– Sean Penn e a entrevista com El Chapo

Nesta semana, noticiou-se que o traficante mais procurado do mundo, o mexicano Joaquim Guzmán “El Chapo”, foi enfim preso (havia fugido de maneira incrível de sua cela em 2015).

O curioso é que o famoso Sean Penn, ator consagrado de Hollywood, declarou que se encontrou com o bandido quando ele era foragido da Polícia, no meio de uma selva mexicana.

Motivo: estava fazendo um “laboratório” para criar o personagem protagonista do filme que conta a história de Guzmán…

E aí? Pela liberdade artística, vale ocultar das autoridades o paradeiro de tal importante criminoso?

Mais ainda: o encontro foi intermediado pela atriz Kate Dell Castillo.

Daqui, se conclui que: ou os artistas tinham acesso fácil ao bandido ou a Polícia Mexicana não queria o prender…

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– E agora, José?

Recebi de amigos e fiquei encafifado. Como gosto de pedalar, pergunto: o que fazer no trecho abaixo?

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– Miss Universo 2015 e a gafe do Apresentador!

Um verdadeiro mico: o apresentador Steve Harvey comandava o Miss Universo nesta noite de domingo direto de Las Vegas. Eis que chega o momento de aclamar a vencedora e ele anuncia Ariadna Gutiérrez, a Miss Colômbia, como nova Miss Universo!

Confetes, aplausos, gritos na torcida. Veio a faixa, a coroa e… ôh-ôh. Não é que ele anunciou a Miss errada?

O mestre de cerimônia, muito constrangido, precisou corrigir e dizer que errou no nome da ganhadora, e chamou a Miss Filipinas Pia Wurtzbach como nova Miss Universo. Então, houve uma cerimônia de “descoroação” da colombiana.

A cara dela diz tudo:

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– Marvel reinventando seus heróis!

Confesso: Adoro quadrinhos e aventuras de super-heróis. Sou fã do Superman! Mas, claro, curto os demais.

E não é que a Marvel prepara um pacotão de novos heróis e deseja destacar alguns esquecidos?

O Capitão América envelhecerá e será substituído; Thor será indigno do Martelo de Odin e uma mulher será a nova deusa do Trovão; e o Homem Aranha verá sua namorada se transformar em Mulher Aranha – e, acreditem, ele próprio será substituído por um garoto pobre, negro e latino.

Surpreendam-se! Extraído da Epoca.com:

Aos 75 anos, a Marvel quer contar a história dos desajustados em quadrinhos

A editora de quadrinhos de sucessos como o Homem-Aranha e os X-Men ganhou fama ao criar heróis pouco convencionais e abordar questões sociais relevantes, como preconceito racial e homofobia. Em 2014, ao completar 75 anos, abriu espaço para personagens femininas e aumentou a diversidade étnica de suas revistas

RAFAEL CISCATI
05/12/2014 16h21
Editora Globo (Foto: Editora Globo)
Kamala Khan, a heroína muçulmana filha de paquistaneses. Aos 75 anos, a Marvel abre espaço para personagens femininas e diversidade étnica (Foto: Divulgação/Marvel)
Sana Amanat estava no ginásio quando dois aviões se chocaram contra as Torres Gêmeas, em 2001. Sana nasceu nos EUA em uma família muçulmana, e foi criada em um subúrbio de Jersey City, cidade vizinha à Nova York. No dia seguinte aos atentados, foi abordada por um colega de escola com quem nunca conversara: “Fale para o seu povo parar de nos atacar”. Confusa, não soube como responder à provocação: “Nos atacar? Eu pensei que eu também fosse um dos ‘nós’”, disse, enquanto narrava o incidente durante uma palestra do TEDx no início deste ano. A família de Sana veio do leste asiático. Mesmo nascida nos EUA, a menina sentia que não se encaixava perfeitamente. De repente, Sana era uma intrusa e sua cultura era sinônimo de terrorismo. Mais de uma década se passou desde então. Hoje, Sana trabalha na Marvel, uma das maiores editoras de quadrinhos em todo o mundo. Lá, ajudou a editar títulos importantes, como Wolverine e Homem-Aranha. No início de 2014, Sana tornou-se a responsável por um dos maiores sucessos recentes da Marvel, ao colocar nas páginas de uma revista as histórias de uma intrusa como ela.

>> O homem que matou os X-Men
>> E se os super-heróis fossem desenhados como as super-heroínas?

>> José Luis García-López: o artista que popularizou o Super-Homem

Sana e a escritora G. Willow Wilson criaram Kamala Khan, uma garota de 16 anos que, sem aviso, adquire superpoderes e decide usá-los para proteger a vizinhança onde mora. Nada muito diferente de outros heróis – o Homem-Aranha surgiu com uma história parecida. A diferença é que Kamala é muçulmana. Filha de paquistaneses emigrados para os Estados Unidos, a menina encontra dificuldade para conciliar as expectativas e a cultura da família aos hábitos e expectativas da sociedade ocidental em que nasceu. Antes de ganhar superpodres, passa a maior parte do tempo on-line, escrevendo fanfictions – histórias fictícias criadas por fãs – da Capitã Marvel, sua heroína favorita e uma das personagens mais antigas da Marvel. Inspirada pela Capitã, Kamala veste um uniforme e assume o nome de Miss Marvel. Quando Ms. Marvel  nº1 chegou às bancas, em fevereiro, o sucesso de vendas foi imediato. O título inaugurou uma sequência de lançamentos que, ao longo do ano, mudaram a cara de diversos heróis, dando lugar de destaque a personagens femininos e de diferentes etnias. Acostumada a tratar de questões sociais nas páginas dos quadrinhos, a Marvel ficou ainda mais progressista.

Kamala Khan, segunda da esquerda para a direita, com o irmão, o pai Yusufi, a mãe Misha e o amigo Bruno (Foto: AP)  (Foto: AP)
Kamala Khan, segunda da esquerda para a direita, com o irmão, o pai Yusufi, a mãe Misha e o amigo Bruno (Foto: AP) (Foto: AP)

2014 foi um ano importante para a Marvel. Nascida como Timely Comics em 1939, a editora completou 75 anos em novembro. Marcou a data com modificações em alguns de seus principais títulos. Desde o mês passado, o Capitão América é negro. Quando Steve Rogers, o Capitão América original, começa a envelhecer aceleradamente, seu parceiro, Sam Wilson, assume sua identidade e legado. Alguns fãs ficaram contrariados com a mudança mas, de maneira geral, ela foi bem recebida: “Eu recebi uma foto de uma sala de aula com vários alunos negros”, disse Rick Remender, o autor da série, à CNN. “As crianças pulavam, com a imagem do Sam logo atrás delas. Isso é relevante culturalmente”. Thor também mudou. Considerado indigno, o filho de Odin perdeu o martelo. Seu lugar foi ocupado por uma mulher.

>> Nova heroína da Marvel será uma adolescente muçulmana

Hoje, as personagens femininas têm nove títulos dedicados a elas – o maior número em 75 anos. Lançamentos para 2015 já foram programados, como uma série estrelada por Gwen Stacy, a namorada de Peter Parker, no papel de Mulher-Aranha. E a tendência a diversificar os personagens, em termos étnicos e de gênero, chegará aos cinemas em 2016 e 2017, com os lançamentos dos filmes da Capitã Marvel e do Pantera Negra – o primeiro super-herói negro dos quadrinhos, criado em 1966.

>> A guerra dos super-heróis

Parte dessas mudanças é atribuída a pressões internas. “As grandes editoras sempre tiveram problemas com questões de representação – de gênero ou raça”, diz Matthew Smith, professor de estudos de mídia da Universidade Wittenberg e autor do livro O Poder dos quadrinhos: histórias, formas e cultura. “Isso acontecia por que as editoras eram controladas por homens brancos e heterossexuais, que pensavam escrever somente para adolescentes homens, brancos e heterossexuais”. Desde 1939, o quadro de funcionários da Marvel mudou. Há, agora, maior diversidade étnica e maior número de mulheres entre os autores e editores. Com eles, mudou a forma de narrar histórias.

>> GamerGate e a guerra contra mulheres nos videogames

Entre os roteiristas da Marvel, Kelly Sue DeConnick chama atenção pela baixa estatura, pelos vivos cabelos vermelhos e pela disposição a, segunda ela própria, “deixar as pessoas desconfortáveis para que minha filha não precise fazer o mesmo”. Desde 2012, Kelly Sue escreve as histórias da Capitã Marvel. Tornou Carol Danvers, uma personagem clássica, em símbolo feminista. Carol surgiu em 1969, na revista do Capitão Marvel original. Uma oficial de segurança da Nasa, Carol surpreendeu o capitão pela beleza. Mesmo depois de tornar-se uma heroína poderosa,com o nome de Miss Marvel, Carol continuou a ser conhecida pelas curvas. Lutava contra o crime em trajes diminutos. Kelly Sue mudou a trajetória da personagem.

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Carol Danvers em dois momentos: como Miss Marvel e, a partir de 2012, como Capitã Marvel, nas histórias escritas por Kelly Sue. O apelo sexual exagerado sumiu, as roupas mudaram e as tramas ficaram mais complexas (Foto: Divulgação/ Marvel)

Em 2012, Carol assumiu o posto de Capitã Marvel, substituindo o ex-namorado morto. Com a transformação, Kelly Sue aproveitou para mudar o uniforme da heroína: em lugar do maiô pouco prático, a personagem passou a usar macacão de aviadora. As histórias cresceram em complexidade. Nas páginas da sua própria revista, a Capitã Marvel já chegou a dizer – e provar – que é mais poderosa que o Capitão América. Os fãs foram ao delírio – na internet, criaram grupos que celebram a personagem, os Carol Corps. O quadrinho virou sucesso de vendas. Era o que a editora pretendia.

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O X-Man Jean Paul Beaubier, o Estrela Polar (à esquerda, de joelhos). Ele foi o primeiro herói assumidamente gay. As histórias dos X-Men foram  associadas, ao longo dos anos, à luta pelos direitos dos homossexuais  (Foto:Divulgação/ Marvel)

Desde os anos 1960, a Marvel estabeleceu tradição em se arriscar para conquistar mercados. Ao longo dos anos, isso significou tratar de temas com relevância social – como preconceito racial, homofobia e sexismo – na esperança de conquistar o apreço do público. “A Marvel fez jogadas menos seguras que seus competidores desde o começo”, diz Sean Howe, autor de Marvel, a história secreta. “Já em Marvel nº1, os protagonistas – Tocha Humana e Namor, o príncipe submarino – aterrorizavam os cidadãos comuns. Depois disso, no começo dos anos 1960, Stan Lee e Jack Kirby se especializaram em contar as aventuras dos azarões”.

>> Marvel confirma casamento homossexual em X-men

Em lugar do homem branco, forte e moralmente irrepreensível – ainda que vindo de outro planeta – os heróis da Marvel eram garotos magrelos, famílias briguentas e jovens excluídos. Na primeira história de O Quarteto Fantástico, em 1961, os heróis brigam entre si o tempo todo. O Homem-Aranha não passava de um garoto pobre e órfão e Os X-Men eram temidos, odiados e frequentemente associados à causa gay. Esse histórico deu à empresa disposição para criar personagens pouco convencionais e que, frequentemente, incorporavam questões sociais em voga na época de sua criação.

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O Pantera Negra, o primeiro super-herói negro a aparecer nas revistas de uma grande editora. Rei de uma poderosa nação africana, ele ganhará filme próprio em 2017 (Foto: Divulgação/ Marvel)

“Onde quer que se vejam leituras a se suprir, para os leitores da ‘geração de agora’, a Marvel vai empreender esforços para dominar essa tendência e atender a essa demanda”, dizia um memorando do departamento de Marketing  da Marvel, que circulou pelos corredores da empresa em início dos anos 1970, reproduzido no livro de Howe. Foi essa a ambição por trás da criação de Luke Cage-herói de aluguel. Criado em 1972, Cage foi o primeiro herói negro a ter título próprio na história dos quadrinhos americanos. “A criação da revista foi uma tentativa da Marvel de fazer sucesso na esteira do filme Shaft”, diz Howe. Shaft, de 1971, conta a história de um detetive negro que combate a máfia italiana no Harlem. Faz parte do movimento blaxploitation, que pretendia levar às telas americanas filmes dirigidos e protagonizados por negros. Antes disso, em 1966, a editora criara o Pantera Negra, o primeiro herói negro a surgir em um quadrinho de grande circulação. Rei de Wakanda, um rico país africano dono de avançada tecnologia, o Pantera Negra apareceu nos gibis três meses antes do surgimento do Partido dos Panteras Negras, que lutava pelos direitos civis dos afroamericanos. A semelhança do nome foi mera coincidência.

Lidas agora, essas primeiras histórias podem soar inadequadas ou mesmo panfletárias. Com exceção do Pantera Negra, os personagens negros eram associados a um passado de pobreza e violência. Estereótipos também eram usados ao retratar personagens femininas. Na década de 1970, os roteiristas à frente da Ms. Marvel, por exemplo, introduziam na história questões sobre beleza e trabalho. Carol trabalhava em uma revista feminina. Era preciso deixar claro que uma heroína, por ser mulher, vivenciava experiências diferentes das vividas por um homem: “É difícil escrever sobre as experiências dos outros quando você nunca vivenciou nada semelhante”, diz Smith, da Universidade Wittenberg. “Acho que havia muitos homens brancos de classe média tentando entender o que significava crescer nos EUA sendo negro. Eles não sabiam muito sobre isso, não mais do que aquilo que viam no noticiário ou que eram capazes de descobrir através do contato com seus poucos amigos negros. Mesmo assim, acho que é preciso dar-lhes crédito por, ao menos, tentar”.

Agora ao 75 anos, a Marvel tem a vantagem de contar com autores para quem essas experiências não se resumem ao telejornal. Isso se reflete nas histórias. O novo Homem-Aranha, Miles Morales, é um garoto negro de ascendência latina. Nasceu em uma família pobre mas feliz. Kamala Khan, muçulmana, é só uma adolescente normal. A afirmação de sua religião não é ponto central da história. Hoje, Kelly Sue costuma dizer que mal pensa na Capitã Marvel como mulher ao escrever. Ao ser escritas por uma roteirista, as histórias da personagem ganharam fluidez.

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O Homem-Aranha do universo Ultimate. Miles Morales é um adolescente negro de ascendência latina (Foto: Divulgação/ Marvel)

Isso não significa que não exista mais espaço para diversificação. Há novos autores escrevendo, mas a indústria ainda é dominada por homens. O historiador especializado em quadrinhos Tim Hanley analisa os números da indústria mensalmente, para saber quantas mulheres trabalharam nas revistas publicadas. No levantamento de setembro, o último divulgado, 548 homens participaram da criação dos quadrinhos da Marvel, contra 61 mulheres.

Além disso, por mais que seja animadora, essa onda progressista é vista com ressalvas. Muitos acreditam que essas mudanças não devem durar. “Às vezes, ler quadrinhos é como jogar um jogo de tabuleiro”, diz Smith. “Não importa o quanto você avance, acaba sempre voltando para o ponto de partida”. Leitores assíduos já se acostumaram a acompanhar mudanças, como a morte de um personagem, que duram dois ou três anos até ser revertidas. Tudo volta a ser como antes. Sucessos como Ms Marvel  – a revista da Kamala Khan – devem continuar. Mesmo que o título seja cancelado, a personagem ganhou fôlego o bastante para resistir, integrada a algum grupo de super-heróis. E, ainda que efêmeras, essas mudanças deixam marcas na cultura popular: “Os quadrinhos permitem que as empresas experimentem novidades, como colocar personagens homossexuais em papéis de destaque. Ou criar protagonistas femininas. E podem fazer isso porque o investimento inicial é pequeno”, diz Smith. “Os quadrinhos são um laboratório da cultura popular americana.”

Enquanto crescia, Sana Amanat, a editora da Ms Marvel, disse que não encontrava personagens parecidos com ela nos programas que assistia. Diferente de seus colegas – que podiam comer carne de porco e nadar usando biquínis – Sana precisou encontrar refúgio para o próprio desajuste na ficção. Encontrou o que precisava na série animada dos X-Men: “Havia uma mulher negra com cabelo branco que podia manipular o tempo; um homem peludo e azul; uma garota tímida que não podia tocar ninguém”, disse Sana. “Essas pessoas eu conseguia entender, porque eles também eram diferentes. E, mesmo assim, os X-Men aceitavam quem eles eram, e defendiam essa identidade”. Os X-Men, heróis perseguidos pelo preconceito, diziam a ela que estava tudo bem em ser diferente.

Quando começou a trabalhar com quadrinhos, Sana achou muito natural a ideia de criar um personagem que fizesse o mesmo. Um personagem com o qual garotas como ela poderiam se identificar: “Todos nós queremos ser heróis”, diz Sana. “E não seria incrível se os heróis se parecessem conosco?”

– Sílvio Luiz e Flávio Prado: os Bastidores que destoam e alegram o Futebol!

Morri de rir ao assistir uma entrevista (até certo ponto antiga) da dupla Sílvio Luiz e Flávio Prado no “Papo com Benja” (Benjamim Back). Eles contam detalhes incríveis sobre os bastidores do mítico “Clube dos Esportistas”!

Vale a pena conferir, são dois vídeos hilários!

Abaixo:

Sobre o Clube dos Esportistas, olha só que farra (imperdível, assista inteiro):

– #SomosTodosValentina! Denuncie o Primeiro Assédio.

Valentina, uma inocente garota de 12 anos que participou do programa Masterchef Júnior da TV Bandeirantes, sofreu ataques de pedofilia pelo Twitter.

Imaginem a menina esperar repercussão positiva e a vaidade de aparecer na TV, e sofrer com esses tarados, bandidos, safados?

Imaginem ainda o PAI e a MÃE dessa coitada, ao lerem os textos desses criminosos?

Pergunta básica: esses malandros já estão na cadeia?

Não, infelizmente…

Diante disso, surgiu a campanha: DENUNCIE O PRIMEIRO ASSÉDIO!

Isso não pode passar em branco.

#SomosTodosValentina! #PrimeiroAssédio

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– Hoje tem Futebol Esporte Show. Prestigie!

E hoje tem ‪#‎FutebolEsporteShow‬ !
Com ‪#‎MarcelCapretz‬‪#‎AndressaPavani‬ e ‪#‎RafaelPorcari‬
Aqui, no #‎SBT‬ – ‪#‎Vtv‬ e ‪#‎TvSorocaba‬
Tudo sobre o ‪#Brasileirão‬ e os times da região. 
Prestigie!

Campinas e Região: 13h00
Baixada Santista: 13h00
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– Back to The Future? Mc Fly voltou agora?

De acordo com o clássico “De Volta Para o Futuro 2“, Marty McFly sai da Hill Valley de 1985 e chega em 21 de Outubro de 2015 às 11h28 de Brasília (portanto, agora).

Mas e se fôssemos ao passado ou ao futuro? O que faríamos? Mudaríamos algo?

Hum…

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#BackToTheFuture #DeVoltaParaOFuturo

– Saudades de você, Fórmula 1…

A cada GP de F1, fico mais saudosista. Afinal, o prazer era torcer para vitórias brazucas: Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna…

Hoje, na prova da Rússia, ver o Felipe Massa se classificar em 15O é dose. Ver Felipe Nasr suar para o 12o idem.

O que aconteceu com o Automobilismo brasileiro?

Sei que Fórmula 1 não é esporte, mas negócio. Porém acho que nunca mais teremos aquela época de ouro romântica de grandes disputas com Senna, Piquet, Mansell e tantos outros.

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– Falha Nossa… O faraó tinha Extintor?

Mesmo com todos os milhões gastos numa superprodução, muitas vezes um detalhe pode tornar a filmagem constrangedora.

E não é que vazou um extintor de incêndio na Novela “Os 10 Mandamentos”?

As pirâmides deveriam receber auto de vistoria dos bombeiros?

Que mico! Acontece…

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– Obrigado, Disney! Confirmado “Os Incríveis 2”!!!

Para quem gosta dos desenhos de heróis, uma ótima notícia: a Disney confirmou que, após 15 anos, teremos a sequência de “Os Incríveis”!

Abaixo, de Época.Com:

Os incríveis 2 ganha data de estreia

Nas Ninices de hoje: Disney divulga o lançamento de filmes da Marvel e da Pixar

NINA FINCO
08/10/2015 – 17h52 – Atualizado 08/10/2015 17h52

No menu de animação computadorizada da Pixar, temos Os incríveis 2 e Carros 3 (PQ, GENTE? JÁ DEU) e Toy Story 4.

O filme dos super-heróis da família Pêra chegará aos cinemas em 21 de junho de 2019. Sim, uma das sequências mais aguardadas da Disney levará 15 anos para ter uma continuação (antes tarde do que nunca!). 

Toy Story 4 (sério, ainda tem mais lágrima pra arrancar do público? Alguém me traga um lenço!) teve a data de lançamento alterada de 16 de junho de 2017 para 15 de junho de 2018. Para não quebrar a regra de lançar um filme por ano, Carros 3 ocupará a lacuna deixada pela história dos brinquedos (não que alguém se importe).

A animação de 2017 finalmente foi revelada: Coco, uma história sobre o Dia dos Mortos da cultura mexicana. Essa é única verdadeira “estreia”, entre tantos anúncios de sequências – vamos dar uma melhorada na criatividade, Pixar?

Entre 22 de dezembro de 2017 a 25 de novembro de 2020, a Disney lançará quatro contos de fada live action: um filme Disneytoon Studios (braço da empresa que foca em filmes que chegam direto em vídeo), dois da Pixar e uma nova animação Disney. Ainda não se sabe o nome, nem o teor das histórias. Para 9 março de 2018, os estúdios Disney lançarão Gigantic, uma animação baseada na história de João e o pé de feijão.

No cardápio de HQs adaptadas, teremos um novo filme do Homem-Formiga (parabéns, Paul Rudd!). O herói estará acompanhado da personagem Hope Van Dyne, a super-heroína Vespa, em Ant-Man and the Wasp (título em inglês). O longa-metragem, que estreia no dia 6 de julho de 2018, será o primeiro filme da Marvel com o nome de uma heroína no título (apesar de ser dividido com um homem).

Com a introdução deste filme no calendário do estúdio, outros filmes tiveram que mudar suas datas de estreia: Pantera negra foi antecipado para 16 de fevereiro de 2018 e Capitã Marvel foi adiado para o dia 8 de março de 2019 (ou seja, o primeiro filme protagonizado TOTALMENTE por uma mulher chega aos cinemas no Dia da Mulher).

Por fim, o estúdio anunciou que vai lançar mais três filmes em 2020, um em maio, outro em julho e o último em novembro. Não foram divulgados quais heróis protagonizarão as produções.

Preparem as carteiras e o estoque de pipocas!

Homer comendo pipoca (Foto: http://giphy.com/gifs/the-simpsons-homer-simpson-popcorn-gx656616VR5ew)
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– Dez Mandamentos, Cúmplices de um Resgate ou Seleção Brasileira?

Com a antipatia que a Seleção vem demonstrando (dentro e fora de campo), fazendo questão de mostrar que é um produto de interesse da entidade privada CBF, não tenho dúvida: quinta-feira, 20h30, ao invés de futebol, vou de novelinha Infantil do SBT “Cúmplices de um Resgate”. Mas há quem prefira “Os 10 mandamentos” da Record.

Minha filha curte o folhetim musical da emissora do Sílvio Santos e eu também. Muito mais alegre do que o futebol do escrete de Dunga cujo dono é Marco Polo Del Nero…

Aliás, no site da CBF está que o jogo será em 08 de setembro. Mudou a data para o mês passado?

Que fase…

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– Instagram vicia! Mas é muito legal…

Sempre tive medo de fotos. De tirar fotografias e de ser fotografado. Por não saber “sacar” a máquina, nem sair bem nas tiradas.

Mas (já escrevi sobre isso), confesso: o tal do Instagram faz a gente mudar de idéia.

Como gosto de jardinagem, na brincadeira, tirei uma foto das flores de casa na manhã que surgia. E, sem querer, ficaram perfeitas!

Fala sério: Deus não é um grande artista? Como tais rosas podem ser ainda mais bonitas iluminadas pelos raios do sol?

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– Futebol Esporte Show: prestigie!

E hoje tem: Futebol Esporte Show, pela VTV / TV Sorocaba, transmitindo o que há de melhor na programação esportiva do SBT para toda a Região de Campinas, Itu/ Sorocaba/ Jundiaí e Baixada Santista.

Tudo sobre a série A2 e A1 do Paulistão, os times da região, futebol nacional e internacional.

Contamos com sua audiência – Com Marcel Capretz, Andressa Pavani e Rafael Porcari

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– O Filão que a Disney descobriu!

E parece que uma verdadeira mina de ouro foi descoberta: os filmes de princesas, que de desenhos se tornam carne e osso!

Cinderella é um sucesso; e a Disney já anunciou: os próximos serão “A Bela e a Fera” e “Mulan”.

Se imaginarmos as possibilidades que a empresa tem com tantos personagens que animam as crianças, o lucro previsto será espetacular! Histórias de sucesso que povoam o imaginário dos adultos e seus filhos. Totalmente atemporais!
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– Ufa! E vamos até o Reino Encantado!

Depois de muito trabalho neste domingo, chega de serviço. É hora de levar a família para assistir Cinderela!!!

Êba… A filhota vai adorar!!!

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– Disney confirma Frozen 2!

Dia 2 de Abril a Disney lança o filme Cinderela – em carne e osso! Provavelmente, será um super-sucesso. Precedendo a produção, terá o curta metragem Frozen, aperitivo para… Frozen 2!

Para a alegria da criançada, a Disney confirmou que produzirá outro longa metragem do filme. Desde já minha filhota (e tantas outras meninas) já aguardam ansiosamente a estréia.

A Disney é incrível. Quando quer, seus filmes se tornam imortais!

Abaixo, o cartaz de Frozen Fever, o curta (Febre Congelante):
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– Inezita Barroso e os Acidentes Domésticos

Inezita Barroso, ícone da música caipira e precursora das mulheres no meio artístico, faleceu neste domingo (curiosamente, no Dia Internacional das Mulheres).

Mesmo sendo paulistana, representou muito bem a cultura caipira. Ela tinha 90 anos e foi internada após um acidente doméstico.

Isso chama muito a atenção: quantos idosos são vítimas de bobos acidentes dentro de casa e acabam sofrendo complicações maiores!

Enfim: que descanse em paz, sabendo que sucessos da moda de viola como “Lampião de Gás” e “Marvada Pinga” se eternizarão na história da música brasileira.

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– Sílvio Santos e a Netflix: um interessante estudo de caso!

Nesta última semana, Sílvio Santos disse que não assistia televisão, só a Netflix! E isso trouxe inúmeras observações curiosas do mercado.

Compartilho, extraído de: http://exame2.com.br/mobile/rede-de-blogs/branding-consumo-negocios/2015/03/03/a-aula-que-silvio-santos-deu-a-netflix/

A AULA QUE SILVIO SANTOS DEU À NETFLIX

Por Marcos Bedendo

Silvio Santos não tem conta pessoal no Facebook, Twitter e LinkedIn. Silvio Santos não deve usar todos os “features” do seu smartphone. Silvio Santos provavelmente não sabe quem é “hype” na blogosfera. Mas ele continua na vanguarda da comunicação.

Silvio Santos tem e representa tudo aquilo que se faz necessário na comunicação contemporânea. Como gestor da própria marca, ele continua sendo fiel aos seus princípios, e comprometido com os seus valores. Ele é consistente na maneira que se comunica e presente no dia a dia do seu público-alvo. Ele é diferenciado, pois não há ninguém remotamente parecido com o Silvio Santos.

A maneira como ele estabelece diálogo com os seus consumidores é única. Ao falar com os convidados de seu auditório ele os trata como pessoas, “colegas de trabalho”, na célebre expressão cunhada por ele. E a dona de casa (como ele as trata) em suas casas se sentem representadas e valorizadas por aquela mulher que conversa com ele no auditório.

As “escorregadas” que viram motivo de piada em alguns círculos nada mais são do que a sua autenticidade vindo à tona, que não diminui o seu prestígio e a sua relevância para seus consumidores. Silvio Santos é um exemplo de construção de marca, e o grande comunicador do Brasil.

Depois das redes sociais e outras ferramentas permitirem um dialogo mais direto e espontâneo com o consumidor, todas as marcas querem ser um pouco mais Silvio Santos. Quando elogiamos aquela troca de mensagens bem-humorada via twitter entre empresa e consumidor, elas estão apenas dialogando de maneira humana, como o Silvio Santos faz há tantos anos com suas colegas de trabalho.

Um olhar mais aprofundado sobre esta última polemica de Silvio Santos anunciando a Netflix mostra o quanto sua espontaneidade é latente, e a Netflix, apesar de ter participado de maneira exemplar deste dialogo, ainda viu a ação como uma forma de assessoria de imprensa. Vamos aos detalhes da aula de Silvio Santos.

Silvio falou que não assistia televisão quando estava em casa, mas assistia ao Netflix. Ele deu o preço do serviço, e também falou de um dos programas do qual gostava – a minissérie “A Bíblia”. Foi tão espontâneo que uma ação de merchandising paga não teria o mesmo efeito. Ele genuinamente estava recomendando o conteúdo, como um amigo faz com o outro.

A repercussão aconteceu, e foi rapidamente respondida pelo Twitter da Netflix, que disse estar avaliando o pedido feito por Silvio para que ele ganhasse o mês de graça. Seria o básico.

Mas a empresa foi além. Provavelmente avisado da importância do figura do Silvio Santos no Brasil, o próprio CEO da Netflix, Reed Hasting, resolveu fazer um vídeo direcionado ao Silvio, oferecendo não apenas o mês grátis, mas uma assinatura vitalícia. A resposta foi certeira, adequada e também pessoal. Quase como do dono da padaria para o seu cliente: entendeu a necessidade e dialogou. Perfeito até aí.

Mas infelizmente Hastings não conseguiu se segurar e acabou fazendo uma divulgação do “House of Cards”, série que estava estreando a terceira temporada naquele dia. Com isso, a quase “conversa entre amigos” acabou se tornando uma ação de assessoria de imprensa. Simpática e adequada, mas pouco pessoal. Afinal, o dono da padaria sabe o gosto do cliente, e me parece que oferecer “House of Cards” para quem assiste “A Bíblia” é similar ao dono da padaria oferecer um bolo de chocolate como cortesia à cliente de regime.

Mas isso não tira o brilhantismo da aula que Silvio Santos deu a todas as empresas “moderninhas”, e nem o rápido e certeiro aprendizado do aluno Netflix, que conseguiu dialogar com quase a mesma simpatia e desenvoltura do professor.
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– Quando um detalhe ofusca um trabalho

Compartilho ótimo artigo do Professor José Renato Sátiro Santiago, em seu “Boletim do Conhecimento”, a respeito de uma interessante analogia entre o mundo da TV e o mundo das Empresas.

Sobre os elogios à beleza da atriz Paolla Oliveira numa série da Globo, onde o detalhe do bonito corpo da moça ofuscou uma brilhante atuação: nas empresas, quantas vezes um detalhe ofusca um grande trabalho?

Já aconteceu com você?

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/O_belo_atributo_de_Paola_e_suas_semelhancas_com_o_dia_a_dia

O BELO ATRIBUTO DE PAOLA E SUAS SEMELHANÇAS COM O DIA A DIA

Foram milhões em investimento.

Contou com a participação de profissionais de primeira linha.

Alguns até com reconhecimento mundial.

Segundo os críticos especializados foi inegável a qualidade de tudo que foi feito.

Seria possível comentar muitas outras questões sobre a minissérie “Felizes para Sempre?” que a Rede Globo de Televisão apresentou durante as últimas duas semanas.

No entanto, ao que parece, para o público em geral, um fato foi mais relevante que tudo isso, “a bunda da atriz Paola Oliveira”.

Antes de prosseguir no tema, já antecipo que realmente é digno de elogio o atributo da jovem atriz.

Mas… “apenas” de elogio.

Certamente é desolador para todos os profissionais envolvidos que isso tenha acontecido.

Até mesmo para a própria atriz que acabou tendo o seu desempenho se resumido a uma “bunda”.

Ao ler entrevista com o diretor da minissérie, Fernando Meireles, a princípio, ele também destacou o seu incomodo quanto ao acontecido.

Mais, afirmou que se imaginasse a repercussão de determinada cena que evidenciou o citado atributo de Paola, teria eliminado da edição.

Não o conheço para ter a certeza se isso aconteceria.

Tão pouco duvido que a “bunda” tenha sido apresentada desta forma justamente para ganhar todo este destaque.

Seja o que for, enfatizo a decepção que deve estar presente junto aos profissionais que desempenharam seu papeis e que precisarão colocar nos seus currículos que atuaram na minissérie da “bunda”, sob o risco de ninguém sequer lembrar o nome da mesma (caso tenha esquecida, o nome foi citado no começo do texto).

No entanto, por mais paradoxal que possa parecer, situações similares a esta ocorrem em nosso dia a dia corporativo e pessoal também.

De repente, algo totalmente acessório, com todo o respeito a “bunda” de Paola, torna-se o principal.

A verdade é que os detalhes podem fazer totalmente a diferença e se tornarem a principal questão a ser considerada.

Sabendo disso, da próxima que assistirmos a uma nova minissérie, certamente outra “bunda” poderá ganhar destaque e será alçada de coadjuvante para protagonista.

Assim como sempre acontece em nosso dia a dia e quaiquer projetos dos quais fazemos parte.

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– O Melhor da Festa da Uva 2015 de Jundiaí

Sem puxar a sardinha para nosso lado, mas… além das deliciosas uvas e dos ótimos shows e eventos da Festa da Uva de Jundiaí, um dos destaques será a dupla de sertanejo universitário Sérgio Luiz & Felipe.

Não é porque são nossos primos, mas a altíssima qualidade da banda torna obrigatório o prestígio à apresentação deles.

Que tal? Domingo próximo, dia 25, às 16h30.

Abaixo a programação:
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– Voltaremos ao passado nas salas de cinema em 2015?

Voltamos no tempo?

    • “O Exterminador do Futuro” voltará as telas nesse ano. E com o septuagenário Arnold Schwarzenegger!
    • Mad Max” voltará no melhor estilo revival.
    • Guerra nas Estrelas” também estará na telona.
    • Jurassic Park” estreará como se funcionasse o Parque do filme 1.
    • James Bond” voltará com um novo-velho vilão. Seria o satânico “Dr No” contra 007?

Estamos mesmo no meio da década de 10 do século XXI?

Estou na dúvida…

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– Novos e Antigos heróis da Marvel

Confesso: Adoro quadrinhos e aventuras de super-heróis. Sou fã do Superman! Mas, claro, curto os demais.

E não é que a Marvel prepara um pacotão de novos heróis e deseja destacar alguns esquecidos?

O Capitão América envelhecerá e será substituído; Thor será indigno do Martelo de Odin e uma mulher será a nova deusa do Trovão; e o Homem Aranha verá sua namorada se transformar em Mulher Aranha – e, acreditem, ele próprio será substituído por um garoto pobre, negro e latino.

Surpreendam-se! Extraído da Epoca.com:

Aos 75 anos, a Marvel quer contar a história dos desajustados em quadrinhos

A editora de quadrinhos de sucessos como o Homem-Aranha e os X-Men ganhou fama ao criar heróis pouco convencionais e abordar questões sociais relevantes, como preconceito racial e homofobia. Em 2014, ao completar 75 anos, abriu espaço para personagens femininas e aumentou a diversidade étnica de suas revistas

RAFAEL CISCATI
05/12/2014 16h21
Editora Globo (Foto: Editora Globo)
Kamala Khan, a heroína muçulmana filha de paquistaneses. Aos 75 anos, a Marvel abre espaço para personagens femininas e diversidade étnica (Foto: Divulgação/Marvel)
Sana Amanat estava no ginásio quando dois aviões se chocaram contra as Torres Gêmeas, em 2001. Sana nasceu nos EUA em uma família muçulmana, e foi criada em um subúrbio de Jersey City, cidade vizinha à Nova York. No dia seguinte aos atentados, foi abordada por um colega de escola com quem nunca conversara: “Fale para o seu povo parar de nos atacar”. Confusa, não soube como responder à provocação: “Nos atacar? Eu pensei que eu também fosse um dos ‘nós’”, disse, enquanto narrava o incidente durante uma palestra do TEDx no início deste ano. A família de Sana veio do leste asiático. Mesmo nascida nos EUA, a menina sentia que não se encaixava perfeitamente. De repente, Sana era uma intrusa e sua cultura era sinônimo de terrorismo. Mais de uma década se passou desde então. Hoje, Sana trabalha na Marvel, uma das maiores editoras de quadrinhos em todo o mundo. Lá, ajudou a editar títulos importantes, como Wolverine e Homem-Aranha. No início de 2014, Sana tornou-se a responsável por um dos maiores sucessos recentes da Marvel, ao colocar nas páginas de uma revista as histórias de uma intrusa como ela.

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>> E se os super-heróis fossem desenhados como as super-heroínas?

>> José Luis García-López: o artista que popularizou o Super-Homem

Sana e a escritora G. Willow Wilson criaram Kamala Khan, uma garota de 16 anos que, sem aviso, adquire superpoderes e decide usá-los para proteger a vizinhança onde mora. Nada muito diferente de outros heróis – o Homem-Aranha surgiu com uma história parecida. A diferença é que Kamala é muçulmana. Filha de paquistaneses emigrados para os Estados Unidos, a menina encontra dificuldade para conciliar as expectativas e a cultura da família aos hábitos e expectativas da sociedade ocidental em que nasceu. Antes de ganhar superpodres, passa a maior parte do tempo on-line, escrevendo fanfictions – histórias fictícias criadas por fãs – da Capitã Marvel, sua heroína favorita e uma das personagens mais antigas da Marvel. Inspirada pela Capitã, Kamala veste um uniforme e assume o nome de Miss Marvel. Quando Ms. Marvel  nº1 chegou às bancas, em fevereiro, o sucesso de vendas foi imediato. O título inaugurou uma sequência de lançamentos que, ao longo do ano, mudaram a cara de diversos heróis, dando lugar de destaque a personagens femininos e de diferentes etnias. Acostumada a tratar de questões sociais nas páginas dos quadrinhos, a Marvel ficou ainda mais progressista.

Kamala Khan, segunda da esquerda para a direita, com o irmão, o pai Yusufi, a mãe Misha e o amigo Bruno (Foto: AP)  (Foto: AP)
Kamala Khan, segunda da esquerda para a direita, com o irmão, o pai Yusufi, a mãe Misha e o amigo Bruno (Foto: AP) (Foto: AP)

2014 foi um ano importante para a Marvel. Nascida como Timely Comics em 1939, a editora completou 75 anos em novembro. Marcou a data com modificações em alguns de seus principais títulos. Desde o mês passado, o Capitão América é negro. Quando Steve Rogers, o Capitão América original, começa a envelhecer aceleradamente, seu parceiro, Sam Wilson, assume sua identidade e legado. Alguns fãs ficaram contrariados com a mudança mas, de maneira geral, ela foi bem recebida: “Eu recebi uma foto de uma sala de aula com vários alunos negros”, disse Rick Remender, o autor da série, à CNN. “As crianças pulavam, com a imagem do Sam logo atrás delas. Isso é relevante culturalmente”. Thor também mudou. Considerado indigno, o filho de Odin perdeu o martelo. Seu lugar foi ocupado por uma mulher.

>> Nova heroína da Marvel será uma adolescente muçulmana

Hoje, as personagens femininas têm nove títulos dedicados a elas – o maior número em 75 anos. Lançamentos para 2015 já foram programados, como uma série estrelada por Gwen Stacy, a namorada de Peter Parker, no papel de Mulher-Aranha. E a tendência a diversificar os personagens, em termos étnicos e de gênero, chegará aos cinemas em 2016 e 2017, com os lançamentos dos filmes da Capitã Marvel e do Pantera Negra – o primeiro super-herói negro dos quadrinhos, criado em 1966.

>> A guerra dos super-heróis

Parte dessas mudanças é atribuída a pressões internas. “As grandes editoras sempre tiveram problemas com questões de representação – de gênero ou raça”, diz Matthew Smith, professor de estudos de mídia da Universidade Wittenberg e autor do livro O Poder dos quadrinhos: histórias, formas e cultura. “Isso acontecia por que as editoras eram controladas por homens brancos e heterossexuais, que pensavam escrever somente para adolescentes homens, brancos e heterossexuais”. Desde 1939, o quadro de funcionários da Marvel mudou. Há, agora, maior diversidade étnica e maior número de mulheres entre os autores e editores. Com eles, mudou a forma de narrar histórias.

>> GamerGate e a guerra contra mulheres nos videogames

Entre os roteiristas da Marvel, Kelly Sue DeConnick chama atenção pela baixa estatura, pelos vivos cabelos vermelhos e pela disposição a, segunda ela própria, “deixar as pessoas desconfortáveis para que minha filha não precise fazer o mesmo”. Desde 2012, Kelly Sue escreve as histórias da Capitã Marvel. Tornou Carol Danvers, uma personagem clássica, em símbolo feminista. Carol surgiu em 1969, na revista do Capitão Marvel original. Uma oficial de segurança da Nasa, Carol surpreendeu o capitão pela beleza. Mesmo depois de tornar-se uma heroína poderosa,com o nome de Miss Marvel, Carol continuou a ser conhecida pelas curvas. Lutava contra o crime em trajes diminutos. Kelly Sue mudou a trajetória da personagem.

Editora Globo (Foto: Editora Globo)
Carol Danvers em dois momentos: como Miss Marvel e, a partir de 2012, como Capitã Marvel, nas histórias escritas por Kelly Sue. O apelo sexual exagerado sumiu, as roupas mudaram e as tramas ficaram mais complexas (Foto: Divulgação/ Marvel)

Em 2012, Carol assumiu o posto de Capitã Marvel, substituindo o ex-namorado morto. Com a transformação, Kelly Sue aproveitou para mudar o uniforme da heroína: em lugar do maiô pouco prático, a personagem passou a usar macacão de aviadora. As histórias cresceram em complexidade. Nas páginas da sua própria revista, a Capitã Marvel já chegou a dizer – e provar – que é mais poderosa que o Capitão América. Os fãs foram ao delírio – na internet, criaram grupos que celebram a personagem, os Carol Corps. O quadrinho virou sucesso de vendas. Era o que a editora pretendia.

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O X-Man Jean Paul Beaubier, o Estrela Polar (à esquerda, de joelhos). Ele foi o primeiro herói assumidamente gay. As histórias dos X-Men foram  associadas, ao longo dos anos, à luta pelos direitos dos homossexuais  (Foto:Divulgação/ Marvel)

Desde os anos 1960, a Marvel estabeleceu tradição em se arriscar para conquistar mercados. Ao longo dos anos, isso significou tratar de temas com relevância social – como preconceito racial, homofobia e sexismo – na esperança de conquistar o apreço do público. “A Marvel fez jogadas menos seguras que seus competidores desde o começo”, diz Sean Howe, autor de Marvel, a história secreta. “Já em Marvel nº1, os protagonistas – Tocha Humana e Namor, o príncipe submarino – aterrorizavam os cidadãos comuns. Depois disso, no começo dos anos 1960, Stan Lee e Jack Kirby se especializaram em contar as aventuras dos azarões”.

>> Marvel confirma casamento homossexual em X-men

Em lugar do homem branco, forte e moralmente irrepreensível – ainda que vindo de outro planeta – os heróis da Marvel eram garotos magrelos, famílias briguentas e jovens excluídos. Na primeira história de O Quarteto Fantástico, em 1961, os heróis brigam entre si o tempo todo. O Homem-Aranha não passava de um garoto pobre e órfão e Os X-Men eram temidos, odiados e frequentemente associados à causa gay. Esse histórico deu à empresa disposição para criar personagens pouco convencionais e que, frequentemente, incorporavam questões sociais em voga na época de sua criação.

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O Pantera Negra, o primeiro super-herói negro a aparecer nas revistas de uma grande editora. Rei de uma poderosa nação africana, ele ganhará filme próprio em 2017 (Foto: Divulgação/ Marvel)

“Onde quer que se vejam leituras a se suprir, para os leitores da ‘geração de agora’, a Marvel vai empreender esforços para dominar essa tendência e atender a essa demanda”, dizia um memorando do departamento de Marketing  da Marvel, que circulou pelos corredores da empresa em início dos anos 1970, reproduzido no livro de Howe. Foi essa a ambição por trás da criação de Luke Cage-herói de aluguel. Criado em 1972, Cage foi o primeiro herói negro a ter título próprio na história dos quadrinhos americanos. “A criação da revista foi uma tentativa da Marvel de fazer sucesso na esteira do filme Shaft”, diz Howe. Shaft, de 1971, conta a história de um detetive negro que combate a máfia italiana no Harlem. Faz parte do movimento blaxploitation, que pretendia levar às telas americanas filmes dirigidos e protagonizados por negros. Antes disso, em 1966, a editora criara o Pantera Negra, o primeiro herói negro a surgir em um quadrinho de grande circulação. Rei de Wakanda, um rico país africano dono de avançada tecnologia, o Pantera Negra apareceu nos gibis três meses antes do surgimento do Partido dos Panteras Negras, que lutava pelos direitos civis dos afroamericanos. A semelhança do nome foi mera coincidência.

Lidas agora, essas primeiras histórias podem soar inadequadas ou mesmo panfletárias. Com exceção do Pantera Negra, os personagens negros eram associados a um passado de pobreza e violência. Estereótipos também eram usados ao retratar personagens femininas. Na década de 1970, os roteiristas à frente da Ms. Marvel, por exemplo, introduziam na história questões sobre beleza e trabalho. Carol trabalhava em uma revista feminina. Era preciso deixar claro que uma heroína, por ser mulher, vivenciava experiências diferentes das vividas por um homem: “É difícil escrever sobre as experiências dos outros quando você nunca vivenciou nada semelhante”, diz Smith, da Universidade Wittenberg. “Acho que havia muitos homens brancos de classe média tentando entender o que significava crescer nos EUA sendo negro. Eles não sabiam muito sobre isso, não mais do que aquilo que viam no noticiário ou que eram capazes de descobrir através do contato com seus poucos amigos negros. Mesmo assim, acho que é preciso dar-lhes crédito por, ao menos, tentar”.

Agora ao 75 anos, a Marvel tem a vantagem de contar com autores para quem essas experiências não se resumem ao telejornal. Isso se reflete nas histórias. O novo Homem-Aranha, Miles Morales, é um garoto negro de ascendência latina. Nasceu em uma família pobre mas feliz. Kamala Khan, muçulmana, é só uma adolescente normal. A afirmação de sua religião não é ponto central da história. Hoje, Kelly Sue costuma dizer que mal pensa na Capitã Marvel como mulher ao escrever. Ao ser escritas por uma roteirista, as histórias da personagem ganharam fluidez.

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O Homem-Aranha do universo Ultimate. Miles Morales é um adolescente negro de ascendência latina (Foto: Divulgação/ Marvel)

Isso não significa que não exista mais espaço para diversificação. Há novos autores escrevendo, mas a indústria ainda é dominada por homens. O historiador especializado em quadrinhos Tim Hanley analisa os números da indústria mensalmente, para saber quantas mulheres trabalharam nas revistas publicadas. No levantamento de setembro, o último divulgado, 548 homens participaram da criação dos quadrinhos da Marvel, contra 61 mulheres.

Além disso, por mais que seja animadora, essa onda progressista é vista com ressalvas. Muitos acreditam que essas mudanças não devem durar. “Às vezes, ler quadrinhos é como jogar um jogo de tabuleiro”, diz Smith. “Não importa o quanto você avance, acaba sempre voltando para o ponto de partida”. Leitores assíduos já se acostumaram a acompanhar mudanças, como a morte de um personagem, que duram dois ou três anos até ser revertidas. Tudo volta a ser como antes. Sucessos como Ms Marvel  – a revista da Kamala Khan – devem continuar. Mesmo que o título seja cancelado, a personagem ganhou fôlego o bastante para resistir, integrada a algum grupo de super-heróis. E, ainda que efêmeras, essas mudanças deixam marcas na cultura popular: “Os quadrinhos permitem que as empresas experimentem novidades, como colocar personagens homossexuais em papéis de destaque. Ou criar protagonistas femininas. E podem fazer isso porque o investimento inicial é pequeno”, diz Smith. “Os quadrinhos são um laboratório da cultura popular americana.”

Enquanto crescia, Sana Amanat, a editora da Ms Marvel, disse que não encontrava personagens parecidos com ela nos programas que assistia. Diferente de seus colegas – que podiam comer carne de porco e nadar usando biquínis – Sana precisou encontrar refúgio para o próprio desajuste na ficção. Encontrou o que precisava na série animada dos X-Men: “Havia uma mulher negra com cabelo branco que podia manipular o tempo; um homem peludo e azul; uma garota tímida que não podia tocar ninguém”, disse Sana. “Essas pessoas eu conseguia entender, porque eles também eram diferentes. E, mesmo assim, os X-Men aceitavam quem eles eram, e defendiam essa identidade”. Os X-Men, heróis perseguidos pelo preconceito, diziam a ela que estava tudo bem em ser diferente.

Quando começou a trabalhar com quadrinhos, Sana achou muito natural a ideia de criar um personagem que fizesse o mesmo. Um personagem com o qual garotas como ela poderiam se identificar: “Todos nós queremos ser heróis”, diz Sana. “E não seria incrível se os heróis se parecessem conosco?”

– De Volta para o Futuro em Breve!

Quem assistiu “De volta para o futuro 2” no cinema (e o 1 e o 3 também), sabe que legal era aquela época de sonhos e expectativas dos anos 80. E, em especial, a visão que o filme tinha de como seria o futuro.

Hoje assisti por acaso o “2”, que se passa em 2015! Estamos envelhecendo, hein?

Segundo Spielberg, no ano que vem teríamos o tão desejado skate voador, tênis Nike que se autoamarraria, postos de gasolina que verificariam trens de pouso dos carros que não precisam de rodas, Pepsi Perfect em garrafas-copo e… uma Justiça que julgaria os casos em 2 horas! Ah, e não existiriam advogados!

Claro que é a visão de 30 anos sobre o ano que vem. Mas que é engraçada, ô se é! E qual a nossa visão daqui os próximos 30 + 1? Como será em 2045?

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– Disney e mais uma Princesa: Moana

A Disney realmente é insuperável. Depois do sucesso Frozen, mais uma princesa será lançada: Moana, uma princesinha filha de um rei polinésio, que fará uma viagem pelo Pacífico Sul para cumprir a missão dos seus ancestrais.

Alguém duvida de filas nas portas dos cinemas e uma enxurrada de brinquedos nas lojas?

Seria Moana uma Lillo (do Lillo & Sticht) adolescente?

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– Hora de curtir a criançada!

Ufa, após uma jornada cansativa de trabalho, nada melhor do que curtir o dia das crianças com a filhota.

Será que ela curtirá a Barbie do portal Secreto e o Unicórnio Rosa?

O que vale não é o brinquedo, mas o carinho!

Daqui a pouco veremos… Ótimo domingo a todos.

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– Universo de Maurício de Souza e suas Origens

Eu e minha filha adoramos “revistinhas”. Os gibis da Turma da Mônica fazem parte das viagens imaginárias que fazemos ao mundo dos quadrinhos. E eis uma postagem legal: Maurício de Sousa posa com sua filha Mônica (a inspiradora) e o coelhinho Amarelo, o que originou posteriormente o Sansão.

Aliás, recentemente foi publicada a história originária dele. Muito legal!

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– Heróis carrancudos por quê?

A Warner divulgou a primeira foto do Super-homem do novo filme: “Superman vs Batman”.

Ué, por quê todo herói, de uns tempos para cá, tem que ser sombrio e mal-encarado?

Preferia os do meu tempo de criança, com os POW, PAFT, CABUM daqueles desenhos antigos da dupla Batman e Robin, ou o Clark Kent dos anos 80.

Esses de hoje, esbanjam violência.

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– Descanse em Paz, Jair Rodrigues!

Que pena. Morreu hoje Jair RodriguesExtrovertido e simpático, já deixa saudades.

Ah se todos os artistas fossem solícitos como ele!

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– E se seu fosse seu filho (a) quem estivesse na fila?

Quer dizer que 150 jovens estão na fila do Citibank Hall à espera do show da cantora Demi Lovato, já faz um mês?

E o relento, a fome, o banho, as necessidades fisiológicas?

E a escola?

E o trabalho?

Pode-se ficar 30 dias numa fila de artista?

E os pais?

Caramba…

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– Dia da Mentira

E hoje é dia de contar lorota!

Eu não gosto de mentiras. Sempre ouvi que uma mentirinha é a mesma coisa que uma mentirona; portanto, ambas são mentiras. Também aprendi que “mentir vicia” e que o “Diabo é o pai da mentira”.

Tudo isso é correto. Mas é inegável que hoje é um dia divertido, de se brincar de mentir.

Já fez sua gozação a alguém? Tomara que de maneira saudável, sem bulinar ninguém, ok?

Extraído de: http://www.calendarr.com/brasil/dia-da-mentira/

DIA DA MENTIRA E DIA DOS BOBOS

O Dia da Mentira, também conhecido como Dia dos Bobos, é celebrado no dia 1º de abril e é uma data onde as pessoas contam mentiras e pregam peças em seus conhecidos por pura diversão.

Ele é comemorado por crianças e adultos, e existem brincadeiras que persistem por vários anos, alguns chegam a ser de humor negro, que são aquelas que ridicularizam e humilham as pessoas, mas em geral, são brincadeiras saudáveis.

Origem do Dia da Mentira

Há muitas explicações para o dia 1º de abril, uma delas diz que a brincadeira surgiu na França, pois no século XVI, o Ano Novo era comemorado dia 25 de março, as festas duravam uma semana e iam até dia 1º de abril.

No ano de 1564, o Rei Carlos IX adotou oficialmente o calendário gregoriano, passando o Ano Novo para o dia 1º de janeiro, porém muitos franceses resistiram a mudança e continuaram seguindo o calendário antigo. As pessoas começaram a fazer brincadeiras e ridicularizar essas pessoas, que eram conhecidos como bobos por seguirem algo que não era verdade.

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– Justin Bieber & Miley Cirus segundo o Padre Zezinho

Admiro pessoas sábias, e independente da religião de cada um, não dá para negar a sabedoria do estudioso, cantor, filósofo, professor e teólogo Padre Zezinho, SCJ.

Ele postou via Twitter suas impressões sobre as duas celebridades que tem chamado a atenção da mídia nos últimos dias pelas suas extravagâncias e atitudes não-exemplares e apelativas, ligadas a transgressão, rebeldia e uso de drogas:

O comportamento debochado de Miley Cirus e Justin Bieber mostra os riscos da fama numa cabeça imatura! Quem os promove tb tem culpa! (…) Miley e Justin saíram do barco da adolescência e ao baldear para o barco da juventude perderam o pé! Precisam de ajuda urgente.

E quantas pessoas mundo afora estão pulando para fora do barco da sensatez… Uma pena!

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– O Transformador do Zé Carioca

Puxa, dias atrás morreu Renato Canini, o desenhista do Zé Carioca. Sempre gostei do papagaio do jeito tradicional – não o da origem, de terno e charuto, mas o dos anos 70/80, com o Pedrão Feijoada, o urubu Nestor e o Afonsinho, com calça azul e camiseta branca, todo reformulado pelo Canini. Ah, e da Anacozeca (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca). Nos anos 90, o Zé mudou muito e ficou sem graça, com bermudas largas e boné virado de lado.

Que descanse em paz!

Ops: detalhe- Renato Canini NUNCA FOI AO RIO DE JANEIRO

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– Disney: E um parque no Brasil?

Parques da Disney espalhado pelos EUA todo. Outros em Paris, Pequim…

Será que não teríamos algum no Brasil, em breve? Aqui, o único realmente gabaritado é o Beto Carreiro, que respeitosamente não dá para comparar com o Hopi Hari. São mercados diferentes…

Minha filha, quando vê na TV imagens do Castelo da Cinderela (acho que é no parque Disney da Flórida) ou do jardim da Thinker Bell (Orlando, talvez), fica maravilhada. E, confesso, eu também!

Se viesse aqui, chuto que seria no RJ e teríamos algo em referência ao Zé Carioca, em homenagem ao país.

Ou não?

Aliás… se especula que a Universal estaria a fim de montar um parque gigantesco na região de Campinas. Será?

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– Sereias do Aquário Paulistano

Educativo e lúdico- olha que bacana: o Aquário de São Paulo “contratou” duas sereias (Coral e Cristal) para conversar com as crianças!

As duas atrizes estão lá para ensinar os pequenos sobre mitos e lendas do mar. Vale a pena tal iniciativa, barata e proveitosa!

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