– Liga da Justiça versus Vingadores

Eu sou daqueles cinéfilos assumidos e que leva a filhota, a afilhada e arrasta a esposa para assistir bons filmes juntos. Todos nós curtimos a combinação “cinema e pipoca”.

Na minha infância, lia gibis e assistia os desenhos animados de heróis. É por isso que tenho algumas restrições às mudanças de características dos personagens históricos.

Dos heróis da Marvel, assistimos praticamente todos os filmes. Cada vez mais o bom humor está presente nas produções. Já os da DC, começaram ruins mas estão melhorando.

A refilmagem de Superman foi fraquinha, apesar da história da invasão de Zod ser interessante. O Batman x Superman já foi mais interessante. A inserção do Esquadrão Suicida ainda continha muitas imagens sombrias no filme, embora fosse mais “coloridinho”. Entretanto, particularmente, gostei bastante do ‘Liga da Justiça”! Me surpreendi ao saírem do óbvio e colocarem como vilão o Lobo da Estepe, pois realmente foi algo inesperado e bem feito. E o destaque positivo foi o bom humor com Flash e outras sacadas “tipicamente da Marvel”, só que pela DC.

Provavelmente, a sequência da Liga da Justiça, pelas cenas pós-crédito, será o surgimento da Legião do Mal. Mas será que haverá surpresas nos nomes dos vilões ou teremos Lex Luthor, Coringa, Charada, Homem-Brinquedo, Super Bizarro e outros conhecidos? Acho, como fã, cedo para incorporar tanta gente no filme.

E qual dos grupos de heróis é melhor hoje?

Por ter se antecipado à tendência, logicamente a Marvel está na frente. Mas acho que a DC igualará a concorrente. Lembre-se que o Homem de Ferro, Pantera Negra, Thor e Homem Formiga, por exemplo, não eram mais populares do que Batman, Super Homem, Mulher Maravilha e seus demais “superamigos” – e ainda assim o sucesso foi estrondoso (tanto nos filmes “solo” quanto naqueles que estão reunidos).

Por fim: aqui em casa nos preparamos e tchan-tchan-tchan… não esperamos o dia raiar, fomos na sessão da 00h01 do dia 15 (no mundo, a estreia seria no dia 17, mas aqui, devido ao feriado, foi antecipada) e assistimos a Liga da Justiça. As crianças e a patroa adoraram! Uma loucura bem bacana (principalmente porque eu tinha que trabalhar no dia seguinte…).

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– 75 anos de Zé Carioca! O que ele tem a ver com Jundiaí?

Meu personagem favorito do mundo de Walt Disney não é nenhum americano como o Mickey ou o Tio Patinhas. Mas é alguém brasileiro da gema: o mais carioca dos Josés: o Zé Carioca, que fez aniversário na última semana!

Curiosidades:

-o papagaio só surgiu pois o irmão de Walt Disney, Roy Disney, queria que o irmão criasse um personagem latino para a política da boa vizinhança.

-quer mais incorreto do que não trabalhar, fazer dívidas e não pagar, dar golpes e fumar charuto? A patrulha do politicamente correto conseguiu que o papagaio não fumasse mais (o que concordo), mas ainda bem que o malandro ainda não despertou a vontade de trabalhar (para isso existe o Zé Paulista, seu primo de SP workaholic), nem pagou a Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca), tampouco cortou a Feijoada e a Jaca (coitado do Pedrão…) e muito menos deixou de manipular resultados do Vila Xurupita FC (abra o olho, juizada)! Se tirassem esses defeitos do Zé, perderia a graça… ah, esqueci: ainda bem que continua enrolando a periquita Rosinha e enganando o sogro Rocha Vaz!

-por fim: na sua estréia no cinema com o Pato Donald e a Carmem Miranda, conhecemos a voz do papagaio, que foi emprestada do jundiaiense José do Patrocínio!

Qual figurino do Zé você prefere: o antigo, de gravata e guarda-chuva, o do final dos anos 80, com camiseta branca e calça azul, ou o mais novo, de boné e bermuda?

Extraído do Estadão (quando dos aniversário de 70 anos): http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,setentao-louro-e-carioca,955398,0.htm

SETENTÃO LOURO E CARIOCA

Edição especial comemora sete décadas de malandragem e polêmicas do Zé Carioca

por Jotabê Medeiros

Papagaio! A exemplo de Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso, o Zé Carioca tá fazendo 70 anos!

Trata-se de uma data importante para o “carioca way of life“. O personagem Zé Carioca, criado por Walt Disney em 1942, morava na favela. Vivia de pequenos expedientes, golpes em restaurantes de hotéis, diversão de penetra em clubes grã-finos. A periquita Rosinha, sua namorada eternamente enrolada, surgiu nos quadrinhos como uma das mais sexy pin-ups da era pré-Jessica Rabitt.

Zé Carioca não cumprimentava friamente, como os americanos, mas dava abraços “quebra-costelas” nos chegados, como no turista gringo Pato Donald. Nas primeiras tiras, ele era identificado como José (Joe) Carioca. Agora, para celebrar a data, sua história é tema de um especial da Editora Abril, que reedita todas as tiras iniciais produzidas entre 1942 e 1944, além de uma seleção especial de histórias até 1962 recoloridas digitalmente.

Por causa de sua faceta de malandro e inimigo do trabalho, Zé Carioca já foi alvo de campanhas politicamente corretas. “O Zé Carioca é um personagem antiético terrível, com todos os clichês negativos”, disse, em 1999, a autora Denise Gimenez Ramos, professora titular da PUC e coautora da tese Os Animais e a Psique (Palas Athenas, 284 págs.), na qual buscava restabelecer conexões simbólicas entre as pessoas e os bichos – incluindo suas representações ficcionais. “O personagem de Disney nunca trabalha, fica em geral deitado numa rede sonhando em ganhar na loteria – é um arquétipo falso, que perpetua o Macunaíma”, afirmou.

O pioneirismo de Disney com o Zé Carioca sempre foi questionado. Já havia precedentes simultâneos e até anteriores. O cearense Luiz Sá (1907-1980) criou, nos anos 40, um papagaio vestido de gente chamado Faísca, que apareceu muitos anos antes do Zé Carioca. E há a eterna desconfiança que a inspiração de Disney tenha partido de um trabalho do cartunista brasileiro J. Carlos.

Em agosto de 1941, Walt Disney visitou o Brasil (além de alguns outros países da América do Sul), estimulado pelo irmão Roy, como parte do esforço da Política de Boa Vizinhança do governo Franklin Roosevelt, que visava a estreitar as relações dos Estados Unidos com os países latinos.

Para o pesquisador Celbi Vagner Pegoraro, jornalista, pós-graduado em Relações Internacionais e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, há muitas inspirações que resultaram no papagaio folgazão de Walt Disney, e não só os desenhos de J. Carlos. “Mas é fato que Walt Disney ficou encantado com a obra do brasileiro”, afirma.

Pegoraro lembra que a saison brasileira de Disney o mostrou menos interessado em eventos diplomáticos e mais em atividades artísticas (foi ao lançamento do filme Fantasia no Rio e em São Paulo), e seu primeiro encontro com J. Carlos ocorreu numa exposição na Associação Brasileira de Imprensa. Na mostra havia obras de diversos brasileiros, mas os desenhos de J. Carlos retratavam a fauna brasileira, incluindo aí o papagaio. Seus traços chamaram tanta atenção que dois fotógrafos da equipe de Disney gastaram muito tempo registrando os quadros. Durante um almoço promovido pelo chanceler Oswaldo Aranha no Palácio do Itamaraty, Disney fez pessoalmente um convite para que J. Carlos trabalhasse em seu estúdio, mas o brasileiro recusou. Foi então que o artista presenteou Disney com um desenho de papagaio.

Após 70 anos, Zé Carioca permanece sendo publicado pela Editora Abril. As revistas aproveitaram o sucesso do personagem nos filmes dos anos 1940 e 1950. Em 1944, ele estrelou o filme Você Já Foi à Bahia?, da Disney (nos quais sua voz não era de um carioca da gema, mas do paulista de Jundiaí José do Patrocínio Oliveira, indicado por Carmen Miranda).

A partir daí, o gibi do Zé Carioca inicialmente alternou números com o Pato Donald até ganhar a própria publicação em janeiro de 1961, época em que cartunistas brasileiros começaram a ter sua chance. “Porém, seu auge ocorreu mesmo nos anos 1970, pelas mãos do gaúcho Renato Canini, que aproximou de forma mais latente o Zé Carioca da realidade brasileira, consolidando sua identidade de malandro”, conta Pegoraro.

Suas aventuras ocorrem na Vila Xurupita, um bairro fictício nos morros do Rio, e o personagem ganha uma série de amigos e parentes, caso do Zé Paulista, um primo louco por trabalho. Desde então, outros artistas brasileiros prosseguiram com o personagem e há um desafio da nova geração, como a do quadrinista Fernando Ventura, de desenvolver o Zé Carioca para uma nova geração. Especialmente agora que o volume 2 terá duas histórias inéditas feitas por brasileiros.

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– A Turma da Mônica em Filme de Carne e Osso!

E finalmente, para os amantes de Gibis (em especial ao público de Maurício de Sousa), está pronto o tão aguardado filme em que Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali serão crianças reais!

Abaixo, extraído de Folha de São Paulo (http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/09/1922897-veja-quem-sao-os-atores-que-vao-viver-a-turma-da-monica-em-filme.shtml)

VEJA QUEM SÃO OS ATORES QUE VÃO VIVER A TURMA DA MÔNICA EM FILME

Por Guilherme Genestreti

Em vez de cabelos que parecem ramos, Cebolinha ostenta uma franja comprida. Magrela, Magali está com cara de nervosa. Cascão é quem berra primeiro: “Caraca!”. É que elas topam com Mauricio de Sousa, bonachão: “Bem-vindos ao bairro do Limoeiro”.

Não se trata aqui de uma situação em que o cartunista aparece no próprio gibi. É bem o oposto, na verdade.

Os atores Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha),Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali) acabam de saber, da boca do próprio Mauricio, na última quarta (27), que foram os escolhidos para viver a primeira versão em carne e osso dos personagens, no filme “Turma da Mônica -Laços”.

Como o nome sugere, o longa tem por base a HQ “Laços”, romance gráfico dos irmãos Cafaggi que recauchutou o universo de Mauricio. Na trama, os garotos precisam achar Floquinho, o cão de Cebolinha, que sumiu.
Quem assume a direção é Daniel Rezende, de “Bingo”.

“Sempre me perguntei por que os personagens da Turma da Mônica nunca tiveram uma versão em filme”, diz o diretor. “Quando li o ‘Laços’,é que tive o estalo de como eles poderiam ser de verdade.”

Coincidência. Mauricio também queria levar esse gibi específico para o cinema. Quando Rezende soube, foi bater à porta do cartunista.

Sete mil crianças foram testadas até sobrarem os quatro -todos com 9 anos, salvo Kevin, 11. Gabriel é o único carioca do grupo; os outros vêm de São Paulo. Rezende dá pistas sobre o potencial que viu em alguns deles. “Gabriel é espoleta. Já Giulia é doce, mas quando ela fica brava…”

O filme deverá chegar aos cinemas em junho de 2018. As filmagens começam entre dezembro e janeiro. Antes, Rezende ainda dará uma passada em Los Angeles para fazer a campanha de “Bingo” no Oscar. O filme é o candidato brasileiro ao prêmio.

Ao contrário de “Turma da Mônica”, “Bingo” é um filme adulto: tem sexo, palavrão, droga… Mas seu retrato sobre a TV nos anos 1980 também apela à memória afetiva de Rezende. “Devo ter algum problema mal resolvido na infância”, brinca o diretor.

Mauricio conta que ainda não viu “Bingo”. “Mas quero muito.” Do trabalho de Rezende, conhece as obras como montador: “Gostei muito do ‘Cidade de Deus'”, diz o criador da Turma da Mônica.

Afirma que vai dar liberdade criativa total ao diretor. E que já nutre planos de outros filmes. “A ideia é bem antiga.”

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Os atores Gabriel Moreira (Cascão), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Giulia Barreto (Mônica) e Laura Rauseo (Magali), por Adriano Vizoni, Folhapress

– A Moda é Mudar a Sexualidade do Herói?

Sou fã de super-heróis. Não escondo, curto mesmo os personagens que cresci assistindo ou lendo na infância.

Mas algo me incomoda: quando se muda a característica do mocinho estraga-se tudo!

A Marvel inventou uma Thor-Mulher. Pô, nada contra, mas é radicalizar demais a história.

Se não bastasse, Pierce Brosnan, um dos 007 da era moderna, declarou que gostaria que o próximo agente secreto deveria ser negro ou gay. Complicado…

Por que mudar? Para dizer que é politicamente correto?

Há dois anos, Andrew Garfield, o último Homem Aranha do cinema pela Sony, disse que gostaria de ver o herói sendo pansexual.

Ai ai ai… nada contra a opção sexual, mas isso muda a personalidade original! É como o Batman dos anos 60 e o sombrio inventado nos anos 00.

O que você pensa sobre isso?

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– Até quando o Hopi Hari sobreviverá?

Hopi Hari e sua crise infinita: devendo para a CPFL, para os funcionários e com público de 160 visitantes!  Vai aguentar até quando?

Extraído de Estadão.com (http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,sem-luz-sem-seguro-e-com-r-700-mi-em-dividas-hopi-hari-esta-perto-de-fechar,70001768813), abaixo:

SEM LUZ, SEM SEGURO E COM R$ 700 MI EM DÍVIDAS, HOPI HARI ESTÁ PERTO DE FECHAR

Na semana passada, direção chegou a tirar site do ar para evitar venda de ingressos e planejou interromper funcionamento. ‘Sei do risco que é operar sem seguro, mas meu compromisso é não fechar’, diz proprietário

Por Renato Jakitas

Autoapelidado de o lugar mais feliz do mundo, o parque de diversões mais famoso de São Paulo, o Hopi Hari, se aproxima dos 18 anos de existência à beira da pane seca. Está atolado em uma dívida de R$ 700 milhões, com a luz cortada, sem seguro e “aviso prévio” para fechar as portas. Os quase 300 funcionários não recebem salários desde o dia 5 de fevereiro. 

Em abril, o parque teve o fornecimento de energia cancelado por causa de uma conta de R$ 580 mil em aberto com a CPFL. Se não levantar R$ 100 mil nesta semana, o novo proprietário José Luiz Abdalla terá de devolver na segunda-feira os geradores alugados justamente para evitar o fechamento das portas. 

Para piorar, desde 25 de março o Hopi Hari opera sem cobertura de seguro para acidentes com frequentadores ou eventuais danos aos equipamentos. Abdalla vem batendo na porta das seguradoras, mas não encontra uma única empresa que encare o risco do negócio, tanto do ponto de vista da segurança dos brinquedos como da capacidade de pagamento da apólice. “A gente não tem crédito na praça”, reconhece o empresário.

A situação é tão crítica que até o processo de recuperação judicial, solicitado em 24 de agosto de 2016, está praticamente paralisado, já que o parque não conta com um profissional que saiba lidar com esse tipo de processo – segundo Abdalla, o último especializado, o advogado tributarista Julio Mandel, retirou-se por falta de pagamento.

Com tantos problemas, o público sumiu e o parque – que chegou a receber 24 mil pessoas em um único dia, no segundo semestre de 2011 – tinha 160 visitantes no sábado. No dia anterior, uma sexta-feira, foram 20 pessoas. 

Alvo de uma investigação do Ministério Público, que apura relatos de que o parque, em diversos dias, conta com poucos brinquedos funcionando, apesar de vender os passaportes normalmente e sem nenhum tipo de aviso aos visitantes, a direção do Hopi Hari redobrou os avisos. Já no estacionamento, que cobra R$ 55 por carro, o funcionário de uma empresa terceirizada recomenda a atenção do cliente. “Eu peço que todo mundo vá até a placa lá fora e veja quais os brinquedos que estão parados. Uns 20% vão embora direto”, diz. 

Na bilheteria, que foi aberta exclusivamente para atender a reportagem, mais um aviso. “Você quer mesmo entrar? A gente está só com esses brinquedos aqui”, alerta a funcionária, indicando um papel colado no balcão com 12 atrações abertas em quase 60 possíveis – 3 para o público adulto. O passaporte custa R$ 99. 

No sábado, ao entrar no parque, o Estado se deparou à primeira vista com uma cidade fantasma do velho oeste americano. Somente depois de caminhar por alguns minutos encontrou um grupo com cinco visitantes, vindos de São Paulo. “É triste de ver o estado do parque”, lamentou o visitante Ricardo Cipriano. Um pouco mais à frente, Luiz Antonio Corol reclamava em frente a uma fonte de água adornada por personagens da Warner Bross. “Só para estar aqui com a minha família eu gastei mais de R$ 600.”

Dois dias antes, a direção do parque estava decidida a não abrir as portas. Segundo relatos de pessoas ligadas à gestão, o dono do parque chegou a retirar o site do Hopi Hari do ar para evitar compras. Após uma reunião na noite de quinta-feira, contudo, a direção recuou. “O Abdalla não pode abrir, mas também sabe que, se fechar, corre o risco de não abrir mais”, diz uma pessoa que pediu para não ser identificada. 

“O que é que eu vou fazer?”, indaga Abdalla. “Sei do risco que é operar o parque sem seguro, mas o meu compromisso é não fechá-lo”, conta o empresário, egresso do mercado imobiliário e de uma família de banqueiros (o pai, Anésio Abdalla, foi sócio do BCN). 

Ele comprou 80% do Hopi Hari de Luciano Correa, seu amigo de infância, por R$ 0,01, assumindo todo o histórico de passivo de R$ 700 milhões na pessoa física, uma operação inédita e que deixou representantes do mercado com o queixo caído. “Eu não sei como esse Abdalla consegue dormir a noite”, diz um operador do mercado. “É dívida para a vida inteira e para muitas outras gerações.”

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– Eu prefiro o jogo das estrelas!

Em tempo de secura na safra de jogadores brasileiros, um momento de alegria: no amistoso promovido por Zico no Maracanã, teremos: Aldair, Sorín, Neymar, Verón, entre outros (e o próprio Galinho de Quintino, claro).

Um oásis em meio a tanta mulambada ou não?

Saudade do futebol brasileiro do período entre 1958 a 2002. Depois desse período, não evoluímos e “enfeiamos” o jogo.

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– A Bela e a Fera, em Carne, Osso e Computação!

A Disney é impressionante: viram o cartaz de “A Bela e a Fera“, em “versão humana“?

Papais de menina, se preparem para as filas do Cinema. Aliás, se for o mesmo sucesso do bem feito Cinderela, ótimo!

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– Disney Gogo’s 2. Coitados de nós…

Não é que a febre dos bonequinhos e figurinhas da Disney com parceria da Panini parece ter voltado?

Os GoGo’s (Crazy Bones) série 2, voltaram. E nós, pobres, mortais e miseráveis pais, voltaremos à luta na busca das trocas de brinquedinhos…

Kkk. Tudo isso faz parte da vida e torna nossos filhos ainda mais amigos da gente!

– Mulher Maravilha será nomeada (de verdade) embaixadora da ONU. Só que…

Por ser um símbolo de justiça e luta contra minorias mais pobres, a super-heroína Mulher Maravilha será nomeada embaixadora das Nações Unidas. Entretanto, o que mais se discute sobre ela é: o uniforme dela não seria extremamente sexista?

A roupa é mais importante do que a virtude?

Abaixo:

ESTARIA NA HORA DE A MULHER-MARAVILHA APOSENTAR SEU MAIÔ?

Por Vanessa Fridmann, do New York Times (traduzido e reproduzido por Uol.com)

Nesta sexta-feira (21), a Mulher-Maravilha completa 75 anos, e ela vai ganhar uma festa de arromba. Ela vai acontecer nas Nações Unidas, no Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, e entre os convidados especiais estarão Diane Nelson, presidente da DC Entertainment (a empresa proprietária da DC Comics, que criou a Mulher-Maravilha); Lynda Carter, que incorporou a Mulher-Maravilha na série de TV dos anos 1970; Gal Gadot, que assumiu o papel no novo filme da Mulher-Maravilha; e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

Ocorre que Ban também tem uma espécie de presente para a personagem: ela está sendo nomeada embaixadora honorária para o empoderamento de mulheres e meninas e para a igualdade de gênero, ou seja, o Objetivo 5 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: 17 Objetivos para Transformar Nosso Mundo. Ela aparecerá em uma campanha de mídias sociais e outras iniciativas.

De certo modo, isso faz sentido. A Mulher-Maravilha é o epítome da mulher que precisa de um homem tanto quanto um peixe precisa de uma bicicleta. (Ela apareceu duas vezes na capa da revista “Ms.”).

Ela é autossuficiente, forte e luta por igualdade e justiça. Ela não deriva de um personagem masculino como a Supergirl ou a Batgirl, e ela não se disfarça como a Mulher-Gato. No novo filme da “Mulher-Maravilha”, com lançamento previsto para o próximo verão (hemisfério norte), ela diz a seu co-protagonista masculino: “O que eu faço não cabe a você decidir.”

E ela certamente leva a causa da organização para um público totalmente diferente, diz Maher Nasser, diretor da Divisão de Serviços e Produtos Destinados ao Público para o Departamento de Informação Pública das Nações Unidas.

(A organização percebeu as vantagens de fazer parcerias com o mundo dos quadrinhos este ano, quando Red do “Angry Birds” se tornou seu embaixador honorário para o Dia Internacional da Felicidade; todos os embaixadores honorários são personagens fictícios, ao contrário dos mensageiros da paz, por exemplo, uma categoria que inclui celebridades como Leonardo DiCaprio, Charlize Theron e Jane Goodall, ou embaixadores da boa-vontade, que incluem Anne Hathaway, David Beckham e Shakira.).

Faz ainda mais sentido quando você se dá conta de que em 1943 a Mulher-Maravilha concorreu à presidência. (Era “1.000 anos à frente”, segundo os quadrinhos dos anos 1940, mas ainda assim…). E ela voltou a ser nomeada pela revista “Ms.” em 1972. Trazê-la de volta para falar sobre aquilo em que ela acredita, em um ano em que uma mulher de verdade pode ser eleita para o Salão Oval, parece mais relevante do que nunca.

Exceto por uma coisa.

COMO NASSER FALOU, DE UMA FORMA UM TANTO DELICADA, A “QUESTÃO DA ROUPA.”

O que ele disse especificamente foi: “Não ignoramos a questão da roupa”. No caso, a questão é o fato de a Mulher-Maravilha fazer a maior parte de seu trabalho de ação, como todos sabemos, usando um maiô sem alças decorado de estrelas e botas de cano alto, com uma boa dose de decote e pernas à mostra. Para dizer um mínimo, suas roupas não acompanharam suas ideias, nem a de muitas outras pessoas, aliás. (No novo filme ela parece usar uma espécie de saia semelhante a uma tanga, também).

No final, a ONU determinou que “Você precisa olhar para suas ações além do superficial”, segundo Nasser. E Carter observou que a personagem é “muito maior do que o que ela veste”.

Mas na era de Donald Trump, quando a questão da objetificação da mulher por causa da aparência delas está em todas as conversas, a questão da roupa, juntamente com a questão relacionada da imagem corporal, não pode ser ignorada tão facilmente.

De fato, os trajes da Mulher-Maravilha parecem ter saído direto de um palco de Miss Universo, como costumava ser quando Trump era dono do concurso. (Ele o vendeu ano passado para a WME-IMG, a gigante dos esportes e do entretenimento). Afinal, até mesmo o concurso de Miss Teen USA acabou com sua competição de trajes de banho neste ano, transformando-o em uma categoria de trajes de ginástica, para celebrar a força no lugar da sensualidade. Paula Shugart, presidente da Organização Miss Universo, escreveu em uma carta para diretores de cada Estado que posteriormente foi citada no “The New York Times”: “Esta decisão reflete uma importante mudança cultural que estamos todos celebrando”.

SÓ QUE A MULHER-MARAVILHA, NÃO.

Isso importa porque, assim como a maior parte dos super-heróis, ela é indissociável de seus trajes. Eles são seu significante mais imediato, a representação de tudo aquilo que é especial e singular (e impressionante) nela. E essa roupa inevitavelmente indica para todos que parte da fonte de seu poder é sua “gostosice”, para definir de uma maneira particularmente retrógrada.

A razão pela qual Steve Trevor, seu flerte original, se apaixona por ela não é só o fato de que ela pode defender a si mesma e a ele, lutar montada a cavalo e decidir não matar seus inimigos. Sejamos sinceros: é por causa da aparência dela, quando ela tira os óculos, deixa de ser a desleixada Diana Prince de camisa abotoada até o pescoço e se torna sua versão minimamente vestida.

Ela pode não estar usando sua sexualidade como uma arma (ela tem braceletes e um laço de ouro para isso), mas de qualquer forma ela está passando uma mensagem.

O que levanta a questão, ainda que aceitemos que ela é um personagem exagerado em um mundo exagerado: é essa realmente a mensagem que queremos passar sobre empoderamento feminino para nossas filhas, em uma era onde há um bom número de exemplos femininos poderosos e totalmente vestidas?

Por um lado, permitir que as garotas se divirtam com sua fisicalidade e feminilidade é algo bom. Não estou dizendo que elas devam se vestir como freiras ou adotar uma mentalidade de que só devem usar calças de moletom. Elas devem assumir sua condição de mulher e tudo aquilo que é especial e diferente a respeito. Você pode argumentar que recusar-se a pedir desculpas ou esconder seu corpo por baixo de um pano seja um ato feminista.

Mas a maior parte das mulheres, imagino, não escolheriam se mostrar atraentes usando um maiô de estrelinhas e capa, uma roupa que ninguém de fato usaria para trabalhar, a menos que estivesse trabalhando como sósia de um personagem de quadrinhos.

Carter não tem problemas com o visual (“Eu nunca me senti objetificada como Mulher-Maravilha, embora eu tenha como Lynda Carter”, ela disse por telefone recentemente), mas ela reconhece que, embora ela tenha duas fantasias clássicas, ela não vestiu nenhuma desde que pendurou a capa em 1979.

Aliás, quando ela aparece como presidente nesta temporada de “Supergirl” (ela estreará na semana que vem), Carter veste um blazer comprido azul-bebê, calças justas pretas e sapato de salto alto. “Elegante, forte, simples e confortável”, ela disse sobre o visual, acrescentando que ela se inspirou em Hillary Clinton e na líder da minoria da Câmara, Nancy Pelosi.

Vestir-se de forma poderosa não quer dizer se vestir como um homem, mas também não precisa significar se vestir como o clichê de uma fantasia sexual masculina.

A moda, que certamente está a par da ascensão da mulher poderosa, e o papel da indústria em determinar qual seria o visual dela, certamente apresentou várias opções, desde o vestido justo e sequinho para as executivas até o abrigo esportivo, passando pela dupla legging e lycra para se usar no dia a dia. Eu imagino que Donatella Versace, Stella McCartney e Diane von Furstenberg (que aliás lançou seu livro sobre a Mulher-Maravilha em apoio à ONG Vital Voices em 2008), para citar só algumas, teriam algumas ideias sobre o que torna uma super-heroína moderna. Isso é algo que eu adoraria ver.

Questionado se a ONU havia pensado em uma reforma no guarda-roupa, Nasser respondeu: “A arte que foi desenvolvida com a campanha reflete de fato muitas das observações e comentários que fornecemos”, mas ele se recusou a ser mais específico.

Uma porta-voz da DC Entertainment usou palavras como “magnífica” e “apropriada” na discussão sobre como a Mulher-Maravilha se vestiria em suas aparições da ONU, e acrescentou que a campanha foi desenhada por Nicola Scott, a artista por trás da encarnação atual da Mulher-Maravilha dos quadrinhos. Mas a personagem ficaria reconhecível, de acordo com a porta-voz, sugerindo que o traje estaria intacto em sua maior parte.

Em breve saberemos. Enquanto isso, se tivéssemos de escolher uma mulher de maiô como um exemplo, talvez devêssemos considerar Katie Ledecky, uma das maiores nadadoras de todos os tempos. Seu poder vem de dentro, como todos sabem. E é essa, na verdade, a mensagem que a organização quer passar: “que existe uma Mulher-Maravilha em toda mulher”, nas palavras de Nasser.

Esse é um conceito digno de aplausos. Mas, considerando o clima atual das coisas, será que não está na hora de seu personagem ter algo novo para usar em uma festa? Carter, por exemplo, disse ter escolhido um elegante modelo em jacquard com renda azul-marinho e preto de Oscar de la Renta.

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– A Moda é Mudar a Sexualidade do Herói?

Sou fã de super-heróis. Não escondo, curto mesmo os personagens que cresci assistindo ou lendo na infância.

Mas algo me incomoda: quando se muda a característica do mocinho… estraga-se tudo!

A Marvel inventou uma Thor-Mulher. Pô, nada contra, mas é radicalizar demais a história.

Se não bastasse, Pierce Brosnan, um dos 007 da era moderna, declarou que gostaria que o próximo agente secreto deveria ser negro ou gay. Complicado…

Por que mudar? Para dizer que é politicamente correto?

No ano passado, Andrew Garfield, o último Homem Aranha do cinema, disse que gostaria de ver o herói sendo pansexual. Nesta semana, divulgou-se a Mulher-Maravilha poderá revelar que já manteve comportamento lésbico.

Ai ai ai… nada contra a opção sexual, mas isso muda a personalidade original dos personagens! É como o Batman dos anos 60 e o sombrio inventado nos anos 00.

O que você pensa sobre isso?

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– Hoje tem Futebol Esporte Show. Contamos com a sua audiência!

E hoje tem Futebol Esporte Show! Com Marcel Capretz, Orlando Gaeta e Rafael Porcari.

Aqui, no SBT – Vtv e TvSorocaba. Tudo sobre o Futebol Nacional e Internacional, além dos times da região. Prestigie!

Campinas e Região: 12h15
Baixada Santista: 12h15
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– “O Juramento” é literatura obrigatória para quem gosta de futebol. 

Estive no lançamento do livro de ficção do jornalista Flávio Prado, intitulado “O Juramento“, nesta última segunda-feira no Club Homs.

Gente de bem ali presente, várias personalidades importantes do futebol brasileiro, além de outras notórias pessoas – dos treinadores Leão, Muricy Ramalho, Milton Cruz até o Padre Marcelo Rossi. Claro, além de vários colegas de profissão do Flávio.

Sobre o livro: uma imensa viagem no imaginário! Que leitura agradável, trazendo alguns exemplos de fatos verídicos do futebol com desfechos alternativos.

Quer que eu conte algum? Nada disso, compre o livro que valerá a pena!

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– A difícil situação do Hopi Hari. Fechará?

A Justiça não permite que o Parque de Diversões Hopi Hari utilize de Recuperação Judicial para continuar aberto. Após duas greves e interdição de montanha-russa, local pode ser fechado.

Extraído de: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2016/09/justica-nega-pedido-de-recuperacao-do-parque-hopi-hari.html

JUSTIÇA NEGA PEDIDO DE RECUPERAÇÃO DO PARQUE HOPI HARI

A 2ª Vara Cível da Justiça de Vinhedo (SP) negou o pedido de recuperação judicial do parque de diversões Hopi Hari, situado no interior de São Paulo. A decisão da juíza Euzy Lopes Feijó Liberatti, responsável pelo caso, foi publicada na quinta-feira (8).

A empresa fez o pedido em agosto para evitar a falência do empreendimento e tentar conseguir investidores para pagar uma dívida de R$ 330 milhões com credores.

Na decisão, a juíza Euzy Lopes Feijó Liberatti afirma que as medidas apresentadas no pedido da empresa “não se mostram pontuais, nem provisórias, e não contam com o respaldo da lei”.

O advogado do parque, Daltro Borges, afirmou ao G1 em agosto que pelo menos 50% da dívida do local é com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e, por isso, sem a recuperação judicial, ficaria impossível ter acesso às linhas de crédito e o grupo seria obrigado a decretar falência.

MONTANHA-RUSSA

Em julho, a juíza Carolina de Figueiredo Dorlhiac Nogueira, do Foro Central Cível de São Paulo, autorizou o empresário Cesar Augusto Federmann a fazer a retirada de uma montanha-russa do parque.

O brinquedo tratado no processo, uma montanha-russa de dez inversões, é prevista como nova atração, mas está desmontada e o prazo para abertura aos visitantes não foi confirmado pelo parque.

Em nota divulgado na época, o Hopi Hari alegou que todas as questões judiciais foram encerradas por meio de acordo enviado para a Comissão de Valores Mobiliários.

Em janeiro deste ano, o empresário acionou a Justiça de Vinhedo para cobrar R$ 5,9 milhões do parque, referentes a um empréstimo feito em dezembro de 2014 e acréscimo de juros. Contudo, o pedido foi indeferido no mesmo mês pelo juiz da 1ª Vara Cível, Fábio Marcelo Holanda, após o protesto ser interrompido.

À época, o magistrado mencionou que, caso o Hopi Hari pagasse o valor cobrado, não seria decretada a falência. Na ocasião, a assessoria do parque também citou que liminar da 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo impedia a cobrança do valor.

Paralisações

No mês de agosto, os funcionários do parque fizeram paralisações por falta de pagamento em duas ocasiões e os turistas que vieram de outras cidades ficaram sem acesso ao espaço. Na época, a empresa não confirmou a greve e disse que o local estava em manutenção.

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– 5 minutos da abertura do show da banda infantil #CR1.

MUITO LEGAL – Estamos no Ibirapuera para a gravação do capítulo final da novelinha infantil do SBT “Cúmplices de um Resgate“. Se você tem filhos que assistem, eles vão adorar!

#CúmplicesDeUmResgate

Link em: http://www.youtube.com/watch?v=IZgnBVc-sYE

– 39 anos da Morte de Elvis Presley

Hoje faz 39 anos que o Rei do Rock’n Roll Elvis Presley se foi!

Se não fossem as malditas drogas…

A minha preferida: Suspicious Mind! (http://www.youtube.com/watch?v=SBmAPYkPeYU)

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– Pokemon Go chegou ao Brasil. Mais um modismo…

Para quem gosta, momento de êxtase. Para mim, irrelevante e uma grande “enchição de saco” dos fanáticos caçadores de bichos virtuais: chegou o Pokemon Go, enfim, ao Brasil.

Haja paciência… 

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– Pelé: o Nascimento de uma Lenda!

Sensacional!

O filme do nascimento do mito “Pelé“, feito nos EUA, contando sobre ele até a Copa de 1958.

Trailler em: https://www.youtube.com/watch?v=gcN8ZmYyJVY&feature=youtu.be

– Bombou na Web? Valeu, Revista Época. 

Êba! Pela 6a vez, conseguimos que nossa foto fosse escolhida no concurso fotográfico e temático  “Bombou na Web” da Revista Época. 

A 1a foi uma do tema “prazeres da vida” (contemplando a natureza com uma árvore no campo – esta foi a foto vencedora). A 2a foi a de um amanhecer, a 3a foi de uma flor, a 4a foi de “gulodices“, a 5a (na semana passada, tema “Na cozinha tem…“) foi de gelatinas coloridas e esta última, a 6a premiada, o tema foi QUADRINHOS!

A modelo da foto foi a minha, ou melhor, a nossa inspiração!!! kkk

 

– Estamos na Época!

Oba!

No “bombou na Web” da Revista Época (uma brincadeira de escolha das melhores fotos temáticas via Instagram), o tema era “Na minha cozinha…“.

Nossa foto esteve entre as escolhidas! Já figuramos no tema “Natureza“, “Amanhecer“, “Gula” e agora este!

Obrigado, Época!

Ops: amamos fazer e comer gelatina!!!

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– Capitão América 3, Homem de Ferro 4 ou Vingadores 3?

Para quem curte filme de heróis dos quadrinhos (como eu), sensacional: o Trailer de “Capitão América 3 – Guerra Civil” é alucinante!

Pelo número de heróis envolvidos, e pelo protagonismo de alguns, não dá para saber se o filme é do Capitão, do Iron Man ou uma sequência dos Vingadores!

Mais do que isso: o Homem Aranha sai da Sony e retorna ao Universo Marvel!

Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=FRLYZn5PGuA

– O Gibi de 450 mil dólares do Homem Aranha!

Eu sempre curti histórias em quadrinhos e filmes de heróis. Desde pequeno eles povoam a minha imaginação. Mas não sou fanático como a história desse americano (abaixo): quase R$ 1,8 milhão por um exemplar antigo do Spider Man!

Em: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2016/02/hq-rara-do-homem-aranha-e-leiloada-por-us-454-mil-nos-eua.html

HQ RARA DO HOMEM-ARANHA É LEILOADA POR US$ 454 MIL NOS EUA

A casa de leilões Heritage Auctions, em Dallas, disse que um raro exemplar de uma história em quadrinhos com a primeira aparição do Homem-Aranha foi vendido nesta quinta-feira (18) por US$ 454.100.

Segundo a agência Associated Press, a HQ foi comprada por um colecionador anônimo. A venda da edição de 1962 da “Amazing Fantasy” número 15 bateu um recorde para um leilão público de qualquer história em quadrinhos do Homem-Aranha.

Walter Yakoboski, de Long Island, Nova York, tinha comprado a HQ em 1980 por US$ 1.200. Ele disse à Associated Press na semana passada que  comprou vários quadrinhos raros como uma forma de investimento quando jovem.

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– A cantora fã do C1R!

Crianças são sempre apaixonantes. Pais são sempre corujas.

Nossa filhota Marininha é fã da novelinha-musical infantil “Cúmplices de um Resgate“. O sucesso da atriz mirim Larissa Manoela que interpreta as gêmeas Manuela (a boazinha e doce menina caipira) e a Isabela (a moderninha e bravinha menina urbana) é impressionante. As garotinhas adoram as músicas e as personagens.

Como eu não sei cantar uma só das canções, sou desafinado assumido e nem sei segurar um violão, me impressiono com qualquer cantarolar!

Felizmente, a Maritaca puxou a mamãe. Olha a talentosa aqui cantando “Minha alegria de viver“, em: https://youtu.be/I4beV1U_8jY

 

– O tempo do brasileiro em frente a TV: É muito ou é pouco?

Leio no blog “Parabólica”, do José Armando Vannucci no Portal Jovem Pan, que cada brasileiro em 2015 assistiu a média 04h28 de televisão.

Se pensar bem, para um adulto é pouco. Talvez para outros, um tempo normal. Para pouquíssimos, muito.

Ou estou enganado?

Particularmente, assisto muito pouco a minha TV. Por falta de tempo! Com a facilidade da Internet, você pode degustar de programas de rádio e televisão no carro, em meio a outros afazeres e não necessariamente ficar sentado em frente ao monitor.

O certo é: medir a audiência da TV com base em televisores ligados, parece-me ultrapassado.

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– KidZania: Gostei, mas poderia ser melhor!

Recentemente fui ao KidZania, um empreendimento extremamente inteligente, educativo e divertido. É um Parque de Diversões Temático, voltado às profissões, idealizado para as crianças e com parceria de grandes e reconhecidas empresas. Ótima opção de lazer, com muita variedade e aprendizado.

Porém, algumas coisas positivas e negativas:

POSITIVAS

Renomadas empresas: Burger King, Pizzeria 1900, Nikkon, TAM, Yakult, Folha, CBN e outras empresas estão no parque e disponibilizam uma estrutura incrível!

Diversas áreas de conhecimento: as crianças aprendem profissões de todos os tipos, sendo que a descoberta das vocação é sempre induzida à elas.

NEGATIVAS

Limite de entrada de crianças em sala é baixo, e a espera se torna muito grande. Impossível brincar no Parque inteiro sem ter que ir em 3 oportunidades e dessa forma o período do funcionamento é curto.

Caríssimo! Tudo tem o preço exorbitante, das atrações aos souvenirs.

A idéia do KidZania é ótima, mas infelizmente, não é para qualquer criança, financeiramente falando.

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– Os Trapalhões: Seria aniversário do “O da Peruca”!

Caramba…. se vivo fose, o Zacarias de “Os Trapalhões” estaria comperando 82 anos!

Quem é dos anos 80, sabia que a inconfundível música do programa dominical das 19h anunciava muita bagunça de Didi, Dedé, Mussum e Zacarias.

Que descanse em paz. Sua causa-mortis nunca foi bem explicada… 

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– Sean Penn e a entrevista com El Chapo

Nesta semana, noticiou-se que o traficante mais procurado do mundo, o mexicano Joaquim Guzmán “El Chapo”, foi enfim preso (havia fugido de maneira incrível de sua cela em 2015).

O curioso é que o famoso Sean Penn, ator consagrado de Hollywood, declarou que se encontrou com o bandido quando ele era foragido da Polícia, no meio de uma selva mexicana.

Motivo: estava fazendo um “laboratório” para criar o personagem protagonista do filme que conta a história de Guzmán…

E aí? Pela liberdade artística, vale ocultar das autoridades o paradeiro de tal importante criminoso?

Mais ainda: o encontro foi intermediado pela atriz Kate Dell Castillo.

Daqui, se conclui que: ou os artistas tinham acesso fácil ao bandido ou a Polícia Mexicana não queria o prender…

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– E agora, José?

Recebi de amigos e fiquei encafifado. Como gosto de pedalar, pergunto: o que fazer no trecho abaixo?

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– Miss Universo 2015 e a gafe do Apresentador!

Um verdadeiro mico: o apresentador Steve Harvey comandava o Miss Universo nesta noite de domingo direto de Las Vegas. Eis que chega o momento de aclamar a vencedora e ele anuncia Ariadna Gutiérrez, a Miss Colômbia, como nova Miss Universo!

Confetes, aplausos, gritos na torcida. Veio a faixa, a coroa e… ôh-ôh. Não é que ele anunciou a Miss errada?

O mestre de cerimônia, muito constrangido, precisou corrigir e dizer que errou no nome da ganhadora, e chamou a Miss Filipinas Pia Wurtzbach como nova Miss Universo. Então, houve uma cerimônia de “descoroação” da colombiana.

A cara dela diz tudo:

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– Marvel reinventando seus heróis!

Confesso: Adoro quadrinhos e aventuras de super-heróis. Sou fã do Superman! Mas, claro, curto os demais.

E não é que a Marvel prepara um pacotão de novos heróis e deseja destacar alguns esquecidos?

O Capitão América envelhecerá e será substituído; Thor será indigno do Martelo de Odin e uma mulher será a nova deusa do Trovão; e o Homem Aranha verá sua namorada se transformar em Mulher Aranha – e, acreditem, ele próprio será substituído por um garoto pobre, negro e latino.

Surpreendam-se! Extraído da Epoca.com:

Aos 75 anos, a Marvel quer contar a história dos desajustados em quadrinhos

A editora de quadrinhos de sucessos como o Homem-Aranha e os X-Men ganhou fama ao criar heróis pouco convencionais e abordar questões sociais relevantes, como preconceito racial e homofobia. Em 2014, ao completar 75 anos, abriu espaço para personagens femininas e aumentou a diversidade étnica de suas revistas

RAFAEL CISCATI
05/12/2014 16h21
Editora Globo (Foto: Editora Globo)
Kamala Khan, a heroína muçulmana filha de paquistaneses. Aos 75 anos, a Marvel abre espaço para personagens femininas e diversidade étnica (Foto: Divulgação/Marvel)
Sana Amanat estava no ginásio quando dois aviões se chocaram contra as Torres Gêmeas, em 2001. Sana nasceu nos EUA em uma família muçulmana, e foi criada em um subúrbio de Jersey City, cidade vizinha à Nova York. No dia seguinte aos atentados, foi abordada por um colega de escola com quem nunca conversara: “Fale para o seu povo parar de nos atacar”. Confusa, não soube como responder à provocação: “Nos atacar? Eu pensei que eu também fosse um dos ‘nós’”, disse, enquanto narrava o incidente durante uma palestra do TEDx no início deste ano. A família de Sana veio do leste asiático. Mesmo nascida nos EUA, a menina sentia que não se encaixava perfeitamente. De repente, Sana era uma intrusa e sua cultura era sinônimo de terrorismo. Mais de uma década se passou desde então. Hoje, Sana trabalha na Marvel, uma das maiores editoras de quadrinhos em todo o mundo. Lá, ajudou a editar títulos importantes, como Wolverine e Homem-Aranha. No início de 2014, Sana tornou-se a responsável por um dos maiores sucessos recentes da Marvel, ao colocar nas páginas de uma revista as histórias de uma intrusa como ela.

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Sana e a escritora G. Willow Wilson criaram Kamala Khan, uma garota de 16 anos que, sem aviso, adquire superpoderes e decide usá-los para proteger a vizinhança onde mora. Nada muito diferente de outros heróis – o Homem-Aranha surgiu com uma história parecida. A diferença é que Kamala é muçulmana. Filha de paquistaneses emigrados para os Estados Unidos, a menina encontra dificuldade para conciliar as expectativas e a cultura da família aos hábitos e expectativas da sociedade ocidental em que nasceu. Antes de ganhar superpodres, passa a maior parte do tempo on-line, escrevendo fanfictions – histórias fictícias criadas por fãs – da Capitã Marvel, sua heroína favorita e uma das personagens mais antigas da Marvel. Inspirada pela Capitã, Kamala veste um uniforme e assume o nome de Miss Marvel. Quando Ms. Marvel  nº1 chegou às bancas, em fevereiro, o sucesso de vendas foi imediato. O título inaugurou uma sequência de lançamentos que, ao longo do ano, mudaram a cara de diversos heróis, dando lugar de destaque a personagens femininos e de diferentes etnias. Acostumada a tratar de questões sociais nas páginas dos quadrinhos, a Marvel ficou ainda mais progressista.

Kamala Khan, segunda da esquerda para a direita, com o irmão, o pai Yusufi, a mãe Misha e o amigo Bruno (Foto: AP)  (Foto: AP)
Kamala Khan, segunda da esquerda para a direita, com o irmão, o pai Yusufi, a mãe Misha e o amigo Bruno (Foto: AP) (Foto: AP)

2014 foi um ano importante para a Marvel. Nascida como Timely Comics em 1939, a editora completou 75 anos em novembro. Marcou a data com modificações em alguns de seus principais títulos. Desde o mês passado, o Capitão América é negro. Quando Steve Rogers, o Capitão América original, começa a envelhecer aceleradamente, seu parceiro, Sam Wilson, assume sua identidade e legado. Alguns fãs ficaram contrariados com a mudança mas, de maneira geral, ela foi bem recebida: “Eu recebi uma foto de uma sala de aula com vários alunos negros”, disse Rick Remender, o autor da série, à CNN. “As crianças pulavam, com a imagem do Sam logo atrás delas. Isso é relevante culturalmente”. Thor também mudou. Considerado indigno, o filho de Odin perdeu o martelo. Seu lugar foi ocupado por uma mulher.

>> Nova heroína da Marvel será uma adolescente muçulmana

Hoje, as personagens femininas têm nove títulos dedicados a elas – o maior número em 75 anos. Lançamentos para 2015 já foram programados, como uma série estrelada por Gwen Stacy, a namorada de Peter Parker, no papel de Mulher-Aranha. E a tendência a diversificar os personagens, em termos étnicos e de gênero, chegará aos cinemas em 2016 e 2017, com os lançamentos dos filmes da Capitã Marvel e do Pantera Negra – o primeiro super-herói negro dos quadrinhos, criado em 1966.

>> A guerra dos super-heróis

Parte dessas mudanças é atribuída a pressões internas. “As grandes editoras sempre tiveram problemas com questões de representação – de gênero ou raça”, diz Matthew Smith, professor de estudos de mídia da Universidade Wittenberg e autor do livro O Poder dos quadrinhos: histórias, formas e cultura. “Isso acontecia por que as editoras eram controladas por homens brancos e heterossexuais, que pensavam escrever somente para adolescentes homens, brancos e heterossexuais”. Desde 1939, o quadro de funcionários da Marvel mudou. Há, agora, maior diversidade étnica e maior número de mulheres entre os autores e editores. Com eles, mudou a forma de narrar histórias.

>> GamerGate e a guerra contra mulheres nos videogames

Entre os roteiristas da Marvel, Kelly Sue DeConnick chama atenção pela baixa estatura, pelos vivos cabelos vermelhos e pela disposição a, segunda ela própria, “deixar as pessoas desconfortáveis para que minha filha não precise fazer o mesmo”. Desde 2012, Kelly Sue escreve as histórias da Capitã Marvel. Tornou Carol Danvers, uma personagem clássica, em símbolo feminista. Carol surgiu em 1969, na revista do Capitão Marvel original. Uma oficial de segurança da Nasa, Carol surpreendeu o capitão pela beleza. Mesmo depois de tornar-se uma heroína poderosa,com o nome de Miss Marvel, Carol continuou a ser conhecida pelas curvas. Lutava contra o crime em trajes diminutos. Kelly Sue mudou a trajetória da personagem.

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Carol Danvers em dois momentos: como Miss Marvel e, a partir de 2012, como Capitã Marvel, nas histórias escritas por Kelly Sue. O apelo sexual exagerado sumiu, as roupas mudaram e as tramas ficaram mais complexas (Foto: Divulgação/ Marvel)

Em 2012, Carol assumiu o posto de Capitã Marvel, substituindo o ex-namorado morto. Com a transformação, Kelly Sue aproveitou para mudar o uniforme da heroína: em lugar do maiô pouco prático, a personagem passou a usar macacão de aviadora. As histórias cresceram em complexidade. Nas páginas da sua própria revista, a Capitã Marvel já chegou a dizer – e provar – que é mais poderosa que o Capitão América. Os fãs foram ao delírio – na internet, criaram grupos que celebram a personagem, os Carol Corps. O quadrinho virou sucesso de vendas. Era o que a editora pretendia.

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O X-Man Jean Paul Beaubier, o Estrela Polar (à esquerda, de joelhos). Ele foi o primeiro herói assumidamente gay. As histórias dos X-Men foram  associadas, ao longo dos anos, à luta pelos direitos dos homossexuais  (Foto:Divulgação/ Marvel)

Desde os anos 1960, a Marvel estabeleceu tradição em se arriscar para conquistar mercados. Ao longo dos anos, isso significou tratar de temas com relevância social – como preconceito racial, homofobia e sexismo – na esperança de conquistar o apreço do público. “A Marvel fez jogadas menos seguras que seus competidores desde o começo”, diz Sean Howe, autor de Marvel, a história secreta. “Já em Marvel nº1, os protagonistas – Tocha Humana e Namor, o príncipe submarino – aterrorizavam os cidadãos comuns. Depois disso, no começo dos anos 1960, Stan Lee e Jack Kirby se especializaram em contar as aventuras dos azarões”.

>> Marvel confirma casamento homossexual em X-men

Em lugar do homem branco, forte e moralmente irrepreensível – ainda que vindo de outro planeta – os heróis da Marvel eram garotos magrelos, famílias briguentas e jovens excluídos. Na primeira história de O Quarteto Fantástico, em 1961, os heróis brigam entre si o tempo todo. O Homem-Aranha não passava de um garoto pobre e órfão e Os X-Men eram temidos, odiados e frequentemente associados à causa gay. Esse histórico deu à empresa disposição para criar personagens pouco convencionais e que, frequentemente, incorporavam questões sociais em voga na época de sua criação.

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O Pantera Negra, o primeiro super-herói negro a aparecer nas revistas de uma grande editora. Rei de uma poderosa nação africana, ele ganhará filme próprio em 2017 (Foto: Divulgação/ Marvel)

“Onde quer que se vejam leituras a se suprir, para os leitores da ‘geração de agora’, a Marvel vai empreender esforços para dominar essa tendência e atender a essa demanda”, dizia um memorando do departamento de Marketing  da Marvel, que circulou pelos corredores da empresa em início dos anos 1970, reproduzido no livro de Howe. Foi essa a ambição por trás da criação de Luke Cage-herói de aluguel. Criado em 1972, Cage foi o primeiro herói negro a ter título próprio na história dos quadrinhos americanos. “A criação da revista foi uma tentativa da Marvel de fazer sucesso na esteira do filme Shaft”, diz Howe. Shaft, de 1971, conta a história de um detetive negro que combate a máfia italiana no Harlem. Faz parte do movimento blaxploitation, que pretendia levar às telas americanas filmes dirigidos e protagonizados por negros. Antes disso, em 1966, a editora criara o Pantera Negra, o primeiro herói negro a surgir em um quadrinho de grande circulação. Rei de Wakanda, um rico país africano dono de avançada tecnologia, o Pantera Negra apareceu nos gibis três meses antes do surgimento do Partido dos Panteras Negras, que lutava pelos direitos civis dos afroamericanos. A semelhança do nome foi mera coincidência.

Lidas agora, essas primeiras histórias podem soar inadequadas ou mesmo panfletárias. Com exceção do Pantera Negra, os personagens negros eram associados a um passado de pobreza e violência. Estereótipos também eram usados ao retratar personagens femininas. Na década de 1970, os roteiristas à frente da Ms. Marvel, por exemplo, introduziam na história questões sobre beleza e trabalho. Carol trabalhava em uma revista feminina. Era preciso deixar claro que uma heroína, por ser mulher, vivenciava experiências diferentes das vividas por um homem: “É difícil escrever sobre as experiências dos outros quando você nunca vivenciou nada semelhante”, diz Smith, da Universidade Wittenberg. “Acho que havia muitos homens brancos de classe média tentando entender o que significava crescer nos EUA sendo negro. Eles não sabiam muito sobre isso, não mais do que aquilo que viam no noticiário ou que eram capazes de descobrir através do contato com seus poucos amigos negros. Mesmo assim, acho que é preciso dar-lhes crédito por, ao menos, tentar”.

Agora ao 75 anos, a Marvel tem a vantagem de contar com autores para quem essas experiências não se resumem ao telejornal. Isso se reflete nas histórias. O novo Homem-Aranha, Miles Morales, é um garoto negro de ascendência latina. Nasceu em uma família pobre mas feliz. Kamala Khan, muçulmana, é só uma adolescente normal. A afirmação de sua religião não é ponto central da história. Hoje, Kelly Sue costuma dizer que mal pensa na Capitã Marvel como mulher ao escrever. Ao ser escritas por uma roteirista, as histórias da personagem ganharam fluidez.

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O Homem-Aranha do universo Ultimate. Miles Morales é um adolescente negro de ascendência latina (Foto: Divulgação/ Marvel)

Isso não significa que não exista mais espaço para diversificação. Há novos autores escrevendo, mas a indústria ainda é dominada por homens. O historiador especializado em quadrinhos Tim Hanley analisa os números da indústria mensalmente, para saber quantas mulheres trabalharam nas revistas publicadas. No levantamento de setembro, o último divulgado, 548 homens participaram da criação dos quadrinhos da Marvel, contra 61 mulheres.

Além disso, por mais que seja animadora, essa onda progressista é vista com ressalvas. Muitos acreditam que essas mudanças não devem durar. “Às vezes, ler quadrinhos é como jogar um jogo de tabuleiro”, diz Smith. “Não importa o quanto você avance, acaba sempre voltando para o ponto de partida”. Leitores assíduos já se acostumaram a acompanhar mudanças, como a morte de um personagem, que duram dois ou três anos até ser revertidas. Tudo volta a ser como antes. Sucessos como Ms Marvel  – a revista da Kamala Khan – devem continuar. Mesmo que o título seja cancelado, a personagem ganhou fôlego o bastante para resistir, integrada a algum grupo de super-heróis. E, ainda que efêmeras, essas mudanças deixam marcas na cultura popular: “Os quadrinhos permitem que as empresas experimentem novidades, como colocar personagens homossexuais em papéis de destaque. Ou criar protagonistas femininas. E podem fazer isso porque o investimento inicial é pequeno”, diz Smith. “Os quadrinhos são um laboratório da cultura popular americana.”

Enquanto crescia, Sana Amanat, a editora da Ms Marvel, disse que não encontrava personagens parecidos com ela nos programas que assistia. Diferente de seus colegas – que podiam comer carne de porco e nadar usando biquínis – Sana precisou encontrar refúgio para o próprio desajuste na ficção. Encontrou o que precisava na série animada dos X-Men: “Havia uma mulher negra com cabelo branco que podia manipular o tempo; um homem peludo e azul; uma garota tímida que não podia tocar ninguém”, disse Sana. “Essas pessoas eu conseguia entender, porque eles também eram diferentes. E, mesmo assim, os X-Men aceitavam quem eles eram, e defendiam essa identidade”. Os X-Men, heróis perseguidos pelo preconceito, diziam a ela que estava tudo bem em ser diferente.

Quando começou a trabalhar com quadrinhos, Sana achou muito natural a ideia de criar um personagem que fizesse o mesmo. Um personagem com o qual garotas como ela poderiam se identificar: “Todos nós queremos ser heróis”, diz Sana. “E não seria incrível se os heróis se parecessem conosco?”

– Sílvio Luiz e Flávio Prado: os Bastidores que destoam e alegram o Futebol!

Morri de rir ao assistir uma entrevista (até certo ponto antiga) da dupla Sílvio Luiz e Flávio Prado no “Papo com Benja” (Benjamim Back). Eles contam detalhes incríveis sobre os bastidores do mítico “Clube dos Esportistas”!

Vale a pena conferir, são dois vídeos hilários!

Abaixo:

Sobre o Clube dos Esportistas, olha só que farra (imperdível, assista inteiro):

– #SomosTodosValentina! Denuncie o Primeiro Assédio.

Valentina, uma inocente garota de 12 anos que participou do programa Masterchef Júnior da TV Bandeirantes, sofreu ataques de pedofilia pelo Twitter.

Imaginem a menina esperar repercussão positiva e a vaidade de aparecer na TV, e sofrer com esses tarados, bandidos, safados?

Imaginem ainda o PAI e a MÃE dessa coitada, ao lerem os textos desses criminosos?

Pergunta básica: esses malandros já estão na cadeia?

Não, infelizmente…

Diante disso, surgiu a campanha: DENUNCIE O PRIMEIRO ASSÉDIO!

Isso não pode passar em branco.

#SomosTodosValentina! #PrimeiroAssédio

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– Hoje tem Futebol Esporte Show. Prestigie!

E hoje tem ‪#‎FutebolEsporteShow‬ !
Com ‪#‎MarcelCapretz‬‪#‎AndressaPavani‬ e ‪#‎RafaelPorcari‬
Aqui, no #‎SBT‬ – ‪#‎Vtv‬ e ‪#‎TvSorocaba‬
Tudo sobre o ‪#Brasileirão‬ e os times da região. 
Prestigie!

Campinas e Região: 13h00
Baixada Santista: 13h00
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– Back to The Future? Mc Fly voltou agora?

De acordo com o clássico “De Volta Para o Futuro 2“, Marty McFly sai da Hill Valley de 1985 e chega em 21 de Outubro de 2015 às 11h28 de Brasília (portanto, agora).

Mas e se fôssemos ao passado ou ao futuro? O que faríamos? Mudaríamos algo?

Hum…

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#BackToTheFuture #DeVoltaParaOFuturo

– Saudades de você, Fórmula 1…

A cada GP de F1, fico mais saudosista. Afinal, o prazer era torcer para vitórias brazucas: Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna…

Hoje, na prova da Rússia, ver o Felipe Massa se classificar em 15O é dose. Ver Felipe Nasr suar para o 12o idem.

O que aconteceu com o Automobilismo brasileiro?

Sei que Fórmula 1 não é esporte, mas negócio. Porém acho que nunca mais teremos aquela época de ouro romântica de grandes disputas com Senna, Piquet, Mansell e tantos outros.

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– Falha Nossa… O faraó tinha Extintor?

Mesmo com todos os milhões gastos numa superprodução, muitas vezes um detalhe pode tornar a filmagem constrangedora.

E não é que vazou um extintor de incêndio na Novela “Os 10 Mandamentos”?

As pirâmides deveriam receber auto de vistoria dos bombeiros?

Que mico! Acontece…

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