– Princesas Disney em Versão Real

Não tem nada a ver com Administração, Futebol, Política, ou qualquer outro tema recorrente.

Mas é que estou tão por dentro do ‘mundo da fantasia’ graças a minha filhinha, que foi impossível deixar essa matéria passar batido.

O Blog 7X7, de Isabel Clemente, traz um trabalho artístico das versões reais das Princesas da Disney, feitas por uma artista da Finlândia.

Pena que não tem nem a Cinderella e nem a Branca de Neve…

O link está em: http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2011/10/21/princesas-disney-mais-reais/

– Disney Fairies by Marina Porcari

Para quem tem o aplicativo da Thinker Bell no seu iPhone (a Sininho do Peter Pan, versão Disney), uma atualização legal no aplicativo foi introduzida: tirar foto ao lado da fada artesã mais sapeca do imaginário das menininhas!

Essa foi feita pela própria Marina, com a fada-das-águas:

Legal, não? Entretenimento para a família. A foto do pai feioso não ajuda muito, mas pelo menos ela se diverte!

– Porque não me ufano com o futebol…

1-Torcedores profissionais que agridem atletas, impunidade e violência que sai das arquibancadas e vai às ruas. E tem gente que ainda vai ao estádio?

2-Seleção Brasileira forrada de nomes contestáveis, jogadores de empresários e não de clubes, jogo feio e pseuda vitória. Em duas bobeadas mexicanas, ganhamos injustamente o jogo. E há gente que vê isso como algo positivo?

3-Jogador Hernanes sai da Europa, atravessa o Atlântico, desfalca os treinos da sua equipe, cansa, chega ao interior do México para entrar aos 48m do 2º tempo? Brasil precisa fazer tal alteração para matar o tempo? Novos tempos?

4-Nomes de respeito abandonam o país. Por que Zico aceita ir para o Iraque e não ficar aqui no Brasil? Dirigente ou treinador, traria credibilidade para qualquer equipe ou entidade. Abrimos mão de tal talento?

5-Venezuela ganhando da Seleção do melhor do mundo. Alguém duvida que se Messi jogasse na Espanha seu futebol seria muito melhor do que o da Argentina? E o pior é que tem brasileiro feliz pelo resultado! Nossa Seleção deve estar sobrando…

Falando bem claro: por mais que gostemos e vivemos do futebol, tal esporte está sendo decepcionante, não-exemplar e desestimulante. Uma pena.

E você, o que acha do atual momento do futebol, dentro e fora de campo? Deixe seu comentário:

– Corte Prendedor e o Sumiço de Cinderela das Lojas

Não é a Emília. É o corte de “Prendedor da Cinderela”, segundo a Marina! E ela disse que é o “Penteado do Reino Encantado quando ela não está de coroa…”

 

E não é que não existe DVD original da Cinderela na praça?

E sabe o motivo? A Disney solta filmes clássicos em certas épocas, e os retira do mercado para não desgastá-los. Por exemplo: os DVDs à venda agora são os da Thinker Bell, Bambi, Rei Leão, o Cão e a Raposa, Dumbo. Daqui há algum tempo, entram outros títulos antigos e estes deixam de ser distribuídos, e por aí vai.

Covardia, hein? Ô dona Disney, libera para as crianças, vai!

– Ni Hao, Kai-Lan ou Dora, a Aventureira?

Sinal dos tempos de globalização explícita: minha filha gosta da Dora, a menininha aventureira que com seus amiguinhos ensina inglês. A menina interage com os telespectadores,e a criançada se diverte com ela e seus amiguinhos.

Mas existe o desenho Ni Hao, Kai-Lan, produção chinesa idêntica ao da Dora. A cópia é impressionante, é um desenho igual! A única diferença é que ao invés de ensinar inglês, ela ensina… chinês!

E o mais incrível é que as crianças, se puderem, assistirão aos 2 sem preocupação alguma!

Plágio ou não, ao menos é bem educativo.

– Mercado de Cervejas no Rio & Carnaval

Me surpreendi com a nota da Revista Exame sobre as cervejas no RJ (segundo Marcelo Onaga, Coluna Primeiro Lugar (23/03/2011). Para 2012, deixará de existir o badaladíssimo Camarote Brahma no Sambódromo, passando a existir o Camarote Antárctica. Motivo: o mercado cervejeiro. Aliás, lá as cervejas mais vendidas são:

1) Antártica

2) Skol

3) Itaipava

4) Brahma

Não imagina que a Antártica ainda fosse líder em algum estado. Destaque que, das 4 mais vendidas, 3 são marcas AmBev…

– Obama-Aranha?

A Marvel recentemente promoveu a morte do personagem Homem-Aranha. Mas o Super-Herói continuará vivo, e olha que interessante: será um negro, latino e que se chamará Miles Morales. O sucessor de Peter Parker, em quadrinho recente divulgado, é a cara do Obama!

Casualidade, coincidência ou proposital?

– TV Senado seria um Cabidão de Empregos?

Leio na Istoé Ed 2157, pg 45, de que a estrutura da TV Senado tem estrutura e gastos compatíveis com a Globo! Só que a audiência…

A RedeTv tem 30 funcionários na Sucursal de Brasília; a Record, 80. A Globo: 400. Sabem quanto tem a TV Senado? Cerca de 340, sendo que 2/3 não-concursados.

A audiência no horário nobre é estimada em apenas 1.331 telespectadores no Brasil inteiro (que são quase 200.000.000).

Até que é muito… Quanto não custa para o bolso do contribuinte?

– Tectoy: da febre dos Mega Drivers ao Sumiço

Lembram-se de Master System e Mega Drive? Do Sonic? Pois é, eles eram do grupo Tectoy e foram sucesso no Brasil. Sabe o que aconteceu com a empresa?

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI254242-16642,00-A+TECTOY+PASSA+DE+FASE.html

A TECTOY PASSA DE FASE

A fabricante de games e brinquedos de maior sucesso no Brasil nos anos 90 vive uma crise que já dura 16 anos. Para sair dela, está virando uma prestadora de serviços

Por Guilherme Felitti

Muito antes de os cabelos ficarem grisalhos, no início dos anos 80, Fernando Fischer gastava horas brincando nos consoles Mega Drive. Seu jogo preferido era Castle of Illusion, onde Mickey Mouse resgatava a namorada Minnie de um castelo assombrado. Era um dos poucos videogames disponíveis no Brasil, pioneirismo da Tectoy, empresa que fazia a alegria de crianças e adultos fascinados pelos eletrônicos. Quem nasceu até o começo da década de 80 também deve se lembrar do ursinho falante Teddy Bear e da pistola Zillion, imbatíveis nas prateleiras. Pois bem. Essa Tectoy não existe mais. Caiu com a decadência da parceira japonesa Sega, que lhe garantia a exclusividade na venda dos melhores videogames da época. Como resultado, viveu os últimos 16 anos em crise, alternando produtos como quem tenta passar de fase em um jogo. Foi aí que Fischer voltou à história. O ex-cliente é o atual presidente da companhia.

Sua missão é tirar a Tectoy de seguidos prejuízos anuais iniciados em 1995. A intenção, agora, é abrir as portas das fábricas às empresas estrangeiras, tornando-se fornecedora de máquinas, mão de obra e logística. Fischer diz que existem negociações adiantadas com americanos, japoneses e chineses. Pode ser uma boa saída para retomar os tempos de grandes contratos e lucros fartos.

A primeira fase da Tectoy foi brilhante: ela vendeu 5 milhões de consoles do Master Systems e do Mega Drive e mais de 25 milhões de cartuchos, liderados pelo porco-espinho Sonic. Fora o Japão, não houve um mercado onde a parceira Sega tenha feito mais sucesso do que no Brasil. O jogo mudou de dificuldade para a Tectoy com o declínio da Sega. A desenvolvedora investiu em videogames que trocaram os cartuchos pelos CDs, mas estes nunca repetiram o sucesso dos antecessores. Os altos gastos no desenvolvimento e o baixo retorno obrigaram a japonesa a abandonar os consoles. Pior para a Tectoy.

Sem direção clara, a empresa passou os anos seguintes relançando produtos antigos na tentativa de reencontrar o sucesso (leia quadro). Lá fora, a briga entre Microsoft, Nintendo e Sony tomou as rédeas do mercado de games. A brasileira estava a anos-luz destes concorrentes. Em 2006, o endividamento correspondia a quase todo o seu patrimônio. Ou seja, a Tectoy estava prestes a falir. A primeira aposta de Fischer, pouco depois de assumir a presidência, foi apelar ao “DNA da empresa”: um novo videogame. Desenvolvido junto à Qualcomm, o Zeebo parecia o projeto perfeito para desafiar os índices galopantes de pirataria no Brasil – os jogos eram baixados por 3G. Doce ilusão. A pesada taxação de games e os altos custos no desenvolvimento tornaram o Zeebo caro demais e poderoso de menos para enfrentar o PlayStation 2, da Sony. O que deveria ser uma boia se tornou uma âncora – foram vendidos pouco mais de 30 mil consoles no Brasil, enquanto se esperava um número 20 vezes maior. Em vez da rentabilidade, o Zeebo aumentou a dívida. “Não fosse ele, a Tectoy já operaria no azul”, afirma Stefano Arnhold, presidente do conselho.

A empresa, então, deixou o projeto de lado, virou acionista minoritária na joint venture criada com a Qualcomm e tirou o Zeebo do seu dia a dia. Não eram os games, portanto, que garantiriam vida extra à Tectoy, mas a produção de DVDs, iniciada em 2003. Em cinco anos, o número de tocadores vendidos quadruplicou. Eles são, hoje, a principal fonte de receita da empresa. O restante vem, principalmente, dos consoles outrora campeões de vendas: com, no mínimo, 21 anos, os games respondem por um terço do faturamento da Tectoy. Enquanto alguns brasileiros se estapeiam para comprar iPads e iPhones, outros parecem blindados à rápida evolução da tecnologia: todo ano, ainda são vendidos quase 160 mil desses videogames por aqui. O Brasil é o único país que continua a produzir o Master System e o Mega Drive. Ainda assim, a Tectoy tem um balanço que cheira a naftalina.

É deste anacronismo que Fischer espera se livrar ao adotar a postura de porta de entrada para fabricantes estrangeiros de eletrônicos que queiram explorar o Brasil. “Fizemos uma sessão de terapia e vimos que tínhamos três coisas que caíam no mesmo cesto: manufatura de qualidade, habilidade excepcional com o varejo e áreas de pós-venda e call center”, diz. A estratégia é aproveitar o movimento de empresas estrangeiras que, para evitar a alta carga tributária, investem na fabricação nacional de eletroeletrônicos. Empresas que queiram produzir no Brasil sem investir em fábrica, estrutura logística ou telemarketing são o alvo da Tectoy. “Se o cliente quiser um dos serviços, tudo bem. Se quiser os três, tudo bem. É o nosso ‘kit McDonalds’.” Foi o caso da Humax, primeira parceria fechada no final de 2010. Pelo contrato de três anos, a Tectoy será um dos fornecedores de set-top boxes usados pelos clientes do serviço de TV por assinatura Sky. O centro da estratégia da Tectoy é sua fábrica em Manaus. Quanto maior a demanda da Sky, mais set-top boxes saem dali. Em um ano, a capacidade da fábrica foi quintuplicada e o número de funcionários mais que dobrou. Ainda assim, ela vem operando perto do limite e um novo contrato nos moldes deste exigiria uma segunda instalação.

Com a Humax, a empresa quebrou uma tradição financeira carregada desde sua fundação: como se especializou em vender brinquedos, os balanços da Tectoy sempre dependeram excessivamente do segundo semestre, com o Dia das Crianças e o Natal. Só nos primeiros seis meses de 2011, a Tectoy já faturou quase 80% da receita do ano passado inteiro. No novo balanço que Fischer espera apresentar em 2012, a prestação de serviços deverá ser a segunda fonte de receita. E, com o natural declínio da venda de DVDs, poderá se tornar o carro-chefe nos próximos anos. Parece um bom caminho para a Tectoy parar de perder dinheiro. Sob as rígidas regras da Comissão de Valores Mobiliários que regulam empresas de capital aberto, Fischer apenas meneia a cabeça quando questionado se, depois de 16 anos, a empresa voltará a dar lucro.

Ao tentar tirar seu visto para os Estados Unidos, o presidente encontrou uma atendente no consulado americano que lhe deu preferência quando viu a marca nos documentos. “Você trabalha na Tectoy?”, ela perguntou. Fischer torce apenas para que o prestígio da marca não se resuma a episódios como o do consulado – uma lembrança na cabeça de garotos e garotas agora crescidos.

– Planejamento Sério: a Lição do Senhor Barriga aos Administradores de Empresas

O ator Edgar Vivar, que viveu o Senhor Barriga no seriado Chaves, tão conhecido entre nós, dá uma entrevista bacana à Veja SP. Duas coisas marcantes: diz que o sucesso é seguir à risca os planejamentos e nunca improvisar; e fala sobre sua preferência no Brasil: ir à churrascarias… (lógico, não?)

Extraído de: abr.io/senhor-barriga

SENHOR BARRIGA: APRENDI A AMAR O BRASIL COM MEU AVÔ

Por Catarina Cicarelli

Conhecido por viver o Senhor Barriga e seu filho, Nhono, no seriado “Chaves”, Edgar Vivar, 66 anos, vem pela quinta vez ao país como principal atração do #4FunFest!, programado para o dia 18 de setembro, no Carioca Club. No ano em que a série mexicana completa 40 anos, ele promete mostrar imagens e fotos inéditas do programa que pertencem a seu acervo pessoal.
Em entrevista a VEJA SÃO PAULO, ele fala sobre a relação que tem com o Brasil, que começou quando ainda era pequeno por causa de seu avô, e diz o que faria se pudesse se vingar do Seu Madruga, seu eterno inquilino na série exibida pelo SBT e pelo Cartoon Network.

VEJA SÃO PAULO — O senhor já esteve várias vezes no Brasil. O que te faz voltar tanto para cá?
EDGAR VIVAR — Essa será a quinta vez que visito seu país e espero visitá-lo ainda muitas outras vezes. Perguntar por que gosto do Brasil implica recordar a minha infância. Meu avô paterno escreveu um livro de poemas cujo título era ‘Saudades’ e, quando eu perguntei o significado dessa palavra [que não existe em espanhol], ele me respondeu algo assim: ‘Você ainda é muito pequeno para compreender, mas, quando eu não estiver mais aqui, certamente entenderá o que significa’. Ele era um homem bom e sábio, estudioso de Machado de Assis.
VEJA SÃO PAULO — Em São Paulo, quais os lugares o senhor mais gostou de conhecer?
EDGAR VIVAR — São Paulo me faz sentir como se estivesse em casa. Gostos dos contrastes. De um lado, vida cultural rica, churrascarias e outras opções gastronômicas e multiétnicas, o lado colonial rico em histórias e os grandes edifícios modernos. Do outro, regiões não tão privilegiadas economicamente. Assim como no México.
VEJA SÃO PAULO — Aqui no Brasil a série continua sendo um sucesso. É assim também em outros países?
EDGAR VIVAR — Em maior ou menor escala, o mesmo acontece em todos os lugares em que até hoje os episódios são veiculados. São mais de 25 países.

VEJA SÃO PAULO — Em algum momento, já houve irritação por apenas ser lembrado como o personagem Senhor Barriga?
EDGAR VIVAR — No começo me incomodava, porque eu não tinha ideia da força que a figura do Senhor Barriga possui. Mesmo depois de 40 anos, o programa “Chaves” segue forte e, em alguns lugares, é uma espécie de objeto de culto. Hoje, isso não me incomoda. Talvez fique preocupado no dia em que as pessoas não me chamarem mais assim.

VEJA SÃO PAULO — Como eram os bastidores da série? Vocês se divertiam com as piadas e situações engraçadas?
EDGAR VIVAR — Mesmo o programa se passando em um ambiente descontraído, durante a gravação final nunca improvisamos nenhuma brincadeira ou piada que não tivesse sido ensaiada anteriormente. Acho que isso colaborou com o sucesso do programa.
VEJA SÃO PAULO — Qual foi o episódio da série que mais marcou o senhor?
EDGAR VIVAR — Tenho dois programas favoritos e inesquecíveis: quando o Senhor Barriga leva o Chaves para passar as férias em Acapulco e um dos programas de Natal.

VEJA SÃO PAULO — Seus personagens sempre sofriam nas brincadeiras da série. O senhor encarava tranquilamente situações cômicas como pancadas e tortas na cara?
EDGAR VIVAR — Acho que sempre existirá um sentimento de compaixão maior pela vítima, do que pelo que faz dos outros a sua vítima. E isso se aplica no caso do Senhor Barriga, nem tanto no do Nhonho. Todas as vezes que o Senhor Barriga chegava à vizinhança, Chaves o recebia com uma bolada ou algo do tipo. O público começava a rir antes que a própria cena acontecesse. Nunca levei para o lado pessoal.
VEJA SÃO PAULO — Se o senhor pudesse se vingar de todas as encrencas em que o Seu Madruga meteu o seu personagem, o que faria?
EDGAR VIVAR — O obrigaria a trabalhar muito. E estipularia um horário de trabalho em que ele tivesse de acordar muito cedo.
VEJA SÃO PAULO — O que o senhor fez depois de “Chaves”?
EDGAR VIVAR — Busquei me diversificar. Comecei fazendo teatro clássico. Depois, produzi peças e trabalhei em outros projetos de televisão, como “Vila Sésamo”, e no cinema. Tudo isso no México. Depois me mudei para a Argentina, onde também produzi uma minissérie e trabalhei em outra telenovela. Pouco depois fui convidado pelo diretor Guillermo Del Toro para trabalhar em “O Orfanato”, rodado na Espanha. Voltei para o México e, recentemente, participei de uma telenovela e de vários filmes que espero que o público brasileiro possa ver.

Edgar Vivar, o Senhor Barriga, promete mostrar fotos e vÃdeos dos bastidores de

– Vila Sésamo sofre Apelos Homofóbicos e Resiste

 

Nada contra o homossexualismo, mas despertar a sexualidade em crianças de maneira tão precoce é um crime contra a humanidade. O maior bem e presente que Deus dá aos pequeninos é a inocência.

 

E não é que um grupo gay fez uma campanha para os produtores do Vila Sésamo (do Elmo, Garibaldo, Bel, Come-Come…) transformarem Ênio e Beto, os dois grandes amigos, num casalzinho gay para didaticamente ensinar as crianças?

 

Parem com isso… Personagem infantil deve ser assexuado. Isso é ridículo.

 

Os criadores negam a possibilidade, e dizem que eles são apenas marionetes infantis.

 

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

 

Extraído de: http://is.gd/dBCsxZ

 

CRIADORES DO VILA SÉSAMO NEGAM HOMOSSEXUALIDADE DE BETO E ÊNIO

 

Os criadores do famoso programa de televisão infantil Vila Sésamo desmentiram nesta quinta-feira (11) no Facebook que os personagens Ênio e Beto sejam gays. A afirmação foi em resposta a um pedido popular para que fosse realizado um casamento entre os dois.

A organização não-lucrativa Sesame Workshop explicou na rede social que os bonecos são “melhores amigos” e foram criados para “mostrar às crianças que as pessoas podem se dar bem com outras diferentes delas”. Os personagens aparecem na televisão desde 1969 como companheiros de quarto com pontos de vista muito distintos sobre a realidade.

Durante anos, fãs especularam sobre a possibilidade de Ênio e Beto representarem um casal gay e, no dia 4 de agosto, lançaram a campanha Change.org para recolher assinaturas pedindo para os dois “saírem do armário” e subirem no altar.

A iniciativa não recebeu o apoio da Sesame Workshop, que garantiu não haver orientação sexual nos personagens, apesar de se identificarem como “masculinos e possuírem características humanas”. “Eles são apenas marionetes”, publicou na nota.

– Novo Homem-Aranha se inspira em… Ronaldo?

 

André Garfield substituirá Tobby Maguire e será Peter Parker, o Homem-Aranha, na refilmagem do super-herói.

 

O ator, em coletiva sobre as filmagens, disse que se inspirou no jogador de futebol Ronaldo Fenômeno para compor a personagem.

 

???

 

Por quê?

 

Sei lá! O ator também não explicou…

 

Alguém saberia dizer?

– Uma Tarde Prazerosa e Sofrível: Smurfs e 3D

 

Hoje à tarde, um programa gostoso em família: fomos assistir “Os Smurfs”! Filme engraçadinho, bem feito e que minha princesinha Marina se divertiu. Quase tudo bem, se não fosse em… 3D!

Para quem sofre de labirintite como eu, assistir filmes com essa tecnologia é um parto! Detesto. E não havia a opção em exibição normal. Além dos óculos incomodarem, a tontura do efeito das imagens judia. E para complicar, sentamos no canto por falta de lugares. E na primeira fileira! A imagem ficou embaçada, eu com torcicolo e fica a recomendação para os sofredores de labirintite: só assistam filmes 3D no meio do cinema, de frente para a tela (nunca de lado) e em salas preparadas, não adaptadas. O sofrimento depois será menor…

– Peça Cabaret da Vida estréia no Glória Rocha

 

Por Reinaldo Oliveira

 

A peça Cabaret da Vida, encenada pela Cia Nascem de Teatro faz sua estréia no dia 9 de junho – quinta-feira, às 20h, na Sala Glória Rocha – Rua Barão de Jundiaí, 1093 – centro. A peça conta a história de Jasmim, um bebê do sexo feminino que foi abandonada na porta do Cabaret, sendo criada pelas mulheres daquela casa. É uma comédia trágica que fala sobre amor, casamento, vingança e liberdade. Tem música e dança em cenário com elementos típicos de um cabaré. A trilha sonora foi elaborada com sucessos de musicais americanos como Chicago e Nine e, de óperas como Camina Burana. Ingressos antecipados a R$ 10 e na hora R$ 20. Informações no Glória pelo (11) 4521.0971 

– De Suplicy para ex-Suplicy

 

“Senhora presidenta Marta Suplicy, quero cumprimentá-la por algo não usual. Nossos filhos foram convidados a cantar em 46 cidades norte-americanas e a gravar 3 CDs”

 

Do senador Eduardo Suplicy em discurso no Senado à sua ex-mulher, falando sobre Supla e João Suplicy. Mas lá é lugar para isso?

– Cineclube Consciência apresenta Produções Independentes no mês de Junho

 

por Patrícia Anete/Reinaldo Oliveira, do Cineclube Consciência

 

O Cineclube Consciência no mês de junho apresenta filmes de curtas e médias metragens de produtores independentes. A programação tem início neste sábado, dia 4, com a apresentação de cinco curtas/médias metragens da Apé Produções – produção/direção do Rafael Botas. No dia 11 o curta São Paulo Railway – produção/direção de Marcelo Müller. No dia 18 o curta Um Rio no Quintal – produção/direção de Raquel Loboda/Natália Contesini. Nos dias 11 e 18 serão apresentados outras curtas. No dia 25 o média metragem O Parque Encantado – direção/produção de Wagner Pereira dos Santos. Todos os sábados após a apresentação haverá bate papo entre os produtores e publico presente. O Cineclube está localizado no Complexo FEPASA- auditório da FATEC, na Avenida dos Ferroviários, 1760. O início das apresentações é as 19h e a entrada é gratuita.  

– 750.000 Dólares por Capítulo!

 

Uau. O ator Ashton Kutcher (marido da Demi Moore e sempre presente em comédias), irá substituir o polêmico Charlie Sheen na serei da WB “Two and a Half Men”. O titular ganhava 2 milhões por episódio e ainda achava pouco! O substituto ‘só’ levará 750 mil…

– Sílvio Santos: O Homem do Baú vai perder o Baú…

 

E a crise que assolou o Banco Panamericano não acabou. Sílvio Santos deve vender agora a sua marca maior, simbólica e que lhe trouxe riqueza: a empresa “Baú da Felicidade!”

 

Extraído de: DCI (citação em: http://is.gd/s9Xzzv)

 

SÍLVIO SANTOS DEVE VENDER O BAÚ

 

O empresário Sílvio Santos já começou a precificar suas empresas no Brasil. A primeira delas foi a Braspag, de pagamentos digitais, comprada nesta semana por R$ 40 milhões pela Cielo. A próxima é o Baú da Felicidade, uma rede varejista com 137 lojas em São Paulo e no Paraná. A expectativa do grupo é fechar o negócio entre 60 e 90 dias. O Bradesco BBI é quem está conduzindo as negociações.
Segundo o vice-presidente do grupo Silvio Santos, Lásaro do Carmo Júnior, o plano de reestruturação das empresas Sílvio Santos incluem a vendas das duas empresas.

Com a saída da rede Baú, o grupo pretende alcançar uma receita de R$ 2,3 bilhões em 2011.
Outras empresas, como a construtora Sisan, o hotel Jequitimar e a seguradora Panseg, não estão à venda neste momento, segundo Carmo. O porta-voz ainda afirma que as que restarem no grupo são saudáveis e que não devem receber
grandes investimentos nos próximos meses. Ele também não descarta a possibilidade que as mesmas sejam colocadas à venda no futuro. A escolha da rede SBT e da Tele Sena como dois dos três negócios prioritários do grupo Sílvio Santos pode refletir em uma decisão mais focada na emoção.
A Jequiti deve faturar R$ 450 milhões neste ano, um salto de quase 30% em relação ao mesmo período do ano passado.

O executivo não quis revelar o preço que o grupo está pedindo pelas 127 lojas da rede do Baú, das quais 100 estão no Paraná e as restantes em São Paulo.Ainda em novembro do ano passado quando se descobriu o rombo de R$ 2,5 bilhões no banco PanAmericano, o grupo SS imediatamente colocou à venda a Lojas do Baú.

– Skol faz Beto Barbosa renascer e veta o Novo-Velho Astro à Concorrência

 

A força de uma boa marca é algo que impressiona. Se somada a uma idéia genial, torna-se milagrosa.

 

Lembram-se do Beto Barbosa, rei da lambada? Pois é, depois do sucesso de ‘Adocica’ (anos 90), e de ter sumido na praça, o cantor fez um comercial hilário para a Skol que se tornou um sucesso e o refez na carreira. Agora, a Skol o blinda para não participar do reality show “A Fazenda”, da Record. Motivo: o patrocínio da concorrente Itaipava.

 

Mas uma curiosidade: a idéia original do comercial era trazer… Oswaldo Montenegro, que se sentiu constrangido pela proposta.

 

Extraído de: http://is.gd/92Usq4

 

BETO BARBOSA FORA DA FAZENDA

 

Por Marili Ribeiro

 

Quanto a Cervejaria Ambev vai pagar para Beto Barbosa, o rei da lambada da década de 80, desistir de participar do reality show “A Fazenda 4”, na Rede Record, é segredo. Mas, por enquanto, o cantor do hit Adocica, utilizado em um dos mais hilários comerciais da Skol, não tem do que reclamar. “Sempre converso com a turma da Ambev quando recebo convites de outras marcas”, explica Barbosa. “Estão programadas festinhas na Fazenda para a gente aparecer tomando Itaipava. Não ia dar, né?”, reconhece.

A Cervejaria Petrópolis, dona da marca Itaipava, é patrocinadora do programa da Rede Record, no qual os convidados, celebridades do meio artístico, disputam um prêmio de R$ 2 milhões.

Beto Barbosa não tem do que reclamar. Tem contrato com a Skol e acabou de gravar um novo filme publicitário, ainda sem data para veiculação. Fora isso, este ano ele já fez shows nos camarotes da cervejaria no carnaval de Salvador e no Galo da Madrugada, em Recife. “Estou comemorando 25 anos de carreira e penso numa turnê de celebração no Navio Adocica”, menciona ele, sem dizer se negociou algo nessa linha com a cervejaria. Procurada, a Ambev não se pronunciou sobre o assunto.

Os comerciais da Skol são criados há mais de 15 anos pela agência de propaganda F/Nazca Saatchi & Saatchi. E o curioso é que o primeiro cantor chamado para o anúncio foi Oswaldo Montenegro, que recusou o convite por ver “deboche” no roteiro. Barbosa discorda dessa interpretação e diz que foi ótimo para sua carreira, que andava meio esquecida no Sudeste e no Centro-oeste. “Depois do comercial, começaram a chover convites”, diz. “O público brasileiro é irreverente. Meus filhos e os amigos deles adoram a propaganda.”

Pedro Pochete. Barbosa não é o único a festejar o sucesso do anúncio. O ator carioca Pedro Monteiro foi até mais longe e mudou de nome para aproveitar a onda de propostas de trabalho. Agora, se chama “Pedro Pochete”. Ele é o cara ruivo de sunga que surge ao lado do cantor, usando blazer com ombreira, além da ridícula pochete.

Esse anúncio, aliás, foi julgado em março pelo Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar), porque alguns consumidores acharam a peça indecente. A implicância era com Pedro Pochete. Deu arquivamento, por unanimidade.

– Rio de Janeiro agita Hollywood

 

Cariocas devem estar contentes! A cidade do Rio de Janeiro, até este último final de semana, consta com 2 fimes rodados lá como campeões de bilheterias no mundo!


Nos EUA, a maior bilheteria do ano foi registrada na estréia de “Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio”, e a segunda maior: “Rio” (o filme dos passarinhos Blu e Jade). No mundo, “Rio” é a maior bilheteria do ano até agora.


A Cidade Maravilhosa está tendo uma promoção excepcional. Aproveitará?

– Administração da “Caco de Telha” é exemplo de Negócio Bem Sucedido!

As revistas de celebridades acusaram Ivete Sangalo de ironizar Beyoncé durante o Carnaval. Parece post de blog de fofocas, mas o mote é outro: atrás dessa pura balela, o que poucos sabem é que a empresa da família da cantora baiana é hoje uma das principais promotoras de eventos do país! Ela é responsável pela venda de ingressos no Carnaval em diversas praças, da vinda do Cirque du Soleil e da própria Beyoncé.

Veja como essa empresa de administração do entretenimento, a ‘Caco de Telha’, tem funcionado. Aproveite e tire as lições de sua boa gestão para o gerenciamento de outras empresas:

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0962/marketing/dona-festa-533994.html

A DONA DA FESTA

por Juliana Borges

Aos 37 anos de idade e 14 de carreira, pode-se dizer que a cantora baiana Ivete Sangalo é uma das celebridades mais bem-sucedidas do país. Ivete já assinou mais de 15 contratos de patrocínio ao longo de sua trajetória, com empresas como TAM, Philips, AmBev e Itaú. Isso sem falar na frenética agenda de shows, que inclui mais de 100 aparições por ano, e na gravação de pelo menos um DVD por temporada (o Ao Vivo no Maracanã, de 2007, é o mais vendido da história no Brasil, com mais de 640 000 cópias). Com tudo isso, estima-se que seu cachê orbite na casa do milhão de reais, um dos mais altos do showbiz nacional. Nos últimos meses, Ivete Sangalo vem emprestando sua imagem para acelerar outro negócio: sua empresa de entretenimento, a Caco de Telha. Com a ajuda da cantora, a empresa esteve por trás de dois grandes eventos realizados neste ano. Num consórcio com a Mondo, do Grupo ABC, de Nizan Guanaes, e com a Panmusic, foi uma das responsáveis pela vinda da cantora americana Beyoncé ao Brasil. (Ivete abriu dois dos quatro shows, realizados no início de fevereiro.) Paralelamente, arrematou a licitação para a organização do Carnaval de Salvador, cujas cotas de patrocínio chegam a 14 milhões de reais. Nos últimos dias, a Caco de Telha anunciou que está em negociações para trazer o cantor pop americano Justin Timberlake ao Brasil. “A Ivete é o nosso melhor cartão de visita”, afirma Jesus Sangalo, irmão da cantora e presidente da Caco de Telha. “A produção de seus shows nos cacifou a conquistar eventos maiores.”

Criado em 1996 por integrantes da família e amigos próximos à cantora, o grupo Caco de Telha surgiu com um propósito relativamente modesto: gerenciar a então nascente carreira-solo de Ivete Sangalo, já em vias de se desligar da Banda Eva (a cantora detém atualmente 95% da empresa, mas não participa da gestão). Uma de suas primeiras atribuições foi concentrar atividades então relegadas a outras companhias, como a produção dos shows e a gravação de CDs e DVDs. Não demorou para que a iniciativa chamasse a atenção de outros astros da música, como o cantor Nando Reis. Impressionado com o sucesso do primeiro DVD da cantora, gravado no estádio Fonte Nova, em Salvador, em 2003, Reis contratou a Caco de Telha para produzir seu show em Porto Alegre naquele mesmo ano. “Foi nosso primeiro contrato com um artista de projeção nacional, além da própria Ivete”, diz Ricardo Martins, vice-presidente da Caco de Telha.

DESDE ENTÃO, A CACO NÃO PAROU mais. Por meio de suas dez empresas, o grupo realiza cerca de 20 eventos por mês, que vão de megaespetáculos a formaturas em faculdades, passando por eventos corporativos, gravação de álbuns e gerenciamento da carreira de 11 bandas – além, é claro, da própria Ivete Sangalo. Estima-se que, atualmente, o grupo seja responsável por organizar mais da metade de todos os grandes eventos em estados como Bahia, Pernambuco e Ceará. Além do show da cantora Beyoncé, a empresa ajudou a levar o Cirque Du Soleil para Salvador e fechou um contrato com o Google para criar um canal no YouTube só para transmitir o Carnaval deste ano na capital baiana. A Caco de Telha acaba de criar uma divisão de cinema para produzir um longa de animação 3D cuja protagonista é praticamente a versão digitalizada da cantora. Batizado de Ivete Stellar e a Pedra da Luz, o filme será o mais caro da história da indústria cinematográfica nacional. (Lula, o Filho do Brasil, que atualmente ocupa o posto, custou 12 milhões de reais.) Graças à multiplicação dos negócios, em 2010 a empresa prevê faturar quase 84 milhões de reais – praticamente o dobro das receitas do ano passado.

Não é de hoje que artistas, escritores e esportistas colocam a fama a serviço dos negócios. Celebridades aqui e lá fora, como a apresentadora Xuxa ou o tenista Roger Federer, usam a imagem para aumentar os ganhos e garantir a perpe tuidade do sucesso. E, não raro, transformam a visibilidade em empresa. O grande desafio, nesses casos, é evitar que criador e criatura fiquem tão dependentes que um não consiga sobreviver sem o outro. É justamente essa a questão enfrentada hoje pela Caco de Telha. Apesar de toda a diversificação, o desempenho da empresa permanece extremamente atrelado ao sucesso de Ivete Sangalo, responsável por cerca de 60% das receitas. A gravidez da cantora em 2009 – e a consequente redução de sua agenda de shows – acendeu a luz amarela dentro da empresa, que estabeleceu como meta reduzir pela metade essa dependência nos próximos dois anos. “Não tivemos redução na receita”, diz Jesus Sangalo. “Mas o fato é que essa ligação nos deixa numa posição mais vulnerável.”

Os principais indicadores do grupo Caco de Telha, criado por familiares e amigos da cantora Ivete Sangalo

PRESIDENTE: Jesus Sangalo

NÚMERO DE EMPRESAS: 10

FUNCIONÁRIOS: 220
 
FATURAMENTO: 84 milhões de reais(1)

ÁREAS DE ATUAÇÃO: Venda de ingressos para o Carnaval, gestão de carreiras artísticas, gravação de discos e organização de eventos corporativos e formaturas

EVENTOS REALIZADOS POR MÊS: 20

PRINCIPAIS CLIENTES:  TAM, Riachuelo, L’Oréal, Garnier, Philips, Itaú e Grendene

FEITOS RECENTES:   Neste ano, ajudou a trazer a cantora Beyoncé ao Brasil e conquistou o direito de negociar as cotas de patrocínio para o Carnaval de Salvador. Além disso, levou o Cirque Du Soleil para a Bahia em 2009 e fechou um contrato de licenciamento da marca Ivete Sangalo com a Riachuelo no valor de 50 milhões de reais.

– Shakespeare por Portadores da Síndrome de Down

 

Isso sim é gostoso de se escrever: Portadores da Síndrome de Down encenarão hoje, no SESI da Av Paulista, a peça de Shakespeare “Sonhos de uma Noite de Verão”, incentivados  pela Associação do Desenvolvimento Integral de Down.

 

Sensacional. Isso sim é fazer diferença no mundo. Boa sorte aos incentivadores e todo o desejo de sucesso aos atores!

– Morumbi tem ‘Propostas de Sobra’ para a Mini-Arena Multiuso

 

O Morumbi é um estádio com capacidade de quase 70.000 torcedores (chegou a caber 150 mil!). Hoje, os principais shows do país ocorrem nesse palco de propriedade do São Paulo FC.

 

Há tempos, a diretoria são-paulina quer adaptar o Estádio com uma Arena para shows de porte menor (25.000 lugares). É um negócio a ser explorado, já que faltam espaços para eventos desse porte na capital paulista.

 

Agora, essa Mini-Arena, a ser construída atrás do gol de entrada do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, está sendo negociada em troca da cobertura do local.  Empresas que comprarem o naming rights da Arena bancarão o teto do Morumbi. E a briga é boa! Segundo Felipe Patury, na Veja desta semana (Ed 20/04/2011, Coluna Radar, pg58), as empresas que negociam são:

 

Sony,

Samsung,

LG,

Oi,

Claro,

Goodyear e

McDonald’s.

 

Ter credibilidade ajuda a empresas respeitáveis a se associarem. Boa sorte e bons negócios.

– Bono é “o Cara”

 

U2 no Brasil.

 

Os caras são bons. Não tenho o prazer de assisti-los ao vivo, mas Bono Vox é o exemplo de artista. Por alguns motivos:

 

– belas canções,

– engajados politicamente,

– simpáticos,

– idealizadores.

 

Tem tanto artista principiante que quer aparecer fazendo idiotices…  Por isso que U2 merece todo o sucesso!

– Um Chato de Galochas?

 

Já ouviu a expressão que se refere a uma pessoa “mala”, “inoportuna” ou “politicamente incorreta”? Pois “chato de galochas” é uma delas!

 

É o que senti de imediato ao ler a entrevista do humorista Rafinha Bastos à Revista Isto É desta semana (Ed 2160 de 06/04/2011). Ele se mostra arrogante, inconveniente e de péssimo humor. E o pior é que o cara não se importa com o respeito ao próximo, declaradamente!

 

Se você gosta de Rafinha Bastos, NÃO LEIA a entrevista dele na Isto É, pois poderá perder a simpatia por ele. Em: http://bit.ly/hdo3gV

– Samba do Criolo-Doido leva os deuses ao Porre!

 

Todo ano brinco que certos sambas-enredos são verdadeiros sambas-do-criolo-doido, fazendo alusão àquela música cuja história conta que o crioulo endoideceu devido a letra confusa da canção.

 

Escrevo por causa do samba da Gaviões da Fiel desse ano. A não ser que tenha recebido verba de autoridades dos EAU, não dá para entender a escolha do tema “Dubai”. Falaram dos desejos do emir local, da arquitetura futurística e da sustentabilidade ecológica da cidade, com um animal metade gavião e metade peixe!

 

Respeito a livre criatividade poética, mas… não poderia usar um tema mais simples, menos duvidoso e mais próximo?

 

Tudo bem, não sou expert em Carnaval, pode descer a lenha. Mas uma coisa o leitor há de concordar: COMO VAI SE FALAR DE ECOLOGIA SEM USAR O VERDE?

 

Por serem “rivais” do Palmeiras, os corinthianos da Gaviões não usam a cor verde. Que idiotice…

 

Só nos resta contemplar o último carro alegórico a desfilar no Carnaval Paulistano 2011: fazia alusão ao “Porre dos deuses”, onde eles curtiram o Carnaval enchendo a cara com cerveja… (acho que o carro era da Império da Casa Verde).

 

Bom e lúcido Carnaval a todos.

– O Xarope Charlie Sheen

 

Como os vaidosos são realmente egoístas, não?

 

Charlie Sheen, astro da comédia “Two and half men”, da Warner Bross (maior audiência da Tv Americana), recebe US$ 2 milhões por episódio. Agora, ele vai à imprensa reclamar porque acha que o salário é pouco. Disse que não dá para viver se não ganhar, no mínimo, 3 milhões de dólares por episódio!

 

O ótimo ator é conhecidamente encrenqueiro e costumeiro conhecido da polícia devido as suas brigas, orgias e consumo de drogas.

 

Veja o que a jornalista Yara Barretta escreveu sobre Charlie Sheen, extraído de: http://blogs.jovempan.uol.com.br/conexaoorlando/celebridades/charlie-sheen-%e2%80%93-obituario-prematuro/

 

CHARLIE SHEEN – OBTUÁRIO PREMATURO

 

“Eu sou especial e jamais serei um de vocês!”, disse o ator em uma entrevista no final de fevereiro, de acordo com a New York Magazine. Mas o que exatamente ele quis dizer com “vocês”? Pessoas que tem que viver todos os dias “com suas esposas feias e seus filhos feios e olhar para suas vidas de perdedores e então eles olham para mim e dizem ‘Não consigo processar’. Bem, não, e jamais conseguirão! Parem de tentar! Relaxem e aproveitem o show!”

Para Mark Harris, autor do texto, quase tudo é perdoável: arrogância, cocaína, estrelas pornô, prisões, supostas overdoses. Mas não chamar seu chefe em  público de “palhaço”, “nazista do AA” e “charlatão”, nem mesmo vindo de uma pessoa que diz possuir “sangue de tigre e DNA de Adonis.”

E já tem gente escrevendo o obituário desse ator-problema, de acordo com a seção da revista (que nome mais apropriado!), Abutre.

Será prematuro? ATMZ diz que Sheen colocou no twitter que hoje à noite vai fazer seu próprio radio show, ao vivo na internet.

– Estamos em Época Carnavalesca. Você gosta?


Chegou o Carnaval. A mídia busca as melhores imagens e eventos para a cobertura. Muitos parecem se enlouquecerem a fim de curtir todos os dias, seja na rua, nos salões, nas quadras ou nas praias.

 

O certo que o Carnaval é o período festivo mais amado e mais odiado pela população. Ou o cara gosta, ou detesta. Para estes últimos, é insuportável ver as insistentes matérias sobre Rio, Salvador, movimento das estradas e outros ziriguiduns.

 

Por falar em estradas, a Autoban (que gerencia Anhanguera e Bandeirantes) diz que o maior movimento do ano é neste feriado. E para quem gosta desse período, não há problema de trânsito, pois, afinal, a farra vale a pena! A cidade de São Paulo teve recorde de trânsito congestionado ontem, além das rodovias que a circundam.

 

Aqui em Jundiaí, temos o desfile na Latorre, além dos bons bailes nos clubes. Ótimas opções! Mas, só para quem gosta… (e sinceramente me excluo)

E você, curte o Carnaval? Deixe seu comentário.

– CNBB critica Baixo Nível Moral da TV em Reality Show

 

Por Reinaldo Oliveira, extraído de CNBB.org

 

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (Consep-CNBB) divulgou uma nota no final da tarde desta quarta-feira, 16, manifestando-se sobre o “baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão”.  Os bispos citam especialmente os reality shows “que têm o lucro como seu principal objetivo”. Após destacar a importância da TV para a sociedade brasileira, reconhecida pelo prêmio “Clara de Assis de Televisão”, promovido pela CNBB anualmente, os bispos lamentam que “serviços prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral” sejam “ofuscados” por programas como os reality shows. Para os bispos, os reality shows “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira”. A nota se dirige tanto às TVs quanto ao Ministério Público, aos pais, mães, educadores, anunciantes e publicitários, e convida todos a refletir sobre sua responsabilidade em relação à qualidade dos programas na televisão. Leia abaixo, a íntegra da nota.

 

NOTA DA CNBB SOBRE ÉTICA E PROGRAMAS DE TV

 

Têm chegado à CNBB diversos pedidos de uma manifestação a respeito do baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão, particularmente naqueles denominados reality shows, que têm o lucro como seu principal objetivo. Nós, bispos do Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP), reunidos em Brasília, de 15 a 17 de fevereiro de 2011, compreendendo a gravidade do problema e em atenção a esses pedidos, acolhendo o clamor de pessoas, famílias e organizações, vimos nos manifestar a respeito. Destacamos primeiramente o papel desempenhado pela TV em nosso país e os importantes serviços por ela prestados à sociedade. Nesse sentido, muitos programas têm sido objeto de reconhecimento explícito por parte da Igreja com a concessão do Prêmio Clara de Assis para a Televisão, atribuído anualmente. Lamentamos, entretanto, que esses serviços, prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral, sejam ofuscados por alguns programas, entre os quais os chamados reality shows, que atentam contra a dignidade de pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira. Cônscios de nossa missão e responsabilidade evangelizadoras, exortamos a todos no sentido de se buscar um esforço comum pela superação desse mal na sociedade, sempre no respeito à legítima liberdade de expressão, que não assegura a ninguém o direito de agressão impune aos valores morais que sustentam a Sociedade. Dirigimo-nos, antes de tudo, às emissoras de televisão, sugerindo-lhes uma reflexão mais profunda sobre seu papel e seus limites, na vida social, tendo por parâmetro o sentido da concessão que lhes é dada pelo Estado. Ao Ministério Público pedimos uma atenção mais acurada no acompanhamento e adequadas providências em relação à programação televisiva, identificando os evidentes malefícios que ela traz em desrespeito aos princípios basilares da Constituição Federal (Art. 1º, II e III). Aos pais, mães e educadores, atentos a sua responsabilidade na formação moral dos filhos e alunos, sugerimos que busquem através do diálogo formar neles o senso crítico indispensável e capaz de protegê-los contra essa exploração abusiva e imoral. Por fim, dirigimo-nos também aos anunciantes e agentes publicitários, alertando-os sobre o significado da associação de suas marcas a esse processo de degradação dos valores da sociedade. Rogamos a Deus, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, luz e proteção a todos os profissionais e empresários da comunicação, para que, usando esses maravilhosos meios, possamos juntos construir uma sociedade mais justa e humana. 

 

(Fonte: cnbb.org.br)

– A confusão do Shopping Campineiro Servindo de Exemplo à Jundiaí

 

Que verdadeiro imbróglio o problema do Shopping Iguatemi em Campinas!

 

A questão é a seguinte: este shopping (que chegará em Jundiaí em breve) cobrava R$ 4,00 do seu estacionamento. Resolveu reajustar o valor em R$ 5,00, e, imediatamente, o PROCON entrou na Justiça, alegando que 25% era aumento abusivo. E conseguiu barrar o novo preço!

 

Liminar vem, liminar vai, e a confusão persiste. O Shopping é privado e alega que investe em comodidade ao seu público (A e B), e que o índice não é baseado na inflação, mas sim no custo em conforto.

 

Sinceramente, respeito o PROCON, mas… não há algo mais importante a fazer? Se os clientes do Iguatemi estão incomodados, há diversas outras opções de Shopping na região. E, aparentemente, não há incômodo para eles.

 

Que tal o PROCON se preocupar com a Telefônica, CPFL e outras empresas que abusam dos consumidores e são reconhecidamente problemáticas nas questões de respeito ao cliente?

 

E você, o que acha disso? Deixe seu comentário:

– Da TV para as Estratégias Empresariais!

 

Sílvio de Abreu é mestre em escrever Novelas. E Passione é prova disso, mostrando a similaridade entre estratégias das empresas e da indústria do entretenimento. Guardar o nome de um assassino para a penúltima cena, levar as pessoas acreditarem ou desacreditarem nas personagens, e prender a atenção de um público de TV tão volátil quanto o de hoje, é digno de aplausos.

 

Parabéns a ele. Assistia a ESPN e, quando de repente, os apresentadores do Sportscenter Paulo Soares e Antero Grecco se perguntavam como acabou a novela. Sem falar nos TT do Twitter e outras mídias atentas.

 

E como a Globo “é o que é”, ganha audiência até de quem não assiste novela. Como alternativas nas TVs a cabo, os canais Telecine (da Globo) ofereceram bons blockbusters, como, por exemplo, Avatar.

 

Trocando em miúdos: a alternativa da Globo era algo da própria Globo!

– O “Legal” é ser Big Brother? Conteúdo e Inteligência versus Banalidade e Entretenimento

 

Amigos, muito boa a matéria do Terra Magazine sobre o programa Big Brother Brasil e seus participantes. Nela, um professor da Universidade Federal da Bahia falou sobre a idolatria e o sucesso instantâneo desses “artistas” frente a labuta de professores, críticos e outros segmentos da cultura ou do estudo. Ainda, aborda a exploração do mundo gay no programa da Rede Globo (a propósito, há 2 ex-alunos dele no BBB).

 

Confira, extraído de: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4884786-EI6581,00-Professor+Com+subcelebridades+ficou+chato+ser+inteligente.html

 

COM SUBCELEBRIDADES, SER INTELIGENTE FICOU CHATO

 

Por Cláudia Leal

 

A nova edição do Big Brother Brasil (BBB) despejará na mídia 17 subcelebridades que, daqui a alguns meses, lutarão por flashes em tentativas de sexo na praia, em desquites estrepitosos e nas visitas de praxe às padarias do Leblon.

Observador desse Olimpo de deuses afobados, o professor de comunicação da Universidade Federal da Bahia, Maurício Tavares, doutor pela PUC-SP, já se vacinou para sobreviver à temporada.

– Hoje em dia, a pessoa ser inteligente é até ofensivo em alguns meios, em alguns veículos. Ser inteligente ficou chato. Você tem que ser superficial, bonito e engraçado. … Uma mulher loira, mais ou menos bonita, vira uma pessoa mais importante que João Ubaldo Ribeiro – ironiza.

Crítico do “mundinho” de celebridades, Maurício Tavares aponta a “audiência massacrante” da Rede Globo e as artimanhas do diretor Boninho como os dois principais motivos da sobrevivência do BBB em onze edições. Estudioso do universo gay, Tavares avalia o uso de homossexuais na fórmula dos reality shows:

– Os gays são elementos ligados ao mundo da fofoca, embora Jean Wyllys tenha feito o papel da “boazinha”. Os gays vivem num mundo em que eles precisam muito estar lidando com coisas que envolvem a traição, um mundo menos “normal”.

O raio caiu duas vezes sobre o professor da Ufba. Ele é ex-professor do BBB Jean Wyllys, eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro, e integrou a banca de conclusão de concurso do novo gladiador de Pedro Bial, o jornalista Lucival França.

Confira a entrevista.

Terra Magazine – Como o mundo de subcelebridades é alimentado pelos reality shows? Qual o efeito das últimas dez edições do BBB sobre a mídia?
Maurício Tavares – Você acompanha um fenômeno engraçado: o aumento do número de revistas que tratam de subcelebridades, “Contigo” e não sei o quê mais. Essas revistas, mais do que o jornalismo “normal”, têm falta de assunto. O BBB é um pouco uma fábrica dessas pequenas celebridades, para alimentar durante algum tempo essa rodinha. Até porque são pessoas ávidas pela fama, aquela fama imediata, não é aquela que você vai conseguir com o trabalho. Eu me incomodo muito, de maneira radical, com quem está trepando com não sei quem…

Por que se incomoda? Mais pela exposição ou pelo vazio da exposição?
Pelo vazio da exposição e pela desimportância de quem está comendo quem, quem está chupando quem. E daí, cara? Gostaria que essa imprensa de subcelebridades fosse mais atrevida: quem tá bebendo urina, coisas assim mais bizarras (risos).

E perversas…
Perversas. Mundo cão. Mas, pô, quem tá comendo quem? E a gente sabe que muitas dessas fofoquinhas são inventadas para alimentar essa mídia. É um processo circular: você inventa uma história porque vai sair na mídia, a mídia compra a história porque sempre tem alguém interessado em ler. Fico impressionado quando vou ao supermercado e tem aquela fila de revistas. Fico olhando quais as revistas que as pessoas pegam para olhar pelo menos a capa. Quase sempre são essas revistas. Lá tem Veja, Istoé, Época – uma vez ou outra alguém pega. Mas as revistas ligadas às novelas todo mundo pega. E o Leblon virou assim a Hollywood brasileira. Aquela coisa dos paparazzi lá na praia, no restaurante… E os próprios artistas que querem aparecer, outros não.

Outro dia saiu Caetano Veloso comprando mamão num supermercado do Leblon.
Tem umas coisas assim de um ridículo atroz.

Isso não cria um problema para as celebridades mais ligadas ao talento, à produção artística? Para aparecer, não vão ter mais dificuldade?
Claro que sim, claro que tem. É um problema de queda de valores. Hoje em dia, a pessoa ser inteligente é até ofensivo em alguns meios, em alguns veículos. Ser inteligente ficou chato. Você tem que ser superficial, bonito e engraçado. E alguns professores até caem nisso. As pessoas loiras que estão aparecendo… Uma mulher loira, mais ou menos bonita, vira uma pessoa mais importante que João Ubaldo Ribeiro. (risos) Há esses critérios meio malucos.

Por que, apesar de estar na 11ª edição, a fórmula do BBB não se esgotou totalmente?
Achei que no terceiro, no quarto, se esgotaria. É impressionante. Mas tem também um pouco das artimanhas desse Boninho (diretor do BBB). Ele é diabólico, inventa coisas. Li alguns textos sobre o BBB e, numa época, até escrevi sacaneando um pouco com Pedro Bial: há o fascínio de ver as pessoas no dia-a-dia. É insuportável. No ano passado, tentei ver uns pedaços, mas não deu. Foi uma artimanha dele botar dois gays, aquelas pintosas lá pra animar o negócio. E eu: meu Deus, como é que pode, é de uma banalidade, é de um nada total. Agora ele vai inventar sabotadores. Primeiro, a estrutura do BBB é de uma novela. Tem o vilão, caracteriza as pessoas. Depois, tem pessoas reais e uma parte dos espectadores gostaria de estar ali. Uma boa parte, aliás, mandou vídeos e nunca conseguiu.

Você tem dois ex-alunos no BBB…
É, o segundo agora, fui da banca dele, Lucival (França). Era da faculdade Jorge Amado. Ele fez um trabalho de conclusão de curso sobre um pai-de-santo gay que matou a garota que era namorada do namorado dele. O livro reportagem é interessante. Depois ficamos amigos.

Como avalia essa tendência de ter gays nos reality shows?
É fundamental. Tem um fascínio da ambiguidade sexual de alguns, porque os gays são assumidos. E os gays são elementos ligados ao mundo da fofoca, embora Jean Wyllys tenha feito o papel da “boazinha”. Os gays vivem num mundo em que eles precisam muito estar lidando com coisas que envolvem a traição, um mundo menos “normal”. Não tem “mundo normal”, mas eles carregam um pouco isso. Até o comportamento do gay Serginho, do outro BBB, tinha essa facilidade de transitar de um lado para outro, não se envolver muito. Tem elementos fortes.

Nesse segmento de reality show, há mais abertura para homossexuais do que nas novelas. Por quê?
Porque é ficção. Paradoxo maluco. Até agora, não teve beijo, só teve bitoca, não teve ainda um romance gay. Não sei se Lucival vai proporcionar isso… Ele já falou que só debaixo dos edredons. Às vezes tem uma linguagem que numa novela não sairia. Isso tem um dedo de Boninho. Não é ele que jogava ovo nas pessoas?

Você acompanha o fenômeno das subcelebridades em outros países?
Tive recentemente na Argentina. A televisão de lá consegue ser pior do que a daqui e tem esse mundinho de celebridades. O modelo português (Renato Seabra, ex-participante de reality show) que matou o amante dele (nos Estados Unidos) é um fenômeno mundial. Mas, no Brasil, algumas coisas ganham uma dimensão que é desproporcional. Garanto que alguns lugares devem ter, de alguma maneira. Nos Estados Unidos, a quantidade de reality show é muito maior do que aqui, nas tevês a cabo. Você tem de cabeleireiros a top models, uma quantidade gigantesca. Por que aqui ainda é tão desproporcional? A Globo tem uma audiência massacrante em relação ao resto dos canais. O buchicho que “A Fazenda” provoca é muito pequeno em relação ao BBB. E “A Fazenda” usa até o recurso das semicelebridades. As pessoas não vão se tornar subcelebridades, elas já são e tentam sair do limbo.

– Tony Ramos: Um Prêmio para a Humildade

 

Ouço pela Rádio Jovem Pan uma espetacular entrevista do Tony Ramos à Oliveira Andrade e José Armando Vanucci.

 

Puxa, o cara é realmente acima da média. Ele fala sobre a novela Passione, mas principalmente sobre carreira, valores, drogas… E o que mais chama a atenção é a humildade do ator! A produção da rádio tentou entrar em contato com ele sem sucesso, mas ele deu o retorno! Com a atual arrogância de alguns jovens atores iniciantes, é inimaginável que um consagradíssimo ator faça isso.

 

Se você gosta do Tony Ramos, ouça essa entrevista. Ouvirá e sentirá em diversos trechos como ele é simpático, educado e bem preparado para a fama. É um nocaute nos principiantes que se acharem acima do bem e do mal!

 

O link está em: http://blog.jovempan.uol.com.br/parabolica/destaque-especial-1/tony-ramos-revela-detalhes-de-passione-e-se-emociona-ao-falar-sobre-amigos/

– Roberto Carlos cantando “Detalhes’ em Japonês?

 

Rádio AM é uma paixão para mim. Ontem a noite, parado no congestionamento, ouvia uma entrevista do cantor Roberto Carlos de 1994, pela Globo 1100.

 

Sabe o que é mais curioso? A entrevista foi concedida á Rádio X FM 90,5 (rádio X sucedeu a Excelsior FM e precedeu a CBN – todas do grupo da Globo). Na entrevista, RC disse que tinha planos para o futuro: gravar um disco em italiano, outro em francês e pelo menos uma faixa em japonês.

 

Discos não existem mais; há a opção de outras tecnologias. CD em italiano ou francês é uma promessa possível. Mas Roberto Carlos em japonês…

 

Seu desejo está apenas com 16 anos de atraso, viu?

– Diferença do Esportista Casado e do Solteiro…

 

“Homens solteiros vivem em função dos horários das competições; homens casados são obrigados a conceder…”

 

Sobre como é dura a vida homens casados que querem curtir o seu futebolzinho na TV… por André Jung, na revista ESPN de Dezembro/2010 (artigo: o Caneco é dela).

 

A frase já diz tudo… verdadeira ao extremo!