– Sebrae Educação em Caieiras.

Estive hoje no Centro de Capitação de Caieiras, pelo Sebrae, falando de Gestão de MEIs a um grupo de senhoras empreendedoras.

É muito bom ver as pessoas buscando conhecimento!

 

– Ajudando para uma sociedade melhor!

Estive hoje na cidade de Campinas, no CPP local, falando em nome do Sebrae para os reeducandos daquela unidade sobre “Empreendedorismo e trabalho honesto”.

É muito bom tentar lutar por uma Sociedade melhor, através da Educação. Especialmente nos dias em que se discute a bandidagem e os meios de controle nas comunidades.

– Será que seu emprego vai acabar? Veja quais são os trabalhos do futuro!

O progresso tecnológico continua a tornar obsoletos alguns empregos humanos, levando à quase extinção de muitas profissões. Mas não é preciso ter …

Continua em: Será que seu emprego vai acabar? Veja quais são os trabalhos do futuro!

– Ajudando a Sociedade.

Estive hoje no CPPH (Centro de Progressão Penitenciária de Hortolândia – SP), através do Projeto “Sebrae Comunidade”, falando sobre Planejamento a um grupo de Reeducandos.

Somente com a Educação conseguiremos uma Sociedade melhor.

– Tarde de labuta.

Estive nessa tarde, pelo Sebrae, em Itupeva, falando de Skills do Empreendedor a um grupo de empreendedoras motivadas pelo desejo de realização!

É com a Educação que faremos a diferença.

🖊️ #Empreendedorismo

– Manhã de Trabalho.

Estive hoje pelo Sebrae no Distrito do Jacaré, no município de Cabreúva, falando de Formalização de Pequenos Negócios.

É muito bom ver alunos sedentos de conhecimentos e poder os ajudar.

✏️ #Educação

– E quem contesta o curriculum de Thomas Edison?

Hoje é o dia em que foi inventada a lâmpada elétrica, em 1879, por Thomas Edison.

O que seria de nós sem as lâmpadas, não? Mas não é sobre isso que falaremos, e sim sobre gênios!

Leonardo Da Vinci é famoso por sua genialidade e inúmeras invenções revolucionárias (além, claro), da Mona Lisa, sua pintura marcante. Mas Thomas Edison não fica atrás, veja suas invenções (extraído da Wikipedia):

THOMAS EDISON

Thomas Alva Edison (Milan, Ohio, 11 de Fevereiro de 1847West Orange, Nova Jérsei, 18 de Outubro de 1931) foi um empresário dos Estados Unidos que patenteou e financiou o desenvolvimento de muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.

Na sua vida, Thomas Edison registrou 2.332 patentes. O fonógrafo foi uma de suas principais invenções. Outra foi o cinematógrafo, a primeira câmera cinematográfica bem-sucedida, com o equipamento para mostrar os filmes que fazia. Edison também aperfeiçoou o telefone, inventado por Antonio Meucci, em um aparelho que funcionava muito melhor. Fez o mesmo com a máquina de escrever. Trabalhou em projetos variados, como alimentos empacotados a vácuo, um aparelho de raios X e um sistema de construções mais baratas feitas de concreto.

Entre as suas contribuições mais universais para o desenvolvimento tecnológico e científico encontra-se a lâmpada elétrica incandescente, o gramofone, o cinescópio ou cinetoscópio, o ditafone e o microfone de grânulos de carvão para o telefone. Edison é um dos precursores da revolução tecnológica do século XX. Teve também um papel determinante na indústria do cinema.

Em 1969 foi incluído no Automotive Hall of Fame.

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Imagem extraída de: https://www.timetoast.com/timelines/historia-da-eletricidade–11

– Capacitando os MEIs

Estive hoje em Várzea Paulista – SP, falando a um grupo de empreendedores sobre Mercado e Negócios, em parceria com SEBRAE, SENAI e Prefeitura Municipal.

É muito bom levar o desenvolvimento profissional e pessoal a essa turma sedenta de conhecimento.

– Ajudar a empreender é muito bom!

Estive hoje em Várzea Paulista, em parceira com o Sebrae e o Senai, falando de Gestão Empreendedora a um grupo de mulheres dedicadas a fazer bons negócios.

É muito bom ver tanta gente querendo aprender e empreender!

– Falando sobre Gestão das Emoções:

Falei hoje sobre “Gestão das Emoções nos Negócios“, pelo Sebrae, a um grupo de alunas muito motivado!

É muito bom, através da Educação, colher bons frutos.

– Dia do Empreendedor!

Hoje é Dia do Empreendedor!

A nós, Administradores de Empresas, uma data especial, pois ela se torna a lembrança de que empreender é arriscar, mudar, alterar, investir, produzir valor! Nem sempre resultando em sucesso, pois a experiência do fracasso é da essência do Empreendedorismo.

Àqueles que desejarem, compartilho ótimo case sobre Empreendedores que Inspiram”!

Em: http://is.gd/EMPREENDEDORES

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Imagem extraída da Web, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para crédito na postagem.

– Capacitando pelo Sebrae:

Amo trabalhar com capacitação aos pequenos empreendedores.

Vamos, pelo Sebrae, aonde quer que um MEI esteja, de qualquer área de atuação.

Hoje estivemos em Morungaba, com o Prepara Técnico. É muito bom ajudar!

#Educação

– Capacitando em Morungaba.

Estive hoje nem Morungaba, realizando o curso de Gestão Empreendedora do Sebrae, a uma entusiasmada turma.

É com a Educação que ué conseguiremos bons resultados à Sociedade.

🖊️ #Empreendedorismo

– Turno 1, encerrado.

Estive hoje, pelo Sebrae, falando a um grupo de mulheres empreendedoras sobre Gestão e Negócios, no Fundo Social de Solidariedade de Francisco Morato.

É muito bom ver a Educação sendo levada a sério.

✏️ #Ensino #Empreendedorismo #Aprendizado

– Raízen deixa a FEMSA sozinha no Oxxo.

A engarrafadora FEMSA, que distribui a Coca-Cola no Brasil, é dona do Oxxo.

Originários do México, FEMSA e Oxxo se associaram à Raízen (que representa a Shell no Brasil e que vive prejuízo lá grandes). Após algum tempo (e sem nunca dar lucro), a Raízen abandonou a sociedade no varejista… abaixo:

O FIM DO SONHO OXXO E O VELHO CUSTO BRASIL

Por Willians Fiori, extraído do seu LinkedIn, em: https://www.linkedin.com/in/will2703?utm_source=share&utm_campaign=share_via&utm_content=profile&utm_medium=ios_app

A Raízen anunciou sua saída da operação do Oxxo no Brasil. Encerramento da joint venture com a mexicana FEMSA, iniciada com pompa em 2019. O sonho era grande: 5 mil lojas de conveniência. A realidade bateu duro: 611 unidades, todas em SP, e prejuízo desde a largada.

A operação nunca deu lucro. A Raízen — pressionada por reestruturações e endividamento — decidiu focar no que domina: energia, combustível e conveniência acoplada aos postos Shell. Já a FEMSA ficou com o Oxxo, o centro de distribuição em Cajamar e a missão de provar que o modelo mexicano pode prosperar por aqui.

Mas vamos ser francos: o Brasil não é o México.

Falo com propriedade. Lá pelos anos 2010, toquei um projeto de distribuição da Hypermarcas em redes como AM/PM, Ipiranga e Shell Select. Liderei a entrada de marcas como Olla, Jontex, PomPom, ZeroCal e Finn nesse canal de conveniência. É um mercado promissor, fora do radar das grandes varejistas, mas de uma complexidade logística absurda.

Você lida com entregas em janelas restritas, estoque mínimo, rupturas frequentes, margem espremida e um consumidor exigente e apressado. Some a isso a burocracia municipal, carga tributária interestadual, informalidade massiva e uma folha de pagamento cara. Bem-vindo ao Custo Brasil.

A Raízen saiu com dignidade. Suas ações subiram após o anúncio. O mercado enxergou foco estratégico, alívio financeiro, e o abandono de um projeto que queimava caixa sem dar retorno. E isso também é gestão.

Já a FEMSA segue apostando — vai tentar acelerar o Oxxo sozinha. Mas agora o palco é só dela. E a conta também.

Cinco aprendizados que essa história escancara:

O Brasil exige tropicalização real. Modelos de sucesso importados sem adaptação local viram prejuízo em tempo recorde.

Escalar sem margem é ilusão cara. Crescer rápido não significa crescer bem.

Foco é potência. Voltar ao core business não é retrocesso — é sobrevivência inteligente.

Joint venture é casamento. Se os objetivos se desencontram, o divórcio é inevitável.

Quem conhece o chão da loja decide melhor. Distribuição no Brasil é campo minado. Quem só olha o Excel, tropeça.

No fim, o Brasil segue sendo esse país onde o PowerPoint aceita tudo — mas a operação, não. E no varejo de proximidade, não basta estar perto do cliente. É preciso estar perto da realidade.

(Imagem extraída do LinkedIn citado acima)

– Fim de Expediente.

Hoje tivemos o início da Semana Acadêmica FADITU!

Muitos alunos, gente inteligente e o melhor ambiente acadêmico possível.

Que nossos discentes e a comunidade tenham aproveitado bastante.

– O que te leva a empreender?

Para nos atentarmos:

– O dia em que a invenção de Steve Jobs (o iPhone) foi desdenhada.

Os erros que a Apple iria cometer quando lançasse seu maior equívoco (para alguns concorrentes), o iPhone, foram retratados nesse artigo bem curioso.

Abaixo (extraído do BlogdoIphone.com):

O DESDÉM INICIAL DO IPHONE 

O desdém inicial pelo iPhone

Muitos se arriscaram na época a prever o futuro catastrófico (SIC) do iPhone. “Especialistas” que queimaram a língua por não verem o futuro chegando.

O iPhone era tão diferente de tudo até ali que muitas mudanças foram difíceis de absorver. A falta completa de um teclado físico era uma das críticas mais usadas pelos detratores, além do fato dele ser “grande” para o padrão da época.

O CEO da Palm chegou a dizer na época “Os caras dos computadores não vão agora chegar e mostrar como se faz. Não é só chegar e fazer“.

Já um outro analista do Bloomberg não acreditava que o iPhone duraria muito tempo:

“O iPhone não é nada mais do que um brinquedo de luxo que vai apelar para alguns loucos por gadgets. Em termos de seu impacto sobre a indústria, o iPhone é menos relevante. É pouco provável que a Apple faça algum impacto neste mercado. A Apple vai vender um pouco para alguns de seus fãs, mas o iPhone não vai marcar a indústria a longo prazo.”

Michael Kanellos, da CNET, foi ainda mais categórico, prevendo o fracasso total do aparelho:

“A Apple está se preparando para lançar um novo telefone… E ele vai fracassar. As vendas deste telefone até irão disparar no começo, mas as coisas vão se acalmar e o telefone da Apple vai tomar o seu lugar nas prateleiras com as câmeras de vídeo aleatórias, telefones celulares, roteadores sem fio e outros possíveis acertos. Quando o iPod surgiu no final de 2001, ele resolveu alguns problemas importantes com MP3 players. Infelizmente para a Apple, são problemas que não existem no setor de telefonia. Os telefones celulares não são desajeitados, dispositivos inadequados. Em vez disso, eles são muito bons. Muito bons.”

Nem mesmo a Microsoft estava acreditando no que estava acontecendo. O diretor de marketing da empresa, Richard Sprague, comentou na época:

“Eu não posso acreditar nesta atenção toda que está sendo dada para o iPhone … Eu só tenho que saber quem vai querer uma coisa dessas (além do fanático religioso). Então, por favor,  favorite este post e volte daqui dois anos para ver os resultados da minha previsão : eu prevejo que o iPhone não vai vender nem perto dos 10 milhões [de unidades] que Jobs prevê para 2008.”

E claro, não podemos esquecer do comentário que ficou na história, vindo da boca do então presidente da Microsoft, Steve Ballmer:

Confira um outro artigo com uma coletânea de frases ditas contra o iPhone. Aproveite também para analisar os comentários que nossos leitores fizeram há cinco anos.

iPhone 11 de 256 GB – Amarelo - Apple (BR)IN ENGLISH –


The errors that Apple was supposedly going to make when it launched its biggest blunder (for some competitors), the iPhone, were portrayed in this very curious article.

Below (extracted from BlogdoIphone.com):

THE IPHONE’S INITIAL DISDAIN

The initial disdain for the iPhone

Many at the time dared to predict the catastrophic (SIC) future of the iPhone. “Experts” who ate their words for not seeing the future coming.

The iPhone was so different from everything before it that many changes were difficult to absorb. The complete lack of a physical keyboard was one of the most common criticisms from detractors, besides the fact that it was “big” by the standards of the time.

The CEO of Palm even said at the time: “The computer guys aren’t just going to come in now and show us how it’s done. It’s not just about showing up and doing it.”

Another Bloomberg analyst didn’t believe the iPhone would last long:

“The iPhone is nothing more than a luxury toy that will appeal to a few gadget freaks. In terms of its impact on the industry, the iPhone is less relevant. Apple is unlikely to make any impact in this market. Apple will sell a few to some of its fans, but the iPhone will not make its mark on the industry in the long term.”

Michael Kanellos of CNET was even more categorical, predicting the device’s total failure:

“Apple is getting ready to launch a new phone… And it will fail. Sales of this phone will even surge at first, but things will calm down and Apple’s phone will take its place on shelves with random video cameras, cell phones, wireless routers, and other possible successes. When the iPod emerged in late 2001, it solved some important problems with MP3 players. Unfortunately for Apple, these are problems that don’t exist in the phone industry. Cell phones are not clunky, inadequate devices. Instead, they are very good. Very good.”

Not even Microsoft believed what was happening. The company’s marketing director, Richard Sprague, commented at the time:

“I can’t believe all this attention being given to the iPhone… I just have to know who would want such a thing (besides the religious fanatic). So, please, favorite this post and come back in two years to see the results of my prediction: I predict that the iPhone will not sell anywhere near the 10 million [units] that Jobs predicts for 2008.”

And of course, we can’t forget the comment that made history, coming from the mouth of the then Microsoft president, Steve Ballmer:

Check out another article with a collection of quotes made against the iPhone. Also, take the opportunity to analyze the comments our readers made five years ago.


– A realidade de quem trabalha por conta própria…

Essa imagem representa bem o que acontece com os empreendedores…

Sono? Nem sempre.

Abaixo:

– Empreendimentos Lucrativos e Socialmente Corretos: o Negócio Social

Cada vez mais vemos preocupações em agregar valor social a bens e serviços. Porém, a busca de lucro vem atrelada ao desejo de ajuda. São os NEGÓCIOS-SOCIAIS.

Gosto muito desse assunto, e por isso compartilho esse interessante artigo da Revista Exame, abaixo (clique aqui para citação):

COMO CRIAR UM NEGÓCIO SOCIAL

por Daniela Moreira

O tempo em que a etiqueta “sem fins lucrativos” vinha necessariamente atrelada a uma operação com propósitos sociais ficou para trás. Hoje, as organizações que querem contribuir para a construção de um mundo melhor podem fazê-lo sem abrir mão de gerar receita e operar dentro das melhores práticas de gestão e eficiência do mercado.

Os “negócios sociais” começam a se consolidar como uma opção para quem quer empreender e, ao mesmo tempo, gerar impacto social. “É usar o potencial empreendedor para resolver questões de qualidade de vida de populações mais vulneráveis”, explica Maure Pessanha, diretora executiva do Centro de Formações em Negócios Sociais da Artemisia, aceleradora de negócios sociais. Entre os exemplos de iniciativas neste modelo estão negócios voltados a consumidores de classes C, D e E, como serviços de saúde e educação a baixo custo. “Tem que gerar receita, mas tem que resolver um problema social”, resume Rodrigo de Méllo Brito, co-fundador e diretor executive da Aliança Empreendedora. Confira a seguir algumas dicas dos especialistas para criar um negócio social:

Pesquise o público-alvo

Para ser relevante, um negócio social precisa atender às necessidades reais do seu público. Isso exige um contato muito próximo com os consumidores dos produtos e serviços a serem oferecidos.

Não presuma que uma demanda existe – busque verificar através de pesquisas e contatos constantes com os usuários exatamente o que eles querem. “É preciso entender muito bem do problema para poder traçar a estratégia de trás para a frente. Quanto o cliente está disposto a pagar pelo produto? Que tipo de meio de pagamento ele tem à disposição? É respondendo a essas perguntas que você poderá chegar a uma oferta ideal”, detalha Brito.

Encontre um modelo de negócio

Não há um consenso a respeito da constituição jurídica ideal para este tipo de negócio. Muitos nascem a partir de iniciativas de ONGs que precisam de recursos para se autofinanciar. Mas, cada vez mais, tornam-se comuns projetos que já nascem como negócios sociais. Neste caso, é importante pensar desde o início em um modelo que permita que o negócio seja autossustentável – se não a curto prazo, pelo menos em um futuro não muito distante.

“O capital inicial para começar um negócio pode vir de várias fontes, inclusive doações. O que não pode acontecer é contar doação como faturamento, isso é uma ilusão. No longo prazo, é preciso gerar receita”, destaca Maure. Os modelos de negócios são variados. Algumas empresas faturam com a venda dos próprios produtos e serviços oferecidos. Em outros casos, treinamentos e consultoria podem entrar como uma fonte de receita para sustentar um atendimento gratuito ao público.

Faça um bom plano de negócios

Como qualquer negócio que almeja o sucesso, um negócio social deve ter um plano de negócios, o documento que vai detalhar e traduzir em números qual será a oferta da empresa, o mercado em que ela vai atuar, seus concorrentes e projeções de ganhos e gastos potenciais. “O negócio social tem que ser, antes de tudo, um bom negócio, muito bem estruturado e administrado”, destaca Maure. Além de ajudar na hora de buscar recursos, este documento será útil na gestão do dia-a-dia do negócio.

Conduza um piloto

Para fazer os ajustes finos necessários no projeto e mostrar a potenciais investidores que a ideia é boa, fazer um piloto é um caminho interessante. “Teste o seu mercado assim que possível e veja se o produto tem valor para a comunidade”, recomenda Maure.

Busque recursos

A oferta de capital para negócios sociais vêm crescendo no Brasil. Fundos internacionais e até brasileiros, como a Voz Capital e a Sitawi, injetam recursos em projetos promissores em troca de uma fatia do negócio. Como muitos negócios sociais ainda nascem a partir de um modelo híbrido – ONGs que acabam migrando para o setor 2,5 gradativamente, em busca de sustentabilidade –, também é possível captar recursos tradicionalmente disponíveis para o terceiro setor, como verbas de institutos e fundos sociais de empresas. Outra opção é ir atrás de recursos dos programas de subvenção econômica governamentais.

Tenha paixão e perseverança

Um negócio social algumas vezes leva mais tempo para decolar que um negócio tradicional, por isso é fundamental que o empreendedor acredite muito na ideia e tenha persistência. “É importante ter uma visão, uma consciência do impacto do negócio”, diz Maure. Embora, no longo prazo, a remuneração de um executivo responsável por um negócio social possa se equiparar aos valores de mercado, assim como em qualquer empreendimento, e empreendedor terá que apertar o cinto até que o negócio se consolide. “Mesmo negócios tradicionais levam anos para ter escala. É preciso ter paciência”, aconselha Britto.  “A boa notícia é que até o investidor está disposto a esperar mais e ganhar menos, porque investe pelo impacto social”, conclui.

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– #REPOST: Fábio, um ex-presidiário que renasceu no Empreendedorismo.

Estou preparando aulas para lecionar numa Penitenciária, falando aos reeducandos sobre “nova chance na vida, através do trabalho honesto”. No meu conteúdo, incluirá noções de empreendedorismo e ideias de negócios.

Olhe só que vídeo bacana de uma história real, de um indivíduo que saiu da cadeia e levou a vida honestamente. Como é boa a liberdade e os bons valores!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=OAuiawRHAfs&t=1075s

– Tipos de Boa Ajuda Corporativa.

Ter ajuda é bom na Administração de Empresas. Mas ter alguém chato, crítico, sempre contrário a você, faz bem também!

Extraído de: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292507-16366,00-TRES+TIPOS+DE+AJUDA.html

TRÊS TIPOS DE AJUDA

Você precisa de um coach, de um empreendedor… e de um ‘do-contra’

Por Paulo Eduardo Nogueira

Reza um aforismo de Peter Drucker, um dos padroeiros da administração moderna: “Cultura começa com as pessoas certas e cultura se alimenta de estratégia no café da manhã”.

Mas quem são as pessoas certas? Os consultores de inovação G. Michael Maddock e Raphael Louis Vitón sugerem três tipos que podem ajudar muito na transformação de ideias em produtos ou serviços inovadores.

O primeiro é o coach desafiador, que instiga os funcionários a ir além dos limites autoimpostos e a correr riscos que normalmente evitariam.

O segundo é o empreendedor, aquele que enxerga oportunidades de negócios onde outros veem dificuldades, e adora desafios.

O terceiro é alguém que seja o seu oposto. A experiência mostra que empresas de grande sucesso combinaram executivos com mentalidades diferentes para gerar choque criativo de ideias: se você é yang, procure seu yin.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida. Quem souber, favor informar para divulgação dos créditos


ENGLISH:

THREE TYPES OF HELP

You need a coach, an entrepreneur… and a ‘contrarian’

By Paulo Eduardo Nogueira

An aphorism by Peter Drucker, one of the patron saints of modern management, says: “Culture starts with the right people, and culture eats strategy for breakfast.”

But who are the right people? Innovation consultants G. Michael Maddock and Raphael Louis Vitón suggest three types that can help a lot in transforming ideas into innovative products or services.

The first is the challenging coach, who encourages employees to go beyond self-imposed limits and take risks that they would normally avoid.

The second is the entrepreneur, who sees business opportunities where others see difficulties, and loves challenges.

The third is someone who is your opposite. Experience shows that highly successful companies have combined executives with different mindsets to generate a creative clash of ideas: if you are yang, look for your yin.

– Novos e Antigos conceitos corporativos.

Gostei desta comparação das prioridades na gestão das empresas e compartilho:

– Seja a sua melhor versão!

Estivemos hoje em Francisco Morato, pela parceria Sebrae, IBS-Américas e Prefeitura Municipal, ministrando o curso “Seja a Melhor Versão de Si Mesmo”.

Como é bom lecionar e, ao mesmo tempo, ajudar ao próximo.

✏️ #Educação

– Ajudando com Empreendedorismo e Cidadania.

Estive hoje na Penitenciária Feminina de Franco da Rocha, ministrando o Curso “Seja a Mudança da sua Vida”, em parceria do Sebrae com a Funap.

Ajudar a sociedade através da Educação é um caminho necessário!

🖊️ #Empreendedorismo

– Empreenda!

Estive nessa manhã, em nome do Sebrae, falando sobre Autoconhecimento às meninas da Penitenciária Feminina de Franco da Rocha.

Somente com a Educação conseguiremos mudar positivamente a Sociedade.

✏️ #Cidadania

– A História da Nestlé:

Veja só a belíssima história do fundador da Nestlé, que salvou vidas com sua invenção (o leite em pó), mas não viu a empresa que fundou triunfar.

Extraído do Facebook em: https://web.facebook.com/groups/283397975397196/permalink/2033325867071056/?mibextid=wwXIfr&rdid=x8qnQV9RWtMgensy

NESTLÉ

Henri Nestlé: o alquimista que salvou milhões de bebês… mas morreu sem imaginar o império que havia criado
Ano de 1814, Frankfurt, Alemanha. Em plena era napoleônica, entre a pólvora das batalhas e a pobreza das ruas, nasce Heinrich Nestle, o 11º de 14 irmãos de uma família de sopradores de vidro. Poucas coisas indicavam que aquele menino magrinho, curioso e silencioso mudaria o rumo da infância no mundo.
Desde jovem, odiava limites. Aprendeu química, farmácia e várias línguas. Viajou pela Europa como se estivesse em busca de algo… até que, em 1839, se estabeleceu na Suíça, na cidade de Vevey. Francófilo, mudou seu nome para francês: Henri Nestlé, que significa “ninho”. Um símbolo de proteção que marcaria toda a sua trajetória.
⚗️ A origem de uma obsessão: parar a morte infantil
Em 1850, 1 em cada 4 bebês europeus morria antes de completar um ano. As mães morriam no parto, não podiam amamentar ou viviam em condições sem higiene.
Os substitutos ao leite materno eram rudimentares: papas de pão molhado, água com cereais ou infusões fervidas. O resultado? Infecções, diarreia, desnutrição. Morte.
Henri decidiu buscar uma solução. Após anos de testes e fracassos, finalmente, em 1867, desenvolveu a Farine Lactée: uma mistura de leite de vaca evaporado, farinha cozida e açúcar. Um alimento pronto, fácil de digerir e relativamente seguro.
O produto salvou a vida de um bebê prematuro à beira da morte — um caso documentado que consolidou sua reputação. A mistura foi o primeiro leite infantil industrializado. Em um mundo sem refrigeração ou padrões de higiene, foi uma verdadeira revolução. Um milagre científico.
💼 Por que vendeu seu império?
Apesar do sucesso, Henri não era um empresário. Era um alquimista de jaleco, não de terno. Em 1875, aos 61 anos, vendeu sua empresa por 1 milhão de francos suíços (equivalente a cerca de 7 milhões de euros atuais) a Jules Monnerat e outros investidores.
Mas impôs uma condição: que seu sobrenome ficasse para sempre na marca.
O logotipo do ninho com passarinhos foi desenhado por ele mesmo, inspirado no seu sobrenome e no seu desejo de proteção. Henri nunca teve filhos biológicos, mas adotou uma menina, Emma, que criou com muito carinho ao lado de sua esposa, Clémentine.
🪦 Um retiro modesto, uma morte silenciosa
Henri passou seus últimos anos em Montreux, na Suíça. Recusava convites para reuniões empresariais. Não dava entrevistas. Nunca patenteou sua fórmula — acreditava que o conhecimento devia ser compartilhado, se pudesse ajudar a humanidade.
Morreu em 1890, aos 75 anos, sem saber que seu nome se tornaria um dos mais falados do planeta. Emma, embora criada com amor, não herdou a empresa nem grandes fortunas. A companhia já havia sido vendida a um consórcio. Clémentine sobreviveu a Henri, levando uma vida reservada, sem aparições públicas.

– O que é Empreendedorismo?

Olhe aí a boa definição de empreendedorismo (por um empreendedor nato):

Na imagem:

– Sebrae na Penitenciária Feminina.

Estivemos nessa manhã, em uma parceria Sebrae, IBS-Américas e Funap, falando sobre “Comportamento Empreendedor” às reeducandas da Penitenciária Feminina de Franco da Rocha.

Somente com a Educação é que conseguiremos mudar a sociedade.

🖊️ #Cidadania

– Turno 2 de 3: Sebrae Cidadania.

Segundo turno de 3: Estive nessa tarde ministrando a aula “Construa sua marca pessoal”, pelo Sebrae, falando sobre a importância da reinvenção aos Reeducandos do CDP de Hortolândia.

Somente com a boa educação é que teremos resultados positivos.

✏️ #Cidadania

– Sebrae na Comunidade.

Estive, pelo Sebrae, nessa manhã no Centro de Capacitação de Franco da Rocha, falando de Formalização de Negócios aos MEIs de lá.

É com a capacitação que o Brasil irá para a frente.

🖊️ #Empreendedorismo

– Falando de Empreendedorismo.

Estive hoje em Franco da Rocha, falando aos alunos da Secretaria de Ensino sobre Empreendedorismo, em nome do Sebrae.

É muito bom ver as pessoas querendo capacitar-se. Viva a Educação.

🖊️ #Capacitação

– A História da Pepsi, que assumidamente quis ser a segunda do mercado.

Uau. Que história!

A Pepsi foi rejeitada pela Coca. Caiu, levantou, mudou os rumos e sobrevive.

Uma típica história de empreendedorismo, extraída de: https://duplamente.com.br/pepsi-como-um-refri-de-dispepsia-virou-diplomata-colecionou-tanques-e-desafiou-a-coca-cola/

PEPSI: COMO UM REFRIGERANTE DE DISPEPSIA VIROU DIPLOMATA, COLECIONOU TANQUES E DESAFIOU A COCA-COLA.

Era uma vez um refrigerante que nasceu para curar indigestões, sobreviveu a duas falências, foi rejeitado três vezes pelo maior rival do planeta e, em vez de sumir, decidiu comprar meio mundo. Não, não é um roteiro de Hollywood. É a história da Pepsi — a marca que riu da cara da desgraça, embalada por açúcar, astúcia e uma pitada de ironia.

Tudo começou em 1893, quando Caleb Bradham, um farmacêutico sonhador da Carolina do Norte, resolveu criar uma poção mágica para digestões capengas. Batizou-a de Brad’s Drink, mas, em um golpe de marketing pré-histórico, rebatizou-a como Pepsi-Cola — uma homenagem à “dispepsia”, porque nada diz “refresco” como lembrar o cliente de sua má digestão. A fórmula, claro, não tinha pepsina, mas quem se importava? O gosto era doce, a promessa era grande, e a Coca-Cola, já estabelecida, nem imaginava o que viria.

Bradham expandiu rápido: em 1902, já tinha 40 distribuidores. Até que, em um movimento digno de tragédia grega, apostou todas as fichas no açúcar antes da Primeira Guerra. O preço despencou, e a Pepsi faliu. Primeiro round: Coca-Cola 1 x Pepsi 0.

Mas a Pepsi tinha uma habilidade rara: ressuscitar. Em 1931, após ser recusada três vezes pela Coca-Cola (sim, eles se arrependeriam amargamente), a marca estava de novo no chão. Até que Charles Guth, um ex-executivo da Coca, decidiu vingar-se. Ele adocicou a fórmula, encheu garrafas gigantes e as vendeu pelo preço das minúsculas rivais. Era a Grande Depressão, e as massas famintas por açúcar e economia adotaram a Pepsi como símbolo da resistência popular. Ironia? A Coca-Cola, elitista, virou a “bebida dos ricos”.

Agora com sabor e estratégia, a Pepsi partiu para a guerra cultural. Nos anos 1940, enquanto rivais ignoravam a comunidade afro-americana, ela colocou negros em propagandas como pessoas, não caricaturas. Joan Crawford, estrela de Hollywood e esposa do presidente da empresa, levou a Pepsi para as telas de cinema. A marca não só vendia refrigerante — vendia identidade.

Mas o ápice da audácia veio em 1959, em plena Guerra Fria. Enquanto EUA e URSS trocavam ameaças nucleares, a Pepsi serviu um copo gelado a Nikita Khrushchev. O líder soviético sorveu, aprovou, e de repente, a Pepsi virou o primeiro produto americano no bloco comunista. O pagamento? Vodka. E depois, navios e tanques de guerra. Sim, a Pepsi chegou a ter o 6º maior arsenal militar do planeta — um feito e tanto para uma empresa que vendia “suco de dispepsia”.

Nos anos 1980, a Pepsi desferiu o golpe baixo perfeito: o Desafio Pepsi. Em testes cegos, consumidores preferiram seu sabor. A Coca, em pânico, lançou a New Coke — um fiasco. A Pepsi riu por último, patrocinou Michael Jackson e abraçou a cultura pop como ninguém.

Hoje, a PepsiCo é um império: das batatas da Elma Chips ao Gatorade, controla 23 marcas que faturam US$ 1 bi cada.
Moral da história? Se ainda é a “segunda opção”, assim seja: afinal, como diria Khrushchev, “o segundo lugar às vezes tem um gosto mais doce”.

– Turno 2 de 2: Na Faculdade.

Estive nessa noite na Faditu, falando um pouco sobre Administração Estratégica.

É muito bom ver nossos alunos com olhos brilhando. É esse o caminho, o conhecimento!

🖊️ #Ensino

– Turno 1 de 2: No Fundo Social de Solidariedade.

Estive nessa manhã, em nome do Sebrae, no Fundo Social de Solidariedade de Jundiaí, falando um pouco sobre Empreendedorismo e MEI.

É muito bom ver nossos alunos com desejo de fazer a diferença. É esse o caminho!

🖊️ #Educação