… Hum… não deu certo.

Veja o vexame, em: http://www.youtube.com/watch?v=oZq-6PL8L6A

 

– Proibição do Cigarro em Espetáculos: Censura ou Responsabilidade Social?

Uma lei que entrará na próxima sexta-feira, complementar à lei anti-fumo que restringe o Tabaco em lugares fechados, proibe o fumo e a utilização de cigarro também em espetáculos.

Todos sabemos que o cigarro faz mal, e desincentivá-lo e combatê-lo é uma necessidade. Entretanto, leio agora que o ator Antonio Fagundes, fumante, cujo personagem em uma recente peça faz uso do cigarro, “detonou a lei”, alegando CENSURA.

Como antitabagista, discordo.

Em: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?edt=36&id=41058

Para encarnar fumante em peça, Antonio Fagundes diz que vai “peitar” lei

Se todo ator incorpora traços dos tipos que interpreta, parece que Antonio Fagundes, 60, escolheu o que levar de seu personagem em “Restos”, de Neil LaBute, antes da estreia no dia 20, em São Paulo, no teatro Faap: o ataque à patrulha antitabagista.
Em cena, dirigido por Márcio Aurélio (“Agreste”), ele encarna um fumante inveterado que repassa –com suspiros saudosistas e certa birra dos modos contemporâneos– as fases de sua relação com a mulher cujo corpo está sendo velado.
Ela morreu de câncer, ele está na fila. Pouco importa. “Guardem seus panfletos ou qualquer outra merda sobre o assunto, ok? A vida é minha, pelo menos o que resta dela”, diz à plateia.
O texto de LaBute é farto em rubricas que pedem um cigarro à mão. Mas a Lei Antifumo que entra vigor na sexta no Estado de São Paulo impede que atores fumem em cena sem autorização judicial. É aí que Fagundes toma emprestado o tom incisivo do personagem:
“Vou peitar isso e fumar. Temos um problema de censura. É um precedente grave se a gente não fala nada. Fiquei surpreso que os fumantes tenham ficado quietos. O brasileiro está muito quieto para tudo. Espero que os fumantes não votem nas pessoas que aprovaram essa lei. É engraçado, porque parece que o [governador José] Serra é ex-fumante. Não tem coisa pior do que ex”. (nota do blog: Serra não é ex-fumante e sempre foi antitabagista)
Para Fagundes, “começa assim; amanhã, vão dizer que não pode beijar na boca porque passa gripe suína; depois, não pode mostrar assassinato [em cena], porque é contra a lei. As pessoas ainda não perceberam, a liberdade não se perde de uma vez. Os puritanos proibiram o teatro na Inglaterra por décadas pois achavam que era satânico. Caminhamos para isso”.
Sem patrocínio para a montagem de “Restos”, o ator também tece críticas ao debate sobre a reforma da Lei Rouanet, que concede às empresas que investem em produções artísticas isenção de parte do Imposto de Renda devido.
“As pessoas que redigem a lei deveriam entender o mecanismo de produção de teatro, saber quanto custa manter um espetáculo em cartaz, anunciar num jornal. Não tem ninguém nessas comissões que já tenha feito teatro? [Quando se fala em mudar a lei] Dá a impressão de que é um movimento rancoroso, do tipo ‘só estes caras que não precisam [por serem famosos] recebem dinheiro’. É claro que precisam!”
Por conta das restrições previstas na Rouanet aos gastos com divulgação, os espetáculos estreiam, segundo Fagundes, com “morte anunciada”. “Você fica em cartaz por pouco tempo. Ou seja, se antes se falava em espetáculos de elite, agora são peças para a elite da elite, porque não são só para quem pode pagar, mas para quem corre para pagar”, observa.

– Personagens da Infância em Versão Adolescente

Há pouco tempo, Maurício de Sousa lançou a versão adolescente das personagens da “Turma da Mônica”. Sucesso absoluto. Agora, outras “crianças” da literatura infantil e dos gibis cresceram, satisfazendo o mercado consumidor mas principalmente os cofres das editoras!

Extraído da Revista Época, ed 584, 27/07/2009, pg 126-127, por Nelito Fernandes

PERSONAGENS DE DESENHO ESTÃO CRESCENDO

O criador da Mônica, Mauricio de Sousa, cultiva um ritual com o filho caçula, Marcelo, de 11 anos. O garoto é o primeiro a receber, das mãos do pai, as novas edições da Turma da Mônica, com outras novidades que estão nas bancas. O filho sempre pegava a Mônica primeiro, depois as outras. Há um ano, Mauricio levou um susto. “Cheguei com a Mônica e o Ninja Naruto. Ele balançou e ficou com cara de ‘qual revista eu pego?’”, diz Mauricio. O menino crescera. E a Mônica, pensou, precisava crescer também.

Nascia, ali, a Turma da Mônica jovem, expoente nacional de uma tendência que está pegando entre as produções voltadas ao público infantil: personagens consagrados agora em versão adolescente. Além da Mônica, que na versão original tinha 7 anos e agora tem 15, as bancas têm a Luluzinha teen, com a turma da Lulu crescida e um inacreditável Bolinha… magro! Não foi a única mudança radical. Na Turma da Mônica, Cascão agora toma banho. Os planos infalíveis de Cebolinha não são mais para pegar o coelho de Mônica. Na edição número 4 da série, ele aparece prestes a pegar… a Mônica! A capa, com os dois a ponto de dar um beijo na boca, foi a mais vendida da história dos personagens: 410 mil exemplares, ante os 200 mil das edições da “turma pequena”. E as crianças menores adoraram.

“A infância encolheu. As crianças querem ver personagens que fazem o que elas não podem ainda”, diz Mauricio. Aos 73 anos, ele acessa Orkut, Twitter e outras redes de relacionamento para “entender a nova geração”. “Tudo muda toda semana. Não podemos ter uma revista para esse público com uma linguagem já velha”, diz Mauricio, que tem seus 50 anos de carreira celebrados numa exposição no Museu Brasileiro da Escultura, em São Paulo.

A internet, claro, está presente na vida dos novos personagens. Em vez do diário, Luluzinha tem um blog. E é apaixonada pelo Bolinha. O dono do clube onde menina não entrava quer namorar a versão em quadrinhos da roqueira Pitty. As alterações em Luluzinha foram uma iniciativa brasileira, autorizada pela Random House, editora inglesa que publica originalmente a série. Glorinha Khalil dá consultoria sobre as roupas que a menina usa e, a exemplo de Pitty, outras personalidades reais vão aparecer nas histórias. “Houve uma mudança no perfil do público. Séries como Crepúsculo e livros como Harry Potter confirmam a tendência”, diz Daniel Stycer, editor-chefe da Luluzinha teen, que vende cerca de 100 mil cópias mensais.

Na televisão, até personagens que levavam a idade no nome cresceram. Ben 10 tem 15 anos no desenho animado Ben 10 força alienígena. O 10 permaneceu apenas no nome da série. O garoto virou um rapaz e agora se chama apenas Ben. “Ele está levando as coisas mais a sério”, diz o produtor da série, Glen Murakami, que no mês passado esteve no Brasil. “Em breve o Ben vai ter uma namorada.” O Programa de Aceleração do Crescimento das personagens, porém, às vezes esbarra na reação do público. O anjinho da Mônica ganhou um nome em inglês, Cell Boy, que fazia trocadilho com céu, mas teve de mudar. O público odiou o nome novo e protestou na internet. Anjinho passou a se chamar apenas Anjo. Às vezes, a rejeição é maior. As Meninas superpoderosas ganharam uma versão chamada Meninas superpoderosas geração z. A primeira temporada da série, exibida no Japão, durou 52 episódios. Não agradou. O mangá sobreviveu a apenas dois volumes. Os produtores, porém, não desistiram e lançaram a nova versão, agora adaptada ao público ocidental. Mas onde essas mudanças vão parar? Será que, no futuro, teremos a Mônica na terceira idade? “Quem sabe? O pessoal agora está envelhecendo muito bem”, diz Mauricio, rindo.

Como eles se transformaram
Cascão agora toma banho, Luluzinha ganhou carteirinha do Clube do Bolinha, Kevin virou o melhor amigo de Ben e Lindinha ficou vaidosa
 
 

– Humor Negro, sem Trocadilhos e com Tom Desagradável

Nunca gostei de humor negro. Agora, menos ainda. Digo isso devido a piada de mau gosto feita pelo humorista Danilo Gentil (Programa CQC), que utilizou de humor negro justamente contra a raça negra (se é que existe a raça negra, pois considero apens a existência de uma raça, a raça humana). O mesmo comparou o macaco King Kong com jogadores de futebol negro, por gostarem de loiras.

Piada irresponsável, que poderia ser evitada e de tom lamentável. Pessoas que estão a frente de programas de audiência, devem cada vez mais tomar cuidado em suas ações. Policiar-se é necessário!

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u601611.shtml

PIADA DE DANILO GENTIL NÃO TEVE GRAÇA, DIZ HÉLI DE LA PEÑA

O integrante do “Casseta & Planeta” (Globo) Hélio de La Peña decidiu entrar na polêmica da semana no Twitter. Em um texto intitulado “A coisa ficou afrodescendente para o humor negro”, o humorista carioca afirmou que a piada de Danilo Gentili relacionando jogadores de futebol com King Kong não teve graça. O post foi divulgado em seu perfil (twitter.com/Lapena).

“King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?” A frase foi postada por Danilo Gentili, do “CQC” (Band), entre a madrugada de sábado (25) para domingo no serviço de microblogs.

“Não tenho problemas com piadas de qualquer natureza, desde que elas sejam engraçadas. Não foi o caso”, escreveu La Peña. “Associar o homem preto a um macaco não é novidade no anedotário e causa desconforto aos homens pretos.”

Embora tenha avaliado negativamente a piada do colega, o “casseta” discordou que o melhor caminho nestes casos seja o judicial.

“Acho exagero imolar o humorista em praça pública. Processo é bobagem. Danilo não apontou o dedo na cara de nenhum preto e disse ‘olha aqui, seu macaco.’ Ele fez uma piada, quem não gostou expôs sua opinião. Eu não gostei.”

Segundo a assessoria de imprensa do MPF-SP (Ministério Público Federal de São Paulo), a mensagem de Gentili foi encaminhada a um procurador, que vai apurar se houve ou não racismo. A ONG Afrobras também se posicionou contra o “repórter inexperiente”. “Nos próximos dias devemos fazer uma carta de repúdio. Estamos avaliando ainda [entrar com] uma representação criminal”, disse José Vicente, presidente da ONG.

De acordo com Hélio de La Peña, “se alguma vez você sofreu discriminação racial, sabe o quanto isso é desagradável. Esta é a razão deste tipo de piada bater na trave”.

À Folha Online, na noite de ontem, o humorista do “CQC” disse estar “disposto a pedir perdão a qualquer pessoa que se ofendeu sobre qualquer assunto em qualquer coisa que eu disse”. “Quanto a apagar os tweets, não apago, não. Porque eu realmente disse aquilo. Não consigo ainda entender qual o problema com eles, mas se alguém viu problema, que me perdoe. Eu realmente disse aquilo.” 

– Mussum Day Bombou na Web

Cacildis!!!, diria o falecido trapalhão Mussum. Celebrando os 15 anos de sua morte, hoje os twitteiros promoveram o “Mussum Day”, e tem sido o assunto mais comentado no Twitter.

Um compacto de 5 minutos bem bacana foi criado para sua homenagem. Mussum virou cult! Aqueles que estão na faixa entre os 30 e 40 anos sabem o que é isso.

Veja que legal: http://colunas.epoca.globo.com/bombounaweb/2009/07/29/mussum-day/

 

– O BuddyPoke como Fonte de Arrecadação para a Mentez

A Mentez, dona dos direitos dos bonequinhos do BuddyPoke, tão comuns no Orkut, descobriu um filão de dinheiro a ser explorado: o uso das ações dos bonequinhos como serviço pago!

Em: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/614/artigo143872-1.htm

O SEGUNDO SECOND LIFE

Quando o universo em 3D do Second Life surgiu na internet, muitos acreditaram que a tão desejada fórmula para transformar a audiência das redes sociais em dinheiro tinha sido descoberta. Inegavelmente, o novo portal fez o que nenhum outro conseguiu fazer. Só no último ano ele movimentou US$ 360 milhões no mundo. Mas no Brasil, dois anos depois de sua chegada em 2007, a rede caiu no esquecimento.

O Second Life sempre foi muito mais conhecido do que usado. A rede não emplacou, mas a corrida em busca da rentabilidade das redes sociais continua mais ativa do que nunca. A nova aposta que tem despontado lá fora é a inserção de serviços pagos em comunidades virtuais. No Brasil, a modalidade acaba de ser implantada no Orkut pela Mentez, empresa multinacional de desenvolvimento de aplicativos.

Pelo sistema, usuários compram moedas virtuais para ter acesso a funções extras de ferramentas disponíveis na rede. É o caso do aplicativo de maior sucesso do site, o BuddyPoke. O serviço permite ao internauta criar gratuitamente seu personagem virtual e interagir com outros da rede. Mas para ir além e usar o avatar para pedir alguém em casamento, por exemplo, é preciso pagar. Quem ganha com isso são os desenvolvedores de aplicativos e gerenciadores do sistema de pagamento. Mas as marcas podem usar a distribuição da moeda para atrair o consumidor.

“O modelo tradicional de propaganda não teve sucesso nesse universo”, diz Tahiana D’Egmont, sócia da Mentez no Brasil. “Inserir as marcas no campo de interesse do usuário de uma forma interativa é a solução”, afirma. Segundo ela, este ano, a moeda virtual movimentará R$ 4,5 milhões no Brasil.

O interesse da Mentez pelo País surgiu da popularidade que as redes sociais têm por aqui e da perspectiva de crescimento do mercado de aplicativos para a internet. Fundada por um grupo de empresários colombianos, a empresa é representada no País por Tahiana, uma jovem de apenas 23 anos. A escolha do Orkut veio de sua liderança absoluta entre as redes por aqui. O portal tem mais de 30 milhões de usuários ativos.

O primeiro aplicativo a usar o sistema pago da Mentez foi o BuddyPoke. Hoje, cerca de 98% dos usuários usam o serviço. O boneco virtual é gratuito. No entanto, algumas funções são pagas. “A internet virou sinônimo de gratuidade. Mas quando a pessoa tem interesse pela ferramenta estará disposta a pagar para ter um conteúdo exclusivo”, afirma José Calazans, analista de mídia do Ibope Nielsen Online.

A compra de créditos é feita pelo sistema de pagamento online PagSeguro, do UOL. Os pacotes vão de R$ 5 a R$ 45. “Em breve, o usuário poderá recarregar suas moedas da mesma forma que faz com o celular: em padarias, bancas e farmácias”, revela Tahiana. Segundo ela, o gasto médio mensal dos usuários tem sido de R$ 21. Os serviços pagos já foram adquiridos por 0,1% dos usuários ativos. A renda é repartida entre a Mentez e o desenvolvedor do aplicativo.

A pergunta que fica é como as marcas podem tirar proveito desse novo negócio. Segundo Tahiana, as empresas poderão comprar pacotes de moedas e distribuir aos usuários em troca de uma aproximação com a sua marca. Por exemplo, o internauta que visitar o site da companhia pode ganhar créditos para usar no Orkut. Para Abel Reis, presidente da AgênciaClick, o consumidor tem uma boa tolerância à publicidade na internet, mas com algumas ressalvas.

Ela deve ser relevante ou viabilizar a gratuidade de outros serviços que o internauta está acostumado a usar. “O uso das moedas pode dar certo já que marca e consumidor saem ganhando”, afirma Reis. O próximo aplicativo a adotar o sistema é o Colheita Feliz, número um em acessos na China e na Rússia (Saiba mais no quadro “Serviços Pagos”).

O objetivo da Mentez é que seu sistema se torne uma moeda única entre as redes sociais. O portal Sonico deve adotar serviços pagos no segundo semestre. “É uma abordagem promissora, mas só o tempo vai poder dizer se será vencedora”, diz Reis.

– Macaco Simão Levou Banana da Atriz!

O humorista José Simão, colunista da Folha de São Paulo, conhecido pela sua irreverência e inteligência, as vezes abusa da sorte. Sem pudores, seus trocadilhos acabam ofendendo pessoas que não aceitam seu espírito gozador. Para nós, leitores, sua coluna diária é sensacional. Mas para as pessoas atingindas, há a divisão de opinião.

Assim, a atriz da Rede Globo Juliana Paes, protagonista da novela “Caminho das Índias”, conseguiu na justiça a proibição da citação de seu nome.

Tal situação vem trazer o segunte debate: até onde a liberdade de expressão permita ao jornalista (mesmo sendo humorista) “chacotear” a pessoa? Até onde o humor pode denigrir a imagem?

Em: http://diversao.terra.com.br/gente/interna/0,,OI3877939-EI13419,00-Justica+proibe+que+colunista+fale+da+atriz+Juliana+Paes.html

JUSTIÇA PROIBE HUMORISTA DE CITAR JULIANA PAES

A Justiça do Rio de Janeiro deferiu à atriz Juliana Paes, que vive a indiana Maya na novela global Caminho das Índias, o direito de não ser citada pelo colunista da Folha de S. Paulo e da Rádio BandNews FM, José Simão.

A decisão do juiz João Paulo Capanema de Souza, do 24º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro, restringe as referências feitas a Juliana ou a personagem Maya, sob pena de multa de R$ 10 mil por citação feita pelo jornalista.

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, que também foi acionado, Capanema teria considerado pertinente a reclamação da atriz sobre o texto onde Simão faz trocadilhos com o termo casta, confundindo os significados do que se refere às diferentes classes hereditárias indianas, com um estado de pureza de caráter. Em nota divulgada pela publicação, Simão se defendeu dizendo: “não vejo por que o termo ‘casta’ ofende uma mulher moderna, liberada, atriz da Globo. Para mim, casta é pudica, e eu não admiro pessoas castas. É uma coisa medieval”.

Esta não é a primeira vez que José Simão precisa dar explicações sobre o conteúdo dos textos que produz para a Justiça. No passado, a empresária Yara Baumgart se sentiu prejudicada por ter sido citada na coluna dele como “perua”. Na ocasião, Simão arrolou como testemunha de defesa a apresentadora do SBT, Hebe Camargo, que disse ao juiz não se sentir depreciada por ser conhecida como “perua”.

Longe dos tribunais, no mundo da internet, muitos famosos saíram em defesa do jornalista. “Humor é humor, não pode ser descolado do contexto e deve ser encarado com leveza, acho que a Juliana não entendeu que era tudo um grande elogio!”, protestou a apresentadora do canal GNT Astrid Fontenelle, que encabeçava um movimento no site de mini-blogs Twitter : “Estou com problema de casta. Acho que vou virar uma dalit, ou criar a castas das ‘bunitas’ (SIC)Hare Baba, Mamadí!”

– O Show do Rei “RC” versus o show do rei do pop

O que falar da magnífica apresentação de Roberto Carlos no Maracanã? Fez juz ao titulo de “Rei”. Sensacional, cativante, familiar, prazeroso… Em contrapartida, outro “Rei”, cujo show foi interrompido por ele próprio, está dando cada vez mais dividendos: Michael Jackson.

Cansou falar da morte dele, não? Todos querem ganhar uns trocados e uns pontos de audiência. Agora, a irmã dele, LaToya, declarou saber quem são os assassinos, alegando que ele foi morto!

Será que também ela está abusando de remédios?

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u593887.shtml

Latoya Jackson: “Sei quem assassinou Michael”

Latoya Jackson é a capa hoje de dois dos principais jornais sensacionalistas britânicos, o “News of the World” e “The Mail on Sunday”, que oferecem entrevistas nas quais a irmã do “rei do pop” assegura que Michael foi assassinado e que ela sabe quem são os assassinos.

No “News of the World”, Latoya afirma que são várias as pessoas responsáveis pela morte de seu irmão e que a razão foi “uma conspiração para ficar com o dinheiro de Michael”.

Suas declarações foram feitas dois dias depois que o chefe da Polícia de Los Angeles admitiu que o assassinato era uma das linhas de investigação, algo sobre o que Latoya não tem dúvidas.

“Houve uma conspiração. Acho que foi tudo pelo dinheiro. Michael valia mais de US$ 1 bilhão em ativos por direitos de difusão musical e alguém o matou por isso. Valia mais morto que vivo”, diz a irmã mais velha do cantor, que não dá nomes em nenhum momento sobre quem possam ser os assassinos.

Latoya assegura que esse “grupo de pessoas” roubou US$ 2 milhões em dinheiro e várias joias da casa de seu irmão, que o viciaram em drogas, que o isolaram de sua família e amigos “para que se sentisse só e vulnerável”, e que o obrigaram a trabalhar “até a extenuação” para continuar ganhando dinheiro.

Michael, segundo o testemunho de Latoya, não queria dar a série de 50 shows que deviam ter começado nesta segunda-feira em Londres.

“Há menos de um mês, eu disse que pensava que Michael ia morrer antes das atuações de Londres porque estava rodeado de gente que não abrigava as melhores intenções em seu coração”, diz Latoya, que define seu irmão como uma pessoa “muito dócil, calada e carinhosa, da qual as pessoas se aproveitavam”.

“Nunca achei que Michael vivesse até ficar idoso”, assinala a entrevistada, convencida de que Michael Jackson era “a pessoa mais só do mundo” e que “antes ou depois ia lhe acontecer algo terrível”.

Nas entrevistas revela outros detalhes, como que o cantor não morreu em sua cama, mas na do médico que vivia com ele, Conrad Murray, ao qual acusa de desaparecer do hospital ao qual foi levado o cantor quando ela começou a fazer-lhe perguntas.

Latoya assegura que foi ela quem insistiu para que fosse feita uma segunda autópsia no cadáver após ver que “tinha marcas de picadas no pescoço e nos braços”, e antecipou que conhecer os resultados finais “será um choque” para todo mundo.

Também afirma que espera que se encontre um testamento de seu irmão posterior ao de 2002, no qual Michael Jackson expressa seu desejo de que seus filhos vivam com Diana Ross, e que “as histórias de que seu coração foi tirado (durante a autópsia) não são verdade”.

Sobre o futuro dos filhos do “rei do pop”, Latoya declara que nunca deixará que vão viver com sua mãe biológica, Debbie Rowe, à qual acusa de fazer parte do tipo de pessoas que “esteve junto de Michael só porque lhe interessava seu dinheiro”.

Latoya acredita que as crianças continuem com os Jackson e dá alguns detalhes de como reagiram à morte de seu pai.

Segundo seu relato, as crianças não pararam de chorar até que puderam passar 30 minutos junto ao corpo de seu pai e se despediram dele.

– 80 Anos do Marinheiro Popeye!

Olha que legal, o marinheiro Popeye faz 80 anos hoje! E tem um site que para comemorar, postou o primeiro episódio (em preto-e-branco) do desenho animado, além da sua história!

Abaixo, o link da matéria com o vídeo:

Extraído de: http://larita-caramela.blogspot.com/2009/01/o-sucesso-de-popeye-foi-to-grande-que.html

80 ANOS DE POPEYE

O sucesso de Popeye foi tão grande, que nos anos 30 discutiu popularidade com o rato Mickey, quando a banda desenhada ganhou vida em curtas-metragens animadas que passavam nos cinemas.

Quando se pensa em Popeye vem logo à memória os espinafres que o marinheiro devora para ficar mais forte e confiante. O sucesso da personagem foi tanto que o consumo de espinafre nos Estados Unidos aumentou, na altura, 30 por cento. A força de Popeye era o argumento mais utilizado pelas mães para convenceram as crianças a comer legumes.

Com Popeye surgiram também outras personagens memoráveis como o eterno inimigo Brutus, Wimpy e a namorada Olivia Palito.

Oitenta anos depois, o simples desenho publicado num jornal continua o legado. Depois da banda desenhada e do Cinema, Popeye chegou, recentemente, ao mundo dos videojogos.