– Aécio e Dilma quatro anos depois… e o Temer?

Na semana passada, foi revelado que a Operação Patmos, deflagrada dias atrás, encontrou bloqueador de celular externo e “fazedor de ruído” em extensão telefônica, no escritório do Senador Aécio Neves.

Nunca imaginei que existissem equipamentos como esse do “barulhador de linha”. Mas ele dificulta escuta telefônica, né? Será que foi o dono do escritório quem colocou para que não fosse investigado?…

Aliás, os dois últimos candidatos à Presidência do Brasil (e que bipolarizaram a nação) estão em descrédito. Aécio acabou politicamente, igual a Dilma. Mas a ex-presidente não se cansa em “pagar micos” e ousou dizer que a morte de Marielle Franco faz parte do “golpe em andamento”!

Caramba, seu (justo) impeachment não tem nada a ver com essa execução sumária! Que picaretagem fazer uso do triste assassinato da vereadora ativista para proveito próprio. Coisa feia, dona Rousseff.

Aliás, o que tem de gente se aproveitando dessa tragédia…

Ops: enquanto redijo, escuto no rádio a notícia de que Michel Temer deve, em breve, anunciar sua candidatura para ser presidente pelo MDB em Outubro. Se confirmada tal informação, é uma tremenda falta de bom senso… Tá se achando, Temer?

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– Uma população governada por vices? Adianta votar?

Perceberam que, caso se confirme as candidaturas de diversos políticos especulados, o cidadão paulistano será governado apenas por vices?

Bruno Covas será o novo prefeito da Capital, no lugar de João Dória Jr;

Márcio França será o novo governador do Estado, no lugar de Geraldo Alckmin; e,

Michel Temer já é o presidente da República, no lugar de Dilma Rousseff.

São todos políticos profissionais, não? Aliás: não está na hora de desvincular as candidaturas das chapas (eleições para o Mandatário e voto à parte para o Vice)?

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– Os 21 candidatos a Presidente do Brasil

Por ser época de Carnaval, não repercutiu tanto. Mas o Jornal O Globo trouxe uma matéria mostrando os presidenciáveis para 2018, e, acredite, foram elencados 21 nomes!

Destes, quem você simpatiza?

Extraído de: https://oglobo.globo.com/brasil/no-desfile-de-pre-candidatos-mais-de-20-nomes-querem-disputar-planalto-22392703

NO DESFILE DE PRÉ-CANDIDATOS, MAIS DE 20 NOMES QUEREM DISPUTAR O PLANALTO

Desde 1989 não há tantos nomes colocados para a disputa pela Presidência

Por Juliana Castro

A oito meses das eleições presidenciais, mais de duas dezenas de pré-candidatos já colocaram o bloco na rua sonhando com o Palácio do Planalto. O desfile de nomes é variado, retrato de um cenário de indefinição semelhante à disputa de 1989, quando 22 candidatos participaram da corrida eleitoral. O pleito de outubro pode ter nas urnas representantes dos mais variados estilos: além dos políticos tradicionais, estão se mobilizando apresentadores de TV, banqueiros, um líder sem-teto, um cabo bombeiro e até um cirurgião plástico exótico.

O bloco dos novatos, formado por aqueles que nunca concorreram ao Executivo, tem como mais inusitado representante o médico Dr. Robert Rey, mais conhecido como Dr. Hollywood devido às cirurgias plásticas que já fez em diversas celebridades. Ele anunciou a intenção de ser candidato caso consiga refundar o Prona, partido que lançou o folclórico Enéas Carneiro à Presidência nos anos 1990. Na semana passada, Rey gravou vídeo na página oficial da legenda pregando um Brasil “mais conservador”.

Sua página no Facebook mistura dicas para dar fim às olheiras e à calvície com ideias, sem qualquer detalhamento programático, para “trazer o sistema americano para escolas brasileiras”. Rey também já defendeu, em entrevista, que o hino nacional toque todo dia de manhã em cadeia nacional de rádio e TV.

Convites à espera de resposta

Propostas excêntricas também estão nos discursos de outros novatos. Repleto de menções a Deus, o discurso do deputado federal Cabo Daciolo, pré-candidato pelo Avante, sai frequentemente em defesa da intervenção militar como uma solução para o país. No ano passado, o bombeiro chegou a defender o fechamento do Congresso Nacional, onde “só tem corruptos”.
Já a ex-apresentadora de televisão Valéria Monteiro (PMN) tem pregado medidas como licença maternidade de três anos e isenção de Imposto de Renda para quem ganha menos de R$ 3.700. O impacto fiscal das ideias, contudo, não foi calculado pela pré-candidata.

— Esses candidatos não têm visibilidade eleitoral, mas acabam aparecendo com suas atividades um tanto folclóricas. As eleições de 1989 e a de 2018 têm uma relação no que se refere à possibilidade de muitas candidaturas, mas a conjuntura política é muito diferente. No final dos anos 1980, a esperança era muito grande. Agora, há o pessimismo generalizado, as pessoas estão desencantadas com o sistema político — diz o cientista político Paulo Baía, da UFRJ.

Ao contrário de Rey, Daciolo e Valéria, apoiados por partidos nanicos, há ainda os novatos com maior relevância, que permanecem com o futuro indefinido. Caso do apresentador Luciano Huck e do ex-presidente Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa, cortejados pelo PPS e PSB, respectivamente. Embora Huck tenha conversas periódicas com economistas liberais, seu discurso de forte apelo social tem potencial de crescimento em segmentos lulistas, apontam institutos de pesquisa. Já Barbosa mantém-se em silêncio sobre o que seriam seus projetos presidenciais, mas sua plataforma, apontam os socialistas, estaria focada na sua trajetória pública de combate à corrupção.

Guilherme Boulos, que estuda a filiação ao PSOL, fecha a lista de novatos em dúvida. Embora não admita, a candidatura do líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) está diretamente relacionada ao futuro político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Boulos dividiria votos da esquerda com a deputada estadual no Rio Grande do Sul Manuela D’Ávila (PCdoB).

— Não tem um candidato competitivo no cenário eleitoral, e isso estimula o lançamento de várias pré-candidaturas. Quando existe este nome, os partidos menores tendem a ser atraídos pela coalizão. Tem que ter tempo de TV para haver um bom desempenho — explica Fernando Antonio Azevedo, cientista político da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar).

O bloco dos indefinidos também contempla nomes da base do governo, como o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), e o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro (PSC). Os três sonham em ser o nome que unificaria o centro político para acabar com a polarização entre Lula e o deputado Jair Bolsonaro, em negociações para migrar para o PSL. No mesmo espectro político, também apresentam-se João Amoêdo (Novo), com carreira ligada ao mercado financeiro, e o senador Álvaro Dias (Podemos).

Estão no páreo ainda os veteranos que já concorreram à Presidência em outras ocasiões: a ex-senadora Marina Silva (Rede), que disputou pelo PV em 2010 e pelo PSB em 2014; o governador Geraldo Alckmin, candidato em 2006 pelo PSDB; o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT), que concorreu em 1998 e 2002; e o senador Cristovam Buarque, que disputou em 2006.

A campanha também terá velhos conhecidos do eleitorado como Eymael (PSDC), dono do jingle chiclete “Ey-Ey-Eymael, um democrata cristão”, e Levy Fidelix, autor do controverso projeto do “aerotrem”. Sem contar o ex-presidente Fernando Collor (PTC), que, em discurso na semana passada, disse estar “diante da retomada de uma missão”. Slogan esse que, aliás, já aparece na foto de capa de sua página no Facebook.

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– Huck, FHC, Alckmin, Lula, Bolsonaro… ou Hulk?

O cenário dos presidenciáveis está pegando fogo. Lula será candidato ou vai para a cadeia? Bolsonaro terá fôlego em partido nanico? E Alckmin, deslancha ou não? Teremos Ciro, Meirelles, Marina e Manuela? De certo, somente Levy Fidelix como candidato pelo seu PRTB.

Tanto o PPS quanto parte do PSDB querem que Luciano Huck se candidate. Veja que o ex-presidente Fernando Henrique foi visita-lo nesta semana…

Será que Geraldo Alckmin será abandonado por seus pares?

Sincera e honestamente, acho que somente Hulk (não o Huck, mas o herói da Marvel) e os outros Vingadores, através de uma força-tarefa, darão um jeito nesse país…

Brincadeiras à parte, não tenho nada contra o apresentador da Globo. Me parece um cara muito bem intencionado (já escrevi isso aqui em: https://wp.me/p4RTuC-lv4) Não quer dizer que terá meu voto, mas a rejeição é menor.

Ao menos, é um nome diferente das atuais raposas velhas…

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– Você confia nas urnas eletrônicas usadas na Política e nos Esportes?

Sabidamente, é uma empresa VENEZUELANA (e atualmente isso é preocupante) a responsável pelas urnas eletrônicas no Brasil. Pois bem: ao ler na Internet que o TSE fará auditoria em tempo real durante as Eleições Gerais em Outubro de 2018, ouço na Rádio que Paulo Garcia, o 2o colocado nas Eleições do Corinthians, pede anulação do pleito em seu clube por ter sido detectada uma possível fraude durante as votações: a reprogramação das urnas durante a votação.

Será que votos “migraram” de candidato ou “inseriu-se” alguns a mais?

Evidentemente, se isso ocorreu e beneficiou o 1o colocado, o vencedor Andrés Sanches, é caso para expulsão do clube, polícia, cadeia…

A questão é: o grupo político do Deputado Federal Andrés Sanches realmente ousaria fazer isso?

É de arrepiar os cabelos, caso algo seja comprovado. Parece-me um pouco exagerado. Ou não?

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– Que vergonha, comunidade vascaína!

Nossa, que coisa triste ocorreu dentro do Vasco da Gama, não?

Depois de tanto tempo levado por pessoas retrógradas, estando o pleito eleitoral prestes a acabar com a hegemonia de Eurico Miranda e permitir a ascensão do administrador Júlio Brant (aparentemente competente), eis que no referendo do conselho vascaíno o vice-candidato de Brant, Alexandre Campello, traiu sua chapa e foi para a de Eurico como candidato a presidente, numa estratégia pensada pelos situacionistas e repleta de falta de ética e moral! Eleito Campello, foi ovacionado, pasmem, pelos gritos de “Eurico, Eurico”.

Coitado do Vascão… vai virar cada vez mais vasquinho com essa tropa!

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– Agora vai! Collor presidente?

Fernando Collor de Mello, o ex-caçador de Marajás alagoano (mas que era um deles), e que por corrupção sofreu impeachment, anunciou que tentará ser novamente Presidente da República!

Collor anunciou que está pré-candidato pelo PTC, e que por ter mais experiência, sabe como colocar o Brasil nos eixos.

Ó, dúvida cruel! Votar em Lula, Alckmin, Bolsonaro, Collor, Marina Silva, Levi Fidélix, Eymael ou em ninguém?

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– Pense rápido e cite um nome para o Palácio do Planalto frente as 6 virtudes:

Para ser Presidente do Brasil, um país tão necessitado de bons políticos, o candidato ideal deve ter os seguintes atributos:

  1. Capacidade / Competência de gestão,
  2. Honestidade com o dinheiro público,
  3. Sensibilidade para entender as carências da população,
  4. Determinação a fim de resistir às dificuldades,
  5. Humildade em reconhecer possíveis equívocos e corrigi-los,
  6. Disposição em abandonar sua vida pessoal e viver um sacerdócio ao país.

Está fácil achar um nome? Com o que se tem oferecido ao eleitor, o cargo ficará vago…

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– Por que não Huck?

Soube que Luciano Huck apareceu no Programa do Fausto Silva, domingo último, e que o PT entrou na Justiça contra ele pedindo inelegibilidade e multa por “demonizar a política. Na entrevista, criticou a atual política e corrupção do Brasil.

É claro que se ventila uma possível candidatura de Huck à presidência, afinal, é um nome popular e o próprio Lula disse querer concorrer contra um candidato global. De fato, a corrida eleitoral já começou no Brasil.

A questão é: por que não Luciano Huck como presidente?

Alguém já parou para fazer essa reflexão?

1.Pensando bem, quais os defeitos que o inviabilizam?

2.E os seus concorrentes, teriam mais virtudes do que ele?

Ele é um empresário de sucesso, empreendedor nato (isso desde antes de entrar com o Programa “H” na TV Bandeirantes), apresentador, tem uma bela esposa e um estável casamento com filhos.

A juventude o atrapalharia? Por quê? Preferimos as velhas raposas da Política?

Não digo que votarei ou não em Luciano Huck se candidato for (aliás, no momento a única certeza é que não votarei em nenhum dos “cabeças” / populares: Lula, Ciro, Alckmin, Dória, Bolsonaro. Mas por que está se demonizando tanto Huck? Ou melhor: a mando de quem?

Vale pensar nisso… Se queremos gente nova e competente (sendo honesto, lógico) por quê descarta-lo?

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– Bolsonaro se filia ao PSL para concorrer a Presidência. Mas você se mancou quem é o presidente do partido?

Jair Bolsonaro, pré-candidato a Presidente da República, namorou o PEN (Partido Ecológico Nacional). A pequena sigla mudou o nome para Patriota a fim de receber o futuro presidenciável. Só que “na hora H” Bolsonaro se filiou ao PSL, que articulava para mudar de nome para Livres, mas que devido a adesão de Jair, dividiu-se.

O certo é que a proposta do presidente Luciano Bivar, do PSL, para aceitar a entrada do candidato, foi tão negociada que o próprio filho dele, Sérgio Bivar, que seria candidato a deputado federal pelo partido, deixou a legenda com a alegação de que o Partido Socialista Liberal vendia sua ideologia ao aceitar as condições dos bolsonaristas.

Mas sabem que é esse senhor, Luciano Bivar?

É aquele ex-presidente do Sport-PE, hiper-polêmico, que disse à imprensa ter subornado membros da CBF para que se convocasse Leomar (ex-jogador da equipe) na Seleção Brasileira. Na época, especulou-se que Bivar forçou a barra com o propósito de valorizar o jogador e pagar dívidas com Leão, também ex-treinador da equipe e que foi comandante da Seleção. No STJD, negou tudo o que disse (mas que ficou gravado nas grandes rádios).

Sinceramente?

Bolsonaro começa muito mal ao se associar a político que vem do meio do futebol. Dificílimo confiar em gente assim…

Aliás, reafirmo: tenho pena do nosso país com candidatos como Lula, Bolsonaro, Alckmin, Ciro… falta gente nova, competente e honesta para administrar o país (nenhum deles possuem as 3 virtudes citadas).

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foto: Blog do Cleuber Carlos

– E se a Eleição para Presidente da República fosse entre os jogadores de futebol…

Nesta última segunda-feira, o UOL divulgou uma pesquisa com 111 jogadores de futebol a respeito das intenções de voto para a Presidência da República em 2018. Em resposta espontânea, houve o seguinte resultado:

Jair Bolsonaro: 20,72%

Lula: 5,4%

Luciano Huck: 2,7%

Tite: 1,8%

Em dúvida: 58,55%

Brancos ou Nulos: 7,2%

Sabemos que a categoria dos jogadores é desunida, vive de desigualdades sociais maiúsculas e que o universo da pesquisa (111 atletas) é bem contestável (se levarmos em conta o plantel de 25 jogadores só da 1a divisão/equipe, sem contar com as outras 3 divisões e os torneios regionais, são 500 eleitores). Mas… o que tal pesquisa lhe diz?

A mim, nada. Aliás, os dois mais citados são ruins demais para o meu gosto. O primeiro é radical, o segundo é marginal.

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– O nome agregador não existe para a Presidência em 2018.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, discursando na Universidade de Columbia, foi correto: disse que o Brasil foi dividido (e concordo com isso), e que justamente por tal motivo o país precisa de um presidente agregador, um líder que una com emoção.

Até o começo do discurso, onde marquei um comentário entre parênteses, corroboro. Mas daí pra frente, FHC esquece-se que membros do seu partido se omitiram na mudança da nação e os principais membros do PSDB (cite-se Aécio Neves) caíram na mesma vala comum do PT e seus associados.

E aí reside outro problema: QUEM é o nome AGREGADOR para as Eleições de 2018?

Até agora, não existe um candidato de união.

Em tempo e aproveitando: devido aos feriados, o Congresso Nacional estará 10 dias parado. Pode?

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– Perguntar não ofende: Lula e Bolsonaro estão em campanha antecipada? Já pode?

Reflita: todo brasileiro sabe que Luís Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro são candidatos à Presidência da República. Se fala também em Dória, Alckmim, Meirelles, Marina e outros nomes. Mas nas manchetes só se fala dos dois em visitas públicas.

Neste momento, só poderiam se apresentar como pré-candidatos. Mas não estão claramente em campanha?

Isso não pode, e o TSE deveria lembra-los insistentemente (embora, sabemos, ninguém cumprirá tal ordem).

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– Bolsonaro e um Mea Culpa?

Segundo a Folha de São Paulo, Jair Bolsonaro, deputado federal e pré-candidato à Presidente da República em 2018, disse ser admirador de Donald Trump. E em palestra fechada a convidados em Nova York nesta semana, disse que:

Tem muita gente mais preparada do que eu, mas no Brasil hoje o pessoal está alvejado. Praticamente não tem candidato deles que se apresenta aí que não tenha problemas com a Lava Jato ou já tiveram no Mensalão (…) Estendo a minha mão aos senhores, entendam a minha inexperiência em algumas áreas, a minha vontade é de acertar. De vez em quando me perco nas palavras sim, mas peço desculpas”.

Tenho medo de radicais de Direita ou de Esquerda. O Brasil precisa de gente honesta, competente e mansa. Nada de radicalismos!

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– Os Políticos mais Inteligentes do Brasil

Alguns nomes são gênios e podemos conviver com eles em nosso tempo: Lula, Renan, Cunha, Aécio e tantos outros políticos.

Por quê são diferenciados?

Eles têm o poder político na mão, fazem o que querem e muitas vezes o que não podem. Quando se dão mal, apenas “param de faturar.

Vai negar que são inteligentíssimos e se sustentam no topo, apesar das críticas e denúncias? Pena que não usam a genialidade para o bem.

Aliás, Lula disse que se fosse culpado de algo iria a pé para a cadeia em Curitiba. Vai mesmo? Eu acho que não, pois ele tem apoio de muita gente fanática e que se sacrificaria por ele nas ruas. Enquanto isso, a estratégia do bla-bla-blá rola solta…

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– Não é contraditória a pesquisa DataFolha sobre a Presidência?

Perceberam quantos candidatos acusados de corrupção (tanto de direita quanto de esquerda) teremos no ano que vem tentando chegar ao Planalto?

E as pesquisas, dizem o quê?

Em minha cabeça, os números mais recentes não batem. A última pesquisa DataFolha sobre intenção de voto apontava Luís Inácio Lula da Silva com 35% dos votos.

Na simulação, havia também outros nomes citados no esquema de propina da Odebrecht, como Geraldo Alckmin; além, é claro, de diversos cenários com outros candidatos acusados de bandidagem.

Só que na mesma pesquisa (divulgada em pílulas), Lula tem rejeição de 70% dos votos. Assim…

Ué (parte 1): Se Lula tem 35% dos votos, somando-se 70% dos que o rejeitam, temos 105%! De duas, uma: ou há 5% dos entrevistados que votarão duas vezes, ou incrivelmente há gente que não quer a volta do corrupto Lula mas votará nele!

Ué (parte 2): Do universo entrevistado, 87% responderam que não votarão em candidatos envolvidos em denúncias de corrupção. Ora, sendo assim, não teremos presidenciáveis do PT, PSDB, PMDB, PP, DEM… teremos WO em 2018 em Brasília?

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– Óleo de Peroba para Renan Calheiro e Lula!

É muita cara de pau ouvir e ver o que os políticos fazem nesse país. E não é que em Alagoas, Lula se juntou a Renan Calheiros (que dispensa apresentações) e fez campanha para presidente por lá?

Pior foi ouvir o Senador Renan dizer: “Governo do povo, para o povo, diferentemente deste de agora”!

Carambola! Ele foi Governo e é Governo. Renan não está nem aí se as pessoas questionarão tal disfarce?

E Lula dizendo que a mulher dele, dona Marisa, morreu por culpa dos ‘meninos da Lava Jato'”? É demais…

É nessa gente sem-vergonha, mentirosa e demagoga que as pessoas depositarão confiança em 2018?

Repito: Jucá, Aécio, Serra, Alckmim, Lula, Gleise… chega desses políticos!!!

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– Dória será efetivamente Prefeito de São Paulo ou está testando o eleitorado para a Presidência?

João Dória Jr está testando o eleitorado, não há dúvida. Discurso anti-Lula e dizendo que cumpre o mandato, verifica assim qual a real possibilidade de vencer uma Eleição Nacional. Como qualquer político (sim, é evidente que político ele é) dirá em um determinado momento que “atenderá um pedido do povo e se candidatará ao Planalto”, já que Alckmin, o suposto primeiro nome do PSDB, não tem força para ganhar as Eleições 2018.

Se continuar a ser o bom gestor que me parece estar sendo na Capital, por quê não acreditar que ele seria um bom nome para Presidente?

Não me empolgo com nenhum político, mas me parece não radical (o oposto de Jair Bolsonaro), bem ativo no trabalho e nas decisões / opiniões (diferente de Marina Silva), sem crimes de corrupção (vide Lula) e com boa popularidade (antônimo de Michel Temer).

Aguardemos.

Ops: e a ovada que ele levou em Salvador, não?

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– Tudo é questão de interpretação: está com ou sem moral Luís Inácio?

De acordo com a última pesquisa Datafolha (divulgada na 2a feira), se a Eleição para Presidente da República fosse hoje, Lula seria o mais votado entre os candidatos com 30% das intenções de voto. Ao mesmo tempo, Lula seria o mais rejeitado entre todos eles, com 46% das repulsas de voto.

Ou seja, uma parcela (significativa) da população quer Lula; outra parcela (com significância ainda maior), não o quer!

Num dos cenários, o 1o turno seria composto por (em %): Lula 30, Jair Bolsonaro 16, Marina Silva 15, Geraldo Alckmin 8, Ciro Gomes 5, Luciana Genro 2, Eduardo Jorge 2, Ronaldo Caiado 2, Brancos / Nulos 10%, Indecisos 10.

Em quem você não votaria (em %): Lula 46, Geraldo Alckmin 34, Jair Bolsonaro 30, Fernando Haddad 28, Ciro Gomes 26, Marina Silva 25, Luciana Genro 24%, Ronaldo Caiado 23, Sérgio Moro 22, Eduardo Jorge 21, João Dória Jr 20, Joaquim Barbosa 16.

A pergunta é: serão esses senhores realmente candidatos? O que eles podem contribuir ao Brasil? Todos são honestos?

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– Lula 2018 e o presídio de si mesmo

Viram ontem o discurso de Lula aos seus aficionados correligionários?

Disse que “Temer está entregando a Petrobrás aos estrangeiros“, que a culpa da crise é dos outros, que “precisamos recuperar a economia” (como se não fossem partícipes ele e o PT da quebradeira e da corrupção que os políticos têm proporcionados).

Que mundo ele está vivendo ou tentando criar na cabeça das pessoas?

O que mais assusta é que ele se lançou candidato a presidente para 2018. Seria uma estratégia para pressionar a Lava Jato, não cassando seus direitos políticos? Aliás, Lula é um “prisioneiro solto” vivendo nos lugares onde sabe que não corre o risco de vaias.

O pior é que há quem vote nele, tornado o cenário horroroso se acompanhado das opções: Marina, Aécio, Serra, Alckmin, Bolsonaro…

Salvem o Brasil, pois se dependermos desses pré-candidatos, estamos perdidos.

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– Justus, o Trump brasileiro ou o Dória nacional?

Roberto Justus, o empreendedor e celebridade brasileira, ex-apresentador do “O Aprendiz”, disse que não descarta se candidatar à Presidência do Brasil em 2018.

Será que se inspirou em Dória na prefeitura paulistana ou em Trump como presidente dos EUA? Afinal, ambos apresentaram o mesmo programa que ele.

Aliás, seria ele um bom nome ou não?

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– E agora, Itupeva?

Marcão Marchi não será mais prefeito em Itupeva (por enquanto), pois a Justiça Eleitoral indeferiu sua vitória, devido ainda a pendenga que o perturbou durante a campanha.

Uma questão: se havia alguma irregularidade, por que o liberou durante a Eleição?

Outra ainda mais pertinente: se o liberou, por que agora o cassou?

Quem perde é a cidade de Itupeva, pois o candidato mais votado, temporariamente, não está eleito. E como algumas coisas só acontecem no Brasil, fica a dúvida: assumirá o segundo colocado ou se convocará um novo pleito eleitoral? Ou ainda: Marcão poderá reverter a decisão?

Tudo isso só acontece por um motivo: a falta de clareza da Lei. Simples.

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– Sobre o Resultado Final das Eleições Municipais de Jundiaí

A democracia venceu, e isso é o mais relevante de tudo. Tanto Luiz Fernando Machado (PSDB) e Pedro Bigardi (PSD) encerraram suas campanhas de maneira correta (embora, sabemos, alguns fanáticos “trollaram” nas redes sociais com muita insistência nos últimos dias – mas isso não é exclusivo dos dois candidatos).

Luiz Fernando teve 58,58% dos votos válidos (116.019) e venceu a corrida à Prefeitura Municipal. Bigardi teve 41,42% (82.044), não se reelegendo.

Para quem votou em LFM, deve agora festejar e o apoiar. Claro, cobrar a confiança depositada.

Para quem votou em PB, deve agora cobrar e o fiscalizar. Claro, é o convencimento exigido de quem votou contrariamente.

Para uma cidade ideal, temos que ter as forças unidas para o bem de Jundiaí, independente do partido ou da pessoa. A oposição deve ser responsável, mas não passiva tampouco xiita.

Foram 290.278 eleitores jundiaienses habilitados a votar. E isso é muito preocupante, pois se você levar em conta os resultados de todos os votos anulados e dos ausentes, eles atingem 31,76%. Ou seja, quase 1/3 da população eleitoral que têm direito a voto (equivalente a 92.215), por qualquer motivo que seja, não quis nem Luís Fernando e nem Pedro Bigardi.

E isso dá maior responsabilidade ao prefeito eleito: contentar seus eleitores (116.019 votos), os eleitores do adversário (82.044), os eleitores que não compareceram à votação (58.549), os eleitores que votaram em branco ou anularam o voto (33.666).

O otimista dirá: o prefeito eleito representa a maior parcela dos eleitores jundiaienses que fizeram uma escolha. Já o pessimista dirá: o prefeito eleito, apesar dos mais de 116 mil votos, não teve o voto de 174.259 jundiaienses.

Política é assim. Todos nós, nesse momento de transição, devemos torcer para uma cidade melhor.

Boa sorte ao novo prefeito a partir de 2017, Luiz Fernando Machado, e obrigado ao atual prefeito até 31 de dezembro de 2016, Pedro Bigardi.

O importante é: Pra Frente e Para o Futuro, que Jundiaí seja um lugar sempre adequado para os nossos filhos. E sem radicalismos, nem de esquerda e nem de direita.

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– Eleições aqui e lá!

Leio que no sábado vários manifestantes pró e contra a candidatura de Donald Trump à Presidência dos EUA se enfrentaram na… Avenida Paulista, em São Paulo.

É mole?

Alienação dos problemas brasileiros ou muita interação com o pleito americano? Ou a 3a opção: idiotas mesmo?

Aliás, algo que começa a se tornar um fanatismo aqui também: a “torcida” dos 2os turno de Eleições. Para os dois lados, vale tudo! Até se aproveitar de apoiadores que criam vídeos difamatórios. Quem perde, claro, é o eleitor / cidadão, pois sem saber das propostas acaba desacreditando na Democracia e vota em Branco / Nulo (ou se ausenta).

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– Eleições em Jundiaí: o vídeo do Secretário Casarin e os exageros de ambos os lados.

Circula nas redes sociais um vídeo em que o Secretário de Saúde Luís Carlos Casarin está entre amigos, num bar, fazendo piadas. E nele se refere a um programa de saúde no qual diz que utilizaria as verbas para comprar pneus e fazer outras bobagens.

Ora, com tanto problema na Saúde Pública de Jundiaí, qualquer piada é de mau gosto. Entretanto, é visível que estavam, digamos, “alegrinhos”, em folga, num momento particular, falando de uma verba QUE NEM EXISTIA (pois tal programa, o GERUS, era coisa de anos atrás e que inexiste hoje).

Calma, não o estou defendendo, tampouco o acusando de corrupção. Mas é notório que se trata de uma infeliz e inoportuna brincadeira, principalmente pelo cargo que ele ocupa e se deixar gravar em momento de humor negro. Vacilada dizer o que ele disse, principalmente com um tema tão doloroso aos jundiaienses.

Ponderação. É essa a atitude que a política de Jundiaí precisa ter. Nada de radicalismo de direita ou esquerda.

Também existe o vídeo da sua justificativa, dizendo que foi editado (o original e o da edição política não diferem das palavras ditas, apenas têm-se o acréscimo da indignação).

Em suma: o secretário deve estar fulo com o amigo dele que deixou vazar tal vídeo…

Aliás, uma ideia: e se os prefeituráveis divulgassem os seus futuros secretários, ou seja, sua equipe de trabalho ANTES das Eleições? Será que muita gente mudaria seu voto?

Vídeo do ataque, em: https://www.facebook.com/rafael.santos.754570/videos/1309760282376103/

Vídeo da justificativa: https://www.facebook.com/rafael.santos.754570/videos/1309988069019991/

Vídeo original: https://www.facebook.com/rafael.santos.754570/videos/1310019632350168/

Vídeos extraídos da página do Jornalista Rafael Santos (que contém ótimas colocações sobre o assunto).

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– O Debate dos candidatos à Jundiaí na TV TEM

Neste último debate na corrida à Prefeitura do Município de Jundiaí, os militantes mais apaixonados dos dois partidos cantam vitória: a Turma de Luiz Fernando Machado crê que engoliu Bigardi, mostrando que Jundiaí está pior do que estava depois de 4 anos na administração municipal. Já a Turma de Pedro Bigardi comemora pois crê que o atual prefeito deu um baile em desenvoltura fazendo com que Luiz Fernando tergiversasse por diversas vezes

Cá entre nós? Os dois lados tem razão!

Luiz Fernando Machado deu uma tremenda bola fora ao creditar os radares de Jundiaí à Pedro Bigardi. Todo mundo sabe que foi na administração Miguel Haddad, e tal fato fez com que o atual deputado LFM desviasse as respostas e mudasse de assunto

Pedro Bigardi se complicou quando questionado sobre a saúde, e por diversas vezes Luiz Fernando lembrou do caos notório que se tornou o Hospital São Vicente, com o episódio de greves e contratações complicadas. Lembram a história do pastor remunerado? 

O fato irônico do debate: quando o assunto foi a alça de acesso da Anhanguera x Nove de Julho, todo mundo quis ser “pai da criança”! Ué, não se pode trabalhar conjuntamente? Os louros da conquista nunca se dividem…

Enfim:

1- Para quem votar em Luiz Fernando Machado, cobre maior conhecimento da cidade e realizações verdadeiras, caso eleito.

2- Para quem votar em Pedro Bigardi, cobre maior número de pessoal técnico em seus postos de comando, sem atender demandas políticas.

Democracia é isso aí: discutir idéias (que foram poucas até agora) e não divulgar mentiras (o que parece estar acontecendo).

Sou bem honesto: se o TSE descobrir que os diversos mêmes e bobagens postados em redes sociais mentindo sobre os candidatos estiver ligado a alguém interessado, cadeia! E se for candidato, cassação da candidatura.

Se você quiser assistir ou rever o debate do último sábado à tarde, o link está em: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/eleicoes/2016/noticia/2016/10/candidatos-prefeitura-de-jundiai-debatem-propostas-na-tv-tem.htmlhttp://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/eleicoes/2016/noticia/2016/10/candidatos-prefeitura-de-jundiai-debatem-propostas-na-tv-tem.html

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foto: Carlos Dias / G1

– Como acreditar nas doações de campanhas?

Um beneficiário do Bolsa-Família doou R$ 75 milhões à campanhas eleitorais de candidatos diversos nesse ano, de acordo com o levantamento do Tribunal de Contas da União, segundo o TSE.

Sem comentários…

OPS: atualizando – um fato novo: tudo parece ter sido… ERRO DE  DIGITAÇÃO!!! Aqui: https://www.google.com.br/amp/g1.globo.com/pe/caruaru-regiao/eleicoes/2016/noticia/2016/10/doacao-de-r-75-milhoes-em-pe-foi-erro-de-digitacao-diz-tecnico-contabil.amp

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– Marcelo Crivella humilha Nossa Senhora em música

O texto abaixo foi publicado originalmente pelo jornalista Paulo Cezar de Andrade Filho (no “Blog do Paulinho”) e retrata muito bem a hipocrisia de certos ditos religiosos que mudam conforme a necessidade.

Atualmente, o sobrinho de Edir Macedo, o senador Marcelo Crivella (PRB), que concorre à Prefeitura do Rio de Janeiro tendo como adversário o inspirador do político “caxias” de “Tropa de Elite”, Marcelo Freixo (PSOL), travam uma feroz troca de acusações (como se pode assistir ontem, no debate promovido pelo Facebook / Veja / Rede TV).

Há poucos dias, veio à tona a memória do livro em que Crivella ofende fiéis de outras crenças religiosas que não seja a da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), em um dos seus cultos. Questionado, disse que falava de feitiçaria misturada ao Catolicismo na África, pois tinha sido perseguido por lá, e que hoje amadureceu e pensa diferente. Disse ainda que foi mal interpretado.

A propósito, há mais de 20 anos, um dos bispos de tal Igreja chutou a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira do Brasil. Lamentavelmente, chamou os católicos de “idólatras” (provavelmente o fez por não conhecer o Catolicismo) e disse que os fiéis adoram Maria como “deusa” (outro erro, a Virgem Maria é venerada e não adorada, pois é a 1a serva de Jesus, sendo ela humildemente quem o gerou amorosamente em seu ventre). Diante de tanta polêmica, não é que Marcelo Crivella gravou uma música contra Nossa Senhora e a favor do agressor à Santa?

Hoje, o político tenta retirar do YouTube e de outras plataformas da Internet a canção-desagravo…

VOCÊ VOTARIA NESSE CANDIDATO?

Compartilho, extraído do original, abaixo:

Em 1995, o Senador Marcelo Crivella, candidato a Prefeitura do Rio de Janeiro, na condição de “bispo” da IURD e nº 2 de Edir Macedo, gravou canção em solidariedade ao “pastor̶… (CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA A MATÉRIA COMPLETA DIRETO DO SITE E OUÇA A CANÇÃO).

Fonte/Link : Marcelo Crivella humilha Nossa Senhora em música

 

– Perguntar não ofende: Candidatos se esqueceram do Bairro Medeiros?

Desde que começou a Corrida à Prefeitura de Jundiaí, respeitosamente, questiono:

  • Quantas vezes os candidatos Pedro Bigardi e Luiz Fernando Machado estiveram aqui no Bairro Medeiros, de quando se iniciou o pleito?

Pergunte-se também: quantas vezes você lê na agenda disponibilizada por eles que estarão no São Camilo, no Jardim Novo Horizonte, na Vila Arens ou na Vila Hortolândia?

Talvez não estejamos precisando nada no bairro, né?

Ironia à parte, fica a educada cutucada: não se esqueçam de nós, eleitores e moradores, caros prefeituráveis…

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– Sobre os Eleitos em Jundiaí e Considerações Gerais

Surpresa ou não em Jundiaí?

LUIZ FERNANDO MACHADO (PSDB) levou 47,02% dos votos para Prefeito da Terra da Uva. PEDRO BIGARDI (PSD) 26,29, RICARDO BENASSI (PPS) 21,85 e Outros Candidatos 4,84 (de todos os votos válidos). Teremos uma repetição de candidatos do 2o turno de 2012, onde Bigardi, na época apoiado pela dupla Dilma e Lula, venceu incontestavelmente o candidato apoiado por Alckmin e Miguel Haddad.

Para vereador, mais da metade das cadeiras serão renovadas. Gerson Sartori, Rafael Purgato, Paulo Malerba, Zé Dias entre outros de destaque, não se reelegeram. Candidatos representantes de bairros, como Albino, Edicarlos do Vetor Oeste, Romildo Antonio e Dika Xique-Xique serão as novidades. Persistentes de outros pleitos, como Arnaldo da Farmácia e Cícero da Saúde, entraram também. Ademir Pedro Victor, Ana Tonelli, Julião, Kachan e outros veteranos da Política não conseguiram os votos necessários e ficaram de fora. Os candidatos de bancadas de Igrejas, na maioria (exceto o Pastor Dirlei), alcançaram os números necessários.

A composição da Câmara de Jundiaí, curiosamente, não terá mais nenhum representante do PT ou do PC do B. Do PSOL, DEM ou SD, nenhum entrou também.

Os eleitos são:

  1. GUSTAVO MARTINELI – PSDB
  2. LEANDRO PALMARINI BICHO LEGAL – PV
  3. DR WAGNER LIGABÓ – PPS
  4. PAULO SÉRGIO MARTINS – PPS
  5. MARCELO GASTALDO – PTB
  6. MÁRCIO CABELEREIRO – PMDB
  7. DIKA XIQUE-XIQUE – PR
  8. ROGÉRIO – PHS
  9. ROMILDO ANTONIO – PR
  10. VALDECI DELANO – PTB
  11. CRISTIANO LOPES – PSD
  12. DOUGLAS MEDEIROS – PP
  13. CÍCERO DA SAÚDE – PROS
  14. PASTOR RONALDO CONDE – PRB
  15. ALBINO – PSB
  16. EDICARLOS DO VETOR OESTE – PSD
  17. ARNALDO DA FARMÁCIA – PDT
  18. RAFAEL TINTAS COLÔNIA – PSDB
  19. FAOUAZ TAHA – PSDB

Uma curiosidade: a falta de pesquisas que indicavam tais números na cidade. Aliás, as pesquisas são realmente confiáveis? Em São Paulo, por exemplo, o IBOPE dava 34% para João Dória no sábado às 17h. Só que 24 horas depois, ele foi eleito ainda no 1o turno… Migração de Votos maciça em 1 dia? Claro que não.

Destaque final: eu me surpreendi com o volume de propaganda de Ricardo Bocalon e Júnior Aprilanti, candidatos do PSB respectivamente por Itupeva e Várzea Paulista (ex- PT e ex-PC do B) e que investiram pesado nas suas candidaturas. Perderam, e provavelmente a conta a ser paga será alta.

Enfim: o quadro da ilustração abaixo de 2012 se confirmará em 2016 ou não?

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– O Debate dos Candidatos a Prefeito de Jundiaí na Rede Globo / TV Tem

As Eleições Municipais acontecerão no próximo domingo. Para quem não assistiu o debate da TV TEM com os candidatos de Jundiaí, compartilho abaixo os 4 blocos.

  1. Bloco 1: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/eleicoes/2016/entrevista-debate-votacao/jundiai.html#/glb-feed-post/57e8ed37f9d3681512b39fc0
  2. Bloco 2: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/eleicoes/2016/entrevista-debate-votacao/jundiai.html#/glb-feed-post/57e8ed750d8bb511e71cd474
  3. Bloco 3: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/eleicoes/2016/entrevista-debate-votacao/jundiai.html#/glb-feed-post/57e8ed9af9d3681512b39fc2
  4. Bloco 4: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/eleicoes/2016/entrevista-debate-votacao/jundiai.html#/glb-feed-post/57e8ef20f9d3681512b39fc4

Boas Eleições a todos!

Em tempo: evidentemente, faltaram neste debate o Professor Paulo Taffarelo e o ex-prefeito Íbis Cruz, não convidados pela emissora.

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– Elie Horn e as doações de campanhas aos Prefeituráveis

Cada um faz o que quer com seu dinheiro. O dono da construtora Cyrella, por exemplo, (o bilionário Elie Horn) doou R$ 100 mil reais para cada um dos 4 notáveis candidatos de SP: Marta, Haddad, Dória e Russomano.

Mas a Horn se releva. Afinal, no ano passado ele resolveu doar 60% da sua fortuna para a caridade.

Não poderia doar esses 400 mil reais também aos pobres, ao invés de dar aos políticos?

Aliás, 21.400 desempregados e 143 pessoas mortas já doaram para esta Eleição, segundo o TSE, mais de R$ 52 milhões!

Suspeito… Como morto pode fazer doação? E quem está sem emprego?

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– Outra pesquisa suspensa para Prefeito de Jundiaí?

Leio que mais uma pesquisa eleitoral para a Prefeitura da nossa Jundiaí não pôde ser divulgada, pelo fato do Instituto de Pesquisa não divulgar as características dos entrevistados (sexo, região, idade, etc.).

Perguntar não ofende: como uma empresa de pesquisas pode dar uma bola fora dessas? É o be-a-bá do trabalho dela?

Não entra na minha cabeça (e de muita gente também) tamanho amadorismo. Tal situação leva aos incrédulos a levantar até que a coisa é forjada…

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– O Debate dos Candidatos à Prefeitura de SP no SBT

Acompanharam o debate dos candidatos à Prefeitura de São Paulo, promovido pela Folha e SBT hoje a tarde?

Conheça as (poucas) ideias propostas pelos prefeituráveis, abaixo:

Bloco 1:

http://mais.uol.com.br/static/uolplayer/index.html?mediaId=16003408

Bloco 2:

http://mais.uol.com.br/static/uolplayer/index.html?mediaId=16003443

Bloco 3:

http://mais.uol.com.br/static/uolplayer/index.html?mediaId=16003496

Ou então em: http://eleicoes.uol.com.br

 
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– O Debate dos Candidatos a Prefeito de Jundiaí da OAB e JJ no Anchieta

Acompanharam o debate desta 3a feira envolvendo os postulantes à Prefeitura de Jundiaí?

Vários pontos a discutir:

Ótima iniciativa da Ordem dos Advogados do Brasil e Jornal de Jundiaí na promoção. Pena que o som do Auditório do Anchieta estava muito ruim. Via Rádio Difusora, apesar dos esforços da emissora, não era tão bem audível. Pelo site da rádio, melhor (o aplicativo não funcionou…)!

Todos os candidatos estavam bem preparados. Me surpreendi positivamente pelo Prof Paulo Tafarello, do PSOL, que tocou em algumas feridas que não se costuma falar tão abertamente.

– A lamentar nenhuma transmissão de TV do evento, somente pessoas e correligionários que ali estavam fazendo por conta própria pelas Redes Sociais.

– Muitíssima negativa a “torcida radical” dos 3 candidatos que mais se destacam na corrida (via Facebook). Vivemos uma democracia de “emoções a flor da pele”. Nada contra os “torcedores de candidatos”, mas o radicalismo assusta. Para alguns, Pedro Bigardi parece ter sido o melhor prefeito de todos os tempos; para outros, Luiz Fernando Machado é o deputado nota 10 que transformou Jundiaí; e para outros ainda, Ricardo Benassi está na terra como Jesus Cristo está no Céu!

Calma, minha gente. Sejamos ponderados. Todos os candidatos têm seus méritos e seus defeitos. Potencializar virtudes de quem se deseja eleito e contrapor as fraquezas como pecados mortais de quem não se votará ao extremo como tem sido feito, é péssimo para o processo eleitoral.

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