– A Qualidade do Eleitorado Brasileiro

 

Números do TSE:

 

No Brasil, nas últimas eleições, fomos 128 milhões de eleitores, sendo:

8 milhões de analfabetos,
20 milhões declarados sem escolaridade,
15 milhões semi-alfabetizados.

 

Tá fácil enganar o eleitor com os candidatos picaretas que existem por aí?

Importante: o município com maior número de eleitores analfabetos do país é Assunção do Piauí-PI, com 74,4% de votantes.

– A Prova de que Eleitor Não sabe Votar

 

Valdemar da Costa Neto, deputado que um dia renunciou para não ter o mandato cassado, é prova de que o eleitor não sabe votar. Depois dos escândalos em que se envolveu, conseguiu a reeleição e voltou à Brasília. E levou consigo Tiririca, para puxar votos ao PR.

 

Passados os escândalos do Ministério dos Transportes, onde mesmo envolvido passou incólume, agora tem outra aposta: o palhaço Bubu, onde aposta todas as fichas como Vereador em seu curral eleitoral, Mogi das Cruzes.

 

Palhaçada em todos os sentidos do nobre parlamentar, não?

– FHC X LULA – o Embate Paulistano?

 

Alguém especulou, mas a idéia começa a ganhar corpo aos poucos.

 

Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luís Inácio Lula da Silva (PT) poderiam se candidatar à Prefeitura de São Paulo nas próximas eleições.

 

Imaginaram? Os dois últimos Presidentes da República disputando o cargo de prefeito?

 

Para quem leu a Folha de São Paulo desta sexta-feira, pôde ver uma charge espetacular: Lula e FHC disputando votos da classe C, que desolada pede para voltar a ser pobre a fim de não votar neles…

– Os maiores doadores de campanhas. Desprovidos de interesses?

 

E os gastos e doações das campanhas eleitorais? O Estadão de hoje, pg A12 e A13, em matérias de Alfredo Junqueira e Daniel Bramatti, trazem alguns números que impressionam.

 

Os maiores doadores de dinheiro para as campanhas eleitorais são as empreiteiras. Juntas, doaram R$ 240.558.487,00 reais! É muita grana… Só a Camargo Correia doou mais de 91 milhões de reais.

 

A pergunta é inevitável: Desinteressadamente? Claro; até que se prove o contrário, sim. A lei permite.

 

O Partido dos Trabalhadores foi o maior receptor: R$ 70.556.000,00. Aloísio Mercadante, o candidato que mais recebeu: R$ 5,5 mi.

 

Os bancos vêm em segundo lugar como maiores doadores: R$ 109 milhões.

 

Cá entre nós: é muito dinheiro que rola no processo eleitoral e é muito difícil fiscalizar tudo isso.

– Tiririca provou que é alfabetizado! E daí?

 

Tiririca é alfabetizado… mas é preparado?

 

Quem disse que ser “alfabetizado” é o mesmo do que ser “ bem preparado” para um cargo como o de deputado?

 

Preparação, despojamento e honestidade. Estas são características de um bom parlamentar.

 

Xiiiii… Sobrarão quantos em Brasília?

 

Quanto a prova, Tiririca teve que ler 2 frases de um exemplar do Jornal da Tarde: “Procon manda fechar loja que vende produto vencido” e “O tributo final a Senna” (somente esses títulos, não as matérias).

 

Além da leitura, escreveu a seguinte frase aleatória do livro Justiça Eleitoral (por ditado): “A promulgação do Código Eleitoral, em fevereiro de 1932, trazendo como grandes novidades a criação da Justiça Eleitoral”.

 

Mediante isso, a alfabetização foi comprovada, segundo o TRE-SP.

E você, acha que o fato da alfabetização de Tiririca ter sido comprovada garante um bom parlamentar? Deixe seu comentário:

– Reclamar somente agora vai adiantar, FHC?

 

E o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso? Ontem, na Folha, disse que o PSDB não pode esquecer das realizações do passado. Claro, se referindo a não utilização da sua imagem na campanha de José Serra.

 

Só agora, presidente?

– Parabéns e Mãos à Obra

 

Democracia é isso aí: venceu Dilma Rousseff.

 

Quem votou nela, poderá cobrá-la; afinal depositou na candidata sua confiança.

 

E para quem não votou nela, pode cobrar mais ainda; afinal, a opção era o adversário e esses eleitores devem ser convencidos.

 

Boa sorte, que Deus nos ajude a suportar bem os próximos 4 anos.

 

Nessas horas, penso: será que a voz do povo é a voz de Deus mesmo? Quem disse isso?

 

O importante é que a Democracia saiu vencedora. E esperemos que a liberdade de imprensa e as instituições democráticas não sejam combatidas, como foram nos últimos 8 anos.

 

Onde será a festa da vitória? Havana, Teerã ou Caracas? Quem sabe em Brasília…

– Apoteose Mental?

 

Interessantíssima a entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na Revista Veja que chega as bancas nesta semana. Entre outras coisas, ele fala de como é seu dia-a-dia, do repúdio ao fato de um ex-presidente poder tentar o terceiro mandato desde que não seja consecutivo e do que pensa sobre Lula. Aí vem algo curioso: ele disse que Lula lhe falou ao pé-do-ouvido, na troca de faixas há quase 8 anos atrás: “Aqui você terá um amigo”. Por não ter sido esse “amigo” desejado, FHC disserta sobre o que ele chama de apoteose mental do atual presidente Lula.

 

Vale a pena dar uma lida!

– É Hoje!

 

Segundo turno decisivo para o país. Vamos ver no que vai dar.

 

Votemos, afinal é um dever. E um direito também.

– Camisas 10 da Política?

 

O “10” costuma ser o craque no futebol. Hoje nem tanto. Mas costumeiramente, o camisa 10 é aquele que se destaca pela categoria, personalidade ou liderança.

 

Ontem tivemos o debate entre Dilma X Serra. Ambos não puderam se confrontar. A idéia da Globo em forçá-los a falar sobre propostas engessa a discussão. Mas, por outro lado, mostra a fragilidade dos nossos políticos em ter projetos e propostas.

 

Era nítido que tanto Serra e Dilma iniciavam suas respostas tentando ganhar tempo para pensar no que responder (vide: “sua pergunta é muito interessante e tal assunto será fundamental no meu governo e nós blábláblá”). Não existia resposta de bate-pronto, o que leva a crer que tais dúvidas dos eleitores eram assuntos não prioritários para os governantes, pois, se fossem, as respostas seriam enfatizadas e pontuais, sem enrolação.

 

Dentro do conceito acima de camisa 10 (não dizendo que votaria neles ou não ou se eram honestos ou não), lembro-me de Covas, Maluf, Brizola, o próprio Lula… esses caras eram bons em debate!

 

Serra e Dilma me decepcionaram ontem. Aliás, todos os presidenciáveis não me deram confiança nesse ano. Vamos ver no que dará amanhã.

– Tanto lá quanto cá: Cristina Kirchner já é candidata!

Nestor Kirchner (ex-presidente argentino e esposo da atual presidente Cristina Kirchner) nem bem morreu e, aproveitando o clima de comoção, já foi lançada à reeleição. O partido de Cristina anunciou que ela concorrerá em 2011 para se manter na Casa Rosada.

Nem bem o defunto morreu e já tiram proveito disso. Política é política em qualquer lugar na América do sul mesmo… Ou seria apenas característica dos brasileiros e argentinos?

– Qual a sua Pergunta para Dilma e para Serra?

 

E se Willian Bonner, logo mais a noite, resolvesse lhe convidar para participar do debate entre os presidenciáveis da Rede Globo?

 

Imagine só: você teria a oportunidade de formular 2 perguntas, tanto para Dilma Rousseff quanto para José Serra!

 

Encare esse desafio: se lhe fosse dada essa chance, quais as suas 2 questões aos presidenciáveis e que todo o Brasil acompanharia?

 

Deixe nos comentários as suas preciosidades:

 

Ops. As minhas 2 questões? Tudo bem, lá vão elas:

 

PERGUNTA 1 – Candidato(a), durante toda a campanha não se falou de ações concretas para a redução do analfabetismo. Durante os últimos 16 anos (8 de Fernando Henrique Cardoso e 8 de Luis Inácio Lula da Silva), a taxa de analfabetos do Brasil se manteve próxima de 15% (contra 4% do Chile, 3% da Argentina e 2% do Uruguai). Quais as ações concretas para se reduzir esse índice nos seus próximos 4 anos?

 

PERGUNTA 2 – Candidato(a), os programas assistenciais do Governo (como o Bolsa-Família) eram inicialmente uma fonte de ajuda às famílias carentes. Hoje, o assistencialismo virou renda, salário, dinheiro certeiro àqueles mais pobres. Como eliminar a questão assistencial do trabalhador e transformá-lo em empregado com renda proveniente do mercado de trabalho, possibilitando a sua verdadeira sustentabilidade através do seu emprego e seu suor e não da ajuda governamental?

 

Quais as suas questões?

 

– A Culpada foi a Mão do Palhaço?

 

E o Tiririca, que alega ser alfabetizado mas confessa não ter escrito a declaração de próprio punho que confirma sua alfabetização?

 

Ganhando tempo (cada vez mais tempo) no processo que pode cassar sua eleição, o palhaço eleito deputado confessou que não pode escrever a declaração que confirma saber ler e escrever pois estava com a mão machucada.

 

Ahhhhh bommmm. Agora sim, tudo explicado.

 

O pior é que se Tiririca não assumir entra o José Genoíno.

 

Socorro. Chamem o professor de português!

– Minha Primeira vez no Horário Eleitoral

 

Por incrível que possa parecer, somente nesta quarta-feira consegui assistir o Horário Eleitoral dos candidatos à Presidência da República.

 

Acompanho as eleições por diversas mídias, e dispenso a TV, pelo horário e pelo formato. E me impressionou a fábrica de ilusões que se tornou a corrida presidencial. Tudo é uma superprodução, imagens belas, sentimentalismos, apelos emocionados e outras formas de conquista da simpatia popular.

 

Propostas concretas, dizendo o que fazer, como fazer e com que dinheiro, ninguém fez! Ao menos, ontem. Vai que dei azar e justamente ontem os dois programas esqueceram das propostas?…

– Quem tergiversará mais amanhã?

 

Na semana passada, no debate entre os presidenciáveis, os candidatos falaram muito que os adversários estavam tergiversando. Mas será que a palavra tergiversar, que entrou em moda, será usada de novo por eles amanhã?

Concordo que eles tergiversam muito. Quem tergiversará mais amanhã no debate da Rede Globo?

Tergiversar quer dizer: “fazer rodeios e não responder”, “enrolar na resposta de uma pergunta”, “desviar do assunto”.

Concluindo: tergiversar está no dia-a-dia e na prática dos políticos…

E você, o que acha dos políticos falarem ‘palavras bonitas” nos discursos?”

– Debate Tardio Vai Contra o Interesse do Trabalhador Comum

 

Hoje é o penúltimo debate entre os candidatos á Presidência, agora pela TV Record.

 

O horário é indigesto: 23h! Como é que o cara que trabalha cedo e quer ser politizado pode assisti-lo?

 

Cá entre nós: Debate de idéias a esse horário é democracia demagógica.

– Desonestidade Intelectual e Confusões do Labirinto Mental

 

Se alguém perguntar: Vai chover? E a outra pessoa responder: Talvez, hoje é dia 24. O que você pensaria dela?

 

Guilherme Fiúza explica essa situação falando sobre os porquês de José Padilha assinar a contra-gosto seu nome num dito “ manifesto intelectual pró-Dilma e retirá-lo na sequência”. Interessante:

 

Extraído de: Revista Época, 25 de Outubro de 2010, pg 66, ed 649

 

O MANIFESTO DA DESONESTIDADE INTELECTUAL

 

A burguesia culpada ataca novamente. O manifesto de intelectuais a favor da candidatura Dilma – aquele que incluiu a assinatura do diretor de Tropa de elite contra a vontade dele – resume o Brasil do faz de conta. Faz de conta que o país está dividido entre ricos e pobres, conforme a mitologia criada por Lula desde seu primeiro discurso presidencial. Faz de conta que os avanços sociais vão acabar se a oposição vencer. Faz de conta que a vida do povo melhorou porque Lula é pobre.

A elite envergonhada se sente nobre quando bajula o povão. Não contem para ninguém que os avanços sociais começaram no governo de um sociólogo, porque isso vai estragar todo o heroísmo da esquerda festiva. Ela estava feliz em sua jornada nostálgica no Teatro Casa Grande, onde aconteciam as históricas reuniões de resistência à ditadura. Não perturbem Chico Buarque, Leonardo Boff e demais artífices do manifesto dos intelectuais em seu doce sonho de altruísmo. Deixem-nos curtir seu abraço metafórico ao operariado.

O único problema desse abraço é a metáfora em si. Ela se chama Dilma Rousseff e está prestes a virar abóbora. A fada que a transformou em encarnação da esperança popular deve estar exausta. O encanto começa a se dissipar, e a donzela começa a rosnar mensagens constrangedoras, com o rosto novamente crispado, masculinizado, hostil. A mamãe dos brasileiros está se desmanchando ao vivo. Os intelectuais e artistas de esquerda precisam fazer alguma coisa, porque o estoque de licenças poéticas do plano Dilma está no fim. Talvez pudessem importar um lote novo da Venezuela.

Após sua participação no debate presidencial da TV Bandeirantes, Dilma foi entrevistada ao vivo, ainda no estúdio. O repórter perguntou-lhe o que ela quis dizer com a acusação de que seu adversário pretende privatizar o pré-sal. Dilma mostrou então todo o seu preparo como candidata a Vanusa. Seu raciocínio saltou das profundezas oceânicas para os hospitais públicos, emendando num salto espetacular para as salas de aula do Brasil carente. Com os olhos vagando pelo nada, talvez em busca do sentido da vida, Dilma começava a dissertar sobre segurança pública quando foi salva pelo repórter da Band. Ele livrou-a de seu próprio labirinto mental da única forma possível: encerrou a entrevista.

Como nem tudo na vida é propaganda eleitoral gratuita, a musa dos intelectuais de esquerda logo apareceria de novo sem as fadas do marketing. Dessa vez, cercada por microfones, explicou que o maior acesso da população aos telefones nada tinha a ver com a privatização da telefonia. “O pobre passou a ter telefone porque passou a ter renda. Não por causa da privatização”, afirmou, categórica.

O eleitor não deve se zangar só porque a afirmação contraria a história. O fato de que a abertura da telefonia ao capital privado melhorou a vida do povo precisa mesmo ser esquecido. Para piorar, isso aconteceu no governo do sociólogo, ou seja, destoa completamente da apoteose operária que está levando o Brasil ao paraíso. Não vamos estragar o enredo. Até porque, se o aumento da felicidade per capita não puder ser atribuído à bondade estatal de Lula e Dilma, como os intelectuais progressistas vão fazer para se reunir no Teatro Casa Grande, lançar manifestos e se sentir importantes? Sinceridade tem limite.

Vamos deixar isso tudo combinado, antes que o encanto acabe. Os planos do PT para controlar a informação não existem. É pura invenção da imprensa burguesa, que não quer a ascensão popular, como alerta o manifesto dos intelectuais. O povo está com Dilma, e portanto a verdade também. O resto é despeito dessa elite egoísta que não gosta de pobre.

O diretor José Padilha mandou tirar seu nome do manifesto. No mínimo, deve ser um privatista. Mas aqui é a terra do filho do Brasil. Privatização, só na Casa Civil. Rumo ao Oscar.

– Guerra das Revistas na Reta Final

 

Nesta semana, a Revista Veja revela mais um escândalo envolvendo o PT e dona Dilma: agora, a fábrica de dossiês que sai do Planalto! A Revista Época faz uma comparação entre os dois candidatos e a Carta Capital detona Serra.

 

Ao longo da campanha, percebeu-se bem algumas mídias chapa-brancas, enaltecendo ações do Governo Federal. Entretanto, quem critica o mesmo Governo foi acusado de estar fazendo campanha aos adversários. Ué, falar bem pode e falar mal não?

 

Nossos conceitos de liberdade de imprensa devem ser diferentes do alto escalão do Governo… Ao ver mais um escândalo na capa da Veja, meu sogro disse: “é esse tipo de Revista que o eleitor do Serra lê; pois quem vota na Dilma se recusa a comprar”.

 

Fina ironia de palavras sábias do seu Ditão…

– Demagogia que Cansa: a bolinha de papel do presidente Lula

 

Lula fez um tremendo discurso demagógico defendendo a bolinha que atingiu a cabeça do candidato José Serra. É mole?

 

Serra foi atingido por uma bola de papel por manifestantes petistas durante um evento, e 20 minutos após, por outro objeto em sua careca. Após isso, foi a um pronto-socorro. Nosso guia-mestre Lula simplesmente atacou a todos, disse que aquilo não era nada, e até criticou o médico que atendeu o psdbista.

 

O problema não é a discussão se uma bolinha de papel e um rolo de fita de lacração (os objetos lançados) machucam ou não; é sim, a questão da manifestação e liberdade democrática. Vivemos num país livre, e se você não concorda coma ideologia do candidato, simplesmente não vote nele. Vai agredir por ter opinião contrária?

 

É de uma tremenda irresponsabilidade lançar qualquer coisa que seja sobre os outros; principalmente num candidato a Presidente da República. Aliás, é falta de educação também!

 

E se a bolinha e o rolo fossem no Lula? Estaria alardeando que a ditadura voltou e que tentaram um golpe de estado.

 

Amigos, tô cansado de tanta papagaiada. Que hipocrisia nefasta. Não dá nem para ler o jornal, dá bronca.

 

Dia 31 isso acaba. Ou continua por 4 anos…

– Acredito em Todos Eles!

 

Serra acusa Dilma de corrupção e uso da máquina do governo. Dilma revida nas mesmas acusações.

 

Sabe de uma coisa?

 

Acredito em todos!

 

Calma lá: acredito nas acusações de um para o outro, não em suas defesas.

 

E você, acredita na santidade imaculada dos políticos? Deixe seu comentário:

– Governar para Humanos???

“Meu governo será voltado para a pessoa humana”.

 

E para os não-humanos?

 

Falar para o povão é uma arte mesmo, não? Essa pérola foi repetida algumas vezes no debate de ontem. Não digo por quem, mas é uma candidata que começa com DIL e termina com MA.

– A Metodologia Contestada

 

Segundo Fernando Mello, na Revista Veja desta semana (Ed 13 de Outubro de 2010, pg 72-74), na matéria intitulada “O fracasso dos profetas”, nunca existiram tantos erros de pesquisas eleitorais na história do Brasil quanto essa última eleição presidencial.

 

Os números que assustam: 135.800.000 brasileiros podem votar; e o Ibope ouviu na última pesquisa 3010 pessoas (0,002%). Isso equivale a 4 pessoas entrevistas com um público de 3 Maracanãs lotados!

 

E você, acredita piamente nas pesquisas?

– Tiririca ou Genoíno?

 

Palhaço Tiririca ou José Genoíno?

 

Se for provado que é analfabeto, Tiririca perde os votos e pelo coeficiente eleitoral a vaga será de José Genoíno!

 

Reproduzo as sábias palavras de Marcelo tas, via Twitter:

 

“Se Tiririca não passar no teste quem entra no lugar dele é Zé Genoíno. Urgente: alguém tem um professor para indicar pro abestado?”

 

Precisa dizer algo?

– Quem votou em Quem? Quem votará em Quem?

 

Olha só, números do TSE e do IBOPE (da última pesquisa):

 

A RELIGIÃO E O VOTO: em 03 de outubro, votaram:

Católicos: 52% Dilma, 41% Serra

Evangélicos: 52% Serra, 41% Dilma

Outros: 47% Dilma, 43% Serra

 

A RENDA E O VOTO: pesquisa de ontem mediu que:

Até 1 Salário Mínimo: 57% Dilma, 36% Serra

De 2 a 5 Salários Mínimos: 47% Dilma, 46% Serra

Mais de 5 Salários Mínimos: 48% Serra, 41% Dilma

 

A ESCOLARIDADE E O VOTO

Ensino Fundamental: 50% Dilma, 44% Serra

Ensino Médio: 46% Dilma, 46% Serra

Ensino Superior: 50% Serra, 39% Dilma

 

POR SEXO

Homens: 52% Dilma, 40% Serra

Mulheres: 46% Dilma, 46% Serra.

– A Não-Comunhão de Dona Dilma em Aparecida

 

Todos querem ir ver Nossa senhora de Aparecida as vésperas de Eleição. Será que vão com algum objetivo diferente do que o da fé?

 

Infelizmente, parece que sim.

 

Ontem, Dilma Roussef foi a Basílica e não comungou (ato maior da celebração católica). Indagada sobre o motivo, ela declarou que “crê em Deus de uma forma bem pessoal”.

 

Ué, se não se comunga por crer de maneira diferente, está claro que compareceu a celebração por outros motivos, que não eram o de venerar á Virgem Maria nem adorar a Deus naquela típica manifestação de fé.

 

Política é sempre política. Tomara que a fé seja verdadeira no coração desses candidatos.

– Deus em Campanha?

 

Sílvio Malafaia, pastor e dirigente-mor da Igreja Assembléia de Deus, ameaçou às vésperas da Eleição Presidencial retirar o apoio a Marina Silva caso ela não fosse enfática na defesa contra o aborto.

 

Agora, a CNBB diz que a Igreja Católica não deve indicar candidatos, mas orientar os eleitores sobre eles.

 

O certo é que o tema ABORTO se tornou o mote maior da eleição nesse momento. Serra, ontem, foi enfático a não ser a favor do aborto, dizendo com todas as letras: “sou contra o aborto” (respaldou-se nos seus princípios cristãos e valores pessoais, segundo ele mesmo); mas disse respeitar a lei. Dilma não foi enfática a ser contra ou a favor ao aborto, mas disse dubiamente: “sou uma pessoa favorável à vida” (respaldou-se pelo fato de sua família ser católica, segundo ela própria).

 

Leio hoje no Estadão que Dilma ganhou direito de resposta contra a Emissora Canção Nova, pelo fato de que, na última terça-feira, durante uma Missa transmitida pela TV, o padre ter dito que se Dilma for a favor do aborto, os fiéis não deveriam votar nela.

 

E você, o que pensa disso: as Igrejas devem indicar candidatos alinhados com seus princípios ao fiéis, ou devem ser independentes ao extremo? Deixe seu comentário:

 

Ops: percebeu que tanto Serra quanto Dilma estão falando o nome de “Deus” meia dúzia de vezes a cada fala, e que se tornaram extremamente religiosos nesses últimos dias?

 

Coincidência, Fé ou Oportunismo?

– Dá para levar a Sério?

É para levar a sério o nome de Weslian Roriz ao governo do Distrito Federal?

 

A Justiça permite o uso de uma candidata visivelmente imposta pelo marido e que nunca se meteu na vida política?

 

Tenha paciência…

– PV com PT ou PSDB? Onde fica a Coerência na Política?

 

Meu grande amigo Wilsinho Ferreira observou, e vejo que é verdade!

 

Marina Silva saiu do Ministério do Meio Ambiente brigada com o PT. Descontente, entrou para o PV. Tanto que se lançou como a contra-candidata de Dilma Roussef.

 

E como fica agora? Essa é a pertinente pergunta do Wilsinho.

 

Não deveria, de pronto, anunciar o apoio à candidatura oposicionista de Serra? Ao menos, essa seria a coerência exigida.

 

KKKkkkkkkkkk… Me desculpem.

 

Quase cai da cadeira.

 

É por que me espantei em escrever “coerência” num assunto que se refere a Política.

 

Infelizmente, “Coerência na Política” é algo quase que contraditório e/ou não praticado.

– De quem é o Voto?

Já percebeu que os votos de Marina Silva são moeda de troca no segundo turno eleitoral?

 

Mas o que me chama a atenção é o seguinte: o voto não é uma propriedade da candidata, mas sim do eleitor!

 

Se fosse ao contrário, era somente ela declarar o seu voto no segundo turno e o candidato já estaria eleito. É razoável aceitar que os eleitores de Marina migrarão em boa quantidade ao presidenciável que ela indicar, mas a transferência de votos é certeira?

 

Dentro desse princípio, é fácil ganhar uma eleição: Se Dilma ou Serra declararem que Marina Silva será convidada a retornar ao Ministério do Meio Ambiente, a corrida ao Planalto estará no papo!

 

Sabemos que não é assim que funciona…

– Trocar o Vice é a Solução?

PSDB estuda trocar o vice-candidato à Presidência, Índio da Costa, por alguém do PV, segundo os jornais.

 

Do ponto de vista moral, péssima decisão.

 

Já do ponto de vista estratégico, excelente sugestão!

– Uma Toto para mim também!

Está cansado com a política? Faça como o brilhante articulista Diogo Mainardi: troque o Lula por uma Toto!

 

O que é uma Toto? Advinha: toca Mozart e deixa o bumbum quentinho (calma, não se assuste nem pense bobagem!)

 

O cara é bom… Olha sua coluna semanal em Veja:

 

Extraído de: http://veja.abril.com.br/blog/mainardi/na-revista/agora-mozart/

 

AGORA, MOZART

 

“Entre Lula e o vaso sanitário da Toto, interesso-me muito mais pelo vaso sanitário da Toto. Se o maior mérito de Lula foi ter evitado mexer na economia, posso garantir que o vaso sanitário da Toto teria mexido ainda menos”

 

Demi Moore tem um Toto. Brad Pitt tem um Toto. Madonna tem um Toto. Leonardo DiCaprio tem um Toto. Nesta semana, imitei-os e também encomendei um Toto.

 

O que é Toto? Toto é um vaso sanitário. Mais exatamente: Toto é uma marca japonesa de vasos sanitários. O modelo que encomendei foi o Neorest 550. Uma reportagem da revista Barron’s apelidou-o de “Maserati do encanamento”. Para mim, foi a reportagem do ano.

 

O Neorest 550 tem a tampa aquecida. Segundo a Barron’s, Whoopi Goldberg, que mandou instalar vasos sanitários da Toto em seus seis banheiros, aprecia particularmente essa característica. A tampa sobe e desce automaticamente. E se higieniza depois de cada uso. Para abafar os sons provenientes do banheiro, o Neorest 550 toca Mozart. Enquanto isso, um catalisador se encarrega de eliminar os odores mais repulsivos.

 

O motivo que me levou a encomendar o Neorest 550, porém, foi outro. Ele possui um mecanismo interno que, acionado por con-trole remoto, funciona como um bidê, borrifando água morna do centro, da parte dianteira e da parte traseira. Em seguida, um jato de ar quente enxuga a área umedecida. Tito, meu menino mais ve-lho, tem uma série de impedimentos motores, mas faz quase tudo sozinho, exceto ir ao banheiro. Com o Toto, Tito poderá superar também essa barreira.

 

Nos últimos oito anos, publiquei um monte de artigos sobre Lula. A partir deste domingo, com a escolha de um novo presidente, ele ficará para trás. Nunca mais terei de citar seu nome. Nunca mais precisarei saber o que ele diz. Poderei me dedicar a temas menos passageiros, como o vaso sanitário da Toto.

 

Pessoalmente, meu interesse por Lula sempre foi nulo. Em 2002, quando foi eleito pela primeira vez, eu o via como um gordinho oportunista. Agora, em 2010, depois de dois mandatos sucessivos, continuo a vê-lo da mesma maneira: como um gordinho oportunista. Entre Lula e o vaso sanitário da Toto, interesso-me muito mais pelo vaso sanitário da Toto. Se o maior mérito de Lula, reconhecido por todos, foi ter evitado mexer na economia, posso garantir que o vaso sanitário da Toto, em seu lugar, teria mexido ainda menos. E teria tocado Mozart para abafar os sons provenientes do PT.

 

Mas, assim como Lula aparelhou a Anac, ele aparelhou também, por longo tempo, minha coluna. Semanalmente, ao abrir a gaveta de minha escrivaninha, eu me surpreendia com o que encontrava e dizia: “Caraca, mais um aparentado de Erenice Guerra está escondido aqui dentro!”. E, em vez de escrever sobre o vaso sanitário da Toto, acabava escrevendo outro artigo sobre Lula.

 

Neste domingo, Lula tentará eleger uma aparentada de Erenice Guerra como sua sucessora. Será seu ato final. Depois disso, acabou. Escrevo seu nome pela última vez em minha vida: Lula. E agora? Agora, Mozart!

 

Por Diogo Mainardi

– Eleições, Perspectivas, Observações e Indagações

 

Acabou parcialmente a primeira etapa das Eleições de 2010. Sim, parcialmente, pois partimos ainda para o segundo turno nacional e o de alguns estados, além das pendengas do Ficha-Limpa, onde candidatos impedidos terão ou não confirmadas sua elegibilidade.

 

Em Jundiaí, conseguimos 2 deputados estaduais e 1 federal (respectivamente: Ari, Bigardi e Luiz Fernando). Boa sorte a eles, e que trabalhem com afinco pela sociedade jundiaiense em primeiro lugar, norteados pelos valores ético-cristãos. Afinal, são quase 200 mil votos acumulados de ambos.

 

Mas ainda fica algumas curiosidades: o mais votado, o palhaço Tiririca, terá 10 dias, segundo o TSE, para provar que é alfabetizado. Coisas de um país democrático às avessas… Se um detento pode votar dentro da prisão, porque um analfabeto não tem direito de se candidatar? Não que eu defenda a elegibilidade do humorista, mas a observação de tal discrepância, é, no mínimo, interessante (no Chile, o candidato precisa entregar o diploma de graduação em nível superior para concorrer às eleições locais).

 

Repercutiu muito pouco a experiência em alguns municípios da leitura biométrica dos eleitores. Inserindo a impressão digital no leitor, o sistema identifica a pessoa e libera sua votação. Tal sistema poderá ser utilizado plenamente, segundo estudos, em 2018. Dessa forma, você não precisa levar documento algum, apenas o seu dedo. Mas se você estiver com a impressão digital gasta (por motivos de trabalho manual excessivo, utilização de produtos químicos e outros fatores que a desgaste), deverá levar os mesmos documentos de hoje. A propósito de documentação, vale lembrar: alguns amigos garantiram que votaram só com o Título de Eleitor!

 

Encerrando esse tema, não dá para passar batido: Serra e Dilma são diferentes comportamental, física e socialmente do que há 1 ano antes do pleito. Perceba: Serra é mais populista, defende assistencialismo barato e sorri com facilidade. Dilma está mais sorridente, fala muito o nome de Deus e lembra de ações para o povo.

 

Ôpa: estão diferentes deles próprios, mas idênticos entre si…

 

É o vale-tudo da política.

 

E você, o que pensa disso: teremos novidades no segundo turno?

– Desamor e Traições na Política Brasileira

DESAMOR E TRAIÇÕES NA POLÍTICA BRASILEIRA

 

Não são poucos os fulanos que traíram sicranos ao longo da História.

João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história. O poema do inesquecível Carlos Drummond de Andrade lembra um pouco o tema a ser discutido aqui. O amor não correspondido de alguns de políticos lembra “Quadrilha”, estes lindos versos do poeta – que fique bem claro. Não são poucos os fulanos que traíram sicranos ao longo da História. A síndrome de Frankenstein – da criatura que se volta contra seu criador – é recorrente. O exemplo clássico é Judas – que pelo menos se arrependeu – depois de trocar a confiança de Jesus por 30 moedas de prata. Cerca de 70 anos antes Brutus traíra Cesar. 1789 anos depois de Cristo, Joaquim Silvério dos Reis faria o mesmo com Tiradentes – embora houvesse a atenuante de ele não ser brasileiro. Mas o fato é que pupilos traem seus mestres. Na história recente da política brasileira, os exemplos pululam (sem trocadilhos). Em 82, o chaguista Miro Teixeira percebeu que fraquejava a força política liderada pelo jornalista e empresário fluminense Antonio de Pádua Chagas Freitas e bandeou-se para os lados de Leonel de Moura Brizola que conquistava as massas com seu discurso novidadeiro de recém anistiado. Brizola também conheceria o gostinho amargo da traição quando seu protegido, Cesar Maia, então considerado um gênio da Economia, romperia com o chefe para apoiar o equivocado plano econômico de Fernando Collor em 90. Anos depois, já prefeito do Rio de Janeiro, o economista erraria feio na conta de Matemática no episódio “Cidade da Música”. Traição maior, no entanto, Brizola creditou a Dilma Rousseff – atual candidata do PT à presidência. Dilma foi alfabetizada politicamente por Brizola – segundo palavras de Alceu Collares – a quem conheceu nos anos 70. Em 2000, um racha entre petistas e pedetistas durante o governo de Olívio Dutra a fez abandonar o PDT. E Brizola diria: “Dilma é uma traidora em busca de cargos”, uma vez que ela se recusou a devolver o dela no primeiro escalão do Governo gaúcho ao partido. Se Rousseff já tomou um grande susto no recente escândalo com Erenice Guerra e família, o mesmo não se pode dizer de velhas raposas da política brasileira. Em São Paulo, Paulo Maluf lançou seu secretário de Finanças (!) Celso Pitta candidato a prefeito: “E se ele não for um bom prefeito, nunca mais votem em mim”, dizia. Eleito em 96, Pitta rompeu com Maluf como primeiro ato de governo. Velha raposa da política, Maluf disparou: “Eu confiei no Pitta sim e ele errou. Ele traiu a população de São Paulo, não a mim”. Maluf levou aquilo que na linguagem futebolística chama-se de “uma bola nas costas”. De volta a Cesar Maia, podemos dizer que desde 1999 ele procura a pelota no drible “elástico” que levou de sua criatura Luiz Paulo Conde que passou a jogar no time de Anthony Garotinho – atualmente inelegível. Sobre Conde, Maia disse: “A Ginger Rogers achou que podia operar solo e fez só um filme. Quem é Conde mesmo? Tentou voltar em 2004 e ficou lá atrás na votação”, conclui comparando-se a Fred Astaire. Mas traição não é privilégio do sul maravilha. Ministro dos Transportes de Sarney e governador do Maranhão de 2002 a 2006, José Reinaldo rompeu com seu mentor em 2004. Tudo começou com uma briga entre a (então) mulher dele Alexandra e Roseana – a filha do hômi – que a (então) primeira-dama insistia em chamar de “sinhazinha do Calhau”. Não convidem as duas para o mesmo jantar. Pupilos traem seus mestres. Candidata a deputada federal, Alexandra não ama Zé Reinaldo que não ama Sarney que não ama Maluf que não ama Pitta que não ama mais ninguém. E assim foi com Conde que detestou Maia que detestou Brizola que detestou Chagas que detestou Miro. Uma “Quadrilha” – os lindos versos de Drummond – ao contrário. E, aproveitando que o assunto é traição, o PT pode ser traído por sua soberba e falta de atenção. A obrigatoriedade da apresentação da carteira de identidade junto com título de eleitor pode ser uma surpresa para o partido do governo em algumas regiões onde os maiores beneficiários de programas como o bolsa-família e seus dependentes, por exemplo, não são lá muito preocupados com registros, carteiras e documentos. Seria uma traição sem querer – bem diferente dos “poemas” acima.

 

Obs> creditei erroneamente o texto ao jornalista Reinaldo Oliveira. Entretanto, ele próprio me alertou do erro. Assim, retifico a autoria com o envio do original:

 

Boa tarde, prof Rafael e leitores do blog. O texto Desamor e traições na política brasileira é de autoria do jornalista Claudio Carneiro, sócio da Clio Assessoria, e foi escrito para o site Opinião e Notícia (www.opiniaoenoticia.com.br). att, Roberta Cabral

– Exerçamos a Nossa Cidadania!

Neste domingo, vamos exercer nossa cidadania e votar?

 

É curioso: no Brasil, votar é um Direito e um Dever. Isso é democracia ao pé-da-letra?

 

Vale a reflexão e boas eleições à todos.

– Incoerência Eleitoral

Aqui no Bairro Medeiros, só temos uma escola como posto eleitoral. Sempre esteve super-lotada. Imagine agora que o bairro ‘explodiu’ populacionalmente falando?

 

As autoridades eleitorais deveriam estar mais atentas a isso. Aliás, duas ‘pisadas de bola’:

 

1) a Justiça Eleitoral só decidirá sobre os fichas-sujas depois da Eleição. Imaginem as especulações e polêmicas até lá… principalmente pelos puxadores-de-votos que serão preponderantes para o coeficiente eleitoral. Teremos 2 listas de eleitos até a decisão final?

 

2) E a cansativa polêmica do Título Eleitoral estar desacompanhado de documento com foto? Assim, se eu…

… Me apresentar com o RG, eu VOTO;

… mostrar a minha habilitação, eu VOTO;

… levar minha Carteira Profissional, eu VOTO;

… ou portar um crachá da minha empresa, também VOTO!

 

Só que se eu for com o título de eleitor, NÃO VOTO!

 

Ué, para que ele serve então??? Apenas para indicar o local de votação?

 

E você, o que acha de tal decisão do documento com foto ser obrigatório? Se é para garantir que não exista fraude, quer dizer que as outras não tiveram essa garantia e podem ter sido fraudadas?

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