– Batman aprendeu a dirigir no… Rio de Janeiro?

O Batman já esteve no Rio?

Fez um bandido rezar em português, após dirigir o Batmóvel em Copacabana e invadir o Teatro Municipal?

Se acha que tudo isso não faz sentido, esqueça! Batman aprendeu dirigir seu carro nas avenidas cariocas!

Olhe aqui a comprovação, em: https://www.omelete.com.br/dc-comics/batman-dirige-no-rio-de-janeiro-batmovel

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– Os Simpsons esbanjando criatividade no episódio satírico de Vingadores!

Não dá para deixar de aplaudir o bem que a junção da Fox com a Disney (e por tabela com a Marvel) fez ao seriado “The Simpsons”. Toda a liberdade para usar os personagens do grupo foi dada ao mundo de Springfield, e quem agradece é o telespectador.

Se você NÃO QUER saber o que acontecerá na sátira que abusa de Avangers, não leia abaixo.

Extraído de: https://www.omelete.com.br/amp/simpsons/os-simpsons-vingadores-satira

SIMPSONS BRINCA COM FOBIA DE SPOILERS DE VINGADORES

Com participações dos irmãos Russo e do Kevin Feige, episódio especial sobre MCU ensina a Bart que com grandes poderes vem grandes privilégios – quer dizer, responsabilidades

Com grandes poderes vem grandes responsabilidades. A clássica lição do tio Ben ganhou uma nova cara em “Bart the Bad Guy”, episódio do último domingo (1º) de Os Simpsons. Satirizando a influência do MCU na vida dos fãs, a animação trouxe participações mais do que especiais para zoar o heroísmo e a vilania da vida cotidiana por meio dos temidos spoilers.

Depois de 11 meses da estreia de Vindicantes: Guerra de Cristal, a versão da produção de Matt Groening para Vingadores: Guerra Infinita, Bart consegue colocar suas mãos na tão aguardada sequência. Assim como Ultimato, o lançamento revela de uma vez por todas se a vitória Chinnos – um Thanos com muitos, mas muitos queixos, e dublado por ninguém menos que Kevin Feige – é realmente irreversível. Afinal, o longa anterior termina com todos os heróis virando… gelo. Logo, quaisquer notícias sobre a trama são muito valiosas.

É interessante notar que a famosa equipe de heróis aqui é formada por tipos que misturam os personagens da Marvel Comics com outras tantas referências. Ao mesmo tempo que há Homem Magnésio, um claro aceno ao Homem de Ferro de Robert Downey Jr., há também um homem-tubarão que mais parece o Tubarão Rei da DC Comics do que efetivamente um Hulk, e um Pantera Negra com quê de Dr. Facilier, de A Princesa e o Sapo.

Sendo uma das únicas pessoas no mundo que sabe com tanta antecedência como a história acabará, Bart de repente nota que, mais do que simples informações, ele tem nas mãos um verdadeiro poder. Mas, contrariando suas expectativas, sua influência sobre as pessoas não vem da vontade delas de ouvir os spoilers, mas sim de se proteger deles. A simples ameaça de estragar um ou outro detalhe da narrativa é suficiente para que todos façam o que ele bem entende. O dono da loja de quadrinhos entrega as suas action figures. A moça da cantina dá ao menino todo o almoço do dia. Até mesmo o diretor Skinner cede sua peruca com medo de saber o destino do seu personagem preferido. A ambição de Bart sobe tanto a cabeça que ele se transforma em um vilão.

Porém, é óbvio que a Disney, sendo um conglomerado tão poderoso, eventualmente descobriria sobre o garoto que sabia demais. Em um esquema mirabolante, os irmãos Russo – sim, os diretores de Guerra Infinita e Ultimato – criam uma experiência para convencer Bart de que dar spoilers pode ser prejudicial. Mas a dupla não apela para o bom senso do menino – por motivos óbvios, convenhamos. Na realidade, eles o convencem que os eventos dos filmes do universo cinematográfico acontecem em uma dimensão paralela e que os atos de Bart causaram a morte de Airshot, seu herói favorito.

Nessa experiência, Chinnos chega a tentar cortejar o garoto, prometendo os super-poderes que ele quiser caso conte os spoilers. No entanto, Bart é forte e salva os Vindicantes. Quer dizer, até a estreia oficial do filme. Quando os primeiros espectadores assistem ao filme, todos se esquecem do medo e compartilham eles mesmos os spoilers. Qualquer semelhança com a realidade…

A história por si só é muito divertida, principalmente considerando que ela é, no fundo, pouco absurda. Entretanto, são os pequenos detalhes do episódio que efetivamente conquistam o espectador. Para se certificar de que nem Bart, nem sua família descumpriram sua promessa com a Disney, os irmãos Russo plantam uma bomba debaixo da cama do casal de protagonistas. Após a notícia de que tudo correu bem, o explosivo é desarmado, com o comando aparecendo na fonte icônica do estúdio.

Mais uma vez, a acidez de Os Simpsons foi muito bem-vinda – ainda mais quando a série nos coloca para rir de nós mesmos.

– O humilde Fausto Silva

Faustão é um dos mais bacanas apresentadores da TV. Não assisto seu programa, mas é sabido como ele é generoso com as pessoas.

Por falta de tempo, não consegui escrever: viram no começo do mês ele bobeando e conversando com sua plateia de maneira tão carinhosa?

Merece o sucesso:

Extraído de: https://www.otvfoco.com.br/faustao-manda-recado-pra-plateia-achando-estar-fora-do-ar/

FAUSTÃO ACHA QUE NÃO ESTÁ NO AR E SUA FALA VILARIZA

O apresentador Faustão sempre foi conhecido por sua humildade, que nunca diminuiu mesmo com a fama alcançada após décadas de trabalho na televisão. É de conhecimento público que o apresentador costuma presentear seus funcionários, mas com uma condição: que fique tudo por baixo dos panos.

Neste domingo, 02, um desses atos de humildade do global acabou não ficando às escondidas, no entanto. Isso porque, achando que seu programa havia ido para o intervalo, ele começou a conversar de forma natural com a plateia, surpreendendo ao agradecê-los pela presença no público de sua atração.

“Galera, obrigado por vocês terem vindo aqui passar o domingo com a gente, obrigado mesmo. Todo domingo eu falo isso, que vem caravana, gente do Brasil inteiro, do interior de São Paulo… É importante que vocês saibam o seguinte: todos nós aqui temos consciência absoluta de que nós temos emprego, nós temos trabalho, graças a vocês”, iniciou o apresentador.

“Porque se não tem a lealdade, a fidelidade do público,, o carinho que vocês passam, não haveria esse tipo de emprego. Então…”, prosseguiu ele, que finalmente percebeu que estava no ar. “Não entrou o comercial aí? Tá no ar ainda? Eu tô aqui agradecendo a galera. Nós temos emprego graças a essa galera. Todo domingo eu agradeço e foi pro ar”, disse Faustão.

Faustão mandou recado pra plateia do Domingão - Foto: Reprodução

– O novo nome do Roupa Nova era ação de marketing da Unilever!

A carismática banda musical Roupa Nova anunciou que, em auto-homenagem aos 40 anos de carreira, estava mudando o nome para “Roupa Sempre Nova”, pois não envelheceriam.

E não é que era uma “pegadinha”? Para promover o amaciante de roupas Comfort, a Unilever criou a campanha publicitária relacionando o nome do grupo com as qualidades do produto de limpeza.

Abaixo, extraído de: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/2020/01/28/roupa-nova-muda-de-nome-em-pegadinha-da-comfort.html

ROUPA NOVA MUDA O NOME

Depois de anunciar a transformação para Roupa Sempre Nova, grupo revela que a mudança é fruto de uma parceria com marca da Unilever

Depois de quatro décadas de existência, o grupo musical Roupa Nova surpreendeu os fãs nessa segunda-feira, 27, anunciar que mudaria de nome, passando a se chamar Roupa Sempre Nova. Em suas redes sociais, a banda disse que a mudança era uma homenagem a seus 40 anos de estrada. Nesta terça-feira, 28, o grupo revela que a transformação é uma brincadeira, parte de uma nova campanha da Comfort, da Unilever, com o mesmo mote.

A parceria inaugura a turnê em comemoração à trajetória do Roupa Nova, que começa em fevereiro. No digital, a Comfort também realiza uma ação integrada com outros influenciadores, como a cantora Luísa Sonza e a atriz e apresentadora Fernanda Paes Leme. Antes da revelação da campanha, as influenciadoras compartilharam posts onde diziam ser fãs da banda em suas redes sociais. Agora, Luísa e o Roupa Nova divulgarão um filtro no estilo karaokê para o Instagram, com a letra da música “Whisky a gogo”. A ideia é promover o engajamento de diferentes gerações em torno do grupo clássico dos anos 80. Idealizada junto à F.Biz, a ação também reforça o reposicionamento da marca, que começou em 2018 com o slogan “Vida Longa às Roupas”.

“O elemento surpresa é uma forma bacana de fazer as pessoas entenderem o novo posicionamento da marca. O desafio é conseguir falar com toda população brasileira e justamente por isso escolhemos o Roupa Nova, mas também desenhamos o movimento de twitteiros, fofoqueiros e da Luisa Sonza para somar forças, trazendo também o público jovem para ampliar a mensagem”, afirma Bruna Lettiere, gerente de marketing da Comfort.
Os melhores trechos gravados com o filtro pelos internautas serão condensados em um videoclipe, que será exibido em um show em São Paulo em fevereiro. Os três fãs mais criativos também ganharão um par de ingressos e terão direito a um encontro com o Roupa Nova e Luísa Sonza no Camarim. “Esta ação coloca a marca como parte de uma conversa online diretamente associada ao nosso posicionamento, mas que também terá desdobramento fora das plataformas digitais”, acrescenta Yasmine Antacli, diretora de marketing para divisão de Home Care, da Unilever.

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– Uma mãe de viciado sobre Ludmila na Fátima Bernardes e o boicote dos consumidores contra a empresa de cosméticos (#ComLudmillaNaAvonTôFora)

Já viram a campanha #ComLudmillaNaAvonTôFora, que convida as pessoas a colarem essa #hastag de repudio à empresa de cosméticos?

Pois é: após a música que faz apologia às drogas chamada “Verdinha”, a cantora Ludmilla ganhou elogios entre os defensores da liberação das drogas e usuários da Maconha. E, como toda celebridade, ela tem um público cativo – que pode gostar desde as suas músicas, seu comportamento e até mesmo sua ideologia (não necessariamente concomitantemente).

Entretanto, a AVON, que a tem como garota-propaganda, está sofrendo uma ação de boicote por não combinar os valores dos consumidores da empresa e o mote defensivo de narcóticos da cantora.

Vide em: https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/celebridades/marca-sofre-ameaca-de-boicote-apos-contratar-ludmilla-como-garota-propaganda-32453?fbclid=IwAR1WSSqJ-q2A3Ja9iR_gfs5n1vMcGLTgPfcFO6tJNNKd_FxTdduTYzs_bMk

A mesma Ludmilla trouxe muita repercussão quando esteve na Rede Globo, no Programa de Fátima Bernardes, dias atrás, trazendo grande aborrecimento às pessoas que possuem dependentes de drogas em seus lares e a fala descompromissada de responsabilidade social.

Enfim: tratar a Maconha como algo recreativo e sem alertar aos problemas sérios que são trazidos à saúde por uma artista, nada mais parece como um meio de se ganhar dinheiro sem pensar nas consequências. Ou não?

Abaixo, uma publicação extraída do Facebook da Jornalista Izilda Alves, da Federação do Amor Exigente:

INDIGNADA, MÃE QUE PERDEU O FILHO POR DEPENDÊNCIA DE MACONHA ESCREVE A LUDMILLA E A FÁTIMA BERNARDES

Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos, agressões, traficantes (por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa.”.

Palavras de JANI XAVIER, que na véspera do Dia das Mães DE 2017, estava no Instituto Médico Legal, de Cotia, cidade paulista a 35 quilômetros da capital, reconhecendo o corpo do filho de 27 anos, Jefferson, que desenvolveu esquizofrenia por uso de maconha e foi encontrado morto na rua. Foi em 13 de maio de 2017. “Até hoje, não superei essa dor devastadora”, chora Jani Xavier em sua carta a Ludmilla e a Fátima Bernardes:

“Ludmilla e Fátima Bernardes, minha total indignação por apresentarem a música Verdinha numa emissora de TV em horário em que a maioria das crianças e adolescentes assiste, principalmente neste mês de férias.. Vocês não viveram na pele o que eu e outras tantas mães passamos por causa do uso de maconha pelos nossos filhos: surtos , agressões, traficantes ( por causa de dívida e a família é quem paga, para que não se pague tirando a vida deles), e por último a demência mental que esta maldita droga, a maconha, causa no cérebro deles, a esquizofrenia.
Proponho a vocês, Ludmilla e Fátima Bernardes passarem um único dia em um hospital psiquiátrico vendo como é o sofrimento de mães, vendo filhos internados por doença mental, causada pela maconha, e ouvindo a história de cada família!!! Aí eu queria ver se a vida de vocês não não iria mudar!!.
A Fátima tem três filhos e ela não está imune de que um deles ou todos eles venham a fazer uso desta droga, a maconha, por incentivo de uma música que ela própria permitiu que entrasse no seu programa, Encontro com Fátima Bernardes, e dentro de todos os lares, inclusive do dela.”

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– O que vale na vida é apenas o prazer sexual?

Assisti e me assuste com uma entrevista de Núbia Óliver, uma celebridade segundo alguns, que falou ao Programa “Morning Show” sobre o que pensa sobre relacionamentos.

A impressão que eu tenho é que, para algumas pessoas como ela, o sexo se torna a coisa mais importante da vida, acima do que a família e o próprio casamento. O “prazer sexual” é o que conta.

Penso completamente diferente. O sexo é bom, com seu parceiro ou parceira, mas não pode ser o essencial. O mais importante de tudo é a comunhão de objetivos, o amor companheiro, a preocupação com os filhos e o lar por parte do marido e da mulher. Aí, como complemento da relação, entra a questão sexual.

Na matéria aborda-se outros valores. O link está em: https://www.youtube.com/watch?v=MjKAKXzIRIs

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– Frozen 2: nossa primeira vez, todos juntos!

Foi a primeira vez da Estelinha em um cinema, aguentando bem os “90 minutos de jogo” e devorando 100% do saquinho de pipoca!

Pudera, Frozen 2 é tão legal quanto o 1, embora, as músicas são bem cansativas (mas são do jeito que as crianças gostam e ficam hipnotizadas)!

O debute de muitas outras vezes retratado abaixo:

– Os dois Papas da Netflix!

Um alento para quem não quer se entristecer com o desrespeitoso filme do grupo Porta dos Fundos, sobre um Jesus Gay e baladeiro que não quer cumprir sua missão no pesudo-humorístico tão polêmico: a estréia de Dois Papas, uma superprodução da própria Netflix que procura mostrar a grandeza do papa Francisco e do papa emérito Bento XVI!

Sobre o nefasto filme de humor citado, as observações feitas aqui: https://wp.me/p4RTuC-orf

Sobre a excelente produção religiosa a estrear, abaixo, extraído de: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2019/11/01/dois-papas-supera-religiao-com-atuacoes-magistrais-de-jonathan-pryce-e-anthony-hopkins-g1-ja-viu.ghtml

‘DOIS PAPAS’ VAI ALÉM DA RELIGIÃO DE JONATHAN PRYCE E ANTHONY HOPKINS; G1 JÁ VIU

Novo filme do brasileiro Fernando Meirelles não foca no debate sobre Igreja ao colocar veteranos em um encontro fictício dos papas Francisco e Bento XVI.

Por Cesar Soto

É difícil errar ao juntar dois dos maiores atores vivos e colocá-los em um grande e longo debate ao interpretar personagens dos mais notáveis. “Dois Papas”, novo filme do diretor Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”), é prova disso.

Com duas atuações magistrais de Anthony Hopkins e Jonathan Pryce (“A esposa”) nos papéis dos papas Bento XVI e Francisco, a produção vai além do tema religioso ou da discussão sobre a Igreja e se transforma em um dos melhores do ano.

Ao cineasta, que consegue um dos melhores filmes de sua carreira, resta o mérito de reconhecer a força de seus protagonistas e se manter quase invisível durante os encontros dos dois, sem exageros ou afetações desnecessárias.

“Dois Papas” estreia na Netflix no dia 20 de dezembro. Exibições em cinemas brasileiros antes disso ainda não foram confirmadas pela empresa.

Mais do que papas, friends

O roteiro de Anthony McCarten (indicado ao Oscar por “A teoria de tudo”) constrói um encontro fictício entre o então cardeal argentino Jorge Bergoglio e o alemão Joseph Ratzinger, o papa Bento XVI, durante uma das maiores crises recentes da Igreja.

Enquanto a dupla, representantes maiores de duas ideologias opostas dentro da instituição, debate seus pontos de vista conflitantes, o filme aproveita para mostrar o passado do futuro papa.

Com o tempo, a discussão sobre a diferença entre mudanças de ideais e fazer concessões deixa apenas a boca dos personagens e se mostra presente em toda a narrativa, entrelaçada entre as cenas do encontro e os flashbacks da vida do argentino.

Lentamente, é possível (e tocante) testemunhar as mudanças que um provoca no outro, e o desfecho do embate pareceria forçado sem a força e a delicadeza das atuações.

Mais do que isso, a mensagem de encontrar semelhanças nas diferenças ao entender de verdade o outro lado soaria piegas e enfadonha.

Um Oscar para Jonathan

Com o alemão, Hopkins ganha o papel mais complexo e interessante, mesmo que Bergoglio apresente a maior jornada durante o filme.

Dominar e mostrar a complexidade de Ratzinger, personagem pouco carismático e sedento pelo poder, sem transformá-lo em um vilão fácil, é algo que poucos conseguiriam.

O que não significa que Pryce tenha participação menor. Além da óbvia semelhança física com Francisco, destacada por todo mundo desde sua atuação em “Game of thrones”, o ator desaparece no personagem.

Às vezes é possível esquecer que não é mesmo o argentino na tela, tamanho o nível de domínio sobre trejeitos e fala (mesmo sendo fácil perceber que suas falas em espanhol tenham sido dubladas por outra pessoa).

É quase inadmissível que o galês nunca tenha sido indicado ao Oscar. “Dois Papas” é a oportunidade da Academia corrigir esse erro histórico.

O argentino Juan Minujín (em seu primeiro trabalho de destaque em Hollywood) mantém o alto nível imposto por Pryce ao representar a juventude de Bergoglio, e a complexidade de sua relação – e passividade – com a sanguinária ditadura argentina.

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– Feliz Aniversário, Silvio Santos!

Hoje é aniversário de um ícone da TV Brasileira: 89 anos de Senor Abravanel, o Sílvio Santos, que continua firme e forte na TV.

Mas… e se ele tivesse concorrido à Presidência da República em 90 e vencido? Lembram-se do episódio? E o Brasil escolheu Collor… (inclusive eu, enganado pelo discurso de país moderno e honesto pelo Caçador de Marajás!).

A questão é: já repararam que quem se torna presidente envelhece rapidamente? Repare no FHC e no Lula, na posse e no encerramento dos mandatos: abatidos, cansados, envelhecidos não só logicamente pela idade.

Será que Sílvio Santos teria pique para seus programas?

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– Gosto não se discute.

Ludmilla é uma cantora popular. Como não gosto dos ritmos que ela canta (mas respeito quem possa gostar), desconheço suas canções.

E, desavisadamente, li uma letra que fazia apologia às drogas, falava debochadamente de venda a “R$ 1,00 o grama” e que seria um sucesso nas rádios. Daí descobri que é uma música dessa cantora, chamada “Verdinha”.

Cá entre nós: há gente que pode curtir, mas eu tô fora. Drogas viciam, fazem mal e trazem transtornos aos familiares. Lamentavelmente, nas “ondas de modismo do mundo”, pessoas usam como expressam de rebeldia ou por pura picuinha mesmo.

Gosto não se discute; mas, como diria um amigo meu, “gosto se lamenta…”

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– Gugu Liberato e Galvão Bueno: força!

Que quinta-feira ruim para a TV (e para os familiares das pessoas envolvidas), não? 

Gugu Liberato caiu de uma altura de 4 metros do telhado de sua casa de férias em Orlando (EUA), quando consertava algum equipamento (diz-se que era o ar condicionado) e/ou estava colocando enfeites de Natal (não se sabe o certo). Está internado em estado grave (embora o Portal IG e a Band tenham anunciado a morte dele – não confirmada posteriormente).

Galvão Bueno infartou em Lima (Peru) dois dias antes de narrar a decisão entre Flamengo x Libertadores da América, e está na CTI.

O triste é ver pessoas explorando o fato anunciando a morte alheia antes da hora… viram isso? Parece que há uma neurose em ser o 1o a dar a notícia… (se é que ela acontecerá – torço que não).

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– Frozen II em figurinhas. Coitado do meu bolso…

‪Pobres pais… já está nas bancas o álbum de figurinhas FROZEN II!‬

‪A minha filha de 2 anos enlouqueceu quando viu. E olha que o filme nem começou ainda.

Mais uma “febre” para se enfrentar!

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– O 1o Trailer de “Aves de Rapina”

Depois do sucesso dos heróis da Marvel, a concorrente DC (junto com a Warner Bross) parece estar investindo nos vilões.

Após lançar Coringa, outra surpresa no cinema: para Fevereiro / 2020 está confirmado o filme das “Aves de Rapina”!

O trailer 1, divulgado hoje, em: https://www.youtube.com/watch?v=M2LMRXkAZSY

– Poços de Caldas: uma boa sugestão de passeio!

Neste último final de semana, fiz algo diferente para minha rotina: fiquei num resort em Poços de Caldas e me surpreendi.

Primeiro: eu tinha a ideia (errada) de que a cidade mineira, famosa por flores, beleza natural e thermas (as águas sulfurosas são destaques por lá), era repleta por idosos. Não é bem assim: muitos casais jovens como eu, com crianças e a sogra / mãe juntos. Os veículos SUV, tipicamente familiares, predominam… Há paz e tranquidade!

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Cachoeira das Noivas

A cidade possui cachoeiras, monumentos, igrejas e muitas atrações. Porém, os hotéis por lá fazem com que você possa ficar tranquilo com a infraestrutura, sem precisar ir até a cidade. E não são tão caros!

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Basílica Nossa Senhora da Saúde

Aliás, resorts, pousadas e hotéis são bem equipados e possuem os preços mais variados. Para o turismo interno, estão de ótima tamanho.

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Monreale Hotels

Para as crianças, o lugar é ótimo, com muita natureza e parques abertos. Eu me diverti com minha caçula!

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Eu e Maria Estela!

Enfim, ficamos felizes com a distração e recomendamos a região: quem não conhece, passe o dia ou um final de semana em Águas da Prata, Poços de Caldas e cidades vizinhas. Vale a pena!

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Rostos felizes pela bagunça e ótima gastronomia da região mineira!

– E a Peppa Pig é vendida por 16 bilhões de reais!

Uau! Que baita negócio: a Hasbro, gigante fabricante de brinquedos (que detém a cobiçada linha de bonecos Avangers), adquiriu o estúdio da Peppa Pig, a porquinha amada pelas crianças.

Valor?

Alto. Altíssimo! 

Abaixo, extraído de: https://f5.folha.uol.com.br/cinema-e-series/2019/08/hasbro-compra-estudio-produtor-de-peppa-pig-por-us-4-bilhoes.shtml

HASBRO COMPRA ESTÚDIO PRODUTOR DE PEPPA PIG POR US$ 4 BI

Fabricante de brinquedos também adquire desenho animado infantil ‘PJ Masks’

A fabricante americana de brinquedos Hasbro anunciou que vai comprar o estúdio britânico Entertainment One, dono da popular série de desenho animado “Peppa Pig”, entre outros conteúdos infantis, por cerca de US$ 4 bilhões (R$ 16,1 bilhões).

Segundo a transação anunciada na quinta-feira (22), os acionistas da Entertainment One receberão £ 5,60 (cerca de R$ 27,70) por ação, de acordo com um comunicado da Hasbro.

Além de Peppa Pig, a porquinha cor-de-rosa que adora pular em poças de lama, a compra inclui o desenho animado infantil “PJ Masks”, sobre um trio de jovens amigos que se tornam super-heróis à noite.

“A aquisição de marcas infantis altamente lucrativas e comercializáveis é uma oportunidade de crescimento estratégico para a Hasbro”, disse a empresa.

A companhia também conta com o sucesso de outro personagem da Entertainment One, Ricky Zoom, uma pequena motocicleta vermelha, que descreve como uma “história única com conteúdo altamente comercializável”.

Este desenho animado será lançado em 9 de setembro na rede infantil americana Nickelodeon e em outros grandes mercados. A Hasbro prevê que a aquisição lhe economizará US$ 130 milhões em contratações e outras operações até 2022.

A fabricante de brinquedos não é a primeira empresa a considerar uma oferta pela Entertainment One. Em 2016, a emissora britânica ITV cancelou sua oferta informal de 1 bilhão de libras, que por unanimidade rejeitou a oferta por considerá-la baixa demais.

Mas a aquisição da Hasbro provavelmente beneficiará ambas as empresas, disse Russ Mould, analista da plataforma de investimentos AJ Bell.

“A Hasbro sabe como explorar melhor uma marca vendendo qualquer tipo de produto e é a proprietária perfeita da Entertainment One, que tem um grande portfólio de marcas populares para crianças”, disse.

A medida também ilustra o crescente interesse em adquirir empresas britânicas, que se tornaram mais atraentes à medida que a libra enfraquece em meio a temores ligados ao Brexit.

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– O Brasileirão empolgante com bastante público! Mas o VAR…

Não tenho dúvida quanto à melhora do fator público no Brasileirão. Algumas razões:

  1. Os times grandes que investiram bastante têm ótimos estádios e capacidade grande (Flamengo, Corinthians, Palmeiras e São Paulo, indiscutivelmente têm enormes públicos nos seus jogos quando mandantes e levam imensidões  como visitantes).
  2. Os times do Nordeste que começaram bem (Bahia e Fortaleza) e os que tiveram uma reanimada no pós-Copa América (Ceará e CSA) sabidamente possuem torcedores apaixonados.
  3. A competitividade tanto na disputa pelo título quanto na fuga do rebaixamento tem sido um atrativo.

Talvez se feche o Brasileirão 2019 como o de maior público pagante da história. Porém, sejamos realistas: não será necessariamente, ao longo dos tempos, o de melhor nível técnico.

Ter emoção não significa que a qualidade do jogo atrelada é muito boa. É fato! Mas que está legal o torneio (apesar do VAR ser um fator polêmico e uma pendenga a ser resolvida – quanto ao uso e a dinâmica do jogo, deficientes por culpa da ineficiência dos cartolas do apito no Brasil), ô se está!

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– Boas Histórias são atemporais: 80 anos de “O Mágico de Oz”.

Dias atrás assisti com minha filha “O Mágico de Oz”, aquele primeiro filme produzido do livro, colorido e com imagem meio “chuviscada”.

Quando a história é boa, torna-se atemporal! E hoje eu soube: não é que esse filme faz 80 anos?

Olha que legal, um achado de quando fez 75 “primaveras”, extraído de: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/37413/hoje+na+historia+1939+-+o+magico+de+oz+estreia+nos+cinemas+do+mundo.shtml

75 ANOS DE VIDA

“O Mágico de Oz”, filme estrelado por Judy Garland, tem sua estreia mundial em Wisconsin, Estados Unidos, no dia 12 de agosto de 1939. No longa, os queridos personagens e a história do famoso livro infantil em que se baseou estavam quase todos transportados para a tela.

Dorothy, uma menina camponesa de Kansas que vivia em uma fazenda com seus tios, é levada junto a seu cachorro por um tornado que ataca a região e aterrissa na Terra de Oz. No impacto, Dorothy cai em cima da Bruxa Má do Leste e acaba matando-a. 
[Poster do filme, de 1939]

Após o acidente, Dorothy é vista como uma heroína, mas o que ela quer é voltar para Kansas. Para isso, precisará da ajuda do Poderoso Mágico de Oz que mora na Cidade das Esmeraldas. No caminho, ela é ameaçada pela Bruxa Má do Oeste, que culpa Dorothy pela morte de sua irmã, e encontrará três companheiros: um Espantalho que quer ter um cérebro, um Homem de Lata que anseia por um coração e um Leão covarde que precisa de coragem.

Publicado originalmente em 1900, “O Maravilhoso Mágico de Oz”, do escritor Frank Baum, foi adaptado inúmeras vezes para o palco e a tela, servindo como tema musical antes ainda de 1939. Contudo, foi a adaptação feita na película rodada naquele ano que guindou a obra de Baum a um lugar permanente não somente na história do cinema como também na história da música.

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– A Marvel e as novidades na San Diego Comic-Con

Quando o estrategista é bom, os lucros permanecem. E isso se faz uma grande verdade para a Marvel e seus gestores.

Desde quando a Disney comprou a chamada “Casa de Ideias”, turbinou com gente de ótima competência a empresa. E depois dos arrasa-quarteirões dos filmes da chamada MCU fase 3 – como Vingadores Ultimato (que passou a ser desde sábado a maior bilheteria da história do cinema), se viu que é difícil manter a alta performance a todo tempo. Dessa forma, manter a sinergia entre as suas produções é uma forma de “segurar o admirador”. 

Trocando em miúdos: para se entender o universo dos super-heróis, terá que se assistir os filmes e… as séries!

Sim, na feira americana em que ocorreu o grande encontro de séries e cinema San Diego Comic-con, a Marvel divulgou seus novos produtos: seriados e filmes que se amarrarão, todos interligando-se em algum momento.

Vamos lá: na fase 4 do MCU, teremos como séries:

  • Loki (falando sobre o que aconteceu depois que ele roubou o Tesseract no momento em que Homem de Ferro, Capitão América e Homem Formiga voltaram ao passado).
  • WandaVision (onde a Feiticeira Escarlate viverá aventuras e delas terá uma repercussão que aparecerem no novo filme do Dr Estranho).
  • Hawkeye (oportuna série em que o Gavião Arqueiro deverá preparar o surgimento da Gaviã Arqueira).
  • What If? (histórias animadas que mostrarão quais seriam os rumos dos personagens se eles tomassem outras decisões).
  • Falcão e Soldado Invernal (o título já diz tudo e os atores, não só dessa série, mas também das outras, serão os mesmos.

Nesta mesma fase, teremos os filmes:

  • Viúva Negra (onde a história contará com a irmã da protagonista e na qual quem assistiu os filmes dos Vingadores poderá, enfim, saber “o que aconteceu em Budapeste”, tão lembrado algumas vezes).
  • Blade (o filme do Caçador de Vampiros).
  • Dr Estranho 2 (onde se falará em Multiversos e acontecimentos do seriado WandaVision).
  • Eternos (a nova saga de heróis cósmicos, que talvez seja a “joia da coroa nesta fase”).
  • Shang-Chi (o herói chinês, mestre das artes marciais e filho de Fu Manchu, o vilão pseudo-filantropo).
  • Thor 4 – Love and Thunder (onde Jane Foster se tornará a Thor feminina).

E aí virá a pergunta: e os outros filmes solos tão badalados? O próprio presidente da Marvel, Kevin Feige, anunciou que na fase 5 do MCU teremos:

  • Pantera Negra 2.
  • Capitã Marvel 2.
  • Guardiões da Galáxia 3 (e Gamora está viva, na versão de 2014, em 2023, onde se passa a sequência dos filmes).
  • Quarteto Fantástico.
  • X-Men (ele deu a entender que são “os mutantes que ele não falaria ontem” por falta de tempo).
  • Outras novidades não divulgadas pela distância da época.

Pense: se você gosta de heróis, estará se auto-obrigando a assinar o streaming Disney+, o concorrente da Netflix, onde passarão os seriados citados com exclusividade. Inteligentes, não?

E para quem gosta do Superman e do Batman como eu, e espera o filme do Flash e uma Liga da Justiça com mais heróis, falará o que diante da DC parecer tão tímida em relação à concorrente?

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– A Pequena Sereia, da Disney, será negra. Virão os críticos ou não?

A Disney escolheu Halle Bailey, uma talentosa e jovem atriz para ser a Ariel, a princesinha dos mares das histórias de “A Pequena Sereia“, a fim de fazer seu filme live action.

O detalhe que levará às polêmicas: ao invés de “branquela ruivinha” como a personagem é, a sereia será negra!

Por mim, entendo perfeitamente a questão da diversidade e oportunidade a todos. Mas fatalmente questionarão: por quê não ser fiel às caraterísticas da sereia do desenho?

Abaixo, extraído de: https://www.omelete.com.br/filmes/conheca-halle-bailey-a-nova-pequena-sereia-da-disney

CONHEÇA HALLE BAILEY, A NOVA PEQUENA SEREIA DA DISNEY

Atriz é mais conhecida por seu trabalho musical em Chloe X Halle

Ontem a Disney anunciou a atriz escolhida para viver Ariel no live-action de A Pequena Sereia, Halle Bailey. A cantora e atriz nascida em 2000 em Atlanta, Geórgia, apesar de desconhecida por muitos, não é uma estranha ao mundo das telas, mas é mais associada ao mundo da música por fazer parte da aclamada dupla de R&B, Chloe X Halle.

Halle e sua irmã tem uma carreira mais que consolidada na música, e foram descobertas por vídeos no YouTube por ninguém menos que Beyoncé, que se impressionou com o cover de “Pretty Hurts” feito pelas duas. Em 2013, elas foram contatadas pela Parkwood Entertainment, gravadora fundada pela cantora, e se tornaram as primeiras artistas a assinarem contrato com a empresa. Em uma de suas primeiras grandes aparições, Chloe e Halle podem ser vistas no álbum visual de Beyoncé, Lemonade.

O papel de Halle em A Pequena Sereia será a sua estreia em uma grande produção cinema, mas a atriz tem um papel recorrente em Grown-ish ao lado da irmã. Na produção, as duas interpretam irmãs gêmeas, apesar de na vida real Halle ter dois anos a menos que a irmã. Atualmente com 19 anos, Halle também já apareceu em As Férias da Minha Vida, além das séries Austin & Ally e House of Payne. Confira uma cena de Halle Bailey ao lado da irmã em Grown-ish:

O diretor do novo live-action da Disney, Rob Marshall, deixou bem claro o motivo por trás da escolha do nome para viver Ariel [via Variety]: “Depois de uma longa busca, ficou abundantemente claro que Halle tem aquela rara combinação de espírito, coração, juventude, inocência e substância – além de uma voz gloriosa – todas qualidades intrínsecas necessárias para atuar neste papel icônico”, ele disse em declaração oficial. Julgando por seu papel em Grown-ish e sua já aclamada carreira, é bem provável que ele esteja certo.

Mesmo assim, desde o anúncio, a atriz já sofreu as reações negativas que criticam sua etnia, diferente da princesa original da Disney, mas Chloe X Halle estão acostumadas a se provar para o mundo. Em março de 2018, pouco depois do lançamento de seu primeiro álbum, Halle foi questionada pela Vulture sobre a vontade do grupo de controlar sua narrativa, ao invés de deixar a direção artística nas mãos de agentes e empresários. Sua resposta definitivamente vale para o momento atual: “Sempre existiu uma subestimação, e sempre haverá, porque parecemos estas meninas pequenas, jovens (…) Para nós, é divertido nos colocar a prova. Quando a gente chuta a porta e ela abre, é engraçado ver a reação das pessoas. Elas entendem que nós conseguimos fazer as coisas”.

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– Euphoria, a série: cuidado!

No canal HBO dos EUA, começou uma série (voltada para adolescentes, embora exista censura oficialmente) chamada Euphoria. Ela trata de recém saídos da infância que curtem drogas, defendem o amor livre e discutem os assuntos traumáticos da sociedade com certa naturalidade.

É algo forte, constrangedor e que, no 1o capitulo, já houve uma overdose!

Claro, assiste quem quer; quem não quer, mude de canal. Mas… Nos Estados Unidos, há um movimento pedindo cancelamento urgente da série pelo conteúdo fazer abertamente apologia de tudo isso que discute e acontece!

Não é Fake News, olha aqui a matéria da Jovem Pan contando que até mesmo a protagonista (a atriz Zendaya, a namoradinha do Homem Aranha da Marvel) avisou que, apesar da censura ser para 18 anos, é algo forte. O presidente do canal se manifestou dizendo: “não é pra todos”!

Enfim: é censurado, mas o canal liberado!

Em: https://buff.ly/2Ff6nuT

CONSELHO DE PAIS DOS EUA PEDE QUE HBO NÃO TRANSMITA A SÉRIE ‘EUPHORIA’

Um grupo de vigilância da mídia está pedindo que a empresa AT&T, que controla a HBO, pare de transmitir a série “Euphoria“, que estreou nesse domingo (16). O pedido foi feito antes mesmo de a produção ir ao ar

Criada por Sam Levinson, a produção segue um grupo de estudantes do ensino médio “enquanto eles navegam em amor e amizades em um mundo de drogas, sexo, trauma e mídias sociais”, diz a descrição oficial. O primeiro episódio teve cenas de sexo, consumo de drogas e até uma overdose.

Por conta disso, o presidente do Conselho Parental de Televisão dos Estados Unidos, Tim Winter, alertou em um comunicado à imprensa que a “HBO, com seu novo programa centrado no ensino médio Euphoria, parece estar publicamente, intencionalmente comercializando conteúdo adulto extremamente gráfico – sexo, violência, profanação e uso de drogas – aos adolescentes e pré-adolescentes”.

Em entrevista à Fox News, Winter afirmou que, apesar de a HBO ter dito que o programa era para adultos, esse conceito “foi totalmente refutado porque (Levinson) disse que ‘os pais vão pirar com esse programa’. Essa é uma demonstração de quem ele está mirando com essa série. A HBO agora está comercializando internacionalmente esse conteúdo para crianças”.

A série tem sido duramente criticada por quem considera seu conteúdo muito explícito para o público adolescente. De fato, a produção pode ser perturbadora, tanto que a protagonista Zendaya publicou um comunicado em seu perfil no Instagram alertando os telespectadores interessados na série. O presidente de programação da HBO, Casey Bloys, havia dito que “Euphoria não é para todos”.

– Peppa Pig completa 15 anos de Sucesso. Mas há quem critique…

Peppa Pig é um sucesso entre as crianças, que assistem repetidamente e fazem seus pais decorarem os episódios (eu que o diga…).

Mas o desenho é simpático, bem infantil, com ótimos valores morais e familiares. Entretanto, há quem o classifique a porquinha de mal-educada (discordo).

O certo é que: comemorando 15 dias do 1o episódio, bilhões de dólares ao redor do mundo são arrecadados.

Extraído de: https://g1.globo.com/google/amp/pop-arte/noticia/2019/06/09/como-a-peppa-pig-se-transformou-em-um-negocio-global-de-bilhoes-de-dolares.ghtml

COMO PEPPA SE TORNOU UM NEGÓCIO GLOBAL DE BILHÕES

Com 15 anos de sucesso internacional, Peppa Pig continua ganhando adeptos em diferentes partes do mundo e gerando cifras milionárias.

Era uma vez um pequeno negócio que terminou se transformando em um gigante bilionário.

Essa é a história do desenho britânico Peppa Pig, que, depois de 15 anos de sucesso internacional, continua ganhando adeptos em diferentes partes do mundo e gerando cifras em torno de US$ 1 bilhão.

Criada no final dos anos 1990 pela empresa Astley Baker Davies, a personagem teve seu primeiro capítulo transmitido em 2004 pelos canais Channel 5, do Reino Unido, e Nick Jr.

Desde então, passou a ser exibido em centenas de países e se tornou muito popular na China.

Tanto que uma boa parte das vendas globais em 2018, estimadas em US$ 1,3 bilhão, vem do país asiático.

Desde 2015, quando o grupo canadense Entertainment One adquiriu 70% da série por US$ 212 milhões, Peppa Pig começou a crescer rapidamente.

O chefe de finanças Giles Willits anunciou que as vendas da série vão alcançar US$ 2 bilhões em até cinco anos.

A porquinha tem seus próprios parques temáticos, jogos e produtos associados à marca, além de um canal oficial no YouTube com 7,3 milhões de assinantes.

Por isso, os responsáveis pela animação estão trabalhando com força total em mais de 100 novos capítulos, que vão se juntar aos mais de 300 existentes.

Sucesso na China

‘Peppa Pig’ esteve a ponto de perder mercado quando o governo chinês censurou a série no ano passado por ter se transformado em símbolo dos jovens críticos ao sistema político do país. — Foto: Reprodução

Conhecida como Pei Pei Zhu na China, a protagonista da série é um fenômeno comercial no país, muito por causa do chamado ‘ano do porco’ – pelo calendário chinês, 2019 começou no dia 5 de fevereiro e será regido pelo porco.

Mas Peppa esteve a ponto de perder esse mercado, quando o governo censurou a série no ano passado por ter se transformado em símbolo dos jovens críticos ao sistema político chinês.

Repentinamente milhares de vídeos na internet desapareceram e até a hashtag #PeppaPig sofreu com a intervenção estatal.

“Esses são elementos que não condizem com o desenvolvimento saudável das indústrias culturais e devemos estar vigilantes”, disse o editorial de um jornal oficial do governo chinês.

“Não se pode permitir a destruição da juventude das crianças e que se quebre as regras”, dizia o texto.

Tudo mudou quando o governo chinês decidiu, este ano, que não havia nada de errado com o desenho animado e eliminou a censura.

O filme intitulado “Peppa Pig celebra o Ano Novo chinês” foi um sucesso absoluto. Mais de 40 milhões de livros em mandarim com os personagens da série foram vendidos e se investiu em todo o tipo de produto licensiado, como mochilas, relógios e roupas.

Crescimento global

Em 2018, a Merlin Entertainments, empresa por trás da Legoland e Alton Towers, abriu um parque temático da Peppa Pig em Xangai. A “febre Peppa Pig” continua também no resto do mundo.

Foram abertos mais parques nos Estados Unidos e há planos de instalar mais de dez em outros países.

A indústria tem reagido rapidamente para aproveitar o sucesso do desenho.

Inimigo dos médicos

O desenho, contudo, também atrai críticas.

A série tem sido acusada de reforçar estereótipos de gênero ou de incentivar o mau comportamento entre as crianças.

Peppa chegou a ser declarada por uma médica britânica como “inimiga pública número 1” na luta para reduzir visitas desnecessárias aos centros de saúde.

Catherine Bell disse à BBC que o uso inapropriado da família Pig fazia dos serviços médicos gerava expectativas “pouco realistas” nas pessoas.

Isso se deve ao fato de que o personagem do médico Dr. Urso Pardo, que atende aos telefones e faz visitas a domicílio a qualquer hora.

Peppa Pig: vendas da série vão alcançar US$ 2 bilhões em até cinco anos. — Foto: Divulgação

– E teremos um 5o filme de Indiana Jones!

UAU!

Para apaixonados cinéfilos como eu, parecia ilusão ter lido que teríamos um Indiana Jones 4. E teve. Agora, o próprio Harrison Ford avisa que voltará num 5o filme!

Qual será o roteiro?

Já posso ir para a fila do cinema?

Extraído de: https://www.omelete.com.br/filmes/indiana-jones-5-comecara-filmagens-na-proxima-semana-diz-harrison-ford

INDIANA JONES 5 COMEÇARÁ FILMAGENS NA PRÓXIMA SEMANA

Em entrevista à Variety, Harrison Ford se disse animado para começar a trabalhar em Indiana Jones 5. Segundo o ator, o longa “deve começar filmagens em algum momento na semana que vem”.

“Estou animado para isso, as coisas tem funcionado muito bem”, completou Ford, que interpretou o personagem pela primeira vez em Os Caçadores da Arca Perdida, de 1981. O ator não revelou mais informações sobre o projeto.

Steven Spielberg assinará a direção e John Williams fará a trilha sonora. Indiana Jones 5 estreia em 9 de julho de 2021.

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– Doar Sangue pode valer passeio de trem!

Veja só que atitude simpática: quem doar sangue pode passear no prazerosíssimo trem turístico que liga Campinas a Jaguariúna (a Maria Fumaça bem conhecida na região).

Entretenimento com solidariedade promovem essas coisas boas!

Abaixo, extraído de: https://sobretrilhos.blogfolha.uol.com.br/2019/06/03/doacao-de-sangue-vira-bilhete-para-viagem-de-trem-no-interior-de-sp/

DOAÇÃO DE SANGUE VIRA BILHETE PARA PASSEAR DE TREM NO INTERIOR DE SP

por Marcelo Toledo

A queda nos estoques de sangue dos hemocentros no inverno motivou o surgimento de uma campanha no interior paulista que dará um ingresso para viajar na Via Férrea Campinas-Jaguariúna a quem comprovar ser um doador.

A ABPF (Associação Brasileira de Preservação Ferroviária) opera na linha ferroviária um trem turístico entre as duas cidades, a um custo de pelo menos R$ 120 (inteira) por passageiro. Apresentando um comprovante de que doou sangue nos últimos 30 dias, o doador receberá um bilhete para fazer o roteiro de graça.

A iniciativa foi tomada, segundo Mauricio Polli, membro da ABPF, para contribuir com o aumento dos estoques dos bancos de sangue e vale para doação em qualquer hemocentro.

Os bilhetes valem para o passeio aos sábados, às 15h (meio percurso, com destino à estação Tanquinho, a segunda no trajeto entre as cidades), ou aos domingos, às 14h30 (percurso completo, de Campinas a Jaguariúna).

O trajeto encurtado é feito em uma hora e meia (ida e volta), enquanto o completo dura três horas e meia.

“Se a pessoa doou nos últimos 30 dias, pode ser de qualquer cidade [que vai receber o bilhete], a ideia é incentivar a doação e, ao mesmo tempo, atrair mais público para conhecer o passeio e as estações”, afirmou Polli.

Em 14 de junho é celebrado o dia mundial do doador de sangue. O inverno é o período do ano com o menor número de doações. Além do frio intenso em algumas datas, gripes e resfriados afastam os doadores dos hemocentros.

Fenômeno inverno, mas com resultado também ruim, ocorre no verão, quando o calor é muito forte, algumas pessoas sofrem desidratação e é um período de férias escolares. A estação com mais doações tradicionalmente é a primavera.

A troca dos comprovantes pelos ingressos é feita na própria bilheteria da estação Anhumas, em Campinas, de onde partem semanalmente os trens.

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Estação Carlos Gomes (Folha Express)

– Tô contigo, seu Jorge!

Confesso: não conheço uma música dele, mas achei divertida a colocação tão honesta: perguntaram ao cantor Seu Jorge “como se faz um bom churrasco”. E ele, na lata disse:

Carne fresca, cerveja gelada, gente feliz e animada, boa música e uma folga no dia seguinte, né não?

É isso mesmo. Foi bem. Melhor que isso, só arranjando ele como churrasqueiro para a  animar a festa (já que tem fama de bom músico)

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– A Manopla do Infinito e o Relicário de Santa Teresa D’Ávila

O Universo Cinematográfico Marvel (MCU) teria se inspirado numa relíquia católica pertencente a Santa Teresa D’Ávila para os filmes dos Vingadores?

A freira espanhola se tornou santa, doutora da Igreja e é considerada mestra da espiritualidade. É dela a famosa oração cristã pedindo “paciência divina” (conheça-a em: https://wp.me/p4RTuC-g1S). Mas qual a sua relação com a Marvel?

Pois bem: o vilão Thanos possui a Manopla com as Joias do Infinito, que o permite controlar o universo. Santa Teresa D’Ávila, após ter seu corpo exumado, percebeu-se que estava incorruptível! E a Igreja deu a ela um relicário, uma espécie de luva de metal com adornos e local para joias, a fim de simbolizar tal fato da preservação do seu corpo.

Veja, nesta postagem (abaixo), a relíquia da Santa entre duas imagens do objeto de desejo do vilão Thanos. Impressiona a semelhança:

Mais sobre o assunto, extraído de: https://pt.aleteia.org/2019/05/02/manopla-de-thanos-e-estranhamente-semelhante-a-uma-reliquia-catolica/

MANOPLA DE THANOS É ESTRANHAMENTE SEMELHANTE A UMA RELÍQUIA CATÓLICA

Parece provável que alguém do departamento de design da Marvel tenha pesquisado antigas relíquias católicas

O Infinity Gauntlet tem se mostrado o objeto mais poderoso do Universo Cinematográfico da Marvel, e quem sabe até do mundo dos quadrinhos. Todos os futuros filmes da Marvel devem sofrer sua influência e dos eventos dos dois últimos “Vingadores”. O que muitos dos fãs que lotam os cinemas talvez não saibam, no entanto, é que a inspiração real para a manopla fictícia parece ser católica.

A Manopla foi projetada para conter todas as seis Joias do Infinito, cada uma delas imbuída de um aspecto diferente da criação. Com a Manopla completa, o usuário possui todos os poderes de criação, ou pelo menos as habilidades de um jogador com acesso a todos os códigos.

Em “Vingadores: Guerra Infinita”, o público assistiu a como o vilão intergaláctico Thanos colocou todas as seis pedras em seus devidos lugares e se tornou o flagelo de toda a vida na galáxia… ou pelo menos de metade de toda a vida. A Manopla não é inerentemente má. De fato, uma das pedras, enquanto estava separada do artefato, deu vida a Visão, um dos mais nobres heróis do MCU, que era tão puro de coração que conseguiu levantar Mjolnir, o martelo de Thor.

Quando se trata de utilizar o poder da Manopla, a intenção é importante. Agora, segundo uma descoberta de Curiosmos, essa intenção pode ser uma referência religiosa, já que há uma notável semelhança a Manopla e o relicário que contém a mão incorrupta da mística espanhola do século XVI Teresa de Ávila.

As semelhanças causam estranhamento em todos os aspectos. A cor do relicário de prata dourada é exatamente igual, e os anéis do relicário são das mesmas cores das pedras da Manopla, embora as cores estejam em uma ordem diferente. Embora a Marvel não tenha mencionado uma conexão entre os dois artefatos, parece provável que alguém do departamento de design da Marvel tenha pesquisado antigas relíquias católicas.

De acordo com registros históricos, o corpo de Santa Teresa de Ávila foi exumado nove meses após sua morte, quando foi observado pela primeira vez que estava incorrupto. Embora a passagem do tempo tenha feito apodrecer sua roupa, seus restos mortais estavam incorruptos, ou seja, mantinham exatamente o mesmo estado de quando ela morreu.

As relíquias da santa foram distribuídas para veneração, mas sua mão foi roubada em 1936 pelo ditador espanhol Francisco Franco. O general Franco supostamente teria carregado a relíquia consigo em todos os lugares onde foi.

A relíquia foi recuperada por freiras depois da morte de Franco em 1975. A partir daí, a relíquia viajou para vários conventos até encontrar um lugar permanente na Iglesia de la Merced, na cidade de Ronda. Agora, ela está alojada em uma sala segura.

Embora ainda não tenha sido confirmado pela Marvel que essa relíquia católica é a referência do objeto mais poderoso no MCU, a partir de uma comparação visual, parece provável que o Infinity Gauntlet tenha suas raízes no catolicismo.

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– O novo Universo Marvel com a fusão da Disney e da FOX

Para quem gosta de filmes de heróis, deve estar estupefato com a Disney (que é dona da Marvel) adquirindo a FOX e se tornando proprietária de outros nomes importantes dos apaixonados nesse gênero de filme.

Abaixo, um guia bacana para se entender “qual estúdio é dono de quem”, seja de maneira exclusiva ou compartilhada

Muito bacana: 

– Shazam!, versão “Os Trapalhões”

Dá para acreditar que Didi, Dedé, Mussum e Zacarias fizeram uma paródia do Shazam!, há 40 anos, quando o personagem ainda era chamado de “Capitão Marvel”?

Veja que engraçado, tem até o Tião Macalé (ih, Nojento). Claro, no tempo em que o Politicamente Correto não existia.

Assista em: https://youtu.be/50gzyezX7oM

– Dumbo é sensacional

Quando eu era pequeno, assisti o desenho animado Dumbo “original da Disney”. Que filme triste, cheio de bulling, chatinho…

Minha filha mais velha queria assistir o live-action que estreou dias atrás do Dumbo. Eu fui somente por ela, e… Espetacular!

Uma história infantil bonita, com vilões e mocinhos, extremamente bem feito. Visual de belas paisagens, cores e o mundo do circo. Sem contar, é claro, da linda trama que se transformou o antigo desenho em filme.

Quem tem criança, vale a pena ir. Diversão garantida.

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Ops: minha Marininha adorou:

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– Pessoas acima da média merecem sucesso: A Turma da Mônica oficial prestigia a “Derretida”

Viralizou nas Redes Sociais uma foto da “Turma da Mônica”, em fantasias simples, caídas, humildes, cujos bonecos visitaram uma escola da cidade de São João del-Rei, em Minas Gerais.

As imagens (vide abaixo), foram chamadas de Turma Derretida da Mônica, Mônica da Deprê, O lado pobre da Turminha, entre outras coisas.

Não é que o genial Maurício de Sousa em pessoal determinou que os personagens oficiais  visitassem a escolinha?

Só aplausos para esse cara! Merece ter sucesso.

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De todos os bonecos simplórios, o que menos “ornou”, penso eu, foi o da Magali. E o pé machucado do Cebolinha?

A outra foto, abaixo, dos originais esperando para a surpresa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagine na cabeça de cada criança o sentimento desse dia…

– A Disney quer construir uma Disneyworld Brazil?

Foi revelado que a Disney quer construir mais um dos seus parques temáticos fora dos EUA e está sondando a cidade de Brasília para investir.

Espaço, localização, rede hoteleira e outras análises são feitas para viabilizar o empreendimento (imaginaram se fosse na Capital Paulista, onde não se tem terreno de tal tamanho disponível e a preço viável?).

A Capital Federal teria interesse no negócio, justamente pela pasta do Turismo entender que é chegada a hora de tirar a imagem apenas de cidade-política, de arquitetura incrível mas cinza e sisuda para muitos.

Quem roda o mundo, sabe que lá no Exterior poucas pessoas conhecem Brasília como a capital do nosso país, achando ser o Rio de Janeiro, ou, pasmem, Buenos Aires (assim como os brasileiros pensam que a capital da Suíça é Zurique ou Genebra, mas que na verdade é Berna).

Confesso: imaginei que surgiriam piadas relacionadas à Política logo na sequência da notíciae surgiram: uma delas é que, caso tenhamos a “Disneylândia Brasil” em Brasília, até o Mickey poderia ser assaltado, o Pateta se tornaria lobbysta e o Tio Patinhas teria problemas de caixa 2 na sua Caixa-Forte. O Congresso Nacional, lógico, repleto de “Zé Cariocas”, o papagaio malandro que representa o país nesse universo da animação.

Brincadeiras à parte, seria realmente interessante um aporte desses em Brasília. Bom para todos.

ATUALIZANDO: Segundo a Rede Globo, através do Portal G1, essa notícia de que a Disney poderia ir para Brasília foi divulgada pelo Governo do DF e DESMENTIDA pela própria Disney.

Abaixo, de: https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2019/02/06/disney-desmente-governo-do-df-e-diz-que-nao-ha-planos-para-a-construcao-de-parques-em-brasilia.ghtml

Disney desmente governo do DF e diz que ‘não há planos para a construção de parques’ em Brasília

Governo tinha falado em tratativas para trazer turma do Mickey à capital federal. Em 1961, negociação entre Juscelino Kubitschek e Walt Disney acabou frustrada

Após o governo do Distrito Federal ter anunciado a intenção de trazer um parque da Disney para a capital federal, a companhia do Mickey negou nesta quarta-feira (6) ao G1 que tenha planos de chamar também o Pato Donald e o restante da turma para morar no Brasil.

“Embora o Brasil seja um mercado atrativo, no momento não há planos para a construção de parques na região”, informou a Disney.
Ainda assim, como forma de não fechar as portas para o futuro, a empresa afirmou que “está sempre buscando caminhos para expandir seus negócios e, como parte desse processo, conversa com diferentes entidades”.

Na segunda-feira, o governador Ibaneis Rocha (MDB) disse que iria se reunir com representantes da multinacional ainda esta semana. O governo até chegou a ventilar a informação de que reservou uma área de 800 hectares em Sobradinho para abrigar a estrutura.

“Estou fazendo estudos em todas as áreas. Temos conversado com diversas áreas. Essa semana vem um representante da Disney ao Distrito Federal. São projetos que estamos buscando para dar novo perfil econômico ao DF”, disse Ibaneis na segunda.

O secretário de Projetos Especiais do DF, Everardo Gueiros, também tinha declarado que não poderia dar detalhes sobre o projeto “para não atrapalhar as negociações”.

No entanto, o G1 apurou que, ao contrário do que foi divulgado pelo governador, nenhum executivo da Disney marcou na agenda alguma reunião com o GDF para discutir o assunto.

Procurado, o governo do Distrito Federal não se posicionou sobre o tema até a publicação desta reportagem.

Boatos do tipo envolvendo o parque costumam surgir periodicamente. Em 2008, apareceu na internet a informação de que a Disney seria construída em Curitiba, no Paraná. A inauguração prometida era para 2013.

Já em 2010, um novo boato: de que um resort seria erguido entre São Paulo e Rio de Janeiro a tempo para a Olimpíada de 2016. Além dos Estados Unidos, atualmente a Disney tem parque em Hong Kong, Xangai, Tóquio e Paris.

Em 2016, empresários chegaram a anunciar para o ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB) um pacote de iniciativas com objetivo de desenvolver a economia do DF. Entre as ideias estava justamente a de criar um parque da Disney em Brasília. Segundo o grupo, havia tratativas em curso desde 2013.

A promessa de trazer o parque temático para Brasília remonta a Juscelino Kubitschek. Dono da página Histórias de Brasília, o publicitário João Carlos Amador diz que no final dos anos 1950, Walt Disney procurava um lugar para construção do segundo parque temático.

O primeiro, na Califórnia, já tinha sido inaugurado em 1955. Ele então selecionou alguns países que considerava interessantes para isto. Um deles, foi o Brasil.

“A convite do próprio Walt Disney, o então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek, até visitou a Disneylândia, em 1961, para que ele visse de perto como funcionava o espaço e como era a estrutura, para avaliar a possibilidade de construir algo semelhante no DF”, conta Amador.

O presidente JK acabou desistindo da ideia por questões burocráticas. “Walt Disney exigia que o espaço tivesse um sistema tributário próprio, sem fiscalizações e sem obedecer as leis brasileiras. Com isso, o segundo parque foi construído em Orlando, na Flórida, e se tornou o principal complexo da Disney do mundo.”

Ao pesquisar nos arquivos, o publicitário lembra que o “mais perto” que Brasília chegou da Disney foi quando um shopping da cidade construiu uma réplica do castelo da Cinderela, em 1997, como decoração de Natal. A estrutura é um dos símbolos da empresa do Mickey.

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– Como a Marvel e a DC se tornaram gigantes!

Essa matéria vale a pena ser lida pelos fãs de super-heróis e apaixonados por revistas em quadrinhos (como eu): a Revista Superinteressante de Janeiro / 2019, nas páginas 34 a 39, trouxe todo o histórico de como nasceram as poderosíssimas editoras Marvel e DC, que brigam nas TVs e Cinemas pelos bilhões de expectadores.

A propósito: você sabia que o Capitão América quase se tornou colega de estúdio do Superman?

Abaixo:

MARVEL X DC: UMA BREVE HISTÓRIA ENTRE AS EDITORAS DE HQ

A DC e a Marvel nasceram quase juntas, nos anos 1930, e sempre estiveram em pé de guerra. Desse embate, surgiu um novo gênero da cultura popular.

Por Rafael Battaglia

Quem sai da sessão de Vingadores: Guerra Infinita, um filme com orçamento de US$ 400 milhões e bilheteria de US$ 2 bilhões, muito provavelmente não imagina que, algumas décadas atrás, a Marvel se resumia a uma única salinha no final do corredor de uma revista pornô. A DC Comics não era muito mais charmosa: tinha o clima de um cartório.

Natural. Nas primeiras décadas do século 20, os quadrinhos eram vistos como material de quinta categoria, limitando-se a tiras de jornal, histórias pornográficas ou de terror. Harry Donenfeld, um dos precursores do mercado de distribuição de HQs, mantinha relações estreitas com gângsters.

Tudo mudou em 1938, quando uma das editoras que Donenfeld distribuía, a National Allied Publications, lançou a revista Action Comics 1, com um sujeito vestido de collant azul na capa. A National, que anos depois mudou o seu nome para DC (em homenagem a outra clássica revista, a Detective Comics), havia acabado de criar o Superman – inaugurando o gênero de super-heróis. A revistinha mensal alcançou tiragens superiores a 1 milhão de cópias, o que abriu as portas para a criação de mais superseres. Um ano depois nascia o Batman. Em 1940, já tínhamos Lanterna-Verde e Flash. Todos, sempre, vestindo trajes de luta-livre mexicana (é dali que vem a cueca por cima das calças colantes).

Pegando carona

Outros editores também tentavam a sorte no mundo dos quadrinhos. Um deles foi Martin Goodman. Na década de 1930, ele vendia revistas baratas por meio de dezenas de entidades editoriais. Parece impressionante, mas na verdade era só um modo de evitar pagar impostos.

Goodman jogava seguro e copiava o que estava fazendo sucesso. Ele lançou histórias genéricas de faroeste, policiais e aventuras na selva. Em 1939, porém, decidiu seguir os passos do Superman e lançou a revista Marvel Comics 1, com heróis como o androide Tocha-Humana e Namor, primeiros heróis da futura Marvel.

Em 1941, a dupla Joe Simon e Jack Kirby criou o Capitão América. O herói patriota que dava um soco em Hitler logo na sua estreia chamou a atenção, mas o sucesso parou por aí. Na década seguinte, Goodman tomou péssimas decisões de negócio e foi forçado a demitir quase toda a equipe de quadrinhos. A situação estava tão ruim que ele quase vendeu o Capitão para a DC.

Os anos 1950 acabaram sendo ruins para todo o mercado de quadrinhos. Críticos ao fenômeno diziam que as histórias eram as responsáveis pelo mau comportamento dos jovens. Em 1954, foi criado um código de conduta para as HQs e quase todas as editoras, com exceção da DC, viram as vendas caírem. A casa do Superman, então, virou uma empresa consolidada – e careta.

“Ao entrar nos escritórios da DC em 1960, os visitantes seriam perdoados se achassem que estavam entrando em uma empresa de seguros.” Quem traçou essa comparação foi Reed Tucker, autor do livro Pancadaria: por dentro do épico confronto Marvel vs. DC. O obra, lançada em 2018 no Brasil, conta em detalhes os bastidores das duas empresas. Seja como for, o fato é que a DC Comics tinha virado um conglomerado.

Gente como a gente

O jogo só começou a virar para Goodman em 1961. Em uma partida de golfe, ele ouviu Jack Liebowitz, um dos executivos da DC, se gabar do novo sucesso da editora, a Liga da Justiça. O chefão da Marvel correu para o único funcionário do setor de quadrinhos e pediu a ele que fizesse algo parecido. Seu nome? Stan Lee.

Lee, morto em novembro do ano passado, começou na Marvel ainda adolescente, e passou mais de 20 anos até lançar o seu primeiro sucesso. Meses após aquela partida de golfe, ele e Jack Kirby, que estava na DC, criaram o Quarteto Fantástico, uma família de super-heróis cheia de conflitos internos. A partir daí, a ascensão da Marvel foi de vento em popa. Homem-Aranha, X-Men, Os Vingadores… Quase todo o universo da editora foi criado nos anos seguintes.

Os novos heróis da Marvel foram um sopro de novidade no mercado. Eles eram imperfeitos, brigavam e estavam em uma realidade mais próxima dos leitores. A diferença estava até no visual: para cada uniforme impecável da DC, havia alguém como o Coisa, um grandalhão formado por pedras.

O crescimento da Marvel teve uma recepção controversa na DC. Ao mesmo tempo em que classificavam seus gibis como ruins, buscavam copiar o estilo da concorrente. A briga se tornava pública na seção de cartas dos gibis. Ambas as editoras mantinham espaços de conversa com o leitor, e tanto os editores da DC quanto Stan Lee e seus colegas aproveitavam o espaço para atacar uns aos outros.

Nessa Guerra Fria dos quadrinhos, os artistas de um lado não podiam nem pensar em passar para o outro. Convites para trocar de editora surgiam aos montes – uma estratégia que as duas usavam não só para melhorar suas equipes, mas em grande parte para desfalcar a outra. Uma das maiores viradas de casaca veio em 1970, quando a Marvel anunciou que Jack Kirby, o criador do Capitão América, estava indo para a DC. Depois dele, toda movimentação do tipo passou a ser acompanhada de perto pela indústria.

20% das 40 maiores bilheterias do cinema de todos os tempos são de filmes de super-heróis da Marvel ou da DC.

Infinitas crises

A Marvel seguiu crescendo até que, em 1972, ultrapassou a DC em vendas. Para comemorar a liderança (posto que até hoje permanece com ela), Goodman convidou todos para um jantar. O local não poderia ser mais sugestivo: um restaurante em frente ao escritório da DC.

Em 1979, uma lista das HQs mais vendidas nos EUA colocava os gibis da Marvel nas 20 primeiras posições. Cinco anos depois, a situação era ainda mais desproporcional, com a circulação chegando ao dobro da DC. O fraco desempenho da DC quase fez com que a Warner, a dona da editora, licenciasse seus personagens para a Marvel. Imagine o monopólio.

A DC esteve sempre presa aos pensamentos jurássicos de alguns executivos da marca, avessos a mudanças no trabalho que eles faziam desde os anos 1940. Um reflexo disso são certas posturas conservadoras da empresa. “Até pelo menos 2006, a posição oficial era de que a Mulher-Maravilha era virgem”, escreve Tucker.

Isso não significa, porém, que a DC jamais tenha inovado. Em 1985, ela lançou Crise nas Infinitas Terras, que revolucionou ao introduzir o conceito de grande saga – histórias tão significativas (e longas) que acabam influenciando as revistas de todos os outros personagens da casa. A Marvel ficou sabendo e produziu a toque de caixa uma tentativa de saga, chamada Guerras Secretas, meses antes. Mas não adiantou. A da DC, bem mais caprichada, foi a que entrou para a história.

Coisa de gente grande

Crise nas Infinitas Terras permitiu que a DC reiniciasse seu universo de heróis do zero – e deu total liberdade para os quadrinistas pensarem em novas histórias. Desse movimento, surgiram HQs mais sombrias, selos adultos e obras consagradas, como Batman: O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, e Watchmen, de Alan Moore, esta última eleita pela revista Time como uma das melhores publicações do século 20. Se os quadrinhos deixaram de ser algo completamente voltado para crianças, o mérito é da DC.

Depois dessa revolução, outro setor do entretenimento descobriu que dava para ganhar dinheiro com super-heróis. O cinema, claro. A DC já fazia sucesso desde 1978, ano do clássico Superman – O Filme, com Christopher Reeve. Mas foi com Batman, de 1989, que a montanha de dinheiro cresceu. O filme de 1978 e suas três continuações, lançadas em 1981, 1983 e 1987, somaram uma bilheteria de US$ 1,1 bilhão em valores atuais. Batman fez US$ 835 milhões (também em valores de hoje) só com o filme de 1989 e, de quebra, se tornou um fenômeno do licenciamento – o logo do Batman usado no filme rendeu US$ 200 milhões de hoje pelo serviço de estampar camisetas, pantufas e chaveiros mundo afora. Pois é. Graças ao cinema, a DC assumia novamente a dianteira.

O poder de fogo de Batman e Superman, porém, atraiu dinheiro para a Marvel também – se a DC tinha estourado nas salas de exibição, a rival tinha tudo para seguir a mesma trilha. Ronald Perelman, então um investidor de Wall Street, comprou a empresa com o objetivo de fazê-la crescer na telona.

E fora também. Perelman lançou estratégias para tirar mais dinheiro dos quadrinhos. Era o caso das capas variantes. Os leitores chegavam a comprar mais de 20 versões do mesmo gibi para ter todas as versões de capas.

A Marvel também investiu na criatividade. O carro-chefe nessa fase foi o grupo de mutantes criados ainda nos anos 1960 por Stan Lee. X-Men Vol. 1, de 1991, que apresentava uma versão repaginada de Wolverine e cia., vendeu 8 milhões de cópias – e é até hoje o quadrinho mais vendido da história.

E a Marvel, que já liderava nos quadrinhos, virou uma máquina de imprimir dinheiro. Os melhores quadrinistas tinham grana para comprar avião particular – não é figura de linguagem. Chris Claremont, roteirista dos X-Men, comprou mesmo um.

Na DC, o triunfo financeiro no cinema não se refletia nos quadrinhos. Em 1992, ela amargava o terceiro lugar nas vendas de HQs e, para enfrentar a Marvel, decidiu matar o Superman, em uma história que virou notícia na TV e nos jornais.

A Marvel reagiu com mais sagas. Só em agosto de 1993, havia 120 títulos em circulação. A editora começava a dar passos maiores que as pernas. Perelman chegou a comprar uma distribuidora de quadrinhos para não depender mais de outras empresas nessa área. Péssima decisão: a subsidiária não dava conta da demanda da casa, e outras distribuidoras, que se consideraram traídas, não queriam mais trabalhar com a Marvel.

Nisso, os prejuízos foram se avolumando. Até que, em 1996, a editora entrou com um pedido de falência, com quase US$ 1 bilhão em dívidas.

Para se salvar, a Marvel fez um “saldão” de heróis e vendeu os direitos dos seus personagens mais famosos para estúdios de Hollywood. X-Men, comprado pela Fox, virou filme em 2000, e rendeu meio bilhão de dólares de hoje. Homem-Aranha, adquirido pela Sony, fez o dobro disso. Sim: passou de US$ 1 bilhão.

Aquilo que tinha restado da Marvel após a falência viu que estava marcando bobeira. E montou um plano para fazer dinheiro no cinema com os heróis que tinham sobrado na casa.

Homem de Ferro estreou em 2008, e bingo: rendeu mais de US$ 500 milhões. O êxito deu início ao que hoje se chama MCU (sigla em inglês para Universo Cinematográfico da Marvel). E mais importante: chamou a atenção da Disney – e a maior empresa de entretenimento da galáxia comprou a Marvel em 2009 por US$ 4 bilhões.

A DC ainda pena para criar o seu próprio universo, com problemas de público e crítica. A grande exceção é a trilogia do Batman dirigida por Christopher Nolan entre 2005 e 2012 – que consegue a proeza de ter um faturamento de nove dígitos (US$ 2,5 bi) e, ao mesmo tempo, constar nas listas de melhores filmes de todos os tempos. Algo tão significativo no mundo do cinema quanto aquilo que Infinitas Terras tinha produzido no dos quadrinhos lá atrás, nos anos 1980.

Hoje, das 40 maiores bilheterias da história do cinema, 20% são de filmes com heróis da Marvel ou da DC. E, ao que tudo indica, essa proporção seguirá aumentando. Porque a rivalidade entre as duas criou mais do que revolução na cultura pop. Presenteou a humanidade com toda uma nova mitologia.

– O uso comedido das Redes Sociais: a demissão do diretor da Disney!

James Gunn, o importante diretor de Hollywood e responsável pelos filmes da franquia Guardiões da Galáxia, da Marvel (que hoje é uma empresa do grupo Disney) foi demitido na semana passada por tuítes de cunho racista em 2013!

Segundo a emissora, nenhum tipo de preconceito pode ocorrer por seus colaboradores, já que ela, Disney, tem valores sociais a defender. Gunn, por sua vez, diz que errou, mas que hoje é uma pessoa melhor.

E aí?

Se por um lado, deve-se separar a vida pessoal da profissional, ao mesmo tempo, deve-se entender que o profissional representa a instituição que trabalha. Difícil não associar, né?

O certo é: cuidado com o que você registra na Internet, pois as opiniões podem se perpetualizarem!

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– Ducktales com Zé Carioca?

Ôba! Para quem curte histórias em quadrinhos e personagens clássicos Disney, ficará feliz: na Comic Com (a feira de filmes e séries que está acontecendo em San Diego), foi anunciado que Zé Carioca e Panchito estarão se juntando em episódios da 2a temporada de Ducktales (as aventuras de Tio Patinhas, Pato Donald e os 3 sobrinhos menores).

Na minha infância, assisti várias vezes “Os 3 Amigos” e “Você já foi à Bahia”? Será muito legal rever esses icônicos personagens na TV!

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Entertainment Weekly/Reprodução

– O 1o Trailer Oficial de Aquaman!

Uau!!!

Acabou de ser divulgado pela DC e Warner Bros o primeiro trailer oficial de Aquaman!

Se o começo parece meio “borocochô”, o final é empolgante. Imagens incríveis do Oceano, aparição do Arraia Negra e outras cenas impressionantes.

Parece que dessa vez a DC fez um filme para enfrentamento “pau-a-pau” com o melhor que a Marvel já possa ter  feito. Embora, sejamos justos: Mulher Maravilha foi muito legal, bem melhor do que Homem de Aço.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=WDkg3h8PCVU

– Que coisa, Editora Abril!

Uma notícia que deixa todo o leitor apaixonado pelos Quadrinhos Disney entristecido: o fim das publicações da Editora Abril!

Que coisa… sabidamente a empresa está em crise, tanto que abriu mão de Placar e de tantos outros títulos. O que está acontecendo de fato? Creditar o desinteresse à leitura e culpar o acesso digital não me parece o mais lógico.

Sou do tempo em que a Abril publicava tudo: dos gibis da Turma da Mônica, passando pelas HQ da Disney até os da Luluzinha. Sempre foi uma potência!

A propósito, eu comprei edições que hoje são raridades: tenho a Revista na qual se fazia o concurso para decidir as cores do Biquinho (o sobrinho do Peninha), os almanaques do Superpateta, as histórias incríveis de edições limitadas (como o dia em que o Zé Carioca resolveu trabalhar ou quando a Madame Min enfim casa com o Mancha Negra). As edições dos anos 80 do pessoal de Patópolis sempre foram as melhores!

Uma pena. Minha paixão pelos quadrinhos começou a diminuir quando mudaram demais o personagem Zé Carioca e seus amigos, descaracterizando-o com a desculpa que o modernizavam. Aí veio a majoração dos preços da Abril. E tudo ficou sem graça…

Será que a Disney vai ser publicada por alguma outra editora?

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