– E quem contesta o curriculum de Thomas Edison?

Hoje é o dia em que foi inventada a lâmpada elétrica, em 1879, por Thomas Edison.

O que seria de nós sem as lâmpadas, não? Mas não é sobre isso que falaremos, e sim sobre gênios!

Leonardo Da Vinci é famoso por sua genialidade e inúmeras invenções revolucionárias (além, claro), da Mona Lisa, sua pintura marcante. Mas Thomas Edison não fica atrás, veja suas invenções (extraído da Wikipedia):

THOMAS EDISON

Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.

Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes. O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinematógrafo, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.

Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.

Em 1969 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

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Imagem extraída de: https://www.timetoast.com/timelines/historia-da-eletricidade–11

– Capacitando os MEIs

Estive hoje em Várzea Paulista – SP, falando a um grupo de empreendedores sobre Mercado e Negócios, em parceria com SEBRAE, SENAI e Prefeitura Municipal.

É muito bom levar o desenvolvimento profissional e pessoal a essa turma sedenta de conhecimento.

– Ajudar a empreender é muito bom!

Estive hoje em Várzea Paulista, em parceira com o Sebrae e o Senai, falando de Gestão Empreendedora a um grupo de mulheres dedicadas a fazer bons negócios.

É muito bom ver tanta gente querendo aprender e empreender!

– Falando sobre Gestão das Emoções:

Falei hoje sobre “Gestão das Emoções nos Negócios“, pelo Sebrae, a um grupo de alunas muito motivado!

É muito bom, através da Educação, colher bons frutos.

– Dia do Empreendedor!

Hoje é Dia do Empreendedor!

A nós, Administradores de Empresas, uma data especial, pois ela se torna a lembrança de que empreender é arriscar, mudar, alterar, investir, produzir valor! Nem sempre resultando em sucesso, pois a experiência do fracasso é da essência do Empreendedorismo.

Àqueles que desejarem, compartilho ótimo case sobre Empreendedores que Inspiram”!

Em: http://is.gd/EMPREENDEDORES

Resultado de imagem para empreendedorismo

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para crédito na postagem.

– Capacitando pelo Sebrae:

Amo trabalhar com capacitação aos pequenos empreendedores.

Vamos, pelo Sebrae, aonde quer que um MEI esteja, de qualquer área de atuação.

Hoje estivemos em Morungaba, com o Prepara Técnico. É muito bom ajudar!

#Educação

– Capacitando em Morungaba.

Estive hoje nem Morungaba, realizando o curso de Gestão Empreendedora do Sebrae, a uma entusiasmada turma.

É com a Educação que ué conseguiremos bons resultados à Sociedade.

🖊️ #Empreendedorismo

– Turno 1, encerrado.

Estive hoje, pelo Sebrae, falando a um grupo de mulheres empreendedoras sobre Gestão e Negócios, no Fundo Social de Solidariedade de Francisco Morato.

É muito bom ver a Educação sendo levada a sério.

✏️ #Ensino #Empreendedorismo #Aprendizado

– Raízen deixa a FEMSA sozinha no Oxxo.

A engarrafadora FEMSA, que distribui a Coca-Cola no Brasil, é dona do Oxxo.

Originários do México, FEMSA e Oxxo se associaram à Raízen (que representa a Shell no Brasil e que vive prejuízo lá grandes). Após algum tempo (e sem nunca dar lucro), a Raízen abandonou a sociedade no varejista… abaixo:

O FIM DO SONHO OXXO E O VELHO CUSTO BRASIL

Por Willians Fiori, extraído do seu LinkedIn, em: https://www.linkedin.com/in/will2703?utm_source=share&utm_campaign=share_via&utm_content=profile&utm_medium=ios_app

A Raízen anunciou sua saída da operação do Oxxo no Brasil. Encerramento da joint venture com a mexicana FEMSA, iniciada com pompa em 2019. O sonho era grande: 5 mil lojas de conveniência. A realidade bateu duro: 611 unidades, todas em SP, e prejuízo desde a largada.

A operação nunca deu lucro. A Raízen — pressionada por reestruturações e endividamento — decidiu focar no que domina: energia, combustível e conveniência acoplada aos postos Shell. Já a FEMSA ficou com o Oxxo, o centro de distribuição em Cajamar e a missão de provar que o modelo mexicano pode prosperar por aqui.

Mas vamos ser francos: o Brasil não é o México.

Falo com propriedade. Lá pelos anos 2010, toquei um projeto de distribuição da Hypermarcas em redes como AM/PM, Ipiranga e Shell Select. Liderei a entrada de marcas como Olla, Jontex, PomPom, ZeroCal e Finn nesse canal de conveniência. É um mercado promissor, fora do radar das grandes varejistas, mas de uma complexidade logística absurda.

Você lida com entregas em janelas restritas, estoque mínimo, rupturas frequentes, margem espremida e um consumidor exigente e apressado. Some a isso a burocracia municipal, carga tributária interestadual, informalidade massiva e uma folha de pagamento cara. Bem-vindo ao Custo Brasil.

A Raízen saiu com dignidade. Suas ações subiram após o anúncio. O mercado enxergou foco estratégico, alívio financeiro, e o abandono de um projeto que queimava caixa sem dar retorno. E isso também é gestão.

Já a FEMSA segue apostando — vai tentar acelerar o Oxxo sozinha. Mas agora o palco é só dela. E a conta também.

Cinco aprendizados que essa história escancara:

O Brasil exige tropicalização real. Modelos de sucesso importados sem adaptação local viram prejuízo em tempo recorde.

Escalar sem margem é ilusão cara. Crescer rápido não significa crescer bem.

Foco é potência. Voltar ao core business não é retrocesso — é sobrevivência inteligente.

Joint venture é casamento. Se os objetivos se desencontram, o divórcio é inevitável.

Quem conhece o chão da loja decide melhor. Distribuição no Brasil é campo minado. Quem só olha o Excel, tropeça.

No fim, o Brasil segue sendo esse país onde o PowerPoint aceita tudo — mas a operação, não. E no varejo de proximidade, não basta estar perto do cliente. É preciso estar perto da realidade.

(Imagem extraída do LinkedIn citado acima)

– Fim de Expediente.

Hoje tivemos o início da Semana Acadêmica FADITU!

Muitos alunos, gente inteligente e o melhor ambiente acadêmico possível.

Que nossos discentes e a comunidade tenham aproveitado bastante.

– #REPOST: Fábio, um ex-presidiário que renasceu no Empreendedorismo.

Estou preparando aulas para lecionar numa Penitenciária, falando aos reeducandos sobre “nova chance na vida, através do trabalho honesto”. No meu conteúdo, incluirá noções de empreendedorismo e ideias de negócios.

Olhe só que vídeo bacana de uma história real, de um indivíduo que saiu da cadeia e levou a vida honestamente. Como é boa a liberdade e os bons valores!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=OAuiawRHAfs&t=1075s

– Novos e Antigos conceitos corporativos.

Gostei desta comparação das prioridades na gestão das empresas e compartilho:

– Seja a sua melhor versão!

Estivemos hoje em Francisco Morato, pela parceria Sebrae, IBS-Américas e Prefeitura Municipal, ministrando o curso “Seja a Melhor Versão de Si Mesmo”.

Como é bom lecionar e, ao mesmo tempo, ajudar ao próximo.

✏️ #Educação

– Ajudando com Empreendedorismo e Cidadania.

Estive hoje na Penitenciária Feminina de Franco da Rocha, ministrando o Curso “Seja a Mudança da sua Vida”, em parceria do Sebrae com a Funap.

Ajudar a sociedade através da Educação é um caminho necessário!

🖊️ #Empreendedorismo

– Empreenda!

Estive nessa manhã, em nome do Sebrae, falando sobre Autoconhecimento às meninas da Penitenciária Feminina de Franco da Rocha.

Somente com a Educação conseguiremos mudar positivamente a Sociedade.

✏️ #Cidadania

– A História da Nestlé:

Veja só a belíssima história do fundador da Nestlé, que salvou vidas com sua invenção (o leite em pó), mas não viu a empresa que fundou triunfar.

Extraído do Facebook em: https://web.facebook.com/groups/283397975397196/permalink/2033325867071056/?mibextid=wwXIfr&rdid=x8qnQV9RWtMgensy

NESTLÉ

Henri Nestlé: o alquimista que salvou milhões de bebês… mas morreu sem imaginar o império que havia criado
Ano de 1814, Frankfurt, Alemanha. Em plena era napoleônica, entre a pólvora das batalhas e a pobreza das ruas, nasce Heinrich Nestle, o 11º de 14 irmãos de uma família de sopradores de vidro. Poucas coisas indicavam que aquele menino magrinho, curioso e silencioso mudaria o rumo da infância no mundo.
Desde jovem, odiava limites. Aprendeu química, farmácia e várias línguas. Viajou pela Europa como se estivesse em busca de algo… até que, em 1839, se estabeleceu na Suíça, na cidade de Vevey. Francófilo, mudou seu nome para francês: Henri Nestlé, que significa “ninho”. Um símbolo de proteção que marcaria toda a sua trajetória.
⚗️ A origem de uma obsessão: parar a morte infantil
Em 1850, 1 em cada 4 bebês europeus morria antes de completar um ano. As mães morriam no parto, não podiam amamentar ou viviam em condições sem higiene.
Os substitutos ao leite materno eram rudimentares: papas de pão molhado, água com cereais ou infusões fervidas. O resultado? Infecções, diarreia, desnutrição. Morte.
Henri decidiu buscar uma solução. Após anos de testes e fracassos, finalmente, em 1867, desenvolveu a Farine Lactée: uma mistura de leite de vaca evaporado, farinha cozida e açúcar. Um alimento pronto, fácil de digerir e relativamente seguro.
O produto salvou a vida de um bebê prematuro à beira da morte — um caso documentado que consolidou sua reputação. A mistura foi o primeiro leite infantil industrializado. Em um mundo sem refrigeração ou padrões de higiene, foi uma verdadeira revolução. Um milagre científico.
💼 Por que vendeu seu império?
Apesar do sucesso, Henri não era um empresário. Era um alquimista de jaleco, não de terno. Em 1875, aos 61 anos, vendeu sua empresa por 1 milhão de francos suíços (equivalente a cerca de 7 milhões de euros atuais) a Jules Monnerat e outros investidores.
Mas impôs uma condição: que seu sobrenome ficasse para sempre na marca.
O logotipo do ninho com passarinhos foi desenhado por ele mesmo, inspirado no seu sobrenome e no seu desejo de proteção. Henri nunca teve filhos biológicos, mas adotou uma menina, Emma, que criou com muito carinho ao lado de sua esposa, Clémentine.
🪦 Um retiro modesto, uma morte silenciosa
Henri passou seus últimos anos em Montreux, na Suíça. Recusava convites para reuniões empresariais. Não dava entrevistas. Nunca patenteou sua fórmula — acreditava que o conhecimento devia ser compartilhado, se pudesse ajudar a humanidade.
Morreu em 1890, aos 75 anos, sem saber que seu nome se tornaria um dos mais falados do planeta. Emma, embora criada com amor, não herdou a empresa nem grandes fortunas. A companhia já havia sido vendida a um consórcio. Clémentine sobreviveu a Henri, levando uma vida reservada, sem aparições públicas.

– O que é Empreendedorismo?

Olhe aí a boa definição de empreendedorismo (por um empreendedor nato):

Na imagem:

– Sebrae na Penitenciária Feminina.

Estivemos nessa manhã, em uma parceria Sebrae, IBS-Américas e Funap, falando sobre “Comportamento Empreendedor” às reeducandas da Penitenciária Feminina de Franco da Rocha.

Somente com a Educação é que conseguiremos mudar a sociedade.

🖊️ #Cidadania

– Turno 2 de 3: Sebrae Cidadania.

Segundo turno de 3: Estive nessa tarde ministrando a aula “Construa sua marca pessoal”, pelo Sebrae, falando sobre a importância da reinvenção aos Reeducandos do CDP de Hortolândia.

Somente com a boa educação é que teremos resultados positivos.

✏️ #Cidadania

– Sebrae na Comunidade.

Estive, pelo Sebrae, nessa manhã no Centro de Capacitação de Franco da Rocha, falando de Formalização de Negócios aos MEIs de lá.

É com a capacitação que o Brasil irá para a frente.

🖊️ #Empreendedorismo

– Falando de Empreendedorismo.

Estive hoje em Franco da Rocha, falando aos alunos da Secretaria de Ensino sobre Empreendedorismo, em nome do Sebrae.

É muito bom ver as pessoas querendo capacitar-se. Viva a Educação.

🖊️ #Capacitação

– A História da Pepsi, que assumidamente quis ser a segunda do mercado.

Uau. Que história!

A Pepsi foi rejeitada pela Coca. Caiu, levantou, mudou os rumos e sobrevive.

Uma típica história de empreendedorismo, extraída de: https://duplamente.com.br/pepsi-como-um-refri-de-dispepsia-virou-diplomata-colecionou-tanques-e-desafiou-a-coca-cola/

PEPSI: COMO UM REFRIGERANTE DE DISPEPSIA VIROU DIPLOMATA, COLECIONOU TANQUES E DESAFIOU A COCA-COLA.

Era uma vez um refrigerante que nasceu para curar indigestões, sobreviveu a duas falências, foi rejeitado três vezes pelo maior rival do planeta e, em vez de sumir, decidiu comprar meio mundo. Não, não é um roteiro de Hollywood. É a história da Pepsi — a marca que riu da cara da desgraça, embalada por açúcar, astúcia e uma pitada de ironia.

Tudo começou em 1893, quando Caleb Bradham, um farmacêutico sonhador da Carolina do Norte, resolveu criar uma poção mágica para digestões capengas. Batizou-a de Brad’s Drink, mas, em um golpe de marketing pré-histórico, rebatizou-a como Pepsi-Cola — uma homenagem à “dispepsia”, porque nada diz “refresco” como lembrar o cliente de sua má digestão. A fórmula, claro, não tinha pepsina, mas quem se importava? O gosto era doce, a promessa era grande, e a Coca-Cola, já estabelecida, nem imaginava o que viria.

Bradham expandiu rápido: em 1902, já tinha 40 distribuidores. Até que, em um movimento digno de tragédia grega, apostou todas as fichas no açúcar antes da Primeira Guerra. O preço despencou, e a Pepsi faliu. Primeiro round: Coca-Cola 1 x Pepsi 0.

Mas a Pepsi tinha uma habilidade rara: ressuscitar. Em 1931, após ser recusada três vezes pela Coca-Cola (sim, eles se arrependeriam amargamente), a marca estava de novo no chão. Até que Charles Guth, um ex-executivo da Coca, decidiu vingar-se. Ele adocicou a fórmula, encheu garrafas gigantes e as vendeu pelo preço das minúsculas rivais. Era a Grande Depressão, e as massas famintas por açúcar e economia adotaram a Pepsi como símbolo da resistência popular. Ironia? A Coca-Cola, elitista, virou a “bebida dos ricos”.

Agora com sabor e estratégia, a Pepsi partiu para a guerra cultural. Nos anos 1940, enquanto rivais ignoravam a comunidade afro-americana, ela colocou negros em propagandas como pessoas, não caricaturas. Joan Crawford, estrela de Hollywood e esposa do presidente da empresa, levou a Pepsi para as telas de cinema. A marca não só vendia refrigerante — vendia identidade.

Mas o ápice da audácia veio em 1959, em plena Guerra Fria. Enquanto EUA e URSS trocavam ameaças nucleares, a Pepsi serviu um copo gelado a Nikita Khrushchev. O líder soviético sorveu, aprovou, e de repente, a Pepsi virou o primeiro produto americano no bloco comunista. O pagamento? Vodka. E depois, navios e tanques de guerra. Sim, a Pepsi chegou a ter o 6º maior arsenal militar do planeta — um feito e tanto para uma empresa que vendia “suco de dispepsia”.

Nos anos 1980, a Pepsi desferiu o golpe baixo perfeito: o Desafio Pepsi. Em testes cegos, consumidores preferiram seu sabor. A Coca, em pânico, lançou a New Coke — um fiasco. A Pepsi riu por último, patrocinou Michael Jackson e abraçou a cultura pop como ninguém.

Hoje, a PepsiCo é um império: das batatas da Elma Chips ao Gatorade, controla 23 marcas que faturam US$ 1 bi cada.
Moral da história? Se ainda é a “segunda opção”, assim seja: afinal, como diria Khrushchev, “o segundo lugar às vezes tem um gosto mais doce”.

– Turno 2 de 2: Na Faculdade.

Estive nessa noite na Faditu, falando um pouco sobre Administração Estratégica.

É muito bom ver nossos alunos com olhos brilhando. É esse o caminho, o conhecimento!

🖊️ #Ensino

– Turno 1 de 2: No Fundo Social de Solidariedade.

Estive nessa manhã, em nome do Sebrae, no Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí, falando um pouco sobre Empreendedorismo e MEI.

É muito bom ver nossos alunos com desejo de fazer a diferença. É esse o caminho!

🖊️ #Educação

– Empreender é necessário! Mas formalmente…

Divulgar um produto, fazer marketing, estar atento às novidades… tudo isso é importante. Igualmente, estar com sua empresa formalizada é fundamental para trabalhar sem percalços.

É o que falamos aos nossos alunos hoje. Aulas preparadas com muito zêlo, para ajudá-los em seus pequenos empreendimentos!

– 3 Tips For Finding Balance As An Entrepreneur.

If you’re working as an entrepreneur, you know just how challenging it can be to work on your business while also doing other things in your life. …

Continua em: 3 Tips For Finding Balance As An Entrepreneur

– Os Revolucionários da Indústria Automobilística Alemã.

Conhecemos as marcas automotivas alemãs e respeitamos sua alta qualidade. Mas você conhece a história delas?

Sobre os seus pioneiros, aqui: 

9 ALEMÃES QUE CRIARAM E REVOLUCIONARAM A INDÚSTRIA AUTOMOTIVA:

por Everton Zanuni

1. Karl Benz (Mercedes-Benz)
Inventou o primeiro carro com motor de combustão interna em 1886. A sua empresa fundiu-se com a da Daimler para formar a Mercedes-Benz.

2. Gottlieb Daimler (Daimler/Mercedes-Benz)
Pioneiro do motor de combustão e do automóvel. fundou Daimler-Motoren-Gesellschaft, que depois se juntaria à Benz & Cie.

3. Karl Rapp (BMW)
Fundador da Rapp Motorenwerke, que depois evoluiria e mudaria seu nome para BMW (Bayerische Motoren Werke).

4. Ferdinand Porsche (Porsche / Volkswagen)
Engenheiro chave no desenvolvimento do Volkswagen Besouro e fundador da marca Porsche. Seu trabalho lançou as bases de ambos os gigantes.

5. August Horch (Audi)
Fundador da marca Horch. Ao ter problemas legais com o uso do seu sobrenome, fundou uma nova empresa a que chamou Audi (tradução latina de “Horch”, que significa “escuta”).

6. Adam Opel (Opel)
Fundou a Opel inicialmente como fábrica de máquinas de costura e, em seguida, bicicletas. Seus filhos transformaram-na em uma fábrica de automóveis.

7. Rudolf Diesel (MAN)
Inventor do motor diesel. Embora não tenha fundado a MAN diretamente, sua invenção é fundamental para a empresa, que fabrica caminhões e motores diesel.

8. Robert Bosch (Bosch)
Fundador da Bosch, empresa líder em componentes automotivos, como sistemas de ignição, eletrônica e sensores.

9. Wilhelm Maybach (Maybach)
Parceiro do Daimler e criador de motores avançados. Seu filho fundou a marca Maybach, famosa por carros de luxo, hoje sob a Mercedes-Benz.

– Uma tarefa complicada, mas necessária.

Hoje, pelo Sebrae, encerrei um ciclo de aulas para os reeducandos do Raio 1 da Penitenciária de Franco da Rocha, falando sobre Empreendedorismo e Cidadania.

Não é fácil, mas nossa luta é para conscientizá-los de que o trabalho honesto é o melhor caminho.

🖊️ #Cidadania

– Sebrae na Comunidade, Parte 1:

Turno da Manhã: estive pelo Sebrae no Complexo Penal de Franco da Rocha, levando aos reeducandos de lá algum conhecimento sobre Iniciação Empreendedora, a fim de que possam sair do sistema e procurar trabalho honesto.

É com a Educação que conseguirmos bons resultados.

✏️ #Ensino #Cidadania

– Os Revolucionários da Indústria Automobilística Italiana.

Conhecemos as marcas automotivas italianas e respeitamos sua alta beleza. Mas você conhece a história delas?

Sobre os seus pioneiros, aqui: https://www.linkedin.com/posts/aguinaldodacruz_legadoitaliano-design-propaejsito-activity-7326847297433034753–_ig/

9 ITALIANOS QUE CRIARAM E REVOLUCIONARAM A INDÚSTRIA AUTOMOTIVA:

por Agnaldo Cruz

Reconhece todos os rostos da imagem? Cada um deles deixou sua marca no mundo, com velocidade, design e paixão. Role o post e descubra por que seus nomes se tornaram lendas.”

A indústria automobilística não é feita apenas de motores e metal. É feita de visão, ousadia e beleza, e poucos países representam isso tão bem quanto a Itália.

Esses nove nomes não apenas construíram carros: criaram sonhos sobre rodas, marcaram a história com estilo inconfundível e elevaram o padrão da engenharia com alma italiana.

1. Enzo Ferrari (FERRARI)
Ex-piloto e fundador da Scuderia Ferrari, que posteriormente evoluiu para a Ferrari em 1947. Consolidou a marca como referência em performance, engenharia de precisão e presença na Fórmula 1.

2. Ferruccio Lamborghini (LAMBORGHINI)
Empresário do setor agrícola que migrou para os superesportivos após divergência com Enzo Ferrari. Criou modelos revolucionários como o Miura e o Countach, redefinindo design e potência.

3. Gianni Agnelli (FIAT)
Presidente mais emblemático da FIAT. Sob sua gestão, a empresa tornou-se o maior grupo automotivo da Itália, incorporando marcas como Ferrari, Alfa Romeo, Lancia e Abarth.

4. Ettore Bugatti (BUGATTI)
Engenheiro ítalo-francês fundador da Bugatti. Seus veículos combinavam inovação mecânica e refinamento estético. Sua filosofia vive hoje em hiperdesportivos como o Veyron e o Chiron.

5. Battista “Pinin” Farina (PININFARINA)
Referência global em design automotivo. A Pininfarina colaborou com diversas montadoras italianas, imprimindo elegância e aerodinâmica em modelos da Ferrari, Maserati e outras.

6. Nicola Romeo (ALFA ROMEO)
Engenheiro responsável pela aquisição da A.L.F.A. em 1915, transformando-a na Alfa Romeo. A marca rapidamente se destacou em competições, sendo berço de nomes como Enzo Ferrari.

7. Horacio Pagani (PAGANI AUTOMOBILI)
Argentino de origem italiana, ex-Lamborghini, fundou a Pagani Automobili. Pioneiro no uso de materiais compostos como a fibra de carbono, lançou supercarros com foco em engenharia e exclusividade.

8. Vincenzo Lancia (LANCIA)
Fundador da Lancia e responsável por diversas inovações técnicas, como a carroçaria monobloco. Seu legado inclui destaque em competições e avanços na estrutura veicular.

9. Carlo Abarth (ABARTH)
Fundador da Abarth, especializada em performance para veículos compactos. Desenvolveu kits de preparação e modelos esportivos. Hoje, a marca atua como divisão de alto desempenho da FIAT.

Na Itália, carro não é apenas transporte. É expressão, identidade e arte. Esses nomes provaram que engenharia e emoção podem, e devem, andar juntas.

Créditos da lista: Paulo Magno

– Sebrae e Cidadania: uma missão difícil, mas necessária.

Em nome do Sebrae e em parceria com a Funap, levamos hoje o curso Empreendedorismo e Marketing aos reeducandos da P2 de Franco da Rocha, objetivando que eles busquem a vida honesta e de trabalho.

Só com a Educação faremos um país melhor.

🖊️ #Cidadania.

– Os Revolucionários da Indústria Automobilística Japonesa.

Conhecemos as marcas automotivas japonesas e respeitamos sua alta qualidade. Mas você conhece a história delas?

Sobre os seus pioneiros, aqui: https://www.linkedin.com/posts/everton-zanuni_9-japoneseses-que-criaram-e-revolucionaram-activity-7325776783981649920-

9 JAPONESESES QUE CRIARAM E REVOLUCIONARAM A INDÚSTRIA AUTOMOTIVA:

por Everton Zanuni

1. Soichiro Honda (Honda) Fundou a Honda em 1948. Começou com motos e depois carros. Focado em inovação técnica e competição (F1, MotoGP).

2. Kiichiro Toyoda (Toyota) Filho do inventor do tear automático. fundou a Toyota Motor em 1937, apostando forte na produção em massa e qualidade japonesa.

3. Yoshisuke Aikawa (Nissan) Fundador da Nissan em 1933. Vinha do grupo Zaibatsu Nihon Sangyo. Fusionou engenharia com visão empresarial moderna.

4. Jujiro Matsuda (Mazda) fundou Toyo Cork Kogyo (Mazda) em 1920. Motor rotativo inovador. Liderou a marca no pós-guerra.

5. Chikuhei Nakajima (Subaru) fundou Nakajima Aircraft em 1917, base das Indústrias Fuji Heavy. De avião passou para carros: Nasce Subaru.

6. Michio Suzuki (Suzuki) Fundou a Suzuki Loom Works em 1909. De teares passou para motos e depois carros compactos. Marca versátil e global.

7. Reunião em Iwasaki (Mitsubishi). Fundou Mitsubishi como navegador em 1870. Expandiu para banca, mineração e transporte. Base do grupo Mitsubishi atual.

8. Torakusu Yamaha (Yamaha) Relógio e engenheiro. Fundou a Yamaha em 1887 para órgãos e instrumentos. Seu legado impulsionou o ramo de motores em 1955.

9. Kawasaki Shozo (Kawasaki) Fundou Kawasaki em 1878 em construção naval. Depois maquinaria pesada, comboios, aviões e motos. Chave na industrialização do Japão.

– Pequenos versus Grandes na Administração de Empresas

Há 6 anos… repost pela relevância do assunto:

Discutimos em aula recente a respeito do poder de aquisição de grandes redes varejistas. Vide a compra mais recente do Grupo Pão de Açúcar, o Ponto Frio. Enquanto nosso debate entrou na questão do poderio financeiro, outro grupo lembrava insistentemente de algo importante: a conveniência em ser pequeno.

Pois bem: a Revista Isto É Dinheiro abordou nosso tema da sala de aula. Abaixo, extraído de: http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/611/o-mundo-e-mini-por-que-cada-vez-mais-as-142038-1.htm

O MUNDO É MINI

Por que cada vez mais as empresas apostam nas lojas de conveniência e nos pequenos pontos de venda para sua expansão – por JOSÉ SERGIO OSSE

HÁ MAIS DE 30 ANOS, UM economista inglês, E. F. Schumacher, lançou o livro “Small is Beautiful”. Na obra, um clássico da literatura econômica, o estudioso defendia que as grandes organizações, devido ao seu gigantismo, se tornavam “inadministráveis”. Pois o varejo parece ter descoberto as lições de Schumacher. Por muito tempo, o “quente” foram as mega-stores e pontos de venda cada vez maiores.

De supermercados a livrarias, o objetivo desse formato era oferecer em um único lugar tudo o que um consumidor precisava. Nos últimos tempos, porém, inverteu-se a direção: a onda agora são as minilojas. Empresas de todos os portes e atividades, da Livraria Cultura às redes de supermercados, como Pão de Açúcar e Carrefour, aderiram à moda. O trânsito caótico, a questão da segurança e a comodidade estimulam a proliferação das pequenas lojas – além do acirramento da concorrência exercida pelos pequenos armazéns.

“Nosso objetivo é estar junto ao consumidor em qualquer momento de seu consumo”, diz Laurent Bendavid, diretor do Carrefour Bairro, a bandeira de supermercados de vizinhança do grupo francês.

Para essas empresas, não se trata apenas de modismo. “A tendência de lojas menores não tem volta”, diz Sylvia Leão, diretora-executiva do Extra, a rede de hipermercados do Grupo Pão de Açúcar. É ela que mantém as bandeiras Extra Perto e Extra Fácil, sendo que essa última oferece cerca de 3,5 mil produtos diferentes, contra 10 mil a 17 mil das lojas convencionais. Para o grupo, trata-se de uma investida estratégica.

No final de 2008, apenas quatro lojas ostentavam a placa Extra Fácil. Atualmente, são 65. Até o final do ano, esse número baterá em 100.Segundo a Abras, entidade que reúne os supermercados, ao fim de 2008, das 5.470 lojas das 500 maiores redes do País, 3.459 eram nesse formato.

Do ponto de vista econômico, faz todo o sentido apostar nesse tipo de ponto de venda. Segundo Bendavid, os preços praticados nas lojas menores “cobram” a comodidade e a praticidade proporcionadas aos consumidores. “Não é um aumento de 2% a 3% que vai fazer uma pessoa preferir pegar seu carro para economizar 7% comprando em um hipermercado”, revela o executivo do Carrefour, indicando qual a diferença dos preços cobrados nos dois formatos. A francesa tem apenas oito unidades de conveniência, mas todas em postos de combustíveis.

Segundo Bendavid, esse número crescerá rapidamente. O modelo de lojas menores não interfere, de acordo com as próprias redes, no resultado das operações tradicionais. “Até agora não tivemos problemas com sobreposição”, diz Sylvia. Mais do que isso, no caso do Pão de Açúcar e do Carrefour, essas lojas menores se beneficiam do poder de compra e negociação dos grupos dos quais fazem parte.

Com acesso a mercadorias a preços mais baixos e um adicional no valor cobrado do consumidor, a margem de lucro nessas unidades tende a ser melhor. Por outro lado, há pouco espaço para estoque e elas precisam ser abastecidas mais vezes do que suas irmãs maiores. “Temos muitos ‘planos B’, inclusive usar uma loja maior para abastecer outra, se necessário”, diz Sylvia.

Outra grande rede que pretende, em breve, enveredar pelo caminho das lojas pequenas no Brasil é a livraria francesa Fnac. Segundo seu presidente, Pierre Courty, a falta de bons espaços pode forçar um “regime” nas lojas da Fnac.

Em cinco anos, ele considera possível reduzir pela metade o tamanho das unidades da empresa, que têm entre 4 mil e 5 mil metros quadrados, para lojas de até 2,5 mil metros quadrados. Um de seus principais rivais, a Livraria Cultura, também segue esse caminho. Sua meta é reforçar a presença da marca junto a públicos específicos.

A empresa tem apostado em pequenas lojas temporárias em eventos como a Casa Cor e o São Paulo Fashion Week. “Cada loja tem uma oferta direcionada para o perfil de visitantes desses eventos, o que se traduz num ganho enorme para a marca”, diz Sérgio Herz, diretor comercial da livraria. O McDonald’s aproveitou essa onda para conquistar um público que só ia às suas lanchonetes para levar os filhos: os consumidores com mais de 30 anos.

Para eles, a rede de fastfood criou o McCafé, com um visual mais sóbrio. Isso atraiu e fidelizou clientes mais endinheirados. Hoje, são 57 McCafés no Brasil. Os produtos de cafeteria já respondem por mais de 10% do total das vendas. Para a maior rede de fastfood do mundo, o título do livro de Schumacher faz cada vez mais sentido.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem conhecer o autor, favor informar para os créditos.

– 2 de 2: na Faditu:

Segundo turno de 2: Nessa noite, estive na Faditu lecionando a duas turmas de disciplinas diferentes. Mas a alegria de ver a sede de conhecimento delas, é a mesma.

Estava com saudade dos meus alunos. Revê-los, e mesmo com limitações, voltar a lecionar, é muito bom!

📝 #Educação

– 1 de 2: Sebrae Educação.

Primeiro Turno de 2: Nessa tarde, estive no Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí, para falar sobre “Tomadas de Decisões”, em nome do Sebrae.

É muito gratificante ver os olhos brilhando dos alunos em busca de conhecimento…

🖊️ #Educação